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quinta-feira, 27 de fevereiro de 2020

Duratex (DTEX)



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Comprajoaoricci (2017) - SmallCaps (dez/08)
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paulo_prof (fev/17)
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DTEX3
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A2019/4T2019 -
paulo_prof  -
Os resultados recorrentes do 4T19, em relação aqueles postados no 4T18, devem ser considerados excepcionais. De longe, foram os melhores resultados trimestrais postado no exercício. Infelizmente, entretanto, mesmo se estes resultados do 4T19 fossem anualizados, estariam longe de justificar o preço corrente da ação.
Nos últimos exercícios, o Resultado Líquido da Duratex tem sido engordado pelo lucro com a venda de atiivos (fazendas e florestas). Estes lucros não recorrentes têm propiciado a distribuição de bons proventos. Mas quando não houver mais ativos para vender a dura realidade deverá ser sentida. A empresa patrece não ser capaz de produzir resultados recorrentes compatíveis com a sua precificação pelo mercado.
Ou seja ... é mais uma daquelas queridinha de mercado cujo preço não se justifica!

3T2019 -

2T2019 -

1T2019 -

A2018/4T2018 -

3T2018 -
Ativo caro prá dedéu!!!!

2T2018 -
Paulo Prof - 
A venda de terras e florestas turbonou o lucro e o ebitda, respectivamente, em R$ 139 milhões e R$ 253 milhões. O lucro e ebitda recorrentes somaram, respectivamente, R$ 27 milhões (menos do que 25% da parte não recorrente do lucro) e R$ 220 milhões (menos de 50% da parte não reecorrente do ebitda).
No que segue abaixo nem tive o trabalho de expurgar a parte não recorrente ... não vale a pena porque os resultados recorrentes são horríveis. Mesmo considerando os resultados não recorrentes, P/L = 19,28. Se o lucro não recorrente fosse expurgado, P/L = 31,15.

1T2018 -
marcosvinicius2 -
PAPEL SOBREVALORIZADO ( * ). Foi registrado um aumento de 1,2%nas despesas comerciais em comparação com o mesmo período do ano anterior. Esse aumento refletiu o incremento em volumes vendidos, maior raio médio no frete outbound,maior participação de exportações na composição das vendas e aumentos percebidos nos custos de frete. Por outro lado, FOI VERIFICADO uma melhora nas despesas administrativas, decorrente principalmente das reestruturações realizadas no período. Como resultado, o EBITDA ajustado e recorrente do trimestre foi de R$ 126,3 milhões, com margem de 20,1%. A evolução de 37,9% no EBITDA, e o consequente ganho de 5,1 p.p. na margem, reforça a melhora implementada na Divisão Madeira ao longo dos últimos trimestres.; A receitada Divisão Deca foi de R$ 333,5 milhões, com margem bruta de 26,1%. Esse resultado foi pressionado pelo mix menos nobre de produtos vendidos no trimestre e pela baixa ocupação das linhas de produção, que prejudicou a diluição de custos fixos. Também FOI NOTADO um aumento nos principais insumos consumidos pela Divisão, com destaque para as commodities que apresentaram alta no período.; A receita líquida no trimestre foi deR$ 44,3 milhões, refletindo uma expedição de 1,3 milhões de m² de revestimentos. As operações apresentaram margem bruta de 40,1% no período. O EBITDA recorrente das operações foi de 10,1milhões, que representa uma margem de 22,9%.

A2017/4T2017 -
BAC 1000 -
Resultado de Dtex veio MB... 

paulo_prof   -
Confesso nao entender o que o mercado enxerga neste ativo!

3T2017 -
marcosvinicius2  -
PAPEL SOBREVALORIZADO (*). DOS ULTIMOS 42 TRIMESTRES, 03 APRESENTARAM LUCRO LIQUIDO NEGATIVO (7,1429%). LUCRO Atribuído a Sócios da Empresa Controladora DO 3T17 = 83.110 FOI MAIOR DO QUE O LUCRO APRESENTADO NO 2T17 = 24.742 E MAIOR TAMBEM EM RELAÇÃO AO APRESENTADO NO 3T16 = 29.743. VALOR DE MERCADO (MIL) = 6.523.533; VALOR MAXIMO (MIL) = 8.965.880 NO 1T13; VE PSBE (MIL) = 8.825.591.

2T2017 -
marcosvinicius2  -
RECEITA LIQUIDA = No comparativo entre 2T16 X 2T17 houve diminuição da receita liquida passando de 1,012 milhões para 916,724 milhões, um decréscimo de 9,47%. No comparativo entre 1S16 X 2S17 FOI DE 1.914 milhões PARA 1.868 milhões, decréscimo de 2,40%.

3T2016 -
marcosvinicius2 -
No trimestre, houve um aumento da margem Ebitda de cerca de 295 bps, influenciada por uma melhora considerável de custos. O custo caixa unitário apresentou redução de 6,1% comparada ao trimestre anterior, refletindo os programas de corte de custos e ganhos de eficiência da Duratex e da redução do custo de insumos importados. Eventos de natureza extraordinária, a saber: 3T16: venda de terras da controlada Duratex Florestal (-) R$ 30.814 mil; devolução do excedente relativo ao plano de previdência privada (-) R$ 3.309 mil. 3T15: indenizações trabalhistas (+) R$ 3.350 mil.

2T2015 -
paulo_prof  -
Se já estava ruim o ano passado ... agora foi pro vinagre de vez !!!

A2014/4T2014 -
paulo_prof -
Se a coisa está feia ... deve ficar pior em 2015 !!!

3T2014 -
paulo_prof  -
A deterioração dos resultados, trimestre a trimestre, é visível e acentuada !!!

A2013/4T2013 -
paulo_prof  -
Há que se ler o relatório para entender o que ocorreu no 4T13 ... Se não houve nenhum evento não recorrente importante puxando os resultados para baixo no 4T13 (ou para cima no 4T12) ... a luz amarela temn que estar acesa ...
Depois de postar um lucro bruto 5% maior do que no 4T12, o lucro líquido caiu 53% ??? Deve ter angu neste caroço ...

3T2013 -
paulo_prof  -
Empresa sólida, previsível, com ótima liquidez, nitidamente subvalorizada pelo mercado.
Pode ser uma boa opção de investimento.

3T2009 - 
Paulo Prof  - 
achou horrível
Características
Fabricação, comércio, importação e exportação de produtos derivados de madeira. de produtos de metais e materiais cerâmicos
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Balanços (Calendário)

Proventos (Calendário)
Data PG
Descrição
Valor
Data COM




 

367118  - paulo_prof  - 13 Fev 2020, 13:54
Os resultados recorrentes do 4T19, em relação aqueles postados no 4T18, devem ser considerados excepcionais. De longe, foram os melhores resultados trimestrais postado no exercício. Infelizmente, entretanto, mesmo se estes resultados do 4T19 fossem anualizados, estariam longe de justificar o preço corrente da ação.

Nos últimos exercícios, o Resultado Líquido da Duratex tem sido engordado pelo lucro com a venda de atiivos (fazendas e florestas). Estes lucros não recorrentes têm propiciado a distribuição de bons proventos. Mas quando não houver mais ativos para vender a dura realidade deverá ser sentida. A empresa patrece não ser capaz de produzir resultados recorrentes compatíveis com a sua precificação pelo mercado.

Ou seja ... é mais uma daquelas queridinha de mercado cujo preço não se justifica!

r5PIjT8NvKfEepuL6qI=



No que segue foram expurgadas as seguintes Receitas Não Recorrentes e efeitos no lucro liquido:

no 2T18: R$ 196,182 milhões no Resultado Operacional e Ebitda e R$ 129,480 milhões no lucro líquido;

no 3T18: R$ 424,917 milhões no Resultado Operacional e Ebitda e R$ 280,445 milhões no lucro líquido

em 2018: R$ 621,126 milhões - R$ 224,365 milhões no Resultado Operacional e Ebitda e R$ 261,862 milhões no lucro líquido

no 4T19 e 2019: R$ 266,650 milh'oes no Resultado OIperacional e Ebitda e R$ 175,989 milh'oes no lucro líquido



DTEX3

PREÇO: R$ 16,12

PAYOUT (2018): 126,6%



Múltiplos relativos aos últimos 12 meses

P/L 48,43

P/VPA 2,25

PSR 2,22

DY 1,31%

EV/EBITDA 11,74

MARGEM BRUTA 25,8%

MARGEM OPERACIONAL 4,2%

MARGEM LÍQUIDA 4,6%

LUCRO POR AÇÃO R$ 0,333

MARGEM EBITDA 21,8%

DÍVIDA BRUTA/PATRIMÔNIO LÍQUIDO 59,8%

ROE 4,66%

LIQUIDEZ CORRENTE 1,63



Taxas de Crescimento:

a) últimos 12 meses sobre 12 meses terminados no 4T18, nominal

RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA +1,26%

RESULTADO BRUTO -0,34%

RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO +6,74%

RESULTADO OPERACIONAL +14,42%

RESULTADO LÍQUIDO +60,94%

EBITDA -4,93%



b) 4T19 sobre 4T18, nominal

RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA +17,63%

RESULTADO BRUTO +9,94%

RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO +22,95%

RESULTADO OPERACIONAL passou de negativo para positivo

RESULTADO LÍQUIDO passou de negativo para positivo

EBITDA +134,02%



c) lucro líquido, nominal

UA 60,94%

U2A 11,44%

U3A 113,33%



d) patrimônio líquido médio, nominal

UA -0,36%

U2A 3,08%

U3A 2,79%



e) ebitda, nominal

UA -4,93%

U2A 5,22%

U3A 6,63%

U4A 4,64%

U5A -2,31%

U6A -4,42%

U7A -1,19%

U8A 3,35%

U9A 2,27%

U10A 7,94%



Preço justo fornecido pela fórmula do FCD para uma taxa média de crescimento real nulo do lucro líquido dos últimos 12 meses durante 5 anos, perpetuidade real nula e taxa de desconto real de 8%: R$ 4,16

Ou, taxa de crescimento real do lucro líquido dos últimos 12 meses necessária, durante os próximos 5 anos, para que o preço justo fornecido pela fórmula do FCD seja igual ao preço corrente (com uma perpetuidade real nula e taxa de desconto anual real de 8%): +35,0%

13/02/2020 - Demonstracoes Financeiras - DFP de 31/12/19

365566  - paulo_prof  -  29 Nov 2019, 14:40
Resultados ridículos considerado o preço vigente. Total desconexão entre precificação e resultados. Um dos ativos mais caros da bolsa.
kPpSqBGElhem7gqrmnuq8zAZ%20aSeZw7AfSo0Vt
No que segue foram expurgadas as seguintes Receitas Não Recorrentes e efeitos no lucro liquido:

no 2T18: R$ 196,182 milhões no Resultado Operacional e Ebitda e R$ 132 milhões no lucro líquido;

no 3T18: R$ 424,917 milhões no Resultado Operacional e Ebitda e R$ 283 milhões no lucro líquido

em 2018: R$ 621,126 milhões - R$ 224,365 milhões no Resultado Operacional e Ebitda e R$ 294 milhões no lucro líquido



DTEX3

PREÇO: R$ 14,49

PAYOUT (2018): 126,6%



Múltiplos relativos aos últimos 12 meses

P/L 100.09

P/VPA 1.85

PSR 2.09

DY 1.26%

EV/EBITDA 13.22

MARGEM BRUTA 26.4%

MARGEM OPERACIONAL 2.6%

MARGEM LÍQUIDA 2.1%

LUCRO POR AÇÃO $ 0.145

MARGEM EBITDA 18.9%

DÍVIDA BRUTA/PATRIMÔNIO LÍQUIDO 55.5%

ROE 1.85%

LIQUIDEZ CORRENTE 2.51



Taxas de Crescimento:

a) últimos 12 meses sobre 12 meses terminados no 3T18, nominal

RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA +0,01%

RESULTADO BRUTO -8,36%

RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO -11,68%

RESULTADO OPERACIONAL -60,75%

RESULTADO LÍQUIDO -58,93

EBITDA -29,86%



b) 3T19 sobre 3T18, nominal

RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA -13,50%

RESULTADO BRUTO -18,22%

RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO -106,43%

RESULTADO OPERACIONAL -74,17%

RESULTADO LÍQUIDO -70,33%

EBITDA -48,38%



c) lucro líquido, nominal

UA -58,93%

U2A -10,79%

U3A 25,78%



d) patrimônio líquido médio, nominal

UUA -2,27%

U2A 2,71%

U3A 2,34%



e) ebitda, nominal

UA -29,86%

U2A -4,77%

U3A 4,99%

U4A -3,57%

U5A -6,70%

U6A -7,40%

U7A -1,79%

U8A -0,03%



Preço justo fornecido pela fórmula do FCD para uma taxa média de crescimento real nulo do lucro líquido dos últimos 12 meses durante 5 anos, perpetuidade real nula e taxa de desconto real de 8%: R$ 1,81

Ou, taxa de crescimento real do lucro líquido dos últimos 12 meses necessária, durante os próximos 5 anos, para que o preço justo fornecido pela fórmula do FCD seja igual ao preço corrente (com uma perpetuidade real nula e taxa de desconto anual real de 8%): +57,5%

363075  - paulo_prof   -  01 Ago 2019, 04:48
Em 2018, a empresa teve receitas não recorrentes negativa de R$ 224,365 milhões referente à redução de valor recuperável (impactando o 4T18) e positiva de R$ 621,126 milhões referente à venda de fazendas Duratex Florestal, impactando o 2T18 e 3T18.

Expurgando-se estas receitas/despesas e seus impactos sobre o lucro, percebe-se claramente que os resultados do 2T19, embora muito superiores aqueles do 2T18, nem de longe são suficientes para prover as taxas de crescimento requeridas na comparação anual para justificar o preço corrente.

O ativo está caro prá dedéu! Bom prá esquecer!
p.php?pid=chartscreenshot&u=pk3QmKRnhZNM

No que segue foram expurgadas as seguintes Receitas Não Recorrentes e efeitos no lucro liquido:

no 2T18: R$ 196,182 milhões no Resultado Operacional e Ebitda e R$ 132 milhões no lucro líquido;

no 3T18: R$ 424,917 milhões no Resultado Operacional e Ebitda e R$ 283 milhões no lucro líquido

em 2018: R$ 621,126 milhões - R$ 224,365 milhões no Resultado Operacional e Ebitda e R$ 294 milhões no lucro líquido



DTEX3

PREÇO: R$ 12,68

PAYOUT (2018): 126,6%



Múltiplos relativos aos últimos 12 meses

P/L 52,85

P/VPA 1,85

PSR 1,75

DY 2,40%

EV/EBITDA 9,52

MARGEM BRUTA 26,9%

MARGEM OPERACIONAL 4,5%

MARGEM LÍQUIDA 3,3%

LUCRO POR AÇÃO R$ 0,240

MARGEM EBITDA 22,7%

DÍVIDA BRUTA/PATRIMÔNIO LÍQUIDO 69,3%

ROE 3,50%

LIQUIDEZ CORRENTE 1,72



Taxas de Crescimento:

a) últimos 12 meses sobre 12 meses terminados no 2T18, nominal

RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA +16,24%

RESULTADO BRUTO +7,43%

RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO -29,51%

RESULTADO OPERACIONAL -22,21%

RESULTADO LÍQUIDO -28,99

EBITDA +2,64%



b) 2T19 sobre 2T18, nominal

RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA -1,95%

RESULTADO BRUTO+12,20%

RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO -23,65%

RESULTADO OPERACIONAL +97,11%

RESULTADO LÍQUIDO +100,79%

EBITDA -6,03%



c) lucro líquido, nominal

UA -28,99%

U2A 51,50%

U3A 50,57%



d) patrimônio líquido médio, nominal

UA 1,37%

U2A 3,01%

U3A 2,15%



e) ebitda, nominal

UA 2,64%

U2A 8,96%

U3A 13,95%

U4A 0,60%

U5A -3,73%

U6A -2,35%

U7A 1,93%

U8A 3,01%



Preço justo fornecido pela fórmula do FCD para uma taxa média de crescimento real nulo do lucro líquido dos últimos 12 meses durante 5 anos, perpetuidade real nula e taxa de desconto real de 8%: R$ 3,00

Ou, taxa de crescimento real do lucro líquido dos últimos 12 meses necessária, durante os próximos 5 anos, para que o preço justo fornecido pela fórmula do FCD seja igual ao preço corrente (com uma perpetuidade real nula e taxa de desconto anual real de 8%): +38,0%

361011  - paulo_prof  -  07 Mai 2019, 18:21
Resultados Fracos. Receita Líquida praticamente estagnada, redução da margem bruta, aumento das despesas operacionais. A melhora no resultado financeiro não foi suficiente para que não houvesse redução do Resultado Antes Impostos e Lucro Líquido.

Acho que o ativo, apesar da queda de preço desde a divulgação dos resultados de 2018, continua caro.

DTEX3

PREÇO: R$ 9,80

PAYOUT (2018): 126,6%



Múltiplos relativos aos últimos 12 meses

P/L 15,91
P/VPA 1,45
PSR 1,35
DY 7,96%
EV/EBITDA 5,66
MARGEM BRUTA 26,0%
MARGEM OPERACIONAL 11,5%
MARGEM LÍQUIDA 8,5%
LUCRO POR AÇÃO R$ 0,616
MARGEM EBITDA 30,9%
DÍVIDA BRUTA/PATRIMÔNIO LÍQUIDO 56,7%
ROE 9,09%
LIQUIDEZ CORRENTE 1,91


Taxas de Crescimento:

a) últimos 12 meses sobre 12 meses terminados no 1T18, nominal

RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA +24,01%

RESULTADO BRUTO +10,09%

RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO -27,34%

RESULTADO OPERACIONAL +113,80%

RESULTADO LÍQUIDO +90,25%

EBITDA +53,13%



b) 1T19 sobre 1T18, nominal

RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA +6,62%

RESULTADO BRUTO+2,60%

RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO -34,08%

RESULTADO OPERACIONAL -16,09%

RESULTADO LÍQUIDO -22,52%

EBITDA +1,73%



c) lucro líquido, nominal

UA 90,25%
U2A 199,86%
U3A 70,80%


d) patrimônio líquido médio, nominal

UA 4,95%

U2A 3,88%

U3A 2,48%



e) ebitda, nominal

UA 52,13%
U2A 27,90%
U3A 24,67%
U4A 8,00%
U5A 1,56%
U6A 3,70%
U7A 7,33%
U8A 7,22%


Preço justo fornecido pela fórmula do FCD para uma taxa média de crescimento real nulo do lucro líquido dos últimos 12 meses durante 5 anos, perpetuidade real nula e taxa de desconto real de 8%: R$ 7,70

Ou, taxa de crescimento real do lucro líquido dos últimos 12 meses necessária, durante os próximos 5 anos, para que o preço justo fornecido pela fórmula do FCD seja igual ao preço corrente (com uma perpetuidade real nula e taxa de desconto anual real de 8%): +6,0%

358437 - paulo_prof -  13 Fev 2019, 22:52
Vou simplesmente repetir o comentario anterior ...

A DRE da DTEX é um samba do crioulo doido. No 4T18,

a) o ebitda foi impactado em +R$ 89.552 relativo a reestruturação de negócios e -R$ 249.638 relativo a impairments de intangíveis e outros efeitos não reecorrentes; no ano, o impacto dos não recorrentes foi de +R$ 560 milhões.

b) os efeitos extraordinários impactaram o lucro líquido negativamente em R$ 293 milhões no 4T18 e positivamente em R$ 161milhões no exercício de 2018.

Moral da história: ebitda e lucro recorrentes de fato foram muito melhores do que os valores contábeis no 4T18 e muito piores em relação aos valores contabilizados no exercício.

No que segue abaixo nem tive o trabalho de expurgar a parte não recorrente ... Se o lucro não recorrente postado em 2018 expurgado, P/L = 31,10. Se a parte não recorrente do Ebitda gerado em 2018 for expurgada, EV/EBITDA = 10,27.

A empresa aproveitou a grande geração de caixa não recorrente (na maior parte gerada pela venda de florestas)para pagar proventos monstros, que não se repetirão.

Ativo continua caro prá dedéu!!!!


DTEX3

PREÇO: R$ 12,22

PAYOUT (2018): 126,6%



Múltiplos relativos aos últimos 12 meses

P/L 19,52

P/VPA 1,82

PSR 1,70

DY 6,49%

EV/EBITDA 6,55

MARGEM BRUTA 26,2%

MARGEM OPERACIONAL 11,8%

MARGEM LÍQUIDA 8,7%

LUCRO POR AÇÃO R$ 0,626

MARGEM EBITDA 31,2%

DÍVIDA BRUTA/PATRIMÔNIO LÍQUIDO 61,8%

ROE 9,31%

LIQUIDEZ CORRENTE 1,76



Taxas de Crescimento:

a) últimos 12 meses sobre 12 meses terminados no 4T17, nominal

RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA +24,02%

RESULTADO BRUTO +13,53%

RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO -27,08%

RESULTADO OPERACIONAL +170,58%

RESULTADO LÍQUIDO +133,44%

EBITDA +56,67%



b) 4T18 sobre 4T17, nominal

RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA +14,58%

RESULTADO BRUTO -22,35%

RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO -42,90%

RESULTADO OPERACIONAL passou de positivo para negativo

RESULTADO LÍQUIDO passou de positivo para negativo

EBITDA passou de positivo para negativo



c) lucro líquido, nominal

UA 133,44%

U2A 327,22%

U3A 32,99%



d) patrimônio líquido médio, nominal

UA 6,65%

U2A 4,40%

U3A 2,42%



e) ebitda, nominal

UA 56,67%

U2A 30,98%

U3A 19,26%

U4A 5,93%

U5A 1,53%

U6A 4,48%

U7A 9,12%

U8A 7,10%



Preço justo fornecido pela fórmula do FCD para uma taxa média de crescimento real nulo do lucro líquido dos últimos 12 meses durante 5 anos, perpetuidade real nula e taxa de desconto real de 8%: R$ 7,82

Ou, taxa de crescimento real do lucro líquido dos últimos 12 meses necessária, durante os próximos 5 anos, para que o preço justo fornecido pela fórmula do FCD seja igual ao preço corrente (com uma perpetuidade real nula e taxa de desconto anual real de 8%): +11,0%

Quem não olhar os resultados em detalhes achará que foram excelentes !!!

A venda de terras e florestas turbinou o lucro e o ebitda, respectivamente, em R$ 315 milhões e R$ 693 milhões. O lucro e ebitda recorrentes somaram, respectivamente, R$ 62 milhões (aprox. 16,5% do lucro líquido contábil) e R$ 210 milhões (aprox. 23% do ebitda calculado como recomendado pela cvm).

No que segue abaixo nem tive o trabalho de expurgar a parte não recorrente ... Se o lucro não recorrente postado no 2T18 e 3T18 forem expurgados, P/L = 39,93. Se a parte não recorrente do Ebitda gerado no 2T18 e 3T18 for expurgada, EV/EBITDA = 10,82.

Ativo caro prá dedéu!!!!

DTEX3

PREÇO: R$ 11,84

PAYOUT (2017): 32,9%



Múltiplos relativos aos últimos 12 meses

P/L 12,40

P/VPA 1,51

PSR 1,70

DY 2,65%

EV/EBITDA 5,30

MARGEM BRUTA 28,8%

MARGEM OPERACIONAL 19,5%

MARGEM LÍQUIDA 13,7%

LUCRO POR AÇÃO R$ 0,955

MARGEM EBITDA 39,9%

DÍVIDA BRUTA/PATRIMÔNIO LÍQUIDO 55,5%

ROE 12,21%

LIQUIDEZ CORRENTE 2,51



Taxas de Crescimento:

a) últimos 12 meses sobre 12 meses terminados no 3T17, nominal

RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA +22,26%

RESULTADO BRUTO +32,86%

RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO -24,73%

RESULTADO OPERACIONAL +476,31%

RESULTADO LÍQUIDO +424,62%

EBITDA +91,64%



b) 3T18 sobre 3T17, nominal

RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA +48,36%

RESULTADO BRUTO +43,99%

RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO -8,12%

RESULTADO OPERACIONAL +368,64%

RESULTADO LÍQUIDO +352,74%

EBITDA +205,62%



c) lucro líquido, nominal

UA 424,62%

U2A 262,16%

U3A 43,88%



d) patrimônio líquido médio, nominal

UA 7,94%

U2A 4,73%

U3A 2,54%



e) ebitda, nominal

UA 91,64%

U2A 56,37%

U3A 22,26%

U4A 10,56%

U5A 5,91%

U6A 10,92%

U7A 11,24%

U8A 11,01%



Preço justo fornecido pela fórmula do FCD para uma taxa média de crescimento real nulo do lucro líquido dos últimos 12 meses durante 5 anos, perpetuidade real nula e taxa de desconto real de 8%: R$ 11,94

Ou, taxa de crescimento real do lucro líquido dos últimos 12 meses necessária, durante os próximos 5 anos, para que o preço justo fornecido pela fórmula do FCD seja igual ao preço corrente (com uma perpetuidade real nula e taxa de desconto anual real de 8%): +0,0%

352480 - paulo_prof  -  02 Ago 2018, 05:27
A venda de terras e florestas turbonou o lucro e o ebitda, respectivamente, em R$ 139 milhões e R$ 253 milhões. O lucro e ebitda recorrentes somaram, respectivamente, R$ 27 milhões (menos do que 25% da parte não recorrente do lucro) e R$ 220 milhões (menos de 50% da parte não reecorrente do ebitda).

No que segue abaixo nem tive o trabalho de expurgar a parte não recorrente ... não vale a pena porque os resultados recorrentes são horríveis. Mesmo considerando os resultados não recorrentes, P/L = 19,28. Se o lucro não recorrente fosse expurgado, P/L = 31,15.

DTEX3

PREÇO: R$ 10,21

PAYOUT (2017): 32,9%



Múltiplos relativos aos últimos 12 meses

P/L 19,28

P/VPA 1,41

PSR 1,64

DY 1,71%

EV/EBITDA 7,07

MARGEM BRUTA 29,1%

MARGEM OPERACIONAL 11,3%

MARGEM LÍQUIDA 8,5%

LUCRO POR AÇÃO R$ 0,529

MARGEM EBITDA 30,3%

DÍVIDA BRUTA/PATRIMÔNIO LÍQUIDO 59,8%

ROE 7,31%

LIQUIDEZ CORRENTE 2,86



Taxas de Crescimento:

a) últimos 12 meses sobre 12 meses terminados no 2T17, nominal

RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA +11,16%

RESULTADO BRUTO +23,59%

RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO -35,61%

RESULTADO OPERACIONAL +491,14%

RESULTADO LÍQUIDO +406,33%

EBITDA +36,20%



b) 2T18 sobre 2T17, nominal

RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA +27,35%

RESULTADO BRUTO +26,31%

RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO -17,84%

RESULTADO OPERACIONAL +808,04%

RESULTADO LÍQUIDO +573,08%

EBITDA +129,38%



c) lucro líquido, nominal

UA 406,33%

U2A 174,43%

U3A 9,88%



d) patrimônio líquido médio, nominal

UA 4,68%

U2A 2,54%

U3A 1,56%



e) ebitda, nominal

UA 36,20%

U2A 30,28%

U3A 5,52%

U4A -1,31%

U5A -0,10%

U6A 4,62%

U7A 5,49%

U8A 8,99%



Preço justo fornecido pela fórmula do FCD para uma taxa média de crescimento real nulo do lucro líquido dos últimos 12 meses durante 5 anos, perpetuidade real nula e taxa de desconto real de 8%: R$ 6,61

Ou, taxa de crescimento real do lucro líquido dos últimos 12 meses necessária, durante os próximos 5 anos, para que o preço justo fornecido pela fórmula do FCD seja igual ao preço corrente (com uma perpetuidade real nula e taxa de desconto anual real de 8%): +10,5%

351281  - marcosvinicius2 -  16 Jun 2018, 13:51
COMENTÁRIO: PAPEL SOBREVALORIZADO ( * ). Foi registrado um aumento de 1,2%nas despesas comerciais em comparação com o mesmo período do ano anterior. Esse aumento refletiu o incremento em volumes vendidos, maior raio médio no frete outbound,maior participação de exportações na composição das vendas e aumentos percebidos nos custos de frete. Por outro lado, FOI VERIFICADO uma melhora nas despesas administrativas, decorrente principalmente das reestruturações realizadas no período. Como resultado, o EBITDA ajustado e recorrente do trimestre foi de R$ 126,3 milhões, com margem de 20,1%. A evolução de 37,9% no EBITDA, e o consequente ganho de 5,1 p.p. na margem, reforça a melhora implementada na Divisão Madeira ao longo dos últimos trimestres.; A receitada Divisão Deca foi de R$ 333,5 milhões, com margem bruta de 26,1%. Esse resultado foi pressionado pelo mix menos nobre de produtos vendidos no trimestre e pela baixa ocupação das linhas de produção, que prejudicou a diluição de custos fixos. Também FOI NOTADO um aumento nos principais insumos consumidos pela Divisão, com destaque para as commodities que apresentaram alta no período.; A receita líquida no trimestre foi deR$ 44,3 milhões, refletindo uma expedição de 1,3 milhões de m² de revestimentos. As operações apresentaram margem bruta de 40,1% no período. O EBITDA recorrente das operações foi de 10,1milhões, que representa uma margem de 22,9%.:

DTEX3
PREÇO: 8,05
PAYOUT (2017): 36,31%

Múltiplos baseados nos últimos 12 meses

P/L 24,95
P/VPA 1,17
PSR 1,38
DY 1,46%
EV/EBITDA 7,98
MARGEM BRUTA 29,32%
MARGEM OPERACIONAL 6,66%
MARGEM LÍQUIDA 5,52%
LUCRO POR AÇÃO 0,323
MARGEM EBITDA 25,19%
DÍVIDA BRUTA/PATRIMÔNIO LÍQUIDO 70,53%
ROE 4,68%
LIQUIDEZ CORRENTE 1,98

Taxas de Crescimento Nominal

a) últimos 12 meses sobre 12 terminados no 1T17, nominal
RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA 2,13%
RESULTADO BRUTO 13,93%
RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO -36,43%
RESULTADO OPERACIONAL 414,23%
RESULTADO LÍQUIDO 372,62%
EBITDA 7,52%

b) 1T18 sobre 1T17, nominal
RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA 5,67%
RESULTADO BRUTO 18,19%
RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO -31,13%
RESULTADO OPERACIONAL -415,02%
RESULTADO LÍQUIDO -508,25%
EBITDA 16,60%

c) lucro (taxa média anual)
UA 372,62%
U2A 61,84%
U3A -8,99%

d) patrimônio líquido médio
UA 2,82%
U2A 1,27%
U3A 1,18%

Preço justo fornecido pela fórmula do FCD para uma taxa média de crescimento real nulo do lucro líquido dos últimos 12 meses durante 5 anos, perpetuidade real nula e taxa de desconto real de 8%: R$ 4,04
Ou, taxa de crescimento real do lucro líquido dos últimos 12 meses necessária, durante os próximos 5 anos, para que o preço justo fornecido pela fórmula do FCD seja igual ao preço corrente (com uma perpetuidade real nula e taxa de desconto anual real de 8%): +17% !!!!
[...]

346882  - BAC 1000 -  06 Fev 2018, 13:01
Resultado de Dtex veio MB... Olho em Euca4 que também deve repetir um excelente resultado...

346878  - frenzal   -  06 Fev 2018, 12:55
Acabei de ler um artigo interessante dele:
http://www.fundoversa.com.br/duratex-por-que-estar...
Acho que corrobora o pensamento do Prof de alguma maneira.

346854  - paulo_prof   -  06 Fev 2018, 00:20
Confesso nao entender o que o mercado enxerga neste ativo!

DTEX3

PREÇO: R$ 9,96

PAYOUT (2017): 32,9%



Múltiplos relativos aos últimos 12 meses

P/L 37,14

P/VPA 1,46

PSR 1,72

DY 0,89%

EV/EBITDA 9,09

MARGEM BRUTA 28,7%

MARGEM OPERACIONAL 5,4%

MARGEM LÍQUIDA 4,6%

LUCRO POR AÇÃO R$ 0,268

MARGEM EBITDA 24,7%

DÍVIDA BRUTA/PATRIMÔNIO LÍQUIDO 67,3%

ROE 3,92%

LIQUIDEZ CORRENTE 1,95



Taxas de Crescimento:
a) últimos 12 meses sobre 12 meses terminados no 4T16, nominal

RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA +2,07%

RESULTADO BRUTO +13,34%

RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO -31,13%

RESULTADO OPERACIONAL +1.106%

RESULTADO LÍQUIDO +681,84%

EBITDA +9,50%



b) 4T17 sobre 4T16, nominal

RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA +7,19%

RESULTADO BRUTO +39,11%

RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO -31,11%

RESULTADO OPERACIONAL +196,99%

RESULTADO LÍQUIDO +236,35%

EBITDA -3,25%



c) lucro líquido, nominal

UA 681,84%

U2A 0,37%

U3A -22,05%



d) patrimônio líquido médio, nominal

UA 2,21%

U2A 0,37%

U3A 1,10%



e) ebitda, nominal

UA 9,50%

U2A 4,06%

U3A -7,02%

U4A -8,91%

U5A -3,65%

U6A 2,73%

U7A 1,44%

U8A 8,62%



Preço justo fornecido pela fórmula do FCD para uma taxa média de crescimento real nulo do lucro líquido dos últimos 12 meses durante 5 anos, perpetuidade real nula e taxa de desconto real de 8%: R$ 3,35

Ou, taxa de crescimento real do lucro líquido dos últimos 12 meses necessária, durante os próximos 5 anos, para que o preço justo fornecido pela fórmula do FCD seja igual ao preço corrente (com uma perpetuidade real nula e taxa de desconto anual real de 8%): +28,0%

343661  - marcosvinicius2  -  08 Nov 2017, 14:41
COMENTÁRIO: PAPEL SOBREVALORIZADO (*). DOS ULTIMOS 42 TRIMESTRES, 03 APRESENTARAM LUCRO LIQUIDO NEGATIVO (7,1429%). LUCRO Atribuído a Sócios da Empresa Controladora DO 3T17 = 83.110 FOI MAIOR DO QUE O LUCRO APRESENTADO NO 2T17 = 24.742 E MAIOR TAMBEM EM RELAÇÃO AO APRESENTADO NO 3T16 = 29.743. VALOR DE MERCADO (MIL) = 6.523.533; VALOR MAXIMO (MIL) = 8.965.880 NO 1T13; VE PSBE (MIL) = 8.825.591:

DTEX3
PREÇO: 9,43
PAYOUT (2016): 0,00%

Múltiplos baseados nos últimos 12 meses

P/L 52,00
P/VPA 1,39
PSR 1,67
DY 0,00%
EV/EBITDA 8,94
MARGEM BRUTA 26,54%
MARGEM OPERACIONAL 4,13%
MARGEM LÍQUIDA 3,20%
LUCRO POR AÇÃO 0,181
MARGEM EBITDA 25,43%
DÍVIDA BRUTA/PATRIMÔNIO LÍQUIDO 71,73%
ROE 2,68%
LIQUIDEZ CORRENTE 2,08

Taxas de Crescimento Nominal

a) últimos 12 meses sobre 12 terminados no 3T16, nominal
RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA 2,11%
RESULTADO BRUTO 5,58%
RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO -17,03%
RESULTADO OPERACIONAL -541,40%
RESULTADO LÍQUIDO 150,02%
EBITDA 27,60%

b) 3T17 sobre 3T16, nominal
RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA 5,42%
RESULTADO BRUTO 10,27%
RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO -58,82%
RESULTADO OPERACIONAL 191,74%
RESULTADO LÍQUIDO 179,43%
EBITDA 15,89%

c) lucro (taxa média anual)
UA 150,02%
U2A -24,65%
U3A -30,36%

d) patrimônio líquido médio
UA 1,61%
U2A -0,05%
U3A 1,17%

VALOR ADICIONADO = O Valor Adicionado no trimestre totalizou R$ 503,7 milhões. Desse montante, R$ 159,4 milhões, equivalentes a 31,6% do Valor Adicionado total, foram destinados aos governos federal, estadual e municipal na forma de impostos e contribuições.

OPERAÇÕES DIVISAO DE MADEIRA = A sustentação dos aumentos de preços implementado sao longo do ano ocorreu com êxito, mostrando eficácia no novo posicionamento comercial adotado. Com o benefício de uma diluição de custos fixos mais eficiente, devido ao maior volume expedido, e o nível de preço mais favorável, o EBITDA Ajustado e Recorrente do trimestre foi de R$ 152,4 milhões, superior em 13,2% ao apurado no mesmo período do ano passado. A margem EBITDA do trimestre ficou em 23,4%. No acumulado anual, o EBITDA Ajustado e Recorrente de 2017 é de R$ 344,7 milhões, com margem de 18,9%. Esse montante é 4,8% maior que o reconhecido nos 9 primeiros meses de 2016.


( * ) É PRECISO VERIFICAR NO RELATÓRIO DA ADM. A EXISTÊNCIA DE RESULTADO NÃO RECORRENTE:
( ** ) EMPRESAS DO SETOR FINANC onde houve necessidade de digitar os valores de REC INT FINANC (a pesquisa avançada não importou esses valores ) = BAZA3, BBDC3, BBDC4, BEES3, BEES4, BIGP3, BGIP4, BMEB3, BMEB4, BMIN3, BMIN4, BNBR3, BPAN4, BRIV3, BRIV4, BRSR3, BRSR5, BRSR6, BSLI4, CRIV3, CRIV4, IDVL3 IDVL4 ITUB3, ITUB4, PINE4, PRBC4, SANB11, SANB3, SANB4 E SFSA4;
( *** ) A VMCM = 5,56000000 foi calculada utilizando-se uma amostragem de 327 empresas com PL > 0 (Desta vez não foi utilizado o critério de LIQUIDEZ MÍNIMA). Na tentativa de um valor abaixo do indicado, a VMCM apresentou um valor < 5, o que indicaria um mercado subprecificado: forum.infomoney.com.br/viewtopic.php?f=6&t=10754&start=620#p2082722
( **** ) Foram EXCLUÍDAS da amostragem inicial as empresas = DAGB33, MERC4, BRAP4, BRAP3, ECPR4, JBDU3, LFFE4, LFFE3, SBSP3, BAHI3, BMTO4, BMTO3 E LIPR3;

341962  - marcosvinicius2  -  11 Set 2017, 22:50
RECEITA LIQUIDA = No comparativo entre 2T16 X 2T17 houve diminuição da receita liquida passando de 1,012 milhões para 916,724 milhões, um decréscimo de 9,47%. No comparativo entre 1S16 X 2S17 FOI DE 1.914 milhões PARA 1.868 milhões, decréscimo de 2,40%:

DTEX3
PREÇO: 9,11
PAYOUT (2016): 0,00%

Múltiplos baseados nos últimos 12 meses

P/L 87,43
P/VPA 1,37
PSR 1,63
DY 0,10%
EV/EBITDA 9,13
MARGEM BRUTA 26,18%
MARGEM OPERACIONAL 2,13%
MARGEM LÍQUIDA 1,87%
LUCRO POR AÇÃO 0,104
MARGEM EBITDA 24,73%
DÍVIDA BRUTA/PATRIMÔNIO LÍQUIDO 75,34%
ROE 1,57%
LIQUIDEZ CORRENTE 2,30

Taxas de Crescimento Nominal

a) últimos 12 meses sobre 12 terminados no 2T16, nominal
RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA -1,18%
RESULTADO BRUTO -0,39%
RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO 4,28%
RESULTADO OPERACIONAL -302,24%
RESULTADO LÍQUIDO 48,74%
EBITDA 24,61%

b) 2T17 sobre 2T16, nominal
RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA -9,47%
RESULTADO BRUTO -10,61%
RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO -25,37%
RESULTADO OPERACIONAL -972,13%
RESULTADO LÍQUIDO -21247,01%
EBITDA 3,89%

c) lucro (taxa média anual)
UA 48,74%
U2A -48,81%
U3A -46,06%

d) patrimônio líquido médio
UA 0,44%
U2A 0,04%
U3A 1,27%

RESULTADO BRUTO = No que concerne o resultado bruto, no comparativo entre 2T16 X 2T17 houve um decréscimo passando de 274,423 milhões para 245,306 milhões;

O aumento de preço implementado, combinado com a melhora de mix de produtos e base de custos mais enxuta, efeito da captura dos ganhos do Sistema de Gestão Duratex, resultaram em uma importante melhora de rentabilidade do negócio. A margem EBITDA no trimestre foi de 21,9%, superior às margens apuradas de 13,9% e 16,5% no mesmo período de 2016 e no trimestre anterior, respectivamente.

LUCRO LIQUIDO = Neste item houve um aumento significativo comparando os dois trimestres 2T16 X 2T17, onde no 2T16 apresentou um PREJUIZO de 117 mil contra 24,742 milhões no 2T17;

( * ) É PRECISO VERIFICAR NO RELATÓRIO DA ADM. A EXISTÊNCIA DE RESULTADO NÃO RECORRENTE:
( ** ) EMPRESAS DO SETOR FINANC onde houve necessidade de digitar os valores de REC INT FINANC (a pesquisa avançada não importou esses valores ) = BAZA3, BBDC3, BBDC4, BEES3, BEES4, BIGP3, BGIP4, BMEB3, BMEB4, BMIN3, BMIN4, BNBR3, BPAN4, BRIV3, BRIV4, BRSR3, BRSR5, BRSR6, BSLI4, CRIV3, CRIV4, IDVL3 IDVL4 ITUB3, ITUB4, PINE4, PRBC4, SANB11, SANB3, SANB4 E SFSA4;
( *** ) A VMCM = 5,56000000 foi calculada utilizando-se uma amostragem de 327 empresas com PL > 0 (Desta vez não foi utilizado o critério de LIQUIDEZ MÍNIMA). Na tentativa de um valor abaixo do indicado, a VMCM apresentou um valor < 5, o que indicaria um mercado subprecificado: forum.infomoney.com.br/viewtopic.php?f=6&t=10754&start=620#p2082722
( **** ) Foram EXCLUÍDAS da amostragem inicial as empresas = DAGB33, MERC4, BRAP4, BRAP3, ECPR4, JBDU3, LFFE4, LFFE3, SBSP3, BAHI3, BMTO4, BMTO3 E LIPR3;

333226  - marcosvinicius2 -  28 Jan 2017, 20:16
EDIT.: Houve modificação significativa na quantidade de ações no período 2T07 X 3T07, 2T09 X 3T09 E 1T11 X 2T11 (desdobramento ou emissões?) e Resultado Não Operacional (Não Encontrado).
No trimestre, houve um aumento da margem Ebitda de cerca de 295 bps, influenciada por uma melhora considerável de custos. O custo caixa unitário apresentou redução de 6,1% comparada ao trimestre anterior, refletindo os programas de corte de custos e ganhos de eficiência da Duratex e da redução do custo de insumos importados. Eventos de natureza extraordinária, a saber: 3T16: venda de terras da controlada Duratex Florestal (-) R$ 30.814 mil; devolução do excedente relativo ao plano de previdência privada (-) R$ 3.309 mil. 3T15: indenizações trabalhistas (+) R$ 3.350 mil.

DTEX3
PREÇO: 7,75
PAYOUT (2015): 139,08%

Múltiplos baseados nos últimos 12 meses

P/L 106,85
P/VPA 1,17
PSR 1,40
DY 1,30%
EV/EBITDA 10,00
MARGEM BRUTA 25,67%
MARGEM OPERACIONAL -0,96%
MARGEM LÍQUIDA 1,31%
LUCRO POR AÇÃO 0,073
MARGEM EBITDA 20,35%
DÍVIDA BRUTA/PATRIMÔNIO LÍQUIDO 80,94%
ROE 1,10%
LIQUIDEZ CORRENTE 1,68

Taxas de Crescimento Nominal

a) últimos 12 meses vs 12 meses terminados no 3T15
RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA -5,24%
RESULTADO BRUTO -13,03%
RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO 33,99%
RESULTADO OPERACIONAL -116,68%
RESULTADO LÍQUIDO -77,29%
EBITDA -25,27%

b) 3T16 vs 3T15
RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA -7,16%
RESULTADO BRUTO -10,38%
RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO 27,91%
RESULTADO OPERACIONAL 11,06%
RESULTADO LÍQUIDO 6,11%
EBITDA 5,72%

c) lucro (taxa média anual)
UA -77,29%
U2A -63,25%
U3A -56,24%

d) patrimônio líquido médio
UA -1,69%
U2A 0,95%
U3A 2,65%

PSBe - Preço Sugerido pelo Balanço, exponencial no lucro:

Citação: PSBe - Preço Sugerido pelo Balanço, exponencial no lucro

PSBe = ((Patrimônio Líquido + Receita Líquida4T + Resultado ñ operacional + ((Lucro4T - Resultado ñ operacional) * EXP( Margem Líquida * -LN(ABS(Margem Líquida)*100*5,56%*SINAL(Margem Líquida))))*Cotação unitária)/nº de ações

Sendo que;
SE(Cotação unitária;1;1000)
Margem Líquida descontada do 'Resultado ñ operacional'
Obs.: Receita Líquida e Lucro em 4 trimestres ou anual


PSBe = 12,25; PSBe-TAG = 12,25/ON e ND/PN

VE PSBe = 8.474.382.000

VE PSBe-TAG = 8.474.382.000

Valor de Mercado = 5.361.330.000 em 27/01/2017

( ** ) EMPRESAS DO SETOR FINANC onde houve necessidade de digitar os valores de REC INT FINANC (a pesquisa avançada não importou esses valores ) = BAZA3, BBDC3, BBDC4, BEES3, BEES4, BIGP3, BGIP4, BMEB3, BMEB4, BMIN3, BMIN4, BNBR3, BPAN4, BRIV3, BRIV4, BRSR3, BRSR5, BRSR6, BSLI4, CRIV3, CRIV4, IDVL3 IDVL4 ITUB3, ITUB4, PINE4, PRBC4, SANB11, SANB3, SANB4 E SFSA4;
( *** ) A VMCM = 5,56000000 foi calculada utilizando-se uma amostragem de 327 empresas com PL > 0 (Desta vez não foi utilizado o critério de LIQUIDEZ MÍNIMA). Na tentativa de um valor abaixo do indicado, a VMCM apresentou um valor < 5, o que indicaria um mercado subprecificado: forum.infomoney.com.br/viewtopic.php?f=6&t=10754&start=620#p2082722
( **** ) Foram EXCLUÍDAS da amostragem inicial as empresas = DAGB33, MERC4, BRAP4, BRAP3, ECPR4, JBDU3, LFFE4, LFFE3, SBSP3, BAHI3, BMTO4, BMTO3 E LIPR3;

317469  - TraderCenter   -  15 Fev 2016, 20:54
A empresa de insumos para a construção civil Duratex teve lucro líquido de 54,36 milhões de reais no quarto trimestre, queda de 39,7 por cento ante o mesmo período do ano anterior, afetada pela piora do mercado de painéis de madeira e aumento de custos, informou nesta segunda-feira.

Apesar do cenário econômico bastante desafiador, a Duratex segue apresentando resultados sólidos, em linha com a estratégia de manter sua liderança no mercado brasileiro, com melhoria de eficiência e redução de custos, e de expandir suas vendas para o exterior - diz o diretor de Relações com Investidores da Duratex, Flavio Donatelli.

A participação das exportações cresceu de 10% em 2014 para 15% em 2015, quando a empresa registrou receita líquida consolidada de R$ 3,96 bilhões no ano. No quarto trimestre de 2015, as vendas para outros países representaram 18% da receita total.

Os projetos para melhoria de eficiência interna e para redução de custos começaram a ser implantados no princípio de 2015 e geraram uma economia de R$ 45 milhões no ano.

- Os objetivos para o ano estão mapeados e quantificados, e foram incluídos nas metas da alta administração, sendo desdobrados para os níveis gerenciais, juntamente com um acompanhamento detalhado e mensal, garantindo um esforço de toda a organização para o alcance dessas metas - diz.

Para 2016, segundo o executivo, a Duratex continuará atuando com foco na melhoria de seus processos, na integração entre Hydra e Corona (adquirida em março de 2015), no aumento das exportações e em investimentos em bens de capital limitados à sustentação. Os investimentos em 2015 somaram R$ 576,2 milhões, sendo R$ 116,2 milhões são referentes à aquisição da Corona e R$ 178 milhões corresponderam ao plantio e manutenção das áreas florestais. Para 2016, a previsão de investimentos é de R$ 420 milhões para manter suas plantas e florestas.

Em 2015, a Duratex integrou pelo oitavo ano consecutivo a carteira do Índice de Sustentabilidade Empresarial (ISE) da BM&FBovespa. A nova carteira começou a vigorar em 4 de janeiro de 2016 e reúne 40 ações de 35 empresas, representando 16 setores e somando R$ 960 bilhões em valor de mercado, o que equivale a 54,5% do total das empresas com ações negociadas na BM&FBovespa com base no fechamento de 24/11/2015.

As ações da Duratex estão listadas no Novo Mercado, segmento da BM&FBovespa que reúne companhias com o mais elevado padrão de Governança Corporativa. A empresa possui uma política diferenciada de distribuição de dividendos aos acionistas, equivalente a 30% do lucro líquido ajustado. A Duratex aderiu ao Código Abrasca de Autorregulação e Boas Práticas das Companhias Abertas e, pela quarta vez consecutiva, suas ações seguem também na nova versão 2015/2016 do Dow Jones Sustainability Emerging Markets Index.

No quarto trimestre de 2015 (4T15), a Divisão Madeira apresentou volume expedido de 595,6 metros cúbicos e margem Ebitda recorrente de 22,1%, comparada à margem de 23,6% obtida no 3T15. No acumulado do ano a Margem foi de 22,9% contra 27,4% em 2014. Esse resultado é reflexo do atual cenário econômico e do aumento dos custos, principalmente de energia elétrica. O volume das exportações cresceu 50% quando comparado com 2014, e devem continuar em ritmo de crescimento em 2016.

No 4T15, a Divisão Deca (incluindo o resultado da Corona) apresentou volume expedido de 6.217 peças e margem Ebitda de 14,3%. O Ebitda ajustado e recorrente foi de R$ 47,5 milhões, com aumento de 39,9% comparado ao quarto trimestre de 2014. No ano, o aumento foi de 6,1%, comparado a 2014, atingindo R$ 241,5 milhões.

Entre os destaques do trimestre está a renovação da certificação da Unidade Florestal no Rio Grande do Sul, que manteve o FSC (Forest Stewardship Council).

Já a Divisão Deca segue investindo em produtos economizadores de água, como a Tecnologia Eco, pioneira para o uso residencial, e o chuveiro Acqua Plus, que por ter entrada de ar permite o uso de apenas 12 litros de água por minuto, 40% a menos que o consumo médio dos outros chuveiros, sem alterar a qualidade e conforto durante o banho.

A Duratex deve ter uma melhoria significativa em custos em 2016, tendo em vista que ficou para esse ano grande parte da captura de economias realizadas desde o final de 2014, afirmou o diretor presidente e vice-presidente da unidade de negócios Madeira, Antonio Joaquim de Oliveira.

"As iniciativas de custos continuam mais fortes em 2016. Iniciamos um trabalho com consultores desde novembro de 2014, o que foi muito consolidado com o Orçamento Base Zero no segundo semestre de 2015. Grande parte das capturas não estava em 2015, mas em 2016", afirmou o executivo. Ele contou que, em 2015, foram feitos ajustes de estrutura, que envolveram demissões e adequação de gastos.

Antonio Joaquim de Oliveira disse que iniciativas, com metas e acompanhamento, fizeram com que os ganhos superassem as expectativas em 2015. "Esperamos que isso continue em 2016. Só com o fechamento temporário da unidade em Itapetininga tem R$ 35 milhões de ganhos que serão capturados integralmente em 2016", acrescentou, em teleconferência de resultados com analistas e investidores.

Questionado sobre o efeito da alta do dólar em custos, o executivo disse que não espera grandes surpresas, tendo em vista que a companhia tem estoque de matéria prima. Além disso, a economia global tem observado redução de preços de commodities e a companhia tem negociado resinas a bons níveis de preços.

"Se tiver surpresa de custos, vai ser positivo", afirmou. "No front de custos, mesmo com o dólar no patamar que está, não deve ter surpresas negativas", acrescentou.

Alta dos juros

O aumento das taxas de juros no Brasil afetou negativamente os resultados da Duratex no ano de 2015, de acordo com o diretor de Finanças, Relações com Investidores e Serviços Corporativos da empresa, Flavio Marassi Donatelli. Ao detalhar os números do ano, em teleconferência com investidores e analistas, o executivo disse que o lucro no período foi impactado pelas despesas financeiras, decorrentes da elevação de juros no País.

O aumento das taxas de juros em 2015 impactou o lucro liquido em relação a 2014 em R$ 22,5 milhões, considerando que a dívida líquida praticamente permaneceu constante na mesma base de comparação. No ano, o resultado financeiro líquido ficou negativo em R$ 219,123 milhões, um alta de 25,1%, enquanto a dívida líquida aumentou 10,8%, para R$ 1,913 bilhão.

Como isso, o lucro líquido recorrente da companhia em 2015 somou R$ 221,886 milhões, uma queda de 38,2%. Já o resultado líquido reportado sem ajustes caiu 51,3%, para R$ 191,744 milhões.

Além da questão dos juros, o executivo disse também que 2015 não contou com ganho em ativo biológico, o que foi observado em 2014. Naquele ano, o ativo biológico teve efeitos positivos não recorrentes representados principalmente pelos ganhos de R$ 64 milhões (após Imposto de Renda) oriundos da compra de florestas (Caxuana, em março de 2014), que não se repetiu em 2015

Por outro lado, visando maximizar o aproveitamento fiscal dos Juros sobre Capital Próprio (JCP), a companhia declarou o JCP no seu limite máximo, a fim de ter um crédito de Imposto de Renda para os próximos anos. Isso resultou em um valor adicional de R$ 37,8 milhões no ano.

Exportações

A Duratex espera aumentar o volume de exportações em cerca de 50% no ano de 2016, mantendo o ritmo de alta observado em 2015, de acordo com Antonio Joaquim de Oliveira. O executivo disse que, entre os mercados que estão sendo abertos pela companhia, está o Irã, com quem tem mantido contato.

"Temos um plano bem arrojado de exportações e esperamos aumentar na casa de 50% em relação 2015, principalmente em painéis, mas também em Deca. Estamos pisando no acelerador", acrescentou. "Abrimos mercados que não eram tradicionais e estamos com expectativa positiva em relação à abertura de mercado no Irã, que foi autorizada pelas Nações Unidas. Já estamos em contato", disse.

Em 2015, a companhia obteve R$ 602,480 milhões em receita líquida oriunda do mercado externo, uma alta de 48,1% frente a 2014. Esse valor representou 15% da receita total, contra fatia de 10% no ano anterior.

Frete

Ainda sobre o mercado internacional, o executivo disse que tem observado uma queda no valor dos fretes. "Temos bastante frete de retorno da Europa, de retorno da Ásia, do Oriente Médio, a níveis de preços bastante competitivos, quase inacreditáveis", afirmou. Ao exemplificar, ele disse que há fretes de retorno de contêineres para Europa em cerca de US$ 300, o que já foi R$ 1.000. "Estamos aproveitando essas oportunidades e, claro, isso pode refletir em maior competitividade quando vende-se lá", acrescentou.

O executivo explicou que o movimento é mais decorrente de ociosidade e alta de demanda, do que a queda do preço de petróleo. "Os preços de frete no mercado internacional podem ter algum efeito da queda do preço do petróleo, mas não é tão direto. Eu diria que é mais sobre ociosidade e demanda, se tem frete de retorno ou se tem um navio com meia carga", acrescentou, ao apontar que o movimento também depende da rota.

Em teleconferência com analistas nesta segunda-feira, o diretor-presidente da companhia, Antonio Joaquim de Oliveira, afirmou que os preços dos painéis de madeira do tipo MDP estão estabilizados desde novembro, tendo provavelmente atingido um piso. Já os do tipo MDF estão em patamar melhor, mas a empresa também não vê viés de queda.

Em dezembro, a Duratex anunciou a paralisação da produção de painéis na fábrica em Itapetininga, no interior de São Paulo, até que a economia e o mercado interno melhorem..

Nesse contexto, a companhia disse que tem como um dos focos para 2016 o aumento de suas exportações, cujo volume avançou 50 por cento em 2015 sobre 2014.

"As exportações, que já tiveram um significativo aumento de volume... devem continuar nesse mesmo ritmo de crescimento em 2016, minimizando a queda de volume consolidado", disse a empresa em seu balanço trimestral.

O diretor-presidente da Duratex afirmou ainda na teleconferência que a empresa abriu mercados não tradicionais e tem expectativa positiva com a abertura do mercado do Irã, já estando em contato com o país.

Outro foco para este ano é o trabalho para reduzir custos de logística, com a renegociação de rotas, fretes e contratos no mercado interno, disse Oliveira. A recente queda do preço de energia de curto prazo para o patamar mínimo autorizado não ajuda diretamente a companhia no momento, disse o executivo, uma vez que a Duratex já está 100 por cento contratada.
A Duratex registrou lucro líquido de R$ 191,74 milhões no acumulado de 2015, o que representa retração de 51,3% ante o ano anterior. O ganho líquido recorrente caiu 38,2% no período, para R$ 221,9 milhões.

A receita líquida apresentou queda de 0,5% no mesmo intervalo comparativo, para R$ 3,963 bilhões.

A margem bruta caiu de 30,5% para 27,8%, com a redução dos volumes comercializados, o aumento dos custos e sua menor diluição. Os custos de energia elétrica e os impactados pelo câmbio - resina metais e ureia - foram os que mais pressionaram as margens. O impacto das tarifas de energia mais elevadas não foi maior porque a companhia reduziu o consumo.

Em 31 de dezembro, a companhia tinha dívida líquida de R$ 1,913 bilhão. A relação entre endividamento líquido e Ebitda dos últimos 12 meses era de 2,29 vezes.

4º tri

O lucro líquido da Duratex caiu 39,7% no quarto trimestre do ano passado, ante o mesmo período de 2014, para R$ 54,36 milhões. A companhia informou também lucro líquido recorrente de R$ 76,24 milhões, 11,1% menor na comparação anual.

Na comparação dos dois intervalos, a receita líquida da companhia teve queda de 8,2%, para R$ 955 milhões. A colombiana Tablemac contribuiu com R$ 99,2 milhões da receita líquida.

A Duratex contabilizou margem bruta de 25,2% no período, ante o indicador de 26,3% no quarto trimestre de 2014.

A geração de caixa medida pelo Ebitda encolheu 44,1%, para R$ 168,84 milhões. A margem Ebitda caiu de 29,1% para 17,7%.

A companhia informou também Ebitda ajustado e recorrente de R$ 185,34 milhões, 30,6% menor na comparação anual. A Duratex registrou margem Ebitda ajustada e recorrente de 19,4%, ante o indicador de 25,7% de um ano antes.

Investimentos

A companhia projeta investimentos de R$ 420 milhões neste ano, focados em manutenção de unidades e florestas.

Em 2015, a Duratex investiu R$ 576,2 milhões. A aquisição da Corona consumiu aportes de R$ 116,2 milhões, enquanto R$ 178 milhões foram destinados a plantio e manutenção de florestas.

As iniciativas para melhora de eficiência interna e de redução de custos resultaram em economia de R$ 45 milhões no ano passado, incluindo as divisões Deca e Madeira. Isso contribuiu para atenuar a queda das margens da Duratex.


No ano de 2015 fechado, o ganho da empresa foi de R$ 191,7 milhões – uma queda de 51,3% frente ao lucro de R$ 393,56 milhões registrado no ano anterior.

Em nota, a empresa diz que o aumento da inflação, do desemprego e dos juros, além da restrição de crédito, "impactaram diretamente o índice de confiança do consumidor influenciando negativamente o consumo, o nível de atividade e a inadimplência".

"A Duratex observou uma piora dos mercados em que está inserida com reflexo no volume de vendas. Além disso, houve pressões de custos tanto pelo aumento de certos insumos, como a energia elétrica, quanto pela desvalorização do real, levando a Companhia a adotar uma posição austera de revisão de seus processos e ajuste de sua capacidade, para não só enfrentar esse período mas também se fortalecer para estar mais bem preparada para capturar a retomada da demanda".http://lupamercantil.blogspot.com

302083  - paulo_prof  -  28 Jul 2015, 14:51
Se já estava ruim o ano passado ... agora foi pro vinagre de vez !!!

DTEX3
PREÇO: R$ 6,90
PAYOUT (2014): 44,3%

Múltiplos relativos aos últimos 12 meses

P/L 16,63
P/VPA 0,99
PSR 1,13
DY 2,66%
EV/EBITDA 5,79
MARGEM BRUTA 28,6%
MARGEM OPERACIONAL 7,1%
MARGEM LÍQUIDA 6,8%
LUCRO POR AÇÃO R$ 0,415
MARGEM EBITDA 27,3%
DÍVIDA BRUTA/PATRIMÔNIO LÍQUIDO 60,9%
ROE 5,97%
LIQUIDEZ CORRENTE 2,08

Taxas de Crescimento:

a) últimos 12 meses sobre 12 meses terminados no 2T14, nominal
RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA +3,59%
RESULTADO BRUTO -14,57%
RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO +27,16%
RESULTADO OPERACIONAL -49,75%
RESULTADO LÍQUIDO -40,10%
EBITDA -19,27%

b) 2T15 sobre 2T14, nominal
RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA +7,74%
RESULTADO BRUTO -6,38%
RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO +15,08%
RESULTADO OPERACIONAL -59,55%
RESULTADO LÍQUIDO -58,39%
EBITDA -25,52%

c) lucro líquido, nominal
UA -48,32%
U2A -27,41%
U3A -10,54%

d) patrimônio líquido médio, nominal
UA 5,20%
U2A 7,14%
U3A 7,65%

Preço justo fornecido pela fórmula do FCD para uma taxa média de crescimento real nulo do lucro líquido dos últimos 12 meses durante 5 anos, perpetuidade real nula e taxa de desconto real de 10%: R$ 4,15

Ou, taxa de crescimento real do lucro líquido dos últimos 12 meses necessária, durante os próximos 5 anos, para que o preço justo fornecido pela fórmula do FCD seja igual ao preço corrente (com uma perpetuidade real nula e taxa de desconto anual real de 10%): +13,0%

289753  - paulo_prof -  08 Fev 2015, 20:00
Se a coisa está feia ... deve ficar pior em 2015 !!!

DTEX3
PREÇO: R$ 7,63
PAYOUT (2014): 44,3%

Múltiplos relativos aos últimos 12 meses

P/L 12,96
P/VPA 1,11
PSR 1,27
DY 3,41%
EV/EBITDA 5,53
MARGEM BRUTA 30,5%
MARGEM OPERACIONAL 11,2%
MARGEM LÍQUIDA 9,8%
LUCRO POR AÇÃO R$ 0,589
MARGEM EBITDA 30,8%
DÍVIDA BRUTA/PATRIMÔNIO LÍQUIDO 61,8%
ROE 8,59%
LIQUIDEZ CORRENTE 1,79

Taxas de Crescimento:

a) últimos 12 meses sobre 12 meses terminados no 43T13, nominal
RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA +2,89%
RESULTADO BRUTO -15,69%
RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO +49,74%
RESULTADO OPERACIONAL -36,87%
RESULTADO LÍQUIDO -24,92%
EBITDA -14,34%

b) 4T14 sobre 4T13, nominal
RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA +3,16%
RESULTADO BRUTO -21,72%
RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO +22,10%
RESULTADO OPERACIONAL -13,97%
RESULTADO LÍQUIDO +26,81%
EBITDA -14,24%

c) lucro líquido, nominal
UA -24,92%
U2A -7,81%
U3A 1,36%

d) patrimônio líquido médio, nominal
UA 5,04%
U2A 7,45%
U3A 7,63%

Preço justo fornecido pela fórmula do FCD para uma taxa média de crescimento real nulo do lucro líquido dos últimos 12 meses durante 5 anos, perpetuidade real nula e taxa de desconto real de 10%: R$ 5,89

Ou, taxa de crescimento real do lucro líquido dos últimos 12 meses necessária, durante os próximos 5 anos, para que o preço justo fornecido pela fórmula do FCD seja igual ao preço corrente (com uma perpetuidade real nula e taxa de desconto anual real de 10%): +6,5%

280914  - paulo_prof  -  28 Out 2014, 12:08
A deterioração dos resultados, trimestre a trimestre, é visível e acentuada !!!

DTEX3
PREÇO: R$ 8,15
PAYOUT (2013): 42,8%

Múltiplos relativos aos últimos 12 meses

P/L 14,55
P/VPA 1,19
PSR 1,37
DY 2,94%
EV/EBITDA 5,68
MARGEM BRUTA 32,7%
MARGEM OPERACIONAL 11,6%
MARGEM LÍQUIDA 9,4%
LUCRO POR AÇÃO R$ 0,560
MARGEM EBITDA 32,3%
DÍVIDA BRUTA/PATRIMÔNIO LÍQUIDO 58,8%
ROE 8,20%
LIQUIDEZ CORRENTE 1,95

Taxas de Crescimento:

a) últimos 12 meses sobre 12 meses terminados no 3T13, nominal
RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA +4,15%
RESULTADO BRUTO -9,39%
RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO +53,08%
RESULTADO OPERACIONAL -41,77%
RESULTADO LÍQUIDO -37,97%
EBITDA -10,81%

b) 3T14 sobre 3T13, nominal
RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA +2,88%
RESULTADO BRUTO -16,69%
RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO +44,97%
RESULTADO OPERACIONAL -51,79%
RESULTADO LÍQUIDO -51,65%
EBITDA -23,69%

c) lucro líquido, nominal
UA -37,97%
U2A -2,39%
U3A -5,36%

d) patrimônio líquido médio, nominal
UA 6,15%
U2A 8,07%
U3A 7,87%

Preço justo fornecido pela fórmula do FCD para uma taxa média de crescimento real nulo do lucro líquido dos últimos 12 meses durante 5 anos, perpetuidade real nula e taxa de desconto real de 10%: R$ 5,60

Ou, taxa de crescimento real do lucro líquido dos últimos 12 meses necessária, durante os próximos 5 anos, para que o preço justo fornecido pela fórmula do FCD seja igual ao preço corrente (com uma perpetuidade real nula e taxa de desconto anual real de 10%): +9,5%

271374  - paulo_prof  -  11 Ago 2014, 00:27
DTEX3
PREÇO: R$ 8,35
PAYOUT (2013): 42,8%

Múltiplos relativos aos últimos 12 meses

P/L 12,05
P/VPA 1,25
PSR 1,41
DY 3,55%
EV/EBITDA 5,40
MARGEM BRUTA 34,6%
MARGEM OPERACIONAL 14,6%
MARGEM LÍQUIDA 11,7%
LUCRO POR AÇÃO R$ 0,693
MARGEM EBITDA 35,0%
DÍVIDA BRUTA/PATRIMÔNIO LÍQUIDO 61,1%
ROE 10,36%
LIQUIDEZ CORRENTE 2,38

Taxas de Crescimento:

a) últimos 12 meses sobre 12 meses terminados no 2T13, nominal
RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA +6,84%
RESULTADO BRUTO +0,53%
RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO +38,88%
RESULTADO OPERACIONAL -21,84%
RESULTADO LÍQUIDO -17,13%
EBITDA +4,88%

b) 2T14 sobre 2T13, nominal
RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA -1,48%
RESULTADO BRUTO -16,69%
RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO +83,62%
RESULTADO OPERACIONAL -52,26%
RESULTADO LÍQUIDO -55,89%
EBITDA -18,37%

c) lucro líquido, nominal
UA -17,13%
U2A 9,66%
U3A -0,94%

d) patrimônio líquido médio, nominal
UA 7,99%
U2A 8,69%
U3A 10,34%

Preço justo fornecido pela fórmula do FCD para uma taxa média de crescimento real nulo do lucro líquido dos últimos 12 meses durante 5 anos, perpetuidade real nula e taxa de desconto real de 10%: R$ 6,93

Ou, taxa de crescimento real do lucro líquido dos últimos 12 meses necessária, durante os próximos 5 anos, para que o preço justo fornecido pela fórmula do FCD seja igual ao preço corrente (com uma perpetuidade real nula e taxa de desconto anual real de 10%): +5,0%

269901  - vellinhotrt4  -  30 Jul 2014, 16:09
Duratex vê lucro despencar no 2º tri, considera ajustar investimento em fábricas

A Duratex divulgou queda anual de 55,2% no lucro do segundo trimestre, afetada por pior desempenho operacional e aumento das despesas financeiras, mas previu alguma recuperação de vendas no segundo semestre apesar da cautela com o cenário macroeconômico. Entre abril e junho, o lucro líquido da companhia somou R$ 58,6 milhões, ante R$ 130,7 milhões no mesmo período de 2013. A empresa do ramo de insumos para a construção civil e marcenaria acrescentou nesta quarta-feira que está monitorando o comportamento da economia a fim de ajustar seu cronograma original de investimentos. No fim de março, a Duratex anunciou o investimento de R$ 1,3 bilhão em duas novas fábricas de painéis em Minas Gerais.

253921  - paulo_prof  -  24 Abr 2014, 03:33
DTEX3
PREÇO: R$ 10,09
PAYOUT (2013): 42,8%

Múltiplos relativos aos últimos 12 meses

P/L 11,42
P/VPA 1,37
PSR 1,54
DY 3,75%
EV/EBITDA 5,54
MARGEM BRUTA 36,0%
MARGEM OPERACIONAL 16,7%
MARGEM LÍQUIDA 13,5%
LUCRO POR AÇÃO R$ 0,883
MARGEM EBITDA 36,4%
DÍVIDA BRUTA/PATRIMÔNIO LÍQUIDO 61,4%
ROE 11,98%
LIQUIDEZ CORRENTE 2,22

Taxas de Crescimento:

a) últimos 12 meses sobre 12 meses terminados no 1T13, nominal
RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA +12,33%
RESULTADO BRUTO +11,57%
RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO +15,26%
RESULTADO OPERACIONAL -3,60%
RESULTADO LÍQUIDO +2,00%
EBITDA +15,06%

b) 1T14 sobre 1T13, nominal
RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA +7,48%
RESULTADO BRUTO -7,32%
RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO +64,25%
RESULTADO OPERACIONAL -20,54%
RESULTADO LÍQUIDO -8,34%
EBITDA +0,27%

c) lucro líquido, nominal
UA 2,00%
U2A 17,73%
U3A 3,88%

d) patrimônio líquido médio, nominal
UA 9,11%
U2A 8,89%
U3A 12,98%

Preço justo fornecido pela fórmula do FCD para uma taxa média de crescimento real nulo do lucro líquido dos últimos 12 meses durante 5 anos, perpetuidade real nula e taxa de desconto real de 10%: R$ 8,83

Ou, taxa de crescimento real do lucro líquido dos últimos 12 meses necessária, durante os próximos 5 anos, para que o preço justo fornecido pela fórmula do FCD seja igual ao preço corrente (com uma perpetuidade real nula e taxa de desconto anual real de 10%): +3,5%

241770  - paulo_prof  - 20 Fev 2014, 13:13
Há que se ler o relatório para entender o que ocorreu no 4T13 ... Se não houve nenhum evento não recorrente importante puxando os resultados para baixo no 4T13 (ou para cima no 4T12) ... a luz amarela temn que estar acesa ...

Depois de postar um lucro bruto 5% maior do que no 4T12, o lucro líquido caiu 53% ??? Deve ter angu neste caroço ...


DTEX3
PREÇO: R$ 10,81
PAYOUT (2013): 42,8%

Múltiplos relativos aos últimos 12 meses

P/L 12,55
P/VPA 1,49
PSR 1,68
DY 3,41%
EV/EBITDA 6,65
MARGEM BRUTA 37,3%
MARGEM OPERACIONAL 18,2%
MARGEM LÍQUIDA 13,4%
LUCRO POR AÇÃO R$ 0,862
MARGEM EBITDA 31,0%
DÍVIDA BRUTA/PATRIMÔNIO LÍQUIDO 56,1%
ROE 11,92%
LIQUIDEZ CORRENTE 1,98

Taxas de Crescimento:

a) últimos 12 meses sobre 12 meses terminados no 4T12, nominal
RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA +14,83%
RESULTADO BRUTO +21,99%
RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO -2,04%
RESULTADO OPERACIONAL +23,00%
RESULTADO LÍQUIDO +13,15%
EBITDA +17,13%

b) 4T13 sobre 4T12, nominal
RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA +8,32%
RESULTADO BRUTO +5,02%
RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO +26,96%
RESULTADO OPERACIONAL -45,44%
RESULTADO LÍQUIDO -53,03%
EBITDA -36,56%

c) lucro líquido, nominal
UA 13,15%
U2A 17,79%
U3A 3,67%

d) patrimônio líquido médio, nominal
UA 9,91%
U2A 8,95%
U3A 15,98%

Preço justo fornecido pela fórmula do FCD para uma taxa média de crescimento real nulo do lucro líquido dos últimos 12 meses durante 5 anos, perpetuidade real nula e taxa de desconto real de 10%: R$ 8,62

Ou, taxa de crescimento real do lucro líquido dos últimos 12 meses necessária, durante os próximos 5 anos, para que o preço justo fornecido pela fórmula do FCD seja igual ao preço corrente (com uma perpetuidade real nula e taxa de desconto anual real de 10%): +6,0%

218548  - paulo_prof  -  29 Out 2013, 10:34
DTEX3
PREÇO: R$ 14,22
PAYOUT (2012): 27,7%

Múltiplos relativos aos últimos 12 meses

P/L 14,32
P/VPA 1,96
PSR 2,26
DY 1,94%
EV/EBITDA 7,07
MARGEM BRUTA 37,5%
MARGEM OPERACIONAL 20,8%
MARGEM LÍQUIDA 15,8%
LUCRO POR AÇÃO R$ 0,993
MARGEM EBITDA 37,7%
DÍVIDA BRUTA/PATRIMÔNIO LÍQUIDO 54,7%
ROE 13,70%
LIQUIDEZ CORRENTE 2,09

Taxas de Crescimento:

a) últimos 9 meses sobre 9 meses terminados no 3T12, nominal
RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA +17,31%
RESULTADO BRUTO +28,61%
RESULTADO FINANCEIRO -11,59%
RESULTADO OPERACIONAL +55,23%
RESULTADO LÍQUIDO +45,04%
EBITDA +29,19%

b) 3T13 sobre 3T12, nominal
RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA +13,63%
RESULTADO BRUTO +23,54%
RESULTADO FINANCEIRO -4,08%
RESULTADO OPERACIONAL +35,88%
RESULTADO LÍQUIDO +35,33%
EBITDA +45,21%

c) lucro líquido, nominal
UA 53,71%
U2A 16,93%
U3A 23,30%

d) patrimônio líquido médio, nominal
UA 10,03%
U2A 8,74%
U3A 19,25%

Preço justo fornecido pela fórmula do FCD para uma taxa média de crescimento real nulo do lucro líquido dos últimos 12 meses durante 5 anos, perpetuidade real nula e taxa de desconto real de 8%: R$ 12,41

Ou, taxa de crescimento real do lucro líquido dos últimos 12 meses necessária, durante os próximos 5 anos, para que o preço justo fornecido pela fórmula do FCD seja igual ao preço corrente (com uma perpetuidade real nula e taxa de desconto anual real de 8%): +3,5%

Empresa sólida, previsível, com ótima liquidez, nitidamente subvalorizada pelo mercado ...

Pode ser uma boa opção de investimento.

168744 - aprendiz quebrado do professor -  23 Fev 2013, 00:15
Lucro da Duratex cresce 65% no 4o tri com melhora operacional

RIO DE JANEIRO, 22 Fev (Reuters) - A Duratex, companhia do ramo de insumos para construção civil e marcenaria, registrou crescimento de 65,4 por cento no lucro líquido do quarto trimestre na comparação anual, informou a empresa nesta sexta-feira.

O resultado líquido trimestral, de 149,4 milhões de reais, foi favorecido pela "melhora operacional", segundo a empresa.

No ano, o lucro totaliza 459,7 milhões de reais, crescimento de 22,6 por cento sobre 2011. Mais cedo, em ata de reunião do Conselho de Administração, a empresa informou que fechou o ano passado com lucro levemente menor, de 459,2 milhões de reais.

A companhia viu sua receita crescer 21,7 por cento no quarto trimestre sobre um ano antes, para 936,3 milhões de reais., .

No acumulado de 2012, a receita totaliza 3,4 bilhões de reais, avanço de 14,3 por cento ano a ano, ajudada principalmente pelo crescimento de 16,1 por cento nos volumes da Divisão Madeira.

Já a geração de caixa medida pelo lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda) totalizou 295,4 milhões de reais no quarto trimestre, alta de 56,5 por cento sobre o mesmo intervalo de 2011.

"Para o ano de 2013, a Companhia acredita no crescimento do Brasil e em especial dos mercados em que atua. Neste ano seremos beneficiados pela desoneração da folha de pagamento no segmento de Louças Sanitárias e pela redução das tarifas de energia elétrica", afirmou a Duratex em relatório de resultados.

A empresa espera, também, concluir dois importantes investimentos ao fim do primeiro semestre deste ano, um na melhoria da unidade de Taquari (RS) e outro em nova unidade de seu produto MDF que está sendo instalada em Itapetininga (SP).

Segundo a empresa, a remuneração aos acionistas relativa ao exercício de 2012 será de 157,5 milhões de reais.
(Por Sérgio Spagnuolo)

168735 - paulo_prof - 23 Fev 2013, 00:01
DTEX3
PREÇO: R$ 14,64
PAYOUT 2012: 34,3%

P/L 17,49
P/VPA 2,00
PSR 2,37
DY 1,96%
EV/EBITDA 9,21
MARGEM BRUTA 34,9%
MARGEM OPERACIONAL 16,9%
MARGEM LÍQUIDA 13,5%
LUCRO POR AÇÃO R$ 0,837
MARGEM EBITDA 30,1%
DÍVIDA BRUTA/PATRIMÔNIO LÍQUIDO 59,7%
ROE 11,44%
LIQUIDEZ CORRENTE 1,86

Taxas de Crescimento Nominal

a) exercício de 2012 vs 2011
RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA 14,28%
RESULTADO BRUTO 16,92%
RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO -2,06%
RESULTADO OPERACIONAL 26,02%
RESULTADO LÍQUIDO 22,64%
EBITDA 21,69%

b) 4T12 vs 4T11
RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA 21,67%
RESULTADO BRUTO 20,47%
RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO -6,36%
RESULTADO OPERACIONAL 87,37%
RESULTADO LÍQUIDO 87,34%
EBITDA 56,46%

c) lucro (taxa média anual)
UA 22,64%
U2A -0,77%
U3A 67,44%

d) patrimônio líquido médio
UA 7,99%
U2A 19,15%
U3A 18,73%

Preço justo fornecido pela fórmula do FCD para uma taxa média de crescimento real nulo do lucro líquido dos últimos 12 meses durante 5 anos, perpetuidade real nula e taxa de desconto real de 8%: R$ 10,46

Ou, taxa de crescimento real do lucro líquido dos últimos 12 meses necessária, durante os próximos 5 anos, para que o preço justo fornecido pela fórmula do FCD seja igual ao preço corrente (com uma perpetuidade real nula e taxa de desconto anual real de 8%): 8,0%

153848 - paulo_prof -  26 Out 2012, 02:28
PREÇO: R$ 13,67
PAYOUT (2011): 34,4%

Múltiplos baseados nos últimos 12 meses
P/L 19,22
P/VPA 1,90
PSR 2,32
DY 1,79%
EV/EBITDA 9,72
MARGEM BRUTA 34,3%
MARGEM OPERACIONAL 15,1%
MARGEM LÍQUIDA 12,1%
LUCRO POR AÇÃO R$ 0,711
MARGEM EBITDA 28,3%
DÍVIDA BRUTA/PATRIMÔNIO LÍQUIDO 57,1%
ROE 9,89%
LIQUIDEZ CORRENTE 1,63

Taxas de crescimento dos 9M12 em relação aos 9M11
RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA +11,69%
RESULTADO BRUTO +12,67%
RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO -0,57%
RESULTADO OPERACIONAL +8,84%
RESULTADO LÍQUIDO +5,10%
EBITDA +11,60%

ENDIVIDAMENTO LÍQUIDO (3T12 comparado ao 3T11) +16,37%

Taxas anuais médias de crescimento nominal:
a) do lucro líquido
UA -11,05%
U2A 10,43%
U3A 35,06%

b) do patrimônio Líquido médio
UA 16,06%
U2A 25,88%
U3A 18,84%

Para que o preço atual seja igual ao valor intrínsico calculado pela fórmula do FCD com perpetuidade real nula e taxa de desconto anual real de 8%, o lucro líquido postado nos últimos 12 meses terá que crescer, nos próximos 3 anos, a uma taxa anual real maior do que +17%.

Moral da história: o ativo parece caro ... ou não?

116145 - beguinner1976 - 17/Fev/2012 12:40
Obrigado Professor Paulo. Nesse caso realmente se teria que fazer alguma previsão a respeito do crescimento do lucro, uma vez que a empresa vem investindo fortemente em aumento da capacidade instalada. Os resultados do ano passado foram prejudicados pelo câmbio (real valorizado aumenta em cerca de 5% os custos da divisao de madeiras) pela depreciação e pelo ágio da compra da Elizabeth (cerca de 30 mi). Esse ano os resultados já vao contar com a capacidade da Elizabeth e com a nova linha de revestimentos, concluída no fim do ano passado.

Para os próximos anos a previsão é do aumento da capacidade de producao de MDF em mais de 50%....
Com a capacidade de instalada para 2012 e tirando o ágio, estimo que o resultado de 2012 será de no mínimo 450 mi, com espaço para melhorar com a queda dos juros e estímulos do governo ao setor...

116138 - paulo_prof - 17/Fev/2012 12:13
citação: beguinner1976

Alguem comenta o resultado de DURATEX?

O problema da DTEX em 2011 foi, nitidamente, de margem bruta. De 40,76% em 2010, caiu para 34,07% em 2011. Se a mesma margem de 2010 pudesse ser mantida, o lucro líquido teria sido 35% maior (aprox. R$ 130 milhões a mais).


Parte desta perda de margem foi decorrente de maiores custos de matéria prima como cobre e resinas e mão de obra na divisão Decca. No 4T11 houve a pressão dos custos dolarizados em função do aumento do dólar.

A outra parte foi devida à variação do valor justo do ativo biológico. Finalmente, um pequeno percentual foi devido à depreciação, cujo aumento em 2011 foi maior do que o aumento na receita líquida.

Não acredito que os mais de 40% de 2010 possam ser repetidos em 2012. Por outro lado, entretanto, acho que a empresa conseguirá melhorar sensivelmente os 34% de 2011.

A minha projeção para o lucro de 2012 (o papel aceita tudo) é de R$ 470 milhões.

116117 - paulo_prof - 17/Fev/2012 11:35
PREÇO R$ 10,00

PAYOUT (2010) 34%

P/L      14,62
P/VPA            1,49
PSR     1,85
DY      2,32%
EV/EBITDA  7,95
MARGEM BRUTA  34,1%
MARGEM OPERACIONAL          15,3%
MARGEM LÍQUIDA          12,6%
LUCRO POR AÇÃO           R$ 0,684
MARGEM EBITDA 28,3%
DÍVIDA BRUTA/PATRIMÔNIO LÍQUIDO       51,9%
ROE    10,16%
LIQUIDEZ CORRENTE     1,69

Taxas anuais médias nominais de crescimento:
a) do lucro líquido
UA      -19,71%
U2A    95,64%
U3A    -1,22%

b) do patrimônio líquido médio

UA      31,45%
U2A    24,49%
U3A    18,31%

Supondo que o lucro líquido do exercício de 2011 se mantenha no mesmo nível, em termos reais, para todo o sempre, uma taxa de desconto real de 8%, o preço justo fornecido pela fórmula do FCD é R$ 8,55

116087 - beguinner1976 - 17/Fev/2012 10:26
Caros, saiu o resultado da DURATEX. Apesar de não ter sido nenhuma maravilha parece que a empresa está fazendo um bom trabalho na contenção de custos e está mantendo o endividamento sob controle enquanto os resultados da divisão de madeira não melhoram. Por outro lado, a divisão Deca, de metais sanitários está apresentando vendas e rentabilidades crescentes. Vale lembrar que embora o lucro tenha caído 20% em 2011 em relação a 2010, as acoes caíram de um topo de 17 para 9 e agora estao a 10,20. Considerando a qualidade da administração, com controladores fortes, endividamento controlado e margens ainda elevadas, considero a ação um bom investimento para os próximos anos. 


Do lado da captação de recursos, a empresa emitiu debêntures conversíveis em ações, sendo que o BNDES se comprometeu a absorver a emissão. A empresa lancou cerca de R$ 100 milhoes em debêntures conversíveis que pagarão IPCA + 6% ao ano por 5 anos e poderão ser convertidas a cerca de 13 por ação (também corrigidos por IPCA+6%) a qualquer momento nos próximos 5 anos. Fico pensando se não pode ser um negócio de Buffett esse (parecido com o que o sábio fez com a Goldman Sachs)... Ficar ganhando IPCA + 6% e se a ação subir exercer debênture. Deve ter mais gente achando interessante, pois os direito de subscrição passaram de 1,5 para 5 reais rapidinho. O que vcs acham, vale a pena apostar nessas debêntures conversíveis por meio da compra de DTEX11?

Por Tetzner
PERFIL DA EMPRESA:

-  Somos uma empresa brasileira, de capital aberto, com ações negociadas em bolsa de valores, BM&FBovespa: DTEX3, controlada pela Itaúsa – Investimentos Itaú S.A e Companhia Ligna de Investimentos. Possuímos relevante atuação no mercado de varejo e distribuição de insumos para construção civil e marcenaria.

Com atuação em duas áreas de negócios – Deca e Painéis – comercializamos linhas diversificadas de produtos voltados principalmente aos segmentos de acabamento para a construção civil (metais e louças sanitárias com as marcas Deca e Hydra, e piso laminado Durafloor) e para fabricantes de móveis (painéis de MDF – Medium Density Fiber Board, MDP – Medium Density Particle Board e Chapa de Fibra, além dos componentes Multiform)     

Período Analisado: 3T11 -  3o Trimestre de 2.011  ( Julho/Agosto/Setembro )

PAINEL DE INDICADORES
03/11/11





SELIC
11,50%
Ativo
R$
PL
VP
GR
DY
LA
Dv
Ml
EB
MS
DTEX3
    8,90
11,2
1,35
15,1
1,9%
9,0%
0,5
15%
9,0%
-8,4%


·  PONTOS POSITIVOS:
-    
·  PONTOS NEGATIVOS

- O resultado do 3ºtri/11, e acumulado do ano, foi fortemente impactado pela inflação nos custos e medidas econômicas que inibiram um maior crescimento de consumo de painéis, principalmente. Isto acontece uma vez que tais painéis são amplamente utilizados na fabricação de móveis e a venda dos mesmos, no varejo, dependente de crédito, que se tornou mais caro e com menor número de parcelas.

- Impacto no resultado da variação dos ativos biológicos, em decorrência do aumento no preço da madeira, especialmente no terceiro trimestre, em 2010. Este fato contribuiu para que o resultado dos efeitos do Ativo Biológico ficassem, no 3ºtri/10, (+) R$ 27,9 milhões acima do resultado do 3ºtri/11, e no acumulado de nove meses, (+) R$ 35,6 milhões acima do resultado de 2011,  respectivamente (+) R$ 42,3 milhões e (+) R$ 53,9 milhões antes do efeito do imposto de renda. ( fator não caixa )

- Aumento na depreciação em em 2011 (+) R$ 7,5 milhões no 3ºtri/11, em relação a igual trimestre de 2010, e (+) R$ 22,9 milhões no acumulado anual, respectivamente (+) R$ 11,3 milhões e (+) R$ 34,7 milhões antes do efeito do imposto de renda.  Tal aumento decorre da entrada em operação de linha de revestimento em Baixa Pressão, impregnadora de papéis e de uma linha de piso laminado, voltados ao enriquecimento do mix de venda de painéis. ( fator não caixa )

- Na Divisão Deca são destaques, além da aquisição da Elizabeth Louças, a entrada de um novo forno em Pernambuco e diversos equipamentos voltados ao desengargalamento da capacidade de produção em metais sanitários. 

- Queda de 31% no Lucro Líquido Recorrente na comparação 3T10x11 e -15% na comparação 9M10x9M11; a única melhora foi na comparação 2Tx3T11 de +12%.

- O mesmo comportamento se Reflete em Margem Bruta, EBITDA, Margem EBITDA e ROE.
·  VISÃO ESTRATÉGICA

- Embora inserida num cenário mais desafiador, a Companhia continua atenta às oportunidades presentes nos seus segmentos de atuação e mantém os investimentos previstos. Isto é possível pelo elevado nível de emprego no país aliado ao aumento real de rendae a existência de condições estruturais favoráveis de estímulo ao consumo no mercado interno.

- Ao todo, no ano, foram investidos R$ 423,3 milhões, sendo destaques:

(i) o down payment realizado para aquisição de equipamentos voltados à instalação das novas linhas de MDF e execução de obras de infraestrutura na unidade de Itapetininga/SP, localidade onde deverá

ser implantada a primeira de duas plantas projetadas; 

(ii) conclusão da montagem e início de operação de uma nova linha de revestimento, em Baixa Pressão (BP), localizada em Agudos/SP, que já contribui para o incremento do mix de venda de painéis; 

(iii) inauguração de uma nova linha de pisos laminados, em Agudos/SP, que permite atendimento à demanda crescente por este tipo de produto; 

(iv) a conclusão da aquisição da Elizabeth Louças Sanitárias; e 

(v) conclusão da montagem e início de atividade de um novo equipamento de galvanoplastia, no segmento de metais sanitários em Jundiaí/SP, e de um novo forno com capacidade de queima de 800 mil peças anuais de louças, na unidade de Cabo de Santo Agostinho/PE. 

Encontra-se em andamento, na Deca, obras na unidade de Queimados/RJ, que permitirão maior diversificação geográfica no segmento de louças sanitárias e adição de 2,4 milhões de peças anuais de capacidade de produção até final de 2012.    
·  OPINIÃO DO ANALISTA
- Descanse em paz.    
·  CURIOSIDADES

- Ações listadas no Novo Mercado da BM&FBovespa 

- Apenas ações ordinárias em circulação, ou seja, a cada ação é atribuído um voto nas Assembleias Gerais de acionistas

- Tag-Along de 100% às ações             

Análise Coin Valores
Trata-se de empresa fundada em 1951, já como empresa de capital aberto, que, portanto, comemora 60 anos de existência em 2011. A Duratex é a maior produtora de painéis de madeira e metais sanitários do Hemisfério Sul e vice-líder no segmento de louças sanitárias. Esta posição foi alcançada através de crescimento orgânico, fusões e aquisições ao longo de sua história, sendo destaques: a incorporação da Deca, em 1972, a introdução dos painéis de MDF no mercado brasileiro, em 1997, a inauguração da maior linha contínua de fabricação de painéis de MDF, em 2009, ano em que ocorreu a associação com a Satipel, importante player no segmento de painéis. A partir desta associação, a Duratex dá importante salto de governança corporativa adotando apenas uma espécie de ações (ordinárias), o que confere a cada ação um voto nas Assembléias Gerais, e a sua inclusão no Novo Mercado da BM&FBovespa. Atualmente estas ações encontram-se incluídas nos principais índices de mercado: Ibovespa e ISE – Índice de Sustentabilidade Empresarial da BM&FBovespa.

RETROSPECTIVA 2010
Aproximadamente, 2/3 da receita é gerada pela Divisão Madeira que, por sua vez, tem a indústria de móveis como principal destino de suas vendas (aproximadamente 80% da  receita). O restante da receita tem origem na Divisão Deca que fornece metais e louças sanitárias para a indústria da construção. Ambas as Divisões apresentaram bom desempenho no ano, embaladas pela ampla disponibilidade de crédito e prazo de financiamento além de um ambiente de taxa de juros e expansão de renda favoráveis. Investimentos realizados desde 2007 voltados à expansão orgânica das operações, aliados ao cenário favorável, permitiram a Empresa se beneficiar do bom momento apresentando resultados recordes no ano. Até setembro, a Receita Líquida havia crescido 24,5%, em relação a 2009, somado R$2.022,2 milhões. O EBITDA de R$666,2 milhões mais do que dobrou, em relação àquele apresentado no ano anterior, correspondendo a uma margem EBITDA de 32,9%. O Lucro Líquido de R$310,6 milhões, correspondente a um ROE anualizado de 16,8%, apresentou expansão de 81,2% em relação a 2009.

PERSPECTIVA 2011


O ano de 2011 será um ano de otimização das ocupações industriais, principalmente na Divisão Madeira, após a inauguração de três novas plantas em 2009, além da captura de sinergias advindas da associação com a Satipel e de benefícios advindos da integração do processo de fabricação de resinas. Na Divisão Deca, os desafios estarão atrelados à condução das expansões nas unidades de metais em Jundiaí/SP e de louças sanitárias em Queimados/RJ, além da conclusão dos trabalhos de due diligence e possível efetivação da aquisição da Elizabeth Louças Sanitárias, em João Pessoa/PB, e a sua integração à Duratex, de acordo com Comunicado ao Mercado de 8 de novembro de 2010.

53455 - paulo_prof - 05/Nov/2010 15:34
Quer mais um ativo caro? Então veja os múltiplos da DTEX3. Note que mesmo dando uma super colher de chá, anualizando os resultados do 3T10 (melhor dos últimos 8 trimestres), ainda assim o preço corrente está muito caro!

Preço: R$ 19,63
Payout (2009): 36,8%
P/L 19,00
P/VPA 3,48
PSR 3,20
DY 1,94%
EV/EBTIDA 10,22
MARGEM BRUTA 40,0%
MARGEM OPERACIONAL 19,7%
MARGEM LÍQUIDA 16,8%
LUCRO POR AÇÃO R$ 1,033
MARGEM EBITDA 34,9%
DÍVIDA BRUTA/PATRIMÔNIO LÍQUIDO 58,0%
ROE 18,30%
LIQUIDEZ CORRENTE 1,96

Crescimento anual médio do lucro líquido por ação: menor do que 10%

Preço justo:


crescimento de 10% durante 5 anos, taxa de desconto de 16% e perpetuidade de 3%: R$ 10,69 !!!!

40696 - paulo_prof - 05/Ago/2010 13:41
citação: lbiazaoResultado da DTEX3 veio excelente alguem por aqui acompanha esta empresa?

Abraço.

Duratex: lucro líquido mais que dobra frente a 2009 e soma R$ 111,68 milhões

Recomendar!
Por: Nathália A. Terra Pereira
05/08/10 - 10h26
InfoMoney

SÃO PAULO - A Duratex (DTEX3) revelou ao mercado seu desempenho obtido no segundo trimestre deste ano, marcado por um lucr

o líquido de R$ 111,688 milhões, o que representa expressivo crescimento de 133,7% na comparação com o mesmo período de 2009. Os números foram anunciados na manhã desta quinta-feira (5).

De forma geral, os principais indicadores contábeis da empresa registraram melhora na passagem anual. A receita líquida da Duratex ficou em R$ 712,3 milhões, cifra 34,4% maior que a apresentada entre abril e junho do ano passado. "A melhora verificada está fundamentada no crescimento do volume de produtos expedidos e da melhor base de preços".

O Ebtida (geração operacional de caixa) também trilhou trajetória de alta na passagem anual, somando R$ 228,1 milhões. Com isso, a margem Ebtida da empresa passou de 22,9% no segundo trimestre de 2009 para 32,0% esse ano.


Ibiazao

Vi rapidamente os números do resultado e confesso que não fiquei minimamente impressionado.

Vc não quer ler o relatório e descobrir como é que uma empresa, com uma dívida líquida de apenas R$ 926 milhões, consegue ter um resultado financeiro negativo em R$ 65 milhões?

Se a Duratex pagar bem, podemos dar uma colher de chá e emprestar o diretor financeiro de nossa FrasLe. Com um dívida líquida de R$ 22 milhões, a FrasLe consegue um resultado financeiro positivo em R$ 1,3 milhões.



Por outro lado, os múltiplos da Duratex estão super esticados, mesmo considerando a anualização do 2T10 que, sem dúvida, foi o melhor trimestre dos últimos 18 meses: (P/L) = 18,4; P/VPA = 3,3; PSR = 2,89; DY = 2%; EV/Ebitda = 10; ROE = 17,9%

20216 - paulo_prof - 09/Nov/2009 23:11
citação: InfomoneyLucro líquido da Duratex no terceiro trimestre cai 37% frente a 2008
Por: Equipe InfoMoney
09/11/09 - 09h16
InfoMoney
SÃO PAULO - Em comunicado enviado ao mercado nesta segunda-feira (9), a Duratex (DTEX3) divulgou seus resultados contábeis obtidos no terceiro trimestre deste ano, período em que registrou um lucro líquido de R$ 68,08 milhões.
A cifra corresponde a uma queda de 37,53% se comparada ao desempenho contabilizado no mesmo período do ano passado, embora represente um crescimento de 25,77% frente aos R$ 54,13 milhões registrados no período de abril a junho deste ano.
Outros indicadores contábeis da Duratex, como receita líquida e Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização), tiveram performances similares à do lucro líquido: menores na comparação anual, maiores na base de comparação trimestral.
Confira os resultados:
(em R$ milhões)........ 3T09 . 3T08 ... %
Receita Líquida ....... 579,45 653,84 -11,37%
Ebitda* .................. 154,62 193,79 -20,22%
Lucro líquido ............ 68,08 108,99 -37,53%
Quando o resultado é péssimo, é muito difícil encontrar uma empresa que em seu relatório simplesmente admite o fracasso e afirme procurar melhorar no futuro próximo.
Este foi o caso da Duratex. As antigas Duratex e Satipel tiveram, no 3T08, um lucro líquido conjunto de R$ 125 milhões. No 3T09, este lucro caiu para menos de R$ 1 milhão. Para atenuar o vexame, a empresa apresentou a tabela acima informada pela Infomoney (cujo analista comeu uma baita de uma bola). Supostamente, de acordo com a empresa, os números da tabela acima seriam mais realistas, no sentido de que foram eliminadas todas as "adversidades" não recorrentes. quá, quá, quá.
A tabela dos resultados reais (Satipel + Duratex) é
(em R$ milhões)........ 3T09 . 3T08 ... %
Receita Líquida ....... 579,45 662,91 -12,60%
Ebitda* .................... 57,90 192,61 -69,94%
Lucro líquido .............. 0,61 108,99 -99,51%
Confesso que não consigo entender como o mercado conseguiu valorizar hoje, em mais de 5%, um papel que já estava absurdamente caro.


Mesmo considerando o lucro líquido supostamente recorrente de R$ 68 milhões anualizado, o P/L estaria hoje em 22,5. Considerando um P/VPA = 2,64, é particamente impossível discernir o que o mercado viu no ativo. Ou será que a Duratex vai repetir aquele drama recorrente de uma queda violenta quando o mercado perceber o erro?

20099 - paulo_prof - 09/Nov/2009 11:56
[...]
DTEX3: horrível ... para esquecer! Não vejo nada que se salve. Vai entender a valorização de 2% neste momento! Deve estar em curso algum esquema pega trouxa!
[...]



6271 - k0ss - 29/Mai/2009 00:31
O problema da Duratex é que os fundos se entupiram de ITSA4, que ficou baratíssima na crise. A Dura acompanha o Ibovespa mais de perto que outras small, quando cai os caras arrebentam. Tenho a Dura, é ótima empresa.

6267 - Fabricio Bandeira - 28/Mai/2009 23:36
Há três dias postei no forum da Duratex e hoje novamente... O Small fez uma análise da empresa na revista InvestMais deste mês. Julgo uma boa oportunidade para o LP.
citação: Fabricio BandeiraAmigos, tenham paciência com o papel.
DURA4 tem vários motivos para uma recuperação forte nos próximos meses.
1) O pacote habitacional do governo já elevou fortemente os preços das ações da contrução civil, mas ainda não impactou tanto em DURA4.
2) A empresa anunciou seu programa de recompra de ações!
3) Observando o seu comportamento no gráfico diário e semanal estamos diante de um ótimo ponto de entrada.
Acredito que estamos diante de uma oportunidade real de valorização acima do índice Bovespa. Precisamos garimpar tesouros esquecidos na bolsa como DURA4. Sucesso a todos.
Há 3 dias cantei a pedra.
Certamente teremos um movimento altista pela frente. Só hoje 6,4%.
Depois não digam que não avisei.
Ainda dá tempo para uma boa entrada no papel.


6267 - Fabricio Bandeira - 28/Mai/2009 23:36
Há três dias postei no forum da Duratex e hoje novamente... O Small fez uma análise da empresa na revista InvestMais deste mês. Julgo uma boa oportunidade para o LP.
citação: Fabricio BandeiraAmigos, tenham paciência com o papel.
DURA4 tem vários motivos para uma recuperação forte nos próximos meses.
1) O pacote habitacional do governo já elevou fortemente os preços das ações da contrução civil, mas ainda não impactou tanto em DURA4.
2) A empresa anunciou seu programa de recompra de ações!
3) Observando o seu comportamento no gráfico diário e semanal estamos diante de um ótimo ponto de entrada.
Acredito que estamos diante de uma oportunidade real de valorização acima do índice Bovespa. Precisamos garimpar tesouros esquecidos na bolsa como DURA4. Sucesso a todos.
Há 3 dias cantei a pedra.
Certamente teremos um movimento altista pela frente. Só hoje 6,4%.
Depois não digam que não avisei.
Ainda dá tempo para uma boa entrada no papel.
Felicidade a todos que possuem DURATEX.
Felicidade a todos que possuem DURATEX.



5387 - paulorizzi - 10/Mai/2009 23:39
Em relação à DURA a expectativa é de que apresente um bom 1T09 e um melhor ainda 2T09. Ficarei muito surpreso se o ativo não valorizar sensivelmente até o final do ano.

2086 - paulorizzi - 04/Mar/2009 17:07
"Acho que, além dos múltiplos mostrarem um papel relativamente caro, mesmo ao preço de R$ 12,53 (P/L = 5,07; P/VPA = 0,92; PSR = 0,83; EV/EBITDA = 4,03; DY = 6,8%), a empresa decidiu diminuir o payout de 47,6% de 2007 para 34,7% em 2008 e, principalmente, o Ebitda do 4T08 (R$ 94 milhões) mostrou queda ""violenta"" em relação ao Ebitda do 3T08 (R$ 151 milhões), ou mesmo para o Ebitda médio dos 3 primeiros trimestres de 2008 (R$ 141 milhões). Acho que a dívida líquida não tem um papel muito ativo, porqueme parece facilmente administrável. De qualquer forma, a adminstração da dívida líquida tem um custo que não existia no 2o. trimestre (dívida bruta menor do que disponibilidades)."
WK2007 Comentários: 242 - Desde: Out 2007


"Colegas, o mercado financeiro, e a bolsa em particular, antecipa os fatos da economia real. A demanda por louça e materiais sanitários ocorre um ano e meio após o lançamento do imóvel, e por madeira (móveis feitos de mdf etc.), dois anos, isso em média. Então, a queda brusca dos lançamentos imobiliários que aconteceu recentemente (e continua) ainda não atingiu a Duratex, os efeitos são retardados, ou seja, talvez o mercado já esteja precificando a futura queda na demanda por seus produtos."

2085 - Kings of Leon - 04/Mar/2009 14:29
Duratex apresenta resultado abaixo do esperado e ações caem
"Geração de caixa menor que o estimado foi o principal destaque negativo, diz corretora Brascan"
| 03.03.2009 | 16h06
Portal EXAME -
"Durante o quarto trimestre de 2008, as empresas brasileiras passaram a ver os efeitos da crise internacional em suas margens operacionais. Nesta segunda-feira (2/3), os resultados reportados pela Duratex não foram diferentes. O lucro líquido foi de 48 milhões de reais, um recuo de 53,6% frente ao trimestre anterior e de 38% em relação ao mesmo período de 2007."
"“Consideramos negativos os resultados divulgados pela Duratex, em função de uma margem Ebitda abaixo da margem recorrente do terceiro trimestre (28,5%), não apresentando recuperação em relação aos trimestres anteriores”, afirmou a corretora Brascan, em relatório assinado pela analista Beatriz Battelli."
"O lucro líquido ficou abaixo dos 52 milhões projetados pela Brascan. O ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) somou 129 milhões de reais - 4,4% menor que a projeção da corretora. Já a margem de ebitda ficou em 26,6%, 4,7 pontos percentuais menor que a do quarto trimestre de 2008. Segundo a corretora, o resultado foi pressionado pela manutenção dos custos das matérias-primas em patamares elevados, além do menor volume de produção."
"A Brascan também destacou a exposição cambial da companhia, que encerrou dezembro em 590,3 milhões de reais. A contrapartida de ativos em moeda estrangeira para reduzir os riscos cambiais era de 584,3 milhões. A exposição ao câmbio foi o fator que trouxe pesados prejuízos a companhias como Sadia e Aracruz no ano passado."
Perspectivas
"Mesmo com os resultados negativos, a Brascan espera que a demanda pelos produtos da Duratex deva permanecer aquecida em 2009, uma vez que a companhia estará efetuando as vendas para lançamentos ocorridos nos dois últimos anos. Uma das maiores fabricantes de louças e metais sanitários do país, a empresa deve experimentar uma queda ou crescimento reduzido de demanda, por causa da expectativa de menor número de lançamentos imobiliários."


"A corretora ainda destacou a tendência de queda do custo das matérias-primas no mercado internacional, o que pode beneficiar as margens operacionais da empresa no início de 2009."

2081 - Kings of Leon - 04/Mar/2009 13:30
Paulo e Small e outros interessados: li o resultado anual da Duratex e tentando justificar uma baixa no preço das açoes tão violenta que ocorreu ontem e hoje achei o item sobre endividamento que soma 486 milhões em 2008(50% em moeda estrangeira) contra 82 milhões em 2007.
"Por outro lado o lucro líquido caiu pouco comparado ao ano anterior e ainda mantém um ROE alto(19%).Sei que existem no setor empresas mais baratas, porém não tem como negar o valor intrínseco da Duratex,a qualidade dos seus produtos, etc."


Vcs acharam algum outro item que justificaria essa queda?

619 - small caps - 13/Dez/2008 00:00
"SATI3 realmente me chamou a atenção. Tem múltiplos muito atrativos e não sofreu o impacto cambial nos resultados. Esta empresa, juntamente com DURA4 estão interessantes realmente. Possuem margens bastante elevadas. Bom investimento numa carteira diversificada."

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