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sábado, 30 de março de 2019

Papel e Celulose





357105  - fvolpato -  26 Dez 2018, 17:05
Produção de celulose cresce 5% em novembro

20 de dezembro de 2018

Setor de celulose eleva produção em 5% em novembro, exportação cresce 13%

A indústria de celulose do Brasil elevou sua produção em novembro em 5 por cento sobre o mesmo período do ano passado, para 1,77 milhão de toneladas, informou nesta quinta-feira a entidade que representa o setor, Ibá.

As exportações de celulose subiram 13,2 por cento no mesmo período, para 1,17 milhão de toneladas, segundo os dados da entidade.

Já as vendas de painéis de madeira no Brasil, cresceram 1 por cento, para 620 mil metros cúbicos.

A produção de papel também cresceu no período, 1,4 por cento, a 887 mil toneladas. As vendas domésticas do produto avançaram 0,6 por cento, para 486 mil toneladas, impulsionadas por alta de 1,3 por cento nos papéis para embalagens

343823  - paulo_prof   -  11 Nov 2017, 13:07
Para o que possa servir, abaixo está o quadro comparativo das papeleiras. Neste quadro, alculei alguns múltiplos com referência as resultados dos últimos 12 meses e dos últimos 3 meses anualizados. Há que se lembrar que nos últimos 3 meses as papeleiras foram muito beneficiadas pela apreciação cambial. Nos últimos 12 meses terminados em 30SET23017, o real também valorizou, ou seja, num cenário de estabilidade cambial o resultado financeiro das papeleiras nos últimos 12 meses teria sido pior. A minha preferência, considerando somente as informações constantes na tabela, é pela SUZB3.
papeleiras_3T175a06f23ed2f49.png

343240  - herdsman  -  27 Out 2017, 11:51
Acho que o prof está viajando, então temos que esperar um pouco.

Das produtoras de celulose Fibria, Klabin e Suzano só gostei dos resultados da Suzano, os outros é mais 'lucro' com cambio do que resultado digamos.

Os custos com químicos das papeleiras aumentou serah que podemos lucrar com isto via UNIP. Vou segurar mais um pouco.
[...]
Não tenho tanto certeza que o mercado vai subir, então estive aumentando a posição em ativos como Taee, Qgep.

Em fiis liquidei alguns (agcx11, cbop11 e bbpo11) e comprando vrta11.

337207  - los_gomes  -  28 Abr 2017, 14:47
Venda de papelão ondulado volta a subir no 1º trimestre
http://www.valor.com.br/empresas/4951912/venda-de-...

336254  - NumBroker -  31 Mar 2017, 15:57
Tá explicado...

Papel e Celulose: Volume da OKI Pode Levar Mais Tempo Para Chegar ao Mercado - Positivo

31.03 - 11:27 - Tiago Binsfeld
A gestão da APP (Asia Pulp and Paper) anunciou que não irá vender celulose da sua nova planta (OKI) para o mercado, redirecionando a celulose para sua própria produção de papel. A APP só irá começar a vender a celulose da OKI para o mercado quando atingir um nível mínimo de qualidade.

Esse anúncio é positivo para produtores de celulose, principalmente Fibria, Suzano e Klabin, considerando que deve reduzir a oferta de celulose da APP para o mercado, suportando um preço mais alto por mais tempo. Nossos analistas do setor destacam que as empresas listadas anunciaram seis aumentos de preço nos últimos sete meses.

Fonte: Itaú

336242  - NumBroker   -  31 Mar 2017, 14:54
BOOOOMMMM!! Se confirmar, é só o começo da alta!

O cara avisa que a unidade vai partir em abril e depois fala que não vai vender celulose no mercado o resto do ano? A produção já foi vendida? Atrasou a partida da unidade? WTF!!!

Suzano (SUZB5, R$ 13,13, +4,79%) e Fibria (FIBR3, R$ 28,82, +5,53%)

As ações das empresas de papel e celulose Fibria e Suzano disparam nesta sessão, liderando os ganhos do Ibovespa, em meio a rumores de que a notícia de que o projeto OKI, da APP (Asia Pulp & Paper), começou a avisar os clientes de que não vai vender celulose no mercado esse ano. "Se confirmado, a notícia é bem positiva para celulose, mudando toda expectativa de oferta/demanda", comentou o JPMorgan.

No setor, as units da Klabin se distanciam de Suzano e Fibria e têm alta mais suave. No radar, a Klabin anunciou o substituto de Fabio Schvartsman, que deixou a companhia para assumir a presidência da Vale, no cargo de diretor geral da companhia. A empresa indicou o executivo Cristiano Cardoso Teixeira como diretor-geral da empresa, que será submetida para deliberação do Conselho de Administração da Klabin.

Para o BTG Pactual, ainda é necessário aguardar confirmações e detalhes da estratégia, mas a princípio o anúncio deve ter impacto neutro para o papel uma vez que sugere continuidade da gestão.

Fonte: http://www.infomoney.com.br/mercados/acoes-e-indices/noticia/6294570

334021  - Pro_fit  -  12 Fev 2017, 13:18
Dito e feito...suzb5 com prejuízo, klbn e fibr rumo ao prejuízo no próximo tri....estou fora!!!

Suzb5: A companhia anunciou prejuízo líquido de R$ 439,8M neste trimestre, ante um lucro líquido de R$ 52,8M no terceiro trimestre de 2016 e de R$ 340,7M no quarto trimestre de 2015. A receita líquida atingiu R$ 2,5B no quarto trimestre de 2016, 15,0% superior que o 3T16, que foi de R$ 2,2B. No mesmo período do ano anterior, a receita líquida havia atingido o valor de R$ 2,7B.

O setor que vai mal na Bolsa e que pode piorar ainda mais em 2017

Empresas de papel e celulose vão na contramão da Ibovespa e acumulam as maiores quedas do ano

Por Rita Azevedo

access_time 8 dez 2016, 16h27 - Atualizado em 8 dez 2016, 16h43

http://exame.abril.com.br/mercados/o-setor-que-vai-mal-na-bolsa-e-que-pode-piorar-ainda-mais-em-2017/" target="_blank"> chat_bubble_outline http://exame.abril.com.br/mercados/o-setor-que-vai-mal-na-bolsa-e-que-pode-piorar-ainda-mais-em-2017/" target="_blank"> more_horiz
Fibria (FIBR3)

Papel e celulose: setor não vive bom momento na Bolsa (Rich Press/Bloomberg)

São Paulo — De todos os setores presentes na Bolsa, o de papel e celulose é o que tem mais chances de acabar 2016 com o pior desempenho.

De janeiro para cá, as ações ordinárias da Fibria registraram baixa de mais de 35%. Já as units da Klabin têm queda de 30%, enquanto os papéis preferenciais da Suzano caíram quase 26%. O setor vai na contramão do Ibovespa, que acumula ganhos de pouco mais de 42%. No mesmo período,

A situação dessas companhias pode não melhorar tão rapidamente, segundo os analistas Santander. Em relatório enviado aos clientes, o banco ressalta que, “apesar dos aumentos sequenciais no preço da celulose na China”, os fundamentos do setor ainda são “desafiadores”.

Bruno Giardino e Renato Maruichi, que assinam o relatório, explicam que a alta de preços registrada nos últimos dois meses terá curta duração e o excedente de oferta poderá fazer com que esses preços caiam já no começo de 2017.

Outro fator que pode impactar o desempenho do setor é o câmbio. Como as receitas dessas companhias são em dólar e os custos são em reais, a queda da moeda norte-americana faz com que as vendas gerem menos receitas e os custos sejam mais altos.

329067  - NumBroker -  28 Out 2016, 19:01
Produção de celulose no Brasil cresce em setembro; produção de papel e venda de painéis caem

© Reuters. Produção de celulose no Brasil cresce em setembro; produção de papel e venda de painéis caem© Reuters. Produção de celulose no Brasil cresce em setembro; produção de papel e venda de painéis caem

SÃO PAULO (Reuters) - A produção brasileira de celulose em setembro subiu 7,8 por cento sobre o mesmo período do ano passado, para 1,597 milhão de toneladas, mas a produção de papel recuou, informou a associação que representa o setor, Ibá.
No terceiro trimestre, a produção de celulose do país somou 4,708 milhões de toneladas, expansão de quase 11 por cento sobre o mesmo período do ano passado.

Os dados foram divulgados depois que a maior parte das principais produtoras de celulose do país anunciaram balanços de terceiro trimestre, incluindo Eldorado Brasil, Suzano Papel e Celulose (SA:SUZB5) e Klabin (SA:KLBN4).

A primeira teve produção de 432 mil toneladas, a segunda 809 mil toneladas. Já a Klabin, que inaugurou neste semestre sua primeira fábrica de celulose, divulgou produção de 294 mil toneladas. A maior produtora do insumo no país, Fibria (SA:FIBR3), deve divulgar seu balanço trimestral em 31 de outubro.

Enquanto isso, a produção de papel caiu 1,5 por cento em setembro na comparação anual, a 860 mil toneladas, acumulando no terceiro trimestre 2,6 milhões de toneladas, uma queda de 1,7 por cento ante o mesmo período de 2015.

Já as vendas domésticas de painéis de madeira, insumo usado na construção civil e indústria de móveis, recuaram 8,6 por cento no mês passado, a 479 mil toneladas. No trimestre, houve queda de cerca de 6 por cento, a 1,509 milhão de toneladas.
Fonte: http://br.investing.com/news/mercado-de-a%C3%A7%C3%B5es-e-financeiro/produ%C3%A7%C3%A3o-de-celulose-no-brasil-cresce-em-setembro;-produ%C3%A7%C3%A3o-de-papel-e-venda-de-pain%C3%A9is-caem-210429

328894  - NumBroker   -  26 Out 2016, 13:31
Papel e Celulose – Primeiro anúncio de redução de capacidade

25.10 - 16:09 - Tiago Binsfeld
A companhia Taiwan Pulp&Paper anunciou que reduzirá permanentemente capacidade relativa à 150 mil toneladas de celulose de fibra curta. Segundo nossos analistas o anuncio é positivo para os players de celulose brasileiros, pois i) o anúncio pode levar a um aumento dos volumes de celulose comprados, considerando a percepção de um menor risco para baixo para os preços da celulose; e ii) indica que outros produtores podem vir a reduzir capacidade em breve. É importante ressaltar que a planta de Taiwan dependia de cavacos de madeira importados para sua produção de celulose, de maneira similar à maioria dos produtores da China. Nossos analistas têm recomendação de outperform (desempenho acima da média do mercado) para as três companhias de papel e celulose de nosso universo de cobertura, Klabin, Suzano e Fibria, com preço justo estimado para o final de 2017 de R$ 20,00, R$ 14,00 e R$ 28,00, respectivamente.
Fonte: Itaú

326129  - Jorge Tomaz  -  18 Ago 2016, 03:27
Prezados,
andei olhando as papeleiras. Como disse um tempo atrás nunca tive nenhuma delas, mas andei estudando um POUCO, não fiz estudo sobre as questões administrativas, CPV, despesas adm/RL e etc. Praticamente só li os releases do 2T16. Algumas considerações.

KLBN

As vendas da nova planta, Unidade Puma, iniciaram em abril. Isso acarretou um crescimento da receita líquida de vendas de 27% em relação ao mesmo período de 2015.
De acordo com o release 2T16 a Klabin se tornou a única empresa brasileira a fornecer, simultaneamente, celuloses de fibra curta, de fibra longa e fluff produzidas em uma fábrica inteiramente projetada para essa finalidade.

A empresa está com 20 TRI consecutivos de crescimento em volume de vendas e EBITDA.

A empresa informou que como em todo início de operação desta magnitude, os custos fixos da unidade ainda não foram integralmente diluídos. O objetivo da Companhia é de reduzir, nos próximos períodos, o custo caixa de produção de celulose em 25%, nas bases comparáveis às do 2T16.

Durante o 2T16, o efeito da variação do valor justo dos ativos biológicos foi positivo em R$ 272 milhões. Dessa forma, o efeito não caixa do valor justo dos ativos biológicos no resultado operacional (EBIT) do trimestre foi positivo em R$ 143 milhões.

71% da dívida bruta total é em moeda estrangeira (dólar).

Comparando o 2T16 com o anterior ou o acumulado dos últimos 12 meses temos:
P/L, P/VPA e DivLiq/EBITDA em queda.
ROE, ROA, LPA, MB, ML, RL, LL em ascenção.


FIBR3

Redução de R$ 1,5 bilhão do capex previsto para 2016 e de R$ 800 milhões no capex total de H2.

O capex de 2016 anteriormente estimado em R$ 8,2 bilhões foi revisado para R$ 6,7 bilhões, uma redução de R$ 1,5 bilhão concentrada no Projeto Horizonte 2 e projetos de logística de celulose. Em relação ao capex total do Projeto Horizonte 2, o mesmo foi reduzido para R$ 7,9 bilhões, uma redução de R$ 800 milhões sobre o capex anteriormente previsto de R$ 8,7 bilhões.

Em maio de 2016, iniciou a comercialização de celulose de fibra curta produzida pela Klabin S.A. O contrato tem duração de seis anos, sendo quatro anos com volume mínimo de 900 mil toneladas e dois anos de redução gradual do volume do contrato, equivalentes a, respectivamente, 75% e 50% do volume entregue no quarto ano do contrato.

Volume de vendas aumentou devido, principalmente, ao contrato com a Klabin.

O 2T16 se destacou pela retomada da demanda por fibra curta na China após um início de ano marcado pela desaceleração das vendas e queda de preço.

A rubrica outras receitas (despesas) operacionais totalizou despesa de R$ 138 milhões no 2T16, em comparação com uma despesa de R$ 10 milhões no 1T16 e no 2T15. A variação em relação aos dois trimestres de comparação é explicada em grande parte pelo impacto da reavaliação dos ativos biológicos.

90% da dívida bruta total é em moeda estrangeira.

90% do volume de vendas foi para o mercado externo (dólar vai cair?).

Projeto Horizonte 2
O cronograma do Projeto Horizonte 2 está acima do previsto fechando o segundo trimestre de 2016 com avanço físico geral em 45%. O startup da fábrica está previsto para início de 4T17.

Comparando o 2T16 com o anterior temos:
P/L, P/VPA, ROA e MB em queda.
ROE, DivLiq/EBITDA, ML em ascensão.

Comparando o acumulado dos últimos 12 meses
P/L, P/VPA e MB em queda.
ROE, DivLiq/EBITDA, RL, ML, LL, LPA em ascensão.

Ademais, a empresa tem a intenção de gerar mais valor nas suas terras por meio de negócios ligados ao mercado imobiliário (bairros planejados). Aumentar o valor por hectare e diminuir a dependência da celulose. Estão estudando vender fibra de carbono, componentes para próteses cirúrgicas e bio-óleo para o mercado americano. Cerca de 70% da madeira usada no processo de fabricação da celulose pode ser aproveitada na produção de bio-óleo. A intenção é que em 2025 cerca de 25% das receitas sejam provenientes de outros negócios.

SUZB5
Comparando o 2T16 com o anterior temos:
P/VPA, ROA, ROE, MB, ML, RL, DivLiq/EBITDA, LL e LPA em queda.
P/L em ascensão.

Comparando o acumulado dos últimos 12 meses
P/L, P/VPA, MB e DivLiq/EBITDA em queda.
ROE, ROA, RL, ML, LL e LPA em ascensão.


CONCLUSÃO
A impressão que tenho é de que a SUZB é a empresa que está rodando “redonda” no momento. Não tem fábrica sendo construída nem que tenha acabado de construir. Talvez isso explique ter tido a menor variação da cotação (2016 e últ 12 meses). A KLBN seria para curto/médio prazo. Acabou de terminar a sua fábrica. Por sua vez, a FIBR é uma aposta de longo prazo, PARECE ser muito boa aposta, mas antes da maturação do projeto da empresa me parece ser um pouco cedo para entrar.

Cabe ressaltar que isso depende do preço da commodity e do apetite do mercado consumidor. Pelo pouco que andei lendo a expectativa é de que a produção da commodity seguirá em expansão e que haverá uma retomada da demanda dos EUA, Europa e China. Será a retomada suficiente para consumir toda a oferta?

Por último, gostaria de fazer um exercício de futurologia para tentar estimar um preço justo para os papéis. No momento econômico que estamos a variação da taxa de desconto faz uma diferença enorme no cálculo. Alguns economistas estão falando em taxa de 13,75% no final de 2016 e 11% em 2017. Serei mais conservador e trabalharei com as seguintes variáveis:
Tx de desconto
2016: 14%
2017: 13%
2018: 11%
2019: 9%
Na perpetuidade: 8,5%
Taxa de crescimento: 10%
Taxa de crescimento na perpetuidade: 3%

Com esses dados teríamos:

KLBN4
COTAÇÃO em 17AGO16: R$ 2,62
Últimos 30 dias: +11,49%
Últimos 12 meses: -31,05%
2016: - 29,19%
LPA: 0,32

Preço justo: R$ 6,58
Margem de segurança: +151,20%


FIBR3
COTAÇÃO em 16AGO16: R$ 20,32
Últimos 30 dias: - 2,26%
Últimos 12 meses: -54,15%
2016: - 60,13%
LPA: 3,67

Preço justo: R$ 75,48
Margem de segurança: +271,46%


SUZB5
COTAÇÃO em 16AGO16: R$ 9,98
Últimos 30 dias: - 9,36%
Últimos 12 meses: -39,11%
2016: - 45,40%
LPA: 1,34

Preço justo: R$ 27,14
Margem de segurança: +172,03%



Minha intenção é me posicionar em KLBN4 e acompanhar FIBR3.

Críticas são sempre benvindas.

onde consigo ver o preço da celulose? Gráfico, lógico, para ficar mais fácil.
326061  - Minkowski   -  16 Ago 2016, 22:24
Achei esses:
http://www.bdm.insee.fr/bdm2/affichageSeries?idbank=000852059&page=graphique&codeGroupe=298&recherche=criteres

http://www.indexmundi.com/commodities/?commodity=wood-pulp&months=360

Tem esse que foi divulgado aqui no fórum recentemente. https://fred.stlouisfed.org/series/WPU0911#0

326072  - NumBroker -  17 Ago 2016, 04:46
Esse do BDM é o melhor (preços do mercado americano), só que os dados vão até maio desse ano.

Lembre-se que Fíbria já reajustou preços desde junho. Suzano reajustou também, mas não procurei os preços.

"Desde 1º de junho, a Fibria aplica o preço lista de US$ 710 por tonelada na Europa, US$ 870/t na América do Norte e US$ 550/t na Ásia."
fonte: http://www.istoedinheiro.com.br/noticias/negocios/20160725/ebitda-fibria-caiu-com-cambio-queda-preco-celulose-diz-diretor/396459 (tá em fato relevante e no release tb)

"No trimestre, a receita líquida para Europa correspondeu a 36%, seguida pela Ásia com 33%, América do Norte 21% e América Latina 10%"
fonte: http://fibria.infoinvest.com.br/ptb/6428/Release%202T16_vFinal.pdf
                                                                                           ▲                                                                      ▲
322357  - NumBroker   -  31 Mai 2016, 18:28
Produção de celulose sobe 14,2% em abril, revela Ibá

São Paulo, 31 - A produção de celulose no mês de abril de 2016 subiu 14,2% em relação ao mesmo período do ano passado, para 1,525 milhão de toneladas, de acordo com a Indústria Brasileira de Árvores (Ibá). Na mesma base de comparação, as exportações tiveram crescimento de 29,4%, para 1,121 milhão de toneladas, e as importações subiram 3%, para 34 mil toneladas.

Já a produção de papel caiu 1,1% em abril de 2016 ante igual mês de 2015, para 842 mil toneladas. As vendas domésticas tiveram uma expansão de 1,6%, para 435 mil toneladas, e as exportações caíram 1,7%, para 174 mil toneladas.

No segmento de painéis de madeira, as exportações cresceram 54,2% em abril, para 74 mil metros cúbicos, e as vendas domésticas subiram 2,2%, para 548 mil metros cúbicos.

Acumulado

No acumulado dos quatro primeiros meses de 2016 - de janeiro a abril - ante o mesmo intervalo de 2015, a produção de celulose aumentou 10,9%, para 6,071 milhões de toneladas, as exportações cresceram 16,7%, para 4,277 milhões de toneladas, e as importações subiram 1,4%, para 142 mil toneladas.

Já a produção de papel cresceu 0,7% entre janeiro e abril deste ano, para 3,432 milhões de toneladas. Neste mesmo período, houve alta de 7,8% nas exportações, para 689 mil toneladas, e avanço de 1,2% nas vendas domésticas, para 1,744 milhão de toneladas.

Receita

O saldo da balança comercial do setor de árvores plantadas - celulose, painéis de madeira e papel - brasileiro totalizou US$ 2,255 bilhão FOB de janeiro a abril de 2016, uma alta de 17,1% em relação ao mesmo período do ano passado.

A receita de exportações totalizou US$ 2,601 bilhão FOB nos quatro primeiros meses do ano, crescimento de 7,3% na comparação com o mesmo período de 2015, quando o total foi de US$ 2,424 bilhão FOB.

Na divisão das exportações brasileiras de celulose por destino, a maior expansão foi identificada na África, de 140% de janeiro a abril de 2016 contra 2015, mas com valor ainda pequeno, de US$ 8,1 milhões FOB. Na sequência, aparecem as exportações para a Ásia/Oceania, com avanço de 28,5%, para US$ 176 milhões FOB.

O principal mercado de destino da exportação da celulose ficou com a Europa, com US$ 729 milhões FOB, um avanço de 2,5% na comparação com 2015, seguido pela China, que cresceu 16,8%, para US$ 655 milhões FOB. As exportações para a América Latina subiram 27,8%, para US$ 46 milhões FOB, e para América do Norte o avanço foi de 8,1%, para US$ 293 milhões FOB.
Setor: Agência Estado


12123 - paulo_prof - 19/Ago/2009
Aos interessados no setor de papel e celulose. Infelizmente os ativos VCPA4 e ARCZ6 não são contemplados em minha planilha. Os múltiplos são anualizados com base nos resultados do 1º semestre. Recomendo cuidado porque em ambos os casos os resultados financeiros do 1º. semestre não poderão ser repetidos. Se as empresas conseguirem, no 2º semestre, 50% do resultado financeiro obtido no 1º já será motivo para comemoração. Neste quesito, o impacto de uma queda no ganho financeiro será menor na SUZB5 do que na KLBN4. Para o cálculo do DY foi admitido um payout mínimo de 23,75%.
SUZB5: P/L=5,01; P/VPA=1,11; PSR=1,30; DY=4,74%; EV/EBITDA=8,46; ROE=22,07%; margem bruta=23,7%; margem operacional=39,9%; margem ebitda=26,8%; margem líquida=25,9%; DivBrut/PatLiq=133,4%; LiqCorr=2,01; crescimento anual médio da receita líquida=30,5%
Resultado financeiro / resultado operacional = 61,45%
KLBN4: P/L=4,70; P/VPA=1,10; PSR=1,12; DY=5,03%; EV/EBITDA=8,99; ROE=23,32%; margem bruta=26,0%; margem operacional=32,6%; margem ebitda=23,5%; margem líquida=23,9%; DivBrut/PatLiq=155,4%; LiqCorr=2,72; crescimento anual médio da receita líquida=0,8%
Resultado financeiro / resultado operacional = 75,40%
Difícil decidir qual é o melhor. Acabei escolhendo SUZB5 pelo maior crescimento anual médio da receita líquida e pela melhor margem ebitda.

Análise Coin Valores
No cenário pós-crise, os setores industriais que conseguiram capturar o dinamismo econômico
interno (além de outros países emergentes) e traduzir esse bom momento em resultados, apresentaram melhor desempenho em 2010. O setor de papel e celulose foi um dos que apresentaram boa desenvoltura. Nesse ano de recuperação, observou-se um movimento de alta dos preços da celulose no mercado internacional, refletindo uma conjuntura que contemplava oferta restrita (em função da parada de produção chilena e desalento econômico europeu) e demanda pujante (destacando-se a China como o maior país consumidor). As companhias integradas do setor (produtoras de papel e celulose) inseridas neste contexto se beneficiaram tanto da contração de oferta de celulose no mercado internacional, como do bom momento das economias emergentes, que representam os principais mercados consumidores de papel. Vale destacar que o mercado europeu e chinês foram os principais destinos das exportações de celulose no acumulado do ano de 2010 até outubro (aproximadamente 70%), evidenciando a dependência da performance econômica dessas regiões. Já com relação ao papel, as exportações brasileiras foram amplamente direcionadas à América Latina, o que conferiu certa “blindagem” da indústria papeleira em meio aos distúrbios que afetaram a demanda na Zona do Euro e EUA. Na tentativa de “reanimar” sua atividade, o EUA injetou liquidez na sua economia, desvalorizando o dólar. O movimento de depreciação da moeda afetou positivamente o resultado financeiro das companhias do setor (já que a maior parte de suas dividas é em moeda estrangeira), em contrapartida, as importações atingiram níveis inquietantes, somando US$ 1,73 bilhão (crescimento de 41,2%).
Todavia, as cotações de celulose devem apresentar certa pressão no começo de 2011. Essa perspectiva baseia-se na relativa melhora dos estoques, reabertura de plantas menos competitivas que haviam sido fechadas no período de crise econômica global, bem como no processo de maturação de uma planta chinesa com capacidade de produção de 1 milhão de toneladas ao ano Já para o médio prazo (decorrer de 2011), os preços devem apresentar consistência, refletindo os patamares historicamente baixos dos estoques europeus, a expansão da demanda dos países em desenvolvimento, a recuperação (ainda que lenta e gradual) da demanda dos países desenvolvidos e, principalmente, a perspectiva de que não ocorram novas (grandes) agregações de capacidade à produção mundial até 2013. A relativa manutenção dos preços nos atuais patamares manterá o Brasil como um dos países mais competitivos do mundo na produção de papel e celulose, em virtude dos baixos custos de produção. Quando olhamos para o segmento de papel, num horizonte de perspectivas mais longo (próximos 15 anos), a demanda global por papel imprensa deve recuar substancialmente, em vista do avanço dos meios digitais. Contudo, o consumo de papeis para embalagem e tissue (papel absorvente/ higiene pessoal) deve expandir-se na mesma proporção ou acima do desempenho do PIB mundial. O futuro do setor de papel e celulose contempla alguns pontos chave, para os quais as companhias deverão estar atentas para manter atuação competitiva no mercado. Entre os fatores que determinarão os “sobreviventes”, destacamos o desenvolvimento de tecnologias (tanto para diversificação de produtos como para otimização de produção) e as fontes de recursos (tanto financeiros quanto matéria-prima). São exatamente esses aspectos que diferenciam o Brasil de seus concorrentes e que sustentam as perspectivas de investimentos para o setor. Segundo informações da Bracelpa, a indústria brasileira de papel e celulose investirá cerca de US$ 20 bilhões nos próximos sete anos na base florestal e na construção de novas fábricas. Além disso, estima-se que a produção de celulose passará de 13,4 milhões para 20 milhões de toneladas em 2017. Nesse mesmo período, a produção de papel aumentará de 9,3 milhões para 12,5 milhões de toneladas, e a área de florestas plantadas crescerá 25%.

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