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quarta-feira, 27 de março de 2019

Fibria (FIBR)




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Balanços
A2018/4T2018 -
Paulo Prof - 
trimestral: forte resultado financeiro devido à valorização do real impactou fortemente o lucro líquido. Ebitda impactado pela queda na receita (em relação ao 2T18 e 3T18).
anual: apesar do resultado financeiro relativamente desfavorável (desvalorização do real), os resultados de cima a abaixa devem ser considerados bons.

3T2018 -
Paulo Prof - 
Resultados Excepcionais ... Recordes de Receita Líquida, Ebitda e Lucro trimestral, este último mesmo com um resultado financeiro relatovamente desfavorável.
O que impressiona é o EV/EBITDA = 5,54. indicando que provavelmente a SUZB fez um otimo negócio, pagando relativamente bararto pela empresa.

marcosvinicius2 -  
PAPEL SOBREVALORIZADO ( * ). RECEITA LIQUIDA = A receita líquida totalizou R$ 5.836 milhões no 3T18, 24% superior ao 2T18, devido ao maior volume vendido(+12%)e à apreciação do dólar sobre o real de 10%.Em relação ao 3T17, a receita líquida teve elevação de 105% como resultado da valorização do dólar frente ao real de 25%, maior volume de vendas (+35%, equivalentes a 513kt), decorrente majoritariamente da conclusão da curva de aprendizado da linha Horizonte 2,e aumento de 22% do preço líquido de celulose em dólar.; EBITDA AJUSTADO = O EBITDA ajustado do 3T18 totalizou R$ 3.269 milhões,com margem de 63% (excluindo a receita proveniente do contrato com a Klabin). O aumento de 31% em relação ao 2T18 é explicado pelo maior volume vendido e pela apreciação do dólar médio frente ao real de 10% no período, parcialmente compensado sobretudo pelo maior CPV caixa, que por sua vez também é explicado pelo maior volume, já que na base por tonelada, o mesmo beneficiou o EBITDA. Na comparação com o 3T17, o aumento do EBITDA ajustado foi de 160%, explicado sobretudo pela valorização de 25% do dólar médio frente ao real, aumento de 35%no volume de vendas e pelo aumento de 22% no preço médio líquido em dólar, parcialmente compensados pelo maior CPV caixa, em função também do maior volume vendido,e pela elevação no SG&A, em decorrência principalmente do maior volume de vendas e da maior contribuição de Horizonte 2 no volume vendido. O gráfico abaixo apresenta as principais variações ocorridas no trimestre.

2T2018 -
Paulo Prof - 
Resultado operacional excepcional (o melhor da história), fortemente impactado por um Resultado Financeiro desfavorável, devido ao endividamento em moeda estrangeira e desvalorização cambial.
De qualquer forma, considerando o processo de fusão com a SUZB, o preço corrente do ativo não guarda relação com os resultados da empresa.

1T2018 -
Paulo Prof - 
Confesso ter uma grande dificuldade para analisar os fundamentos de empresas que têm um endívidamento considerável em moeda estrangeira. Ainda não consegui divisar uma maneira de "alisar" a volatilidade do câmbio.
O endividamento líquido é composto de aprox. R$ 8,8 bilhões denominados em moeda estrangeira (custo de 4,5% a.a.) e R$ 4,1 bilhões em reals (custo de 8,4% a.a.). Em consequência, dependendo da variação cambial, o Resultado Financeiro pode até ser positivo, impactando fortemente a última linha.
No 1T18, em consequência da desvalorização do real, o Resultado Financeiro foi impactado negativamente em R$ 78 milhões. Mas no 1T17 o impacto foi de R$ 204 milhões positivos e no 4T17 havia sido de R$ 407 milhões negativos. Mas isto não é tudo ... além da variação cambial sobre o endividamento líquido, o resultado financeiro também é impactado pela política de hedge. No 1T18 o hedge proporcionou uma Receita de R$ 57 milhões; no 1T17 houve uma receita de R$ 287 milhões e no 4T17, uma despesa de R$ 128 milhões.
A alavancagem não preocupa, pois ao final do 1T18, quando medida em reais, endividamento líquido / ebitda dos últimos 12 meses = 2,1. Também não preocupa o endividamento denominado em moeda estrangeira. Como a maior parte da receita é denominada em dólares, o serviço e amortização do endividamento em moeda estrangeira estão equacionados de maneira natural. A volatilidade que a variação cambial introduz não tem efeito caixa. Espera-se, entretanto, que a política de hedge seja adequada. Se a todo trimestre a política de hedge produzir resultados como aquele do 4T17, a empresa estaria "roubada". De um lado, a variação cambial produziu uma despesa não caixa de R$ 407 milhões. A política de hedge, de outro lado, acrescentou R$ 128 milhões a esta despesa.
De uma maneira geral, os Resultados do 1T18 foram muito bons. Mas não sei se bons o suficiente para justificar o preço atual do ativo. Considerando o indicador EV/Ebitda e a taxa de crescimento medio do Ebitda, parece que sim. Considerando a taxa de crescimento efetiva do lucro, parece que não.
De qualquer forma, o preço atual é função da oferta de compra efetuada pela SUZB, que por sua vez considera todas as sinergias que podem ser obtidas do negócio.

A2017/4T2017 -
paulo_prof -
Excelente o resultado da Fibria no 4T17, quando medido pelo ebitda. Não fosse pelo resultado financeiro exageradamente negativo devido a desvalorização cambial no trimestre (dolar passou de R$ 3,168 para R$ 3,308), a última linha também iria bombar.
No 1T18 o impacto da valorização do real (o dólar já está em R$ 3,1655) sobre a receita deverá ser pequeno mas sobre o resultado financeiro deverá ser enorme, pois de negativo deverá passar a ser positivo. O lucro líquido do 1T18 poderá chegar próximo do bilhão!

3T2017 -
paulo_prof -
O resultado do 3T17 foi excepcional, muito auxiliado pela valorização do real. Tendo em vista a enorme volatilidade que a variação cambial introdiz no resultado líquido, os múltiplos que seriam mais úteis na análise da FIBR são o EV/EBITDA e a taxa de crescimento do EBITDA. Na base anual, a taxa de crescimento do Ebitda ainda é negativa. Na base trimestral, entretanto, a taxa de crescimento é fortemente positiva. Há que se ver se esta taxa de crescimento poderá ser mantida, para justificar o otimismo do mercado com o ativo ... pessoalmente, acho que o mercado pode ter exagerado e, portanto, teria cautela.

marcosvinicius2 -
PAPEL SOBREVALORIZADO (*). DOS ULTIMOS 46 TRIMESTRES, 17 APRESENTARAM LUCRO LIQUIDO NEGATIVO (36,9565%). LUCRO Atribuído a Sócios da Empresa Controladora DO 3T17 = 742.298 FOI MAIOR DO QUE O LUCRO APRESENTADO NO 2T17 = -261.999 E MAIOR (TAMBEM) EM RELAÇÃO AO APRESENTADO NO 3T16 = 28.637. RESULTADO BRUTO TAMBEM FOI MAIOR NA COMPARAÇÃO ENTRE 3T16 = 450.361 X 3T17 = 912.744. VALOR DE MERCADO (MIL) = 27.419.765; VALOR MAXIMO (MIL) = 29.783.211 NO 3T15; VE PSBE (MIL) = 26.778.776

Jorge Tomaz
acabei de ler os releases das papeleiras. Achei a KLNB a mais fraca, o financeiro foi muito grande em relação ao lucro. Na FIBR3 foi uma parcela bem significativa, mas entre as papeleiras ela teve o maior aumento de EBITDA e disparado também de lucro. A SUZB foi a mais equilibrada realmente, mas gostei da FIBR3.

1T2017 -
paulo_prof   -
Achei bastante razoáveis os resultados da FIBR. Só não esperava um Resultado Financeiro tão positivo (+R$ 331 milhões). Os resultados do 2T17 deverão superar aqueles do 1T17, principalmente em função do mercado aquecido e do maior preço do produto, mas deverão ficar sensivelmente abaixo dos excelentes resultados do 2T16.

A2016/4T2016 -
paulo_prof   -
Os resultados da Fibria vieram abaixo do que estava esperando, principalmente no que concerne os custos do produto vendido, refletido numa redução importante da margem bruta, sobre o nível já deprimido do 3T16 (passou de 19,6% no 3T16 para 17,4%, uma redução de 11%. Nos próximos 2 trimestres, com o aparente término da valorização do real e uma recuperação modesta dos preços, a Receita Líquida deverá aumentar. Se a margem bruta se recuperar para o nível do 3T16, deverá ocorrer um aumento do ebitda trimestral para aprox. R$ 850 milhões e última linha no azul.
No médio prazo, no meu modo de ver, a incerteza é total ... não arrisco "chutar" qual será o impacto do início iminente das operações da usina Oki na Indonésia e do projeto H-2 em outubro. Vai realmente depender da demanda e da pressão que os preços atuais estão exercendo sobre usinas ineficientes que ou terão que fechar ou investir para produzir celulose de maior valor agregado. De qualquer forma, com o início das operações do projeto H-2 em outubro, o custo médio de produção da celulose vai cair, permitindo à Fíbria suspender a produção em suas plantas mais caras se for o caso. Também não sei o que vai ocorrer com o câmbio até o final do ano. O meu palpite é que o real vai desvalorizar, beneficiando a empresa ... mas é um mero palpite.
De uma maneira geral, sou da opinião de que o Ebitda a ser gerado no exercício de 2017 será razoavelmente maior do que aquele do exercício de 2016 e que a relação Endividamento Líquido / Ebitda Anual deverá convergir para 3 até o final do ano.

Marasmo  -
Já o da Fibria veio bem fraco com queda expressiva no Ebitda...

3T2016 -
paulo_prof   -
O Resultado da Fibria veio dentro de minhas expectativas ... Quero crer que o Ebitda gerado, de R$ 760 milhões, tenha atingido o valor mínimo. O preço do produto vendido aumentou em outubro, e a taxa de câmbio deverá estabilizar para aumentar até o final do ano. O Ebitda gerado é mais do que suficiente para fazer frente a um resultado financeiro negativo, resultante de um endividamento líquido de R$ 10,7 bilhões.

2T2016 -
Características

Links
358685 - paulo_prof  -  22 Fev 2019, 21:43
trimestral: forte resultado financeiro devido à valorização do real impactou fortemente o lucro líquido. Ebitda impactado pela queda na receita (em relação ao 2T18 e 3T18).

anual: apesar do resultado financeiro relativamente desfavorável (desvalorização do real), os resultados de cima a abaixa devem ser considerados bons.

FIBR3

PREÇO: R$ 66,30

PAYOUT (2018): 91,2%



Múltiplos baseados nos últimos 12 meses

P/L 12,02

P/VPA 2,59

PSR 2,01

DY 7,59%

EV/EBITDA 5,34

MARGEM BRUTA 45,8%

MARGEM OPERACIONAL 20,9%

MARGEM LÍQUIDA 16,7%

LUCRO POR AÇÃO R$ 5,516

MARGEM EBITDA 52,3%

DÍVIDA BRUTA/PATRIMÔNIO LÍQUIDO 148,9%

ROE 21,57%

LIQUIDEZ CORRENTE 1,46



Taxas de Crescimento Nominal

a) últimos 12 meses vs 12 meses terminados no 4T17

RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA +55,59%

RESULTADO BRUTO +139,49%

RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO +271,27%

RESULTADO OPERACIONAL +148,50%

RESULTADO LÍQUIDO +181,21%

EBITDA +92,79%



b) 4T18 vs 4T17

RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA -0,84%

RESULTADO BRUTO +23,09%

RESULTADO FINANCEIRO passou de negativo para positivo

RESULTADO OPERACIONAL +387,39%

RESULTADO LÍQUIDO NEGATIVO +447,53%

EBITDA -1,31%



c) lucro (taxa média anual)

UA 181,21%

U2A 35,80%

U3A 107,38%



d) patrimônio líquido médio

UA 1,37%

U2A % 1,62%

U3A 1,55%



e) ebitda anual médio

UA 92,79%

U2A 59,73%

U3A 21,39%

U4A 35,98%

U5A 27,83%

U6A 25,55%

U7A 20,54%

U8A 17,46%



Preço justo fornecido pela fórmula do FCD para uma taxa média de crescimento real nulo do lucro líquido dos últimos 12 meses durante 5 anos, perpetuidade real nula e taxa de desconto real de 8%: R$ 68,95

Ou, taxa de crescimento real do lucro líquido dos últimos 12 meses necessária, durante os próximos 5 anos, para que o preço justo fornecido pela fórmula do FCD seja igual ao preço corrente (com uma perpetuidade real nula e taxa de desconto anual real de 8%): -0,5%

356286 - M84 -  29 Nov 2018, 18:55
Autoridade europeia aprova fusão entre Fibria e Suzano

Por Marcelle Gutierrez e Stella Fontes | Valor

SÃO PAULO - (Atualizada às 14h55) A Suzano Papel e Celulose e a Fibria informaram, em comunicados em conjunto, que a autoridade da concorrência da Europa aprovou a fusão entre as empresas. O sinal verde, informaram, estava sujeita ao encerramento antecipado do contrato para fornecimento de celulose de fibra curta (BEKP) celebrado entre a Fibria e Klabin em maio de 2015 — o que será feito, segundo confirmado pela Klabin em aviso em separado, como um remédio à operação.

Dessa forma, todas as condições suspensivas para a consumação da união entre Fibria e Suzano foram verificadas e as empresas procederão com o fechamento da operação, previsto para 14 de janeiro.

O Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) deu aval definitivo, sem restrições, no início de novembro, e órgãos reguladores dos Estados Unidos, China e Turquia também haviam aprovado a operação sem restrições.

Em seu comunicado, a Klabin explica que a decisão de encerrar o contato com a Fibria ocorreu após avaliação dos benefícios mercadológicos e estratégicos de assumir a comercialização de celulose de fibra curta.

“Com isso, será assinado o documento referente à rescisão do contrato que contempla provisões específicas de transição de forma benéfica para as partes envolvidas”, destacou.

A Klabin detalhou que muitos compradores de celulose já mantêm relacionamento direto com a empresa por também serem clientes de fibra longa e fluff. “A Klabin conta com adequada estrutura comercial, logística e know how na distribuição dos mais diversos produtos, e com esse passo firma-se como um fornecedor independente e competitivo também no mercado internacional de BEKP”, reiterou, em comunicado.

Juntas, Suzano e Fibria têm capacidade de produção de 11 milhões de toneladas de celulose de mercado e 1,4 milhão de toneladas de papel por ano, com cerca de 37 mil empregados diretos e indiretos e 11 fábricas.

Em 12 meses até setembro, as companhias exportaram R$ 26 bilhões.

“Entre janeiro e setembro deste ano, as duas empresas alcançaram R$ 10,1 bilhões em geração operacional de caixa e R$ 24,5 bilhões em receita líquida, dois recordes históricos no setor. Juntas, já investiram R$ 4,9 bilhões nos nove primeiros meses deste ano, números que comprovam o compromisso com o desenvolvimento do Brasil”, diz a Suzano em nota.

O presidente da Suzano Papel e Celulose, Walter Schalka, afirmou que a fusão com a Fibria unirá “as melhores práticas operacionais e de sustentabilidade das duas empresas, os maiores talentos e os mais relevantes projetos de inovação com foco em fontes renováveis”.

356246 - marcosvinicius2 -  28 Nov 2018, 21:00
COMENTÁRIO: PAPEL SOBREVALORIZADO ( * ). RECEITA LIQUIDA = A receita líquida totalizou R$ 5.836 milhões no 3T18, 24% superior ao 2T18, devido ao maior volume vendido(+12%)e à apreciação do dólar sobre o real de 10%.Em relação ao 3T17, a receita líquida teve elevação de 105% como resultado da valorização do dólar frente ao real de 25%, maior volume de vendas (+35%, equivalentes a 513kt), decorrente majoritariamente da conclusão da curva de aprendizado da linha Horizonte 2,e aumento de 22% do preço líquido de celulose em dólar.; EBITDA AJUSTADO = O EBITDA ajustado do 3T18 totalizou R$ 3.269 milhões,com margem de 63% (excluindo a receita proveniente do contrato com a Klabin). O aumento de 31% em relação ao 2T18 é explicado pelo maior volume vendido e pela apreciação do dólar médio frente ao real de 10% no período, parcialmente compensado sobretudo pelo maior CPV caixa, que por sua vez também é explicado pelo maior volume, já que na base por tonelada, o mesmo beneficiou o EBITDA. Na comparação com o 3T17, o aumento do EBITDA ajustado foi de 160%, explicado sobretudo pela valorização de 25% do dólar médio frente ao real, aumento de 35%no volume de vendas e pelo aumento de 22% no preço médio líquido em dólar, parcialmente compensados pelo maior CPV caixa, em função também do maior volume vendido,e pela elevação no SG&A, em decorrência principalmente do maior volume de vendas e da maior contribuição de Horizonte 2 no volume vendido. O gráfico abaixo apresenta as principais variações ocorridas no trimestre:

FIBR3
PREÇO: R$ 71,30
PAYOUT (2017): 36,26%

Múltiplos baseados nos últimos 12 meses

P/L 21,86
P/VPA 2,45
PSR 2,16
DY 1,66%
EV/EBITDA 5,75
MARGEM BRUTA 43,78%
MARGEM OPERACIONAL 13,66%
MARGEM LÍQUIDA 9,87%
LUCRO POR AÇÃO R$ 3,261
MARGEM EBITDA 50,75%
DÍVIDA BRUTA/PATRIMÔNIO LÍQUIDO 139,68%
ROE 11,19%
LIQUIDEZ CORRENTE 2,39

Taxas de Crescimento Nominal

a) últimos 12 meses sobre 12 terminados no 3T17, nominal
RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA 78,93%
RESULTADO BRUTO 230,65%
RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO 1964,46%
RESULTADO OPERACIONAL 130,34%
RESULTADO LÍQUIDO 152,75%
EBITDA 179,12%

b) 3T18 sobre 3T17, nominal
RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA 105,23%
RESULTADO BRUTO 218,47%
RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO -281,78%
RESULTADO OPERACIONAL 48,26%
RESULTADO LÍQUIDO 51,84%
EBITDA 167,47%

c) lucro (taxa média anual)
UA 152,75%
U2A -17,48%
U3A -237,64%

d) patrimônio líquido médio
UA 8,45%
U2A 5,29%
U3A 2,25%

Preço justo fornecido pela fórmula do FCD para uma taxa média de crescimento real nulo do lucro líquido dos últimos 12 meses durante 5 anos, perpetuidade real nula e taxa de desconto real de 8%: R$ 40,76
Ou, taxa de crescimento real do lucro líquido dos últimos 12 meses necessária, durante os próximos 5 anos, para que o preço justo fornecido pela fórmula do FCD seja igual ao preço corrente (com uma perpetuidade real nula e taxa de desconto anual real de 8%): +13,5% !!!!
[...]

354976  - paulo_prof - 24 Out 2018, 17:05
Resultados Excepcionais ... Recordes de Receita Líquida, Ebitda e Lucro trimestral, este último mesmo com um resultado financeiro relatovamente desfavorável.

O que impressiona é o EV/EBITDA = 5,54. indicando que provavelmente a SUZB fez um otimo negócio, pagando relativamente bararto pela empresa.

FIBR3

PREÇO: R$ 72,52

PAYOUT (2017): 23,7%



Múltiplos baseados nos últimos 12 meses

P/L 22,21

P/VPA 2,49

PSR 2,19

DY 1,07%

EV/EBITDA 5,54

MARGEM BRUTA 43,8%

MARGEM OPERACIONAL 13,7%

MARGEM LÍQUIDA 9,9%

LUCRO POR AÇÃO R$ 3,265

MARGEM EBITDA 52,3%

DÍVIDA BRUTA/PATRIMÔNIO LÍQUIDO 136,0%

ROE 11,19%

LIQUIDEZ CORRENTE 2,39



Taxas de Crescimento Nominal

a) últimos 12 meses vs 12 meses terminados no 3T17

RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA +78,93%

RESULTADO BRUTO +230,65%

RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO +1.964,46%

RESULTADO OPERACIONAL +130,34%

RESULTADO LÍQUIDO +152,75%%

EBITDA +153,52%



b) 3T18 vs 3T17

RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA +105,23%

RESULTADO BRUTO +218,47%

RESULTADO FINANCEIRO passou de positivo para negativo

RESULTADO OPERACIONAL +48,26%

RESULTADO LÍQUIDO NEGATIVO +51,84%

EBITDA +160,27%



c) lucro (taxa média anual)

UA 152,75%

U2A -17,48%

U3A passou de negativo para positivo



d) patrimônio líquido médio

UA 3,63%

U2A 2,92%

U3A 0,71%



e) ebitda anual médio

UA 153,52%

U2A 44,91%

U3A 27,48%

U4A 37,11%

U5A 28,55%

U6A 27,66%

U7A 19,87%

U8A 16,63%



Preço justo fornecido pela fórmula do FCD para uma taxa média de crescimento real nulo do lucro líquido dos últimos 12 meses durante 5 anos, perpetuidade real nula e taxa de desconto real de 8%: R$ 40,81

Ou, taxa de crescimento real do lucro líquido dos últimos 12 meses necessária, durante os próximos 5 anos, para que o preço justo fornecido pela fórmula do FCD seja igual ao preço corrente (com uma perpetuidade real nula e taxa de desconto anual real de 8%): +14,0%

354730 - paulo_prof  -  16 Out 2018, 00:08
Citação: m84 - Post #354687 - 12/Out/2018 20:58
Paulo Prof.
Vc poderia comentar a respeito da fusão entre Fibria e Suzano?!?!?
Obrigado!!
Baita empresa ... com vantegens competitivas em relação aos pares. Mas acho que o real ainda tem chão para se valorizar e suspeito que no médio prazo a oferta de celulose poderá ser maior do que a demanda. Eu pretendo reiniciar posição se me for dada a oprtunidade com o real mais valorizado, mas a posição será modesta.

352207 - paulo_prof  -  25 Jul 2018, 14:41
Resultado operacional excepcional (o melhor da história), fortemente impactado por um Resultado Financeiro desfavorável, devido ao endividamento em moeda estrangeira e desvalorização cambial.

De qualquer forma, considerando o processo de fusão com a SUZB, o preço corrente do ativo não guarda relação com os resultados da empresa.


FIBR3

PREÇO: R$ 72,26

PAYOUT (2017): 23,7%



Múltiplos baseados nos últimos 12 meses

P/L 28,13

P/VPA 3,25

PSR 2,61

DY 0,84%

EV/EBITDA 7,14

MARGEM BRUTA 39,3%

MARGEM OPERACIONAL 12,7%

MARGEM LÍQUIDA 9,3%

LUCRO POR AÇÃO R$ 2,569

MARGEM EBITDA 49,4%

DÍVIDA BRUTA/PATRIMÔNIO LÍQUIDO 176,2%

ROE 11,56%

LIQUIDEZ CORRENTE 2,39



Taxas de Crescimento Nominal

a) últimos 12 meses vs 12 meses terminados no 2T17

RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA +58,08%

RESULTADO BRUTO +206,93%

RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO +230,20%

RESULTADO OPERACIONAL passou de negatgivo para positivo

RESULTADO LÍQUIDO +137.238%%

EBITDA +130,63%



b) 2T18 vs 2T17

RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA +70,19%

RESULTADO BRUTO +189,56%

RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO +183,84%

RESULTADO OPERACIONAL NEGATIVO -16,49%

RESULTADO LÍQUIDO NEGATIVO -18,97%

EBITDA +133,33%



c) lucro (taxa média anual)

UA 137248,31%

U2A -16,07%

U3A passou de negativo para positivo



d) patrimônio líquido médio

UA 1,30%

U2A 1,81%

U3A -0,69%



e) ebitda anual médio

UA 130,63%

U2A 18,85%

U3A 27,09%

U4A 27,53%

U5A 24,73%

U6A 22,04%

U7A 15,61%

U8A 15,12%



Preço justo fornecido pela fórmula do FCD para uma taxa média de crescimento real nulo do lucro líquido dos últimos 12 meses durante 5 anos, perpetuidade real nula e taxa de desconto real de 8%: R$ 32,11

Ou, taxa de crescimento real do lucro líquido dos últimos 12 meses necessária, durante os próximos 5 anos, para que o preço justo fornecido pela fórmula do FCD seja igual ao preço corrente (com uma perpetuidade real nula e taxa de desconto anual real de 8%): +20,5%

349402  - paulo_prof   -  28 Abr 2018, 22:26
Confesso ter uma grande dificuldade para analisar os fundamentos de empresas que têm um endívidamento considerável em moeda estrangeira. Ainda não consegui divisar uma maneira de "alisar" a volatilidade do câmbio.

O endividamento líquido é composto de aprox. R$ 8,8 bilhões denominados em moeda estrangeira (custo de 4,5% a.a.) e R$ 4,1 bilhões em reals (custo de 8,4% a.a.). Em consequência, dependendo da variação cambial, o Resultado Financeiro pode até ser positivo, impactando fortemente a última linha.

No 1T18, em consequência da desvalorização do real, o Resultado Financeiro foi impactado negativamente em R$ 78 milhões. Mas no 1T17 o impacto foi de R$ 204 milhões positivos e no 4T17 havia sido de R$ 407 milhões negativos. Mas isto não é tudo ... além da variação cambial sobre o endividamento líquido, o resultado financeiro também é impactado pela política de hedge. No 1T18 o hedge proporcionou uma Receita de R$ 57 milhões; no 1T17 houve uma receita de R$ 287 milhões e no 4T17, uma despesa de R$ 128 milhões.

A alavancagem não preocupa, pois ao final do 1T18, quando medida em reais, endividamento líquido / ebitda dos últimos 12 meses = 2,1. Também não preocupa o endividamento denominado em moeda estrangeira. Como a maior parte da receita é denominada em dólares, o serviço e amortização do endividamento em moeda estrangeira estão equacionados de maneira natural. A volatilidade que a variação cambial introduz não tem efeito caixa. Espera-se, entretanto, que a política de hedge seja adequada. Se a todo trimestre a política de hedge produzir resultados como aquele do 4T17, a empresa estaria "roubada". De um lado, a variação cambial produziu uma despesa não caixa de R$ 407 milhões. A política de hedge, de outro lado, acrescentou R$ 128 milhões a esta despesa.

De uma maneira geral, os Resultados do 1T18 foram muito bons. Mas não sei se bons o suficiente para justificar o preço atual do ativo. Considerando o indicador EV/Ebitda e a taxa de crescimento medio do Ebitda, parece que sim. Considerando a taxa de crescimento efetiva do lucro, parece que não.

De qualquer forma, o preço atual é função da oferta de compra efetuada pela SUZB, que por sua vez considera todas as sinergias que podem ser obtidas do negócio.


FIBR3

PREÇO: R$ 68,00

PAYOUT (2017): 23,7%



Múltiplos baseados nos últimos 12 meses

P/L 27,42

P/VPA 2,47

PSR 2,82

DY 0,87%

EV/EBITDA 8,24

MARGEM BRUTA 34,7%

MARGEM OPERACIONAL 14,0%

MARGEM LÍQUIDA 10,3%

LUCRO POR AÇÃO R$ 2,480

MARGEM EBITDA 45,9%

DÍVIDA BRUTA/PATRIMÔNIO LÍQUIDO 126,2%

ROE 9,03%

LIQUIDEZ CORRENTE 2,34



Taxas de Crescimento Nominal

a) últimos 12 meses vs 12 meses terminados no 1T17

RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA +43,73%

RESULTADO BRUTO +147,75%

RESULTADO FINANCEIRO passou de positivo para negativo

RESULTADO OPERACIONAL -1,36%

RESULTADO LÍQUIDO +36,34%

EBITDA +95,79%



b) 1T18 vs 1T17

RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA +78,07%

RESULTADO BRUTO +336,91%

RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO passou de negativo para positivo

RESULTADO OPERACIONAL +59,16%

RESULTADO LÍQUIDO +87,74%

EBITDA +183,23%



c) lucro (taxa média anual)

UA 36,34%

U2A -14,73%

U3A passou de negativo para positivo



d) patrimônio líquido médio

UA 3,20%

U2A 2,90%

U3A -0,15%



e) ebitda anual médio

UA 95,79%

U2A 4,79%

U3A 25,26%

U4A 20,47%

U5A 18,30%

U6A 20,83%

U7A 10,71%

U8A 14,73%



Preço justo fornecido pela fórmula do FCD para uma taxa média de crescimento real nulo do lucro líquido dos últimos 12 meses durante 5 anos, perpetuidade real nula e taxa de desconto real de 8%: R$ 31,00

Ou, taxa de crescimento real do lucro líquido dos últimos 12 meses necessária, durante os próximos 5 anos, para que o preço justo fornecido pela fórmula do FCD seja igual ao preço corrente (com uma perpetuidade real nula e taxa de desconto anual real de 8%): +19,5%

349285  - herdsman  -  25 Abr 2018, 14:44
Mesmo com dólar ajudando no resultado financeiro o lucro da Fibria não é tudo aquilo que esperavam.

Acho que o preço da Suzano tbm não é real. Parece que o mercado acha que está ganhando Fibria de brinde.

Não é assim, vai se endividar bastante,

346572 - paulo_prof -  30 Jan 2018, 13:25
Excelente o resultado da Fibria no 4T17, quando medido pelo ebitda. Não fosse pelo resultado financeiro exageradamente negativo devido a desvalorização cambial no trimestre (dolar passou de R$ 3,168 para R$ 3,308), a última linha também iria bombar.

No 1T18 o impacto da valorização do real (o dólar já está em R$ 3,1655) sobre a receita deverá ser pequeno mas sobre o resultado financeiro deverá ser enorme, pois de negativo deverá passar a ser positivo. O lucro líquido do 1T18 poderá chegar próximo do bilhão!

FIBR3

PREÇO: R$ 56,75

PAYOUT (2016): 23,7%

Múltiplos baseados nos últimos 12 meses

P/L 28,93

P/VPA 2,15

PSR 2,67

DY 0,82%

EV/EBITDA 8,86

MARGEM BRUTA 29,7%

MARGEM OPERACIONAL 13,1%

MARGEM LÍQUIDA 9,2%

LUCRO POR AÇÃO R$ 1,962

MARGEM EBITDA 42,2%

DÍVIDA BRUTA/PATRIMÔNIO LÍQUIDO 134,5%

ROE 7,44%

LIQUIDEZ CORRENTE 1,82

Taxas de Crescimento Nominal

a) últimos 12 meses vs 12 meses terminados no 4T16

RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA +22,09%

RESULTADO BRUTO +39,27%

RESULTADO FINANCEIRO passou de positivo para negativo

RESULTADO OPERACIONAL -49,55%

RESULTADO LÍQUIDO -34,42%

EBITDA +32,34%

b) 4T17 vs 4T16

RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA +59,71%

RESULTADO BRUTO +241,58%

RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO +295,60%

RESULTADO OPERACIONAL passou de negativo para positivo

RESULTADO LÍQUIDO passou de negativo para positivo

EBITDA +146,09%

c) lucro (taxa média anual)

UA -34,42%

U2A 78,09%

U3A 91,07%

d) patrimônio líquido médio

UA 1,86%

U2A 1,63%

U3A -1,06%


e) ebitda anual médio

UA 32,34%

U2A -3,67%

U3A 21,05%

U4A 15,35%

U5A 15,23%

U6A 11,46%

U7A 9,43%

U8A 13,45%

Preço justo fornecido pela fórmula do FCD para uma taxa média de crescimento real nulo do lucro líquido dos últimos 12 meses durante 5 anos, perpetuidade real nula e taxa de desconto real de 8%: R$ 25,15

Ou, taxa de crescimento real do lucro líquido dos últimos 12 meses necessária, durante os próximos 5 anos, para que o preço justo fornecido pela fórmula do FCD seja igual ao preço corrente (com uma perpetuidade real nula e taxa de desconto anual real de 8%): +21,5%

343826  - paulo_prof -  11 Nov 2017, 13:29
O resultado do 3T17 foi excepcional, muito auxiliado pela valorização do real. Tendo em vista a enorme volatilidade que a variação cambial introdiz no resultado líquido, os múltiplos que seriam mais úteis na análise da FIBR são o EV/EBITDA e a taxa de crescimento do EBITDA. Na base anual, a taxa de crescimento do Ebitda ainda é negativa. Na base trimestral, entretanto, a taxa de crescimento é fortemente positiva. Há que se ver se esta taxa de crescimento poderá ser mantida, para justificar o otimismo do mercado com o ativo ... pessoalmente, acho que o mercado pode ter exagerado e, portanto, teria cautela.

FIBR3

PREÇO: R$ 50,455

PAYOUT (2016): 23,7%



Múltiplos baseados nos últimos 12 meses

P/L 39,04

P/VPA 1,92

PSR 2,73

DY 0,61%

EV/EBITDA 10,67

MARGEM BRUTA 23,7%

MARGEM OPERACIONAL 10,6%

MARGEM LÍQUIDA 7,0%

LUCRO POR AÇÃO R$ 1,292

MARGEM EBITDA 36,9%

DÍVIDA BRUTA/PATRIMÔNIO LÍQUIDO 132,6%

ROE 4,91%

LIQUIDEZ CORRENTE 1,96



Taxas de Crescimento Nominal

a) últimos 12 meses vs 12 meses terminados no 3T16

RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA +1,60%

RESULTADO BRUTO -29,10%

RESULTADO FINANCEIRO passou de positivo para negativo

RESULTADO OPERACIONAL -75,97%

RESULTADO LÍQUIDO -73,03%

EBITDA -17,17%



b) 3T17 vs 3T16

RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA +23,64%

RESULTADO BRUTO +102,67%

RESULTADO FINANCEIRO passou de negativo para positivo

RESULTADO OPERACIONAL +3.004,61%

RESULTADO LÍQUIDO +2.402,69%

EBITDA +65,70%



c) lucro (taxa média anual)

UA -73,06%

U2A passou de negativo a positivo

U3A +93,86



d) patrimônio líquido médio

UA 2,21%

U2A -0,72%

U3A -1,47%



Preço justo fornecido pela fórmula do FCD para uma taxa média de crescimento real nulo do lucro líquido dos últimos 12 meses durante 5 anos, perpetuidade real nula e taxa de desconto real de 8%: R$ 16,56

Ou, taxa de crescimento real do lucro líquido dos últimos 12 meses necessária, durante os próximos 5 anos, para que o preço justo fornecido pela fórmula do FCD seja igual ao preço corrente (com uma perpetuidade real nula e taxa de desconto anual real de 8%): +30,0%

343718  - marcosvinicius2 -  09 Nov 2017, 13:53
COMENTÁRIO: PAPEL SOBREVALORIZADO (*). DOS ULTIMOS 46 TRIMESTRES, 17 APRESENTARAM LUCRO LIQUIDO NEGATIVO (36,9565%). LUCRO Atribuído a Sócios da Empresa Controladora DO 3T17 = 742.298 FOI MAIOR DO QUE O LUCRO APRESENTADO NO 2T17 = -261.999 E MAIOR (TAMBEM) EM RELAÇÃO AO APRESENTADO NO 3T16 = 28.637. RESULTADO BRUTO TAMBEM FOI MAIOR NA COMPARAÇÃO ENTRE 3T16 = 450.361 X 3T17 = 912.744. VALOR DE MERCADO (MIL) = 27.419.765; VALOR MAXIMO (MIL) = 29.783.211 NO 3T15; VE PSBE (MIL) = 26.778.776:

FIBR3
PREÇO: 49,50
PAYOUT (2016): 18,13%

Múltiplos baseados nos últimos 12 meses

P/L 38,37
P/VPA 1,89
PSR 2,68
DY 0,47%
EV/EBITDA 12,27
MARGEM BRUTA 23,69%
MARGEM OPERACIONAL 10,61%
MARGEM LÍQUIDA 6,99%
LUCRO POR AÇÃO 1,290
MARGEM EBITDA 32,54%
DÍVIDA BRUTA/PATRIMÔNIO LÍQUIDO 135,71%
ROE 4,91%
LIQUIDEZ CORRENTE 1,96

Taxas de Crescimento Nominal

a) últimos 12 meses sobre 12 terminados no 3T16, nominal
RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA 1,60%
RESULTADO BRUTO -29,10%
RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO -110,44%
RESULTADO OPERACIONAL -75,97%
RESULTADO LÍQUIDO -73,06%
EBITDA -24,90%

b) 3T17 sobre 3T16, nominal
RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA 23,64%
RESULTADO BRUTO 102,67%
RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO -324,04%
RESULTADO OPERACIONAL 3004,61%
RESULTADO LÍQUIDO 2492,09%
EBITDA 70,26%

c) lucro (taxa média anual)
UA -73,06%
U2A ND
U3A 93,86%

d) patrimônio líquido médio
UA 2,21%
U2A -0,72%
U3A -1,47%

O EBITDA ajustado do 3T17 totalizou R$ 1.256 milhões, aumento de 17% em relação ao 2T17, devido principalmente ao maior preço médio líquido em dólare redução do CPV base caixa.A margem EBITDA, excluindo as vendas de celulose provenientes da Klabin ficou em 49%,e em 44% incluindo esse efeito. Na comparação com o 3T16, o aumento do EBITDA ajustado foi de 66%, explicado sobre tudo pela elevação de 24% do preço médio líquido em dólar. O fluxo de caixa livre no trimestre antes do capex de expansão, projetos logísticos e dividendo foi de R$ 549 milhões, aumento de 112%e 37% em comparação ao 2T17 e 3T16, respectivamente, em função da elevação no EBITDA e menor desembolso com pagamento de juros.

O resultado financeiro foi positivo em R$ 456 milhões no 3T17, contra R$ 789 milhões negativos no 2T17 e R$ 203 milhões negativos no 3T16. A variação em relação ao trimestre anterior e ao 3T16 é explicada grande parte pelo efeito câmbio sobre a posição da dívida e no resultado de hedge. A dívida bruta em dólar era de US$ 6.013 milhões, 6% e 38% superior ao 2T17 e 3T16, respectivamente, devido às novas contratações no período relacionadas ao financiamento de H2, emissão do bond 2027 e CRAs. A Fibria encerrou o trimestre com posição de caixa de US$ 2.151 milhões, incluindo a marcação a mercado dos derivativos e dívida líquida de US$ 3.863 milhões, 1% superior ao 2T17 e 18% superior ao 3T16, em função principalmente dos investimentos relacionados ao projeto Horizonte 2.A relação dívida líquida/EBITDA encerrou o trimestre em 3,28x em dólare 3,24x em reais, já abaixo do limite da política financeira.


( * ) É PRECISO VERIFICAR NO RELATÓRIO DA ADM. A EXISTÊNCIA DE RESULTADO NÃO RECORRENTE:
( ** ) EMPRESAS DO SETOR FINANC onde houve necessidade de digitar os valores de REC INT FINANC (a pesquisa avançada não importou esses valores ) = BAZA3, BBDC3, BBDC4, BEES3, BEES4, BIGP3, BGIP4, BMEB3, BMEB4, BMIN3, BMIN4, BNBR3, BPAN4, BRIV3, BRIV4, BRSR3, BRSR5, BRSR6, BSLI4, CRIV3, CRIV4, IDVL3 IDVL4 ITUB3, ITUB4, PINE4, PRBC4, SANB11, SANB3, SANB4 E SFSA4;
( *** ) A VMCM = 5,56000000 foi calculada utilizando-se uma amostragem de 327 empresas com PL > 0 (Desta vez não foi utilizado o critério de LIQUIDEZ MÍNIMA). Na tentativa de um valor abaixo do indicado, a VMCM apresentou um valor < 5, o que indicaria um mercado subprecificado: forum.infomoney.com.br/viewtopic.php?f=6&t=10754&start=620#p2082722
( **** ) Foram EXCLUÍDAS da amostragem inicial as empresas = DAGB33, MERC4, BRAP4, BRAP3, ECPR4, JBDU3, LFFE4, LFFE3, SBSP3, BAHI3, BMTO4, BMTO3 E LIPR3;

343285  - Jorge Tomaz   -  28 Out 2017, 23:10
acabei de ler os releases das papeleiras. Achei a KLNB a mais fraca, o financeiro foi muito grande em relação ao lucro. Na FIBR3 foi uma parcela bem significativa, mas entre as papeleiras ela teve o maior aumento de EBITDA e disparado também de lucro. A SUZB foi a mais equilibrada realmente, mas gostei da FIBR3.

343160 - Jorge Tomaz - 25 Out 2017, 01:39
FIBR3 3T17

Resultado da Fíbria fortemente impactado pelo resultado financeiro. Teve aumento operacional (produção), mas vendas no 3T17 um pouco menor que 2T17. Início da operação de Horizonte2 em agosto, redução do custo caixa e relação Dívida líq/EBITDA voltando para baixo do limite estipulado pela companhia (não sei qual é).

Alguns números:

............................................................................3T17.............2T17............3T16

Receita líquida...................................................2.844...........2.775.............2.300

EBITDA ajustado...............................................1.256........... 1.071................758

Total de Vendas................................................ 1.475............1.534............ 1.442

Resultado Financeiro Líquido..............................456..............(789).............(203)

Lucro líquido .......................................................743..............(259).................32

ROE....................................................................7,5%..............3,5%...........16,1%

ROIC...................................................................6,3%..............4,0%...........10,4%

Dívida líquida/EBITDA UDMx............................3,24................3,85..............2,33

Dívida Líquida/EBITDA UDM (US$)..................3,28................3,75..............2,64

337123  - TraderCenter  -  26 Abr 2017, 22:35
[...]
Fibria (FIBR3): Lucro líquido no 1º trimestre de R$ 326,7 milhões

A fabricante de celulose Fibria registrou lucro líquido atribuível aos sócios da empresa controladora de R$ 326,7 milhões no primeiro trimestre, com queda de 66,5% em relação a igual período de 2016.

O resultado operacional da empresa medido pelo Ebitda (lucro antes de impostos, juros, depreciação e amortização, na sigla em inglês) somou R$ 644 milhões entre janeiro e março, em termos ajustados, queda de 49% contra um ano antes.

A Fibria informou no balanço que o custo caixa de produção do primeiro trimestre foi 8% maior que o registrado nos três primeiros meses de 2016 e 4% maior que no quarto trimestre, impactado entre outros fatores por despesas maiores com aquisição de madeira de terceiros e paradas de manutenção.

Além disso, pesou na comparação anual a redução no resultado financeiro positivo para R$ 331 milhões nos três meses encerrados em março ante 922 milhões de reais no mesmo período de 2016.
[...]

337089  - paulo_prof   -  26 Abr 2017, 03:19
Achei bastante razoáveis os resultados da FIBR. Só não esperava um Resultado Financeiro tão positivo (+R$ 331 milhões). Os resultados do 2T17 deverão superar aqueles do 1T17, principalmente em função do mercado aquecido e do maior preço do produto, mas deverão ficar sensivelmente abaixo dos excelentes resultados do 2T16.

FIBR3

PREÇO: R$ 28,95

PAYOUT (2016): 23,7%



Múltiplos baseados nos últimos 12 meses

P/L 15,92

P/VPA 1,14

PSR 1,72

DY 1,49%

EV/EBITDA 8,79

MARGEM BRUTA 20,1%

MARGEM OPERACIONAL 20,4%

MARGEM LÍQUIDA 10,8%

LUCRO POR AÇÃO R$ 1,819

MARGEM EBITDA 33,7%

DÍVIDA BRUTA/PATRIMÔNIO LÍQUIDO 132,9%

ROE 7,15%

LIQUIDEZ CORRENTE 2,05



Taxas de Crescimento Nominal



a) últimos 12 meses vs 12 meses terminados no 1T16

RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA -11,30%

RESULTADO BRUTO -40,36%

RESULTADO FINANCEIRO passou de negativo para positivo

RESULTADO OPERACIONAL -31,40%

RESULTADO LÍQUIDO -46,67%

EBITDA -43,91%



b) 1T17 vs 1T16

RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA -13,39%

RESULTADO BRUTO -65,07%

RESULTADO FINANCEIRO POSITIVO -64,06%

RESULTADO OPERACIONAL -67,22%

RESULTADO LÍQUIDO -66,51%

EBITDA -48,64%



c) lucro (taxa média anual)

UA -46,67%

U2A passou de negativo a positivo

U3A passou de negativo a positivo



d) patrimônio líquido médio

UA 2,60%

U2A -1,79%

U3A -1,02%



Preço justo fornecido pela fórmula do FCD para uma taxa média de crescimento real nulo do lucro líquido dos últimos 12 meses durante 5 anos, perpetuidade real nula e taxa de desconto real de 8%: R$ 23,32



Ou, taxa de crescimento real do lucro líquido dos últimos 12 meses necessária, durante os próximos 5 anos, para que o preço justo fornecido pela fórmula do FCD seja igual ao preço corrente (com uma perpetuidade real nula e taxa de desconto anual real de 8%): +6,0%

336904  - NumBroker   -  19 Abr 2017, 16:37
Fibria (FIBR3, R$ 27,82, +0,29%)
Após alta de mais de 2% ontem, as ações da Fibria operam perto da estabilidade. A companhia anunciou ontem aumento de preço a partir de 1° de maio de 2017 para os mercados da Europa, América do Norte e Ásia. Os demais papéis do setor de papel e celulose - Suzano (SUZB5, R$ 12,74, -0,47%) e Klabin (KLBN11, R$ 14,96, +0,40%) -, que subiram ontem, operam entre perdas e ganhos nesta sessão.

Segundo o comunicado da Fibria enviado à imprensa ontem, o aumento na Europa será de US$ 40, passando US$ 820 a tonelada. Na América do Norte, o aumento também será de US$ 40, passando a US$ 1000 a tonelada. E na Ásia, o aumento será de US$ 20, com o preço passando a US$ 670 a tonelada.

Fonte: http://www.infomoney.com.br/mercados/acoes-e-indices/noticia/6367736/usiminas-dispara-vale-sobe-petrobras-cai-eletrica-salta-com-venda

336376  - NumBroker   -  03 Abr 2017, 19:58
FIBR3: Início Antecipado do Projeto Três Lagoas 2 - Positivo
03.04 - 15:45 - Tiago Binsfeld
Nossos analistas do setor enxergam como positivo o anúncio desta segunda-feira em que a Fibria confirmou que antecipará o lançamento de seu projeto de celulose Três Lagoas 2 (TL2) (2 milhões de toneladas) para setembro de 2017, um mês antes do prazo estimado.

Durante a conferência, a empresa destacou que o projeto TL2 terá um custo caixa muito competitivo de USD 107/tonelada (a plena capacidade) e um capex / tonelada menor, fazendo com que melhore significativamente a geração de caixa da Fibria e com que reduza rapidamente a alavancagem - o índice Divída Líquida/EBITDA poderá cair para 3x no final de 2018 (de 4,1x esperado para final de 2017).

De acordo com o projeto, a Fibria venderá 8 milhões de toneladas de celulose de fibra curta (25% do mercado) e poderá atuar como formadora de preços, ajustando a sua capacidade de acordo com as condições de mercado e trazendo algum equilíbrio de oferta.

Nossos analistas possuem rating outperform para a FIBR3, com um valor justo esperado para 2017 de BRL 28,0/ação.

Fonte: Itaú

336373  - NumBroker   -  03 Abr 2017, 19:49
Parece que querem aproveitar o atraso do projeto em Oki. Espero que dê certo.

Fibria (FIBR3): A Fibria informou que a companhia. “antecipou a previsão de início da operação (startup) da nova linha de produção de celulose, que em princípio era para o início do quarto trimestre de 2017, passando para o começo do mês de setembro de 2017”, segundo comunicado. A nova linha deve produzir 377.000 toneladas de celulose em 2017, segundo o comunicado. O Projeto Horizonte 2 tem capacidade anual de 1,95 milhão de toneladas de celulose e “amplia a capacidade de produção da unidade de Três Lagoas para 3,25 milhões de toneladas de celulose/ano”.

Fonte: http://www.infomoney.com.br/mercados/noticia/6299327/acoes-para-ficar-olho-inicio-pregao-alem-das-afetadas-pela

333480  - paulo_prof   -  01 Fev 2017, 11:55
Os resultados da Fibria vieram abaixo do que estava esperando, principalmente no que concerne os custos do produto vendido, refletido numa redução importante da margem bruta, sobre o nível já deprimido do 3T16 (passou de 19,6% no 3T16 para 17,4%, uma redução de 11%. Nos próximos 2 trimestres, com o aparente término da valorização do real e uma recuperação modesta dos preços, a Receita Líquida deverá aumentar. Se a margem bruta se recuperar para o nível do 3T16, deverá ocorrer um aumento do ebitda trimestral para aprox. R$ 850 milhões e última linha no azul.


No médio prazo, no meu modo de ver, a incerteza é total ... não arrisco "chutar" qual será o impacto do início iminente das operações da usina Oki na Indonésia e do projeto H-2 em outubro. Vai realmente depender da demanda e da pressão que os preços atuais estão exercendo sobre usinas ineficientes que ou terão que fechar ou investir para produzir celulose de maior valor agregado. De qualquer forma, com o início das operações do projeto H-2 em outubro, o custo médio de produção da celulose vai cair, permitindo à Fíbria suspender a produção em suas plantas mais caras se for o caso. Também não sei o que vai ocorrer com o câmbio até o final do ano. O meu palpite é que o real vai desvalorizar, beneficiando a empresa ... mas é um mero palpite.


De uma maneira geral, sou da opinião de que o Ebitda a ser gerado no exercício de 2017 será razoavelmente maior do que aquele do exercício de 2016 e que a relação Endividamento Líquido / Ebitda Anual deverá convergir para 3 até o final do ano.

FIBR3

PREÇO: R$ 29,37

PAYOUT: 35% (estimado)



Múltiplos baseados nos últimos 12 meses

P/L 9,82

P/VPA 1,18

PSR 1,69

DY 3,56%

EV/EBITDA 9,13

MARGEM BRUTA 26,1%

MARGEM OPERACIONAL 31,7%

MARGEM LÍQUIDA 17,2%

LUCRO POR AÇÃO R$ 2,991

MARGEM EBITDA 31,5%

DÍVIDA BRUTA/PATRIMÔNIO LÍQUIDO 121,0%

ROE 12,03%

LIQUIDEZ CORRENTE 1,87



Taxas de Crescimento Nominal



a) últimos 12 meses vs 12 meses terminados no 4T15

RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA -4,62%

RESULTADO BRUTO -40,36%

RESULTADO FINANCEIRO passou de negativo para positivo

RESULTADO OPERACIONAL passou de negativo para positivo

RESULTADO LÍQUIDO +383,61%

EBITDA -43,19%



b) 4T16 vs 4T15

RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA -15,10%

RESULTADO BRUTO -67,33%

RESULTADO FINANCEIRO passou de positivo para negativo

RESULTADO OPERACIONAL passou de positivo para negativo

RESULTADO LÍQUIDO passou de positivo para negativo

EBITDA -50,37%



c) lucro (taxa média anual)

UA 383,61%

U2A 226,13%

U3A passou de negativo a positivo



d) patrimônio líquido médio

UA 1,40%

U2A -2,49%

U3A -1,62%



Preço justo fornecido pela fórmula do FCD para uma taxa média de crescimento real nulo do lucro líquido dos últimos 12 meses durante 5 anos, perpetuidade real nula e taxa de desconto real de 8%: R$ 28,64


Ou, taxa de crescimento real do lucro líquido dos últimos 12 meses necessária, durante os próximos 5 anos, para que o preço justo fornecido pela fórmula do FCD seja igual ao preço corrente (com uma perpetuidade real nula e taxa de desconto anual real de 8%): +1,0%

333426  - Jasmin09  -  31 Jan 2017, 21:40
Vejam o resultado real, se é que já não sabem:

31 de janeiro de 2017 - FIBRIA ENCERRA 2016 COM CRESCIMENTO DE VENDAS, FORTE LUCRO LÍQUIDO E ROBUSTA POSIÇÃO DE CAIXA

As vendas de celulose no 4º trimestre de 2016 totalizaram 1,584 milhão de toneladas, 21% superior ao 4T15. No total do ano passado, o volume vendido foi de 5,504 milhões de toneladas;
O lucro líquido no ano somou R$1,664 bilhão, alta de 365%. A proposta de pagamento de dividendos é de R$ 393 milhões;
A posição de caixa de R$ 4,717 bilhões (equivalente a US$ 1,447 bilhão), somada às linhas não sacadas referentes ao financiamento da expansão da unidade de Três Lagoas (projeto Horizonte 2) e à recente emissão do bond (US$ 700 milhões), é suficiente para cobrir o restante dos investimentos para concluir o projeto e as amortizações de dívida até o final de 2019;
O Projeto Horizonte 2 encerrou 2016 com 77% de execução física e 57% de realização financeira.
São Paulo – A Fibria, empresa brasileira de base florestal e líder mundial na produção de celulose de eucalipto, registrou volume de vendas de 5,504 milhões de toneladas em 2016, 8% superior a 2015. No 4º trimestre de 2016, as vendas somaram 1,584 milhão de toneladas, com melhor desempenho em relação ao 4T15 – aumento de 21%.
Fonte: http://www.fibria.com.br/midia/releases/fibria-enc...

333365  - Pro_fit   -  31 Jan 2017, 15:46
qto. a FIBRIA....melhor esquecer....esse papel só tem lucro com dólar acima de 4 reais.....
suzb/embr. tb não tem lucro c dólar caindo (quase nos 3)
outras q não aguentam dólar em queda são exportadoras de carne (BRFS/MRFG/JBSS)....
mantenho distância

333343  - Marasmo  -  31 Jan 2017, 03:11
[...]
Já o da Fibria veio bem fraco com queda expressiva no Ebitda...
http://www.valor.com.br/empresas/4852686/fibria-re...

329718  - paulo_prof   -  09 Nov 2016, 21:59
O Resultado da Fibria veio dentro de minhas expectativas ... Quero crer que o Ebitda gerado, de R$ 760 milhões, tenha atingido o valor mínimo. O preço do produto vendido aumentou em outubro, e a taxa de câmbio deverá estabilizar para aumentar até o final do ano. O Ebitda gerado é mais do que suficiente para fazer frente a um resultado financeiro negativo, resultante de um endividamento líquido de R$ 10,7 bilhões.

FIBR3
PREÇO: R$ 25,45
PAYOUT (2015): 50,0%

Múltiplos baseados nos últimos 12 meses

P/L 5,31
P/VPA 0,99
PSR 1,40
DY 9,42%
EV/EBITDA 8,17
MARGEM BRUTA 34,0%
MARGEM OPERACIONAL 44,9%
MARGEM LÍQUIDA 26,4%
LUCRO POR AÇÃO R$ 4,795
MARGEM EBITDA 30,1%
DÍVIDA BRUTA/PATRIMÔNIO LÍQUIDO 103,2%
ROE 18,60%
LIQUIDEZ CORRENTE 1,82

Taxas de Crescimento Nominal

a) últimos 12 meses vs 12 meses terminados no 3T15
RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA +10,65%
RESULTADO BRUTO -1,35%
RESULTADO FINANCEIRO passou de negativo para positivo
RESULTADO OPERACIONAL passou de negativo para positivo
RESULTADO LÍQUIDO passou de negativo para positivo
EBITDA -1.34%

b) 3T16 vs 3T15
RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA -17,56%
RESULTADO BRUTO -64,16%
RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO -91,37%
RESULTADO OPERACIONAL passou de negativo para positivo
RESULTADO LÍQUIDO passou de negativo para positivo
EBITDA -51,13%

c) lucro (taxa média anual)
UA passou de negativo para positivo
U2A 420%
U3A passou de negativo para positivo

d) patrimônio líquido médio
UA -3,57%
U2A -3,26%
U3A -2,60%

Preço justo fornecido pela fórmula do FCD para uma taxa média de crescimento real nulo do lucro líquido dos últimos 12 meses durante 5 anos, perpetuidade real nula e taxa de desconto real de 10%: R$ 47,95

Ou, taxa de crescimento real do lucro líquido dos últimos 12 meses necessária, durante os próximos 5 anos, para que o preço justo fornecido pela fórmula do FCD seja igual ao preço corrente (com uma perpetuidade real nula e taxa de desconto anual real de 10%): -14,5%

329223  - NumBroker   -  31 Out 2016, 19:30
Fibria – Resultados fracos, em linha com as expectativas

31.10 - 17:17 - Tiago Binsfeld
A Fibria reportou hoje resultados fracos e em linha com as expectativas de nossos analistas, sua expectativa é de uma reação neutra aos números. Do lado positivo, a companhia espera um mercado mais acirrado no próximo trimestre devido à atrasos em aumentos de capacidade e paradas para manutenção. Nossos analistas mantêm a recomendação de outperform (desempenho acima da média do mercado) para as ações FIBR3, com preço justo estimado para o final de 2017 de R$ 28,00 por ação. Em sua visão, qualquer aumento na lucratividade da companhia pode ter impacto material no patrimônio líquido da Fibria. Além disso, nossos analistas acreditam que um dos principais riscos para sua visão positiva com relação aos papéis, o de uma forte apreciação do real, diminuiu.
Fonte: Itaú

329178  - paulo_prof -  31 Out 2016, 15:53
O Resultado da Fibria veio dentro de minhas expectativas ... Quero crer que o Ebitda gerado, de R$ 760 milhões, tenha atingido o valor mínimo. O preço do produto vendido aumentou em outubro, e a taxa de câmbio deverá estabilizar para aumentar até o final do ano. O Ebitda gerado é mais do que suficiente para fazer frente a um resultado financeiro negativo, resultante de um endividamento líquido de R$ 10,7 bilhões.

FIBR3
PREÇO: R$ 25,35
PAYOUT (2015): 50,0%

Múltiplos baseados nos últimos 12 meses

P/L 5,29
P/VPA 0,98
PSR 1,39
DY 9,46%
EV/EBITDA 8,15
MARGEM BRUTA 34,0%
MARGEM OPERACIONAL 44,9%
MARGEM LÍQUIDA 26,4%
LUCRO POR AÇÃO R$ 4,795
MARGEM EBITDA 45,3%
DÍVIDA BRUTA/PATRIMÔNIO LÍQUIDO 103,2%
ROE 18,60%
LIQUIDEZ CORRENTE 1,82

Taxas de Crescimento Nominal

a) últimos 12 meses vs 12 meses terminados no 3T15
RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA +10,65%
RESULTADO BRUTO -1,35%
RESULTADO FINANCEIRO passou de negativo para positivo
RESULTADO OPERACIONAL passou de negativo para positivo
RESULTADO LÍQUIDO passou de negativo para positivo
EBITDA -1.34%

b) 3T16 vs 3T15
RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA -17,56%
RESULTADO BRUTO -64,16%
RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO -91,37%
RESULTADO OPERACIONAL passou de negativo para positivo
RESULTADO LÍQUIDO passou de negativo para positivo
EBITDA -51,13%

c) lucro (taxa média anual)
UA passou de negativo para positivo
U2A 420%
U3A passou de negativo para positivo

d) patrimônio líquido médio
UA -3,57%
U2A -3,26%
U3A -2,60%

Preço justo fornecido pela fórmula do FCD para uma taxa média de crescimento real nulo do lucro líquido dos últimos 12 meses durante 5 anos, perpetuidade real nula e taxa de desconto real de 10%: R$ 47,95

Ou, taxa de crescimento real do lucro líquido dos últimos 12 meses necessária, durante os próximos 5 anos, para que o preço justo fornecido pela fórmula do FCD seja igual ao preço corrente (com uma perpetuidade real nula e taxa de desconto anual real de 10%): -14,5% 
Ao pessoal que está posicionado em FIBR3, quais são as suas estratégias para o papel?
Considerando que a taxa média de câmbio do 3T16 foi de R$ 3,25 por dólar foi 7,4% menor do que aquele do 2T16 (R$ 3,51); considerando que houve uma pequena desvalorização do real ao final do 3T16 em relação ao final do 3T16 (passou de R$ 3,21 para R$ 3,25) e considerando que o preço da celulose no mercado internacional permaneceu constante no 3T16, não há como esperar um resultado positivo. 

A Receita Líquida provavelmente diminuiu, a margem bruta deve ter caído e o resultado financeiro deve ter sido negativo. A grande incerteza está no resultado das operações com derivativos ... se o financeiro pilotou bem a questão, os derivativos podem ter contribuído para amenizar, em parte, o cenário negativo. Se pilotou mal ... o cenário negativo deve ter sido ampliado.

Na minha opinião, entretanto, daqui para frente, o cenário só deverá melhorar;

a) os chineses já engoliram o reajuste de USD 20 no preço da celulose; é esta inclusive, a razão do repique nos preços ontem;
b) o preço da celulose de fibra curta na Europa também está reagindo;
c) os preços atuais, mesmo após o reajuste, não cobrem os custos de diversos produtores ... a tendência é o fechamento das portas dos produtores marginais;
d) não há como o real se sustentar no atual nível de câmbio ... a taxa atual é circunstancial, provavelmente devido à repatriação de USD para pagamento à Receita; a partir do 1T16 não vejo como o câmbio permanecer no patamar atual.

Em consequência, não há porque vender nos preços atuais ... O meu objetivo de médio prazo para a FIBR3 é de R$ 30,00.

328924  - rafamcl -  26 Out 2016, 17:01
Também tenho FIBR em carteira e ainda não penso em vender, acho que vale a pena esperar alguns trimestres com ela esperando uma valorização maior, mas claro que depende da estratégia de cada um. A 25 reais ela ainda chega no VPA, e pelo Fundamentus com os resultados do último trimestre está negociando com um P/L de 6.

Se eu tivesse ela para trade, confirmando que deixou os R$24,00 para trás aguardaria ela encontrar uma resistência perto dos R$ 27,00. Para o meu caso, se der errado e cair eu compro mais rsrsrs....

Pq sera q klabin nao subiu quase nada comparada a Fibr e SUZ?
A empiricus considera KLBN a melhor escolha e vc professor?

Vai saber porque a Empiricus considera a KLBN a melhor???

Mais do que uma produtora de celulose, a KLBN produz papel e papelão. Através do projeto Puma é que está diversificando. Por outro lado, além do eucalipto também lida com pinus. Talvez a Empiricus esteja sobrevalorizando esta situação. A FIBR é produtora pura de celulose de eucalito. A SUZB pode ser considerada entre as duas.

Ocorre que a KLBN é (de longe) a mais endividada relativamente a geração de caixa medida pelo Ebitda. Para uma dívida líquida de R$ 11,9 bi está gerando somente aprox. R$ 2,2 bilhões anuais de Ebitda. É muito pouco. Pelo menos a metade do Ebitda gerado é necessário para cobrir o serviço da dívida.

As situações da FIBR (endividamento de R$ 9,8 bi para Ebitda de R$ 4 bi, por baixo) e SUZB (endividamento de R$ 10 bi para um ebitda de R$ 3 bilhões) são sensivelmente melhores. 

Por outro lado, entretanto, na eventualidade dos preços da celulose não terem ainda achado o seu piso e o real continuar a valorizar, quase não há como a FIBR se proteger ... teria que ser via derivativos ... mas suspeito que a empresa deva estar um tanto quanto traumatizada com a prática. 
                                                                                           ▲                                                                      ▲

Obrigado, prof!

Se considerarmos que setembro foi uma média simples entre julho e agosto, teríamos no trimestre 2,36, ou seja, aumento de 21,6%. Nada mal.

Fíbria hoje divide seu mercado entre Europa (36%), Ásia (33%), América do Norte (21%) e América Latina (10%). Aprofundando nas elucubrações, se pensarmos que o câmbio médio uns 7% menor no 2T16 (https://www.oanda.com/lang/pt/currency/average) e os preços internacionais estáveis, to supondo factível um aumento de EBITDA ajustado em Reais na faixa dos 10%, desconsiderando parceria com Klabin.

Se considerar que o ano 1 do acordo com Klabin adiciona aumento em 13% a produção prevista pra esse ano (675.000t de 5.185.000t) e que a margem seja no final das contas dividida entre Klabin e Fíbria daria mais uns de 6,5% no EBITDA na média desse ano. Como a unidade se bobear tá em operação assistida ainda nesse trimestre e uma pitada de impacto cambial negativo contaria com mais um plus de uns 5% de EBITDA pela unidade Puma.
Baseado em http://fibria.infoinvest.com.br/ptb/6488/Corporate%20Presentation%20BTG%20CEO%20Conference.pdf

No final das contas to chutando um incremento de uns 15% no EBITDA ajustado em relação ao 1T16, ou seja, uns 1,06bi com queda acentuada de margem EBITDA pela venda de celulose da parceria com Klabin.

Prof, o senhor acha factível? Eu sei que tem um caminhão premissas chutadas, mas o exercício da futurologia faz parte.

Quem quiser opinar fique à vontade.
Eu já acho que se o resultado bruto do 3T16 for o mesmo do 2T16 estará de bom tamanho. 

A Fibria não informa qual foi a participação da Klabin no 2T16. Só informa que os embarques iniciaram em maio. Excluindo vendas adicionais de celulose da Klabin, o volume deve aumentar uns 7%. Como o preço médio em reais vai cair 7%, a Receita não deverá mudar muito em relação ao 2T16. Em função do maior volume vendido, entretanto, o CPV deverá aumentar e o resultado bruto diminuir. Espero que esta diminuição seja compensada pelo resultado das vendas adicionais da celulose da Klabin.

Por outro lado, a menos que a empresa produza ganhos apreciáveis de hedge, espero um Resultado Financeiro negativo no 3T16. Algo como R$ 100-150 milhões. 

Ou seja, o lucro no meu chute (e coloca chute nisto) deve ficar na casa dos R$ 350 milhões. Ao preço corrente, isto daria um P/L de aprox. 9 ... bastante coerente. 

Na teleconferência do 2º tri é citada a negociação com a Klabin no projeto Puma...

Pelo que entendi a Fibria não vai aumentar seu EBIT...seu objetivo no negócio é aumentar sua fatia no mercado já que no final de 2017 entra em operação o PH2...

A Klabin em troca vai fornecer a Fibria um valor de aproximadamente 500 milhões para capital de giro...

Na minha opinião o negócio é bom para as duas mas a melhora nos resultados operacionais para a Fibria só deverão vir a partir de 2018...
                                                                                           ▲                                                                      ▲
327036  - Marasmo  -  13 Set 2016, 21:56
13 de setembro de 2016 - Fibria é classificada pela segunda vez entre as campeãs do anuário Valor 1000

A empresa foi a campeã no setor de papel e celulose consolidando sua posição de maior produtora de celulose de eucalipto do mundo

São Paulo, 13 de setembro de 2016 – A Fibria, empresa brasileira de base florestal e líder mundial na produção de celulose de eucalipto, foi escolhida pela segunda vez como destaque no setor de papel e celulose do Valor 1000.

A premiação aconteceu na noite de ontem em São Paulo com a presença dos ministros da Fazenda, Henrique Meirelles, e da Casa Civil, Eliseu Padilha, e de executivos das grandes empresas brasileiras.

Na 16ª edição do anuário, a Fibria passou da 74ª posição em 2015 para a 56ª este ano no ranking geral, entre as 1000 maiores. A companhia foi destaque ainda na lista das 50 maiores da região Sudeste.

O ranking é realizado pelo Valor Econômico em parceria com a Serasa Experian e o Centro de Estudos em Finanças da Eaesp/ FGV e analisa os mais diversos indicadores, da receita líquida ao endividamento e crescimento sustentável. São eleitas também as campeãs em 25 setores e 5 regiões.

Marcelo Castelli, presidente da Fibria, destaca os bons resultados da companhia e sua capacidade de investimento e de geração de valor ao acionista. “O projeto de expansão em nossa unidade de Três Lagoas, que já possui 50% das obras concluídas, é um dos maiores investimentos em andamento no País, o que mostra nossa competitividade e a solidez da companhia”, aponta Castelli.

Na semana passada a Fibria foi selecionada, pela quinta vez, para compor a carteira de ações para o período 2016-2017 do índice Dow Jones de Sustentabilidade Global (DJSI World), da Bolsa de Valores de Nova York (NYSE), principal referência em sustentabilidade do mercado para companhias de capital aberto.

A empresa foi a única do setor de Produtos Florestais e Papel escolhida entre 9 companhias que concorreram no índice global. A empresa segue ainda, pela quarta vez, fazendo parte do Índice Dow Jones de Sustentabilidade de Mercados Emergentes (DJSI Emerging Markets), também como a única entre as 7 companhias do setor que participaram da seleção.

327468  - NumBroker  -  23 Set 2016, 15:04
Fibria – Destaques do tour com investidores

22.09 - 14:59 - Tiago Binsfeld
Nossos analistas participaram de um tour com investidores e de encontro com a administração da Fibria. Segundo os analistas, a empresa expressou um panorama positivo, sustentado por: i) risco de queda limitada para o preço de celulose; ii) oportunidades de cortes de custos a partir de 2017; iii) criação de valor vinda do projeto TL2; e iv) uma confortável posição do balanço e opções para aumento de liquidez. A empresa reconhece que a indústria de celulose se mantém fragmentada e reafirma que uma consolidação poderia ser uma importante fonte de geração de valor. Os analistas reiteram a recomendação de market perform (desempenho em linha com a média do mercado), com preço justo para o final de 2016 de R$ 24,00 por ação.
Fonte: Itaú

326705  - Marasmo   -  01 Set 2016, 21:47
Três Lagoas, 29 de agosto de 2016 –

A Fibria, empresa brasileira de base florestal e líder mundial na produção de celulose de eucalipto, acaba de concluir 50% das obras do Projeto Horizonte 2, a segunda linha de produção de celulose em construção na unidade da empresa em Três Lagoas (MS).

Com a metade das obras concluídas, o Projeto Horizonte 2 segue dentro do cronograma. A previsão da empresa é de que a nova linha de produção entre em operação no início do quarto trimestre de 2017.

“Esse é um marco importante para a ampliação da nossa unidade no Mato Grosso do Sul. Motiva a equipe, os fornecedores, os parceiros e mostra que as obras seguem em um bom ritmo, dentro do prazo e abaixo dos custos planejados”, diz o presidente da Fibria, Marcelo Castelli.

A conclusão de metade do Projeto Horizonte 2 foi marcada pela entrega de importantes etapas da construção civil e consolida o início de uma nova fase da obra.

“Iniciamos agora uma nova etapa, que consolida os processos de engenharia, fabricação, entrega e montagem eletromecânica de todos os equipamentos que serão necessários para a nova linha de produção de celulose da empresa”, afirma o diretor de Engenharia e Projetos da Fibria, Júlio César Rodrigues da Cunha.

A unidade da Fibria em Três Lagoas segue os mais modernos conceitos de ecodesign, com processos produtivos mais limpos e eficientes.

Além disso, toda a energia consumida é gerada na própria fábrica, por meio de biomassa proveniente de cascas do eucalipto e biomassa líquida resultante do processo industrial. Com o aumento da capacidade de produção, a unidade industrial, além de gerar e consumir a própria energia, passará a ter um excedente adicional de 130 MWH, que contribuirá positivamente para o balanço energético brasileiro, além de favorecer a matriz energética ao usar fontes renováveis.

A Fibria também tem investido no desenvolvimento da base florestal na região com o objetivo de abastecer a nova linha de produção. O suprimento de madeira necessário para a operação da nova fábrica virá de florestas cultivadas no Mato Grosso do Sul. Serão necessários 187 mil hectares de florestas plantadas em áreas próprias, arrendamento e parcerias.

Somados os 120 mil hectares destinados a atender a fábrica atual, a base florestal que irá suprir a unidade de Três Lagoas passa para 307 mil hectares. O raio médio das florestas até as duas linhas de produção da empresa será de até 100 quilômetros, um dos mais competitivos do mercado.

Em maio de 2016, a Fibria anunciou o aumento da capacidade de produção da nova fábrica de 1,75 milhão de toneladas/ano para 1,95 milhão de toneladas de celulose/ano.

“Além de termos aumentado a capacidade da nova fábrica, vale destacar que todos os recursos necessários para a nova linha de produção já estão formalmente contratados e garantidos”, informa o diretor Financeiro e de Relações com Investidores da Fibria, Guilherme Cavalcanti.

Somando a nova linha à atual fábrica, já em operação, a unidade de Três Lagoas (MS) ampliará sua capacidade de produção em 150%, passando a produzir 3,25 milhões de toneladas de celulose/ano, elevando a liderança e a competitividade da Fibria no mercado global de celulose de fibra curta...

326221  - Marasmo   - 20 Ago 2016, 15:59
19 de agosto de 2016 - Fibria integra a lista das empresas que estão ajudando a mudar o mundo, elaborada pela Fortune

Companhia brasileira ficou em 14º lugar na lista, que destacou 50 multinacionais

São Paulo, 19 de agosto de 2016 – A Fibria, empresa brasileira de base florestal e líder mundial na produção de celulose de eucalipto, foi reconhecida pela revista norte-americana Fortune (do grupo Time Inc.) como uma das empresas que estão ajudando a criar um mundo melhor. A revista prepara anualmente uma lista chamada “Change The World” com 50 nomes de empresas mundiais que mais geram impactos sociais positivos por meio de suas estratégias, operações e inovações. A Fibria é a única empresa do setor de papel e celulose a fazer parte do ranking deste ano.

“A Fibria entende que o bom desenvolvimento do negócio depende tanto dos aspectos econômicos e financeiros como socioambientais. Acreditamos no valor compartilhado e comemoramos quando esse nosso princípio é reconhecido por entidades com credibilidade internacional”, afirma Marcelo Castelli, presidente da Fibria.

Na lista das 50 empresas que estão ajudando a mudar o mundo, a Fibria ficou na 14º posição. Um dos destaques da Fibria, segundo a Fortune, é o programa Poupança Florestal, que comemorou no ano passado 25 anos de atividade. O projeto busca incluir o produtor rural no negócio florestal por meio de parceria com a empresa, que atua na formação de florestas plantadas com mudas, assistência técnica e os insumos necessários ao cultivo, cabendo ao produtor o manejo das plantações.

“Estamos muito felizes em ver um programa tão importante para a Fibria como referência na lista da Fortune. Ao inserir os produtores locais na cadeia de suprimentos da empresa, a Fibria gera valor compartilhado, unindo o sucesso da empresa à prosperidade da comunidade local”, diz Maria Luiza de Oliveira Pinto e Paiva, diretora de Sustentabilidade, Relações Corporativas e Comunicação da Fibria.

Atualmente, participam do programa 1.685 produtores, em 164 municípios do Espírito Santo, Bahia, Minas Gerais e São Paulo, somando 67 mil hectares. Cerca de 30% do abastecimento de madeira da unidade da Fibria no Espírito Santo é feito por produtores vizinhos que participam do Poupança Florestal.

A lista “Change the World”, da Fortune, reconhece as empresas com mais de US$ 1 bilhão de faturamento que tiveram um impacto social positivo por meio de atividades que fazem parte da sua estratégia de negócio. As indicações são feitas por executivos, acadêmicos e ONGs, sendo feita uma avaliação detalhada pela revista em parceria com a FSG, uma consultoria sem fins lucrativos, a Shared Value Initiative, uma plataforma global que busca soluções de negócios para os desafios sociais, e o professor e acadêmico Michael E. Porter, da Harvard Business School.

Os projetos das empresas são avaliados levando em consideração o impacto social mensurável, o resultado do negócio e o nível de inovação.

A lista completa pode ser conferida no link http://for.tn/2bhiwAg #ChangeTheWorld

326063  - Marasmo   -  16 Ago 2016, 22:42
Saiu o vídeo com atualizações de julho na evolução do projeto Horizonte 2 da Fibria...

A previsão é de ficar operacional em outubro de 2017...mas pelo andar da carroagem pode até ser antecipado...
http://www.fibria.com.br/projetohorizonte2/andamento-da-obra/evolucao/

326033  - Jonas_Schwingel  -  16 Ago 2016, 13:18
FIBR3

À
CVM – Comissão de Valores Mobiliários
At: Sr. Guilherme Rocha Lopes - Gerente
C/c: emissores@bvmf.com.br

REF: APRESENTAÇÃO DE ESCLARECIMENTOS – OFÍCIO Nº 280/2016-CVM/SEP/GEA-2

FIBRIA CELULOSE S.A., sociedade por ações, com sede na cidade de São Paulo, Estado de São Paulo, na Rua Fidêncio Ramos, nº 302, 3º e 4º (parte) andares, Edifício Vila Olímpia Corporate, Torre B, Bairro Vila Olímpia, inscrita no CNPJ/MF sob o n.º 60.643.228/0001-21, registrada na Comissão de Valores Mobiliários (“CVM”) como companhia aberta categoria “A”, sob o código n.º 12793 (“Companhia”), vem pela presente, por meio de seu Diretor de Relações com Investidores, prestar esclarecimentos requeridos pela Comissão de Valores Mobiliários (“CVM”) nos termos do Ofício nº 280/2016-CVM/SEP/GEA-2, datado de 11 de agosto de 2016 (“Ofício”), recebido pela Companhia em 12 de agosto de 2016.

Para melhor compreensão da consulta formulada e dos esclarecimentos prestados pela Companhia, transcreve-se o inteiro teor do Ofício:

“Ofício nº 280/2016-CVM/SEP/GEA-2
Rio de Janeiro, 11 de agosto de 2016.

Ao Senhor
GUILHERME PERBOYRE CAVALCANTI
Diretor de Relações com Investidores da
FIBRIA CELULOSE S.A.
Rua Fidêncio Ramos, nº 302, Torre B - 3º e 4º andares, Vila Olímpia
CEP: 04551-010 – São Paulo – SP
Tel: (11) 2138-4565/ Fax: (11) 2138-4066
E-mail: ir@fibria.com.br
C/C: emissores@bvmf.com.br
Assunto: Solicitação de esclarecimentos sobre notícia veiculada na mídia

Prezado Senhor Diretor,

1. Reportamo-nos à notícia veiculada no sítio eletrônico do portal de notícias Valor Econômico, no dia 11.08.2016, sob o título "Fibria planeja avançar em bio-óleo", na qual constam as seguintes informações:

O projeto de implantação de uma fábrica de bio-óleo no país, com investimentos de R$ 450 milhões, pode seguir para análise do conselho de administração da Fibria até o fim do ano,
disse ao Valor o presidente da companhia, Marcelo Castelli. "É um projeto que está em vias de vir a mercado."

O projeto da biorrefinaria, que vem sendo trabalhado há pelo menos dois anos, é resultado de um investimento da Fíbria na americana Ensyn, empresa de tecnologia de produção de biocombustíveis que iniciou a construção de nova unidade no Canadá. O investimento na usina brasileira será dividido igualmente entre as Empresas e somente sairá do papel se houver boa visibilidade dos contratos futuros, ressaltou o executivo.

Ainda não há decisão sobre a localização, mas a biorrefinaria ficará em Jacareí (SP) ou Aracruz (ES), onde a Fibria opera fábricas de celulose. O licenciamento ambiental segue em andamento.

"Hoje, o projeto de bio-óleo é o que tem maior facilidade de definição", afirmou Castelli, referindo-se aos novos negócios que vêm sendo desenvolvidos. Até 2025, a meta é que 20% da
Receita líquida da Fibria, que no ano passado ultrapassou os R$ 10 bilhões, seja proveniente dos novos negócios.

No fim de 2015, a Fibria, dona de 12,6% do capital da Ensyn, finalizou a engenharia básica da usina de bio-óleo que será instalada no Brasil, inicialmente com capacidade de 22 milhões de galões por ano. O insumo, que será obtido a partir de biomassa proveniente de florestas da companhia e resíduos gerados na produção de celulose, será destinado ao mercado externo, com uso em caldeiras de aquecimento e no processamento de petróleo para obtenção de combustíveis. Mas, gradualmente e conforme avance o interesse pelo produto no país, os volumes serão direcionados ao mercado interno.

Segundo Castelli, a Ensyn Fuels, braço da Ensyn, já está prospectando negócios para a biorrefinaria brasileira e, se os prognósticos se confirmarem, a unidade "já nasce pequena". "E estamos falando de uma planta até cinco vezes maior em escalada [do que a unidade recém-anunciada] pela Ensyn."

Em julho, a empresa americana anunciou o início de construção da biorrefinaria de 10,5 milhões de galões por ano (cerca de 40 milhões de litros) em Port-Cartier, na província canadense de Quebec. O projeto foi desenvolvido pela Ensyn Corporation em parceria com a Arbec Forest Products e o grupo canadense Rémabec, e será instalado perto de uma serraria da Arbec.

A expectativa é que a construção seja concluída em 2017 e a Ensyn apresenta o projeto como "a primeira de uma série de unidades que estão sendo desenvolvidas para expandir a produção de bio-óleo para uso em energia". A empresa destaca, em nota, que capacidades de produção adicionais estão em desenvolvimento no próprio Canadá, no Brasil e nos Estados Unidos.

2. A respeito, requeremos a manifestação de V.S.a sobre a veracidade das afirmações veiculadas na notícia (em especial a respeito dos trechos grifados) e, caso afirmativo, solicitamos explicar os motivos pelos quais entendeu não se tratar de Fato Relevante, tendo em vista os incisos XVIII e XXI do artigo 2º da Instrução CVM nº 358/02, bem como o que dispõe o item 4.3 do OFÍCIO-CIRCULAR/CVM/SEP/Nº 02/2016.

3. Tal manifestação deverá incluir cópia deste Ofício e ser encaminhada ao Sistema IPE, categoria “Comunicado ao Mercado”, tipo “Esclarecimentos sobre consultas
CVM/BOVESPA”.

4. Além disso, cumpre-nos lembrar que, caso seja procedente a informação, o Formulário de Referência (Item 11. Projeções) deve ser atualizado em até 7 (sete) dias úteis contados da alteração ou divulgação de novas projeções ou estimativas (inciso IX do §3º ou inciso V do §4º do artigo 24 da Instrução CVM nº 480/09), sem prejuízo da divulgação de Fato Relevante, na forma do artigo 3º da Instrução CVM nº 358/02.

5. Lembramos também que, caso projeções e estimativas sejam divulgadas, o emissor deve, trimestralmente, no campo apropriado do Formulário de Informações Trimestrais – ITR e no Formulário de Demonstrações Financeiras Padronizadas – DFP, confrontar as projeções divulgadas no Formulário de Referência e os resultados efetivamente obtidos no trimestre, indicando as razões para eventuais diferenças (§4º do artigo 20 da Instrução CVM nº 480/09).

6. Ressaltamos que, nos termos do artigo 3º da Instrução CVM nº 358/02, cumpre ao Diretor de Relações com Investidores divulgar e comunicar à CVM e, se for o caso, à bolsa de valores e entidade do mercado de balcão organizado em que os valores mobiliários de emissão da companhia sejam admitidos à negociação, qualquer ato ou fato relevante ocorrido ou relacionado aos seus negócios, bem como zelar por sua ampla e imediata disseminação, simultaneamente em todos os mercados em que tais valores mobiliários sejam admitidos à negociação.

7. Lembramos ainda da obrigação disposta no parágrafo único do artigo 4º da Instrução CVM nº 358/02, de inquirir os administradores e acionistas controladores da Companhia, com o objetivo de averiguar se estes teriam conhecimento de informações que deveriam ser divulgadas ao mercado.

8. Por fim, chamamos a atenção da Companhia para o disposto no artigo 16 da Instrução CVM nº 480/09, segundo o qual "o emissor deve divulgar informações de forma abrangente, equitativa e simultânea para todo o mercado". Neste sentido, orienta o OFÍCIO-CIRCULAR/CVM/SEP/Nº 02/2016 que "a legislação societária não impede que informações relevantes sejam veiculadas e discutidas em reuniões de entidades de classe, investidores, analistas ou com público selecionado, no país ou no exterior. Contudo, zelando pelo tratamento equitativo de todos os participantes do mercado, e de forma a impedir, inclusive, a possibilidade de uso de informação privilegiada, ela exige que o fato relevante em questão seja divulgado, prévia ou simultaneamente à reunião, para todo o mercado, conforme determinado no caput e parágrafo 3º do artigo 3º da Instrução CVM nº 358/02".

9. De ordem da Superintendência de Relações com Empresas – SEP, alertamos que caberá a esta autoridade administrativa, no uso de suas atribuições legais e, com fundamento no inciso II, do artigo 9º, da Lei nº 6.385/1976, e no artigo 7º c/c o artigo 9º da Instrução CVM nº 452/2007, determinar a aplicação de multa cominatória, no valor de R$ 1.000,00 (mil reais), sem prejuízo de outras sanções administrativas, pelo não atendimento ao presente ofício, ora também enviado e-mail, no prazo de 1 (um) dia útil.

10. Em caso de dúvidas sobre este Ofício, favor entrar em contato com o inspetor Moises Washington, por meio do telefone (21) 3554-8672 ou do e-mail moliveira@cvm.gov.br.

Atenciosamente,
Documento assinado eletronicamente por Guilherme Rocha Lopes, Gerente, em 11/08/2016, às 19:11, conforme art. 1º, III, "b", da Lei 11.419/2006.”

Conforme divulgado por meio de Fato Relevante ao Mercado, em 2 de outubro de 2012, a Companhia assinou uma aliança estratégica com a Ensyn Corporation (“Ensyn”), uma empresa privada
constituída em Delaware, EUA, cuja principal atividade é a geração de combustível renovável (biocombustível) e bioprodutos, utilizando tecnologia de pirólise. Essa aliança incluiu a compra de participação no capital da Ensyn no valor de US$ 20 milhões – o equivalente, na época da aquisição, a 6,66% do capital total da Ensyn – e o estabelecimento de uma joint venture com participação igualitária em Delaware para futuro investimento em produção de combustíveis líquidos e químicos a partir de biomassa no Brasil. Essa operação foi aprovada, em 26 de setembro de 2012, pelo Conselho de Administração da Companhia, conforme Ata de Reunião do Conselho de Administração arquivada na CVM em 2 de outubro de 2012. Desde então, a Companhia aumentou o seu percentual de participação no capital social da Ensyn para aproximadamente 12,62%. Ressalta-se que a Companhia divulgou em seu Formulário de Referência as informações relativas à parceria mencionada e às aquisições de participação societária no capital social da Ensyn.

A Companhia informa que o projeto mencionado na notícia veiculada em 11 de agosto de 2016 no sítio eletrônico do portal de notícias Valor Econômico encontra-se em fase de análise e ainda não teve a aprovação do Conselho de Administração da Companhia, motivo pelo qual a Companhia não informou sobre o início deste projeto ao mercado.

Ademais, é importante mencionar que, desde 2012, a Companhia divulga, por meio de reuniões com investidores e analistas de mercado, bem como por meio dos Relatórios da Administração,
devidamente arquivados nos órgãos reguladores e disponíveis em seu website de Relações com Investidores, sua intenção de diversificar seus negócios e ampliar suas parcerias para desenvolvimento de novos negócios, mediante as aprovações necessárias para a concretização de sua missão e visão. A Companhia entende que não houve divulgação de novas projeções ou estimativas na notícia acima mencionada.

Sendo assim, a Companhia tem o entendimento de que as informações apresentadas na notícia acima mencionada, veiculada pelo Valor Econômico, não constituem a necessidade de divulgação de fato relevante nos termos do artigo 3º da Instrução CVM nº 358/02, tendo em vista que as informações divulgadas caracterizam-se por simples menção sobre as intenções da Companhia.
Por fim, a Companhia informa que não dispõe de outras informações que não sejam de conhecimento público e que possam influenciar a performance recente das ações de sua emissão, bem
como reafirma seu compromisso de cumprir fielmente com sua obrigação de divulgação de informações ao mercado de acordo com as normas vigentes e sua política de divulgação de ato e fato relevante.

Sendo o que tínhamos para o momento, renovamos nossos votos de elevada estima e apreço, e permanecemos à disposição caso quaisquer esclarecimentos adicionais sejam julgados necessários.

Atenciosamente,
Guilherme Perboyre Cavalcanti
Diretor de Relações com Investidores

325496  - Ronimendes  -  05 Ago 2016, 16:06
Sobre FIBR3, considero uma boa pedida pra fazer um hedge da carteira.
comprei um tikim em 20,xx,
mas não arrisco mais a pegar faca caindo. é mais seguro esperar uma reversão e pegar no comecinho de uma possível subida.
No gráfico de longo prazo, se perder os 18,xx, pode encontrar suporte por volta de 15,xx.
sei que a maioria daqui não curte gráficos, mas eles podem nos ajudar a fazer uma alocaçao menos perigosa.
abraços e bom fim de semana.
p.php?pid=chartscreenshot&u=BbpsSbTDkmi%

Prezados, uma dúvida: a FIBR3 vende em dólares e tem uma altíssima dívida em dólar. Não haveria uma compensação de uma coisa pela outra, de certa forma?
A fibria não tem "uma altíssima dívida em dólar".
Esta contratando dividas em reais para a expansão.
Suzano sim tem 2/3 da divida em dólar o que deve compensar parte da queda de receita.

No release do 2T16 consta que 90% da dívida é em dólar e 10% em real, se incluídos swaps. 
Sem swaps fica 70% dólar/30% real. Custo da dívida é de 3,4% aa.

Queda do dólar é ruim para o faturamento, mas gera um ganho cambial referente à marcação a mercado da dívida que entra no resultado financeiro. 
Como o projeto Horizonte 2 foi orçado em dólares (2,4 bi), a valorização do real fez eles revisarem o Capex do projeto, diminuindo o custo em 800 milhões frente a um orçamento que tinham feito em janeiro desse ano. Com essa redução, mais uma postergação que fizeram, o capex desse ano diminuiu em R$1,5 bilhões. Horizonte 2 está praticamente 50% concluído (avanço físico) e tem previsão de começar a operar no 4T17, adicionando 2 milhões de toneladas de capacidade.

Dívida líquida/ebitda em US$ na casa de 2x. Parece sob controle.
Próximos 3 anos serão importantíssimos, pois reúnem alto capex + amortizações de dívida.

Pelos dados do 2T16, 50% da celulose vendida destina-se a papéis sanitários, 30% impressão e escrita e 20% papéis especiais. 
Pode ser até que aposentemos o papel para escrever, mas dificilmente deixaremos de limpar a bunda.
Vendas: 33% Ásia, 36% Europa, 10% América Latina, 21% América do Norte. Desde 2012 vendas Europa caindo e Ásia crescendo.

Vantagens competitivas diversas, tecnológicas, naturais e de escala.
Na minha opinião o dividendaço do ano passado não pode e nem vai se repetir. Seria insanidade pagar novamente um dividendo daqueles num período tão crucial para empresa. 
                                                                                           ▲                                                                      ▲
324767  - rafamcl   -  26 Jul 2016, 20:24
FIBR3

Deixando de lado a discussão sobre os negócios da empresa, resolvi dar uma olhada no passado em termos de valor de mercado, olhando o histórico de P/Ls que ela já foi negociada, tentando entender se os preços que estamos vendo hoje podem se tratar de uma "exceção" sobre a "percepção de valor" que o mercado tem dela. Olhei rapidamente o Fundamentus e baixei a planilha com o histórico de P/Ls do Bluechip Invest.

O P/L histórico consegui apenas a partir de 2008. Olhando de lá pra cá, apenas no ano de 2010 a FIBR postou quatro resultados positivos em sequencia. O P/L comecou o ano em 38 e acabou em 50. Após isso FIBR ainda postou mais dois resultados positivos mas talvez o mercado tenha antecipado problemas, o P/L foi caindo até ficar negativo por um bom tempo acompanhando os prejuízos que se seguiram. Em 2014 quando postou bom resultado positivo, o P/L negociou por um tempo na casa dos 20 até os resultados definharem novamente e ficar mais uma vez negativo.

Atualmente negocia com P/L abaixo de 10. Nas outras vezes que chegou nesse nível, foi numa trajetória de queda até ficar negativo logo em sequência, assim como o LL. Porém hoje as perspectivas parecem bem melhores do que já foram outrora.

Em minha opinião, acho que apesar de ter histórico inconsistente de resultados no que se refere ao LL, nos períodos em que ele apareceu o ativo foi negociado a níveis P/L de empresa "querida" pelo mercado. Acho que a menos que o mercado tenha mudado sua "avaliação" sobre a FIBR, se os próximos resultados continuarem consistentes e as perspectivas em geral da nossa economia melhorarem podemos esperar por uma correção até o nível de P/L "normal" que o mercado dá para ela, e isso deverá dar um bom up nas cotações.

Essa humilde avaliação serviu para mim como racional para que possa ter ela em carteira para aguardar tempos melhores, mesmo racional que também usei com JBSS e ESTC. A diferença em FIBR é que o LL não é um bom balizador para analisar a cia, para fazer essa análise eu levei em conta o LL que é inconsistente porém esse era o objetivo mesmo - apenas a avaliação dela pelo mercado. 
Não sei o porque da maioria dos analistas insistirem em previsões negativas sobre as margens da Fibria enquanto perdurar o acordo com a Klabin no projeto Puma...

Fibria vai perder margens durante este período mas vai desenvolver toda logistica necessária para dar suporte ao H2...

Continuo acreditando no potencial da empresa principalmente a partir de 2018... 
Logística? Por que a celulose produzida no Paraná e embarcada diretamente ao cliente da FIBR no exterior estaria desenvolvendo a logística necessária ao projeto H2? Quero crer que a logística do projeto H2 já esteja definida ... caminhão, ferrovia, porto de Santos, não?

Como vc afirma, o acordo com a Klabin deve, de fato, ser visto como um investimento da Fibria no desenvolvimento de sua carteira de clientes. Não é de uma hora para outra que vc consegue despejar 1,3 milhões de toneladas adicionais no mercado ...

Foi a empresa que fez esta colocação em seus relatórios...por algum motivo acreditam que irá beneficiar a logistica...

São Paulo, 04 de maio de 2015 - A Fibria e a Klabin anunciam que aprovaram a celebração de um contrato para fornecimento de celulose de eucalipto (fibra curta), que será produzida na nova fábrica da Klabin em construção na cidade de Ortigueira, no Paraná (Projeto Puma). Com capacidade de produção de 1,5 milhão de toneladas, sendo 1,1 milhão de celulose de fibra curta, a fábrica tem seu início de operação previsto para 2016.

O contrato entre as duas empresas estabelece o compromisso firme de aquisição pela Fibria, ou por suas subsidiárias, do volume mínimo de 900 mil toneladas anuais de celulose de fibra curta, que será vendido com exclusividade pela Fibria em países fora da América do Sul. O volume adicional produzido pela nova fábrica será comercializado diretamente pela Klabin, sendo a celulose de fibra curta nos mercados do Brasil e da América do Sul, e a celulose de fibra longa e fluff no mercado global.

“O contrato entre Fibria e Klabin reflete a visão inovadora das duas companhias e cria uma nova referência no mercado. Tal iniciativa é positiva para ambas as partes, agregando eficiência logística, complementaridade estratégica, sinergias e criação de valor compartilhado”, afirma o presidente da Fibria, Marcelo Castelli.

“O Projeto Puma é o maior investimento da Klabin em seus 116 anos de história e marca o retorno da companhia ao mercado de comercialização de celulose. Aliar a reconhecida competência florestal e industrial da Klabin à experiência comercial da Fibria nesse mercado, em um contrato inédito no setor global de celulose, resultará em uma operação que beneficia ambas as empresas”, destaca o CEO da Klabin, Fabio Schvartsman.

O período do contrato será de 6 anos, sendo 4 anos com volume mínimo de 900 mil toneladas e 2 anos de redução gradual do volume do contrato (o chamado phase out). Os volumes do quinto ano e do sexto ano serão equivalentes a, respectivamente, 75% e 50% do volume entregue no quarto ano do contrato. O volume de vendas previsto em contrato poderá ser reduzido a qualquer tempo, mediante prévio aviso, em até 250 mil toneladas para eventual futura integração em papéis para embalagem da Klabin. O contrato poderá ser renovado mediante acordo das partes. O preço de venda terá por base o preço médio líquido praticado pela Fibria, base FOB (free on board) no Porto de Paranaguá (PR).

Palavras do presidente da empresa:

O acordo com a Klabin trará ganhos na distribuição, escala comercial e eficiência logística para a Fibria, disse Castelli, evitando fazer projeções sobre o tamanho das sinergias.

Quero crer que a eficiência logística está no fato da FIBR vender um produto do parceiro, que não necessita ser transportado de Tres Lagoas para Santos (aprox. o dobro da distância de Ortigueira a Paranaguá) ... 

Mas quando terminar o acordo, a celulose do H2 terá que ser transportada de Três Lagoas para Santos ... pois não acredito que no curto prazo uma alternativa via Rio Paraná possa ser viabilizada. 

324726  - Jorge Tomaz   - 26 Jul 2016, 01:35
FIBR3
Depois de uns dois anos volto a ler releases. Comecei pela Fíbria. Nunca tinha lido algo de uma papeleira.
CONTRA
- A empresa tem expectativa de queda no preço da madeira;
- A tal variação dos ativos biológicos que o Prof Paulo comentou é, no mínimo, muito estranho – mais de R$ 100 milhões de diferença;
- Queda da margem bruta;
- 90% da dívida em dólar;
- Preço da celulose;
- Projeto em andamento comendo recursos com maturação prevista para o 4T17.

A FAVOR
- P/L=6,17 e P/VPA=0,85 (preço próximo a mínima das 52 semanas);
- Queda de 60% em 2016;
- Empresa, pela matéria divulgada aqui, está buscando maneiras de gerar mais valor por hectare.

Não vou entrar, vou continuar acompanhando o papel. Não entendo nada do mercado de celulose. Vou ler os releases das outras papeleiras para ter uma ideia melhor do setor.

Em uma olhada rápida nas métricas da FIBR3, KLBN4 e SUZB5, me pareceu que a SUZB5 pode ser uma melhor opção. A estudar....
                                                                                           ▲                                                                      ▲

Como antecipado, o resultado da FIBR veio fraquinho, um pouco pior no operacional do que aquele antecipado, devido à despesa de R$ 110 milhões na tal variação do valor justo dos ativos biológicos ... algo que o próprio Herds que é do ramo deve ter uma enorme dificuldade para projetar ... Quando o IFRS acabar com esta história de precificar ativos biológicos, a DRE vai ficar mais transparente! Por outro lado, entretanto, o resultado financeiro positivo veio maior. Veio maior, também, o imposto.

Receita Líquida: R$ 1,773 milhões por tonelada
Custo do Produto: R$ 1,298 milhões por tonelada 
Resultado Bruto: R$ 475 mil por tonelada vendida

Vendas: 1,342 milhões de toneladas

Em consequência:Lucro Bruto: R$ 639 milhões
Despesas Operacionais: R$ 328 milhõesResultado Antes do Financeiro e dos Tributos: R$ 311 milhões
Resultado Financeiro: R$ 1.095 milhõesResultado Antes dos Impostos: R$ 1.406 milhões
Impostos: R$ 660 milhõesResultado Líquido: R$ 745 milhões

O Ebitda emplacou R$ 786 milhões, quase R$ 500 milhões menos do que no 1T16 e R$ 1 bilhão menos do que no 4T15.
Prof, pra expurgar isso, olha o EBITDA ajustado, lá eles excluem essa variação de ativos biológicos e outros eventos não recorrentes.

Ficaria com uma queda de 26%, dentro do que todo mundo esperava.
2T16 - 925
1T16 - 1.254

"A Companhia está apresentando o seu EBITDA ajustado de acordo com a Instrução CVM n° 527, de 4 de outubro de 2012, adicionando ou excluindo do indicador a equivalência patrimonial, a provisão para perda com ICMS a recuperar, perda (ganho) nas baixas de imobilizado, o valor justo de ativos biológicos e o crédito tributário/recuperação de contingência, de forma a proporcionar melhores informações sobre a sua capacidade de geração de caixa, de pagamento de dívida e da manutenção dos investimentos realizados."

Sim ... mas observe a sequência dos valores do Ebitda ajustado:

4T15: R$ 1,623 bilhões
1T16: R$ 1,254 bilhões
2T16: R$ 0,925 bilhões

A perda do 4T15 para o 2T16 foi de R$ 0,7 bilhões.

A margem ebitda ajustado, que no 4T15 era de 54,4%, caiu para 52,4% no 1T16 e para incríveis 38,8% no 2T16. 

Só para vc ter uma ideia, as margens ebitda ajustado da Eldorado foram:

4T15: 75% (record mundial segundo a Bloomberg)
1T16: 58%
2T16: 58%

Obrigado pelos comentários, prof!
Desconsiderando as vendas via Klabin a margem seria de 43%, realmente deu uma apertada boa aí.
"A margem EBITDA, excluindo as vendas de celulose provenientes da Klabin ficou em 43%, e em 39% incluindo esse efeito. Na comparação com o 2T15, a queda do EBITDA ajustado foi de 20%, explicado pelo maior CPV por tonelada base caixa e redução de 1% do preço médio líquido em reais."

Sobre a El Dorado, eu tenho um CHUTE. Eles venderam 465 mil toneladas, porém mais de 100 mil foi de estoque, cujo custo pode ter caído no CPV dos trimestres anteriores.
"O trimestre foi mais uma vez muito bom (...) O mercado global continua com demanda crescente e o nosso recorde de vendas permitiu uma redução de mais de 100 mil toneladas em nosso estoque", disse o presidente-executivo da Eldorado Celulose, José Carlos Grubisich.
fonte: http://exame.abril.com.br/negocios/noticias/eldorado-lucra-r-414-milhoes-e-ve-precos-de-celulose-em-alta

Enfim, não há driver no curto prazo (dólar ou preço da celulose) pra alavancar o preço das ações, mas ao meu ver dá pra começar uma posição tranquilo só pelo overshooting, além de ser um hedge caso o cenário doméstico apocalíptico volte, fazendo o dólar disparar.
Anualizando só o 2T16, teríamos:
Cotação: 20,76
Valor de mercado: 11.499.700.000
P/EBITDA (2T16 ajustado anualizado): 3,1
P/L (2T16 anualizado): 3,86
EV/EBITDA (2T16 ajustado anualizado): 6,54


Nota: coloquei o EV/EBITDA depois, tinha esquecido. 
                                                                                           ▲                                                                      ▲
324698  - Marasmo  -  25 Jul 2016, 19:46
Não sei o porque da maioria dos analistas insistirem em previsões negativas sobre as margens da Fibria enquanto perdurar o acordo com a Klabin no projeto Puma...

Fibria vai perder margens durante este período mas vai desenvolver toda logistica necessária para dar suporte ao H2...

Continuo acreditando no potencial da empresa principalmente a partir de 2018...

324696  - NumBroker   -  25 Jul 2016, 19:34
Fibria tem trimestre abaixo do esperado (que já pode estar no preço da ação)

A forte desvalorização do real frente ao dólar e a demanda mais fraca da Europa fizeram com que os resultados da Fibria (FIBR3) relativos ao segundo trimestre viessem abaixo das expectativas consensuais dos analistas, apesar de o lucro líquido ter crescido 21% na comparação com o 2T15, para R$ 745 milhões.

Do lado operacional, a empresa obteve receita líquida de R$ 2,39 bilhões, praticamente estável sobre o mesmo período do ano passado. O ebitda, por sua vez, sentiu a pressão do menor preço médio líquido em reais e do maior CPV caixa, recuando 20% na mesma base - margem diminuindo 7 p.p. e fechando o trimestre em 43%.

Ponto positivo para a dívida líquida, que caiu 6% em relação ao final de março, para R$ 9,7 bilhões. Com isso, a alavancagem teve leve queda de 1,85x para 1,82x o ebitda acumulado em doze meses - nível que não nos preocupa e deixa a companhia em boa posição para cumprir com a intenção de investir mais de R$ 2 bi em 2016.

Por ora seguimos com preferência no setor às ações de Suzano (SUZB5), que, embora também deva soltar números fracos na semana que vem, pode funcionar bem com objetivo de outperformar o Ibovespa no segundo semestre na medida em que for desalavancando mais.

Todo modo, diante da queda de 60% de FIBR3 acumulada no ano, em linha com a recuperação do real frente ao dólar, seguiremos monitorando de perto uma eventual entrada no papel, que inclusive já volta a negociar múltiplos atrativos a 6x lucros e 5x o ebitda projetados para 2016.
fonte: Empiricus Newsletter

Ainda sobre fibr3
Governo já avisou que BNDES vai se desfazer de posições compradas em ações. 
BNDES possui nada menos que 30 porcento das ações de fibr3.
É só passar o impeachment no senado que as vendas começarão e tem potencial de causar estragos em fibr3,petr4,tupy e em algumas elétricas. Será necessário atenção especial com estas ações quando as vendas realmente começarem.
324633  - Marasmo  -  24 Jul 2016, 18:13
No caso das ações da Fibria detidas pelo BNDS existe um acordo entre acionistas que impede a venda destes papéis a mercado em qualquer tempo...

O prazo do acordo vai até outubro de 2019...com possibilidades de mudanças...

É um acordo complexo...tem várias páginas...mas lendo por cima o que entendi é que o grande interessado nos papéis é a própria Votorantim...principal controlador...

O Grupo Votorantim não vai deixar para outros o diamante que eles vem lapidando a anos...

324634 - paulo_prof - 24/Jul/2016 18:30
Será ???

O BNDES não pode vender a maior parte de suas ações, porque estas estão amarradas ao Acordo de Acionistas. Hoje, o BNDES poderia vender livremente aprox. 54 milhões de ações. Mas será que há alguma chance desta venda acontecer a mercado?

Não ... porque não faz o mínimo sentido!

Se o BNDES vendesse as 54 milhões de ações desvinculadas a mercado, o que poderia fazer então com as ações vinculadas? Não seria muito mais lógico encontrar um investidor que aceitasse tomar o lugar do BNDES no Acordo de Acionistas, pagando por isto o preço de controle?

O valor de mercado da Fíbria, cuja capacidade de produção de celulose é de 5,3 milhões de toneladas anuais, é hoje pouco inferior a R$ 13 bilhões. No valor de mercado da Fibria estão incluídos investimentos no projeto Horizonte II, que ainda não maturaram. 

Por outro lado, para agregar 2,3 milhões de toneladas anuais à sua produção, a Eldorado anunciou o Projeto Vanguarda II, com investimentos de R$ 10 bilhões!!! 

Percebe a assimetria? Vender o controle da Fibria por menos de pelo menos o dobro da cotação atual, portanto, não faz sentido!

Em um negócio normal o Senhor tem toda a razão porém. ...
Estamos tratando de acordo com o governo brasileiro que adora rasgar dinheiro e os investidores graúdos que, sabendo disso não titubearao em tirar todo os centavos possíveis na compra. Desculpas para isso já possuem: crise, dólar baixo, excesso de oferta.
BNDES sempre foi mãe para os empresários brasileiros

Mas há uma tal de Maria Silvia no comando do banco ... esqueceu? A missão dela é dar uma guinada de 180 graus no que os empresários estavam acostumados com o Luciano Coutinho. Pelo menos por ora, a bolsa empresário para ricos está suspensa!

Exato. Ela esta fazendo a faxina. Basta entrar em contato com qq gerente de conta PJ e perguntar como esta a acessbilidade a linhas de financiamento do BNDES. Inviavel 
                                                                                           ▲                                                                      ▲
  
Aos que estão comprando fibr3 muito cuidado:
Dólar caindo; segundo economistas tem o piso em 3 reais e
BNDES já avisou que vai vender acoes e ele possui nada mais nada menos que 30 porcento das ações de fibr3.
O que aparentemente está barato pode ficar ainda mais 
Embora tenha iniciado posição (bem de leve!), também acho que o momento pode não ser o mais propício. De um lado, o dólar está numa trajetória de desvalorização. De outro, o preço da celulose também não ajuda. Finalmente, até que o projeto Horizonte II mature, principalmente devido à compra de madeira de terceiros, a margem bruta é bem menor do que seria desejável.

Pela minha estimativa, no 2T16, os números seriam os seguintes:

Receita Líquida: R$ 1,75 milhões por tonelada
Custo do Produto: R$ 1,25 milhões por tonelada 
Resultado Bruto: R$ 500 mil por tonelada vendida

Estimativa de vendas: 1,3 milhões de toneladas

Em consequência:

Lucro Bruto: R$ 650 milhões
Despesas Operacionais: R$ 180 milhões
Resultado Antes do Financeiro e dos Tributos: R$ 470 milhões

Resultado Financeiro: R$ 900 milhões
Resultado Antes dos Impostos: R$ 1.370 milhões
Impostos: vai saber ???? completamente aleatório ... mas vamos chutar R$ 470 milhões
Resultado Líquido: R$ 900 milhões

No que se refere a última linha, portanto, o resultado deve vir muito bom. Já no que se refere o ebita, entretanto, deverá vir sensivelmente pior (na faixa dos R$ 900 milhões, ou aprox. R$ 350 milhões menos que no 1T16), afetando a capacidade de investimento com recursos próprios.

Mas a questão central é o aumento da produção brasileira prevista para os próximos anos que pode não ser acompanhada pela demanda global. Excesso de capacidade de produção, preços deprimidos em dólar e real valorizado constituiriam a criptonita das papeleiras tupiniquins. 

No 2o. semestre do ano passado a Rio Grandense agregou 1,3 milhões de toneladas anuais ao mercado. O projeto Puma adicionou mais 1,5 milhões. O projeto Horizonte II da Fibria irá agregar mais 2 milhões de toneladas em 2017/2018 e o Projeto Vanguarda II, da Eldorado, mais 2 milhões em 2019. A Lwarcel está com um projeto de 500 mil toneladas em andamento, e a CRPE, se encontrar financiadores, mais 1 milhão. Ou seja, em relação a 2015, só o Brasil poderá ter a capacidade aumentada em 7 milhões de toneladas, em 2020. 

Fora do Brasil, há um projeto (OKI) de 2,8 milhões de toneladas na Indonésia (Asia Pulp and Paper), com início de produção ainda este ano. 

Quem garante que a demanda vai acompanhar este aumento brutal da oferta? Os preços poderão ficar deprimidos por muito tempo, até que ocorra algo como no setor do minério de ferro, com as mineradoras menos eficientes fechando as portas. 

Bem colocado prof.
Mas com dólar a 3 R$ o Vale não é mais competitivo que os australianos, enquanto os produtores de celulose podem sim concorrer com o resto. No fim das contas o País precisa produzir alguma coisa para o mercado externo né. Em termos de produtos manufaturados Brasil não é competitivo com dólar a 3 R$.
Soja, milho, trigo, arroz, leite, etanol esquece. Carnes?? Sem milho ??
Temia que o petróleo fosse gerar muitos dólares, mas não parece mais. 
Vou temar mais um pouco com fibria e suzano, afinal meus fiis geram reais e não dólares, e no futuro prox quero viajar mais para o exterior antes que ficamos velho demais.  

Não sei se é porque estou comprado mas acredito em números melhores no 2º trimestre...

Um EBIT em torno de 650 milhões me parece ser um valor realista...

Já o lucro líquido é dificil fazer previsões mas vejo a possibilidade de superar 1 Bilhão no trimestre...

Com relação ao futuro a celulose está para o Brasil como o Petróleo está para a Arabia Saudita...

Algumas empresas já estão fechando as portas como ocorreu com a espanhola Ence...

Segundo especialistas partir de 2018 devem ocorrer fusões no setor fazendo surgir uma mega empresa de celusose no Brasil com faturamento acima dos 10 Bilhões de dólares...
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324611 - Marasmo   -  23 Jul 2016, 14:37
A fórmula de crescimento da Fibria

Produzir fibra de carbono, apostar na nanotecnologia e fabricar bio-óleo. Eis os planos da gigante de celulose para entrar em novos mercados e se reinventar. A meta é acrescentar mais de R$ 2 bilhões ao seu faturamento até 2025

O executivo Marcelo Castelli, CEO da gigante de celulose Fibria, costuma fazer um exercício estressante, mas necessário, para comandar a companhia. Mesmo quando tudo está correndo bem, ele e sua equipe traçam os mais variados cenários, desde os que simulam uma catástrofe até os mais amenos, para ver como a empresa se sairia em cada caso. São postos na mesa problemas gerados por mudanças climáticas e mudanças sociais, reviravoltas políticas e econômicas, queda de preços nos mercados internacionais... “Preocupamo-nos constantemente.

Friso isso porque quem cruzou uma jornada no deserto, como a que cruzamos, não pode relaxar nunca. Descansar sim, relaxar jamais”, diz Castelli, recordando do tempo em que a Fibria “vendia o almoço para pagar o jantar”, em 2009, quando foi criada a partir da fusão entre a Aracruz e a VCP. Hoje, dona de um faturamento de R$ 10,1 bilhões, em 2015, e de fundamentos econômicos sólidos, a empresa se permite buscar novos caminhos que vão além da celulose – até agora o único produto fabricado pela empresa.

Com a ajuda de um comitê de inovação, a companhia se prepara para vender produtos como fibra de carbono usada em carros e em aviões, componentes para próteses cirúrgicas e bio-óleo para o mercado americano. “É o que chamamos de Fibria 2020/2025. Vamos continuar crescendo em celulose, estamos abertos à consolidação, mas, com o tempo, vamos incorporar novos negócios que representarão 25% das receitas da empresa até 2025”, diz Castelli à DINHEIRO. “Não é um sonho pequeno e não estamos entrando em nada que não tenha grande potencial.”

A estratégia parece óbvia, mas poucas empresas no universo da celulose estão botando em prática: aproveitar 100% da floresta plantada para gerar novos produtos. “A nossa ideia é tirar o máximo de valor por hectare”, diz Vinícius Nonino, diretor de novos negócios da companhia. Mais do que isso, a meta é reduzir sua dependência da celulose, uma commodity com preço muito sensível aos mercados, diretamente ligada ao sobe-e-desce do dólar. E, a julgar pelos projetos que estão sendo coordenados pelos mais de 40 cientistas que trabalham nos centros de pesquisas da Fibria, em Jacareí (SP) e em Aracruz (ES), é como se uma nova empresa estivesse nascendo, com reais chances de engolir a criadora, pelo menos em faturamento.

São inovações tecnológicas como as geradas a partir da lignina, uma biomassa extraída da madeira no processo de fabricação da celulose. Hoje, ela é queimada para gerar 100% da energia usada nas três plantas industriais da empresa. Mas a ideia é criar subprodutos como resina para colar painéis de madeira; carvão ativado, que é utilizado em filtros de água e catalisador de carros; e, também, fibra de carbono. Estima-se que, em uma década, este tipo de fibra sustentável, 50% mais barata do que a convencional derivada de petróleo, estará disponível no mercado e poderá ser usada na indústria aeronáutica e nos chassis de carros, invadindo o bilionário setor automobilístico.

“Hoje, na Nascar, já existem carros de corrida que usam fibra de carbono extraída da madeira”, diz Castelli. Ainda estão em desenvolvimento a celulose nanofibrilar e a nanocelulose cristalina. A primeira pode ser usada como fluidificante para perfuração de campos petrolíferos e também tem utilidade como película protetora de embalagens de alimentos. A segunda encontra mercado como base para próteses médicas. Para entender o potencial dessa tecnologia, basta ver o preço do produto.

Enquanto a tonelada de celulose está cotada em cerca de US$ 500, a da nanocelulose cristalina sai por quase US$ 12 mil. “Temos um comitê de inovação que funciona como um funil”, diz Fernando Bertolucci, diretor de inovação da Fibria. “Temos 377 ideias geradas, 144 priorizadas e 38 projetos em andamento.” Dentre todos eles, porém, o mais importante é o do bio-óleo, usado no aquecimento de caldeiras industriais e, sobretudo, no processamento de petróleo para produzir gasolina e diesel. Em 2012, a Fibria pagou US$ 20 milhões para se tornar sócia da Ensyn, empresa americana que detém a tecnologia para a fabricação de bio-óleo.

Em 2014, a companhia brasileira fez um aporte de US$ 10 milhões e, no ano passado, colocou mais US$ 5 milhões na operação. Isso fez com que a Fibria se tornasse dona de 12,6% da Ensyn, que tem entre seus sócios a petrolífera Chevron e o banco Credit Suisse. Mais do que uma posição estratégica no mercado americano, a aquisição garantiu o acesso à tecnologia, tornando a Fibria a detentora exclusiva desse processo de fabricação de bio-óleo no País.

O plano é construir uma unidade no Brasil, orçada em R$ 400 milhões, com capacidade para produzir 22 milhões de galões por ano. E quase 100% da produção seria exportada para os Estados Unidos, ávido por esse tipo de combustível renovável. “O mercado americano tem potencial para receber 250 unidades como a que planejamos construir por aqui”, diz Nonino. O potencial de negócios que se abre para a Fibria é gigantesco. “Estamos falando de bilhões de dólares”, afirma. O executivo baseia suas projeções em uma política de incentivo a combustíveis renováveis, criada pelo governo americano.

Trata-se do Renewable Fuels Standard Program (RFS) que, em 2005, entrou em vigência no mercado estabelecendo a substituição de 2,78% da gasolina comercializada por biocombustíveis. A ação visava diminuir a importação de petróleo por parte do país. Em 2007, o programa foi aumentado e batizado de RFS2. Na época, ficou estabelecido que o volume de biocombustíveis usados em veículos de transporte nos Estados Unidos passasse de 9 bilhões de galões, em 2008, para 36 bilhões de galões, em 2022, o que representará 7% do consumo nacional de combustível. Detalhe: para cada galão de biocombustível usado, a refinaria ganha US$ 3 em incentivos fiscais.

SINERGIAS Os executivos da Fibria enxergam uma oportunidade única nesse negócio porque, além de criar novas receitas, eles também aproveitam todas as sinergias. Cerca de 70% da madeira usada no processo de fabricação da celulose pode ser aproveitada na produção de bio-óleo. O que isso significa? Com a mesma madeira usada para fazer 100 mil toneladas de celulose, a empresa consegue produzir cerca de 30 milhões de galões de 3,78 litros de bio-óleo. A exportação também é uma questão tratada com naturalidade dentro da empresa.

Afinal, a Fibria opera em mais de 60 portos ao redor do mundo e 90% de sua produção de 5,3 milhões de toneladas de celulose é vendida para o exterior. Outro ponto fundamental no processo de fabricação do bio-óleo é a produtividade de seus 568 mil hectares de eucaliptos. Enquanto na Europa o ciclo do eucalipto é de 40 anos, por aqui é de seis anos. Mais: na década de 70, extraía-se seis toneladas por hectare e hoje, devido a vultosos investimentos em melhoramento genético, já se consegue 10,9 toneladas por hectare.

“Em 2025, pretendemos chegar a 15 toneladas por hectare”, diz Bertolucci. O mercado costuma comprar as promessas da companhia. “Eles são o estado da arte na parte industrial. É uma empresa que ganha dinheiro e não se esquece da modernização”, diz Flávio Conde, analista da consultoria WhatsCall. A constante transformação da companhia está baseada em um tripé desenhado pelo seu centro de tecnologia. As três frentes são a radial, que visa saltos no negócio atual num prazo de cinco anos; a incremental, que consiste em melhorias contínuas em processos que já existem; e a disruptiva, que aposta na criação de novos produtos e serviços tecnológicos.

Quando não desenvolve a tecnologia internamente, a companhia faz aquisições. Foi o que aconteceu no caso da americana Ensyn e também da Lignol, hoje batizada de Fibria Inovations, uma empresa canadense, comprada em 2015, que estava em processo de recuperação judicial, mas detinha patentes de produtos à base de lignina. “Avançamos 15 anos nessa frente”, diz Castelli. A estratégia é bem-vista por especialistas. “As grandes empresas estão começando a perceber que inovação é a chave para sobreviver”, diz Vivek Wadhwa, diretor de um centro de estudos da Duke University, conselheiro da Singularity University e um dos 40 mais influentes no mundo da tecnologia de acordo com a lista Tech 40, da revista americana Time.

Mas o desafio é grande. “Muitas companhias não sabem fazer isso, pois têm uma hierarquia engessada. Hoje, todos os departamentos precisam estar empenhados em inovar.” Wadhwa ainda diz que o modelo ideal é um mix de buscar novas tecnologias fora, fazendo aquisições, e estimular o desenvolvimento dentro da empresa. Falar de inovação e de novos negócios, nos dias de hoje, parece fácil. Mas quem conhece o passado da empresa sabe que, para chegar ao patamar que se encontra hoje, foi preciso um esforço hercúleo.

A Fibria nasceu quando a Aracruz e a VCP Celulose, do grupo Votorantim, se uniram para criar uma gigante global de papel e celulose. No meio do caminho, porém, surgiu a crise financeira de 2008, que impôs uma perda de US$ 2,1 bilhões em derivativos para a Aracruz. A Fibria, portanto, foi criada com um passivo colossal, no meio de uma crise mundial, com a missão de lidar com os credores e integrar duas culturas empresariais diferentes. Nos tempos mais difíceis, a dívida líquida representava 7,2 vezes a geração de caixa medida pelo Ebitda.

“Eu usava snorkel para respirar porque a água já havia subido”, diz Castelli. “A nossa preocupação era a de que a gente trabalhava e, por fatores externos, algo nos fazia voltar. Era a sensação de enxugar gelo.” O que fazia Castelli acreditar no projeto era a economia que seria gerada a partir de sinergias envolvidas, da ordem de R$ 4,5 bilhões. Esse tipo de história de superação empresarial geralmente é retratada como um ato heroico de um executivo que, contra todos os prognósticos, conseguiu reverter um cenário de terra arrasada.

Castelli, porém, não esconde as dificuldades e as noites mal dormidas no processo de renascimento da empresa. “Antes de dormir, eu pensava, ‘poxa vida, o trimestre vai fechar, o que vai acontecer?’.” Ele também relembra o esforço que, ao lado de seus executivos, fazia para não transparecer o cansaço, o estresse e o desânimo. “Quase não tínhamos o direito de sermos seres humanos, porque aí o barco afundava. Então havia um trabalho de automotivação e de motivação da equipe.” Quando desabava, diz o executivo, fazia isso em casa, sozinho.
Nesse processo de resgate da Fibria, teve de demitir muita gente, muitos dos quais seus amigos, pois ele havia trabalhado tanto na Aracruz como na VCP. “Mas tive de ser racional, pragmático, e fazer o que precisava ser feito. É a vida como ela é, e não é fácil para ninguém.” No começo, ele admite, com muita sinceridade, não conseguiu cuidar das pessoas, integrar as culturas, porque precisava salvar a companhia. E, junto com o time que acreditou no projetos, depois de varar muitas madrugadas, salvou. As sinergias capturadas ultrapassaram
R$ 5,2 bilhões, a relação dívida líquida e Ebitda alcançou 1,78 vezes e agora há dinheiro em caixa para desenhar o futuro da empresa.

Se comparado aos investimentos anuais realizados pela companhia, o orçamento da área de inovação ainda é pequeno. Só neste ano, R$ 2 bilhões serão destinados para manutenção e modernização das unidades industriais, logística e infraestrutura. Mais R$ 5,3 bilhões, de um total de R$ 8,9 bilhões até 2017, sairão do caixa para a expansão de uma fábrica na cidade de Três Lagoas, no Estado do Mato Grosso do Sul. O setor de pesquisa e desenvolvimento, por sua vez, recebe “apenas” R$ 80 milhões.

Pode parecer uma gota no oceano, mas a revolução criada por estes negócios é equivalente ao de um tsunami capaz de reinventar a Fibria. “Antes, tínhamos uma agenda ‘ou’ e agora temos uma agenda ‘e’. Antigamente, ou a gente crescia, ou a gente pagava dívidas, ou a gente dava dinheiro para os acionistas, sob a forma de dividendos, ou a gente reinvestia no negócio”, afirma. “Agora, passamos para o modus operandi ‘e’. Eu vou crescer e pagar dividendos, investir no negócio e buscar novas fronteiras de inovação. É isso o que estamos fazendo”, diz Castelli.

“É inequívoco o processo de consolidação mundial”

O CEO da Fibria, Marcelo Castelli, falou à DINHEIRO sobre os novos projetos da empresa. Acompanhe alguns trechos da conversa:

Como surgiu a ideia de investir em outros negócios?
Em 2009, fizemos uma pesquisa de tendências que identificava a intensificação da globalização, da tecnologia e do aquecimento global. Quando conectávamos tudo isso, nos perguntávamos como posicionar a companhia para esse cenário. A sustentabilidade, então, foi parte da nossa estratégia. Não foi bom mocismo, não. Temos muitas oportunidades a capturar dessa nova economia.

Quais oportunidades?
Somos uma empresa de base florestal, renovável e, através da madeira, podemos fazer produtos para substituir derivados de petróleo. São produtos como a fibra de carbono; a lignina, que é uma biomassa líquida; a nanocelulose; o biocombustível. Então, em 2012, começamos a fazer outros estudos e estabelecemos a bioestratégia da companhia.

E dentro da empresa, as pessoas começaram a pensar diferente?
Nosso Centro de Tecnologia gastava metade do tempo desenvolvendo soluções para a floresta e a outra metade para ajudar a nossa operação do dia-a-dia. Saímos de 2% para 35% no portfólio de projetos de inovação disruptiva. A gente percebeu que estava na hora de mudar.

Quanto a Fibria a tem investido nessa área?
Temos destinado uma média de R$ 80 milhões por ano para inovação.

No setor de celulose, fala-se muito de uma fusão da Fibria com outras gigantes como a Eldorado Celulose e a Suzano. Existem conversas nesse sentido?
É inequívoco o processo de consolidação mundial. Se você olhar a nossa história, verá que a Fibria é fruto da consolidação. A consolidação é a melhor forma de agregar valor aos acionistas.

Mas existem conversas?
No Brasil, essa não é a agenda dos CEOs. É para os acionistas. Eu sou cobrado para administrar a empresa e planejar o futuro. Mas, como executivo, fico feliz porque você não escuta falar em Eldorado e Suzano. Mas sim em Eldorado e Fibria, Suzano e Fibria. Todos querem a Fibria...

Fonte: Revista Isto É

324610 - Marasmo  -  23 Jul 2016, 14:31
22/07/2016 – Líder mundial na produção de celulose de eucalipto, a Fibria está de olho também em negócios ligados ao mercado imobiliário. A intenção da empresa é desenvolver bairros planejados que reúnam conceitos de sustentabilidade, mobilidade urbana e qualidade de vida.

A companhia quer gerar valor em áreas que não são diretamente ligadas às suas atividades principais e garantir, ao mesmo tempo, que seus ativos não percam valor diante de uma possível expansão desordenada. O presidente da Fibria, Marcelo Castelli, explicou que a empresa vem estudando nos últimos anos desenvolver esse projeto, que seria realizado em parceria com construtoras e incorporadoras.

“Nós nunca faríamos nada sozinhos. Nós somos o dono do terreno e o máximo que podemos fazer é desenvolver um pouco mais, para dar mais credibilidade. Mas, do ponto de vista da construção, da incorporação e da comercialização não é a Fibria que fará. A empresa quer propor um modelo de negócios e chamar parceiros. E os parceiros preferencialmente podem ser os locais, o que ajuda a dinamizar a economia”, ponderou.

O executivo afirmou que a proposta é que os condomínios tenham unidades imobiliárias verticais e horizontais e reúnam opções de lazer, comercial e infraestrutura completa. “Uma área de 200 hectares, por exemplo, pode começar com uns 30 a 40 hectares de ocupação, onde facilmente comportaria de 5 mil a 6 mil moradores, o que já dá uma massa crítica para ter o mínimo de infraestrutura de atendimento de farmácias, comércio. Ou seja, você faria tudo perto de casa. E essa capacidade pode ir a 15 mil pessoas dependendo dos módulos que forem expandindo”.

Castelli reforçou o interesse da Fibria no projeto e disse que alguns protótipos já foram avaliados pelo conselho de administração. Apesar de dizer que Estados onde a companhia tem áreas de plantio são potenciais para receber os novos bairros, como Espírito Santo, Mato Grosso do Sul e São Paulo, ele não adiantou qual deles sairia na frente no negócio.

O presidente da Fibria observou ainda que o momento econômico exige cautela. “Os bairros não vão virar negócio agora porque a situação do Brasil não permite nesse momento. Mas está no forno. Existem soluções que são viáveis, onde todos sairiam ganhando. Esse modelo supre, por exemplo, a demanda de imóveis e crescimento urbano pelos próximos dez a 15 anos de uma cidade comoAracruz”.

A iniciativa da criação dos bairros é reflexo do adensamento urbano. Com o passar dos anos, muitas das áreas de florestas da Fibria passaram a ser “engolidas” pelo desenvolvimento das cidades. A partir dessa ideia, seria feito um planejamento territorial que contaria com a participação da prefeitura e da população. “São formas de agregar valor para a sociedade e também proteger o seu negócio com relação a uma expansão desordenada, com uma ocupação que não tem um plano diretor”, justificou Marcelo Castelli.
Sustentável

A Fibria estuda desenvolver, em parceria com outras empresas, como do ramo da construção civil, bairros planejados. A ideia é que esses bairros sejam totalmente sustentáveis, e atendam conceitos de mobilidade urbana, de qualidade de vida e de convivência.

Análise

No momento, os bairros estão em fase de análise pelo conselho de administração. Embora a companhia não adiante qual local deverá receber o primeiro projeto, o presidente Marcello Castelli afirma que o modelo de negócio vale para o Espírito Santo, São Paulo e Mato Grosso do Sul.

Capacidade

Uma área de 200 hectares, o equivalente a 200 campos de futebol, teria capacidade para abrigar de 5 mil a 15 mil moradores. O projeto, além de trazer um conceito planejado de bairro, visa proteger os negócios da Fibria com relação a uma possível expansão desordenada.

Fonte: A Gazeta

FIBR3
Professor, o senhor tem a Fibria na planilha? 
Se for possivel o senhor nao daria uma analisada nela pra gente...
O dedo esta começando a coçar por aqui... pena que eu nem acompanho esse ativo...

Fibria minha linda... te espero nos 18,00!!!
Não está na planilha ... só estão a KLBN e a SUZB.

Mas o que o senhor acha do setor de papel e celulose como um todo para um investimento de medio prazo, tipo entre 5 e 10 anos?
Se o senhor puder opinar eu agradeço!

Para o longo prazo, acho que seria um investimento de muito baixo risco. Embora a empresa não apresente regularidade no que concerne a última linha da DRE, os fundamentos parecem sólidos. 

No último ano, a empresa postou um lucro líquido que, ao preço de hoje, dá um bastante razoável P/L = 6,83. 

Nos 4 anos anteriores, terminados no 1T15, a empresa postou 4 prejuízos em sequência. Do lado positivo, entretanto, deve ser registrado que o ebitda vem crescendo continuamente. Nos últimos 3 anos, a taxa média de crescimento anual foi de aprox. 27%. Embora nos últimos 2 anos esta taxa tenha caído levemente para uma média de 24%, nos últimos 12 meses houve uma aceleração de 47%.

Finalmente, deve ser notado que o endividamento líquido parece totalmente sob controle, com um índice (endividamento líquido / Ebitda U12M) = 1,83. Nos últimos 2 anos este índice sempre foi razoável ... passou de 2,73 há 3 anos, para 1,90 dois anos atrás e 2,35 há 1 ano.  
                                                                                           ▲                                                                      ▲
322346  - NumBroker  -  31 Mai 2016, 15:49
Fibria também anuncia reajuste

A Fibria (FIBR3) acompanhou o movimento das principais concorrentes e anunciou ontem uma nova tabela de preços para a celulose nos mercados globais de referência (Europa, Ásia e América do Norte), válida a partir de amanhã. A companhia, porém, não informou o tamanho do reajuste ou os valores anteriores praticados nessas praças.

A notícia é evidentemente boa para a empresa, que continua sendo uma boa forma de exposição a dólar em Bolsa, com cerca de 90% das receitas em moeda estrangeira. Vale lembrar que a Fibria responde por 11% da capacidade global de produção de celulose, a maior do mundo, e está focada na construção da segunda linha de produção em Três Lagoas (MS).

Nossa preferência no setor é pelas ações de Suzano (SUZB5) que, ao contrário de Fibria, está tocando um bem-suceido processo de desalavancagem, com a relação dívida líquida/ebitda já rodando em 2,3x ao final do primeiro trimestre - ante 4x no 1T15. Todo modo, diante da queda de 37% de FIBR3 acumulada no ano, em linha com a desvalorização cambial no período, seguiremos monitorando uma eventual entrada no papel.

fonte: Newsletter Empiricus

316305  - TraderCenter -  28 Jan 2016, 15:05
A Fibria teve lucro líquido de 910 milhões de reais no quarto trimestre, revertendo prejuízo de 128 milhões sofrido um ano antes, informou a produtora de celulose de eucalipto.


De outubro a dezembro, o Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) ajustado somou R$ 1,623 bilhão, um avanço de 79% frente a igual intervalo de 2014. A margem Ebitda na mesma base de comparação subiu de 45% para 54%.

A receita líquida da Fibria no último trimestre do ano passado ante 2014 evoluiu 49%, para R$ 2,985 bilhões. Já o resultado financeiro ficou positivo em R$ 97 milhões, ante um resultado negativo de R$ 611 milhões no quarto trimestre de 2014 e de R$ 2,357 bilhões de julho a setembro de 2015.

O Credit Suisse destacou que a companhia teve números fortes para o quarto trimestre, com uma performance operacional em linha com as estimativas e uma forte margem Ebitda (Ebitda/Receita Líquida) de 54,4%, explicada por uma robusta receita líquida e custo de caixa sob controle. Já o Bradesco BBI comentou que os resultados foram impulsionados principalmente pelos preços da celulose mais efetivos em reais por tonelada, com a depreciação de 9% do real mais do que compensando os preços menores em dólares. Mesma observação feita por analistas do Haitong, que mantiveram recomendação de compra, com preço-alvo de R$ 62,00 por ação.



Para o Itaú BBA, os resultados de 2016 provavelmente devem continuar melhorando, com expectativa de que o setor de celulose continue registrando resultados melhores ao longo de 2016, devido a: um real mais fraco, que irá mais do que compensar os preços em declínio da celulose em dólar (a receita por tonelada chegou a R$ 2.264 no 4° trimestre, a um câmbio médio de R$ 3,85, em comparação com a estimativa atual de R$ 4,27 para o dólar este ano); e menores custos-caixa de produção. Considerados esses fatores, o banco espera que a Fibria informe números recordes para o Ebitda, geração de fluxo de caixa e ROE (Retorno por ação) este ano.

A companhia reportou receita recorde no ano de R$ 10,08 bilhões, uma alta de 42% ante os R$ 7,08 de 2014. Considerando apenas os três últimos meses, a receita bateu R$ 2,98 bilhões, um aumento de 49% contra o mesmo período do ano anterior. Enquanto isso, a companhia reverter o prejuízo de R$ 128 mil do quarto trimestre de 2014 em um lucro de R$ 910 mil no fim do ano passado. No ano, o lucro atingiu R$ 357 mil, uma alta de 119%. Segundo a empresa, este valor "será majoritariamente destinado para pagamento de dividendos".


Contribuíram para o resultado a valorização do dólar e o aumento do preço médio, de acordo com as informações divulgadas pela Fibria.

No fechado de 2015, a Fibria lucrou 357 milhões de reais, alta de 119 por cento sobre os 163 milhões de reais um ano antes.

A receita líquida trimestral subiu 49 por cento ano a ano e encerrou o trimestre em 2,985 bilhões de reais, impulsionada pela valorização de 51 por cento do dólar médio e do aumento de 7 por cento do preço médio líquido em dólar.

As vendas de celulose caíram 7 por cento ano a ano, a 1,308 milhão de toneladas.


"Apesar da performance positiva durante grande parte de 2015, que permitiu a implementação de três aumentos de preço ao longo do ano, as vendas do último trimestre foram impactadas pela forte pressão da China sobre os preços, levando a Fibria a optar pela diminuição da sua exposição na Ásia, que ficou abaixo da média histórica", disse a empresa.

A produção de celulose recuou 6 por cento no período, a 1,297 milhão de toneladas, em função de uma curva mais lenta para estabilização após a parada e do impacto da parada programada para manutenção na unidade Jacareí, informou a Fibria.

A dívida líquida da companhia cresceu 46 por cento no trimestre ano a ano, encerrando dezembro em 11,015 bilhões de reais.

O Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciações e amortizações) ajustado no período foi de 1,62 bilhão de reais, alta de 79 por cento sobre o resultado nos três últimos meses de 2014.

A média de estimativas de analistas obtidas pela Reuters apontava para Ebitda de 1,65 bilhão de reais no período.

No acumulado de todo o ano de 2015, o lucro líquido subiu 119%, de R$ 163 milhões em 2014 para R$ 357 milhões no ano passado. O Ebitda ajustado se elevou 91%, para R$ 5,337 bilhões, com a margem Ebitda subindo de 39% para 53%.

A receita líquida totalizou R$ 10,081 bilhões no ano passado, um avanço de 42% contra 2014. Já no acumulado de 2015, o resultado financeiro ficou negativo em R$ 3,685 bilhões.
http://lupamercantil.blogspot.com

165065 - aprendiz quebrado do professor  -  30 Jan 2013, 22:55
Fibria reverte prejuízo e tem lucro de R$48 mi no 4o tri

RIO DE JANEIRO, 30 Jan (Reuters) - A Fibria, maior produtora de celulose de eucalipto do mundo, teve lucro líquido de 48 milhões de reais no quarto trimestre, revertendo o resultado negativo de 358 milhões de reais apurado um ano antes, informou a companhia nesta quarta-feira.

A receita líquida da empresa cresceu 33 por cento no período, para 1,85 bilhão de reais, enquanto o Ebitda (sigla em inglês para lucro antes dos juros, impostos, depreciação e amortização) ajustado atingiu 753 milhões de reais, um avanço de 93 por cento.

A média de cinco estimativas de analistas obtidas pelas Reuters apontava receita líquida de 1,76 bilhão de reais nos três meses até dezembro, enquanto para o Ebitda ajustado era de 701 milhões de reais.

Para 2013, a companhia aprovou um orçamento de capital 1,244 bilhão de reais, 15 por cento maior frente ao ano passado. O aumento se deve ao efeito não recorrente do maior investimento em renovação florestal na Unidade Aracruz e aos impactos do câmbio e da inflação, explicou a Fibria.

(Por Juliana Schincariol)

17979 - rcbocardo - 29/Out/2011 19:28
FIBRIA COMPRA
(FIBR3) PREÇO-ALVO: R$28,00
Resultados do 3T11 Em Linha; Momento Continua Fraco
Felipe Reis Alex Sciacio, CFA

Conclusão: Esperamos uma reação neutra do mercado aos resultados do 3T11 da Fibria. Embora a ação esteja negociada a uma avaliação atrativa (P/VPA de 0,4x e um desconto de 41% para seu valor de reposição), acreditamos que os resultados devem continuar pressionados no 4T11 devido ao fraco momento para os preços da celulose.. Nesse setor, continuamos a preferir a Klabin (KLBN4, R$6,27, Compra) e Duratex (DTEX3, R$8,73, Compra)

Notícia/Análise: A Fibria divulgou os resultados do 3T11 no dia 26 de outubro, antes da abertura do mercado,. A seguir, apresentamos os pontos mais importantes:

• A receita líquida de R$1,45 bilhão ficou 3% acima de nossa estimativa, refletindo preços da celulose 3% acima do esperado, o que, porém, ocorreu à custa de volumes 7% inferiores às expectativas, uma vez que a empresa decidiu não reduzir os preços de tabela no trimestre.

• O EBITDA de R$476 milhões (margem de 33%) ficou praticamente em linha com nossa projeção. A Fibria ainda foi negativamente impactada pelo alto CPV no trimestre devido a paradas para manutenção realizadas no 2T/3T, que impediram uma recuperação de margens. Entretanto, os custos caixa de produção caíram 6% no trimestre (para R$481/tonelada) e provavelmente terão outra queda de R$10/tonelada (4%) no 4T11, pois não há paradas para manutenção planejadas no trimestre.

• O prejuízo líquido de R$1,1 bilhão foi ligeiramente inferior à nossa estimativa de R$1,3 bilhão; o índice dívida líquida/EBITDA atingiu 4,2x no 3T11, acima de nossa estimativa de 3,9%, devido a perdas de R$541 milhões da marcação a mercado de derivativos, que aumentam a dívida financeira para o cálculo do índice. Destacamos que não houve quebra de cláusulas de dívida contratuais (covenants), pois o nível do limite do trimestre foi de 4,25x (4,0x no 4T11). A alavancagem da Fibria pode apresentar uma melhoria se o Real continuar nos níveis atuais até o final do 4T11 (-7% em relação ao fechamento do 3T11). Além disso, a venda dos ativos Losando pode também reduzir ainda mais o endividamento da empresa (as negociações continuam em andamento).

99383 - paulo_prof - 26/Out/2011 18:49
Embora eu não acompanhe os balanços da Fibria de perto (FIBR3 não está em minha planilha), é interessante observar o comportamento do Resultado Fianceiro neste 3T11, para ter um "insight" do impacto que a valorização do dólar vai trazer no curto prazo, para as empresas endividadas em moeda estrangeira.

No 1S11, o Resultado Finaceiro da Fibria havia sido positivo em R$ 288 milhões. No 3T11, o Resultado Financeiro foi negativo em 2,014 trilhões ...

É mole???

33169 - NotwenCardozo - 19/Abr/2010 07:23
Tenho um pouco de FIBR3 que havia comprado quando ARCZ6 despencou devido à operação dos derivativos. Felizmente comprei ARCZ6 e não ARCZ3 em Dez de 2008 e em Março de 2009. O papel na minha carteira já subiu 180% e hoje representa 2%. Na época que comprei o DY estava em 35%, ou seja, quando este papel pagar dividendos a níveis de antes da crise, deve dar um bom retorno em relação ao meu capital inicial investido.
16/04/2010 às 09:05
Fibria zera dívida e anuncia nova fábrica na Bahia
Na palestra durante o II Fórum de Lideranças Empresariais em Aracruz, o diretor-presidente da Fibria Celulose, Carlos Aguiar, disse que a dívida com derivativos, que era de US$ 2 bilhões, foi reduzida para apenas US$ 500 milhões e será totalmente paga até o próximo mês. Ele anunciou a retomada dos investimentos e o início do plantio de eucalipto para a implantação do projeto Veracel II, em Eunápolis, na Bahia.
Aguiar, eufórico, explicou o bom momento vivido pela Fibria em função do aumento de preço na tonelada de celulose, que em um ano subiu de US$ 400 para US$ 900, o que permitiu a compra de terreno para a construção da fábrica de Três Lagoas, em Mato Grosso do Sul, e um investimento de R$ 1,3 bilhão, sendo R$ 500 milhões no Espírito Santo e Sul da Bahia, dos quais R$ 300 milhões em silvicultura.
"A Fibria já recuperou 1,5 mil empregos até o último mês de março e deve recuperar mais 1,5 mil na área de silvicultura, e gerando mil novos empregos em 2010, e estamos nos preparando para ser comprador, pois não vamos vender mais nada", garantiu Aguiar. Sobre uma nova fábrica em Aracruz, Carlos Aguiar disse que antes de 2014 isso não será possível, apesar da existência de quatro oportunidades que favorecem o novo empreendimento. "Até o final deste ano a Fibria vai gerar 2,5 mil empregos em Aracruz, São Mateus e Sul da Bahia, e nossa previsão é aumentar de 5,4 milhões para 20 milhões por ano a produção de celulose, até 2020", finalizou.
http://www.folhalitoral.com.br/site/index.php?p=noticias_ver&id=1301

21655 - paulo_prof - 18/Nov/2009 15:53
citação: FOCKINK
citação: Capa_PretaAos camaradas que têm ARCZ3 tenho más notícias....-65.14% hoje
Que naba nervosa hein?!
Abraço
Capa
desta eu estava por fora!!!
qual o motivo da queda??? pegou fogo na fábrica??
Acho que ontem foi o último dia de negociação dos ativos da Aracruz e da Votorantim ... A partir de hoje só existe FIBR3. Possivelmente, a regra de conversão das PNB e ON da Aracruz para as FIBR3 seja a mesma (tipo, a mesma quantidade de ARCZ3 e ARCZ6 para 1 FIBR3). Como o preço da ARCZ3 era muito superior ao da ARCZ6 (por causa do tag along), teria caído para equalizar. Mas é só um chute!

5466 - NotwenCardozo - 12/Mai/2009 00:50
SÃO PAULO, 11 de maio de 2009 - A Aracruz Celulose (ARCZ3; ARCZ5; ARCZ6) informou hoje que irá adiar a divulgação de resultados e teleconferência do primeiro trimestre, inicialmente agendada para amanhã (12). A empresa não explicou o motivo do adiamento, se limitando a afirmar que "a companhia irá definir uma nova data para esta divulgação, o que será comunicado ao mercado nos próximos dias".
Após perder mais de US$ 2,13 bilhões com derivativos, a Aracruz registrou um prejuízo líquido de R$ 2,982 bilhões no quarto trimestre de 2008, ante resultado positivo de R$ 187,3 milhões um ano antes. No acumulado de 2008, a empresa encerrou com perdas líquidas de R$ 4,194 bilhões, contra ganho de R$ 1,044 bilhão em 2007.


4625 - NotwenCardozo - 24/Abr/2009 02:27
Pra quem tem ARCZ VCP:
Comissão da UE aprova controle da Aracruz pela Votorantim
Por 21 de Abril de 2009 | 10:09
"BRUXELAS (Reuters) - O conglomerado brasileiro Votorantim ganhou a aprovação das instâncias reguladoras da União Europeia, na terça-feira, para assumir sozinho o controle da empresa de papel e celulose Aracruz Celulose."
"Braço executivo da União Europeia, com 27 países, a Comissão Europeia disse em comunicado que o acordo não vai prejudicar a concorrência, já que a entidade resultante da fusão não vai restringir o acesso à celulose, em função da presença restrita da Votorantim nesse mercado."
"A Aracruz Celulose hoje é controlada conjuntamente pela Arapar, Arainvest e Votorantim, que também possui ativos em cimento e concreto, mineração e metalurgia, suco de laranja concentrado e substâncias químicas."
"Através de sua afiliada VCP, a Votorantim anunciou no ano passado ter assinado um acordo para comprar a participação acionária de 28 por cento da Aracruz que estava nas mãos da Arapar S.A., uma holding do grupo Lorentzen."
"Como parte do acordo com os acionistas da Aracruz, a VCP também terá que oferecer-se a comprar a participação de 28 por cento pertencente à Arainvest Participações, a holding dos irmãos Joseph e Moise Safra."

"Se a Arainvest aceitar a oferta, a VCP disse que planeja trocar suas ações por ações da Aracruz."


3099 - danieljoseaa - 27/Mar/2009 15:50
Eita ferro a Aracruz agora afundou de vez...3 bilhões de prejuízo só no 4° tri.
Comentários da LINK
A Aracruz divulgou hoje pela manhã seus resultados referentes ao 4T08 e ao ano de 2008, apresentando números operacionais ruins, além da já esperada perda de mais de US$1 bi com derivativos de câmbio. Já imaginávamos que o resultado continuaria abaixo da média para a companhia, que continuou sofrendo com a queda na demanda por celulose e aumento dos custos até o final de 2008. Vale lembrar que a Aracruz deve ser incorporada pela VCP ainda este ano, e esse resultado interfere diretamente nas ações da nova controladora.
A produção caiu em relação ao 3T08, com 714 mm de toneladas, devido a paradas para manutenção. Neste trimestre, a companhia alcançou vendas de apenas 735 mm de toneladas, um ritmo de vendas até que bom, frente a fraca demanda no mundo. A Aracruz comentou que as vendas até que não vão tão mal, principalmente para os produtores de tissue cuja demanda é menos inelástica. Aliado à isso, vemos as boas vendas para a Ásia, divulgadas pela Suzano e pela VCP, que devem assegurar um ritmo de vendas melhor, ao longo de 2009. Apesar disso, a demanda não parece estar totalmente normal, e a companhia já antecipou mais uma parada para manutenção neste trimestre. Os estoques estão em níveis controlados e pouco subiram neste último trimestre, indicando boas vendas pela companhia.
A receita líquida foi de US$ 407,8 mm para o trimestre, uma queda de 24% no yoy, principalmente devido à queda no volume e nos preços realizados. A margem bruta da companhia caiu bastante, devido também a forte queda nos preços, apenas no último trimestre a redução nos preços foi de 22%. No trimestre anterior (3T08), o custo caixa de produção de celulose foi de US$287 / ton, e neste trimestre foi de US$227 / ton, uma forte queda de US$60 / ton, o principal fator foi a valorização do dólar frente ao real, que foi responsável por uma queda de US$56 / ton no custo caixa, mostrando ganhos operacionais da desvalorização cambial. Para o próximo trimestre, é esperado que a companhia continue a mostrar esses ganhos (operacionais!). A Margem EBITDA caiu para 33%, 6 p.p abaixo do alcançado no 3T08, mostrando o forte impacto da queda dos preços nesse resultado, queda essa que continua e deve ter um impacto ainda mais forte para o 1T09.

Comentário de Resultado
Os investimentos previstos pela companhia continuam adiados, esperando um ambiente melhor de mercado. Com isso, a capacidade de produção da Aracruz fica estagnada até segunda ordem.
Vimos nos últimos meses, fortes quedas nos preços da celulose, a demanda, porém, até que está se mostrando segura. Esperamos que os preços passem a mostrar certa resistência quanto a novas baixas, já que a estamos vendo grandes fechamentos de fábricas, devido a atual cotação da celulose que inviabiliza alguns produtores de seguirem em operação. Dentre os tipos de celulose, o eucalipto continua apresentando uma situação melhor e é esperado que se mantenha o melhor mercado do setor.
As perdas com câmbio no 4T08 já eram esperadas, e ficaram em patamares bem próximos às perdas no 3T08. Esperamos para o 1T09 que essas perdas acabem, já que a companhia renegociou suas dividas e diminui sua exposição aos derivativos de câmbio.
Nesse momento de redução da demanda, é muito importante olhar o endividamento das empresas de setores cíclicos como o de celulose e a Aracruz passou para um endividamento líquido de 4,85x Ebitda, mostrando o forte endividamento que a VCP irá herdar após a incorporação da Aracruz.
O resultado da companhia mostrou um operacional ainda mais fraco, o que preocupa, o acionista de VCP, já que a companhia está cada vez mais endividada, e com o operacional pior. Os próximos períodos serão bem complicados para realizar a incorporação da Aracruz.
O cenário para as empresas de papel e celulose piorou, não vemos mais a valorização do real compensando as quedas nos preços, o que piorará consideravelmente o operacional do setor. Nossa expectativa é ao menos de estagnação dos preços no curto prazo. O que ajuda a animar as projeções do setor é a pressão maior que os produtores de alto custo vão receber o que pode levá-los a fechar a produção e diminuir a oferta de celulose. Uma coisa ainda podemos dizer: se está ruim para as produtoras brasileiras, para o restante do mundo está ainda pior. No longo prazo continuamos vendo uma predominância do Brasil nesse mercado.
Mantemos nossa recomendação de ficar fora tanto de Aracruz quanto de VCP, o endividamento resultante da fusão será muito alto e a tendência é que para os próximos anos a geração de caixa das duas companhias sofram com a queda nos preços e da demanda.
27 de março | 2009

Equity Research


2185 - rcbocardo - 07/Mar/2009 10:49
Bom dia a todos os amigos!
"Ancamar, realmente o caso da VCP \ ARACRUZ é um caso à parte... infelizmente. Conseguiram (acho que à base de muito esforço) derreter 2 empresas até então exemplares. VCPA4 cotada no momento a cerda de 1\6 do que valeu a bem pouco tempo atrás, realmente é lastimável... De qualquer forma, acho que vale a pena ficar de olho para quando começar a aprecer os primeiros sinais de melhora; se tivesse tudo ok, nas cotações de hj poderia se dizer que está muito barata... porém o risco é grande e a postura dos comandantes não parece ter sido a mais adequada..."


2183 - ancarmar - 07/Mar/2009 09:02
OS CONTRIBUINTES ANÔNIMOS.
"Meus amigos finalmente depois de pouco mais de 40 dias passados da divulgação da compra da parcela da Aracruz pela Votorantim comecei a entender melhor a operação. A Votorantim pagou pela parte da Arapar R$ 21,25 por ação ordinária e se a Arainvest quiser vender a sua parte também receberá R$ 21,25 por ação ordinária. Um excelente negócio, afinal de contas está pagando só 279,46% a mais do que o valor cotado em bolsa no dia da negociação. O nosso BNDES, não poderia ficar de fora nesta grande transação, afinal de contas é um grupo brasileiro assumindo aquela que será a maior empresa do mundo do gênero, por isso altamente elogiável a atitude de injetar dinheiro público nesta transação. Outra participação importante do BNDES é a sua contribuição indireta para o engrandecimento desta empresa nacional que está se projetando para o mundo. Ao concordar que sua parcela de ações ordinárias na empresa tenha seu valor arbitrado em R$ 14,56 por ação, um valor 45,95% menor do que o valor das mesmas ações ordinárias dos grupos majoritários, possibilitando destarte um reforço de caixa importante e necessário à nova empresa em formação. Concordo plenamente com o presidente do BNDES ao desobrigar a nova empresa do compromisso assumido, ao receber financiamento com recursos oriundos do FAT, de não haver demissão de trabalhadores. Este compromisso poderia abalar a empresa ainda em formação. Os trabalhadores demitidos devem explicar aos seus familiares, principalmente nos momentos sagrados da refeição, que o jejum é uma atitude que faz bem à saúde e também, eles devem lembrar do esforço nacional para construção de uma empresa forte, e que não existe País forte, sem empresas fortes. Enquanto o mundo vive uma crise, sem precedentes, nós vivemos num país maravilhoso, onde a crise apresentou-se apenas como algumas “marolinhas”. Onde as empresas, mesmo aquelas que tenham passado por algum pequeno problema, fruto de algum descuido administrativo, conseguem supervalorizar suas ações ordinárias, não todas evidentemente, só as dos grupos majoritários, afinal de contas nada mais justo do que defender seu patrimônio. Este prejuízo ocorrido no 2º semestre do ano passado, uma bagatela de pouco mais de 2 bilhões de dólares, não pode, de maneira alguma, ser imputado aos administradores da Aracruz, eles estavam muito ocupados na elaboração do planejamento da nova empresa. Em conseqüência, nada mais justo que o BNDES, os trabalhadores de nosso País e os pequenos investidores, assumam esta responsabilidade, possibilitando desta forma a tranqüilidade necessária a estes grandes administradores para tratarem das sinergias da criação desta empresa que será um verdadeiro orgulho nacional. Observem bem que estas pessoas são donas de um tino comercial fantástico, afinal numa época de crise, a empresa com uma dívida de mais de 2 bilhões de dólares, decorrente do pequeno descuido já citado, obter uma valorização em suas ações, de R$ 5,60 para R$ 21,25, requer um esforço e um trabalho contábil de excelência."
"As nossas mais de 577 milhões de preferenciais foram um “pouquinho” desvalorizadas, apenas 18% no primeiro momento, hoje uns 40%, mas o que é 40% para os pequenos investidores, afinal de contas estamos contribuindo para que a Votorantim compre a mais rentável empresa de celulose do mundo. Não devemos nos queixar, afinal de contas não somos ninguém, somos uma massa anônima e ignara, e estamos cooperando com grandes administradores, pessoas de ilibada honra e notório saber. No futuro, quando esta potência nacional transformar-se numa potência mundial, nós, pequenos investidores, poderemos nos ufanar de termos contribuído com a Votorantim neste plano fantástico de enriquecimento lícito."
"Nós, pequenos investidores, que assistimos nossas minguadas economias transferirem-se como num passe de mágica para esta fantástica empresa, estamos muito felizes, por ela ter nos proporcionado esta maravilhosa oportunidade de empobrecimento absolutamente lícito. Nós, os ANÔNIMOS contribuintes, com pouco conhecimento sobre os grandes negócios empresarias, recebemos uma homenagem perene na própria denominação da empresa: Votorantim Papel e Celulose Sociedade ANÔNIMA."
"Num primeiro momento ficamos um pouco chateados de vermos nossas economias, transferirem-se subitamente para outros donos, mas ao compreendermos as sinergias envolvidas na criação da maior empresa de celulose do mundo, passamos a compreender e nos sentirmos muito orgulhosos que o nosso empobrecimento foi por uma nobre causa. Que já apresenta resultados nas expressões felizes e triunfantes destes grandes e tradicionais empresários do nosso País, suas fotografias são estampadas nas capas de revistas da rede Globo, outra grande empresa do nosso País, sempre pronta a noticiar os fatos relevantes da nossa terra, mostrando ao mundo o povo ordeiro e pacífico, que habita o nosso Brasil. Não podemos esquecer a nossa BOVESPA, símbolo de transparência e legitimidade das transações no mercado acionário brasileiro. A Comissão de Valores Mobiliários, que desenvolve um trabalho consistente e eficaz no controle das transações dos valores mobiliários, proporcionando a todos os investidores toda a credibilidade necessária a um mercado que quer ser respeitado mundialmente."
"Às vezes, não sei o porquê, talvez motivado por uma extrema perturbação, recebo um impulso de escrever tudo ao contrário daquilo que realmente penso e sinto, não será o efeito do dano psicológico causado por esta maravilhosa negociação?"

"Elaborado e redigido por Antonio Carlos Martins, um cidadão brasileiro, que está evidenciando um grande esforço para não sentir vergonha de alguma coisa, que não está no lugar certo."


2172 - small caps - 07/Mar/2009 01:46
O caso da ARCZ6 e da VCPA4 foi o mais impressionante em termos de: Paguem a minha conta... lastimável. Não colocaria um centavo em empresas assim... uma vez que o valor que a VCPA terá que pagar pelas ARCZ3 daquele pessoal que levou o créu cambial e gentimente os cedeu para os preferencialistas... é gigantesco... e sua dívida ficará abissal num momento em que o preço da commoditie que vende tem caído e a demanda vai na mesma direção.

"O mercado oferece oportunidades muito melhores e no futuro, quando resolvida esta questão, pode-se verificar a viabilidade de comprar suas ações com melhor visão do tamanho do estranho nas contas da VCPA."


2136 - danieljoseaa - 06/Mar/2009 00:15
Amigo pelo que eu entendi a VCP comprou ações ordinárias da família Safra.
"A VCP ainda informou que apresentará à CVM (Comissão de Valores Mobiliários) o pedido de registro de oferta pública de aquisição das ações ordinárias de emissão da Aracruz que se encontram em circulação no mercado, por quantia correspondente a 80% do preço ajustado com as famílias, a ser paga nas mesmas condições pactuadas com os aludidos alienantes."

"Traduzindo, é provável que quem tem Arcz3 possa vender suas ações por 80% do valor pago a familia Safra, já quem tem arcz6, infelizmente só Deus sabe."


2133 - fhalves2 - 06/Mar/2009 00:04
Será que alguém pode traduzir se essa confirmação da fusão da aracruz com a votorantim noticiada agora a noite trará ganho real para os minoritários?

Resolvi recorrer a esse tópico pois aqui as informações são muito mais técnicas e confiáveis...nos tópicos da arcz6 tem muita informação truncada.

1835 - paulorizz - 24/Fev/2009 14:07
ARCZ6
Se o Resultado do 4T08 vier tão horrível quanto o do 3T04:
"a) o patrimônio liquido deverá ficar abaixo dos 2,5 bilhões"
b) a dívida bruta deverá ficar acima de R$ 5 bilhões
"c) a liquidez corrente não deverá ficar acima de 0,8"
"Ou seja, caso parecido com o anterior, mas com melhores perspectivas. Papel candidato a upside. Se um 4T08 horrível se confirmar, o preço atual, na minha opinião, pode ainda estar caro. Acho lícito adquirir uma pequena quantidade e aguardar. Eu não me surpreenderia se o papel chegar a R$ 1,6x."

1370 - small caps - 02/Fev/2009 23:40
"ARCZ6 já tem a relação de troca definida por ações da VCPA. Literalmente esfacelaram o minoritário, que terá que arcar com o prejuízo ocasionado pelos controladores da companhia. (que possuem ARCZ3 e continuaram ""bonitinho"" na foto, como se a *%#$¨& que fizeram não fosse com eles). Foi uma das mais extraordinárias maneiras que já vi de transferirem a responsabilidade do prejuízo para terceiros."
"Vamos ver como as autoridades brasileiras se comportam sobre este fato, mas em situações anteriores já demonstraram não se interessar, infelizmente, quando uma ação ON chega a valer absurdos 5 vezes mais que uma ação PN... tem coisas que são difíceis de acreditar, ainda mais quando vem de empresas que eram SUSTENTÁVEIS. Sustentáveis para quem, afinal? (...)"

1184 - small caps- 24/Jan/2009 00:17
"citação: JJosePrezado Small,"
"Gostaria de um comentário seu sobre ARCZ6. O que aconteceu foi realmente muito surpreendente, pegou todos os comprados no contrapé. Existe chances da arcz6 se aproximar da arcz3? Qual a sua opinião?"
"JJose, no mercado às vezes é difícil entender como o órgão de fiscalização pode aceitar que uma ação ordinária tenha valor 5 vezes maior que uma preferencial, ainda mais quando os detentores desta última são os que mais tinham poderes para coibir os trágicos acontecimentos com os derivativos. Lastimável, realmente."
"Apesar de não ter ações da ARCZ6, prefiro nem comentar muito a respeito, porque eu considero que nem tudo que é legal é ao mesmo tempo moral e ético..."

918 - small caps - 14/Jan/2009 00:18
"SuperTuba, falamos bastante sobre a ARCZ6 aqui neste tópico quando ela custava menos de R$ 2,00. Chegamos a compará-la como uma daquelas empresas com grande potencial, comprada por uma questão pontual (na verdade uma besteira enorme), e que poderia gerar relevantes ganhos no longo prazo, quando vencida a equalização da nova dívida. O balanço do quarto trimestre certamente virá horrível. Mas o mercado antecipou este cenário."
"Com o prejuízo que deve ter no quarto trimestre é possível que volte a negociar a P/VPA superior a 1, só pelo efeito que dívida terá no patrimônio líquido, caso mantidos os preços atuais."
"Assim, até é possível comprar suas ações ainda, mas ciente dos desafios que será administrar a nova dívida num cenário de retração da demanda por commodities (celulose inclusive) e aperto de liquidez."

601 - damonpena - 12/Dez/2008 10:35
"ARCZ6 já foi comentado como sendo uma possível empresa TURAROUND , empresas bem administradas , com baixo custo , sólidas etc que cometem deslizes administrativos levando a prejuízos fortes em curto prazo provocando desvalorização de seus papéis mas que após equacionado o problema , os papéis tendem a voltar a seus patamares anteriores quandam retomam o caminho do crescimento..."

506 - small caps - 04/Dez/2008 18:55
"(490) damonpena, ARCZ6 pode realmente se tornar um caso clássico de turnaround. O prejuízo a ser anunciado referente ao quarto trimestre será gigantesco. Não fosse a questão financeira, a empresa era bastante saudável. Pode-se estar diante, portanto, de uma oportunidade. Buffett adquiriu algumas empresas em situações de crises pontuais e ganhou muito $$$$. Há que se acompanhar, com eventual compra de ações com o capital adequado, diante da dívida que a empresa ficará devedora."

226 - small caps - 29/Out/2008 23:39
"Diogoafonso, nos preços que chegaram ARCZ6 e SDIA4 vale uma pequena aposta, estando ciente dos riscos da alta dívida que tem em dólar, no atual cenário de instabilidade cambial

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