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sexta-feira, 27 de março de 2020

CSU Cardsyston (CARD)


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Códigos de Negociação
Tipo
CARD3
 Novo Mercado

Balanços
A2019/4T2919 - DFP  31/12/2019
paulo_prof  -
O que deveria preocupar os comprados é que a situação favorável de capex vs depreciação obtida no exercício foi perdida no 2o. semestre. No 2o. semestre do exercício, o capex foi R$ 4,5 milhões maior do que a depreciação, sendo que a maior parte desta diferença ocorreu no 4T (-R$ 3,7 milhões).
Na minha avaliação, portanto, o ativo parece caro.

3T2019 -
paulo_prof  -
Considerados os resultados super pífios do 1o. semestre, acho que os resultados do 3T19 podem ser considerados promissores. Excetuando o Resultado Financeiro, cujo valor negativo é de pequena monta, todos os resultados mostraram evolução em termos nominais. Digno de nota é o fato de que no exercício de 2019, as despesas de capex são menores do que aquelas de depreciação/amortização. Em consequência, o "lucro do proprietário" (lucro líquido + depreciação - capex) é de fato engordado. Como, via de regra, o capex da CARD é necessário para manter o nível de operações, pode ser considerado como uma despesa operacional mandatória. Nos 9M19 esta diferença já emplacou os R$ 11,1 milhões que, para um lucro líquido de R$ 17,2 milhões nos 9M18 é bastante relevante.
Como a reversão da tendência de queda pode ter ocorrido no 3T19, se esta reversão puder ser confirmada no 4T19, o ativo pode estar ficando interessante.

2T2019 -
paulo_prof   -
Os resultados continuam fraquíssimos ... Ainda não há uma visão clara do fundo do poço.
Para conseguir manter o negócio, a empresa teve que investir R$ 10,5 milhões no trimestre. Como a depreciação foi de R$ 13,5 milhões no trimestre, a grana disponível para os acionistas foi engordada em R$ 3 milhões, ou seja, um total de R$ 7,6 milhões no trimesre, Anualisando, obtém-se R$ 0,74 por ação. Ao preço corrente, isto repersentaria exceçentes 11,6%. Ocorre que a anualização só faz sentido se a trajetóira descendente do lucro puder ser revertida de imediato. No meu chute, a empresa ainda terá 2 trimestres de resultados declinantes, para reverter a tendência a partir do 1T20. Em consequência, o ativo pode estar caro.

1T2019 -
paulo_prof  -
Resultados fracos mais uma vez ... Ao que parece, esta empresa também faz uso de imóveis alugados. Em consequência, devido a nova regra de contabilidade, o endividamento líquido e as despesas financeiras aumentaram, com melhora do ebitda.
Há que se verificar se a empresa conseguirá reverter o quadro de resultados declinantes dos últimos 4 trimestres. Vendo o quadro hoje, eu diria que é mais provável o ativo estar caro do que barato. Ou seja, há um risco não desprezível num investimento ao preço atual.

A2018/4T2018 -
Paulo Prof - 
Resultados horríveis. Ruins os resultados do exercício. Piores, os do trimestre, considerando que devido a sazonalidade, o 4T costuma ser o melhor trimestre do ano. O único indicador que se salva é a taxa de crescimento do Patrimônio Líquido, mas se este não é acompanhado por um aumento do lucro, tudo não passa de perda de rentabilidade. Ou seja, os investimentos na empresa não resultam.
Para uma despesa não caixa de depreciação/amortização de R$ 32,8 milhões e um lucro líquido de R$ 33,5 milhões, a empresa dispendeu R$ 48,3 milhões em capex. Se todo este capex foi dispendido para a manutenção da atividade empresarial, "sobrou" somente R$ 18 milhões para o acionista (lucro do proprietário).
Eu não investiria no ativo aos preços atuais.

3T2018 -
Paulo Prof - 
Resultado fraco. Sinal de alerta ligado.
O Resultado Líquido involuiu em relação ao 3T17. A comparação ano-sobre-ano, entretanto, parece mostrar que o ativo, com o lucro permanecendo estagnado em termos reais, e o preço corrente compatível com uma retração do lucro de 12% durante 5 anos, estaria super barato, não? Mas as coisas não são bem assim ... Esta é uma empresa que necessita de capex constante para não desaparecer ... ou seja, boa parte do lucro realmente não está disponível ao acionista. É quase como se realmente fosse uma despesa.
No semestre, o lucro líquido somou R$ 23,5 milhões. Por outro lado, o capex emplacou R$ 39,6 milhões. Finalmente, as despesas não caixa em depreciação/amortização somaram R$ 21,7 milhões. Fazendo as contas, percebe-se que "apenas" 23,5 + 21,7 - 39,6 = R$ 5,6 milhões realmente estão disponíveis para o acionista nos 9 meses. Anualizando, obtém-se R$ 7,5 milhões, ou R$ 0,183 por ação. Para justificar os R$ 7,12 atuais, este "lucro do proprietário" teria que crescer, em termos reais, 29% a.a, nos próximos 5 anos.
Em resumo, o ativo está caro!

2T2018 -
Paulo Prof - 
O Resultado Líquido involuiu em relação ao 2T17. A comparação ano-sobre-ano, entretanto, parece mostrar que o ativo, com o lucro crescendo na faixa dos 20% reais, e o preço corrente compatível com uma retração do lucro de 13,5% durante 5 anos, estaria super barato, não? Mas as coisas não são bem assim ... Esta é uma empresa que necessita de capex constante para não desaparecer ... ou seja, boa parte do lucro realmente não está disponível ao acionista. É quase como se realmente fosse uma despesa.
No semestre, o lucro líquido somou R$ 16,5 milhões. Por outro lado, o capex emplacou R$ 24,5 milhões. Finalmente, as despesas não caixa em depreciação/amortização somaram R$ 16,3 milhões. Fazendo as contas, percebe-se que "apenas" 16,5 + 16,3 - 24,5 = R$ 8,3 milhões realmente estão disponíveis para o acionista no semestre. Anualizando, obtém-se R$ 16,4 milhões, ou R$ 0,40 por ação. Para justificar os R$ 7,22 atuais, este "lucro do proprietário" teria que crescer, em termos reais, 9% a.a, nos próximos 5 anos.
Em resumo, o ativo não está caro ... mas também não é aquela pechincha!

1T2018 -
Paulo Prof
Achei os resultados relativamente fracos ... embora a menor Receita Líquida e Resultado Bruto tenham sido algo compensados pelo melhor Resultado Financeiro. No 1T18, o capex alcançou R$ 12,2 milhões, para uma depreciação de R$ 7,1 milhões. O Lucro do Proprietário, portanto, foi aprox. R$ 5 milhões inferior ao Lucro Líquido. Se um padrão semelhante for projetado para os próximos trimestres, conclui-se que o ativo provavelmente está sobreprecificado.

marcosvinicius2 -
PAPEL SUBVALORIZADO ( * ). RECEITA BRUTA = A receita bruta do 1T18 totalizou R$ 120,5 milhões, redução de 8,0% na comparação com o 1T17 e em 13,3% em relação ao 4T17.; CUSTOS = No 1T18, o custo total da Companhia foi de R$ 80,6 milhões, redução de 8,2% em relação ao 1T17, e de 6,8% em relação ao 4T17. LUCRO BRUTO = O lucro bruto total alcançou o montante de R$ 27,9 milhões no 1T18, redução de 8,8% em relação ao 1T17 e em 27,3% quando comparado ao 4T17. O resultado reflete principalmente o encerramento dos contratos de prestação de serviços de processamento de cartões e contact center com o Banco BMG, já mencionado, com reflexo na base de cartões processados e da quantidade média de PA’s apresentadas no período.; EBITDA =A Companhia apresentou EBITDA de R$ 21,1 milhões no 1T18, redução de 5,9% relação ao 1T17 e em 25,1% em relação ao 4T17, com margem de 19,4%, 0,5 p.p. acima da margem registrada no 1T17 e 3,1 p.p. inferior em relação ao 4T17.

A2017/4T2017 -
paulo_prof  -
Os resultados foram excelentes. Houve uma otima evolução ano-a-ano e melhor ainda trimestre-a-trimestre. Um outro aspecto positivo foi a menor necessidade de capex para manter a empresa competitiva. No exercício de 2017, o capex alcançou R$ 42,5 milhões, para uma depreciação de R$ 31,7 milhões. O Lucro do Proprietário, portanto, foi aprox. R$ 11 milhões inferior ao Lucro Líquido.
O preço justo fornecido pela fórmula do FCD para uma taxa média de crescimento real nulo do lucro ldo proprietário dos últimos 12 meses durante 5 anos, perpetuidade real nula e taxa de desconto real de 8% seria R$ 10,40.
A taxa de crescimento real do lucro do proprietário dos últimos 12 meses necessária, durante os próximos 5 anos, para que o preço justo fornecido pela fórmula do FCD seja igual ao preço corrente (com uma perpetuidade real nula e taxa de desconto anual real de 8%) seria +2,0% !!!!
Como, ao que parece, a empresa não aprsenta maiores dificuldades em garantir uma taxa de crescimento sensivelmente maior do que esta no que concerne o lucro líquido e ebitda, não deverá ter problemas em apresentar taxas reais de cresicmento saudáveis também no que concerne o lucro do proprietário. Em consequência, o ativo parece relativamente barato.

marcosvinicius2 -
PAPEL DEVIDAMENTE PRECIFICADO ( * ). Em 2017, a receita bruta da Companhia totalizou R$ 540,3 milhões, 4,9% superior ao ano de 2016, explicada pelos crescimentos anuais de 8,0% do faturamento da Unidade CSU.CardSystem e de 1,1% da Unidade CSU.Contact.; No ano, o lucro bruto gerado pela Companhia somou R$ 136,3 milhões (+11,9% YoY), com uma margem bruta de 28,0%, aumento de 1,9 p.p. acima da margem registrada em 2016. Com isso, a Companhia apresentou um lucro líquido de R$ 45,2 milhões em 2017, 29,5% superior ao resultado líquido do ano anterior.

3T2017 -
paulo_prof  -
Como observado acima, o lucro líquido e ebitda de empresas cujo capex de manutenção é maior do que a depreciação/amortização de seu ativo permanente, pode não fornecer um quadro realista. A CSU é uma destas empresas, cujo capex necessário para manter a competitividade é sensivelmente maior do que a depreciação. Em consequência, o lucro líquido da empresa é maior do que o lucro que realmente está disponível a seus acionistas. Como parte substancial do ebitda é despendida em capex de manutenção, também este indicador não é capaz de contar uma história realista.
O quadro abaixo mostra a situação. Como se pode observar, o lucro gerado nos últimos 12 meses e disponível ao acionistas é de R$ 7,4 milhões, sensivelmente menor do que os R$ 20,6 milhões contabilizados como lucro líquido. A taxa de crescimento do lucro liquido dos últimos 12 meses, 24,8%. pouco tem a ver com a taxa negativa de crescimento do lucro disponível aos acionistas, -62,8%. Evidentemente, não há como se considerar "normal" o capex investido no 4T16. Se considerarmos apenas os últimos 9 meses e os 9 meses anteriores, a taxa de crescimento do lucro disponível aos acionistas seria de 20,9%.Anualizando o lucro disponível aos acionistas gerado nos últimos 9 meses, obtém-se R$ 0,644/ação. Supondo que a empresa possa gerar um lucro disponível ao acionista crescendo a uma taxa freal de 10% nos próximos 10 anos (o que não é trivial), o valor justo do ativo para uma taxa de desconto real de 8% e perpetuidade nula seria R$ 12,16. Ou seja, as indicações são de que o ativo não esteja caro, desde que o capex do 4T16 realmente tenha sido completamente não recorrente.
Para se fazer uma avaliação mais precisa, seria necessário conhecer quanto do capex de fato é de manutenção e quanto está sendo investido visando o crescimento dos resultados. A parte investida visando o crescimento da empresda e de seus resultados deve ser considerada como lucro disponível aos acionistas.

2T2017 -
marcosvinicius2  -
PAPEL DEVIDAMENTE PRECIFICADO (*). NOS ULTIMOS 45 TRIMESTRES, 7 APRESENTARAM LUCRO LIQUIDO NEGATIVO (15,5556%). MEDIA DE LUCRO LIQUIDO X 1.000 (U12M) = 8.950; (U24M) = 7.974; (U36M) = 6.503; (U48M) = 5.355; MAIORES VARIAÇÕES = 12M X 12M : RESULTADO LIQUIDO (27,9%) E RESULTADO FINANCEIRO (-42,31%); 2T16 X 2T15 : RESULTADO FINANCEIRO (-35,88%) E RESULTADO LIQUIDO (8,82%). VALOR DE MERCADO (MIL) = 405.460; VALOR MAXIMO (MIL) = 558.578 NO 2T07; VE PSBE (MIL) = 780.718.
A Companhia encerrou o segundo trimestre com uma Receita Bruta de R$ 134,0 milhões e um EBITDA de R$ 23,6 milhões, crescimento de 1,0% e queda de 2,0%, respectivamente, em relação aos resultados apresentados no segundo trimestre de 2016 - ultimo período que consolidava os resultados advindos do contrato de prestação do serviço de adqüirência para o Banrisul. As evoluções operacionais, o estrito controle de custos e despesas e as menores despesas financeiras ocasionadas pela redução da taxa básica de juros permitiram que o Lucro Líquido reportado alcançasse o montante de R$ 9,1 milhões no trimestre, 8,8% superior ao resultado do segundo trimestre de 2016, e R$ 17,4 milhões no semestre, 5,4% acima do apresentado no mesmo período do ano anterior.

paulo_prof   -
A empresa continua um relógio, inclusive com as taxas de crescimento anual levemente negativas em termos nominais.
O maior problema da empresa e a sua quas eobrigação de investir para subexistir. De acordo com o relatório da empresa, no semestre foram investidos aprox. R$ 19,9 milhões. Como a depreciação/amortização foi de apenas R$ 15,4 milhões, o lucro do proprietário foi (R$ 17,4 - R$ 4,5) milhões = R$ 12,9 milhões, ou R$ 0,625/ação anualizado. Supondo que este LPA seja mantido para todo o sempre, o preço justo seria de R$ 8,01 (perpetuidade real nula e taxa de desconto real de 8%)!!!
Para que o preço justo fosse igual ao preço corrente, a taxa real de desconto teria que ser de 6%, muito pequena para o meu gosto! O ativo parece estar bem esticado!
Nos últimos 12 meses, o capex consumiu R$ 63,2 milhões, para uma depreciação/amortização de R$ 32,6 milhões, ou seja, o lucro do proprietário de fato foi somente (R$ 35,8 - R$ 30,6) milhões = R$ 5,2 milhões, ou R$ 0,126/ação.
Do 2T16 para o 1T17 houve uma queda sensível no Capex (de R$ 43,4 milhões, para R$ 19,9 milhões. Há que se monitorar o capex nos próximos trimestres para verificar se mantém uma trajetória de queda.

1T2017 -
paulo_prof  -
CARD ... um relógio! Infelizmente, como ainda temos inflação, embora hoje muito baixa, a taxa de crescimento real do lucro na base trimestral já é levemente negativa. Em consequência, o ativo estã na minha opinião bem precificado.
No trimestre, a empresa efetuou investimentos de R$ 9,8 milhões, pagou R$ 9,8 milhões em JCP e FR$ 2 milhões em IR/CS.

A2016/4T2016 -
Acho que o risco de manter o ativo em carteira ao preço atual é pequeno. Se fosse obrigado a apostar diria, que nos próximos 3 meses e a menos que de um terremoto na política, que as chances do preço aumentar são maiores do que de diminuir.

3T2016 -
MuadibGV - 
Resultado da CSU não foi nada demais na medida em que a receita e margens dos cartões baixaram. A parte de call-center até melhorou mas nem importa tanto no resultado geral. 
O dinheiro que sobraria pra distribuir, pagar dívida , etc. são 23 milhões anuais, o que dá por volta de 13% da cotação de R$ 4,3 por ação. 
Barato, ainda mais considerando que o EBITDA deve crescer bem se a economia melhorar. Mas o drama pra mim na CSU sempre foi a questão do nicho no qual a empresa trabalha, muito dinâmico e sem "barreiras de entrada" pra inibir novos competidores.

paulo_prof  -
Embora estivesse esperando algo a mais no lucro líquido e ebitda (um dos clientes encerrou o contrato de serviços de adqüirência, impactando os mesmos), achei sólidos os resultados da CARD. Considerados os fundamentos, na minha opinião o ativo está muito barato!

2T2016 -
paulo_prof   -
Excelente o resultado da CARD ... um relógio ... praticamente resultado idêntico aquele do 1T16. Ativo sendo negociado a um P/L corrente (baseado no 1S16) na faixa de 6 e EV/EBITDA na faixa de 2,4!
Considerando os fundamentos, ativo muito barato!

ikkii   -
Bom o resultado de CARD3 também... LL de 8.3M

1T2016 -
ikkii   -
muito bons resultados. Segue o jogo.

lucro liquido -
Resultado da CARD3 muito bom !

3T2015 -
paulo_prof  -
A CSU CardSystem está se tornando num novo "reloginho" do mercado. Embora, para o meu gosto, já teria rifado o setor de call center, o qual agrega muito pouco, com margem bruta declinante (no s 9M14 foi 13,1% e no 3T15 foi 10,6%), situação que deverá se agravar um pouco a partir do 1T16 quando o aumento da contribuição previdenciária estará em vigor, a performance dos demais ramos de negócio da empresa mais do que compensam.

2T2015 -
paulo_prof  -
Uma empresa daquelas que evolui de forma devagar e sempre é a CARD !!!
Não fosse a ameaça da majoração da tributação de seu braço de Call Center, seria uma aposta interessante ...

1T2015 -
paulo_prof  -
A CARD parece estar completando o turn around ... a única incógnita é como se comportará no novo regime de tributação, que começará em junho ... o meu chute é que o impacto será pequeno e que a evolução do resultado líquido do negócio CardSystem mais do que compensará eventual involução do resultado líquido do negócio Contact.
Considerando que o Resultado Líquido vem evoluindo, em termos reais, no mínimo a uma taxa de 10% a.a., conclui-se que o ativo pode estar barato ...

A2014/4T2014 -
paulo_prof  -
Acho que o ativo está bem precificado ... Com o aumento do imposto, os resultados do negócio CSU Contact deverão piorar ... acredito que a evolução no negócio Card System deverá mais do que compensar a piora no CSU Contact, mas se em 2015 a empresa conseguir postar um lucro líquido de R$ 15 milhões acho que já será para se comemorar.

3T2014 -
paulo_prof  -
Bom resultado ... permite alimentar a expectativa que o turn around possa se completar com sucesso.

2T2014 -
paulo_prof  -
Parece que os piores dias da CARD ficaram para trás ... Não vejo núvens negras no horizonte ... os resultados em todos os segmentos de negócio deverão evoluir nos próximos trimestres, contribuindo para uma melhora da rentabilidade. Não considero exagerado estimar que em meados de 2015 a empresa esteja operando com um ROE na faixa de 15%, ou seja, projetando um lucro na faixa dos R$ 23-25 milhões anuais.

A2012/4T2012 -
pobre - 
resultado fraco

Características
Terceirização em administração e processamento de meios eletrónicos de pagamento. Infraestrutura e gestão em terceirização de Contact Center. Desenvolvimento e gestão operacional de programas market

Plano de Recompra de Ações

Assembleias
AGO/E - 29/04/2020 09:00 - Assunto(s):  Tomada de Contas-Votação do Relatório da Administração e das Demonstrações Financeiras; Eleição de Membros dos Conselhos de Administração e Fiscal; Remuneração dos Administradores e Conselheiros; Destinação dos Resultados; Aumento do Capital Social (inciso I, art. 166 da Lei 6404); Reforma Estatutária; Deliberar sobre o Orçamento de Capital para o ano de 2020;

Apresentações
11/03/2020 - Press-release

Proventos (Calendário)
Data PG
Descrição
Valor
Data COM

Dividend Yield
2020
2019






2,44%





Payout
2020
2019






39,9%








O que deveria preocupar os comprados é que a situação favorável de capex vs depreciação obtida no exercício foi perdida no 2o. semestre. No 2o. semestre do exercício, o capex foi R$ 4,5 milhões maior do que a depreciação, sendo que a maior parte desta diferença ocorreu no 4T (-R$ 3,7 milhões).

Na minha avaliação, portanto, o ativo parece caro.
p.php?pid=chartscreenshot&u=aUPM%200bZuN


CARD3

PREÇO: R$ 10,66

PAYOUT (2019) 39,9%



Múltiplos baseados nos últimos 12 meses

P/L 16,33

P/VPA 1,70

PSR 1,01

DY 2,44%

EV/EBITDA 5,13

MARGEM BRUTA 25,2%

MARGEM OPERACIONAL 7,9%

MARGEM LÍQUIDA 6,2%

LUCRO POR AÇÃO R$ 0,653

MARGEM EBITDA 23,7%

DÍVIDA BRUTA/PATRIMÔNIO LÍQUIDO 45,7%

ROE 10,43%

LIQUIDEZ CORRENTE 0,96



Taxas de Crescimento

a) últimos 12 meses sobre 12 terminados no 4T18, nominal

RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA +3,32%

RESULTADO BRUTO +8,00%

RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO +202,85%

RESULTADO OPERACIONAL -23,39%

RESULTADO LÍQUIDO -18,19%

EBITDA +38,90%



b) 4T19 sobre 4T18, nominal

RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA +9,25%

RESULTADO BRUTO +28,96%

RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO +615,97%

RESULTADO OPERACIONAL +44,15%

RESULTADO LÍQUIDO +4,37%

EBITDA +177,07%



c) lucro líquido, nominal

UA -18,19%

U2A -22,95%

U3A -8,40%



d) patrimônio líquido médio, nominal

UA 5,36%

U2A 8,11%

U3A 9,80%



e) ebitda, nominal

UA 38,90%

U2A 1,24%

U3A 4,19%

U4A 10,15%

U5A 14,08%

U6A 20,39%

U7A 7,18%

U8A 5,81%

U9A 3,11%

U10A 2,68%



Preço justo fornecido pela fórmula do FCD para uma taxa média de crescimento real nulo do lucro líquido dos últimos 12 meses durante 5 anos, perpetuidade real nula e taxa de desconto real de 8%: R$ 8,16

Ou, taxa de crescimento real do lucro líquido dos últimos 12 meses necessária, durante os próximos 5 anos, para que o preço justo fornecido pela fórmula do FCD seja igual ao preço corrente (com uma perpetuidade real nula e taxa de desconto anual real de 8%): +6,5% !!!!

11/03/2020 - Press-release
365013 - paulo_prof  -  06 Nov 2019, 21:19
Considerados os resultados super pífios do 1o. semestre, acho que os resultados do 3T19 podem ser considerados promissores. Excetuando o Resultado Financeiro, cujo valor negativo é de pequena monta, todos os resultados mostraram evolução em termos nominais. Digno de nota é o fato de que no exercício de 2019, as despesas de capex são menores do que aquelas de depreciação/amortização. Em consequência, o "lucro do proprietário" (lucro líquido + depreciação - capex) é de fato engordado. Como, via de regra, o capex da CARD é necessário para manter o nível de operações, pode ser considerado como uma despesa operacional mandatória. Nos 9M19 esta diferença já emplacou os R$ 11,1 milhões que, para um lucro líquido de R$ 17,2 milhões nos 9M18 é bastante relevante.

Como a reversão da tendência de queda pode ter ocorrido no 3T19, se esta reversão puder ser confirmada no 4T19, o ativo pode estar ficando interessante.
p.php?pid=chartscreenshot&u=mvKwx2F%20ye



CARD3

PREÇO: R$ 7,05

PAYOUT (2018) 30,8%



Múltiplos baseados nos últimos 12 meses

P/L 10,96

P/VPA 1,15

PSR 0,68

DY 2,81%

EV/EBITDA 4,53

MARGEM BRUTA 24,1%

MARGEM OPERACIONAL 7,1%

MARGEM LÍQUIDA 6,2%

LUCRO POR AÇÃO R$ 0,643

MARGEM EBITDA 19,8%

DÍVIDA BRUTA/PATRIMÔNIO LÍQUIDO 49,4%

ROE 10,51%

LIQUIDEZ CORRENTE 0,97



Taxas de Crescimento

a) últimos 12 meses sobre 12 terminados no 3T18, nominal

RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA -3,79%

RESULTADO BRUTO -11,26%

RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO +59,67%

RESULTADO OPERACIONAL -44,33%

RESULTADO LÍQUIDO -34,94%

EBITDA -8,17%



b) 3T19 sobre 3T18, nominal

RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA +6,01%

RESULTADO BRUTO +17,87%

RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO +126,40%

RESULTADO OPERACIONAL +0,76%

RESULTADO LÍQUIDO +14,26%

EBITDA +36,95%



c) lucro líquido, nominal

UA -34,94%

U2A -17,80%

U3A -5,52%



d) patrimônio líquido médio, nominal

UA 5,51%

U2A 9,17%

U3A 10,29%



e) ebitda, nominal

UA -8,17%

U2A -5,40%

U3A -1,86%

U4A 7,00%

U5A 11,80%

U6A 16,95%

U7A 1,85%

U8A 3,47%



Preço justo fornecido pela fórmula do FCD para uma taxa média de crescimento real nulo do lucro líquido dos últimos 12 meses durante 5 anos, perpetuidade real nula e taxa de desconto real de 8%: R$ 8,04

Ou, taxa de crescimento real do lucro líquido dos últimos 12 meses necessária, durante os próximos 5 anos, para que o preço justo fornecido pela fórmula do FCD seja igual ao preço corrente (com uma perpetuidade real nula e taxa de desconto anual real de 8%): -3,0% !!!!

363271  - paulo_prof   -  07 Ago 2019, 02:01
Os resultados continuam fraquíssimos ... Ainda não há uma visão clara do fundo do poço.

Para conseguir manter o negócio, a empresa teve que investir R$ 10,5 milhões no trimestre. Como a depreciação foi de R$ 13,5 milhões no trimestre, a grana disponível para os acionistas foi engordada em R$ 3 milhões, ou seja, um total de R$ 7,6 milhões no trimesre, Anualisando, obtém-se R$ 0,74 por ação. Ao preço corrente, isto repersentaria exceçentes 11,6%. Ocorre que a anualização só faz sentido se a trajetóira descendente do lucro puder ser revertida de imediato. No meu chute, a empresa ainda terá 2 trimestres de resultados declinantes, para reverter a tendência a partir do 1T20. Em consequência, o ativo pode estar caro.
EcLjAY14boXeWrrOO5pdiMKrOpnrRwh0=



CARD3

PREÇO: R$ 6,40

PAYOUT (2018) 30,8%



Múltiplos baseados nos últimos 12 meses

P/L 10,34

P/VPA 1,07

PSR 0,63

DY 2,98%

EV/EBITDA 4,46

MARGEM BRUTA 23,4%

MARGEM OPERACIONAL 7,2%

MARGEM LÍQUIDA 6,1%

LUCRO POR AÇÃO R$ 0,619

MARGEM EBITDA 20,1%

DÍVIDA BRUTA/PATRIMÔNIO LÍQUIDO 56,1%

ROE 10,34%

LIQUIDEZ CORRENTE 0,97



Taxas de Crescimento

a) últimos 12 meses sobre 12 terminados no 2T18, nominal

RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA -9,28%

RESULTADO BRUTO -22,28%

RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO +12,55%

RESULTADO OPERACIONAL -49,56%

RESULTADO LÍQUIDO -42,63%

EBITDA -13,83%



b) 2T19 sobre 2T18, nominal

RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA +2,03%

RESULTADO BRUTO +7,33%

RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO +75,22%

RESULTADO OPERACIONAL -61,64%

RESULTADO LÍQUIDO -45,02%

EBITDA +1,87%



c) lucro líquido, nominal

UA -42,63%

U2A -15,73%

U3A -3,15%



d) patrimônio líquido médio, nominal

UA 6,91%

U2A 10,34%

U3A 11,17%



e) ebitda, nominal

UA -13,83%

U2A -2,96%

U3A -0,22%

U4A 8,49%

U5A 12,95%

U6A 14,28%

U7A 1,83%

U8A 2,64%



Preço justo fornecido pela fórmula do FCD para uma taxa média de crescimento real nulo do lucro líquido dos últimos 12 meses durante 5 anos, perpetuidade real nula e taxa de desconto real de 8%: R$ 8,89

Ou, taxa de crescimento real do lucro líquido dos últimos 12 meses necessária, durante os próximos 5 anos, para que o preço justo fornecido pela fórmula do FCD seja igual ao preço corrente (com uma perpetuidade real nula e taxa de desconto anual real de 8%): -4,0% !!!!

361037  - paulo_prof  -  08 Mai 2019, 04:17
Resultados fracos mais uma vez ... Ao que parece, esta empresa também faz uso de imóveis alugados. Em consequência, devido a nova regra de contabilidade, o endividamento líquido e as despesas financeiras aumentaram, com melhora do ebitda.

Há que se verificar se a empresa conseguirá reverter o quadro de resultados declinantes dos últimos 4 trimestres. Vendo o quadro hoje, eu diria que é mais provável o ativo estar caro do que barato. Ou seja, há um risco não desprezível num investimento ao preço atual.

CARD3

PREÇO: R$ 6,59

PAYOUT (2018) 30,8%



Múltiplos baseados nos últimos 12 meses

P/L 9,27
P/VPA 1,10
PSR 0,65
DY 3,33%
EV/EBITDA 4,67
MARGEM BRUTA 23,1%
MARGEM OPERACIONAL 9,1%
MARGEM LÍQUIDA 7,0%
LUCRO POR AÇÃO R$ 0,711
MARGEM EBITDA 20,1%
DÍVIDA BRUTA/PATRIMÔNIO LÍQUIDO 60,4%
ROE 11,90%
LIQUIDEZ CORRENTE 0,98


Taxas de Crescimento

a) últimos 12 meses sobre 12 terminados no 1T18, nominal

RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA -12,81%

RESULTADO BRUTO -28,08%

RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO -18,01%

RESULTADO OPERACIONAL -37,60%

RESULTADO LÍQUIDO -35,08%

EBITDA -15,50%



b) 1T19 sobre 1T18, nominal

RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA -3,66%

RESULTADO BRUTO -18,46%

RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO +184,71%

RESULTADO OPERACIONAL -53,14%

RESULTADO LÍQUIDO -44,30%

EBITDA +10,29%



c) lucro líquido, nominal

UA -35,08%
U2A -8,73%
U3A 7,56%


d) patrimônio líquido médio, nominal

UA 8,65%

U2A 11,24%

U3A 11,86%



e) ebitda, nominal

UA -15,50%
U2A -3,46%
U3A 2,61%
U4A 9,62%
U5A 15,18%
U6A 10,66%
U7A 2,07%
U8A 1,94%


Preço justo fornecido pela fórmula do FCD para uma taxa média de crescimento real nulo do lucro líquido dos últimos 12 meses durante 5 anos, perpetuidade real nula e taxa de desconto real de 8%: R$ 8,89

Ou, taxa de crescimento real do lucro líquido dos últimos 12 meses necessária, durante os próximos 5 anos, para que o preço justo fornecido pela fórmula do FCD seja igual ao preço corrente (com uma perpetuidade real nula e taxa de desconto anual real de 8%): -6,5% !!!!

358800 - paulo_prof  -  28 Fev 2019, 03:40
Resultados horríveis. Ruins os resultados do exercício. Piores, os do trimestre, considerando que devido a sazonalidade, o 4T costuma ser o melhor trimestre do ano. O único indicador que se salva é a taxa de crescimento do Patrimônio Líquido, mas se este não é acompanhado por um aumento do lucro, tudo não passa de perda de rentabilidade. Ou seja, os investimentos na empresa não resultam.

Para uma despesa não caixa de depreciação/amortização de R$ 32,8 milhões e um lucro líquido de R$ 33,5 milhões, a empresa dispendeu R$ 48,3 milhões em capex. Se todo este capex foi dispendido para a manutenção da atividade empresarial, "sobrou" somente R$ 18 milhões para o acionista (lucro do proprietário).

Eu não investiria no ativo aos preços atuais.


CARD3

PREÇO: R$ 7,59

PAYOUT (2018) 30,8%



Múltiplos baseados nos últimos 12 meses

P/L 9,51

P/VPA 1,30

PSR 0,74

DY 3,24%

EV/EBITDA 4,14

MARGEM BRUTA 24,1%

MARGEM OPERACIONAL 10,6%

MARGEM LÍQUIDA 7,8%

LUCRO POR AÇÃO R$ 0,798

MARGEM EBITDA 19,4%

DÍVIDA BRUTA/PATRIMÔNIO LÍQUIDO 22,8%

ROE 13,62%

LIQUIDEZ CORRENTE 1,19



Taxas de Crescimento

a) últimos 12 meses sobre 12 terminados no 4T17, nominal

RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA -13,78%

RESULTADO BRUTO -25,72%

RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO -53,11%

RESULTADO OPERACIONAL -27,34%

RESULTADO LÍQUIDO -27,43%

EBITDA -18,76%



b) 4T18 sobre 4T17, nominal

RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA -16,85%

RESULTADO BRUTO -36,50%

RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO -60,84%

RESULTADO OPERACIONAL -53,27%

RESULTADO LÍQUIDO -45,76%

EBITDA -35,79%



c) lucro líquido, nominal

UA -27,43%

U2A -3,07%

U3A 19,94%



d) patrimônio líquido médio, nominal

UA 10,93%

U2A 12,09%

U3A 12,24%



e) ebitda, nominal

UA -18,76%

U2A -5,32%

U3A 5,27%

U4A 11,24%

U5A 19,26%

U6A 4,31%

U7A 3,18%

U8A 0,54%



Preço justo fornecido pela fórmula do FCD para uma taxa média de crescimento real nulo do lucro líquido dos últimos 12 meses durante 5 anos, perpetuidade real nula e taxa de desconto real de 8%: R$ 9,97

Ou, taxa de crescimento real do lucro líquido dos últimos 12 meses necessária, durante os próximos 5 anos, para que o preço justo fornecido pela fórmula do FCD seja igual ao preço corrente (com uma perpetuidade real nula e taxa de desconto anual real de 8%): -6,0% !!!!

355702 - paulo_prof  -  08 Nov 2018, 16:49
Resultado fraco. Sinal de alerta ligado.

O Resultado Líquido involuiu em relação ao 3T17. A comparação ano-sobre-ano, entretanto, parece mostrar que o ativo, com o lucro permanecendo estagnado em termos reais, e o preço corrente compatível com uma retração do lucro de 12% durante 5 anos, estaria super barato, não? Mas as coisas não são bem assim ... Esta é uma empresa que necessita de capex constante para não desaparecer ... ou seja, boa parte do lucro realmente não está disponível ao acionista. É quase como se realmente fosse uma despesa.

No semestre, o lucro líquido somou R$ 23,5 milhões. Por outro lado, o capex emplacou R$ 39,6 milhões. Finalmente, as despesas não caixa em depreciação/amortização somaram R$ 21,7 milhões. Fazendo as contas, percebe-se que "apenas" 23,5 + 21,7 - 39,6 = R$ 5,6 milhões realmente estão disponíveis para o acionista nos 9 meses. Anualizando, obtém-se R$ 7,5 milhões, ou R$ 0,183 por ação. Para justificar os R$ 7,12 atuais, este "lucro do proprietário" teria que crescer, em termos reais, 29% a.a, nos próximos 5 anos.

Em resumo, o ativo está caro!



HHCnmm2Bm7HA=



CARD3

PREÇO: R$ 7,12

PAYOUT (2017) 40,0%

Múltiplos baseados nos últimos 12 meses

P/L 7,20

P/VPA 1,21

PSR 0,66

DY 5,56%

EV/EBITDA 3,46

MARGEM BRUTA 26,1%

MARGEM OPERACIONAL 12,3%

MARGEM LÍQUIDA 9,2%

LUCRO POR AÇÃO R$ 0,989

MARGEM EBITDA 20,8%

DÍVIDA BRUTA/PATRIMÔNIO LÍQUIDO 24,2%

ROE 16,80%

LIQUIDEZ CORRENTE 1,27



Taxas de Crescimento

a) últimos 12 meses sobre 12 terminados no 3T17, nominal

RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA -6,97%

RESULTADO BRUTO -9,17%

RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO -49,35%

RESULTADO OPERACIONAL +2,65%

RESULTADO LÍQUIDO +3,88%

EBITDA +9,29%



b) 3T18 sobre 3T17, nominal

RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA -16,22%

RESULTADO BRUTO -30,17%

RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO -49,19%

RESULTADO OPERACIONAL -33,39%

RESULTADO LÍQUIDO -34,50%

EBITDA -22,91%



c) lucro líquido, nominal

UA 3,86%

U2A 13,86%

U3A 38,77%



d) patrimônio líquido médio, nominal

UA 12,96%

U2A 12,75%

U3A 12,24%



e) ebitda, nominal

UA 9,29%

U2A 7,37%

U3A 17,15%

U4A 20,86%

U5A 20,91%

U6A 4,70%

U7A 5,24%

U8A 2,82%



Preço justo fornecido pela fórmula do FCD para uma taxa média de crescimento real nulo do lucro líquido dos últimos 12 meses durante 5 anos, perpetuidade real nula e taxa de desconto real de 8%: R$ 12,36

Ou, taxa de crescimento real do lucro líquido dos últimos 12 meses necessária, durante os próximos 5 anos, para que o preço justo fornecido pela fórmula do FCD seja igual ao preço corrente (com uma perpetuidade real nula e taxa de desconto anual real de 8%): -12,0% !!!!

352630 - paulo_prof  -  08 Ago 2018, 15:28
O Resultado Líquido involuiu em relação ao 2T17. A comparação ano-sobre-ano, entretanto, parece mostrar que o ativo, com o lucro crescendo na faixa dos 20% reais, e o preço corrente compatível com uma retração do lucro de 13,5% durante 5 anos, estaria super barato, não? Mas as coisas não são bem assim ... Esta é uma empresa que necessita de capex constante para não desaparecer ... ou seja, boa parte do lucro realmente não está disponível ao acionista. É quase como se realmente fosse uma despesa.

No semestre, o lucro líquido somou R$ 16,5 milhões. Por outro lado, o capex emplacou R$ 24,5 milhões. Finalmente, as despesas não caixa em depreciação/amortização somaram R$ 16,3 milhões. Fazendo as contas, percebe-se que "apenas" 16,5 + 16,3 - 24,5 = R$ 8,3 milhões realmente estão disponíveis para o acionista no semestre. Anualizando, obtém-se R$ 16,4 milhões, ou R$ 0,40 por ação. Para justificar os R$ 7,22 atuais, este "lucro do proprietário" teria que crescer, em termos reais, 9% a.a, nos próximos 5 anos.

Em resumo, o ativo não está caro ... mas também não é aquela pechincha!


CARD3

PREÇO: R$ 7,22

PAYOUT (2017) 40,0%



Múltiplos baseados nos últimos 12 meses

P/L 6,69

P/VPA 1,26

PSR 0,64

DY 5,98%

EV/EBITDA 3,34

MARGEM BRUTA 27,3%

MARGEM OPERACIONAL 13,0%

MARGEM LÍQUIDA 9,6%

LUCRO POR AÇÃO R$ 1,079

MARGEM EBITDA 21,2%

DÍVIDA BRUTA/PATRIMÔNIO LÍQUIDO 26,8%

ROE 18,88%

LIQUIDEZ CORRENTE 1,17



Taxas de Crescimento

a) últimos 12 meses sobre 12 terminados no 2T17, nominal

RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA -0,60%

RESULTADO BRUTO +6,33%

RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO -38,34%

RESULTADO OPERACIONAL +24,10%

RESULTADO LÍQUIDO +23,79%

EBITDA +9,29%



b) 2T18 sobre 2T17, nominal

RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA -13,42%

RESULTADO BRUTO -24,04%

RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO -40,03%

RESULTADO OPERACIONAL -7,66%

RESULTADO LÍQUIDO -2,49%

EBITDA -6,09%



c) lucro líquido, nominal

UA 23,79%

U2A 25,83%

U3A 45,98%



d) patrimônio líquido médio, nominal

UA 13,88%

U2A 13,37%

U3A 12,04%



e) ebitda, nominal

UA 9,29%

U2A 7,37%

U3A 17,15%

U4A 20,86%

U5A 20,91%

U6A 4,70%

U7A 5,24%

U8A 2,82%



Preço justo fornecido pela fórmula do FCD para uma taxa média de crescimento real nulo do lucro líquido dos últimos 12 meses durante 5 anos, perpetuidade real nula e taxa de desconto real de 8%: R$ 13,49

Ou, taxa de crescimento real do lucro líquido dos últimos 12 meses necessária, durante os próximos 5 anos, para que o preço justo fornecido pela fórmula do FCD seja igual ao preço corrente (com uma perpetuidade real nula e taxa de desconto anual real de 8%): -13,5% !!!!

351025  - marcosvinicius2 -  10 Jun 2018, 12:56
COMENTÁRIO: PAPEL SUBVALORIZADO ( * ). RECEITA BRUTA = A receita bruta do 1T18 totalizou R$ 120,5 milhões, redução de 8,0% na comparação com o 1T17 e em 13,3% em relação ao 4T17.; CUSTOS = No 1T18, o custo total da Companhia foi de R$ 80,6 milhões, redução de 8,2% em relação ao 1T17, e de 6,8% em relação ao 4T17. LUCRO BRUTO = O lucro bruto total alcançou o montante de R$ 27,9 milhões no 1T18, redução de 8,8% em relação ao 1T17 e em 27,3% quando comparado ao 4T17. O resultado reflete principalmente o encerramento dos contratos de prestação de serviços de processamento de cartões e contact center com o Banco BMG, já mencionado, com reflexo na base de cartões processados e da quantidade média de PA’s apresentadas no período.; EBITDA =A Companhia apresentou EBITDA de R$ 21,1 milhões no 1T18, redução de 5,9% relação ao 1T17 e em 25,1% em relação ao 4T17, com margem de 19,4%, 0,5 p.p. acima da margem registrada no 1T17 e 3,1 p.p. inferior em relação ao 4T17.:

CARD3
PREÇO: 6,12
PAYOUT (2017): 33,49%

Múltiplos baseados nos últimos 12 meses

P/L 5,69
P/VPA 1,10
PSR 0,54
DY 5,89%
EV/EBITDA 2,80
MARGEM BRUTA 28,01%
MARGEM OPERACIONAL 12,77%
MARGEM LÍQUIDA 9,43%
LUCRO POR AÇÃO 1,076
MARGEM EBITDA 20,76%
DÍVIDA BRUTA/PATRIMÔNIO LÍQUIDO 30,45%
ROE 19,39%
LIQUIDEZ CORRENTE 1,22

Taxas de Crescimento Nominal

a) últimos 12 meses sobre 12 terminados no 1T17, nominal
RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA 3,16%
RESULTADO BRUTO 12,52%
RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO -37,16%
RESULTADO OPERACIONAL 28,60%
RESULTADO LÍQUIDO 28,31%
EBITDA 10,30%

b) 1T18 sobre 1T17, nominal
RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA -8,39%
RESULTADO BRUTO -8,82%
RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO -63,29%
RESULTADO OPERACIONAL -2,71%
RESULTADO LÍQUIDO -2,49%
EBITDA -5,87%

c) lucro (taxa média anual)
UA 28,31%
U2A 38,45%
U3A 49,37%

d) patrimônio líquido médio
UA 13,89%
U2A 13,50%
U3A 11,62%

Preço justo fornecido pela fórmula do FCD para uma taxa média de crescimento real nulo do lucro líquido dos últimos 12 meses durante 5 anos, perpetuidade real nula e taxa de desconto real de 8%: R$ 13,45
Ou, taxa de crescimento real do lucro líquido dos últimos 12 meses necessária, durante os próximos 5 anos, para que o preço justo fornecido pela fórmula do FCD seja igual ao preço corrente (com uma perpetuidade real nula e taxa de desconto anual real de 8%): -17,3% !!!!
[...]

349899  - paulo_prof  - 12 Mai 2018, 14:05
Em números aproximados, nos últimos 12 meses, os resultados da CARD foram os seguintes:

Lucro Líquido: R$ 34,3 milhões
Capex: R$ 44,9 milhões
Depreciação/Amortização: R$ 28,2 milhões

Bom ... o X da questão é: Por que a empresa despende em Capex um montante muito superior à Depreciação/Amortização? Seria efetivamente um investimento em novos negócios ou expansão, ou seka, para crescer, ou seriam estes investimentos absolutamente necessários para que a empresa subsista em seu ramos de negócios? Como não sabemos ao certo, a prudência aconselha a assumirmos a 2a. hipótese.

Se o capex despendido é necessário para manter o negócio, a diferença entre o capex e a depreciação deve ser entendido como uma despesa, que reduz o lucro à disposição do acionista. Ou seja, o lucro líquido de R$ 34,3 milhões produzidos nos últimos 12 meses, não está todo disponível aos acionistas, não é mesmo? Parte é despendida em capex necessário para manter o negócio.

Lucro do Proprietário = Lucro Líquido + Depreciação - Capex = R$ 17,6 milhões


Em resumo, para o cálculo do valor justo, o LPA não é R$ 0,831. O valor é muito menor, igual a R$ 0,426. Se este valor fosse mantido, em termos reais, para todo o sempre, o valor justo para uma taxa de desconto de 8% seria R$ 5,32 !!! Para justificar os R$ 7,15 atuais, este LPA do proprietário teria que crescer a uma média real de 7% a.a., durante os próximos 5 anos. Evidentemente, se vc utilizar uma taxa de desconto menor, o preço justo aumentaria, e a taxa necessária nos próximos 5 anos diminuiria. Mas eu não acho que seja trivial a decisão de investir no preço atual.

349831  - Santos8  -  10 Mai 2018, 18:59
Sobre a CARD3 (CSU), até onde vi, não há nada de sério. Acho que a ação está dando uma excelente oportunidade de compra. Está caindo porque há muita gente que segue cegamente as casas de análise e a Empiricus resolveu recomendar venda ontem, até para permitir aos investidores embolsarem lucros, já que eles haviam recomendado quando estava a 4,xx, gerando mais de 100% de ganho.

O cliente grande que foi perdido é o BMG, mas isso não quer dizer nada. Aliás, quer dizer sim. Há que se entender que perder grandes clientes é uma característica dos negócios dessa empresa, até porque pode-se esperar que um cliente que cresça muito resolva administrar seus próprios cartões. O que a CSU tem que fazer então - e faz bem - é negociar contratos lucrativos com os clientes quando são pequenos e médios, e obter novos clientes pequenos e médios sempre, o que ela também faz bem Já houve várias perdas de clientes grandes no passado e, como se vê no gráfico da página 3 da apresentação do 1T18 de ontem (link do RI abaixo), eles sempre deram a volta por cima e - o que importa - no longo prazo, a tendência de crescimento no EBITDA e no lucro vem sendo muito positiva.
https://ri.csu.com.br/

349770  - paulo_prof   -  09 Mai 2018, 05:07
Achei os resultados relativamente fracos ... embora a menor Receita Líquida e Resultado Bruto tenham sido algo compensados pelo melhor Resultado Financeiro. No 1T18, o capex alcançou R$ 12,2 milhões, para uma depreciação de R$ 7,1 milhões. O Lucro do Proprietário, portanto, foi aprox. R$ 5 milhões inferior ao Lucro Líquido. Se um padrão semelhante for projetado para os próximos trimestres, conclui-se que o ativo provavelmente está sobreprecificado.

CARD3

PREÇO: R$ 10,13

PAYOUT (2017) 40,0%



Múltiplos baseados nos últimos 12 meses

P/L 12,19

P/VPA 1,80

PSR 0,88

DY 3,28%

EV/EBITDA 4,40

MARGEM BRUTA 28,0%

MARGEM OPERACIONAL 12,8%

MARGEM LÍQUIDA 7,2%

LUCRO POR AÇÃO R$ 0,831

MARGEM EBITDA 20,8%

DÍVIDA BRUTA/PATRIMÔNIO LÍQUIDO 28,6%

ROE 14,79%

LIQUIDEZ CORRENTE 1,22



Taxas de Crescimento

a) últimos 12 meses sobre 12 terminados no 1T17, nominal

RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA +3,16%

RESULTADO BRUTO +12,521%

RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO -37,16%

RESULTADO OPERACIONAL +28,60%

RESULTADO LÍQUIDO -2,14%

EBITDA +10,30%



b) 1T18 sobre 1T17, nominal

RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA -8,39%

RESULTADO BRUTO -8,82%

RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO -63,29%

RESULTADO OPERACIONAL -2,71%

RESULTADO LÍQUIDO -2,49%

EBITDA -5,87%



c) lucro líquido, nominal

UA -2,14%

U2A 20,91%

U3A 36,47%



d) patrimônio líquido médio, nominal

UA 13,89%

U2A 13,50%

U3A 11,62%



e) ebitda, nominal

UA 10,30%

U2A 13,08%

U3A 19,55%

U4A 24,45%

U5A 16,79%

U6A 5,33%

U7A 4,71%

U8A 2,83%



Preço justo fornecido pela fórmula do FCD para uma taxa média de crescimento real nulo do lucro líquido dos últimos 12 meses durante 5 anos, perpetuidade real nula e taxa de desconto real de 8%: R$ 10,39

Ou, taxa de crescimento real do lucro líquido dos últimos 12 meses necessária, durante os próximos 5 anos, para que o preço justo fornecido pela fórmula do FCD seja igual ao preço corrente (com uma perpetuidade real nula e taxa de desconto anual real de 8%): -0,5% !!!!

348760  - marcosvinicius2 -  07 Abr 2018, 12:42
COMENTÁRIO: PAPEL DEVIDAMENTE PRECIFICADO ( * ). Em 2017, a receita bruta da Companhia totalizou R$ 540,3 milhões, 4,9% superior ao ano de 2016, explicada pelos crescimentos anuais de 8,0% do faturamento da Unidade CSU.CardSystem e de 1,1% da Unidade CSU.Contact.; No ano, o lucro bruto gerado pela Companhia somou R$ 136,3 milhões (+11,9% YoY), com uma margem bruta de 28,0%, aumento de 1,9 p.p. acima da margem registrada em 2016. Com isso, a Companhia apresentou um lucro líquido de R$ 45,2 milhões em 2017, 29,5% superior ao resultado líquido do ano anterior.:

CARD3
PREÇO: 11,30
PAYOUT (2017): 33,49%

Múltiplos baseados nos últimos 12 meses

P/L 10,45
P/VPA 2,11
PSR 0,97
DY 3,20%
EV/EBITDA 4,85
MARGEM BRUTA 27,99%
MARGEM OPERACIONAL 12,58%
MARGEM LÍQUIDA 9,28%
LUCRO POR AÇÃO 1,081
MARGEM EBITDA 20,60%
DÍVIDA BRUTA/PATRIMÔNIO LÍQUIDO 34,85%
ROE 20,19%
LIQUIDEZ CORRENTE 1,20

Taxas de Crescimento Nominal

a) últimos 12 meses sobre 12 terminados no 4T16, nominal
RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA 4,51%
RESULTADO BRUTO 11,91%
RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO -32,27%
RESULTADO OPERACIONAL 30,20%
RESULTADO LÍQUIDO 29,48%
EBITDA 10,34%

b) 4T17 sobre 4T16, nominal
RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA 4,51%
RESULTADO BRUTO 11,91%
RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO -32,27%
RESULTADO OPERACIONAL 30,20%
RESULTADO LÍQUIDO 29,48%
EBITDA 10,34%

c) lucro (taxa média anual)
UA 29,48%
U2A 54,20%
U3A 58,99%

d) patrimônio líquido médio
UA 13,26%
U2A 12,90%
U3A 10,90%

Preço justo fornecido pela fórmula do FCD para uma taxa média de crescimento real nulo do lucro líquido dos últimos 12 meses durante 5 anos, perpetuidade real nula e taxa de desconto real de 8%: R$ 13,51
Ou, taxa de crescimento real do lucro líquido dos últimos 12 meses necessária, durante os próximos 5 anos, para que o preço justo fornecido pela fórmula do FCD seja igual ao preço corrente (com uma perpetuidade real nula e taxa de desconto anual real de 8%): -4,0% !!!!
[...]

347910  - paulo_prof  -  08 Mar 2018, 02:53
Os resultados foram excelentes. Houve uma otima evolução ano-a-ano e melhor ainda trimestre-a-trimestre. Um outro aspecto positivo foi a menor necessidade de capex para manter a empresa competitiva. No exercício de 2017, o capex alcançou R$ 42,5 milhões, para uma depreciação de R$ 31,7 milhões. O Lucro do Proprietário, portanto, foi aprox. R$ 11 milhões inferior ao Lucro Líquido.

O preço justo fornecido pela fórmula do FCD para uma taxa média de crescimento real nulo do lucro ldo proprietário dos últimos 12 meses durante 5 anos, perpetuidade real nula e taxa de desconto real de 8% seria R$ 10,40.

A taxa de crescimento real do lucro do proprietário dos últimos 12 meses necessária, durante os próximos 5 anos, para que o preço justo fornecido pela fórmula do FCD seja igual ao preço corrente (com uma perpetuidade real nula e taxa de desconto anual real de 8%) seria +2,0% !!!!

Como, ao que parece, a empresa não aprsenta maiores dificuldades em garantir uma taxa de crescimento sensivelmente maior do que esta no que concerne o lucro líquido e ebitda, não deverá ter problemas em apresentar taxas reais de cresicmento saudáveis também no que concerne o lucro do proprietário. Em consequência, o ativo parece relativamente barato.

CARD3

PREÇO: R$ 11,23

PAYOUT (2017) 40,0%



Múltiplos baseados nos últimos 12 meses

P/L 10,25

P/VPA 2,07

PSR 0,95

DY 3,90%

EV/EBITDA 4,68

MARGEM BRUTA 28,0%

MARGEM OPERACIONAL 12,6%

MARGEM LÍQUIDA 9,3%

LUCRO POR AÇÃO R$ 1,095

MARGEM EBITDA 20,6%

DÍVIDA BRUTA/PATRIMÔNIO LÍQUIDO 31,1%

ROE 20,19%

LIQUIDEZ CORRENTE 1,20



Taxas de Crescimento

a) últimos 12 meses sobre 12 terminados no 4T16, nominal

RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA +4,51%

RESULTADO BRUTO +11,91%

RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO -32,27%

RESULTADO OPERACIONAL +30,20%

RESULTADO LÍQUIDO +29,48%

EBITDA +10,34%



b) 4T17 sobre 4T16, nominal

RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA +11,65%

RESULTADO BRUTO +32,46%

RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO -45,28%

RESULTADO OPERACIONAL +80,70%

RESULTADO LÍQUIDO +55,35%

EBITDA +29,25%



c) lucro líquido, nominal

UA 29,48%

U2A 54,20%

U3A 58,99%



d) patrimônio líquido médio, nominal

UA 13,26%

U2A 12,90%

U3A 10,90%



e) ebitda, nominal

UA 10,34%

U2A 19,84%

U3A 23,54%

U4A 31,28%

U5A 9,65%

U6A 7,37%

U7A 3,65%

U8A 3,04%



Preço justo fornecido pela fórmula do FCD para uma taxa média de crescimento real nulo do lucro líquido dos últimos 12 meses durante 5 anos, perpetuidade real nula e taxa de desconto real de 8%: R$ 13,69

Ou, taxa de crescimento real do lucro líquido dos últimos 12 meses necessária, durante os próximos 5 anos, para que o preço justo fornecido pela fórmula do FCD seja igual ao preço corrente (com uma perpetuidade real nula e taxa de desconto anual real de 8%): -4,5% !!!!

347762  - MuadibGV   -  03 Mar 2018, 21:55
Bons comentários sobre CARD. Pra complementar acrescento que de tempos em tempos eles acabam fazendo um "impairment" pra reconhecer que os ativos (resultados dos investimentos) estão com valor acima do real e reconhecem o prejuízo correspondente.

Mas a CSU é uma boa empresa. Só está com o preço errado.

Se cair mais um pouco , tô dentro...

347746  - paulo_prof   -  02 Mar 2018, 23:40
Já alertei, no passado, que a CARD3 é um ativo que merece um certo cuidado.

Mais de uma vez, o Warren Buffet em suas cartas explica que prefere analisar ações pela ótica do "Lucro do Proprietário", do que o Lucro Líquido, Fluxo de Caixa ou Ebitda.

O que ele chama de Lucro do Proprietário é simplesmente o LUCRO LÍQUIDO + DEPRECIAÇÃO E AMORTIZAÇÃO - INVESTIMENTOS (necessários para manter o negócio). Ou seja, há que se levar em consideração a grana que a companhia tem que investir para se manter competitiva.

A maior parte dos investimentos realizados pela CARD são necessários para manyter a competitividade, ou seja, são investimentos que praticamente deveriam ser considerados como despesa.

Nos últimos 12 meses, os númerros são os seguintes:

Ebitda ................................... 93.942

Resultado Financeiro ........... -8,630

IR/CS .................................. -13.854

Lucro Líquido ....................... 39.109

Depreciação/Amortização .... 32.347

Capex ................................... 64.778

Lucro do Proprietário ............. 6.678

Pode-se argumentar de que nem todo o Capex foi necessário para manter a empresa competitiva, ou seja, que partre do Capex foi destimada a financiar novos negócios. Não há informação relativa a quanto foi investido em novos negócios, mas não parece ter sido mais do que uns R$ 15 milhões. Ou seja, não parece que o "lucro do proprietário" tenha sido superior a R$ 20-22 milhões.

Ao preço atual, R$ 11,11, um lucro anual de R$ 22 milhões corresponderia a P/L = 20,84 e para justificar o preço atual adotando os meus critérios usuais (taxa de desconto real de 8%, período de crescimento de 5 anos, perpetuidade nula), seria necessário que a taxa de crescimento real este lucro do proprietário nos prõximos 5 anos seja 12,5%, algo que não parece provável.

343833  - paulo_prof  -  11 Nov 2017, 17:37
Como observado acima, o lucro líquido e ebitda de empresas cujo capex de manutenção é maior do que a depreciação/amortização de seu ativo permanente, pode não fornecer um quadro realista. A CSU é uma destas empresas, cujo capex necessário para manter a competitividade é sensivelmente maior do que a depreciação. Em consequência, o lucro líquido da empresa é maior do que o lucro que realmente está disponível a seus acionistas. Como parte substancial do ebitda é despendida em capex de manutenção, também este indicador não é capaz de contar uma história realista.

O quadro abaixo mostra a situação. Como se pode observar, o lucro gerado nos últimos 12 meses e disponível ao acionistas é de R$ 7,4 milhões, sensivelmente menor do que os R$ 20,6 milhões contabilizados como lucro líquido. A taxa de crescimento do lucro liquido dos últimos 12 meses, 24,8%. pouco tem a ver com a taxa negativa de crescimento do lucro disponível aos acionistas, -62,8%. Evidentemente, não há como se considerar "normal" o capex investido no 4T16. Se considerarmos apenas os últimos 9 meses e os 9 meses anteriores, a taxa de crescimento do lucro disponível aos acionistas seria de 20,9%.Anualizando o lucro disponível aos acionistas gerado nos últimos 9 meses, obtém-se R$ 0,644/ação. Supondo que a empresa possa gerar um lucro disponível ao acionista crescendo a uma taxa freal de 10% nos próximos 10 anos (o que não é trivial), o valor justo do ativo para uma taxa de desconto real de 8% e perpetuidade nula seria R$ 12,16. Ou seja, as indicações são de que o ativo não esteja caro, desde que o capex do 4T16 realmente tenha sido completamente não recorrente.

CARD5a0749b35920e.png

Para se fazer uma avaliação mais precisa, seria necessário conhecer quanto do capex de fato é de manutenção e quanto está sendo investido visando o crescimento dos resultados. A parte investida visando o crescimento da empresda e de seus resultados deve ser considerada como lucro disponível aos acionistas.

CARD3

PREÇO: R$ 9,85

PAYOUT (2016) 40,0%



Múltiplos baseados nos últimos 12 meses

P/L 10,39

P/VPA 1,84

PSR 0,86

DY 3,85%

EV/EBITDA 4,55

MARGEM BRUTA 26,8%

MARGEM OPERACIONAL 11,2%

MARGEM LÍQUIDA 8,3%

LUCRO POR AÇÃO R$ 0,948

MARGEM EBITDA 19,8%

DÍVIDA BRUTA/PATRIMÔNIO LÍQUIDO 29,1%

ROE 17,73%

LIQUIDEZ CORRENTE 1,15



Taxas de Crescimento

a) últimos 12 meses sobre 12 terminados no 3T16, nominal

RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA +0,68%

RESULTADO BRUTO +1,91%

RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO -31,99%

RESULTADO OPERACIONAL +19,47%

RESULTADO LÍQUIDO +24,82%

EBITDA +5,64%



b) 3T17 sobre 3T16, nominal

RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA +9,21%

RESULTADO BRUTO +31,49%

RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO +10,81%

RESULTADO OPERACIONAL +40,64%

RESULTADO LÍQUIDO +44,64%

EBITDA +21,71%



c) lucro líquido, nominal

UA 24,82%

U2A 60,40%

U3A 59,29%



d) patrimônio líquido médio, nominal

UA 12,54%

U2A 11,88%

U3A 9,90%



Preço justo fornecido pela fórmula do FCD para uma taxa média de crescimento real nulo do lucro líquido dos últimos 12 meses durante 5 anos, perpetuidade real nula e taxa de desconto real de 8%: R$ 12,15

Ou, taxa de crescimento real do lucro líquido dos últimos 12 meses necessária, durante os próximos 5 anos, para que o preço justo fornecido pela fórmula do FCD seja igual ao preço corrente (com uma perpetuidade real nula e taxa de desconto anual real de 8%): -5,0% !!!!

343804  - MuadibGV   -  10 Nov 2017, 20:40
Já vendi minhas CARD3 faz tempos, mas acompanho.
A CSU permanece na mesma toada há uns 4 ou 5 trimestres.
Neste último conseguiu melhorar um pouco as margens dos cartões e o EBITDA subiu.
Mas , por outro lado, os investimentos tb subiram um pouco.
Pelas minhas contas no preço atual a cia. gera uns 7,5% anuais de caixa da cotação atual, mas não distribui tudo.
Parece bem precificado.
Torço pra cair mais uns 20% ai entro comprando firme.

343820  - MuadibGV -  11 Nov 2017, 11:52
[...]
CSU e Valid estão ambas na parte de pagamentos, etc. mas não sei se são comparáveis.

Em termos de preço creio que Valid está mais barata, e prefiro a longo prazo porque ela tem um setor que continua sendo seu filé mignon, sistemas de idendificação, que são emissão de carteiras de id, etc. e tem uma certa estabilidade e mercado cativo.

Mas as duas estão no fio da navalha, no sentido de que são muito sensíveis a mudanças tecnológicas. Podem ir pro brejo num piscar de olhos.

341826  - marcosvinicius2  -  05 Set 2017, 13:55
COMENTÁRIO: PAPEL DEVIDAMENTE PRECIFICADO (*). NOS ULTIMOS 45 TRIMESTRES, 7 APRESENTARAM LUCRO LIQUIDO NEGATIVO (15,5556%). MEDIA DE LUCRO LIQUIDO X 1.000 (U12M) = 8.950; (U24M) = 7.974; (U36M) = 6.503; (U48M) = 5.355; MAIORES VARIAÇÕES = 12M X 12M : RESULTADO LIQUIDO (27,9%) E RESULTADO FINANCEIRO (-42,31%); 2T16 X 2T15 : RESULTADO FINANCEIRO (-35,88%) E RESULTADO LIQUIDO (8,82%). VALOR DE MERCADO (MIL) = 405.460; VALOR MAXIMO (MIL) = 558.578 NO 2T07; VE PSBE (MIL) = 780.718:

CARD3
PREÇO: 9,70
PAYOUT (2016): 37,14%

Múltiplos baseados nos últimos 12 meses

P/L 11,33
P/VPA 1,93
PSR 0,87
DY 3,49%
EV/EBITDA 5,07
MARGEM BRUTA 25,55%
MARGEM OPERACIONAL 10,40%
MARGEM LÍQUIDA 7,72%
LUCRO POR AÇÃO 0,856
MARGEM EBITDA 19,26%
DÍVIDA BRUTA/PATRIMÔNIO LÍQUIDO 33,41%
ROE 17,07%
LIQUIDEZ CORRENTE 0,99

Taxas de Crescimento Nominal

a) últimos 12 meses sobre 12 terminados no 2T16, nominal
RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA -2,68%
RESULTADO BRUTO -3,03%
RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO -42,31%
RESULTADO OPERACIONAL 24,04%
RESULTADO LÍQUIDO 27,90%
EBITDA 5,48%

b) 2T17 sobre 2T16, nominal
RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA 0,98%
RESULTADO BRUTO -0,97%
RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO -35,88%
RESULTADO OPERACIONAL 6,75%
RESULTADO LÍQUIDO 8,82%
EBITDA -2,01%

c) lucro (taxa média anual)
UA 27,90%
U2A 58,53%
U3A 67,33%

d) patrimônio líquido médio
UA 12,85%
U2A 11,13%
U3A 9,03%

A Companhia encerrou o segundo trimestre com uma Receita Bruta de R$ 134,0 milhões e um EBITDA de R$ 23,6 milhões, crescimento de 1,0% e queda de 2,0%, respectivamente, em relação aos resultados apresentados no segundo trimestre de 2016 - ultimo período que consolidava os resultados advindos do contrato de prestação do serviço de adqüirência para o Banrisul. As evoluções operacionais, o estrito controle de custos e despesas e as menores despesas financeiras ocasionadas pela redução da taxa básica de juros permitiram que o Lucro Líquido reportado alcançasse o montante de R$ 9,1 milhões no trimestre, 8,8% superior ao resultado do segundo trimestre de 2016, e R$ 17,4 milhões no semestre, 5,4% acima do apresentado no mesmo período do ano anterior.

CARD31.png

( * ) É PRECISO VERIFICAR NO RELATÓRIO DA ADM. A EXISTÊNCIA DE RESULTADO NÃO RECORRENTE:
( ** ) EMPRESAS DO SETOR FINANC onde houve necessidade de digitar os valores de REC INT FINANC (a pesquisa avançada não importou esses valores ) = BAZA3, BBDC3, BBDC4, BEES3, BEES4, BIGP3, BGIP4, BMEB3, BMEB4, BMIN3, BMIN4, BNBR3, BPAN4, BRIV3, BRIV4, BRSR3, BRSR5, BRSR6, BSLI4, CRIV3, CRIV4, IDVL3 IDVL4 ITUB3, ITUB4, PINE4, PRBC4, SANB11, SANB3, SANB4 E SFSA4;
( *** ) A VMCM = 5,56000000 foi calculada utilizando-se uma amostragem de 327 empresas com PL > 0 (Desta vez não foi utilizado o critério de LIQUIDEZ MÍNIMA). Na tentativa de um valor abaixo do indicado, a VMCM apresentou um valor < 5, o que indicaria um mercado subprecificado: forum.infomoney.com.br/viewtopic.php?f=6&t=10754&start=620#p2082722
( **** ) Foram EXCLUÍDAS da amostragem inicial as empresas = DAGB33, MERC4, BRAP4, BRAP3, ECPR4, JBDU3, LFFE4, LFFE3, SBSP3, BAHI3, BMTO4, BMTO3 E LIPR3;

340993  - MuadibGV  -  12 Ago 2017, 01:05
Fluxo de caixa foi baseado em redução de capital de giro. Excluindo isso, está no ritmo anual de 28 milhões de caixa gerados "ex-investimentos"

Nos sete compro de novo. Quem sabe a base de assinantes da Empiricus que inflou o ativo até os doze perde a paciência?

340942  - paulo_prof   -  11 Ago 2017, 01:15
A empresa continua um relógio, inclusive com as taxas de crescimento anual levemente negativas em termos nominais.

O maior problema da empresa e a sua quas eobrigação de investir para subexistir. De acordo com o relatório da empresa, no semestre foram investidos aprox. R$ 19,9 milhões. Como a depreciação/amortização foi de apenas R$ 15,4 milhões, o lucro do proprietário foi (R$ 17,4 - R$ 4,5) milhões = R$ 12,9 milhões, ou R$ 0,625/ação anualizado. Supondo que este LPA seja mantido para todo o sempre, o preço justo seria de R$ 8,01 (perpetuidade real nula e taxa de desconto real de 8%)!!!

Para que o preço justo fosse igual ao preço corrente, a taxa real de desconto teria que ser de 6%, muito pequena para o meu gosto! O ativo parece estar bem esticado!

Nos últimos 12 meses, o capex consumiu R$ 63,2 milhões, para uma depreciação/amortização de R$ 32,6 milhões, ou seja, o lucro do proprietário de fato foi somente (R$ 35,8 - R$ 30,6) milhões = R$ 5,2 milhões, ou R$ 0,126/ação.

Do 2T16 para o 1T17 houve uma queda sensível no Capex (de R$ 43,4 milhões, para R$ 19,9 milhões. Há que se monitorar o capex nos próximos trimestres para verificar se mantém uma trajetória de queda.

CARD3

PREÇO: R$ 9,92

PAYOUT (2016) 40,0%



Múltiplos baseados nos últimos 12 meses

P/L 11,43

P/VPA 1,95

PSR 0,88

DY 3,50%

EV/EBITDA 4,98

MARGEM BRUTA 25,5%

MARGEM OPERACIONAL 10,4%

MARGEM LÍQUIDA 7,7%

LUCRO POR AÇÃO R$ 0,868

MARGEM EBITDA 19,3%

DÍVIDA BRUTA/PATRIMÔNIO LÍQUIDO 27,7%

ROE 17,07%

LIQUIDEZ CORRENTE 0,99



Taxas de Crescimento

a) últimos 12 meses sobre 12 terminados no 2T16, nominal

RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA -2,68%

RESULTADO BRUTO -3,03%

RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO -42,31%

RESULTADO OPERACIONAL +24,04%

RESULTADO LÍQUIDO +27,90%

EBITDA +5,48%

b) 2T17 sobre 2T16, nominal

RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA +0,98%

RESULTADO BRUTO -0,97%

RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO -35,88%

RESULTADO OPERACIONAL +6,75%

RESULTADO LÍQUIDO +8,82%

EBITDA -2,01%



c) lucro líquido, nominal

UA 27,90%

U2A 58,53%

U3A 67,33%



d) patrimônio líquido médio, nominal

UA 12,85%

U2A 11,13%

U3A 9,03%



Preço justo fornecido pela fórmula do FCD para uma taxa média de crescimento real nulo do lucro líquido dos últimos 12 meses durante 5 anos, perpetuidade real nula e taxa de desconto real de 8%: R$ 11,12

Ou, taxa de crescimento real do lucro líquido dos últimos 12 meses necessária, durante os próximos 5 anos, para que o preço justo fornecido pela fórmula do FCD seja igual ao preço corrente (com uma perpetuidade real nula e taxa de desconto anual real de 8%): -2,5% !!!!

337803  - paulo_prof  -  12 Mai 2017, 05:01
CARD ... um relógio! Infelizmente, como ainda temos inflação, embora hoje muito baixa, a taxa de crescimento real do lucro na base trimestral já é levemente negativa. Em consequência, o ativo estã na minha opinião bem precificado.

No trimestre, a empresa efetuou investimentos de R$ 9,8 milhões, pagou R$ 9,8 milhões em JCP e FR$ 2 milhões em IR/CS.

CARD3

PREÇO: R$ 10,60

PAYOUT (2016) 40,0%



Múltiplos baseados nos últimos 12 meses

P/L 12,47

P/VPA 2,17

PSR 0,95

DY 3,21%

EV/EBITDA 5,52

MARGEM BRUTA 25,7%

MARGEM OPERACIONAL 10,2%

MARGEM LÍQUIDA 7,6%

LUCRO POR AÇÃO R$ 0,850

MARGEM EBITDA 19,4%

DÍVIDA BRUTA/PATRIMÔNIO LÍQUIDO 30,3%

ROE 17,38%

LIQUIDEZ CORRENTE 0,94



Taxas de Crescimento

a) últimos 12 meses sobre 12 terminados no 1T16, nominal

RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA -2,24%

RESULTADO BRUTO +4,43%

RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO -38,21%

RESULTADO OPERACIONAL +48,95%

RESULTADO LÍQUIDO +49,40%

EBITDA +15,92%



b) 1T17 sobre 1T16, nominal

RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA -2,88%

RESULTADO BRUTO -9,07%

RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO -38,10%

RESULTADO OPERACIONAL +2,61%

RESULTADO LÍQUIDO +1,94%

EBITDA -4,91%



c) lucro líquido, nominal

UA 49,40%

U2A 61,16%

U3A 90,40%



d) patrimônio líquido médio, nominal

UA 13,11%

U2A 10,51%

U3A 7,98%



Preço justo fornecido pela fórmula do FCD para uma taxa média de crescimento real nulo do lucro líquido dos últimos 12 meses durante 5 anos, perpetuidade real nula e taxa de desconto real de 8%: R$ 10,89

Ou, taxa de crescimento real do lucro líquido dos últimos 12 meses necessária, durante os próximos 5 anos, para que o preço justo fornecido pela fórmula do FCD seja igual ao preço corrente (com uma perpetuidade real nula e taxa de desconto anual real de 8%): -0,5% !!!!

335680 - MuadibGV  -  17 Mar 2017, 21:59
Agora uma que caiu em desgraça comigo, porque subiu demais:

Fluxo livre para CSU. Investimentos sempre são elevados nessa empresa.

card158cc5b8c3c089.JPG

Os múltiplos para a cotação de 10,60 por ação:

card258cc5bbfe85ff.JPG
Na minha opinião , teria que ter um baita crescimento pra justificar esse preço.

Lembrando que é uma empresa que vive no fio da navalha, não tem mercado cativo nem nada.


Decepcionante CSU, nenhum ganho contra 3T, investimentos dispararam.

Penso que uma evolução de 30% no EBITDA em comparação a 2015, num cenário de terra arrasada, é um belo avanço.

Ikki, Sazonalidade da CSU é baixa, pra mim faz mais sentido comparar com 3T, e o crescimento da cia comparado com ano passado já estava no preço. Eu vendi o resto das minhas agora, com ir e tudo.

Tem razão, amigo. Acabei queimando tudo também nos 12,32, logo na abertura. A questão que me preocupou foi 4M de LL não recorrentes e o alto custo do investimento para se manter na ativa. Sobra muito pouco para o acionista. 

A ação não deve ter subido pelo resultado que já é velho para os tubas, deve ter alguma relação com a notícia de que "a empresa deve fazer dois anúncios importantes ainda em março", segundo mencionou o CEO Ricardo Ribeiro Leite em entrevista ao Infomoney e também mencionado na teleconferência de hoje sobre o resultado
                                                         ▲                                               ▲
Bom senhores ... como se diz por aí ... o bicho andou pegando esta semana ...

Quem está no ramo do ensino da pós-graduação deve saber que amanhã é a data limite para preencher os dados do tal sistema Sucupira, o depositário dos dados da pós brasileira, sobre os quais os consultores da Capes fazem a avaliação.

Só vou conseguir ler o relatório na próxima semana. Portanto, o que segue é baseado exclusivamente nos números ...

Depois de um 1o. semestre que apresentou um crescimento nominal de 5,5% em relação ao 1S15, o 2o. semestre apresentou uma involução de 4,4%. Ou seja, não há o que comemorar pelo lado da Receita Líquida. Em termos nominais ficou no 0 a 0, e não há indícios de que haverá uma reação no curto prazo. Evidentemente, se a economia reagir, mesmo que lentamente como o mercado espera, a Receita Líquida deverá acompanhar.

No que concerne a margem bruta, a evolução é clara: de uma média de 22,3% em 2015, passou para 26,1%. Uma evolução de quase 4 pontos percentuais não é pouca coisa. Uma melhora de mais de 17%, mesmo que aplicada sobre uma receita que involuiu em termos reais, resultou num Resultado Bruto que ganhou bem da inflação (aprox. 10%).

Houve melhora também no resultado Financeiro negativo, que diminuiu 30% em termos nominais (ou seja, diminuiu mais ainda em termos reais). Adicionalmente, as despesas operacionais cresceram somente 1,8% em termos nominais, bem abaixo da inflação.

A conjunção destes fatores favoráveis impactou fortemente os Resultados antes dos Impostos e margem líquida, que aumentou de 4,1% para 7,5%. a margem ebitda também evoluiu fortemente, passando de 15,07% para 19,5%.

A questão que deve ser colocada é: o que esperar no curto/médio prazo? Na minha opinião, e a menos que a empresa se livre do call center, não há mais como evoluir substancialmente na margens líquida e ebitda. A oportunidade de crescimento provavelmente terá que vir pelo lado da Receita.

Notem que não é para ficar muito animado com o resultado do 4T. O lucro líquido de R$ 11 milhões só foi possível porque o IR/CS foi negativo (provavelmente devido aos JCPs pagos no exercício). Se a taxação fosse "normal". na média, o resultado líquido do 4T seria o pior do exercício, na faixa dos R$ 6,8 milhões.

Acho que o risco de manter o ativo em carteira ao preço atual é pequeno. Se fosse obrigado a apostar diria, que nos próximos 3 meses e a menos que de um terremoto na política, que as chances do preço aumentar são maiores do que de diminuir.

CARD3

PREÇO: R$ 11,50

PAYOUT (2016) 40,0%



Múltiplos baseados nos últimos 12 meses

P/L 13,59

P/VPA 2,45

PSR 1,02

DY 2,94%

EV/EBITDA 5,72

MARGEM BRUTA 26,1%

MARGEM OPERACIONAL 10,1%

MARGEM LÍQUIDA 7,5%

LUCRO POR AÇÃO R$ 0,846

MARGEM EBITDA 19,5%

DÍVIDA BRUTA/PATRIMÔNIO LÍQUIDO 32,9%

ROE 18,05%

LIQUIDEZ CORRENTE 0,91



Taxas de Crescimento



a) últimos 12 meses sobre 12 terminados no 4T15, nominal

RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA +0,49%

RESULTADO BRUTO +17,74%

RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO -29,67%

RESULTADO OPERACIONAL +86,69%

RESULTADO LÍQUIDO +83,62%

EBITDA +30,16%



b) 4T16 sobre 4T15, nominal

RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA -4,13%

RESULTADO BRUTO -8,59%

RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO -39,35%

RESULTADO OPERACIONAL +35,77%

RESULTADO LÍQUIDO +48,13%

EBITDA +10,01%



c) lucro líquido, nominal

UA 83,62%

U2A 76,17%

U3A 479,90%



d) patrimônio líquido médio, nominal

UA 9,23%

U2A 8,12%

U3A 5,61%

Preço justo fornecido pela fórmula do FCD para uma taxa média de crescimento real nulo do lucro líquido dos últimos 12 meses durante 5 anos, perpetuidade real nula e taxa de desconto real de 8%: R$ 10,58

Ou, taxa de crescimento real do lucro líquido dos últimos 12 meses necessária, durante os próximos 5 anos, para que o preço justo fornecido pela fórmula do FCD seja igual ao preço corrente (com uma perpetuidade real nula e taxa de desconto anual real de 8%): +1,5% !!!!

335031  - ikkii  -  04 Mar 2017, 18:25
Sobre CARD3, estou sem saber o que fazer. Entrei na bacia das almas, não vendi nada até então, e o lucro já bate 372%. Se não vender e cair, vou lamentar. Se vender irei pagar um absurdo de IR. Se ir fatiando mês a mês no limite dos 20k, vou passar vários meses me desfazendo e travando o giro do resto da carteira. Essa noite, dormi em êxtase com esse papel.. nunca tinha ocorrido uma valorização tão avassaladora em qualquer ativo meu. Creio que a decisão mais sensata seria torcer para que venha um resultado sensacional e que o preço se sustente nesse patamar até readequar a minha posição.

335023  - paulo_prof   -  04 Mar 2017, 15:20
Devo receber email do pessoal da Empiricus diariamente. Em fevereiro, acho que muitos de vcs receberam diversos emails do Felipe Miranda convidando para o tal Investidor Essencial. Bom, o fato é que a Empiricus tem hoje uma base de assinantes/leitores (não sei como funciona o esquema, porque estou fora) considerável. Deve passar dos 60 mil.

Isto dá ao Felipe e pessoal, um enorme potencial para manipulação!

Sinceramente, não vejo grande diferença entre o RM e a Empiricus. Evidentemente, a Empiricus não pode se permitir recomendar micos que não levam a lugar algum, mas pode funcionar como driver para ações de empresas com bons resultados e que estão "esquecidas" pelo mercado. Se o free float é razoável para que haja espaço para um aumento considerável de negociação diária, com a sua base de leitores, a Empiricus é capaz de levantar até defuntos!

Ao recomendar ações como a CARD3, a Empiricus introduz uma componente de grande risco na equação ... do preço explodir rapidamente acima do valor intrínseco do ativo ... quando isto ocorrer, quem comprou no topo só terá duas alternativas: vender com prejuízo ou esperar que o ativo se transforme num novo queridinho do mercado, mantendo o preço irreal por um prazo suficiente para minimizar os prejuízos (ou até sai com lucro).

O que se sabe da CARD?

Saber mesmo, são os números até o 3T16 inclusive.

LPA baseado nos últimos 12 meses = R$ 0,759

LPA baseado nos 9M2016 anualizado = R$ 0,772

LPA baseado no maior lucro líquido anual real da história (R$ 33 milhões, em 2010 = R$ 49 milhões atualizados) = R$ 1,192

Para que o valor intrínseco seja igual ao preço corrente, de R$ 13,24 seria necessário (taxa de desconto real de 8%)


a) que o LPA dos últimos 12 meses cresça, em termos reals, 2,2% ao ano até o final dos séculos!

b) que o LPA dos últimos 12 meses cresça, em termos reais, 3,5% nos próximos 15 anos e que no mínimo se mantenha constante, daí em diante

c) que o LPA dos últimos 12 meses cresça, em termos reais, 7,9% nos próximos 5 anos e que no mínimo se mantenha constante, daí em diante

Se o LPA topo (aquele baseado no maior lucro anual) fosse mantido em termos reais para todo o sempre, o valor intrínseco seria R$ 14,90. Mas para que este LPA seja replicado, é necessário que o LPA dos últimos 12 meses cresça 57% em termos reais.


Moral da história ... o preço da CARD3 está ficando esticado. consideradas as informações disponíveis e o fato de ser uma empresa em que investimentos em tecnologia são essenciais para a manutenção e aumento da rentabilidade (ou seja, parte considerável do lucro terá que ser re-aplicada no negócio, não estando disponível para remuneração do acionista).

330004  - MuadibGV   - 15 Nov 2016, 09:18
Resultado da CSU não foi nada demais na medida em que a receita e margens dos cartões baixaram. A parte de call-center até melhorou mas nem importa tanto no resultado geral.

Os números que uso são os seguintes:
EBITDA 94 mi
juros passivos 8 mi
impostos 19 mi
investimentos 44 mi

O dinheiro que sobraria pra distribuir, pagar dívida , etc. são 23 milhões anuais, o que dá por volta de 13% da cotação de R$ 4,3 por ação.

Barato, ainda mais considerando que o EBITDA deve crescer bem se a economia melhorar. Mas o drama pra mim na CSU sempre foi a questão do nicho no qual a empresa trabalha, muito dinâmico e sem "barreiras de entrada" pra inibir novos competidores.

Continuo comprado com 1% da carteira aproximadamente.

329723  - paulo_prof  -  09 Nov 2016, 23:32
Embora estivesse esperando algo a mais no lucro líquido e ebitda (um dos clientes encerrou o contrato de serviços de adqüirência, impactando os mesmos), achei sólidos os resultados da CARD. Considerados os fundamentos, na minha opinião o ativo está muito barato!

CARD3
PREÇO: R$ 4,75
PAYOUT (2015): 36,8%

Múltiplos baseados nos últimos 12 meses

P/L 6,26
P/VPA 1,00
PSR 0,42
DY 5,89%
EV/EBITDA 2,52
MARGEM BRUTA 26,5%
MARGEM OPERACIONAL 9,4%
MARGEM LÍQUIDA 6,7%
LUCRO POR AÇÃO R$ 0,759
MARGEM EBITDA 18,9%
DÍVIDA BRUTA/PATRIMÔNIO LÍQUIDO 29,8%
ROE 16,05%
LIQUIDEZ CORRENTE 1,12

Taxas de Crescimento Nominal

a) últimos 12 meses vs 12 meses terminados no 3T15
RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA +3,91%
RESULTADO BRUTO 31,80%
RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO -13,52%
RESULTADO OPERACIONAL +107,82
RESULTADO LÍQUIDO +106,13%
EBITDA +38,63%

b) 3T16 vs 3T15
RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA -4,75%
RESULTADO BRUTO +9,79%
RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO -56,03%
RESULTADO OPERACIONAL +87,87%
RESULTADO LÍQUIDO +82,04%
EBITDA +24,91%

c) lucro (taxa média anual)
UA 106,13%
U2A 79,94%
U3A 189,68%

d) patrimônio líquido médio
UA 11,23%
U2A 8,60%
U3A 5,18%

Preço justo fornecido pela fórmula do FCD para uma taxa média de crescimento real nulo do lucro líquido dos últimos 12 meses durante 5 anos, perpetuidade real nula e taxa de desconto real de 10%: R$ 7,59

Ou, taxa de crescimento real do lucro líquido dos últimos 12 meses necessária, durante os próximos 5 anos, para que o preço justo fornecido pela fórmula do FCD seja igual ao preço corrente (com uma perpetuidade real nula e taxa de desconto anual real de 10%): -10,5%

LL veio bom. Agora, fluxo de caixa operacional de 13,1 milhões e investimentos de 11,5 milhões.

No Release dizem:

"...maiores investimentos na unidade CSU CardSystem,
devido à expansão e à diversificação de suas operações, e pelos novos investimentos
realizados no ITS. Esta tendência poderá se intensificar ainda mais no futuro próximo, em
decorrência do surgimento de novas tecnologias disruptivas e da consequente adaptação da
plataforma tecnológica às novas demandas do mercado.
Investimentos adicionais poderão ser empregados no curto prazo, voltados a atualizações e
adaptações da plataforma tecnológica."

Ou seja, está gastando pra se manter competitiva. Quanto desse fluxo de caixa vai sobrar pro acionista? Não me parece que muita coisa.
Pelas minhas contas, depois de cobrir o resultado financeiro negativo, os impostos e o capex, estariam sobrando 25% da geração de caixa medida pelo ebitda. Esta sobra corresponde a aprox. 70% do lucro líquido. O payout efetivo, entretanto, é a metade disto. Teria espaço para ser maior. 
                                                                                           ▲                                                                      ▲

Acho o caso da CARD3 relativamente fácil de explicar. De um lado, ao contrário do que vc afirma, o resultado operacional evoluiu sensivelmente. O Ebitda passou de R$ 38,2 milhões no 1S15 para R$ 47,6 milhões no 1S16, uma evolução de 25%. Nos últimos 12 meses, a evolução do Ebitda foi de 40%. Por outro lado, os preços no início deste ano, abaixo dos R$ 3,00, não guardavam qualquer relação com os fundamentos da empresa. Ridiculamente baixos. Finalmente, há uma percepção de que o ebitda que a empresa gera hoje é de "melhor qualidade" do que aquele gerado nos tempos áureos (2010), quando a dependência do negócio Contact era elevada.

Evidentemente, a CARD é uma empresa com riscos não desprezíveis, pois atua num setor onde a concorrência é feroz e onde o nível de investimentos exigido é muito alto, pois da noite para o dia uma tecnologia pode se tornar obsoleta.

Se não ocorrer uma catástrofe os próximos trimestres, mesmo depois da valorização, a CARD3 está baratérrima ...

Com relação aos últimos 12 meses e ao preço atual, a CARD3 está negociando a P/L = 6,63 e a EV/EBITDA = 2,53.

Com relação aos últimos 6 meses anualizados, os múltiplos são P/L = 5,63 e EV/EBITDA = 2,25

Não dá para afirmar que o ativo está caro, não é mesmo?

No que concerne a CSNA acredito que o comportamento dos preços, além do nível ridiculamente baixo do final da era Dilma, está mais intimamente conectado às expectativas ... Há uma componente forte relacionada às expectativas do negócio minério de ferro (os históricos dos preços da CSNA e VALE são bastante semelhantes). Por outro lado, 2016 foi marcado por alguns eventos específicos (acordo com os sócios da Namisa, perspectiva de diminuição do endividamento através da venda de ativos, etc).

Concordo, entretanto, que um investimento hoje na CSNA envolve um risco muito maior do que na CARD.
328569  - MuadibGV  - 19 Out 2016, 13:13
Prof,
A CSU não tem sazonalidade nos cartões, então quem olhasse os últimos trimestres já teria uma boa noção do que viria. De fato trimestre/2016 contra trimestre/2015 o crescimento foi bom, mas trimestre contra trimestre anterior nem tanto. Considero que a CSU entrou no "barato demais" e nem tanto no "melhoria de fundamentos"... 
                                                                                           ▲                                                                      ▲
327302  - pobre   -  20 Set 2016, 14:10
boa noticia para CARD3

CSU anuncia novos contratos e implantações nas áreas de marketing de incentivo e fidelidade

Terça, 13 Setembro 2016 14:59
Escrito por Fernanda Elen
Publicado em Info & Ti
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Vivo, Souza Cruz e Bancoob são os clientes que passarão a contar com os serviços da plataforma OPTe+

A CSU MarketSystem, divisão da CSU responsável por soluções de marketing de relacionamento e programas de fidelidade (Loyalty), E-commerce e Gestão de CRM, anunciou a implantação de novos projetos, para a Souza Cruz, Vivo e o Bancoob.

No contrato assinado com a Souza Cruz, estão contemplados o novo portal de relacionamento com os seus estabelecimentos comerciais e o shopping corporativo da Companhia. Essas iniciativas vão permitir que mais de 300 mil estabelecimentos comerciais cadastrados pela Souza Cruz façam compras online com descontos e vantagens exclusivas.

O shopping online da Souza Cruz funciona por meio da plataforma OPTe+, uma ferramenta desenvolvida pela CSU na qual estão disponíveis mais de um milhão de produtos em mais de 30 categorias diferentes, como eletrônicos, moda, itens para casa, cosméticos, turismo, dentre outros. “A grande vantagem do OPTe+ é possibilitar uma experiência superior de compra online aos clientes, por meio de uma plataforma ágil e segura, que disponibiliza conteúdo de viagem (passagens aéreas, hotéis e passeios) e uma enorme e diversificada variedade de produtos dos maiores varejistas do país. É como um shopping no ambiente virtual, que agora pode ser utilizado pelos estabelecimentos comerciais parceiros da Souza Cruz”, explica o diretor executivo da CSU MarketSystem, Luciano Otero.

Já o acordo firmado com a Vivo consiste na implantação do OPTe+ como plataforma de resgate do programa de incentivo “Vivo – Turbine Suas Vendas”, destinado aos mais de 60 mil vendedores da companhia distribuídos em varejistas de todo o Brasil. “O projeto da Vivo é um programa de incentivo, por meio do qual os funcionários de redes varejistas podem acumular pontos a cada comercialização de produto Vivo, podendo resgatar esses pontos posteriormente dentro do ambiente do OPTe+”, explica Otero.

A CSU também firmou contrato com o Banco Cooperativo do Brasil (Bancoob) em julho de 2016, o qual ainda contratou o serviço de Gestão de Passivo de Pontos. O novo cliente da MarketSystem irá utilizar o OPTe+ como plataforma de resgate para o programa de relacionamento de seus cartões de crédito, o Sicoobcard Prêmios, permitindo que os portadores dos cartões possam trocar seus pontos pela internet, pelos mais de um milhão de produtos e serviços disponíveis, inclusive passagens aéreas, hospedagens e pacotes de viagem. “Acreditamos que a implantação do OPTe+ trará um salto de qualidade ao programa de fidelidade do Bancoob, uma vez que os clientes do banco passarão a contar com um catálogo completo de prêmios para resgate, totalmente online”, conclui o executivo da CSU. O contrato assinado com o Bancoob permitirá expandir a operação OPTe+ para além do programa do Sicoob, atuando também com as demais parcerias das quais o banco é emissor, com crescimento esperado para os próximos anos.

Cabe destacar que o OPTe+ é oferecido ao mercado em três frentes: e-commerce B2C, catálogo de resgate para programas de fidelidade e shopping online corporativo. Em programas de fidelidade, por exemplo, o OPTe+ permanece registrando crescimento de sua aceitação no mercado, verificado com o aumento de 338% do consumo dentro da plataforma em detrimento à transferência de pontos para demais programas de fidelidade desde o 1T14. Marcas como Petrobras Premmia, Santos Futebol Clube, Pernambucanas e Porto Seguro estão listadas entre os clientes da CSU que usufruem da plataforma OPTe+.

Sobre a CSU

A CSU é empresa líder no mercado brasileiro de prestação de serviços de alta tecnologia voltados ao consumo, relacionamento com clientes, processamento e transações eletrônicas. Oferece soluções completas de programas de cartões de crédito e meios de pagamento eletrônicos, data center, soluções customizadas de loyalty, e-commerce, vendas, cobrança, crédito e contact center. Atuando de forma pioneira, a Companhia possui mais de 20 anos de mercado e tem suas ações listadas no Novo Mercado da BM&FBovespa (CARD3), o mais alto nível de Governança Corporativa.

326242  - Jorge Tomaz   -  21 Ago 2016, 19:53
CARD3
Estava a um tempo para dar uma olhada nessa dita cuja. Ontem busquei mais alguns dados, pois me lembro bem do pessoal aqui achando que ela decolaria alguns anos atrás. Hoje, a empresa parece ser outra mesmo. Só uma coisa parece que não mudou muito. A contribuição da CSU Contact com sua volatilidade. Em que pese essa característica os últimos três anos estão mostrando consistência no rumo da cia. Alguns números para ilustrar o que citei.

EBTIDA................2T16.........1T16.........4T15........3T15........2T15........1T15..........4T14
CARDSYSTEM....23.865......21.827.....20.224.....15.511.....13.667......13.908......12.936
CONTACT...............209........1.700........(448).......1.737.......3.202........2.039........1.143

MARGEM EBITDA....2T16.......1T16.......4T15........3T15........2T15......1T15........4T14
CARDSYSTEM..........35,4%.......33%......30,9%......23,7%.......22,4%.....23,9%......23%
CONTACT..................0,4%.........3%......(0,9%)........3,3%.........5,8%.......3,7%.....2,3%

LL..........2T16.........1T16.........4T15........3T15........2T15........1T15..........4T14
CSU......8.340........8.153........7.428.......4.071........3.819.......3.692........3.617

O Prof_Paulo postou a taxa de crescimento dos últimos três anos. Contudo, 96,50%, 91,40% e 70,54% são taxas fora da realidade, no médio/longo prazo (se não for adoraremos). Do final de 2012 a meados de 2014 as coisas não estavam e boas o que fez com que as taxas de crescimento dos anos anteriores também ficassem um pouco fora da realidade. Por isso, optei pela taxa de crescimento do EBITDA nos últimos três anos para buscar um preço justo.

Taxas do LL
UA 96,50%
U2A 91,40%
U3A 70,54%
U4A 1,87%
U5A -1,95%
U6A 5,11%

CARD3
COTAÇÃO em 19AGO16: R$ 4,96
Últimos 30 dias: +8,06%
Últimos 12 meses: +85,07%
2016: +66,44%
LPA: 0,67
Tx de desconto
2016: 14%
2017: 12%
2018: 11%
2019: 9%
Na perpetuidade: 8,5%
Taxa de crescimento: 15,03% (EBITDA últimos três anos)
Taxa de crescimento na perpetuidade: 3%

Preço justo: R$ 17,09
Margem de segurança: +244,75%

Minha intenção é me posicionar no ativo. Não tenho nada do setor de serviços.

325963  - MuadibGV   -  13 Ago 2016, 14:36
Uma outra que estou comprado com um excelente preço médio é a CSU (CARD3).
A empresa não postou nenhuma surpresa nesse resultado, teve leve ganho de receita frente ao trimestre passado, e continua gerando caixa equivalente a uns 11% da cotação atual, mesmo considerando os investimentos pesados que faz e o serviço da dívida.

Se não mudar nada vai pagar a dívida ou aumentar o payout. Aliás foi esse mesmo racional que o Small adotou alguns anos atrás quando comentou essa empresa.

O problema é que nessa ramo a empresa anda no fio da navalha: de vez em quando faz um impairment e reconhece um prejuízo, e tem que investir pesado pra não ficar obsoleta. Vejam o trecho em que se fala em "mudanças disruptivas" e a necessidade de investimentos. Parece até estarem preparando o espírito do acionista pra algum desembolso pesado em investimentos.

Por isso não acho q pode ter muito na carteira.

325858  - grizzo   -  11 Ago 2016, 13:27
CARD3
Mais uma bola cantada do professor Paulo...
EBITDA não cresceu nada...rsrsrsrsrsrs

A CSU anunciou os resultados financeiros do segundo trimestre de 2016 (2T16) e os números consolidados do semestre (1S16). O lucro líquido da companhia chegou aos R$ 16,5 milhões no semestre, 120% superior ao registrado no mesmo período do ano anterior (1S15). Já no trimestre, o lucro líquido foi de R$ 8,3 milhões, 118% acima do reportado no 2T15.

O EBITDA (lucros antes de juros, impostos, depreciação e amortização) cresceu 45,1% no primeiro semestre, passando de R$ 32,8 milhões para R$ 47,6 milhões. Já no trimestre, o valor foi de R$ 24,1 milhões, 42,7% superior ao 2T15.

A receita líquida alcançou R$ 119,8 milhões no 2T16 e R$ 241,7 milhões no semestre, crescimentos anuais de 2,9% e 5,5% comparados aos mesmos períodos de 2015.

Ricardo Ribeiro Leite, CFO da CSU, aponta os resultados como extremamente positivos diante de um cenário econômico desafiador. “Conseguimos, por mais um trimestre, entregar números positivos nos principais indicadores financeiros, demonstrando um crescimento da Companhia de forma sustentável. Permanecemos com uma forte gestão de custos, buscando novas fontes de receitas combinadas a ganhos de produtividade em todas as áreas de negócios”, afirma o executivo.

A CSU CardSystem, unidade que engloba as divisões de negócios responsáveis pelo processamento e administração dos meios eletrônicos de pagamento (CardSystem), soluções de marketing de relacionamento, fidelidade e e-commerce (MarketSystem) e terceirização de TI (CSU ITS), foi responsável por 55,8% do faturamento total do semestre.

Na divisão CardSystem, a empresa encerrou os seis primeiros meses de 2016 com 22,8 milhões de cartões cadastrados, 26,5% acima que o número registrado ao final de junho de 2015. Já com relação aos cartões faturados, a divisão apresentou crescimento de 17,3%, ao longo dos últimos doze meses, encerrando o período com 19,7 milhões de plásticos.

Ainda em relação à divisão de meios eletrônicos de pagamentos, sempre engajada a iniciativas globais que impactam na sua operação, a CardSystem passou a autorizar, para um de seus clientes, as transações por meio de aplicativo mobile payment, aprimorando a experiência de compra do consumidor final, além de promover o seu programa de relacionamento em sinergia com a divisão MarketSystem.

A MarketSystem, por meio do OPTe+, segue comprovando a atratividade e eficiência da plataforma na retenção dos resgates de pontos. Apesar da redução no volume financeiro transacional, influenciado pelo cenário macroeconômico fragilizado, o OPTe+ permanece registrando aumento de sua aceitação no mercado, verificado com o aumento de 338% do consumo dentro da plataforma em detrimento à transferência de pontos para demais programas de fidelidade desde o 1T14.

Já a CSU Contact, unidade responsável pela prestação de serviços de contact center, encerrou o período com 2.285 posições de atendimento (PA’s) médias faturadas, reduções de 7,7% e de 11,3% em relação ao 1T16 e ao 2T15, panorama explicado pela redução das operações de alguns clientes com menor volume de chamadas, reflexo do cenário macroeconômico atual, e por um período prejudicado pela sazonalidade de algumas operações.

A unidade segue priorizando operações mais complexas, com maior valor agregado e com margens sustentáveis para os negócios da Companhia, juntamente com ações de otimização de estrutura, incremento de produtividade e revisão dos processos de atendimento. Além da redução de custos e ganhos importantes nos índices de qualidade e de satisfação dos clientes, a CSU Contact foi reconhecida em algumas de suas operações como “Excelência em atendimento de Ouvidoria”, “Inovação em relacionamento” e “Melhor operação de recuperação de crédito”, recebendo diversas premiações de renomadas empresas de vários segmentos.

“A estratégia de diversificação dos negócios da CSU, adotada há alguns anos, vem contribuindo para as entregas positivas de resultados e comprovando a capacidade da Companhia a se adaptar, vislumbrando novas oportunidades de ganhos mesmo em uma condição de mercado desafiadora”, conclui a diretora de relações com investidores, Renata Oliva Battiferro

325824  - paulo_prof   -  11 Ago 2016, 00:33
Excelente o resultado da CARD ... um relógio ... praticamente resultado idêntico aquele do 1T16. Ativo sendo negociado a um P/L corrente (baseado no 1S16) na faixa de 6 e EV/EBITDA na faixa de 2,4!

Considerando os fundamentos, ativo muito barato!

CARD3
PREÇO: R$ 4,89
PAYOUT (2015) 36,8%

Múltiplos baseados nos últimos 12 meses
P/L 7,21
P/VPA 1,07
PSR 0,42
DY 5,11%
EV/EBITDA 2,72
MARGEM BRUTA 25,6%
MARGEM OPERACIONAL 8,2%
MARGEM LÍQUIDA 5,9%
LUCRO POR AÇÃO R$ 0,679
MARGEM EBITDA 17,8%
DÍVIDA BRUTA/PATRIMÔNIO LÍQUIDO 29,1%
ROE 14,91%
LIQUIDEZ CORRENTE 1,03

Taxas de Crescimento Nominal

a) últimos 12 meses vs 12 meses terminados no 2T15
RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA +8,84%
RESULTADO BRUTO +34,90%
RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO +7,84%
RESULTADO OPERACIONAL +96,42%
RESULTADO LÍQUIDO +96,50%
EBITDA +39,49%

b) 2T16 vs 2T15
RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA +2,87%
RESULTADO BRUTO +35,37%
RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO -21,60%
RESULTADO OPERACIONAL +122,48%
RESULTADO LÍQUIDO +118,38%
EBITDA +42,71%

c) lucro (taxa média anual)
UA 96,50%
U2A 91,40%
U3A 70,54%

d) patrimônio líquido médio
UA 9,44%
U2A 7,16%
U3A 3,29%

Preço justo fornecido pela fórmula do FCD para uma taxa média de crescimento real nulo do lucro líquido dos últimos 12 meses durante 5 anos, perpetuidade real nula e taxa de desconto real de 10%: R$ 6,79

Ou, taxa de crescimento real do lucro líquido dos últimos 12 meses necessária, durante os próximos 5 anos, para que o preço justo fornecido pela fórmula do FCD seja igual ao preço corrente (com uma perpetuidade real nula e taxa de desconto anual real de 10%): -7,5% !!!

325818  - ikkii   -  10 Ago 2016, 23:47
Bom o resultado de CARD3 também... LL de 8.3M

321587  - ikkii   -  13 Mai 2016, 00:40
FRAS3, CARD3, BRSR6, SHOW3... muito bons resultados. Segue o jogo.

321521  - lucro liquido - 12/Mai/2016 02:03
Resultado da CARD3 muito bom !

318926 - dusteffen   -  12 Mar 2016, 15:32
11/03/2016
Aumentam receita e lucro da CSU

Por Gustavo Brigatto | De São Paulo

A CSU CardSystem, empresa brasileira de call center, que tem investido para posicionar-se como companhia de tecnologia, registrou lucro de R$ 7,4 milhões para receita de R$ 116,6 milhões no 4º trimestre. O desempenho mostra avanço de 10% na receita líquida e salto de 105,3% no lucro líquido. A margem Ebitda cresceu 5,7 pontos percentuais, para 27,2%.

No ano, a receita líquida subiu 16,6%, para R$ 463,5 milhões. O lucro líquido cresceu 69%, para R$ 19 milhões, e a margem Ebitda ficou em 15,1%, alta de 1,7 ponto percentual.

Em entrevista ao Valor, a diretora de relações com investidores da companhia, Renata Battiferro, disse que os números são resultado da estratégia de diversificação de negócios e de perfil de clientes que a empresa vem colocando em prática nos últimos três anos. Hoje, a companhia atua nos segmentos de meios de pagamento (CardSystem), gestão de programas de fidelidade (MarketSystem), contact center (CSU Contact), serviços de tecnologia (CSU ITS) e inteligência de mercado (C360).

Em 2015, a divisão CardSystem - que engloba também os negócios de MarketSystem - respondeu por 54% da receita total, avanço de dois pontos percentuais, segundo Ricardo Ribeiro Leite, diretor financeiro da empresa. O resultado foi impulsionado pelo contrato de cartões consignados do banco BMG, incorporados à carteira ao longo do ano. Os cartões cadastrados atingiram 21,6 milhões, alta de 22,7%. Desses, 18,4 milhões foram colocados em uso pelos usuários, expansão de 22,7%.
http://www.valor.com.br/empresas/4476096/aumentam-receita-e-lucro-da-csu

318923  - MuadibGV   -  12 Mar 2016, 14:24
Small,
Fiz um bom aporte em CARD3. Vc viu os resultados de 2015? Me parece que a empresa tem uma boa chance de gerar um fluxo de caixa superior a 15% do preço atual, mesmo com a piora do call-center , por causa do aumento de tributação , e com o CAPEX anual deles em software, etc. que é bem pesado.
obs: no release dizem que a mudança de tributação deve causar perda de EBITDA de 0,5 milhão por mês.

310885  - paulo_prof  -  11 Nov 2015, 11:44
A CSU CardSystem está se tornando num novo "reloginho" do mercado. Embora, para o meu gosto, já teria rifado o setor de call center, o qual agrega muito pouco, com margem bruta declinante (no s 9M14 foi 13,1% e no 3T15 foi 10,6%), situação que deverá se agravar um pouco a partir do 1T16 quando o aumento da contribuição previdenciária estará em vigor, a performance dos demais ramos de negócio da empresa mais do que compensam.

CARD3
PREÇO: R$ 3,00
PAYOUT (2014): 32,5%

Múltiplos relativos aos últimos 12 meses
P/L 8,14
P/VPA 0,72
PSR 0,27
DY 3,99%
EV/EBITDA 2,72
MARGEM BRUTA 20,9%
MARGEM OPERACIONAL 4,7%
MARGEM LÍQUIDA 3,4%
LUCRO POR AÇÃO R$ 0,369
MARGEM EBITDA 14,2%
DÍVIDA BRUTA/PATRIMÔNIO LÍQUIDO 42,9%
ROE 8,90%
LIQUIDEZ CORRENTE 0,88

Taxas de Crescimento:

a) últimos 12 meses sobre 12 meses terminados no 3T14, nominal
RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA +18,95%
RESULTADO BRUTO +24,77%
RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO +30,71%
RESULTADO OPERACIONAL +87,75%
RESULTADO LÍQUIDO +57,07%
EBITDA +33,25%

b) 3T15 sobre 3T14, nominal
RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA +15,00%
RESULTADO BRUTO +19,22%
RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVA +43,48%
RESULTADO OPERACIONAL +32,96%
RESULTADO LÍQUIDO +30,65%
EBITDA +25,21%

c) lucro líquido, nominal
UA 57,07%
U2A 243,40%
U3A -17,63%

d) patrimônio líquido médio, nominal
UA 6,04%
U2A 2,28%
U3A 1,08%

Preço justo fornecido pela fórmula do FCD para uma taxa média de crescimento real nulo do lucro líquido dos últimos 12 meses durante 5 anos, perpetuidade real nula e taxa de desconto real de 10%: R$ 3,69

Ou, taxa de crescimento real do lucro líquido dos últimos 12 meses necessária, durante os próximos 5 anos, para que o preço justo fornecido pela fórmula do FCD seja igual ao preço corrente (com uma perpetuidade real nula e taxa de desconto anual real de 10%): -4,50%

303486  - paulo_prof  -  10 Ago 2015, 22:59
Uma empresa daquelas que evolui de forma devagar e sempre é a CARD !!!

Não fosse a ameaça da majoração da tributação de seu braço de Call Center, seria uma aposta interessante ...

CARD3
PREÇO: R$ 2,98
PAYOUT (2014): 32,5%

Múltiplos relativos aos últimos 12 meses
P/L 8,63
P/VPA 0,74
PSR 0,28
DY 3,76%
EV/EBITDA 3,04
MARGEM BRUTA 20,7%
MARGEM OPERACIONAL 4,5%
MARGEM LÍQUIDA 3,3%
LUCRO POR AÇÃO R$ 0,345
MARGEM EBITDA 13,9%
DÍVIDA BRUTA/PATRIMÔNIO LÍQUIDO 47,2%
ROE 8,55%
LIQUIDEZ CORRENTE 0,90

Taxas de Crescimento:

a) últimos 12 meses sobre 12 meses terminados no 2T14, nominal
RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA +18,03%
RESULTADO BRUTO +23,79%
RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO +18,59%
RESULTADO OPERACIONAL +127,60%
RESULTADO LÍQUIDO +86,43%
EBITDA +32,71%

b) 2T15 sobre 2T14, nominal
RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA +21,95%
RESULTADO BRUTO +17,53%
RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVA +33,84%
RESULTADO OPERACIONAL +24,36%
RESULTADO LÍQUIDO +24,24%
EBITDA +19,35%

c) lucro líquido, nominal
UA 86,43%
U2A 58,87%
U3A -18,16%

d) patrimônio líquido médio, nominal
UA 4,93%
U2A 0,35%
U3A 1,17%

Preço justo fornecido pela fórmula do FCD para uma taxa média de crescimento real nulo do lucro líquido dos últimos 12 meses durante 5 anos, perpetuidade real nula e taxa de desconto real de 10%: R$ 3,45

Ou, taxa de crescimento real do lucro líquido dos últimos 12 meses necessária, durante os próximos 5 anos, para que o preço justo fornecido pela fórmula do FCD seja igual ao preço corrente (com uma perpetuidade real nula e taxa de desconto anual real de 10%): -3,50%

296997  - dusteffen  -  12 Mai 2015, 12:27
12/05/2015
CSU aumenta lucro em 157% até março

DivulgaçãoRenata Oliva Battiferro, diretora de relações com investidores da CSU: "A virada da companhia já aconteceu"

A CSU CardSystem, companhia brasileira de serviços de processamento de cartão de crédito e call center, registrou um salto de 157% em seu lucro líquido no primeiro trimestre, atingindo R$ 3,7 milhões. O resultado veio do ganho de margem na unidade de cartão de crédito e do controle de custos na companhia como um todo. No período, a receita líquida teve alta de 20,7%, para R$ 112,6 milhões. "A virada da companhia já aconteceu [foi concluída em 2013]

e 2015 será um ano para continuar a evoluir e entregar resultados", disse ao Valor PRO, serviço de informação em tempo real do Valor, Renata Oliva Battiferro, diretora de relações com investidores da companhia.

Há dois anos, a companhia começou a investir na diversificação de suas operações para reduzir a dependência dos bancos. Entre os novos negócios, lançou uma unidade de terceirização de serviços de tecnologia e ofertas na área de marketing (CSU MarketSystem) e comércio eletrônico (OPTe+).

No primeiro trimestre, os destaques foram a operação de cartões de crédito, que ampliou em 10,8% o número de plásticos em uso, para 15,9 milhões, e de serviços de marketing, que teve uma alta de mais de 60% na receita. O negócio de call center apresentou alta no número de posições de atendimento (15,2%, para 2.585, impulsionado por um contrato com o banco BMG), mas foi prejudicada pela menor demanda. "Percebemos um número menor de discussões de novos negócios do que o de outros anos", disse Ricardo Ribeiro Leite, diretor financeiro da CSU.

A margem bruta da unidade caiu de 12,8% para 11,2% na comparação com o período de janeiro a março do ano passado. Apesar da pressão de custos com o reajuste de salários, a companhia conseguiu conter seus gastos, fazendo com que a margem de lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda) apresentasse uma leve alta de 0,7 ponto percentual, para 3,7%, destacou Leite. A companhia como um todo apresentou uma alta de 44% no Ebitda, para R$ 15,9 milhões.

Para o restante do ano, o executivo vê um cenário ainda difícil para a operação de call center, mas a expectativa é de uma retomada nos negócios. Em cartões, o segundo e o terceiro trimestre também terão números impulsionados pelo contrato de migração de 500 mil cartões consignados do banco BMG. "Apesar da desaceleração no consumo, ainda há um crescimento no número de usuários de meios de pagamento digitais e de cartão de crédito, o que mantém o crescimento do setor", disse Leite.

296969  - paulo_prof  -  12 Mai 2015, 00:35
A CARD parece estar completando o turn around ... a única incógnita é como se comportará no novo regime de tributação, que começará em junho ... o meu chute é que o impacto será pequeno e que a evolução do resultado líquido do negócio CardSystem mais do que compensará eventual involução do resultado líquido do negócio Contact.

Considerando que o Resultado Líquido vem evoluindo, em termos reais, no mínimo a uma taxa de 10% a.a., conclui-se que o ativo pode estar barato ...

CARD3
PREÇO: R$ 2,94
PAYOUT (2014): 32,5%

Múltiplos relativos aos últimos 12 meses
P/L 8,98
P/VPA 0,74
PSR 0,29
DY 3,61%
EV/EBITDA 3,12
MARGEM BRUTA 20,9%
MARGEM OPERACIONAL 4,5%
MARGEM LÍQUIDA 3,2%
LUCRO POR AÇÃO R$ 0,327
MARGEM EBITDA 13,9%
DÍVIDA BRUTA/PATRIMÔNIO LÍQUIDO 42,9%
ROE 8,29%
LIQUIDEZ CORRENTE 0,79

Taxas de Crescimento:

a) últimos 12 meses sobre 12 meses terminados no 1T14, nominal
RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA +14,34%
RESULTADO BRUTO +29,90%
RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO +19,87%
RESULTADO OPERACIONAL +264,15%
RESULTADO LÍQUIDO +165,75%
EBITDA +40,40%

b) 1T15 sobre 1T14, nominal
RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA +20,73%
RESULTADO BRUTO +28,02%
RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVA +7,93%
RESULTADO OPERACIONAL +277,67%
RESULTADO LÍQUIDO +156,57%
EBITDA +42,18%

c) lucro líquido, nominal
UA 165,75%
U2A 10,91%
U3A -19,62%

d) patrimônio líquido médio, nominal
UA 3,09%
U2A -0,92%
U3A 1,18%

Preço justo fornecido pela fórmula do FCD para uma taxa média de crescimento real nulo do lucro líquido dos últimos 12 meses durante 5 anos, perpetuidade real nula e taxa de desconto real de 10%: R$ 3,27

Ou, taxa de crescimento real do lucro líquido dos últimos 12 meses necessária, durante os próximos 5 anos, para que o preço justo fornecido pela fórmula do FCD seja igual ao preço corrente (com uma perpetuidade real nula e taxa de desconto anual real de 10%): -1,5%

291750  - paulo_prof  -  13 Mar 2015, 01:25
Acho que o ativo está bem precificado ... Com o aumento do imposto, os resultados do negócio CSU Contact deverão piorar ... acredito que a evolução no negócio Card System deverá mais do que compensar a piora no CSU Contact, mas se em 2015 a empresa conseguir postar um lucro líquido de R$ 15 milhões acho que já será para se comemorar.

CARD3
PREÇO: R$ 3,25
PAYOUT (2014): 32,5%

Múltiplos relativos aos últimos 12 meses
P/L 11,92
P/VPA 0,84
PSR 0,34
DY 2,72%
EV/EBITDA 3,70
MARGEM BRUTA 20,6%
MARGEM OPERACIONAL 3,7%
MARGEM LÍQUIDA 2,8%
LUCRO POR AÇÃO R$ 0,273
MARGEM EBITDA 13,4%
DÍVIDA BRUTA/PATRIMÔNIO LÍQUIDO 48,4%
ROE 7,07%
LIQUIDEZ CORRENTE 0,82

Taxas de Crescimento:

a) últimos 12 meses sobre 12 meses terminados no 4T13, nominal
RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA +12,61%
RESULTADO BRUTO +38,74%
RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO +30,14%
RESULTADO OPERACIONAL passou de negativo para positivo
RESULTADO LÍQUIDO +6183,24%
EBITDA +57,56%

b) 4T14 sobre 4T13, nominal
RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA +18,40%
RESULTADO BRUTO +36,87%
RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVA +44,32%
RESULTADO OPERACIONAL +576,70%
RESULTADO LÍQUIDO +76,66%
EBITDA +56,23%

c) lucro líquido, nominal
UA 6183,24%
U2A -28,81%
U3A -20,81%

d) patrimônio líquido médio, nominal
UA 0,78%
U2A -1,65%
U3A 0,76%

Preço justo fornecido pela fórmula do FCD para uma taxa média de crescimento real nulo do lucro líquido dos últimos 12 meses durante 5 anos, perpetuidade real nula e taxa de desconto real de 10%: R$ 2,73

Ou, taxa de crescimento real do lucro líquido dos últimos 12 meses necessária, durante os próximos 5 anos, para que o preço justo fornecido pela fórmula do FCD seja igual ao preço corrente (com uma perpetuidade real nula e taxa de desconto anual real de 10%): +4,5%

291745  - mjbpf  -  12 Mar 2015, 23:51
CARD3

Destaques do Período:
Receita bruta atingiu R$ 115,1 milhões no 4T14 e R$ 431,1 milhões em 2014:
Crescimento de 18,7% sobre o 4T13 e 12,8% no acumulado de 12 meses.
Aumento da participação da CSU CardSystem sobre o faturamento total.
EBITDA totalizou R$ 14,1 milhões no 4T14 e R$ 53,2 milhões em 2014:
Expansão de 56,2% vs. 4T13 e de 56,7% vs. 2013.
Lucro líquido de R$ 3,6 milhões no 4T14 e de R$ 11,2 milhões em 2014:
Expressivo crescimento em relação a 2013 e 76,6% superior ao 4T13.
Endividamento:
Dívida líquida/EBITDA de 1,2x em dez/2014 (2,2x em dez/2013 e 1,5x em set/2014)

282383  - paulo_prof  -  08 Nov 2014, 01:55
Bom resultado ... permite alimentar a expectativa que o turn around possa se completar com sucesso.

CARD3
PREÇO: R$ 3,95
PAYOUT (2013): 23,5%

Múltiplos relativos aos últimos 12 meses
P/L 16,84
P/VPA 1,02
PSR 0,43
DY 1,39%
EV/EBITDA 4,86
MARGEM BRUTA 19,9%
MARGEM OPERACIONAL 3,0%
MARGEM LÍQUIDA 2,5%
LUCRO POR AÇÃO R$ 0,235
MARGEM EBITDA 12,6%
DÍVIDA BRUTA/PATRIMÔNIO LÍQUIDO 51,0%
ROE 6,08%
LIQUIDEZ CORRENTE 0,87

Taxas de Crescimento:

a) últimos 12 meses sobre 12 meses terminados no 3T13, nominal
RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA +8,97%
RESULTADO BRUTO +27,61%
RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO +30,10%
RESULTADO OPERACIONAL passou de negativo para positivo
RESULTADO LÍQUIDO +650,74%
EBITDA +46,49%

b) 3T14 sobre 3T13, nominal
RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA +10,88%
RESULTADO BRUTO +14,44%
RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVA -9,01%
RESULTADO OPERACIONAL +133,03%
RESULTADO LÍQUIDO +188,52%
EBITDA +21,31%

c) lucro líquido, nominal
UA 650,74%
U2A -40,35%
U3A -25,51%

d) patrimônio líquido médio, nominal
UA -1,35%
U2A -1,31%
U3A 0,38%

Preço justo fornecido pela fórmula do FCD para uma taxa média de crescimento real nulo do lucro líquido dos últimos 12 meses durante 5 anos, perpetuidade real nula e taxa de desconto real de 10%: R$ 2,35

Ou, taxa de crescimento real do lucro líquido dos últimos 12 meses necessária, durante os próximos 5 anos, para que o preço justo fornecido pela fórmula do FCD seja igual ao preço corrente (com uma perpetuidade real nula e taxa de desconto anual real de 10%): +13,0%

282189  - Matiasco  -  06 Nov 2014, 23:22
CARD LUCRO LÍQUIDO DE R$ 3,1 MILHÕES E AUMENTO DE 11,3% DA RECEITA BRUTA NO 3T14 Destaques do Período: Receita bruta atingiu R$ 111,3 milhões no 3T14: Crescimento de 11,3% sobre o 3T13 e de 7,4% sobre 2T14. Aumento da participação da CSU CardSystem sobre o faturamento total. EBITDA totalizou R$ 13,8 milhões no 3T14: Expansão de 21,3% sobre o 3T13 e redução de 2,5% sobre o 2T14. Lucro líquido de R$ 3,1 milhões no 3T14: 188,7% superior ao 3T13 e em linha com o 2T14. OPTe+:  Novos parceiros: Mobly, Dog Urbano, Ri Happy e PB Kids. CSU ITS: Oportunidades identificadas no mercado e entre unidades de negócio da Companhia. CSU Contact: Contratos celebrados com GVT, Bradesco Financiamentos e expansão da Net, que somam mais de 100 PA’s.

271023  - paulo_prof  -  08 Ago 2014, 08:52
Parece que os piores dias da CARD ficaram para trás ... Não vejo núvens negras no horizonte ... os resultados em todos os segmentos de negócio deverão evoluir nos próximos trimestres, contribuindo para uma melhora da rentabilidade. Não considero exagerado estimar que em meados de 2015 a empresa esteja operando com um ROE na faixa de 15%, ou seja, projetando um lucro na faixa dos R$ 23-25 milhões anuais.

CARD3
PREÇO: R$ 2,95
PAYOUT (2013): 23,5%

Múltiplos relativos aos últimos 12 meses
P/L 15,92
P/VPA 0,78
PSR 0,33
DY 1,47%
EV/EBITDA 4,16
MARGEM BRUTA 19,7%
MARGEM OPERACIONAL 2,3%
MARGEM LÍQUIDA 2,1%
LUCRO POR AÇÃO R$ 0,185
MARGEM EBITDA 12,3%
DÍVIDA BRUTA/PATRIMÔNIO LÍQUIDO 54,1%
ROE 4,90%
LIQUIDEZ CORRENTE 0,89

Taxas de Crescimento:

a) últimos 12 meses sobre 12 meses terminados no 2T13, nominal
RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA +6,52%
RESULTADO BRUTO +12,85%
RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO +62,72%
RESULTADO OPERACIONAL +83,54%
RESULTADO LÍQUIDO +35,38%
EBITDA +21,12%

b) 2T14 sobre 2T13, nominal
RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA +7,18%
RESULTADO BRUTO +43,83%
RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVA +47,62%
RESULTADO OPERACIONAL +331%
RESULTADO LÍQUIDO +499%
EBITDA +46,01%

c) lucro líquido, nominal
UA 35,38%
U2A -45,77%
U3A -34,88%

d) patrimônio líquido médio, nominal
UA -4,03%
U2A -0,66%
U3A 0,47%

Preço justo fornecido pela fórmula do FCD para uma taxa média de crescimento real nulo do lucro líquido dos últimos 12 meses durante 5 anos, perpetuidade real nula e taxa de desconto real de 10%: R$ 1,85

Ou, taxa de crescimento real do lucro líquido dos últimos 12 meses necessária, durante os próximos 5 anos, para que o preço justo fornecido pela fórmula do FCD seja igual ao preço corrente (com uma perpetuidade real nula e taxa de desconto anual real de 10%): +12,0%

246362  - paulo_prof  -  18 Mar 2014, 00:55
Nos últimos 5 exercícios:

payout médio = 30,69%
taxa anual média de crescimento nominal do lucro líquido = -67,96%
taxa anual média de crescimento nominal do ebitda = -19,11%
taxa anual média de crescimento nominal do patrimônio líquido médio = 3,67%
ROE médio = 12,80%

CARD3
PREÇO: R$ 1,88
PAYOUT (2013): 23,5%

Múltiplos relativos aos últimos 12 meses
P/L 441,00
P/VPA 0,51
PSR 0,22
DY 0,05%
EV/EBITDA 4,68
MARGEM BRUTA 16,7%
MARGEM OPERACIONAL -0,3%
MARGEM LÍQUIDA 0,1%
LUCRO POR AÇÃO R$ 0,004
MARGEM EBITDA 9,6%
DÍVIDA BRUTA/PATRIMÔNIO LÍQUIDO 60,3%
ROE 0,12%
LIQUIDEZ CORRENTE 1,02

Taxas de Crescimento:

a) últimos 12 meses sobre 12 meses terminados no 4T12, nominal
RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA -5,41%
RESULTADO BRUTO -36,26%
RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO +48,31%
RESULTADO OPERACIONAL -102,86%
RESULTADO LÍQUIDO -99,19%
EBITDA -46,63%

b) 4T13 sobre 4T12, nominal
RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA +3,88%
RESULTADO BRUTO -2,03%
RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVA +51,36%
RESULTADO OPERACIONAL +2768%
RESULTADO LÍQUIDO -35,15%
EBITDA +11,20%

c) lucro líquido, nominal
UA -99,19%
U2A -91,11%
U3A -82,44%

d) patrimônio líquido médio, nominal
UA -4,03%
U2A 0,76%
U3A 2,43%

Preço justo fornecido pela fórmula do FCD para uma taxa média de crescimento real nulo do lucro líquido dos últimos 12 meses durante 5 anos, perpetuidade real nula e taxa de desconto real de 10%: R$ 0,004

Ou, taxa de crescimento real do lucro líquido dos últimos 12 meses necessária, durante os próximos 5 anos, para que o preço justo fornecido pela fórmula do FCD seja igual ao preço corrente (com uma perpetuidade real nula e taxa de desconto anual real de 10%): +129,5%

172536 - renato1631 -  13 Mar 2013, 14:58
Mais Csu Cardsyst. Resposta recebida hoje
Mensagem: Bom dia Fiquei bastante decepcionado com a falta de Transparência na apresentação do resultado. A empresa não divulgou seu guidance e nem quando espera melhoras no seu resultado. Quanto aos novos projetos não ficou claro se darão resultados no curto,médio prazo. Acho que não fui o único. Vide reação do mercado que derrubou a cotação das ações da empresa depois do resultado. No momento não vejo razão para manter as ações da Csu Cardsyst.
Bom dia.

A CSU CardSystem sempre prezou pela transparência, fato que, a principal razão do resultado menor do 4T12 (saída do HSBC) ter sido informada na divulgação de resultados do 3T12, segue abaixo trecho que está na página 3 do release:

“já considerando a finalização do contrato de processamento dos cartões do HSBC ainda em 2012. Em termos de receita, este cliente representa cerca de 15% do faturamento anual da CSU. A Losango, financeira do grupo HSBC, segue processando seus cartões com a CSU. A migração impacta o resultado do negócio de meios eletrônicos de pagamento temporariamente, até que a entrada em operação dos novos clientes e o crescimento orgânico dos clientes da base recomponham os níveis de geração de resultado. Como um acelerador deste processo, há que se considerarem as perspectivas de resultados positivos atrelados aos novos negócios, mencionados anteriormente, que vão fortalecer a CSU em mercados com elevado potencial de crescimento.”

A Companhia não divulga guidance. Temos contratos já assinados com novos clientes da MarketSystem que serão informados ao mercado em momento oportuno, dada a concorrência comercial que existe neste mercado “virgem” e em franca expansão, além disso, grande parte da Receita dessa linha de negócios tem origem na troca de pontos por produtos o que dependerá do sucesso e ritmo que será imposto pelos nossos clientes em seus programas de fidelidade.

Acompanhamos a recente queda das ações, e entendemos que o assunto HSBC já estava precificado na cotação de CARD3, diante disso, com o passar dos dias e análise de nossa base de acionistas, entenderemos se foi um movimento especulativo devido ao news flow ou não.

Caso tenha dúvidas adicionais permaneço a disposição.

172514 - small caps -  13 Mar 2013, 14:08
Mais uma homenagem a CARD3.

"Nós não divulgamos guidance";

"isto dependerá de condições futuras";

"estamos em mercados potenciais de grande crescimento"...

A falta de metas claras, objetivas ficou evidente para mim... Isto deve ser comunicado a todos, inclusive aos acionistas... Mas como não fazem... aí vai a homenagem:

OBS: Só para lembrar, GRND3 e EZTC3 possuem e divulgam seus guidances... gestão superior é isto...

171735 - paulo_prof - 10 Mar 2013, 14:59
Citação: Ikki de Phoenix
Citação: Trifloripasempre
Ikki
Nao se trata do Prof acreditar ou nao na empresa.....o Samu jah cantou corretamente a bola......o Small migrou para empresas com maior potencial, e o Prof esta "treidando" em Card.......(se bem que o Poly pode fazer um monte de rima com treidando). Nao tem nada de confuso.
O prof. deixou bem claro que se CARD mantiver esse péssimo resultado para os próximos trimestres, ainda estaria barata em comparação às demais empresas do setor. O homi gosta de treidar, mas o ativo pode sim ser segurado no médio prazo com uma certa margem.
A questão é a confiança na empresa, que ao meu ver foi pelos ares. Será que ela vai conseguir manter os 3M no 1T13?
Sim ... a confiança foi totalmente pelos ares especialmente pela falta de transparência e recusa em comentar sobre eventuais trimestres ainda difíceis à frente e perspectivas de recuperação. Se no 1T13 a empresa postar um prejuízo, em relação ao que foi dito ou não dito na teleconferência, não será surpresa. Se postar um lucro dobrado em relação aquele do 4T12, também não será surpresa. Ou seja, o investidor está completamente no escuro no que concerne a rentabilidade da empresa no curto prazo.

Às 10h. da 6a. feira, a minha posição de CARD3 não chegava a 1%. No final do dia não passava dos 1,5%. Ou seja, estamos falando de 0,5%. Se o preço continuar caindo, vou continuar comprando até emplacar uns 2%. Se/quando os resultados mostrarem que o pior de fato passou, vou continuar comprando no máximo entre 2,5% e 3%, que é o percentual histórico que tenho no ativo (variando entre 0,5% e 3%).

Barbado, em relação ao valor médio investido desde meados de 2011, CARD3 historicamente me deu um rendimento sensivelmente superior a 20% a.a. (que no fundo é a minha meta média na renda variável). No stress!

171707 - paulo_prof -  10 Mar 2013, 03:09
Suponha que a CARD3 repita este resultado horrível do 4T12 por mais 3 trimestres. O lucro líquido em 12 meses seria de aprox. R$ 12,6 milhões. Ao preço de fechamento de 6a. feira (R$ 3,96), P/L = 14.

Puts ... de uma maneira geral, a menos que se espere que a taxa de crescimento do lucro seja robusta, um P/L = 14 indicaria que o ativo estaria caro. Ocorre que no setor de TI a realidade é, digamos, um tanto "distorcida" em relação ao usual.

Relativos ao lucro dos últimos 12 meses, os preços de fechamento de 6a. feira dos ativos de TI indicam:

TOTS3: P/L = 33,55
LINX3: P/L = 84,15
IDNT3: P/L = negativo

e incluindo a concorrente em call center, CTAX4: P/L = 38,64

Nenhuma destas empresas apresenta uma taxa de crescimento do lucro minimamente em linha com os preços. Os ativos do setor são "naturalmente" caros.

Na minha avaliação, há uma boa chance da média dos resultados ser sensivelmente melhor do que aqueles postados no 4T12. Se isto efetivamente ocorrer, teremos um quadro típico de "turn around". Psicologicamente, isto pode representar um driver interessante para o ativo.

De qualquer forma, quando/se o preço atingir aprox R$ 4,60, a minha meta será atingida e, como já fiz no passado, diminuirei sensivelmente a minha posição.

No que tange a empresa em si, acho que é a pior do setor de TI. No passado já reclamei de um relatório anual que tinha mais de 30Mb. Os caras não tinham noção de como tratar imagens em documentos. Convenhamos, para uma empresa de TI um vacilo destes é inadmissível.

No fórum, fui talvez também o maior crítico da decisão da empresa de se mete comr no setor de call center. Rentabilidade baixa, com risco trabalhista enorme. Até hoje ninguém me explicou o que a empresa ganha com este contact center invariavelmente puxando o resultado para baixo.

A teleconferência, então, foi o fim da picada ... Para início de conversa, foi impossível conectar em tempo real. Mais uma vez ... para uma empresa de TI isto é um pecado capital. Ontem à noite, seguindo em play back tive a impressão de uma falta de entusiasmo total. Apresentação burocrática, com um viés de não transparência.

Acho que não é necessário ser muito esperto para perceber que, diante de um péssimo e inesperado resultado do 4T12, a preocupação do investidor é com as perspectivas de recuperação. Se ela é esperada rápida ou se levará mais tempo, etc. A resposta à única pergunta neste sentido foi uma saída pela tangente, algo como a política da empresa é não divulgar/discutir o seu guidance.

Não acho improvável a empresa não ter guidance algum!

171626 - small caps -  09 Mar 2013, 03:10
CAMPANHA AVISA:

E, com a venda de CARD3, que faz parte da minha cota da carteira aplicada em ALTO RISCO, refiz um pouco da posição em OIBR4 e também em PRVI3.

Nesta, já bem comentada por aqui e que já fez parte da carteira small caps no passado, impressionou o forte fluxo de caixa operacional, o que me deixou um pouco mais tranquilo no tocante a dívida.

As trocas mantiveram um risco parecido em carteira, mas acrescentaram a média do DY.

De qualquer sorte, é importante dizer que as margens de PRVI3 devem vir mais pressionadas neste primeiro trimestre. A principal matéria prima subiu um pouco de preço e há um certo excesso de oferta do produto "não tecidos" no mercado, afetando as margens.

O forte deste ativo, sem dúvida, é a elevada GERAÇÃO DE CAIXA. E, num ano sem pesados investimentos, isto pode representar um alívio no indicador dívida líquida/EBITDA, que é o que mais me preocupa no investimento.

171607 - small caps -  09 Mar 2013, 02:02
Agora, falando um pouco mais sério...

O balanço foi um MERDAJO daqueles...

Faltou transparência. Faltou MUITA transparência.

O release poderia ter sido mais esclarecedor, informando com clareza qual foi o caminhão que passou por cima da empresa.

Poderia dizer o quanto as novas areas podem atingir de potencial para compensar a gigantesca perda do HSBC. A base de cartões DESPENCOU.

Muitas das análises que faziam antes do MERDAJO que soltaram, simplesmente ignoraram... Quem não se recorda daquela base de cartões com gráficos, as informações sobre a trajetória da dívida líquida? Simplesmente ESQUECERAM de tratar do tema...

É normal uma companhia ter um contratempo... Quem não se recorda daquele vivido pela GRENDENE, naquele ano que disse que a estratégia foi equivocada... e até falaram que o trimestre seguinte também seria prejudicado e que estavam decepcionado com o resultado... Mas não, faltou a humildade de admitir que são LERDOS na reposição de cartões, QUE OS INVESTIMENTOS AINDA NÃO SURTEM EFEITOS para minimizar as perdas da base de cartões.

Isto foi o PIOR DO BALANÇO. A POSTURA frente ao contratempo...

Pra mim foi o BASTA FINAL. Muita demora para reagir... O cartão amarelo ja estava levantado... e este balanço foi EXPULSÃO DIRETO. Disparado o pior que vi no trimestre.

Pode melhorar no futuro? Pode sim... mas estarei esperando do lado de fora.
Muito lindo os projetinhos novos, mas quero saber o resultado do que fizeram nos últimos três anos nos "novos negócios". Que porra é esta de NOVO NEGÓCIO que não gera receita? Vai gerar quando? Qual o break even? Quanto foi o investimento? Qual o potencial de market share?

Palavrinhas bonitas na teleconferência não enchem o bolso de ninguém!

171588 - renato1631 -  09 Mar 2013, 00:10
Achei bem fraca a telec. da Card. Super confusa. Ou será que eu não entendi nada??? Deu pinta que essa empresa vai patinar e morrer na praia. Favor postar o que vcs acharam

171446 - paulo_prof -  08 Mar 2013, 18:31
Quando um papel cai 10% numa pancada só, via de regra são os mais bem informados saindo, no dia seguinte normalmente continua caindo com menos intensidade, depois vem uma pausa a espera dos que gostam de papel "barato".
Normalmente o volume de ações negociadas neste papel é de 50.000, hoje, até agora. já foram 347.000.
Sempre existem 2 lados: gente "comprando", gente "vendendo" é preciso ficar do lado certo.
O certo eu não sei, mas creio que a "espectativa" de melhora nos fundamentos era seu principal "plus", esse último resultado foi um balde de água fria.
Posso estar enganado na minha análise (se fosse esperto estaria tomando champagne em Paris), no entanto........
Eu sempre considerei a enCARDida meio como turnaround ...

Desde quando comprei pela primeira vez, percebi que via de regra o mercado tende a valorizar o ativo antes da divulgação de resultados e castigar o ativo após a decepção.

Em diversas oportunidades, acabei vendendo parte da posição antes do resultado ser conhecido. Desta vez, não foi diferente. No mês passado (4FEV), conseguindo um preço de R$ 4,75, reduzi a posição a 1% da carteira. Hoje, e nos próximos dias, simplesmente vou repor o que vendi, elevando a posição para aprox. 3% da carteira.

Se o resultado viesse bombando, talvez eu tivesse que dispender mais do que os R$ 4,75 que recebi ... mas o risco de quebrar completamente a cara foi substancialmente reduzido.

Hoje, eu quero mais é que o ativo beije os R$ 3,70 !!!

Em tempo: AVISA C mais alguns lotes de CARD3 - preço médio do dia: R$ 3,96

171265 - paulo_prof -  08 Mar 2013, 13:23
Sempre fui um crítico em relação à CARD se meter no negócio de call center, que durante anos só produziu prejuízos. Tudo bem que os prejuízos vêm paulatinamente diminuindo, mas continuam prejuízos. Não há geração de caixa relevante (aliás, 2012 foi o primeiro ano que o negócio de call center gerou um caixa mixuruca), é intensivo de pessoal (em conseqüência com riscos elevados de problemas trabalhistas) e não coaduna com o aspecto de tecnologia intensiva do sistema de adquirência.

Um único aspecto que poderia justificar manter este tipo de negócio é a prestação de serviços complementares aos clientes, ou seja, o negócio de call center nuclear outros negócios.

O que vimos até o momento, foi uma melhora paulatina no negócio de call center, acompanhado de uma piora (esperamos temporária) no negócio de cartões. Se o negócio de cartões experimentar uma melhora a partir do 1T13 (eventualmente inclusive turbinada pelo negócio de call center) então, tudo bem ...

Mas teremos que esperar pelo 1T13 para verificar.

171229 - ch3481 -  08 Mar 2013, 10:50
CARD3

Dei uma lida relatório.
Mantenho posição, até pq hj a queda (se é que vai haver tb...nada em Bolsa me surpreende mais..rs) se forte, pode ser mais movimento de CP.

Grande parte das receitas quando concentrada em poucos (ou em um) clientes é sempre um problema.
É igual patada de elefante.
Quando bate é F#@%$@#.

Recente lia algo sobre a Senior Solutions que fez IPO agorinha, agorinha no IBOV.
Mesma coisa. Mais de 60% faturamento em poucos clientes.

São dois problemaços:
O primeiro, e menor deles, é perder o cliente.
O segundo é tomar uma "calça arriada" e ir pro "vinagre" junto

171199 - Ray Invest -  08 Mar 2013, 02:48
CARD3

Continuo não entendendo como alguém mantém um negócio de 186 milhões de faturamento por ano para não ganhar nada (faturamento anual do contact center).

Nem consegui localizar o LL (prejuízo?), dessa área.

Única coisa que li é que "conseguimos" melhorar os números da contact center, sem sequer citarem sobre os incentivos recebidos, que deve ser o único motivo dos resultados terem saído de nada para "praticamente nada".
Margem bruta de 9,7%...? Margem ebitda de 0,7%... Nooosssaaa que "fantástico".
Claro que estão soltando foguetes por não ter dado preju de 10 Mi, do ano passado, mas só não deu devido as benesses do governo.

Se usassem toda energia gasta com esse setor para alguma coisa que desse dinheiro, talvez os demais negócios da cia deslanchassem.

Professor, vc não acha que esse contact center é descartável?
Suas considerações e correções são sempre bem-vindas.

Obs.: Me refiro exclusivamente à esse setor.

171184 - pobre  -  08 Mar 2013, 01:50
Sobre card3....
resultado fraco, sim, porém....

acho que o "ponto da virada" ou fim do poço chegou, pois o temido fim do contrato com o HSBC aconteceu e ainda a empresa está dando lucros, pequeno, mas... lucro ou seja está no positivo!

amanhã os sardinhas desesperados venderão no início do pregão e a ação desabará, para logo, retornar seu caminho de tartaruga rumo as pequenas subidas..pode ser um bom ponto de entrada aos "pacientes"....

171159 - Ikki de Phoenix -  08 Mar 2013, 00:12
O relatório de CARD3 começa assim....Caro investidor...veja bem....

Eu não tenho paciência nenhuma com essa Card. Salário mínimo aumentando todo ano, patrocinando time de futebol (até hoje não entendi o por quê!), contratos se encerrando todo ano, e dificuldade de firmar outros novos. A carta na manga que seria o segmento de acquired com o contrato do Banrisul ao que parece continua sem dar frutos.

Ao meu ver, é risco demais. Como o Small sempre diz, é um ativo que deve fazer parte de uma carteira muito bem diversificada.

171147 - renato1631 -  07 Mar 2013, 23:11
Confira os resultados divulgados pelas empresas nesta quinta
Cetip, CSU Cardsystem, Fertilizantes Hering e Fleury divulgaram números; lucro da Cetip cresceu 9,1% no trimestre

Por Felipe Moreno • Rodrigo Tolotti Umpieres

CSU Cardsystem: números recuam
Já os números da CSU não foram favoráveis - embora a receita tenha recuado mais do que o lucro, um sinal de alento. Enquanto os ganhos recuaram 61,3% entre um trimestre e outro, atingindo R$ 3,15 milhões, o lucro anual teve queda de apenas 2%, para R$ 22,19 milhões.

A margem líquida cresceu de 5,7% para 6,0% no ano, já que as receitas líquidas recuaram 6,2%, para R$ 372,97 milhões, após receita de R$ 86,1 milhões no último trimestre, queda de 14,7%. O Ebitda anual caiu 0,9%, para R$ 64,86 milhões, prejudicado pela queda trimestral de 56,8%, para R$ 8,10 milhões.
http://www.infomoney.com.br/mercados/acoes-e-indices/noticia/2696349/confira-resultados-divulgados-pelas-empresas-nesta-quinta

171139 - paulo_prof  -  07 Mar 2013, 22:37
O que assusta, na CARD, é a tendência ... quanto demorará, ainda, a esperada virada?

Vejam os principais resultados, trimestre a trimestre, em 2012:

.............................................................. 4T12 ..... 3T12 ..... 2T12 ..... 1T12
RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA .... 86.196 .. 91.029 .. 94.453 . 101.298
RESULTADO BRUTO ......................... 16.967 .. 23.409 .. 24.290 ... 27.881
RESULTADO FINANCEIRO ................. -1.622 ... -1.127 ... -1.421 ... -2.210
RESULTADO OPERACIONAL ................... 19 .... 8.404 .... 9.013 ... 11.975
RESULTADO LÍQUIDO ........................ 3.158 ..... 5.435 .... 5.844 .... 7.758
EBITDA ................................................ 8.102 ... 16.242 .. 19.084 .. 21.436

Viram o drama? A julgar pelos números, não há a mínima indicação de uma luz no fim do túnel das quedas generalizadas de performance. A empresa está literalmente andando para trás ... e entre o 3T12 e o 4T12 a deterioração foi violenta!!!

Vamos ver se o Relatório informa se a sangria nos cartões ainda vai continuar ...

171135 - paulo_prof -  07 Mar 2013, 22:23
O Relatório acaba de sair, não li ainda ...

A tabela é a seguinte:

CARD3
PREÇO R$ 4,59
PAYOUT (2012) 33,8%

P/L 9,23
P/VPA 1,27
PSR 0,55
DY 3,66%
EV/EBITDA 3,95
MARGEM BRUTA 24,8%
MARGEM OPERACIONAL 7,9%
MARGEM LÍQUIDA 6,0%
LUCRO POR AÇÃO R$ 0,498
MARGEM EBITDA 17,4%
DÍVIDA BRUTA/PATRIMÔNIO LÍQUIDO 43,7%
ROE 13,76%
LIQUIDEZ CORRENTE 1,07

Taxas de Crescimento Nominal

a) exercício de 2012 vs 2011
RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA -6,18%
RESULTADO BRUTO -10,42%
RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO -8,10%
RESULTADO OPERACIONAL -8,73%
RESULTADO LÍQUIDO -1,99%
EBITDA -0,90%

b) 4T12 vs 4T11
RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA -14,66%
RESULTADO BRUTO -39,92%
RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO -12,37
RESULTADO OPERACIONAL -99,78%
RESULTADO LÍQUIDO -61,30%
EBITDA -56,83%

c) lucro (taxa média anual)
UA -1,99%
U2A -18,05%
U3A 7,49%

d) patrimônio líquido médio
UA 5,78%
U2A 5,83%
U3A 6,37%

Preço justo fornecido pela fórmula do FCD para uma taxa média de crescimento real nulo do lucro líquido dos últimos 12 meses durante 5 anos, perpetuidade real nula e taxa de desconto real de 8%: R$ 6,22

Ou, taxa de crescimento real do lucro líquido dos últimos 12 meses necessária, durante os próximos 5 anos, para que o preço justo fornecido pela fórmula do FCD seja igual ao preço corrente (com uma perpetuidade real nula e taxa de desconto anual real de 8%): -5,0%

Os resultados do 4T12 foram horríveis: quebra na Receita, piora sensível na margem bruta e aumento sensível das despesas. O que melhorou foi o resultado financeiro. No 4T12 a empresa nadou, nadou e ... obteve um resultado nulo antes dos impostos. O lucro de aprox. R$ 3 milhões no 4T12 é praticamente todo devido ao deferimento de impostos (imposto negativo = receita com impostos).

Há que se ler atentamente o relatório para ter uma idéia das prespectivas para 2013.

167455 - DanielRodrigues -  17 Fev 2013, 15:49
Citação: rodrigo021180
Queridos Amigos,
Estava conversando com uns amigos sobre CARD, explicando o porque dela, o que me trouxe algumas lembranças de porque estou com o papel.
O contrato com o Banpará e o Banco do Nordeste que começaram a gerar receita já no 4tri de 2012 irá cobrir a saída do HSBC; realmente a receita da adquirência com o VISA no Banricompras é algo fantástico, tanto que irá triplicar a receita com este contrato no 4tri; a empresa realmente está criando um sistema de fidelidade, parecido com o Multiplus, e que pela Multiplus sabemos que dá muito dinheiro; a mudança de tributação na folha de pagamento passou a fazer a contact dar lucros; a empresa é administrada por pessoas com capacidade de dar a volta por cima em grandes problemas, como foi o caso do contrato da CEF; e, falando em CEF, vi todas as movimentações do processo e acredito que a CARD tenha grandes possibilidades de ganhar a ação, daqui uns 10 anos só, mas tem.
Falando tudo isso, acho que vou comprar mais um cadinho de CARD, alguém acha loucura algo que falei?
Rodrigo, também sou acionista da CSU e concordo com os pontos citados por você que enaltecem o potencial de longo prazo da companhia (destacaria também a forte geração de caixa e a oportunidade de sinergias/cross-selling dos novos negócios). Porém, não estou tão confiante no curto prazo (próximos meses). O mercado só se convencerá do potencial da empresa a partir do momento que mostrar que é capaz de apresentar um crescimento consistente tanto das receitas quanto do EBITDA no longo prazo. Enquanto a companhia continuar a perder grandes clientes e demorar a repor sua base de cartões o mercado continuará cético quanto ao negócio da CSU.

Infelizmente, o HSBC está deixando a companhia e não acho que a entrada do Banpará e do Banco do Nordeste irão cobrir essa saída. No press release do 3T12 informam que o contrato do HSBC corresponde a 15% do faturamento anual da CSU, mas que a Losango (financeira do grupo HSBC) continuará processando cartões com a companhia (não está claro se desses 15% uma parte ainda será mantida pela Losango ou se é um contrato distinto). Supondo que esses 15% referem-se apenas a participação do HSBC, temos:

Receita Líquida anual (últimos 12M): 387,780M

Contrato HSBC: 387,780M *0,15 = 58,167M

Dado que o contrato refere-se apenas a área de cartões a perda desse cliente reduziria as receitas apenas dessa área:

Receita Líquida anual Cartões (últimos 12M): 211,848M

Novo patamar de receitas sem o HSBC: 153,681M (queda de 27,45%)

Considerando que a área de Call Center tenha impacto nulo sobre o EBITDA (atingiram recentemente o break even do negócio) e manutenção da margem EBITDA, temos:

Novo EBITDA projetado para a companhia: 153,681M * 36,54% (margem EBITDA últimos 12M) = 56,147M (queda de 25,85%).

Vale ressaltar que a margem do 3T12 já foi mais baixa que os trimestres anteriores (saiu de uma faixa de 37% para 33%) e que com uma redução de receitas a diluição dos custos fixos é menor fato que tende a impactar as margens.

Estou confiante que a empresa conseguirá retomar a base de cartões e o crescimento no médio prazo, mas pelos números destacados os próximos trimestres não tendem a ser tão animadores. Creio que a palavra para esse ativo é paciência...

166161 - small caps -  06 Fev 2013, 12:49
Citação: pobre
Small...
E a nossa encardida? Card3...
mais parada que agua de lago....
o que esperar dela?
pobre, é um grande mistério esta empresa.
Tem alguns negócios que podem render a maior nota.
Tem fluxo de caixa positivo, forte.
Mas sofre com a perda de clientes importantes, que, esperamos, tenham sido os últimos. Recupera aos Poucos a base.
Se tudo continuasse como está, o preço é atrativo. Pode piorar? Sim.
Pode melhorar? Também.
O que é comprar CARD3?
Um bilhetinho de risco médio alto, com custo relativamente baixo. Portanto, entra na minha equação de risco que vale a pena, com a devida diversificação.

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