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domingo, 11 de outubro de 2009

Telebras (TELB)



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robertof59 (jun/18)
Balanços

Características
Consecução dos objetivos previstos no Programa Nacional de Banda Larga - (dec. 7.175 de 12/05/2010)
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335801  - Daniel Ruiz  -  21 Mar 2017, 13:15
pessoal, segue a entrevista da Telebras a respeito do satelite. Lançamento amanhã

TELB4

Tele.Síntese: Qual é o objetivo da Telebras com o satélite e com esse edital?

Jarbas Valente: Antes de falar do edital, vou falar como eu peguei a Telebras. Sou amigo particular do Jorge Bittar (ex-presidente da Telebras). Ele abriu portas, mas efetivamente não conseguiu fechar nenhum grande contrato. Por que? Porque a estrutura da Telebras não permitia. Quer dizer, tem que ter uma proposta técnica, aí quando você mandava o histórico da empresa a Telebras só entregava entre 9 a 12 circuitos por mês sendo que tinha que efetivar mais de 15 por dia.

Tele.Síntese: E por que não estava ativando?

Jarbas Valente: O governo investiu R$ 540 milhões na rede terrestre até 2012 e aí cortou o dinheiro. A Telebras pedia R$ 600 mil e mandava R$ 9 mil. Se não tiver uma rede embaixo, não consegue dar vazão ao tráfego. Quando chegamos aqui, tínhamos só 450 circuitos ativados. Isso na rede toda. Então,tivemos que rentabilizar a rede. Para botar um satélite se pensa muito na compra das antenas, comprar banda base, comprar as estações VSat. Mas e a infraestrutura para viabilizar isso? E fomos construir essa infraestrutura.

Tele.Síntese – O edital do satélite é preço sigiloso. Por que?

Jarbas Valente – Na Anatel a gente botava o preço mínimo explícito. E nesse mundo aqui é diferente. A gente não quer que haja nenhum tipo de acordo.

Tele.Síntese– Pensei que fosse para maximizar o preço.

Jarbas Valente– Não. Maximizar o preço são os 70% na diferença do preço para o repique, que está na proposta do edital

Tele.Síntese: A sua expectativa é de quantas empresas na disputa?

Jarbas Valente: Pelo menos uns três grandes grupos disputando. Pode ser mais.

Tele.Síntese: O lote Telebras vai ser responsável pelo PNBL?

Jarbas Valente: PNBL de governo, diretamente. E tem o PNBL para os provedores, que também é com a gente.

Tele.Síntese: Mas não tem metas para os demais lotes?

Jarbas Valente: Quem tem que fazer isso é o ministério, a Anatel. Isso não cabe à Telebras. A Telebras é uma empresa de economia mista.

Tele.Síntese: Mas é a Telebras que está vendendo a capacidade. A empresa poderia falar: vou vender a capacidade, mas você que comprar terá que atender X pessoas no Brasil. E aí ele colocaria no plano de negócios dele.

Jarbas Valente: Pode ser que ele nem saiba aonde você está e quanto você tem. Porque, primeiro, nós estamos obrigando a empresa a garantir a cobertura.

Tele.Síntese: Mas isso não precisa, porque o satélite é nacional.

Jarbas Valente: Mas quem investe é a empresa. Isso é uma grana preta. O investimento é deles para poder garantir iluminação. Além de você ter que pagar para entrar, tem que atender quem está naquele local.

Tele.Síntese: Ele não tem que atender nada, ele só tem que iluminar.

Jarbas Valente: Ele tem que atender. Está escrito no edital. Se tiver algum tipo de manifestação que ele não quis atender por algum motivo, eu assumo e eu atendo. Eu posso fazer swap, ele vai ter as penalidades cabíveis. Podemos executar garantias. Um monte de coisas.

Tele.Síntese : O TCU vai opinar previamente sobre o edital?

Jarbas Valente: Ele está com a gente direto. O TCU exigiu tudo: tem que ter plano de negócio, tem que definir preço mínimo.

Tele.Síntese: Esse modelo da venda dos lotes já foi apresentado para o TCU, e ele já liberou?

Jarbas Valente: Se ele não tivesse liberado, a gente não estava fazendo. Não manifestaram nada contra. Nem o governo. Não dá para fazer um atendimento que a gente não tem condições de atender. Imagina se eu fosse atender 500 mil pontos? Qual o tamanho do call center que eu tenho que ter? Quantidade de pessoas para trabalhar emitindo contas, entregando contas? Quem faz varejo são as pessoas que hoje em dia compram a minha rede. O único varejo direto que eu tenho é com o governo, como Dataprev, Anatel, INTT. Nós temos certeza absoluta que esse tipo de modelo implementado na licitação vai dar certo, pois a demanda é gigantesca. Empresas de satélites que estão vindo para o Brasil, por que tem uma demanda gigantesca não atendida.

Tele.Síntese: Mas o PNBL estabelece que a Telebras deveria atuar nos lugares onde não haveria interesse do mercado.

Jarbas Valente: Se fosse assim, não teria sido construído o satélite com feixes no Brasil todo, cobrindo Norte, Sul, Leste e Oeste com a mesma qualidade. Nós podemos vender em tudo qualquer lugar, no bom e no ruim.

Tele.Síntese: Mas quem tem o lucro como premissa não vai vender no ruim.

Jarbas Valente: Lógico que vai vender. Tem demanda.

Tele.Síntese: Tem demanda, mas não tem renda. E para isso que existe o PNBL, não é?

Jarbas Valente: Me mostra um PNBL que tem valor definido pela Anatel, pelo ministério ou qualquer governo do Brasil? Não existe. Somente com a troca do PGMU é que foi estabelecido um preço mínimo para a banda larga, e não chegou a ser executado por ninguém.

Tele.Síntese: Mas as concessionárias que trocaram as metas do PGMU não são Telebras. O satélite da Telebras custou 2 bilhões do povo brasileiro.

Jarbas Valente: O povo brasileiro não pegou o dinheiro e mandou jogar fora. Eu quero fazer desse satélite outro satélite para ampliar a capacidade do povo brasileiro usar, senão morria de uma vez só. O Brasil em crise, que não tem de onde tirar dinheiro, eu vou rentabilizar o projeto para atender o cidadão com serviço de qualidade. Como? Com parceiros que tenham essa capacidade no mundo.

Tele.Síntese: A dúvida é a seguinte: Você esta apostando que o mercado vai chegar. O PNBL foi criado justamente porque acredita que o mercado não chega. Não é contraditório?

Jarbas Valente: Não. Primeiro não é que o mercado não vai chegar. Tem que atender. Se tem 5 mil residências que ele vai vender, ele atendeu o que ninguém estava atendendo.

Tele.Síntese: Você acha possível mudar o tamanho do lotes no final?

Jarbas Valente: vai depender muito das manifestações, principalmente dos governos estaduais e municipais

Tele.Síntese: A Telebras vai atender também os governos estaduais e municipais?

Jarbas Valente: Vai. Só nós.

Tele.Síntese: Mas isso não é claramente para o atendimento do mercado privado?

Jarbas Valente: Vamos chegar no município que não tem backhaul. Só nós para levarmos lá a rede e botar WiFi social.

Tele.Síntese: Você já tem o numero de cidades que a Telebras vai atender?

Jarbas Valente: Pelo menos 2 mil que hoje não tem backhaul.

Tele.Síntese: Em quanto tempo?

Jarbas Valente: Vai depender das aplicações do governo federal, que vai levar educação, saúde, segurança. E as prefeituras vão usar para os seus órgãos e o estado vai usar para os seus órgãos estaduais. É gigantesca a demanda, por isso botamos esse tamanho de banda Ka para atender aos governos.

Tele.Síntese: Vocês tiveram que informar para a Anatel a modelagem do satélite, já que a licença foi concedida sem licitação?

Jarbas Valente: Não. Não precisa. Havia três princípios que estamos cumprindo. Primeiro que eu tinha que fazer a PNBL. Já estou fazendo, inclusive o WiFi para os municípios, que não tinha previsão de ter. Segundo, governo. Terceiro, atender as Forças Armadas. Nós vamos atender absolutamente esses três. A gente viabilizou o modelo que não tinha condições de ser viabilizado, só com mais recursos do Estado. Atende a população que tem condições e vai pagar para ter a banda larga e atende a população que não tem condições, e vai ter acesso do mesmo jeito. Viabilizo todas as aplicações do governo, dos militares e mais, ainda tenho condições de não deixar o projeto morrer, e já pensar no próximo satélite.

Tele.Síntese: Quanto a Telebras vai ganhar com esse leilão?

Jarbas Valente: Cada empresa que assinar o contrato dos lotes 1,2 e 3 pagará 10% do preço ofertado. Eu precisava disso para poder usar a banda básica e comprar as estações VSat.

Tele.Síntese: Tinha entendido que a empresa que ganhar o lote 1, o lote maior, iria fornecer essa infraestrutura à Telebras.

Jarbas Valente: Não. Eu vou comprar a capacidade dele, vou comprar as VSats, que vão ser dele. E a empresa vai instalar e manter na rua.

Tele.Síntese – Por que a capacidade destinada para o lote Telebras é a menor delas de todo o satélite?

Jarbas Valente: Faz as contas pela velocidade, leva em conta o tempo de retardo e você vai ver quanto se pode colocar simultaneamente. A Telebras terá 60 Gbps da banda Ka, com 100% de cobertura. Só para comparar o que isso significa, a Telefônica, com o satélite Amazonas 3 só tem 3 Gbps na banda Ka; a Huges, com 60% de cobertura só tem 24 Gbps na banda Ka, a Embratel, com 70% de cobertura, tem 20 Gbps na banda Ka; a Yahasat, com 80% de cobertura, tem 15 Gpbs; e a Hispasat, com 60%, tem 15 Gbps.

Tele.Síntese – Esses operadores privados de satélite vão lançar seus satélite e de repente têm mais um competidor?

Jarbas Valente: Em 2020, 2021 virá um outro competidor com uma capacidade enorme. É a ViaSat, dos Estados Unidos, o seu satélite terá 1 Terabyte.

Tele.Síntese: O atual presidente da Telebras já não foi dessa empresa?

Jarbas Valente: Não, aquela Viasat era brasileira que tinha comprado uma operação da Telefônica.

325848  - PURAT  -  11 Ago 2016, 05:12
TELB4 Fogo na bomba!!! ótimas news p/ TELB4/////Fenômeno da reativação c/ gráfico p/ cima!

# novo presidente # projetos # SATÉLITE Bilionário # cabo Submarino Brasil-Europa # reativação!!! Segura peão MICO devendo ALTA!



Diretoria da Telebras garante projetos estratégicos e transparência
10 de agosto de 2016

O novo presidente da Telebras, Antonio Loss, assumiu o cargo na última quarta-feira (3). Com isso, a diretoria executiva da estatal está completa, com Paulo Ferreira na Diretoria Administrativo-Financeira e de Relações com Investidores, Jarbas Valente na Diretoria Técnico-Operacional e Alex Magalhães na Diretoria Comercial.

Loss é ex-executivo da NET, Oi, Via Sat e Nextel e assume a presidência da Telebras com o compromisso de construir o futuro da empresa conectado com o cenário atual brasileiro e mundial. Neste contexto, está o desenvolvimento dos projetos estratégicos da empresa, como o Satélite Geoestacionário de Defesa e Comunicações Estratégicas (SGDC) e o Cabo Submarino Brasil-Europa, que colocarão as telecomunicações do País em um novo patamar.

O SGDC é o primeiro satélite brasileiro do sistema de telecomunicações e garantirá a independência do País nesse setor, com conexão segura para as comunicações militares e fornecimento de banda larga de qualidade às redes de governo e atendimento aos cidadãos que residem em localidades de difícil acesso e onde não chega a rede de fibra óptica da Telebras. Graças ao trabalho dos engenheiros da Telebras que acompanharam o desenvolvimento e montagem do satélite na França, o artefato ganhou mais três anos de vida, passando de 15 para 18 anos a sua vida útil, com ganhos significativos para a empresa e os usuários.

O cabo submarino, por sua vez, permitirá a conexão direta entre a América do Sul e o continente europeu, com benefícios importantes para os governos e as instituições de pesquisas e ensino dos dois continentes.

Toda a diretoria da Telebras é experiente no segmento em que atua. O diretor Paulo Ferreira é professor da Universidade Mackenzie e ex-diretor da Cetesb – Companhia Ambiental do Estado de São Paulo e da Sabesp – Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo; Jarbas Valente, engenheiro eletrônico e de telecomunicações e ex-conselheiro da Anatel; e Alex Magalhães, profissional experiente das área de telecomunicações, mídia e gestão de negócios, que atuou por 25 anos na Rede Globo de Televisão nas áreas comercial, financeira e distribuição de conteúdos.
http://www.telebras.com.br/inst/?p=6857

161716 - marcelio2 -  28 Dez 2012, 14:39
Muito bom dia a todos.

Último pregão do ano hoje. Ótima oportunidade de repensar os erros e corrigir o rumo em 2013.

A matéria abaixo é um ótimo meio de visualizar que, talvez, algumas dessas listadas abaixo podem fazer um caminho diferente no ano que vem e se os preços atuais, se mostrarem uma grande "oportunidade" de investimento.

Lembrando que devemos comprar empresas boas e grandes em momentos difíceis e com bom desconto na cotação. Depois é ter tranquilidade e surfar na onda da alta quando os ventos virarem a seu favor.

O timing da "entrada" é o que faz a diferença de um bom investimento ou prejuízo certo. Cabe a todos estudar um pouco e garimpar as oportunidades que as crises oferecem. Boa sorte a todos nas suas decisões.

De falências até blue chips, veja os maiores micos da bolsa em 2012

Empresas como Mundial, Pet Manguinhos, OGX, HRT e Eletrobras apareceram como más apostas para os investidores; Facebook foi o destaque negativo internacional

Por Lara Rizério |9h42 | 28-12-2012 A A A

SÃO PAULO - O ano de 2012 foi bastante movimentado para aqueles que detinham ações de algumas empresas que acabaram se tornando "micos". Dentre elas, estiveram papéis de empresas que decretaram falência ou foram liquidadas até grandes companhias que sofreram com alto endividamento ou com uma produção bem abaixo da esperado pelo mercado.

Veja abaixo as ações que mais se destacaram - mesmo que negativamente - e que viraram notícia no ano que está acabando:
[...]
6. Telebras: apesar de ralis, forte queda no ano

Apesar do rali observado nos pregões em outubro - em que os seus papéis ordinários chegaram a subir 100% em cerca de dois dias devido ao anúncio de parceria com a TIM (TIMP3) - e em dezembro após o acionamento da fibra ótica, as ações preferenciais da Telebras (TELB4) acumulam queda de 54,06%, aos R$ 8,04, enquanto as ordinárias (TELB3) caem 66,61%, valendo R$ 12,69.

Mesmo com esses movimentos altamente violentos, a ação da estatal - única empresa do governo federal na BM&FBovespa a ver seu valor de mercado avançar no governo Dilma Rousseff - fecha com baixa bastante forte na bolsa neste ano. "Este é um papel sem liquidez nenhuma, e por isso é tão especulativo assim", afirmou o analista da SLW Corretora, Pedro Galdi, em entrevista ao InfoMoney no início de dezembro.

Ele destacou ainda o passado da Telebras - empresa que foi esvaziada no governo Fernando Henrique Cardoso, e fez com que a ação, que não parou de ser negociada, refletisse uma empresa "oca", um papel que refletia apenas a especulação de que um dia a empresa fosse reativada.

E isso ocorreu, mas o cenário de incertezas sobre ela faz com que as negociações reflitam mais expectativas do que fatos reais. "O governo foi achando coisa para a empresa fazer, mas hoje o papel ainda está assim", diz Galdi. Entretanto, há opiniões divergentes, como a do agente autonômo da Corval Corretora, Guilherme Canaan, ressaltando que há muitos investidores que acreditam na companhia no longo prazo. "Ela já é uma empresa, deixou der ser um esqueleto, e parte do mercado já a trata assim, embora outra parte não", avalia o analista - acreditando que o papel deverá mostrar valorização conforme a situação da empresa ganhe melhor visibilidade.

TELB3 em 2012: -54,06%; TELB4 em 2012: -66,61%
[...]

MICO DOIDO!
(É assim mesmo!)
Telebras: Alta de 50% em apenas um dia. Entenda
As ações da Telebras (TELB4) dispararam ontem, deixando muitos investidores da companhia animados. Ao final do dia as ações da companhia valiam R$ 7,10, uma valorização impressionante de 52% em apenas um dia, acompanhada de uma explosão no volume de negociação. O movimento foi resultado do anúncio do acordo de compartilhamento de infraestrutura com a TIM Participações (TIMP3), o que possibilitará a massificação do Plano Nacional de Banda no Brasil afirmou a empresa. A companhia também anunciou a construção de cabos submarinos ligando o Brasil aos Estados Unidos e à Europa com investimentos estimados em R$ 1,8 bilhão.

E TIMP3? Não fala nada?

31029 - neojr - 24/Mar/2010 08:19
Tesouro se opõe à reativação da Telebrás
da Folha Online
Hoje na Folha O Tesouro Nacional emitiu nota técnica em que condena a reativação da Telebrás pelo governo Lula para gerir seu programa de banda larga, informa reportagem de Valdo Cruz e Humberto Medina publicada pela nesta quarta-feira (23) pela Folha (íntegra disponível para assinantes do jornal e do UOL).
É a segunda autoridade do governo a se opor à ideia. Na semana passada, o ministro das Comunicações, Hélio Costa, já levantara publicamente restrições a que a estatal seja reativada.
A medida é defendida pelo Ministério do Planejamento e pela Casa Civil.
Desde que o setor foi privatizado, em 1998, a função da Telebrás passou a ser administrar e pagar dívidas.
Para o Tesouro, a estatal está exposta a muitas ações judiciais (era ré em 1.189 até o fim de 2009), e há risco de "contaminar" os ativos que seriam usados no programa de banda larga.
Segundo a Folha apurou, a nota técnica do Tesouro é vista como "consistente", embora a Casa Civil não esteja convencida dos argumentos das Comunicações e da equipe econômica.
Licitar a rede de fibras ópticas das estatais do setor elétrico, com 16.000 km, é uma das opções que o governo estuda para viabilizar o programa. Outra é usar os Correios ou o Serpro.

27131 - custela - 01/Fev/2010 01:36
Governo precisa reativar a Telebrás afirma Dilma em evento de tecnologia
SÃO PAULO - "Apareceu [uma operadora interessada], vamos fazer parceria", afirmou ontem a ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, a respeito do interesse do governo em implantar seu programa de universalização da banda larga. A ministra enfatizou que o governo precisa reativar a Telebrás e participar do processo de gestão e distribuição do serviço em todo o País.
"A última milha [porção que chega ao usuário final] pode ser feita tanto pela Telebrás quanto por qualquer outra tele. Seja pequena ou seja grande, vamos estabelecer parcerias", afirmou Dilma, que foi enfática ao negar que ainda não é candidata à presidência da república.
A ministra enfatizou a importância da internet para o processo democrático e disse que é inconcebível que a rede não contribua para o processo eleitoral que se encaminha neste ano. "A internet é a grande ágora da sociedade atual", disse referindo-se aos espaços de discussão popular na Grécia clássica. Durante o evento Campus Party, encontro que reuniu em São Paulo, semana passada, mais de 100 mil pessoas interessadas em assuntos como a regulamentação da internet no Brasil, a ministra Dilma finalizou seu discurso olhando fixamente nos olhos de Antonio Carlos Valente, presidente da Telefônica - sentado na plateia à sua frente - e disse: "as teles são nossos grandes parceiros. Parceiros". O recado pareceu ter sido dado, uma vez que Valente respondeu com um sorriso à ministra.
Telefonia móvel
Roberto Lima, presidente da operadora de telefonia celular Vivo, líder no segmento, disse que até ontem o programa de parceria com desenvolvedores de aplicativos para celulares que a operadora lançou durante a Campus Party, já tem cerca de 400 inscritos. Segundo ele, o grande interesse, além de alavancar seu produto de banda larga 3G, é levar estes aplicativos aos usuários de celulares comuns. "Boa parte dos aplicativos serão desenvolvidos para SMS, para que o usuário não precise ter um celular caro para usar", afirmou

26349 - small cap - 22/Jan/2010 01:18
citação: pppadvcitação: Capa_PretaInfelizmente não é mais a minha praia mas... um amigo postou uma notícia interessante sobre a reativação da Telebrás. Segue o link:http://realtrader.com.br/forum/view.php?bn=realtrader_forumbrsm&key=1264127 955Fica a pergunta: Como é que ela vai gerar lucro? Eu ainda não entendi.
Pois é, como o pessoal pode comprar TELB para ser sócio do governo nesta empreitada social?
TELB é uma lição de exuberância irracional do mercado... Ativo não operacional que vale quase R$ 2 bi! e tem patrimônio líquido negativo...
Forte indícios de madoff´s case...
Mas uma lição do que pode acontecer no mercado. Este "monte" até então em fase de desmonte chegou a ser negociado por R$ 0,01... e ficou várias vezes rondando os R$ 0,02 como VENDEDOR... Este bilhete de loteria estava premiado e rendeu quase 100 vezes a aposta! E nem foi necessário qualquer atividade operacional para tanto...
Mas é bom lembrar que o "lixo" INET3, em situação parecida, também chegou a valer na casa dos bilhões... E recentemente foi citado o caso de Parmalat...
Mas é claro, alguém um dia PODE descobrir que tem um bilhete "fedendo" na mão... E o indivíduo que compra a R$ 1,70 pode acordar com um ativo que vale R$ 0,00... depende dos interesses obscuros do segmento...
só o tempo dirá...

3789 - dinamica2000 - 08/Abr/2009 10:31
"já postei no forum da TELB ( LCF ) que essa história de recriar a Telebras está cada dia mais distante, é mais viavel o governo utilizar a infraestrutura eletrica, melhorar o sistema e ai sim universalizar o acesso a internet de verdade, claro que quando surgem esse rumores de reativação existe a possibilidade de se lucrar bastante com especulações, mas, repito, pra mim a cada dia que passa fica mais distante desse projeto se concretizar devido sobretudo as novas tecnologias mais baratas e devido também a dificuldade de implantar um projeto de tal envergadura."
"Com relação ao FUST, é só encaminhar um projeto para que seja alterado o mesmo e permitir sua utilização nas novas tecnologias que antes não existiam, não vejo maiores problemas para que isso seja feito, aliás, até a oposição não deve se opor a isso, já com relação a tal ""recriação"" da Telebrás............"

745 -  small caps - 02/Jan/2009 21:07
"(701), joaoluiz2, TELB4 é um ativo atualmente envolto em fortes especulações. Nestas situações, o fundamento pouco ajuda, até porque se trata de uma empresa até então em situação de ""desativação"", com elevados prejuízos acumulados e com um aumento de capital que praticamente apenas compensa o patrimônio líquido negativo. Pra quem acompanhou as recentes oscilações com as ações da POSI3 é o que pode acontecer com TELB4. Se de fato houver fogo no meio de toda a fumaça que a administração atual da país é especialista em fazer, tem realmente um bom upside. Mas se for desmentido, como tantas outras vezes, volta na mesma velocidade de onde não devia ter saído. Ou seja, trata-se de um bilhete de loteria e não de um investimento."

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