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sábado, 6 de abril de 2019

Eletrobras (ELET)




Recomendações
Compra: ALTOBELLI9 (jul/18) - conservador22 (2013) - marcelio2 (2013)
Carteiras
bhlpinvest (fev/13) - cidsant (mar/13) - FRBRAVIM (set/17) - SS2010 (jul/16, ago/16)
Balanços
A2017/4T2017 -
marcosvinicius2 -
PAPEL SOBREVALORIZADO ( * ). A Eletrobras apresentou, em 2017, um Prejuízo líquido de R$ 1.726milhões, inferior ao Lucro de R$ 3.513 milhões obtido em 2016. O Resultado de 2017 foi influenciado, principalmente, pelas provisões operacionais no montante R$5.747 (sendo R$1.101 milhões as provisões operacionais do segmento de distribuição) e pelo prejuízo do segmento de distribuição no montante de R$4.179 milhões. Já o resultado de 2016 foi influenciado, principalmente, pela Contabilização da Remuneração relativa aos créditos da Rede Básica do Sistema Existente (RBSE).

2T2017 -
marcosvinicius2  -

LUCRO LÍQUIDO = A Eletrobras apresentou, no primeiro semestre de 2017 (1S17), um Lucro líquido atribuído aos controladores de R$ 1.699 milhões, em comparação com um Lucro líquido de R$ 8.824 milhões registrado no primeiro semestre de 2016 (1S16). No segundo trimestre de 2017 (2T17), a Eletrobras apresentou um lucro líquido atribuído aos controladores de R$ 306 milhões, em comparação com um lucro líquido de R$ 12.722 milhões registrado no segundo trimestre de 2016.

2T2012 -  
alisonvm - 
belo resultado
Características
Empresa Holding de Geração. Transmissão e Distribuição de Energia
Links
360207 - ispholambra - 06 Abr 2019, 16:20
Assim como um organismo vivo que nao se alimenta, uma empresa que nao investe morre...
Temos um exemplo tacito desse na bolsa.. a Eletropaulo... que ficou sem investir por muito tempo e acabou que se inviabilizando financeiramente e sendo vendida (a peso de ouro diga-se) a Enel... Que ao meu ver pagou carissimo pelo ativo e ainda vai ter de fazer vultuosas somas em investimento para ter um retorno adequado ao capital investido.
Vivemos um momento singular nas financas mundiais, aonde o capital (diga-se dinheiro) existe em abundancia no mercado devido as sequentes emissoes dos bancos centrais dos E.U.A, Zona do Euro e Japao... e as taxas de juros ou muito baixas ou negativas que predominam na maioria dos paises desenvolvidos.
No Brasil a taxa de juros esta no menor patamar historico, e assim deve continuar por um bom tempo e caso a Reforma da Previdencia seja aprovada, a taxa de juros deve cair ainda mais... forcando as instituicoes financeiras e de previdencia e aos aplicadores em geral uma migracao mais massiva para ativos de risco... o que pode gerar uma nova onda de valorizacao da bolsa...
Agora vamos falar em termos de atratividade do negocio...
Como bem mencionado pelo Professor Paulo, a TIR da TAG, a primeira vista, nao parece la essas grandes coisas, e considerando que 70% da compra sera financiada, num primeiro momento esse negocio podera trazer ate um ebita negativo para a Engie, e afetar a sua rentabilidade de curto prazo...
Mas pensando num medio e longo prazos, quando os financiamentos estarao com bom percentual de amortizacao realizada, essa operacao devera contribuir consideravelmente para o aumento da rentabilidade da Engie, lembrando que a Engie ja e uma das empresas do setor eletrico brasileiro que mais investem em novos empreendimentos...
Assim como a comida fortalece o organismo vivo... um investimento quando bem planejado e com uma taxa de retorno atraente fortalece a empresa e aumenta a longevidade dos seus negocios...
Mesmo sem conhecer os detalhes da operacao, gostei bastante da compra... sigo firme no ativo...

357026  - rogerben1 -  21 Dez 2018, 12:59
Notícias de Negócios

Dec 21, 2018 / 10:47 AM

Sou favorável a privatizar distribuidoras da Eletrobras e parte da área de geração, diz Paulo Guedes

3 Min, DE LEITURA

RIO DE JANEIRO (Reuters) - O economista Paulo Guedes, guru econômico do candidato à Presidência Jair Bolsonaro (PSL), afirmou nesta sexta-feira que é favorável à continuidade do processo de venda de distribuidoras da Eletrobras e de parte da área de geração da elétrica.

Mais cedo nesta semana, as ações da estatal despencaram após Bolsonaro destacar suas resistências em relação à privatização da companhia, citando a área de geração de eletricidade.

Sobre o tema, Guedes, que já foi indicado por Bolsonaro como sua escolha para comandar o ministério da Fazenda, afirmou ser a favor da privatização das distribuidoras da Eletrobras. Em seguida, manifestou apoio à venda de parte da geração da estatal.

“Na distribuição sim (sou a favor de privatizar), na transmissão isso é muito difícil, mas na geração há casos que sim outros que não. Há muitos casos de geração privada forte”, disse ele, citando o segmento de geração eólica.

A jornalistas, Guedes avaliou que ao longo dos últimos anos a Eletrobras perdeu a capacidade de investir e a venda de ativos pode ajudar na solução do problema.

“Com a redemocratização, é natural que os recursos sejam exigidos para a área social, como saúde, educação e segurança pública. A essência do programa econômico é continuar essa transformação de um Estado que perdeu capacidade de investir e foi aparelhado e com corrupção ... Eu defendo que essa transformação do Estado seja agudizada”, disse.

No caso das distribuidoras, o atual governo já privatizou quase todas as companhias da Eletrobras, com exceção da unidade no Amazonas, cujo leilão está previsto para 25 de outubro, e a de Alagoas, uma operação suspensa provisoriamente por decisão do Supremo Tribunal Federal.

Falando de maneira geral sobre privatizações, Bolsonaro afirmou em uma transmissão ao vivo no Facebook nesta noite que concorda com “90 por cento” do que seu conselheiro econômico diz. Também afirmou não estar batendo de frente com Guedes “de jeito nenhum”.

353226  - Ricardo Borges -  31 Ago 2018, 16:04
Notícias da Manhã

https://www.ricardoborges.com/noticias.htm

ELÉTRICAS - R$ 50 mil por empresa e a Eletrobras sai aliviada com a venda mesmo assim por se livrar desses ativos que só davam prejuízos homéricos a ela.

"A Eletrobras conseguiu vender mais três de suas distribuidoras nesta quinta-feira (30), em um leilão que realizado na sede da B3, em São Paulo.

A Eletroacre (AC) e a Ceron (RO) foram vendidas para a Energisa. Já a Boa Vista Energia (RR) ficou com o grupo Oliveira Energia. O preço de venda é de R$ 50 mil por empresa —um valor simbólico que será pago à Eletrobras. " (Fonte: Folha)

Link para a matéria completa do jornal para ser lida:

https://www1.folha.uol.com.br/mercado/2018/08/energisa-vence-leilao-de-distribuidora-da-eletrobras-no-acre.shtml

Para quem desejar acompanhar as notícias econômicas e financeiras dos principais jornais nacionais:
https://www.ricardoborges.com/manchetes.htm

348947  - marcosvinicius2 -  16 Abr 2018, 14:08
COMENTÁRIO: PAPEL SOBREVALORIZADO ( * ). A Eletrobras apresentou, em 2017, um Prejuízo líquido de R$ 1.726milhões, inferior ao Lucro de R$ 3.513 milhões obtido em 2016. O Resultado de 2017 foi influenciado, principalmente, pelas provisões operacionais no montante R$5.747 (sendo R$1.101 milhões as provisões operacionais do segmento de distribuição) e pelo prejuízo do segmento de distribuição no montante de R$4.179 milhões. Já o resultado de 2016 foi influenciado, principalmente, pela Contabilização da Remuneração relativa aos créditos da Rede Básica do Sistema Existente (RBSE).:

ELET6
PREÇO: 23,06
PAYOUT (2017): -198,93%

Múltiplos baseados nos últimos 12 meses

P/L -17,68
P/VPA 0,74
PSR 0,82
DY 11,25%
EV/EBITDA 14,50
MARGEM BRUTA 59,41%
MARGEM OPERACIONAL -0,53%
MARGEM LÍQUIDA -4,66%
LUCRO POR AÇÃO -1,304
MARGEM EBITDA 17,81%
DÍVIDA BRUTA/PATRIMÔNIO LÍQUIDO 178,71%
ROE -4,17%
LIQUIDEZ CORRENTE 1,09

Taxas de Crescimento Nominal

a) últimos 12 meses sobre 12 terminados no 4T16, nominal
RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA -37,65%
RESULTADO BRUTO -49,48%
RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO -12,41%
RESULTADO OPERACIONAL -101,67%
RESULTADO LÍQUIDO -151,48%
EBITDA -65,93%

b) 4T17 sobre 4T16, nominal
RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA -37,65%
RESULTADO BRUTO -49,48%
RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO -12,41%
RESULTADO OPERACIONAL -101,67%
RESULTADO LÍQUIDO -151,48%
EBITDA -65,93%

c) lucro (taxa média anual)
UA -151,48%
U2A -65,05%
U3A -16,51%

d) patrimônio líquido médio
UA -2,49%
U2A -7,01%
U3A -8,71%

Preço justo fornecido pela fórmula do FCD para uma taxa média de crescimento real nulo do lucro líquido dos últimos 12 meses durante 5 anos, perpetuidade real nula e taxa de desconto real de 8%: R$ ND
Ou, taxa de crescimento real do lucro líquido dos últimos 12 meses necessária, durante os próximos 5 anos, para que o preço justo fornecido pela fórmula do FCD seja igual ao preço corrente (com uma perpetuidade real nula e taxa de desconto anual real de 8%): ND% !!!!
[...]

342014  - marcosvinicius2  -  13 Set 2017, 22:45
LUCRO LÍQUIDO = A Eletrobras apresentou, no primeiro semestre de 2017 (1S17), um Lucro líquido atribuído aos controladores de R$ 1.699 milhões, em comparação com um Lucro líquido de R$ 8.824 milhões registrado no primeiro semestre de 2016 (1S16). No segundo trimestre de 2017 (2T17), a Eletrobras apresentou um lucro líquido atribuído aos controladores de R$ 306 milhões, em comparação com um lucro líquido de R$ 12.722 milhões registrado no segundo trimestre de 2016.

ELET6
PREÇO: 24,69
PAYOUT (2016): 0,00%

Múltiplos baseados nos últimos 12 meses

P/L -9,03
P/VPA 0,73
PSR 0,86
DY 10,51%
EV/EBITDA 17,57
MARGEM BRUTA 58,83%
MARGEM OPERACIONAL -6,93%
MARGEM LÍQUIDA -9,49%
LUCRO POR AÇÃO -2,735
MARGEM EBITDA 15,11%
DÍVIDA BRUTA/PATRIMÔNIO LÍQUIDO 71,94%
ROE -8,05%
LIQUIDEZ CORRENTE 1,11

Taxas de Crescimento Nominal

a) últimos 12 meses sobre 12 terminados no 2T16, nominal
RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA -29,93%
RESULTADO BRUTO -44,10%
RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO 45,70%
RESULTADO OPERACIONAL -181,38%
RESULTADO LÍQUIDO -32,93%
EBITDA -39,46%

b) 2T17 sobre 2T16, nominal
RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA -72,51%
RESULTADO BRUTO -80,30%
RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO 64,05%
RESULTADO OPERACIONAL -97,57%
RESULTADO LÍQUIDO -97,60%
EBITDA -87,15%

c) lucro (taxa média anual)
UA -32,93%
U2A -4,02%
U3A -12,56%

d) patrimônio líquido médio
UA 2,21%
U2A -9,51%
U3A -8,93%

DESTAQUES DO 2T17:  Receita Operacional Líquida de R$ 9.094 milhões;  Repasse de Itaipu positivo no montante de R$ 129 milhões;  CVA positivo no montante de R$ 199 milhões;  Provisões para contingência de R$ 465 milhões;  Resultado Financeiro Líquido negativo de R$ 2.021 milhões, impactado negativamente pela atualização monetária referente aos processos de empréstimo Compulsório no montante de R$ 467 milhões ;  Soma do Prejuízo das Empresas de Distribuição no montante de R$ 1.413 milhões, com destaque para o prejuízo de R$ 701 milhões da Amazonas Energia.

ELPL41.png

( * ) É PRECISO VERIFICAR NO RELATÓRIO DA ADM. A EXISTÊNCIA DE RESULTADO NÃO RECORRENTE:
( ** ) EMPRESAS DO SETOR FINANC onde houve necessidade de digitar os valores de REC INT FINANC (a pesquisa avançada não importou esses valores ) = BAZA3, BBDC3, BBDC4, BEES3, BEES4, BIGP3, BGIP4, BMEB3, BMEB4, BMIN3, BMIN4, BNBR3, BPAN4, BRIV3, BRIV4, BRSR3, BRSR5, BRSR6, BSLI4, CRIV3, CRIV4, IDVL3 IDVL4 ITUB3, ITUB4, PINE4, PRBC4, SANB11, SANB3, SANB4 E SFSA4;
( *** ) A VMCM = 5,56000000 foi calculada utilizando-se uma amostragem de 327 empresas com PL > 0 (Desta vez não foi utilizado o critério de LIQUIDEZ MÍNIMA). Na tentativa de um valor abaixo do indicado, a VMCM apresentou um valor < 5, o que indicaria um mercado subprecificado: forum.infomoney.com.br/viewtopic.php?f=6&t=10754&start=620#p2082722
( **** ) Foram EXCLUÍDAS da amostragem inicial as empresas = DAGB33, MERC4, BRAP4, BRAP3, ECPR4, JBDU3, LFFE4, LFFE3, SBSP3, BAHI3, BMTO4, BMTO3 E LIPR3;

339021  - paulo_prof  -  02 Jun 2017, 23:11
Citação: m0rfeu - Post #339004 - 02/Jun/2017 13:49
Paulo prof., por acaso o sr. acompanha Eletrobrás? Está com indicadores bem interessantes no momento, mas como uma estatal que já teve um passado negro, sempre fico com um pé atrás...
Acompanho ... mas de longe!

O que vc chama de indicadores interessantes resultam de resultados não recorrentes. No 2T16, a empresa reconheceu uma Receita de R$ 25,8 bilhões relativa à indenização dos ativos de transmissão não inteiramente depreciados por ocasião da loucura da Dilma ... sobre esta receita provisionou R$ 8,8 bilhões em IR/CS, de modo que o impacto liquido foi de aprox. R$ 17 bilhões. Como no 2T16 a empresa postou um lucro líquido contábil de R$ 12,7 bilhões, já viu, não é? Evidentemente, no 2T16 houve também uma série de despesas não recorrentes, pois a empresa aproveitou a grande receita contabilizada para descarregar os esqueletoss do armário. Não fiz as contas para calcular qual teria sido o lucro operacional recorrente do 2T16.

No 1T17, novamente ... a empresa contabilizou uma receita de R$ 1,8 bilhões referente à venda da CELG. Excluindo esta receita, o lucro líquido do trimestre teria sido de aprox. R$ 515 milhões que, anualizado, produziria um P/L acima dos 10!

Convenhamos ... o risco representado por um P/L acima de 10 para uma empresa como a Eletrobrás me parece alto demais!

Isto não quer dizer que um investimento na ELET6 obrigatoriamente tenha que resultar em prejuízo ... pode até dar um caldo, mas a margem de segurança é pequena.

337913  - TraderCenter  -  15 Mai 2017, 21:28
Análise Fundamentalista - Lupa Mercantil
Salve Galera ADVFN!! Estou compartilhando alguns dos últimos resultados positivos divulgados na nossa BOVESPA!!

Boa semana a todos, abraços!!
[...]
A Centrais Elétricas Brasileiras (Eletrobras) apurou lucro líquido atribuído aos controladores de R$ 1,394 bilhão no primeiro trimestre deste ano, revertendo prejuízo líquido de R$ 3,898 bilhões de igual período de 2016.

Segundo a companhia, esse resultado foi influenciado por:

1) Resultado de participações societárias, de R$ 3,211 bilhões, influenciado, principalmente, pela receita da alienação de ativos (Celg D) no montante de R$ 1,525 bilhão e pelo efeito da Portaria nº 120, de 20 de abril de 2016, do Ministério de Minas e Energia, que estabeleceu as condições de pagamento e remuneração relativa à Rede Básica do Sistema Existente (RBSE);

2) Passivo a descoberto em controladas no montante de R$ 1,173 bilhão, impacto, principalmente, pelas controladas Amazonas Energia Distribuição (R$ 708 milhões), CGTEE (R$ 236 milhões) e Ceron (R$ 110 milhões); 3) Reversão de Provisões para contingências judiciais, no montante de R$ 2 milhões, decorrente, principalmente, de reversão de provisões relativas aos processos judiciais de empréstimo compulsório.
[...]

326038  - TraderCenter  - 16 Ago 2016, 15:46
ELET6 - ANÁLISE FUNDAMENTALISTA

A Eletrobras - Centrais Elétricas Brasileiras – saiu de um prejuízo líquido de R$ 1,3 bilhão no segundo trimestre de 2015 para um lucro líquido de R$ 12,7 bilhões no segundo trimestre de 2016.



A definição de regras para que a Eletrobras receba a partir do próximo ano bilhões em indenizações por ter renovado antecipadamente e com receita menor contratos de concessão de ativos de transmissão de suas subsidiárias no final de 2012 gerou impacto líquido de R$ 17,04 bilhões no segundo trimestre.

Também influenciou positivamente o trimestre a reversão de uma provisão de R$ 1 bilhão referente a processos judiciais, que teve efeito líquido de R$ 394 milhões no resultado do exercício.

Por outro lado, a companhia realizou uma provisão de R$ 4,09 bilhões referente a impairment na usina nuclear de Angra 3. A receita operacional líquida da estatal somou R$ 33,085 bilhões, ante R$ 8,2 bilhões no mesmo período de 2015.

Segundo a Eletrobras, a baixa feita em Angra 3 pode ser explicada pela nova postergação na data prevista para início de operação da usina, atualmente com obras paradas, que passou para dezembro de 2022, que aumenta o orçamento do empreendimento.

Na véspera, o ministro de Minas e Energia, Fernando Coelho Filho disse que as provisões já realizadas pela Eletrobras deveriam ser suficientes para cobrir o impacto de eventuais perdas por casos de corrupção relacionados à estatal elétrica.

Em entrevista a jornalistas após reunião com empresários em São Paulo, ele disse que a Eletrobras não precisará realizar outras baixas contábeis relacionadas a desvios investigados pela Operação Lava Jato, após uma série de impairments de ativos anunciados em seus últimos balanços.
LUPA MERCANTIL - ANÁLISE FUNDAMENTALISTA

323268  - NumBroker   -  22 Jun 2016, 18:27
Boatos de nova gestão. Tem coragem??

SÃO PAULO - As elétricas Eletropaulo (ELPL4) e Eletrobras (ELET3; ELET6) vêm chamando atenção dos investidores. Por razões distintas, as duas empresas subiram até 22% nos últimos 3 pregões. Enquanto a primeira ganha força com a possibilidade de venda para a empresa italiana Enel, a alta da segunda é motivada por dois fatores: a possibilidade de troca de CEO e rumor de processo de privatização.

Nesta sessão, os papéis ONs e PNs da Eletrobras saltavam 10,88% e 9,5%, respectivamente, a R$ 10,09 e R$ 15,68, segundo cotação das 13h12 (horário de Brasília). Com a arrancada, as ações ONs e PNs renovam máxima desde novembro e agosto de 2012, respectivamente, acumulando no ano alta de 75% e 50%. Da mínima do ano (atingida dia 26 de janeiro) até agora, as ações PNs praticamente dobraram de valor, acumulando ganhos de 92%.

A Eletropaulo, por sua vez, mostrava no mesmo horário alta de 5,61%, a R$ 7,72. Desde o fechamento de segunda-feira, os papéis da elétrica acumulam alta de 16%, lembrando que a possibilidade de venda foi levantada ontem por conta de uma entrevista do CEO da italiana Enel, Francesco Starace, à Bloomberg.

Por dentro da alta da Eletrobras
Sobre a arrancada a Eletrobras, Adeodato Volpi Netto, head de mercados de capitais da Eleven Financial, disse que pode estar relacionada a rumores sobre processo de privatização e a possibilidade de troca de CEO. Hoje, o Valor Econômico apontou que o presidente da CPFL Energia (CPFE3), Wilson Ferreira, que deixa a companhia a partir de julho, deverá ser o novo presidente da Eletrobras. Segundo o analista Shin Lai, da Upside Investor, essa mudança seria benéfica para a companhia já que abriria espaço para uma gestão profissional, mais transparente e voltada aos interesses da empresa, e não do Estado.

O convite à Ferreira foi feito pelo ministro de Minas e Energia, Fernado Coelho Filho, que deseja uma "solução de mercado" para a estatal, em meio à grave crise financeira, informou o Valor. Segundo o ministro, a empresa terá que passar por uma profunda reestruturação, com a venda de distribuidoras deficitárias e de participação em sociedades de propósito específico para construir hidrelétricas. Embora a notícia seja positiva, Volpi Netto ressalta que a reação do mercado pode ser um pouco exagerada, como foi a indicação de Pedro Parente à presidência da Petrobras.

Além da troca de CEO, ele ressalta as mensagens positivas para as estatais deixadas ontem pelo presidente em exercício Michel Temer e ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, após pacto feito com os Estados. "Eles deixaram claro a necessidade de um processo de privatização, enxugamento da máquina pública, um governo menos intervencionista, mais leve. Isso é uma sinalização importante e é por aí que virá o caminho para a retomada da confiança e investimentos no País", complementou.

O motivo da disparada da Eletropaulo
Já sobre a Eletropaulo, a alta recente está relacionada à entrevista do CEO da italiana Enel, Francesco Starace, concedida à Bloomberg. Ontem, ele disse que estuda comprar a Eletropaulo. "As avaliações de preço estão finalmente chegando no nível adequado", disse Starace. Nesta tarde, no entanto, a Eletropaulo disse desconhecer as negociações sobre venda de controle.

Apesar do otimismo dos investidores com o interesse da italiana na companhia, analistas do Credit Suisse recomendam cautela. "Não recomendamos que os investidores fiquem tão otimistas com a notícia", disseram analistas do banco nesta quarta-feira.

Eles consideram difícil um player estratégico fazer uma oferta firme pela Eletropaulo a um prêmio significativo aos preços atuais, devido os riscos relacionados à empresa, como alavancagem, passivos previdenciários, disputa judicial com a Eletrobras, problemas de qualidade, sobrecontratação, entre outros.
fonte: http://www.infomoney.com.br/eletrobras/noticia/5205824/choque-das-eletricas-razoes-por-tras-rali-eletrobras-eletropaulo-bolsa

176336 - danieljoseaa -  28 Mar 2013, 02:08
Sessão terror detected!
ELET6:

Resultado do 4º Trimestre de 2012

A empresa anunciou prejuízo líquido de R$ 10,5 B no 4° trimestre de 2012, ante um lucro líquido de R$ 1,0 B no 3T12 e de R$ 557,1 M no quarto trimestre de 2011. A receita líquida totalizou R$ 888,2 M no 4T12, crescimento de 67,8% em relação ao terceiro trimestre de 2012 e acréscimo de 17,5% em relação ao quarto trimestre de 2011.

170720 - Trifloripasempre -  06 Mar 2013, 12:02
Reestruturação na Eletrobrás incluirá venda de ativos

A Eletrobrás conclui este mês seu plano de reestruturação e deve anunciar uma proposta “ousada” de corte de custos operacionais e financeiros, segundo o termo usado por um dos conselheiros da empresa, que inclui um processo de venda de ativos.

Um passo importante foi dado na semana passada.

Foi aprovada a cisão da Amazonas Energia - uma das distribuidoras federalizadas administradas pela estatal - em três diferentes empresas. Tradicionalmente, o desmembramento em ativos de geração, transmissão e distribuição inaugura o processo de oferta ao mercado.

A intenção é ter o plano de reestruturação concluído a tempo de ser aprovado pela União, acionista majoritário, e apresentado à Assembleia Geral Ordinária (AGO) do dia 30 de abril. Para isso, deverá ser apreciado pelo conselho de administração no próximo dia 27.

Há um plano de demissão voluntária (PDV) sobre o qual pesa outra urgência, pois estão simultaneamente em curso as negociações com os sindicatos do acordo coletivo, que deve ser concluído em maio. Nos bastidores, analistas que acompanham o desempenho da Eletrobrás são completamente céticos quanto à capacidade da empresa de atingir níveis aceitáveis de eficiência.
Mas o representante dos minoritários no conselho, Marcelo Gasparino, é enfático em afirmar que percebe avanços desde que ocupou o cargo, em dezembro. (Estadão)

168179 - Trifloripasempre -  21 Fev 2013, 12:15
Aviso para Petro....rs. Lobobão....grande ministro....

Eletrobrás terá de cortar 30% dos gastos com reestruturação

O plano de reestruturação da Eletrobrás terá o desafio de reduzir em 30% os custos da estatal ao longo dos próximos três anos e aumentar também em 30% suas receitas no mesmo período. O presidente da companhia, José da Costa Carvalho Neto, confirmou ontem que a venda de ativos da empresa é uma das alternativas que estão sendo avaliadas junto ao Ministério de Minas e Energia (MME) para atingir esses objetivos.

“Se desfazer de ativos é uma alternativa, mas o plano não está concluído e, se isso ocorrer, será comunicado ao mercado”, disse o executivo ontem, antes de participar de uma reunião do Comitê de Monitoramento do Setor Elétrico, em Brasília. A expectativa é de que o plano esteja pronto em até duas semanas, já com o aval do ministro de Minas e Energia, Edison Lobão.

Segundo Carvalho Neto, a diminuição de custos virá com a redução de serviços, viagens, patrocínios e até mesmo de materiais, além do já anunciado plano de demissão voluntária - ou “desligamento incentivado”, nas palavras do executivo - de funcionários em idades próximas à aposentadoria. Somente Furnas deve reduzir em até 35% o quadro de funcionários até 2018, além do corte de 22% nos seus gastos de custeio no período. (Estadão)

164824 - marcelio2 -  29 Jan 2013, 11:14
Controladas da Eletrobras recebem R$ 5,47 bilhões à vista por concessões

As empresas também receberam no total uma primeira parcela de R$ 441,8 milhões, segundo comunicado

Por Reuters |8h49 | 29-01-2013 A A A

SÃO PAULO - As controladas da Eletrobras (ELET3; ELET6) Chesf, Furnas, Eletrosul e Eletronorte receberam 5,47 bilhões de reais à vista como parte da indenização pela renovação antecipada de concessões de geração e transmissão de energia, informou na noite de segunda-feira (28) a estatal.

As empresas também receberam no total uma primeira parcela de 441,8 milhões de reais, segundo comunicado.

A Eletrobras é o grupo de energia mais afetado pela renovação onerosa das concessões, parte do plano da presidente Dilma Rousseff para reduzir as tarifas de energia, para aumentar a competitividade da indústria nacional e estimular a economia. No final de outubro, a empresa havia estimado que esperava receber indenização do governo de cerca de 30 bilhões de reais, valor negado pelo governo

Segundo explicação da Eletrobras, Chesf, Eletronorte e Eletrosul optaram pelo recebimento de 50 por cento do valor à vista e o restante parcelado e a controlada Furnas optou "pelo recebimento de grande parte valor da indenização de forma parcelada". A empresa não informou o número de parcelas.
O valor original de indenização a ser recebida é de 14,092 bilhões de reais, segundo o comunicado.

Chesf recebeu 3,49 bilhões de reais à vista e primeira parcela de 163,5 milhões de reais, enquanto Furnas recebeu 66,6 milhões e uma primeira parcela de 186,5 milhões. Já Eletrosul registrou 1,015 bilhão de reais à vista e primeira parcela de 49,7 milhões, enquanto Eletronorte apurou 896,7 milhões e parcela de 42,1 milhões de reais.

164570 - pppadv - 25 Jan 2013, 13:01
Governo estuda fim do grupo Eletrobras
Autor(es): Ramona Ordoñez
O Globo - 25/01/2013

Companhia daria lugar a três holdings do setor elétrico
http://clippingmp.planejamento.gov.br/cadastros/noticias/2013/1/25/governo-estuda-fim-do-grupo-eletrobras

A Eletrobras, holding do setor elétrico, pode desaparecer, assim como todas as suas subsidiárias - Chesf, Eletronorte, Furnas, Eletrosul, Eletronuclear e CGTE -, responsáveis por 35,5% da geração energética do país. Para fazer frente à forte redução em suas receitas, de cerca de 70%, devido à renovação dos contratos de concessão com base na MP 579, começa a ganhar força, dentro do Ministério de Minas e Energia, a ideia de se avaliar os rumos que o grupo terá que tomar.

Perdas de R$ 8,7 bilhões

Uma fonte do setor afirmou ao GLOBO que uma possibilidade é a criação de três holdings para a área elétrica: uma de geração, outra de transmissão e uma terceira de distribuição. Cada uma delas absorveria os ativos das atuais subsidiárias da Eletrobras - os ativos de geração de Furnas, por exemplo, iriam para a holding de geração, e assim sucessivamente

Segundo a Eletrobras, a holding está estudando medidas para reduzir seus custos, que serão comunicadas ao mercado até o fim do primeiro trimestre. A empresa informou ainda que a queda de receita é estimada em R$ 8,7 bilhões anuais, "que serão compensados com a entrada em operação dos novos investimentos, como as usinas do (rio) Madeira, e com as medidas de redução de custo".

A discussão da criação das holdings não está na pauta da reunião do Conselho de Administração que acontece hoje. Para o encontro do conselho, está prevista a avaliação de propostas de redução de custos para as empresas enquadrarem seu caixa à nova realidade financeira, devido à redução da receita.

Por enquanto, fontes descartam a possibilidade de a Eletrobras vender, por exemplo, suas participações acionárias em seis distribuidoras, principalmente no Norte e no Nordeste. A Eletrobras assumiu ao longo dos últimos anos o controle dessas distribuidoras, que enfrentavam sérios problemas financeiros e de gestão.

163335 - marcelio2 -  14 Jan 2013, 16:52
(14/01) ELETROBRAS (ELET-N1) - Comunicado
DRI: Armando Casado de Araujo

A empresa envioju o seguinte:

Conforme Comunicado ao Mercado de 31 de janeiro de 2011, informamos aos  senhores acionistas e ao mercado em geral que a Assembleia Geral Extraordinaria  da controlada Eletrosul Centrais Eletricas S.A., realizada em 11 de janeiro de  2013, aprovou a incorporacao da empresa Artemis Transmissora de Energia S.A.

A Eletrosul e uma sociedade anonima de capital fechado, da qual a Eletrobras detem 99,75%, e cuja atividade principal e geracao e transmissao de energia eletrica, estando a incorporacao da empresa acima mencionada em compatibilidade com o desenvolvimento de seu objeto social.

Considerando que a incorporacao ocorreu no ambito das assembleias gerais da Eletrosul e de sua subsidiaria, nao tendo impacto sobre as demonstracoes financeiras consolidadas da Eletrobras, nao ha incidencia do artigo 137 da Lei 6404/76 para os acionistas da Eletrobras.

163174 - marcelio2 -  11 Jan 2013, 16:44
Pessoal, é por essas e outras que tenho firme posicionamento sobre a recuperação no MP dos papéis ELET6.

Afinal de contas, comprar uma companhia que vale quase 80Bi por menos de 10Bi, é uma oportunidade que não aparece todos os anos no mercado. Essa desastrosa MP 579 foi terrível para quem estava "comprado" nela antes, porém, apesar do momento ainda difícil e de desconfiança do mercado em geral, acredito ser uma das melhores oportunidades para TURNAROUND da bolsa no momento.

Cabe ressaltar, que os ela é a maior empresa do setor elétrico da América Latina e seus maiores investidores são os fundos estrangeiros que aguardam os resultados do impacto da MP nos cofres da empresa para se reposicionarem. Monitorando...
[...]

162763 - marcelio2 -  08 Jan 2013, 18:52
28.12.2012 - A história dos próximos 50 anos da Eletrobras começa em 2013

Fonte: Assessoria de Comunicação da Eletrobras

A Eletrobras termina 2012, ano em que completou seu cinquentenário, olhando para o futuro. No ano que vem, a empresa prevê a entrada em operação das usinas hidrelétricas Jirau (3.750 MW, RO), Simplício (333,7 MW, RJ), Batalha (52,5 MW, GO) e São Domingos (48 MW, MS), bem como da PCH João Borges (19,5 MW, SC).

Esses empreendimentos — assim como Angra 3, Santo Antônio e Belo Monte — tiveram um grande impulso em 2012, quando a Eletrobras realizou cerca de 85% de seu orçamento de cerca de R$ 13 bilhões, o maior índice desde o ano 2000 e 11 pontos percentuais acima do desempenho de 2011.

No próximo ano, o orçamento será da ordem de R$ 13,7 bilhões.

Além dos empreendimentos hidrelétricos, 2013 promete ser pródigo para os projetos da Eletrobras na área de energias renováveis. Os complexos eólicos Livramento (78 MW, RS), Miassaba 3 (68,5 MW, RN), Rei dos Ventos 1 e 3 (118,6 MW, RN), Casa Nova (180 MW, BA), Pedra Branca (30 MW, BA), São Pedro do Lago (30 MW, BA) e Sete Gameleiras (30 MW, BA) começarão a operar ano que vem.

Além disso, está prevista a inauguração da primeira planta solar das empresas Eletrobras – o projeto Megawatt Solar, da Eletrobras Eletrosul –, que vai gerar 1 MW usando placas solares no terraço do prédio ocupado pela empresa, em Florianópolis.

O ano de 2012, para a Eletrobras, marcou a comemoração de seus 50 anos, completados em 11 de junho. O ponto alto ocorreu uma semana depois dessa data — em 18 de junho –, quando foi realizada a solenidade oficial em homenagem ao cinquentenário, contando com as presenças do vice-presidente da República, Michel Temer, representando a presidenta Dilma Rousseff, do ministro de Minas e Energia, Edison Lobão, e do governador do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral, entre outras autoridades.

No mesmo dia, nos Arcos da Lapa, a empresa promoveu um show de videomapping que iluminou todo o monumento histórico com luzes e imagens, projetadas durante dez minutos, mostrando a importância da energia na vida da sociedade. Ainda no dia 18, foi lançado o projeto “Luz na Cidade”, patrocinado pela Eletrobras, que destacou com iluminação especial diversas estátuas, monumentos e prédios públicos, localizados principalmente no Centro do Rio de Janeiro.

Investimento forte

Na área de geração, o ano de 2012 foi muito bom para as empresas Eletrobras. Entraram em operação as nove primeiras turbinas da usina Santo Antônio (3.150 MW, RO), com capacidade total de 624,6 MW, a usina Passo São João (77 MW, RS), marcando o retorno da Eletrobras Eletrosul à geração hidrelétrica, as duas primeiras turbinas da usina Mauá (361 MW, PR) e a primeira máquina da PCH Barra do Rio Chapéu (15,2 MW, SC).

A pujança dos investimentos das empresas Eletrobras pôde ser comprovada também nos leilões de linhas de transmissão realizados em março, abril e junho. Juntas, as empresas Eletrobras Chesf, Furnas, Eletrosul e Eletronorte conquistaram seis dos 13 lotes licitados, agregando mais 677 quilômetros de linhas de transmissão e 4.740 MVA ao Sistema Interligado Nacional (SIN), com uma Receita Anual Permitida (RAP) total da ordem de R$ 76 milhões. Em 2012, também foram energizados 955 quilômetros de linhas e, para 2013, a previsão é que entrem em operação mais 9.536 quilômetros de linhas de transmissão e 8.021 MVA, próprios ou em parcerias. Atualmente, estão em construção 13.139,4 quilômetros de linhas, com investimentos de cerca de R$ 10,6 bilhões.

Distribuição

Em 2012, as seis distribuidoras da Eletrobras registraram o seu melhor desempenho desde 2009, ratificado pela evolução do desempenho dos indicadores Perdas de Energia, Gestão da Inadimplência, Qualidade do Serviço (DEC e FEC) e ao Custo do Pessoal, Material, Serviço e Outros em relação à Receita Operacional Líquida (PMSO/ROL), resultado do esforço dos colaboradores, da realização de investimentos e do aprimoramento das ferramentas de gestão. Nos negócios de distribuição, a Eletrobras investiu R$ 1 bilhão este ano e já atende a mais de 3,6 milhões de clientes em seis estados.

Diversas ações na distribuição da Eletrobras tiveram destaque em 2012, como a ampliação das redes de distribuição de média, baixa e alta tensão em 345 quilômetros e a realização de 482 mil inspeções e 154 mil regularizações, propiciando a recuperação de 242,7 mil GWh de energia não faturada, que agregaram R$ 126 milhões de receita para as empresas. Além disso, foi iniciada a implantação da usina termelétrica Mauá 3, em Manaus, com potência instalada de 583 MW.

As distribuidoras, que atuam em áreas de baixa densidade demográfica, têm o desafio de fornecer energia elétrica com qualidade para 3,6 milhões de consumidores, cerca de 5% dos consumidores brasileiros, numa área de 2,3 milhões de quilômetros quadrados, que corresponde a 25,8% do território nacional.

Rio+20

A Eletrobras teve papel de destaque durante a Rio+20, realizada no mês de junho, no Rio de Janeiro. A empresa e suas subsidiárias montaram um estande de 1.060 m², no Espaço da Energia, localizado no Parque dos Atletas, na Barra, em frente ao Riocentro, local principal da Rio+20. O espaço foi inaugurado pela presidenta Dilma Rousseff e pelo ministro de Minas e Energia, Edison Lobão.

No estande, entre palestras e maquetes, foram apresentados alguns projetos pioneiros, como o avião que a Eletrobras Chesf desenvolve, em conjunto com o Instituto Tecnológico da Aeronáutica (ITA). A aeronave — de três metros de comprimento, pesando 12 quilos e guiada por controle remoto – terá a missão de inspecionar, remotamente, as linhas de transmissão, missão realizada atualmente por meio de helicópteros tripulados, diminuindo custos e evitando o risco de vida dos técnicos envolvidos nas operações de inspeção.

Durante o evento, a Eletrobras assinou documentos visando formar parcerias internacionais que ampliarão sua atuação global. Foram realizadas reuniões de negócios com representantes dos governos da Nigéria e Nicarágua, além de representantes das empresas Endesa Brasil, Enel (Itália) e Eskom (África do Sul). A Eletrobras também assinou memorandos de entendimentos com as empresas UTE (Uruguai) e EDF (França).

Concessões do setor elétrico

Também em 2012, a Eletrobras aderiu aos esforços do governo brasileiro, que, por meio das MPs 579 e 591, vai reduzir a conta de luz para o consumidor final. A empresa aceitou integralmente a proposta de renovação das concessões de geração e transmissão, cujos contratos venceriam entre 2015 e 2017 e que representavam 16 usinas e 56 mil quilômetros de linhas de transmissão.

Os valores das indenizações a que a empresa terá direito por ativos ainda não amortizados estão sendo calculados pelo governo, mas a garantia mínima é de recursos da ordem de R$ 14 bilhões, que serão usados para investimentos.

A MP 579 criou uma oportunidade para a Eletrobras rever seus custos, tornando-se mais eficiente e buscando ganhos de escala.

161937 - edbmsev -  30 Dez 2012, 23:34
Professor, agradeço pelo seu tempo e paciência nesse debate sobre os DY da ELET.
Por hora, fico ainda não convencido ao não recebimento de proventos por parte das ON. Sobretudo, tendo em vista o passado recente e o desgaste causado a empresa, com a retenção desses pagamentos. Ressalta-se que a empresa os vem pagando em 4 parcelas, reajustados e atualizados pela Selic. De qualquer forma, é uma baita grana.
Sendo assim, para dirimir "minhas" dúvidas, já encaminhei pedido de esclarecimento a esse respeito ao setor de RI da empresa. Na semana que vem, devemos ter alguma novidade. Penso em ir pessoalmente a sede da empresa, caso ainda reste dúvida com a resposta da minha solicitação.
Na minha modesta opinião, a ELET é uma empresa muito barata nessa ocasião. O plano de investimentos 2013 até 2015, bem como, as medidas implantadas pela direção fim reajustar as contas da empresa, a ser anunciado já no início do ano que vem, pode ser o início da volta da confiança dos "investidores".
"No ano que vem, a empresa prevê a entrada em operação das usinas hidrelétricas Jirau (3.750 MW, RO), Simplício (333,7 MW, RJ), Batalha (52,5 MW, GO) e São Domingos (48 MW, MS), bem como da PCH João Borges (19,5 MW, SC).
Esses empreendimentos — assim como Angra 3, Santo Antônio e Belo Monte — tiveram um grande impulso em 2012, quando a Eletrobras realizou cerca de 85% de seu orçamento de cerca de R$ 13 bilhões, o maior índice desde o ano 2000 e 11 pontos percentuais acima do desempenho de 2011.
No próximo ano, o orçamento será da ordem de R$ 13,7 bilhões."
Imaginem se "metade" disso aqui fosse anunciado por qualquer outra empresa do setor para o ano que vem... Sem sombra de dúvidas, seria um baita catalisador para impulsionar as cotações como um foguete.
Em duas semanas a ELPL4 subiu mais de 35% em duas semanas. Qual a explicação? Pouco antes desse movimento, ela "perde" uma ação bilionária para a própria Eletrobrás e paga DY muito aquém do que vinha pagando, ale´m de muito mais baixo que o percebido por suas principais concorrentes.
De qualquer forma, o "setor" elétrico sempre foi considerado como "defensivo" em momentos de incerteza e riscos da macro-economia. O abismo fiscal americano está posto à mesa e batendo a porta dos grandes mercados internacionais. Aonde eles vão aportar seu capital???
Uma vantagem para a Eletrobrás é a propensão do governo em apoiá-la por meio de recursos do Tesouro Nacional, o que pode representar um funding barato para a empresa. Acho provável que a empresa receba financiamento subsidiado por parte do governo, como parte de compensar, ao menos parcialmente, os efeitos negativos da MP579.

Me parece improvável qualquer tipo de reestruturação mais efetiva da Eletrobrás, que envolva redução de seu quadro de pessoal. Acho q veremos mais do mesmo em termos de má gestão. Também não dá para acreditar que a Eletrobrás deixará de participar de projetos de baixo retorno sobre o capital, renegados pelo setor privado mesmo com financiamento farto do BNDES.

Participar de projetos de baixa rentabilidade e assumir micos como as distribuidoras federalizadas parece ser a contrapartida da Eletrobrás a oferta de funding mais barato por parte do governo.

O custo de financiamento diretamente no mercado, como por meio da emissão de debêntures no mercado interno ou títulos no exterior deve ficar mais salgado, apesar de o investidor associar o risco da empresa ao risco Brasil.

As ações preferenciais podem ser uma boa oportunidade se a reserva de lucros não zerar. Acredito que nos próximos anos veremos mais do mesmo na Eletrobrás, má gestão e baixa rentabilidade, com retorno de dividendos garantidos aos preferencialistas por meio de disposição estatutária.

Sempre haverá o risco de alguma reforma estatutária que venha a eliminar o benefício em tela ou de aumento de capital em condições tão desfavoráveis que os dividendos auferidos não compensem a diluição futura no capital da empresa.

Mas imaginem se algum dia entrar um governo mais favorável ao capital privado, que decida privatizar a Eletrobás ou pelo menos torná-la uma empresa mais eficiente. Daí, quem tiver comprado na fase de vacas magras pode se dar muito bem.

De qualquer maneira, a Eletrobrás está longe de ser um investimento defensivo.

Prefiro dez mil vezes ter empresas como Copel ON, Cemig PN e Transmissão Paulista PN em carteira.

Tractebel ON e CPFL ON são as melhores, mas com preço aparentemente salgado.

CPFL provavelmente tem valor a ser agregado relativamente a compra recente dos ativos do Grupo Rede, em parceria com a Equatorial, e com eventual oferta pública de sua empresa de geração de energia renovável.

Tractebel deve levar algum tempo para digerir a compra da participação de sua controladora, a GDF Suez, no empreendimento de Jirau, provavelmente a partir do segundo semestre de 2013.

Eletropaulo é a grande incógnita, mas com baixo valor de mercado se o horizonte for realmente longo prazo, acima de 5 anos, pois é um ativo muito atrativo em um cenário de consolidação do setor elétrico buscando ampliação de margens por meio de ganhos de escala. Imagine quanto valeria o ativo para a CPFL? Agora pensem no fato de ter tag along de 100%. Além disto, teremos novas revisões tarifárias até 2028 quando vence a concessão da distribuidora paulistana e a possibilidade de revisões extraordinárias na hipótese de desequilíbrio econômico-financeiro. Ninguém vai querer que haja um apagão na capital financeira do País.

161897 - marcelio2 - 30 Dez 2012, 04:50
[...]
Os papéis da Eletrobras (ELET3; ELET6) figuram na segunda e terceira pior posição do Ibovespa no ano. Os ativos ELET3 caíram 61,36%, aos R$ 6,33, enquanto as ações ELET6 despencaram 57,51%, aos R$ 10,48. Na sequência, as ações da Eletropaulo (ELPL4) e Transmissão Paulista (TRPL4) registraram desvalorização de 47,40%, aos R$ 16,80, e 39,90%, aos R$ 32,99, respectivamente.

As ações das elétricas derreteram a partir de setembro, com analistas e investidores ajustando seus preços-alvo à nova realidade do setor. Os investidores se sentiram intimidados pelos estragos da MP vão causar nos próximos resultados das empresas. No caso da Eletrobras, para conquistar a renovação, a companhia aceitou receber, a partir de 2013, remuneração até 70% inferior à atual pelo serviço prestado por esses empreendimentos. A queda na remuneração vai levar a empresa a uma perda anual de cerca de R$ 8 bilhões - o equivalente a 25% da receita da Eletrobras, que é de R$ 31 bilhões.
[...]

161896 - marcelio2 -  30 Dez 2012, 04:18
Eletrobras prevê investimento de R$ 13,7 bilhões em 2013

Empresa empregou R$ 11 bilhões em seus projetos, o que equivale a 85% dos R$ 13 bilhões previstos para este ano

Alexandre Canazio, da Agência CanalEnergia, Investimentos e Finanças
28/12/2012

A Eletrobras prevê um novo ano movimentado na área geração com a entrada em operação de várias usinas, principalmente, hidrelétricas. Em 2013, o grupo deve investir um total de R$ 13,7 bilhões. Neste ano, a empresa empregou R$ 11 bilhões em seus projetos, o que equivale a 85% dos R$ 13 bilhões previstos para o ano.

Dados divulgados pelo Ministério do Planejamento, contudo, mostram número menor de execução de R$ 4,233 bilhões até outubro, ou 41,2% do orçamento monitorado de R$ 10,277 bilhões. A diferença pode ser explicada pela metodologia de cálculo dos aportes. O ministério considera os investimentos feitos pelas empresas, enquanto a Eletrobras soma os feitos também por empresas coligadas, como as sociedades de propósito específico.

No ano que vem, estão previstas a entrada em operação das hidrelétricas de Jirau (RO-3.750 MW), Simplício (RJ-333,7 MW), Batalha (GO-252 MW) e São Domingos (MS-48 MW). A usina do Rio Madeira deve entrar em operação no primeiro trimestre, mas Simplício tem que vencer uma briga judicial, que impede o enchimento do reservatório. Além das hídricas, projetos eólicos também estão na programação para operar, além do projeto Megawatt Solar da Eletrosul, que consiste em uma central de 1 MW.

Do investimento total de 2012, R$ 1 bilhão foram destinados às distribuidoras do grupo. O foco foi a ampliação das redes de distribuição, além do combate as perdas não técnicas. As concessionárias realizaram 482 mil inspeções e 154 mil regularizações, propiciando a recuperação de 242,7 mil GWh de energia não faturada, que agregaram R$ 126 milhões de receita.

161884 - marcelio2 -  30 Dez 2012, 01:50
28.12.2012 - A história dos próximos 50 anos da Eletrobras começa em 2013

Fonte: Assessoria de Comunicação da Eletrobras

A Eletrobras termina 2012, ano em que completou seu cinquentenário, olhando para o futuro. No ano que vem, a empresa prevê a entrada em operação das usinas hidrelétricas Jirau (3.750 MW, RO), Simplício (333,7 MW, RJ), Batalha (52,5 MW, GO) e São Domingos (48 MW, MS), bem como da PCH João Borges (19,5 MW, SC).

Esses empreendimentos — assim como Angra 3, Santo Antônio e Belo Monte — tiveram um grande impulso em 2012, quando a Eletrobras realizou cerca de 85% de seu orçamento de cerca de R$ 13 bilhões, o maior índice desde o ano 2000 e 11 pontos percentuais acima do desempenho de 2011.

No próximo ano, o orçamento será da ordem de R$ 13,7 bilhões.

Além dos empreendimentos hidrelétricos, 2013 promete ser pródigo para os projetos da Eletrobras na área de energias renováveis. Os complexos eólicos Livramento (78 MW, RS), Miassaba 3 (68,5 MW, RN), Rei dos Ventos 1 e 3 (118,6 MW, RN), Casa Nova (180 MW, BA), Pedra Branca (30 MW, BA), São Pedro do Lago (30 MW, BA) e Sete Gameleiras (30 MW, BA) começarão a operar ano que vem.

Além disso, está prevista a inauguração da primeira planta solar das empresas Eletrobras – o projeto Megawatt Solar, da Eletrobras Eletrosul –, que vai gerar 1 MW usando placas solares no terraço do prédio ocupado pela empresa, em Florianópolis.

O ano de 2012, para a Eletrobras, marcou a comemoração de seus 50 anos, completados em 11 de junho. O ponto alto ocorreu uma semana depois dessa data — em 18 de junho –, quando foi realizada a solenidade oficial em homenagem ao cinquentenário, contando com as presenças do vice-presidente da República, Michel Temer, representando a presidenta Dilma Rousseff, do ministro de Minas e Energia, Edison Lobão, e do governador do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral, entre outras autoridades.

No mesmo dia, nos Arcos da Lapa, a empresa promoveu um show de videomapping que iluminou todo o monumento histórico com luzes e imagens, projetadas durante dez minutos, mostrando a importância da energia na vida da sociedade. Ainda no dia 18, foi lançado o projeto “Luz na Cidade”, patrocinado pela Eletrobras, que destacou com iluminação especial diversas estátuas, monumentos e prédios públicos, localizados principalmente no Centro do Rio de Janeiro.

Investimento forte

Na área de geração, o ano de 2012 foi muito bom para as empresas Eletrobras. Entraram em operação as nove primeiras turbinas da usina Santo Antônio (3.150 MW, RO), com capacidade total de 624,6 MW, a usina Passo São João (77 MW, RS), marcando o retorno da Eletrobras Eletrosul à geração hidrelétrica, as duas primeiras turbinas da usina Mauá (361 MW, PR) e a primeira máquina da PCH Barra do Rio Chapéu (15,2 MW, SC).

A pujança dos investimentos das empresas Eletrobras pôde ser comprovada também nos leilões de linhas de transmissão realizados em março, abril e junho. Juntas, as empresas Eletrobras Chesf, Furnas, Eletrosul e Eletronorte conquistaram seis dos 13 lotes licitados, agregando mais 677 quilômetros de linhas de transmissão e 4.740 MVA ao Sistema Interligado Nacional (SIN), com uma Receita Anual Permitida (RAP) total da ordem de R$ 76 milhões. Em 2012, também foram energizados 955 quilômetros de linhas e, para 2013, a previsão é que entrem em operação mais 9.536 quilômetros de linhas de transmissão e 8.021 MVA, próprios ou em parcerias. Atualmente, estão em construção 13.139,4 quilômetros de linhas, com investimentos de cerca de R$ 10,6 bilhões.

Distribuição

Em 2012, as seis distribuidoras da Eletrobras registraram o seu melhor desempenho desde 2009, ratificado pela evolução do desempenho dos indicadores Perdas de Energia, Gestão da Inadimplência, Qualidade do Serviço (DEC e FEC) e ao Custo do Pessoal, Material, Serviço e Outros em relação à Receita Operacional Líquida (PMSO/ROL), resultado do esforço dos colaboradores, da realização de investimentos e do aprimoramento das ferramentas de gestão. Nos negócios de distribuição, a Eletrobras investiu R$ 1 bilhão este ano e já atende a mais de 3,6 milhões de clientes em seis estados.

Diversas ações na distribuição da Eletrobras tiveram destaque em 2012, como a ampliação das redes de distribuição de média, baixa e alta tensão em 345 quilômetros e a realização de 482 mil inspeções e 154 mil regularizações, propiciando a recuperação de 242,7 mil GWh de energia não faturada, que agregaram R$ 126 milhões de receita para as empresas. Além disso, foi iniciada a implantação da usina termelétrica Mauá 3, em Manaus, com potência instalada de 583 MW.

As distribuidoras, que atuam em áreas de baixa densidade demográfica, têm o desafio de fornecer energia elétrica com qualidade para 3,6 milhões de consumidores, cerca de 5% dos consumidores brasileiros, numa área de 2,3 milhões de quilômetros quadrados, que corresponde a 25,8% do território nacional.

Rio+20

A Eletrobras teve papel de destaque durante a Rio+20, realizada no mês de junho, no Rio de Janeiro. A empresa e suas subsidiárias montaram um estande de 1.060 m², no Espaço da Energia, localizado no Parque dos Atletas, na Barra, em frente ao Riocentro, local principal da Rio+20. O espaço foi inaugurado pela presidenta Dilma Rousseff e pelo ministro de Minas e Energia, Edison Lobão.

No estande, entre palestras e maquetes, foram apresentados alguns projetos pioneiros, como o avião que a Eletrobras Chesf desenvolve, em conjunto com o Instituto Tecnológico da Aeronáutica (ITA). A aeronave — de três metros de comprimento, pesando 12 quilos e guiada por controle remoto – terá a missão de inspecionar, remotamente, as linhas de transmissão, missão realizada atualmente por meio de helicópteros tripulados, diminuindo custos e evitando o risco de vida dos técnicos envolvidos nas operações de inspeção.

Durante o evento, a Eletrobras assinou documentos visando formar parcerias internacionais que ampliarão sua atuação global. Foram realizadas reuniões de negócios com representantes dos governos da Nigéria e Nicarágua, além de representantes das empresas Endesa Brasil, Enel (Itália) e Eskom (África do Sul). A Eletrobras também assinou memorandos de entendimentos com as empresas UTE (Uruguai) e EDF (França).

Concessões do setor elétrico

Também em 2012, a Eletrobras aderiu aos esforços do governo brasileiro, que, por meio das MPs 579 e 591, vai reduzir a conta de luz para o consumidor final. A empresa aceitou integralmente a proposta de renovação das concessões de geração e transmissão, cujos contratos venceriam entre 2015 e 2017 e que representavam 16 usinas e 56 mil quilômetros de linhas de transmissão.

Os valores das indenizações a que a empresa terá direito por ativos ainda não amortizados estão sendo calculados pelo governo, mas a garantia mínima é de recursos da ordem de R$ 14 bilhões, que serão usados para investimentos.

A MP 579 criou uma oportunidade para a Eletrobras rever seus custos, tornando-se mais eficiente e buscando ganhos de escala.

161805 - edbmsev -  28 Dez 2012, 23:04
Impressionante o porte da Eletrobrás. Pena que é uma empresa mal gerida, pois seus ativos são valiosíssimos.

Agora destacar a redução de verbas de patrocínio como parte do plano de aumento da eficiência operacional da Eletrobrás é piada. O valor de 13 milhões que ela teria pago para a confederação brasileira de basquete não é nada no resultado da empresa. Parece aquela empresa que pretende cortar o cafezinho dos funcionários para voltar a dar lucro, ehehehe ... a solução dos problemas da empresa exige medidas muito mais severas como o saneamento da situação das distribuidoras federalizadas.

Um alento para os minoritários é que os efeitos da má gestão da empresa e da MP579 tendem a ser mitigados, em parte, por recursos fartos e baratos do Tesouro a serem repassados para a empresa. Daí, talvez haja alguma esperança para quem detém ações preferenciais, que contam com dividendos mínimos estatutários como percentual do capital social (desde que as reservas de lucro não sejam zeradas).

161745 - marcelio2 -  28 Dez 2012, 19:31
Eletrobras investiu R$ 10 bilhões em 2012

Os números estimados pela Eletrobras indicam que um investimento, este ano, de R$ 10 bilhões, do total programado de R$ 12,3 bilhões, informou hoje (28) a estatal, por meio de sua assessoria de imprensa. Em 2013, o orçamento previsto para investimentos é R$ 13,7 bilhões. O balanço deste ano deverá ser divulgado até o primeiro trimestre de 2013.

A Eletrobras deverá ter uma queda na receita, devido à renovação das concessões de geração e transmissão que venceriam em 2015 e 2017 para adesão ao programa de redução da conta de energia do governo federal. As concessões representavam 16 usinas e 56 mil quilômetros de linhas de transmissão. Não foi definida a indenização a que a companhia terá direito por ativos não amortizados. A garantia mínima são recursos no valor de R$ 14 milhões, que serão direcionados para investimentos.

Em consequência da queda da receita, a empresa está trabalhando em um plano de redução de custos entre 2013 e 2015, incluindo diminuição de verba para publicidade e patrocínio, como o destinado para confederações esportivas como a Confederação Brasileira de Basquete, que recebeu este ano R$ 13 milhões da estatal, e na melhoria da eficiência empresarial, visando à obtenção de ganhos de escala. O plano será anunciado no início do próximo ano.

A Eletrobras completou 50 anos em 2012, com a entrada em funcionamento das nove primeiras turbinas da Usina de Santo Antônio, localizada em Rondônia; da Usina Passo São João, no Rio Grande do Sul; das duas primeiras turbinas da Usina Mauá, no Paraná; e da primeira máquina da pequena central hidrelétrica (PCH) Barra do Rio Chapéu, em Santa Catarina. Esses empreendimentos representam geração de 1.077,8 megawatts (MW).

Para 2013, a Eletrobras prevê o início de operação das usinas hidrelétricas Jirau, em Rondônia, com 3.750 MW; Simplício, no Rio de Janeiro, com 333,7 MW; Batalha, em Goiás, com 52,5 MW; e São Domingos, no Mato Grosso do Sul, com 48 MW, além da PCH João Borges, em Santa Catarina, com 19,5 MW.

Também está prevista a entrada em funcionamento, no ano que vem, dos parques eólicos do Livramento, no Rio Grande do Sul; Miassaba 3 e Rei dos Ventos 1 e 3, no Rio Grande do Norte; Casa Nova, Pedra Branca, São Pedro do Lago e Sete Gameleiras, todas na Bahia. No total, serão 535,1 MW a mais no sistema elétrico nacional.

Está prevista em 2013 a inauguração da primeira usina solar do grupo Eletrobras. O projeto Megawatt Solar, da Eletrosul, que vai gerar 1 MW, a partir de placas solares instaladas no terraço do prédio da empresa, situado em Florianópolis (SC).

Durante o ano, as empresas Eletrobras energizaram 955 km de linhas. Atualmente, encontram-se em construção 13.139,4 km de linhas de transmissão, com investimentos de R$ 10,6 bilhões. Para 2013, a meta é iniciar a operação de mais 9.536 km de linhas, informou a estatal.

161716 - marcelio2 -  28 Dez 2012, 14:39
Muito bom dia a todos.

Último pregão do ano hoje. Ótima oportunidade de repensar os erros e corrigir o rumo em 2013.

A matéria abaixo é um ótimo meio de visualizar que, talvez, algumas dessas listadas abaixo podem fazer um caminho diferente no ano que vem e se os preços atuais, se mostrarem uma grande "oportunidade" de investimento.

Lembrando que devemos comprar empresas boas e grandes em momentos difíceis e com bom desconto na cotação. Depois é ter tranquilidade e surfar na onda da alta quando os ventos virarem a seu favor.

O timing da "entrada" é o que faz a diferença de um bom investimento ou prejuízo certo. Cabe a todos estudar um pouco e garimpar as oportunidades que as crises oferecem. Boa sorte a todos nas suas decisões.

De falências até blue chips, veja os maiores micos da bolsa em 2012

Empresas como Mundial, Pet Manguinhos, OGX, HRT e Eletrobras apareceram como más apostas para os investidores; Facebook foi o destaque negativo internacional

Por Lara Rizério |9h42 | 28-12-2012 A A A

SÃO PAULO - O ano de 2012 foi bastante movimentado para aqueles que detinham ações de algumas empresas que acabaram se tornando "micos". Dentre elas, estiveram papéis de empresas que decretaram falência ou foram liquidadas até grandes companhias que sofreram com alto endividamento ou com uma produção bem abaixo da esperado pelo mercado.

Veja abaixo as ações que mais se destacaram - mesmo que negativamente - e que viraram notícia no ano que está acabando:
[...]
11. Eletrobras: intervenção governamental levou à queda

As ações de empresas de energia sempre foram consideradas defensivas, dado a suas garantias de boas pagadoras de dividendos, fluxo de caixa estável e sem grandes volatilidades. Entretanto, o ano mostrou surpreendente para os papéis deste setor, uma vez que eles passaram a ter alta volatilidade em decorrência das intervenções do governo no mercado de energia, com o ajuste para baixo das tarifas de energia.

Os papéis mais afetados no período foram os da Eletrobras (ELET3, R$ 6,32, -61,42%; ELET6, R$ 10,44, -57,67%), sendo a segunda e terceira maior queda do Ibovespa em 2012. O estopim para os papéis se deu a partir de setembro, após o governo anunciar que realizaria cortes de 16,2% no preço de energia residencial e de 28% para o setor produtivo. O risco regulatório e a maneira como este corte seria feito foram um dos temores do mercado para fugir dos ativos do setor.
A definição dos valores de indenizações no começo de novembro para as companhias que quisessem renovar as concessões que venceriam entre 2015 e 2017 antecipadamente foram a grande decepção do mercado. O Ministério de Minas e Energia afirmou que pagaria cerca de R$ 20 bilhões às elétricas no total, bem abaixo do esperado. No caso da Eletrobras, esperava-se indenização de cerca de R$ 30 bilhões pelas concessões. Entretando, a resistência de grandes empresas em renovar as concessões fizeram o governo mudar de planos, atrapalhando assim os planos de redução das contas de energia.

A Eletrobras atingiu patamares vistos pela última vez em 2004 - retrocedendo assim a ganhos acumulados nos últimos oito anos em apenas dois meses, fazendo com que o governo assegurasse que a companhia estatal não iria falir. Durante a teleconferência para falar dos números apresentados, o diretor de relações com investidores, Armando Casado de Araújo, disse que o Ebitda (lucro antes dos juros, impostos, depreciação e amortização) da empresa deveriam zerar no ano que vem caso os valores das concessões fossem confirmados.

ELET3 em 2012: -61,42%; ELET6 em 2012: -57,67%
[...]

161571 - paulo_prof -  26 Dez 2012, 15:55
Citação: marcelio2
Pessoal, mais alguém aí comprando ELE3/6 para buy and hold?
Uma hora essa ação vai reagir forte. Estou na expectativa de DY para início do ano que vem.
Por melhor que seja a idenização pelo ativos não inteiramente depreciados (fala-se em aprox. R$ 30 bilhões), a ELET deve postar um prejuízo monstro no exercício de 2012.

Postando um prejuízo, pelo menos em princípio, as ELET3 não devem receber proventos embora haja um "zum zum" no mercado especulando que o governo pode decidir pagar assim mesmo.

Já as ELET6, pelo menos em princípio, deverão receber algo no entorno de R$ 1,85 por ação. Isto é garantido pelo estatuto, desde que determinadas condições sejam satisfeitas (basicamente, que haja uma Reserva de Lucros para custear a despesa). Como a idenização a ser recebida foi muito melhorada, é 99,9% certo de que o tamanho do prejuízo do 4T12 não será suficiente para zerar as Reservas. Em conseqüência, estes aprox. R$ 1,85 terão que ser distribuídos no máximo até fins de abril de 2013 e pagos no máximo até o final de 2013.

Na minha expectativa, a Eletrobrás não produzirá lucro em 2013 e, possivelmente, não também em 2014. Isto porque a Receita cairá violentamente e não há como diminuir as despesas de um dia para outro. De um lado, Programas de Demissão Voluntária levam tempo para serem efetivados; de outro, a empresa terá que aprender a ser eficiente para poder lucrar no novo ambiente regulatório imposto pela ANEEL.

Diante de tudo isto, um investimento em ELET3 é arriscado. Já o risco de um investimento em ELET6 parece ser muito menor em função do dispositivo estatutário que garante a distribuição de proventos mesmo com prejuízo.

Mas que é que garante que a Dilma não vai meter a colher neste dispositivo estatutário? A menos que esteja enganado, para efetivar uma alteração no estatuto, basta uma AGE.

157724 - paulo_prof -  21 Nov 2012, 01:41
Eu acho que o "impairment" relativo à diferença entre o valor contábil dos resíduos e o valor que o governo quer/vai pagar é o menor dos problemas ...

Esta diferença, de aprox. R$ 18,72 bilhões, deve impactar o lucro líquido em aprox. R$ 12,36 bilhões. A diferença a empresa vai poder contabilizar no ativo, como IR/CS a compensar no futuro ...

O problema é na diminuição violenta da receita. Serão aprox. R$ 3,94 bilhões na transmissão e R$ 5,69 bilhões em geração, totalizando aprox. R$ 9,63 bilhões.

Considerando que a Eletrobrás não se preparou para esta pancada, levará muito tempo até que consiga adequar o nível de despesas ao novo nível de receitas. Se tiver sorte, acho que vai conseguir equilibrar as contas depois de uns 3 anos. Deve-se lembrar também que a redução de despesas via redução de pessoal (PDVs) normalmente impacta as contas no curto prazo. Os Resultado Líquidos de 2012, 2013 e 2014 serão prejuízos monstros que provavelmente vão zerar a Reserva de Lucros e gerar Prejuízos Acumulados de monta.

Uma forma de conseguir equilibrar as contas mais rápidamente seria via uma agressividade extrema na disputa por novas concessões. Mas para isto é necessário um poder de fogo que a Eletrobrás altamente endividada (em relação ao Ebitda potencial que poder gerar) só conseguirá, se o governo decidir capitalizá-la abundantemente ... Pouco provável ...

157705 - small caps -  21 Nov 2012, 01:03
Rodrigo, assim que a estatal elétrica brasilena aceitar a renovação da concessão vai sumir uma receita gigantesca que dava equilíbrio ao balanço...
Não é apenas o impairment uma vez só... é a redução perene da receita líquida... justamente a receita líquida que mantinha a estrutura da empresa com um mínimo de lucratividade. As distribuidoras da ELET são um saco de prejuízos... e o que dava lucro... 
Rodrigo dá uma espiadinha no possível tamanho da TROLHA:

"A companhia também detalhou a perda de receita em caso de renovação das concessões: serão 9,6 bilhões de reais por ano a menos em relação ao patamar atual.

A queda na receita é superior à prevista pelo presidente da Eletrobras, José Carvalho da Costa Neto, que disse em meados de outubro que seria de até 8 bilhões de reais por ano."

E o que falei da distribuição de energia, isto antes da revisão tarifária:

"No segmento de distribuição de energia, em que a Eletrobras vem acumulando sucessivos prejuízos com suas unidades federalizadas, a empresa apresentou apenas números do acumulado do ano até setembro. E os dados da subsidiária no Acre não foram concluídos a tempo.

O prejuízo nas outras cinco distribuidoras do grupo foi de 852 milhões de reais de janeiro a setembro, acima da perda de 837 milhões de reais na mesma etapa em 2011. O Ebitda foi negativo em 195 milhões de reais, melhora em relação ao resultado também negativo de 304 milhões de reais, na mesma base de comparação."

http://br.reuters.com/article/topNews/idBRSPE8AE00320121115?pageNumber=1&virtualBrandChannel=0

A TROLHA É GRANDE, muito, muito grande! E não entendi porque tanto otimismo daquele pessoal que acha que o preço justo é R$ 1,00...

157635 - small caps -  20 Nov 2012, 14:29
Estas aí, meus ilustres, são as empresas que o povo ignorante não quer que tenham gestão eficiente:

Onde será que foram parar os R$ 4 bilhões?

Ah, claro... o problema é privatização, não é Petralhada?

Os R$ 4 bilhões e os prejuízos deixa que o Tesouro banco... o trouxa do contribuinte paga...

Apagou geral: cinco problemas da Eletrobrás
10:30, 19 de November de 2012
Felipe Patury
Energia Tags: Eletrobras
A Eletrobrás concluiu que o desempenho da estatal é gravemente comprometido pelo caos administrativo-financeiro das cinco distribuidoras estaduais de energia que não foram privatizadas: as centrais de Manaus, do Amazonas, de Rondônia, do Acre e do Piauí. Juntas, elas já devem mais de R$ 4 bilhões e não conseguem sair do prejuízo. A Eletrobrás quer vendê-las, mas não encontra interessados em comprá-las. A situação tende a piorar com a provável redução no faturamento a partir do próximo ano em razão da redução das tarifas de energia. (Epoca 19/11/12)

157634 - small caps -  20 Nov 2012, 14:26
O confisco da Eletrobras
É impressionante o desprezo com que os burocratas de Brasília tratam o patrimônio das empresas estatais. "As ações sobem e descem", disse um deles semanas atrás quando perguntado sobre a reação do mercado ao pacotaço elétrico. No caso, desciam desvairadamente ladeira abaixo alguns bilhões de reais, parte do patrimônio do país e da aposentadoria de funcionários públicos como ele. Continuam descendo e no caso da Eletrobras rumam para o patamar de preço da época do confisco do governo Collor.

Não importa o nome de quem diz essas estultices, porque é incrivelmente recorrente. Dizem sem o menor escrúpulo, sem o menor receio de mexer com empresas negociadas em bolsa. As ações sobem e descem, e o fazem por algum motivo. No caso das elétricas, está bem claro. Não se trata da mão invisível do mercado, mas de uma mão gorda cheia de dedos com endereço certo no Planalto Central.

A Eletrobras, holding do setor elétrico, perdeu cerca de R$ 13 bilhões de valor de mercado neste ano até sexta-feira - passou de R$ 26 bilhões no fim dezembro para R$ 13 bilhões na sexta-feira, 50% de queda. A sangria continua hoje, com a ação PNB em queda de 10% às 14h15. O valor da empresa, reajustado pela inflação, está próximo do início da década de 90.

Pelos menos metade do prejuízo é creditado direto na conta do governo, mais especificamente na do Tesouro (40,9% do capital total da empresa), da BNDESPar (14,7%) e do próprio BNDES (7%), sem contar participações menores da Caixa Econômica Federal e de fundos diversos. (Como outro funcionário disse recentemente que as elétricas não podem ter lucros "extraordinários", outra ideia recorrente, os setores mais ideologicamente rancorosos do governo devem estar festejando que alguns estrangeiros, com o fundo norueguês Skagen, também estão afundando nesse barco.)

Mas perder bilhões é só parte da história. Com seu valor rumo aos R$ 10 bilhões (um banco já colocou seu preço-alvo em R$ 1!), a Eletrobras tende a valer um décimo de seu patrimônio líquido - que é do país, não do governo, nunca é demais lembrar. É um indicador, este sim, extraordinário. O mínimo que se espera é que uma empresa valha pelo menos o seu patrimônio contábil. A empresa está subavaliada desde meados da década de 90, mas o indicador atual está próximo de 2002, antes de o governo do PT assumir, quando o Ibovespa estava próximo de 8 mil pontos e o dólar batia em R$ 4. Entre 1.955 empresas das Américas acompanhadas pela consultoria Economática, a Eletrobrás ficaria em 1.869º lugar no quesito P/VPA; entre as empresas do setor, não há nenhuma abaixo. Uma destruição de valor dessas não tem parâmetros na história moderna do mercado de capitais.

Leia mais em:
http://www.valor.com.br/valor-investe/casa-das-caldeiras/2908532/o-confisco-da-eletrobras#ixzz2ChxKGSgn

157624 - small caps  -  20 Nov 2012, 12:27
Pois eh...

É só ela fazer o impairment da diferença entre a indenização e valor que está em balanço no ativo que pode ficar mais de uma década com prejuízo acumulado... isto se um dia voltar a apresentar lucros...

Assalto ao vivo ao acionista minoritário e ao Tesouro Nacional que terá que arcar com uma possivel capitalização.

O povo, ignorante como é, esquece quem vai efetivamente pagar a conta...

Triste país...

157599 - paulo_prof -  20 Nov 2012, 02:17
Para chutar um preço justo ter-se-ia que ter uma bola de cristal ... são muitas as variáveis em jogo ...

Após a renovação das concessões, a ELET estará completamente desprovida de capital. Sem capital, não pode competir em licitações de energia nova e novas linhas de transmissão, nem naquelas licitações que estarão vencendo entre 2015 e 2017 porque não foram renovadas agora.

Não podendo competir, provavelmente, os preços nas licitações vão aumentar. O governo vai ficar nervoso e resolver que a ELET tem que ser capitalizada.

Como é que se dará a capitalização? Qual será o preço? O governo vai obrigar os fundos de pensão a entrarem no negócio?

O preço justo das ELETs será uma função da capacidade da ELET investir para abocanhar concessões que façam a sua receita futura aumentar.

Não tenho a mínima idéia ...

157568 - polycrav -  20 Nov 2012, 00:08
O confisco da Eletrobras

É impressionante o desprezo com que os burocratas de Brasília tratam o patrimônio das empresas estatais. "As ações sobem e descem", disse um deles semanas atrás quando perguntado sobre a reação do mercado ao pacotaço elétrico. No caso, desciam desvairadamente ladeira abaixo alguns bilhões de reais, parte do patrimônio do país e da aposentadoria de funcionários públicos como ele. Continuam descendo com tanta convicção que, nesse ritmo, a Eletrobras ruma  celeremente para o patamar de preço da época do confisco do governo Collor.

Não importa o nome de quem diz essas estultices, porque é incrivelmente recorrente. Dizem sem o menor escrúpulo, sem o menor receio de mexer com empresas negociadas em bolsa. As ações sobem e descem, e o fazem por algum motivo. No caso das elétricas, está bem claro. Não se trata da mão invisível do mercado, mas de uma mão gorda cheia de dedos com endereço certo no Planalto Central.

A Eletrobras, holding do setor elétrico, perdeu cerca de R$ 13 bilhões de valor de mercado neste ano até sexta-feira - passou de R$ 26 bilhões no fim dezembro para R$ 13 bilhões na sexta-feira, 50% de queda. A sangria continua hoje, com a ação PNB em queda de 10% às 14h15. O valor da empresa, reajustado pela inflação, está próximo do início da década de 90.

Pelos menos metade do prejuízo é creditado direto na conta do governo, mais especificamente na do Tesouro (40,9% do capital total da empresa), da BNDESPar (14,7%)  e do próprio BNDES (7%), sem contar participações menores da Caixa Econômica Federal e de fundos diversos. (Como outro funcionário disse recentemente que as elétricas não podem ter lucros "extraordinários", outra ideia recorrente, os setores mais ideologicamente rancorosos do governo devem estar festejando que alguns estrangeiros, com o fundo norueguês Skagen, também estão afundando nesse barco.)

Mas perder bilhões é só parte da história. Com seu valor rumo aos R$ 10 bilhões (um banco já colocou seu preço-alvo em R$ 1!), a Eletrobras tende a valer um décimo de seu patrimônio líquido - que é do país, não do governo, nunca é demais lembrar. É um indicador, este sim, extraordinário. O mínimo que se espera é que uma empresa valha pelo menos o seu patrimônio contábil. A empresa está subavaliada desde meados da década de 90, mas o indicador atual está próximo de 2002, antes de o governo do PT assumir, quando o Ibovespa estava próximo de 8 mil pontos e o dólar batia em R$ 4.  Entre 1.955 empresas das Américas acompanhadas pela consultoria Economática, a Eletrobrás ficaria em 1.869º lugar no quesito P/VPA; entre as empresas do setor, não há nenhuma abaixo. Uma destruição de valor dessas não tem parâmetros na história moderna do mercado de capitais.

157142 - israel007 -  15 Nov 2012, 01:44
ELET6

Empresa: CENTRAIS ELET BRAS S.A. - ELETROBRAS Ação: ELETROBRAS PNB Setor: Utilidade Pública Subsetor: Energia Elétrica
Resultado do 3º Trimestre de 2012

A empresa anunciou lucro líquido de R$ 1,0 B no 3T12, uma variação de -25,6% em relação ao segundo trimestre de 2012 e decréscimo de 35,9% em relação ao terceiro trimestre de 2011. A receita líquida somou R$ 529,2 M no 3T12, crescimento de 493,8% em relação ao 2° trimestre de 2012 e crescimento de 35,8% em relação ao 3° trimestre de 2011.

O resultado corresponde a uma margem bruta de 97,8% contra 60,3% no trimestre anterior e 100,0% no terceiro trimestre de 2011. Já a margem líquida ficou em 189,6% no 3T12 contra 1.513,5% no 2° trimestre de 2012.

Os ativos totais registraram o saldo de R$ 113,4 B, acréscimo de 6,5% em relação ao saldo no mesmo trimestre do ano anterior. O patrimônio líquido alcançou a soma de R$ 79,6 B no 3T12, valor 2,7% superior ao saldo no mesmo período do ano anterior.

157140 - danieljoseaa -  15 Nov 2012, 01:40
Segue matéria de hoje que poderia elucidar um pouco a questão da possível baixa contábil, só que em relação a Eletrobrás, mas, o que parece é que ninguém sabe de porcaria nenhuma, hehe, "abstenção de conclusão" é mole....

Eletrobras: Baixa contábil com renovação de concessões é de R$ 18,7 bi
Por Fernando Torres | Valor
SÃO PAULO - A Eletrobras terá que realizar uma baixa contábil de R$ 18,72 bilhões se a assembleia geral de acionistas ratificar a recomendação do conselho de administração de renovar as concessões que vencem entre 2015 e 2017 nos termos da Medida Provisória 579.

Os ativos ligados a esses contratos estão registrados no balanço pelo valor de R$ 32,75 bilhões, segundo informa o parecer do auditor da PwC. O valor previsto para ser indenizado pelo governo é de R$ 14,03 bilhões.

Assim como tem ocorrido com outras empresa do setor, o relatório de auditoria saiu com “abstenção de conclusão”, diante das incertezas sobre os valores registrados.

A PwC chama atenção ainda para o fato de que os ativos ligados a essas concessões deveriam gerar receita estimada de R$ 20,39 bilhões em 2013. Já nos termos previstos em caso de renovação, esse valor cai para R$ 10,76 bilhões, uma redução de 47%.
http://www.valor.com.br/empresas/2905142/eletrobras-baixa-contabil-com-renovacao-de-concessoes-e-de-r-187-bi#ixzz2CFcz55Rp

156163 - paulo_prof -  10 Nov 2012, 11:12
Da ELET eu ficaria fora ... pois é uma competa loteria. Eu certamente não gostaria de estar nos sapatos de seu presidente. Está mais do que na cara que se a administração da Eletrobrás é minimamente profissional, ela de forma alguma aceitaria renovar as suas concessões nas condições oferecidas. Esgotar os prazos das concessões correntes, além de dar mais tempo para a empresa se adaptar (agora, pelo menos, há mais dados para planejar as futuras concorrências) é econômicamente muito mais vantajoso. Mas a Dilma vai obrigar os capachos a fazerem a sua vontade ...
[...]

154486 - danieljoseaa - 31 Out 2012, 15:39 
Por isso, sobem ELET/TRPL/CMIG.....

Eletrobras espera R$ 30 bilhões por ativos não amortizados

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Por Rafael Bitencourt | Valor

BRASÍLIA - O presidente da Eletrobras, José da Costa Carvalho Neto, disso há pouco que o grupo estatal tem expectativa de receber cerca de R$ 30 bilhões do governo federal como indenização pelos ativos não amortizados ao longo do período de concessão.

“Esperamos que seja um número próximo ao valor contábil dos ativos”, disse o executivo ao chegar à reunião na sede do Ministério de Minas e Energia. Segundo Carvalho Neto, esta quinta-feira será “um dia importante” para a Eletrobras.

Amanhã está prevista a divulgação do valor de indenização que será pago pelo governo para cada concessionária que optou pela renovação dos contratos, mediante os termos da Medida Provisória 579.

Na ocasião, também será divulgado os novos valores de tarifas que serão praticadas a partir de 2013 por essas empresas de geração, transmissão e distribuição de energia.

148535 - paulo_prof -  13 Set 2012, 15:17
Citação: leamm
Tota57 / prof Paulo

O que acham de elet3, com queda de 50% os indicadores ficaram ainda melhores (P/VP 0,2 e DY de 11%). Houve uma melhora substancial nos lucros de 2005 para cá. Vcs acompanham?

Não que acompanhe ... mas tenho os dados da Eletrobrás em minha planilha. Os indicadores são relativos a ELET6, a ação mais líquida.

A Eletrobrás tem 6 distribuidoras de energia elétrica, as suas atividades de geração somam 41,8Gw e tem 60,6mil km de linhas de transmissão. A Medida Provisória afetará:

a) todas as concessões de distribuicao;
b) aprox. 36% das concessoes de geracao e
c) aprox. 93% das concessoes de transmissao,

que vencem ate o ano de 2017.

Sem saber exatamente como será a regra do jogo (qual é o investimento em geração e transmissão não amortizado que a ELET tem a receber; qual serão de fato os preços que a ANEEL vai fixar para a remuneração dos custos operacionais, de gestão e manutenção da geração em cada usina e da transmissão em cada linha) não há como analisar.

Por outro lado, quero crer que todo o "refugo" que será desprezado pelas atuais concessionárias, evidentemente devido a sua baixa rentabilidade, terá que ser absorvido pela Eletrobrás, com evidentes reflexos em seus resultados.

Considero impossível adiantar um palpite nesta altura dos acontecimentos.

144614 de 335371 GARUDA20 -  15 Ago 2012, 00:43
ELET3 - ta barata?
Resultado do 2º Trimestre de 2012
A companhia registrou lucro líquido de R$ 1,3 B no 2° trimestre de 2012, uma variação de 6,4% em relação ao 1T12 e aumento de 312,9% em relação ao 2° trimestre de 2011. A receita líquida somou R$ 89,1 M no 2° trimestre de 2012, 93,0% menor que o 1T12, que foi de R$ 1,3 B. No mesmo período do ano anterior, a receita líquida havia atingido o valor de R$ 460,2 M.

O resultado corresponde a uma margem bruta de 60,3% contra 94,7% no primeiro trimestre de 2012 e 100,0% no mesmo período do ano passado. Já a margem líquida ficou em 1.513,5% no segundo trimestre de 2012 contra 99,9% no 1T12.

Os ativos totais registraram o saldo de R$ 113,0 B, aumento de 9,1% em relação ao saldo no segundo trimestre de 2011. O patrimônio líquido alcançou a soma de R$ 78,8 B neste trimestre, o que representou uma variação de 3,6% em relação ao saldo no segundo trimestre de 2011

237 de 5068 Modificado em 31/Out/2008 00:17 0
gibatos Usuário Premium Comentários: 75 - Desde: Fev 2008
"Ótimo, o livro, a editora muito eficiente no atendimento e entrega."
"hoje a ELET6 inicia a venda de ADR'S, será que influenciará os preços por aqui?"
251 de 5068 01/Nov/2008 22:00 0
1 small caps Usuário Premium Comentários: 2794 - Desde: Fev 2007
"gibatos, obrigado! (237) Acredito que o fato de a Eletrobrás ter ADR's negociados aumenta a sua visibilidade internacional como opção de investimento, mas não traz tanto retorno assim para investidores com foco em valor, no qual o importante é o desempenho dos resultados da empresa."
"Abraços,"
Small caps.

3175 de 5068 29/Mar/2009 17:38 0
paulorizzi Usuário Premium Comentários: 702 - Desde: Dez 2007
"citação: elcarvalho2007Paulo e Small, o que acharam dos dividendos e do resultado da ELET6."
OBRIGADO.
"Olhei os resultados muito ""por cima"" e fiz umas contas rápidas. Resultado Líquido fenomenal de 6,14 bilhões, 4 vezes o do ano passado."
"SE NÃO ERREI (o que não garanto) o resultado é excelente para as ELET6. Os JCP a serem pagos devem ser próximos de R$ 3,67/ação, o que corresponde a um DY de 14,9%. Os novos múltiplos, em conjunto, podem ser considerados como os melhores do setor elétrico:"
"P/L = 4,55; P/VPA = 0,33; PSR = 0,92; EV/EBITDA = 4,07"
"Na minha avaliação, o mercado ainda não ""precificou"" o ativo adequadamente. Acho que ninguém estava esperando tamanho lucro. Amanhã vai ser dia de correria."

3177 de 5068 Modificado em 29/Mar/2009 18:48 0
gustgef Usuário Premium Comentários: 211 - Desde: Mai 2008
"Paulo,"
"A diferença entre lucro imensa são os recebíveis de mais de U$7Bilhões! (16 bilhões de reais) que resultaram num resultado positivo de 4bilhões e 200milhões de reais só de variação cambial! Outro fator foram as distribuidoras do nordeste que saíram de um prejuízo de 1 bilhão e 700 milhões para um lucro de 60 milhões esse ano. A grande vantagem não é o lucro em si, mas sim, a mudança de gestão. A eletrobrás possui um ROE medíocre de 7%, mesmo com esse lucro estupendo! Se vendesse tudo e colocasse na renda fixa, renderia bem melhor! Abrindo espaço para uma eliminação de patrimônio desnecessário com uma gestão adequada!"
"Esse ano o dolar provavelmente vai se desvalorizar um pouco o que trará um pequeno prejuízo cambial à empresa esse ano, tornando impossível a repetição desse resultado. Entretanto, a mudança nos resultados das distribuidoras foi claramente culpa da nova gestão, o que pode indicar bons ventos futuros para a empresa que possui um valor mísero perante seu gigante valor patrimonial. No vídeo que tem no site da eletrobrás o Lula fala que a intensão é a empresa se tornar uma empresa internacional como a Petrobrás, e um ministro cita a construção de 5 hidrelétricas no Peru como início de uma fase de expansão pela América do Sul. Payout ano passado foi de 50%, esse ano duvido que ultrapasse os 30%."
"Mas não entendi o cálculo dos dividendos que você disse. O lucro aumentou 4 vezes. Ano passado foram distribuídos R$1,56 por ação, multiplicando por quatro daria R$6,24, apesar de que eu acho que o governo vai tentar aproveitar esse lucro extraordinário de alguma forma uma vez quem mais de 30% das ações preferenciais estão em mãos de estrangeiros. Se eu fosse presidente aproveitaria para recomprar a posição desses fundos estrangeiros, ou avaliaria uma estratégia expansionista, comprando empresas geradoras em outros países."
"Acredito num payout na faixa do da petrobrás, 30%, dando um aumento de uns 120% em cima dos 1,56 que daria uns R$3,45. Ou você viu esse dividendo em algum canto?"

3195 de 5068 30/Mar/2009 01:21 0
gustgef Usuário Premium Comentários: 211 - Desde: Mai 2008
"Small,"
"Você acredita no potencial de longo prazo da eletrobrás? O discurso do Lula de transformar a eletrobrás em uma gigante do setor mundial, é plausível? A nova gestão mostrou que isso é possível? E quanto ao seu estúpido patrimônio? Enriqueça-nos com sua opinião. "
3206 de 5068 30/Mar/2009 12:56 0
paulorizzi Usuário Premium Comentários: 702 - Desde: Dez 2007
Também estou interessado na opinião do Small.
"Enquanto isto, última forma quanto aos proventos. Parece que a União decidiu embolsar muitgo mais do que fez no ano passado. Com as ON embolsando um percentual muito maior do que no ano passado, sobre menos para PNA e PNB, de modo que as PNB vão receber somente R$ 1,63/ação. Na cotação atual de R$ isto dá um DY de apenas 6,70%."
"Com DY baixo, e lucro que de forma alguma conseguirá reproduzir no futuro, acho que é um ativo para não se perder tempo. "

3210 de 5068 30/Mar/2009 15:31 0
paulorizzi Usuário Premium Comentários: 702 - Desde: Dez 2007
citação: Plantão Empresas do Site da Bovespa
(30/03) ELETROBRAS (ELET – N1) - Proposta de juros a AGO
DRI: Astrogildo Fraguglia Quental
Enviou o seguinte Aviso aos Acionistas:
"“Comunicamos aos Senhores Acionistas que o Conselho de Administracao da Eletrobras, em reuniao realizada em 27 de marco de 2009, aprovou as Demonstracoes Financeiras relativas ao exercicio de 2008 e ira propor a Assembleia Geral Ordinaria, que deliberara sobre a materia, a remuneracao dos acionistas sob a forma de Juros Sobre o Capital Proprio (JCP) no montante de R$ 1.715.254.450,53 . Farao jus ao pagamento as pessoas fisicas e/ou juridicas que integrarem o quadro de Acionistas da Eletrobras, no primeiro dia util seguinte ao da realizacao da referida AGO, ou seja, 04.05.2009, que deliberara sobre a data do seu pagamento. Os valores creditados serao considerados, na forma da legislacao em vigor, imputados ao dividendo minimo obrigatorio, conforme a seguir:"
TIPO/CLASSE VALOR BRUTO EM 31.12.2008
"Acoes Ordinarias 1,48488373396"
"Acoes Pref. “A” 2,17404437469"
"Acoes Pref. “B” 1,63053328065"
"O pagamento sera efetuado com a retencao do Imposto de Renda na Fonte de 15% (quinze por cento), na forma da Lei."
"De acordo com o Estatuto da Eletrobras, os referidos creditos serao remunerados pela variacao da Taxa SELIC, de 31 de dezembro de 2008 ate a data do efetivo pagamento."
"Conforme legislacao vigente, sobre a parcela da remuneracao equivalente a variacao da Taxa SELIC, incidira Imposto de Renda na Fonte."
"As retencoes do Imposto de Renda na Fonte relativas ao JCP e a remuneracao da Taxa SELIC sera aplicada a todos os Acionistas, excecao feita as pessoas juridicas que comprovarem condicao de imunidade ou isencao tributaria, encaminhando a Eletrobras o “Termo de Declaracao e Compromisso”, cujos modelos encontram-se a disposicao, atraves do endereco eletronico http://www.eletrobras.com.br/elb/ri, devendo os mesmos serem assinados pelo(s) representante(s) legal(is), com firma reconhecida. O Termo de Posse e/ou Ata da AGO/AGE, deverao acompanhar o documento solicitado acima, a fim de comprovar a representacao legal. Brasilia, 30 de marco de 2009.”"
3743 de 5069 07/Abr/2009 11:30 0
eurico22 Comentários: 151 - Desde: Nov 2007
"Caríssimos,"
"Ainda não li o relatório, mas os números da Eletrobrás parecem ter aumentado bastante. Receita Líquida subiu 34%."
Há chance boa da empresa ficar mais lucrativa?
"O preço estaria bom, nesse caso."
Alguém opina?
7972 de 812330/Jun/2009 18:35 2 tota57Comentários: 2966 - Desde: Abr 2007
ELETROBRÁS.
Talvez parte dos colegas já tenham lido, mas a Eletrobrás tem mais um esqueleto no armário, além dos dividendos atrasados. Prescreve no ano que vem o direito dos consumidores reclamarem na justiça o pagamento da atualização monetária de créditos do emprestimo compulsorio sobre a energia elétrica.
Lembram-se do compulsorio sobre a gasolina? Pois bem na energia elétrica tambem houve cobrança de emprestimo compulsorio, a maior parte de grandes consumidores. Ocorre que a Eletrobrás não atualizou monetariamente esses créditos, o que levou as empresas a reclamarem na justiça. O processo esta sendo cozinhado no Supremo, talvez na tentativa de que o prazo seja prescrito.
No momento tem 3,5 Bilhões em fase de julgamento no Supremo, mas dependendo da decisão outras empresas podem fazer o mesmo pleito, o que aumenta o esqueleto para 12 bilhões de reais.
A empresa tem 9,3 bilhões de dividendos atrasados e mais esse risco de 12 bilhões do emprestimo compulsório.
Quem quer eletrobrás?

7977 de 812330/Jun/2009 18:53 1 tota57Comentários: 2966 - Desde: Abr 2007
octacm,
De acordo com o presidente da Eletrobrás deve ser pago em 1 ano. Será? Não dá para dizer que sim nem que não, mas essa promessa já houve no passado.

8513 de 854009/Jul/2009 13:47 [Citar este comentário] 0
2 tota57Comentários: 3093 - Desde: Abr 2007
paulo prof, Capa e Ch3,
Voces aboradaram bem os cenários para ELET. O problema é essa série de senões, se vai ou não pagar dividendos, se vai ou não haver renovação de concessões, se vai ou não prescrever as demandas do emprestimo compulsório, se vai ou não continuar sendo utilizada em projetos menos rentáveis, se vai ou não se desfazer das distribuidoras federalizadas, que diga-se de passagem tudo bucha, ao ponto de não aparecer durante todos esses anos um pobre cristão investidor que queira arriscar seu din din nelas. Aliás eu tava lendo esses dias que estão cogitando a possibilidade de federalização da distribuidora do Pará, não sei bem se é federalização ou aquisição de parte do controle.
De qualquer forma sempre que há alguma empresa problemática a Eletrobrás é logo chamada para tomar conta do pepino.
Outra coisa essa possibilidade de transformarem ela numa "Petrobras do setor Eletrico" depende muito dos futuros governos, se estatizantes ou privatizantes. O próprio PT tem procurado fazer os investimentos em parceria com a iniciativa privada, tem sido assim nos leilões de linhas de transmissão e novas Usinas Hidroelétricas. Os tempos mudaram, não creio que tenhamos de volta aquele velho modelo do governo militar, que entendia que o estado tinha que contruir tudo, Portos, Aeroportos, Usinas, ou seja, tudo que é infra.
Vejam o exemplo do Estado de Goias e Distrito Federal, suas distribuidoras estão caindo pelas tabelas. Em Goias o endividamento chega perto de 6 bilhões e o BNDES e Banco do Brasil estão viabilizando 1,3 bilhões para que a empresa honre compromissos e possa aplicar os reajustes de tarifa, que foram proibidos pela Aneel devido aos anos de inadimplência da empresa com as geradoras.
ELET pode ser uma bela aposta para LP, eu até concordo, mas prefiro não botar minha grana nas mãos de empresas do estado.

8574 de 879810/Jul/2009 08:41 [Citar este comentário] 0
[Nível 0] JCDiscipleComentários: 167 - Desde: Nov 2008
citação: tota57JJose,
As coisas vão começar a clarear quando o governo definir a questão da renovação das concessões. Diz o ministro Lobão que em 2 meses sai uma definição.
Cemig tem varias concessões vencendo em 2015, inclusive as de Distribuição de Energia de Minas. No ano passado ela já tinha uma Divida Liquida equivalentes a 1,2 vezes o seu Ebitda. Comprou Terna num preço considerado elevado, pelo mercado. De lá para cá ela vem andando de lado. O segredo e como crescer sem comprometer muito o endividamento? Talvez essa interrogação esteja realmente influenciando seu valor no mercado. Por outro lado sobra competencia na empresa e algumas aquisições podem se tornar em oportunidades interessantes.
JCDisciple,
Se criarem uma "Nova Eletrobras", com vistas a abocanhar mercados das iniciativa privada, será um retrocesso.
O país tinha proposto uma privatização do setor elétrico e começou a fazé-la. A maioria das distribuidoras foram privatizadas, sem prejuizo para a qualidade dos serviços de do atendimento, prova disso é o resultado do Prêmio Abradee, observe no link abaixo que todas empresas premiadas são privadas. O mesmo processo de privatização inciou-se na Transmissão e na Geração, mas ficou pelo meio do caminho. Hoje parte das Geradoras e Transmissoras são privadas e outra parte estatal. Como o governo do PT esse processo foi paralizado e inciou-se um caminho inverso, o de investimentos do estado no setor elétrico, desta feita em parceria com a iniciativa privada.
Esta mais do que provado que nas mãos do estado as empresas sofrem ingerências e entregam resultados inferiores. Gostaria muito que o governo diminuisse sua participação.
http://www.canalenergia.com.br/zpublisher/materias/Noticiario.asp?id=72491
Tota,
Desculpe discordar em alguns pontos.
1º) O processo que ocorreu em algumas empresas de Geração e Transmissão não foi privatização, mas sim doação. Algumas empresas foram entregues por valores menores que o valor dos seus ativos. Isso sem contar o capital intelectual do corpo técnico.
2º) Algumas empresas públicas tem obtido excelentes resultados e demonstrado competência no seu corpo técnico. Prova disso é o fechamento do primeiro ciclo da Parcela Variável (Resolução ANEEL 270/2007), que prevê adicional à RAP para empresas que atenderem ao padrão de qualidade estabelecido pela Agência Reguladora. Empresa subsidiária da Eletrobrás terá "lucro" neste processo.
3º) A questão da qualidade dos serviços prestados pelas empresas privadas é questionável. Com concessões de 15 anos, algumas empresas estão deixando de lado manutenções, deixando os ativos deteriorarem, "enxugando" seus custos, obtendo maiores lucros. No fim da concessão, quem vai ficar com essa "bomba" ?
Quero deixar claro, que não sou radical em nenhum lado político da privatização. Creio ser saudável o mercado competitivo. Nem a empresa pública é tão ruim e nem a iniciativa privada é a salvação. Em questões de infra-estrutura é bom o governo ter o seu braço, por segurança.

8581 de 8798Modificado em 10/Jul/2009 10:24 [Citar este comentário] 0
2 tota57Comentários: 3175 - Desde: Abr 2007
JCDisciple,
Eu respeito seu ponto de vista. Tenho uma visão um pouco diferente, talvez por trabalhar no serto a 25 anos e por ter feito um NetWork enorme com pessoas de empresas públicas, privadas e orgãos envolvidos.
Não sei se eu estou correto ou não, mas conheço algumas empresas que depois de privatizadas receberam invesimentos elevadíssimos, ao ponto de suas tarifas terem sido elevadas. As concessões são de 30 anos, não 15, e atualmente a renovação é uma das grandes falhas do modelo, pois uma empresa que esteja com a concessão vencendo em 2015, por exemplo, perderá o estimulo de continuar investindo, uma vez que não tem a garantia da renovação. Para o governo tomar uma concessão de volta ele precisa pagar o investimento não depreciado, ao detentor da concessão.
O comportamento do Governador do Paraná ilustra bem as razões das minhas restrições. Do ponto de vista de qualidade dos serviços e do atendimento a Copel é uma baita empresa, porém do ponto de vista do acionista é péssima, pois deixa de aplicar reajustes tarifários e comercializa energia de suas geradoras, para a Copel Distribuição, a preços mais módicos para não afetar o preço para o povão eleitor. Outro exemplo de ingerência está em Goias, o estado deve uma fortuna para a Distribuidora, que por sua vez esta inadimplente com agentes do setor e creio que tem 3 anos que não pode reajustar as tarifas, por esse motivo.
Por outro lado temos exemplos de eficiencia, caso da Cemig. Os mineiros são exemplo na iniciativa publica. Até pouco tempo atras a Cemig tinha a tarifa de distribuição mais cara do Brasil, atualmente esta entre as mais caras. São eficientes na qualidade do serviço, do atendimento e tambem para os acionistas. São expansionistas e estão querendo comprar tudo no setor elétrico.
Então é assim, há extremos na iniciativa publica, mas a maior parte dessas empresas sofrem fortes ingerencias. Quanto a sucateamento de empresas privadas, posso lhe garantir que isso não é verdadeiro, pois a Aneel estabelece metas muito rigorosas de qualidade dos serviços e atendimento. Tem meta para tudo, quantidade de apagões ano, ou seja, volume de horas e vezes que o cliente pode ficar sem energia, perdas de energia elétrica, qualidade (VOLTS) da energia que entra na sua casa, tempo para atender os consumidores, etc...

11440 de 1160412/Ago/2009 21:43 [Citar este comentário] 0
[Nível 0] mille 2Comentários: 184 - Desde: Jul 2008
parece que saiu o julgamento da eletrobras no stj, e elah parece que perdeu
quem tem elah deem uma olhada

16347 de 1640103/Out/2009 17:04 [Citar este comentário] 1
2 tota57Comentários: 4408 - Desde: Abr 2007
Eletrobrás "limpará" balanço de empresas controladas
DA SUCURSAL DO RIO
A Eletrobrás vai fazer uma faxina nos balanços das dez empresas controladas, eliminando as dívidas em que aparece como credora. A operação, segundo o presidente da Eletrobrás, José Antônio Muniz, não acarretará gasto de dinheiro e ajudará a fortalecer as empresas.
Para que isso aconteça, a dívida de cada empresa -de valor ainda não calculado- vai ser transformada em ações, nas mãos da Eletrobrás. Trata-se, na prática, de um aumento de capital das empresas. Entre as empresas, estão Furnas, Chesf e Eletronorte. "As empresas deixarão de nos pagar juros e, com menos dívida financeira, terão resultados melhores. E, como teremos mais ações, receberemos mais dividendos", disse.
Para Ricardo Correa, analista da Ativa Corretora, a medida de limpar o balanço tem pouco efeito para a imagem da empresa. "Para ser bem vista, a primeira condição é pagar os dividendos que deve a seus acionistas minoritários", disse. A Eletrobrás deve R$ 10 bilhões a minoritários, referentes a dividendos retidos nos anos 70 e 80, sob alegação de necessidade de caixa para investir. Segundo Muniz, a intenção "é pagar o quanto antes." (SL)

21034 de 2111814/Nov/2009 17:49 [Citar este comentário] 0
2 floripasempreComentários: 1931 - Desde: Jun 2007
Grupo Eletrobrás terá R$ 8 bilhões para 2010, maior orçamento do governo Lula
O Grupo Eletrobrás, que reúne 15 empresas do setor de energia elétrica em atividades de pesquisa, geração, transmissão, distribuição e comercialização, terá o maior orçamento já previsto desde o começo do governo Lula, em 2003. De acordo com o projeto de lei orçamentária da União que tramita no Congresso Nacional, o Grupo terá dotação de R$ 8,1 bilhões no próximo ano, sendo R$ 3,7 bilhões destinados exclusivamente para obras do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), carro-chefe da possível candidatura da ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff, nas eleições presidenciais de 2010. Antes deste montante, o maior valor já autorizado para uso do Grupo é o deste ano: R$ 7,2 bilhões.
Em 2010, a Amazonas Distribuidora de Energia será a mais bem contemplada com os recursos do Grupo Eletrobrás, que ainda inclui Eletronorte, Eletrosul, Eletronuclear, Furnas e Companhia Hidro Elétrica do São Francisco (CHESF). A empresa responsável por ampliar e fazer manutenção dos sistemas de energia no estado do Amazonas terá quase R$ 1,2 bilhão. Enquanto isso, a Eletronuclear, que opera e constrói usinas termonucleares do país, terá uma dotação de quase R$ 1,2 bilhão.
Recursos vultosos previstos no orçamento, porém, não significam necessariamente investimentos integrais. Até agosto deste ano – últimos dados disponibilizados pelo Departamento de Coordenação e Controle das Empresas Estatais (DEST), vinculado ao Ministério do Planejamento – foram desembolsados apenas R$ 2,8 bilhões pela Eletrobrás, ou seja, 38% dos recursos previstos para 2009. De acordo com a empresa, a execução orçamentária “tem sido impactada pelos procedimentos legais e ambientais que necessitam ser cumpridos”. A instituição cita como exemplo a usina Angra 3, que deveria ter começado a ser construída em 2008, mas, devido ao processo de licenciamento e renegociação dos contratos, só iniciou as obras em outubro deste ano.
O Grupo afirma que a quantia investida este ano é maior se contabilizados os dados até setembro. Segundo a Eletrobrás, nos primeiros nove meses de 2009, a empresa desembolsou 48% do orçamento previsto para o ano na área de geração de energia elétrica e o mesmo percentual na área de transmissão. Até o fim do ano, a expectativa do Grupo é “concretizar” cerca de R$ 5 bilhões, ou 70% dos R$ 7,2 bilhões do orçamento previsto, o que, segundo a empresa, será “um patamar histórico”.
Na verdade, se de fato vir a acontecer, o pagamento dos R$ 5 bilhões será, em valores atualizados com base no IGP-DI, somente o maior da história do governo Lula. Em 2002, último ano de gestão Fernando Henrique Cardoso e um ano depois do conhecido episódio do “apagão elétrico”, o Grupo Eletrobrás investiu R$ 5,8 bilhões em obras e compra de equipamentos. Além disso, se a quantia prometida pela Eletrobrás for aplicada até dezembro, o percentual de execução será de 69%. Assim, cerca de R$ 2,2 bilhões autorizados no orçamento do Grupo deixarão de ser investidos.
Leandro Kleber
Do Contas Abertas 

26397 de 2655622/Jan/2010 12:50 [Citar este comentário] 0
[Nível 0] lesoaresComentários: 243 - Desde: Nov 2007
aleluia!!!
Eletrobrás aprova quitação de dividendos atrasados e ações sobem
Por: Equipe InfoMoney
22/01/10 - 12h35
InfoMoney
SÃO PAULO - A Eletrobrás (ELET3, ELET6) aprovou nesta sexta-feira (22) a quitação do Saldo da Reserva Especial de Dividendos, uma dívida que a companhia carrega há anos.
O pagamento será efetuado em quatro parcelas anuais, com vencimentos sempre em 30 de junho, contando a partir já deste ano. Terão direito ao recebimento aqueles que integrarem o quadro de acionistas em 29 de janeiro de 2010.
Cada ação ordinária da Eletrobrás receberá cerca de R$ 11,364; os ativos preferenciais classe A receberão o valor aproximado de R$ 14,449 cada; e por fim, cada ação preferencial classe B receberá cerca de R$ 0,182.
Ainda de acordo com o comunicado enviado pela empresa, os referidos créditos serão remunerados pela variação da taxa Selic, conforme dita seu estatuto.
Reação na bolsa
Em resposta à decisão, as ações da Eletrobrás sobem nesta sexta-feira, ao passo que o Ibovespa segue em sua trajetória de queda. Os papéis ordinários marcam alta de 1,57%, enquanto que os preferenciais classe B registram valorização de 1,39%.

Análise Coin Valores
As Centrais Elétricas Brasileiras SA – Eletrobras –, com sede na capital federal, é uma sociedade de economia mista que tem como objeto social atuar nas áreas de geração, transmissão e distribuição de energia elétrica, além de exercer atividades de financiamento e prestar garantias a concessionárias de energia elétrica sob seu controle. Atualmente, conta com um parque gerador de energia com aproximadamente 39 GW, entre usinas hidrelétricas, térmicas e nucleares, e possui mais de 60.000 Km de linhas de transmissão. Com foco em rentabilidade,
competitividade, integração e sustentabilidade, a companhia lidera um sistema composto de 12 subsidiárias, uma empresa de participações (Eletrobras Eletropar), um centro de pesquisas
(Eletrobras Cepel) e metade do capital de Itaipu Binacional. Listada na Bolsa de Valores de São
Paulo desde 1971, negocia suas ações ordinárias (ELET 3) e preferenciais B (ELET6) também na Bolsa de valores de Nova York (ADRs) e na Bolsa de Valores de Madri (LATIBEX). Possui como acionista majoritário a União Federal com 52% do capital votante, sendo que 21,77% dessas ações encontra-se em poder do público.

RETROSPECTIVA 2010
Há pouco mais de dois anos, a Eletrobras vem promovendo uma profunda reforma em sua gestão, com o objetivo de não só permanecer como um dos grandes players do mercado de energia elétrica do Brasil, mas também de ampliar sua atuação e sua importância como uma das maiores empresas de energia limpa do mundo. Para isso, a Eletrobras leva adiante medidas de aprimoramento de sua governança corporativa e uma série de projetos que conferem maior integração, competitividade e rentabilidade aos negócios de suas empresas.
O ano de 2010 representou efetivamente o início de novos tempos, começando com o lançamento do símbolo dessa profunda transformação – a nova marca Eletrobras. Reflexo do
primeiro Planejamento Estratégico integrado, a nova marca representa, com unicidade, uma nova etapa para as empresas Eletrobras. Este ano, a empresa voltou o seu olhar para o exterior, sem deixar de investir no país: são cerca de 50 mil MW em geração a partir de fonte renovável que a Eletrobras está estudando no Brasil e no mercado internacional, sendo 20 mil MW só nas Américas. Entraram em operação as usinas hidrelétricas de Retiro Baixo (82 MW) e Serra do Facão (212 MW) e iniciou-se a construção da Usina Nuclear Angra III. Além disso, continuou a perseguir os níveis de transparência exigidos pelo mercado e implementou a gestão de riscos e controles internos, esforços reconhecidos pelo próprio mercado, com a inclusão, pela quarta vez consecutiva, no Índice de Sustentabilidade Empresarial da Bovespa (ISE/Bovespa) e na primeira lista do índice de Carbono Eficiente da Bovespa.

PERSPECTIVA 2011
A visão de futuro da Eletrobras, expressa no Planejamento Estratégico 2010-2020, é ser, até 2020, o maior sistema empresarial global de energia limpa. Por isso, a empresa está cada vez mais voltada para investimentos em hidrelétricas de médio e grande portes, além de projetos de biomassa e eólicos. Há, contudo, dois pressupostos para esses investimentos: que estejam
alinhados à estratégia de ampliar a atuação da Eletrobras no mercado de energia limpa e que sejam rentáveis para seus acionistas. Para os investimentos no exterior, a condição é que sejam mais rentáveis do que os similares no mercado brasileiro. O Plano Estratégico da Eletrobras prevê ainda que a empresa terá, até 2020, 10% de sua receita vinda do exterior. Realizar investimentos sustentáveis e rentáveis é o grande foco da Eletrobras nos próximos anos. Grandes oportunidades surgidas em 2010 serão impulsionadas em 2011 visando o aumento do seu valor de mercado. Os objetivos da Eletrobras aproximarão, cada vez mais, a empresa de sua visão, transformando em realidade o desejo de permanecer grande e atuante no mercado global, gerando desenvolvimento social e econômico com respeito ao meio ambiente não só no Brasil, mas também no mundo.

85727 de 8594910/Ago/2011 11:52 [Citar este comentário]  8
5 paulo_profComentários: 0 - Desde: Jul 2009
Da ótica de engenheiro que sou, os resultados da Eletrobrás são aleatórios, no sentido de que é quase impossível efetuar projeções.

Como vc verá abaixo, os múltiplos parecem bastante interessantes (especialmente a proteção do DY), mas quem garante? Basta o real desvalorizar fortemente para que o resultado caia abruptamente.

ELET6
PREÇO: R$ 20,40
PAYOUT: 103,4% (em 2010)

12 meses findos no 1T11
P/L 8,19
P/VPA 0,36
PSR 0,86
DY 12,63%
EV/EBITDA 5,25
MARGEM BRUTA 86,2%
MARGEM OPERACIONAL 16,3%
MARGEM LÍQUIDA 10,5%
LUCRO POR AÇÃO R$ 2,490
MARGEM EBITDA 23,7%
DÍVIDA BRUTA/PATRIMÔNIO LÍQUIDO 45,1%
ROE 4,39%
LIQUIDEZ CORRENTE 1,80

3 meses findos no 1T11 (anualizado)
P/L 5,37
PSR 0,81
DY 19,26%
EV/EBITDA 3,90
MARGEM BRUTA 86,8%
MARGEM OPERACIONAL 21,8%
MARGEM LÍQUIDA 15,0%
LUCRO POR AÇÃO R$ 3,798
MARGEM EBITDA 30,0%
ROE 6,69%

TAXAS ANUAIS MÉDIAS DE CRESCIMENTO DO LUCRO LÍQUIDO
U1A 1.348%
U2A -21%
U3A 16%


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