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sexta-feira, 17 de maio de 2019

Celesc (CLSC)




Recomendações
Compra: herdsman (2013)
Carteiras
ademirdc (jun/16) - hadevil (fev/16, mar/16) - effexop (set/17set/18) - faghe2 (jun/16, jul/16) - Gersonlp (jul/18) - O GARIMPEIRO (jun/17) - paulo_prof (jan/16, fev/16, mar/16, abr/16mai/16mai/17) - pobre (jul/16, ago/16)
Balanços
1T2019 -
paulo_prof   -
Na comparação trimestral, quase todo o excelente crescimento da Receita foi consumido pelo aumento do cpv, com destaque para a energia comprada para revenda.
Um Resultado Financeiro desfavorável, um aumento das despesas operacionais e um aumento das despesas de IR/CS resultou num lucro liquido marginalmente maior em termos reais. O Ebitda evoluiu modestamente em termos reais.
Acho que o ativo, aos preços atuais, tem condições de evoluir.

A2018/4T2018 -
Paulo Prof - 
Os Resultados do 4T18 foram pifios, com a empresa contabilizando um pequeno prejuízo. Houve uma queda na receita líquida (devido ao menor consumo, menor preço médio devido ao menor despacho de energia termoelétrica), perda de margem bruta (maior custo unitário da energia comprada para revenda), e um pior resultado financeiro. Embora os custos gerenciáveis tenham sido menores, não houve como a empresa contabilizar um operacional no azul. Este situação não preocupa muito porque os maiores custos não gerenciáveis serão ressarcidos no reajuste tarifário.
No exercício, todos os resultados exceto o Resultado Bruto (que deverpa ser compensado no reajuste tarifário) foram favoráveis.
De uma maneira geral, acho que o ativo está bem precificado, embora acredite que operacionalmente a empresa tenha condições de postar resultados melhores em 2019.

3T2018 -
Paulo Prof - 
Os Resultados do 3T18 foram impactados pelo custo da energia comprada para revenda. Em consequência, a margem bruta, que ficou entre 13% e 13,4% no 1o. semestre, caiu para 8,6%. Como o custo da energia é uma despesa não gerenciável, não preocupa pois o seu impacto será ressarcido por ocasião do reajuste das tarifas. No 4T18 a operação deverá ficar mais próxima da normalidade, com aumento do ebitda e lucro.
Acho que o ativo ainda está barato, apesar da boa valorização no último trimestre.

2T2018 -
Paulo Prof - 
Mais um resultado consistente, em linha com o resultado operacional do 1T18, mas algo impactado pelo pior resultado financeiro, devido à maior variação cambial. Será que esta maré boa vai se manter? Caso afirmativo, este [e um dos ativos mais baratos no mercado.

1T2018 -
Paulo Prof - 
Embora sensivelmente abaixo daqueles do 1T17, achei os resultado do 1T18 muito bons. Se a empresa conseguisse gerar resultados semelhantes nos próximos trimestres, estaria sendo negociada a P/L = 4,35!!!
Ocorre que os resultados trimestrais são totalmente imprevisíveis ... quase aleatórios. A precificação corrente é decorrente da oferta dos chineses da State Grid, via EDP e ENBR. Os caras devem saber o que estão fazendo. Talvez tenham negociado participarem ativamente da gestão da empresa. Só assim para justificar o preço pago. Eu, em sã consciência, não pagaria metade deste preço. Além de dar a impressão de ser um cabide de empregos, acho a empresa muito mal administrada. Num trimestre lucra R$ 100 milhões. No seguinte tem prejuízo de R$ 100 milhões. Depois lucra R$ 60 milhões. Para no trimestrte seguinte ficar no zero-a-zero. O Resultado Financeiro é bastante volátil. Volta e meia surge um esqueleto. O endividamento líquido (incluindo o passivo previdenciário) é alto quando comparado com a capacidade de geração de caixa medida pelo ebitda.

marcosvinicius2 -
PAPEL SOBREVALORIZADO ( * ). DESEMPENHO ECONÔMICO FINANCEIRO = O Lucro Líquido acumulado no trimestre findo em 31 de março de 2018 apresentado pela Companhia foi de R$71 milhões, que representa uma redução de 30,16%, se comparado ao mesmo período de 2017 (Líquido de R$ 101,6milhões). O Grupo encerrou 31 de março de 2018 com Receita Operacional Bruta – ROB acumulada de R$ 2.937,6 milhões com aumento de 11,83% em relação a 2017 num valor de R$ 2.626,8 milhões. A Receita Operacional Líquida – ROL aumentou 15,31%, fechando o primeiro trimestre de 2018 em R$1.774,8 milhões em relação ao mesmo período de 2017 num valor de R$ 1.539,2 milhões. O resultado acumulado no primeiro trimestre de 2018 foi impactado, principalmente, pelo aumento do custo de energia na Celesc D com o encargo de uso do sistema e a atualização da despesa financeira do Termo de Parcelamento de Débitos com o Fundo Setorial da CDE.; EBITDA = O EBITDA, do primeiro trimestre de 2018, atingiu o valor de R$ 191,9 milhões, ficando 10,52% inferior em relação a 2017 (R$214,5 milhões) e a Margem do EBITDA passou de 13,93% no primeiro trimestre de 2017 para 10,81% em 2018.

2T2017 -
marcosvinicius2  - 
PAPEL SUBVALORIZADO (*). NOS ULTIMOS 45 TRIMESTRES, 11 APRESENTARAM LUCRO LIQUIDO NEGATIVO (24,4444%). MEDIA DE LUCRO LIQUIDO X 1.000 (U12M) = 35.836; (U24M) = 4.596; (U36M) = 53.693; (U48M) = 56.116; MAIORES VARIAÇÕES = 12M X 12M : RESULTADO OPERACIONAL (-255,19%) E EBITDA (250,34%); 2T16 X 2T15 : RESULTADO BRUTO (-261,19%) E RESULTADO FINANCEIRO (164,35%). VALOR DE MERCADO (MIL) = 854.348; VALOR MAXIMO (MIL) = 1.565.597 NO 2T12; VE PSBE (MIL) = 8.729.680: 
O Lucro Líquido acumulado no trimestre findo em 30 de junho de 2017 apresentado pela Companhia foi de R$ 2,2 milhões, que representa um aumento de 101,47%, se comparado ao mesmo período de 2016 (Prejuízo Líquido de R$ 150,9 milhões).
A Receita Operacional Líquida – ROL aumentou 10,63%, fechando o segundo trimestre de 2017 em R$ 3.192,2 milhões em relação ao mesmo período de 2016 num valor de R$ 2.885,5 milhões.
O EBITDA ajustado, do segundo trimestre de 2017, atingiu o valor de R$ 294,0 milhões, ficando 851,85% maior em relação a 216 (R$ 39,1 milhões negativos) e a Margem do EBITDA Ajustado passou de -1,36% no segundo trimestre de 216 para 9,21% em 2017.

1T2017 -
paulo_prof   -
Parece que os astros se alinharam para favorecer a CLSC nno 1T17. Embora a Receita Líquida tenha involuído em relação ao 1T16 e 4T16, devido a menores custos o Resultado Bruto foi sensivelmente melhor do que em ambos os trimestres: de 9,9% no 1T16 e 13,1% no 4T16, a margem bruta emplacou 17,4% no 1T17.
Para um endividamento líquido de R$ 1,267 bilhões ao final de 2016, o financeiro da empresa conseguiu um Resultado Financeiro positivo em R$ 4,6 milhões. Como as despesas/receitas operacionais mantiveram-se bem comportadas, o Resultado antes dos Impostos foi muito bom. As despesas com IR/CS foram um pouco maiores do que a média esperada, mas nada que comprometesse.
Há um detalhe que não sei bem como funciona ... Os custos não gerenciáveis de uma distribuidora (parcela A), vão diretamente para a tarifa. Estes custos são estimados e repassados integralmente para a tarifa no reajuste. Durante o ano, entretanto, os custos reais podem ser distintos. Em consequência, é mantida uma conta para contabilizar ativos/passivos referentes a parcela A, os quais serão levados em consideração no próximo reajuste. No que concerne a DRE, creio (porém não tenho absoluta certeza) que o IFRS impõe que não sejam contabilizados como receita, a diferença entre os custos regulatórios estimados e os custos reais. Ou seja, no que se refere a parcela A, seriam contabilizados como receita referente à parcela A, somente os valores em linha com os custos correspondentes.
A CLSC, ao final do 1T17, tem um passivo regulatório referente à parcela A de R$ 639 milhões. Este valor ela terá que devolver via tarifa no próximo reajuste. Isto é certo. A minha dúvida é se estes R$ 639 milhões transitaram pela DRE (o que seria péssimo para a empresa), ou não. Salvo melhor juízo, quero crer que o IFRS não permite contabilizar na DRE o que de fato não é da empresa ... em consequência, tudo se passa como se o consumidor tivesse dado um empréstimo de pai para filho à empresa, que o pagará em suaves prestações por ocasião do reajuste. Ou seja, hoje de fato a empresa tem um endividamento líquido bem menor do que teria se a sua receita estivesse alinhada com os custos reais representados pela parcela A.

1T2016 -
paulo_prof   -
Acredito que o resultado da Celesc seja representativo do que vai ocorrer nos próximos 2 trimestres ... No exercício, a empresa deverá lucrar algo entre R$ 120 e R$ 150 milhões.
A) Celesc Distribuição
Redução de 4,9% na energia distribuída para o mercado cativo
Aumento de 0,9% na energia distribuída para o mercado livre
Redução de 3,5% na energia distribuída total
Receita Líquida: redução de 9%
Resultado Bruto: +12% - basicamente menor custo da energia vendida
Despesas Operacionais: = +7,7% (no 1T15 houve uma redução não recorrente de provisão; no 1T16 houve um aumento de provisão devido a inadimplência)
Resultado Financeiro: passou de +R$ 28,2 milhões para -17,8 milhões - basicamente atualização monetária do ativo regulatório (-R$ 25 milhões) e receita/despesa do VNR (-R$ 35 milhões)
Lucro Líquido: -61,6%, para R$ 17 milhões
Ebitda ajustado para efeitos regulatórios e eventos não recorrentes: passou de R$ 39 milhões para R$ 94 milhões !!!
B) Celesc Geração
Energia Gerada: +25,3%
Receita Líquida: -51,1%
Ebitda: -51,4%
Lucro Líquido: passou de R$ 15 milhões para R$ 1 milhão
C) SC Gás (participação de 17%) 
Volume vendido: -5,6%
Receita Líquida: -6,7%
Ebitda: passou de aprox. 0 para R$ 11 milhões
Lucro Líquido: passou -R$ 1 milhãos para +R$ 7 milhões
D) Demais negócios (ECTE, DFESA)
Lucro Líquido: aprox. R$ 7 milhões

3T2011 – 
herdsman –
achou fraco.

Barbado –
achou ruim
Características
Holding do Setor de Energia
Links
361315  - paulo_prof   -  17 Mai 2019, 04:39
Na comparação trimestral, quase todo o excelente crescimento da Receita foi consumido pelo aumento do cpv, com destaque para a energia comprada para revenda.

Um Resultado Financeiro desfavorável, um aumento das despesas operacionais e um aumento das despesas de IR/CS resultou num lucro liquido marginalmente maior em termos reais. O Ebitda evoluiu modestamente em termos reais.

Acho que o ativo, aos preços atuais, tem condições de evoluir.


CLSC4

PREÇO: R$ 49,00

PAYOUT 2018: 24,7%



Múltiplos baseados nos últimos 12 meses

P/L 11,34

P/VPA 1,05

PSR 0,24

DY 2,17%

EV/EBITDA 8,58

MARGEM BRUTA 10,8%

MARGEM OPERACIONAL 3,7%

MARGEM LÍQUIDA 2,1%

LUCRO POR AÇÃO R$ 4,322

MARGEM EBITDA 7,8%

DÍVIDA BRUTA/PATRIMÔNIO LÍQUIDO 316,2%

ROE 9,26%

LIQUIDEZ CORRENTE 0,98



Taxas de Crescimento Nominal

a) últimos 12 meses vs 12 meses terminados no 1T18

RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA +9,70%

RESULTADO BRUTO +1,59%

RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO -33,77%

RESULTADO OPERACIONAL +169,12%

RESULTADO LÍQUIDO +365,37%

EBITDA 25,15%



b) 1T19 vs 1T18

RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA +20,13%

RESULTADO BRUTO +13,80%

RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO +32,28%

RESULTADO OPERACIONAL 6,23%

RESULTADO LÍQUIDO +2,36%

EBITDA +8,35%



c) lucro (taxa média anual)

UA 365,37%

U2A 59,07%

U3A 18,23%



d) patrimônio líquido médio

UA -3,71%

U2A -5,13%

U3A -6,03%



e) ebitda (taxa média anual)

UA 25,15%

U2A 21,32%

U3A 18,76%

U4A -13,60%

U5A 5,21%

U6A passou de negativo para positivo

U7A 2,36%

U8A 6,02%

Preço justo fornecido pela fórmula do FCD para uma taxa média de crescimento real nulo do lucro líquido dos últimos 12 meses durante 5 anos, perpetuidade real nula e taxa de desconto real de 8%: R$ 54,13

Ou, taxa de crescimento real do lucro líquido dos últimos 12 meses necessária, durante os próximos 5 anos, para que o preço justo fornecido pela fórmula do FCD seja igual ao preço corrente (com uma perpetuidade real nula e taxa de desconto anual real de 8%): -2,0%

360042 - paulo_prof -  01 Abr 2019, 22:49
Os Resultados do 4T18 foram pifios, com a empresa contabilizando um pequeno prejuízo. Houve uma queda na receita líquida (devido ao menor consumo, menor preço médio devido ao menor despacho de energia termoelétrica), perda de margem bruta (maior custo unitário da energia comprada para revenda), e um pior resultado financeiro. Embora os custos gerenciáveis tenham sido menores, não houve como a empresa contabilizar um operacional no azul. Este situação não preocupa muito porque os maiores custos não gerenciáveis serão ressarcidos no reajuste tarifário.

No exercício, todos os resultados exceto o Resultado Bruto (que deverpa ser compensado no reajuste tarifário) foram favoráveis.

De uma maneira geral, acho que o ativo está bem precificado, embora acredite que operacionalmente a empresa tenha condições de postar resultados melhores em 2019.

CLSC4

PREÇO: R$ 52,50

PAYOUT 2018: 24,7%



Múltiplos baseados nos últimos 12 meses

P/L 12,27

P/VPA 1,12

PSR 0,26

DY 2,01%

EV/EBITDA 9,02

MARGEM BRUTA 10,8%

MARGEM OPERACIONAL 3,7%

MARGEM LÍQUIDA 2,2%

LUCRO POR AÇÃO R$ 4,279

MARGEM EBITDA 8,0%

DÍVIDA BRUTA/PATRIMÔNIO LÍQUIDO 316,2%

ROE 9,16%

LIQUIDEZ CORRENTE 0,98



Taxas de Crescimento Nominal

a) últimos 12 meses vs 12 meses terminados no 4T17

RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA +49,87%

RESULTADO BRUTO -5,66%

RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO -27,21%

RESULTADO OPERACIONAL +83,91%

RESULTADO LÍQUIDO +148,22%

EBITDA 16,69%



b) 4T18 vs 4T17

RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA -14,01%

RESULTADO BRUTO -30,72%

RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO +3.242,20%

RESULTADO OPERACIONAL passou de positivo para negativo

RESULTADO LÍQUIDO passou de positivo para negativo

EBITDA +13,56%



c) lucro (taxa média anual)

UA 148,22%

U2A passou de negativo para positivo

U3A 8,09%



d) patrimônio líquido médio

UA -6,79%

U2A -5,43%

U3A -6,46%



e) ebitda (taxa média anual)

UA 16,69%

U2A 36,16%

U3A 19,84%

U4A -11,67%

U5A 11,56%

U6A passou de negativo para positivo

U7A 0,63%

U8A 4,74%



Preço justo fornecido pela fórmula do FCD para uma taxa média de crescimento real nulo do lucro líquido dos últimos 12 meses durante 5 anos, perpetuidade real nula e taxa de desconto real de 8%: R$ 53,49

Ou, taxa de crescimento real do lucro líquido dos últimos 12 meses necessária, durante os próximos 5 anos, para que o preço justo fornecido pela fórmula do FCD seja igual ao preço corrente (com uma perpetuidade real nula e taxa de desconto anual real de 8%): -1,0%

355931 - paulo_prof -  15 Nov 2018, 00:25
Os Resultados do 3T18 foram impactados pelo custo da energia comprada para revenda. Em consequência, a margem bruta, que ficou entre 13% e 13,4% no 1o. semestre, caiu para 8,6%. Como o custo da energia é uma despesa não gerenciável, não preocupa pois o seu impacto será ressarcido por ocasião do reajuste das tarifas. No 4T18 a operação deverá ficar mais próxima da normalidade, com aumento do ebitda e lucro.

Acho que o ativo ainda está barato, apesar da boa valorização no último trimestre.

CLSC4

PREÇO: R$ 42,00

PAYOUT 2017: 29,6%



Múltiplos baseados nos últimos 12 meses

P/L 8,65

P/VPA 0,81

PSR 0,20

DY 3,42%

EV/EBITDA 8,18

MARGEM BRUTA 11,2%

MARGEM OPERACIONAL 4,3%

MARGEM LÍQUIDA 2,4%

LUCRO POR AÇÃO R$ 4,854

MARGEM EBITDA 7,5%

DÍVIDA BRUTA/PATRIMÔNIO LÍQUIDO 254,0%

ROE 9,31%

LIQUIDEZ CORRENTE 0,86



Taxas de Crescimento Nominal

a) últimos 12 meses vs 12 meses terminados no 3T17

RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA +16,68%

RESULTADO BRUTO +0,30%

RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO -80,48%

RESULTADO OPERACIONAL +123,65%

RESULTADO LÍQUIDO +131,12%

EBITDA -1,52%



b) 3T18 vs 3T17

RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA +15,05%

RESULTADO BRUTO -20,34%

RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO passou de negativo para positivo

RESULTADO OPERACIONAL +2,01%

RESULTADO LÍQUIDO -29,06%

EBITDA -15,84%



c) lucro (taxa média anual)

UA 131,12%

U2A 60,90%

U3A -28,52%



d) patrimônio líquido médio

UA -8,87%

U2A -5,99%

U3A -6,68%



e) ebitda (taxa média anual)

UA -1,58%

U2A 27,02%

U3A -12,20%

U4A 20,67%

U5A 52,49%

U6A 150,86%

U7A -0,07%

U8A 4,45%



Preço justo fornecido pela fórmula do FCD para uma taxa média de crescimento real nulo do lucro líquido dos últimos 12 meses durante 5 anos, perpetuidade real nula e taxa de desconto real de 8%: R$ 60,67

Ou, taxa de crescimento real do lucro líquido dos últimos 12 meses necessária, durante os próximos 5 anos, para que o preço justo fornecido pela fórmula do FCD seja igual ao preço corrente (com uma perpetuidade real nula e taxa de desconto anual real de 8%): -8,0%

353721 - MARCOSPG -  14 Set 2018, 12:21
Bom sou sócio da celesc há tempos, parece que ativo circulante paga 86% do passivo circulante. Não vejo maiores problemas nisso. No mais tem uma reserva de lucro de 1,1 B que se superar o capital social tera que distribuir lucros ou aumentar o capital. Ainda acho um excelente investimento, mas como estatal háum risco politico.

30/06/2018
Ativo Total 9.145.391
Ativo Circulante 3.850.166
Caixa e Equivalentes de Caixa 300.232
Aplicações Financeiras 0
Contas a Receber 1.355.331
Estoques 11.310
Ativos Biológicos 0
Tributos a Recuperar 124.894
Despesas Antecipadas 0
Outros Ativos Circulantes 2.058.399
Ativo Realizável a Longo Prazo 1.660.215
Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo 0
Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado 137.478
Contas a Receber 0
Estoques 52.532
Ativos Biológicos 0
Tributos Diferidos 0
Despesas Antecipadas 637.849
Créditos com Partes Relacionadas 0
Outros Ativos Não Circulantes 4.859
Investimentos 225.214
Imobilizado 152.621
Intangível 3.257.175
Diferido 0
Passivo Total 9.145.391
Passivo Circulante 4.452.316
Obrigações Sociais e Trabalhistas 176.938
Fornecedores 887.137
Obrigações Fiscais 256.833
Empréstimos e Financiamentos 434.455
Passivos com Partes Relacionadas 13.729
Dividendos e JCP a Pagar 9.893
Outros 2.535.008
Provisões 138.323
Passivos sobre Ativos Não-Correntes a Venda e Descontinuados 0
Passivo Não Circulante 2.724.756
Empréstimos e Financiamentos 170.682
Passivos com Partes Relacionadas 0
Outros 200.229
Tributos Diferidos 13.123
Adiantamento para Futuro Aumento Capital 0
Provisões 2.340.722
Passivos sobre Ativos Não-Correntes a Venda e Descontinuados 0
Lucros e Receitas a Apropriar 0
Participação dos Acionistas Não Controladores 0
Patrimônio Líquido 1.968.319
Capital Social Realizado 1.340.000
Reservas de Capital 316
Reservas de Reavaliação 0
Reservas de Lucros 1.174.901
Lucros/Prejuízos Acumulados 141.852
Ajustes de Avaliação Patrimonial -688.750
Ajustes Acumulados de Conversão 0
Outros Resultados Abrangentes 0
Adiantamento para Futuro Aumento Capital 0

353686  - paulo_prof   -  13 Set 2018, 13:36
Citação: gersonlp - Post #353684 - 13/Set/2018 07:51
Prezados,
O que acham de Celesc - CLSC4?
Não se pode afirmar que a Celesc seja uma empresa desprovida de problemas ... até o passado recente era um cabidão de empregos. Hoje, após demissões volintárias, parece que a situação está melhor, mas a empresa tem um passivo considerável com o Plano de Pensão - Provisões para Benefícios a Empregados (R$ 1,83 bilhões ao final do 2T18). Além disto, há um débito com o Fundo Social da Conta de Desenvolvimento Energético (CDE) que é ajustado monetariamente todos os meses e está sendo pago em parcelas (R$ 750 milhões ao final do 2T18). Finalmente, há endividamento líquido (bancos e debentures) de aprox. R$ 300 milhões ao final do 2T18.

Somando tudo obtém-se aprox. R$ 2,9 bilhões, para um ebitda de R$ 620 milhões gerados nos últimos 12 meses. Como pode ser observado, a alavancagem, de 4,7 vezes o ebitda anual, não é pequena. Todos os trimestres, o Resultado Financeiro é impactado por estas 3 parcelas de dívida. Entretanto, até hoje infelizmente não consegui entender como a coisa funciona ... para todos os efeitos, o resultado financeiro para mim é praticamente aleatório, resultando numa enorme volatilidade (e imprevisibilidade) do resultado líquido.

Outro aspecto negativo é o ativo circulante (3,85 bilhões) ser sensivelmente menor do que o passivo circulante (R$ 4,45 bilhões). O financeiro da empresa deve ter muito pouca margem para manobras.

Do lado positivo há o fato da ENBR ter comprado, por R$ 27,00 a ação, quase 20% da empresa e, em consequência, participar de sua administração. Dificilmente uma empresa privada como a ENBR iria entrar numa evidente "furada".

Se a empresa conseguisse repetir os resultados do 1o. semestre indefinidamente em termos reais, o valor intrínseco da ação seria aprox. R$ 90,00 !!!!

Será que consegue?

Pelo sim, pelo não, tenho preferido investir na ENBR ... afinal, acaba se apropriando de 20% do resultado da Celesc, sem apresentar os inconvenientes relativos ao endividamento relatados acima.

352924 - aeronave  -  18 Ago 2018, 20:26
Professor Paulo...

Vejo cple6 num bom momento...(barata e lucros constantes)...

Um excelente driver que puxaria seu valor para cima seria a implementação de seu plano de desinvestimento.

O Sr acredita que este plano será praticado no curto prazo conforme prometido pela diretoria??

352895  - paulo_prof  -  17 Ago 2018, 00:03
Mais um resultado consistente, em linha com o resultado operacional do 1T18, mas algo impactado pelo pior resultado financeiro, devido à maior variação cambial. Será que esta maré boa vai se manter? Caso afirmativo, este [e um dos ativos mais baratos no mercado.

CLSC4

PREÇO: R$ 27,84

PAYOUT 2017: 29,6%



Múltiplos baseados nos últimos 12 meses

P/L 5,25

P/VPA 0,55

PSR 0,14

DY 5,63%

EV/EBITDA 4,94

MARGEM BRUTA 12,3%

MARGEM OPERACIONAL 4,4%

MARGEM LÍQUIDA 2,7%

LUCRO POR AÇÃO R$ 5,301

MARGEM EBITDA 8,1%

DÍVIDA BRUTA/PATRIMÔNIO LÍQUIDO 116,5%

ROE 10,39%

LIQUIDEZ CORRENTE 0,86



Taxas de Crescimento Nominal

a) últimos 12 meses vs 12 meses terminados no 2T17

RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA +19,32%

RESULTADO BRUTO +5,41%

RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO -60,97%

RESULTADO OPERACIONAL +28,15%

RESULTADO LÍQUIDO +42,65%

EBITDA -6,64%



b) 2T18 vs 2T17

RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA +19,85%

RESULTADO BRUTO +56,63%

RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO -77,29%

RESULTADO OPERACIONAL passou de negativo para positivo

RESULTADO LÍQUIDO passou de negativo para positivo

EBITDA +151,16%



c) lucro (taxa média anual)

UA 42,65%

U2A passou de negativo para positivo

U3A -30,44%



d) patrimônio líquido médio

UA -7,94%

U2A -6,07%

U3A -5,55%



e) ebitda (taxa média anual)

UA -6,64%

U2A 81,33%

U3A -15,04%

U4A 26,41%

U5A passou de negativo para positivo

U6A 12,27%

U7A 4,27%

U8A 2,71%



Preço justo fornecido pela fórmula do FCD para uma taxa média de crescimento real nulo do lucro líquido dos últimos 12 meses durante 5 anos, perpetuidade real nula e taxa de desconto real de 8%: R$ 66,35

Ou, taxa de crescimento real do lucro líquido dos últimos 12 meses necessária, durante os próximos 5 anos, para que o preço justo fornecido pela fórmula do FCD seja igual ao preço corrente (com uma perpetuidade real nula e taxa de desconto anual real de 8%): -19,0%

351122 - marcosvinicius2 -  12 Jun 2018, 17:57
COMENTÁRIO: PAPEL SOBREVALORIZADO ( * ). DESEMPENHO ECONÔMICO FINANCEIRO = O Lucro Líquido acumulado no trimestre findo em 31 de março de 2018 apresentado pela Companhia foi de R$71 milhões, que representa uma redução de 30,16%, se comparado ao mesmo período de 2017 (Líquido de R$ 101,6milhões). O Grupo encerrou 31 de março de 2018 com Receita Operacional Bruta – ROB acumulada de R$ 2.937,6 milhões com aumento de 11,83% em relação a 2017 num valor de R$ 2.626,8 milhões. A Receita Operacional Líquida – ROL aumentou 15,31%, fechando o primeiro trimestre de 2018 em R$1.774,8 milhões em relação ao mesmo período de 2017 num valor de R$ 1.539,2 milhões. O resultado acumulado no primeiro trimestre de 2018 foi impactado, principalmente, pelo aumento do custo de energia na Celesc D com o encargo de uso do sistema e a atualização da despesa financeira do Termo de Parcelamento de Débitos com o Fundo Setorial da CDE.; EBITDA = O EBITDA, do primeiro trimestre de 2018, atingiu o valor de R$ 191,9 milhões, ficando 10,52% inferior em relação a 2017 (R$214,5 milhões) e a Margem do EBITDA passou de 13,93% no primeiro trimestre de 2017 para 10,81% em 2018.:

CLSC4
PREÇO: 29,85
PAYOUT (2017): 0,00%

Múltiplos baseados nos últimos 12 meses

P/L 32,14
P/VPA 0,61
PSR 0,16
DY 0,00%
EV/EBITDA 8,17
MARGEM BRUTA 11,59%
MARGEM OPERACIONAL 1,49%
MARGEM LÍQUIDA 0,49%
LUCRO POR AÇÃO 0,929
MARGEM EBITDA 6,83%
DÍVIDA BRUTA/PATRIMÔNIO LÍQUIDO 180,66%
ROE 1,89%
LIQUIDEZ CORRENTE 0,86

Taxas de Crescimento Nominal

a) últimos 12 meses sobre 12 terminados no 1T17, nominal
RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA 22,02%
RESULTADO BRUTO 34,03%
RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO 82,02%
RESULTADO OPERACIONAL 6,87%
RESULTADO LÍQUIDO -45,63%
EBITDA 17,61%

b) 1T18 sobre 1T17, nominal
RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA 15,31%
RESULTADO BRUTO -11,41%
RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO -528,83%
RESULTADO OPERACIONAL -28,20%
RESULTADO LÍQUIDO -30,16%
EBITDA -10,52%

c) lucro (taxa média anual)
UA -45,63%
U2A -40,41%
U3A -61,78%

d) patrimônio líquido médio
UA -6,53%
U2A -7,16%
U3A -4,13%

Preço justo fornecido pela fórmula do FCD para uma taxa média de crescimento real nulo do lucro líquido dos últimos 12 meses durante 5 anos, perpetuidade real nula e taxa de desconto real de 8%: R$ 11,61
Ou, taxa de crescimento real do lucro líquido dos últimos 12 meses necessária, durante os próximos 5 anos, para que o preço justo fornecido pela fórmula do FCD seja igual ao preço corrente (com uma perpetuidade real nula e taxa de desconto anual real de 8%): +23,5% !!!!
[...]

350216 - paulo_prof   -  24 Mai 2018, 03:11
Embora sensivelmente abaixo daqueles do 1T17, achei os resultado do 1T18 muito bons. Se a empresa conseguisse gerar resultados semelhantes nos próximos trimestres, estaria sendo negociada a P/L = 4,35!!!

Ocorre que os resultados trimestrais são totalmente imprevisíveis ... quase aleatórios. A precificação corrente é decorrente da oferta dos chineses da State Grid, via EDP e ENBR. Os caras devem saber o que estão fazendo. Talvez tenham negociado participarem ativamente da gestão da empresa. Só assim para justificar o preço pago. Eu, em sã consciência, não pagaria metade deste preço. Além de dar a impressão de ser um cabide de empregos, acho a empresa muito mal administrada. Num trimestre lucra R$ 100 milhões. No seguinte tem prejuízo de R$ 100 milhões. Depois lucra R$ 60 milhões. Para no trimestrte seguinte ficar no zero-a-zero. O Resultado Financeiro é bastante volátil. Volta e meia surge um esqueleto. O endividamento líquido (incluindo o passivo previdenciário) é alto quando comparado com a capacidade de geração de caixa medida pelo ebitda.

CLSC4

PREÇO: R$ 32,00

PAYOUT 2017: 29,6%



Múltiplos baseados nos últimos 12 meses

P/L 34,45

P/VPA 0,65

PSR 0,17

DY 0,86%

EV/EBITDA 6,12

MARGEM BRUTA 11,6%

MARGEM OPERACIONAL 1,5%

MARGEM LÍQUIDA 0,5%

LUCRO POR AÇÃO R$ 0,929

MARGEM EBITDA 6,8%

DÍVIDA BRUTA/PATRIMÔNIO LÍQUIDO 122,2%

ROE 1,89%

LIQUIDEZ CORRENTE 0,86



Taxas de Crescimento Nominal

a) últimos 12 meses vs 12 meses terminados no 1T17

RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA +22,13%

RESULTADO BRUTO +35,11%

RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO +92,32%

RESULTADO OPERACIONAL +6,87%

RESULTADO LÍQUIDO -45,62%

EBITDA +17,61%



b) 1T18 vs 1T17

RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA +15,31%

RESULTADO BRUTO -11,41%

RESULTADO FINANCEIRO passou de positivo para negativo

RESULTADO OPERACIONAL -28,20%

RESULTADO LÍQUIDO -30,16%

EBITDA -10,52%



c) lucro (taxa média anual)

UA -45,63%

U2A -40,41%

U3A -61,78%



d) patrimônio líquido médio

UA -6,53%

U2A -7,16%

U3A -4,13%



e) ebitda (taxa média anual)

UA 17,61%

U2A 15,68%

U3A -23,64%

U4A 0,74%

U5A -194,94%

U6A -1,01%

U7A 3,54%

U8A -1,56%



Preço justo fornecido pela fórmula do FCD para uma taxa média de crescimento real nulo do lucro líquido dos últimos 12 meses durante 5 anos, perpetuidade real nula e taxa de desconto real de 8%: R$ 11,61

Ou, taxa de crescimento real do lucro líquido dos últimos 12 meses necessária, durante os próximos 5 anos, para que o preço justo fornecido pela fórmula do FCD seja igual ao preço corrente (com uma perpetuidade real nula e taxa de desconto anual real de 8%): +25,5%

Paolo, buongiorno.
1)Olha que respeito tuas opiniões. Porém não as acato como "evangelho" como faz a maior parte dos Forista ...e é o que parece pelo menos. Inclusive deveria mudar de nome Forum para "Investimentos by Prof. Paulo" ou para algo de parecido.

2) Quanto a liquidez, SIM. Aquilo que detemos como "família" alocado na B3 (Hoje quase tudo em Ações, pois andei diminuindo a exposição em FII´s) diria que é cerca de 10% dos "Assets Brasil". Assim, por uma razão ou outra, dependendo da necessidade ou não de fechar operações de cambio para dispor dos recursos para alimentar as SPE (que são pre-operacionais) não é incomum dispor de liquidez em reais para fazer frentes a despesas, assim não posso "ficar refém" do mercado. 

3) DISCORDO que Coelce esteja "Bastante boa e menos barata", PELOS MEUS PARÂMETROS DE ANÁLISE. Estas brincando? independentemente da "fotografia" dos fundamentos atuais que realmente estão bons, tem que ser visto e analisado o "FILME" completo. A Boa Governança aqui no preço está "intrinsecada" e SE PAGA. É uma ação que de evoluiu de preço NOMINAL (descontando proventos)de cerca R$1,50 para R$53,00/55,00 em menos de uma década. NÃO DOU LIQUIDEZ A LUCRO DE TERCEIROS.

4) CELESC = Vejo a possibilidade, após os órgãos reguladores aprovar a compra da participação da Previ pela ENBR e antes da OPA VOLUNTÁRIA de uma parte das PNB, do mercado levar a ação para a faixa de R$32,00/R$34,00. Esses preços a meus ver não incorporar AINDA a mudança de governança/gestão que está por vir/vira. 

5) A SIM, uma DISTRIBUIDORA em potencial "barata", o "case" depende de um "imbroglio" em fase de solução (ou não) onde uma ação judicial de uma dívida bilionária está sendo atualmente discutido com mediação arbitral. No caso de retirada desta "espada de Dámocles" com eventuais operações estruturadas (aumento de capital?), vista a continua melhora operacional e o "mercado nobre" onde ela atua. (Os resultados desta Empresa, nos teus cálculos pela FDC no segundo trimestre 2017 foi avaliada....R$1,58!!!!....pela mesma formula os resultados do terceiro trimestre avaliaram a empresa se bem lembro...R$12/13)

6) Há um "crescimento" do PIB já contratado, assim as distribuidoras serão as primeiras a sentir o "aumento" da demanda, pois os setores "afetados" deverão voltar a produzir e consumir energia...além da questão da sobre contratação resolvido...e "outras coisistas más"...

345358 - ispholambra - 19 Dez 2017, 23:17
Interessante...

Esses dias mesmo o Menguele mencionou que achava as acoes da Celesc atrativas dado o cenario atual...

Alguns dias depois bem a Energias do Brasil e compra toda a participacao acionaria que a Previ detem na Clesc por 230.000.000,00 a um preço medio de mas de 40,00 por acao...

Nesse caso vemos uma brutal diferenca entre o que o mercado avalia a empresa e entre o que os "pares" do setor avaliam a empresa...

Abaixo segue o link que da acesso ao FR completo...
http://www2.bmfbovespa.com.br/empresas/consbov/frmNBC.asp?protocolo=590987

345091  - paulo_prof   -  10 Dez 2017, 15:01
Em teoria, sim ... Com os problemas de sobrecontratação equacionados, as distribuidoras puras estão nadando de braçada, e a Celesc é quase só distribuição.

Na prática, entretanto, há algo de estranho nas contas da empresa, que não permitem previsibilidade. Veja, por exemplo, a DRE do 3T17. Na Receita Bruta há R$ 327,6 milhões referentes ao Ativo Regulatório. Deduzindo o ICMS e PIS/COFINS, estimo que a Receita Liquida do 3T17 tenha em consequência sido engordada em aprox. R$ 250 milhões. Não fosse este ítem, o Resultado antes do financeiro e dos impostos teria sido negativo em R$ 165 milhões !!!! Ou seja, para fechar no azul no 3T17, foi necessária a contribuição do ativo regulatório, que por sua vez foi gerado por despesas não gerenciáveis no passado, maiores do que aquelas previstas na tarifa. Mas como poderia o Resultado Antes do Financeiro e dos Impostos ser tão negativo assim caso não houvesse esta receita? A explicação só pode estar novamente numa despesa com a compra de energia sensivelmente maior do que a prevista na tarifa. Neste caso, um novo ativo financeiro será gerado, a ser "pago" no futuro. Ocorre que a tabela na página 17 do Release do 3T17 parece indicar que este não seria o caso. Se entendi a tabela, o custo médio considerad na tarifa seria de R$ 191,50 por MWh, quando o custo médio incorrido no 3T17 teria sido de R$ 187,60. Isto parece ser confirmado pela tabela dos Ativos e Passivos Regulatórios da pág. 18. O balanço regulatório calculado pela companhia ao final do 3T17 seria quase neutro.

No frigir dos ovos, a pergunta é: o que ocorreu no 3T17, relativo a Parcela A? As despesas efetivas incorridas no 3T17 estão alinhadas às despesas previstas na tarifa, ou foram de fato sensivelmente maiores?

De qualquer forma, sou da opinião de que esta não previsibilidade de resultados impede que um "driver" para a valorização continua do ativo seja estabelecido.

345086  - menghele   -  10 Dez 2017, 01:22
Prof. PAULO, boa noite

Já que estas na área, e talvez com um bom Amarone Capitel Monte Olmi Riserva ao lado....

Tem olhado o release do 3º trimestre da Celesc. Eu li superficialmente e encontrei indícios interessantes de possível tourn around...passivo regulatório praticamente zerado, dívida liquida controlada (mesmo incluindo o passivo previdenciário)...melhora operacional, mais tá tão barata, mais tão barata....quase exclusivamente DISTRIBUIDORA que será o sub setor mais beneficiado no inicio de recuperação do PIB...

344930  - paulo_prof   -  06 Dez 2017, 18:18
A alavancagem financeira excessiva, com o endividamento líquido de 3,8 vezes o ebitda anual.

Liquidez corrente (0,81) desfavorável (meio que vendendo o almoço para comprar a janta).

Hidrologia desfavorável (GSF = 64,2% no 3T17) implicando em custos explosivos do PLD e aumento da necessidade de compra de energia para revenda

Segmento de Distribuição (com prognósticos favoráveis) relativamente pequeno (aprox. 25%) quando comparado com a Geração/Transmissão (65%), com prognósticos menos favoráveis

Atrasos em projetos de Geração geram impairment

Controlador sem caixa para aumentar o capital da empresa

etc.

Se, de um lado, o ativo parece barato (P/VPA = 0,34 em termos da CPLE3), não se pode dizer que não faltam razões.

344929  - jhcecato -  06 Dez 2017, 17:52
Compartilho de opinião parecida... tinha uma posição no ativo mas acabei trocando por EGIE3 alguns meses atras por achar que o risco não estava valendo a pena.

O ponto mais preocupante para mim é a trajetória da divida liquida que já atingiu um patamar desconfortavel e continua em tendência de piora.

Do lado do fluxo de caixa a coisa também não vai nada bem. Quando se subtrai os investimentos da empresa da geração de caixa operacional (FCO) fica claro que a empresa vêm em um "cash burn" já faz alguns anos o que pressiona a dívida e não tem trazido resultados no campo de maiores receitas e/ou maiores margens.

A cereja do bolo fica por conta do risco político do ano que vem... um governo Requião por exemplo seria desastroso para a companhia.

344927  - Valuation Master  -  06 Dez 2017, 17:24
Estudei o case mas desisti de investir ao preços atuais:

- Muito mal adm
- Lucro não recorrentes.Assim fica difícil mensurar qualquer valuation atrativo.
- Até um tempo atrás empresa pensou em capitalizar com emissão de ações.
- Tem participação no setor de distribuição, setor mais problemático dos 3 de energia.

Embora todas os múltiplos sejam descontados: Isso já se apresenta há anos justamente porque a empresa esta destruindo valor em velocidade incrível.

Portanto olhando por cima tem cases mais interessantes para se investir na minha opinião e com maior margem de segurança.

341874  - marcosvinicius2  -  06 Set 2017, 21:06
COMENTÁRIO: PAPEL SUBVALORIZADO (*). NOS ULTIMOS 45 TRIMESTRES, 11 APRESENTARAM LUCRO LIQUIDO NEGATIVO (24,4444%). MEDIA DE LUCRO LIQUIDO X 1.000 (U12M) = 35.836; (U24M) = 4.596; (U36M) = 53.693; (U48M) = 56.116; MAIORES VARIAÇÕES = 12M X 12M : RESULTADO OPERACIONAL (-255,19%) E EBITDA (250,34%); 2T16 X 2T15 : RESULTADO BRUTO (-261,19%) E RESULTADO FINANCEIRO (164,35%). VALOR DE MERCADO (MIL) = 854.348; VALOR MAXIMO (MIL) = 1.565.597 NO 2T12; VE PSBE (MIL) = 8.729.680:

CLSC4
PREÇO: 22,15
PAYOUT (2016): -379,36%

Múltiplos baseados nos últimos 12 meses

P/L 5,96
P/VPA 0,41
PSR 0,13
DY 0,00%
EV/EBITDA 5,58
MARGEM BRUTA 14,02%
MARGEM OPERACIONAL 4,09%
MARGEM LÍQUIDA 2,23%
LUCRO POR AÇÃO 3,716
MARGEM EBITDA 10,36%
DÍVIDA BRUTA/PATRIMÔNIO LÍQUIDO 91,00%
ROE 6,90%
LIQUIDEZ CORRENTE 0,94

Taxas de Crescimento Nominal

a) últimos 12 meses sobre 12 terminados no 2T16, nominal
RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA 2,24%
RESULTADO BRUTO 193,39%
RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO 90,17%
RESULTADO OPERACIONAL -255,19%
RESULTADO LÍQUIDO -234,50%
EBITDA 250,34%

b) 2T17 sobre 2T16, nominal
RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA 33,77%
RESULTADO BRUTO -261,19%
RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO 164,35%
RESULTADO OPERACIONAL -58,90%
RESULTADO LÍQUIDO -43,79%
EBITDA -149,79%

c) lucro (taxa média anual)
UA -234,50%
U2A -51,43%
U3A -17,31%

d) patrimônio líquido médio
UA -4,17%
U2A -4,33%
U3A 1,07%

O Lucro Líquido acumulado no trimestre findo em 30 de junho de 2017 apresentado pela Companhia foi de R$ 2,2 milhões, que representa um aumento de 101,47%, se comparado ao mesmo período de 2016 (Prejuízo Líquido de R$ 150,9 milhões).

A Receita Operacional Líquida – ROL aumentou 10,63%, fechando o segundo trimestre de 2017 em R$ 3.192,2 milhões em relação ao mesmo período de 2016 num valor de R$ 2.885,5 milhões.

O EBITDA ajustado, do segundo trimestre de 2017, atingiu o valor de R$ 294,0 milhões, ficando 851,85% maior em relação a 216 (R$ 39,1 milhões negativos) e a Margem do EBITDA Ajustado passou de -1,36% no segundo trimestre de 216 para 9,21% em 2017.


( * ) É PRECISO VERIFICAR NO RELATÓRIO DA ADM. A EXISTÊNCIA DE RESULTADO NÃO RECORRENTE:
( ** ) EMPRESAS DO SETOR FINANC onde houve necessidade de digitar os valores de REC INT FINANC (a pesquisa avançada não importou esses valores ) = BAZA3, BBDC3, BBDC4, BEES3, BEES4, BIGP3, BGIP4, BMEB3, BMEB4, BMIN3, BMIN4, BNBR3, BPAN4, BRIV3, BRIV4, BRSR3, BRSR5, BRSR6, BSLI4, CRIV3, CRIV4, IDVL3 IDVL4 ITUB3, ITUB4, PINE4, PRBC4, SANB11, SANB3, SANB4 E SFSA4;
( *** ) A VMCM = 5,56000000 foi calculada utilizando-se uma amostragem de 327 empresas com PL > 0 (Desta vez não foi utilizado o critério de LIQUIDEZ MÍNIMA). Na tentativa de um valor abaixo do indicado, a VMCM apresentou um valor < 5, o que indicaria um mercado subprecificado: forum.infomoney.com.br/viewtopic.php?f=6&t=10754&start=620#p2082722
( **** ) Foram EXCLUÍDAS da amostragem inicial as empresas = DAGB33, MERC4, BRAP4, BRAP3, ECPR4, JBDU3, LFFE4, LFFE3, SBSP3, BAHI3, BMTO4, BMTO3 E LIPR3;

341072  - ispholambra   -  14 Ago 2017, 23:41
Citação: lapenti012 - Post #341069 - 14/Ago/2017 21:23
Recorrente?
Nao... o prejuizo recorrente é de pouco mais de 2 milhoes... mas a situcacao da empresa nao ta facil nao...

Vao ter de vender ativos...

341065  - ispholambra - 14 Ago 2017, 21:22
CLSC4
100 milhoes de prejuizo no segundo trimestre.... barba gato... o negocio ta feio...

337971  - paulo_prof   -  16 Mai 2017, 16:05
Parece que os astros se alinharam para favorecer a CLSC nno 1T17. Embora a Receita Líquida tenha involuído em relação ao 1T16 e 4T16, devido a menores custos o Resultado Bruto foi sensivelmente melhor do que em ambos os trimestres: de 9,9% no 1T16 e 13,1% no 4T16, a margem bruta emplacou 17,4% no 1T17.

Para um endividamento líquido de R$ 1,267 bilhões ao final de 2016, o financeiro da empresa conseguiu um Resultado Financeiro positivo em R$ 4,6 milhões. Como as despesas/receitas operacionais mantiveram-se bem comportadas, o Resultado antes dos Impostos foi muito bom. As despesas com IR/CS foram um pouco maiores do que a média esperada, mas nada que comprometesse.

Há um detalhe que não sei bem como funciona ... Os custos não gerenciáveis de uma distribuidora (parcela A), vão diretamente para a tarifa. Estes custos são estimados e repassados integralmente para a tarifa no reajuste. Durante o ano, entretanto, os custos reais podem ser distintos. Em consequência, é mantida uma conta para contabilizar ativos/passivos referentes a parcela A, os quais serão levados em consideração no próximo reajuste. No que concerne a DRE, creio (porém não tenho absoluta certeza) que o IFRS impõe que não sejam contabilizados como receita, a diferença entre os custos regulatórios estimados e os custos reais. Ou seja, no que se refere a parcela A, seriam contabilizados como receita referente à parcela A, somente os valores em linha com os custos correspondentes.

A CLSC, ao final do 1T17, tem um passivo regulatório referente à parcela A de R$ 639 milhões. Este valor ela terá que devolver via tarifa no próximo reajuste. Isto é certo. A minha dúvida é se estes R$ 639 milhões transitaram pela DRE (o que seria péssimo para a empresa), ou não. Salvo melhor juízo, quero crer que o IFRS não permite contabilizar na DRE o que de fato não é da empresa ... em consequência, tudo se passa como se o consumidor tivesse dado um empréstimo de pai para filho à empresa, que o pagará em suaves prestações por ocasião do reajuste. Ou seja, hoje de fato a empresa tem um endividamento líquido bem menor do que teria se a sua receita estivesse alinhada com os custos reais representados pela parcela A.

CLSC4
PREÇO: R$ 18,15
PAYOUT 2015: 29,6%

Múltiplos baseados nos últimos 12 meses


P/L 10,63

P/VPA 0,32

PSR 0,12

DY 2,78%

EV/EBITDA 3,85

MARGEM BRUTA 10,5%

MARGEM OPERACIONAL 1,7%

MARGEM LÍQUIDA 1,1%

LUCRO POR AÇÃO R$ 1,708

MARGEM EBITDA 7,8%

DÍVIDA BRUTA/PATRIMÔNIO LÍQUIDO 97,3%

ROE 3,03%

LIQUIDEZ CORRENTE 0,97


Taxas de Crescimento Nominal

a) últimos 12 meses vs 12 meses terminados no 1T16

RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA -12,87%

RESULTADO BRUTO -10,84%

RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO -36,82%

RESULTADO OPERACIONAL -25,53%

RESULTADO LÍQUIDO -34,68%

EBITDA +24,93%

b) 1T17 vs 1T16

RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA -6,63%

RESULTADO BRUTO +63,28%

RESULTADO FINANCEIRO passou de negativo para positivo

RESULTADO OPERACIONAL +352,51%

RESULTADO LÍQUIDO +291,68%

EBITDA +81,61%

c) lucro (taxa média anual)

UA -34,68%

U2A -67,96%

U3A -40,12%


d) patrimônio líquido médio

UA -7,79%

U2A -2,90%

U3A 2,75%



Preço justo fornecido pela fórmula do FCD para uma taxa média de crescimento real nulo do lucro líquido dos últimos 12 meses durante 5 anos, perpetuidade real nula e taxa de desconto real de 8%: R$ 21,89

Ou, taxa de crescimento real do lucro líquido dos últimos 12 meses necessária, durante os próximos 5 anos, para que o preço justo fornecido pela fórmula do FCD seja igual ao preço corrente (com uma perpetuidade real nula e taxa de desconto anual real de 8%): -4,0%

336583 - paulo_prof  -  10 Abr 2017, 01:30
estou 100% de acordo no que se refere ao cenário de curto prazo. Se a Reforma for aprovada de uma forma não totalmente desfigurada (alguma coisa necessariamente será aprovada), o ambiente econômico melhorará e ativos que estão bastante descontados deverão ser beneficiados. Se a proposta da Reforma for totalmente desfigurada, o sell off generalizado deverá ser uma certeza.

Pessoalmente, não uso gráficos ... o objetivo da postagem do gráfico que é só para dar uma vaga ideia da trajetória dos preços. Para este fim, como já estou logado na ADVFN, acho mais fácil.

No que se refere a Celesc, especificamente, não acredito em apostas no longo prazo. Até há alguns anos, a empresa tinha funcionários saindo pelo ladrão. Foi necessário a interferência direta da ANEEL para obrigar a empresa a reduzir a força de trabalho. Reduziram 20%, nitidamente insuficiente. Desde então, nos últimos 4 anos, a questão de um novo PDI (Plano de Demissão Incentivada) é uma novela.

Eu estava realmente curioso para ler nas entrelinhas dos Resultados da empresa, especialmente o Balanço Patrimonial Passivo. Para que vc tenha uma ideia, as diferenças (a favor e contra a empresa) relativas à Parcela A (que deverão impactar o percentual de reajuste) eram de R$ 248,5 milhões positivos em 30DEZ2015. Em 30SET2016 já eram R$ 244 milhões negativos e em 30DEZ2016 era R$ 308,5 milhões. Ou seja, em um ano, um déficit de mais de R$ 550 milhões.

No que se refere as provisões para benefícios a empregados, ao final do 3T16 o passivo era de R$ 1,358 bilhões. Em 30DEZ2016 já eram R$ 1,559 bilhões, uma diferença de R$ 200 milhões.

Acho que nem de longe dá para comparar a Celesc com a Copel!

336577  - menghele   -  09 Abr 2017, 14:30
Prezado PAULO,
grato pelo report e per gli auguri.

Contudo, para finalizar o comentário sobre a minha jurássica posição em Emae, era minha "aposta" a expectativa de privatização ao redor dos anos 200X. Hoje, conforme deixei bem explicito estou "torcendo" para que..."Para mim repito É UM PREPARO PARA DAR UM DESTINO A PARTICIPAÇÃO DO CONTROLADOR." Isso não significa privatização, significa que talvez, possa ser concebida a fusão por incorporação na SABESP, (faria mais sentido), ou que sabe na Cesp (??? Why not?).

Agradeço também pelo compartilhamento deste meu esforço em manter o "português escrito" em assuntos de finanças.

Tinha visto em algum seu comentário anterior que estava esperando com "curiosidade" a apresentação dos resultados de

COPEL, CELEC E ENEVA. De um ponto de vista de exclusivamente de "andamento de preços de mercado", as CPLE3 e as CLSC4, tem tido uma evolução de preços bastante alinhada PARTINDO DAS MÍNIMAS de dezembro 2015/janeiro 2016.

Não podemos comparamos porém os ativos em períodos longos, por inúmeras razões, além de "fundamentos" inclusive a confiabilidade da(s) plataforma(s) gráfica(s) utilizadas. Vi, esporadicamente, comentários seus, com apresentação de imagens colhidas nos gráficos da Advfn. Me permito de sugerir que não olhe isso, não são confiáveis. Conforme o Amigo não confia no site "fundamentos" para colheita de "números" de análise de balanços e monta os próprios arquivos ha quem faz isso para análise gráfica.....Lhe sugiro de usar a plataforma gráfica fornecida pela XP, para prazos curtos e sem deflatores servem para uma "vista". (Ou eventualmente da Ágora)

Quanto a "não botar fé" eu não boto fé em nada....se for aprovada uma "Reforma Previdenciária" mais ou menos, o mercado acionário vai buscar outros patamares...nisso as ações ligadas a energia e infra-estrutura valorizarão....e Celesc irá se valorizar como CPLE....e outras...SE NÃO FOR APROVADA A REFORMA, o "mercado" terá um "sell off" generalizado.

Entendo que é uma das ações do setor que podem "destravar valor"....como sua deliciosa ENEV...(vai buscar isso como, com EGIE/EQTL?) ENBR....papel "chato"....TAEE...(FII)....

Quanto a resumir os números consolidados de 2016 da CLSC, o artigo abaixo serve bastante:
https://ndonline.com.br/florianopolis/noticias/cel...

336484  - paulo_prof   -  06 Abr 2017, 03:26
Paolo é il nome nel Estratto dell'Atto di Nascita a Bolzano ... Paulo é quello del certificato brasiliano!

Celesc ??? Tinho alguma coisa ... mas não boto fé; vender a posição inteira nos R$ 20,50 em meados do mês passado! CLSC4 para mim tem sido um ativo para trade.

Álvaro Otero, Leonardo e Fanny Izekksohn, Eduardo Augusto, Fundo Mystique, já estão na EMAE pelo menos desde 2010. Não é improvável, portanto, que pelo menos parte da posição tenha sido montada a preços maiores do que o atual!

Vc tem razão quanto ao efeito tributário sobre os valores trazidos ao presente. Mas a conta de padeiro que faço é para ter uma ideia (ball park figure) do que está envolvido. Para meu uso pessoal adoto os 8% reais e desconsidero os efeitos tributários. O cálculo é simples e se gosto do que vejo, posso pensar em ser mais detalhista.

No que concerne a sua aposta numa possível privatização da EMAE, ti auguro buona fortuna mas acho pouco provável. Como manifestei anteriormente, acho que a missão principal da EMAE não é gerar e vender energia; é a de se ocupar com o controle das cheias de São Paulo. Inclusive, o seu imobilizado é praticamente todo constituído de terrenos, represas, canais, estações elevatórias, etc. Como na prática não é remunerada por esta função, não deverá ter grandes problemas regulatórios para continuar gerando e vendendo energia ... e sobreviver.

336483  - menghele   -  06 Abr 2017, 01:30
Sobre EMAE
336445 Prof. Paulo

Bravissimo Prof. PAULO ( o PAOLO?),

preferisco cosi, sentendomi più a mio agio, rispondere alla Sua cortese menzione nella Nostra bellissima, poetica e armoniosa

lingua. Sono un simpatizzante degli alto-atesini, gente molto seria... però una regione dove i cartelli stradali sono scritti prima in tedesco....hum

Spero sia inteso lo spirito ludico e di non essere mal interpretato dagli Illustri Foristi....

Ho in portafoglio azionario "EMAE4", in due posizioni, "ereditate" da me stesso.....acquistate nei lontani 2001/2002, una posizione costituita congiuntamente ad un´altra, questa "vittoriosa" in "TRPL3/TRPL4", basicamente con lo stesso "leitmotiv", aspettativa di trasferiamento delle aziende all´iniziativa privata..(privatizzazione).



Vou responder as suas considerações:

Concordo com Seus cálculos trazendo a "valor presente" as parcelas citadas nos memorando de "Acordo", contudo entendo que as taxas hipotéticas aplicadas(6% e 8%) e o valor residual a ser "incorporado" deveria der depurado pelos efeito tributário, sendo os valores contabilizados anualmente e assim entrando na base de cálculo do Lucro Tributável. Então teria um "valor presente" inferior aos R$10,20/11,00 a ser "incorporado" ao valor por ação da Emae.



Poderiam ser por outro lado revistas as "taxas", pois homologados os "Acordos" pelas Empresas e pela autarquias do poder concedente os valores a receber seriam "tipo" debentures com "risco" "Petrobrás" e "Sabesp"..então as taxas de 6% - 8% "reais" seriam elevadas....GIUSTO? (seria o mais certo hoje um 4,5%-5%?)



Quanto ao "operacional da Emae" dar prejuízo sistemático está bem claro, tenho sempre acompanhado os desempenhos....

Agora vai o meu racional, a respeito da possível/ provável prorrogação da concessão da UTE Piratininga.

Sinceramente duvido que os assessores jurídicos da Fazenda Do Estado de SP não tenham concebido alguma cláusula ou sub - cláusula resolutiva, no Contrato do Arrendamento do Ativo, pois o vencimento do mesmo passava e muito o vencimento da concessão...assim não vejo o risco de uma "ação de perdas e danos na cuca" procurei o documento e realmente não encontrei.



Olha o caso que a formatação dos "Acordos" tem ocorrido justo no segundo semestre de 2016, apos o impedimento da presidenta Roussef, em uma época com um "viés" bastante a favorável a privatizações seja do Governo Federal que do Governo de SP. Não tenho ideia do impacto do remanejamento do "business" com a Baixada Santista pelo fornecimento de vapor e locação do terreno....e pouco entendo importe....Me pergunto: Que sentido faz hoje o Governo do Estado de SP ter um ativo desse? Para mim repito É UM PREPARO PARA DAR UM DESTINO A PARTICIPAÇÃO DO CONTROLADOR.



Veja só os acionistas detentores de ações preferencias em 30/12/2016...com as porcentagem de preferencias detidas e proporcionalidade com o capital social e o valor atual da participação 1 emae4=R$9,00



Alvaro Luiz Alves de Lima Alvares Otero nº 2.265.633 (10%) (6,13%) R$20.390.697

Leonardo e Fanny Izeksohn nº 1.688.307 (7,59%) (4,57%) R$15.194.763

Tem dois fundos de investimento com cerca de 1% de participação cada e um floating de 6.06% de ações preferencias...

Essas participações tem sido adquiridas por esses ilustres gentlemens quase "na chã"..e não são muito antigas....(???)...."amigos do Rei?"



Esta posição é uma "herança maldita", contudo, porém, todavia, talvez "magari"....tenha uma saída ainda graciosa. Não uma "vitória".

Podemos falar sobre CELESC?

321739  - paulo_prof   -  14 Mai 2016, 20:18
Acredito que o resultado da Celesc seja representativo do que vai ocorrer nos próximos 2 trimestres ... No exercício, a empresa deverá lucrar algo entre R$ 120 e R$ 150 milhões.

A) Celesc Distribuição

Redução de 4,9% na energia distribuída para o mercado cativo
Aumento de 0,9% na energia distribuída para o mercado livre
Redução de 3,5% na energia distribuída total

Receita Líquida: redução de 9%
Resultado Bruto: +12% - basicamente menor custo da energia vendida
Despesas Operacionais: = +7,7% (no 1T15 houve uma redução não recorrente de provisão; no 1T16 houve um aumento de provisão devido a inadimplência)
Resultado Financeiro: passou de +R$ 28,2 milhões para -17,8 milhões - basicamente atualização monetária do ativo regulatório (-R$ 25 milhões) e receita/despesa do VNR (-R$ 35 milhões)
Lucro Líquido: -61,6%, para R$ 17 milhões

Ebitda ajustado para efeitos regulatórios e eventos não recorrentes: passou de R$ 39 milhões para R$ 94 milhões !!!


B) Celesc Geração
Energia Gerada: +25,3%
Receita Líquida: -51,1%
Ebitda: -51,4%
Lucro Líquido: passou de R$ 15 milhões para R$ 1 milhão


C) SC Gás (participação de 17%)
Volume vendido: -5,6%
Receita Líquida: -6,7%
Ebitda: passou de aprox. 0 para R$ 11 milhões
Lucro Líquido: passou -R$ 1 milhãos para +R$ 7 milhões

D) Demais negócios (ECTE, DFESA)
Lucro Líquido: aprox. R$ 7 milhões

176336 - danieljoseaa -  28 Mar 2013, 02:08
CLSC4:
Resultado do 4º Trimestre de 2012
A companhia anunciou prejuízo líquido de R$ 137,3 M neste trimestre, contra um lucro líquido de R$ 78,0 M no 4T11 e um prejuízo de R$ -135,5 M no 3T12.

175662 - small caps -  26 Mar 2013, 12:26
Brasil REAL...
Um pouquinho mais deste Brasil ia ia
Este Brasil que canta e é feliz (mesmo mergulhado na ¨%$#&¨).
26/03/2013 09:23 CELESC (CLSC - N2) - REVISAO DO ORCAMENTO 2013

CELESC (CLSC - N2) - Revisao do Orcamento 2013
DRI: Andre Luiz Resende

A empresa enviou comunicado, no qual consta:

CENTRAIS ELETRICAS DE SANTA CATARINA (CELESC), empresa de capital aberto, com acoes negociadas na BM&FBOVESPA, listada no Nivel 2 de Governanca Corporativa, Comunica aos acionistas e ao mercado em geral que o Conselho de Administracao da Companhia, reunido em 21.3.2013, ratificou a proposta de revisao das despesas operacionais apresentada pela Diretoria Executiva.

Em funcao do aumento expressivo nos Custos com Energia Eletrica Comprada para Revenda e nos encargos setoriais incorridos pela subsidiaria integral Celesc Distribuicao S.A. decorrente, especialmente, dos seguintes fatores: (i) o despacho de energia das usinas termicas que, em janeiro ultimo, por exemplo, representou UM AUMENTO DE DESPESA DA ORDEM DE R$145 MILHÕES (custo variavel - CVU) e, (ii) despesa crescente com os Encargos de Servicos do Sistema - ESS que no mesmo periodo representou R$16 milhoes, a Companhia implementara, a partir de 1.4.2013, uma reducao do orcamento anual previsto

164753 - PANICO2011 -  28 Jan 2013, 18:23
CELESC = MICO ELÉTRICO

Justiça determina que SC retome controle de empresa de gás, e recalcule preço desde 2000

O Tribunal de Contas de Santa Catarina (TCE-SC) condenou a Celesc (Centrais Elétricas de Santa Catarina) a devolver ao Estado o controle acionário da Companhia de Gás de Santa Catarina (SCGÁS). A Justiça também considerou abusivos o preço do gás cobrado pela concessionária desde 2000.

Segundo a Justiça, o controle da SCGÁS foi entregue a grupos privados sem o aval da Assembleia Legislativa e sem a assinatura do governador. O Estado teria sido "tirado do negócio" pelos outros sócios quando a companhia começou a apresentar lucros.

A SCGÁS é uma sociedade de economia mista (com investimentos público e privado), criada em 1994, e fornece gás natural canalizado para 100 mil consumidores, a maioria indústrias. Hoje, ela tem como principais acionistas a Celesc (com 17%), Gaspetro (da Petrobras, com 41%) e a multinacional Mitsui (também com 41%). O 1% restante está pulverizado entre empresas ceramistas catarinenses. O governo de SC nomeia o presidente, mas não tem poder de decisão na empresa.

Segundo a decisão judicial, a Celesc deve devolver R$ 93 milhões ao Estado e o Estado deve retomar as ações da concessionária SCGÁS, hoje parcialmente controlada pela Celesc.

"Quando começou a dar lucro, os sócios simplesmente tiraram o Estado do negócio", afirma o relator da auditoria, conselheiro Salomão Ribas Junior. "Primeiro devemos retomar a empresa, depois vamos apurar os responsáveis pelas irregularidades", diz.

Entre 2000 e 2007, a SCGÁS teve receita líquida de R$ 1,7 bilhão e deu lucro de R$ 236 milhões aos demais sócios. A operação foi mais desvantajosa ainda para o Estado porque, um ano antes da transferência, a SCGÁS já batia recorde de lucro sobre o capital integralizado, com índice de 148%.

Auditoria levou quatro anos; sentença deve ser publicada nesta semana
A auditoria do negócio levou quatro anos. O prazo dado aos envolvidos para sanar as irregularidades é de 180 dias a contar da publicação da sentença. A decisão foi tomada na última sessão de 2012, em 19 de dezembro, e deve ser publicada no Diário Oficial do TCE-SC nesta semana.

Tanto os valores da receita quanto o dos lucros estão calculados somente até 2007 porque o processo começou em 2008. Agora, novos cálculos serão feitos para incluir os últimos quatro anos, até a data da sentença.

Tarifas abusivas cobradas do consumidor
O TCE-SC também determinou que a Agência Reguladora dos Serviços Públicos (Agesc) recalcule as tarifas cobradas pela concessionária de 2000 a 2012, devolvendo valores cobrados a mais --neste caso, foi dado um prazo extra de 90 dias para que a SCGÁS se defenda.

O abuso nas tarifas foi identificado porque o investimento inicial da SCGÁS foi de apenas R$ 32 milhões, mas produziu o lucro de R$ 326 milhões.

Segundo a investigação, a SCGÁS se beneficiou de uma cláusula abusiva na concessão, que lhe garantiu lucro líquido anual de 20%. Assim, nos anos em que seu rendimento ficou abaixo do esperado, o Estado passou a ser devedor da empresa.

Estado foi tirado do negócio em 2007
Os auditores do Tribunal de Contas de Santa Catarina consideraram que a participação da Celesc na Companhia de Gás de Santa Catarina (SCGÁS) é irregular.

Segundo a investigação, o Estado detinha 34% das ações na época da fundação da SCGÁS, e essas ações foram transferidas à Celesc em 25 de junho de 2007, tirando o Estado do controle da empresa.

A parte dos lucros da Celesc foi distribuída entre seus acionistas, entre eles o próprio Estado, mas que agora tem nela apenas 20%.

Pela decisão do TCE, a Celesc deve devolver ao Estado R$ 93 milhões porque eles representam as 1.827.415 ações da SCGÁS em 2007 --o valor deve ter atualização monetária.

A mesma sentença determinou que o Estado anule todas as transferências de ações feitas desde novembro de 1994. Em seguida, ele deve alterar o contrato social, recuperando sua participação majoritária na SCGÁS.

Envolvidos não se pronunciaram sobre o caso
Os auditores do Tribunal de Contas de Santa Catarina acreditam que será possível fazer um encontro de contas entre Estado e SCGÁS para apurar quem deve para quem.

Na atual etapa, a decisão do TCE-SC não vê crime na transferência de ações, nem nomeia culpados.

A SCGÁS foi criada no governo de Vilson Kleinubing, já falecido. A Justiça determinou que as conclusões da auditoria sejam comunicadas ao atual governador de Santa Catarina, Raimundo Colombo (PSD); à Assembleia Legislativa; à Celesc; e à SCGÁS.

A SCGÁS é dirigida por Cosme Polese, ex-vice prefeito e presidente do PMDB de Lages (170 km de Florianópolis). Ele se recusou a dar entrevistas. Sua assessoria disse que "as questões acionárias e estatutárias serão debatidas no âmbito da assembleia geral de acionistas".

O departamento jurídico da Celesc informou que só vai se pronunciar após ser notificado pela Justiça.

Depois de três dias de contatos da reportagem, o governador Raimundo Colombo não quis falar sobre o assunto.
http://economia.uol.com.br/noticias/redacao/2013/01/14/justica-determina-que-sc-retome-controle-de-empresa-de-gas-e-recalcule-preco-cobrado-desde-2000.htm

2 - Comunicado ao Mercado - Celesc Distribuição S.A. recebe notificação do IBAMA

CENTRAIS ELÉTRICAS DE SANTA CATARINA (CELESC), empresa de capital aberto, com ações negociadas na BM&FBOVESPA, listada no Nível 2 de Governança Corporativa, comunica aos acionistas e ao mercado em geral que a sua subsidiária integral – Celesc Distribuição S.A. - recebeu notificação expedida pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis – IBAMA, no valor de R$ 50.000.000,00 (cinquenta milhões de reais), em decorrência de vazamento de óleo mineral isolante com suspeita de contaminação por material tóxico. A concessionária informa que adotará as medidas jurídicas cabíveis para efetuar a impugnação do auto de infração no prazo legal.
Independentemente de responsabilidades pela ocorrência, a Celesc Distribuição S.A. tomou todas as providências para a mitigação dos impactos ambientais, continuando a efetuar o monitoramento da área envolvida e providenciando as análises laboratoriais que irão certificar se houve ou não contaminação.
http://www.b2i.us/profiles/investor/ResLibraryView.asp?ResLibraryID=59918&BzID=1449&Nav=1&LangID=3&s=0&Category=925

161332 - small caps -  21 Dez 2012, 15:01
E Celesc que não para de cair? DY 10% e P/VP 0,5. Nos últimos anos pagaram proventos generosos no final de dezembro. Claro que frente aos últimos resultados podem não ser tão generosos mas não seria uma grd aposta?
O problema é que a empresa nunca levou muito a sério o acionista minoritário...

Depois do que o Lírio tentou fazer e nunca conseguiu, bem se viu o forte poder sindical que manda lá dentro...

Cabidão de emprego gigante... roda muito acima da empresa de referência da ANEEL...

Mas claro, neste preço, vale um estudo para ver se vão fazer algo sério por lá... A concessão da distribuição está por findar agora em 2015, se não me engano..

156803 - Barbado -  13 Nov 2012, 23:18
Celesc

Prejuizo de 136 milhões, excluindo (não recorrentes) ativos regulatórios 60,5 milhões e despesas com PDV de 161,8 milhões, o lucro ajustado seria de 91,1 milhões superior em 86% sobre igual período do ano passado.

O problema será explicar isso para o mercado.....

153313 - herdsman -  23 Out 2012, 21:49
Estou comprando CLSC baseado na apresentação do APIMEC (veja link) .
Explicam assim resultado normalizado por ativos e passivos regulatórios mais um valor ainda considerar da revisão 2012:
1S2011 lucro liq. ajustado 127 milhões
1S2012 lucro liq. ajustado 110 milhões.

Quem sabe 3T vem com prejuízo por causa do PDV, mas era um mal necessário.
Me parece outrossim que Celesc não vai ter nenhum impacto referente as concessões de geração etc. etc.
Juros sobre capital em dezembro?

(aviso: sou pé frio)

http://www.bmfbovespa.com.br/empresas/consbov/ArquivoComCabecalho.asp?motivo=&protocolo=354496&funcao=visualizar&site=B

144291 - herdsman - 14 Ago 2012, 10:50
Com este prejuízo (pra ser compensado mais tarde) de 80 milhões pode ser que
Celesc abre uma janela de compra.

"Apesar do bom comportamento da receita operacional da Celesc Distribuição em 2012, o resultado da Companhia foi severamente impactado pelo aumento nas despesas não-gerenciáveis (Parcela A), mais especificamente pelos custos com energia elétrica e respectivos encargos que cresceram 42,9% (+R$ 233,8 milhões) no segundo trimestre de 2012 quando comparado ao mesmo período do ano anterior.
O principal motivo é o efeito da compra de energia de curto prazo, que somou R$ 129,7 milhões."


132089 - paulo_prof - 16/Mai/2012 12:54
PREÇO: R$ 39,96

PAYOUT: 29,6%

Múltiplos relativos aos últimos 12 meses
P/L 5,28
P/VPA 0,68
PSR 0,36
DY 5,61%
EV/EBITDA 2,72
MARGEM BRUTA 21,6%
MARGEM OPERACIONAL 9,6%
MARGEM LÍQUIDA 6,8%
LUCRO POR AÇÃO R$ 7,574
MARGEM EBITDA 12,7%
DÍVIDA BRUTA/PATRIMÔNIO LÍQUIDO 14,6%
ROE 12,93%
LIQUIDEZ CORRENTE 1,18

Taxas anuais médias nominais de crescimento
a) lucro líquido
UA 17,96%
U2A 2,60%
U3A 18,82%

b) patrimônio líquido médio
UA 10,66%
U2A 11,39%
U3A 9,45%

Taxa anual média de crescimento real do lucro líquido necessária nos próximos 3 anos para que o preço justo calculado pela fórmula do FCD seja 1,3 vezes a cotação atual (perpetuidade real nula; taxa de desconto real de 8%): -19,5%

Taxas nominais de crescimento relativas ao 1T11
RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA +8,30%
RESULTADO BRUTO -1,11%
RESULTADO FINANCEIRO POSITIVO +12,36%
RESULTADO OPERACIONAL -25,25%
RESULTADO LÍQUIDO -27,32%
EBITDA -21,04%
PATRIMÔNIO LÍQUIDO +9,84%
ENDIVIDAMENTO LÍQUIDO PASSOU DE POSITIVO PARA NEGATIVO


124506 - Barbado - 04/Abr/2012 13:33
OLHA A CELESC AÍ GENTE....


RESULTADO 2011 – Mensagem do DRI

Estimado Investidor,

É com prazer que informamos sobre a divulgação de nossos resultados, ano 2011, ocorrida no último dia 30/03/2012. Trata-se do primeiro ano da nova gestão na Celesc. Ano no qual procuramos pautar nossas ações cotidianas sempre em sintonia com o mercado de capitais e com o interesse de nossos acionistas. Neste intuito, de prover informações que apoiem ou supram dúvidas no processo de tomada de decisões, encaminhamos carta com avaliação de alguns números, que gostaríamos de compartilhar, pois acreditamos reveladores de um novo perfil e dos novos rumos da Companhia:

A Receita Operacional Líquida Consolidada cresceu 3,8%;
A Despesa Operacional, rubrica "Pessoal e Administradores", apresentou redução de - 2,2%. No período anterior, entre 2009 e 2010, a mesma conta havia apresentado avanço de 17,4%;
Atendendo as melhores práticas contábeis, em 2011, houve constituição de provisão líquida, no valor de R$41,7 milhões. No período anterior, acumulado 2010, o efeito líquido das provisões havia impactado positivamente o resultado daquele exercício no valor total de R$82 milhões – Nota Explicativa nº27;
O Resultado Financeiro da Companhia foi impactado de forma não-recorrente, em 2011, por conta de encargos financeiros adicionais relativos a contratos de empréstimos junto à Eletrobras que, somados aos valores atribuídos à ação judicial que versa sobre Encargos de Capacidade, implicaram em redução de R$35,8 milhões no Resultado da Companhia;
Ainda assim, o lucro líquido foi 18,4% superior ao registrado em 2010, somando R$323,9 milhões em 2011.
Convidamos a todos a visitarem nossa página de Relações com Investidores (www.celesc.com.br/ri), onde poderão obter essas e outras informações relevantes.

106500 - paulo_prof - 09/Dez/2011 19:30
citação: GARUDA20

Oi Paulo prof,

ja sabendo o valor que a CLSC6 pagara em dividendos, os sr. tem uma estimativa do Lucro Liquido do corrente ano.

A CLSC pagará JCP.

Tradicionalmente, ela costuma praticar um payout de 29,6%. Ocorre que, em 2007, ela pagou JCP em dezembro e Dividendos em abril. Não pode ser descartado que fará o mesmo neste exercício.

No máximo uma empresa pode pagar a TJLP aplicada sobre o patrimônio líquido (pro rata), excluídas algumas reservas, o que não é o caso da CLSC.

Um cálculo rápido mostra:

a) Patrîmônio Líquido Médio em 2011: R$ 2,075 milhões
b) TJLP: 6,16% a.a.

Isto daria um teto de aprox. R$ 128 milhões.

Por outro lado, a distribuição de JCP está limitada a 50% do lucro líquido antes da dedução destes JCP ou 50% do somatório dos lucros acumulados e reserva de lucros, o que for maior.

Como a CLSC tem uma reserva de lucros de R$ 680 milhões, não teria qualquer problema em pagar o teto como JCP. Mas a empresa decidiu pagar somente uma fração deste teto: R$ 82,5 milhões

Se vc achar que estes R$ 82,5 milhões correspondem a 29,6% do lucro líquido do exercício, este lucro seria de R$ 279 milhões. Como o lucro dos 9M11 já somou R$ 246 milhões, o lucro do 4T11 seria de somente aprox. R$ 33 milhões.

Não acredito. Acho que será maior do que isto (acima dos R$ 75 milhões) e há uma chance não nula da empresa distribuir dividendos modestos (não mais do que uns R$ 0,40).

103069 - Barbado - 18/Nov/2011 17:46
Eu já li o relatório e analisei os números, pelo "fundamentus" no 3/tr/10 o balanço veio ruim também:

Veja:

Lucro 1/tr/10 = 142.033

lucro 2/tr/10 = 43.721
lucro 3/tr/10 = 10.006(-)
lucro 4/tr/10 = 97.768
lucro 1/tr/11 = 116.179
lucro 2/tr/11 = 81.086
lucro 3/tr/11 = 48.590

É esquisito porque trata-se de empresa de energia, então não há tantas variações, ou melhor não deveria tem tantas variações assim.

Comprei um pouco hoje, é uma aposta, a conferir.



103066 - harisonoliveira - 18/Nov/2011 17:39
é herdsman... e o melhor que ainda vai pagar os dividendos do ano...

103065 - herdsman - 18/Nov/2011 17:33
CLSC6 está barato hoje.

O resultado de 3T veio mais fraco por causa de resultado financeiro negativo.

Como isto pode com uma caixa positivo também não sei.
No balanço diz: Outras despesas financeiras 33,6 milhões.
Mas se não fosse isto, o ativo esta perto de P/L = 3


18488 - Barbado - 16/Nov/2011 09:59
A Clsc6 é uma boa aposta, se formos colocar tudo o que temos fica um livro, mais veja mais detalhes:
Geração de lucros por ação:
2007 = 7,61
2008 = 9,58
2009 = 2,61 (pior ano da empresa)
2010 = 7,09
2011 = 6,03 (9 meses)

A soma desses lucros já dá o valor de mercado da ação hoje.

Evolução do Patrimonio Líquido

2006 = 1.205.980
2007 = 1.453.363 + 98.607 Dividendos
2008 = 1.638.252 + 73.656 idem
2009 = 1.729.474 + 36.275 idem
2010 = 1.940.507 + 77.938 idem
2011 = 2.173.424 (por enquanto nada ainda, normalmente paga em dezembro)

Então temos 2.173.424 (atuais) + dividendos pagos de 286.476 = 2.459.900.

Se começou com 1.205.980 e agora temos 2.459.900 = 103,98% de crescimento em 4 anos e 9 meses.

Ora, isso terá que ser refletido no preço das ações mais dia menos dia.

Política de Dividendos
“Texto extraído do Estatuto Social da Centrais Elétricas de Santa Catarina S. A. – Celesc, atualizado de acordo com alterações aprovadas pela Assembléia Geral Extraordinária, realizada em 23.03.2009”. 

CAPÍTULO V
Do Exercício Social, das Demonstrações Financeiras

e da Destinação dos Lucros

Artigo 38o – Apurado o resultado será promovida a sua distribuição, de acordo com deliberações da Assembléia competente, obedecidos os critérios da legislação em vigor.

§1o – Do lucro líquido do exercício serão destinados: i) 25% (vinte e cinco por cento) para pagamento de dividendos obrigatórios aos acionistas, calculados na forma da lei, podendo ser imputados a esse, o pagamento de juros sobre o capital próprio, se houver; ii) 5% (cinco por cento) do lucro líquido será destinado à composição da reserva legal até atingir 20% (vinte por cento) do capital social.

§2o – O saldo poderá ser transportado para o exercício seguinte ou receber outra destinação determinada pela Assembléia Geral, conforme legislação específica.

Artigo 39o – O dividendo deverá ser pago, salvo deliberação em contrário da Assembléia Geral, no prazo de 60 (sessenta) dias da data em que for declarado e, em qualquer caso, dentro do exercício social.


Artigo 40o – Os Administradores somente farão jus à participação nos lucros do exercício social em que for atribuído aos acionistas o dividendo obrigatório.

Por Tetzner
·  PERFIL DA EMPRESA:

- A Copel foi criada em outubro de 1954, é a maior empresa do Paraná e atua com tecnologia de ponta nas áreas de geração, transmissão e distribuição de energia, além de telecomunicações.

Opera um abrangente e eficaz sistema elétrico com parque gerador próprio de usinas, linhas de transmissão, subestações, linhas e redes elétricas do sistema de distribuição e um moderno e poderoso sistema óptico de telecomunicações que integra as principais cidades do Estado.

Efetua em média, mais de 70 mil novas ligações a cada ano, atendendo praticamente 100% dos domicílios nas áreas urbanas e passa de 90% nas regiões rurais.       

Período Analisado: 3T11 -  3o Trimestre de 2.011  ( Julho/Agosto/Setembro )

PAINEL DE INDICADORES
13/11/11





SELIC
11,50%
Ativo
R$
PL
VP
GR
DY
LA
Dv
Ml
EB
MS
CPLE6
  34,32
8,3
0,80
6,7
4,7%
12,0%
0,2
15%
12,0%
22,7%

·  PONTOS POSITIVOS:

- retração de 11,1% em “caixa e equivalentes de caixa” em virtude dos desembolsos relacionados ao programa de investimentos da Companhia e ao pagamento da antecipação de juros sobre capital próprio;    (  3Tx2T11 )

- acréscimo de 6,7% em “clientes”, em razão do crescimento de mercado ocorrido durante o trimestre;

- ampliação de 54,5% em “aplicações financeiras”, em razão do rebalanceamento da carteira de títulos disponíveis para venda, substituindo papéis de curto por de longo prazo, os quais poderão ser utilizados como garantias de participação em leilões;

- Em 30 de setembro de 2011, o patrimônio líquido alcançou  o montante de R$ 11.993,6 milhões +1%, equivalente a R$ 43,83 por ação. ( de R$ 11.884,4 milhões, equivalente a R$ 43,43 por ação no 2T11 )

- No terceiro trimestre de 2011, a “receita operacional” atingiu R$ 2.014,1 milhões +9% ( R$ 1.842,3 milhões no 2T11 )

- A COPEL obteve lucro líquido de R$ 345,8 milhões no trimestre  +34% na comparação com 2T11 
·  PONTOS NEGATIVOS

- No terceiro trimestre de 2011, o total de custos e despesas operacionais atingiu R$ 1.649,0 milhões   +9% em relação ao 2T11 


·  VISÃO ESTRATÉGICA

- A COPEL entrará com participação de 49,9% em quatro parques eólicos da Dreen Brasil Investimentos e Participações, empresa vinculada ao Grupo Galvão Energia, que permanecerá com 50,1%. Os parques Farol (com 20 MW), Olho d’Água (30 MW), São Bento do Norte (30 MW) e Boa Vista (14 MW), com potência instalada conjunta de 94 MW, estão em construção no interior do  Rio Grande do Norte e tem previsão para entrar em operação em 2013.

A energia que será produzida foi comercializada por meio de contratos de 20 anos no 2º Leilão de Fontes Alternativas realizado em agosto de 2010. A instalação dos parques eólicos deverá contar com financiamentos do BNDES e enquadramento no REIDI (Regime Especial de Incentivos para o Desenvolvimento

da Infra-Estrutura). O faturamento dos empreendimentos deverá girar em torno de R$ 50 milhões anuais.    
·  CURIOSIDADES

-  A SPE (Sociedade de Propósito Específico) Costa Oeste, resultante de parceria entre a COPEL, com 51% de participação, e a Eletrosul, com 49%, irá construir e operar a Linha de Transmissão Cascavel Oeste - Umuarama (230 kV), com 143 km de extensão, e a Subestação Umuarama (230 - 138 kV), com 300 MVA, ambas

localizadas no Paraná. Os empreendimentos terão RAP (Receita Anual Permitida) de R$ 8,9 milhões, contarão com investimento da ordem de R$ 75 milhões e devem entrar em operação em janeiro de 2014.            
·  OPINIÃO DO ANALISTA



- Pessoalmente acho que o RI tem que melhorar a comunicação com os acionistas e não fazer um relatório horrível como esse; sinceramente, entendo porque a empresa é tão mal compreendida. Trata-se de uma empresa de Geração, Transmissão e Distribuição de Energia Elétrica com ramificação em Telecomunicações e Gás Natural. Vejam o impacto no balanço da venda de uma Telecom em outra eletrica que analisei recentemente; esta possui além da telecom a Compagás. Está precificada abaixp do Valor Patrimonial e possui uma relação Dívida/PL ínfima. Mais grata surpresa!

102117 - paulo_prof - 12/Nov/2011 12:50
Resultados dos últimos 9 meses em relação a igual período de 2010:

RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA +5,0%
RESULTADO BRUTO +43,1%
RESULTADO FINANCEIRO POSITIVO -84,6%%
RESULTADO OPERACIONAL +44,6%
RESULTADO LÍQUIDO +39,9%
EBITDA +57,8%

Crescimento do Patrimônio Líquido em 12 meses: +10,4%

Multiplicadores relativos aos últimos 12 meses

PREÇO: R$ 36,00
PAYOUT: 29,6%
P/L      4,04
P/VPA            0,64
PSR     0,33
DY      7,32%
EV/EBITDA  2,17
MARGEM BRUTA  21,0%
MARGEM OPERACIONAL          11,3%
MARGEM LÍQUIDA          8,2%
LUCRO POR AÇÃO           R$ 8,909
MARGEM EBITDA 14,4%
DÍVIDA BRUTA/PATRIMÔNIO LÍQUIDO       17,7%
ROE    15,81%
LIQUIDEZ CORRENTE     1,16

Taxas anuais médias nominais de crescimento:
a) do lucro líquido
UA      70,69%          
U2A    88,77%          
U3A    -2,76%           

b) do patrimônio líquido médio
UA      10,95%
U2A    11,08%
U3A    9,18%



Taxa anual média de crescimento real do lucro líquido durante 3 anos necessária para um preço justo 50% maior do que a cotação anual (perpetuidade de 0% real; taxa de desconto anual real de 10%): -16,5%


39197 - SAMBA - 17/Jul/2010 20:11
Divulgado no Diário Catarinense, sábado 17/07/2010, coluna da jornalista Estela Beneti. A reunião do conselho da Celesc na última quinta-feira (15/07) revelou:



"Um dos problemas que ocupou boa parte do tempo da reunião foi a não inclusão, no balanço do primeiro trimestre da companhia, da compra de R$ 35 milhões em energia elétrica. Membros do conselho fiscal foram informados por um contador que essa recomendação partiu do diretor financeiro, Arnaldo Souza, mas, depois, o contador enviou comunicado ao conselho dizendo que a ordem não partiu de Souza. A não inclusão foi comunicada à Comissão de Valores Mobiliários (CVM), mas o conselho de administração quer explicações mais claras sobre o fato. Afinal, ele ajudou a elevar o lucro da companhia no primeiro trimestre, que chegou a R$ 124 milhões no período."

38824 - small caps - 13/Jul/2010 11:40
O resultado de CLSC6 também me surpreendeu. Mas a impressão que tive é que embora classificado em receitas recorrentes, ocorreram receitas não recorrentes, talvez de faturas antes inadimplidas.
É importante verificar como vem o segundo trimestre. Suspeito que não virá com todo este vigor apresentado...


35558 - Titanic2000 - 14/Mai/2010 21:33
citação: paulo_prof
citação: danieljoseaaTrecho extraído do resultado da Celesc, após ler o relatório não achei nada que fosse não recorrente, segundo eles houve um aumento expressivo da receita e diminuição de despesas:
Lucro Líquido
O lucro líquido da Celesc no 1T10 somou R$ 124,0 milhões, uma recuperação ante o prejuízo de R$ 8,2
milhões apresentado no mesmo período de 2009. Este resultado é explicado principalmente pelos fatores
mencionados anteriormente, principalmente o crescimento da receita e redução nas despesas operacionais.
Até o momento, de todos os resultados que vi, é de longe o melhor. Ao preço de fechamento de hoje, anualizado, o lucro líquido do 1T10 daria um P/L = 2,70. Foi o maior faturamento da história da Celesc e também o maior Ebitda. o lucro líquido só não foi maior do que o do 2T08.
Se os catarinenses conseguirem eleger um governo não populista, quem sabe até vale uma aposta.
Os novos múltiplos baseados nos últimos 12 meses (preço = R$ 34,69) são:
RECEITA OPERACIONAL BRUTA 5.841.970
RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA 3.783.189
RSULTADO BRUTO 866.086
RESULTADO FINANCEIRO 41.492
RESULTADO OPERACIONAL 446.072
RESULTADO NÃO OPERACIONAL 15.021
RESULTADO LÍQUIDO 259.503
EBITDA 577.525
ATIVO TOTAL 4.490.395
ATIVO CIRCULANTE 1.529.809
DISPONIBILIDADES 408.402
PASSIVO CIRCULANTE 1.141.861
DÍVIDA BRUTA 327.661
DÍVIDA LÍQUIDA -80.741
PATRIMÔNIO LÍQUIDO 1.853.483
P/L 5,16
P/VPA 0,72
PSR 0,35
DY 5,74%
EV/EBTIDA 2,18
MARGEM BRUTA 22,9%
MARGEM OPERACIONAL 11,8%
MARGEM LÍQUIDA 6,9%
LUCRO POR AÇÃO R$ 6,728
MARGEM EBITDA 15,3%
DÍVIDA BRUTA/PATRIMÔNIO LÍQUIDO 17,7%
ROE 14,00%
LIQUIDEZ CORRENTE 1,34
P/(CAP GIRO/AÇÃO) 3,45
GIRO ATIVOS 0,84
P/(ATIVO/AÇÃO) 0,30
prof Paulo, a Celesc é sim uma excelente oportunidade...
Lírio Parissoto, o maior investidor individual do Brasil está apostando nela.
Foi eleito membro do conselho de administração no mês passado e vai induzir um choque de gestão na empresa.
Talvez a melhor relação "risco / potencial de retorno" da bovespa.
Postei algumas informações interessantes na discussão abaixo:
http://br.advfn.com/p.php?pid=fbb_thread&bb=fbb&id=6013369&bb_id=11 &detect=np&ptm=1273882040%23post6179150#post6179150
_________
1. INVESTIMENTOS
Os investimentos realizados pela Celesc no primeiro trimestre de 2010 foram de R$84.104 sendo 16,28% inferior a igual período do ano anterior, conforme evidenciado no quadro abaixo:
2. MERCADO ACIONÁRIO
No primeiro trimestre de 2010, as ações preferenciais da Celesc (CLSC6) apresentaram valorização de 4,81% enquanto as ações ordinárias (CLSC3) apresentaram alta de 16,28%. Esses desempenhos superaram o Índice do Setor de Energia Elétrica (IEE) que apresentou queda de 0,44% e o índice Bovespa (IBOVESPA) com valorização de 2,60% no primeiro trimestre de 2010.
O quadro a seguir apresenta as cotações finais em 31 de março de 2010 e respectivas variações percentuais das ações da Celesc e dos principais indicadores de mercado:

Valor de mercado da ação
Os valores de mercado das ações da Celesc S.A. em 31 de março de 2010, conforme quadro acima, são os seguintes: R$50,00 para cada ação ordinária (ON) e R$36,79 para cada ação preferencial classe “B” (PNB).
3. RECURSOS HUMANOS
A Celesc e suas controladas encerraram no primeiro trimestre de 2010 com um quadro funcional de 3.884 empregados, o que representa um decréscimo de 2,07% em relação ao mesmo período do ano anterior (3.966 empregados).
4. MERCADO DE ENERGIA ELÉTRICA
O quadro abaixo apresenta as informações sobre o mercado de energia elétrica da Celesc Distribuição S.A. por classe de consumo:
5. BALANÇO ENERGÉTICO
No primeiro trimestre de 2010, a energia distribuída pela Celesc Distribuição S.A. para o mercado total (cativo + livres), somou 4.949 GWh, situando-se 10,2% acima do verificado no mesmo período de 2009. Influenciado pelas altas temperaturas, o consumo das classes residencial e comercial registrou taxas elevadas de crescimento: respectivamente 12,9% e 9,5%. Apesar de afetadas pela base de comparação baixa, as estatísticas do primeiro trimestre de 2010 revelam recuperação expressiva do nível de atividade da indústria e forte expansão do consumo das famílias e no setor terciário.

6. DESEMPENHO ECONÔMICO-FINANCEIRO

O Lucro Período apresentado pela Celesc, no primeiro de trimestre de 2010, foi de R$124.009, que representa um acréscimo se comparado ao mesmo período de 2009 (R$8.211 de Prejuízo).
No quadro a seguir pode-se visualizar, pelos principais indicadores econômicos, o desempenho da Celesc em 31 de março de 2010 em relação ao mesmo período do ano anterior.

Índices Econômicos
31.03.2010
31.03.2009

Patrimônio Líquido

1.853.483
1.630.041
Resultado do Período
124.009
(8.211)

Receita Operacional Bruta

1.575.357
1.377.290
Receita Operacional Líquida
1.006.979
883.833
Resultado do Serviço
202.282
(6.393)
Resultado Financeiro
(1.981)
2.455

EBITDA ou LAJIDA

238.425
31.522
Margem de Serviço (RS / ROL)
20,09 %
(0,72) %
Margem Operacional Líquida (RP / ROL)
12,32 %
(0,93) %
Rentabilidade do Patrimônio Líquido (RP / (PL – RP))
7,17 %
(0,56) %
A Receita Operacional Líquida, até 31 de março de 2010, atingiu o montante de R$1.006.979, foi 13,93% maior se comparado com o mesmo período do ano de 2009 (R$883.833).
O Resultado do Serviço até 31 de março de 2010, no valor de R$202.282, superior se comparado com o mesmo período de 2009, foi decorrente principalmente do aumento do faturamento de Energia Elétrica de 16,3% e com redução dos gastos operacionais de 9,6%. E conseqüentemente impactou no aumento do EBITDA ou LAJIDA, quando comparado com o mesmo período de 2009.
O resultado do lucro acumulado por lote de cem ações foi R$3.215,08 (o Prejuízo por lote de cem ações em 31 de março de 2009 foi de R$21,29).


22265  - paulo_prof - 25/Nov/2009 16:13
citação: paulo_profcitação: DiogoafonsoProfessor,
Sobe a CLSC6, o resultado do 3T09 lhe agradou ?
Ainda mantem posicao ?
Abraço !
Achei o resultado bastante ruim. Desisti de entender a empresa. Parece um bêbedo ... completamente instável. Vendi a maior parte assim que saiu o resultado. Ainda consegui R$ 36,05.
Cheguei à conclusão que o PMDB de Santa Catarina é bem pior do que o Requião!

Mantenho uma posição simbólica só pelo baixo P/VPA. Quem sabe um dia o PMDB não cai fora e as coisas começam a mudar? A idéia é esquecer completamente o ativo para não me enervar.


20213 - Nyassad - 09/Nov/2009 22:48
citação: victorfleite
citação: alexandroobolpaulo prof,
Poderia comentar sobre CELESC. Estou pensando para LP.
Tentei usar a busca mas não deu certo no meu pc.
Obrigado.
Estranho.. ninguém comentou isso antes. O que aconteceu?
Aí vai uma análise completa. Particulamente tá bem longe de fazer parte da minha carteira.
Acho que vai te ajudar!!!
2009
Estagnação de receita continua
Embora o consumo de energia elétrica tenha subido 7,8% com relação a 12 meses atrás, houve aumento de somente 0,9% na receita bruta no período. De novo, se supõe que o principal responsável pela estagnação seja a queda na tarifa média.
Lucro despenca
Como houve aumentos de 4,2% nas deduções da receita, de 9,6% no custo de vendas e de 77,4% nas despesas operacionais (advindos, primariamente de uma recuperação das despesas com vendas) era inevitável uma grande retração no lucro líquido, que despencou 65,5% com relação ao primeiro semestre de 2007.
O retorno anualizado sobre o patrimônio líquido do fim de junho é de 8,9%, representando forte recuo com respeito aos 15,8% de 2008.
Comentário
Nos últimos 18 meses temos assistido a uma forte e progressiva queda de rentabilidade com respeito ao nível de retorno do período 2003 a 2007. A causa principal parece ser o reajuste negativo imposto pela ANEEL, a agência reguladora. Não temos os detalhes do reajuste mas o Relatório da Administração sugere que a queda se deve à "política de extinção dos subsídios cruzados, estabelecida pelo Governo Federal".
Mas também há menção no mesmo Relatório que a "desverticalização" das atividades de geração e distribuição da empresa no fim de 2006, com a criação das subsidiárias Celesc Geração e Celesc Distribuição, permitiu "conhecer os reais custos" da segunda empresa e "compará-los com o da Empresa de Referência estipulado pela ANEEL" (sic).
O resultado colocou a empresa "diante de um grande desafio, que deve ser vencido até 2012, quando acontecerá a nova revisão de seus custos". Em outras palavras, a estrutura de custos da Distribuidora é mais pesada que a da Empresa de Referência e será difícil eliminar a disparidade.
Controle e Administração
Chapa branca detém 89% das ações votantes
Conforme as Informações Anuais (IAN) de 2008 submetidas à CVM, a Celesc é controlada pelo Estado de Santa Catarina que detém 50,2% das ações ordinárias. Mas paraestatais - os fundos de pensão Previ (Banco de Brasil) e Celos (Celesc) - possuem adicionais 39%.
É interessante observar que, de acordo com as IAN, fundos de investimento da iniciativa privada (Geração, Tarpon, e Poland da Gradual) possuem 54,63% das ações preferenciais (embora, em aviso recente, a Gradual tenha comunicado a alienação de pequena parte de sua participação).
As mesmas IAN informam que Glauco José Côrte é o Presidente do Conselho e Sergio Rodrigues Alves o Diretor Presidente (e Conselheiro).
Não podemos deixar de comentar a posição de Sr. Lirio Parisotto. Por que alguém que considera que a Celesc "caminha .. à inviabilização" é o "maior investidor individual" da empresa? Só podemos concluir que ele aposta na recuperação da empresa. Com ele como catalizador! Também não podemos ignorar a possibilidade dele ser também motivado por uma agenda política.
De qualquer forma as informações de Parisotto, confirmadas em parte pelo Presidente do Conselho, apontam claramente os problemas sérios de gestão que estão impactando a rentabilidade da Celesc.
Análise de Múltiplos
Alerta de sempre
Como sempre, alertamos que a Tabela de Dados é sujeita a todo tipo de distorção, com destaque para os efeitos da inflação e das variações cambiais. Aqui estamos mais interessados em tendências e ordens de grandeza do que números precisos. Para facilitar a comparação com o período anterior, usamos "dólares ajustados" para os anos a partir de 1999, fortemente impactados pela desvalorização.
Não se deve atribuir importância excessiva à previsão de lucro para 2009, feita parcialmente por computador. Por razões de espaço exibimos somente 10 anos da Tabela, que vai de 1995 a 2009 (15 anos).
Retornos inconsistentes
O registro histórico dos lucros da empresa é altamente inconsistente. Desde 1995 houve 8 anos de retorno que mal passou dos 4%, três deles de prejuízo. De 2003 a 2007 o retorno subiu de patamar, atingindo uma média de pouco mais de 20%. E nos últimos 18 meses houve nova deterioração, com o retorno anualizado caindo para 9% em 2009. Com tanta variação no registro não faz muito sentido calcular o preço/lucro médio histórico.
Análise do preço/patrimônio parece oferecer mais possibilidades. Sua média de 11 anos (só temos indicadores de mercado a partir de 1998) é de 74%, não muito distante do nível atual de 82%. Mas não podemos esquecer que a média é puxada para baixo pelos baixos valores do indicador durante os 5 anos quando o retorno não passou de 4,3%, menos da metade do retorno até agora em 2009.
Em contrapartida, antes de 2008 houve outros 5 anos com retornos próximos de 20% e um preço/patrimônio líquido médio de 101%, 23% acima no nível atual.
Retorno de 33% em 3 anos?
A relação histórica, um tanto elástica, entre retorno sobre patrimônio líquido e preço/patrimônio sugere que podemos esperar um acréscimo de cerca de um quarto no segundo indicador no evento de a empresa aumentar seu retorno dos atuais 9% para 20%.
Devido aos fatos relatados acima, acreditamos que uma melhora é inevitável. Agora, é irrealista esperar um retorno sobre patrimônio acima de 20% nos próximos 3 anos. Isso significa que o melhor que podemos esperar nesse prazo é um aumento de aproximadamente um quarto no preço da ação. Juntando os dividendos do período, o retorno potencial no investimento é de cerca de 33%.
Consideramos este retorno baixo perante o risco significativo que o cenário positivo imaginado não ocorrerá.
Cálculo do Valor Intrínseco
Receita cresce a respeitáveis 6,7% aa
É interessante observar que a grande variabilidade no lucro histórico, comentada na seção anterior, não se repete no caso da receita líquida. A mesma se multiplicou quase duas vezes e meia desde 1995, um desempenho que equivale à respeitável taxa de crescimento anual de 6,7% aa, em termos reais.
Cenários possíveis produzem margens insuficientes
Como não temos dados históricos consistentes para ajudar na previsão de lucros futuros vamos inverter o processo e estimar, usando o Método de Fluxo de Caixa Descontado, a taxa de crescimento de lucro de 10 anos necessária para tornar atraente investimento na empresa.
Dado à grande dispersão dos resultados históricos da empresa precisamos de uma margem de segurança de pelo menos 50%. Usando o lucro efetivo anualizado do primeiro semestre de R$ 152MM, payout de 25%, crescimento perpétuo de lucro de 4,0% aa (a partir do décimo primeiro ano) e taxa de desconto de 7,1%, nosso programa VALUE dá a resposta: 10,1% (Cenário A na Tabela abaixo).
Como esta taxa é claramente inviável, fica claro que o lucro base - isto é: o retorno atual - é insuficiente.
Vamos agora supor que uma taxa de crescimento de lucro viável para a próxima década é 6% aa. Nesta base fazemos mais simulações para descobrir o lucro base necessário. A resposta é um lucro de R$ 212MM, equivalente a um retorno sobre o patrimônio líquido do meio do ano de 12,1%, um terço maior que o retorno atual (Cenário B na Tabela).
Concluímos que seria necessário um choque imediato de redução de custos para atingir um retorno de 12,1% no futuro próximo e tornar o investimento na empresa atraente. Como não vemos possibilidade disso no atual contexto de administração estadual e proximidade de eleições não recomendamos a compra das ações da Celesc
Conclusões e Recomendação
O registro histórico da Celesc mostra bom crescimento de receita mas geração de lucros altamente inconsistente. A combinação da pressão da ANEEL para melhorias e o impacto da divulgação da "carta bomba" do ex-conselheiro Lirio Parisotto parecem tornar inevitável uma mudança nas práticas anti-econômicas da empresa.
Infelizmente, tanto a Análise de Múltiplos quanto as simulações efetuadas usando o Fluxo de Caixa Descontado deixam claro que nenhum cenário realista de recuperação oferece uma margem de segurança condizente com o risco do mesmo não se concretizar na prática.
Embora a situação financeira da empresa seja confortável à primeira vista, relatamos comentários de representantes graduados da empresa que sugerem dificuldades no financiamento de investimentos.


Não recomendamos a compra das ações da empresa.

20209 - padrinho - 09/Nov/2009 22:38
O grande problema da Celesc é a total ingerência e a partidarização da empresa(estatal) pelo PMDB e sindicatos. Poderia ser uma boa dentro so setor mas tem que ajustar uma série de fatores...o principal deles seria um número de 2500 funcionários além do necessário. Segue link da revista Exame desta semana.
http://portalexame.abril.com.br/revista/exame/edicoes/0955/negocios/batalha-par isotto-508259.html

13730 -  tota57 - 06/Set/2009 18:44
Como estava em dívida e minha preguiça é o maior dos pecados, mesmo estando sem muito espaço e recursos para novas posições em elétricas, fiz a leitura dos relatórios dos 2 primeiros trimestres e faço minhas considerações.
Primeiro os aspectos negativos, na minha visão:
1- A empresa é controlada pelo governo do estado.
2- A Previ tentou mudar a Governança para Novo Mercado e não conseguiu sequer realizar a AGE. Não sei quais forças foram contrárias, mas o Sindicato dos empregados foi uma delas.
3- DY% médios pagos nos ultimos 10 anos de apenas 2,41%. Se consideramos os ultimos 5 anos o valor melhora para 3,78%. Esse multiplo é o forte do setor.
4- Margem Ebitda esta bem pior que os pares do setor elétrico. A maior parte das boas empresas tem margem maior que 27%. No 2o Tri a margem dela foi de 16%. Se considerarmos que o Ebitda do 2o trim como médio de um trimetre, ela consegue gerar um Ebitda anual de R$588 Milhões. No 1o Semestre a empresa distribuiu 7.907 Gwh, podendo fechar o ano com 15.814 Gwh. Pois bem isso significa que ela conseguira gerar R$37,18/Mwh. Professor esse multiplo esta bem pior que o observado em outras distribuidoras de energia, várias empresas conseguem o dobro desse resultado. No ano passado a Coelba, que tem a Previ como grande acionista, gerou R$94,XX e Coelce R$81,XX.
5- As disponibilidades vem sendo consumidas. Em Junho do ano passado ela tinha R$484M e em Junho desse ano caiu para R$274M.
6- A concessão da Celesc vence em Julho de 2015. Não se sabe com certeza, mas muita genta aposta que haverá renovação com ônus, ou seja, renova-se concedendo algum benefício para a população na forma de modicidade tarifária.
Agora os aspectos positivos:
1- A tarifa da Celesc foi reajustada em 6,96% agora em agosto. Esse reajuste recompoe os custos não gerenciáveis, como Conta de Compensação de Combustíveis e Energia comprada de Itaipu, que impactaram o resultado do 1o trim 09.
2- A empresa tem disponibilidade para pagar a dívida e ainda ficar com R$78M em caixa.
3- Na estrutura societária temos players de renome no mercado, como: Previ, Tarpon, Poland, Geração Futuro, Eletrobrás e um Free Float (Outros) de 21%.
4- Se ela repetir o Lucro do 2o Trim no segundo semestre, poderá terminar o ano com um P/L=5,42, considerando o preço de fechamento de sexta, R$34,31. Na realidade ela retornará aos valores dos ultimos anos, que chegaram a variar na casa de 4,XX.
5- Preço pelo Valor Patrimonial de 0,77, na cotação de sexta.
6- A comparação do Lucro de 2009, em relação ao de 2008, está prejudicada por uma reversão de provisão de R$130M, ocorrida no 1o trim 08.
7- O Mercado Cativo de energia cresceu 8% no 1o semestre, em comparação com mesmo periodo do ano passado. Esse numero esta bem acima da média nacional, que sofre o impacto da crise.
8- Observa-se uma significativa redução em alguns custos gerenciáveis pela empresa, exceto a conta de Pessoal e Adminstradores, que no 1o semestre teve uma gasto 13% superior (R$24M) ao do mesmo periodo do ano passado e na rubrica Outras Despesas, com um aumento de R$15M (115%). Na conta de Materiais houve uma redução de R$7M (-30%), na de Serviços de Terceiros uma redução de R$25M (-25%). Na realidade eu creio que aqui reside um problema da empresa. Recentemente li uma entrevista no Valor, aonde, salvo engano o presidente, comentou sobre a necessidade da Celesc se adequar à Empresa de Referência da Aneel. Essa Empresa de Referência nada mais é que os recursos financeiros que a Aneel disponibiliza para as distribuidoras na tarifa de energia. Se a empresa tiver custos gerenciáveis maiores que o coberto pela tarifa, vai ter que retirar essa receita de outra conta, como a de remuneração do acionista.
9- Considerando as cotações de sexta feira, a dívida liquida desse 2o trim e um Ebitda de R$588M (4 x Ebitda do 2o trim 09), a Celesc terá um EV/Ebitda=2,24x. A Light foi vendida ao consorcio RME por um EV/Ebitda=5,50x.
10- o TH das cotações da empresa foi de R$ 49,70, em 05 de junho de 2008. Em 2007 ela foi cotada a R$48,49.
Não tenho aqui em casa a informação de Perdas Regulatórias e Perdas Realizadas pela empresa. Esse dado é relevante porque compoe a tarifa, ou seja, se as Perdas Realizadas forem maiores que a reconhecida na tarifa pode-se explicar parte do problema.
Eu vejo excelentes oportunidades na empresa, principalmente se ela ajustar seus custos e despesas à Empresa de Referência da Aneel. Se mudar a Governança e diminuir a mão do estado fica melhor ainda. Vejam os resultados fantásticos que a Previ e Iberdrola estão conseguindo no Neoenergia, Coelba, Cosern e Celpe.


Confesso que tem um tempo que estou tentado a montar posição, mas esta dificil me desfazer de minha vacas leiteiras. Eu acho que a empresa esta barata, face aos excelente multiplos PVP e EV/Ebitda.

13686 - paulo_prof - 06/Set/2009 10:13
citação: tota57
citação: ZOTTISmall! Tá por aí ainda???
Será que você poderia me explicar a situação de CLSC6?
Me parece uma oportunidade ótima Turnaround
Zotti,
Talvez no link abaixo tenha algum comentario que lhe interesse.
http://small.granweb.net/index.php?s=celesc&u=tota57
Zotti
A mim a CLSC6 também sempre intrigou. Independentemente das ponderações do TOTA no link acima (Tota, vc ainda está devendo uma leitura dos relatórios :-) a menos que esteja MUITO enganado, o ativo está erroneamente precificado pelo mercado. Efetivamente, a menos que algo de muito grave me tenha escapado, o ativo está muito barato.
A Celesc teve 2 trimestres seguidos terríveis (4T08 e 1T09). Isto é fato. Da minha interpretação dos relatórios, isto foi devido a uma diminuição de receita e um aumento de despesas. Além da crise, a receita foi impactada pelas enchentes de novembro. Do lado da despesa, com a evolução do dólar, a energia comprada de Itaipu (aprox 25% do total) ficou bem mais cara. Por outro lado, houve também um aumento na despesa com o gás (a Celesc é controladora, com 51%, da empresa distribuidora de gás encanado em Santa Catarina).
Com a valorização do real, as despesas APARENTEMENTE se estabilizaram em níveis "normais". Na minha visão leiga, os resultados do 2T09 são "típicos" e nada indica que não sejam recorrentes.
Se vc acredita nisto, CLSC6 tem os seguintes indicadores para os próximos 3 trimestres (preço de fechamento de 6a. feira):
P/L = 3,92; P/VPA = 0,70; PSR = 0,37; DY = 11%; EV/Ebitda = 2,13; margem bruta = 23,5%; margem operacional = 16,9%; margem líquida = 9,4%; margem ebitda - 16,4%; ROE = 17,9%; LiqCorr = 1,29; DivBrut/PatLiq = 20%; DivLiq = negativa
Por estas e outras a CLSC6 entrou em minha carteira e se o 3T09 vier parecido com o 2T09 (confirmando que o 4T08 e 1T09 foram um "lapso") vou aumentar, e bem, a posição.
A dependência de Itaipu (25% da energia) e a "bondade do governo Lula" com os "fracos e oprimidos" constituem uma ameaça no sentido de que a energia de Itaipu pode encarecer bastante! Não sou do ramo, mas quando/se isto acontecer, o impacto deve ser por um curto prazo uma vez que a ANEEL terá que aprovar o repasse do aumento de custos aos consumidores.


12111 -  tota57 - 18/Ago/2009 22:16
citação: paulo_profTota, Small
Excetuando o fato de ser estatal (estou sabendo que vc é alérgico) e dos dividendos não serem aquela Brastemp, há algum argumento sólido para ficar fora de CLSC6? Não tive tempo/paciência para ler o relatório. Há algo no 2T09 que não seja recorrente?
Boa noite professor,
Eu estou com 50% da carteira em eletricas, GETI3 e COCE3, restando pouco espaço para comprar outra empresa, se o fizer terei que vender parte do que tenho nessas vacas leiteiras.
Eu já havia feito, um tempo atrás, esse mesmo questionamento para o Small, pois ele é de SC e talvez tenha mais informações da empresa.
Tem algumas coisas na Celesc que me agradam:
1- Na Estrutura de Capital ela tem acionistas que dificilmente queimam vela boa com defundo ruim. Boa parte do capital total está com Previ, Tarpon, Poland e Geração Futuro. Recentemente a Previ, que tem 33% do capital votante, tentou mudar a Governança, para Novo Mercado, mas nem conseguiu viabilizar a Assembleia Extraordinária, houve inclusive interferencia do Sindicato dos Empregados.
2- No inicio do ano eu fiz um estudo de elétricas e a Celesc tinha o melhor EV/Ebtida do mercado = 2,4. Não li o relatório, mas para responder seu post fui conferir como esta o Ebtida do 1o Sem 2009, ele reduziu 52%, ou seja, o quadro já mudou. A empresa tem caixa para pagar toda divida e ainda sobra grana em disponibilidade, mas essa disponibilidade reduziu bem em relação ao meio do ano passado.
3- A empresa tem um enorme potencial para reduzir custos e, salvo engano, já começou a fazer um PDV. Li um depoimento de um diretor da empresa que afirmava que eles precisavam se adequar à Empresa de Referencia da Aneel. Atuamente a Celesc tem custos gerenciaveis maiores que os cobertos pela tarifa, ou seja, esta tendo que tirar do resultado.
4- Tem um multiplo que eu analiso que é o Ebtida/Mwh. Ano passado o quadro era o seguinte:
- Celesc - R$ 38,00
- Coelce - R$ 81,00
- Coelba - R$ 94,00
- Celpe - R$ 76,00
- Copel - R$ 86,00
- Light - R$ 82,00
- Elektro- R$ 70,00
- Equatorial - R$ 140,00
Para mim esse multiplo sinaliza que a empresa tem um baita mercado, mas gera muito menos caixa por MWh que outros pares do mercado. Vejo ai um sinal que a empresa tem uma grande oportunidade de melhorar o resultado. O da Equatorial é um numero meio estranho, tá muito fora da média verificada no mercado.


Enfim professor...essa empresa me intriga e tenho a impressão que um dia ela vai ainda vai dar muita alegria, principalmente se o estado deixar de ser o controlador. Eu vou estudar o relatorio dela no proximo final de semana e se encontrar alguma novidade posto por aqui.


6912 - danielbehar - 08/Jun/2009 00:10
Certamente que ele vai ler.
Também moro em Santa Catarina, mais especificamente em Joinville. A CELESC nunca chamou muito a minha atenção em razão dos parcos dividendos.


Já flertei com COPEL, mas enquanto o Requião mandar no Paraná, é melhor ficar de fora. Não sei quanto do preço já embute o risco político. Dependendo das pesquisas para o próximo pleito, ela pode dar uma disparada. Dá medo de perder o bonde. rss Enfim, acho a COPEL uma jóia, mas por enquanto vou ficar só monitorando.


6909 - tota57 - 07/Jun/2009 23:20
Acabei de chegar de uma festinha e estou dando a ultima espiada para ir dormir.
Estudarei um pouco mais a Celesc.
Salvo engano a concessão dela termina em 2015 e o governo ainda não decidiu o que fazer. Tem muito interesse em jogo, são várias distribuidoras, geradoras e até transmissoras nessa situação, dentre elas, Cesp, Cemig, CTEEP, Copel,etc... Eu particularmente acho que vão acabar renovando essas concessões, mas certamente vão fazer algo para que o consumidor seja beneficiado.
Outro ponto que pesa contra Celesc, em relação a outras elétricas é a distribuuição de dividendos, bem inferior.


De qualquer forma vou seguir analisando o ativo. Espero que o Small Caps leia esses posts e manisfeste sua opinião à respeito, pois ele mora em Santa Catarina e deve conhecer bem a Celesc.

6867 - tota57 - 07/Jun/2009 17:33
Na Celesc achei interessante a composição do Capital Total da empresa. Observamos a presença de players importantes na empresa: Geraçao Futuro, Previ, Poland e Tarpon.
Diferentemente da maior parte das empresas do Setor a Celesc tem disponibilidade em Caixa suficiente para pagar toda sua dívida. Creio que ela tem um grande espaço para melhorar sua produtividade, o que podemos observar pelo baixo valor no multiplo Ebitda/Mwh.


O Small que é da terra deve conhecer bem o ativo e ficaria agradeçido se ele puder se manifestar sobre a empresa.

3740 - small caps - 07/Abr/2009 10:26 0


"capa, também não gosto de CLSC6. Embora tenha um bom caixa líquido, a administração não se mostra muito eficiente no controle das despesas gerenciáveis. Distribui poucos dividendos. Inclusive vendi ações da companhia para comprar mais COCE5, também."

3144 - paulorizzi - 28/Mar/2009 00:33
"citação: danieljoseaaSmall, Paulo e amigos, qual a opinião de vocês sobre Copel e Celesc?"

Não gosto de ambas! Como empresas de utilidade pública deveriam pagar proventos muito melhores. O DY de ambas é ridículo.

"Ambas as empresas apresentam crescimento razoável em termos de Ativos Totais e Patrimônio Líquido. Ocorre que o crescimento da CPLE não se reflete no aumento da receita líquida e lucro, provavelmente por causa do governador populista, que no fundo joga para a platéia subsidiando meio mundo. A CELESC é só um pouco melhor. Não sei realmente o que ocorre. O Small certamente deve saber. Se alguém me colocasse uma faca no pescoço e me obrigasse a ficar com uma das duas, eu escolheria a CELESC. Quero distância de tudo o que tenha a mão do Requião."

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