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quarta-feira, 1 de abril de 2020

GP Investiments (GPIV)


Recomendações
 
   
Códigos de Negociação
Tipo
GPIV33
 DR3 

Balanços
A2019/4T2019 - DFP 31/12/2019

Características
Investimentos alternativos, principalmente, em Private Equity

Balanços (Calendário)
31/03/2020
 DFP 2019
15/05/2020
 ITR 1T 2020
14/08/2020
 ITR 2T 2020
13/11/2020
 ITR 3T 2020




Bom dia amigos. Participo do fórum mais como espectador e gosto muito das análises do mesmo. Estive vendo o ativo GPIV33 e fiquei curioso, pois pelo site do fundamentus ele está cotado bem abaixo do que tem em caixa e de seu valor patrimonial. Dissecando um pouco mais o ativo, vi que eles tem participação relevante em BRPR3, que sozinha já valeria mais do que o papel custa atualmente, ficando os demais ativos de graça (se minha análise não estiver errada). Alguém poderia avaliar / comentar a respeito do ativo?
Confesso não estar entendendo ... A base de ações ex-tesouraria da GPIV é 108,908 ações. Multiplicando pela cotação atual de R$ 6,60 obtém-se R$ 719 milhões. Ao final do 3T19, o caixa + equivalente de caixa somavam R$ 705 milhões. Moral da História: o market cap corrente da GPIV não está BEM ABAIXO do que ela tem em caixa.

De qualquer forma, não se pode somente olhar o caixa ... tem que se olhar também para as dívidas. A GPIV tem bonds perpétuos no mercado que em 30SET2019 foram contabilizados em R$ 447 milhões. Subtraindo estes do caixa, obtém-se um caixa líquido de R$ 259 milhões.

Ou seja, o market cap é aprox. igual a 2,8 vezes o caixa liquido!

A menos que tenha me equivocado, em 30SET2018 a participação do GPIV na BRPR era de 2,2%. Como o market cap da BRPR é de aprox. R$ 6,2 bilhões, a participação na BRPR só contribuiu aprox. R$ 137 milhões para o ativo da GPIV.

Muito maior é a participação na Centauro, que em 30SET2019 somou aprox. R$ 1,464 bilhões.

O PatLiq contábil da GPIV em 30SET2019 era de R$ 1,345 bilhões. Em consequência, de fato, o P/VPA = 0,53 é baixo. Mais isto não é novidade. Talvez não na mesma intensidade, mas isto é típico. "Holdings" normalmente valem menos do que os ativos que controlam (o GPIV não é uma holding, mas como fundo de investimentos se assemelha a uma).

Finalmente, há a questão: seria o P/VPA um bom indicador para decisões de investimento? Tomado de forma isolada, certamente que não. No frigir dos ovos, uma empresa vale pelo fluxo descontado de caixa livre que vai gerar em sua existência. Para um fundo de investimentos que não investe mais, o lucro é uma boa medida para este fluxo. Se vc olhar para o histórico do lucro da GPIV verás que é péssimo! Nos 10 anos terminados no 3T19, de acordo com os dados históricos do Fundamentus, o resultado líquido acumulado é negativo em R$ 691 milhões!!! 
                                                                                           ▲                                                                      ▲
COMENTÁRIO: PAPEL SOBREVALORIZADO ( * ). RECEITA LIQUIDA = A Receita Líquida consolidada do 3T18 foi de - R$ 116,8MM, redução de 173% comparada ao 3T17. LUCRO LIQUIDO = O Lucro Bruto do 3T18 foi de - R$ 82,5MM, redução de 185% comparada a do 3T17. Despesas com Vendas, Gerais e Administrativas = As Despesas com Vendas, Gerais e Administrativas reduziram 34% comparado ao 3T17. EBITDA = O EBITDA do 3T18 foi de - R$ 145MM, diminuição de 120% comparado ao 3T17. MARGEM EBITDA = A Margem EBITDA no trimestre foi de 186% no 3T18 x 20,07% no 3T17; PORTFÓLIO DE FUNDOS DE PRIVATE EQUITY = RHI MAGNESITA, CENTAURO, BR PROPERTIES, BHG, EBAM, BELEZA NATURAL; INVESTIMENTOS PROPRIETÁRIOS = SPICE PRIVATE EQUITY, LEON, RIMINI STREET, CRAFTORY, FOODFIRST:

GPIV33
PREÇO: R$ 5,10
PAYOUT (2017): 0,00%

Múltiplos baseados nos últimos 12 meses

P/L -3,28
P/VPA 0,44
PSR -4,53
DY 0,00%
EV/EBITDA -2,14
MARGEM BRUTA 100,00%
MARGEM OPERACIONAL 250,24%
MARGEM LÍQUIDA 137,84%
LUCRO POR AÇÃO R$ -1,553
MARGEM EBITDA 186,98%
DÍVIDA BRUTA/PATRIMÔNIO LÍQUIDO 42,02%
ROE -13,33%
LIQUIDEZ CORRENTE 10,21

Taxas de Crescimento Nominal

a) últimos 12 meses sobre 12 terminados no 3T17, nominal
RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA -156,63%
RESULTADO BRUTO -156,63%
RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO -47,08%
RESULTADO OPERACIONAL 199,32%
RESULTADO LÍQUIDO 75,24%
EBITDA -627,59%

b) 3T18 sobre 3T17, nominal
RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA -173,29%
RESULTADO BRUTO -173,29%
RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO 81,38%
RESULTADO OPERACIONAL -243,28%
RESULTADO LÍQUIDO -285,71%
EBITDA -220,90%

c) lucro (taxa média anual)
UA 75,24%
U2A ND
U3A 14,89%

d) patrimônio líquido médio
UA 13,48%
U2A 3,14%
U3A -0,67%

Preço justo fornecido pela fórmula do FCD para uma taxa média de crescimento real nulo do lucro líquido dos últimos 12 meses durante 5 anos, perpetuidade real nula e taxa de desconto real de 8%: R$ ND
Ou, taxa de crescimento real do lucro líquido dos últimos 12 meses necessária, durante os próximos 5 anos, para que o preço justo fornecido pela fórmula do FCD seja igual ao preço corrente (com uma perpetuidade real nula e taxa de desconto anual real de 8%): ND !!!!
[...]

353345 - marcosvinicius2 -  04 Set 2018, 03:41
COMENTÁRIO: PAPEL SOBREVALORIZADO ( * ). RECEITA LIQUIDA = A receita liquida foi de -215 milhões no 2T18 x 116 milhões no 2T17, por outro lado o LUCRO LIQUIDO foi de -144 milhões no 2T18 x +18 milhões no 2T17, no SOMATÓRIO dos U12M temos 169 milhões para a RECEITA LIQUIDA, -45 milhões para o RESULTADO FINANCEIRO e -56 milhões para o LUCRO LIQUIDO, ou seja, a empresa vem apresentando uma queda acentuada na sua capacidade financeira. PORTFÓLIO DE FUNDOS DE PRIVATE EQUITY = RHI MAGNESITA, CENTAURO, BR PROPERTIES, BHG, EBAM, BELEZA NATURAL; INVESTIMENTOS PROPRIETÁRIOS = SPICE PRIVATE EQUITY, LEON, RIMINI STREET, CRAFTORY, FOODFIRST:

GPIV33
PREÇO: R$ 4,56
PAYOUT (2017): 0,00%

Múltiplos baseados nos últimos 12 meses

P/L -11,48
P/VPA 0,38
PSR 3,28
DY 0,00%
EV/EBITDA 11,74
MARGEM BRUTA 100,00%
MARGEM OPERACIONAL -24,93%
MARGEM LÍQUIDA -28,60%
LUCRO POR AÇÃO R$ -0,397
MARGEM EBITDA 22,08%
DÍVIDA BRUTA/PATRIMÔNIO LÍQUIDO 39,78%
ROE -3,31%
LIQUIDEZ CORRENTE 9,48

Taxas de Crescimento Nominal

a) últimos 12 meses sobre 12 terminados no 2T17, nominal
RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA -10,62%
RESULTADO BRUTO -10,62%
RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO -51,13%
RESULTADO OPERACIONAL -73,72%
RESULTADO LÍQUIDO -60,17%
EBITDA 2493,87%

b) 2T18 sobre 2T17, nominal
RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA -284,47%
RESULTADO BRUTO -284,47%
RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO 280,73%
RESULTADO OPERACIONAL -589,38%
RESULTADO LÍQUIDO -877,87%
EBITDA -483,32%

c) lucro (taxa média anual)
UA -60,17%
U2A -58,32%
U3A -173,44%

d) patrimônio líquido médio
UA 8,99%
U2A -0,06%
U3A 0,81%

Preço justo fornecido pela fórmula do FCD para uma taxa média de crescimento real nulo do lucro líquido dos últimos 12 meses durante 5 anos, perpetuidade real nula e taxa de desconto real de 8%: R$ ND
Ou, taxa de crescimento real do lucro líquido dos últimos 12 meses necessária, durante os próximos 5 anos, para que o preço justo fornecido pela fórmula do FCD seja igual ao preço corrente (com uma perpetuidade real nula e taxa de desconto anual real de 8%): ND !!!!
[...]

352928  - mantonio01  -  19 Ago 2018, 02:03

https://www.em.com.br/app/noticia/economia/2018/08...



Após investimentos no exterior, GP faz movimento para virar sócia da Light

ECEstadão Conteúdopostado em 17/08/2018 07:30

A gestora de recursos GP Investments assinou um memorando de entendimento para liderar uma oferta de ações da Light, concessionária de energia do Rio de Janeiro. Em comunicado ao mercado divulgado no fim da noite de quinta-feira, 16, a empresa de energia diz que o acordo ainda é preliminar e não vinculante, mas que estabelece termos e condições indicativos caso a oferta venha a ser efetivada.

A Light, controlada pela estatal mineira Cemig, tenta replicar o modelo iniciado pela AES Eletropaulo, que provocou grande disputa entre a italiana Enel e a Neoenergia. No fim, o modelo de ancoragem foi abandonado e a venda das ações feita por meio de leilão na Bolsa. Antes de a GP entrar no páreo, outros investidores também demonstraram interesse pela distribuidora fluminense, como Equatorial, Vinci Partners, Enel e Neoenergia.

O interesse da GP pela Light surgiu recentemente, bem depois de a Cemig incluir o ativo no seu plano de desinvestimento. Considerada uma empresa complexa, a concessionária tem dívida perto de R$ 8 bilhões e perdas de energia (causadas especialmente foi furtos e fraudes) superiores a 20%. Em áreas de risco, esse total é de 80%.

Desde 2017, a estatal mineira tenta encontrar formas para reduzir o endividamento da distribuidora. Segundo fontes, a proposta de fazer uma oferta primária de ações foi colocada na mesa em março do ano passado, mas a Cemig não aprovou. Na época, a ideia era fazer uma oferta primária de R$ 1 bilhão, seguida de uma secundária. Nesse processo, a Cemig diluiria sua participação na distribuidora.

Em março deste ano, a proposta foi novamente feita e, por pouco, não foi aprovada em junho. Mas, segundo fontes próximas às negociações, na última hora a Cemig recuou. Um dos motivos seria a forte desvalorização da empresa do ano passado para cá.

Apetite

Com US$ 1,6 bilhão de negócios sob gestão, a GP viu na Light uma oportunidade de voltar a investir no mercado nacional, depois de um movimento recente do fundo de private equity (que compra participação em empresas) no exterior. Em março, a GP fez aporte de US$ 100 milhões para comprar a rede de restaurantes Bravo Brio, que atua nos Estados Unidos. Em maio de 2017, a gestora havia comprado a rede de fast-food Leon, no Reino Unido. A volta ao mercado de alimentação ocorreu seis anos após a gestora ter vendido a rede de churrascarias Fogo de Chão a o fundo americano Thomas H. Lee Partners, por US$ 400 milhões.

No Brasil, o último negócio ocorreu em 2016, com a compra do controle da BR Properties, na qual já tinha 12% de participação. Copresidida por Fersen Lambranho e Antonio Bonchristiano, a gestora já teve passagem pelo setor elétrico como sócio da Companhia Energética do Maranhão (Cemar), na década passada. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

165954 - pppadv -  05 Fev 2013, 15:04
GP e Bradesco investem juntos em torre de celular
O Estado de S. Paulo - 04/02/2013
http://clippingmp.planejamento.gov.br/cadastros/noticias/2013/2/4/gp-e-bradesco-investem-juntos-em-torre-de-celular

Gestora e banco viram sócios na BR Towers, criada há quatro meses para explorar 0 aluguel de torres de telefonia móvel, que estão sendo postas à venda pelas operadoras A gestora de recursos GP Investimentos anuncia hoje um aliado de peso para seu negócio de compra e locação de torres para telefonia móvel. O fundo de private equity do Bradesco adquiriu uma fatia da BR Towers, criada pela GP em setembro do ano passado, e fez um aporte de cerca de R$ 100 milhões na empresa. A entrada do fundo do Bradesco ocorre ao mesmo tempo em que a BR Towers fecha sua primeira aquisição no Brasil. A empresa incorporou a Sitesharing, que administra 100 torres de telefonia alugadas para as operadoras. O fundador da empresa, Luigi Gosenza, passa a ter uma participação minoritária na BR Towers. AGP continua controladora, mas a fatia de cada sócio na empresa não foi divulgada. Com quatro meses de vida, a BR Towers soma uma carteira de 2 mil torres, cerca de 20% do total administrado por empresas independentes, ou seja, que não estão nas mãos das teles. A companhia entrou neste ramo com a compra de 1.912 unidades da Vivo por cerca de R$ 500 milhões. "Estamos analisando toda as oportunidades de crescimento, como aquisições de torres de operadoras, de "tower companies" (empresas gestoras dessas estruturas) ou a construção de novas antenas no formato built to suit (por encomenda)", disse o presidente da BR Towers, Mauricio Giusti. Corrida. O fundo do Bradesco é o terceiro a investir em gestoras de torres no Brasil nos últimos seis meses. A GP criou a BR Towers em setembro passado e, menos de três meses depois, o fundo de infraestrutura P2 Brasil, administrado pelo Pátria Investimentos, anunciou aporte de R$ 300 milhões na criação da Highline, do mesmo segmento. Por trás da corrida dos fundos de investimento está uma mudança na estratégia das empresas de telefonia brasileiras que criará uma oportunidade bilionária para gestoras de ativos de infraestrutura para telecomunicação. "A gestão de torres é um negócio rentável e que terá uma taxa de crescimento importante à medida que as teles passarem a se concentrar no serviço de telecomunicação", diz o diretor responsável pela área de private equity dtí Bradesco, Fernando . Bllso. "A tendência é que elas passem a contratar de companhias terceirizadas o fornecimento de parte do processo." Hoje o Brasil tem cerca de 50 mil torres de infraestrutura, mas apenas 15% delas estão nas mãos de empresas especializadas em administrar essas estruturas, segundo estimativas do mercado. A maioria é gerenciada pelas próprias operadoras de telefonia, principalmente pelas quatro líderes -TIM, Oi, Vivo e Claro. Nos Estados Unidos, por exemplo, as chamadas "tower companies" são donas de metade das estruturas existentes. O investimento em antenas próprias pelas operadoras brasileiras de telefonia móvel tem razões históricas. Elas criaram essas estruturas na década passada em um momento em que a cobertura era o grande diferencial para ganhar o incipiente -e crescente- mercado de celulares. "Quem entrava primeiro em uma localidade não tinha interesse em compartilhar sua torre com outra operadora, já que queria ficar sozinha no mercado enquanto a concorrente construía sua própria estrutura", diz o presidente da Associação Brasileira das Prestadoras de Serviços de Telecomunicações Competitivas (TelComp), João Moura. Esse cenário criou ineficiências, como a construção de torres lado a lado. "E como ter três prédios com apenas um andar alugado em cada um. Tecnologi-camente, é perfeitamente possível usar apenas uma torre e colocar três antenas no topo", explica o presidente da BR Towers. As próprias operadoras devem começar a reavaliar essas questões. "Agora que todas as empresas têm cobertura nos principais mercados, as torres não são mais estratégicas. Todas estão avaliando se é interessante vendê-las e liberar o capital para outros investimentos", diz Moura, da TelComp. A Vivo já teria captado R$ 1,1 bilhão com venda de torres em um período de sete trimestres (sem considerar a negociação com a BR Towers) e a Oi teria um potencial para levantar R$ 1,8 bilhão com a venda de suas torres, segundo informações de relatório de outubro do BTG Pactuai. Vivo, Oi, TIM e Claro foram questionadas pela reportagem sobre eventual interesse na venda de torres, mas não quiserem se manifestar sobre o tema. A BR Towers já tem contratos com aVivo para locação das torres que comprou da própria operadora e mantém conversas com as demais empresas para fechar novos negócios. Qualidade. Os fundos de investimentos chegam ao mercado de infraestrutura de telecom em um momento em que as operadoras estão pressionadas para melhorar a qualidade do serviço e se preparar para o lançamento do serviço de banda larga de quarta geração (4G). A expansão do uso de telefonia móvel em ritmo mais rápido que a adição de infraestrutura nos últimos anos sobrecarregou as redes. Hoje cada antena brasileira atende 4,5 mil linhas, em média, contra 1,5 mil da média americana. Depois de proibir as vendas de novas linhas das operadoras que registraram maior número de reclamações no ano passado, a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) cobra das empresas mais investimentos. A BR Towers estima que o número de antenas no Brasil crescerá até duas vezes e meia em três anos. "Faltam torres no Brasil", diz Giusti. "Com uma área muito menor que a nossa, a Itália tem a mesma quantidade de torres." Segundo ele, a construção de cada torre custa entre R$ 200 mil e R$ 1 milhão. Ou seja, o investimento para dobrar a estrutura do País é de R$ 10 bilhões a R$ 50 bilhões. "É um negócio para grandes players. Ter sócios como o Bradesco e GP nos dá uma estrutura de capital suficiente para aproveitar oportunidades que surgirem", afirma Giusti. As administradoras prometem fazer parte desse investimento para aumentar a velocidade de expansão da rede de telecom no País e viabilizar o compartilhamento de antenas entre as operadoras - um dos pleitos antigos do governo e que deverá se tornar obrigatoriedade nos próximos anos. A chegada repentina de empresas com apetite - e dinheiro - para comprar antenas pode valorizar os ativos das teles. Mas, para fechar negócio com as operadoras, não basta pagar mais, diz Giusti. A parceria é estratégica por envolver contratos de longo prazo para uso de rede. "A qualidade no serviço será um diferencial." Qualquer falha no sistema, pode deixar milhões de consumidores enfurecidos e piorar os índices de qualidade da empresa na Anatel. Tudo que elas não querem neste momento./ COLABOROU RODRIGO PETRY

164736 - jbegood  -  28 Jan 2013, 16:10
GP Investimentos divulgou mais uma boa apresentação institucional, atualizada após aquisição de 30% da Centauro.
http://www.gp.com.br/gp2012/web/download_arquivos.asp?id_arquivo=3D412290-3AEA-459E-8926-855C100BE598

Bela oportunidade de compra de uma holding com desconto de 50%.

157147 - israel007 -  15 Nov 2012, 01:58
GPIV11

Empresa: GP INVESTMENTS. LTD. Ação: GP INVEST DR3 Setor: Financeiro e Outros Subsetor: Serviços Financeiros Diversos
Resultado do 3º Trimestre de 2012

A empresa registrou lucro líquido de R$ 71,7 M no terceiro trimestre de 2012, revertendo os prejuízos de R$ 86,4 M anunciados no 2° trimestre de 2012. No mesmo período do ano passado, o resultado havia sido negativo em R$ 186,5 M.

Os ativos totais registraram o saldo de R$ 2,0 B, aumento de 7,8% em relação ao saldo no terceiro trimestre de 2011. O patrimônio líquido alcançou a soma de R$ 1,1 B no terceiro trimestre de 2012, o que representou uma variação de 10,2% em relação ao saldo no 3° trimestre de 2011.

151152 - alisonvm -  05 Out 2012, 16:58
Isso mesmo, é um negocio muito complexo, A GP nada mais é que um fundo de investimentos composto por varios outros fundos de investimento com suas respectivas participaçoes na GP investiments. atuam comprando participações em empresas de capital aberto ou não sendo que o lucro obtido vai apenas para aquele fundo pertencente ou se todos os fundos entrarem juntos, os resultados ai sim iria integral para a GPIV11. .

a famosa churrascaria FOGO DE CHÃO pertencia a uma de suas subsidiarias, que foi vendida por 400mi de reais,a GP levou apenas 100.

bom acho que é isso...

pô, mas tbm os caras tem sede nas Bermudas...rsrsrs

mas vale apena ficar de olho, vai que começa a dar resultado.

graficamente ta horrivel, mas ta prestes a romper um triangulo e pode começar a andar, agora não me pergunte pra que lado.

151151 - danicoutinho -  05 Out 2012, 16:51
A GPIV11 atua como private equity. Tenho estaudado ela a algum tempo, tem um ciclo de 5 anos mais ou menos, se tiver paciência eu acho uma entrada interessante.
Vc estará adquirindo várias empresas, ela é contorladora da San Antonio com isso tem exposição de GP ao setor deoil & gas, baseado na participação de (ao menos) 10% no capital de Lupatech.A Petrobras precisa de Lupatech, o BNDES está disposto a fazer dar certo e a cadeia de suprimentos de oil & gas depende de um exemplo de que é possível retornar após problemas com capacidade ociosa e endividamento.
Vai investir tb em educação através da Estácio. Possivel compra da distribuidora do Pará a CELPA que está em recuperação judicial (não sei a quantas anda).
Bom é complicado devido a quantidade de investimento a analisar mas eu resolvi arriscar nela.
Espero ter ajudado

151150 - jbegood -  05 Out 2012, 16:48
Citação: pppadv
Citação: alisonvm
Citação: pppadv
Banda Larga, Celular
Bernardo mira compartilhamento
04/10/2012http://ethevaldo.com.br/noticia/bernardo-mira-compartilhamento/

O ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, defendeu hoje a entrada no mercado de empresas especializadas na administração de torres de antenas de telecomunicações. “Acho que pode ajudar no compartilhamento das antenas”, disse o ministro, durante evento da Associação Brasileira de Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação (Brasscom).

Recentemente, a GP Investments criou a BR Towers, que vai administrar cerca de 2 mil torres adquiridas da Vivo. Segundo o ministro, a BR Towers informou ao governo que tem interesse em instalar novas antenas, além de fazer aquisições. A instalação das redes de telefonia celular de quarta geração (4G) exigirá cada vez mais torres.

PPPADV,

É outra que devemos ficar de olho assim como TPIS3.

GPIV11 ta valendo apenas 700 MI na bolsa... só a BR Towers foi cria com 500 MI de inicio, fora os outros investimentos.

Me explica o que é esta GPIV11, é uma holding que possui todas as empresas da GP (abertas e fechadas) que estão no relatório que foi postado aqui?

Isso mesmo. É um fundo de investimento que tem participações em várias empresas. O valuation é igual de uma holding, somando as participações e subtraindo as dívidas tem-se o NAV.

A GP tem participações em empresas privadas e publicas (mais fáceis de avaliar por ter a cotação da bolsa), e hoje ela está custando menos do que suas participações em bolsa.

http://pt.wikipedia.org/wiki/GP_Investimentos

http://www.mzweb.com.br/gp2009/web/arquivos/GPIV11_Apr_03102012.pdf

O ativo está esquecido pelo mercado já tem um tempo; muitos consideram como mico pelos múltiplos ruins/estranhos, porém não entendem que não é assim que se avalia a empresa.

Recentemente muitas noticias boas tem circulado a respeito dela: Br towers, possível compra da Centauro, fim da novela com a Lupatech, venda da Fogo de Chão.

http://exame.abril.com.br/negocios/empresas/noticias/gp-investiments-deve-comprar-fatia-na-centauro

Considero 4,40 um preço seguro para se entrar no papel... Menos que isso é pechincha. E aí, o que vocês acham? Vamos enriquecer a discussão rs.

PS: A parte de valuation/NAV começa no slide 30 da apresentação!

150381 - pppadv -  28 Set 2012, 16:48
GP Investments compra R$ 500 mi em torres da Vivo e cria empresa
Empresa cria a BR Towers, e diz que empresa será uma das maiores gerenciadoras de torres na América Latina
Por Tatiana Fernandes Gurjão
|20h42 | 27-09-2012
http://www.infomoney.com.br/mercados/acoes-e-indices/noticia/2571828/Investimentos-compra-500-torres-Vivo-cria-empresa

SÃO PAULO - A GP Investments (GPIV11) comprou por R$ 503 milhões cerca de duas mil torres da Telefônica Brasil (VIVT4), criando uma das maiores empresas de gerenciamento de torres no Brasil, a BR Towers. O investimento será realizado pelo fundo de private equity GP Capital Partners, gerido pela GP Investments, que tem um comprometimento total do fundo entre US$ 90 milhões a US$ 164 milhões.

"Estamos animados com a oportunidade de entrar neste mercado, que apresenta perspectivas de forte crescimento para os próximos anos", disse Antonio Bonchristiano, Co-CEO (Chief Executive Officer) da GP Investments. "Estamos confiantes em replicar o modelo de sucesso de empresas como BR Properties e BR Malls, focando em melhorias de eficiência e seguindo uma estratégia consistente de crescimento e consolidação no mercado", completou.
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Com este investimento, a BR Towers se estabelecerá como líder em operação de torres no Brasil, com abrangência nacional, contratos de locação de longo prazo e uma forte base de clientes. Grande parte da receita da empresa virá do aluguel de suas propriedades a operadoras de telecomunicações, incluindo espaço em torres e parte dos terrenos onde as torres estão localizadas.

Para a GP Investments e seus investidores, a aquisição representa uma oportunidade de entrar no mercado brasileiro de torres, de forma a dar suporte às operadoras de telecomunicações nos seus planos de aumento de cobertura nacional.

"Considerando as metas de cobertura 3G e 4G para o período de cinco a dez anos, o mercado de torres enfrentará uma expansão por meio do aumento de locatários por torre (adição de antenas nas torres atuais) e divisão de células com construção de novos sites", disse o CEO, por meio de comunicado.

A empresa destaca que, com a crescente demanda por investimentos em torres e os elevados investimentos que as operadoras irão realizar nos próximos anos, a BR Towers poderá expandir suas operações de forma acelerada por meio de contratos built-to-suit e aquisição de novos portfolios de torres.

149350 - jbegood - 19 Set 2012, 13:35
Citação: pppadv
GP Investments está próximo de comprar 2.000 torres de telecomunicações
O fechamento ainda está sujeito ao cumprimento de certas condições não alcançadas, mas que podem ser implentadas nas próximas semanas

Fonte: InfoMoney
Data: 18/09/2012 19:05http://portalinvestsantander.clientes.ananke.com.br/aqui_voce_pode/noticias_do_mercado/tpl_noticia.asp?CDUID=2562177

SÃO PAULO - O GP Investments (GPIV11) está proximo de adquirir 2.000 torres e tetos de telecomunicações de uma das empresas do setor, comunicou a empresa nesta terça-feira (18). O fechamento ainda está sujeito ao cumprimento de certas condições não alcançadas, mas que podem ser implentadas nas próximas semanas.

Essa compra deve ser realizada através da BR Towers, uma das empresas do fundo de participações. A GP Investments deve manter o mercado informado através da divulgação de fatos relevantes.

ppp, de acordo com o Valor:

Cade aprova compra torres da Vivo pela GP Investments

BRASÍLIA - O Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) aprovou, sem restrições, a compra de 1.912 torres e postes de telecomunicações da Vivo pela GP Investments, gestora de fundos com participação em empresas de diversos setores.

O negócio envolve a Presidente Participações, uma sociedade controlada por um fundo de investimentos gerido por uma subsidiária da GP Investments, segundo o órgão antitruste.

O contrato prevê que a empresa compradora possa “alugar” os serviços dessas torres de telecomunicação por um prazo inicial de 11 anos. Isso poderá ser feito tanto com a Vivo como com outras companhias telefônicas.

Nem a Presidente nem a GP Investments detêm parte de companhias do setor de telecomunicação. “A operação trata, portanto, de mera substituição de agente econômico”, destaca a Superintendência-Geral do Cade, que deu sinal verde ao negócio, de acordo com publicação no Diário Oficial da União.

O órgão antitruste foi notificado da compra em setembro. Não foi divulgado o valor da operação.

149345 - pppadv - 19 Set 2012, 13:26
GP Investments está próximo de comprar 2.000 torres de telecomunicações
O fechamento ainda está sujeito ao cumprimento de certas condições não alcançadas, mas que podem ser implentadas nas próximas semanas
 Fonte: InfoMoney
Data: 18/09/2012 19:05
http://portalinvestsantander.clientes.ananke.com.br/aqui_voce_pode/noticias_do_mercado/tpl_noticia.asp?CDUID=2562177

SÃO PAULO - O GP Investments (GPIV11) está proximo de adquirir 2.000 torres e tetos de telecomunicações de uma das empresas do setor, comunicou a empresa nesta terça-feira (18). O fechamento ainda está sujeito ao cumprimento de certas condições não alcançadas, mas que podem ser implentadas nas próximas semanas.

Essa compra deve ser realizada através da BR Towers, uma das empresas do fundo de participações. A GP Investments deve manter o mercado informado através da divulgação de fatos relevantes.

55225 - Dr Invest - 11/Nov/2010 21:53
citação: WK2007
citação: Dr InvestGostei do resultado de GPIV11
Todo seu potfolio de empresas dando lucro e aumentando valor em bolsa, se livrou da Tempo (setor de seguros médicos) o qual eu detesto....
Divida da San Antonio totalmente equilibrada (refinanciada), oferta 2*ria das açoes da Estacio foi um sucesso enfim lucro de 148,8 M frente a prejuizos de (0,6) M no 1T10 e (344,4)no 2T10...
  
Dr, a Tempo continua, mas já há boatos de desinvestimentos, não porque a companhia é ruim, mas pelo ciclo do private equity.
Quem saiu foi a Imbra, felizmente.
O que chamo atenção na GP é valor que está sendo atribuído a BRZ, terceiro maior gestor de fundos independentes do País. Estão avaliando pelo valor patrimonial. A Tarpon, por exemplo, vale 5 vezes o VP.
Mudando de assunto, também gostei muito da Logn, pretendo adquirir em breve. A chegada dos dois navios deve impulsionar fortemente os resultados. Gostaria de ler algum relatório que apontasse os aspectos negativos da empresa, para fundamentar melhor minha análise.

Wk vc reforçou posiçao depois do resultado ???
ou em sua opinião já esta precificado esse resultado ??

20488 - FOCKINK - 12/Nov/2009 12:43
Concordo quase totalmente...
Este papel, GP Invest, seria interessante se:
1-) analisarmos as empresas de sua carteira de investimento: se tiver empresas fundamentadas já é 1 ponto positivo.
2-) o preço da GPIV11 estiver menor que a soma do valor das ações das empresas que ela tem participação.

20485 - NotwenCardozo - 12/Nov/2009 12:28 
citação: flavio613Alguem tem interesse na GPIV11? Me parece uma empresa com bons fundamentos, em uma primeira (e inexperiente) análise. Alguém comenta?
A GP Invest é uma empresa de investimentos. Honestamente, suspeito de que esteja acontecendo o seguinte: acho que o pessoal deste fórum não discute este papel porque todos preferem ir nas dicas do Small e do Prof Paulo por várias razões:
1)A indicação de um bom ativo para investimento é sempre acompanhada de uma justificativa fundamentalista e geralmente deixa claro aos investidores as vantagens e os riscos de se investir naquele ativo.
2)Todas indicações passam pelo crivo de vários foristas.
3)A maioria dos investidores deste fórum querem ter controle e gerência total sobre seu capital investido. Após o caso de Bernard Madoff, acredito que muitos investidores ficam com pé atrás em dar o seu dinheiro para outros investirem. Se vc pode investir diretamente nas empresas, porque investir numa empresa de investimento que irá aplicar seu dinheiro nas mesmas empresas que estão disponíveis diretamente a vc? (neste caso estaríamos excluindo investimentos de Private Equity feitos pela GP)
4)Suspeito (a confirmar) de que os ganhos auferidos pelas indicações feitas aqui no fórum sejam superiores aos que se vc tivesse comprado os papéis da GP Invest.
5)Quando vc investe numa firma de investimento, vc estaria dando parte do lucro auferido no investimento aos controladores (donos) da empresa. Não que isso seja ruim pois é justo para quem não quer perder tempo e não tem a menor idéia do que está fazendo, mas os frequntadores deste fórum me parecem dispostos a gastar parte de seu tempo "brincando" de ficar rico além de aprenderem várias coisas por aqui. Comprando papéis da GP, vc está exposto no mercado acionário de qualquer maneira.
Meus argumentos são pura especulação pois não fiz uma pesquisa aos foristas, mas a gente poderia fazer uma enquete. Para não sairmos do foco de discussão do fórum, quem se identificou algumas das razões acima descritas por mim, positivar este comentário. Se vc tem alguma outra razão além destas, escrever num outro post sobre o assunto.

840 - small caps - 10/Jan/2009 00:42
"(805) mauricio_melo, obrigado. GPIV11. Realmente tem bom caixa e boa relação P/VPA. Teria que estudar o valor de mercado atual das participações e a atratividade das mesmas. Continua na fila para análise."

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