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Recomendação: pauloprof acho que está caro.
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3T2009 -
paulo prof considerou indiferente.
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13697 de 1372706/Set/2009 11:57 [Citar este comentário] 0
[Nível 0] paulo_profComentários: 317 - Desde: Jul 2009
citação: baprovenzanoDiferente de tudo que eu li até agora,
vcs parecem não investir em empresinhas com multiplos meio tortos...por quê?
Por que não investir numa RDCD3 ou GETI4 ou CRUZ3? Seus
multiplos em relação a outras empresas do mundo estão baixíssimos e no entanto
os acham altos, mesmo tendo históricos de ROEs impressionantes. O Brasil, daq
pra frente, vai ser um dos polarizadores do comércio internacional e no entanto
vcs avaliam as empresas por trimestres isolados, quando deveriam, a meu ve,
verificarr se estas estarão preparadas para esta grande expansão
industrial/comercial que está por vir.
Para começo de conversa, baprovenzano, há muitos
aqui (nos quais estou incluído) cujas carteiras têm GETI4 ou GETI3. Não acho,
entretanto, que GETI3/4 e RCDC3 jogam na mesma divisão.
Um multiplicador específico, o ROE, quando tomado
isoladamente não diz absolutamente nada, pois empresas que atuam em segmentos
distintos têm estruturas de capital distintas.
No fundo, o que interessa, é quanto o investidor põe no
bolso (DY) e quanto a empresa tem condições de crescer (normalmente medido em
termos do crescimento da receita líquida). Eventualmente, interessa também a
curva de eficiência da empresa, medida em termos das margens, especialmente a
líquida.
A Redecard apresenta um crescimento anual médio da receita
líquida (baseado nos últimos 5 anos) impressionante: 59% ao ano de acordo com
as minhas contas (26,6% dse acordo com o Fundamentus); acontece que o
crescimento de 2008 para 2009 não deve ultrapassar os 12%. O grande risco da
Redecard é o governo Lula ir adiante com a idéia de instituir um cartão dos
bancos oficiais, ou proibir a mamata de faturar com as maquininhas (aliás, que
eu pessoalmente acho o fim da picada).
A AES Tietê, por seu lado, cresceu a uma média de 11,5% (de
acordo com os meus cálculos, que fornecem aprox. o mesmo índice do
Fundamentus). Embora o crescimento de 2008 para 2009 não deva ultrapassar uns
5%, no longo prazo nada indica que aprox. 10% não possam ser mantidos. Não vejo
riscos apreciáveis na vida da AES Tietê nos próximos 5 anos.
Aos preços de hoje, RDCD3 paga um DY de 6,4%. GETI3/4 pagam
11%.
O P/L, o P/VPA e o (P/L)*(P/VPA) da GETI4 são,
respectivamente, 9,58; 10,95 e 104,93
O P/L, o P/VPA e o (P/L)*(P/VPA) da RDCD3 são, respectivamente,
13,08; 24,00 e 313,96
Finalmente, o Guiainvest informa que:
GETI4: valorização em 2006 = 41%; em 2007 = 18,5%; em 2008
= 0,9%; em 2009 = 52,5%; últimos 12 meses = 60,5%
GETI3: valorização em 2006 = 41,5%; em 2007 = 39,5%; em
2008 = -27,8%; em 2009 = 59%; últimos 12 meses = 39,3%
RDCD3: valorização em 2008 = -7,2%; em 2009 = 6,5%; últimos
12 meses = 1,3%
Parece não ser só o pessoal daqui a preferir GETI3/4 a
RDCD3, não é?
Não tenho CRUZ3 em minhas planilhas. Mas "chuto"
que está mais para RDCD3 do que para GETI3/4. Verifique vc mesmo.
18093 de 1812222/Out/2009 21:48 1
paulo_profComentários: 690 - Desde: Jul 2009
O resultado da Redecard veio sem qualquer surpresa. Um
relógio! O resultado operacional foi 5,2% maior do que no trimestre passado. O
lucro líquido só veio 3% menor porque no trimestre passado houve distribuição
de JCP e estes podem ser deduzidos do IR. A que tudo indica, a Redecard deverá
fechar o exercício de 2009 com um lucro líquido de R$ 2,07/ação, o que dá um
P/L de 14,05. O DY, na cotação de hoje, seria de 5,9% (caso o payout de 83% do
exercício de 2008 seja mantido).
Pessoalmente, acho um ativo caro. Mas, por
achar que um ROE de 130% é coisa de outro planeta, há quem goste.
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21867 de 21873Modificado em 21/Nov/2009 22:25 [Citar este comentário]
0
3 paulo_profComentários: 937 - Desde: Jul 2009
citação: AG08Prof. Paulo, o que acha de RDCD3?
Não gosto. Especialmente porque acho que não é
correto obrigar a quem contrata o serviço, a alugar os terminais. Cobrar um
percentual de cada operação, tudo bem. Ter o monopólio de uma ponta da
comunicação, é demais. Para mim, isto é ilegal. É mais ou menos como obrigar o
Fock a, para cada Brahma que queira adquirir, levar também um guaraná. Tenho
certeza que, cedo ou tarde, não será mais permitido às empresas de cartão de
crédito fatuararem com a comunicação.
De qualquer forma, acho que o ativo está caro. O
crescimento anual médio dos últimos 5 anos, de 60%, parece que diminuiu
bastante, para algo na faixa dos 15-20%. Acho que um P/L de aprox 13, para um
ativo que paga aprox. 6% de proventos e prometendo um crescimento de aprox. 15%
na receita líquida, salgado. Acho que a visão do mercado é semelhante, uma vez
que desde o início do ano o ativo só valorizou 8,5%. Se a isto, vc soma o risco
da empresa vir a perder importante fonte de receita com a eventual proibição de
monopolizar os terminais de comunicação, não recomendo o posicionamento no
ativo.
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26935 de 26974Modificado em 29/Jan/2010 12:20 [Citar este
comentário] 0
4 paulo_profComentários: 1439 - Desde: Jul 2009
Redecard fechou o ano com os seguintes indicadores (ao
preço de R$ 27,15):
DÍVIDA BRUTA/PATRIMÔNIO LÍQUIDO 26,0%
Se for observado o mesmo payout do exercício de 2008, o
total de proventos a ser distribuído é de aprox. R$ 1,72. Deste total,
faltariam ainda R$ 0,70/ação, a serem distribuídospor ocasião da AGO, em meados
de março.
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A Redecard, credenciadora multibandeira de cartões de
crédito, débito e de benefícios, é uma das líderes da indústria de cartões de
pagamento no mercado brasileiro. Além da atividade de credenciamento de
estabelecimentos e captura, transmissão, processamento e liquidação financeira
das transações com cartões de crédito e débito, a Companhia oferece vários
serviços aos seus clientes, como o aluguel dos equipamentos para captura
eletrônica de transações (POS), o pré-pagamento de recebíveis aos estabelecimentos,
referentes às vendas por eles realizadas com cartões de crédito, o serviço de
consulta de cheques por meio dos seus equipamentos POS, além dos serviços de
captura e transmissão de transações realizadas com cartões de benefícios
(Voucher) e com cartões de lojas (Private Label). A Companhia valoriza a
inovação em soluções de pagamentos eletrônicos por meio de produtos e serviços,
como o pagamento via celular, pagamento sem contato, recarga de celular,
e-commerce, verificação de cheques e saque no ponto de venda. É a única empresa
do setor de meios de pagamentos que está presente no Índice de Sustentabilidade
da BM&FBovespa e no Dow Jones Sustainability Index pelo segundo ano
consecutivo, ao lado de apenas 6 companhias brasileiras presentes neste último índice.
Além disso, a Redecard foi eleita uma das 150 Melhores Empresas para se
Trabalhar no Brasil pelo Guia Você S/A Exame, principal ranking do gênero
publicado no país.
A partir de 01 de julho, a Redecard iniciou a captura das
transações de débito e crédito da bandeira Visa em todo seu parque de
maquininhas, aumentando o seu portfólio com a bandeira de maior participação de
mercado no país. Atualmente, são 22 bandeiras, e em 2010, acrescentamos seis
novas bandeiras. Entre elas, destacamos a Hipercard, a maior bandeira nacional
com foco no Nordeste e no Sul do Brasil, e a China Union Pay (CUP) que conta
com cerca de 2,2 bilhões de cartões emitidos, uma das maiores bandeiras de
cartões do mundo. No ano de 2010, a Redecard fechou parceria com os Bancos
Caixa Econômica Federal e Safra, para manutenção e expansão do credenciamento
por esses bancos. Também neste ano, a Redecard realizou uma parceria com
a Multiplus e passou a ser a única rede adquirente habilitada a realizar
transações de resgate de benefícios, acúmulo de pontos, e consulta ao saldo de
pontos acumulados pelos consumidores no programa da Multiplus.
Tendo em vista o novo cenário competitivo estabelecido em
2010, a Redecard buscará aprofundar a gestão de seu relacionamento com clientes
em 2011. A Companhia visa atingir seus objetivos de negócio enquanto reafirma
seu compromisso com a conduta transparente e com boas práticas de governança
corporativa e responsabilidade socioambiental, continuando a ser reconhecida
internacionalmente pelo mercado de capitais como uma empresa comprometida com a
sustentabilidade.
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62976 de 63029Modificado em 03/Fev/2011 11:57 [Citar este
comentário] 3
5 paulo_profComentários: 3524 - Desde: Jul 2009
citação: frommars1E ai Professor, o que achou do resultado
da Redecard?
Os resultados vieram em linha com as minhas estimativas
(embora eu esperasse que meus chutes fossem conservativos demais).
Os novos múltiplos, na base anual dos últimos 12 meses,
são:
Se o payout de 100% for mantido, como já foram distribuídos
proventos totalizando R$ 1,105, ainda restam a distribuir dividendos de R$
0,976/ação. Esta distribuição deverá se dar na 2a. quinzena de abril.
Comparando os lucros trimestrais obtidos no exercício de
2010 com aqueles do exercício de 2009, observa-se que, antes da
desregulamentação, os lucro de 2010 era 10% superiores aqueles de 2009. No
3T10, o lucro foi 2,6% inferior, de modo que a redução do lucro esperado (se
não houvesse a desregulamentação) foi de aprox. 13%. No 4T10, o lucro foi 11%
menor do que aquele de 2009. Em conseqüência, estimo que a quebra sobre o lucro
esperado foi de aprox. 20%.
Como eu havia observado anteriormente, se as empresas
sossegarem o pito e não ampliarem esta concorrência selvagem e predatória,
acredito que o futuro próximo seja promissor.
A minha projeção para o lucro líquido de 2011 é de R$ 1,328
bilhões. Ao preço de hoje, R$ 19,30, isto representa um P/L = 9,78 e DY =
10,2%.
63002 de 6302903/Fev/2011 10:27 [Citar este
comentário] 0
5 paulo_profComentários: 3524 - Desde: Jul 2009
citação: J R SILVAProf, o payout foi reduzido? extraido do
release da Redecard:
"Com base na sua estrutura de capital e com foco em
proporcionar retorno aos seus acionistas, a Redecard realizará a distribuição
de 95% dos resultados de 2010 aos acionistas por meio de dividendos e juros
sobre capital próprio. A data de pagamento relativa ao dividendo do segundo
semestre de 2010 será referendada em Assembléia Geral Ordinária em abril de
2011."
Sim, parece mesmo que foi. Isto significa que em 20ABR
deverão ser distribuídos dividendos de R$ 0,872/ação, uma redução de R$ 0,10
sobre o valor anteriormente previsto.
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71368 de 7143528/Abr/2011 22:22 [Citar este
comentário] 4
4 small capsComentários: 0 - Desde: Fev 2007
Esta é a parte boa de comprar ações de empresas que
precificam o apocalipse:
Ação da Redecard dispara 6% e lidera o Ibovespa, após
divulgação de resultados
SÃO PAULO - Contrariando o movimento negativo do mercado
brasileiro, as ações da Redecard (RDCD3) lideraram os ganhos do Ibovespa nesta
quinta-feira (28) com forte alta de 5,99%, fechando cotadas a R$ 23,90, após a
divulgação de seu resultado trimestral, o qual surpreendeu analistas
consultados pela InfoMoney, com receita líquida de R$ 811,1 milhões, 2,24%
superior ao estimado.
No entanto, é importante notar também que o lucro líquido e
o Ebitda (geração operacional de caixa) frustraram as expectativas em 0,76% e
em 4,07%, respectivamente. Tendo suas projeções superadas pelo resultado
apresentado pela empresa, o Citigroup avalia que ainda é preciso se manter em
alerta com o setor, prevendo ainda mais quedas nas margens.
A Redecard também anunciou na noite anterior que renovou
por mais um ano a autorização para que a companhia adquira até 5,5 milhões de
ações da própria companhia, no âmbito do plano de compra de ações.
Cielo também tem forte alta
Acompanhando o movimento positivo das ações da rival, os
papéis da Cielo (CIEL3) registraram a segunda maior alta do Ibovespa nesse
pregão (+5,38%), fechando cotadas a R$ 14,70. Vale mencionar que os papéis
chegaram a liderar os ganhos do índice no intraday, quando estavam sendo
negociados a R$ 14,89 - variação positiva de 6,74%.
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81694 de 8169728/Jul/2011 20:32 [Citar este
comentário] 0
4 paulo_profComentários: 0 - Desde: Jul 2009
PAYOUT: 96,9% (exercício de 2010)
DÍVIDA BRUTA/PATRIMÔNIO LÍQUIDO 164,9%
TAXAS ANUAIS MÉDIAS DE CRESCIMENTO DO LUCRO LÍQUIDO
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99474 de 9950226/Out/2011 23:28 4
paulo_profComentários: 0 - Desde: Jul 2009
Múltiplos baseados nos resultados dos últimos 6 meses
anualizado:
Taxa anual média de crescimento do lucro líquido
Taxa anual média de crescimento do patrimônio líquido médio
No último semestre, o lucro trimestral vem crescendo numa
base de 13,4% por semestre. Considerando uma taxa de desconto anual real de 10%
(4,88% por semestre), uma perpetuidade de 0%, e uma taxa de crescimento do
lucro líquido do último semestre de 13% por semestre (27,7% ao ano) durante 6
semestres (3 anos), o preço justo calculado pela fórmula do FCD é de R$ 39,52,
com uma margem de segurança de 40% sobre o preço atual.
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- A Redecard não é só uma maquininha. Somos uma das
companhias líderes do mercado de meios eletrônicos de pagamento e a principal
credenciadora no Brasil das bandeiras MasterCard®, Diners Club International® e
Aura. Suas atividades incluem credenciamento, captura, transmissão,
processamento e liquidação de transações com cartões de crédito e débito. A
companhia oferece ainda aos clientes o pré-pagamento de recebíveis, o aluguel
de terminais (POS), a consulta de cheque através dos terminais (POS), a captura
e processamento de cartões de benefícios (Voucher) e de cartões de loja
(Private Label)
Período Analisado: 3T11 - 3o Trimestre de 2.011
( Julho/Agosto/Setembro )
Link do Balanço:
http://www.mzweb.com.br/redecard/web/arquivos/RDCD3_ER_3T11_PORT.pdf
Espelho Fundamentus:
http://www.fundamentus.com.br/detalhes.php?papel=RDCD3&x=0&y=0
Site do RI:
https://services.redecard.com.br/novoportal/portals/institucional/ri/index.htm
PAINEL DE
INDICADORES
28/10/11
SELIC 11,50%
Ativo
R$
PL
VP
GR
DY
LA
Dv
Ml EB
MS
RDCD3 28,50
14,8 16,47
243,8 6,3%
6,8%
2,0
49% 6,8%
-30,9%
- Receita Operacional Líquida de R$ 920,3 milhões,
apresentando crescimento de 9,0% sobre o 3T10 e crescimento de 3,6% sobre o
2T11.
- Lucro Líquido de R$ 343,6 milhões, apresentando
crescimento de 6,0% quando comparado ao 3T10 e crescimento de 6,5% sobre o 2T11.
- A companhia capturou R$ 58,5 bilhões em transações com
cartões de crédito e débito, representando um aumento de 29,0% sobre o terceiro
trimestre de 2010 – sendo 24,9% nas transações de crédito e 37,6% nas
transações de débito – e um aumento de 5,1% em relação ao 2º trimestre de 2011
– sendo 2,8% nas transações de crédito e 9,7% nas transações de débito.
- No terceiro trimestre de 2011, a empresa evoluiu na
revisão dos processos internos e de sua cadeia de suprimentos e concluiu a
revisão de sua estrutura organizacional, aumentando sua eficiência operacional.
- Margem Líquida de 37,3% comparada a 38,4% no 3T10 e a
36,3% no 2T11; isso mesmo com corte nas despesas fazendo margem EBITDA aumentar
para 61,3%,
comparativamente a 58,7% no 2T11.
- Os custos totais dos serviços prestados totalizaram R$
252,8 milhões no 3T11 e apresentaram elevação de R$ 39,0 milhões ou 18,3% em
relação ao 3T10,
- Neste trimestre em que o novo ambiente concorrencial
completou seu primeiro ciclo de um ano, a Redecard evoluiu no modelo de rede de
serviços para agregar valor aos Clientes e implementou uma nova segmentação de
Clientes. Com isso, expandiu a sua base de estabelecimentos e ampliou sua
participação no mercado de meios de pagamento eletrônicos, com o desafio e foco
em excelência operacional e controle de custos.
A Companhia deu continuidade a importantes projetos
voltados para a eficiência operacional, como a revisão de processos internos e
na cadeia de suprimentos, e apresenta uma nova estrutura organizacional com
Diretorias Executivas e Comitês revisados, além de equipes de diversas áreas
sendo reestruturadas a fim de obter maior integração e agilidade.
Como parte da estratégia de rede de serviços, nesse
trimestre a Redecard passou a capturar em seus terminais o programa Quilômetros
de Vantagens, em parceria com a Ipiranga S.A.
- A empresa é "redondinha", está passando por uma
fase de ajuste e teve de investir para se adaptar ao novo paradigma do setor; a
tendência é que cada vez mais utilizemos meios eletrônicos de pagamento em
detrimento ao papel.
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17978 de 1798229/Out/2011 19:26 0
rcbocardo Comentários: 0 - Desde: Jun 2007
(RDCD3) PREÇO-ALVO: R$32,20
Resultados do 3T11 – Fortes e Confirmando nossa Opinião
Positiva sobre as Adquirentes
Henrique Navarro Renato Schuetz
Notícia/Análise: no dia 26 de outubro, após o fechamento do
mercado, a Redecard divulgou os resultados do 3T11. O lucro
líquido ficou acima das nossas expectativas devido ao
melhor desempenho das locações de POS, à antecipação de recebíveis e
às despesas operacionais.
Cartões de crédito: a receita ficou em linha com as nossas
expectativas, crescendo a uma taxa de
25% A/A, tendo a MDR (taxa de desconto comercial) de 1,14%
sido ligeiramente melhor do que esperávamos.
débito: similar ao crédito, a receita de cartões de débito
também ficou em linha com as nossas estimativas – os volumes
aumentaram 38% A/A, enquanto a MDR contraiu 0,73%.
Aluguel de POS: em termos de geração de receitas, os
aluguéis de
POS foram uma das surpresas do trimestre – 9% acima da
nossa estimativa. Apesar da contração de 4% nos terminais POS
ativos, a Redecard conseguiu aumentar o preço médio em 12%
por terminal T/T, por meio de mudanças na política de descontos
e melhor administração da base instalada de equipamentos.
Antecipação de recebíveis: a receita da antecipação de
recebíveis
também foi superior ao esperado, aumentando 8% T/T.
Embora os volumes de cartões de crédito e o % de RAV tenham
ficado
em linha com as expectativas, os spreads acima do esperado
impactaram a receita de forma positiva. Despesas operacionais: a
empresa registrou números inferiores às nossas estimativas,
com R$7,6 milhões de economias não recorrentes devido à redução
nas despesas de marketing e à reestruturação dos canais de
relacionamento dos PMEs.
Conclusão: de modo geral, o lucro líquido ficou acima das
nossas expectativas em 6%, resultante de receitas e despesas
operacionais ligeiramente melhores. Consideramos esses
resultados como mais um trimestre construtivo para nossa opinião
positiva sobre as adquirentes no longo prazo. No entanto,
como as ações da empresa são negociadas a um P/L próximo a 15x
para o final de 2012, começamos a questionar até que ponto
o potencial de alta será motivador no futuro.
real de desconto de 10% e uma perpetuidade real de 0%: +9%
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19539 de
1955124/Dez/2011 18:22 0
rcbocardo Comentários: 4832 - Desde: Jun 2007
REDECARD (RDCD3)
PREÇO ATUAL R$30,50
PREÇO-ALVO: R$33,50
Henrique Navarro
Renato Schuetz
TESE DE INVESTIMENTO
Forte crescimento
estrutural na indústria de cartões no Brasil. Estimamos que o
volume de transações na
indústria de cartões do país pode crescer a uma taxa de
20% nos próximos dois
anos.
Participação de
mercado resiliente. A participação de mercado da Redecard deve
continuar resiliente,
graças a seu modelo de "bankacquiring". Mais de um ano
depois do "Big
Bang" (isto é a desregulamentação), nenhuma empresa recémchegada
penetrou
significativamente no mercado brasileiro, pois acreditamos que
as barreiras à entrada
foram mais fortes do que essas empresas previram
inicialmente. A
barreira mais forte, a nosso ver, é o imenso poder comercial e a
capilaridade da rede de
distribuição detida pelos bancos acionistas das adquirentes
existentes no Brasil.
Potencial de alta à frente
trazido pela Hipercard. A Redecard está nas etapas finais
de concluir um acordo
operacional revisado com a Hipercard, o qual deve melhorar
seu acordo original,
possivelmente destravando valor para a franquia da empresa.
O novo relatório do
Banco Central não deve trazer uma nova rodada de
regulamentação pesada
para o setor, a nosso ver. Acreditamos que o novo relatório
do Banco Central do
Brasil sobre o mercado de cartões do país possivelmente será
publicado entre o final
de 2011 e o início de 2012. Apesar de não acreditarmos que
ele tenha tanto efeito
de transformação como o primeiro (não esperamos que traga
regulamentação
adicional), não descartamos o possível impacto negativo desse
fluxo de notícias sobre
risco regulatório para as adquirentes brasileiras.
PERSPECTIVA PARA 2012
Acreditamos que a
empresa atingirá um EBITDA de R$2,4 bilhões em 2012E,
11% acima de nossa
estimativa para 2011. Estimamos que a taxa de desconto
comercial (MDR) em
cartões de crédito tenha queda de 10 pontos-base, ao passo
que os volumes devem
crescer 15%. Se a concorrência enfraquecer, vemos risco
potencial de alta para
nossas estimativas.
Código Bloomberg
18,48 - 30,87
10.431
40,3
4,7%
Website
* em US$
Dados da Empresa, 13 de
dezembro de 2011
Período de 52 Semanas
(R$)
www.redecard.com.br
TMCC do Lucro Líquido 3
Anos (10-13E)*
Vol. Médio Diário (US$
Milhões)
Valor de Mercado (US$
Milhões)
RDCD3 BZ
REDECARD
AVALIAÇÃO E RISCOS
Nossa avaliação da
Redecard baseia-se em um modelo FCD de dois estágios, com um Modelo de Crescimento
Gordon na
perpetuidade. Os riscos
estão associados a questões regulatórias, novas tecnologias que podem ameaçar o
modelo de
negócios da Redecard,
acirramento da concorrência e um crescimento do mercado abaixo do esperado em
virtude de uma
desaceleração
econômica.
A Redecard construiu
uma grande rede de estabelecimentos comerciais afiliados no Brasil que aceitam
cartões de crédito e
débito como forma de
pagamento. A empresa recebe tarifas na captura, transmissão, processamento e
liquidação de
operações com cartões
de crédito e débito no Brasil. Atualmente, a Redecard é a principal adquirente
de cartões MasterCard
e Diners Club no
Brasil, passando a capturar Visa e outras bandeiras (como Hipercard) depois de
1º de junho de 2010. A
empresa oferece produtos
e serviços adicionais para seus estabelecimentos comerciais e outros clientes,
principalmente
através do aluguel de
equipamentos eletrônicos de pontos de venda (POS) e oferecendo aos comerciantes
a antecipação
dos recebíveis
decorrentes das vendas com cartões de crédito. A empresa foi fundada em 1996 e
é controlada pelo Itaú
Unibanco, com uma participação de pouco mais de 50%.
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11319601/Fev/2012 23:23 [Citar este comentário]
6
5
paulo_profComentários: 5666 - Desde: Jul 2009
Os multiplicadores de
RDCD3, baseados nos últimos 12 meses, não são adequados para fornecer um quadro
razoavelmente preciso do ativo.
Nos últimos 2 anos, a
taxa média nominal de crescimento do lucro líquido foi pífia: UA = +0,32%; U2A
= +0,35%
Ocorre que no 1S10, o
lucro líquido havia sido 10% maior do que aquele no 1S09. Da mesma forma, o
lucro líquido do 2S11, foi 19% maior do que aquele do 2S10.
O impacto da
desregulamentação foi sentido principalmente no 2S10 (o lucro foi 8% menor do
que no 2S09) e no 1S11 (o lucro foi 17% menor do que no 1S10).
Parece-me que uma
hipótese para o crescimento médio real do lucro líquido nos próximos 3 anos, de
12%, é bastante conservativa (o lucro do 4T11, em termos nominais, foi 31%
maior do que aquele do 4T10). Nestas condições, a fórmula simplificada do FCD,
para uma perpetuidade real de 0% e taxa de desconto de 8%, fornece um preço
justo de R$ 35,83.
Para um lucro, no
exercício de 2012, 19% maior do que aquele de 2011 em termos nominais, a
projeção do DY fornece 7,7%.
Para o que possa
servir, os multiplicadores baseados nos últimos 12 meses são:
PREÇO: R$ 31,40
PAYOUT: 96,8%
(exercício de 2010)
P/L 15,04
P/VPA 13,36
PSR 7,62
DY 6,44%
EV/EBTIDA 10,31
MARGEM BRUTA 71,7%
MARGEM OPERACIONAL
75,0%
MARGEM LÍQUIDA 50,7%
LUCRO POR AÇÃO R$ 2,087
MARGEM EBITDA 81,6%
ROE 88,81%
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113201Modificado em 02/Fev/2012 00:26 [Citar este comentário] 2
5 small capsComentários:
5684 - Desde: Fev 2007
Ilustres,
Esta parte do relatório
do balanço anual da Redecard exprime com exatidão o que considero de mais
importante numa análise de investimento.
Não, não são os
cálculos complexos...
Sim, são as premissas
que utilizamos para definiar a atratividade de um investimento...
Olha só:
"iii) Receita de
aluguel de equipamentos POS: Totalizou R$ 215,0 milhões no trimestre,
representando crescimento de R$ 46,0 milhões ou 27,2% sobre o 4T10 e um
crescimento de R$ 26,4 milhões ou 14,0% sobre o 3T11. A base de equipamentos
instalados e ativos, ao final do 4T11, atingiu 1.066 mil unidades, 6,9%
inferior à base de 4T10 de 1.145 mil unidades e 2,1% inferior ao 3T11 de 1.088
mil unidades, em decorrência da gestão estratégica da mesma. O valor médio
mensal do aluguel de POS no 4T11 foi de R$ 66,81 e representou aumento de 32,7%
sobre o 4T10 com valor médio mensal foi de R$ 50,34, e aumento de 17,6% em
relação ao 3T11 quando o valor médio mensal foi de R$ 56,82, decorrente da
maturação de ações de
negociação e fidelização com estabelecimentos, mudança na política de isenções
que ocorreram após a abertura do mercado, maior participação de terminais sem
fio, combinadas à gestão estratégica da base instalada."
No words.
Tá bem, vou falar
palavras :)
Tudo que é analista
dava como "certa" uma tendência a zero dos alugúeis de equipamentos
(maquininhas).... erraram feio...
Abraços,
Small caps.
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11327402/Fev/2012 15:45 [Citar este comentário]
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2 apolo20 Usuário PremiumComentários:
2421 - Desde: Set 2009
Srs.
A Redecard divulgou
ótimos resultados para o período relativo a 2011 e acima de nossas
expectativas.
O volume financeiro de
cartões de crédito e débito cresceu 22,1% e 31,6% respectivamente, quando
comparado ao ano de 2010.
Os dados estão em linha
com o que foi projetado por nós e acima da média de crescimento do mercado, de
acordo com a ABECS (Associação Brasileira de Empresas de Cartões de Crédito e
Serviço).
Já no desempenho
operacional, destacamos o forte crescimento de 28,3% na receita advinda de
cartões de débito em função da melhora na taxa administrativa cobrada dos
estabelecimentos.
Ainda que o volume
tenha sido forte, a receita do segmento de cartões de crédito trouxe elevação
de 5,5% em função da queda nas taxas administrativas, que finalizou 2011 com
média de 1,18%, exatamente igual ao que projetamos.
Conforme prevíamos, a
receita com aluguel de POS (Point of sale ou “maquininhas”) apresentou queda de
6,1% na comparação anual, ficando 1% acima do que foi projetado por nós.
A geração operacional
de caixa medida pelo EBITDA ficou praticamente estável com margem EBITDA de
62,3%, assim como o lucro líquido que também manteve-se em linha com o mesmo
período de 2010.
Ainda sem data
definida, a companhia anunciou que irá distribuir 96,9% do resultado de 2011
aos acionistas. Com os bons resultados apresentados e o anuncio da forte
distribuição de JCP e dividendos, acreditamos que o mercado reagirá
positivamente.
Coinvalores
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