Veja os melhores Comentários do Forum do Small Caps
Escolha abaixo as ações que deseja consultar

sexta-feira, 27 de março de 2020

Ceb (CEBR)




Subsetor
Segmento

Recomendações
 

Códigos de Negociação
Tipo
CEBR3; CEBR5; CEBR6


Balanços
A2019/4T2019 - DFP 31/12/2019

3T2019 - 
paulo_prof - 

Os Resultados do 3T19 foram excelentes. De uma maneira geral, os Resultados apresentam volatilidade, especialmente no que se refere o Resultado Financeiro e Outras Receitas/Despesas Operacionais. Ativo está muito barato, mas a liquidez não ajuda.

A2018/4T2018 - 
Paulo Prof - 
Dei uma olhada nos Resultados da CEBR e não gostei do que vi. Há que se ler com atenção o relatório para entender as coisas. Por exemplo, como é que a empresa conseguiu postar um Resultado Financeiro negativo em R$ 113 milhões, se ao iniciar o exercício tinha um endividamento líquido de apenas R$ 415 milhões? Ou no Resultado Financeiro entra muita coisa que nada tem a ver com o endividamento liquido, ou este é muito maior do que aquele que eu estou considerando.
No exercício de 2018 a empresa teve um Resultado Antes dos Impostos de R$ 123 milhões. Mas as Outras Receitas/Despesas Líquidas somaram R$ 132 milhões. Entre estas, por exemplo, está uma receita de R$ 78,3 milhões referente à venda de um imóvel, e ujma receita de R$ 25,7 milhões líquidos referente à reversão de provisões. Conclui-se que se estas outras receitas/despesas forem consideradas não recorrentes, o operacional da empresa no exercício produziu um resultado negativo!!!
Outros indicadores pouco animadores são a queda de 4,8% da Receita Líquida em relação a 2017 e o já mencionado excessivo resultado financeiro negativo (em 2017 havia sido positivo).

1T2018 -
marcosvinicius2 -  
PAPEL DEVIDAMENTE PRECIFICADO ( * ). RESULTADO FINANCEIRO = O Resultado Financeiro, no 1T18, foi negativo em R$13.524, frente a um resultado financeiro de 23.247 registrado no 4T17 e semelhante ao 1T17 (R$14.186). A variação no trimestre é justificada, principalmente, pela variação na atualização de benefício pós-emprego ocorrida no 4T17, no valor de R$ 31.580.; RECEITAS FINANCEIRAS: As Receitas Financeiras reduziram R$ 52.574 (-80,5%) no 1T18, em relação ao trimestre imediatamente anterior. A Receita de Atualização Monetária sobre Ativos Regulatórios representou a rubrica com a variação mais significativa em relação ao 4T17.; DESPESAS FINANCEIRAS: Com relação às Despesas Financeiras, observou-se no 1T18 decréscimo de 38,9% em relação ao 4T17, devido, principalmente, à redução da Atualização Monetária sobre os Passivos Regulatórios em relação ao trimestre imediatamente anterior.; EBITDA: No 1T18, o EBITDA foi positivo, no montante de R$ 53.245 (R$ 85.083no 4T17), representando uma variação negativa R$ 31.838 na comparação com o 4T17. A Margem EBITDA no 1T18foi de 9,5%, enquanto no 4T17foi de 10,1%, e 8,5% no 1T17. A redução do EBITDA em relação ao 4T16 deveu-se, principalmente, à redução da receita de fornecimento de energia elétrica decorrente da queda de consumo afetada pela crise econômica em que a população está enfrentando.

A2017/4T2017 -
Paulo Prof - 
O lucro do 3T17 foi quase todo devido à contabilização de uma Receita decorrente do despacho intenso de usinas térmicas. Não fosse a contabilização desta receita de R$ 210 milhões, o Resultado Antes do IR/CS teria sido negativo. Tudo bem ... esta receita foi contabilizada exatamente porque o custo da energia comprada para revenda estourou devido ao acionamento intensivo das térmicas. O reajuste tarifário periódico da CEB se deu em outubro, contemplando um aumento médio de 7,35%. Como no 4T17 as térmicas continuaram a ser despachadas (ou seja, o PLD médio foi alto), eu não ficaria surpreso se o resultado líquido vier também expressivo. Se vier igual ao do 4T16, ao preço atual P/L = 1,47 ... isto mesmo, 1,47!!!
Mas ... e dai?
Se a CEB tivesse iniciado o ano sem prejuízos acumulados e distribuísse o mínimo legal, DY = 15%. Ocorre que a CEB iniciou o exercício com R$ 230 milhões em prejuízos acumulados. Pelo menos em tese, supondo que gere um lucro líquido de R$ 260 milhões em 2017, legalmente poderia distribuir uma merreca.
Não há como saber o que a Administração da empresa vai decidir distribuir. Possivelmente vai ficar num meio termo, distribuindo uns R$ 2,50-3,00 por ação.
Isto seria um DY apetitoso, mas sabe lá quando vc seria capaz de se desfazer das ações compradas para este fim?

marcosvinicius2 -  
PAPEL DEVIDAMENTE PRECIFICADO ( * ). No caso da CEB Distribuição S.A., para o EBITDA projetado de R$ 86,8 milhões foi alcançado o valor de R$ 154,0 milhões, enquanto que para o Lucro Líquido esperado de R$ 7,6 milhões apurou-se o montante de R$ 48,4 milhões. Mesmo se desconsiderados eventos não recorrentes, o EBITDA ainda seria maior.; Os Custos e Despesas Operacionais, que em 2017, sofreram vários ajustes não recorrentes, aumentaram 25,07% (R$ 1.981.760 mil em 2016, para R$ 2.478.547 mil em 2017). O Lucro Consolidado atingiu R$ 152.082 mil no exercício de 2017, representando um aumento de R$ 39.644mil, em relação àquele reapresentado em 2016 (R$ 112.438 mil).

2T2017 -
marcosvinicius2  -
PAPEL SUBVALORIZADO (*). NOS ULTIMOS 43 TRIMESTRES, 16 APRESENTARAM LUCRO LIQUIDO NEGATIVO (37,2093%). MEDIA DE LUCRO LIQUIDO X 1.000 (U12M) = 35.894; (U24M) = 34.664; (U36M) = 23.919; (U48M) = 6.723; MAIORES VARIAÇÕES = 12M X 12M : RESULTADO OPERACIONAL (-8,26%) E RESULTADO FINANCEIRO (-17,93%); 2T16 X 2T15 : RESULTADO FINANCEIRO (9075,00% ???) E EBITDA (512,39%). VALOR DE MERCADO (MIL) = 360.410; VALOR MAXIMO (MIL) = 360.410 NO 2T17; VE PSBE (MIL) = 1.232.282.
RESULTADO FINANCEIRO: O Resultado Financeiro, no 1S17, foi negativo em R$ 38.775, uma piora de R$ 24.699 ao registrado no 1S16, justificada pela variação cambial líquida, que em termos absolutos registrou R$ 11.876 e da reversão da atualização monetária decorrente da prescrição da Contribuição de Iluminação Pública.
EBITDA: O EBITDA não é uma medida definida pelas práticas contábeis internacionais (IFRS) e representa o lucro (prejuízo) antes do pagamento de juros, imposto de renda e contribuição social, depreciação e amortização. Este indicador não deve ser considerado como alternativa ao Lucro Operacional e ao Fluxo de Caixa Operacional.
No 2T17, o EBITDA foi positivo, no montante de R$ 100.344(R$ 45.404 positivo no 1T17), representando uma variação positiva R$ 54.940 na comparação com o 1T17.
A Margem EBITDA no 2T17 foi de 17,6%, enquanto no 1T17 foi de 8,5%, e 4,4% no 2T16. O aumento do EBITDA em relação ao 2T16 deveu-se, principalmente, aos prejuízos temporários causados pela sobrecontratação de energia associada à queda brusca do PLD em 2016.

1T2009 - 
considerado fraco pelo paulorizzi.

Características
Holding/geração e distribuição de energia elétrica

Assembleias

Proventos (Calendário)





Os Resultados do 3T19 foram excelentes. De uma maneira geral, os Resultados apresentam volatilidade, especialmente no que se refere o Resultado Financeiro e Outras Receitas/Despesas Operacionais. Ativo está muito barato, mas a liquidez não ajuda.
p.php?pid=chartscreenshot&u=7UFwZA8WDTmK
CEBR3

PREÇO: R$ 52,80

PAYOUT (minimo): 24,75%



Múltiplos baseados nos últimos 12 meses

P/L 5,65

P/VPA 1,69

PSR 0,29

DY 4,38%

EV/EBITDA 3,16

MARGEM BRUTA 18,4%

MARGEM OPERACIONAL 6,5%

MARGEM LÍQUIDA 5,1%

LUCRO POR AÇÃO R$ 9,341

MARGEM EBITDA 11,9%

DÍVIDA BRUTA/PATRIMÔNIO LÍQUIDO 100,4%

ROE 29,86%

LIQUIDEZ CORRENTE 1,10



Taxas de Crescimento Nominal

a) últimos 12 meses vs 12 meses terminados no 3T18

RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA -6,32%

RESULTADO BRUTO +18,35%

RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO +48,32%

RESULTADO OPERACIONAL +324,78%

RESULTADO LÍQUIDO passou de negativo para positivo

EBITDA +88,87%



b) 3T19 vs 3T18

RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA -8,31%

RESULTADO BRUTO +35,26%

RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO -92,45%

RESULTADO OPERACIONAL passou de negativo para positivo

RESULTADO LÍQUIDO passou de negativo para positivo

EBITDA passou de negativo para positivo



c) lucro (taxa média anual)

UA passou de negativo para positivo

U2A -27,81%

U3A -16,03%



d) patrimônio líquido médio

UA -18,34%

U2A -7,37%

U3A -4,30%



e) ebitda (taxa média anual)

UA 88,87%

U2A -12,94%

U3A 5,03%

U4A 24,25%

U5A passou de negativo para positivo

U6A 22,54%

U7A 11,10%

U8A 5,11%



Preço justo fornecido pela fórmula do FCD para uma taxa média de crescimento real nulo do lucro líquido dos últimos 12 meses durante 5 anos, perpetuidade real nula e taxa de desconto real de 8%: R$ 116,76

Ou, taxa de crescimento real do lucro líquido dos últimos 12 meses necessária, durante os próximos 5 anos, para que o preço justo fornecido pela fórmula do FCD seja igual ao preço corrente (com uma perpetuidade real nula e taxa de desconto anual real de 8%):-17,0%

360128 - paulo_prof -  04 Abr 2019, 00:11
Citação: o garimpeiro - Post #360123 - 03/Abr/2019 20:24
alguém aproveitou a promoção de CEBR6?
Dei uma olhada nos Resultados da CEBR e não gostei do que vi. Há que se ler com atenção o relatório para entender as coisas. Por exemplo, como é que a empresa conseguiu postar um Resultado Financeiro negativo em R$ 113 milhões, se ao iniciar o exercício tinha um endividamento líquido de apenas R$ 415 milhões? Ou no Resultado Financeiro entra muita coisa que nada tem a ver com o endividamento liquido, ou este é muito maior do que aquele que eu estou considerando.

No exercício de 2018 a empresa teve um Resultado Antes dos Impostos de R$ 123 milhões. Mas as Outras Receitas/Despesas Líquidas somaram R$ 132 milhões. Entre estas, por exemplo, está uma receita de R$ 78,3 milhões referente à venda de um imóvel, e ujma receita de R$ 25,7 milhões líquidos referente à reversão de provisões. Conclui-se que se estas outras receitas/despesas forem consideradas não recorrentes, o operacional da empresa no exercício produziu um resultado negativo!!!

Outros indicadores pouco animadores são a queda de 4,8% da Receita Líquida em relação a 2017 e o já mencionado excessivo resultado financeiro negativo (em 2017 havia sido positivo).

351085 - marcosvinicius2 -  11 Jun 2018, 23:33
COMENTÁRIO: PAPEL DEVIDAMENTE PRECIFICADO ( * ). RESULTADO FINANCEIRO = O Resultado Financeiro, no 1T18, foi negativo em R$13.524, frente a um resultado financeiro de 23.247 registrado no 4T17 e semelhante ao 1T17 (R$14.186). A variação no trimestre é justificada, principalmente, pela variação na atualização de benefício pós-emprego ocorrida no 4T17, no valor de R$ 31.580.; RECEITAS FINANCEIRAS: As Receitas Financeiras reduziram R$ 52.574 (-80,5%) no 1T18, em relação ao trimestre imediatamente anterior. A Receita de Atualização Monetária sobre Ativos Regulatórios representou a rubrica com a variação mais significativa em relação ao 4T17.; DESPESAS FINANCEIRAS: Com relação às Despesas Financeiras, observou-se no 1T18 decréscimo de 38,9% em relação ao 4T17, devido, principalmente, à redução da Atualização Monetária sobre os Passivos Regulatórios em relação ao trimestre imediatamente anterior.; EBITDA: No 1T18, o EBITDA foi positivo, no montante de R$ 53.245 (R$ 85.083no 4T17), representando uma variação negativa R$ 31.838 na comparação com o 4T17. A Margem EBITDA no 1T18foi de 9,5%, enquanto no 4T17foi de 10,1%, e 8,5% no 1T17. A redução do EBITDA em relação ao 4T16 deveu-se, principalmente, à redução da receita de fornecimento de energia elétrica decorrente da queda de consumo afetada pela crise econômica em que a população está enfrentando.:

CEBR6
PREÇO: 28,00
PAYOUT (2017): 0,00%

Múltiplos baseados nos últimos 12 meses

P/L 2,75
P/VPA 0,76
PSR 0,15
DY 0,00%
EV/EBITDA 8,36
MARGEM BRUTA 17,45%
MARGEM OPERACIONAL 11,29%
MARGEM LÍQUIDA 5,34%
LUCRO POR AÇÃO 10,197
MARGEM EBITDA 9,05%
DÍVIDA BRUTA/PATRIMÔNIO LÍQUIDO 327,06%
ROE 27,51%
LIQUIDEZ CORRENTE 0,99

Taxas de Crescimento Nominal

a) últimos 12 meses sobre 12 terminados no 1T17, nominal
RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA 31,13%
RESULTADO BRUTO 58,44%
RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO -266,27%
RESULTADO OPERACIONAL 185,42%
RESULTADO LÍQUIDO 23,12%
EBITDA 70,56%

b) 1T18 sobre 1T17, nominal
RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA 5,76%
RESULTADO BRUTO -22,47%
RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO -4,67%
RESULTADO OPERACIONAL 42,42%
RESULTADO LÍQUIDO -48,38%
EBITDA 21,75%

c) lucro (taxa média anual)
UA 23,12%
U2A 7,36%
U3A -218,32%

d) patrimônio líquido médio
UA -2,68%
U2A 25,33%
U3A 63,41%

Preço justo fornecido pela fórmula do FCD para uma taxa média de crescimento real nulo do lucro líquido dos últimos 12 meses durante 5 anos, perpetuidade real nula e taxa de desconto real de 8%: R$ ND
Ou, taxa de crescimento real do lucro líquido dos últimos 12 meses necessária, durante os próximos 5 anos, para que o preço justo fornecido pela fórmula do FCD seja igual ao preço corrente (com uma perpetuidade real nula e taxa de desconto anual real de 8%): ND !!!!
[...]

348935  - marcosvinicius2 -  16 Abr 2018, 12:08
COMENTÁRIO: PAPEL DEVIDAMENTE PRECIFICADO ( * ). No caso da CEB Distribuição S.A., para o EBITDA projetado de R$ 86,8 milhões foi alcançado o valor de R$ 154,0 milhões, enquanto que para o Lucro Líquido esperado de R$ 7,6 milhões apurou-se o montante de R$ 48,4 milhões. Mesmo se desconsiderados eventos não recorrentes, o EBITDA ainda seria maior.; Os Custos e Despesas Operacionais, que em 2017, sofreram vários ajustes não recorrentes, aumentaram 25,07% (R$ 1.981.760 mil em 2016, para R$ 2.478.547 mil em 2017). O Lucro Consolidado atingiu R$ 152.082 mil no exercício de 2017, representando um aumento de R$ 39.644mil, em relação àquele reapresentado em 2016 (R$ 112.438 mil).:

CEBR6
PREÇO: 21,98
PAYOUT (2017): 0,00%

Múltiplos baseados nos últimos 12 meses

P/L 2,08
P/VPA 0,50
PSR 0,12
DY 0,00%
EV/EBITDA 8,18
MARGEM BRUTA 18,58%
MARGEM OPERACIONAL 11,14%
MARGEM LÍQUIDA 5,59%
LUCRO POR AÇÃO 10,549
MARGEM EBITDA 8,89%
DÍVIDA BRUTA/PATRIMÔNIO LÍQUIDO 277,28%
ROE 24,03%
LIQUIDEZ CORRENTE 1,04

Taxas de Crescimento Nominal

a) últimos 12 meses sobre 12 terminados no 4T16, nominal
RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA 28,66%
RESULTADO BRUTO 81,75%
RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO -266,18%
RESULTADO OPERACIONAL 203,21%
RESULTADO LÍQUIDO 32,70%
EBITDA 77,02%

b) 4T17 sobre 4T16, nominal
RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA 28,66%
RESULTADO BRUTO 81,75%
RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO -266,18%
RESULTADO OPERACIONAL 203,21%
RESULTADO LÍQUIDO 32,70%
EBITDA 77,02%

c) lucro (taxa média anual)
UA 32,70%
U2A 53,36%
U3A -212,75%

d) patrimônio líquido médio
UA -0,49%
U2A 49,95%
U3A 52,93%

Preço justo fornecido pela fórmula do FCD para uma taxa média de crescimento real nulo do lucro líquido dos últimos 12 meses durante 5 anos, perpetuidade real nula e taxa de desconto real de 8%: R$ ND
Ou, taxa de crescimento real do lucro líquido dos últimos 12 meses necessária, durante os próximos 5 anos, para que o preço justo fornecido pela fórmula do FCD seja igual ao preço corrente (com uma perpetuidade real nula e taxa de desconto anual real de 8%): ND% !!!!
[...]

348413  - BAC 1000  -  26 Mar 2018, 23:56
Tenho Cebr6 também é estou ansioso pelo balanço que será publicado no dia 28 Mar... Desde 2015, quando a empresa assinou um acordo de reestruturação com a Aneel, que a empresa vem apresentando resultados positivos... Também estou na expectativa de uma distribuição de DY na casa dos 2.50 a 3.00... Caso ocorra um bom resultado e uma distribuição gorda de DY vai ter correria... Eu já me posicionei no ativo.. Vamos ver oque vai dar... PL 1.xx vale uma aposta com certeza..

348411  - paulo_prof   -  26 Mar 2018, 23:17
O lucro do 3T17 foi quase todo devido à contabilização de uma Receita decorrente do despacho intenso de usinas térmicas. Não fosse a contabilização desta receita de R$ 210 milhões, o Resultado Antes do IR/CS teria sido negativo. Tudo bem ... esta receita foi contabilizada exatamente porque o custo da energia comprada para revenda estourou devido ao acionamento intensivo das térmicas. O reajuste tarifário periódico da CEB se deu em outubro, contemplando um aumento médio de 7,35%. Como no 4T17 as térmicas continuaram a ser despachadas (ou seja, o PLD médio foi alto), eu não ficaria surpreso se o resultado líquido vier também expressivo. Se vier igual ao do 4T16, ao preço atual P/L = 1,47 ... isto mesmo, 1,47!!!

Mas ... e dai?

Se a CEB tivesse iniciado o ano sem prejuízos acumulados e distribuísse o mínimo legal, DY = 15%. Ocorre que a CEB iniciou o exercício com R$ 230 milhões em prejuízos acumulados. Pelo menos em tese, supondo que gere um lucro líquido de R$ 260 milhões em 2017, legalmente poderia distribuir uma merreca.

Não há como saber o que a Administração da empresa vai decidir distribuir. Possivelmente vai ficar num meio termo, distribuindo uns R$ 2,50-3,00 por ação.

Isto seria um DY apetitoso, mas sabe lá quando vc seria capaz de se desfazer das ações compradas para este fim?

348409  - TLT123   - 26 Mar 2018, 20:58
Prof. Paulo, poderia comentar CEBR 3/5/6? Vi nos fundamentus P/L bem baixo e, analisando as demonstrações contábeis, não consegui enxergar resultados não recorrentes que pudessem impactar positivamente no resultado. Aparentemente, a empresa está ok e, se manter o lucro do 3T2017, pode ser uma oportunidade. Obrigado!

341835  - marcosvinicius2  -  05 Set 2017, 15:35
COMENTÁRIO: PAPEL SUBVALORIZADO (*). NOS ULTIMOS 43 TRIMESTRES, 16 APRESENTARAM LUCRO LIQUIDO NEGATIVO (37,2093%). MEDIA DE LUCRO LIQUIDO X 1.000 (U12M) = 35.894; (U24M) = 34.664; (U36M) = 23.919; (U48M) = 6.723; MAIORES VARIAÇÕES = 12M X 12M : RESULTADO OPERACIONAL (-8,26%) E RESULTADO FINANCEIRO (-17,93%); 2T16 X 2T15 : RESULTADO FINANCEIRO (9075,00% ???) E EBITDA (512,39%). VALOR DE MERCADO (MIL) = 360.410; VALOR MAXIMO (MIL) = 360.410 NO 2T17; VE PSBE (MIL) = 1.232.282:

CEBR6
PREÇO: 25,00
PAYOUT (2016): 0,00%

Múltiplos baseados nos últimos 12 meses

P/L 2,51
P/VPA 0,66
PSR 0,17
DY 0,00%
EV/EBITDA 8,67
MARGEM BRUTA 17,98%
MARGEM OPERACIONAL 7,37%
MARGEM LÍQUIDA 6,70%
LUCRO POR AÇÃO 9,959
MARGEM EBITDA 10,24%
DÍVIDA BRUTA/PATRIMÔNIO LÍQUIDO 198,33%
ROE 26,31%
LIQUIDEZ CORRENTE 0,90

Taxas de Crescimento Nominal

a) últimos 12 meses sobre 12 terminados no 2T16, nominal
RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA -8,26%
RESULTADO BRUTO -0,30%
RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO -17,93%
RESULTADO OPERACIONAL -2,70%
RESULTADO LÍQUIDO 7,36%
EBITDA -7,51%

b) 2T17 sobre 2T16, nominal
RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA 8,27%
RESULTADO BRUTO 185,24%
RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO 9075,00%
RESULTADO OPERACIONAL 348,93%
RESULTADO LÍQUIDO 100,71%
EBITDA 512,39%

c) lucro (taxa média anual)
UA 7,36%
U2A 284,45%
U3A -192,83%

d) patrimônio líquido médio
UA 19,57%
U2A 110,34%
U3A 26,50%

RESULTADO FINANCEIRO: O Resultado Financeiro, no 1S17, foi negativo em R$ 38.775, uma piora de R$ 24.699 ao registrado no 1S16, justificada pela variação cambial líquida, que em termos absolutos registrou R$ 11.876 e da reversão da atualização monetária decorrente da prescrição da Contribuição de Iluminação Pública.

EBITDA: O EBITDA não é uma medida definida pelas práticas contábeis internacionais (IFRS) e representa o lucro (prejuízo) antes do pagamento de juros, imposto de renda e contribuição social, depreciação e amortização. Este indicador não deve ser considerado como alternativa ao Lucro Operacional e ao Fluxo de Caixa Operacional.

No 2T17, o EBITDA foi positivo, no montante de R$ 100.344(R$ 45.404 positivo no 1T17), representando uma variação positiva R$ 54.940 na comparação com o 1T17.

A Margem EBITDA no 2T17 foi de 17,6%, enquanto no 1T17 foi de 8,5%, e 4,4% no 2T16. O aumento do EBITDA em relação ao 2T16 deveu-se, principalmente, aos prejuízos temporários causados pela sobrecontratação de energia associada à queda brusca do PLD em 2016.

CEBR61.png

( * ) É PRECISO VERIFICAR NO RELATÓRIO DA ADM. A EXISTÊNCIA DE RESULTADO NÃO RECORRENTE:
( ** ) EMPRESAS DO SETOR FINANC onde houve necessidade de digitar os valores de REC INT FINANC (a pesquisa avançada não importou esses valores ) = BAZA3, BBDC3, BBDC4, BEES3, BEES4, BIGP3, BGIP4, BMEB3, BMEB4, BMIN3, BMIN4, BNBR3, BPAN4, BRIV3, BRIV4, BRSR3, BRSR5, BRSR6, BSLI4, CRIV3, CRIV4, IDVL3 IDVL4 ITUB3, ITUB4, PINE4, PRBC4, SANB11, SANB3, SANB4 E SFSA4;
( *** ) A VMCM = 5,56000000 foi calculada utilizando-se uma amostragem de 327 empresas com PL > 0 (Desta vez não foi utilizado o critério de LIQUIDEZ MÍNIMA). Na tentativa de um valor abaixo do indicado, a VMCM apresentou um valor < 5, o que indicaria um mercado subprecificado: forum.infomoney.com.br/viewtopic.php?f=6&t=10754&start=620#p2082722
( **** ) Foram EXCLUÍDAS da amostragem inicial as empresas = DAGB33, MERC4, BRAP4, BRAP3, ECPR4, JBDU3, LFFE4, LFFE3, SBSP3, BAHI3, BMTO4, BMTO3 E LIPR3;

56795 - SAMBA1 - 22/Nov/2010 15:22
Pois é, a situação na CEB é cheia de detalhes e tem se alongado muito, mas está num nível que exige atitudes. O maior problema da CEB é a necessidade de investir na distribuição. A coisa tá feia de um jeito que virou caso de emergência. A população está sentindo com apagões bem acima da média nacional.

Então esse novo governo deve agir até porque a concessão da distribuidora vence em 2015. Pra não ficar marcado como governo que perdeu isso, devem trabalhar por novos investimentos que justifiquem uma prorrogação dessa concessão (ao menos especulo isso...). E lógico, precisam dinheiro para resolver isso. Então a venda daquele grande terreno (que é o maior, mas tem outros terrenos) ou a venda de participações da geradora devem ter andamento. Com isso a empresa melhora muito.

O fato da nova administração ser petista deve ajudar no entendimento com o governo federal. Até o sindicato da empresa quer a venda desse terreno, e nunca tinha vista esse tipo declarar a favor de venda de patrimonio... A lista de interessados é boa, começando por empresas federais, como a Caixa, que sendo do mesmo partido, deveria ter maior afinidade.

citação: Kings of Leon
citação: SAMBA1A CEB possui cerca de 100 MW instalados em geração de energia através de várias participações. Só isso vale mais do que o valor atual de mercado da empresa. É um negócio que aparece menos do que a distribuidora mas é bem mais lucrativo.

Considerando que a distribuidora da CEB tem mais apelo perante o público, a necessidade de investimentos pesados nesta área e também a dificuldade da empresa em vender aquele grande terreno no Noroeste de Brasília (avaliado em R$ 280 milhoes) para ter dinheiro e investir nisso.

Então é uma possibilidade que a Cemig (inclusive já teve tratativas com a CEB) venha realizar a aquisição de parte dos ativos de geração da CEB. Porém a mudança de governos, especialmente em Brasilia, deveria adiar esse tipo de negócio para o ano que vem.

Outra possibilidade é a Cemig entrar na negociação para resolver a situação da Previ nas sociedades com CPFL e Neoenergia.

citação: Kings of LeonSerá que não é a CEBR(distribuidora, mas tem ativos em geração também)? Será será? rsrsrsrrs não custa sonhar né!

SAMBA1, o que será da CEB sem uma reestruturação completa nesta empresa?
É a elétrica mais desprezada em termos de múltiplos;
Os lucros são bem irregulares(no 2 tri veio um fator não-recorrente(não me lembro) e acabou com o lucro, no 3 tri um lucrão)
O terreno a ser vendido ficou para depois e ainda me parece que eles vão investir na área da distribuidora( imagina a qualidade duvidosa do uso desse dinheiro...)
A agência reguladora não cansa de dar multas, avisos, e a empresa não se endireita..
Por outro lado as receitas vem aumentando fortemente, as suas participações em geradoras vão muito bem. É um alvo estratégico dentro do setor energético, talvez, se o governo vendesse uma fatia....A Cemig acho que está de olho em outra aquisição, como você comentou.
Minha dúvida é: será que esse lenga-lenga vai ser para sempre?

36375 - Argemiro Espada - 24/Mai/2010 23:20
Aí é que está minha chamada, a empresa já declarou nesta último ITR que vendeu o terreno (deve ser para Terracap), desculpem se estou sendo repetitivo, mas como ficou a dúvida, abaixo nota na página 02 do "COMENTÁRIO DO DESEMPENHO CONSOLIDADO NO TRIMESTRE" divulgado pela empresa no último balanço trimestral:
"Sobre as participações, a CEB integralizou na CEB Distribuição S.A., a parcela das ações subscritas relativa a 2008, com valor histórico de R$ 20.030 mil. A integralização das demais parcelas dar-se-á por meio de um imóvel, cuja avaliação (R$274.400 mil) foi aprovada pela Assembléia Extraordinária de Acionistas da Companhia realizada em 2009.
Com relação à venda de terrenos da Companhia, continuam os esforços no sentido de maximizar os resultados. O processo de alienação dos imóveis foi iniciado no último trimestre de 2009.
Como dito no relatório anterior, mantém-se a previsão de que no primeiro semestre do exercício de 2010 seja concluído o processo de alienação em tela. Possibilitando o completo atendimento do “Compromisso de Subscrição de Ações” formalizado pelas empresas envolvidas, inclusive de forma antecipada. A conclusão da operação destinará os recursos necessários e suficientes para que a CEB Distribuição S.A..."
--------
citação: danieljoseaaBela discussão sobre CEBR5, vários detalhes que não sabíamos, passamos a saber.
A questão é que apesar da governança corporativa da empresa ser nula, ela realmente está muito barata, resta produzir lucros com mais frequencia, ano passado venceu seu prejuízo acumulado e inclusive distribuiu proventos, nessa questão CEBR5 é bem mais favorecida que CEBR3 e CEBR6, foram 3,72 para CEBR5, dando 11%de DY, enquanto que as outras 2 receberam, não lembro ao certo 0,4.. ou 0,5...
Se a venda deste terreno for concretizada os dividendos para CEBR5 serão gigantescos, é só somar, se com um lucro de 48 milhões, que foi a quantia que sobrou do lucro de 2009, após vencer o prejuízo acumulado, CEBR5 recebeu 3,72 por ação, imagina com um lucro de 270 milhões, multiplique 3,72 por 6, que dá por volta de 21 por ação, isso mesmo, na atual cotação de 32 reais, daria um DY de cerca de 65%, inacreditável, porém verdade.
A questão é, não aconselho ninguém a comprar a ação pensando na venda deste terreno, pois ela pode sair amanhã, como pode demorar bastante pra acontecer, por isso a compra é indicada, porém em porção homeopática, como uma turnaroud merece.
Numa carteira diversificada, para quem já tem do setor energético, ELPL6, GETI3, CLSC6(gostei bastante do resultado e iniciei posição hoje), COCE5, vale a pena, ou quem procura uma turnaroud para investir, ela é uma boa aposta, onde pode inclusive receber belos dividendos, como receberei dia 31 de maio os 3,72 por ação, já que a possuo, pouco, mas possuo.
Lembrando novamente, caso haja interesse, dose homeopática e CEBR5 que é a favorecida pelos dividendos.

36368 - Argemiro Espada - 24/Mai/2010 22:14
Outra coisa interessante. Apesar da distribuicao de energia ser o negocio original da CEB. O fato é que durante toda decada de 2000, a empresa só investiu em geracao de energia. Isso sucateou a area de distribuicao.
Porem, apesar de pagarem muito caro pelos investimentos em geracao. Coisa do Roriz, tal como aquele projeto Corumba, que sai 5x mais caro. Porém, acontece que o preco da energia subiu muito no pais. Essa ninguem esperava...
Estes investimentos hoje sao também muito valiosos, e ja estao em funcionamento. A empresa tem cerca de 100 MW em participacoes minoritarias em várias geradoras, algumas sao muitos boas, pois o controle é privado, sem influencia política. Atualmente o que dá lucro na CEB é a geração, o detalhe é que esses projetos de geraçao ainda estao pagando financiamentos com o BNDES, e já dao lucro. O maior deles encerra o financiamento em 2012, dai o lucro triplica.
Considerando que cada MW instalado vale cerca de R$ 5 milhoes no mercado, a empresa tem um patrimonio de R$ 500 milhoes só em geracao de energia.

36361 - Argemiro Espada - 24/Mai/2010 21:13
Jornal Valor Economico
-----------------------------------
CEB vai vender ativos para investir na rede
Danilo Fariello, de Brasília
27/04/2010
Texto: A- A+
Para enfrentar as dificuldades frequentes na distribuição de energia elétrica, com seguidos apagões no Distrito Federal, a Companhia Energética de Brasília (CEB) vai vender terrenos para investir no seu sistema. Até 2012, a empresa tem um programa de investimentos de R$ 410 milhões, dos quais R$ 274 milhões deverão ser provenientes da venda de um terreno de 284 mil metros quadrados que a empresa possui no bairro Noroeste, que está em construção em Brasília. A região tem um dos metros quadrados mais caros do país. A CEB venderá o terreno à Terracap, responsável pelo empreendimento, ou o leiloará livremente no mercado.
O diretor de comercialização da CEB, Carlos Leal, espera que, até 2012, a empresa já tenha saúde financeira que lhe dê acesso a financiamentos do BNDES e de bancos comerciais, para prosseguir com os investimentos em distribuição depois disso.
Apenas no ano passado, segundo balanço divulgado ontem, a holding da CEB voltou a ter lucro. Por causa das contas ruins, a empresa não conseguia bom acesso a crédito. Além do terreno do Noroeste, a CEB também cogita vender a sua sede, em região próxima à Esplanada dos Ministérios, em Brasília. Mas faz planos de construir outro: "Com esse dinheiro, poderemos construir um prédio novo no setor industrial e ainda sobrará."
O plano de investimentos prevê a criação de um sistema de distribuição em forma de anel, que é menos vulnerável do que o desenho de distribuição de energia radial, como existe hoje. "Por esse modelo, em abril de 2011, não teremos mais blecautes tão longos no Plano Piloto", diz.
Segundo o balanço, divulgado ontem, a CEB Distribuição teve, em 2009, receita operacional de R$ 1,5 bilhão e lucro de R$ 20 milhões no exercício. Segundo Leal, houve um saneamento na empresa nos últimos anos. Ele descarta uma possibilidade de privatização futura. "Sendo uma empresa rentável, dificilmente o governo, que tem 70% do capital da holding, vai querer se desfazer desse ativo no futuro."
Ontem, a CEB teve negado pedido de reavaliação de uma multa concedida pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel). A multa de R$ 1,5 milhão foi à companhia de Brasília por deficiências na qualidade de distribuição de energia em 2007. Segundo Leal, a decisão não é de última instância e a CEB recorrerá.

31766 - small caps - 31/Mar/2010 13:40
citação: Ddiego
citação: small capsRecompensas que só a paciência traz:
(30/03) CEB (CEBR) - Deliberacoes de RCA / Proposta a Assembleia
DRI: Fernando Oliveira Fonseca
A RCA de 30/03/2010 aprovou as demonstracoes financeiras referentes ao exercicio social/2009, a destinacao do lucro liquido, no montante de R$ 48.919.970,26, e pagamento do dividendo minimo obrigatorio, no valor de R$ 9.219.507,97.
As materias acima serao submetidas a Assembleia a ser oportunamente convocada para 29/04/2010.
Abraços,
Small caps.
Oi Small,
Bom dia ai, boa noite aqui.
Ótima notícia, também estou com ela em carteira (CEBR3), comprada na época da crise, quando me chamou a atenção exatamente neste forum.
Uma curiosidade, se não for me intrometer; percebi que você trocou de posição para CEBR6 e depois CEBR5 e portanto fui me informar.
Enviei um email ao Sr. Fernando Fonseca (RI) e este me respondeu que, em relação ao tag-along, "a CEBR pratica o disposto no artigo 254-A da Lei das Sociedades Anônimas".
Com ajuda do google: "Art. 254-A. A alienação, direta ou indireta, do controle de companhia aberta somente poderá ser contratada sob a condição, suspensiva ou resolutiva, de que o adquirente se obrigue a fazer oferta pública de aquisição das ações com direito a voto de propriedade dos demais acionistas da companhia, de modo a lhes assegurar o preço no mínimo igual a 80% (oitenta por cento) do valor pago por ação com direito a voto, integrante do bloco de controle."
Pelo que entendi, somente as ON receberiam 80% em caso de aquisição. Acho que você com certeza já tinha esta informação, mas envio de qualquer maneira. Eu preferi ficar estacionado nas ON mesmo.
Grande abraço e obrigado pelo espaço e pelos conselhos aqui postados.
Diego
Diego, gosto de dividendos:
Dividendo por Ação do Capital Social 2009 – Reais
Ações Ordinárias R$ 0,450442
Ações Preferenciais Classe “A” R$ 3,724697
Ações Preferenciais Classe “B” R$ 0,688385
O Estatuto Social da empresa explica que a PNA tem dividendo garantido de 10% do valor patrimonial da ação. Agora que os prejuízos foram zerados, os dividendos enfim estão chegando...
E, se o pessoal conseguir vender mesmo aquele terreno com um estrondoso resultado não operacional, "vai ter aquela corrida de homem pelado".

31717 - Ddiego - 30/Mar/2010 12:39
Oi Small,
Bom dia ai, boa noite aqui.
Ótima notícia, também estou com ela em carteira (CEBR3), comprada na época da crise, quando me chamou a atenção exatamente neste forum.
Uma curiosidade, se não for me intrometer; percebi que você trocou de posição para CEBR6 e depois CEBR5 e portanto fui me informar.
Enviei um email ao Sr. Fernando Fonseca (RI) e este me respondeu que, em relação ao tag-along, "a CEBR pratica o disposto no artigo 254-A da Lei das Sociedades Anônimas".
Com ajuda do google: "Art. 254-A. A alienação, direta ou indireta, do controle de companhia aberta somente poderá ser contratada sob a condição, suspensiva ou resolutiva, de que o adquirente se obrigue a fazer oferta pública de aquisição das ações com direito a voto de propriedade dos demais acionistas da companhia, de modo a lhes assegurar o preço no mínimo igual a 80% (oitenta por cento) do valor pago por ação com direito a voto, integrante do bloco de controle."
Pelo que entendi, somente as ON receberiam 80% em caso de aquisição. Acho que você com certeza já tinha esta informação, mas envio de qualquer maneira. Eu preferi ficar estacionado nas ON mesmo.

31710 - small caps - 30/Mar/2010 11:56
Recompensas que só a paciência traz:
(30/03) CEB (CEBR) - Deliberacoes de RCA / Proposta a Assembleia
DRI: Fernando Oliveira Fonseca
A RCA de 30/03/2010 aprovou as demonstracoes financeiras referentes ao exercicio social/2009, a destinacao do lucro liquido, no montante de R$ 48.919.970,26, e pagamento do dividendo minimo obrigatorio, no valor de R$ 9.219.507,97. As materias acima serao submetidas a Assembleia a ser oportunamente convocada para 29/04/2010.

19265 - tota57 - 02/Nov/2009 12:48
A CEB esta longe de ser a melhor opção de compra no setor elétrico, por diversos motivos.
Dá uma pesquisada aqui no tópico, pois já falamos muito dela quando a CEMIG fechou uma parceria, que sugestionou que a CEB seria vendida.
A ferramenta do bgrana pode te auxiliar.

19258 - tota57 - 02/Nov/2009 12:05
A CEB esta com sérias dificuldades para atender o mercado. Faltam recursos para investimento.
Terrenos que não são necessários para a prestação do serviço não são remunerados na tarifa de energia, a Aneel glossa e não reconheçe na Base de Remuneração.
Portanto é um baita negocio a CEB vender e colocar o dinheiro no caixa para investir. Quando essa grana for investida no sistema elétrico a empresa passa a receber remuneração sobre o ativo que for imobilizado.

19255 - SAMBA1 - 02/Nov/2009 11:36
Cia. Energetica de Brasilia - CEBR6 tem Valor de Mercado de R$ 268 milhões e colocou a venda terreno que vale R$ 274,4 milhões. Leilão será em 02 dez. 09.
---------------------------
Câmara aprova destinação comercial para área vizinha ao Noroeste
Lilian Tahan - Correio Braziliense - Ana Maria Campos - Correio Braziliense
27/10/2009 - A Companhia Energética de Brasília (CEB) tem um terreno tão bem localizado que espera vendê-lo por, no mínimo, R$ 274,4 milhões. À vista. O lote de 284.160 m²(1) fica ao lado do Noroeste, próximo ao Setor Militar Urbano (SMU) e tem como pontos de referência o Carrefour e o Setor de Oficinas Norte. A disposição da CEB em passar adiante o lote com área equivalente a quatro superquadras do Plano Piloto foi viabilizada por meio de projeto aprovado na Câmara Legislativa e está publicada no edital de concorrência Número 1º de 2009. Até o dia 2 de dezembro, a estatal espera receber as propostas de alguém interessado em fazer negócio.
Quem se apresentar terá prazo de, no máximo, cinco dias úteis para quitar a fatura milionária. Somente a caução para se candidatar à compra é de R$ 13,72 milhões. A transação só será possível porque a Câmara Legislativa aprovou um projeto de lei complementar (leia O que diz a lei) encaminhado pelo Poder Executivo. Na proposta, o governo define regras para o uso do terreno. O documento especifica uma série de atividades comerciais e de serviço. Estão permitidos, por exemplo, restaurantes, bancos, área de diversão, postos de combustível e salas empresariais.
O terreno pertence ao patrimônio da CEB há 30 anos. Foi comprado em 1979 pelo então presidente da Companhia, Aloysio Carvalho, para a construção da sede da empresa. No entanto, a ideia não saiu do papel. A CEB está instalada no Setor de Indústria e Abastecimento (SIA), em uma área de 160 mil m². Agora, prestes à inauguração do Noroeste - bairro considerado modelo na capital, cujo metro quadrado para moradia está girando em torno dos R$ 10 mil -, o órgão resolveu vender o terreno.
Investimento
A exigência do pagamento à vista, que acaba por restringir os potenciais compradores a grandes grupos empresariais, com alta capacidade de investimento, tem justificativa apresentada pelo comando da CEB. O diretor da CEB Holding, Fernando Fonseca, afirma que todo o capital obtido na venda renderá dividendos imediatos para a companhia. Ele afirma que os recursos serão aplicados no sistema de distribuição de energia em todo o Distrito Federal.
"A venda de terrenos que não estão sendo utilizados pela CEB faz parte de uma estratégia empresarial para melhorar os serviços na área de distribuição, onde há mais necessidade de investimentos", diz Fonseca. O diretor acredita que o mercado de Brasília comporta uma negociação desse porte à vista. "Acredito até que haverá disputa e que conseguiremos vender o terreno com ágio"(2), prevê Fernando Fonseca.
Para o atual vice-presidente do Conselho Regional dos Corretores de Imóveis (Creci), Getúlio Romão Campos, a licitação aberta restringe a concorrência. "Em geral, a Terracap parcela a venda em até 20 anos. Quando exige pagamento em duas, três vezes ou até à vista é porque já tem empresas interessadas", considera o especialista.
O diretor do Sindicato da Habitação do DF (Secovi-DF) Ovídio Maia explica que a avaliação de um imóvel se dá pela conjunção de quatro características: tamanho do lote, capacidade de edificação, destinação e endereço. "Essa área no Noroeste contém todos os itens que definem o bom imóvel valioso. Por isso, é a joia da coroa do governo. A exigência do pagamento à vista é ousada, mas não improvável, porque as empresas se associam, fazem cooperativas", acredita.
A aprovação do projeto na Câmara Legislativa já previa a venda do imóvel. O Artigo 2º da Lei estabelece que, na hipótese de a CEB optar por se desfazer do imóvel, pelo menos parte dos recursos obtidos com o negócio será aplicada no sistema de distribuição de energia, descontadas desse montante obrigações como pagamentos de tributos e distribuição de dividendos.
Metragem
Espaço correspondente a 284 projeções de prédios no setor Noroeste, levando-se em conta os terrenos de menor metragem vendidos no novo bairro (essas projeções têm entre mil m²e 1,5 mil m²)
Lucro maior
É o valor que supera a expectativa inicial da venda de um bem em que há disputa com grande demanda. Algumas projeções da Terracap no Noroeste foram vendidas com até 23% de ágio
MEMÓRIA
Negócios imobiliários
A venda do terreno de 284.160 metros quadrados é o maior negócio imobiliário da Companhia Energética de Brasília (CEB). Mas segue uma estratégia empresarial iniciada nesta gestão. A empresa já vendeu outros seis terrenos e arrecadou R$ 107,2 milhões.
Em 2007, CEB e Terracap assinaram um Termo de Rescisão de Escritura Pública de compra e venda de lote em que a companhia de energia devolveu um terreno no Setor de Autarquias Norte para a empresa pública do ramo de desenvolvimento imobiliário. Em 2001, a CEB havia comprado o terreno da Terracap por R$ 15 milhões para a construção da nova sede da empresa. Como o prédio não foi erguido, a CEB devolveu o lote à Terracap e recebeu o valor pago pelo terreno, corrigido para R$ 29,5 milhões. O dinheiro foi investido no sistema de distribuição de energia da Asa Norte.
Em 2008, a CEB vendeu sem licitação para a Eletronorte um terreno de 65 metros quadrados na 904 Sul por R$ 59,6 milhões. Segundo a companhia informou na ocasião, o dinheiro foi utilizado na amortização de dívidas. A última negociação envolveu quatro projeções em Águas Claras, há dois meses. Nessa operação, a CEB recebeu R$ 17,2 milhões. Esses terrenos haviam sido repassados pela Terracap à CEB como pagamento por serviços de instalação de rede de energia elétrica em empreendimentos habitacionais. (LT e AMC)
O QUE DIZ A LEI
Várias utilizações
A mudança de destinação de um terreno público só pode ocorrer por meio de uma lei complementar. Para liberar a venda do lote da CEB no Noroeste, o governo precisou encaminhar a proposta nº 805, de 25 de maio de 2009. Nesse PLC, o Executivo detalha as possibilidades de uso e atividades do local. No projeto, o GDF prevê permissão para todos os negócios desenvolvidos pela companhia atualmente.
Entre essas atividades estão distribuição, geração e comercialização de energia elétrica. Mas também estão citadas a comercialização e distribuição de gás natural, telecomunicações e transmissão de dados. O projeto abre ainda um leque de opções que incluem uma série de serviços privados, como rede de restaurante, serviço de informática, assessoria empresarial e contábil, e casa de espetáculos.

14200 - small caps - 11/Set/2009 02:17
Ainda sobre a CEBR, que é um caso muito interessante de um turnaround que podemos acompanhar ao vivo, a leitura das notas explicativas por inteiro traz muitas informações sobre as ações/medidas que estão sendo tomadas para que os prejuízos do passados fiquem apenas por lá...
O arremate da nota explicativa, a qual recomendo leitura ao investidor que pretende visualizar como é um caso de turnaround real, ficou assim:
"Finalmente, cabe concluir com as perspectivas empresariais esperadas para a CEB. A contribuição individualizada de cada empresa integrante da Companhia, assim como a consolidação de suas repercussões, apontam para resultados favoráveis nos próximos anos, e a estratégia empresarial baseada na geração de receitas não-operacionais relacionadas com alienações de imóveis ociosos para fazer frente às demandas por recursos no período de transição está sendo aplicada com sucesso. Portanto, os elementos disponíveis asseguram e recomendam que no exercício de 2009, a Administração da Companhia continue sua tarefa de construção das bases em que se assentará a almejada sustentabilidade empresarial."

14199 - small caps - 11/Set/2009 02:09
E isso aqui é relevante para uma companhia com valor de mercado por volta dos R$ 300 milhões: "Ainda com relação ao citado Compromisso de Subscrição de Ações, a Diretoria da Empresa aprovou em 30 de junho de 2009, a integralização de ações na CEB Distribuição S.A., mediante a transferência de bens do patrimônio da Companhia Energética de Brasília, restando a anuência da ANEEL e pela deliberação em AGE para efetivação da operação, no valor de R$ 274 milhões."
Mas não explica se haverá impacto contábil, com reconhecimento de lucros... Mas se tiver (...) :)

14198 - small caps - 11/Set/2009 02:03
CEBR, enfim liberando o balanço e nele consta, nas notas explicativas:
"8 – EVENTOS SUBSEQUENTES
8.1 – Alienação de Imóveis
A CEB alienou, em 28/07/2009, imóveis de sua propriedade, localizados no Distrito Federal, pelo valor de R$ 17.128 mil, apurando um resultado positivo de R$ 16.242 mil.
8.2 – Reajuste Tarifário 2009
As tarifas de fornecimento de energia elétrica da CEB Distribuição S.A. foram reajustadas em 9,52%, com efeito médio para os consumidores em 11,53% a partir de 26.08.2009, conforme Resolução Homologatória nº 869, de 25 de agosto de 2009."
Mais lucros pela frente...
Hoje (ontem) foi dia de reforçar IDVL4, MGEL4, TKNO4 e CNFB4...

9295 - Kings of Leon - 20/Jul/2009 23:45
Tota57-Com certeza a parceria com Cemig seria um trigger fundamental para CEBR.Mesmo se não houvesse esta possibilidade a reestruturaçao está em andamento e a evolução dos resultados operacionais é uma possibilidade.
Não tenho dúvidas das qualidades de Coelce, mas admito que não consigo entender sobre os múltiplos tão baixos da empresa.Com a evolução demonstrada em todos últimos anos, dividendos, etc, fico ainda pensando se a liquidez baixa justifica este desconto.Já tenho COCE desde os 18,xx e aumentei bastante minha posicao nos 21.

9293 - tota57 - 20/Jul/2009 22:35
citação: Kings of LeonTota57: sem querer pedir demais amigo mas vc acha que vale a pena vender CEBR3 com um lucro excelente e comprar mais de COCE5?
Abs
Kings,
Se tens um bom motivo para estar comprado em CEBR, talvez a possibilidade de participação da Cemig no capital da empresa, quem sou eu para sugerir essa troca.
Sabes que a Coelce é um paradigma de excelencia como empresa, pois atende as expectativas de todos os Stakeholders. Esta entre as 150 melhores empresas para se trabalhar, foi a empresa melhor avaliada pelos clientes, pesquisa realizada pela Abradee, atende com folga todas metas do governo, representado pela Aneel, apresenta resultados para seus acionistas, pagando bons dividendos, preocupa-se com seus fornecedores, promovendo inclusive parcerias através de bancos, ou seja, é um brinco.
Na minha visão a CEB tem mercado, mas não tem a mesma gestão e esta com dificuldades para investir, razão pela qual busca parceria com a Cemig. Se o negocio der certo vai ficar menos pior, porque a Cemig tem dinheiro e boa gestão, mas também é uma empresa pública. Por outro lado a empresa tem oportunidade de melhorias, que futuramente pode trazer resultados para seus acionistas.
Hoje não tenho duvidas entre as duas, mas tu é que sabes o que é melhor para seu investimento. Desculpe ammigo, mas não invista apenas pela indicação de colegas ou Foruns. Estude suas compras, analise as empresas, seus fundamentos, sei lá siga sua estratégia.
Imagine se a Coelce for vendida para um controlador que desreipeita os minoritários. Que estratégia voce teria para uma situação como essa?

6899 - paulorizzi - 07/Jun/2009 21:59
citação: tota57
Não consegui descobrir a divida liquida da CEB, se algume souber por favor informe.
Não sei por que cargas d'água a CEB não informa os dados consolidados nos seus ITRs. Em conseqüência, não há dados da empresa consolidada relativos ao 1T09.
Os dados da empresa consolidada, entretanto, estão disponíveis nos DFPs:
Em 30DEZ2008 - Cia
disponibilidades: 5.747
empréstimos e financiamentos: 5.842
dívida líquida: 95
Em 30DEZ2008 - consolidado:
disponibilidades: 35.708
empréstimos e financiamentos: 23.317 + 54.606 = 77.923
dívida líquida: 42.215

6021 - danieljoseaa - 21/Mai/2009 12:16
(21/05) CEMIG (CMIG-N1) - Esclarecimentos
DRI: Luiz Fernando Rolla
Em atencao a consulta da CVM, a empresa enviou o seguinte:
Questionamento da CVM
Solicita esclarecimentos relativos a noticia veiculada na pagina B1 da edicao de 20 de maio de 2009, do jornal Valor Economico sob o titulo: “Cemig e CEB”, que trata de aquisicao pela Cemig de participacao na Cia. Energetica de Brasilia.
Resposta da CEMIG
Prezados Senhores: Em atendimento a vossa solicitacao, atraves do Oficio CVM/SEP/GEA-1/N 226/09, acerca das noticias veiculadas na imprensa mencionando uma possivel negociacao de compra pela Cemig de participacao no capital da Companhia Energetica de Brasilia - CEB, informamos que arquivamos, nesta data (21/05/2009), um Comunicado ao Mercado objetivando esclarecer ao mercado investidor a verdadeira situacao em que se encontra uma potencial transacao.
Outrossim, a Cemig reitera que a sua administracao sempre tomou todas as medidas necessarias para garantir ao mercado o acesso a informacoes relevantes que pudessem influenciar as negociacoes com valores mobiliarios de emissao da Companhia conforme estabelece a legislacao em vigor e a exemplo das praticas adotadas durante os processos de aquisicao da Terna Participacoes S.A., em 23/04/09, das centrais eolicas Praia do Morgado, Praias de Parajuru e Volta do Rio, em 04/02/09 e na ampliacao da participacao na Transmissoras Brasileiras de Energia (TBE), em 24/07/08,
Segue a integra do comunicado mencionado:
A COMPANHIA ENERGETICA DE MINAS GERAIS – CEMIG, companhia aberta, com acoes negociadas nas bolsas de valores de Sao Paulo, Nova Iorque e Madri, vem a publico informar, nos termos da Instrucao CVM n 358 de 03/01/2002, conforme alterada, a Comissao de Valores Mobiliarios - CVM, a BM&F Bovespa S.A. - Bolsa de Valores, Mercadorias e Futuros e ao mercado em geral que realizara estudos preliminares, em conjunto com a Companhia Energetica de Brasilia, CEB, visando ampliar a parceria existente, ja materializada pela associacao que resultou na
construcao da Usina Hidreletrica de Queimado.
Esta ampliacao , se ocorrer, buscara agregar valor para ambas empresas e para os seus acionistas sendo que, ate o presente momento, nao e possivel antecipar nenhuma forma de cooperacao sob a qual esta ampliacao possa resultar.
A CEMIG, em respeito aos seus acionistas e observando as melhores praticas de governanca corporativa, mantera o mercado investidor informado dos desdobramentos destas negociacoes.
Reiteramos o compromisso da empresa com a busca permanente do retorno e agregacao de valor aos seus acionistas, presentes em todos os nossos investimentos, quer sejam em aquisicoes ou novos projetos.



6020 - danieljoseaa - 21/Mai/2009 12:15 
(21/05) CEB (CEBR) - Comunicado
DRI: Fernando Oliveira Fonseca
Enviou o seguinte comunicado:
Comunicamos aos acionistas da COMPANHIA ENERGETICA DE BRASILIA – CEB e aos demais segmentos do mercado de capitais, em cumprimento ao disposto no Art. 157, da Lei n. 6.404, de 15.12.1976, com a redacao dada pela Lei n. 10.303, de 31.10.2001, e na Instrucao CVM n. 358, de 03.01.2002, os dados constantes nos itens discriminados a seguir:
1. O Distrito Federal, acionista controlador, orientou a COMPANHIA no sentido de desenvolver estudos para eventual ampliacao de parceria com a CEMIG, atualmente restrita ao segmento de geracao de energia, de forma a permitir a transferencia de tecnologia nos demais negocios relacionados com distribuicao de energia, transmissao de sinais e distribuicao de gas.
2. A referida parceria tambem devera, de forma ampla e reciproca, agregar valor para as duas Companhias.
3. O estagio atual das orientacoes descritas nao permite afirmar se havera eventual negociacao de acoes do acionista controlador da CEB com a CEMIG.
4. A CEB mantera o mercado informado sobre os desdobramentos da sobredita ampliacao de parceria.

5994 - danielbehar - 20/Mai/2009 19:58
Sobre CEBR3, segue informação veiculada no boletim do Investshop:
»Cemig adquire participação minoritária na CEB
De acordo com notícia do jornal Valor Econômico, a Cemig (CMIG4) finalizaria hoje a aquisição de uma participação minoritária na CEB, uma distribuidora estatal de Brasília. O analista da Itaú Corretora Sérgio Tamashiro lembra que não foi divulgado o preço da aquisição. Na visão dele, a aquisição não faz muito sentido para a Cemig e parece ter razões políticas. As ações da empresa vêm apresentando desempenho inferior ao do Ibovespa e o analista acredita que isso deva continuar. Ele reforça a sugestão de troca das ações de Cemig pelas Copel (CPLE6) ou pelas de Cesp (CESP6).

5834 - paulorizzi - 17/Mai/2009 22:14
Sinceramente ... eu achei muito fraco. Algo de muito grave deve ter acontecido para a Receita Líquida ser apenas 46% da média trimestral de 2008. Não li o relatório para ter uma idéia das razões. Acho que nenhuma elétrica teve performance tão ruim.

5821 - danieljoseaa - 17/Mai/2009 20:03
Cebr3 apresentou lucro líquido de 5.407.000, equivalente a +ou- metade de seu prejuízo acumulado, que se não me engano era de 10 ou 11 milhões, acho que este ano teremos dividendos....
O que achou Small, já teve tempo de ler?

3832 - danieljoseaa - 08/Abr/2009 17:44
"Em relação a CEBR3, em 2007 fechou com um prejuízo acumulado de 77 milhões, com o lucro de aproximadamente 67 milhões em 2008, esse prejuízo acumulado continou existindo, por isso, ainda não foi esse ano que ela voltou a pagar dividendos, porém esse prejuízo agora soma ""apenas"" 10 milhões, caso opere no campo positivo ano que vem, temos chances de ter gordos dividendos a receber."
"Simulando que repita o lucro desse ano de 2008, 67 milhões, diminuindo os 10 milhões de prejuízo acumulado, teríamos 57 milhões de lucro, contando com a distribuição mínima teríamos 57/4= 14 milhões distribuídos, o que daria 1,52 por ação e um DY de 9%."
"Obviamente, isso é só uma suposição, não sei se repetirá o lucro desse ano, conforme o exemplo, muito menos se terá lucro, não sei se o Payout é o mínimo, enfim, o que vale e o que é importante é que reduziu seu prejuízo acumulado de 77 milhões para 10 milhões."

3290 - danieljoseaa - 01/Abr/2009 00:27
"Small, no resultado da CEB, aparece a seguinte colocação:"
"Constata-se a reversão do Patrimônio Líquido negativo da CEB Distribuição S.A.. Este agregado contábil, da ordem de R$ 100,10 milhões negativos em 2006, reduzido para R$ 27,60 milhões negativos em 2007, alcançou, em 2008, o montante de R$ 11,41 milhões positivos."
Isso quer dizer que este ano já teremos Dividendos?
E em relação a Encorpar haverá distribuição?

2069 - dbcoelho - 04/Mar/2009 07:40
Notícia relevante sobre a CEBR3 extraída do jornal CORREIO BRAZILIENSE de hoje:
Energia
Dinheiro para o fim dos apagões
"Contratos com a Eletrobrás e o Banco do Brasil garantem R$ 116 milhões à Companhia Energética de Brasília, que serão usados em 14 obras consideradas prioritárias e na compra de novos transformadores"
A construção de subestações é uma das apostas da estatal brasiliense para reduzir os índices de duração e frequência das interrupções
"A rede de energia que atende o Distrito Federal receberá melhorias até o fim do ano. A assinatura de dois contratos — um de R$ 56 milhões, com a Eletrobrás, e outro de R$ 60 milhões, com o Banco do Brasil — garantiu ontem o repasse de R$ 116 milhões para a Companhia Energética de Brasília. Os recursos serão usados para ampliar e modernizar o sistema de distribuição elétrica, com a construção de novas subestações e investimentos em linhas de transmissão e linhas subterrâneas . Na prática, as medidas procuram evitar ao máximo as quedas de energia, os famosos apagões, que se tornaram comuns em vários pontos do DF nos últimos anos."
"O governador José Roberto Arruda admitiu ontem que o sistema energético do DF funciona no limite. “O crescimento desproporcional das cidades não foi acompanhado por um crescimento da infraestrutura, o que provocou uma deterioração da rede energética da cidade. Mas a CEB conseguiu colocar ordem na empresa e agora vai colocar ordem n a distribuição”, declarou Arruda. Ele citou o caso de Planaltina, que sofreu com falta de energia durante três dias no fim do ano passado, como exemplo do que não deve mais ocorrer. “Mais do que o investimento recebido, é importante que a CEB volte a ter a confiabilidade da população e, sobretudo, preparo para o crescimento de Brasília”, avaliou o governador."
"As frequentes reclamações dos moradores da capital federal com as quedas de energia têm comprovação. A companhia estima estar a cerca de 30 % acima dos índices DEC (duração das interrupções) e FEC (frequência das interrupções) estabelecidos pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel). Segundo o presidente da CEB, Benedito Carraro, parte do problema se deve ao aumento da demanda de energia pela população do DF. “Só ano passado tivemos um crescimento de 8% na demanda, enquanto a média nacional é de 5%”, explicou. “Ao mesmo tempo, não houve investimentos na empresa condizentes com a situação. Entramos em um círculo vicioso que não parecia oferecer uma saída”, acrescentou."
Melhorias no sistema
"Os recursos destinados a estatal serão usados em 14 obras. Entre as prioridades de investimento estão a construção de estações no Vale do Amanhecer (que inclui Mestre D’Armas, Arapoanga e Taquari), São José e Riacho Fundo, considerados os pontos mais críticos. Atualmente, as subestações de Planaltina e do Padef, no Núcleo Rural do Paranoá, abastecem a área. Também estão previstas a implantação de linhas de transmissão em Monjolo (Santa Maria) e ampliação das subestações de Ceilândia Sul, Planaltina e Sobradinho. O governador Arruda prometeu, ainda, dar atenção especial para as invasões do Pôr do Sol, Fercal e Porto Rico. Como se tratam de locais sem energia, a população recorre ao uso de gambiarras para conseguir luz."
"O dinheiro também será usado para comprar 25 novos grandes transformadores de energia, a serem distribuídos pelas principais subestações da CEB no DF. A compra aj udará a estatal a iniciar a organização de dois anéis de energia que devem envolver toda região. “Atualmente, trabalhamos com um sistema radial, em linha. Por isso, se temos um problema em alguma subestação que resulte em queda de energia, não temos como atender o ponto onde ocorreu o apagão antes de resolver a situação. Com o estabelecimento de um anel energético entre as estações, poderíamos fornecer energia para área afetada logo após a interrupção na distribuição”, detalhou Carraro."
"O ministro de Minas e Energia, Edson Lobão, participou da assinatura do contrato de financiamento com a Eletrobrás e se mostrou otimista. Ele afirmou estar convencido que, com as providências cabíveis, o impasse será resolvido. “O presidente Lula tem me recomendado prover para a capital federal os recursos necessários para que as interrupções de energia não ocorram mais”, afirmou. O ministro ainda comentou que é difícil para as autoridades controlar o consumo crescente de energia."
"O presidente da Eletrobrás, José Antônio Muniz Lopes, também se mostrou positivo. “Tenho certeza de que daqui a dois anos a CEB voltará a ser orgulho nacional, como já foi.” Sentimento semelhante ao do presidente do Banco do Brasil, Antônio Francisco de Lima Neto. “Ano passado, investimos R$ 40 milhões na CEB. Este ano investimos outros R$ 60 milhões. É uma empresa importante e confiável. E trata-se de um projeto importante para o DF, pois melhora a qualidade de vida de seus habitantes e amplia o sistema de distribuição de energia”, concluiu."
"A Eletrobrás e o Banco de Brasil apresentaram planos diferenciados para realizar a entrega dos recursos. No caso da Eletrobrás, a primeira parcela do financiamento correspondente a 10% do total se tornou disponível para a CEB no ato de assinatura do contrato. O restante será repassado à distribuidora de energia na medida em que as obras forem executadas. “Na prática, nós compraremos o material necessário e receberemos o dinheiro gasto de volta com a apresentação das notas fiscais”, explicou o presidente da CEB, Benedito Carrero. Já no caso do Banco do Brasil, o dinheiro entregue faz parte do Fundo Constitucional do Centro-Oeste (FCO) e será liberado a partir da comprovação dos investimentos realizados. O montante contratado se destinará à liquidação das diversas aquisições de materiais e serviços prestados ao projeto."
"O crescimento desproporcional das cidades não foi acompanhado por um crescimento da infraestrutura, o que provocou uma deterioração da rede energética da cidade"
"José Roberto Arruda, Governador do Distrito Federal"
Interrupções constantes
"As quedas na distribuição de energia tornaram-se uma constante para moradores do DF nos últimos anos. O problema piora no período chuvoso. Em 16 de dezembro, os moradores de Brazlândia passaram quase cinco horas sem energia depois que um dos três transformadores da cidade queimou. No dia 2 do mesmo mês, a queda de um raio deixou no escuro moradores e comerciantes do Sudoeste, do Setor Militar Urbano, do Setor de Indústrias Gráficas e do Cruzeiro durante duas horas. O re lâmpago provocou um curto-circuito na Subestação Brasília Norte, próxima ao parque da Água Mineral. No mesmo dia, Asa Norte, Lago Norte e Sobradinho ficaram sem luz por 20 minutos."
"Em 30 de outubro, uma chuva rápida acompanhada de granizo provocou estragos em vários pontos do DF. No Setor Comercial Norte, um problema na subestação da CEB deixou a região sem energia durante quase toda tarde. Na ocasião, representantes da estatal explicaram que houve uso excessivo de energia, o que preju dicou quatro circuitos e provocou o apagão."
"Já em 26 de setembro, um raio e a queda de uma árvore deixaram boa parte da cidade na escuridão por mais de 16 horas. Os problemas provocados pela falta de energia causaram transtornos para moradores do Sudoeste, Cruzeiro, Setor de Indústrias Gráficas, Setor Militar Urbano, Lago Norte e Lago Sul. Outro blecaute, em 21 de setembro, deixou Santa Maria sem luz durante 15 horas. "

784 - danieljoseaa - 05/Jan/2009 23:11
"Small, gostaria, se possível, que comentasse essa notícia:"
"CEB fecha acordo com a Caixa para empréstimo de R$ 219,8 milhões"
Por: Bovespa
05/01/09 - 16h55
Bovespa
SÃO PAULO - A empresa enviou o seguinte comunicado:
A Companhia Energetica de Brasilia - CEB informa aos seus acionistas e ao mercado em geral que:
"1 - Foi celebrado um emprestimo com a CAIXA ECONOMICA FEDERAL da ordem R$ 219,8 milhoes realizado via instrumento de CCB - Cedula de Credito Bancario - Capital de Giro, nas seguintes condicoes:"
"O prazo para o pagamento e de 78 (setenta e oito) meses, com 02 meses de carencia, com a primeira amortizacao prevista para Abril de 2009;"
"O novo contrato preve taxas menores de juros, 100,00% (cem por cento) da variacao da taxa media diaria dos Certificados de Depositos Interbancarios (CDI), acrescida da taxa de juros de 0,18% a.m. (zero virgula dezoito por cento ao mes);"
A garantia oferecida pela CEB Distribuicao e o fluxo de recebiveis que transitam pela Caixa Economica Federal;
"2 - A CEB Distribuicao S.A. - CEB D e a Caixa Economica Federal assinaram o contrato de financiamento para liquidacao da divida junto a FURNAS Centrais Eletricas, relativo energia comprada para revenda."

744 - small caps - 02/Jan/2009 20:58
"(693) mauroe79, CEBR3 é um ativo classificável como turnaround. Estes ativos não pagam dividendos no curto prazo. Ela em específico, já venceu os ""prejuízos acumulados"" no balanço no último trimestre e logo voltará a pagar proventos. Os indicadores P/EBIT, P/L, P/VPA e PSR da empresa estão mais atrativos que a média do setor elétrico. O DY a partir de 2010 pode apresentar boa evolução. Quando e se isto acontecer, os preços atuais deixarão saudades."

507 - small caps - 04/Dez/2008 22:35
"(493) danieljoseaa, CEBR3 não deve soltar um dividendo muito alto referente aos lucros deste ano (parte não operacional), uma vez que tinha prejuízos acumulados - resultado de gestão não muito profissional - , totalmente compensados agora no terceiro trimestre. É um exemplo de turnround que agora começará a distribuir proventos. A partir de 2010, eles (os proventos) devem aumentar, até porque alguns projetos de geração de energia começam a gerar receitas. O mais interessante da empresa foi a excepcional diminuição nos custos administrativos quando a gestão passou a focar bons resultados. Isto não está adequadamente refletido nos preços."

400 - small caps - 19/Nov/2008 00:33
"(395) rogca6, CEBR6 não distribuiu dividendos em razão de ter prejuízos acumulados. Ela tem passado por uma grande reestruturação, que reduziu bastante seus custos gerenciáveis. Agora no último trimestre é que passou a ter ""lucros acumulados"" - salvo engano - no balanço. Então, ainda não se pode esperar um dividendo muito alto, mas a partir de 2010, é possível que as coisas melhorem bastante. Basta manter o lucro recorrente."

218 - Amaril - 29/Out/2008 18:34
"SMALL,"
O QUE ACHAS DE CEBR6?
"PL = 1. PV/P = 0,33. VPA = 37,37. PSR = 0,12. FATURAMENTO ANUAL = 880M. VALOR DE MERCADO = 100M."
"ALÉM DE SER DO SETOR ELÉTRICO, UM SETOR BOM PRA AGUENTAR A CRISE DO MUNDO AFORA."

Um comentário:

Anônimo disse...

Veja-se uma manifestação do sindicato dos trabalhadores das indústrias do DF sobre a CEB
Indignação, perplexidade, vergonha. São esses os sentimentos que, desde a última sexta-feira, 27/11, tomam
conta da população do Distrito Federal, novamente surpreendida com supostos casos de corrupção e malver-
sação de dinheiro público. Como se não bastassem o autoritarismo, o “obreirismo” eleitoreiro e o descaso com
a saúde e a educação, agora se evidencia o lado sombrio do governo Arruda, fartamente exposto, a todo o mo-
mento e em todo o País, nos veículos de comunicação.
Embora ainda estejam por vir novos fatos e desdobramentos, o certo é que há uma crise política instalada no
GDF, cujo resultado não poderá ser outro: o afastamento de todos os envolvidos na investigação da Polícia Fe-
deral, inclusive do governador e de seu vice. É isso o que a população espera e a democracia exige.
Quanto à CEB, é fundamental que a diretoria se antecipe e afaste preventivamente de suas funções a pessoa
cujo nome é citado nos autos do referido inquérito. Também é necessária uma auditoria profunda e independen-
te em todos os contratos com a empreiteira Danluz, impedindo a sua renovação ou recontratação enquanto os
fatos estiverem sendo apurados pela Polícia Federal e pelo Ministério Público. Somente desta forma a adminis-
tração da empresa poderia minimizar aqui o clima de suspeição que paira sobre todos os órgãos do GDF.
Não contribuiu para isso a temerária decisão da diretoria da CEB de suspender a licitação nacional do terreno
do Setor Noroeste, às vésperas da coleta de propostas, prevista no edital para o dia 2/12/2009. O interesse da
Terracap no imóvel, suscitado a partir da intervenção do vice-governador Paulo Octávio, não deixa dúvidas de que
o negócio com a referida estatal, se vier a ser efetivado, poderá ser questionado pelas instâncias competentes.
Com preço mínimo fixado em pouco mais de R$ 270 milhões e situado em um dos locais com o metro qua-
drado mais caro do País atualmente, esse imóvel foi repassado pela Holding à CEB Distribuição na forma de
aumento de capital e pagamento de dívida, transformando-se numa importante alternativa para a recuperação
definitiva da Companhia, alavancagem de recursos e investimentos no sistema elétrico do DF. Foi por esse mo-
tivo que o STIU-DF defendeu junto à bancada do PT na Câmara Legislativa a aprovação do projeto de lei que
viabilizou a venda. Agora, o resultado de todo esse esforço, bem como da valorização do terreno, pode não be-
neficiar a CEB, mas a Terracap e especuladores.
Por tudo isso, cabe a nós, trabalhadores e trabalhadoras da CEB, o protagonismo na defesa da empresa e da
moralidade na administração pública. É o que sempre fizemos e sempre vamos fazer.