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terça-feira, 7 de abril de 2020

Ambev (ABEV)


Subsetor
Segmento

Recomendações
Compra: DRMIRANDA (dez/12) - LCrippa (dez/12) - Ronimendes (dez/17

Carteiras
aprendiz quebrado do professor (dez/12) - Barbado (ago/15) - cesarsousa (out/15jan/16) - claubi (nov/12) - ch3481 (nov/12, jan/13, fev/13jul/15set/15dez/15abr/16mai/16) - fridao (ago/12fev/13set/15dez/15jan/16fev/16, mar/16, abr/16, mai/16jun/16) - ghfranco (out/12)  - mctait (jan/16) - manoellobato (set/15) - Molothrus bonariensis (ago/15) - MuadibGV (mar/17dez/17) - Ronimendes (jul/16)

Códigos de Negociação
Tipo
ABEV3


Balanços
1T2018 -
PAPEL SOBREVALORIZADO ( * ). Receita líquida (ROL): A receita líquida aumentou 5,9% no 1T18, com sólido desempenho na América Latina Sul (LAS) (+24,6%) e na América Central e no Caribe (CAC) (+8,7%), junto com um desempenho estável no Canadá (+0,5%), parcialmente impactados pelo Brasil (-1,8%). No Brasil, a queda de volume de 11,0% foi quase totalmente compensada por um crescimento saudável da receita líquida por hectolitro (ROL/hl) de 10,3%. Na LAS, o volume cresceu sólidos 5,7% e a ROL/hl subiu 17,8%. Na CAC, o volume e a ROL/hl cresceram 4,3% e 4,2%, respectivamente. E, no Canadá, a queda marginal de volume de 0,4% foi compensada por um aumento da ROL/hl de 1,0%.; EBITDA, Margem Bruta e Margem EBITDA: O EBITDA ajustado atingiu R$ 4.638,7 milhões (+10,1%) no 1T18, com uma margem bruta de 61,7% (+210 pontos-base) e uma margem EBITDA de 39,9% (+160 pontos-base). Lucro líquido ajustado e LPA: O lucro líquido ajustado foi de R$ 2.610,9 milhões no 1T18, 12,7% maior do que no 1T17, em função do crescimento orgânico do EBITDA e de uma redução das despesas financeiras, parcialmente impactados por uma maior alíquota de imposto. O lucro por ação ajustado no trimestre foi de R$ 0,16 (+13,6%).

3T2017 -

2T2017 -

4T2012 -

Características
Fabricação E Distribuição de Cervejas. Refrigerantes E Bebidas Não Carbonatadas E Não Alcoólicas.

Assembleias
AGO/E - 24/04/2020 14:00 - Assunto(s):  Destinação do Lucro Líquido do Exercício de 2019; Remuneração dos Administradores e dos Membros do Conselho Fiscal – 2020; Eleição do Conselho de Administração; Eleição Conselho Fiscal; Alteração do Estatuto Social; Alteração do Plano de Remuneração Baseado em Ações

Classificação das Agências de Risco
S&P Global

Balanços (Calendário)
27/02/2020
 DFP 2019 (antes da abertura)
27/02/2020 13h

 ITR 1T 2020

 ITR 2T 2020

 ITR 3T 2020






27/02/2020 - Apresentações a analistas/agentes do mercado

27/02/2020 - DFP 31/12/2019

27/02/2020 - Press-release

354987 - fridao -  24 Out 2018, 19:14
Estou procurando, mas ainda não localizei, uma notícia que vi dias atras, de que Ambev provavelmente vai diminuir payout para pagar algumas dívidas...se alguem leu essa notícia e puder compartilhar, agradeço.
Particularmente, abaixo de 16 eu vou montar uma posição nela...e pretendo dobrar essa posição a cada 1 real de queda, de preferência que retorne a um PL abaixo de 30.

354985 - giulianno monteiro -  24 Out 2018, 18:59
Citação: m boi mirim - Post #354980 - 24/Out/2018 17:01
Pessoal algum motivo para a Ambev estar caindo tanto? O povo finalmente descobriu o milho no lugar da cevada?
Ou porque o povo vai descobrir que a cerveja que está tomando é feita de repolho!!!??? Foi o que me disse um casal de amigos donos de bar em Floripa, motivo pelo qual estavam largando a Ambev pelas cervejas artesanais.

"SÃO PAULO (Reuters) - O Ministério Público Federal de Goiás firmou um acordo com cervejarias para identificarem nos rótulos os ingredientes que compõem produtos distribuídos e comercializados no Brasil (...) "A mera aposição da informação 'cereais não malteados' ou 'adjuntos cervejeiros' nos rótulos das cervejas é insuficiente para que os fabricantes se desincumbam do ônus de prestar informações claras e precisas sobre os produtos que colocam no mercado de consumo" (...) O objetivo é que as empresas substituam a genérica expressão "cereais não malteados/maltados pela devida especificação dos nomes dos cereais e matérias-primas efetivamente utilizados como adjunto cervejeiro". A instrução normativa vai dar prazo de um ano para adaptação de todas as empresas do setor, afirmou o MPF." Reuters

352348  - TraderCenter -  31 Jul 2018, 17:29
Boa galeraa ADVFN.. Resultados positivos divulgados nos últimos dias!! apenas lucros líquidos!

https://lupamercantil.blogspot.com/
[...]
A Ambev (ABEV3) registrou uma alta de 9,3% na receita líquida no Brasil no segundo trimestre de 2018 em comparação com igual período do ano passado. O resultado chegou a R$ 5,822 bilhões no País.

A receita líquida cresceu 12,1 por cento em doze meses para 11,5 bilhões de reais, com avanço de 2,6 por cento no volume vendido e de 8,6 por cento na receita líquida por hectolitro (ROL/hl). No Brasil, o crescimento da receita foi de 9,3 por cento, com o volume crescendo 1,5 por cento e a receita por hectolitro avançando 7,7 por cento.

No Brasil, as vendas de cervejas voltaram a crescer, depois de um início de ano fraco. "Apesar da greve dos caminhoneiros, conseguimos entregar um aumento de 1,7 por cento do volume, em parte suportado pela Copa do Mundo da Fifa 2018", disse a Ambev.
[...]

350693 - marcosvinicius2 -  03 Jun 2018, 22:49
COMENTÁRIO: PAPEL SOBREVALORIZADO ( * ). Receita líquida (ROL): A receita líquida aumentou 5,9% no 1T18, com sólido desempenho na América Latina Sul (LAS) (+24,6%) e na América Central e no Caribe (CAC) (+8,7%), junto com um desempenho estável no Canadá (+0,5%), parcialmente impactados pelo Brasil (-1,8%). No Brasil, a queda de volume de 11,0% foi quase totalmente compensada por um crescimento saudável da receita líquida por hectolitro (ROL/hl) de 10,3%. Na LAS, o volume cresceu sólidos 5,7% e a ROL/hl subiu 17,8%. Na CAC, o volume e a ROL/hl cresceram 4,3% e 4,2%, respectivamente. E, no Canadá, a queda marginal de volume de 0,4% foi compensada por um aumento da ROL/hl de 1,0%.; EBITDA, Margem Bruta e Margem EBITDA: O EBITDA ajustado atingiu R$ 4.638,7 milhões (+10,1%) no 1T18, com uma margem bruta de 61,7% (+210 pontos-base) e uma margem EBITDA de 39,9% (+160 pontos-base). Lucro líquido ajustado e LPA: O lucro líquido ajustado foi de R$ 2.610,9 milhões no 1T18, 12,7% maior do que no 1T17, em função do crescimento orgânico do EBITDA e de uma redução das despesas financeiras, parcialmente impactados por uma maior alíquota de imposto. O lucro por ação ajustado no trimestre foi de R$ 0,16 (+13,6%).;

ABEV3
PREÇO: 19,94
PAYOUT (2017): 34,30%

Múltiplos baseados nos últimos 12 meses

P/L 40,99
P/VPA 6,42
PSR 6,49
DY 0,84%
EV/EBITDA 15,67
MARGEM BRUTA 62,77%
MARGEM OPERACIONAL 27,99%
MARGEM LÍQUIDA 15,84%
LUCRO POR AÇÃO 0,486
MARGEM EBITDA 42,11%
DÍVIDA BRUTA/PATRIMÔNIO LÍQUIDO 26,93%
ROE 15,67%
LIQUIDEZ CORRENTE 0,94

Taxas de Crescimento Nominal

a) últimos 12 meses sobre 12 terminados no 1T17, nominal
RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA 6,67%
RESULTADO BRUTO 8,13%
RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO -6,98%
RESULTADO OPERACIONAL 5,65%
RESULTADO LÍQUIDO -36,15%
EBITDA 3,37%

b) 1T18 sobre 1T17, nominal
RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA 3,54%
RESULTADO BRUTO 6,86%
RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO -37,62%
RESULTADO OPERACIONAL 22,42%
RESULTADO LÍQUIDO 14,41%
EBITDA 6,99%

c) lucro (taxa média anual)
UA -36,15%
U2A -21,40%
U3A -14,71%

d) patrimônio líquido médio
UA 3,47%
U2A 0,50%
U3A 3,79%

Preço justo fornecido pela fórmula do FCD para uma taxa média de crescimento real nulo do lucro líquido dos últimos 12 meses durante 5 anos, perpetuidade real nula e taxa de desconto real de 8%: R$ 6,08
Ou, taxa de crescimento real do lucro líquido dos últimos 12 meses necessária, durante os próximos 5 anos, para que o preço justo fornecido pela fórmula do FCD seja igual ao preço corrente (com uma perpetuidade real nula e taxa de desconto anual real de 8%): +30% !!!!
[...]

347668  - Rocha Preta inc  -  01 Mar 2018, 13:29
https://moneytimes.com.br/ambev-tem-lucro-de-r-45-...
Ambev tem lucro de R$ 4,5 bilhões no 4º trimestre; analistas comentam

343645  - marcosvinicius2-  08 Nov 2017, 11:45
COMENTÁRIO: PAPEL SOBREVALORIZADO (*). DOS ULTIMOS 47 TRIMESTRES, 47 APRESENTARAM LUCRO LIQUIDO POSITIVO (EXCELENTE). LUCRO Atribuído a Sócios da Empresa Controladora DE APENAS 223 DEVIDO AO IMPACTO DO IR/CSL = -2.797.813. VALOR DE MERCADO (MIL) = 317.495.823; VALOR MAXIMO (MIL) = 1.329.607.357 NO 3T13; VE PSBE (MIL) = 145.121.196:

ABEV3
PREÇO: 20,20
PAYOUT (2016): 88,94%

Múltiplos baseados nos últimos 12 meses

P/L 35,73
P/VPA 6,73
PSR 6,89
DY 2,49%
EV/EBITDA 16,28
MARGEM BRUTA 61,65%
MARGEM OPERACIONAL 28,82%
MARGEM LÍQUIDA 19,29%
LUCRO POR AÇÃO 0,565
MARGEM EBITDA 43,35%
DÍVIDA BRUTA/PATRIMÔNIO LÍQUIDO 33,38%
ROE 18,84%
LIQUIDEZ CORRENTE 0,95

Taxas de Crescimento Nominal

a) últimos 12 meses sobre 12 terminados no 3T16, nominal
RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA -3,50%
RESULTADO BRUTO -7,60%
RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO -19,13%
RESULTADO OPERACIONAL -5,01%
RESULTADO LÍQUIDO -26,13%
EBITDA -6,52%

b) 3T17 sobre 3T16, nominal
RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA 8,39%
RESULTADO BRUTO 9,78%
RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO -6,60%
RESULTADO OPERACIONAL 22,02%
RESULTADO LÍQUIDO -99,99%
EBITDA 13,89%

c) lucro (taxa média anual)
UA -26,13%
U2A -16,71%
U3A -13,27%

d) patrimônio líquido médio
UA -0,29%
U2A 2,10%
U3A 4,19%

Receita Líquida (ROL): receita líquida cresceu 9,6%no trimestre, conduzida por um forte desempenho na maioria das operações:Brasil (+9,7%),América Latina Sul (LAS)(+21,3%), América Central e Caribe (CAC)(+7,5%), parcialmente impactada pelo Canadá(-3,6%). No Brasil,a queda de volume de 4,0%foi mais do que compensada por um sólido crescimento da receita líquida por hectolitro(ROL/hl) de 14,2%. Na LAS, os volumes cresceram 4,5%, com um aumento na ROL/hl de 16,1%.Na CAC,a ROL/hl cresceu 6,1% e, embora organicamente o volume tenha sido estável, o volume reportado aumentou 23,8%,como resultado da troca de ativos realizado com a ABI e nossas operações no Panamá.E, no Canadá, o volume caiu 2,9%, impactado por uma fraca indústria, com a ROL/hl reduzindo em 0,7%.

Custo dos produtos vendidos(CPV): CPV aumentou 8,1%no trimestre enquanto, em uma base porhectolitro (CPV/hl),o crescimento foi de 10,2%. O CPV, excluindo depreciação e amortização, cresceu 6,8%,ao passo que,em uma base por hectolitro, o aumento foi de 8,8%, devido, principalmente, apressões inflacionárias,preços mais elevados das commodities e desvalorização do câmbio na LAS.


( * ) É PRECISO VERIFICAR NO RELATÓRIO DA ADM. A EXISTÊNCIA DE RESULTADO NÃO RECORRENTE:
( ** ) EMPRESAS DO SETOR FINANC onde houve necessidade de digitar os valores de REC INT FINANC (a pesquisa avançada não importou esses valores ) = BAZA3, BBDC3, BBDC4, BEES3, BEES4, BIGP3, BGIP4, BMEB3, BMEB4, BMIN3, BMIN4, BNBR3, BPAN4, BRIV3, BRIV4, BRSR3, BRSR5, BRSR6, BSLI4, CRIV3, CRIV4, IDVL3 IDVL4 ITUB3, ITUB4, PINE4, PRBC4, SANB11, SANB3, SANB4 E SFSA4;
( *** ) A VMCM = 5,56000000 foi calculada utilizando-se uma amostragem de 327 empresas com PL > 0 (Desta vez não foi utilizado o critério de LIQUIDEZ MÍNIMA). Na tentativa de um valor abaixo do indicado, a VMCM apresentou um valor < 5, o que indicaria um mercado subprecificado: forum.infomoney.com.br/viewtopic.php?f=6&t=10754&start=620#p2082722
( **** ) Foram EXCLUÍDAS da amostragem inicial as empresas = DAGB33, MERC4, BRAP4, BRAP3, ECPR4, JBDU3, LFFE4, LFFE3, SBSP3, BAHI3, BMTO4, BMTO3 E LIPR3;

341511  - marcosvinicius2 -  28 Ago 2017, 16:04
COMENTÁRIO: PAPEL SUBREVALORIZADO (*). NOS ULTIMOS 42 TRIMESTRES, 42 APRESENTARAM LUCRO LIQUIDO POSITIVO (EXCELENTE). MEDIA DE LUCRO LIQUIDO (U12M) = 2.986.469.000; (U24M) = 2.982.918.000; (U36M) = 3.044.555.000; (U48M) = 3.101.977.000; MAIORES VARIAÇÕES = 12M X 12M : RESULTADO OPERACIONAL E RESULTADO LÍQUIDO; 2T16 X 2T15 : RESULTADO FINANCEIRO E EBITDA. VM (MIL) = 311.994.658; VALOR MAXIMO (MIL) = 1.329.607.357 NO 3T13; VE PSBE (MIL) = 177.385.832:

ABEV3
PREÇO: 19,82
PAYOUT (2016): 53,58%

Múltiplos baseados nos últimos 12 meses

P/L 25,90
P/VPA 6,57
PSR 6,53
DY 2,07%
EV/EBITDA 14,92
MARGEM BRUTA 64,38%
MARGEM OPERACIONAL 29,28%
MARGEM LÍQUIDA 25,20%
LUCRO POR AÇÃO 0,765
MARGEM EBITDA 44,74%
DÍVIDA BRUTA/PATRIMÔNIO LÍQUIDO -69,20%
ROE 25,36%
LIQUIDEZ CORRENTE 0,91

Taxas de Crescimento Nominal

a) últimos 12 meses sobre 12 terminados no 2T16, nominal
RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA 9,31%
RESULTADO BRUTO 6,99%
RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO 123,05%
RESULTADO OPERACIONAL -12,96%
RESULTADO LÍQUIDO -6,09%
EBITDA 3,15%

b) 2T17 sobre 2T16, nominal
RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA -2,44%
RESULTADO BRUTO -10,48%
RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO 128,22%
RESULTADO OPERACIONAL -38,36%
RESULTADO LÍQUIDO 3,74%
EBITDA -20,06%

c) lucro (taxa média anual)
UA -6,09%
U2A -6,03%
U3A 8,20%

d) patrimônio líquido médio
UA 4,55%
U2A 6,51%
U3A 15,07%

EBITDA, Margem Bruta e Margem EBITDA: O EBITDA ajustado atingiu R$ 3.943,3 milhões (-0,7%) no 2T17, com uma margem bruta de 60,6% (-200 pontos-base) e margem EBITDA de 38,4$ (-210 pontos-base).

Lucro líquido ajustado e LPA: Lucro líquido ajustado no trimestre foi de R$ 2.141,5 milhões, 2,4% menor do que no 2T16, uma vez que a queda orgânica do EBITDA e o impacto negativo da conversão de moedas devido à apreciação do Real foram parcialmente compensados por uma redução das despesas financeiras. O lucro por ação ajustado (LPA) foi de R$ 0,13 no 2T17.

ABEV31.png

( * ) É PRECISO VERIFICAR NO RELATÓRIO DA ADM. A EXISTÊNCIA DE RESULTADO NÃO RECORRENTE:
( ** ) EMPRESAS DO SETOR FINANC onde houve necessidade de digitar os valores de REC INT FINANC (a pesquisa avançada não importou esses valores ) = BAZA3, BBDC3, BBDC4, BEES3, BEES4, BIGP3, BGIP4, BMEB3, BMEB4, BMIN3, BMIN4, BNBR3, BPAN4, BRIV3, BRIV4, BRSR3, BRSR5, BRSR6, BSLI4, CRIV3, CRIV4, IDVL3 IDVL4 ITUB3, ITUB4, PINE4, PRBC4, SANB11, SANB3, SANB4 E SFSA4;
( *** ) A VMCM = 5,56000000 foi calculada utilizando-se uma amostragem de 327 empresas com PL > 0 (Desta vez não foi utilizado o critério de LIQUIDEZ MÍNIMA). Na tentativa de um valor abaixo do indicado, a VMCM apresentou um valor < 5, o que indicaria um mercado subprecificado: forum.infomoney.com.br/viewtopic.php?f=6&t=10754&start=620#p2082722
( **** ) Foram EXCLUÍDAS da amostragem inicial as empresas = DAGB33, MERC4, BRAP4, BRAP3, ECPR4, JBDU3, LFFE4, LFFE3, SBSP3, BAHI3, BMTO4, BMTO3 E LIPR3;

332055 - xakal -  06/Jan/2017 23:59
Ninguém aqui reparou em Ambev não?
332061 - barbado - 07/Jan/2017 10:32
Eu já, esses foram os ganhos de capital dos acionistas que ainda acham que é um bom papel.

2017 0,37%
2016 -4,98%
2015 12,15%
2014 -1,09%
2013 -0,51%

332063  - FG_BOLSA -  07 Jan 2017, 10:43
Às vezes tenho a impressão de que quando a companhia passa a ter o maior valor de mercado na bolsa brasileira, chega no limite de valorização...

332073 - muadibgv - 07/Jan/2017 15:57
Defenda ai o "case" Ambev pra ver se passa no filtro da galera.

332083  - xakal   -  07 Jan 2017, 20:47
O critério pra essas rentabilidades é apenas ver cotações em primeiro de janeiro e 31 de dezembro? De compra e venda respectivamente? Aí fica difícil Para qq ativo o bom negócio se faz na compra

332087  - paulo_prof  -  08 Jan 2017, 02:02
Digamos que vc comprou a R$ 16 em dezembro ... e daí? Qual é a sua estratégia?

Comprou para ficar, ou comprou para vender? Se comprou para vender, vende em quanto? Se comprou para ficar, como é que ficam os novos aportes? Compra mais em qual preço?

332088  - xakal  -  08 Jan 2017, 02:08
A primeira pergunta é mole: comprei pra vender. Não pretendo deixar ações para herdeiros rsrs Compras e aportes entre 15,xx e o valor atual Começar a vender acima de 18,50

332093  - uqaz  -  08 Jan 2017, 14:13
Isso é tudo justificado pelo crescimento histórico de lucro nesse período:

2016 -13,54%
2015 +4,18%
2014 +8,45%
2013 +7,10%
Ambev vive de crescimento... este caindo, pra que se pagar um P/L de 21,51x?

Ainda, até pago esse valor esperando um bom crescimento, mas comparando historicamente, dá pra esperar um pouquinho...:

2016 20,61x
2015 21,78x
2014 20,78x
2013 23,77x
2012 25,14x
2011 24,06x
2010 20,58x
2009 17,97x
2008 12,16x
2007 15,83x
Possui a mesma precificação de 2010, praticamente, mas de 2010 até agora o lucro cresceu em termos REAIS 0,59%aa...

Nesse mesmo tempo, a cotação subiu 3,60%aa em termos REAIS...

Tá sobrando otimismo!

332094 - jonas_schwingel - 08/Jan/2017 15:17
Perfeito, Ugaz. O investimento em ABEV hoje pra vender se o papel voltar aos 19.00 em poucos meses seria excelente. No entanto, se o papel não voltar? A gente fica com um negócio caro na mão que paga um dividendo abaixo da inflação. Cadê a margem de segurança? Xacal fala como se fosse certeza que o papel volta logo. Mas não há certezas na bolsa.

No preço atual eu não colocaria mais de 0.5% da carteira no papel, seguindo o racional de preferir 'ótimas empresas por preços razoáveis a empresas razoáveis por ótimos preços'... e pra liquidar tudo nos 19.00 ainda... mas só se não tivesse nada melhor pra comprar.

Ademais, o preço sequer está tão razoável assim. Um PL de 18 pra baixo já podemos chamar de razoável para a gigantona. rs

332095 - uqaz - 08/Jan/2017 16:26
Vamos fingir que Banania é um lugar serio e admitir que hoje se inicia um novo ciclo de crescimento da empresa. Os ciclos financeiros de crescimento na América, por exemplo, costumam ser de 7 anos... escolhemos então 7 anos de crescimento de lucro real pra Ambev. Em termos reais, pra justificar esse P/L atual, a empresa tem que crescer 4℅aa em termos reais. AmBev conseguiu isso desde 2008... O preço atual justifica manutenção (sendo um investidor bem otimista), mas compra... pra q? 

Essa análise baseada só em múltiplos e a que - isoladamente - mais pode levar a erros. Uma série de múltiplos de valores X Y Z numa empresa de um setor pode não corresponder aos mesmos valores de uma empresa de outro setor por exemplo

332098  - Jonas_Schwingel  -  08 Jan 2017, 21:20
Xacal. Isso aqui não é uma disputa de quem cospe mais longe. Você pode se dar bem comprando Ambev agora para vender acima de 19,00. O que discutimos aqui é margem de segurança baseada em valor. É claro que analise de valor não acerta sempre. A ideia do investimento em valor é trazer a probabilidade de perder dinheiro a quase zero. A verdade é que está difícil comprar ações com margem de segurança excelente em banânia.

Como assim? nao estou falando de setor, mas sim de crescimento. Há uns 4 anos a AmBev já se encontra com crescimento vegetativo de 0℅aa em termos reais... Considerei 4℅aa pra 7 anos, isso é ser otimista.

Nunca me dei o trabalho de registrar os dados da Ambev em minha planilha ...

Entretanto, se os dados do Fundamentus (ABEV+AMBV) estiverem corretos, a situação de fato é pior ainda!

A taxa de crescimento nominal média dos lucros anuais terminados no 3T até o 3T14 é de 28,2% se forem considerados os 10 anos anteriores, 21,28% se forem considerados os 5 anos anteriores, 17,77% se forem considerados os 2 anos anteriores e 33,07% se for considerado o ano anterior.

Nos últimos 2 anos, a taxa nominal de crescimento do lucro foi negativa em 6,03%.

Pior, não dá crescimento de lucro real desde 2010, praticamente...

Segue todo o histórico que tenho. Em termos REAIS de crescimento de lucro em relação a 2016 (considerando que o lucro 3T16 LTM = lucro 2016):

2015 (9M16 x 9M15) -13,54%
2014 (3T16 LTM x 2014) -9,11%aa
2013 (3T16 LTM x 2013) -5,57%aa
2012 -3,94%aa
2011 -0,73%aa
2010 +0,59%aa
2009 +2,45%aa
2008 +3,61%aa
2007 +2,39%aa
2006 +7,43%aa
2005 +12,29%aa
2004 +13,36%aa
2003 +9,61%aa
2002 +7,69%aa
2001 +10,27%aa
Se vc não quiser vender nunca, para uma carteira previdenciária, o negócio é comprar apenas nas dores de barriga mesmo.

Meus números estão desatualizados em termos de proventos, não os revejo há 6 meses. Mas desde 31/12/2011 tanto preço como lucro vêm, em termos reais, caindo negativamente, a -0,96%aa (pode ser um pouquinho maior) e -0,73%, respectivamente. Assim, nos últimos 5 anos, justa precificação.

Contudo, desde 31/12/08, o preço cresceu +14,21%aa... o lucro, apenas +3,61%aa. Repito, o negócio é comprar apenas nas dores de barriga mesmo.

Ambev é uma das queridinhas do mercado. Já mereceu ser... será que continua merecendo?

Olá Uqaz penso como você em relação a alguns papeis queridinhos do mercado, só compro quando o Sr. Mercado tem uma dor de barriga, é o caso de Ciel3, Itub3 e 4, BBDC3 e 4, WEGE3 e outras. Quando tem quedas razoáveis e tenho liquidez dou umas beliscadas, só assim pra ter uma margem de segurança razoável. 

Observando o histórico de cotações abaixo percebe-se que depois da cotação subir como um foguete até o início de 2013, o preço estacionou em torno de uma média de aprox. R$ 18.

Nos dois últimos anos, o padrão da variação dos preços foi muito semelhante. Depois de atingir mínimas no período aprox. de 15DEZ a 15JAN no entorno dos R$ 16, o preço aumentou para algo no entorno dos R$ 20, em agosto.

Se o mercado acreditar que o padrão vai se repetir também este ano, pode apostar porque a probabilidade é grande (tipo de evento que é self fulfilling), mesmo se os fundamentos estiverem muito distantes para justificar.
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319853  - dusteffen   -  04 Abr 2016, 12:17
A meta ambiciosa da AB InBev: chegar a 2020 com receita de US$ 100 bilhões

Por Tripp Mickle | The Wall Street Journal


A Anheuser-Busch InBev NV é conhecida por suas metas ambiciosas, mas a mais recente delas - chegar a uma receita anual de US$ 100 bilhões até 2020 - é um salto e tanto, embora tentador.

A meta é parte de um novo plano de incentivos baseado em desempenho citado no relatório anual da AB InBev, que foi entregue aos reguladores no dia 14 de março. O plano foi inicialmente apresentado num arquivo enviado à Securities and Exchange Commision, a comissão de valores mobiliários dos Estados Unidos, em dezembro do ano passado, logo depois de a AB InBev ter anunciado a aquisição da rival SABMiller PLC num negócio de cerca de US$ 108 bilhões.

Em dezembro, como parte do plano, a cervejaria belgo-brasileira criou uma concessão especial de opções de compra de ações que serão oferecidas a 65 gestores seniores caso eles consigam ampliar a receita conjunta das duas empresas em mais de 50% até 2020. A receita da AB InBev no ano fiscal de 2015 foi de US$ 43,6 bilhões, enquanto a SABMiller faturou US$ 22,1 bilhões, o que põe em US$ 65,7 bilhões a receita total da empresa combinada, excluindo desinvestimentos.

Se a empresa atingir as metas de crescimento, o plano de desempenho poderia, numa estimativa conservadora, colocar US$ 350 milhões nos bolsos dos executivos.

Uma porta-voz da AB InBev disse que o "2020 Dream Incentive Plan" (Plano de Incentivo dos Sonhos de 2020, em tradução livre) é parte de uma meta interna de ampliação de resultados, não uma previsão oficial da empresa. Ela não quis explicar por que a meta exclui o conselho executivo da AB InBev - o grupo dos 16 principais executivos da companhia, incluindo o diretorpresidente,

Carlos Brito, o diretor financeiro, Felipe Dutra, e seis diretores-superintendentes regionais. Não está claro quais seriam as metas de desempenho definidas para esses executivos.

O que é claro, dizem profissionais que analisam a empresa, é que, para atingir essa meta de receita, a AB InBev terá que fazer outra grande aquisição ou dar um impulso considerável ao seu crescimento.

A cervejaria tem um histórico melhor de adquirir empresas e cortar custos do que de ampliar a receita. Depois da aquisição da Anheuser-Busch, em 2008, a empresa alcançou altas substanciais nos lucros ao cortar pessoal e elevar preços para compensar a queda no volume de vendas de cervejas como Budweiser e Bud Light. Um plano de incentivos lançado após o fechamento dessa aquisição premiava os executivos se conseguissem reduzir a dívida rapidamente.

Por outro lado, a AB InBev vem tendo dificuldade para crescer nos Estados Unidos, seu maior mercado, onde o volume de vendas e participação de mercado vêm caindo nos últimos seis anos. A receita recuou 2% no ano passado, depois de ter subido apenas 0,5% em 2014. Em novembro, Brito disse que planejava expandir a presença das cervejas Bud, Corona e Stella Artois na América Latina e África, mercados que representam 68% da receita da SABMiller. A expectativa é de que a África vai liderar as vendas da indústria de cerveja, com um crescimento anual composto, em volume, de 3,7% até 2020, de acordo com a Plato Logic, firma britânica especializada no setor.

Mas, para atingir US$ 100 bilhões em receita, a AB InBev terá que alcançar um crescimento anual de cerca de 8,8% para a nova empresa combinada até 2020 ou de 6,2% até 2022, uma prorrogação do prazo permitida pelo plano. Isso exigiria um aumento significativo em relação à taxa de crescimento anual composta de 2,9% que a empresa registrou desde 2009, o primeiro ano após a aquisição da Anheuser-Busch.

"É muito difícil vê-los atingindo isso [a meta de US$ 100 bilhões] sem fusões e aquisições", diz Mark Swartzberg, analista da firma de investimentos americana Stifel Nicolaus & Co. Ele acrescenta que o plano de desempenho alimenta especulações de que a AB InBev pode tentar comprar a Coca-Cola Co. Outra alternativa seria uma companhia de bebidas como a britânica Diageo PLC ou cervejarias da África ou da Ásia, diz Swartzberg.

A Coca-Cola e a Diageo não quiseram comentar. As ações da AB InBev estavam sendo negociadas a US$ 124,50 em 22 de dezembro, o dia em que as opções de ações foram oferecidas. Seu preço de exercício é em torno de US$ 123,80.

Então, se as ações subirem a uma taxa anualizada de cerca de 10%, a média do índice S&P 500 desde 1929, e se a meta de receita for atingida, os executivos poderiam levar para casa mais US$ 350 milhões mediante o exercício de suas opções. Se o preço da ação mais do que dobrar até 2020, como ocorreu nos últimos cinco anos, então os executivos podem embolsar mais de US$ 625 milhões.

Planos de incentivos baseados em desempenho com gordas recompensas são comuns após fusões, diz Brian Cadman, professor de contabilidade da Universidade de Utah especializado em remuneração de executivos. Mas ele diz que metas de desempenho são geralmente usadas em fusões cujas perspectivas são mais incertas, como no caso das uniões da Hewlett- Packard com a Compaq e da Time Warner com a AOL.

"A questão nisso tudo é: a África é o lugar certo?", diz Cadman. Se ela não oferecer a "enorme oportunidade" prevista pela direção da empresa, ele diz que a AB InBev será incentivada a fechar outro negócio porque os executivos irão "lucrar substancialmente se atingirem a meta".

Cadman diz ser "intrigante" que os 16 principais executivos da AB InBev tenham ficado de fora do plano. "Geralmente, incentivos relativos a crescimento e outras receitas ou metas de lucro procuram alinhar os executivos principais e os gestores de nível médio, não separá-los."
http://www.valor.com.br/impresso/wall-street-journal-americas/meta-ambiciosa-da-ab-inbev-chegar-2020-com-receita-de-us-100-b

315231  - TraderCenter   -  14 Jan 2016, 17:24
AB InBev, de capital belga e brasileiro, anunciou nesta quinta-feira uma emissão de 46 bilhões de dólares em obrigações, o que pode terminar como a maior emissão de bônus da história.

A Anheuser-Busch InBev atraiu uma demanda recorde de US$ 110 bilhões para uma emissão de títulos empresariais no valor de US$ 46 bilhões, no momento em que os investidores se apressam para aplicar seus recursos na relativa segurança das dívidas corporativas norte-americanas enquanto começa um novo ano de turbulência nos mercados.

A receptividade ao negócio, que foi anunciado uma semana após as ofertas de Ford e Walt Disney, sugere que os investidores estão se afastando de áreas de maior risco do mercado, como ações e commodities, e estão aumentando sua exposição em companhias com balanços financeiros sólidos.
A oferta da cervejaria, que vai ajudar a financiar a tomada do controle acionário da rival SABMiller, ultrapassou os US$ 102 bilhões que o grupo de telecomunicações Verizon atraiu ao emitir US$ 49 bilhões em títulos em 2013 -a maior da história.
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Inicialmente, a AB InBev anunciou que emitiria US$ 25 bilhões em títulos, mas elevou a oferta em mais de 80%, para US$ 46 bilhões, em razão da forte demanda.

Segundo o IFR, serviço da Thomson Reuters, a emissão em sete tranches ficou pouco atrás do recorde de 49 bilhões de dólares emitidos pela Verizon em 2013, porém acima dos 40 bilhões previstos por profissionais do mercado.

Se o número final não mudar muito, a AB InBev poderá dizer que a operação teve a maior demanda já registrada para uma operação do tipo.

Bank of America Merrill Lynch, Barclays e Deutsche Bank são os coordenadores globais da oferta. Mitsubishi UFJ, Santander e Société Générale também participam.

Os bancos vão ficar satisfeitos com o sucesso da operação, que muitos acreditam que vai ajudar a melhorar o humor do mercado neste início de ano, marcado por preocupações com a desaceleração da China e a derrocada dos preços das commodities.

A emissão tem tranches de taxa fixa de três, cinco, sete, 10, 20 e 30 anos, além de outra de cinco anos com taxa flutuante.

As tranches de 10 e 30 anos são de 11 bilhões de dólares cada e foram lançadas a Treasuries mais 160 pontos básicos e Treasuries mais 205 pontos, respectivamente.

A enorme demanda permitiu aos coordenadores reduzir a rentabilidade oferecida aos investidores, o que muitos viram como um resultado sólido.


A britânica SABMiller, número dois do mundo no setor de cervejas, aceitou a última oferta de compra da líder do setor, a AB InBev, de capital belga e brasileiro, pelo equivalente a US$ 109 bilhões (96 bilhões de euros). Se ao valor da compra for adicionada a dívida do grupo, a SABMiller fica avaliada em quase 80 bilhões de libras (US$ 122 bilhões ou 108 bilhões de euros).

Uma vez aprovada pelas autoridades de concorrência, a fusão poderá se tornar a terceira maior da história e a maior aquisição de uma companhia britânica.

Depois de rejeitar quatro propostas anteriores da AB InBev, a SABMiller aceitou a oferta melhorada de 44 libras por ação da empresa, com uma alternativa parcial que envolve dinheiro e ações criada apenas para atender os dois maiores acionistas da SABMiller.
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O grupo com sede em Londres explicou que o Conselho de Administração alcançou um acordo com a AB InBev que eleva o valor da companhia britânica a 71,2 bilhões de libras (US$ 109 bilhões ou o equivalente a cerca de R$ 425 bilhões).

Um grupo combinado terá valor de mercado de cerca de US$ 275 bilhões, segundo a Reuters, e combiná a dominância da AB InBev na América Latina com a forte presença da SABMiller na África, ambos mercados de rápido crescimento, assim como suas cervejarias na Ásia.

Se a transação for concretizada como o previsto, o novo grupo incluirá as marcas de cerveja americana Budweiser e belga Stella Artois, pertencentes à AB InBev, assim como a italiana Peroni, a tcheca Pilsner Urquell e a holandesa Grolsch da SABMiller. As ações da SABMiller fecharam em alta de 9% nesta terça-feira; já as da AB InBev subiram 1,7%.

Ações da Ambev caem no Brasil
A AB InBev é parcialmente controlada pelo fundo de private equity 3G Capital, administrado por investidores brasileiros, e controla indiretamente a brasileira Ambev, dona de marcas como Skol, Brahma, Antarctica e Quilmes.


As ações da Ambev caíram mais de 5% nesta terça-feira na Bovespa. Analistas do BTG Pactual afirmaram em nota a clientes que o papel da Ambev no acordo segue indefinido. "A empresa informou que a transação será financiada por uma combinação de próprios recursos internos financeiros e nova dívida com terceiros. Mas o anúncio da transação contém comentário que não descarta a participação da empresa no acordo", escreveram os analistas.

Procurada, a Ambev não comentou o assunto e informou que todo o processo de aquisição está sendo conduzido diretamente pela AB InBev, sem a participação da companhia.

A Ambev controla cerca de 68% do mercado brasileiro de cerveja, destaca a Reuters.


O negócio também representa uma dúvida sobre o destino de um acordo de produção e distribuição da SABMiller acertado em outubro do ano passado com o brasileiro Grupo Petrópolis, que produz a cerveja Itaipava.


Craft Beer faz acordo com Ambev para trazer cerveja Kona ao Brasil


A Craft Brew Company anunciou nesta quarta-feira, 13, uma parceria com a Ambev para expandir a distribuição de bebidas da Kona Brewing no Brasil. A Kona já havia começado a distribuir algumas marcas de cerveja no País em dezembro do ano passado.
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Em comunicado divulgado hoje, a americana Craft Brew Alliance (CBA) afirmou que, ao lado da Ambev, viu a oportunidade de ingressar "no crescente mercado brasileiro de cervejas artesanais". Tanto a Craft Brew quanto a gigante brasileira veem oportunidade em desembarcar no nosso mercado, o terceiro maior do mundo para cerveja. O posicionamento da Ambev como a empresa líder do setor no Brasil foi citado como um dos motivos para a parceria.


A Kona Brewing está entre as dez maiores marcas de cerveja artesanal dos Estados Unidos e é a primeira cerveja havaiana do tipo distribuída no Brasil, de acordo com a CBA. A Craft Brew Alliance tem ampliado a distribuição das cervejas do grupo, aproveitando o aumento de popularidade das cervejas artesanais americanas no mundo. As apostas incluem mercados da Ásia e Europa. Em 2014, as exportações da companhia cresceram 91%.

Atualmente, a empresa exporta para 26 países em uma parceria de exportação com a empresa CraftCan Travel, que distribui marcas da Kona Brewing Company, Omission Beer, Redhook Brewery and Widmer Brothers Brewing no mundo.
http://lupamercantil.blogspot.com/

302219  - ch3481  -  30 Jul 2015, 07:55
ABEV3
Comparativo semestral LPA aumentou 17,5%
Comparativo semestral EBITDA aumentou 17,8%
RL comparativo semestral aumentou 12,5%
Aumentou Endividamento muuuuito pouco.....marginal, por assim dizer
E.....................o melhor...:-):-)
Durante o segundo trimestre, distribuímos aproximadamente R$ 1,6 bilhão em juros sobre capital próprio para nossos acionistas e recompramos cerca de R$ 400 milhões de ações  da Ambev, o que levou o total acumulado de pay-out para aproximadamente R$ 7 bilhões ou um aumento de 17% em relação ao mesmo período do ano anterior (incluindo dividendos, JCP e recompra).
[...]

256638  - ch3481  -  07 Mai 2014, 07:42
ABEV3.....;-);-);-);-);-);-);-);-);-);-);-);-)

Acréscimo LL comparativo tri's foi de 10%

Permanecemos no ativo....rs

http://www.rad.cvm.gov.br/ENETCONSULTA/frmGerenciaPaginaFRE.aspx?NumeroSequencialDocumento=36794&CodigoTipoInstituicao=2

Geração de caixa operacional e Lucro líquido: Nossa geração de caixa operacional no 1T14 evoluiu 48,8% em relação ao mesmo período do ano anterior, totalizando R$ 2.620,0 milhões. Nosso lucro líquido ajustado foi de R$ 2.603,4 milhões no trimestre, impactado positivamente pelo nosso desempenho operacional. O lucro por ação (LPA) ajustado correspondeu a R$ 0,16 no trimestre.

Olha a mensagem aos acionistas da ambev.

Vejam como uma administração atenta tem sempre maneiras de buscar cada vez melhores resultados....os numeros falam.....e na mensagem o porque dos numeros falarem

Mensagem aos Acionistas
2012 foi mais um ano positivo para a Ambev. Nossa estratégia comercial no Brasil continua dando resultados: nossa plataforma de inovações, nossa contínua expansão nas regiões Norte e Nordeste do país, nossos produtos premium e em garrafas retornáveis provaram ser o foco correto. As operações internacionais também entregaram um bom desempenho. A receita de LAS (América Latina Sul) e do Canadá foi suportada não apenas pelo crescimento da receita, mas também por bons indicadores de preferência de marca e de participação de mercado principalmente de Quilmes Cristal e Stella Artois na Argentina, e Bud Light e Michelob Ultra no Canadá. Igualmente importante, a integração da nossa recente aquisição na HILA-ex da Cervecería Nacional Dominicana gerou melhorias significativas nos resultados da região ao longo do ano.
No Brasil, sofremos com o aumento de impostos pelo segundo ano consecutivo e com crescimento econômico abaixo dos últimos anos. Diante desse quadro, nossas estratégias comerciais foram decisivas para impulsionar o crescimento de volume: iniciativas como a expansão da Antarctica Sub-Zero e o lançamento da nova lata de 550ml para Skol e Brahma, os volumes no Norte e no Nordeste continuaram a crescer acima da média do país, nossas marcas premium, lideradas por Budweiser, Stella Artois e Original seguiram com um ritmo de crescimento muito acima da indústria, e nossas garrafas retornáveis de 300ml para cerveja e 1L para o Guaraná Antarctica aumentaram cada vez mais sua presença pelo país.
Em 2012 investimos R$ 3.014,0 milhões, dos quais R$ 2.141,4 milhões no Brasil, para manutenção e ampliação da nossa capacidade produtiva e logística e compra de ativos comerciais necessários para o crescimento do nosso negócio.
Além desses investimentos para viabilizar o crescimento orgânico do nosso negócio, realizamos também uma aliança estratégica com a Cervecería Nacional Dominicana que resultou na criação da empresa de bebidas líder no Caribe. Essa transação marca uma nova etapa na expansão internacional da Companhia pela América Latina bem como das nossas perspectivas de crescimento na HILA-ex.
Já a América Latina Sul também obteve bons resultados em 2012 mesmo diante do cenário desafiador de indústria na Argentina. Continuamos ativos no mercado com inovações como Quilmes 1890, Quilmes Night e a nova garrafa retornável de 1 litro, além do bom desempenho de nossas marcas premium, lideradas por Stella Artois.
Na América do Norte, tivemos um ano positivo em que conseguimos crescer o EBITDA da operação e manter nossa posição de liderança no mercado, principalmente devido ao desempenho de Bud Light, que continua crescendo em participação de mercado, e Michelob Ultra, lançada ano passado no Canadá.
Gostaríamos, por fim, de agradecer à Gente Ambev, que mais uma vez fez a diferença. Nosso time foi comprometido como sempre com nossos objetivos e demonstrou foco em executar nossa estratégia até o final do ano.

169521 - israel007 -  27 Fev 2013, 13:23
AMBV4
Empresa: CIA BEBIDAS DAS AMERICAS - AMBEV Ação: AMBEV PN Setor: Consumo não Cíclico Subsetor: Bebidas
Resultado do 4º Trimestre de 2012

A companhia divulgou lucro líquido de R$ 3,7 B no 4° trimestre de 2012, crescimento de 48,3% em relação ao 3T12 e acréscimo de 22,7% em relação ao 4° trimestre de 2011. A receita líquida totalizou R$ 4,1 B neste trimestre, 27,4% superior que o terceiro trimestre de 2012, que foi de R$ 3,2 B. No mesmo período do ano anterior, a receita líquida havia atingido o valor de R$ 4,2 B.

O resultado corresponde a uma margem bruta de 54,9% contra 50,9% no 3T12 e 57,0% no mesmo período do ano passado. Já a margem líquida ficou em 90,3% no 4T12 contra 77,6% no trimestre ligeiramente anterior.

Os ativos totais registraram o saldo de R$ 49,3 B, aumento de 16,2% em relação ao saldo no mesmo trimestre do ano anterior. O patrimônio líquido atingiu a soma de R$ 28,9 B no 4T12, o que representou uma variação de 12,7% em relação ao saldo no 4T11.

Ao longo do trimestre, a ação oscilou 12,3% contra 3,0% do Ibovespa, enquanto que o valor de mercado atingiu R$ 267,6 B contra R$ 202,2 B no 4° trimestre de 2011.

165472 - mlopes_ml -  02 Fev 2013, 00:12
Ambev: subscrição

A Companhia de Bebidas das Américas – Ambev vem a público informar que, em Reunião do Conselho de Administração da Companhia, realizada nos dias 31 de janeiro e 1º de fevereiro de 2013, foi aprovado um aumento do capital social no valor máximo de R$ 410.100.557,25, mediante a emissão privada de até 2.520.657 novas ações ordinárias e até 1.970.481 novas ações preferenciais, ao preço de emissão de R$89,94 para cada ação ordinária e R$93,07 para cada ação preferencial, que, conforme previsto no artigo 170, §1º, inciso III, da Lei nº 6.404/76, correspondem ao preço médio na BM&FBOVESPA S.A. – Bolsa de Valores, Mercadorias e Futuros em 31 de janeiro de 2013, data em que foi auferido pela Companhia o benefício fiscal decorrente da amortização parcial da Reserva Especial de Ágio no exercício social de 2012, nos termos do caput do art. 7º da Instrução CVM nº 319/99.

....

I. Direito de preferência e prazo de subscrição: os acionistas, conforme respectivas participações societárias possuídas em 4 de fevereiro de 2013, após o fechamento do pregão, poderão exercer seus direitos de preferência para subscrição no aumento de capital social da Companhia, pelo prazo de 30 dias, que se iniciará em 5 de fevereiro de 2013 e se encerrará em 6 de março de 2013, inclusive....

....

II. Percentuais de subscrição: o direito de subscrição, fixado com base no número máximo de ações a serem emitidas no aumento de capital (2.520.657 ações ordinárias e 1.970.481 ações preferenciais), poderá ser exercido pelos acionistas da Companhia na proporção de 0,143628630% das respectivas participações societárias possuídas em 4 de fevereiro de 2013 após o encerramento do pregão, excluídas as ações em tesouraria.

163687 - PANICO2011 -  16 Jan 2013, 21:33
Fábricas da Ambev no Rio serão ampliadas em 2013
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16/01/201313h56 Comunicar erro Imprimir
A Ambev vai ampliar a capacidade de produção das suas duas fábricas no Estado do Rio de Janeiro ao longo de 2013. A afirmação foi feita há pouco pelo diretor regional do Rio de Janeiro da Ambev, Rafael Oliveira. Atualmente, o grupo tem duas fábricas no Rio: a maior delas - que também é a maior do país - no município de Campo Grande e a outra no município de Piraí.

Oliveira preferiu não informar o valor de investimento para a ampliação e nem em quanto a capacidade será ampliada. De acordo com o executivo, duas linhas de produção serão expandidas até o fim do ano. A estratégia de expansão está em linha com o crescimento das vendas das marcas da Ambev no Rio de Janeiro.

Oliveira destacou que a marca Brahma teve crescimento de 1,1 ponto percentual no Rio de Janeiro, atingindo a maior participação de mercado no Estado dos últimos seis anos, de 15,8%. A marca ocupa o segundo lugar no mercado de cervejas no Rio, perdendo apenas para a Antártica, que tem 36%.

"O crescimento de Brahma também tem sido influenciado pelo investimento que nós temos feito no futebol", disse Oliveira, que participou de coletiva de imprensa para a apresentação do camarote de Brahma, deste ano, na Marquês de Sapucaí, no Rio. Segundo o executivo, a empresa não planeja nenhuma mudança de estratégia para desenvolver o seu negócio.

Segundo Oliveira, os investimentos da Ambev em 2013 serão superiores que os feitos em 2012, principalmente em virtude de novos eventos estimulados pelos grandes eventos esportivos no país. Os patrocínios também tendem a crescer.

"As vendas começaram janeiro muito bem", disse Oliveira. Segundo ele, as vendas no verão devem ser superiores as vendas do mesmo período do ano passado. "O resultado do ano passado superou as expectativas. Esse ano deve superar também", frisou.

O executivo também evitou afirmar quando será feito o reajuste dos preços das cervejas este ano e qual será o valor. Oliveira apenas reiterou que o reajuste deverá ser inferior ao do ano passado, mas também não apresentou um motivo.

Os executivos da companhia não informaram valores de investimento, deste ano, no Carnaval. Em sua 23ª edição, o camarote da Brahma na Sapucaí este ano terá como tema "Seja quem você quiser". A principal personagem da campanha de Brahma este ano é a atriz e modelo Megan Fox, que gravou um comercial com a companhia que vai ao ar nesta semana em rede nacional. A atriz desembarca em fevereiro em sua primeira visita ao Brasil.

Com capacidade para mil convidados em cada uma das três noites e acesso exclusivo, o camarote tem 2.500 metros quadrados distribuídos em dois andares, além do piso térreo. O primeiro andar é a área dos bares e o segundo é o espaço para o samba, com um palco com diversas atrações musicais.

Nesta edição, o camarote da Brahma terá como parceiras as marcas Grendene, com Rider e Ipanema, Kibon, Beauty In, NET e a churrascaria Fogo de Chão.
(Marta Nogueira | Valor)

159507 - bommauricio - 06 Dez 2012, 13:06
E tem analista lendo o forum hehe. Se tiver gente seguindo-os, o book de venda de BGIP4 pode ficar pequeno ...hehe Banese começando a ficar conhecida...quem diria, ao lado de gigantes, como AMBEV e BRAP.

As melhores pagadoras de dividendos, de acordo com especialistas
Entre ações recomendadas estão presentes os setores de consumo e energia

Por Gabriella D'Andréa |9h50 | 06-12-2012 A A A
SÃO PAULO – Com a queda da taxa básica de juros, os investidores de renda fixa estão cada vez com mais dificuldades em conseguir retornos interessantes nas aplicações indexadas ao CDI (Certificado de Depósito Interbancário). E entre as alternativas que garantem uma renda periódica consistente, estão as ações de empresas boas pagadoras de dividendos. Para saber quem são essas grandes pagadoras é preciso olhar o dividend yield de cada uma, isso é, a taxa de retorno do investimento, calculada com base no pagamento de dividendos e juros sobre o capital próprio.
O InfoMoney conversou com especialistas para saber quais são as ações que têm se destacado. Confira as indicações:
[...]
AmBev (AMBV4) – A AmBev, que recentemente tomou o posto da Petrobras de empresa mais valiosa do país, é uma das melhores pagadoras de dividendos. O Diretor técnico da Apogeo Investimentos, Paulo Bittencourt, ressalta que, diferentemente de muitas companhias, a AmBev não é afetada pelo desempenho da economia como um todo, pois atua com um consumo mais pulverizado.
“A demanda da empresa é grande, ela não está endividada e seus múltiplos estão na média do setor”, afirma. Além disso, a empresa apresenta resultados consistentes e capacidade de ampliar o caixa sem mexer nos custos, diz o executivo.
[...]

158165 - renato1631 -  25 Nov 2012, 21:26
Administração eficiente!

Ambev vai espalhar bares pelo país para vender mais cerveja

DO "FINANCIAL TIMES"

Braço latino-americano da maior cervejaria do mundo, a Ambev planeja lançar uma rede de bares pelo Brasil, como forma de impulsionar ainda mais as vendas de suas marcas como a Brahma e a Skol.

A operação seria semelhante à da franquia: terceiros teriam a propriedade e a gestão dos bares, e receberiam treinamento, marketing e equipamento básico da Ambev.

O movimento tem como alvo o crescimento do consumo no Brasil, que fez do país um dos líderes em vendas de uma variedade de produtos, de ração para cães a produtos de beleza. Parte desses consumidores, no entanto, está em regiões remotas, sem um comércio estabelecido, o que deixa o consumo dependente da venda direta, opção inviável para fabricantes de bebidas.

A estratégia, portanto, para vender mais cervejas passa pela expansão da rede de bares. A Ambev testou o negócio com o projeto piloto Nosso Bar, em São Paulo, e o sucesso da iniciativa fez a empresa considerar a ampliação nacinal, diz o vice-presidente de Finanças, Nelson Jamel.

Segundo ele, a ideia de uma rede com acompanhamento da empresa surgiu quando notaram que muitos dos bares abertos em regiões remotas fechavam logo depois, em meio a uma onda de queixas a respeito de sujeira, cerveja quente e televisores inadequados para assistir a jogos de futebol.

BANHEIRO FEMININO

Para abrir um Nosso Bar será preciso investir de R$ 30 mil a R$ 50 mil. A Ambev vai orientar sobre o melhor ponto, fornecer manuais e treinar as equipes.A primeira regra será que o bar terá que ter dois banheiros, um feminino e um masculino, diz Jamel. Outras orientações do manual dizem respeito ao tipo de entretenimento possível, como, por exemplo, música ao vivo.

A cervejeira brasileira não é a primeira a usar bares próprios para atingir seu público. A britânica Diageo, que em maio anunciou a compra da marca brasileira de cachaça Ypióca, adquiriu junto uma rede de mais de cem bares de marca própria, além de uma equipe de pintores cuja missão é pintar os estabelecimentos nas cores amarelo e vermelho, típicas da marca.

Os bares da Ypióca, concentrados em Fortaleza, no Ceará, servem apenas esta marca de cachaça, mas alguns oferecem também cerveja e uísque.

O conglomerado do qual a Ambev faz parte, Anheuser-Busch InBev, também já usou o conceito de bar próprio em outros países do mundo. Os Belgium Beer Cafes, que servem cervejas belgas, dentre elas a Stella Artois, de propriedade do grupo InBev, começaram a ser abertos em 1998 e hoje levam bebidas da marca a cidades como Kiev (Ucrânia), Sydney (Austrália), Tóquio (Japão) e Dubai (Emirados Árabes).

http://www1.folha.uol.com.br/mercado/1191045-ambev-vai-espalhar-bares-pelo-pais-para-vender-mais-cerveja.shtml

154436 - Titopff -  31 Out 2012, 10:15
Lucro da Ambev salta a R$ 2,5 bilhões apesar de vendas menores

No terceiro trimestre lucro líquido da maior fabricante de bebidas do país aumentou 50%

SÃO PAULO - A Ambev (AMBV3; AMBV4) viu seu lucro líquido saltar quase 50 por cento no terceiro trimestre, apoiada em forte crescimento de receita, apesar da desaceleração no volume de vendas decorrente de preços mais altos.

Ambev - Brahma - cervejas
A maior fabricante de bebidas do país teve lucro líquido de 2,51 bilhões de reais entre julho e setembro, 48,7 por cento superior ao apurado um ano antes. A receita cresceu 15 por cento, a 8,04 bilhões de reais.

No período, a geração de caixa medida pelo Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) somou 3,79 bilhões de reais, alta anual de 17,5 por cento, com a margem praticamente estável, passando de 47 a 47,2 por cento.

O volume de vendas nos três meses até setembro totalizou 40,5 milhões de hectolitros, queda orgânica de 0,5 por cento sobre um ano antes, sendo que o volume de cerveja teve leve alta de 0,3 por cento, enquanto o de bebidas não-alcoólicas caiu 2,3 por cento.

Se consideradas apenas as operações no Brasil, o volume de cerveja subiu ligeiro 0,2 por cento e de bebidas não-alcoólicas cresceu leve 0,4 por cento, em meio a um ambiente marcado por aumento de preços decorrente de tributações sobre o setor de bebidas.

"Uma parte substancial de nossos aumentos de preço ao varejo ocorreu no final do terceiro trimestre e incluiu não somente o repasse dos impostos mais elevados, mas também os ajustes de preços que historicamente fazemos no quarto trimestre de cada ano", afirmou a Ambev no balanço.

Por outro lado, a companhia foi beneficiada pela decisão do governo, anunciada no final de setembro, de adiar o aumento de impostos sobre a cerveja para abril de 2013 em troca de investimentos por parte das empresas, o que levou a Ambev a anunciar reduções de preço que devem se refletir no atual trimestre.

Nesse sentido, a Ambev reiterou o compromisso de investir até 2,5 bilhões no Brasil no fechado deste ano. Deste total, 1,96 bilhão foram desembolsados até setembro, sendo cerca de 75 por cento voltados ao Brasil.

Nesta quarta-feira (31), a companhia também anunciou investimento de 550 milhões de reais para construção de uma nova fábrica em Uberlândia (MG), que terá capacidade de produzir até 8 milhões de hectolitros de cerveja.
http://www.infomoney.com.br/ambev/noticia/2598774/Lucro-Ambev-salta-bilhoes-apesar-vendas-menores

150673 - dusteffen -  02 Out 2012, 10:53
Imposto menor faz banco elevar estimativas para Ambev

Por Adriana Meyge | De São Paulo

As mudanças na tributação do setor de cerveja no Brasil, anunciado pelo governo após o fechamento do mercado na sexta-feira, foram recebidas positivamente por empresas, analistas e investidores.

O Itaú BBA elevou as expectativas de vendas da Ambev e o preço-alvo das ações da companhia ao fim de 2013, de R$ 80,5 por ação para R$ 82 por ação. Os papéis da maior fabricante de cervejas do país encerraram o pregão ontem cotadas a R$ 78,8, em alta de 2,2% (o Ibovespa subiu 0,7%). No ano, as ações acumulam valorização de 20,2%.

A Receita Federal decidiu adiar para abril o aumento da carga tributária do setor, antes previsto para iniciar este mês. Além disso, a alíquota será inferior à programada. Isso porque o índice que multiplica a base de cálculo de IPI, PIS e Cofins, que seria elevado em 25%, gradativamente, ao longo de quatro anos, agora será reajustado num prazo maior, de seis anos.

Com as novas regras, os preços ao consumidor terão um aumento menor do que o mercado esperava. A estimativa da CervBrasil - associação criada em maio por Ambev, Schincariol, Heineken e Petrópolis - era que, com o aumento da carga tributária, os preços ao consumidor subissem 4% a partir de ontem. Agora, a perspectiva é que as indústrias reajustem os preços de acordo com a inflação do setor, afirma Paulo Macedo, presidente da CervBrasil. Mas, segundo ele, os aumentos dependem da política de cada empresa e de eventuais aumentos de custos de matéria-prima.

A Receita calcula que as empresas implementem um aumento de preços médio, a partir de agora, de 2,15% contra os 2,85% previstos antes. Para o Itaú BBA, a Ambev vai precisar de um reajuste de 1% este mês - ante aos 2% estimados pelo banco anteriormente - e de 0,4% em abril. O Bank of America Merrill Lynch estima que o aumento de preços exigido será de 1,3% em outubro e de 0,2% em abril.

Considerando um reajuste mais leve, o Itaú BBA prevê que a Ambev tenha maiores volumes de vendas no último trimestre deste ano e em 2013. O banco espera um crescimento de 1,5% no quarto trimestre em termos anuais, na comparação com a estimativa anterior de volumes estáveis. Para 2013, a expectativa é de crescimento de 4,5% contra 4,1%. Segundo Macedo, o setor é muito sensível a preço. Portanto, com a manutenção da carga tributária até abril, "a perspectiva de crescimento de volume é maior".

Por Tetzner
·  PERFIL DA EMPRESA:

- Empresa de capital aberto, com sede em São Paulo, no Brasil, a Companhia de Bebidas das Américas (Ambev) integra a maior plataforma de produção e comercialização de cervejas do mundo: a Anheuser-Busch InBev (AB InBev).

Individualmente, somos a quarta maior cervejaria do mundo e líderes do mercado latino-americano, produzindo e comercializando cervejas, refrigerantes e bebidas não carbonatadas.  

Mantemos operações em 14 países das Américas, a partir de cinco unidades de negócio: Cerveja Brasil, a maior operação, com aproximadamente 70% do mercado; RefrigeNanc Brasil, com refrigerantes, bebidas não alcoólicas e não carbonatadas; Quinsa (Argentina, Bolívia, Chile, Paraguai e Uruguai); Hila-ex (Equador, Guatemala, Nicarágua, El Salvador, Peru, República Dominicana e Venezuela) e Canadá.       

PAINEL DE INDICADORES
10/11/11





SELIC
11,50%
Ativo
R$
PL
VP
GR
DY
LA
Dv
Ml
EB
MS
AMBV4
  57,49
21,5
7,22
155,5
4,4%
4,6%
0,2
26%
4,6%
-52,5%

Período Analisado: 3T11 -  3o Trimestre de 2.011  ( Julho/Agosto/Setembro )


·  PONTOS POSITIVOS:
- Nosso EBITDA normalizado totalizou R$ 2.952,8 milhões no 3T11 +14,3$ x 2T11 e  um crescimento orgânico de 13,5% x3T10
- a margem continuou a expandir alcançando 46,3% no período +2,1p.p. +4,7% x2T11

- a geração de caixa operacional no trimestre foi de R$ 3.420,8 milhões +32%  x2T11, um aumento de 32,9% comparado com o mesmo período de 2010. 
- Nosso lucro líquido normalizado foi R$ 1.645,4 milhões +11,6% x2T11 e  (-9,5% x 3T10 ), 
- Lucro/Custo do Produto atingiu a razão de 3  uma melhora de 4% 
·  PONTOS NEGATIVOS
- lucro por ação normalizado (LPA) 0,54 -10% x 2T11 e -9,9%x3T10.
 
·  VISÃO ESTRATÉGICA
- Manteremos nosso foco voltado para as regiões Norte e Nordeste do país após a implementação de nossos planos de CAPEX, que trouxeram expansão da capacidade de 4 plantas da região além da instalação de uma nova fábrica em Pernambuco. Continuamos também com foco no segmento premium, com o lançamento com sucesso da Budweiser no Brasil e a evolução e forte execução da Stella Artois. Inovação e produtividade ainda são nossas prioridades para aumentar os indicadores de preferência pelas nossas marcas enquanto geramos recursos para investir no mercado e nos conectar com nossos consumidores.    
- Para 2012, também esperamos ser beneficiados pelo forte crescimento da renda disponível no Brasil, resultado do já antecipado aumento do salário mínimo no país no início do ano que vem, que será de 7,5% em termos reais e deverá alavancar a indústria com maiores taxas de crescimento. Como preparação para atender a este crescimento de demanda, o plano divulgado de investimento de até R$ 2,5 bilhões no Brasil em 2011 continua em andamento, sendo que já investimos aproximadamente R$ 2,1 bilhões até a data.

·  CURIOSIDADES
- No Brasil, a indústria de bebidas retomou o crescimento após a difícil comparação com a Copa do Mundo. Nosso volume de cerveja aumentou 1,7% no trimestre principalmente devido à melhor indústria e também ao ganho de 150 pontos-base de market share desde o começo do ano. Nosso volume de refrigerantes e não–alcoólicos cresceu 6,4% com um ganho de 70 pontos-base de market share. Nosso EBITDA normalizado no Brasil aumentou 13,3% no trimestre com expansão de margem de 150 pontos-base.             

·  OPINIÃO DO ANALISTA

- Gosto dos produtos da empresa, pelo meu sobrenome, vocês já tem uma idéia do que eu estou falando rs Seu carater defensivo atraiu muitos investidores este ano sendo uma das poucas com oscilações positivas em quase todos os períodos de análise. Além das marcas, a verdade é que ela possui um produto que vai bem nas crises e na bonança; como eu costumo dizer, a pessoa bebe se está triste, bebe se está feliz, no aniversário ou no natal, seja refrigerantes ou alcoolicos.Mesmo com o aumento dos impostos, ela conseguiu repassar aos preços sem perder competitividade, apresentando expressivo aumento de margens neste ano. Seu único concorrente acaba sendo ela mesma. Depois de tanto crescimento, acaba sendo inevitável mais cedo ou mais tarde provocar frustrações não por má performance, mas simplesmente por performar "normalmente" e não excepcionalmente como tem feito.     

63809 - small caps - 13/Fev/2011 15:47
citação: WK2007Small e demais colegas, o que vocês acham de ambv4?
Excelente empresa, muito bem administrada!
Passa no quesito qualidade, valor, portanto.
No entanto, múltiplos caros, crescimento futuro embutido nos preços. Assim, já está precificado a sua qualidade superior.

29336 - williamcw - 04/Mar/2010 14:35 
Sei que não é small mas o que vocês acharam do resultado da Ambev?


O P/L mais alto pode ser justificado por ser uma empresa de crescimento?

5268 - NotwenCardozo - 07/Mai/2009 08:36
SÃO PAULO, 7 de maio de 2009 - A AmBev (AMBV3, AMBV4) divulgou nesta quinta-feira que o lucro líquido da companhia alcançou R$ 1,612 bilhão no primeiro trimestre do ano, valor 32,2% maior que o R$ 1,219 bilhão registrado no mesmo período do ano anterior, informou a empresa por meio de comunicado. De acordo com a companhia, o principal motivo para o lucro foi o aumento da performance operacional na maioria dos países onde opera, além de ganhos não recorrentes, parcialmente impactados por maiores taxas de impostos.

A receita líquida chegou a R$ 5,655 bilhões, alta de 17% ante ao mesmo período de 2008. O Ebitda (Lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) registrado foi de R$ 2,8 bilhões, número 32,2% maior que os R$ 2,102 bilhões anotados um ano antes.

A administração disse encarar o ano como 'bastante desafiador'. "Temos observado uma tendência de desaceleração nos volumes da indústria na maioria dos mercados nos quais operamos, como resultado da atual situação econômica mundial".

Os volumes de cerveja e de refrigerantes no Brasil cresceram 7,6% e 12,6%, respectivamente. Segundo a AmBev, tal desempenho deve-se a um aumento da renda disponível decorrente do aumento de 12% do salário mínimo e da desaceleração da inflação dos alimentos, clima mais favorável e calendário favorável ao Carnaval.

As ações ordinárias da AmBev encerraram a última sessão com queda de 1,19%, vendidas a R$ 100,00. Os papéis preferenciais, mais negociados, fecharam o dia com desvalorização de 0,87%, negociadas a R$ 124,90. O Ibovespa subiu 1,64%.

Visão Geral da Companhia de Bebidas das Américas – AmBev

Com operações em 14 países pelas três Américas, a AmBev é a quinta maior cervejaria do mundo e a líder do mercado latino americano. As operações da Companhia consistem na produção e comercialização de cervejas, chopes, refrigerantes, outras bebidas não alcoólicas e malte, dividindo-se em três unidades de negócio:

* Operações Brasil, representada pelas vendas de (i) cerveja (“Cerveja Brasil”); (ii) refrigerantes e bebidas não alcoólicas e não carbonatadas (“RefrigeNanc”); e (iii) malte e sub-produtos;

* América Latina Hispânica (HILA), representada pela participação atual de 59,2% da AmBev em Quinsa (Argentina, Bolívia, Chile, Paraguai e Uruguai), bem como pelas operações da Companhia no norte da América Latina (El Salvador, Equador, Guatemala, Nicarágua, Peru, República Dominicana e Venezuela); essas últimas operações, agrupadas, são designadas por HILA-ex (HILA excluindo Quinsa); e

* América do Norte, representada pela operações da Labatt Brewing Company Limited (“Labatt”), incluindo vendas domésticas de cerveja no Canadá e exportações para os Estados Unidos (“EUA”).

As principais marcas da AmBev incluem Skol (a terceira cerveja mais consumida no mundo), Brahma, Antarctica, Bohemia, Original, Quilmes, Labatt Blue, Brahva e Guaraná Antarctica. Além disso, a AmBev é a maior engarrafadora da PepsiCo fora dos EUA. Através de um acordo de "franchising", a Companhia vende e distribui os produtos Pepsi no Brasil e em outros países da América Latina, incluindo Pepsi, Lipton Ice Tea e o isotônico Gatorade.

O risco de crédito da AmBev como emissor de dívida em moeda nacional e estrangeira detém a classificação de grau de investimento segundo a Standard and Poor’s e a Fitch Ratings.

Ao longo dos últimos anos a AmBev vem crescendo em outros mercados sul-americanos, a saber: Argentina, Venezuela, Uruguai, Paraguai, Peru, Bolívia, Chile e Equador e América Central.

A meta da AmBev é figurar entre as Companhias de bebidas mais rentáveis do mundo em termos de margem EBITDA e crescimento EVA. Entre as alavancas para o alcance desse objetivo destacam-se a sólida administração e forte cultura, suas marcas líderes e a ampla rede de distribuição.

Breve Histórico

A Companhia de Bebidas das Américas—AmBev é sucessora da Companhia Cervejaria Brahma e da Companhia Antarctica Paulista, duas das cervejarias mais antigas do Brasil.

Em 31 de março de 2001, a Brahma foi incorporada pela Antarctica, e a Antarctica alterou sua razão social para Companhia Brasileira de Bebidas (CBB). Essas transações não tiveram efeito sobre as demonstrações financeiras consolidadas da AmBev, pois cada uma das entidades era integralmente controlada pela AmBev.

Em 31 de janeiro de 2003, a AmBev concluiu uma combinação com a Quilmes Industrial (Quinsa), através da qual a AmBev adquiriu uma participação econômica inicial de 40,5% na Quinsa e estabeleceu uma presença líder nos mercados de cerveja da Argentina, Bolívia, Paraguai e Uruguai.

Em 2003 e no primeiro trimestre de 2004, a AmBev expandiu sua presença no norte da América Latina por meio de uma série de aquisições pelas quais estabeleceu um apoio em vários mercados de bebidas, tais como América Central, Peru, Equador e República Dominicana.

Em 27 de agosto de 2004, a AmBev e a Interbrew S.A./N.V. (atualmente conhecidas como InBev), cervejaria belga, fecharam uma combinação de empresas que envolveu a fusão de uma controladora indireta da Labatt, uma das cervejarias líderes do Canadá, na AmBev. Ao mesmo tempo, os acionistas controladores da AmBev concluíram a contribuição de todas as ações de uma controladora indireta da AmBev para a InBev em troca de ações recém-emitidas da InBev.

Em 31 de maio de 2005, a CBB fundiu-se à AmBev, uma transação que simplificou a estrutura societária da AmBev.

Em 28 de julho de 2005 a InBev Brasil foi incorporada pela AmBev.

Em 3 de agosto de 2005, AmBev, BAC e Quinsa celebraram um acordo a partir do qual Quinsa concordou em adquirir a participação de 5.32% de BAC na QIB, subsidiária de Quinsa que controla as subsidiárias operacionais, pelo montante aproximado de US$119 milhões. Como resultado dessa operação, Quinsa possui agora 92,95% de QIB, enquanto a AmBev possui os 7,05% restantes. Considerando a participação direta e a participação indireta via Quinsa de 56,72%, a AmBev possui, no exercício findo em 31 de março de 2006, 59,8% da QIB.

Em 12 de abril de 2006, o CADE autorizou a venda da marca “Marathon” à empresa Globalbev, a qual havia adquirido a marca através de leilão realizado em 13 de fevereiro de 2006.

Em 13 de abril de 2006, a AmBev anunciou a celebração de um acordo com a BAC, acionista controladora da Quinsa, segundo o qual BAC concordou em alienar sua participação restante na Quinsa para a AmBev, por um montante de aproximadamente US$1.2 bilhões, sujeito a alguns ajustes relativos à distribuição de dividendos e juros. Com o fechamento da operação, a participação da AmBev na Quinsa aumentará de 56,72% para 91,18% do capital acionário. Essa transação foi concluída em 8 de agosto de 2006 e a Ambev pagou à BAC aproximadamente US$ 1,2 bilhões.

Em 25 de janeiro de 2007, a AmBev anunciou que a Commission de Surveillance du Secteur Financier (“CSSF”) de Luxemburgo aprovou o instrumento de oferta pública (o “Instrumento de Oferta Pública”) com relação à oferta pública voluntária para a aquisição de até 6.872.480 ações Classe A e até 8.661.207 ações Classe B (incluindo ações Classe B detidas na forma de American Depositary Shares (“ADS”)) de emissão da sua subsidiária Quilmes Industrial (Quinsa), Société Anonyme (“Quinsa”), que representam as ações Classe A e Classe B em circulação (incluindo ações Classe B detidas na forma de ADSs) que não são de propriedade da AmBev ou de suas subsidiárias. O preço ofertado foi de U.S.$3,35 por ação Classe A, U.S.$33,53 por ação Classe B (U.S.$67,07 por ADS), líquidos ao vendedor em dinheiro (deduzidos quaisquer valores retidos de acordo com legislação tributária aplicável) e sem juros, valor correspondente ao mesmo preço por ação pago pela AmBev à Beverage Associates (BAC) Corp. (“BAC”) em 8 de agosto de 2006, na aquisição do controle de Quinsa detida pela BAC. Em 19 de abril de 2007, a prazo para a oferta terminou e a quantidade mínima de ações exigida para a conclusão da oferta pública – 3.939.387 ações Classe B (incluindo ações Classe B detidas na forma de ADSs) – não foi alcançada, de forma que a oferta pública terminou e foi retirada sem que a BAH adquirisse qualquer ação Classe A ou Classe B (incluindo ações Classe B detidas na forma de ADSs). Todas as ações Classe A e Classe B (incluindo ações Classe B detidas na forma de ADSs) que foram depositadas foram imediatamente devolvidas a seus respectivos titulares.

Em 1º de fevereiro de 2007, a AmBev anunciou que sua subsidiária Labatt Brewing Company Limited (“Labatt”) celebrou contrato com Lakeport Brewing Income Fund (“Lakeport”), por meio do qual a Labatt ofereceu um preço de CAD$28,00 por cota (Unit) de Lakeport, totalizando CAD$201,4 milhões. A transação foi concluída em 30 de março de 2007, quando os detentores de cotas representando 91,43% do total depositaram suas ações e as condições da oferta foram aceitas. Após a aquisição compulsória das Units não depositadas, a Lakeport se tornou subsidiária integral da Labatt.

Em 28 de março de 2007, a AmBev anunciou a assinatura de um Contrato de Compra e Venda da totalidade das quotas da sociedade Goldensand Comércio e Serviços Lda. (“Goldensdand”), controladora da Cervejarias Cintra Indústria e Comércio Ltda (“Cintra”). O valor total da operação foi de aproximadamente US$ 150 milhões e não incluiu a aquisição das marcas e dos ativos de distribuição da Cintra. A transação foi concluída em 17 de abril de 2007 

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