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quarta-feira, 17 de julho de 2019

Porto Bello (PTBL)

Recomendações
Compra: apolo20 (dez/12) - aprendiz quebrado do professor (nov/12) - Assayd (2013) -bommauricio (2013) - danieljoseaa (ago/12 e nov/12 e 2013) - gabg (2013) - ghfranco (2013) - joaoricci (2017) - Jorge Tomaz (2013) - kknove (2013) -  ManoScience (2013) - no prat (2013) - small caps (ago/12 e set/12) - uqaz  (ago/12) - Windows XP (2013)
Carteiras
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Balanços
A2018/4T2018 -
17andre - 
Não gostei!!

2T2018 -
marcosvinicius2 -
PAPEL DEVIDAMENTE PRECIFICADO ( * ). A receita líquida no 1S18 somou R$ 512 milhões, 3,6% acima do 1S17. Após quase 3 anos sem aumento nas vendas, 2018 tem se mostrado um ano de crescimento. As vendas no mercado externo continuam em destaque. Desde o segundo trimestre de 2017 a Companhia mantém um faturamento trimestral médio de US$ 15 milhões. Neste 2T18 foi alcançado um novo record trimestral de US$17 milhões, 13% acima do 2T17. Em Reais o crescimento foi de 26% quando comparado ao 2T17.; A geração de caixa, medida pelo EBITDA, somou R$ 195 milhões e o lucro líquido R$ 103 milhões no 1S18. Com margens de 38% e 20% respectivamente. O crescimento no EBITDA foi de 90% quando comparado ao 1S17, impactado positivamente pelo reconhecimento do ganho judicial do processo “Polo Ativo”. Se excluídos estes efeitos, a margem EBITDA e a margem líquida no 1S18 seriam respectivamente 13% e 3% semelhantes ao 1S17.; O endividamento líquido da Companhia alcançou R$ 446 milhões ao fim do 2T18. O endividamento líquido equivale a 1,6x o EBITDA dos últimos 12 meses e a 1,2x o patrimônio líquido. Quando comparado ao 2T17, houve a redução de 1,0x na relação dívida/EBITDA. Em 2T18, foi alcançada a menor relação dívida/EBITDA dos últimos 5 anos, o índice alcançou níveis de 2013, quando a relação foi de 1,4x no 1T13.

A2017/4T2017 -
marcosvinicius2-
PAPEL DEVIDAMENTE PRECIFICADO ( * ). Lucro Bruto = O lucro bruto em 2017 totalizou R$ 417 milhões, apresentando crescimento de 15% em relação a 2016. A margem bruta apresentou ganho de 5 p.p, devido a um mix de venda com produtos de maior lucratividade e redução de custos.; EBITDA = A Companhia encerra o ano com EBITDA anual recorde R$ 189 milhões, o que representa um crescimento de 58%. A margem EBITDA passou de 11% em 2016 para 18,5% em 2017, que demonstra o restabelecimento da lucratividade e maturidade que os novos negócios estão alcançando.; Lucro Líquido = O ano foi encerrado com lucro de R$ 64 milhões, alcançando lucro superior à 2015. O desempenho é reflexo do resultado operacional maior, busca diligente pela redução de despesas, ganhos judiciais e redução das despesas financeiras (cambio, taxa de juros menor e endividamento menores).


2T2017 -
MBSilva   -
PTBL3 Resultado maravilhoso!! 

3T2016 -
marcosvinicius2  -
Receita líquida no ano acumulada em R$ 771 milhões, 4% abaixo do mesmo período do ano anterior; • EBITDA de R$ 39 milhões no 3T16, melhor EBITDA trimestral dos últimos 12 meses; • Prejuízo líquido acumulado do ano de R$ 3 milhões; • Redução do endividamento líquido no montante de R$ 34 milhões no 9M16, alcançando o montante de R$ 466 milhões; • Aumento no volume médio de negociações das ações em 82% nos últimos 12 meses.
Receita Líquida: A receita líquida consolidada totalizou R$ 273 milhões no 3T16 e R$ 771 milhões no acumulado, mantendo um desempenho abaixo do ano anterior. A receita líquida do mercado interno representou 86% do total do trimestre e caiu 8% em relação ao 3T15, acompanhando a retração do mercado. De acordo com a Abramat, o mercado interno de acabamento no terceiro trimestre apresentou redução de 8% (deflacionado) no faturamento bruto.
Lucro Bruto: O lucro bruto totalizou R$ 98 milhões no 3T16, apresentando queda de 11% sobre o mesmo período do ano anterior. No acumulado houve uma redução de 8% em relação ao mesmo período de 2015. A margem bruta apresentou perda de 1 pp, afetada pela venda de um mix de produtos menos nobres e, portanto, com menor rentabilidade.
Resultado Operacional: As despesas com vendas totalizaram R$ 64 milhões no 3T16 e R$ 184 milhões no acumulado no ano, sendo 12% e 22% superiores aos mesmos períodos do ano anterior. Reflexo, principalmente, da gradual mudança do modelo de distribuição e logística e do aumento das despesas da Pointer. O crescimento das vendas CIF (Cost, Insurance and Freight) para os operadores logísticos gerou custos com fretes acima do que representavam em 2015, quando o modelo ainda era pouco representativo. Hoje essas despesas com fretes representam 19% das despesas comerciais. A Companhia acredita que a construção de uma rede de distribuição eficaz será um diferencial importante para o posicionamento futuro da empresa no mercado.
Resultado Líquido: O terceiro trimestre apresenta um prejuízo de R$ 921 mil e, assim, acumula o prejuízo de R$ 3 milhões no 9M16. O desempenho é reflexo do resultado operacional menor, pelas razões antes mencionadas, aumento do custo financeiro da dívida e revisão do valor a receber referente processo judicial contra a Eletrobrás. O processo Eletrobrás foi julgado e neste último trimestre um perito foi contratado para apurar o montante a receber. O laudo pericial apresentou um valor R$ 16 milhões inferior ao reconhecido pela Companhia. A baixa foi realizada no 3T16, sendo que 9,6 milhões eram atualizações financeiras, que foram revertidas contra o resultado financeiro, e R$ 6,8 milhões reconhecidos em outras despesas operacionais.

3T2012 -
danieljoseaa achou sensacional
ZOTTI  - Essa surpreendeu e muito
small caps - gostou  bombástico
Características
Industrialização e comercialização de revestimentos cerâmicos
Links
360100  - 17andre  -  03 Abr 2019, 16:30
PTBL3,
"O endividamento líquido da Companhia atingiu R$ 472 milhões, equivalente a 1,6x o EBITDA dos últimos 12 meses. Quando comparado encerramento de 2017, apesar de aumento na dívida líquida, a relação dívida/EBITDA reduziu de 2,1x para 1,6x"

Se for pelo ebitda ajustado (desconsiderando os não recorrentes) a relação vai para 4,45x

Não gostei!!

359168  - Feitumeng -  08 Mar 2019, 20:29
Estive lendo os resultados da Portobello (agora PBG) e ouvindo a teleconferência, como é uma empresa que não comentaram aqui, vou deixar um comentário geral caso alguém tenha interesse pela empresa (e paciência pra ler).

Não sou analista, é um estudo pessoal que compartilho, não é indicação de nada wink

1. Considerações iniciais:
A Portobello havia surfado o boom da construção civil do período (2007-2014) mas sentiu muito a crise a partir da metade de 2015 ... aliás havia inclusive construído uma nova fábrica em Alagoas que começava produção em meio à forte desaceleração do setor.

O final de 2015 e o ano de 2016 foram muito ruins, e foi ao final daquele ano que a Cia contratou uma consultoria e executou o plano de restruturação com orçamento base zero, reconheceu custos no final de 2016 e entrou em 2017 mais enxuta. Com isso, mantendo a mesma receita a Cia havia obtido ganhos consideráveis de margem bruta, operacional e líquida além de melhorar a relação dív/ebt.

2018 foi um ano de baixo crescimento da indústria da cerâmica (1%) no Brasil e a Portobello cresceu pouco também (3%) mas acima da indústria em geral.

A empresa trabalha, desde 2015 com duas marcas: a Portobello (Fábrica - SC) marca premium e a Pointer (Fábrica – AL) marca democrática. A Pointer virou “operacional positivo” em março deste ano e assim se manteve ao longo de 2018.

2. "Passeio" pelas Demonstrações financeiras

Dá pra ver abaixo como as receitas estão estagnadas há 4 anos (2015 a 2018)

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São dois canais de receitas: Engenharia ou construção que ainda (eles mesmo reconhecem que só para 2020) está longe da recuperação e Varejo (loja) que está mostrando melhores sinais e tem sido um foco grande para a Empresa que quer se tornar cada vez mais uma empresa de “Varejo Integrado” controlando toda a cadeia da fabricação à entrega. Citam a “Zara” como inspiração do modelo que querem implantar, entendendo e atendendo cada vez mais o cliente (arquitetos ou cons. final), respondendo e até se antecipando à novas tendências.

Podemos ver este foco se manifestar no investimento em aumentar o número de lojas próprias que hoje correspondem a 10% do total

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Destacam que, apesar do franqueado ser parceiro, para este modelo de varejo integrado ser executado é necessário que a Portobello esteja presente no processo todo, recolhendo dados sobre cada passo.

Voltando a receita, se pode notar que existe um certo crescimento nas vendas ao exterior, impulsionado entre outros fatores, pela falta de boas perspectivas do mercado interno.

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Existem alguns detalhes a observar aqui:

– A empresa não produz linha especial para exportação, até porque segundo explicaram, não faria sentido pelos volumes. Vendem o mesmo aqui e para exportação. Declararam em uma apresentação que isso causou até certa surpresa (positiva) pois não esperavam ter este nível de aceitação do produto sem uma mínima customização. E isto foi verdade também para os produtos da Pointer que começaram a entrar no mix das exportações, o que aliás não era o plano original.

– Em 2018, sentiu uma queda no crescimento das exportações com a crise no principal mercado de exportação: a Argentina. O pequeno crescimento foi em R$, em USD não houve crescimento (US$50M vs US$52M)

– Em 2018 também instalou dois centros de distribuição nos EUA, Florida e Tenessee investindo mais fortemente nas exportações para o mercado americano. Estes dois centros ainda são cash flow negativos.

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Em 2017 a empresa havia conseguido aumentar a margem devido a melhora do Mix de produtos (interno) e aumento de exportação (tem margem maior que venda interna).

Apesar dos esforços com o Mix, em 2018 houve perda na margem bruta devido principalmente ao aumento do preço do gás natural.

O gás responde por 12% dos custos e, diferentemente da energia aonde os contratos são firmados com preço fixo, para o gás a Cia fica exposta às variações de mercado e em 2018 o aumento se considerarmos mês 12/mês 1 chegou a bater 70%.

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Ajustando as despesas só para SG&A, eliminando os ganhos judiciais, verificamos um aumento considerável em 2018, +17,2%

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As justificativas para este aumento são principalmente:

Novas lojas próprias, Mudança da logística na entrega de FOB para CIF, e despesas com os 2 novos centros de distribuição nos EUA.

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Este crescimento no EBITDA se deu devido aos ganhos nos processos “Polo Ativo -Crédito Prêmio do IPI” e do “Expurgo de ICMS da base cálculo do PIS e da COFINS”, ambos não recorrentes.

Importante salientar que este evento não teve efeito caixa e que a Cia deverá começar a utilizar estes créditos em 2020.

Então para poder olhar melhor o operacional, expurgamos o não recorrente do resultado

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No EBITDA ajustado se nota que a Cia voltou aos níveis do péssimo ano de 2016, aliás até pior.

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O Lucro líquido também sofre o efeito do não recorrente, aqui, para expurgar o não recorrente teria de pedir ajuda aos universitários porque não entendi exatamente como fazer o mesmo já que não posso simplesmente deduzi-lo do lucro.

Só para efeito do exercício, estarei deduzindo o imposto diferido do total não recorrente de 17 & 18 e deduzindo os créditos no imposto em 16.

Deste modo, chegamos nos resultados abaixo:

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Analisando o Capital de giro, a empresa aumentou os prazos de estocagem em 1 dia e de recebimento (venda à crédito) em 4 dias, porém não está tendo que por dinheiro no giro pois está sendo “financiada” por seus fornecedores (aumento de +11 dias) chegando aliás a um Working Capital negativo em 2018.

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Acho válido lembrar que a fábrica de Alagoas (Pointer) está trabalhando em uma capacidade maior do que as vendas da marca requerem no momento, este aumento e estoque deve ser impulsionado por ela, já que não é economicamente interessante parar um forno.

Sobre a dívida, o endividamento líquido cresceu quase 20% com a retomada dos investimentos tanto em Capex com as melhorias nas duas fábricas + centros USA; como Opex principalmente nas operações das lojas próprias.

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A dívida pelo Ebitda ajustado passaria de 4, mas entendo que eles aproveitaram exatamente o ganho judicial dos créditos para emitir debêntures e retomar o investimento que havia sido congelado em 2017. Até porque se não fosse assim seguramente quebrariam alguns covenants como aconteceu em 2016 quando tiveram de conseguir “waivers” trimestrais de um banco alemão acompanhando o processo de controle de gastos.

3. Considerações Finais
A construção está no fim do ciclo econômico e a cerâmica está no fim do ciclo da construção, se por um lado os resultados demoram um pouco mais para espelhar a recessão, por outro a retomada também vem com atraso em relação à economia.

A fábrica de Alagoas foi aberta com foco em atender o mercado Norte/Nordeste ... porém com a crise, estes mercados tem recuperação bem mais lenta do que o Sul/Sudeste.

A empresa parece focada em reduzir a dependência cíclica do mercado de construção e o risco Brasil.


 estratégia focada no varejo integrado e a aproximação com o cliente, se bem-sucedida, traz não só ganhos de receita como também de fortalecimento da marca em um mercado aonde é Líder. As vendas normalmente sempre se deram por meio de arquitetos/designers de interior que são os brand ambassadors junto ao consumidor, as lojas próprias trazem também uma maior aproximação com o consumidor final.

O investimento nos EUA (um dos grandes mercados junto com Alemanha e Argentina) também se bem-sucedido, trará receitas sem risco Brasil e América do Sul, pois acho que pra sair mesmo do risco tupiniquim não dá pra ter na Argentina o maior cliente.

Em 2017 eles provaram que conseguem apertar os cintos e entregar margem. Em 2018 viraram para modo “agressivo” com a retomada dos investimentos, acreditando na melhora do Mercado em geral. Mas apesar dos esforços, da estratégia varejo, para apresentar os resultados robustos do período 2007-14 penso ser preciso a retomada da construção.

Caso isto venha a acontecer, penso (eu) que a possibilidade de a empresa estar bem posicionada para surfar novamente é boa, desta vez ainda mais diversificada e com mais canais de atendimento.

Por enquanto, prefiro ficar de fora aqui só observando, esperando o próximo trimestre e o desenrolar das operações da empresa e das reformas em Brasília. Acho (eu) que dá tempo de entrar mais pra frente se as coisas forem se acertando.

Em tempo, um último detalhe, foi autorizado o Plano de recompra de ações com prazo de 1 ano, recompra até 2,5% das ações em circulação (1,16% do total).

353275  - marcosvinicius2 -  31 Ago 2018, 23:25
COMENTÁRIO: PAPEL DEVIDAMENTE PRECIFICADO ( * ). A receita líquida no 1S18 somou R$ 512 milhões, 3,6% acima do 1S17. Após quase 3 anos sem aumento nas vendas, 2018 tem se mostrado um ano de crescimento. As vendas no mercado externo continuam em destaque. Desde o segundo trimestre de 2017 a Companhia mantém um faturamento trimestral médio de US$ 15 milhões. Neste 2T18 foi alcançado um novo record trimestral de US$17 milhões, 13% acima do 2T17. Em Reais o crescimento foi de 26% quando comparado ao 2T17.; A geração de caixa, medida pelo EBITDA, somou R$ 195 milhões e o lucro líquido R$ 103 milhões no 1S18. Com margens de 38% e 20% respectivamente. O crescimento no EBITDA foi de 90% quando comparado ao 1S17, impactado positivamente pelo reconhecimento do ganho judicial do processo “Polo Ativo”. Se excluídos estes efeitos, a margem EBITDA e a margem líquida no 1S18 seriam respectivamente 13% e 3% semelhantes ao 1S17.; O endividamento líquido da Companhia alcançou R$ 446 milhões ao fim do 2T18. O endividamento líquido equivale a 1,6x o EBITDA dos últimos 12 meses e a 1,2x o patrimônio líquido. Quando comparado ao 2T17, houve a redução de 1,0x na relação dívida/EBITDA. Em 2T18, foi alcançada a menor relação dívida/EBITDA dos últimos 5 anos, o índice alcançou níveis de 2013, quando a relação foi de 1,4x no 1T13.:

PTBL3
PREÇO: R$ 3,89
PAYOUT (2017): 18,21%

Múltiplos baseados nos últimos 12 meses

P/L 4,90
P/VPA 1,70
PSR 0,59
DY 3,72%
EV/EBITDA 4,94
MARGEM BRUTA 40,40%
MARGEM OPERACIONAL 16,93%
MARGEM LÍQUIDA 12,08%
LUCRO POR AÇÃO R$ 0,794
MARGEM EBITDA 27,04%
DÍVIDA BRUTA/PATRIMÔNIO LÍQUIDO 278,62%
ROE 34,76%
LIQUIDEZ CORRENTE 1,59

Taxas de Crescimento Nominal

a) últimos 12 meses sobre 12 terminados no 2T17, nominal
RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA 2,88%
RESULTADO BRUTO 7,60%
RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO -8,25%
RESULTADO OPERACIONAL 210,37%
RESULTADO LÍQUIDO 173,20%
EBITDA 70,07%

b) 2T18 sobre 2T17, nominal
RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA 2,95%
RESULTADO BRUTO 1,33%
RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO -46,54%
RESULTADO OPERACIONAL 379,37%
RESULTADO LÍQUIDO 340,86%
EBITDA 221,45%

c) lucro (taxa média anual)
UA 173,20%
U2A 122,34%
U3A 11,26%

d) patrimônio líquido médio
UA 20,43%
U2A 14,87%
U3A 9,81%

Preço justo fornecido pela fórmula do FCD para uma taxa média de crescimento real nulo do lucro líquido dos últimos 12 meses durante 5 anos, perpetuidade real nula e taxa de desconto real de 8%: R$ 9,93
Ou, taxa de crescimento real do lucro líquido dos últimos 12 meses necessária, durante os próximos 5 anos, para que o preço justo fornecido pela fórmula do FCD seja igual ao preço corrente (com uma perpetuidade real nula e taxa de desconto anual real de 8%): -20,5% !!!!
[...]

348996  - marcosvinicius2-  17 Abr 2018, 11:37
COMENTÁRIO: PAPEL DEVIDAMENTE PRECIFICADO ( * ). Lucro Bruto = O lucro bruto em 2017 totalizou R$ 417 milhões, apresentando crescimento de 15% em relação a 2016. A margem bruta apresentou ganho de 5 p.p, devido a um mix de venda com produtos de maior lucratividade e redução de custos.; EBITDA = A Companhia encerra o ano com EBITDA anual recorde R$ 189 milhões, o que representa um crescimento de 58%. A margem EBITDA passou de 11% em 2016 para 18,5% em 2017, que demonstra o restabelecimento da lucratividade e maturidade que os novos negócios estão alcançando.; Lucro Líquido = O ano foi encerrado com lucro de R$ 64 milhões, alcançando lucro superior à 2015. O desempenho é reflexo do resultado operacional maior, busca diligente pela redução de despesas, ganhos judiciais e redução das despesas financeiras (cambio, taxa de juros menor e endividamento menores).:

PTBL3
PREÇO: 5,31
PAYOUT (2017): 18,21%

Múltiplos baseados nos últimos 12 meses

P/L 13,12
P/VPA 2,95
PSR 0,82
DY 1,39%
EV/EBITDA 7,87
MARGEM BRUTA 40,73%
MARGEM OPERACIONAL 7,91%
MARGEM LÍQUIDA 6,26%
LUCRO POR AÇÃO 0,405
MARGEM EBITDA 18,46%
DÍVIDA BRUTA/PATRIMÔNIO LÍQUIDO 260,05%
ROE 22,50%
LIQUIDEZ CORRENTE 1,26

Taxas de Crescimento Nominal

a) últimos 12 meses sobre 12 terminados no 4T16, nominal
RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA 0,74%
RESULTADO BRUTO 14,82%
RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO -16,75%
RESULTADO OPERACIONAL -1475,78%
RESULTADO LÍQUIDO 2918,16%
EBITDA 63,92%

b) 4T17 sobre 4T16, nominal
RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA 0,74%
RESULTADO BRUTO 14,82%
RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO -16,75%
RESULTADO OPERACIONAL -1475,78%
RESULTADO LÍQUIDO 2918,16%
EBITDA 63,92%

c) lucro (taxa média anual)
UA 2918,16%
U2A 10,37%
U3A -11,80%

d) patrimônio líquido médio
UA 16,49%
U2A 9,85%
U3A 8,13%

Preço justo fornecido pela fórmula do FCD para uma taxa média de crescimento real nulo do lucro líquido dos últimos 12 meses durante 5 anos, perpetuidade real nula e taxa de desconto real de 8%: R$ 5,06
Ou, taxa de crescimento real do lucro líquido dos últimos 12 meses necessária, durante os próximos 5 anos, para que o preço justo fornecido pela fórmula do FCD seja igual ao preço corrente (com uma perpetuidade real nula e taxa de desconto anual real de 8%): +9,80% !!!!
[...]

340739  - MBSilva   -  05 Ago 2017, 13:44
PTBL3 Resultado maravilhoso!! Prof possui o papel? Poderia comentar? Obrigado e Sucesso!

335548  - marcosvinicius2  -  16 Mar 2017, 13:39
EDIT.: Houve modificação significativa na quantidade de ações no período 4T07 X 1T08 E 2T14 X 3T14 (desdobramento ou emissões?) e Resultado Não Operacional (Não Encontrado).
• Receita líquida no ano acumulada em R$ 771 milhões, 4% abaixo do mesmo período do ano anterior; • EBITDA de R$ 39 milhões no 3T16, melhor EBITDA trimestral dos últimos 12 meses; • Prejuízo líquido acumulado do ano de R$ 3 milhões; • Redução do endividamento líquido no montante de R$ 34 milhões no 9M16, alcançando o montante de R$ 466 milhões; • Aumento no volume médio de negociações das ações em 82% nos últimos 12 meses.

PTBL3
PREÇO: 3,08
PAYOUT (2015): 84,76%

Múltiplos baseados nos últimos 12 meses

P/L 52,94
P/VPA 2,02
PSR 0,47
DY 1,60%
EV/EBITDA 10,69
MARGEM BRUTA 35,98%
MARGEM OPERACIONAL 0,57%
MARGEM LÍQUIDA 0,89%
LUCRO POR AÇÃO 0,058
MARGEM EBITDA 10,46%
DÍVIDA BRUTA/PATRIMÔNIO LÍQUIDO 341,52%
ROE 3,82%
LIQUIDEZ CORRENTE 1,50

Taxas de Crescimento Nominal

a) últimos 12 meses vs 12 meses terminados no 3T15
RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA -2,67%
RESULTADO BRUTO -7,97%
RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO 3,06%
RESULTADO OPERACIONAL -95,22%
RESULTADO LÍQUIDO -89,35%
EBITDA -49,74%

b) 3T16 vs 3T15
RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA -8,97%
RESULTADO BRUTO -11,11%
RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO -8,28%
RESULTADO OPERACIONAL -106,75%
RESULTADO LÍQUIDO -106,04%
EBITDA -40,15%

c) lucro (taxa média anual)
UA -89,35%
U2A -67,35%
U3A -49,44%

d) patrimônio líquido médio
UA 2,28%
U2A 6,60%
U3A 17,05%

Receita Líquida: A receita líquida consolidada totalizou R$ 273 milhões no 3T16 e R$ 771 milhões no acumulado, mantendo um desempenho abaixo do ano anterior. A receita líquida do mercado interno representou 86% do total do trimestre e caiu 8% em relação ao 3T15, acompanhando a retração do mercado. De acordo com a Abramat, o mercado interno de acabamento no terceiro trimestre apresentou redução de 8% (deflacionado) no faturamento bruto.

Lucro Bruto: O lucro bruto totalizou R$ 98 milhões no 3T16, apresentando queda de 11% sobre o mesmo período do ano anterior. No acumulado houve uma redução de 8% em relação ao mesmo período de 2015. A margem bruta apresentou perda de 1 pp, afetada pela venda de um mix de produtos menos nobres e, portanto, com menor rentabilidade.

Resultado Operacional: As despesas com vendas totalizaram R$ 64 milhões no 3T16 e R$ 184 milhões no acumulado no ano, sendo 12% e 22% superiores aos mesmos períodos do ano anterior. Reflexo, principalmente, da gradual mudança do modelo de distribuição e logística e do aumento das despesas da Pointer. O crescimento das vendas CIF (Cost, Insurance and Freight) para os operadores logísticos gerou custos com fretes acima do que representavam em 2015, quando o modelo ainda era pouco representativo. Hoje essas despesas com fretes representam 19% das despesas comerciais. A Companhia acredita que a construção de uma rede de distribuição eficaz será um diferencial importante para o posicionamento futuro da empresa no mercado.

Resultado Líquido: O terceiro trimestre apresenta um prejuízo de R$ 921 mil e, assim, acumula o prejuízo de R$ 3 milhões no 9M16. O desempenho é reflexo do resultado operacional menor, pelas razões antes mencionadas, aumento do custo financeiro da dívida e revisão do valor a receber referente processo judicial contra a Eletrobrás. O processo Eletrobrás foi julgado e neste último trimestre um perito foi contratado para apurar o montante a receber. O laudo pericial apresentou um valor R$ 16 milhões inferior ao reconhecido pela Companhia. A baixa foi realizada no 3T16, sendo que 9,6 milhões eram atualizações financeiras, que foram revertidas contra o resultado financeiro, e R$ 6,8 milhões reconhecidos em outras despesas operacionais.

O que acharam do resultado de ptbl3? Professor poderia dar seu parecer? Obrigado
PTBL está completamente fora de meu radar (planilha) ... e nestes tempos de divulgação de resultados, já não dou conta da atualização dos ativos que estão na planilha ...

Destaques do release da empresa:
• Receita líquida de R$ 498 milhões no 1S16, igual ao ano anterior, com um desempenho superior ao
mercado;
• Rede de franquia Portobello Shop com 145 lojas, aumento de 7% nos últimos 12 meses;
• Maturação da operação com Lojas Próprias refletindo em crescimento de lucratividade;
• Redução do endividamento líquido no montante de R$ 32 milhões no 1S16;
• Lucro líquido de R$ 4 milhões em 2T16;
• No início de agosto, as debêntures foram repactuadas e as cláusulas mínimas de “covenants”, foram
modificadas. 

Acho que também vale a pena prestar atenção nos seguintes pontos:

- Embora a dívida líquida venha caindo há 3 trimestres, a geração de caixa está caindo mais ainda, o que pode trazer um belo desencaixe financeiro pra empresa, se esta segunda tendência se mantiver por muito tempo.
- O aumento das exportações está mantendo a receita, porém reduzindo a margem. Com a trajetória de queda do dólar, a margem deve ficar ainda mais comprimida.
- O novo mix de produtos é mais pobre e tem menor margem.
- A queda do faturamento no mercado interno foi menor que a média do mercado, então a empresa está ampliando a sua participação de mercado. Acredito que os produtos da Pointer (nicho mais barato), além de contar com 145 lojas Portobello Shop (nicho mais nobre) fazem a diferença na capacidade da empresa de manter o seu faturamento, em relação a concorrentes com linha mais restrita, ou com menos opções de canais de escoamento.

Acho que o maior risco é a queda na geração de caixa complicar a situação financeira da empresa antes de muitos concorrentes desligarem os fornos, ou antes de um novo ciclo na construção civil. 
                                                                                           ▲                                                                      ▲
315022  - rnelias   -  13 Jan 2016, 10:33
Sobre PTBL:

Opinião pessoal de quem está fazendo reforma considerável no apto no meio dessa crise:

Tenho visitado várias lojas de bricolagem recentemente. Aqui no RJ, as maiores são os grupos Leroy Merlin, Chatuba e Amoedo (ainda tem C&C e Casa Show mas confesso que meu foco fica nas 3 primeiras).

1. Se há crise, esta ainda não afetou este setor ou, se afetou, não gostaria de ter entrado numa loja dessas quando não havia crise. Todas estão constantemente cheias. O Leroy é sempre um inferno pra pagar com filas infinitas. Ainda pode ser efeito do 13o. e do mês de férias (eu mesmo, aproveitei as férias para fazer a obra), portanto, essa minha percepção deve ser vista com alguma cautela. Imagino que como está difícil de trocar de imóvel, muita gente partiu para as reformas. Isso é muito visível em oficinas mecânicas. Mecânicos estão rindo de orelha a orelha. Quando fica difícil trocar de carro, conserta-se o antigo e bola pra frente.

2. Como a reforma envolve substituição de piso e revestimento, seria natural que eu perdesse um tempo considerável em busca deles. Obviamente, vi produtos da Portobello e, salvo um ou outro, ele não me pareceu ser o carro chefe dessas grandes lojas. Em relação a preço, sinceramente, é dificílimo comparar porque todas as marcas tem produtos para todos os bolsos. Minha percepção foi que as marcas Eliane e Portinari (Cecrisa) apresentam produtos com uma gama melhor e mais fácil de selecionar pois sempre convergíamos para pisos de uma das duas marcas. Isso naturalmente, sem forçar a barra com marcas, afinal, podem considerar minha opinião desapaixonada. Manjo ZERO de reformas e não tenho PTBL rsrsrs.

3. No Leroy, ao perguntar a um vendedor porque certo piso era bem mais barato (comprei um piso de 98 Reais e havia um piso similar que custava 49 !), este me explicou que se tratava de "marca própria", produzida na China (bingo!), entretanto, o Leroy não se responsabilizava pelo produto (era vendido sem garantia). Optamos por comprar um porcelanato Portinari mas adivinhem o piso que mais vende.... rsrsrs o Chinês, of course!

4. Achei fraquíssima a seleção de produtos Eternit, sobretudo, os de acabamento que parecem ser o "filé mignon" em termos de margem de lucro.

meus two cents...

Renato, o pedreiro. 
E acho q até a Portobello poderia ser citada no contexto do comentário acima. Porque aumentar os proventos justamente durante um ciclo de investimentos em nova fábrica? Bom, só se pagaram o payoyt mínimo previsto na LSA, mas não sei se é o caso.
Essa está muito atrativa. Está no topo do endividamento, daqui pra frente é só redução de dívida líquida. No próximo trimestre começa a vir no balanço a receita advinda da nova fábrica. Além de estar num segmento de mercado que eu gosto, que é o de acabamento. Esse mercado está sempre aquecido, olhando de uma maneira geral.. todo imóvel necessita de reformas.

E para melhorar, com a desvalorização do real, a penetração dos importados fica complicada. Vai nadar de braçada com esse dólar alto. E de quebra ainda exporta.
                                                                                           ▲                                                                      ▲

Citação: Luiz_84
No atual momento, qual seria a melhor escolha: ETER ou PTBL?
Os dois são papéis de "sardinha", a ETER tem o problema do "amianto" e quando a mídia (globo que gosta do $$ da Brasilit) dá enfase dos perigos "mortais" do amianto, qualquer 200.000 ações colocadas a venda, joga o papel no chão.

A Portobello apesar de ter subido muito, tem bons "plus" para continuar a alta (leia o release do 3/tr/12), acho que a esse preço atual só vai dar para comprar antes da publicação do balanço.....

Você pediu uma opinião eu dei, o palpite é meu com risco zero, o dinheiro é seu com 100% de risco.

168779 - small caps -  23 Fev 2013, 03:26
Já a alta do dia foi da Portobello, segue a análise que fiz para a revista ADVFN que foi publicada no mês de janeiro deste ano:

PORTOBELLO – comentários de Anderson Lueders.

A empresa Portobello S.A. apresentou, entre 2005 e 2009, relativa estabilidade na receita líquida, ao redor de R$ 400 milhões anuais. A partir de 2010, iniciou-se um forte movimento de aumento da receita líquida, que atingiu R$ 586,8 milhões no ano de 2011. Os primeiros noves meses de 2012 mantiveram a tendência com a receita batendo R$ 514,3 milhões, 17,9% acima do mesmo período do ano anterior. O resultado líquido passou de prejuízo de R$ 39,4 milhões em 2007 e bateu R$ 24,4 milhões em 2011. O lucro líquido acumulado até setembro de 2012 atingiu R$ 45,5 milhões, confirmando o bom momento vivido pela companhia que está surfando bem o desempenho da construção civil no país.

Com a cotação das ações ordinárias a R$ 3,89, conforme último negócio realizado no pregão de 14 de dezembro de 2012, o valor de mercado da empresa equivale a R$ 618,5 milhões. Seus indicadores fundamentalistas, conforme site do fundamentus, são Preço/Lucro (nos últimos 12 meses) de 11,5 e Preço/Valor Patrimonial de 5. A Portobello custa o equivalente a 0,93 vezes o faturamento líquido de um ano e tem um excelente ROE de 43,2%. Convém frisar que o ROE exuberante se deve em grande parte ao momento de turnaround vivido pela companhia. Com efeito, o patrimônio líquido, que esteve perto de zero ao término de 2008, tomou fôlego com a sucessão de resultados melhores, que fizeram com que ele se multiplicasse mais de 12 vezes nos últimos 4 anos. E é também este ROE forte que justifica a empresa ser cotada a 5 vezes o valor patrimonial.

A empresa tem como pontos positivos: a) cenário macroeconômico ainda favorável, com aumento da renda do consumidor, queda do desemprego e condições de crédito em níveis historicamente favoráveis; b) liderança no mercado da América do Sul; c) zerou os prejuízos acumulados em razão dos lucros recentemente obtidos e por decisão de assembleia realizada no último mês de novembro, o que possibilitará a retomada do pagamento de dividendos; d) dívida líquida em processo de redução, apesar do forte aumento verificado na receita, o que exige mais capital de giro; e) margens operacionais saudáveis, decorrente da marca forte e da estratégia acertada de focar nos produtos de maior valor agregado e terceirizar parte da produção dos produtos de menor valor, inclusive com importações; f) estratégia correta de ampliar a rede de varejo Portobello Shop, uma vez que se trata de um dos segmentos da economia mais estimulados no momento, além de aumentar a visibilidade da marca; g) Novos planos de expansão para atender a crescente demanda.

Como principais pontos negativos podem ser destacados: a) Forte influência do cenário de crédito para incentivar os investimentos em construção civil; b) histórico de resultados de longo prazo com períodos extensos de prejuízo; c) excessivo tempo sem o pagamento de dividendos; d) concorrência de produtos importados de baixo custo; e) o anúncio dos novos investimentos com valores altos pode pressionar a dívida líquida.

A cotação da empresa, entre 1999 e até quase o final de 2003, ficou abaixo de R$ 0,50. A partir do final de 2003 até o terceiro trimestre de 2007, as ações subiram de forma vigorosa, atingindo irracionais R$ 6,40. Não havia, nos fundamentos, qualquer razão para justificar os preços e a inevitável queda veio e durou até o início de 2009, quando a cotação ficou ligeiramente abaixo de R$ 1,00 em poucos momentos. Alternou, a partir de então, movimento de recuperação de preço até os R$ 2,00 e retorno até quase R$ 1,00 no final de agosto de 2011. Finalmente, então, o mercado passou, paulatinamente, e a cada novo resultado, a reconhecer o turnaround que estava acontecendo e a cotação já atinge novamente quase R$ 4,00. A alta dos últimos 12 meses se aproxima de 200%.

A compra de ações da Portobello, portanto, mostra-se interessante ao investidor que acredita o desempenho atual da companhia permanecerá apesar da dificuldade que o Brasil está tendo para retomar o crescimento mais forte. Trata-se de um investimento adequado ao investidor mais arrojado, que não se importa de investir numa empresa que teve dificuldades para apresentar bons resultados em períodos pretéritos, mas que se encontra num momento muito mais favorável. A cotação tem acompanhado o desempenho da companhia, recentemente, mas não precifica, hoje, eventual melhora do balanço a partir da base atual.

163241 - marcelio2 -  11 Jan 2013, 20:36
2012 ruim para a bolsa? Veja as small caps que duplicaram de valor no ano

Empresas como Portobello e Kroton tiveram altas de mais de 130% em um ano em que o Ibovespa subiu apenas 7,4%

Por Felipe Moreno |16h15 | 11-01-2013 A A A

SÃO PAULO - Muito se diz que a houve "duas bolsas" em 2012 na BM&FBovespa: a que andou, e a que ficou de lado. Entre as que não tiveram um ano muito bom estiveram as pesos pesado do Ibovespa: Petrobras (PETR3; PETR4), OGX Petróleo (OGXP3), Petrobras (PETR3; PETR4), enquanto outras empresas menores tiveram um ano excelente.

No lado campeão, Kroton (KROT3), Grendene (GRND3), Forjas Taurus (FJTA4) e outras se destacaram com valorizações que superaram até os 100%. Com isso, a diferença de rentabilidade entre o Ibovespa, principal índice da bolsa, e o SMLL, que mede o desempenho de small caps foi forte: enquanto o primeiro subiu 7,40%, o segundo avançou 28,66%.

"Houve diversas razões para isso, mas o fato é que o mercado acabou migrando para outras empresas, que estão entregando resultados melhores", afirma Mitsuko Kaduoka, diretora de análise de investimentos da Indusval & Partners Corretora. Com muitas investidores ainda apostando nas grandes empresas, ainda é possível que bastante dinheiro migre para as outras.

Portobello:+156,97% em 2012

A Portobello (PTBL3) saiu de R$ 1,73 no início de 2012 para fechar o ano aos R$ 4,47 - impressionante alta de 156,97%. Enquanto muito se falou de uma suposta desaceleração do setor imobiliário, com a redução dos lançamentos, é de se espantar que uma empresa tão ligada à esse tipo de empresa se destacasse.
Mas conseguiu, mostrando uma melhora significativa nos resultados. Mitsuko destaca que em 2011, a empresa lucrou, durante os 12 meses, R$ 24 milhões. Em 2012, lucro acumulado de R$ 45 milhões - somente de janeiro a setembro. "Ela esta no contexto de expansão da construção civil", afirma.

Ela destaca que se há uma acomodação nos lançamentos, não o há nas entregas: elas continuam robustas no momento. Isso ajuda a Portobello, fabricante de revestimentos cerâmicos. "A empresa continua crescendo e deve ver isso continuar em 2013", afirma.

A empresa está se posicionando para manter os volumes e até expandir - realiza investimentos para construir uma nova fábrica em Santa Catarina. Mas não quer dizer que a empresa é imune à desaceleração do seu setor: "Provavelmente em algum momento ela passará por um aperto nas margens", afirma Mitsuko.
[...]

161712 - no prat -  28 Dez 2012, 14:21
Quem tem o trio GRND/VLID/PTBL tá bem:

Conselho aprova incentivos para Tigre/ADS e cerâmica Portobello
Última reunião do Conedes em 2012 aconteceu nesta sexta-feira, no Palácio República dos Palmares

14/12/2012 15:36

As empresas Tigre-ADS e Portobello tiverem seus incentivos fiscais, creditícios e locacionais aprovados pelo Conselho Estadual de Desenvolvimento Econômico e Social (Conedes) nesta sexta-feira (14), em reunião ocorrida no Palácio República dos Palmares. Os novos empreendimentos injetarão aproximadamente R$ 229 milhões na economia alagoana e devem gerar cerca de 3.500 empregos, entre diretos e indiretos.

A Tigre-ADS será instalada no Polo Multifabril Industrial José Aprígio Vilela, em Marechal Deodoro, e irá fabricar, inicialmente, tubos de polietileno de alta densidade para drenagem, saneamento, energia, agricultura e mineração. Na primeira etapa de operação, a empresa terá uma capacidade de produção de 3.870 toneladas/ano, passando para 5.184 toneladas no segundo e 5.875 toneladas no terceiro. A Tigre-ADS vai gerar 40 empregos diretos nos três primeiros anos.

A outra empresa de grande porte que chegará ao Estado é a Portobello S.A. Reconhecida internacionalmente pelo seu revestimento cerâmico e uma das lideres desse segmento no Brasil, a empresa irá fabricar azulejos e pisos. Com uma produção de 23,5 milhões de m², a Portobello atende países dos cinco continentes e o mercado interno, por meio de revenda multimarcas e da Portobello Shop.

Para a implantação do empreendimento serão investidos R$ 206 milhões, que serão destinados a obras civis, instalações, máquinas e equipamentos, informatização, entre outros pontos. Na primeira fase, a estimativa é que o projeto gere 250 empregos diretos e 2.400 postos de trabalho indiretos entre mineração, transporte, manutenção e outras indústrias de apoio. Quando entrar em operação total, a Portobello empregará 800 pessoas.

“O Conedes aprovou os incentivos para essas duas grandes empresas por ter a certeza que a implantação das unidades fabris dará uma nova perspectiva ao setor econômico em Alagoas. A partir do momento que indústrias dessa grandeza chegam ao Estado, a chance de recebermos outros negócio cresce, pois o empresário consegue enxergar as condições necessárias para investir aqui”, declarou o secretário de Estado do Planejamento e do Desenvolvimento Econômico, Luiz Otavio Gomes.

158732 -  danieljoseaa -  30 Nov 2012, 11:50
30/11/2012 09:18 PORTOBELLO (PTBL-NM) - ESCLARECIMENTOS

(30/11) PORTOBELLO (PTBL-NM) - Esclarecimentos
DRI: John Shojiro Suzuki

A empresa enviou o seguinte esclarecimento a consulta da BM&FBOVESPA:

A Portobello S/A (BM&FBOVESPA: PTBL3), em resposta ao oficio GAE 4901-12 de 28  de novembro de 2012 que requer informacoes sobre a noticia veiculada no jornal O  Estado de Sao Paulo, edicao de 28/11/2012, sob o titulo "Portobello vai  construir nova fabrica em Santa Catarina", esclarece os pontos abaixo:

o a Portobello investira R$ 86 milhoes na construcao de uma nova fabrica e na expansao e modernizacao de sua unidade sediada em Tijucas, a 40 quilometros de  Florianopolis;

A Portobello investira R$ 86 milhoes na expansao e modernizacao da sua unidade em Tijucas com a substituicao de uma linha de producao que sera voltada ao porcelanato esmaltado de grandes formatos.

o pelo projeto, a nova fabrica vai triplicar o volume de producao da linha de grandes formatos no proximo ano;

O aumento do volume de producao projetado para o segundo semestre de 2013 baseia-se na instalacao de um novo forno com incremento da producao na ordem de 4,6 milhoes m2/ano.

o pela previsao, a nova unidade vai gerar uma receita liquida de R$ 141 milhoes por ano;

Estima-se que, em 2014, quando a linha estara operando na sua total capacidade produtiva, a nova unidade gere uma receita de R$ 141 milhoes ano.

o em 2013, a meta da Portobello e manter a taxa de crescimento dos ultimos cinco anos, de cerca de 20%;

A meta de crescimento em 2013 da Portobello e de 20% e baseia-se nos dados dos ultimos 5 anos, haja vista que segundo os dados de entidades setoriais (ABRAMAT, ANFACER, ANAMACO e IBGE), o setor de revestimentos ceramicos deve apresentar em 2013 crescimento de 6 a 7%.

o uma nova unidade fabril esta em processo de instalacao em Maceio (AL) e recebera investimentos de R$ 205 milhoes.

A Portobello esta estudando a implantacao de uma unidade industrial, com localizacao prevista para o estado de Alagoas.

A Portobello S/A, atraves do seu Diretor de Relacoes com Investidores, esta a disposicao para eventuais esclarecimentos.

158623 - Jorge Tomaz -  28 Nov 2012, 19:52
Me recordo de alguém ter mencionado por aqui que a Portobello ataca nas 2 frentes. Em material "meia sola", ela importa da China e no material "Premium", ela mesmo fabrica. Tem que dar uma revirada no histórico mas, se não estou louco, alguém havia mencionado isso.
pode ter sido um post meu dando uma geral na PTBL3 (não conhecia o ativo até então). Escrevi:
“Em relação à gestão da empresa, a estratégia de concentrar a produção em produtos de maior valor agregado e utilizar o outsourcing para os demais me parece bem acertada. De acordo com o release 2T12 o outsourcing já representa 20% da RL de 2012.

Bom, enviei um e-mail para o RI da empresa perguntando:
1) Quais são as perspectivas para 2012 (relembro que as de 2011 não foram cumpridas)?
2) Qual a parcela de receita projetada para o outsourcing da companhia?
3) Qual a projeção (guidance) para a PortobelloShop (varejo)?”

Como estamos falamos em turnaround, não recebi resposta de nenhuma pergunta.

No relatório do 3T12 temos:
“MENSAGEM DA ADMINISTRAÇÃO
A produção foi concentrada em produtos de maior valor agregado e o modelo de produção híbrido, que combina produção própria e terceirizada (“outsourcing”), permitiu atender, com flexibilidade e velocidade, a demanda por produtos comerciais, principalmente para o segmento de construtoras e incorporadoras.”

e

“Receita Líquida
O incremento na receita líquida deu-se por conta de um mix de produtos com maior valor agregado, bem como o aumento da participação de produtos adquiridos de terceiros (“outsourcing”), que representaram 21% da receita líquida acumulada de 2012.”

Me parece que a intenção é vender os produtos de valor agregado produzido aqui, mas também vender o que der das importações da China onde seria difícil competir. Não me parece que estejam preocupados com quanto o “outsourcing” vai contribuir para a RL da empresa. Teve um caso de uma empresa de calçados – que não me lembro o nome – que fez exatamente a mesma coisa. Parou de competir nos produtos de menor valor agregado e manteve a produção dos produtos de maior valor agregado. Deu certo.

158407 - jbegood -  27 Nov 2012, 16:43
Prof, realmente sao produtos de qualidade, não são segunda linha.
As portobello shop trabalham com produtos exclusivos que nao são vendidos nas lojas multimarcas, agregando maior valor. Já o outsourcing acredito que se dê nos produtos de menor valor agregado, como pisos comuns de ceramica e porcelanatos mais simples, daí o foco de investir em fábricas que produzem os produtos premium.

158403 - paulo_prof -  27 Nov 2012, 16:33
Citação: gguimaraes
Professor Paulo, sem aprofundar na demanda, no mercado, concorrência e estratégias futuras, somente dando um pitaco, não me parece uma boa este investimento para uma empresa que há pouco digamos "arrumou a casa", investir em uma nova fábrica neste período de indecisão, novos endividamentos, concorrência Chinesa etc... será que vale o risco?
Confesso estar bastante "por fora" da situação (do mercado) na área de atuação da Portobello. Tenho acompanhado a discussão e algumas informações aqui no fórum, mas caladão ... só na escuta ... especialmente por que algumas de minhas percepções próprias relativas à empresa e aos produtos que comercializa, não estavam realmente alinhadas com o que foi informado aqui.

Aqui afirmou-se, por exemplo, que os produtos da Portobello são de categoria "meia sola". De um lado, esta afirmação é compatível com um outsourcing pesado se de fato o pratica. De outro, entretanto, faz pouco sentido se for considerada a "estratégia" Portobello Shop.

Qual seria o sentido de efetuar um esforço para o estabelecimento de uma rede de varejo Portobello shop para distribuir produtos de 2a. linha? Eu pensei que o público alvo das Portobello Shops fosse exclusivamente o premium.

Quando, há alguns anos, procurei por porcelanato para uma reforma de apto. em Sampa, acabei escolhendo a Portobello. Não me pareceu, na época, uma escolha por produto de 2a. linha. Pelo contrário.

Por outro lado, se a Portobello tem uma fatia considerável do mercado premium, não será na China que encontrará os produtos para suprir a demanda. Tendo uma margem adequado, acho que faz muito mais sentido produzir a cerâmica premium no próprio país.

158361 - jbegood -  27 Nov 2012, 11:58
No Valor de hoje:
Fábrica da Portobello
A fabricante de revestimentos cerâmicos Portobello anuncia hoje nova unidade de porcelanato premium em Tijucas (SC). A companhia fará investimentos de R$ 86 milhões no seu parque industrial do município, a maior parte na nova fábrica.

156853 - danieljoseaa -  14 Nov 2012, 01:19
Para quem perguntou quantas lojas a Portobello tinha no momento.....109 é a resposta, conforme segue:

Mercado interno

São três os canais de distribuição:

Varejo (multimarcas) – Canal responsável pelo atendimento a revendedores de materiais de construção (“home centers”) que revendem nossos produtos no varejo para o consumidor final ou para pequenos construtores.

Engenharias – Equipes e estrutura comercial especializadas para atender empresas de construção civil (construtoras e incorporadoras), para obras residenciais, comerciais ou públicas.

Varejo Portobello Shop – Rede de lojas especializadas em produtos Portobello que atendem os clientes de varejo por meio de franquias sob as bandeiras Portobello Shop e Empório Portobello, focadas no consumidor mais exigente quanto à qualidade, atendimento e serviço. Com 109 lojas instaladas em todo o Brasil, a
Portobello Shop tornou-se um sucesso, possibilitando assim, o desenvolvimento de novos formatos de negócio como o modelo Empório, que foi adaptado a diferentes perfis de cidades, buscando a expansão em regiões que não comportavam uma unidade Tradicional.

Mercado externo

A Portobello é uma marca internacional e comercializa seus produtos em 56 países da Europa, Ásia, América do Norte, Oceania, Oriente Médio e África, além da América Latina, através de equipe própria e representantes independentes.

As exportações são restritas aos mercados mais rentáveis, sendo que neste trimestre representaram 8% da Receita Líquida. Com as taxas de câmbio nos níveis atuais, a Companhia acredita que vendas neste mercado, concentradas em produtos de maior valor agregado, continuarão a contribuir de forma relevante aos resultados da Companhia. A rentabilidade obtida pela exportação confirma os avanços da empresa em busca da competitividade internacional. Esta competitividade assegura maior equilíbrio de vendas em eventuais dificuldades que possam afetar o mercado doméstico.

156837 - Jorge Tomaz -  14 Nov 2012, 01:00
estou tentando ler as 40 páginas do fórum que estão atrasadas. Em relação a PTBL3 postei um "apanhado" de informações da empresa e do setor um tempo atrás. Lá tinha que:
"Em relação à gestão da empresa, a estratégia de concentrar a produção em produtos de maior valor agregado e utilizar o outsourcing para os demais me parece bem acertada. De acordo com o release 2T12 o outsourcing já representa 20% da RL de 2012."
Enviei um e-mail para o RI pra saber se tinham guindance para o outsourcing, mas não tive resposta (era esperado).

156789 - renato1631 -  13 Nov 2012, 23:01
Lucro da Portobello sobre 73% no trimestre

Valor

A fabricante de revestimentos cerâmicos Portobello registrou lucro líquido de R$ 21,7 milhões no terceiro trimestre, uma alta de 73% em relação ao resultado apurado em igual intervalo de 2011.

A receita líquida, por sua vez, avançou 23% na comparação anual, para R$ 207 milhões. Oresultado antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda, na sigla em inglês) cresceu 41%, atingindo R$ 41,2 milhões.

No acumulado do ano, referente aos nove primeiros meses de 2012, a empresa registra um avanço de 179% no lucro líquido, com R$ 45,5 milhões.

Em comunicado divulgado juntamente ao balanço do trimestre, a empresa atribuiu a sequência de bons resultados à estratégia de otimizar as operações e de focar em materiais de maior valor agregado.

Apesar do resultado positivo no ano até aqui, a empresa afirmou no comunicado estar sofrendo pressões inflacionárias sobre o custo de insumos. Citou o gás natural, que sofreu acréscimo de 17% em agosto. "Os riscos de novos aumentos no gás natural existem e podem afetar a competitividade da Portobello e da indústria cerâmica catarinense", informou o documento.

156760 - ZOTTI -  13 Nov 2012, 22:15
Vale a pena ler o comentário da administração.

E as perspectivas continuam boas


-As vendas de produtos das novas coleções lançadas em 2012 na mais importante feira de nosso setor –
Revestir – foram até o momento superiores as expectativas iniciais, o que confirma que as políticas
adotadas continuarão a incrementar a lucratividade das vendas;

• No segmento das lojas especializadas, sua rede de franquias – Portobello Shop – tem programada a
abertura de novas lojas em diversos Estados: Rio de Janeiro, Bahia, Pernambuco, Pará, Acre, Amapá e
São Paulo;

• Continuidade nos ganhos de produtividade, com consequentes reduções de custos de produção e ganho
de qualidade, e os investimentos em logística indicam a manutenção ou incremento da lucratividade aos
níveis obtidos durante os nove meses de 2012;

156751 - ZOTTI -  13 Nov 2012, 22:05
O melhor de tudo é lucro 100% operacional!!!
Não consta no balçanço a parcela de 10 milhões da ação do crédito IPI.
CARAJOAJOAJOAJO!!!!!!!!!!!!!!!
Eu esperava uns 20 mi, mas contando com os 10 milhões da ação contra a fazenda.
Essa surpreendeu e muito!!!!!!!
Lembrando que ainda tem os crédito da eletrobrás.
Amanhã tem corrida de homem pelado!!

156742 - danieljoseaa -  13 Nov 2012, 21:44
CARRRRRRAAAAJJJOOOO!!!

PTBL3..........LL de 22 milhões.

Sensacional!!!!!!

156417 - rodrigoset -  12 Nov 2012, 17:37
Nas duas pontas

A Portobello é hoje, a um só tempo, o maior exportador e o maior importador de revestimento cerâmico no Brasil. O País, informa Cesar Gomes Jr., assumiu a liderança mundial no lugar da Itália ou Espanha, atrás apenas da China.

“Trazemos da China só o que é competitivo. No início, estávamos evitando importar, até para não facilitar, mas há dois anos decidimos que, se vai entrar, que entre pela Portobello.”
http://ndonline.com.br/mobile/colunas/panorama/31745-migracao-para-o-varejo.html

156416 - rodrigoset -  12 Nov 2012, 17:35
È verdade Rodrigo:

Portobello importando da china:

Entrevista Edson Moritz, gerente de marketing da Portobello
A concorrência chinesa é um problema?
A empresa prioriza neste momento o mercado interno e mantém suas ações no mercado externo priorizando seus clientes e mercados preferenciais. Com relação à concorrência chinesa, ela é uma realidade e a empresa tem parcerias de importação de produtos daquele país.
http://revista.construcaomercado.com.br/negocios-incorporacao-construcao/112/artigo190644-1.asp

156413 - jbegood -  12 Nov 2012, 17:28
Citação: Ikki de Phoenix
Citação: rodrigo021180
Citação: lapenti012
PTBL3 está linda, mas precisa de uma fabrica nova para crescer. Lojas e mais lojas sendo abertas. Aqui em Curitiba são três e quase sempre estão cheias.

Caro lapenti012, estão trazendo pisos e mais pisos da china. Um vizinho que trabalha com importação da China disse que é impressionante a quantidade de pisos que eles trazem e colocam nas caixas dele.
Ikki, o que ele quis dizer é que a Portobello ta trazendo da china e vendendo com a marca dela. Eles chamam isso de Outsourcing. É o unico jeito da receita crescer consideravelmente, pois as plantas não tem capacidade ociosa. Tem uma fabrica nova pra sair no Ceará se não me engano, espero que anunciem no resultado.

156410 - Ikki de Phoenix -  12 Nov 2012, 17:23
Cerâmicas chinesas, em sua maioria, são de baixa qualidade. Portobello é cerâmica para as classes A e B. Quem tem bala na agulha não vai correr o risco de colocar material de segunda linha em casa.

Outro dia fui fazer um trabalho de campo. Fui na maior loja aqui da cidade e perguntei pro vendedor sobre a saída dos produtos PTBL. O cara simplesmente me disse q é a mais vendida, que com as facilidades de pagamento, até pessoas menos abastadas estão optando pela marca.

Fiquemos tranquilos quanto a isso.

155734 - danieljoseaa -  08 Nov 2012, 15:01
Outra coisa, agora em relação a PTBL3, não duvido que depois dessa medida de absorção de seus prejuízos acumulados, agora zerados, soltem já no dia 13(dia da divulgação do resultado), um pingadinho em proventos.......isso não me surpreenderia, já que tem forte geração de caixa.

Aliás, depois desta medida e a manutenção desse caminho atual de lucros, redução de dívidas, abertura de franquias, enfim, acredito que ela em um futuro próximo, venha a tomar o lugar de queridinha do setor(mesmo que um pouco diferente, são do mesmo setor) da ETER3, principalmente pela questão amianto.

Espero que os releases subsequentes confirmem essas expectativas.

Essa absorção de prejuízos acumulados foi uma sacada sensacional da empresa!!

Que venham proventos!!

48003 - small caps - 11 Set 2012, 13:02
PTBL3 parece melhor posicionada no momento em termos de balanço...

146283 - Jorge Tomaz -  28 Ago 2012, 12:52
Fazendo o dever de casa pra tentar saber o que é a PTBL3.
PTBL3
Perfil
Portobello é hoje uma marca internacional de revestimentos cerâmicos e uma das líderes desse segmento no Brasil. Ela foi constituída em 22 de dezembro de 1977.
O parque fabril da Companhia iniciou suas atividades em 1979. Ele está instalado em Tijucas, no Estado de Santa Catarina, uma localização estratégica, visto ser próxima a portos e às principais rotas rodoviárias nacionais e internacionais, e próximo ao centro geográfico de seu principal mercado.

Empresas do Grupo
Portobello S.A.
Empresa especializada na produção e comercialização de revestimentos cerâmicos é também controladora de quatro empresas: Portobello América Inc., PBTECH, PortobelloShop e Mineração.

Portobello America Inc.
A Portobello America Inc. realiza distribuição e vendas dos produtos Portobello para a América do Norte. Em 17 de agosto de 2010, o Conselho de Administração aprovou a descontinuação das atividades operacionais da controlada Portobello América, tendo em vista que a demanda no mercado norte americano, permanecerá contida para os próximos anos.

PBTECH
A PBTECH Comércio, Projetos e Serviços Ltda foi constituída no início de 2000 para oferecer aos clientes do canal "engenharia" (empresas do setor de construção civil) atendimento diferenciado, com venda de produtos e serviços, entre os quais estão: orientação técnica nas especificações de produtos; projetos detalhados de revestimentos cerâmicos; até assentamento dos revestimentos na obra.

Portobello Shop
Única rede de lojas especializadas em revestimentos cerâmicos no Brasil, a Portobello Shop nasceu em 1998. Trouxe para o mercado um novo conceito: além de uma linha exclusiva de produtos de alta qualidade, oferece ao cliente atendimento personalizado e especializado (os vendedores são arquitetos e decoradores), bem como serviços que auxiliam no momento da decisão e facilitam o desenvolvimento da obra.
Principais serviços oferecidos:
- Produtos exclusivos
- Atendimento especializado
- Medição da obra
- Equipe credenciada de assentadores
- Simulação de ambientes por computador
- Logística de entregas programadas
- Assessoria técnica

Mineração
A Mineração Portobello Ltda foi constituída para pesquisar as várias alternativas de matérias-primas para produtos com características "gres", de baixa absorção de água, em conjunto com laboratórios italianos e espanhóis. Esta subsidiária responde pelo fornecimento de cerca de 50% da matéria prima que a Companhia utiliza na produção de revestimentos cerâmicos a partir das instalações em Tijucas, Santa Catarina.

Canais Estratégicos de Distribuição
A estratégia de distribuição da Companhia está alicerçada em quatro canais distintos e com características específicas de portfólio de produtos, serviços e política comercial.

Mercado interno: São três os canais de distribuição:
- Varejo Portobello Shop – Franquias que atendem os clientes de varejo por meio das lojas franqueadas sob as bandeiras Portobello Shop e Empório Portobello, com mais de 100 lojas, este canal é a maior rede brasileira de lojas especializadas em revestimentos cerâmicos.
- Varejo Multimarcas – Responsáveis pelo atendimento a revendedores de materiais de construção que vendem os produtos Portobello no varejo. Dentre tais revendedores, encontram-se os maiores home centers brasileiros e lojas especializadas em material de acabamento.
- Engenharias – Representadas por equipes especializadas que atendem empresas de construção civil, construtoras e incorporadoras imobiliárias. A distribuição para engenharias consiste nas vendas de soluções completas para revestimento cerâmico de grandes prédios residenciais e comerciais. Tal setor requer serviços e esforço de pré-venda que se iniciam até dois anos antes da efetivação da venda. Neste período são definidos, em conjunto com o cliente, as soluções que possam atender todos os requisitos da obra, sejam eles produtos de portfólio, peças especiais sob encomenda, sistema de transporte, armazenamento, plano de entrega, plano de financiamento, entre outros.

Mercado externo: Representando as vendas realizadas para diversos países através de equipe própria e representantes independentes. As exportações em 2011 foram limitadas a mercados mais rentáveis e tiveram sua participação nas vendas totais reduzidas, de acordo com os planos definidos preliminarmente.

Perspectivas para 2011
- crescimento na casa dos 30% em 2011.
- 2010 => lucro líquido de R$ 32 milhões, 69% superior ao obtido em 2009 com RL 35% a 2009.
* Cabe ressaltar que a perspectiva de crescimento em 2011 que consta no site não foi atingida:
..............2010.......2011.........Variação
RL.......511,41.....586,80........+14,741
EBIT.....70,7.........61,7..........-12,72%
LL.........32,3.........24,4..........-24,4%

O Setor
A indústria de revestimentos cerâmicos
Atualmente trata-se de um setor pulverizado, cuja capacidade produtiva estimada para 2011, segundo a Anfacer, é de 900 milhões de m² (875 milhões de m² em 2010). A partir da década de 90, o setor entrou em franco crescimento, em decorrência da estabilidade econômica advinda do Plano Real e da substituição de outros revestimentos (carpetes, madeira, tecidos, vinil, mármore tinta, argamassa, concreto aparente, entre outros) por cerâmica. Essa substituição se deu devido às vantagens técnicas e estéticas da cerâmica: design, durabilidade, manutenção e higiene.

Mercado mundial
A China tem o maior mercado para revestimentos cerâmicos, seguida pelo Brasil, Índia, Itália e Espanha. Os maiores exportadores são a China, a Itália, a Espanha, a Turquia e o Brasil. O Brasil é o segundo produtor mundial de cerâmica, ficando atrás apenas da China, e sempre se destacou como exportador - devido à alta qualidade de seus produtos.

Perspectivas para o setor de construção civil no Brasil
Os produtos cerâmicos são consumidos na última fase do ciclo médio da construção civil – o que significa que, em 2010, a Companhia se beneficia das obras iniciadas em 2008 e 2009 e, nos três anos vindouros, daquelas que estão sendo lançadas neste momento.
As condições da economia, do mercado imobiliário, e os ciclos da indústria de construção são influenciados por: níveis de emprego; crescimento populacional; confiança e demanda do consumidor; crescimento da renda; taxa de juros; inflação; disponibilidade de financiamento e demais fatores que podem provocar volatilidade na demanda.

Chama ainda a atenção o fato de que, no total das vendas de revestimentos, as tipologias predominantes são a cerâmica e o porcelanato, segundo estatísticas da Abiplar de 2010:
Consumo: Cerâmica + Porcelanato = 90% do consumo interno de revestimentos para pisos. Os demais são: Pedra, Mármore, granito (4%), Laminado (2%), Forração (1%), Madeira maciça (1%), Carpete (1%) e Piso vinílico (1%).


A INDÚSTRIA BRASILEIRA DE CERÂMICA PARA REVESTIMENTO (dados ANFACER -Associação Nacional dos Fabricantes de Cerâmica para Revestimento)

O Brasil é um dos principais protagonistas no mercado mundial de revestimentos cerâmicos, ocupando a segunda posição em produção e consumo.
Em 2011, foram produzidos 844,3 milhões de metros quadrados, para uma capacidade instalada de 986,6 milhões de metros quadrados (capacidade ociosa em 2011).
As vendas totais atingiram 834,7 milhões de metros quadrados, sendo 774,7 milhões de metros quadrados vendidos no mercado interno e 60,1 milhões de metros quadrados exportados.

Vendas de revestimentos cerâmicos no mercado interno (ANFACER)
2008 – 605,4
2009 – 644,5
2010 – 699,6
2011 – 774,7
2012* - 828,9

Produção brasileira de revestimentos cerâmicos (ANFACER)
2008 – 713,4
2009 – 714,9
2010 – 753,5
2011 – 844,3
2012* - 895,0

Evolução da capacidade produtiva (ANFACER)
2008 – 782
2009 – 817
2010 – 875,2
2011 – 986,6
2012* - 1.021,2

Prêmios
Em pesquisa anual realizada pelo Prêmio PINI de Arquitetura, a Portobello é a primeira marca a ser citada nas categorias Melhores Fornecedores do Construbusiness Nacional e Revestimento Cerâmico.
Prêmios:
Data......Prêmio/Categoria.................................................Veículo
Jul/12...Os + importantes no varejo/Revelação do Ano......Accenture e Revista NOVAREJO
Jul/12...Empresa Cidadã ADVB.........................................ADVB SC
Jun/12...Melhor Franquia de Casa, Decoração e Presentes..Revista PEGN
Jun/12... Top of Mind pisos e revestimentos........................Instituto Mapa
Abr/12... Selo de Excelência em Franchising...................... Associação Brasileira de Franchising

GOVERNANÇA CORPORATIVA
Fundada em 1977, a Portobello S/A tornou-se uma Companhia aberta em 1991. A adesão a Novo Mercado da Bovespa ocorreu em abril de 2008.

De acordo com post do Apolo “A Fama Investimentos tem assento no conselho da empresa, esse fundo é notoriamente conhecido por ser muito exigente no tocante a transparência e eficiencia de gestão, tanto que seu portfólio é composto basicamente de empresas que exibem níveis elevados de governança.”

RESULTADOS
Olhando os números do 2T10 pra cá temos:

...............................2T10...........2T11............2T12.......2T10/2T11....2T11/2T12
EBITDA..............65.976..........52.299........105.651......(20,73%).......102,01%
EBIT....................52.395.........56.662..........97.485.........8,14%...........72,04%
MEB....................15,02%.........9,55%..........16,88%
ML........................5,64%..........4,42%...........7,10%
PSR.......................0,57.............0,45..............0,67
RL......................439.170.......547.193........625.697.........24,59%.........14,34%
ROE.....................61,22%........36,34%........43,34%
ROA......................5,25%.........4,23%...........7,00%
EV/EBITDA.........5,76............7,28...............4,91
DivBru...............131.596......148.689.........123.085........12,98%........(17,22%)
DivLiq/EBITDA......1,90..........2,56...............0,94
ICJ...........................2,29...........1,20...............2,40
LL........................24.774........24.234..........44.472..........(2,18%).......83,51%
*ICJ => quantas vezes o EBITDA cobre a despesa financeira.

Fica patente que apesar da adesão ao REFIS anunciado no 4T09 o comparativo 2T10/2T11 mostra que o período não apresentou bons resultados. Me parece que somente a partir do 2T11 a melhora tem se mostrado consistente.
Do 2T11 pra cá temos os EBITDA, EBIT, MEB, ML, PSR, RL, ROE, ROA, LL, LPA e LC em crescimento. EV/EBTIDA, DivBru e DivLiq/EBITDA em declínio. O crescimento significativo dos EBIT e EBITDA mostram a melhoria operacional da empresa, acarretando melhorias nos índices de rentabilidade e diminuição da dívida líquida.

ENDIVIDAMENTO
Em relação às dívidas mais uma vez o período do 2T10/2T11 não foi dos melhores, tanto a dívida bancária quanto a tributária aumentaram. Entretanto, do 2T11 para cá houve melhora.
O Endividamento tributário (140.952) é 1,41x o endividamento bancário (99.809). A redução do endividamento bancário nos últimos 12 meses foi de 25,68% enquanto que o tributário foi de 6,46%. Lembrando que o endividamento tributário foi renegociado pelo REFIS e tem prazo de 180 meses.

No 4T09, a Companhia aderiu ao programa de parcelamento REFIS, a redução tão significativa que as despesas financeiras tiveram movimentação credora durante o 4T09.

O impacto dessa adesão fez com que a despesa financeira fosse de (48.183) no 3T09 para (27.914) no 4T09, redução de 42,06%. Considerando o LL dos últimos 12 meses, foi neste trimestre (4T09) que o LL passou a ser positivo, saiu de (4.993) no 3T09 para 16.570 no 4T09. Vendo o trimestre temos em 3T09 LL=1.302 e no 4T09 LL=14.279, 996,69%. O 1T09 foi o trimestre que a empresa deu adeus aos trimestres com LL
Setor de Construção
Pelo que venho acompanhando o setor de construção está em um momento que carece de uma avaliação bem precisa. Depois do boom, temos pessimismo no setor. Segundo a pesquisa Sondagem da Construção, elaborada pelo Instituto Brasileiro de Economia (Ibre) da FGV. O Índice de Confiança da Construção (ICST) caiu 9,9%, a maior redução desde novembro de 2011 (-10,2%), a pesquisa foi feita com 699 empresas. Provavelmente nada que afete o LP, que tem perspectivas muito boas, no CP é provável que tenhamos alguns solavancos.

Em relação a gestão da empresa, a estratégia de concentrar a produção em produtos de maior valor agregado e utilizar o outsourcing para os demais me parece bem acertada. De acordo com o release 2T12 o outsourcing já representa 20% da RL de 2012.

Bom, enviei um e-mail para o RI da empresa perguntando:
1) Quais são as perspectivas para 2012 (relembro que as de 2011 não foram cumpridas)?
2) Qual a parcela de receita projetada para o outsourcing da companhia?
3) Qual a projeção (guidance) para a PortobelloShop (varejo)?

PREÇO JUSTO
Falar em preço justo para uma empresa nessa situação é bem complicado, mas para buscar uma base de comparação, temos:
Crescimento do LL nos dois últimos anos = 33,98%
LPA (último)= 0,2796
Se considerarmos o último LPA (se a empresa realmente melhorar seria uma projeção conservadora) e 20% de crescimento do LL (também conservador, pelo menos no CP/MP) teremos:

LPA=0,2796
Perpetuidade=3%
Tx de crescimento do LL=20%
Taxa de desconto=8%
Anos de crescimento=5 anos
Preço justo=11,69
Margem de segurança=366%

Se Tx de crescimento do LL=15%
Preço justo=9,58
Margem de segurança=282%

Se Tx de crescimento do LL=10%
Preço justo=7,79
Margem de segurança=210%

E ainda, sendo bem realista ou talvez até pessimista:
Se Tx de crescimento do LL=10%
Durante 3 anos de crescimento, temos:
Preço justo=6,96
Margem de segurança=177%

Acho que não fica dúvida que as perspectivas são de um ativo barato, se não der nenhum problema pelo meio do caminho.

Por fim, não consegui entender (ou não vi) o porque da empresa ter entrado nesse ritmo de LL Devo me posicionar com cerca de 1,5% a 2%.

144849 - TUBINHA -  16 Ago 2012, 00:01
PTBL3 está dando um show na reestruturação. Lucros recordes, dívida caindo e margens altas. Força do varejo e abertura de lojas próprias, como alertei há alguns meses.

Em meio a fim do mundo, coloquei uma análise comparativa aqui e Avisei aqui quando está a 2,00 mês passado. Com rompimento de hoje, caminho livre para as 6,00 pratas.

Carteira atual:

Defesa: alguns Fiis e trades conservadores com objetivo de bater 12% a.a.
Meio-de-campo = GRND3 e VLID3 (formação de património - B&H)
Ataque = PTBL3 (Turnaround e stop será o balanço)

2012 = +38,20% (Sem me mexer muito, 3 ativos e 12 corretagens)

144760 de 335380 - danieljoseaa -  15 Ago 2012, 16:20
Operacionalemnte voando, aumento de receita de ebitda, de LL.......diminuição de dívida(só no último ano foram pagos 44 milhões de dívidas......razão dívida/ebitda diminuindo monstruosamente, recebe anualmente uma grana ganha de uma ação judicial contra o estado(?) que se considerada, leva a relação dívida/Ebitda lá para baixo.............abertura de franquias a todo vapor............prejuízo acumulado que há 1 ano atrás beirava os 100 milhões, hoje já está em 49 MI, ou seja, nesse ritmo, em 1 ano, começa a pagar dividendos.

MAS, minha opinião, posição moderada, para aumentar conforme a confirmação nos próximos balanços.

OBS: Zotti, Herds e Tubinha já falam dela há algum tempo......já tava no meu radar há uns meses, mas tava esperando esse release para dar uma segurança maior, agora vem o Small, vou pagar mais caro por ela :):)

Agora tô no aguardo das opiniões do Small sobre BEMA e PTBL3 :):)


25985 de 2655619/Jan/2010 16:14 [Citar este comentário] 0
2 neojr Usuário PremiumComentários: 99 - Desde: Jul 2009
Srs.
PORTOBELLO - PTBL3, uma das maiores empresas do setor de revestimento cerâmico brasileiro, listada no segmento tradicional da
BOVESPA desde 1991 e no Novo Mercado desde 30/04/2008
Margem Bruta:
07-28%
08 - 29%
09 - 27%
3T07 - 27%
3T08 - 32% -
3T09 - 28
EBITDA:
07 - 9%
08 - 10%
09 - 11%
3T07 - 13%
3T08 12%
3T09 13%
MARGEM LÍQUIDA:
07 - (-13%)
08 0%
09 2%
3T07
(-24%)
3T08 ( -6%)
3T09 1%
LUCRO LÍQUIDO
07 - ( 40.117)
08 - 524
09 - 4.882
3T07 - (23.626)
3T08 - (7.209)
3T09 - 1.302
LL 9M - 4.537
PSR - 0,59
Adesão aos programas de parcelamento de debitos fiscais previstos na Lei 11.941/09 e na MP 470/09, em montante aproximado de R$ 117 milhoes,que serão pagos em ate 180 (cento e oitenta) meses.
Estes fatos terao impacto positivo no resultado do trimestre findo
em 31 de dezembro de 2009. O efeito definitivo destes parcelamentos somente podera ser determinado com precisao apos a conciliacao a ser realizada pela Receita Federal, e apos a transformacao da MP 470/09 em lei.
A empresa vinha apresentando constantes prejuízos, parece-me a primeira vista que medidas mais eficientes de gestão foram adotadas e aplicadas de forma a reverter a situação.É perceptível que a empresa emite ainda que de forma bastante tímida, leves sinais de reversão da tendência de prejuízos constantes para quem sabe,lucros recorrentes,incógnita que somente o tempo poderá dissipar.
O ramo de atuação da empresa é altamente favorecido pelo BOOM imobiliário e de construção, segmento que projeta no âmbito doméstico perspectiva de vigoroso e consistente crescimento por vários anos.
A Fama Investimentos tem assento no conselho da empresa, esse fundo é notoriamente conhecido por ser muito exigente no tocante a transparência e eficiencia de gestão, tanto que seu portfólio é composto basicamente de empresas que exibem níveis elevados de governança.
Capital de Giro
A Companhia buscou alternativas para alavancar seu Capital de Giro. Houve aumento no prazo de pagamento aos fornecedores, de 68 dias no 3T08 para 84 dias no 3T09. Simultaneamente, houve redução no prazo de recebimento de clientes, de 52 dias no 3T08 para 47 dias no 3T09, oriunda principalmente pelo aumento das vendas mercado interno
em relação ao mercado externo. O saldo dos estoques passou de 72 para 75 dias de vendas. Como conseqüência, a necessidade de capital de giros foi reduzida em R$ 20 milhões, uma variação de 30% sobre o Terceiro Trimestre do ano anterior.
"DESTAQUES DO PERÍODO
(COMPARANDO COM 3T08).
• Publicação da Lei 11.941 e MP 470 que poderá implicar em efeitos relevantes
sobre o resultado do trimestre a findar em 31 de dezembro de 2009. Os
possíveis impactos são: (i) redução de multas e juros de passivos tributários,
(ii) utilização de prejuízos fiscais para pagamento de multa e juros, bem como
o reconhecimento ativo de impostos diferidos; (iii) alongamento do passivo
tributário com possibilidade de pagamento em até 180 meses; e (iv)
reconhecimento de passivos tributários considerados como contingentes,
mas que por decisão de aproveitamento da oportunidade desses programas
poderão vir a ser incluídos nesses pedidos de parcelamentos.
• Resultado líquido 120% superior quando comparado ao mesmo período do
ano anterior;
• Redução de 21% nas despesas comerciais;
• Crescimento de 15% no LAJI Ajustado e 5% no EBITDA Ajustado sobre 3T08;
• Redução de 43% nas despesas financeiras líquidas, em grande parte
decorrente da variação da taxa de câmbio sobre financiamentos e moeda
estrangeira;
• Prêmio "Top of Mind" da região do Vale do Itajaí no segmento Pisos e
Revestimentos Cerâmicos, pelo jornal A Notícia em parceria com o Instituto
Mapa;
• 4º lugar no ranking das Empresas Mais Admiradas da Carta Capital, no
segmento de Materiais de Construção.
Tijucas (SC), 13 de novembro de 2009. A Portobello S/A - código"
Srs.
Essa é a leitura que faço da empresa, gostaria de pedir a colaboração dos mestres Small Caps e Paulo e também dos demais foristas para uma avaliação estimada do impacto que a ADESÃO AO REFIS em montante aproximado de 117 milhões irá causar no resultado final da empresa, haja vista que os meus parcos conhecimentos não me permitem faze-la.
EM TEMPO: esta é a minha indicação a um possível turnaround.
Obs. Está declarada oficialmente aberta a temporada de críticas e sugestões, pois somente através delas, conseguiremos aprimorar nossos conhecimentos.

49364 de 49455Modificado em 09/Out/2010 15:50 [Citar este comentário]  0
1 H TraderComentários: 303 - Desde: Fev 2010
Algumas projeções (chutes) para PTBL3, com preço da ação a R$ 1,73 em 08/10/2010:

Rec líq para 2010: R$ 493 Milhões
Rec líq para 2011: R$ 542 Milhões

Margem ebit de 11,55% em 2010, o que daria P/Ebit de 4,83x
Margem ebit de 12,00% em 2011, o que daria P/Ebit de 4,22x

Margem líquida de 6% em 2010, com P/L de 9,25x
Margem líquida de 9% em 2011, com P/L de 5,63x

Os chutes acima pressupõe que a recuperação das margens da empresa continuem acontecendo e até melhorando mais.
Levam em conta que o boom imobiliário ainda não chegou com toda a força ao setor da cia, pois revestimento cerâmico acontece nas fases finais da obra, e que tenha muita construção a ser concluída ainda.
A margem líq de 2011 é bem otimista, porém, caso não ocorra, poderia ser compensada por uma receita ainda maior que os R$ 542 Mi para aquele ano. Ambas juntas (Margem líq de 9% e receita maior que a projetada) já acho que seria otimismo exagerado. rsrsrs

Fator negativo, que merece ser lembrado, é que a receita federal havia barrado (ou questionado) a adesão ao refis da crise. Tentei verificar no site da Bovespa como está essa questão, porém, não estou conseguindo acessar empresas no momento.

49514 de 49523Modificado em 11/Out/2010 17:24 [Citar este comentário]  0
3 apolo20 Usuário PremiumComentários: 747 - Desde: Set 2009
Srs.

Aumentei semana passada posição em PTBL3

A empresa vem apresentando gradual crescimento nos últimos trimestres.

Uma das maiores empresas do ramo de revestimento cerâmico do Brasil.

Será impactada de forma muito positiva pelo boom do setor de construção.

Aderiu ao Novo Mercado em 30/04/08

EBTIDA: 2T10 - superior a 20 milhões , 77% de aumento em relação ao 2T09

Receita Líquida: Superou 126 milhões, novo recorde trimestral, 27% superior ao 2T09

Lucro líquido: 7 milhões, 202% maior que o resultado do 2T09

Crescimento das Vendas - Mercado Interno: 29% da receita líquida e 15% em volume.

O Fundo de Investimento Fama possui assento no Conselho de Administração
na pessoa de Mauricio Levi ( Sócio fundador da Fama)
Vale ressaltar que esse fundo possui uma vasta experiência em investimento com foco nas Small Caps, adquiriu recentemente (setembro/10) um enorme lote de ações da empresa.

Creio ser pláusivel o investimento no momento atual com possibilidades de bons retornos a M/L pz.

53831 de 53884Modificado em 07/Nov/2010 18:09 [Citar este comentário]  0
1 H TraderComentários: 321 - Desde: Fev 2010
citação: rodrigoset
citação: H TraderPTBL3
Meu otimismo postado aqui desde meados de agosto, vem se confirmando nos resultados da cia:
Lucro do 3T/10: R$ 17 Milhones e, abatendo o IR diferido quase 12 Milhões!
Novo crescimento na margem ebit, de 9,27% no 3T/09 para 14,58% no 3T/10.
A questão do Real valorizado também está se confirmando como um fator positivo já que a empresa está importando uma parte (20%, se não me engano) dos produtos que vende.

Pelo andar da carruagem minhas projeções otimistas terão que ser revistas (para cima)...
Segue abaixo link com alguns comentários anteriores.

Abraços
H-Traderhttp://small.granweb.net/index.php?s=PTBL3&u=H+Trader

Bem interessante!!
como Turnaround...
Já vinha acompanhando (de longe), com esse 3Tri atingiu:
P/L= 7,5
Roe = 68,5%
e com a construção civil aquecida...
O maior acionista dela é a Fama.
Alguém opina?

Minhas novas projeções/chutes, incorporando os resultados do 3T/2010, ao preço de R$ 1,92 fechamento de 05/11/2010:
Receita líquida para 2010: R$ 509 Mi
Receita líquida para 2011: R$ 535 Mi
Lucro líquido 2010: R$ 42 Mi
Lucro líquido 2011: R$ 53 Mi
P/L projetado 2010: 7,3x
P/L projetado 2011: 5,6x
PSR 2010: 0,60 PSR 2011: 0,57

Caso se anualizasse o resultado do 3T/2010 o P/L seria ainda melhor, porém prefiro ser bem mais conservador, chutando um lucro médio trimestral para 2011 de R$ 13,36 Mi. O que vier a mais é "lucro" e se vier a menos... rsrs
Há ainda a possibilidade da cia ter um crescimento maior da rec líq em 2011, que os 5% que chutei, já que ela vem ganhando market share trimestre a trimestre, sendo que isso (receita maior) poderia compensar lucro menor (caso viesse abaixo dos R$ 13,3 Mi médios).

Se o dólar viesse a subir prejudicaria em alguns pontos, mas também ajudaria na exportação, que atualmente está a menos de 10% do total, justamente devido ao Real valorizado.
Análise Coin Valores
A Portobello é uma marca internacional de revestimentos cerâmicos e uma das líderes do segmento no Brasil. A Companhia foi constituída em dezembro de 1977 com uma visão de futuro pautada pela inovação, qualidade e globalização. A concepção do parque fabril foi desenvolvida pela italiana Sacmi, líder mundial em tecnologia de fabricação cerâmica. Atualmente estão instaladas dezesseis linhas de produção, em área construída de 200 mil m2. A produção é destinada ao mercado interno e às exportações: a Portobello é comercializada em 65 países. A pesquisa e desenvolvimento são realizados com apoio de laboratórios italianos e espanhóis –estratégia que tem assegurado à Portobello a vanguarda de lançar novidades e tendências de produtos simultaneamente às principais companhias mundiais do segmento. No mercado em que a Portobello atua, este é um diferencial estratégico, já que se trata de um consumo motivado pela moda - mais de 50% das vendas da companhia decorrem de lançamentos realizados nos últimos cinco anos. A Portobello é um ponto de referência para arquitetos, decoradores, construtoras e consumidores. Prova disso é a participação de mais de 25 mil arquitetos e decoradores, registrados no programa de relacionamento da Portobello Shop – única franquia de revestimentos cerâmicos do Brasil e principal canal de distribuição da Companhia, ao lado das revendas multimarcas e da venda direta a construtoras.

RETROSPECTIVA 2010
O ano de 2010 foi marcado pelos recordes históricos de venda, pelo alto crescimento da Companhia e pelo ótimo desempenho do setor de construção civil. Adotaram-se medidas (substituição de equipamentos, lançamentos de produtos, foco no mercado doméstico e terceirização de parte da produção) que vêm refletindo no aumento da rentabilidade e na eficiência operacional. Como resultado houve geração de caixa nos nove primeiros meses de 2010 (EBITDA) superior a R$ 64 milhões, valor 58% superior ao mesmo período do ano anterior. A receita líquida da Companhia ultrapassou a marca dos R$ 379 milhões, 26% superior aos nove meses de 2009, destacando o mercado interno, que teve um aumento de 30%. Como este crescimento foi superior ao registrado pelo mercado interno, a Companhia aumentou sua participação relativa sobre os concorrentes. As vendas para o mercado externo atingiram os níveis esperados pela Companhia e representaram 7% da receita. O lucro líquido no valor de R$ 29 milhões foi 494% maior que o obtido no mesmo período de 2009. Como líder do setor de revestimentos cerâmicos e visando tirar máximo proveito do crescimento da construção civil, em 2010 a Companhia ampliou em 16% a sua capacidade fabril com a instalação de uma nova linha de produção de porcelanato esmaltado, atingindo a capacidade
produtiva, ao final de 2010, da ordem de 24 milhões de m²/ano. Consoante com sua política de inovação a Portobello lançou na Cersaie 2009 em Bolonha, principal feira do setor, simultaneamente com as melhores marcas italianas e espanholas, o Extra-Fino, revestimento com apenas 4,7 mm de espessura. Esta linha de produtos mantém as características de resistência e durabilidade do produto convencional; é o produto ideal para a reforma em imóveis comerciais que ocorrerão na esteira dos eventos sediados pelo Brasil nos próximos anos, as Olimpíadas e a Copa do Mundo de Futebol.

PERSPECTIVA 2011
A Companhia continua otimista com o crescimento do setor de construção civil nos próximos anos e continuará com o seu plano de expansão: (i) aumento das vendas; (ii) redução dos custos; e (iii) re-estruturação da dívida, visando redução de custo e alongamento do perfil de endividamento, e, acredita estar preparada para atender o crescimento da demanda com produtos inovadores e que satisfaçam às necessidades de seus clientes.

144970 de 14499016/Ago/2012 11:44 [Citar este comentário] [Mark this post as disapprove by you.]  0 6
1 dnainvest Usuário PremiumComentários: 596 - Desde: Ago 2007
Small & Comprados em PTBL3 !

Sou da turma dos "Mudinhos" deste forum desde 2008 moro em Criciúma/SC (Torcedor do Criciúma Melhor Time de SC)e Vivencio diariamente as dificuldades dos Grandes produtores Cerâmicos da Região(Eliane,Cecrisa,Ceusa,Piso Forte,Anjo Grês,Itagrês etc)e inclusive trabalhei na Cecrisa de 90 a 94 na Portinari do Grupo Cecrisa que na época era uma das mais moderna do Mundo. Em função desta vivência posso afirmar que aplicar na Industria Cerâmica é uma decisão de altíssimo risco pelos seguintes Motivos :

1- Tecnológico : No máximo a cada 08 anos os equipamentos tornam-se obsoletos para vocês terem uma ideia a Portinari quando entrou em operação cada linha de produção tinha capacidade de 300.000 m²/mês num total de quatro linhas e em média o equivalente de 300 funcionários por linha,hoje,a Cerâmica Elizabete (Grupo Paraibano que Comprou a Massa Falida da Cerâmica De Luca)possui apenas duas linhas de produção com Capacidade de 1.000.000 m²/mês cada e em media o equivalente de 120 funcionários por linha;

2- Localização Geográfica: As Cerâmicas situadas no Estado de Santa Catarina apresentam um enorme diferencial Competitivo NEGATIVO relacionado à logística de abastecimento de Matérias primas,Energia e Entrega do Material Acabado nos Grandes Centros Consumidores em relação as Cerâmicas de Estado de São Paulo;

3- Concorrência Externa:China,Itália e Espanha conseguem colocar no mercado Brasileiro Produtos Cerâmicos com preços que provocaram a mesma situação da industria Têxtil do Brasil,ou seja,apenas aproximadamente 30% do Porcelanato que é vendido pelas cerâmicas brasileira são realmente produzidos pelas mesmas, o restante são produzidos principalmente na Chinas e embalados já com os Rótulos das Cerâmicas Brasileira;

4-Situação Mercadológica : Hoje no Brasil as indústrias que não possui como Estratégia produzir e possuir pontos de vendas próprios estão Falindo (Cecrisa,Piso Forte, Anjo Grês,Eliane,Agrovêneto,Minuano/Ind.de Carnes)porque produzem com margens de lucros extremamente baixas para os grandes varejistas e como exemplo das que estão conseguindo salvar-se com esta estratégia temos:Hering,Damiller,La Moda e começando Grandene(estou Comprado a 7,50);

5- Situação Porto Belo : A Porto Belo para evitar a situação do ítem 4 e em virtude de incentivos do Governo implantou lojas próprias nos EUA numa situação onde seria competitivo apenas se o Dolar estivesse com valor acima de R$ 1,70 e obteve como resultado enormes prejuízos provados pela valorização do Real e indenizações provocadas pelas desativações dos pontos de vendas já instalados nos EUA,ou seja,não ficou na mesma situação da Cecrisa e Eliane porque é mais Diversificada e as outras atividades principalmente Imobiliária(Cidade Pedra Branca)/Açúcar suportaram os prejuízos(na prática emprestaram $$ a juros menores),ou seja,esta situação apresentou um diferencial onde na proposta de Fusão de Porto Belo e Eliane,a Eliane ficaria apenas com 20% da nova Empresa e analisando os parques industriais,os mesmos são praticamentos idênticos;

145273 de 14528418/Ago/2012 00:16 0 2

 apolo20Comentários: 2603 - Desde: Set 2009
20/01/2010 10:09
citação: neojr
Srs.

PORTOBELLO - PTBL3, uma das maiores empresas do setor de revestimento cerâmico brasileiro, listada no segmento tradicional da
BOVESPA desde 1991 e no Novo Mercado desde 30/04/2008

Margem Bruta:

07-28%
08 - 29%
09 - 27%
3T07 - 27%
3T08 - 32% -
3T09 - 28

EBITDA:

07 - 9%
08 - 10%
09 - 11%
3T07 - 13%
3T08 12%
3T09 13%

MARGEM LÍQUIDA:

07 - (-13%)
08 0%
09 2%
3T07
(-24%)
3T08 ( -6%)
3T09 1%

LUCRO LÍQUIDO
07 - ( 40.117)
08 - 524
09 - 4.882

3T07 - (23.626)
3T08 - (7.209)
3T09 - 1.302

LL 9M - 4.537

PSR - 0,59

Adesão aos programas de parcelamento de debitos fiscais previstos na Lei 11.941/09 e na MP 470/09, em montante aproximado de R$ 117 milhoes,que serão pagos em ate 180 (cento e oitenta) meses.
Estes fatos terao impacto positivo no resultado do trimestre findo
em 31 de dezembro de 2009. O efeito definitivo destes parcelamentos somente podera ser determinado com precisao apos a conciliacao a ser realizada pela Receita Federal, e apos a transformacao da MP 470/09 em lei.

A empresa vinha apresentando constantes prejuízos, parece-me a primeira vista que medidas mais eficientes de gestão foram adotadas e aplicadas de forma a reverter a situação.É perceptível que a empresa emite ainda que de forma bastante tímida, leves sinais de reversão da tendência de prejuízos constantes para quem sabe,lucros recorrentes,incógnita que somente o tempo poderá dissipar.


O ramo de atuação da empresa é altamente favorecido pelo BOOM imobiliário e de construção, segmento que projeta no âmbito doméstico perspectiva de vigoroso e consistente crescimento por vários anos.

A Fama Investimentos tem assento no conselho da empresa, esse fundo é notoriamente conhecido por ser muito exigente no tocante a transparência e eficiencia de gestão, tanto que seu portfólio é composto basicamente de empresas que exibem níveis elevados de governança.

Capital de Giro
A Companhia buscou alternativas para alavancar seu Capital de Giro. Houve aumento no prazo de pagamento aos fornecedores, de 68 dias no 3T08 para 84 dias no 3T09. Simultaneamente, houve redução no prazo de recebimento de clientes, de 52 dias no 3T08 para 47 dias no 3T09, oriunda principalmente pelo aumento das vendas mercado interno
em relação ao mercado externo. O saldo dos estoques passou de 72 para 75 dias de vendas. Como conseqüência, a necessidade de capital de giros foi reduzida em R$ 20 milhões, uma variação de 30% sobre o Terceiro Trimestre do ano anterior.

"DESTAQUES DO PERÍODO
(COMPARANDO COM 3T08).
• Publicação da Lei 11.941 e MP 470 que poderá implicar em efeitos relevantes
sobre o resultado do trimestre a findar em 31 de dezembro de 2009. Os
possíveis impactos são: (i) redução de multas e juros de passivos tributários,
(ii) utilização de prejuízos fiscais para pagamento de multa e juros, bem como
o reconhecimento ativo de impostos diferidos; (iii) alongamento do passivo
tributário com possibilidade de pagamento em até 180 meses; e (iv)
reconhecimento de passivos tributários considerados como contingentes,
mas que por decisão de aproveitamento da oportunidade desses programas
poderão vir a ser incluídos nesses pedidos de parcelamentos.
• Resultado líquido 120% superior quando comparado ao mesmo período do
ano anterior;
• Redução de 21% nas despesas comerciais;
• Crescimento de 15% no LAJI Ajustado e 5% no EBITDA Ajustado sobre 3T08;
• Redução de 43% nas despesas financeiras líquidas, em grande parte
decorrente da variação da taxa de câmbio sobre financiamentos e moeda
estrangeira;
• Prêmio "Top of Mind" da região do Vale do Itajaí no segmento Pisos e
Revestimentos Cerâmicos, pelo jornal A Notícia em parceria com o Instituto
Mapa;
• 4º lugar no ranking das Empresas Mais Admiradas da Carta Capital, no
segmento de Materiais de Construção.
Tijucas (SC), 13 de novembro de 2009. A Portobello S/A - código"


Srs.

Essa é a leitura que faço da empresa, gostaria de pedir a colaboração dos mestres Small Caps e Paulo e também dos demais foristas para uma avaliação estimada do impacto que a ADESÃO AO REFIS em montante aproximado de 117 milhões irá causar no resultado final da empresa, haja vista que os meus parcos conhecimentos não me permitem faze-la.

EM TEMPO: esta é a minha indicação a um possível turnaround.

Obs. Está declarada oficialmente aberta a temporada de críticas e sugestões, pois somente através delas, conseguiremos aprimorar nossos conhecimentos.

Abraços.



Neojr,

Gostei da sua "análise", resumida e abordando aspectos relevantes da empresa, parece-me que, e somente se, a empresa mantiver as premissas atuais, pode deixar de ser um 'mico" para quem sabe se transformar em uma promissora opção de investimento.
Sobretuto, dentre outras coisas, pelo equacionamento do seu enorme passivo tributário na ordem de 117 milhões, através da adesão ao REFIS, que aliás, vem se transformando na "jóia da coroa " de muitas empresas.

Abraços.

Srs.

A paciência é a virtude dos vitoriosos,a impaciência é o triunfo dos fracos,em 2010 era essa a leitura que eu neojr, meu filho,pensávamos a respeito do ativo.
fala sério.....hahaha....

fala sério.....hahaha....

145556 de 14555721/Ago/2012 12:57 [Citar este comentário] [Mark this post as disapprove by you.]  0 0

[Nível 0]  jbegoodComentários: 13 - Desde: Ago 2012
PTBL3

Sei não, mas acho que pelos resultados até o momento o preço de R$2,70 já é um preço justo... próximas subidas nos próximos resultados... quem sabe R$4,00 até o final do ano, ou mais caso venha um plano de expansão agressivo.

Alguém sabe/encontrou a % da receita que vem das "Portobello Shop"? Dando uma passada rápida nas notas só encontrei o lucro de R$6.115 no 1S12 que imagino que seja o lucro vindo somente de taxas de franquias. Numa reportagem de 2010/2011 vi comentários sobre as lojas próprias representarem 30% das vendas...

Estou gostando... =]

146283 de 14636328/Ago/2012 09:52 [Citar este comentário] [Mark this post as disapprove by you.]  0 6

2 Jorge TomazComentários: 23 - Desde: Mai 2009
Fazendo o dever de casa pra tentar saber o que é a PTBL3.

PTBL3
Perfil
Portobello é hoje uma marca internacional de revestimentos cerâmicos e uma das líderes desse segmento no Brasil. Ela foi constituída em 22 de dezembro de 1977.
O parque fabril da Companhia iniciou suas atividades em 1979. Ele está instalado em Tijucas, no Estado de Santa Catarina, uma localização estratégica, visto ser próxima a portos e às principais rotas rodoviárias nacionais e internacionais, e próximo ao centro geográfico de seu principal mercado.

Empresas do Grupo
Portobello S.A.
Empresa especializada na produção e comercialização de revestimentos cerâmicos é também controladora de quatro empresas: Portobello América Inc., PBTECH, PortobelloShop e Mineração.

Portobello America Inc.
A Portobello America Inc. realiza distribuição e vendas dos produtos Portobello para a América do Norte. Em 17 de agosto de 2010, o Conselho de Administração aprovou a descontinuação das atividades operacionais da controlada Portobello América, tendo em vista que a demanda no mercado norte americano, permanecerá contida para os próximos anos.

PBTECH
A PBTECH Comércio, Projetos e Serviços Ltda foi constituída no início de 2000 para oferecer aos clientes do canal "engenharia" (empresas do setor de construção civil) atendimento diferenciado, com venda de produtos e serviços, entre os quais estão: orientação técnica nas especificações de produtos; projetos detalhados de revestimentos cerâmicos; até assentamento dos revestimentos na obra.

Portobello Shop
Única rede de lojas especializadas em revestimentos cerâmicos no Brasil, a Portobello Shop nasceu em 1998. Trouxe para o mercado um novo conceito: além de uma linha exclusiva de produtos de alta qualidade, oferece ao cliente atendimento personalizado e especializado (os vendedores são arquitetos e decoradores), bem como serviços que auxiliam no momento da decisão e facilitam o desenvolvimento da obra.
Principais serviços oferecidos:
- Produtos exclusivos
- Atendimento especializado
- Medição da obra
- Equipe credenciada de assentadores
- Simulação de ambientes por computador
- Logística de entregas programadas
- Assessoria técnica

Mineração
A Mineração Portobello Ltda foi constituída para pesquisar as várias alternativas de matérias-primas para produtos com características "gres", de baixa absorção de água, em conjunto com laboratórios italianos e espanhóis. Esta subsidiária responde pelo fornecimento de cerca de 50% da matéria prima que a Companhia utiliza na produção de revestimentos cerâmicos a partir das instalações em Tijucas, Santa Catarina.

Canais Estratégicos de Distribuição
A estratégia de distribuição da Companhia está alicerçada em quatro canais distintos e com características específicas de portfólio de produtos, serviços e política comercial.

Mercado interno: São três os canais de distribuição:
- Varejo Portobello Shop – Franquias que atendem os clientes de varejo por meio das lojas franqueadas sob as bandeiras Portobello Shop e Empório Portobello, com mais de 100 lojas, este canal é a maior rede brasileira de lojas especializadas em revestimentos cerâmicos.
- Varejo Multimarcas – Responsáveis pelo atendimento a revendedores de materiais de construção que vendem os produtos Portobello no varejo. Dentre tais revendedores, encontram-se os maiores home centers brasileiros e lojas especializadas em material de acabamento.
- Engenharias – Representadas por equipes especializadas que atendem empresas de construção civil, construtoras e incorporadoras imobiliárias. A distribuição para engenharias consiste nas vendas de soluções completas para revestimento cerâmico de grandes prédios residenciais e comerciais. Tal setor requer serviços e esforço de pré-venda que se iniciam até dois anos antes da efetivação da venda. Neste período são definidos, em conjunto com o cliente, as soluções que possam atender todos os requisitos da obra, sejam eles produtos de portfólio, peças especiais sob encomenda, sistema de transporte, armazenamento, plano de entrega, plano de financiamento, entre outros.

Mercado externo: Representando as vendas realizadas para diversos países através de equipe própria e representantes independentes. As exportações em 2011 foram limitadas a mercados mais rentáveis e tiveram sua participação nas vendas totais reduzidas, de acordo com os planos definidos preliminarmente.

Perspectivas para 2011
- crescimento na casa dos 30% em 2011.
- 2010 => lucro líquido de R$ 32 milhões, 69% superior ao obtido em 2009 com RL 35% a 2009.
* Cabe ressaltar que a perspectiva de crescimento em 2011 que consta no site não foi atingida:
..............2010.......2011.........Variação
RL.......511,41.....586,80........+14,741
EBIT.....70,7.........61,7..........-12,72%
LL.........32,3.........24,4..........-24,4%

O Setor
A indústria de revestimentos cerâmicos
Atualmente trata-se de um setor pulverizado, cuja capacidade produtiva estimada para 2011, segundo a Anfacer, é de 900 milhões de m² (875 milhões de m² em 2010). A partir da década de 90, o setor entrou em franco crescimento, em decorrência da estabilidade econômica advinda do Plano Real e da substituição de outros revestimentos (carpetes, madeira, tecidos, vinil, mármore tinta, argamassa, concreto aparente, entre outros) por cerâmica. Essa substituição se deu devido às vantagens técnicas e estéticas da cerâmica: design, durabilidade, manutenção e higiene.

Mercado mundial
A China tem o maior mercado para revestimentos cerâmicos, seguida pelo Brasil, Índia, Itália e Espanha. Os maiores exportadores são a China, a Itália, a Espanha, a Turquia e o Brasil. O Brasil é o segundo produtor mundial de cerâmica, ficando atrás apenas da China, e sempre se destacou como exportador - devido à alta qualidade de seus produtos.

Perspectivas para o setor de construção civil no Brasil
Os produtos cerâmicos são consumidos na última fase do ciclo médio da construção civil – o que significa que, em 2010, a Companhia se beneficia das obras iniciadas em 2008 e 2009 e, nos três anos vindouros, daquelas que estão sendo lançadas neste momento.
As condições da economia, do mercado imobiliário, e os ciclos da indústria de construção são influenciados por: níveis de emprego; crescimento populacional; confiança e demanda do consumidor; crescimento da renda; taxa de juros; inflação; disponibilidade de financiamento e demais fatores que podem provocar volatilidade na demanda.

Chama ainda a atenção o fato de que, no total das vendas de revestimentos, as tipologias predominantes são a cerâmica e o porcelanato, segundo estatísticas da Abiplar de 2010:
Consumo: Cerâmica + Porcelanato = 90% do consumo interno de revestimentos para pisos. Os demais são: Pedra, Mármore, granito (4%), Laminado (2%), Forração (1%), Madeira maciça (1%), Carpete (1%) e Piso vinílico (1%).


A INDÚSTRIA BRASILEIRA DE CERÂMICA PARA REVESTIMENTO (dados ANFACER -Associação Nacional dos Fabricantes de Cerâmica para Revestimento)

O Brasil é um dos principais protagonistas no mercado mundial de revestimentos cerâmicos, ocupando a segunda posição em produção e consumo.
Em 2011, foram produzidos 844,3 milhões de metros quadrados, para uma capacidade instalada de 986,6 milhões de metros quadrados (capacidade ociosa em 2011).
As vendas totais atingiram 834,7 milhões de metros quadrados, sendo 774,7 milhões de metros quadrados vendidos no mercado interno e 60,1 milhões de metros quadrados exportados.

Vendas de revestimentos cerâmicos no mercado interno (ANFACER)
2008 – 605,4
2009 – 644,5
2010 – 699,6
2011 – 774,7
2012* - 828,9

Produção brasileira de revestimentos cerâmicos (ANFACER)
2008 – 713,4
2009 – 714,9
2010 – 753,5
2011 – 844,3
2012* - 895,0

Evolução da capacidade produtiva (ANFACER)
2008 – 782
2009 – 817
2010 – 875,2
2011 – 986,6
2012* - 1.021,2

Prêmios
Em pesquisa anual realizada pelo Prêmio PINI de Arquitetura, a Portobello é a primeira marca a ser citada nas categorias Melhores Fornecedores do Construbusiness Nacional e Revestimento Cerâmico.
Prêmios:
Data......Prêmio/Categoria.................................................Veículo
Jul/12...Os + importantes no varejo/Revelação do Ano......Accenture e Revista NOVAREJO
Jul/12...Empresa Cidadã ADVB.........................................ADVB SC
Jun/12...Melhor Franquia de Casa, Decoração e Presentes..Revista PEGN
Jun/12... Top of Mind pisos e revestimentos........................Instituto Mapa
Abr/12... Selo de Excelência em Franchising...................... Associação Brasileira de Franchising

GOVERNANÇA CORPORATIVA
Fundada em 1977, a Portobello S/A tornou-se uma Companhia aberta em 1991. A adesão a Novo Mercado da Bovespa ocorreu em abril de 2008.

De acordo com post do Apolo “A Fama Investimentos tem assento no conselho da empresa, esse fundo é notoriamente conhecido por ser muito exigente no tocante a transparência e eficiencia de gestão, tanto que seu portfólio é composto basicamente de empresas que exibem níveis elevados de governança.”

RESULTADOS
Olhando os números do 2T10 pra cá temos:

...............................2T10...........2T11............2T12.......2T10/2T11....2T11/2T12
EBITDA..............65.976..........52.299........105.651......(20,73%).......102,01%
EBIT....................52.395.........56.662..........97.485.........8,14%...........72,04%
MEB....................15,02%.........9,55%..........16,88%
ML........................5,64%..........4,42%...........7,10%
PSR.......................0,57.............0,45..............0,67
RL......................439.170.......547.193........625.697.........24,59%.........14,34%
ROE.....................61,22%........36,34%........43,34%
ROA......................5,25%.........4,23%...........7,00%
EV/EBITDA.........5,76............7,28...............4,91
DivBru...............131.596......148.689.........123.085........12,98%........(17,22%)
DivLiq/EBITDA......1,90..........2,56...............0,94
ICJ...........................2,29...........1,20...............2,40
LL........................24.774........24.234..........44.472..........(2,18%).......83,51%
*ICJ => quantas vezes o EBITDA cobre a despesa financeira.

Fica patente que apesar da adesão ao REFIS anunciado no 4T09 o comparativo 2T10/2T11 mostra que o período não apresentou bons resultados. Me parece que somente a partir do 2T11 a melhora tem se mostrado consistente.
Do 2T11 pra cá temos os EBITDA, EBIT, MEB, ML, PSR, RL, ROE, ROA, LL, LPA e LC em crescimento. EV/EBTIDA, DivBru e DivLiq/EBITDA em declínio. O crescimento significativo dos EBIT e EBITDA mostram a melhoria operacional da empresa, acarretando melhorias nos índices de rentabilidade e diminuição da dívida líquida.

ENDIVIDAMENTO
Em relação às dívidas mais uma vez o período do 2T10/2T11 não foi dos melhores, tanto a dívida bancária quanto a tributária aumentaram. Entretanto, do 2T11 para cá houve melhora.
O Endividamento tributário (140.952) é 1,41x o endividamento bancário (99.809). A redução do endividamento bancário nos últimos 12 meses foi de 25,68% enquanto que o tributário foi de 6,46%. Lembrando que o endividamento tributário foi renegociado pelo REFIS e tem prazo de 180 meses.

No 4T09, a Companhia aderiu ao programa de parcelamento REFIS, a redução tão significativa que as despesas financeiras tiveram movimentação credora durante o 4T09.

O impacto dessa adesão fez com que a despesa financeira fosse de (48.183) no 3T09 para (27.914) no 4T09, redução de 42,06%. Considerando o LL dos últimos 12 meses, foi neste trimestre (4T09) que o LL passou a ser positivo, saiu de (4.993) no 3T09 para 16.570 no 4T09. Vendo o trimestre temos em 3T09 LL=1.302 e no 4T09 LL=14.279, 996,69%. O 1T09 foi o trimestre que a empresa deu adeus aos trimestres com LL
Setor de Construção
Pelo que venho acompanhando o setor de construção está em um momento que carece de uma avaliação bem precisa. Depois do boom, temos pessimismo no setor. Segundo a pesquisa Sondagem da Construção, elaborada pelo Instituto Brasileiro de Economia (Ibre) da FGV. O Índice de Confiança da Construção (ICST) caiu 9,9%, a maior redução desde novembro de 2011 (-10,2%), a pesquisa foi feita com 699 empresas. Provavelmente nada que afete o LP, que tem perspectivas muito boas, no CP é provável que tenhamos alguns solavancos.

Em relação a gestão da empresa, a estratégia de concentrar a produção em produtos de maior valor agregado e utilizar o outsourcing para os demais me parece bem acertada. De acordo com o release 2T12 o outsourcing já representa 20% da RL de 2012.

Bom, enviei um e-mail para o RI da empresa perguntando:
1) Quais são as perspectivas para 2012 (relembro que as de 2011 não foram cumpridas)?
2) Qual a parcela de receita projetada para o outsourcing da companhia?
3) Qual a projeção (guidance) para a PortobelloShop (varejo)?

PREÇO JUSTO
Falar em preço justo para uma empresa nessa situação é bem complicado, mas para buscar uma base de comparação, temos:
Crescimento do LL nos dois últimos anos = 33,98%
LPA (último)= 0,2796
Se considerarmos o último LPA (se a empresa realmente melhorar seria uma projeção conservadora) e 20% de crescimento do LL (também conservador, pelo menos no CP/MP) teremos:

LPA=0,2796
Perpetuidade=3%
Tx de crescimento do LL=20%
Taxa de desconto=8%
Anos de crescimento=5 anos
Preço justo=11,69
Margem de segurança=366%

Se Tx de crescimento do LL=15%
Preço justo=9,58
Margem de segurança=282%

Se Tx de crescimento do LL=10%
Preço justo=7,79
Margem de segurança=210%

E ainda, sendo bem realista ou talvez até pessimista:
Se Tx de crescimento do LL=10%
Durante 3 anos de crescimento, temos:
Preço justo=6,96
Margem de segurança=177%

Acho que não fica dúvida que as perspectivas são de um ativo barato, se não der nenhum problema pelo meio do caminho.

Por fim, não consegui entender (ou não vi) o porque da empresa ter entrado nesse ritmo de LL Devo me posicionar com cerca de 1,5% a 2%.

[]`s

Jorge Tomaz

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