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sexta-feira, 22 de maio de 2020

Guararapes (GUAR)



Recomendações
Compra: joaoricci (2017)

Carteiras
CAP7 (out/12) - empatobranco (mar/17) - Gersonlp (mar/17) - Peter Lynch do Agreste (set/17) - pinheiro87 (set/15mar/16) - reginarj (set/17) - renatosp (jan/19)

Códigos de Negociação
Tipo
CVM
GUAR3

 4669

Razão Social
CNPJ
GUARARAPES CONFECCOES S.A.
 08.402.943/0001-52

Balanços
1T2020 - ITR - Press-release - Apresentações

A2019/4T2019 ➤ DFP ➤ Press-release ➤ Apresentacao ao mercado

2T2018 -
PAPEL DEVIDAMENTE PRECIFICADO ( * ). COMPORTAMENTO DAS VENDAS = O faturamento líquido no trimestre e no acumulado encerrado em 30 de junho de 2018 apresentaram um aumento de 13,41% e 21,41% respectivamente, se comparado ao mesmo período de 2017. O faturamento físico apresentou uma redução de 6,22% no trimestre e 1,40% no acumulado decorrente da redução de peças vendidas e dos preços médios praticados que sofreram um aumento de 23,1%, passando de R$20,66 em junho de 2017 para R$25,44 em junho de 2018.; RESULTADO OPERACIONAL E EBTIDA (LAJIDA) = (*) Em 30 de junho de 2018, o EBTIDA (LAJIDA) foi de R$ 154.850 mil (controladora) e de R$ 402.214 mil (consolidado), contra R$ 236.750 mil e R$ 485.261 mil, respectivamente, referentes ao ano de 2017.; No trimestre encerrado em 30 de junho de 2018, o EBTIDA (LAJIDA) foi de R$ 97.799 mil (controladora) e de R$ 224.877 mil (consolidado), contra R$ 88.286 mil e R$ 213.591 mil, respectivamente, referentes ao ano de 2017.

3T2017 -

Sobre
A Guararapes Confecções S.A. (“Companhia”) constituída em 6 de outubro de 1956, é uma sociedade anônima de capital aberto com sede no Distrito Industrial de Natal –Estado do Rio Grande do Norte, registrada na B3 S.A. –Brasil,BolsaeBalcão. A Companhia tem como objeto social:Indústria têxtil em geral;Indústria de confecções de roupas e de tecidos em geral, sua comercialização por atacado e a varejo, e exportação;Importação e comercialização, por atacado, de confecções e tecidos, produtos de perfumaria e esportivos, calçados, roupas de cama, mesa e banho, brinquedos, relógios e cronômetros.A Guararapes Confecções S.A. produz uma variedadede confecções e vende 100% de sua produção para a sua  controlada  Lojas  Riachuelo.  O  Grupo  (composto  da  Controladora  e  suas  Controladas)  opera  com  uma cadeia de pontos de varejo e o e-commerce para a comercialização de confecções em geral, artigos de uso pessoal  e  quaisquer  outros correlatos. As  vendas  dos  produtos são  reconhecidas  quando  uma  entidade  do Grupo vende um produto para o cliente. As vendas no varejo são, geralmente, realizadas em dinheiro ou por meio de cartão de crédito

Notas Promissórias Comerciais
1ª  Emissão

Balanços (Calendário)
26/03/2020
 DFP 2019

 ITR 1T 2020

 ITR 2T 2020

 ITR 3T 2020

Proventos (Calendário)






17/03/2020 -  Riachuelo inaugura sua 323ª loja - 
Localizada na Lauro de Freitas/BA, a nova loja conta com 2.362m² de área de vendas e aumenta a posição da Companhia no estado da Bahia para 15 unidades.

05/03/2020 -
anuncia a inauguração da 322ª unidade das Lojas Riachuelo.Localizada em Três Lagoas/MS, a nova loja conta com 1.709m²de área de vendas

365079  - keep_calm  - 08 Nov 2019, 19:06
Guararapes (GUAR3): A dona da varejista Riachuelo, teve lucro de R$ 67,9 milhões no terceiro trimestre, crescimento de 18,5% sobre o mesmo período do ano passado. O Ebitda ajustado subiu 13,7%, a R$ 254,3 milhões. A receita líquida cresceu 9,2%, a R$ 1,885 bilhão, enquanto as vendas no conceito mesmas lojas subiram 5,4% no trimestre.

360907  - keep_calm   -  02 Mai 2019, 18:16
GUAR3: A Guararapes, controladora da rede varejista Riachuelo, informou que em assembleia Geral Ordinária e Extraordinária foi aprovado o desdobramento das ações ordinárias da companhia, de forma que cada ação passará a ser representada por oito.

O desdobramento terá como base a posição acionária de 30 de abril e a partir de hoje (2), as ações passarão a ser negociadas ex-desdobramento.

353530 - marcosvinicius2 -  10 Set 2018, 03:03
COMENTÁRIO: PAPEL DEVIDAMENTE PRECIFICADO ( * ). COMPORTAMENTO DAS VENDAS = O faturamento líquido no trimestre e no acumulado encerrado em 30 de junho de 2018 apresentaram um aumento de 13,41% e 21,41% respectivamente, se comparado ao mesmo período de 2017. O faturamento físico apresentou uma redução de 6,22% no trimestre e 1,40% no acumulado decorrente da redução de peças vendidas e dos preços médios praticados que sofreram um aumento de 23,1%, passando de R$20,66 em junho de 2017 para R$25,44 em junho de 2018.; RESULTADO OPERACIONAL E EBTIDA (LAJIDA) = (*) Em 30 de junho de 2018, o EBTIDA (LAJIDA) foi de R$ 154.850 mil (controladora) e de R$ 402.214 mil (consolidado), contra R$ 236.750 mil e R$ 485.261 mil, respectivamente, referentes ao ano de 2017.; No trimestre encerrado em 30 de junho de 2018, o EBTIDA (LAJIDA) foi de R$ 97.799 mil (controladora) e de R$ 224.877 mil (consolidado), contra R$ 88.286 mil e R$ 213.591 mil, respectivamente, referentes ao ano de 2017.:

GUAR3
PREÇO: R$ 105,00
PAYOUT (2017): 20,02%

Múltiplos baseados nos últimos 12 meses

P/L 12,66
P/VPA 1,61
PSR 0,96
DY 1,58%
EV/EBITDA 8,18
MARGEM BRUTA 63,95%
MARGEM OPERACIONAL 10,53%
MARGEM LÍQUIDA 7,56%
LUCRO POR AÇÃO R$ 8,295
MARGEM EBITDA 16,15%
DÍVIDA BRUTA/PATRIMÔNIO LÍQUIDO 80,52%
ROE 12,76%
LIQUIDEZ CORRENTE 1,93

Taxas de Crescimento Nominal

a) últimos 12 meses sobre 12 terminados no 2T17, nominal
RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA 11,81%
RESULTADO BRUTO 15,45%
RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO -43,87%
RESULTADO OPERACIONAL 32,91%
RESULTADO LÍQUIDO 11,78%
EBITDA 13,28%

b) 2T18 sobre 2T17, nominal
RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA 10,84%
RESULTADO BRUTO 13,77%
RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO -38,28%
RESULTADO OPERACIONAL 16,98%
RESULTADO LÍQUIDO 8,20%
EBITDA 5,28%

c) lucro (taxa média anual)
UA 11,78%
U2A 47,48%
U3A 5,27%

d) patrimônio líquido médio
UA 10,55%
U2A 9,21%
U3A 7,83%

Preço justo fornecido pela fórmula do FCD para uma taxa média de crescimento real nulo do lucro líquido dos últimos 12 meses durante 5 anos, perpetuidade real nula e taxa de desconto real de 8%: R$ 103,69
Ou, taxa de crescimento real do lucro líquido dos últimos 12 meses necessária, durante os próximos 5 anos, para que o preço justo fornecido pela fórmula do FCD seja igual ao preço corrente (com uma perpetuidade real nula e taxa de desconto anual real de 8%): +0,3% !!!!
[...]

352702  - Rocha Preta inc  -  09 Ago 2018, 22:08
Guararapes supera consenso com avanço de vendas apesar de clima mais quente, Copa e greve
Lucro R$ 89,1 mi (+8%)
LPA R$ 1,43
Ebitda ajust R$ 224,9 mi (+5%)
Receita R$ 1,78 bi (+11%)

347667  - Rocha Preta inc  - 01 Mar 2018, 13:29
http://www.valor.com.br/empresas/5348023/lucro-da-...
Lucro da dona da Riachuelo sobe 30% no quarto trimestre Por Cibelle Bouças | Valor SÃO PAULO - A Guararapes Confecções, grupo de moda dono da marca Riachuelo, reportou no quarto trimestre de 2017 um lucro líquido de R$ 327 milhões. O valor ficou 29,6% acima do ganho líquido apurado no mesmo intervalo do ano anterior.

344360 - marcosvinicius2  -  25 Nov 2017, 11:39
COMENTÁRIO: PAPEL SOBREVALORIZADO (*). RESULTADO LIQUIDO DO 3T17 PIOROU EM RELAÇÃO AO 2T17 E MELHOROU NA COMPARAÇÃO COM O 3T16. DOS ULTIMOS 45 TRIMESTRES, 45 APRESENTARAM LUCRO LIQUIDO POSITIVO (EXCELENTE). COMPORTAMENTO DAS VENDAS = O FATURAMENTO LÍQUIDO NO TRIMESTRE E NO ACUMULADO ENCERRADO EM 30 DE SETEMBRO DE 2017 APRESENTARAM UMA REDUÇÃO DE 7,54% E 19,89%, RESPECTIVAMENTE, SE COMPARADO AO MESMO PERÍODO DE 2016. O FATURAMENTO FÍSICO APRESENTOU UM AUMENTO DE 7,96% NO TRIMESTRE E 6,48% NO ACUMULADO, QUE NÃO FOI SUFICIENTE PARA MANTER O MESMO NÍVEL DE RECEITA, POIS OS PREÇOS LÍQUIDOS MÉDIOS PRATICADOS SOFRERAM UMA QUEDA DE 24,8%, PASSANDO DE R$ 27,53 EM SETEMBRO DE 2016 PARA R$ 20,71 EM SETEMBRO DE 2017.:

GUAR3
PREÇO: 151,99
PAYOUT (2016): 28,68%

Múltiplos baseados nos últimos 12 meses

P/L 19,13
P/VPA 2,54
PSR 1,51
DY 1,50%
EV/EBITDA 10,99
MARGEM BRUTA 62,72%
MARGEM OPERACIONAL 9,87%
MARGEM LÍQUIDA 7,90%
LUCRO POR AÇÃO 7,944
MARGEM EBITDA 16,44%
DÍVIDA BRUTA/PATRIMÔNIO LÍQUIDO 67,88%
ROE 13,25%
LIQUIDEZ CORRENTE 1,76

Taxas de Crescimento Nominal

a) últimos 12 meses sobre 12 terminados no 3T16, nominal
RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA 7,54%
RESULTADO BRUTO 12,81%
RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO -8,38%
RESULTADO OPERACIONAL 233,49%
RESULTADO LÍQUIDO 121,53%
EBITDA 75,84%

b) 3T17 sobre 3T16, nominal
RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA 10,65%
RESULTADO BRUTO 17,17%
RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO -50,74%
RESULTADO OPERACIONAL -615,10%
RESULTADO LÍQUIDO 183,20%
EBITDA 51,68%

c) lucro (taxa média anual)
UA 121,53%
U2A 13,77%
U3A -0,06%

d) patrimônio líquido médio
UA 9,63%
U2A 6,98%
U3A 8,08%

Resultado operacional e EBTIDA (LAJIDA) (*) = Em 30 de setembrode 2017, o EBTIDA (LAJIDA) - Ajustado foi de R$ 285.399 mil (controladora) e de R$ 647.428 mil (consolidado), contra R$ 114.073 mile R$ 343.261 mil, respectivamente, referentes ao ano de 2016;

No trimestre encerrado em 30 de setembrode 2017, o EBTIDA (LAJIDA)- Ajustado foi de R$ 48.648 mil (controladora) e de R$ 162.168 mil (consolidado), contra R$ 31.184 mil e R$ 125.107 mil, respectivamente, referentes ao ano de 2016.

GUAR3_lucro_tri_bar.png

( * ) É PRECISO VERIFICAR NO RELATÓRIO DA ADM. A EXISTÊNCIA DE RESULTADO NÃO RECORRENTE:
( ** ) EMPRESAS DO SETOR FINANC onde houve necessidade de digitar os valores de REC INT FINANC (a pesquisa avançada não importou esses valores ) = BAZA3, BBDC3, BBDC4, BEES3, BEES4, BIGP3, BGIP4, BMEB3, BMEB4, BMIN3, BMIN4, BNBR3, BPAN4, BRIV3, BRIV4, BRSR3, BRSR5, BRSR6, BSLI4, CRIV3, CRIV4, IDVL3 IDVL4 ITUB3, ITUB4, PINE4, PRBC4, SANB11, SANB3, SANB4 E SFSA4;
( *** ) A VMCM = 5,56000000 foi calculada utilizando-se uma amostragem de 327 empresas com PL > 0 (Desta vez não foi utilizado o critério de LIQUIDEZ MÍNIMA). Na tentativa de um valor abaixo do indicado, a VMCM apresentou um valor < 5, o que indicaria um mercado subprecificado: forum.infomoney.com.br/viewtopic.php?f=6&t=10754&start=620#p2082722
( **** ) Foram EXCLUÍDAS da amostragem inicial as empresas = DAGB33, MERC4, BRAP4, BRAP3, ECPR4, JBDU3, LFFE4, LFFE3, SBSP3, BAHI3, BMTO4, BMTO3 E LIPR3;

335573  - NumBroker   -  16 Mar 2017, 16:25
GUAR3: Resultados em Linha no 4T16 - Positivo

15.03 - 10:48 - Tiago Binsfeld
A GUAR3 reportou resultados em linha com nossas expectativas no 4T16, com vendas estáveis e uma expansão de margem na operação do varejo. Nossos analistas do setor observam que a margem EBITDA no varejo continuou a sofrer pressão de maiores custos e menores benefícios fiscais, mas a expansão de margem deve se mostrar recorrente, e as vendas de mesma loja devem permanecer em território positivo. Esperamos uma reação positiva do mercado.

Nossos analistas do setor mantêm o rating outperform com valor justo de BRL 80,0/GUAR3. A empresa deve se beneficiar em um cenário de recuperação do varejo no Brasil entre 2017-18. As ações negociam a 11,5x P/LPA, um desconto de ~50% quando comparado à LREN3, o que justifica parte do potencial que vemos para as ações.
Fonte: Itaú

335498  - NumBroker   -  15 Mar 2017, 16:47
GUAR: fazendo a tendência para 2017

A pequena grande Guararapes (GUAR4) anunciou resultados muito bons no 4T16, bem acima do esperado pelo mercado - apesar de um cenário péssimo para o varejo de moda.

Vendas mesmas lojas em alta de 1 por cento com expansão de margem bruta (menos descontos) mesmo no ambiente muito mais promocional.

Receita líquida crescendo 5 por cento, com Ebitda subindo 37 por cento e lucros 59 por cento maiores na comparação com o 4T15.

Após uma sequência de seis trimestres de Ebitda em queda, a companhia conseguiu uma bela reversão de tendência.

Quem carrega o piano ainda é a financeira. A queda da despesa com devedores duvidosos foi o grande destaque puxando o Ebitda da Midway financeira 278 por cento para cima (38% do Ebitda do grupo).

GUAR é uma união de Pernambucanas + financeira + shopping – a receita do shopping não é material.

O ponto negativo foi a alta ainda forte dos gastos operacionais, subindo 12 por cento no tri, em grande parte pela reoneração da folha de pagamentos.

GUAR se destaca de outras varejistas de moda e se prepara para a melhora do varejo com o pé direito. Reportagem do Valor comenta como as companhias do setor ainda esperam um início de ano sem crescimento frente a 2016.

Gostamos muito de GUAR que ainda negocia a mísero 1x patrimônio. Boa, bonita e barata, GUAR continua fazendo a moda da Carteira Empiricus.

Bruce Barbosa
Analista CNPI
bruce.barbosa@empiricus.com.br

Fonte: Empiricus


A segunda empresa que vou falar a respeito é a Guararapes (GUAR4). Ela está inserida num setor que atualmente a maioria dos investidores estão fugindo, que é o varejo. Interessante mencionar que alguns investidores bem sucedidos gostam da estratégia de tornarem-se acionistas de empresas que passam por um momento difícil ou está inserida em um setor que passa por dificuldades. Um exemplo disso é o Guilherme Affonso Ferreira, da Teorema. Ele comenta a respeito dessa estratégia nos dois livros em que foi entrevistado: “Foras da Curva” e o “Conversa com gestores de ações brasileiros”. Recomendo que leiam para entender com mais detalhes.

Já que estou falando de investidores, o “float” da Guararapes merece destaque, pois excelentes fundos de investimentos estão alocados no papel, como por exemplo: Teorema, Bogari, GTI, Onyx e por aí vai.
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Falando dos resultados operacionais, a empresa até que tem se destacado frente aos seus pares. A melhor métrica para avaliarmos o desempenho operacional dessas empresas é a “venda nas mesmas lojas ou SSS”. Marisa apresentou um SSS de -5,3% em 2015 e de -9,7% em 2016. Hering apresentou SSS de -3,5% em 2015 e de -8,6% em 2016. Já a queridinha do setor, a Renner, apresentou SSS de 10,8% em 2015 e de -0,2% em 2016. Guararapes apresentou SSS de -0,5% em 2015 e de -1,2% em 2016 (considerando os últimos 9 meses).

Quanto a múltiplos, a empresa negocia a um P/L de 18, mas os lucros encontram-se em níveis muito deprimidos, por conta da piora operacional e também pela inadimplência, que afeta bastante a operação financeira da empresa. Lembrando que a Guararapes é bem conservadora no PDD (provisão para devedores duvidosos) e, quando houver melhora nesses indicadores, a provisão é revertida e o lucro líquido cresce. É esperado que essa reversão comece a acontecer a partir do 4T16.

De 2011 a 2015, o pior resultado reportado foi um lucro líquido de 350MI. Como podemos ver abaixo, a evolução do número de lojas foi impressionante nos últimos anos, inclusive o portfólio maduro da empresa (lojas com mais de 5 anos) representam apenas 47% do total. Se o cenário para o varejo melhorar um pouco, não acho difícil a empresa repetir esse lucro de 350MI, visto que o número de lojas atualmente é bem superior aos dos últimos anos e o portfólio tende a ficar mais maduro nos anos seguintes.
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Considerando o lucro de 350MI, a empresa estaria negociando a um P/L de 11,5. Nada mau quando consideramos que praticamente todo o lucro acaba virando caixa, dado a baixa necessidade de investimentos para uma empresa desse tipo (capex é utilizado mais para abertura de novas lojas).

Quando falamos de Guararapes, não podemos esquecer de mencionar os ativos ocultos que a empresa possui e o mercado costuma desconsiderar. São eles o Shopping em Natal, as lojas próprias, os CD’s e as unidades fabris. O Shopping possui um ABL (Área Bruta Locável) de 65,7 mil m² e nesse ano deve apresentar um EBITDA de 60MI. Uma conta simples seria avaliar esse Shopping a um EV/EBITDA de 10(as empresas listadas em bolsa estão avaliadas ao múltiplo superior a 12), o que nos daria um EV de 600MI. Considerando esse valor, estamos considerando o preço do m² de R$9100, o que considero bem justo.

A empresa detalha os outros ativos em seu release, como podemos ver abaixo:
ScreenHunter1058c749c53b53d.png

É bem difícil tentar mensurar quanto os outros ativos valem (lojas próprias, CD’s e as plantas industriais), mas vou considerar o valor de R$2000/m². Isso nos dá um valor de 1600MI.

Agora podemos avaliar quanto o mercado realmente paga pela operação de varejo mais a financeira da empresa. A conta seria:

Valor de mercado = EV – Dívida Líquida

Valor de mercado = (operação do varejo & financeira + Shopping + Outros Ativos) – Div Liq

4056 = operação do varejo & financeira + 600 +1600 – 940

Operação do varejo & financeira = R$2796mi

O mercado avalia a operação da Renner a 17350mi, ou seja, 6,2x a mais que Guararapes, o que eu considero um exagero.

Para finalizar, outra distorção que vejo no ativo é a diferença de preço entre GUAR3 e GUAR4. A primeira é mais líquida, mas a segunda é a que o controlador tem mais, o que nos leva a acreditar que numa eventual reorganização societária (por exemplo, migrar para o Novo Mercado) GUAR4 valerá pelo menos o mesmo que GUAR3.

Baseado no fechamento de hoje, GUAR4 apresenta um desconto de 15,5% em relação a GUAR3, logo aos preços atuais há mais margem de segurança em comprar GUAR4. Acredito que em breve alguém deva arbitrar essa distorção.

Acho que acabei me estendo demais por aqui. Qualquer dúvida ou sugestão me enviem.

Primeiramente gostaria de parabenizar a análise de FESA4 e GUAR3/4. Este tipo de abordagem (com qualidade) é bem rara no âmbito do ADVFN.

Vi que você gosta bastante de avaliar empresas utilizando a famosa "soma das partes". Bom, eu vou dizer a minha experiência com essa abordagem: péssima. Hoje muitos investidores se utilizam desse formato para ver o quão barato este ou aquele papel está. Porém, ignoram a dificuldade que é a venda (p. ex) de ativos fixos ou imobilizados de valor elevado no mundo real. No caso de SGPS3 - sei que você não comentou o ativo, mas vários researchs e analistas recomendam -, esperam que a companhia venda terrenos milionários no nordeste, nos EUA, e que somente estes "valem mais" que a empresa em bolsa. No meu entendimento, o investidor cauteloso não deve contar com esses ativos para sua análise, mas sim com a geração de caixa medida pelo Ebitda Ajustado (Ebitda-opex), pois este indicador reflete exatamente a capacidade de terminado ativo gerar caixa menos a despesas incontornáveis para que isso continue ocorrendo sistematicamente. Aí, entra outro componente: o tamanho da alvancagem. Uma ação com alavancagem elevada vai ter que sacrificar seu Ebitda Ajustado para pagar os bancos, e não o acionista. Obviamente, não me parece o caso de Ferbasa e de GUAR3.

Quanto a primeira, você mesmo narrou que os gestores tupiniquins fogem das commodities. Eu acho que a analise correta é essa, à não ser que a empresa em questão tenha o menor custo de produção entre seus peers. Quanto a Guararapes, se ela está a mais de 7x Ev/Ebitda num momento de crise, talvez não esteja cara em se analisando o momento que advier uma retomada, mas nesse momento ela é cara, pois existe empresas melhores administradas e com múltiplos mais baixos.

Apesar de serem de outros setores, QGEP tem talvez, a melhor soma das partes da bolsa (Carcará, Atlanta, e Manati); MGLU3, com management muito acima da média, negocia a 5,58x Ev/Ebitda 2016 e provavelmente abaixo de 5x Ev/Ebitda 2017, mesmo se a economia não melhorar, pois é uma empresa que ganhou mercado dos concorrentes e receita no meio da crise.


Pode parecer que não, mas muitas empresas estão se ajustando, mesmo na crise, e melhorando seus resultados. A simples busca por preço já se mostrou que não é a melhor abordagem quando se trata de investimentos em ações. A primeira coisa a ser buscada é a qualidade, mas se ela vier com preço "baixo", então, bummm, temos a equação explosiva. 
                                                         ▲                                               ▲
333482  - empatobranco -  01 Fev 2017, 12:19
GUAR3

Uma das melhores empresas da bolsa.

Cresce com regularidade, paga dividendos, e apresenta ótimos drivers para os próximos anos, dentre:

- Transferência de parte da produção para o Paraguai, com custos menores que a China;

- E-commerce será lançando em 2017;

- Integração por SKU entre o CD novo e as lojas Riachuelo, com reflexos em 2017;

- Inauguração de novas lojas;

- Maturação das mesmas lojas;

- Imobilizado de mais de 1 bi de reais oculto na precificação do mercado;

- Redução da Selic;

- PDD em queda. 
Uma que entrou em meu radar nesses preços atuais é GUAR4, sempre teve uma precificação otimista, há pouco tempo valia o dobro do que vale hoje, chegou a valer 86, hoje vale 43............me parece uma boa empresa, com bom nível de eficiência, longe de uma Renner, mas mesmo assim, bom.

O resultado é dia 13, vamos ver o quanto está sentindo a crise, seu resultado do 2° tri já veio menor que o mesmo período do ano passado, melhor aguardar, enquanto isso, torçamos para que a cotação continue caindo.

HGTX3, GUAR4.........há meses atrás poucos imaginavam que daria para comprar essas empresas nesses preços atuais, resta saber o quanto cairão seus lucros(mais ou menos no comparativo com as cotações?) e quanto tempo tende a durar essa dificuldade nos lucros, porque eficientes já mostraram ser. 
GUAR3 está no meu radar, uma boa empresa.

De 2007 até agora, o lucro subiu +5,68%aa reais, já o preço caiu -5,38%aa reais. Assim temos uma diferença entre evolução de lucro e preço de +11,06%aa!

Pois bem, segue o descompasso entre preço e lucro médio de vários anos:

2014: +2,78%aa
2013: +20,65%aa
2012: +22,00%aa
2011: +8,56%aa
2010: +7,86%aa
2009: +11,91%aa
2008: -3,38%aa
2007: +11,06%aa

O povo não gosta desta bicha. Por fim seguem cenários de provável crescimento de lucros reais da Guararapes (conforme desenvolvido aqui: http://clubinvest.boards.net/post/1681/thread):

Cenário Medíocre: +1,97%aa (x 6,45%aa líquido das NTN Bs 2035)

Cenário Mediano: +8,61%aa (x 10,34%aa líquido de uma cesta de fiis conservadora composta de AGCX, BBPO11, CXCE11B, EDFO11B, FCFL11B, FIIP11B e SAAG11)

Cenário Otimista: +15,02%aa

Dá pra notar que se for pra comprar e segurar não parece ser lá uma boa alternativa. Por outro lado desde 2012 o preço vem sendo espancado, levando em conta a performance da empresa. 
                                                                                           ▲                                                                      ▲
297358  - audaz1981  -  15 Mai 2015, 13:38
Eu não ia comentar...mas...

GUAR3 é uma senhora empresa, não está endividada em excesso. Porém, o regime de caixa da empresa está pavoroso. Segue a diferença entre fluxo de caixa operacional menos o fluxo de caixa de investimentos (em milhões):

2007 -241,38
2008 28,82
2009 37,74
2010 -60,36
2011 -211,29
2012 -9,16
2013 -583,26
2014 -717,41

Lembra muito a Estácio neste aspectos: evolução de lucros consistente, mas o caixa vazando...

Na Grendene temos o preço evoluindo muito mais rápido que o lucro kkkk, isso não faz sentido;

Finalmente, a Grazziotin. Eu acho que quando o mercado derrubar TUDO, inclusive CGRA3, essa aí vai subir como um foguete...pq nem postando esse resultado horroroso de 1T15 a dinâmica da diferença entre evolução do lucro vs o preço mudou, pelo contrário derrubaram o preço muito mais rápido q o lucro está caindo kkk:

.......Cresc%3a.......Cresc%5a
2015....+14,87%.........+9,02%
2014.....+7,33%..........+5,74%
2013.....+7,42%.........-17,57%
2012.....-2,40%...........+5,47%
2011....-32,31%
2010.....+8,91%

Os P/L históricos (CGRA4), complementando a informação do colega são:

2007 15,98
2008 4,75
2009 10,20
2010 10,51
2011 8,48
2012 9,41
2013 7,64
2014 6,40
2015 5,71

Os próximos dois anos prometem no mundo das ações, aguardando ansiosamente a desabada!

156740 -  Armageddon_BR -  13 Nov 2012, 21:38
Guararapes
http://www.mzweb.com.br/guararapes/web/download_arquivos.asp?id_arquivo=28E0E8D9-4E1A-4549-8FDA-59F0A260866F

Receita Líquida Consolidada cresce 16,0% no 3T12 e 17,8% no 9M12;
Margem Bruta Consolidada de Mercadorias expande 0,7 p.p. no trimestre, atingindo 52,6% no 3T12 e 52,8% no 9M12;

EBITDA totaliza R$128,3 milhões no trimestre, 16,5% maior que o apurado no 3T11. No 9M12, o crescimento foi de 5,6% totalizando R$405,2 milhões;
Margem EBITDA sobre receita líquida de mercadorias atinge 19,4% no 3T12 e 22,3% no 9M12;

Lucro Líquido totaliza R$58,9 milhões no 3T12 e R$194,7 milhões no 9M12;
Índice de Perda do Cartão Riachuelo encerra o terceiro trimestre de 2012 em 8,1%;

A Companhia atingiu a marca de 21,2 milhões de cartões Private Label, sendo, destes, 1,6 milhão de cartões Embandeirados;

Despesas operacionais por loja caem 2,8% no 3T12 enquanto despesas operacionais por m² crescem apenas 0,4% no trimestre;

Vendas em mesmas lojas da Riachuelo crescem 5,6% no trimestre e 6,2% no 9M12.

---

Adoro qdo botam os crescimentos % nos destaques, mas quando tem alguma queda eles omitem (lucro no trimestre e nos 9 meses).

Citação: CAP7
Professor Paulo
Por gentileza, poderia comentar GUAR3 ?

Já temos a análise gráfica do nosso querido Polym....faltando agora a análise fundamentalista que só o senhor pode nos brindar.

... fora de meu radar ...

De qualquer forma, para justificar o preço atual com um mínimo de margem de segurança, o lucro líquido deveria estar crescendo a uma taxa real de mais de 20%. Acho que a taxa efetiva está muito abaixo disto. Aliás, o lucro dos últimos 12 meses foi menor do que aquele dos 12 meses imediatamente anteriores.

141393 de 335301
Cuidado ao investir em ações de empresas pequenas
Guararapes, controladora da varejista Riachuelo, é uma das small caps bem avaliadas
São Paulo - As ações de algumas empresas classificadas como Small Caps - empresas menores, geralmente com valor de mercado inferior a cinco bilhões de reais, e com menos liquidez na Bolsa - têm se saído bem neste ano. Em momentos de crise internacional, essas empresas costumam ter uma performance melhor que o restante do mercado, justamente por serem mais voltadas para o mercado interno.
Em 2012, o índice que reúne as principais Small Caps da Bolsa brasileira acumula alta de 3,7%, frente a uma queda de 9% do Ibovespa. Os fundos de small caps acumulavam, na média, alta de 3,22% no ano até o dia 20 deste mês, uma das maiores valorizações de 2012 entre os fundos de ações.
Mas o investimento nesse tipo de papel requer cuidados, principalmente por parte do investidor pessoa física que aplica diretamente em ações. Se muitas dessas ações crescem em momentos de crise, quando o mercado vira, elas podem ter se valorizado demais e começarem a sofrer. A falta de liquidez pode tornar difícil vendê-las quando esse movimento começa. Veja as ações de pequenas empresas que mais podem sofrer quando o mercado subir.
A recomendação de grandes fundos de investimento pode ser uma faca de dois gumes. Ao mesmo tempo que significa que as empresas são promissoras de acordo com a opinião de especialistas, também pode provocar uma elevação alta demais dos preços das ações no momento que os demais investidores decidirem seguir os grandes.
"O investimento em ações, seja de que tipo forem, deve fazer sentido dentro do plano financeiro da pessoa, e não porque o papel está tendo melhor desempenho até determinada data", lembra o consultor financeiro e gerente geral do Instituto Nacional dos Investidores (INI) Mauro Calil.
Veja, no vídeo a seguir, os cuidados necessários ao se investir em ações small caps:


5157 - pppadv - 05/Mai/2009 01:00
Apesar do bom desempenho no ano, investimento em small caps tem baixa liquidez e deve ser considerado uma diversificação para o longo prazo 
http://exame.abril.com.br/seu-dinheiro/acoes/noticias/cuidado-ao-investir-em-acoes-de-empresas-pequenas
Quanto a GUAR4, parece estar investindo muito em sua eficiência operacional, após a diminuição drástica de seus incentivos fiscais (que não fui atrás de descobrir o porque) que ocorreu no ano de 2008 nos seus resultados. Diminuição essa que abre portas para um recuperação forte, que é o que aparenta. O lucro líquido do 4T08 é metade do Lucro Líquido de 2008(enquanto o de 2007 foi 27%) e mantendo-se nesse patamar ela passaria a ser a empresa com menor P/L do setor disparada. O problema é seu baixo nível de expansão.
Então eu colocaria 25% na HGTX3, 25% na GUAR4 e 50% em LLIS3.

Fator – 02- JUN
Redução da expectativa de crescimento da receita líquida para 1,8% em 2009 (de 6,8%,
no caso da Guararapes projetamos nessa linha somente as atividades de varejo e confecção, pois o resultado da Midway Financeira integra a linha financeira de resultado), e aumento de margem Lajida em relação a 2008, em função de ganho de margem bruta e aumento do resultado líquido das operações financeiras.
Ressaltamos que, de acordo com a nova legislação contábil, passamos a contemplar os resultados dos incentivos fiscais diretamente no resultado da companhia, e dessa forma, para efeito de avaliação de fluxos, não mais reconhecemos o valor dos incentivos trazidos a valor presente anualmente, e sim diretamente no resultado. Entretanto tais valores não integram a base de cálculo do lucro líquido para efeito de distribuição de dividendos.
Os períodos de 2007 e 2008 foram ajustados de acordo com tais alterações contábeis.

Análise Coin Valores
A Guararapes é a maior confecção do Brasil e controladora da rede varejista Lojas Riachuelo, uma  das maiores redes de lojas de departamento de vestuário do país, com 123 lojas espalhadas por todo o território nacional. Desde o início, o objetivo do Grupo Guararapes tem sido comercializar produtos de alta qualidade a preços acessíveis, sempre buscando satisfazer e agregar valor a seus clientes e acionistas. A integração de sua cadeia produtiva, modelo comprovado de sucesso no mundo, é um de seus diferenciais e o que permite à Guararapes-Riachuelo responder rapidamente às constantes mudanças e tendências do mercado e do mundo da moda. A Financeira – Midway Financeira S.A. foi criada em Janeiro de 2008 e iniciou suas operações em Julho deste mesmo ano. Sua fundação tem como objetivo realizar as operações de financiamento aos consumidores dos produtos e serviços de sua controladora, Lojas Riachuelo, buscando os recursos financeiros mais adequados para o suporte de tais transações.

RETROSPECTIVA 2010
No decorrer dos nove primeiros meses de 2010, a receita líquida da Riachuelo cresceu 14,7% ou 8,7% em “mesmas lojas”. Como conseqüência do desenvolvimento do modelo integrado, da melhora do processo de alocação de estoques e da busca constante por maior variedade de
itens expostos por m² de área de vendas, a margem bruta consolidada de mercadorias evoluiu de maneira consistente no decorrer do período, registrando aumento de 2,2 p.p., atingindo 51,9%.
No mesmo período, o EBITDA consolidado passou de R$ 260,4 milhões em 2009 para R$ 339,1
milhões nos primeiros nove meses de 2010, com margem EBITDA sobre a receita líquida consolidada de mercadorias de 24,2%, registrando, assim, um crescimento de 30,2% em relação ao 9M09 e expansão de 2,9 p.p. na margem EBITDA sobre venda de mercadorias. O desempenho obtido é consequência da performance das vendas, aliado ao crescimento de margem bruta e à redução dos níveis de inadimplência registrados no período. Em linha com a
tendência internacional de buscar estilistas renomados para desenvolver coleções exclusivas
com o intuito de democratizar a moda e, assim, ampliar o acesso a produtos de design que priorizam a escolha da matéria prima e o processo de desenvolvimento, a Riachuelo firmou parceria com Oskar Metsavaht, diretor de criação e estilo da Osklen. Outro grande destaque do período foi a mudança do ritmo de expansão através da inauguração de 16 lojas em 2010 ante 6 abertas em 2009.

PERSPECTIVA 2011
O mercado de varejo de moda encontra-se em fase inicial de consolidação uma vez que os cinco principais players possuem menos de 10% de market share. A integração entre Guararapes e Riachuelo e a expansão do número de lojas da rede busca exatamente manter o processo de consolidação através da penetração em novos mercados com grande potencial de crescimento.
Com o intuito de aproveitar rapidamente o grande potencial de mercado existente, a Riachuelo pretende acelerar o ritmo de inaugurações para 22 lojas por ano no decorrer de 2011 a 2013.

Sendo assim, a Companhia espera totalizar 190 lojas e 480 mil m² de área de vendas ao final de 2013. Além das lojas novas, a Companhia renovará suas unidades com foco na maior variedade de modelos por m² e na experiência de compra oferecida aos clientes através de um formato arquitetônico inovador. No campo dos negócios financeiros, o processo de conversão da carteira de cartões private label para cartões embandeirados deve continuar sua trajetória ascendente, com a adesão de mais um milhão de unidades no decorrer dos próximos 12 meses.

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