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Balanços:
3T2011 – herdsman – achou fraco
Barbado
– achou ruim
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3144 de 5068 Modificado em 28/Mar/2009 00:33 0
paulorizzi Usuário Premium Comentários: 702 - Desde: Dez
2007
"citação: danieljoseaaSmall, Paulo e amigos, qual a
opinião de vocês sobre Copel e Celesc?"
Não gosto de ambas! Como empresas de utilidade
pública deveriam pagar proventos muito melhores. O DY de ambas é ridículo.
"Ambas as empresas apresentam crescimento
razoável em termos de Ativos Totais e Patrimônio Líquido. Ocorre que o
crescimento da CPLE não se reflete no aumento da receita líquida e lucro,
provavelmente por causa do governador populista, que no fundo joga para a
platéia subsidiando meio mundo. A CELESC é só um pouco melhor. Não sei
realmente o que ocorre. O Small certamente deve saber. Se alguém me colocasse
uma faca no pescoço e me obrigasse a ficar com uma das duas, eu escolheria a
CELESC. Quero distância de tudo o que tenha a mão do Requião."
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3740 de 5069 07/Abr/2009 10:26 0
1 small caps Usuário Premium Comentários: 2794 - Desde: Fev
2007
"capa, também não gosto de CLSC6. Embora tenha um bom
caixa líquido, a administração não se mostra muito eficiente no controle das
despesas gerenciáveis. Distribui poucos dividendos. Inclusive vendi ações da
companhia para comprar mais COCE5, também."
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6867 de 6880Modificado em 07/Jun/2009 17:33 [Citar este
comentário] 0
1 tota57Comentários: 2664 - Desde: Abr 2007
Na Celesc achei interessante a composição do Capital Total
da empresa. Observamos a presença de players importantes na empresa: Geraçao
Futuro, Previ, Poland e Tarpon.
Diferentemente da maior parte das empresas do Setor a
Celesc tem disponibilidade em Caixa suficiente para pagar toda sua dívida.
Creio que ela tem um grande espaço para melhorar sua produtividade, o que
podemos observar pelo baixo valor no multiplo Ebitda/Mwh.
O Small que é da terra deve conhecer bem o
ativo e ficaria agradeçido se ele puder se manifestar sobre a empresa.
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6909 de 694107/Jun/2009 23:20 [Citar este comentário] 0
1 tota57Comentários: 2675 - Desde: Abr 2007
Acabei de chegar de uma festinha e estou dando
a ultima espiada para ir dormir.
Estudarei um pouco mais a Celesc.
Salvo engano a concessão dela termina em 2015
e o governo ainda não decidiu o que fazer. Tem muito interesse em jogo, são
várias distribuidoras, geradoras e até transmissoras nessa situação, dentre
elas, Cesp, Cemig, CTEEP, Copel,etc... Eu particularmente acho que vão acabar
renovando essas concessões, mas certamente vão fazer algo para que o consumidor
seja beneficiado.
Outro ponto que pesa contra Celesc, em relação
a outras elétricas é a distribuuição de dividendos, bem inferior.
De qualquer forma vou seguir analisando o
ativo. Espero que o Small Caps leia esses posts e manisfeste sua opinião à
respeito, pois ele mora em
Santa Catarina e deve conhecer bem a Celesc.
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6912 de 694108/Jun/2009 00:10 [Citar este comentário] 0
[Nível 0] danielbeharComentários: 1269 - Desde: Jul 2007
Certamente que ele vai ler.
Também moro em
Santa Catarina, mais especificamente em
Joinville. A CELESC nunca chamou muito a minha atenção em
razão dos parcos dividendos.
Já flertei com COPEL, mas enquanto o Requião
mandar no Paraná, é melhor ficar de fora. Não sei quanto do preço já embute o
risco político. Dependendo das pesquisas para o próximo pleito, ela pode dar
uma disparada. Dá medo de perder o bonde. rss Enfim, acho a COPEL uma jóia, mas
por enquanto vou ficar só monitorando.
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12111 de 12214Modificado em 18/Ago/2009 22:16 0
tota57Comentários: 3773 - Desde: Abr 2007
citação: paulo_profTota, Small
Excetuando o fato de ser estatal (estou
sabendo que vc é alérgico) e dos dividendos não serem aquela Brastemp, há algum
argumento sólido para ficar fora de CLSC6? Não tive tempo/paciência para ler o
relatório. Há algo no 2T09 que não seja recorrente?
Eu estou com 50% da carteira em eletricas,
GETI3 e COCE3, restando pouco espaço para comprar outra empresa, se o fizer
terei que vender parte do que tenho nessas vacas leiteiras.
Eu já havia feito, um tempo atrás, esse mesmo
questionamento para o Small, pois ele é de SC e talvez tenha mais informações
da empresa.
Tem algumas coisas na Celesc que me agradam:
1- Na Estrutura de Capital ela tem acionistas
que dificilmente queimam vela boa com defundo ruim. Boa parte do capital total
está com Previ, Tarpon, Poland e Geração Futuro. Recentemente a Previ, que tem
33% do capital votante, tentou mudar a Governança, para Novo Mercado, mas nem
conseguiu viabilizar a Assembleia Extraordinária, houve inclusive interferencia
do Sindicato dos Empregados.
2- No inicio do ano eu fiz um estudo de elétricas
e a Celesc tinha o melhor EV/Ebtida do mercado = 2,4. Não li o relatório, mas
para responder seu post fui conferir como esta o Ebtida do 1o Sem 2009, ele
reduziu 52%, ou seja, o quadro já mudou. A empresa tem caixa para pagar toda
divida e ainda sobra grana em disponibilidade, mas essa disponibilidade reduziu
bem em relação ao meio do ano passado.
3- A empresa tem um enorme potencial para
reduzir custos e, salvo engano, já começou a fazer um PDV. Li um depoimento de
um diretor da empresa que afirmava que eles precisavam se adequar à Empresa de
Referencia da Aneel. Atuamente a Celesc tem custos gerenciaveis maiores que os
cobertos pela tarifa, ou seja, esta tendo que tirar do resultado.
4- Tem um multiplo que eu analiso que é o
Ebtida/Mwh. Ano passado o quadro era o seguinte:
Para mim esse multiplo sinaliza que a empresa
tem um baita mercado, mas gera muito menos caixa por MWh que outros pares do
mercado. Vejo ai um sinal que a empresa tem uma grande oportunidade de melhorar
o resultado. O da Equatorial é um numero meio estranho, tá muito fora da média
verificada no mercado.
Enfim professor...essa empresa me intriga e
tenho a impressão que um dia ela vai ainda vai dar muita alegria,
principalmente se o estado deixar de ser o controlador. Eu vou estudar o
relatorio dela no proximo final de semana e se encontrar alguma novidade posto
por aqui.
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13686 de 13727Modificado em 06/Set/2009 10:13 [Citar este
comentário] 0
[Nível 0] paulo_profComentários: 317 - Desde: Jul 2009
citação: ZOTTISmall! Tá por aí ainda???
Será que você poderia me explicar a situação de CLSC6?
Me parece uma oportunidade ótima Turnaround
Talvez no link abaixo tenha algum comentario
que lhe interesse.
http://small.granweb.net/index.php?s=celesc&u=tota57
A mim a CLSC6 também sempre intrigou.
Independentemente das ponderações do TOTA no link acima (Tota, vc ainda está
devendo uma leitura dos relatórios :-) a menos que esteja MUITO enganado, o
ativo está erroneamente precificado pelo mercado. Efetivamente, a menos que
algo de muito grave me tenha escapado, o ativo está muito barato.
A Celesc teve 2 trimestres seguidos terríveis
(4T08 e 1T09). Isto é fato. Da minha interpretação dos relatórios, isto foi
devido a uma diminuição de receita e um aumento de despesas. Além da crise, a
receita foi impactada pelas enchentes de novembro. Do lado da despesa, com a
evolução do dólar, a energia comprada de Itaipu (aprox 25% do total) ficou bem
mais cara. Por outro lado, houve também um aumento na despesa com o gás (a
Celesc é controladora, com 51%, da empresa distribuidora de gás encanado em
Santa Catarina).
Com a valorização do real, as despesas
APARENTEMENTE se estabilizaram em níveis "normais". Na minha visão
leiga, os resultados do 2T09 são "típicos" e nada indica que não
sejam recorrentes.
Se vc acredita nisto, CLSC6 tem os seguintes
indicadores para os próximos 3 trimestres (preço de fechamento de 6a. feira):
P/L = 3,92; P/VPA = 0,70; PSR = 0,37; DY =
11%; EV/Ebitda = 2,13; margem bruta = 23,5%; margem operacional = 16,9%; margem
líquida = 9,4%; margem ebitda - 16,4%; ROE = 17,9%; LiqCorr = 1,29;
DivBrut/PatLiq = 20%; DivLiq = negativa
Por estas e outras a CLSC6 entrou em minha
carteira e se o 3T09 vier parecido com o 2T09 (confirmando que o 4T08 e 1T09
foram um "lapso") vou aumentar, e bem, a posição.
A dependência de Itaipu (25% da energia) e a
"bondade do governo Lula" com os "fracos e oprimidos"
constituem uma ameaça no sentido de que a energia de Itaipu pode encarecer
bastante! Não sou do ramo, mas quando/se isto acontecer, o impacto deve ser por
um curto prazo uma vez que a ANEEL terá que aprovar o repasse do aumento de
custos aos consumidores.
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13730 de 13779Modificado em 06/Set/2009 18:44 [Citar este
comentário] 0
2 tota57Comentários: 4033 - Desde: Abr 2007
Como estava em dívida e minha preguiça é o
maior dos pecados, mesmo estando sem muito espaço e recursos para novas
posições em elétricas, fiz a leitura dos relatórios dos 2 primeiros trimestres
e faço minhas considerações.
Primeiro os aspectos negativos, na minha visão:
1- A empresa é controlada pelo governo do
estado.
2- A Previ tentou mudar a Governança para Novo Mercado e
não conseguiu sequer realizar a AGE. Não sei quais forças foram contrárias, mas
o Sindicato dos empregados foi uma delas.
3- DY% médios pagos nos ultimos 10 anos de apenas 2,41%. Se
consideramos os ultimos 5 anos o valor melhora para 3,78%. Esse multiplo é o
forte do setor.
4- Margem Ebitda esta bem pior que os pares do setor
elétrico. A maior parte das boas empresas tem margem maior que 27%. No 2o Tri a
margem dela foi de 16%. Se considerarmos que o Ebitda do 2o trim como médio de
um trimetre, ela consegue gerar um Ebitda anual de R$588 Milhões. No 1o
Semestre a empresa distribuiu 7.907 Gwh, podendo fechar o ano com 15.814 Gwh.
Pois bem isso significa que ela conseguira gerar R$37,18/Mwh. Professor esse multiplo
esta bem pior que o observado em outras distribuidoras de energia, várias
empresas conseguem o dobro desse resultado. No ano passado a Coelba, que tem a
Previ como grande acionista, gerou R$94,XX e Coelce R$81,XX.
5- As disponibilidades vem sendo consumidas. Em Junho do
ano passado ela tinha R$484M e em Junho desse ano caiu para R$274M.
6- A concessão da Celesc vence em Julho de 2015. Não se
sabe com certeza, mas muita genta aposta que haverá renovação com ônus, ou
seja, renova-se concedendo algum benefício para a população na forma de
modicidade tarifária.
Agora os aspectos positivos:
1- A tarifa da Celesc foi reajustada em 6,96%
agora em agosto. Esse reajuste
recompoe os custos não gerenciáveis, como Conta de Compensação de Combustíveis
e Energia comprada de Itaipu, que impactaram o resultado do 1o trim 09.
2- A empresa tem disponibilidade para pagar a dívida e
ainda ficar com R$78M em caixa.
3- Na estrutura societária temos players de renome no
mercado, como: Previ, Tarpon, Poland, Geração Futuro, Eletrobrás e um Free
Float (Outros) de 21%.
4- Se ela repetir o Lucro do 2o Trim no segundo semestre,
poderá terminar o ano com um P/L=5,42, considerando o preço de fechamento de
sexta, R$34,31. Na realidade ela retornará aos valores dos ultimos anos, que
chegaram a variar na casa de 4,XX.
5- Preço pelo Valor Patrimonial de 0,77, na cotação de
sexta.
6- A comparação do Lucro de 2009, em relação ao de 2008, está
prejudicada por uma reversão de provisão de R$130M, ocorrida no 1o trim 08.
7- O Mercado Cativo de energia cresceu 8% no 1o semestre,
em comparação com mesmo periodo do ano passado. Esse numero esta bem acima da
média nacional, que sofre o impacto da crise.
8- Observa-se uma significativa redução em alguns custos
gerenciáveis pela empresa, exceto a conta de Pessoal e Adminstradores, que no
1o semestre teve uma gasto 13% superior (R$24M) ao do mesmo periodo do ano
passado e na rubrica Outras Despesas, com um aumento de R$15M (115%). Na conta
de Materiais houve uma redução de R$7M (-30%), na de Serviços de Terceiros uma
redução de R$25M (-25%). Na realidade eu creio que aqui reside um problema da
empresa. Recentemente li uma entrevista no Valor, aonde, salvo engano o
presidente, comentou sobre a necessidade da Celesc se adequar à Empresa de
Referência da Aneel. Essa Empresa de Referência nada mais é que os recursos
financeiros que a Aneel disponibiliza para as distribuidoras na tarifa de
energia. Se a empresa tiver custos gerenciáveis maiores que o coberto pela
tarifa, vai ter que retirar essa receita de outra conta, como a de remuneração
do acionista.
9- Considerando as cotações de sexta feira, a dívida
liquida desse 2o trim e um Ebitda de R$588M (4 x Ebitda do 2o trim 09), a
Celesc terá um EV/Ebitda=2,24x. A Light foi vendida ao consorcio RME por um
EV/Ebitda=5,50x.
10- o TH das cotações da empresa foi de R$ 49,70, em 05 de
junho de 2008. Em 2007 ela foi cotada a R$48,49.
Não tenho aqui em casa a informação de Perdas
Regulatórias e Perdas Realizadas pela empresa. Esse dado é relevante porque
compoe a tarifa, ou seja, se as Perdas Realizadas forem maiores que a
reconhecida na tarifa pode-se explicar parte do problema.
Eu vejo excelentes oportunidades na empresa,
principalmente se ela ajustar seus custos e despesas à Empresa de Referência da
Aneel. Se mudar a Governança e diminuir a mão do estado fica melhor ainda.
Vejam os resultados fantásticos que a Previ e Iberdrola estão conseguindo no
Neoenergia, Coelba, Cosern e Celpe.
Confesso que tem um tempo que estou tentado a
montar posição, mas esta dificil me desfazer de minha vacas leiteiras. Eu acho
que a empresa esta barata, face aos excelente multiplos PVP e EV/Ebitda.
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20209 de 2022109/Nov/2009 22:38 [Citar este comentário] 0
1 padrinhoComentários: 928 - Desde: Jun 2007
O grande problema da Celesc é a total ingerência e a
partidarização da empresa(estatal) pelo PMDB e sindicatos. Poderia ser uma boa
dentro so setor mas tem que ajustar uma série de fatores...o principal deles
seria um número de 2500 funcionários além do necessário. Segue link da revista
Exame desta semana.
http://portalexame.abril.com.br/revista/exame/edicoes/0955/negocios/batalha-par
isotto-508259.html
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20213 de 2022109/Nov/2009 22:48 [Citar este comentário] 0
[Nível 0] NyassadComentários: 436 - Desde: Dez 2007
citação: alexandroobolpaulo prof,
Poderia comentar sobre CELESC. Estou pensando
para LP.
Tentei usar a busca mas não deu certo no meu
pc.
Estranho.. ninguém
comentou isso antes. O que aconteceu?
Aí vai
uma análise completa. Particulamente tá bem longe de fazer parte da minha
carteira.
Acho que vai te ajudar!!!
Estagnação de receita continua
Embora o consumo de energia elétrica tenha
subido 7,8% com relação a 12 meses atrás, houve aumento de somente 0,9% na
receita bruta no período. De novo, se supõe que o principal responsável pela
estagnação seja a queda na tarifa média.
Como houve aumentos de 4,2% nas deduções da
receita, de 9,6% no custo de vendas e de 77,4% nas despesas operacionais
(advindos, primariamente de uma recuperação das despesas com vendas) era
inevitável uma grande retração no lucro líquido, que despencou 65,5% com
relação ao primeiro semestre de 2007.
O retorno anualizado sobre o patrimônio
líquido do fim de junho é de 8,9%, representando forte recuo com respeito aos
15,8% de 2008.
Nos últimos 18 meses temos assistido a uma
forte e progressiva queda de rentabilidade com respeito ao nível de retorno do
período 2003 a 2007.
A causa principal parece ser o reajuste negativo
imposto pela ANEEL, a agência reguladora. Não temos os detalhes do reajuste mas
o Relatório da Administração sugere que a queda se deve à "política de
extinção dos subsídios cruzados, estabelecida pelo Governo Federal".
Mas também há menção no mesmo Relatório que a
"desverticalização" das atividades de geração e distribuição da
empresa no fim de 2006, com a criação das subsidiárias Celesc Geração e Celesc
Distribuição, permitiu "conhecer os reais custos" da segunda empresa
e "compará-los com o da Empresa de Referência estipulado pela ANEEL"
(sic).
O resultado colocou a empresa "diante de
um grande desafio, que deve ser vencido até 2012, quando acontecerá a nova
revisão de seus custos". Em outras palavras, a estrutura de custos da
Distribuidora é mais pesada que a da Empresa de Referência e será difícil
eliminar a disparidade.
Chapa branca detém 89% das ações votantes
Conforme as Informações Anuais (IAN) de 2008
submetidas à CVM, a Celesc é controlada pelo Estado de Santa Catarina que detém
50,2% das ações ordinárias. Mas paraestatais - os fundos de pensão Previ (Banco
de Brasil) e Celos (Celesc) - possuem adicionais 39%.
É interessante observar que, de acordo com as
IAN, fundos de investimento da iniciativa privada (Geração, Tarpon, e Poland da
Gradual) possuem 54,63% das ações preferenciais (embora, em aviso recente, a
Gradual tenha comunicado a alienação de pequena parte de sua participação).
As mesmas IAN informam que Glauco José Côrte é
o Presidente do Conselho e Sergio Rodrigues Alves o Diretor Presidente (e
Conselheiro).
Não podemos deixar de comentar a posição de
Sr. Lirio Parisotto. Por que alguém que considera que a Celesc "caminha ..
à inviabilização" é o "maior investidor individual" da empresa?
Só podemos concluir que ele aposta na recuperação da empresa. Com ele como
catalizador! Também não podemos ignorar a possibilidade dele ser também
motivado por uma agenda política.
De qualquer forma as informações de Parisotto,
confirmadas em parte pelo Presidente do Conselho, apontam claramente os
problemas sérios de gestão que estão impactando a rentabilidade da Celesc.
Como sempre, alertamos que a Tabela de Dados é
sujeita a todo tipo de distorção, com destaque para os efeitos da inflação e
das variações cambiais. Aqui estamos mais interessados em tendências e ordens
de grandeza do que números precisos. Para facilitar a comparação com o período
anterior, usamos "dólares ajustados" para os anos a partir de 1999,
fortemente impactados pela desvalorização.
Não se deve atribuir importância excessiva à
previsão de lucro para 2009, feita parcialmente por computador. Por razões de
espaço exibimos somente 10 anos da Tabela, que vai de 1995
a 2009 (15 anos).
O registro histórico dos lucros da empresa é
altamente inconsistente. Desde 1995 houve 8 anos de retorno que mal passou dos
4%, três deles de prejuízo. De 2003
a 2007 o retorno subiu de patamar, atingindo uma
média de pouco mais de 20%. E nos últimos 18 meses houve nova deterioração, com
o retorno anualizado caindo para 9% em 2009. Com tanta variação no registro não
faz muito sentido calcular o preço/lucro médio histórico.
Análise do preço/patrimônio parece oferecer
mais possibilidades. Sua média de 11 anos (só temos indicadores de mercado a
partir de 1998) é de 74%, não muito distante do nível atual de 82%. Mas não
podemos esquecer que a média é puxada para baixo pelos baixos valores do
indicador durante os 5 anos quando o retorno não passou de 4,3%, menos da
metade do retorno até agora em 2009.
Em contrapartida, antes de 2008 houve outros 5
anos com retornos próximos de 20% e um preço/patrimônio líquido médio de 101%,
23% acima no nível atual.
Retorno de 33% em 3
anos?
A relação histórica, um tanto elástica, entre
retorno sobre patrimônio líquido e preço/patrimônio sugere que podemos esperar
um acréscimo de cerca de um quarto no segundo indicador no evento de a empresa
aumentar seu retorno dos atuais 9% para 20%.
Devido aos fatos relatados acima, acreditamos
que uma melhora é inevitável. Agora, é irrealista esperar um retorno sobre
patrimônio acima de 20% nos próximos 3 anos. Isso significa que o melhor que
podemos esperar nesse prazo é um aumento de aproximadamente um quarto no preço
da ação. Juntando os dividendos do período, o retorno potencial no investimento
é de cerca de 33%.
Consideramos este retorno baixo perante o
risco significativo que o cenário positivo imaginado não ocorrerá.
Cálculo do Valor
Intrínseco
Receita cresce a respeitáveis 6,7% aa
É interessante observar que a grande
variabilidade no lucro histórico, comentada na seção anterior, não se repete no
caso da receita líquida. A mesma se multiplicou quase duas vezes e meia desde
1995, um desempenho que equivale à respeitável taxa de crescimento anual de
6,7% aa, em termos reais.
Cenários possíveis produzem margens
insuficientes
Como não temos dados históricos consistentes
para ajudar na previsão de lucros futuros vamos inverter o processo e estimar,
usando o Método de Fluxo de Caixa Descontado, a taxa de crescimento de lucro de
10 anos necessária para tornar atraente investimento na empresa.
Dado à grande dispersão dos resultados
históricos da empresa precisamos de uma margem de segurança de pelo menos 50%.
Usando o lucro efetivo anualizado do primeiro semestre de R$ 152MM, payout de
25%, crescimento perpétuo de lucro de 4,0% aa (a partir do décimo primeiro ano)
e taxa de desconto de 7,1%, nosso programa VALUE dá a resposta: 10,1% (Cenário
A na Tabela abaixo).
Como esta taxa é claramente inviável, fica
claro que o lucro base - isto é: o retorno atual - é insuficiente.
Vamos agora supor que uma taxa de crescimento
de lucro viável para a próxima década é 6% aa. Nesta base fazemos mais
simulações para descobrir o lucro base necessário. A resposta é um lucro de R$
212MM, equivalente a um retorno sobre o patrimônio líquido do meio do ano de
12,1%, um terço maior que o retorno atual (Cenário B na Tabela).
Concluímos que seria necessário um choque
imediato de redução de custos para atingir um retorno de 12,1% no futuro
próximo e tornar o investimento na empresa atraente. Como não vemos
possibilidade disso no atual contexto de administração estadual e proximidade
de eleições não recomendamos a compra das ações da Celesc
Conclusões e Recomendação
O registro histórico da Celesc mostra bom
crescimento de receita mas geração de lucros altamente inconsistente. A
combinação da pressão da ANEEL para melhorias e o impacto da divulgação da
"carta bomba" do ex-conselheiro Lirio Parisotto parecem tornar
inevitável uma mudança nas práticas anti-econômicas da empresa.
Infelizmente, tanto a Análise de Múltiplos
quanto as simulações efetuadas usando o Fluxo de Caixa Descontado deixam claro
que nenhum cenário realista de recuperação oferece uma margem de segurança
condizente com o risco do mesmo não se concretizar na prática.
Embora a situação financeira da empresa seja
confortável à primeira vista, relatamos comentários de representantes graduados
da empresa que sugerem dificuldades no financiamento de investimentos.
Não recomendamos a compra das ações da
empresa.
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22265 de 2234425/Nov/2009 16:13 0 DiogoafonsoComentários:
141 - Desde: Mai 2008
citação: paulo_profcitação: DiogoafonsoProfessor,
Sobe a CLSC6, o resultado do 3T09 lhe agradou ?
Achei o resultado bastante ruim. Desisti de
entender a empresa. Parece um bêbedo ... completamente instável. Vendi a maior
parte assim que saiu o resultado. Ainda consegui R$ 36,05.
Cheguei à conclusão que o PMDB de Santa
Catarina é bem pior do que o Requião!
Mantenho uma posição simbólica só pelo baixo
P/VPA. Quem sabe um dia o PMDB não cai fora e as coisas começam a mudar? A
idéia é esquecer completamente o ativo para não me enervar.
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35558 de 3561114/Mai/2010 21:33 [Citar este comentário] 0
[Nível 0] Titanic2000Comentários: 24 - Desde: Out 2009
citação: danieljoseaaTrecho extraído do resultado da
Celesc, após ler o relatório não achei nada que fosse não recorrente, segundo
eles houve um aumento expressivo da receita e diminuição de despesas:
O lucro líquido da Celesc no 1T10 somou R$ 124,0 milhões,
uma recuperação ante o prejuízo de R$ 8,2
milhões apresentado no mesmo período de 2009. Este
resultado é explicado principalmente pelos fatores
mencionados anteriormente, principalmente o crescimento da
receita e redução nas despesas operacionais.
Até o momento, de todos os
resultados que vi, é de longe o melhor. Ao preço de fechamento de hoje,
anualizado, o lucro líquido do 1T10 daria um P/L = 2,70. Foi o maior
faturamento da história da Celesc e também o maior Ebitda. o lucro líquido só
não foi maior do que o do 2T08.
Se os catarinenses conseguirem eleger um
governo não populista, quem sabe até vale uma aposta.
Os novos múltiplos baseados nos últimos 12
meses (preço = R$ 34,69) são:
RECEITA OPERACIONAL BRUTA 5.841.970
RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA 3.783.189
RESULTADO FINANCEIRO 41.492
RESULTADO OPERACIONAL 446.072
RESULTADO NÃO OPERACIONAL 15.021
RESULTADO LÍQUIDO 259.503
ATIVO CIRCULANTE 1.529.809
PASSIVO CIRCULANTE 1.141.861
PATRIMÔNIO LÍQUIDO 1.853.483
DÍVIDA BRUTA/PATRIMÔNIO LÍQUIDO 17,7%
prof Paulo, a Celesc
é sim uma excelente oportunidade...
Lírio Parissoto, o maior investidor individual do Brasil
está apostando nela.
Foi eleito membro do conselho de administração no mês
passado e vai induzir um choque de gestão na empresa.
Talvez a melhor relação "risco / potencial de
retorno" da bovespa.
Postei algumas informações interessantes na discussão
abaixo:
http://br.advfn.com/p.php?pid=fbb_thread&bb=fbb&id=6013369&bb_id=11
&detect=np&ptm=1273882040%23post6179150#post6179150
Os investimentos realizados pela Celesc no
primeiro trimestre de 2010 foram de R$84.104 sendo 16,28% inferior a igual
período do ano anterior, conforme evidenciado no quadro abaixo:
No primeiro trimestre de 2010, as ações preferenciais da
Celesc (CLSC6) apresentaram valorização de 4,81% enquanto as ações ordinárias
(CLSC3) apresentaram alta de 16,28%. Esses desempenhos superaram o Índice do
Setor de Energia Elétrica (IEE) que apresentou queda de 0,44% e o índice
Bovespa (IBOVESPA) com valorização de 2,60% no primeiro trimestre de 2010.
O quadro a seguir apresenta as cotações finais em 31 de
março de 2010 e respectivas variações percentuais das ações da Celesc e dos
principais indicadores de mercado:
Os valores de mercado das ações da Celesc S.A.
em 31 de março de 2010, conforme quadro acima, são os seguintes: R$50,00 para
cada ação ordinária (ON) e R$36,79 para cada ação preferencial classe “B” (PNB).
A Celesc e suas controladas encerraram no
primeiro trimestre de 2010 com um quadro funcional de 3.884 empregados, o que
representa um decréscimo de 2,07% em relação ao mesmo período do ano anterior
(3.966 empregados).
4. MERCADO DE ENERGIA ELÉTRICA
O quadro abaixo apresenta as informações sobre
o mercado de energia elétrica da Celesc Distribuição S.A. por classe de consumo:
No primeiro trimestre de 2010,
a energia distribuída pela Celesc Distribuição S.A.
para o mercado total (cativo + livres), somou 4.949 GWh, situando-se 10,2%
acima do verificado no mesmo período de 2009. Influenciado pelas altas
temperaturas, o consumo das classes residencial e comercial registrou taxas
elevadas de crescimento: respectivamente 12,9% e 9,5%. Apesar de afetadas pela
base de comparação baixa, as estatísticas do primeiro trimestre de 2010 revelam
recuperação expressiva do nível de atividade da indústria e forte expansão do consumo
das famílias e no setor terciário.
6. DESEMPENHO ECONÔMICO-FINANCEIRO
O Lucro Período apresentado pela Celesc, no
primeiro de trimestre de 2010, foi de R$124.009, que representa um acréscimo se
comparado ao mesmo período de 2009 (R$8.211 de Prejuízo).
No
quadro a seguir pode-se visualizar, pelos principais indicadores econômicos, o
desempenho da Celesc em 31 de março de 2010 em relação ao mesmo período do ano
anterior.
Índices Econômicos
|
31.03.2010
|
31.03.2009
|
Patrimônio Líquido
|
1.853.483
|
1.630.041
|
Resultado do Período
|
124.009
|
(8.211)
|
Receita Operacional Bruta
|
1.575.357
|
1.377.290
|
Receita Operacional Líquida
|
1.006.979
|
883.833
|
Resultado do Serviço
|
202.282
|
(6.393)
|
Resultado Financeiro
|
(1.981)
|
2.455
|
EBITDA ou LAJIDA
|
238.425
|
31.522
|
Margem de Serviço (RS / ROL)
|
20,09 %
|
(0,72) %
|
Margem Operacional Líquida (RP / ROL)
|
12,32 %
|
(0,93) %
|
Rentabilidade do Patrimônio Líquido (RP / (PL – RP))
|
7,17 %
|
(0,56) %
|
A Receita Operacional Líquida,
até 31 de março de 2010, atingiu o montante de R$1.006.979, foi 13,93% maior se
comparado com o mesmo período do ano de 2009 (R$883.833).
O Resultado do Serviço até 31 de março de
2010, no valor de R$202.282, superior se comparado com o mesmo período de 2009,
foi decorrente principalmente do aumento do faturamento de Energia Elétrica de
16,3% e com redução dos gastos operacionais de 9,6%. E conseqüentemente
impactou no aumento do EBITDA ou LAJIDA, quando comparado com o mesmo período
de 2009.
O resultado do lucro acumulado por lote de cem
ações foi R$3.215,08 (o Prejuízo por lote de cem ações em 31 de março de 2009
foi de R$21,29).
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38824 de 3899413/Jul/2010 11:40 [Citar este
comentário] 0
3 small capsComentários: 3719 - Desde: Fev 2007
O resultado de CLSC6 também me surpreendeu. Mas a impressão
que tive é que embora classificado em receitas recorrentes, ocorreram receitas
não recorrentes, talvez de faturas antes inadimplidas.
É importante verificar como vem o segundo trimestre.
Suspeito que não virá com todo este vigor apresentado...
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39197 de 39243Modificado em 17/Jul/2010 20:11 [Citar este
comentário] 1
[Nível 0] SAMBA1 Usuário PremiumComentários: 445 -
Desde: Out 2007
Divulgado no Diário Catarinense, sábado 17/07/2010, coluna
da jornalista Estela Beneti. A reunião do conselho da Celesc na última
quinta-feira (15/07) revelou:
"Um dos problemas que ocupou boa parte do tempo da
reunião foi a não inclusão, no balanço do primeiro trimestre da companhia, da
compra de R$ 35 milhões em energia elétrica. Membros do conselho fiscal foram
informados por um contador que essa recomendação partiu do diretor financeiro,
Arnaldo Souza, mas, depois, o contador enviou comunicado ao conselho dizendo
que a ordem não partiu de Souza. A não inclusão foi comunicada à Comissão de
Valores Mobiliários (CVM), mas o conselho de administração quer explicações
mais claras sobre o fato. Afinal, ele ajudou a elevar o lucro da companhia no
primeiro trimestre, que chegou a R$ 124 milhões no período."
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102117 de
102156Modificado em 12/Nov/2011 12:50 1
paulo_profComentários: 5136 - Desde: Jul 2009
CLSC6
Resultados dos últimos
9 meses em relação a igual período de 2010:
RECEITA OPERACIONAL
LÍQUIDA +5,0%
RESULTADO BRUTO +43,1%
RESULTADO FINANCEIRO
POSITIVO -84,6%%
RESULTADO OPERACIONAL
+44,6%
RESULTADO LÍQUIDO
+39,9%
EBITDA +57,8%
Crescimento do
Patrimônio Líquido em 12 meses: +10,4%
Multiplicadores
relativos aos últimos 12 meses
PREÇO: R$ 36,00
PAYOUT: 29,6%
P/L 4,04
P/VPA 0,64
PSR 0,33
DY 7,32%
EV/EBITDA 2,17
MARGEM BRUTA 21,0%
MARGEM OPERACIONAL 11,3%
MARGEM LÍQUIDA 8,2%
LUCRO POR AÇÃO R$ 8,909
MARGEM EBITDA 14,4%
DÍVIDA BRUTA/PATRIMÔNIO
LÍQUIDO 17,7%
ROE 15,81%
LIQUIDEZ CORRENTE 1,16
Taxas anuais médias
nominais de crescimento:
a) do lucro líquido
UA 70,69%
U2A 88,77%
U3A -2,76%
b) do patrimônio
líquido médio
UA 10,95%
U2A 11,08%
U3A 9,18%
Taxa anual média de crescimento real do lucro líquido
durante 3 anos necessária para um preço justo 50% maior do que a cotação anual
(perpetuidade de 0% real; taxa de desconto anual real de 10%): -16,5%
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-
A Copel foi criada em outubro de 1954, é a maior empresa do Paraná e atua com
tecnologia de ponta nas áreas de geração, transmissão e distribuição de
energia, além de telecomunicações.
Opera um abrangente e eficaz sistema elétrico com parque gerador próprio de
usinas, linhas de transmissão, subestações, linhas e redes elétricas do sistema
de distribuição e um moderno e poderoso sistema óptico de telecomunicações que
integra as principais cidades do Estado.
Efetua em média, mais de 70 mil novas ligações a cada ano, atendendo
praticamente 100% dos domicílios nas áreas urbanas e passa de 90% nas regiões
rurais.
Período
Analisado: 3T11 - 3o
Trimestre de 2.011 ( Julho/Agosto/Setembro )
PAINEL
DE INDICADORES
|
13/11/11
|
|
|
|
|
|
SELIC
|
11,50%
|
Ativo
|
R$
|
PL
|
VP
|
GR
|
DY
|
LA
|
Dv
|
Ml
|
EB
|
MS
|
CPLE6
|
34,32
|
8,3
|
0,80
|
6,7
|
4,7%
|
12,0%
|
0,2
|
15%
|
12,0%
|
22,7%
|
-
retração de 11,1% em “caixa e equivalentes de caixa” em virtude dos desembolsos
relacionados ao programa de investimentos da Companhia e ao pagamento da
antecipação de juros sobre capital próprio; ( 3Tx2T11 )
- acréscimo de 6,7% em “clientes”, em razão do crescimento de mercado ocorrido
durante o trimestre;
- ampliação de 54,5% em “aplicações financeiras”, em razão do rebalanceamento
da carteira de títulos disponíveis para venda, substituindo papéis de curto por
de longo prazo, os quais poderão ser utilizados como garantias de participação
em leilões;
- Em 30 de setembro de 2011, o patrimônio líquido alcançou o montante de
R$ 11.993,6 milhões +1%, equivalente a R$ 43,83 por ação. ( de R$ 11.884,4
milhões, equivalente a R$ 43,43 por ação no 2T11 )
- No terceiro trimestre de 2011, a “receita operacional” atingiu R$ 2.014,1
milhões +9% ( R$ 1.842,3 milhões no 2T11 )
- A COPEL obteve lucro líquido de R$ 345,8 milhões no trimestre +34% na
comparação com 2T11
- No
terceiro trimestre de 2011, o total de custos e despesas operacionais atingiu
R$ 1.649,0 milhões +9% em relação ao 2T11
- A
COPEL entrará com participação de 49,9% em quatro parques eólicos da Dreen
Brasil Investimentos e Participações, empresa vinculada ao Grupo Galvão
Energia, que permanecerá com 50,1%. Os parques Farol (com 20 MW), Olho d’Água
(30 MW), São Bento do Norte (30 MW) e Boa Vista (14 MW), com potência instalada
conjunta de 94 MW, estão em construção no interior do Rio Grande do Norte
e tem previsão para entrar em operação em 2013.
A energia que será produzida foi comercializada por meio de contratos de 20
anos no 2º Leilão de Fontes Alternativas realizado em agosto de 2010. A
instalação dos parques eólicos deverá contar com financiamentos do BNDES e
enquadramento no REIDI (Regime Especial de Incentivos para o Desenvolvimento
da Infra-Estrutura). O faturamento dos empreendimentos deverá girar em torno de
R$ 50 milhões anuais.
-
A SPE (Sociedade de Propósito Específico) Costa Oeste, resultante de parceria
entre a COPEL, com 51% de participação, e a Eletrosul, com 49%, irá construir e
operar a Linha de Transmissão Cascavel Oeste - Umuarama (230 kV), com 143 km de
extensão, e a Subestação Umuarama (230 - 138 kV), com 300 MVA, ambas
localizadas no Paraná. Os empreendimentos terão RAP (Receita Anual Permitida)
de R$ 8,9 milhões, contarão com investimento da ordem de R$ 75 milhões e devem
entrar em operação em janeiro de
2014.
-
Pessoalmente acho que o RI tem que melhorar a comunicação com os acionistas e
não fazer um relatório horrível como esse; sinceramente, entendo porque a
empresa é tão mal compreendida. Trata-se de uma empresa de Geração, Transmissão
e Distribuição de Energia Elétrica com ramificação em Telecomunicações e Gás
Natural. Vejam o impacto no balanço da venda de uma Telecom em outra eletrica
que analisei recentemente; esta possui além da telecom a Compagás. Está
precificada abaixp do Valor Patrimonial e possui uma relação Dívida/PL ínfima.
Mais grata surpresa!
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18488 de 1849116/Nov/2011 09:59 1
BarbadoComentários:
1538 - Desde: Nov 2009
Rcbocardo
A Clsc6 é uma boa aposta, se formos colocar tudo o que
temos fica um livro, mais veja mais detalhes:
Geração de lucros por ação:
2007 = 7,61
2008 = 9,58
2009 = 2,61 (pior ano da empresa)
2010 = 7,09
2011 = 6,03 (9 meses)
A soma desses lucros já dá o valor de mercado da ação hoje.
Evolução do Patrimonio Líquido
2006 = 1.205.980
2007 = 1.453.363 + 98.607 Dividendos
2008 = 1.638.252 + 73.656 idem
2009 = 1.729.474 + 36.275 idem
2010 = 1.940.507 + 77.938 idem
2011 = 2.173.424 (por enquanto nada ainda, normalmente paga
em dezembro)
Então temos 2.173.424 (atuais) + dividendos pagos de
286.476 = 2.459.900.
Se começou com 1.205.980 e agora temos 2.459.900 = 103,98%
de crescimento em 4 anos e 9 meses.
Ora, isso terá que ser refletido no preço das ações mais dia
menos dia.
Política do dividendos
Política de Dividendos
“Texto extraído do Estatuto Social da Centrais Elétricas de
Santa Catarina S. A. – Celesc, atualizado de acordo com alterações aprovadas
pela Assembléia Geral Extraordinária, realizada em 23.03.2009”.
CAPÍTULO V
Do Exercício Social, das Demonstrações Financeiras
e da Destinação dos Lucros
Artigo 38o – Apurado o resultado será promovida a sua
distribuição, de acordo com deliberações da Assembléia competente, obedecidos
os critérios da legislação em vigor.
§1o – Do lucro líquido do exercício serão destinados: i)
25% (vinte e cinco por cento) para pagamento de dividendos obrigatórios aos
acionistas, calculados na forma da lei, podendo ser imputados a esse, o
pagamento de juros sobre o capital próprio, se houver; ii) 5% (cinco por cento)
do lucro líquido será destinado à composição da reserva legal até atingir 20%
(vinte por cento) do capital social.
§2o – O saldo poderá ser transportado para o exercício
seguinte ou receber outra destinação determinada pela Assembléia Geral,
conforme legislação específica.
Artigo 39o – O dividendo deverá ser pago, salvo deliberação
em contrário da Assembléia Geral, no prazo de 60 (sessenta) dias da data em que
for declarado e, em qualquer caso, dentro do exercício social.
Artigo 40o – Os Administradores somente farão jus à
participação nos lucros do exercício social em que for atribuído aos acionistas
o dividendo obrigatório.
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103065 de
103080Modificado em 18/Nov/2011 17:33 0
herdsman Comentários: 2273 - Desde: Nov 2008
CLSC6 está barato hoje.
O resultado de 3T veio
mais fraco por causa de resultado financeiro negativo.
Como isto pode com uma
caixa positivo também não sei.
No balanço diz: Outras
despesas financeiras 33,6 milhões.
Mas se não fosse isto, o ativo esta perto de P/L = 3
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103066 de
10308018/Nov/2011 17:39 0
harisonoliveiraComentários: 298 - Desde: Mar
2008
é herdsman... e o melhor que ainda vai pagar os dividendos
do ano...
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103069 de
10308018/Nov/2011 17:46 0
BarbadoComentários: 1565 - Desde: Nov 2009
Eu já li o relatório e
analisei os números, pelo "fundamentus" no 3/tr/10 o balanço veio
ruim também:
Veja:
Lucro 1/tr/10 = 142.033
lucro 2/tr/10 = 43.721
lucro 3/tr/10 =
10.006(-)
lucro 4/tr/10 = 97.768
lucro 1/tr/11 = 116.179
lucro 2/tr/11 = 81.086
lucro 3/tr/11 = 48.590
É esquisito porque
trata-se de empresa de energia, então não há tantas variações, ou melhor não
deveria tem tantas variações assim.
Comprei um pouco hoje, é uma aposta, a conferir.
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106500 de
106572Modificado em 09/Dez/2011 19:30 0
paulo_profComentários: 5306 - Desde: Jul 2009
citação: GARUDA20
Oi Paulo prof,
ja sabendo o valor que
a CLSC6 pagara em dividendos, os sr. tem uma estimativa do Lucro Liquido do
corrente ano.
Obrigado
A CLSC pagará JCP.
Tradicionalmente, ela
costuma praticar um payout de 29,6%. Ocorre que, em 2007, ela pagou JCP em
dezembro e Dividendos em abril. Não pode ser descartado que fará o mesmo neste
exercício.
No máximo uma empresa
pode pagar a TJLP aplicada sobre o patrimônio líquido (pro rata), excluídas
algumas reservas, o que não é o caso da CLSC.
Um cálculo rápido
mostra:
a) Patrîmônio Líquido
Médio em 2011: R$ 2,075 milhões
b) TJLP: 6,16% a.a.
Isto daria um teto de
aprox. R$ 128 milhões.
Por outro lado, a
distribuição de JCP está limitada a 50% do lucro líquido antes da dedução
destes JCP ou 50% do somatório dos lucros acumulados e reserva de lucros, o que
for maior.
Como a CLSC tem uma
reserva de lucros de R$ 680 milhões, não teria qualquer problema em pagar o
teto como JCP. Mas a empresa decidiu pagar somente uma fração deste teto: R$
82,5 milhões
Se vc achar que estes
R$ 82,5 milhões correspondem a 29,6% do lucro líquido do exercício, este lucro
seria de R$ 279 milhões. Como o lucro dos 9M11 já somou R$ 246 milhões, o lucro
do 4T11 seria de somente aprox. R$ 33 milhões.
Não acredito. Acho que será maior do que isto (acima dos R$
75 milhões) e há uma chance não nula da empresa distribuir dividendos modestos
(não mais do que uns R$ 0,40).
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124506 de
12463304/Abr/2012 13:33 1
BarbadoComentários: 2427 - Desde: Nov 2009
OLHA A CELESC AÍ
GENTE....
RESULTADO 2011 –
Mensagem do DRI
Estimado Investidor,
É com prazer que
informamos sobre a divulgação de nossos resultados, ano 2011, ocorrida no
último dia 30/03/2012. Trata-se do primeiro ano da nova gestão na Celesc. Ano
no qual procuramos pautar nossas ações cotidianas sempre em sintonia com o
mercado de capitais e com o interesse de nossos acionistas. Neste intuito, de
prover informações que apoiem ou supram dúvidas no processo de tomada de
decisões, encaminhamos carta com avaliação de alguns números, que gostaríamos
de compartilhar, pois acreditamos reveladores de um novo perfil e dos novos
rumos da Companhia:
A Receita Operacional
Líquida Consolidada cresceu 3,8%;
A Despesa Operacional,
rubrica "Pessoal e Administradores", apresentou redução de - 2,2%. No
período anterior, entre 2009 e 2010, a mesma conta havia apresentado avanço de
17,4%;
Atendendo as melhores
práticas contábeis, em 2011, houve constituição de provisão líquida, no valor
de R$41,7 milhões. No período anterior, acumulado 2010, o efeito líquido das
provisões havia impactado positivamente o resultado daquele exercício no valor
total de R$82 milhões – Nota Explicativa nº27;
O Resultado Financeiro
da Companhia foi impactado de forma não-recorrente, em 2011, por conta de
encargos financeiros adicionais relativos a contratos de empréstimos junto à
Eletrobras que, somados aos valores atribuídos à ação judicial que versa sobre
Encargos de Capacidade, implicaram em redução de R$35,8 milhões no Resultado da
Companhia;
Ainda assim, o lucro
líquido foi 18,4% superior ao registrado em 2010, somando R$323,9 milhões em
2011.
Convidamos a todos a visitarem nossa página de Relações com
Investidores (www.celesc.com.br/ri), onde poderão obter essas e outras
informações relevantes.
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132089 de
13241716/Mai/2012 12:54 [Citar este comentário]
3
5
paulo_profComentários: 6448 - Desde: Jul 2009
CLSC4
PREÇO: R$ 39,96
PAYOUT: 29,6%
Múltiplos relativos aos
últimos 12 meses
P/L 5,28
P/VPA 0,68
PSR 0,36
DY 5,61%
EV/EBITDA 2,72
MARGEM BRUTA 21,6%
MARGEM OPERACIONAL 9,6%
MARGEM LÍQUIDA 6,8%
LUCRO POR AÇÃO R$ 7,574
MARGEM EBITDA 12,7%
DÍVIDA BRUTA/PATRIMÔNIO
LÍQUIDO 14,6%
ROE 12,93%
LIQUIDEZ CORRENTE 1,18
Taxas anuais médias
nominais de crescimento
a) lucro líquido
UA 17,96%
U2A 2,60%
U3A 18,82%
b) patrimônio líquido
médio
UA 10,66%
U2A 11,39%
U3A 9,45%
Taxa anual média de
crescimento real do lucro líquido necessária nos próximos 3 anos para que o
preço justo calculado pela fórmula do FCD seja 1,3 vezes a cotação atual
(perpetuidade real nula; taxa de desconto real de 8%): -19,5%
Taxas nominais de
crescimento relativas ao 1T11
RECEITA OPERACIONAL
LÍQUIDA +8,30%
RESULTADO BRUTO -1,11%
RESULTADO FINANCEIRO
POSITIVO +12,36%
RESULTADO OPERACIONAL
-25,25%
RESULTADO LÍQUIDO
-27,32%
EBITDA -21,04%
PATRIMÔNIO LÍQUIDO
+9,84%
ENDIVIDAMENTO LÍQUIDO PASSOU DE POSITIVO PARA NEGATIVO
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