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sexta-feira, 29 de março de 2019

Bombril (BOBR)



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A2018/4T2018 -
Paulo Prof - 
Embora tenha postado lucros nos dois últimos exercícios, dificilmente a empresa escapará de uma 2a. recuperação judicial.
Os Resultados Contábeis de 2017 foram impactados por não recorrências, como a venda da marca Lysoforme (R$ 47,2 milhões), créditos de PIS/COFINS (R$ 22 milhões), e o uso da base negativa de IR/CS (R$ 24,7 milhões).
Em 2018, houve uma receita relativa à reclassificação do saldo de ajuste acumulado de conversão de balanço devido a liquidação da controlada Bombril Overseas, no valor de R$ 156,5 milhões.
Em 2018, se esta receita de R$ 156,5 milhões for expurgada do resultado financeiro, o Resultado Antes dos Impostos teria sido negativo em R$ 89 milhões, com a maior parte destes contabilizados no 2o. semestre.
A hora da verdade poderá estar se aproximando ... exercício de 2019 pode não haver mais não recorrentes para servir de tábua de salvação,

3T2018 -
marcosvinicius2 -
PAPEL SOBREVALORIZADO ( * ). RECEITA LIQUIDA = Em linha com os efeitos já comentados no tópico da ROB, a receita líquida de vendas (ROL) do 3T18 foi melhor 1,4% frente a 3T17, alcançando R$ 285,8 milhões. Já no acumulado 9M18, também em linha com os comentários do tópico da ROB, a ROL apresentou um recuo de 5,4% frente ao mesmo período de 2017, atingindo a marca de R$ 765,5 milhões; EBITDA = O EBITDA do 3T18, foi negativo em R$ 1,8 milhões contra a marca de R$ 51,7 milhões positivo do mesmo período de 2017, apresentando uma redução de R$ 53,5 milhões. Quando desconsideramos o impacto positivo dos itens não recorrentes do 3T17, decorrente de outros créditos extemporâneos, no montante de R$ 12,3 milhões, o EBITDA alcança R$ 39,4 milhões, contra um EBITDA de R$ 32,4 milhões do 3T18, também desconsiderando o efeito não recorrente da provisão de honorários de êxito do processo do T’Bills, registrado no trimestre, no valor de R$ 34,2 milhões. A comparação dos períodos na mesma base indica uma queda de 17,8% ou R$ 7,0 milhões. No acumulado de nove meses (9M18) o EBITDA foi positivo em R$ 25,9 milhões, contra R$ 156,5 milhões em igual período de 2017. Desconsiderando os efeitos não recorrentes em 2017, decorrentes principalmente da venda da marca Lysoforme de outros créditos extemporâneos, além da da constituição da PCLD (provisão para crédito de liquidação duvidosa), que trouxeram um impacto líquido positivo de R$ 52,4 milhões no resultado operacional, este atingiuo valor de R$ 104,1 milhões.

2T2018 -
Paulo Prof - 
Em relação ao 3T17, especialmente no que concerne a última linha, o resultado teria sido pífio. Mas o resultado do 2T17 foi fortemente impactado por uma receita relativa a ativos diferidos. Comparado com os resultados do 1T18, entretanto, embora o resultado antes dos impostos tenha mostrado uma pequena involução, o lucro líquido evoluiu.
A "qualidade" da carteira expandida de créditos medida pela relação PDD/Carteira Expandida mostrou uma melhora absurda ... passando de 7,29% no 1T18, para 5,76%. Por outro lado, o índice de inadimplência aumentou muito, do 1T18 para o 2T18 (de 4,22% anualizado para 9,31%). É como se o banco tivesse decidido "limpar" a carteira. baixando a prejuízo (ou vendendo a outrem) boa parcela dos créditos em atraso. Há que se ler o relatório para entender o que houve.
De qualquer forma, o ativo está, como me expresso eventualmente: barato prá caramba! Infelizmente, não há "drivers" que permitam o preço do ativo ser determinado de acordo com os fundamentos e o DY projetado não é lá aquela Brastemp!

marcosvinicius2  -
PAPEL SOBREVALORIZADO ( * ). RESULTADO OPERACIONAL BRUTO = O resultado operacional bruto no 2T18 foi R$ 112,8 milhões, registrando uma queda de 8,9% quando comparado ao 2T17. Nesta mesma visão, a rentabilidade bruta foi 42,1%, ficando 2,9 p.p. pior em relação ao mesmo período de 2017. No 1S18, o desvio alcançou 3,9 p.p., impactado principalmente pela queda do volume de vendas, e a forte valorização da moeda norte-americana frente ao Real, no período.; DESPESAS/RECEITAS OPERACIONAIS = No 2T18 as despesas e receitas operacionais, quando comparadas ao 2T17 nas mesmas bases, apesar de uma inflação acumulada (IPCA) de 4,4% no período,registraram um pequeno aumento de 1,4%, demonstrando ganhos de eficiência. No acumulado do 1S18, o ganho é ainda maior, uma vez que houve uma redução de 2,0%.; EBITDA = O EBITDA do 2T18, foi positivo em R$ 19,4 milhões(queda de 4,4 p.p. na rentabilidade), fortemente impactado pelo baixo volume de vendas. Além disso, os custos foram fortemente impactados pela desvalorização do Real frente à moeda norte-americana. O acumulado 1S18 ficou em R$ 27,7 milhões, quando desconsiderado os eventos não recorrentes de 2017, decorrentes da venda da marca Lysoform e da constituição da PCLD, relativa à falência de empresa devedora com quem a Bombril detinha créditos a serem aplicados na contratação de mídia, pode ser observada uma queda de R$ 37,0 milhões frente ao mesmo período de 2017. 

A2017/4T2017 -
Paulo Prof - 
Os Resultados Contábeis da BOBR relativos a 2017 e o 4T17 foram muito bons. Infelizmente, entretanto, ambos foram impactados por não recorrências, como a venda da marca Lysoforme, o uso da base negativa de IR/CS, etc., que turbinaram os resultados.
Se a Bombril fosse uma empresa numa situação "normal", com zero outras receitas/despesas operacionais e com o IR/CS incidindo na alíquota normal de 34%, em vez de postar os lucros líquidos contábeis de R$ 30,6 milhões no 4T17 e de R$ 126,8 milhões em 2017, teria postado, respectivamente, lucros de apenas R$ 1,1 milhões no trimestre e R$ 21 milhões no exercício.
Anualizando os resultados "recorrentes" (ou seja, eliminando as outras receitas/despesas) do 2S17, obtém-se, aproximadamente,
Receita Líquida: R$ 1.14 milhões
Resultado Bruto: R$ 510 milhões
Despesas Operacionais: (R$ 400 milhões)
EBIT: R$ 110 milhões
Resultado Financeiro Negativo: (R$ 50 milhões)
Resultado Antes dos Impostos: R$ 60 milhões
Resultado Líquido: R$ 40 milhões
Depreciação/Amortização: R$ 24 milhões
Ebitda: R$ 134 milhões
Para a base atual de ações, considerando um horizonte de 5 anos, este lucro "recurrente" teria que crescer 8,5% por ano em termos reais, para justificar o preço atual. Se for considerada a base ações que deverá vigorar no ano que vem ... sai de baixo!
A Receita Líquida da empresa está estagnada numa faixa um pouco inferior aos E# 1,1 bilhões. Quem estiver interessado no ativo deve tentar verificar se isto é conjuntural ou não. Por outro lado, não se pode deixar reconhecer que a empresa evoluiu enormemente no que tange custos (a margem bruta vem evoluindo fortemente) e despesas. Em consequência, apesar da estagnação da receita, há uma ótima evolução do EBIT. Por outro lado, também não se pode deixar de reconhecer a enorme evolução no que tange o Resultado Financeiro Negativo, que vem diminuindo sensivelmente a cada exercício. Finalmente, há que se observar que, embora a situação financeira tenha melhorado, a empresa continua vendendo o almoço para comprar a janta.
Na minha opinião, portanto, embora a empresa tenha melhorado em todos os aspectos, ainda está longe de ser o suficiente para considerar adquirir o ativo nos preços atuais.
Características

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359855 - paulo_prof - 29 Mar 2019, 03:33
Embora tenha postado lucros nos dois últimos exercícios, dificilmente a empresa escapará de uma 2a. recuperação judicial.

Os Resultados Contábeis de 2017 foram impactados por não recorrências, como a venda da marca Lysoforme (R$ 47,2 milhões), créditos de PIS/COFINS (R$ 22 milhões), e o uso da base negativa de IR/CS (R$ 24,7 milhões).

Em 2018, houve uma receita relativa à reclassificação do saldo de ajuste acumulado de conversão de balanço devido a liquidação da controlada Bombril Overseas, no valor de R$ 156,5 milhões.

Em 2018, se esta receita de R$ 156,5 milhões for expurgada do resultado financeiro, o Resultado Antes dos Impostos teria sido negativo em R$ 89 milhões, com a maior parte destes contabilizados no 2o. semestre.

A hora da verdade poderá estar se aproximando ... exercício de 2019 pode não haver mais não recorrentes para servir de tábua de salvação,


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BOBR4

PREÇO: R$ 2,29

PAYOUT (mínimo) 25%



Múltiplos baseados nos últimos 12 meses

P/L 3,92

P/VPA -1,14

PSR 0,26

DY 6,38%

EV/EBITDA 30,22

MARGEM BRUTA 41,9%

MARGEM OPERACIONAL 6,5%

MARGEM LÍQUIDA 6,7%

LUCRO POR AÇÃO R$ 0,585

MARGEM EBITDA 1,8%

DÍVIDA BRUTA/PATRIMÔNIO LÍQUIDO -198,7%

ROE -29,07%

LIQUIDEZ CORRENTE 0,54



Taxas de Crescimento Nominal

a) últimos 12 meses vs 12 meses terminados no 4T17

RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA -4,56%

RESULTADO BRUTO -11,84%

RESULTADO FINANCEIRO passou de negativo para positivo

RESULTADO OPERACIONAL -33,71%

RESULTADO LÍQUIDO -44,67%

EBITDA -90,54%



b) 4T18 vs 4T17

RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA -2,32%

RESULTADO BRUTO -9,49%

RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO +43,42%

RESULTADO OPERACIONAL passou de positivo para negativo

RESULTADO LÍQUIDO passou de positivo para negativo

EBITDA passou de positivo para negativo



c) lucro (taxa média anual)

UA -44,67%

U2A passou de negativo para positivo

U3A passou de negativo para positivo



d) patrimônio líquido médio NEGATIVO

UA -1,46%

U2A -19,00%

U3A 17,17%



e) ebitda (taxa média anual)

UA -90,54%

U2A -30,37%

U3A -161,36%

U4A -34,50%

U5A -24,90%

U6A -20,73%

U7A -18,44%

U8A -15,70%



Preço justo fornecido pela fórmula do FCD para uma taxa média de crescimento real nulo do lucro líquido dos últimos 12 meses durante 5 anos, perpetuidade real nula e taxa de desconto real de 8%: R$ 7,31

Ou, taxa de crescimento real do lucro líquido dos últimos 12 meses necessária, durante os próximos 5 anos, para que o preço justo fornecido pela fórmula do FCD seja igual ao preço corrente (com uma perpetuidade real nula e taxa de desconto anual real de 8%): -25,0

356164 - marcosvinicius2 -  24 Nov 2018, 22:25
COMENTÁRIO: PAPEL SOBREVALORIZADO ( * ). RECEITA LIQUIDA = Em linha com os efeitos já comentados no tópico da ROB, a receita líquida de vendas (ROL) do 3T18 foi melhor 1,4% frente a 3T17, alcançando R$ 285,8 milhões. Já no acumulado 9M18, também em linha com os comentários do tópico da ROB, a ROL apresentou um recuo de 5,4% frente ao mesmo período de 2017, atingindo a marca de R$ 765,5 milhões; EBITDA = O EBITDA do 3T18, foi negativo em R$ 1,8 milhões contra a marca de R$ 51,7 milhões positivo do mesmo período de 2017, apresentando uma redução de R$ 53,5 milhões. Quando desconsideramos o impacto positivo dos itens não recorrentes do 3T17, decorrente de outros créditos extemporâneos, no montante de R$ 12,3 milhões, o EBITDA alcança R$ 39,4 milhões, contra um EBITDA de R$ 32,4 milhões do 3T18, também desconsiderando o efeito não recorrente da provisão de honorários de êxito do processo do T’Bills, registrado no trimestre, no valor de R$ 34,2 milhões. A comparação dos períodos na mesma base indica uma queda de 17,8% ou R$ 7,0 milhões. No acumulado de nove meses (9M18) o EBITDA foi positivo em R$ 25,9 milhões, contra R$ 156,5 milhões em igual período de 2017. Desconsiderando os efeitos não recorrentes em 2017, decorrentes principalmente da venda da marca Lysoforme de outros créditos extemporâneos, além da da constituição da PCLD (provisão para crédito de liquidação duvidosa), que trouxeram um impacto líquido positivo de R$ 52,4 milhões no resultado operacional, este atingiuo valor de R$ 104,1 milhões.:

BOBR4
PREÇO: R$ 2,81
PAYOUT (2017): 0,00%

Múltiplos baseados nos últimos 12 meses

P/L 1,10
P/VPA -0,78
PSR 0,14
DY 0,00%
EV/EBITDA 9,40
MARGEM BRUTA 42,80%
MARGEM OPERACIONAL 12,17%
MARGEM LÍQUIDA 13,10%
LUCRO POR AÇÃO R$ 2,552
MARGEM EBITDA 6,85%
DÍVIDA BRUTA/PATRIMÔNIO LÍQUIDO -285,95%
ROE -70,64%
LIQUIDEZ CORRENTE 0,59

Taxas de Crescimento Nominal

a) últimos 12 meses sobre 12 terminados no 3T17, nominal
RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA -2,92%
RESULTADO BRUTO -9,78%
RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO -181,09%
RESULTADO OPERACIONAL 162,60%
RESULTADO LÍQUIDO -6,96%
EBITDA -56,23%

b) 3T18 sobre 3T17, nominal
RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA 1,35%
RESULTADO BRUTO -4,98%
RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO -2233,00%
RESULTADO OPERACIONAL 229,10%
RESULTADO LÍQUIDO 229,03%
EBITDA -103,97%

c) lucro (taxa média anual)
UA -6,96%
U2A ND
U3A -181,01%

d) patrimônio líquido médio
UA -25,72%
U2A -23,29%
U3A 32,27%

Preço justo fornecido pela fórmula do FCD para uma taxa média de crescimento real nulo do lucro líquido dos últimos 12 meses durante 5 anos, perpetuidade real nula e taxa de desconto real de 8%: R$ ND
Ou, taxa de crescimento real do lucro líquido dos últimos 12 meses necessária, durante os próximos 5 anos, para que o preço justo fornecido pela fórmula do FCD seja igual ao preço corrente (com uma perpetuidade real nula e taxa de desconto anual real de 8%): ND !!!!
[...]

353297 -  marcosvinicius2  -  02 Set 2018, 15:44
COMENTÁRIO: PAPEL SOBREVALORIZADO ( * ). RESULTADO OPERACIONAL BRUTO = O resultado operacional bruto no 2T18 foi R$ 112,8 milhões, registrando uma queda de 8,9% quando comparado ao 2T17. Nesta mesma visão, a rentabilidade bruta foi 42,1%, ficando 2,9 p.p. pior em relação ao mesmo período de 2017. No 1S18, o desvio alcançou 3,9 p.p., impactado principalmente pela queda do volume de vendas, e a forte valorização da moeda norte-americana frente ao Real, no período.; DESPESAS/RECEITAS OPERACIONAIS = No 2T18 as despesas e receitas operacionais, quando comparadas ao 2T17 nas mesmas bases, apesar de uma inflação acumulada (IPCA) de 4,4% no período,registraram um pequeno aumento de 1,4%, demonstrando ganhos de eficiência. No acumulado do 1S18, o ganho é ainda maior, uma vez que houve uma redução de 2,0%.; EBITDA = O EBITDA do 2T18, foi positivo em R$ 19,4 milhões(queda de 4,4 p.p. na rentabilidade), fortemente impactado pelo baixo volume de vendas. Além disso, os custos foram fortemente impactados pela desvalorização do Real frente à moeda norte-americana. O acumulado 1S18 ficou em R$ 27,7 milhões, quando desconsiderado os eventos não recorrentes de 2017, decorrentes da venda da marca Lysoform e da constituição da PCLD, relativa à falência de empresa devedora com quem a Bombril detinha créditos a serem aplicados na contratação de mídia, pode ser observada uma queda de R$ 37,0 milhões frente ao mesmo período de 2017. :

BOBR4
PREÇO: R$ 2,54
PAYOUT (2017): 0,00%

Múltiplos baseados nos últimos 12 meses

P/L 2,86
P/VPA -0,81
PSR 0,13
DY 0,00%
EV/EBITDA 5,12
MARGEM BRUTA 43,57%
MARGEM OPERACIONAL 3,66%
MARGEM LÍQUIDA 4,57%
LUCRO POR AÇÃO R$ 0,887
MARGEM EBITDA 12,00%
DÍVIDA BRUTA/PATRIMÔNIO LÍQUIDO -319,91%
ROE -28,43%
LIQUIDEZ CORRENTE 0,58

Taxas de Crescimento Nominal

a) últimos 12 meses sobre 12 terminados no 2T17, nominal
RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA -1,59%
RESULTADO BRUTO -5,94%
RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO -50,24%
RESULTADO OPERACIONAL -230,44%
RESULTADO LÍQUIDO -31,77%
EBITDA 6,55%

b) 2T18 sobre 2T17, nominal
RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA -2,55%
RESULTADO BRUTO -8,95%
RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO -7,59%
RESULTADO OPERACIONAL 84,86%
RESULTADO LÍQUIDO -128,18%
EBITDA -20,55%

c) lucro (taxa média anual)
UA -31,77%
U2A ND
U3A -166,91%

d) patrimônio líquido médio
UA -38,09%
U2A -15,45%
U3A 35,05%

Preço justo fornecido pela fórmula do FCD para uma taxa média de crescimento real nulo do lucro líquido dos últimos 12 meses durante 5 anos, perpetuidade real nula e taxa de desconto real de 8%: R$ 11,09
Ou, taxa de crescimento real do lucro líquido dos últimos 12 meses necessária, durante os próximos 5 anos, para que o preço justo fornecido pela fórmula do FCD seja igual ao preço corrente (com uma perpetuidade real nula e taxa de desconto anual real de 8%): -31% !!!!
[...]

352819 - paulo_prof   -  14 Ago 2018, 20:19
Em relação ao 3T17, especialmente no que concerne a última linha, o resultado teria sido pífio. Mas o resultado do 2T17 foi fortemente impactado por uma receita relativa a ativos diferidos. Comparado com os resultados do 1T18, entretanto, embora o resultado antes dos impostos tenha mostrado uma pequena involução, o lucro líquido evoluiu.

A "qualidade" da carteira expandida de créditos medida pela relação PDD/Carteira Expandida mostrou uma melhora absurda ... passando de 7,29% no 1T18, para 5,76%. Por outro lado, o índice de inadimplência aumentou muito, do 1T18 para o 2T18 (de 4,22% anualizado para 9,31%). É como se o banco tivesse decidido "limpar" a carteira. baixando a prejuízo (ou vendendo a outrem) boa parcela dos créditos em atraso. Há que se ler o relatório para entender o que houve.

De qualquer forma, o ativo está, como me expresso eventualmente: barato prá caramba! Infelizmente, não há "drivers" que permitam o preço do ativo ser determinado de acordo com os fundamentos e o DY projetado não é lá aquela Brastemp!

BNBR3

PREÇO: R$ 36,50

PAYOUT (2017): 24%



Múltiplos baseados nos Resultados dos últimos 12 meses

P/L 5,12

P/VPA 0,84

DY 4,68%

LUCRO POR AÇÃO R$ 7,126

ROAE 16,3%

ROAA 1,06%

CRÉDITOS INADIMPLENTES 1.027.753

CRÉDITOS INADIMPLENTES/OPERAÇÕES DE CRÉDITO 7,80%

PDD/OPERAÇÕES DE CRÉDITO 5,76%



Taxas de Crescimento Nominal

a) últimos 12 meses sobre os 12 meses terminados no 2T17, nominal:

RESULTADO DA INTERMEDIAÇÃO FINANCEIRA +27,9%%

RECEITA DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇO -2,2%

DESPESAS PESSOAL/TRIBUTÁRIAS/ADMINISTRATIVAS +4,2%

RESULTADO OPERACIONAL +228,6%

RESULTADO LÍQUIDO -23,5%

PROVISÃO PARA CRÉDITOS DUVIDOSOS -51,8%

CRÉDITOS INADIMPLENTES +55,0%



b) 2T18 sobre 2T17, nominal

RESULTADO DA INTERMEDIAÇÃO FINANCEIRA -5,2%

RECEITA DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇO +4,5%

DESPESAS PESSOAL/TRIBUTÁRIAS/ADMINISTRATIVAS +5,5%

RESULTADO OPERACIONAL -25,7%

RESULTADO LÍQUIDO -56,4%

PROVISÃO PARA CRÉDITOS DUVIDOSOS -22,5%

PATRIMONIO LÍQUIDO +14,7%

OPERAÇÕES DE CRÉDITO -7,3%

PDD TOTAL -45,7%

ATIVOS TOTAIS +14,2%



c) lucro liquido, nominal

UA -23,49%

U2A 28,43%

U3A 2,03%



d) patrimônio líquido médio

UA 10,19%

U2A 11,63%

U3A 4,46%



Preço justo fornecido pela fórmula do FCD para uma taxa média de crescimento real nulo do lucro líquido dos últimos 12 meses durante 5 anos, perpetuidade real nula e taxa de desconto real de 8%: R$ 89,07

Ou, taxa de crescimento real do lucro líquido dos últimos 12 meses necessária, durante os próximos 5 anos, para que o preço justo fornecido pela fórmula do FCD seja igual ao preço corrente (com uma perpetuidade real nula e taxa de desconto anual real de 8%): -19,5%

348595  - paulo_prof  -  31 Mar 2018, 17:58
Os Resultados Contábeis da BOBR relativos a 2017 e o 4T17 foram muito bons. Infelizmente, entretanto, ambos foram impactados por não recorrências, como a venda da marca Lysoforme, o uso da base negativa de IR/CS, etc., que turbinaram os resultados.

Se a Bombril fosse uma empresa numa situação "normal", com zero outras receitas/despesas operacionais e com o IR/CS incidindo na alíquota normal de 34%, em vez de postar os lucros líquidos contábeis de R$ 30,6 milhões no 4T17 e de R$ 126,8 milhões em 2017, teria postado, respectivamente, lucros de apenas R$ 1,1 milhões no trimestre e R$ 21 milhões no exercício.



Anualizando os resultados "recorrentes" (ou seja, eliminando as outras receitas/despesas) do 2S17, obtém-se, aproximadamente,

Receita Líquida: R$ 1.14 milhões

Resultado Bruto: R$ 510 milhões

Despesas Operacionais: (R$ 400 milhões)

EBIT: R$ 110 milhões

Resultado Financeiro Negativo: (R$ 50 milhões)

Resultado Antes dos Impostos: R$ 60 milhões

Resultado Líquido: R$ 40 milhões

Depreciação/Amortização: R$ 24 milhões

Ebitda: R$ 134 milhões



Para a base atual de ações, considerando um horizonte de 5 anos, este lucro "recurrente" teria que crescer 8,5% por ano em termos reais, para justificar o preço atual. Se for considerada a base ações que deverá vigorar no ano que vem ... sai de baixo!

A Receita Líquida da empresa está estagnada numa faixa um pouco inferior aos E# 1,1 bilhões. Quem estiver interessado no ativo deve tentar verificar se isto é conjuntural ou não. Por outro lado, não se pode deixar reconhecer que a empresa evoluiu enormemente no que tange custos (a margem bruta vem evoluindo fortemente) e despesas. Em consequência, apesar da estagnação da receita, há uma ótima evolução do EBIT. Por outro lado, também não se pode deixar de reconhecer a enorme evolução no que tange o Resultado Financeiro Negativo, que vem diminuindo sensivelmente a cada exercício. Finalmente, há que se observar que, embora a situação financeira tenha melhorado, a empresa continua vendendo o almoço para comprar a janta.

Na minha opinião, portanto, embora a empresa tenha melhorado em todos os aspectos, ainda está longe de ser o suficiente para considerar adquirir o ativo nos preços atuais.

BOBR4

PREÇO: R$ 5,89

PAYOUT (2017) 0,0%



Múltiplos baseados nos últimos 12 meses como contabilizado (incluindo não recorrentes)

P/L 5,57

P/VPA -4,82

PSR 0,64

DY 4,49%

EV/EBITDA 3,68

MARGEM BRUTA 45,4%

MARGEM OPERACIONAL 9,3%

MARGEM LÍQUIDA 11,6%

LUCRO POR AÇÃO R$ 1,057

MARGEM EBITDA 18,5%

DÍVIDA BRUTA/PATRIMÔNIO LÍQUIDO -310,8%

ROE -86,49%

LIQUIDEZ CORRENTE 0,66



Taxas de Crescimento

a) últimos 12 meses sobre 12 terminados no 4T16, nominal

RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA -0,10%

RESULTADO BRUTO +4,49%

RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO -38,62%

RESULTADO OPERACIONAL passou de negativo para positivo

RESULTADO LÍQUIDO passou de negativo para positivo

EBITDA 412,63%



b) 4T17 sobre 4T16, nominal

RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA +4,22%

RESULTADO BRUTO -1,48%

RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO -51,19%

RESULTADO OPERACIONAL passou de negativo para positivo

RESULTADO LÍQUIDO -45,04%

EBITDA +454,43



c) lucro líquido, nominal

UA passou de negativo para positivo

U2A passou de negativo para positivo

U3A passou de negativo para positivo



d) patrimônio líquido médio NEGATIVO, nominal

UA -33,42%

U2A 27,76%

U3A 24,34%



e) ebitda, nominal

UA 412,63%

U2A passou de negativo para positivo!

U3A 24,85%

U4A 26,07%

U5A 21,28%

U6A 16,79%

U7A 15,23%

U8A 4,36%



Preço justo fornecido pela fórmula do FCD para uma taxa média de crescimento real nulo do lucro líquido dos últimos 9 meses anualizado durante 5 anos, perpetuidade real nula e taxa de desconto real de 8%: R$ 13,21

Ou, taxa de crescimento real do lucro líquido dos últimos 9 meses anuzlizados necessária, durante os próximos 5 anos, para que o preço justo fornecido pela fórmula do FCD seja igual ao preço corrente (com uma perpetuidade real nula e taxa de desconto anual real de 8%): -17,6% !!!!

344607  - vidadetrader   -  30 Nov 2017, 16:19
BOBR4
22/11/2017
O desempenho é atribuído às melhoras operacionais e ao avanço do Ebitda

Depois de acumular prejuízo de R$ 633 milhões em cinco anos, a Bombril caminha para encerrar o segundo ano consecutivo com lucro. A fabricante de produtos de limpeza doméstica, que alega ter 70% do mercado de lã de aço, passa por intensa reestruturação desde 2015.

A empresa acumula lucro líquido de R$ 96,21 milhões neste ano, até setembro, ante prejuízo de R$ 82,51 milhões no exercício anterior. O desempenho é atribuído às melhoras operacionais e ao avanço do lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda, na sigla em inglês). De julho a setembro de 2017, houve lucro de R$ 39,31 milhões ante prejuízo de R$ 31,87 milhões um ano antes. No fechamento de 2016, o lucro foi de R$ 59,1 milhões. A receita líquida no terceiro trimestre de 2017 foi de R$ 281,9 milhões, uma alta de 7% na comparação anual.
O plano do presidente Luiz Gustavo Figueiredo Pereira da Silva para 2018 é investir em marketing mais que os R$ 20 milhões desembolsados em 2017. Ações de merchandising, internet, rádio e pontos de venda serão os alvos da empresa. "Pode ser que voltaremos às campanhas na TV, mas será algo bem estruturado", disse. O último filme publicitário da marca, com Ivete Sangalo, Monica Iozzi e Dani Calabresa, foi veiculado em 2015.
Silva disse que o filme absorveu a maior parte dos R$ 40 milhões destinados à publicidade há dois anos. Mesmo assim, os resultados não foram considerados satisfatórios. Em 2016, os gastos na área foram reduzidos para R$ 3 milhões, direcionados para melhorar o visual das gôndolas da empresa nos supermercados, considerado muito ruim pelo executivo. A companhia contratou no trimestre passado a agência Africa para retomar os trabalhos com publicidade, principalmente no ambiente digital.
Oriundo da consultoria RK Partners, especializada em reestruturações para evitar pedido de recuperação judicial, Silva tem centrado esforços no aumento da produtividade nas fábricas de São Paulo, Minas Gerais e Pernambuco, e na diminuição de desperdícios. "Desde que cheguei, conseguimos aumentar a produtividade em 20%. O portfólio de produtos foi reduzido de 550 para atuais 250, ficando apenas com os que possibilitam maiores margens à empresa. Outro ponto importante é que voltaremos a investir em inovação, atuando com startups", afirmou.
Sobre a operação da Bril Cosméticos, comprada há seis anos pela Bombril para ingressar na fabricação de itens com matérias-primas naturais para higiene pessoal, Silva disse que a linha de negócios está sob análise e que este também não é o foco no momento. Questionado sobre a possibilidade de vender ou descontinuar a unidade, ele limitou-se a dizer que "pode rever a estratégia para a categoria". Em outra área, no ano passado, os direitos da marca Lysoform foram cedidos à SC Johnson, por R$ 47,59 milhões.
Fonte: Valor Econômico

33319 - paulo_prof-  21/Abr/2010 11:15
citação: Cadu_28
citação: SCHIAVOS
citação: jaumspSCHIAVOS , eu entendi o que você falou , mas ler que uma empresa ter 970 milhões de prejuízos acumulados a faz uma jóia não deixa de ser engraçado hehe.
nao falei que o prejuizo acumulado faz da empresa uma joia. eu falei que prejuizo acumulado é uma joia.
o que faz da bombril uma joia é a alta margem bruta (baixo CPV), o crescimento da receita, marca , setor,,,,
BOBR tem Patrim Liq negativo, de -210M.
Confessando ainda não ter lido os relatórios (e portanto não tendo uma idéia clara dos eventuais esqueletos escondidos no balanço), não resta dúvida que a Bombril é uma empresa a se monitorar.
Desconsiderando ativos (dívidas do antigo controlador golpista) que a empresa eventualmente ainda contabilize, e eventuais receitas financeiras decorrentes destes ativos, fiz uma projeção de resultados operacionais recorrentes da BOBR4 para 2010:
Receita Líquida 935.000
Receita Bruta 458.000
Resultado Financeiro -36.000
Despesas de Vendas -240.000
Despesas Administrativas -56.000
Outras Receitas/Despesas -12.000
Resultado Operacional 114.000
Como a base para taxação do IR/CS é altamente negativa, o Resultado Líquido praticamente é o Resultado Operacional.
Considerando um crescimento anual médio de 12% da receita líquida e a manutenção das margens, a Bombril passaria a distribuir proventos a partir de 2015.
Baseado no preço de 6a. feira (R$ 10,50) e o lucro projetado para 2010, P/L = 5.
A menos que esqueletos sérios sejam encontrados na leitura dos Relatórios, Notas Explicativas e Pareceres de Auditores Independentes, acho que um investimento de longo prazo (esquecer por 5 anos), em volume compativel com uma "candidata a turnaround", pode ser uma boa opção.
PS. Não tenho o ativo em carteira ... mas após receber proventos diversos até o dia 30ABR, é possível que inicie uma posição (para meus netos).

30794  - 20/Mar/2010 23:21
citação: FOCKINK
citação: paulo_prof
citação: eduneuhausPessoal, o que acham da bombril ? vem melhorando ou há coisas no balanço que dizem que não ??
Abraço!
Não há elementos novos para mudar a opinião há algum tempo:
citação: paulo_prof em 08DEZ2009
Pelas minhas contas, num ambiente de estabilidade cambial, a empresa parece ser capaz de produzir um resultado operacional anual recorrente de aprox. R$ 100 milhões. Como tem prejuízos acumulados de R$ 1 bilhão, não pagaria imposto de renda e o lucro líquido anual seria de R$ 100 milhões. Neste ritmo, levaria 10 anos para "limpar" o passivo. Não sei qual a sua real possibilidade de crescimento anual. Digamos (só para efeito de exercício) que seja de 20%. Ainda assim levaria 6 anos (R$ 100, 120, 145, 175, 210, 250). Se a empresa vale hoje R$ 390 milhões, o P/L projetado para um lucro anual de R$ 100 milhões seria de interessantes 3,9, caso a empresa não falir no meio do caminho. Não acho que seja recomendável um investimento maior do aquele indicado para candidatas a turn around.

23715 - nextar - 13/Dez/2009 22:18
BOMBRIL - Lucro 2009 de 300M - DEVIDO A ENTRADA NO REFIS DA CRISE - NÃO RECORRENTE!!!!!
- Prejuizos acumulados imensos!!!
- Principal produto - Lã de aço - Queda de venda anual de 10% do mesmo continuamente, pois conforme aumenta a renda, compram-se mais panelas de TEFLON e esponjas - Não esquecer que este produto, representa cerca de 50% do faturamento da empresa e 75% dos Lucros, não tendo nenhum produto na sua linha p/ substitui-lo, o resto, detergentes, desinfetantes e etc, é uma briga com grandes multinacionais (Lever, Procter, etc), que possuem uma linha de produtos imensa e jamais darão folga.
- Governança = 0 , inclusive com diversas ações patrocinadas pelos minoritários, como PREVI, por aumento de K, com créditos completamente discutíveis e não com $$$$.
Tomem suas decisões,

23703 - FOCKINK - 13/Dez/2009 19:24
Não concordo que bombril seja turnaround...O prof. Paulo já fez uma boa análise da mesma há alguns dias: mostrou muito bem que levará uns 5 anos pra se recuperar totalmente se continuar apresentando os resultados que apresentou no 3T09...ou seja...só daqui uns 5 anos os acionistas poderão receber algum provento....
Quanto a marca Bombril: Quando vou ao mercado comprar esponja de aço vejo qual está mais barata:Bombril ou Assolan...e não decido pela marca como decidiria entre Brahma e Nova Schin!!!

23700 - MuadibGV - 13/Dez/2009 18:07
Por nada... Pelo que entendi da denominação que o pessoal utiliza aqui no fórum turnarounds são empresas em dificuldade que por alguma mudança radical se tornam muito baratas em relação à cotação. O que procurei mostrar na minha análise do P/L é que a empresa não está barata, mesmo se superadas todas as dificuldades na parte financeira ( o que é um grande SE). Note que utilizei no cálculo uma despesa financeira trimestral que foi muito ajudada pelos ganhos cambiais.
O lucro deste ano, inflado por eventos não recorrentes, nem sequer vai gerar dividendos pros acionistas, mas pode mesmo causar uma valorização do ativo , por conta de investidores incautos. Mas apostar nisso como estratégia não te dá segurança nenhuma porque a ação não vale 8,4. Talvez não valha nem 1/4 disso.
Tem outras ações que discutimos neste fórum que te dão muito mais segurança com retorno potencial maior.

23699  - Mr Turnaround - 13/Dez/2009 17:58
MuadibGV, Blz! Obrigado pela análise de muito valor.
Temos que tb atentar a evolução dos números e velocidade da reestruturação. A situação atual é a melhor desde 2004 (quase falência), o ativo passou todos anos dourados da Bolsa (2004-2007) na fundo do poço financeiro, mas nem por isso suas ações deixaram de valorizar indo de 3,00 pra 18,00. Por isso não vejo motivos pra não valorizar novamente, sendo que agora além da Marca forte, recuperação e reestruturação, temos grandes lucros aparecendo.
A análise tem que ser direcionada pra um turnaround, projeção de PL não irá ajudar muito, mas concordo ser indispensável.
2004:
Património líquido: - 730 Milhões
Lucro/prejuízo: - 483 Milhões
2009:
Património Líquido: - 289 Milhões (ainda negativo, mas grande evolução)
Lucro/prejuízo: + 300 Milhões
Valor de mercado hoje: 455 Milhões
Excelente reportagem (2009) resumindo a situação da empresa.
http://www.bombril.com.br/Clipping/veja_2126.html

23698 - MuadibGV - 13/Dez/2009 17:39
citação: Mr TurnaroundBOBR4 - Bombril.
Empresa tem uma marca forte e tradição acredito que seja um grande case de sucesso no mercado financeiro para os próximos anos.
Buffett em 2002 comprou a FRUIT OF THE LOOM, empresa de roupas íntimas, que tinha quase ido a falência em anos anteriores por 0,22 (preços atualizados), por 2 motivos: Marca muito forte e oferecia grande potencial de crescimento sob nova gestão. E fez mais uma fortuna.
Quem quiser fazer a diferença tem que arriscar. A vida é uma só e passa rápido, como sou jovem ainda Tô com 10% do capital em BOBR4 para os próximos 5 anos.
Alguém mais investe ou tem alguma critíca construtiva pra agregar?
Boa tarde Mr. Turnaround,
Não vi na parte operacional da empresa nada que justifique comprar um PL negativo. No 3T09 , que está em linha com os trimestres anteriores de 2009, o lucro operacional antes das receitas/despesas financeiras foi 33 milhões. As despesas financeiras foram de 13 milhões , muito ajudadas pelo ganho com variação cambial. Supondo que esse resultado financeiro se mantivesse ( o que não vai acontecer) teríamos um lucro trimestral antes do IR/CSLL de 20 milhões.
O resultado anual seria um lucro líquido (após IR/CSLL) de aprox. 53 milhões para um total de 54 milhões de ações cotadas a 8,4, o que daria um P/L de 8,55.
Outra coisa que torna muito perigoso um posicionamento de longo prazo é a ausência de tag-along para as preferenciais.
Honestamente não vejo nada que justifique a compra ou a manutenção em carteira. Se vc ou algum outro forista ver algum outro "upside" além da excelente marca pode falar.

20911 - small caps - 13/Nov/2009 22:17
Pra quem quer ver o que um REFIS da crise pode fazer num balanço, sugiro uma olhadinha no da Bombril. TODO o lucro adveio dele! E olha que foi uns R$ 4,00 por ação! Pena que ainda tem prejuízos acumulado gigantescos...

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