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segunda-feira, 13 de maio de 2019

Bombril (BOBR)


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Balanços
1T2017 -
joonatas   -
se analisarmos com cuidado, houve uma melhora significativa em todos os aspectos, com aumento no volume de vendas em toneladas, aumento nas receitas, diminuição da despesa em relação a receita. Houve também diminuição da dívida líquida. Aumento significativo do EBITDA e diminuição de 65,2% do prejuízo (só não teve lucro porque está pagando as dívidas):
Destaques positivos:
- Aumento do volume das vendas de 15,9% no comparativo 1T18x1T9, de 96,9 mil toneladas para 112,3 mil toneladas.
Aumento das vendas em reais de 23,8% na comparação 1T18x1T9, de 301milhões para 372 milhões de reais.
O valor das vendas, em reais, é o maior para o primeiro trimestre desde 2016
Queda da dívida, tanto de curto quanto de longo prazo, em relação ao 4T18. A dívida total de LONGO prazo está menor do que o EBITDA só do 1T19.
Resultado operacional bruto: aumento de 28,8%, na comparação 1T18x1T9 (de 89,5 milhões para 115,3 milhões no 1T19)
Queda proporcional das despesas em relação a receita líquida: Queda de 4,4% na relação DESPESA/RECEITA LÍQUIDA
EBIDTA do 1T19: 23,6 milhões, aumento de 181% em relação ao 1T18
Margem EBITDA com aumento de 128%, em relação ao 1T18
Ainda houve prejuízo liquido de R$ 5,5 milões, melhora de 65,2% em relação ao prejuízo de R$ 15,8 milhões. O prejuízo se deve ao pagamento de juros da dívida, que foi de R$ 24 milhões. Com isso, houve uma diminuição da dívida líquida em relação ao 4T18. A dívida de longo prazo é de apenas 21,4 milhões, MENOR DO QUE O EBITDA DO 1T19!
Destaques negativos:
Apresentou prejuízo líquido, porém este se deve ao pagamento das dívidas
Custos ainda elevados com matéria prima (indexados em dolar), que podem diminuir bastante caso ocorra queda do câmbio nos próximos meses - o que é a aposta de diversos economistas-, principalmente se for passada a reforma da previdência.

paulo_prof  -
Na minha planilha, o endividamento líquido ao final do 4T18 era de R$ 456,4 milhões. Ao final do 1T19, tinha AUMENTADO para R$ 460,9 milhões. No meu modo de entender, não há como fugir de uma resultado financeiro negativo na casa dos R$ 25 milhões. Uma empresa que está mal das pernas paga juros acima do mercado. Por outri lado, se é obrigada a vender o almoço para comprar a janta (o ativo circulante é de R$ 249 milhões; passivo circulante de R$ 485 milhões, ou seja, capital de giro negativo), o custo das matérias primas tende a aumentar (fornecedores não dão desconto) e com isto acaba também perdendo nas margens.
Como a despesa operacional trimestral é da ordem de R$ 100 milhões, a empresa necessita de um Resultado Bruto acima dos R$ 125 milhões para ter uma chance de fechar no azul. Com uma margem bruta na casa dos 40-43%, a empresa necessitaria de uma Receita Líquida trimestral na faixa dos R$ 300 milhões.
No que concerne o endividamento, tudo o que gera despesa financeira tem que ser considerado. A Bombril, além dos empréstimos bancários, tem uma dívida com a União (impostos, provavelmente parcelados, contabilizados no não circulante) e, desde o 1T19, de arrendamento financeiro. Anteriormente, despesas de aluguel eram contabilizadas diretamente como despesas operacionais. Agora, o contrato de aluguel é contabilizado como um ativo de direito ao uso e como passivo de arrendamento financeiro. Isto é dívida. As parcelas mensais correspondem à amortização deste arrendamento e seus custos financeiros.

A2018/4T2018 -
Paulo Prof - 
Embora tenha postado lucros nos dois últimos exercícios, dificilmente a empresa escapará de uma 2a. recuperação judicial.
Os Resultados Contábeis de 2017 foram impactados por não recorrências, como a venda da marca Lysoforme (R$ 47,2 milhões), créditos de PIS/COFINS (R$ 22 milhões), e o uso da base negativa de IR/CS (R$ 24,7 milhões).
Em 2018, houve uma receita relativa à reclassificação do saldo de ajuste acumulado de conversão de balanço devido a liquidação da controlada Bombril Overseas, no valor de R$ 156,5 milhões.
Em 2018, se esta receita de R$ 156,5 milhões for expurgada do resultado financeiro, o Resultado Antes dos Impostos teria sido negativo em R$ 89 milhões, com a maior parte destes contabilizados no 2o. semestre.
A hora da verdade poderá estar se aproximando ... exercício de 2019 pode não haver mais não recorrentes para servir de tábua de salvação,

3T2018 -
marcosvinicius2 -
PAPEL SOBREVALORIZADO ( * ). RECEITA LIQUIDA = Em linha com os efeitos já comentados no tópico da ROB, a receita líquida de vendas (ROL) do 3T18 foi melhor 1,4% frente a 3T17, alcançando R$ 285,8 milhões. Já no acumulado 9M18, também em linha com os comentários do tópico da ROB, a ROL apresentou um recuo de 5,4% frente ao mesmo período de 2017, atingindo a marca de R$ 765,5 milhões; EBITDA = O EBITDA do 3T18, foi negativo em R$ 1,8 milhões contra a marca de R$ 51,7 milhões positivo do mesmo período de 2017, apresentando uma redução de R$ 53,5 milhões. Quando desconsideramos o impacto positivo dos itens não recorrentes do 3T17, decorrente de outros créditos extemporâneos, no montante de R$ 12,3 milhões, o EBITDA alcança R$ 39,4 milhões, contra um EBITDA de R$ 32,4 milhões do 3T18, também desconsiderando o efeito não recorrente da provisão de honorários de êxito do processo do T’Bills, registrado no trimestre, no valor de R$ 34,2 milhões. A comparação dos períodos na mesma base indica uma queda de 17,8% ou R$ 7,0 milhões. No acumulado de nove meses (9M18) o EBITDA foi positivo em R$ 25,9 milhões, contra R$ 156,5 milhões em igual período de 2017. Desconsiderando os efeitos não recorrentes em 2017, decorrentes principalmente da venda da marca Lysoforme de outros créditos extemporâneos, além da da constituição da PCLD (provisão para crédito de liquidação duvidosa), que trouxeram um impacto líquido positivo de R$ 52,4 milhões no resultado operacional, este atingiuo valor de R$ 104,1 milhões.

2T2018 -
Paulo Prof - 
Em relação ao 3T17, especialmente no que concerne a última linha, o resultado teria sido pífio. Mas o resultado do 2T17 foi fortemente impactado por uma receita relativa a ativos diferidos. Comparado com os resultados do 1T18, entretanto, embora o resultado antes dos impostos tenha mostrado uma pequena involução, o lucro líquido evoluiu.
A "qualidade" da carteira expandida de créditos medida pela relação PDD/Carteira Expandida mostrou uma melhora absurda ... passando de 7,29% no 1T18, para 5,76%. Por outro lado, o índice de inadimplência aumentou muito, do 1T18 para o 2T18 (de 4,22% anualizado para 9,31%). É como se o banco tivesse decidido "limpar" a carteira. baixando a prejuízo (ou vendendo a outrem) boa parcela dos créditos em atraso. Há que se ler o relatório para entender o que houve.
De qualquer forma, o ativo está, como me expresso eventualmente: barato prá caramba! Infelizmente, não há "drivers" que permitam o preço do ativo ser determinado de acordo com os fundamentos e o DY projetado não é lá aquela Brastemp!

marcosvinicius2  -
PAPEL SOBREVALORIZADO ( * ). RESULTADO OPERACIONAL BRUTO = O resultado operacional bruto no 2T18 foi R$ 112,8 milhões, registrando uma queda de 8,9% quando comparado ao 2T17. Nesta mesma visão, a rentabilidade bruta foi 42,1%, ficando 2,9 p.p. pior em relação ao mesmo período de 2017. No 1S18, o desvio alcançou 3,9 p.p., impactado principalmente pela queda do volume de vendas, e a forte valorização da moeda norte-americana frente ao Real, no período.; DESPESAS/RECEITAS OPERACIONAIS = No 2T18 as despesas e receitas operacionais, quando comparadas ao 2T17 nas mesmas bases, apesar de uma inflação acumulada (IPCA) de 4,4% no período,registraram um pequeno aumento de 1,4%, demonstrando ganhos de eficiência. No acumulado do 1S18, o ganho é ainda maior, uma vez que houve uma redução de 2,0%.; EBITDA = O EBITDA do 2T18, foi positivo em R$ 19,4 milhões(queda de 4,4 p.p. na rentabilidade), fortemente impactado pelo baixo volume de vendas. Além disso, os custos foram fortemente impactados pela desvalorização do Real frente à moeda norte-americana. O acumulado 1S18 ficou em R$ 27,7 milhões, quando desconsiderado os eventos não recorrentes de 2017, decorrentes da venda da marca Lysoform e da constituição da PCLD, relativa à falência de empresa devedora com quem a Bombril detinha créditos a serem aplicados na contratação de mídia, pode ser observada uma queda de R$ 37,0 milhões frente ao mesmo período de 2017. 

A2017/4T2017 -
Paulo Prof - 
Os Resultados Contábeis da BOBR relativos a 2017 e o 4T17 foram muito bons. Infelizmente, entretanto, ambos foram impactados por não recorrências, como a venda da marca Lysoforme, o uso da base negativa de IR/CS, etc., que turbinaram os resultados.
Se a Bombril fosse uma empresa numa situação "normal", com zero outras receitas/despesas operacionais e com o IR/CS incidindo na alíquota normal de 34%, em vez de postar os lucros líquidos contábeis de R$ 30,6 milhões no 4T17 e de R$ 126,8 milhões em 2017, teria postado, respectivamente, lucros de apenas R$ 1,1 milhões no trimestre e R$ 21 milhões no exercício.
Anualizando os resultados "recorrentes" (ou seja, eliminando as outras receitas/despesas) do 2S17, obtém-se, aproximadamente,
Receita Líquida: R$ 1.14 milhões
Resultado Bruto: R$ 510 milhões
Despesas Operacionais: (R$ 400 milhões)
EBIT: R$ 110 milhões
Resultado Financeiro Negativo: (R$ 50 milhões)
Resultado Antes dos Impostos: R$ 60 milhões
Resultado Líquido: R$ 40 milhões
Depreciação/Amortização: R$ 24 milhões
Ebitda: R$ 134 milhões
Para a base atual de ações, considerando um horizonte de 5 anos, este lucro "recurrente" teria que crescer 8,5% por ano em termos reais, para justificar o preço atual. Se for considerada a base ações que deverá vigorar no ano que vem ... sai de baixo!
A Receita Líquida da empresa está estagnada numa faixa um pouco inferior aos E# 1,1 bilhões. Quem estiver interessado no ativo deve tentar verificar se isto é conjuntural ou não. Por outro lado, não se pode deixar reconhecer que a empresa evoluiu enormemente no que tange custos (a margem bruta vem evoluindo fortemente) e despesas. Em consequência, apesar da estagnação da receita, há uma ótima evolução do EBIT. Por outro lado, também não se pode deixar de reconhecer a enorme evolução no que tange o Resultado Financeiro Negativo, que vem diminuindo sensivelmente a cada exercício. Finalmente, há que se observar que, embora a situação financeira tenha melhorado, a empresa continua vendendo o almoço para comprar a janta.
Na minha opinião, portanto, embora a empresa tenha melhorado em todos os aspectos, ainda está longe de ser o suficiente para considerar adquirir o ativo nos preços atuais.

3T2017 -
vidadetrader -
Excepcional resultado do terceiro trimestre 2017. Valeu a pena esperar...

paulo_prof   -
Nos últimos 9 meses a empresa teve diversos rfesultados não recorrentes. No 3T17 não foi diferente: O Resultado Financeiro contempla uma "Receita" de Juros sobre Impostos de mais de R$ 10 milhões. Considerando que o endividamento com a Receita é de quase R$ 300 milhões, é de se esperar que os encargos somem no minimo uns R$ 5 milhões por trimestre. Se em vez de contabilizar R$ 5 milhões negativos, a empresa contabilizou R$ 10 milhões positivos, pode-se estimar que houve um ganho não recorrente de aprox. R$ 15 milhões. Se estes R$ 15 milhões forem somados aos R$ 73 milhões referidos anteriormente, chega-se a uma receita não recorrente de mais de R$ 85 milhões.
Por outro lado, há que se considerar que a base de ações mais do que dobrará em meados de 2019, para um total de aprox. 120 milhões de ações. Considerando esta base ampliada de ações e uma simulação da DRE recorrente mais "generosa" do que aquela referida acima
Receita Líquida: R$ 1.200 milhões
Resultado Bruto: R$ 550 milhões
Despesas Operacionais: (R$ 370 milhões)
EBIT: R$ 180 milhões
Resultado Financeiro Negativo: (R$ 80 milhões)
Resultado Antes dos Impostos: R$ 100 milhões
Resultado Líquido: R$ 70 milhões
Depreciação/Amortização: R$ 25 milhões
Ebitda: R$ 205 milhões
chega-se a
P/L 8,83
P/VPA -3,49
PSR 0,52
DY 2,83%
EV/EBITDA 3,63
MARGEM BRUTA 45,8%
MARGEM OPERACIONAL 8,3%
MARGEM LÍQUIDA 5,8%
LUCRO POR AÇÃO R$ 0,583
MARGEM EBITDA 17,1%
Pessoalmente considero o ativo caro porque:
a) a simulação acima é pouco conservativa (dificilmente a empresa conseguirá postar um lucro líquido recorrente de R$ 70 milhões nos próximos 12 meses;
b) há algo estranho no endividamento líquido, incluindo os impostos ... entre o 1T17 e o 3T17, cresceu mais de R$ 120 milhões, ou 33%; e
c) a empresa est[a vendendo o almo;o para comprar a janta (liquidez corrrente = 0,64)

paulo_prof   - 
Não podem restar dúvidas de que a BOBR evoluiu muito. 
Embora estas ações tenham produzido resultados animadores, será que estes resultados suportam o nível de preço atual?Na minha opinião, a BOBR4 está sobre-precificada. Para justificar o preço atual, a Receita Líquida teria que evoluir enormemente, coisa de no mínimo 5% reais ao ano, nos próximos 5 anos.
Os números do 1S17 têm que ser olhados com muito cuidado.
Em termos nominais, a Receita Líquida involuiu 5,60% em relação ao 1S16. Por sua vez, o Resultado Bruto, foi 4,18% maior, mostrando um ganho na margem bruta, que passou de um patamar de 41,8% para 46,1%. Houve, também, um ganho importante no Resultado Financeiro Negativo, que diminuiu 12,94% em relação ao 1S16. Finalmente, houve uma enorme evolução no Ebitda, que aumentou 300% em relação ao 1S16. Esta conjunção de resultados resultou num lucro líquido no 1S17, de R$ 57 milhões, quando no 1S16 a empresa havia amargado um prejuízo de R$ 51 milhões.
Ocorre que o Resultado Líquido e Ebitda no 1S17 foram fortemente impactados por eventos não recorrentes que não se repetirão no futuro próximo:
a) no 1T17, a empresa obteve uma Receita Não Recorrente, de R$ 46,7 milhões, resultante da venda da marca Lysoform;
b) no 2T17, a empresa contabilizou uma receita de R$ 26 milhões de impostos diferidos
No 1S17, o Resultado Antes dos Impostos foi de R$ 40 milhões. Se deduzirmos os R$ 73 milhões dos eventos não recorrentes, estes R$ 40 milhões positivos ter-se-iam transformado em R$ 33 milhões negativos!!!
Para ser mais preciso, deve-se reconhecer que no 2T17 também houve dispêndios não recorrentes com a re-estruturação e provisão para devedores inadimplentes. Mas estas despesas não recorrentes não chegam a R$ 20 milhões. Por outro lado, há que se reconhecer também que o Resultado Financeiro negativo vem diminuindo (os R$ 30 milhões do 1T17 cairam para R$ 22 milhões no 2T17.
Características

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361189  - paulo_prof  -  13 Mai 2019, 23:27
Na minha planilha, o endividamento líquido ao final do 4T18 era de R$ 456,4 milhões. Ao final do 1T19, tinha AUMENTADO para R$ 460,9 milhões. No meu modo de entender, não há como fugir de uma resultado financeiro negativo na casa dos R$ 25 milhões. Uma empresa que está mal das pernas paga juros acima do mercado. Por outri lado, se é obrigada a vender o almoço para comprar a janta (o ativo circulante é de R$ 249 milhões; passivo circulante de R$ 485 milhões, ou seja, capital de giro negativo), o custo das matérias primas tende a aumentar (fornecedores não dão desconto) e com isto acaba também perdendo nas margens.

Como a despesa operacional trimestral é da ordem de R$ 100 milhões, a empresa necessita de um Resultado Bruto acima dos R$ 125 milhões para ter uma chance de fechar no azul. Com uma margem bruta na casa dos 40-43%, a empresa necessitaria de uma Receita Líquida trimestral na faixa dos R$ 300 milhões.

No que concerne o endividamento, tudo o que gera despesa financeira tem que ser considerado. A Bombril, além dos empréstimos bancários, tem uma dívida com a União (impostos, provavelmente parcelados, contabilizados no não circulante) e, desde o 1T19, de arrendamento financeiro. Anteriormente, despesas de aluguel eram contabilizadas diretamente como despesas operacionais. Agora, o contrato de aluguel é contabilizado como um ativo de direito ao uso e como passivo de arrendamento financeiro. Isto é dívida. As parcelas mensais correspondem à amortização deste arrendamento e seus custos financeiros.

361181  - joonatas   -  13 Mai 2019, 20:31
Saiu na sexta-feira, 10/05/2019 o resultado do 1T19 da Bombril, e se analisarmos com cuidado, houve uma melhora significativa em todos os aspectos, com aumento no volume de vendas em toneladas, aumento nas receitas, diminuição da despesa em relação a receita. Houve também diminuição da dívida líquida. Aumento significativo do EBITDA e diminuição de 65,2% do prejuízo (só não teve lucro porque está pagando as dívidas):

Destaques positivos:

- Aumento do volume das vendas de 15,9% no comparativo 1T18x1T9, de 96,9 mil toneladas para 112,3 mil toneladas.

Aumento das vendas em reais de 23,8% na comparação 1T18x1T9, de 301milhões para 372 milhões de reais.

O valor das vendas, em reais, é o maior para o primeiro trimestre desde 2016

Queda da dívida, tanto de curto quanto de longo prazo, em relação ao 4T18. A dívida total de LONGO prazo está menor do que o EBITDA só do 1T19.

Resultado operacional bruto: aumento de 28,8%, na comparação 1T18x1T9 (de 89,5 milhões para 115,3 milhões no 1T19)

Queda proporcional das despesas em relação a receita líquida: Queda de 4,4% na relação DESPESA/RECEITA LÍQUIDA

EBIDTA do 1T19: 23,6 milhões, aumento de 181% em relação ao 1T18

Margem EBITDA com aumento de 128%, em relação ao 1T18

Ainda houve prejuízo liquido de R$ 5,5 milões, melhora de 65,2% em relação ao prejuízo de R$ 15,8 milhões. O prejuízo se deve ao pagamento de juros da dívida, que foi de R$ 24 milhões. Com isso, houve uma diminuição da dívida líquida em relação ao 4T18. A dívida de longo prazo é de apenas 21,4 milhões, MENOR DO QUE O EBITDA DO 1T19!

Destaques negativos:

Apresentou prejuízo líquido, porém este se deve ao pagamento das dívidas

Custos ainda elevados com matéria prima (indexados em dolar), que podem diminuir bastante caso ocorra queda do câmbio nos próximos meses - o que é a aposta de diversos economistas-, principalmente se for passada a reforma da previdência.

359855 - paulo_prof - 29 Mar 2019, 03:33
Embora tenha postado lucros nos dois últimos exercícios, dificilmente a empresa escapará de uma 2a. recuperação judicial.

Os Resultados Contábeis de 2017 foram impactados por não recorrências, como a venda da marca Lysoforme (R$ 47,2 milhões), créditos de PIS/COFINS (R$ 22 milhões), e o uso da base negativa de IR/CS (R$ 24,7 milhões).

Em 2018, houve uma receita relativa à reclassificação do saldo de ajuste acumulado de conversão de balanço devido a liquidação da controlada Bombril Overseas, no valor de R$ 156,5 milhões.

Em 2018, se esta receita de R$ 156,5 milhões for expurgada do resultado financeiro, o Resultado Antes dos Impostos teria sido negativo em R$ 89 milhões, com a maior parte destes contabilizados no 2o. semestre.

A hora da verdade poderá estar se aproximando ... exercício de 2019 pode não haver mais não recorrentes para servir de tábua de salvação,


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BOBR4

PREÇO: R$ 2,29

PAYOUT (mínimo) 25%



Múltiplos baseados nos últimos 12 meses

P/L 3,92

P/VPA -1,14

PSR 0,26

DY 6,38%

EV/EBITDA 30,22

MARGEM BRUTA 41,9%

MARGEM OPERACIONAL 6,5%

MARGEM LÍQUIDA 6,7%

LUCRO POR AÇÃO R$ 0,585

MARGEM EBITDA 1,8%

DÍVIDA BRUTA/PATRIMÔNIO LÍQUIDO -198,7%

ROE -29,07%

LIQUIDEZ CORRENTE 0,54



Taxas de Crescimento Nominal

a) últimos 12 meses vs 12 meses terminados no 4T17

RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA -4,56%

RESULTADO BRUTO -11,84%

RESULTADO FINANCEIRO passou de negativo para positivo

RESULTADO OPERACIONAL -33,71%

RESULTADO LÍQUIDO -44,67%

EBITDA -90,54%



b) 4T18 vs 4T17

RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA -2,32%

RESULTADO BRUTO -9,49%

RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO +43,42%

RESULTADO OPERACIONAL passou de positivo para negativo

RESULTADO LÍQUIDO passou de positivo para negativo

EBITDA passou de positivo para negativo



c) lucro (taxa média anual)

UA -44,67%

U2A passou de negativo para positivo

U3A passou de negativo para positivo



d) patrimônio líquido médio NEGATIVO

UA -1,46%

U2A -19,00%

U3A 17,17%



e) ebitda (taxa média anual)

UA -90,54%

U2A -30,37%

U3A -161,36%

U4A -34,50%

U5A -24,90%

U6A -20,73%

U7A -18,44%

U8A -15,70%



Preço justo fornecido pela fórmula do FCD para uma taxa média de crescimento real nulo do lucro líquido dos últimos 12 meses durante 5 anos, perpetuidade real nula e taxa de desconto real de 8%: R$ 7,31

Ou, taxa de crescimento real do lucro líquido dos últimos 12 meses necessária, durante os próximos 5 anos, para que o preço justo fornecido pela fórmula do FCD seja igual ao preço corrente (com uma perpetuidade real nula e taxa de desconto anual real de 8%): -25,0

356164 - marcosvinicius2 -  24 Nov 2018, 22:25
COMENTÁRIO: PAPEL SOBREVALORIZADO ( * ). RECEITA LIQUIDA = Em linha com os efeitos já comentados no tópico da ROB, a receita líquida de vendas (ROL) do 3T18 foi melhor 1,4% frente a 3T17, alcançando R$ 285,8 milhões. Já no acumulado 9M18, também em linha com os comentários do tópico da ROB, a ROL apresentou um recuo de 5,4% frente ao mesmo período de 2017, atingindo a marca de R$ 765,5 milhões; EBITDA = O EBITDA do 3T18, foi negativo em R$ 1,8 milhões contra a marca de R$ 51,7 milhões positivo do mesmo período de 2017, apresentando uma redução de R$ 53,5 milhões. Quando desconsideramos o impacto positivo dos itens não recorrentes do 3T17, decorrente de outros créditos extemporâneos, no montante de R$ 12,3 milhões, o EBITDA alcança R$ 39,4 milhões, contra um EBITDA de R$ 32,4 milhões do 3T18, também desconsiderando o efeito não recorrente da provisão de honorários de êxito do processo do T’Bills, registrado no trimestre, no valor de R$ 34,2 milhões. A comparação dos períodos na mesma base indica uma queda de 17,8% ou R$ 7,0 milhões. No acumulado de nove meses (9M18) o EBITDA foi positivo em R$ 25,9 milhões, contra R$ 156,5 milhões em igual período de 2017. Desconsiderando os efeitos não recorrentes em 2017, decorrentes principalmente da venda da marca Lysoforme de outros créditos extemporâneos, além da da constituição da PCLD (provisão para crédito de liquidação duvidosa), que trouxeram um impacto líquido positivo de R$ 52,4 milhões no resultado operacional, este atingiuo valor de R$ 104,1 milhões.:

BOBR4
PREÇO: R$ 2,81
PAYOUT (2017): 0,00%

Múltiplos baseados nos últimos 12 meses

P/L 1,10
P/VPA -0,78
PSR 0,14
DY 0,00%
EV/EBITDA 9,40
MARGEM BRUTA 42,80%
MARGEM OPERACIONAL 12,17%
MARGEM LÍQUIDA 13,10%
LUCRO POR AÇÃO R$ 2,552
MARGEM EBITDA 6,85%
DÍVIDA BRUTA/PATRIMÔNIO LÍQUIDO -285,95%
ROE -70,64%
LIQUIDEZ CORRENTE 0,59

Taxas de Crescimento Nominal

a) últimos 12 meses sobre 12 terminados no 3T17, nominal
RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA -2,92%
RESULTADO BRUTO -9,78%
RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO -181,09%
RESULTADO OPERACIONAL 162,60%
RESULTADO LÍQUIDO -6,96%
EBITDA -56,23%

b) 3T18 sobre 3T17, nominal
RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA 1,35%
RESULTADO BRUTO -4,98%
RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO -2233,00%
RESULTADO OPERACIONAL 229,10%
RESULTADO LÍQUIDO 229,03%
EBITDA -103,97%

c) lucro (taxa média anual)
UA -6,96%
U2A ND
U3A -181,01%

d) patrimônio líquido médio
UA -25,72%
U2A -23,29%
U3A 32,27%

Preço justo fornecido pela fórmula do FCD para uma taxa média de crescimento real nulo do lucro líquido dos últimos 12 meses durante 5 anos, perpetuidade real nula e taxa de desconto real de 8%: R$ ND
Ou, taxa de crescimento real do lucro líquido dos últimos 12 meses necessária, durante os próximos 5 anos, para que o preço justo fornecido pela fórmula do FCD seja igual ao preço corrente (com uma perpetuidade real nula e taxa de desconto anual real de 8%): ND !!!!
[...]

353297 -  marcosvinicius2  -  02 Set 2018, 15:44
COMENTÁRIO: PAPEL SOBREVALORIZADO ( * ). RESULTADO OPERACIONAL BRUTO = O resultado operacional bruto no 2T18 foi R$ 112,8 milhões, registrando uma queda de 8,9% quando comparado ao 2T17. Nesta mesma visão, a rentabilidade bruta foi 42,1%, ficando 2,9 p.p. pior em relação ao mesmo período de 2017. No 1S18, o desvio alcançou 3,9 p.p., impactado principalmente pela queda do volume de vendas, e a forte valorização da moeda norte-americana frente ao Real, no período.; DESPESAS/RECEITAS OPERACIONAIS = No 2T18 as despesas e receitas operacionais, quando comparadas ao 2T17 nas mesmas bases, apesar de uma inflação acumulada (IPCA) de 4,4% no período,registraram um pequeno aumento de 1,4%, demonstrando ganhos de eficiência. No acumulado do 1S18, o ganho é ainda maior, uma vez que houve uma redução de 2,0%.; EBITDA = O EBITDA do 2T18, foi positivo em R$ 19,4 milhões(queda de 4,4 p.p. na rentabilidade), fortemente impactado pelo baixo volume de vendas. Além disso, os custos foram fortemente impactados pela desvalorização do Real frente à moeda norte-americana. O acumulado 1S18 ficou em R$ 27,7 milhões, quando desconsiderado os eventos não recorrentes de 2017, decorrentes da venda da marca Lysoform e da constituição da PCLD, relativa à falência de empresa devedora com quem a Bombril detinha créditos a serem aplicados na contratação de mídia, pode ser observada uma queda de R$ 37,0 milhões frente ao mesmo período de 2017. :

BOBR4
PREÇO: R$ 2,54
PAYOUT (2017): 0,00%

Múltiplos baseados nos últimos 12 meses

P/L 2,86
P/VPA -0,81
PSR 0,13
DY 0,00%
EV/EBITDA 5,12
MARGEM BRUTA 43,57%
MARGEM OPERACIONAL 3,66%
MARGEM LÍQUIDA 4,57%
LUCRO POR AÇÃO R$ 0,887
MARGEM EBITDA 12,00%
DÍVIDA BRUTA/PATRIMÔNIO LÍQUIDO -319,91%
ROE -28,43%
LIQUIDEZ CORRENTE 0,58

Taxas de Crescimento Nominal

a) últimos 12 meses sobre 12 terminados no 2T17, nominal
RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA -1,59%
RESULTADO BRUTO -5,94%
RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO -50,24%
RESULTADO OPERACIONAL -230,44%
RESULTADO LÍQUIDO -31,77%
EBITDA 6,55%

b) 2T18 sobre 2T17, nominal
RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA -2,55%
RESULTADO BRUTO -8,95%
RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO -7,59%
RESULTADO OPERACIONAL 84,86%
RESULTADO LÍQUIDO -128,18%
EBITDA -20,55%

c) lucro (taxa média anual)
UA -31,77%
U2A ND
U3A -166,91%

d) patrimônio líquido médio
UA -38,09%
U2A -15,45%
U3A 35,05%

Preço justo fornecido pela fórmula do FCD para uma taxa média de crescimento real nulo do lucro líquido dos últimos 12 meses durante 5 anos, perpetuidade real nula e taxa de desconto real de 8%: R$ 11,09
Ou, taxa de crescimento real do lucro líquido dos últimos 12 meses necessária, durante os próximos 5 anos, para que o preço justo fornecido pela fórmula do FCD seja igual ao preço corrente (com uma perpetuidade real nula e taxa de desconto anual real de 8%): -31% !!!!
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352819 - paulo_prof   -  14 Ago 2018, 20:19
Em relação ao 3T17, especialmente no que concerne a última linha, o resultado teria sido pífio. Mas o resultado do 2T17 foi fortemente impactado por uma receita relativa a ativos diferidos. Comparado com os resultados do 1T18, entretanto, embora o resultado antes dos impostos tenha mostrado uma pequena involução, o lucro líquido evoluiu.

A "qualidade" da carteira expandida de créditos medida pela relação PDD/Carteira Expandida mostrou uma melhora absurda ... passando de 7,29% no 1T18, para 5,76%. Por outro lado, o índice de inadimplência aumentou muito, do 1T18 para o 2T18 (de 4,22% anualizado para 9,31%). É como se o banco tivesse decidido "limpar" a carteira. baixando a prejuízo (ou vendendo a outrem) boa parcela dos créditos em atraso. Há que se ler o relatório para entender o que houve.

De qualquer forma, o ativo está, como me expresso eventualmente: barato prá caramba! Infelizmente, não há "drivers" que permitam o preço do ativo ser determinado de acordo com os fundamentos e o DY projetado não é lá aquela Brastemp!

BNBR3

PREÇO: R$ 36,50

PAYOUT (2017): 24%



Múltiplos baseados nos Resultados dos últimos 12 meses

P/L 5,12

P/VPA 0,84

DY 4,68%

LUCRO POR AÇÃO R$ 7,126

ROAE 16,3%

ROAA 1,06%

CRÉDITOS INADIMPLENTES 1.027.753

CRÉDITOS INADIMPLENTES/OPERAÇÕES DE CRÉDITO 7,80%

PDD/OPERAÇÕES DE CRÉDITO 5,76%



Taxas de Crescimento Nominal

a) últimos 12 meses sobre os 12 meses terminados no 2T17, nominal:

RESULTADO DA INTERMEDIAÇÃO FINANCEIRA +27,9%%

RECEITA DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇO -2,2%

DESPESAS PESSOAL/TRIBUTÁRIAS/ADMINISTRATIVAS +4,2%

RESULTADO OPERACIONAL +228,6%

RESULTADO LÍQUIDO -23,5%

PROVISÃO PARA CRÉDITOS DUVIDOSOS -51,8%

CRÉDITOS INADIMPLENTES +55,0%



b) 2T18 sobre 2T17, nominal

RESULTADO DA INTERMEDIAÇÃO FINANCEIRA -5,2%

RECEITA DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇO +4,5%

DESPESAS PESSOAL/TRIBUTÁRIAS/ADMINISTRATIVAS +5,5%

RESULTADO OPERACIONAL -25,7%

RESULTADO LÍQUIDO -56,4%

PROVISÃO PARA CRÉDITOS DUVIDOSOS -22,5%

PATRIMONIO LÍQUIDO +14,7%

OPERAÇÕES DE CRÉDITO -7,3%

PDD TOTAL -45,7%

ATIVOS TOTAIS +14,2%



c) lucro liquido, nominal

UA -23,49%

U2A 28,43%

U3A 2,03%



d) patrimônio líquido médio

UA 10,19%

U2A 11,63%

U3A 4,46%



Preço justo fornecido pela fórmula do FCD para uma taxa média de crescimento real nulo do lucro líquido dos últimos 12 meses durante 5 anos, perpetuidade real nula e taxa de desconto real de 8%: R$ 89,07

Ou, taxa de crescimento real do lucro líquido dos últimos 12 meses necessária, durante os próximos 5 anos, para que o preço justo fornecido pela fórmula do FCD seja igual ao preço corrente (com uma perpetuidade real nula e taxa de desconto anual real de 8%): -19,5%

348595  - paulo_prof  -  31 Mar 2018, 17:58
Os Resultados Contábeis da BOBR relativos a 2017 e o 4T17 foram muito bons. Infelizmente, entretanto, ambos foram impactados por não recorrências, como a venda da marca Lysoforme, o uso da base negativa de IR/CS, etc., que turbinaram os resultados.

Se a Bombril fosse uma empresa numa situação "normal", com zero outras receitas/despesas operacionais e com o IR/CS incidindo na alíquota normal de 34%, em vez de postar os lucros líquidos contábeis de R$ 30,6 milhões no 4T17 e de R$ 126,8 milhões em 2017, teria postado, respectivamente, lucros de apenas R$ 1,1 milhões no trimestre e R$ 21 milhões no exercício.



Anualizando os resultados "recorrentes" (ou seja, eliminando as outras receitas/despesas) do 2S17, obtém-se, aproximadamente,

Receita Líquida: R$ 1.14 milhões

Resultado Bruto: R$ 510 milhões

Despesas Operacionais: (R$ 400 milhões)

EBIT: R$ 110 milhões

Resultado Financeiro Negativo: (R$ 50 milhões)

Resultado Antes dos Impostos: R$ 60 milhões

Resultado Líquido: R$ 40 milhões

Depreciação/Amortização: R$ 24 milhões

Ebitda: R$ 134 milhões



Para a base atual de ações, considerando um horizonte de 5 anos, este lucro "recurrente" teria que crescer 8,5% por ano em termos reais, para justificar o preço atual. Se for considerada a base ações que deverá vigorar no ano que vem ... sai de baixo!

A Receita Líquida da empresa está estagnada numa faixa um pouco inferior aos E# 1,1 bilhões. Quem estiver interessado no ativo deve tentar verificar se isto é conjuntural ou não. Por outro lado, não se pode deixar reconhecer que a empresa evoluiu enormemente no que tange custos (a margem bruta vem evoluindo fortemente) e despesas. Em consequência, apesar da estagnação da receita, há uma ótima evolução do EBIT. Por outro lado, também não se pode deixar de reconhecer a enorme evolução no que tange o Resultado Financeiro Negativo, que vem diminuindo sensivelmente a cada exercício. Finalmente, há que se observar que, embora a situação financeira tenha melhorado, a empresa continua vendendo o almoço para comprar a janta.

Na minha opinião, portanto, embora a empresa tenha melhorado em todos os aspectos, ainda está longe de ser o suficiente para considerar adquirir o ativo nos preços atuais.

BOBR4

PREÇO: R$ 5,89

PAYOUT (2017) 0,0%



Múltiplos baseados nos últimos 12 meses como contabilizado (incluindo não recorrentes)

P/L 5,57

P/VPA -4,82

PSR 0,64

DY 4,49%

EV/EBITDA 3,68

MARGEM BRUTA 45,4%

MARGEM OPERACIONAL 9,3%

MARGEM LÍQUIDA 11,6%

LUCRO POR AÇÃO R$ 1,057

MARGEM EBITDA 18,5%

DÍVIDA BRUTA/PATRIMÔNIO LÍQUIDO -310,8%

ROE -86,49%

LIQUIDEZ CORRENTE 0,66



Taxas de Crescimento

a) últimos 12 meses sobre 12 terminados no 4T16, nominal

RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA -0,10%

RESULTADO BRUTO +4,49%

RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO -38,62%

RESULTADO OPERACIONAL passou de negativo para positivo

RESULTADO LÍQUIDO passou de negativo para positivo

EBITDA 412,63%



b) 4T17 sobre 4T16, nominal

RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA +4,22%

RESULTADO BRUTO -1,48%

RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO -51,19%

RESULTADO OPERACIONAL passou de negativo para positivo

RESULTADO LÍQUIDO -45,04%

EBITDA +454,43



c) lucro líquido, nominal

UA passou de negativo para positivo

U2A passou de negativo para positivo

U3A passou de negativo para positivo



d) patrimônio líquido médio NEGATIVO, nominal

UA -33,42%

U2A 27,76%

U3A 24,34%



e) ebitda, nominal

UA 412,63%

U2A passou de negativo para positivo!

U3A 24,85%

U4A 26,07%

U5A 21,28%

U6A 16,79%

U7A 15,23%

U8A 4,36%



Preço justo fornecido pela fórmula do FCD para uma taxa média de crescimento real nulo do lucro líquido dos últimos 9 meses anualizado durante 5 anos, perpetuidade real nula e taxa de desconto real de 8%: R$ 13,21

Ou, taxa de crescimento real do lucro líquido dos últimos 9 meses anuzlizados necessária, durante os próximos 5 anos, para que o preço justo fornecido pela fórmula do FCD seja igual ao preço corrente (com uma perpetuidade real nula e taxa de desconto anual real de 8%): -17,6% !!!!

344607  - vidadetrader   -  30 Nov 2017, 16:19
BOBR4
22/11/2017
O desempenho é atribuído às melhoras operacionais e ao avanço do Ebitda

Depois de acumular prejuízo de R$ 633 milhões em cinco anos, a Bombril caminha para encerrar o segundo ano consecutivo com lucro. A fabricante de produtos de limpeza doméstica, que alega ter 70% do mercado de lã de aço, passa por intensa reestruturação desde 2015.

A empresa acumula lucro líquido de R$ 96,21 milhões neste ano, até setembro, ante prejuízo de R$ 82,51 milhões no exercício anterior. O desempenho é atribuído às melhoras operacionais e ao avanço do lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda, na sigla em inglês). De julho a setembro de 2017, houve lucro de R$ 39,31 milhões ante prejuízo de R$ 31,87 milhões um ano antes. No fechamento de 2016, o lucro foi de R$ 59,1 milhões. A receita líquida no terceiro trimestre de 2017 foi de R$ 281,9 milhões, uma alta de 7% na comparação anual.
O plano do presidente Luiz Gustavo Figueiredo Pereira da Silva para 2018 é investir em marketing mais que os R$ 20 milhões desembolsados em 2017. Ações de merchandising, internet, rádio e pontos de venda serão os alvos da empresa. "Pode ser que voltaremos às campanhas na TV, mas será algo bem estruturado", disse. O último filme publicitário da marca, com Ivete Sangalo, Monica Iozzi e Dani Calabresa, foi veiculado em 2015.
Silva disse que o filme absorveu a maior parte dos R$ 40 milhões destinados à publicidade há dois anos. Mesmo assim, os resultados não foram considerados satisfatórios. Em 2016, os gastos na área foram reduzidos para R$ 3 milhões, direcionados para melhorar o visual das gôndolas da empresa nos supermercados, considerado muito ruim pelo executivo. A companhia contratou no trimestre passado a agência Africa para retomar os trabalhos com publicidade, principalmente no ambiente digital.
Oriundo da consultoria RK Partners, especializada em reestruturações para evitar pedido de recuperação judicial, Silva tem centrado esforços no aumento da produtividade nas fábricas de São Paulo, Minas Gerais e Pernambuco, e na diminuição de desperdícios. "Desde que cheguei, conseguimos aumentar a produtividade em 20%. O portfólio de produtos foi reduzido de 550 para atuais 250, ficando apenas com os que possibilitam maiores margens à empresa. Outro ponto importante é que voltaremos a investir em inovação, atuando com startups", afirmou.
Sobre a operação da Bril Cosméticos, comprada há seis anos pela Bombril para ingressar na fabricação de itens com matérias-primas naturais para higiene pessoal, Silva disse que a linha de negócios está sob análise e que este também não é o foco no momento. Questionado sobre a possibilidade de vender ou descontinuar a unidade, ele limitou-se a dizer que "pode rever a estratégia para a categoria". Em outra área, no ano passado, os direitos da marca Lysoform foram cedidos à SC Johnson, por R$ 47,59 milhões.
Fonte: Valor Econômico

344177  - vidadetrader -  21 Nov 2017, 13:01
Valor Econômico :
21/11/2017 às 05h00 Bombril ruma ao segundo ano de lucro
Por Alexandre Melo | De São Paulo
Depois de acumular prejuízo de R$ 633 milhões em cinco anos, a Bombril caminha para encerrar o segundo ano consecutivo com lucro. A fabricante de produtos de limpeza doméstica,

Este trecho é parte de conteúdo que pode ser compartilhado utilizando o link http://www.valor.com.br/empresas/5199817/bombril-ruma-ao-segundo-ano-de-lucro

344172  - vidadetrader -  21 Nov 2017, 11:59
BOBR4 - Bombril
Excepcional resultado do terceiro trimestre 2017. Valeu a pena esperar...
http://ri.bombril.com.br/default_pt.asp?idioma=0&c...

344156  - paulo_prof   -  20 Nov 2017, 16:52
Nos últimos 9 meses a empresa teve diversos rfesultados não recorrentes. No 3T17 não foi diferente: O Resultado Financeiro contempla uma "Receita" de Juros sobre Impostos de mais de R$ 10 milhões. Considerando que o endividamento com a Receita é de quase R$ 300 milhões, é de se esperar que os encargos somem no minimo uns R$ 5 milhões por trimestre. Se em vez de contabilizar R$ 5 milhões negativos, a empresa contabilizou R$ 10 milhões positivos, pode-se estimar que houve um ganho não recorrente de aprox. R$ 15 milhões. Se estes R$ 15 milhões forem somados aos R$ 73 milhões referidos anteriormente, chega-se a uma receita não recorrente de mais de R$ 85 milhões.

Por outro lado, há que se considerar que a base de ações mais do que dobrará em meados de 2019, para um total de aprox. 120 milhões de ações. Considerando esta base ampliada de ações e uma simulação da DRE recorrente mais "generosa" do que aquela referida acima


Receita Líquida: R$ 1.200 milhões

Resultado Bruto: R$ 550 milhões

Despesas Operacionais: (R$ 370 milhões)

EBIT: R$ 180 milhões

Resultado Financeiro Negativo: (R$ 80 milhões)

Resultado Antes dos Impostos: R$ 100 milhões

Resultado Líquido: R$ 70 milhões

Depreciação/Amortização: R$ 25 milhões

Ebitda: R$ 205 milhões

chega-se a

P/L 8,83

P/VPA -3,49

PSR 0,52

DY 2,83%

EV/EBITDA 3,63

MARGEM BRUTA 45,8%

MARGEM OPERACIONAL 8,3%

MARGEM LÍQUIDA 5,8%

LUCRO POR AÇÃO R$ 0,583

MARGEM EBITDA 17,1%

Pessoalmente considero o ativo caro porque:

a) a simulação acima é pouco conservativa (dificilmente a empresa conseguirá postar um lucro líquido recorrente de R$ 70 milhões nos próximos 12 meses;

b) há algo estranho no endividamento líquido, incluindo os impostos ... entre o 1T17 e o 3T17, cresceu mais de R$ 120 milhões, ou 33%; e

c) a empresa est[a vendendo o almo;o para comprar a janta (liquidez corrrente = 0,64)

BOBR4

PREÇO: R$ 5,15

PAYOUT (2017) 0,0%

Múltiplos baseados nos últimos 9 meses anualizados

P/L 2,17

P/VPA -1,57

PSR 0,26

DY 11,52%

EV/EBITDA 3,56

MARGEM BRUTA 46,0%

MARGEM OPERACIONAL 9,8%

MARGEM LÍQUIDA 11,9%

LUCRO POR AÇÃO R$ 2,373

MARGEM EBITDA 19,3%

DÍVIDA BRUTA/PATRIMÔNIO LÍQUIDO -277,5%

ROE -72,38%

LIQUIDEZ CORRENTE 0,64

Taxas de Crescimento

a) últimos 12 meses sobre 12 terminados no 3T16, nominal

RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA +13,63%

RESULTADO BRUTO +1,91%

RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO -91,99%

RESULTADO OPERACIONAL passou de negativo para positivo

RESULTADO LÍQUIDO passou de negativo para positivo

EBITDA passou de negativo para positivo

b) 3T17 sobre 3T16, nominal

RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA +7,04%

RESULTADO BRUTO +11,68%

RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO -77,30%

RESULTADO OPERACIONAL passou de negativo para positivo

RESULTADO LÍQUIDO passou de negativo para positivo

EBITDA passou de negativo para positivo

c) lucro líquido, nominal

UA passou de negativo para positivo

U2A passou de negativo para positivo

U3A passou de negativo para positivo

d) patrimônio líquido médio NEGATIVO, nominal

UA -20,78%

U2A 76,51%

U3A 24,55%

Preço justo fornecido pela fórmula do FCD para uma taxa média de crescimento real nulo do lucro líquido dos últimos 9 meses anualizado durante 5 anos, perpetuidade real nula e taxa de desconto real de 8%: R$ 30,42

Ou, taxa de crescimento real do lucro líquido dos últimos 9 meses anualizados necessária, durante os próximos 5 anos, para que o preço justo fornecido pela fórmula do FCD seja igual ao preço corrente (com uma perpetuidade real nula e taxa de desconto anual real de 8%): -48,6% !!!!

344153  - vidadetrader -  20 Nov 2017, 14:21
PRESIDENTE DA BOMBRIL ABORDARÁ REPOSICIONAMENTO DE MARCA EM ITABUNA
PostDateIcon 16/nov/2017 . 17:02

Luiz Gustavo, da Bombril, profere palestra gratuita em Itabuna || Foto Norio Ito
Apontado como responsável pelo milagre da recuperação da Bombril, o executivo Luiz Gustavo Silva será o palestrante do Painel Empresarial, em Itabuna, no dia próximo dia 29. O presidente da Bombril falará sobre reposicionamento no mercado em cenário de crise.

Luiz Gustavo assumiu a presidência da empresa em março do ano passado, quando a Bombril enfrentava longo período de prejuízos financeiros e risco de pedido de recuperação financeira. A Bombril S/A fechou 2016 com resultado positivo, após mais de cinco anos no vermelho.

O evento está previsto para as 19h do dia 29, no Tarik Fontes, na Avenida Aziz Maron, em Itabuna. O Painel Empresarial será promovido pela Associação Comercial de Itabuna (ACI) e Sebrae, com inscrições gratuitas e voltada ao empresariado. Para assegurar vaga, o interessado deverá ligar para o telefone 73-3613.1171.

O PALESTRANTE

Formado em engenharia química, Luiz Gustavo Silva começou sua carreira como oficial da Força Aérea Brasileira, nas áreas de Logística e Manutenção Aeronáutica. Foi gerente de Planejamento e gerente Nacional de Produtos Industrializados da América Latina Logística (ALL) e atuou nos segmentos de agronegócio e serviços logísticos.

Após esse período como executivo, atuou no segmento de consultoria de reestruturação de empresas na RK Partners. Desde março de 2016, é o diretor presidente da Bombril S/A, período em que a empresa conseguiu se recuperar de uma de suas maiores crises e, seis anos depois, voltar a apresentar lucros em 2017.

341409  - paulo_prof   -  24 Ago 2017, 15:40
Não podem restar dúvidas de que a BOBR evoluiu muito. Informa, o relatório de 2016:

Com uma estratégia na qual a rentabilidade, a produtividade e a manutenção do foco em categorias de margens atrativas figuram como requisitos essenciais, a Bombril promoveu uma ampla revisão de seu portfólio durante 2016 e revisou sua estrutura organizacional, preparando-a para novos ciclos de crescimento. Confira algumas ações de destaque:

Atualização de 80% do quadro de gestores (diretores e gerentes), buscando melhoria do nível de gestão;

Redução de estoque de produtos acabados (impacto positivo de R$ 23,7 milhões) e de matérias-primas (R$ 4,7 milhões);

Redução liquida de 12% do quadro funcional, com aumento de produtividade – em especial na área industrial;

Regularização de rupturas nos pontos de venda e aumento de nível de serviço de 70% para 97% (dezembro/2016);

Renegociação da dívida com fornecedores em até 36 meses;

Ciclo de Capital de Giro em constante evolução de 87 dias para 52 dias;

Planejamento Tributário baseado na eficiência e otimização da operação;

Primarização do transporte, com ganhos anualizados de R$ 15 milhões;

Redução de acidentes com e sem afastamentos de 38%;

Projetos de Redução de Custos (PRC) aplicado, com resultado total de R$ 17 milhões (excluindo o efeito cambial);

Reestruturação financeira e das políticas, processos e controles da companhia..


Embora estas ações tenham produzido resultados animadores, será que estes resultados suportam o nível de preço atual?Na minha opinião, a BOBR4 está sobre-precificada. Para justificar o preço atual, a Receita Líquida teria que evoluir enormemente, coisa de no mínimo 5% reais ao ano, nos próximos 5 anos.


Os números do 1S17 têm que ser olhados com muito cuidado.


Em termos nominais, a Receita Líquida involuiu 5,60% em relação ao 1S16. Por sua vez, o Resultado Bruto, foi 4,18% maior, mostrando um ganho na margem bruta, que passou de um patamar de 41,8% para 46,1%. Houve, também, um ganho importante no Resultado Financeiro Negativo, que diminuiu 12,94% em relação ao 1S16. Finalmente, houve uma enorme evolução no Ebitda, que aumentou 300% em relação ao 1S16. Esta conjunção de resultados resultou num lucro líquido no 1S17, de R$ 57 milhões, quando no 1S16 a empresa havia amargado um prejuízo de R$ 51 milhões.


Ocorre que o Resultado Líquido e Ebitda no 1S17 foram fortemente impactados por eventos não recorrentes que não se repetirão no futuro próximo:

a) no 1T17, a empresa obteve uma Receita Não Recorrente, de R$ 46,7 milhões, resultante da venda da marca Lysoform;

b) no 2T17, a empresa contabilizou uma receita de R$ 26 milhões de impostos diferidos



No 1S17, o Resultado Antes dos Impostos foi de R$ 40 milhões. Se deduzirmos os R$ 73 milhões dos eventos não recorrentes, estes R$ 40 milhões positivos ter-se-iam transformado em R$ 33 milhões negativos!!!


Para ser mais preciso, deve-se reconhecer que no 2T17 também houve dispêndios não recorrentes com a re-estruturação e provisão para devedores inadimplentes. Mas estas despesas não recorrentes não chegam a R$ 20 milhões. Por outro lado, há que se reconhecer também que o Resultado Financeiro negativo vem diminuindo (os R$ 30 milhões do 1T17 cairam para R$ 22 milhões no 2T17.


Fiz uma simulação de quais poderão ser os Resultados Recorrentes nos próximos 12 meses (ou seja, do 3T17 ao 2T18)

Receita Líquida: R$ 1.200 milhões

Resultado Bruto: R$ 550 milhões

Despesas Operacionais: (R$ 400 milhões)

EBIT: R$ 100 milhões

Resultado Financeiro Negativo: (R$ 90 milhões)

Resultado Antes dos Impostos: R$ 10 milhões

Resultado Líquido: R$ 7 milhões

Depreciação/Amortização: R$ 25 milhões

Ebitda: R$ 125 milhões



A ver!



Múltiplos Calculados de Acordo com a Simulação Acima

BOBR4

PREÇO: R$ 5,57

PAYOUT: 25%

P/L 43,02

P/VPA -1,39

PSR 0,25

DY 0,58%

EV/EBITDA 5,44

MARGEM BRUTA 45,8%

MARGEM OPERACIONAL 0,8%

MARGEM LÍQUIDA 0,6%

LUCRO POR AÇÃO R$ 0,129

MARGEM EBITDA 10,4%

DÍVIDA BRUTA/PATRIMÔNIO LÍQUIDO -193,1%

ROE -3,23%

LIQUIDEZ CORRENTE 0,59



Preço justo fornecido pela fórmula do FCD para uma taxa média de crescimento real nulo do lucro líquido dos últimos 12 meses durante 5 anos, perpetuidade real nula e taxa de desconto real de 8%: R$ 1,65

Ou, taxa de crescimento real do lucro líquido dos últimos 12 meses necessária, durante os próximos 5 anos, para que o preço justo fornecido pela fórmula do FCD seja igual ao preço corrente (com uma perpetuidade real nula e taxa de desconto anual real de 8%): +33,0%

338023  - Gusmaran   - 17 Mai 2017, 02:26
Todo o lucro é não-recorrente e a auditoria apontou varias ressalvas nos balanços do 4t16 e 1t17. operacionalmente a empresa está melhorando, mas, infelizmente não o suficiente para ter lucratividade sem abrir mão de manobras tributárias e/ou venda de marcas. Eu estou acompanhando a evolução da empresa e, embora o marketcap seja muito convidativo, ainda embute riscos inaceitáveis.

338022  - jltrader -  17 Mai 2017, 02:08
Prezados os últimos dois balanços trimestrais da Bombril foram muito bons, para o padrão Bombril. Isso deixou bem melhores seus indicadores fundamentalistas. Alguém mais inteirado da realidade desta Empresa poderia nos ajudar a compreender se já vale a pena entrar.

336987  - Marasmo -  21 Abr 2017, 16:00
BOMBRIL na divulgação do 3º trimestre de 2016 tinha seus multiplos anualizados quase todos negativos...

Já quando saiu o resultado do 4º trimestre de 2016 o resultado já começou a ficar arredondado...

Quando sair o resultado do 1º trimestre a maioria dos múltiplo deverão ficar positivos pois ocorrerá uma forte negociação tributária...

Destaques positivos:LPA, Margem bruta , Ebit e valor de mercado

Destaques negativos: Patrimônio líquido e dívida tributária (negociada em 17 de fevereiro de 2017 segundo a administração)

Outro ponto negativo é a diluição prevista para o segundo semestre de 2019..

Papel BOBR4 Cotação 2,36
Tipo PN Data últ cot 20/04/2017
Empresa BOMBRIL SA PN Min 52 sem 1,46
Setor Prods. de Uso Pessoal e de Limpeza Max 52 sem 4,80
Subsetor Produtos de Limpeza Vol $ méd (2m) 774.716
Valor de mercado 127.593.000 Últ balanço processado 31/12/2016
Valor da firma 272.504.000 Nro. Ações 54.065.000
Oscilações Indicadores fundamentalistas
Dia -3,67% P/L 2,16 LPA 1,09
Mês 20,41% P/VP -0,47 VPA -5,06
30 dias 15,69% P/EBIT 1,68 Marg. Bruta 43,4%
12 meses 61,64% PSR 0,12 Marg. EBIT 6,9%
2017 16,26% P/Ativos 0,18 Marg. Líquida 5,4%
2016 28,48% P/Cap. Giro -0,37 EBIT / Ativo 10,7%
2015 -34,71% P/Ativ Circ Liq -0,17 ROIC 13,0%
2014 -62,07% Div. Yield 0,0% ROE -21,6%
2013 -17,14% EV / EBIT 3,58 Liquidez Corr 0,41
2012 -3,75% Giro Ativos 1,54 Div Br/ Patrim -0,56
Cres. Rec (5a) 1,6%
Dados Balanço Patrimonial
Ativo 711.099.000 Dív. Bruta 154.362.000
Disponibilidades 9.451.000 Dív. Líquida 144.911.000
Ativo Circulante 242.388.000 Patrim. Líq -273.409.000
Dados demonstrativos de resultados
Últimos 12 meses Últimos 3 meses
Receita Líquida 1.097.770.000 Receita Líquida 276.200.000
EBIT 76.175.000 EBIT 35.665.000
Lucro Líquido 59.068.000 Lucro Líquido 52.094.000

336779  - paulo_prof  -  14 Abr 2017, 22:57
No que se refere impostos nos três níveis (federal, estadual e municipal), a dívida da Bombril soma aprox. R$ 415 milhões. Se todos os impostos a recuperar e impostos deferidos que a empresa tinha no ativo em 30DEZ2016 pudessem ser utilizados no abatimento dos impostos devidos (total de R$ 131 milhões), ainda restaria um saldo de mais de R$ 280 milhões. A própria tentativa de "enganar" o leitor, ao mencionar que 76% dos débitos estariam sendo cobertos, diz muito a respeito do pessoal que administra a empresa.

Toda a ladainha contida no último release, reproduzida no post acima, deixa de esclarecer o que é mais importante: a Receita Líquida corrente da empresa é largamente insuficiente para cobrir as despesas operacionais (com vendas, gerais e administrativas e outras receitas/despesas) e o custo dos empréstimos bancários e débitos fiscais.

Houve, sim, uma grande melhora de 2015 para 2016. A margem bruta total (incluindo produtos descontinuados) cresceu de 36,9% para 43,4%. As despesas operacionais, também, diminuíram nominalmente de R$ 508 milhões para R$ 462 milhões. Mas isto está longe de ser suficiente.

A margem bruta, no passado, já foi 45%. Não acredito que a empresa consiga superar este patamar. Em consequência, para gerar um Resultado Antes dos Impostos NULO, considerando, de forma otimista, despesas operacionais de R$ 450 milhões e um resultado financeiro negativo em R$ 100 milhões (em reais de 2016) seria necessária uma Receita Líquida de R$ 1,222 bilhões, É aí que está o problema. Se a empresa não conseguir gerar uma Receita Líquida no mínimo uns 12% maior do que aquela de 2016, em termos reais, vai continuar morrendo na praia.

Finalmente, há mais um detalhe que vale a pena mencionar. No 2o. semestre de 2014, a empresa emitiu R$ 66 milhões em debêntures conversíveis em ações. A taxa anual de encargos é 6%, gerando juros também conversíveis em ações. O vencimento é 10JUN2019. Em 31DEZ2016, o saldo era de R$ 75,679 milhões. Em 10JUN2019 serão, aprox. R$ 87,5 milhões. O preço de conversão é R$ 0,41, ou seja, a conversão gerará aprox. 213 milhões de ações, quase 4 vezes a base atual ... uma senhora diluição !!!!

336772  - Marasmo  -  14 Abr 2017, 16:29
"Obrigações Fiscais no Não-Circulante necessariamente referem a algum REFIS. Normalmente não considero as Obrigações Fiscais no Circulante como originárias de algum REFIS.

No caso da Bombril, entretanto, considerado o histórico de dificuldades financeiras, é quase certo que a maior parte é originada em REFIS.

No meu modo de entender, REFIS é Divida Financiada. Portanto, deve integrar a base do Endividamento Bruto. Somando as duas parcelas acima, chega-se a R$ 685 milhões."

Professor,

Com relação ao passivo tributário em fevereiro de 2017 a Bombril aderiu ao Programa de Regularização Tributária(PRT)

O que resultará em regularização dos impostos federais com quitação de 76% dos débitos utilizando o saldo de prejuizo fiscal acumulado e o restante parcelado em 24 parcelas...

336771  - Marasmo   -  14 Abr 2017, 16:11
Parabéns pela análise Professor...

Mas na minha opinião o copo não está totalmente vazio...e a garrafa já começou a encher o copo em gotas...

Retirei alguns dados do último press release que achei interessantes...

Com uma estratégia na qual a rentabilidade, a produtividade e a manutenção do foco em categorias de margens atrativas figuram como requisitos essenciais, a Bombril promoveu uma ampla revisão de seu
portfólio durante 2016 e revisou sua estrutura organizacional, preparando-a para novos ciclos de crescimento.

Confira algumas ações de destaque:
Atualização de 80% do quadro de gestores (diretores e gerentes), buscando melhoria do nível de gestão;
Redução de estoque de produtos acabados (impacto positivo de R$ 23,7 milhões) e de matérias-primas(R$ 4,7 milhões);
Redução liquida de 12% do quadro funcional, com aumento de produtividade – em especial na área industrial;
Regularização de rupturas nos pontos de venda e aumento de nível de serviço de 70% para 97% (dezembro/2016);
Renegociação da dívida com fornecedores em até 36 meses;
Ciclo de Capital de Giro em constante evolução de 87 dias para 52 dias;
Planejamento Tributário baseado na eficiência e otimização da operação;
Primarização do transporte, com ganhos anualizados de R$ 15 milhões;
Redução de acidentes com e sem afastamentos de 38%;
Projetos de Redução de Custos (PRC) aplicado, com resultado total de R$ 17 milhões (excluindo o efeito cambial);
Reestruturação financeira e das políticas, processos e controles da companhia.

Focos estratégicos:
Otimização do portfólio:
Ao longo do ano, a Bombril optou por revisitar estrategicamente suas categorias e marcas, mantendo aqueles com potencial de crescimento e rentabilidade. No total, cerca de 250 SKUs foram descontinuados, ou suspensos, tornando a empresa responsável por cerca de 300 SKUs, contra 550 até 2015. A prioridade é retomar os ganhos de participação (market share) e receita nas categorias estratégicas de alta performance e alto potencial, algumas das quais com liderança da companhia – como as lã de aço e saponáceos.

Redução de custos.:
Diversas ações foram executadas, da produção à estrutura organizacional, a fim de diminuir os custos de produção e garantir o retorno das margens da Bombril a bases positivas e sustentadas. As iniciativas de Projetos de Redução de Custo (PRC) geraram R$ 17 milhões de saving para a empresa em 2016, contemplando o estudo das despesas ligadas à operação industrial, relacionados à aquisição e substituição de matérias-primas, inclusive a otimização de formulação dos produtos sem alteração de seus patamares de qualidade e custo-benefício para o consumidor, reduzindo desperdícios.

Controle de despesas.:
A empresa investiu no acompanhamento da sua estrutura de suas principais despesas, com base na metodologia GMD ( Gestão Matricial de Despesas). Com isso, houve economia de cerca de R$ 8 milhões no ano. Dentro desse eixo, também foi feita uma ampla revisão da estrutura organizacional, com uma redução de 12% do quadro total de funcionários que, sem gerar impactos na produção Bombril, diminuiu custos associados a folha de pagamento e despesas com pessoal.

Dívidas, Financiamentos e aspectos Fiscais/Tributários :
A empresa renegociou suas dívidas com fornecedores de matérias-primas essenciais e, também, junto à instituições financeiras. A fim de garantir o pagamento em condições favoráveis para o negócio,  em exercer pressão sobre o caixa e evitando rupturas de vendas por falta de produtos. Quanto ao passivo tributário, em fevereiro de 2017 a Bombril aderiu ao Programa de Regularização Tributária (PRT), o que resultará em regularização dos impostos federais com a quitação de 76% dosdébitos utilizando o saldo de prejuízo fiscal acumulado e o restante parcelado em 24 parcelas.

Revisão de supply chain:
A Bombril mantém uma base extensa de fornecedores, que veio crescendo conforme o aumento de seu portfólio e da demanda por matérias-primas. Também são relevantes os chamados co-makers e co-packers, respectivamente responsáveis pela fabricação ou pelo envasamento de produtos Bombril: eram 22 fornecedores dessas categorias em 2015. Em 2016, fruto da revisão de portfólio e de ações de internalização da produção, a companhia encerrou o ano com 16 parceiros terceiristas.

Redução de estoques :
A política de estoques foi revisada ao longo de 2016, buscando reduzir as perdas decorrentes de longo tempo de estocagem de matérias-primas e produtos acabados. Em janeiro de 2015, a Bombril tinha em torno de R$ 42,5 milhões em produtos acabados em estoque ao fim do ano. Esse valor caiu para R$ 18,8 milhões, fruto de melhores ações de negociação com clientes e planejamento integrado Produção-Vendas. Além disso, o projeto melhorou a disponibilidade de produtos de alto giro no ponto de venda para os clientes Bombril.

Eficiência logística:
Dois projetos se destacaram nesse eixo. O primeiro foi a realização de uma auditoria na operação de fretes, com a implantação de uma rígida gestão de processos e controles internos, a fim de aprimorar o gerenciamento de custos com a entrega de produtos acabados. Em seguida, foi realizado um projeto de primarização da cadeia logística (produtos acabados), por meio da primarização do frete, que alcançou cerca de 25% de redução do custo de transporte e frete ao fim de 2016, com ganhos anualizados de R$ 15 milhões. Também fruto das ações de eficiência na logística, com maior controle sobre o processo, o percentual de entregas no prazo acordado com os clientes chegou à marca de 96,5%

Inteligência de negócios:
com uma diretoria própria para o assunto, criada no último trimestre de 2016, a companhia trabalhou
em estudos e mapeamentos para definir seus focos de negócio dos próximos anos. Entre os destaques, foi realizada uma pesquisa qualitativa envolvendo sete categorias-chave para empresa.
O trabalho objetivou compreender demandas dos consumidores e tendências de mercado ligadas às áreas em que a Bombril deseja crescer. Em 2017, será dada continuidade aos estudos com consumidores, com uma etapa quantitativa, e será reiniciado o processo de renovação e inovação de portfólio. O desenvolvimento do ponto de venda, começou a ser visto como essencial para o negócio, com uma área reestruturada para aprimorar o relacionamento com o mercado, abrangendo diferentes tipos de canais (supermercados, varejistas, atacadistas etc.), com políticas e negociações customizadas. Entre as ações de destaque, estão treinamentos contínuos para os cerca de 600 promotores atuantes no Brasil e o monitoramento contínuo de casos de ruptura/perda de produtos por categoria.

Desempenho econômico financeiro:
Os indicadores de performance e resultados da Bombril, mesmo diante de um ambiente macroeconômico altamente desfavorável, encerraram o ano com importantes e significantes evoluções (conforme veremos a seguir), o que mais uma vez reforça e quantifica a eficiência do processo de reestruturação desenvolvido ao longo de 2016.

O processo de reestruturação permitiu à Bombril encerrar o ano com evoluções importantes em seus principais indicadores de performance e resultados. Entre os destaques, o EBITDA pró-forma apresentou um resultado positivo de R$ 71,7 milhões, contra a marca negativa de (-R$ 26,1) milhões em 2015ambos expurgado o efeito dos itens descontinuados, além das despesas não recorrentes que representaram R$ 31 milhões (custos de reestruturação) em 2016 e R$ 57 milhões em 2015. Os principais fatores de contribuição estiveram ligados à redução de custos e despesas, fruto de um programa desenvolvido em todas as áreas da empresa para trazer ganhos de eficiência e gestão.

Exemplificando essa busca de eficiência, a revisão estratégica gerou oportunidades de renegociação de preços e prazo de pagamento de nossas matérias-primas; em conjunto com uma redução de 12% do quadro de pessoal, trazendo aumento de produtividade, principalmente na área industrial, isso permitiu uma redução no custo dos produtos vendidos (conforme detalhado a seguir, no tópico de resultado bruto). Outras ações significativas foram a primarização do frete e a absorção dos efeitos inflacionários sobre as despesas fixas, além da eficiência tributária.

A receita líquida de vendas conseguiu superar as expectativas e obter um crescimento de 10% em bases comparáveis, a qual desconsidera os produtos descontinuados (conforme detalhado abaixo no tópica da receita), apesar de um ambiente macroeconômico recessivo, com um recuo de 3,6% no PIB em 2016. Também é importante destacar que, de acordo com pesquisas de mercado da Nielsen, o segmento de higiene e limpeza teve uma queda de 4,5% em volume comparativo de 2016 com 2015.

Indicadores operacionais e de mercado O volume de produtos vendidos foi de 428,3 mil toneladas, 9% abaixo do ano anterior, sendo que o principal fator de impacto é a revisão do portfólio da companhia, com redução significativa de produtos e marcas não estratégicas, em função da reestruturação financeira executada no ano (leia mais em Focos estratégicos) – excluindo o efeito dos produtos descontinuados, o volinha com o realizado em 2015. No entanto, a medida trouxe benefícios às margens da companhia, em função da aposta em produtos de maior rentabilidade e potenciais de crescimentos. Em aspectos de mercado, 2016 foi um ano positivo para a Bombril, que manteve a liderança absoluta no segmento de lã de aço (67% de market share), além de liderança em saponáceos
(44%) e posições relevantes nos segmentos de detergentes (2ª marca – Limpol) e amaciantes (4ª marca – Mon Bijou).

Em 2016, a Bombril atingiu R$ 1.097,8 milhões de receita liquida de vendas, quando colocamos frente à sua base comparável (pró-forma), que desconsidera os produtos descontinuados (redução de
aproximadamente 45% dos SKUs), vemos uma superação das expectativas com um crescimento 10%, mesmo atravessando um ambiente macroeconômico instável e recessivo, que teve um recuo de 3,6% no PIB, é importante destacar que, de acordo com pesquisas de mercado da Nielsen, o segmento de higiene e limpeza registrou uma queda de 4,5% no volume de vendas de 2016 frente o ano de 2015.

A redução do portfólio ocorreu devido ao plano de reestruturação da Companhia, com objetivo de dar foco em produtos de maior rentabilidade e maior potencial de desenvolvimento do negócio – excluindo esse efeito, o volume de 2016 foi de 419 mil toneladas e estaria em linha ao ano de 2015 que registrou 414 mil toneladas, considerando a mesma base de produtos. Assim terminamos o ano com uma Receita Líquida de Vendas de R$ 1.097,8 milhões, com maior controle e foco na redução das devoluções e cancelamentos, além de uma política de preço assertiva.

Resultado bruto
Diretamente ligado à reestruturação financeira da companhia, que ocorreu no ano de 2016, houve uma melhora de +6.5 pp na rentabilidade bruta, mesmo quando desconsiderados os efeitos dos eventos não recorrentes, que são os produtos descontinuados, o incremento é positivo em +5 pp, dessa maneira o ano de 2016 terminou com uma rentabilidade bruta de +44,5%. O alto incremento de rentabilidade se relaciona principalmente em três frentes de atuação: i) o aumento da produtividade industrial, eliminando desperdícios e otimizando processos, além da redução como custo de mão de obra direta e indireta; ii) as renegociações com fornecedores de matéria-prima, apesar do começo de ano difícil, devido à uma dívida alta, conseguimos renegociar 100% dos débitos, além de melhorar a negociação de preço e recompor o prazo médio de pagamentos; iii) além da captura devárias oportunidades de redução nos custos de produção, incluindo energia elétrica, manutenção e outros suprimentos. Dessa maneira o resultado bruto da Bombril em 2016 foi de R$ 476,5 milhões, que é 18,3% maior que o ano de 2015 que foi de R$ 402,7 milhões – se, considerarmos a base comparável, sem os produtos descontinuados e custos relacionados à reestruturação, o crescimento atingiria +23,9%.

Despesas operacionais As despesas operacionais da Bombril, desconsiderando os custos com o processo de reestruturação e efeitos dos itens descontinuados, a fim de comparar as informações sem efeitos não recorrentes, totalizariam R$ 425 milhões, apresentando uma redução nominal de 6% comparado ao ano de 2015 que havia totalizado R$ 451 milhões. Na prática, as despesas recorrentes (pró-forma) representaram 40,1% da receita líquida de vendas, que mostra uma melhora de alavancagem operacional de 6.7 pp frente aos 46,7% do ano anterior. Essa eficiência de despesas decorre da captura de oportunidades no processo de reestruturação, otimização do portfólio e controle e processos, demonstrando a capacidade da companhia em absorver os efeitos inflacionários, dado que a inflação acumulada de 2016 foi de 6,3%, segundo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).

Ebitda:
O resultado EBITDA do ano de 2016 apresentou um aumento histórico de R$ 123 milhões em relação ao  ano de 2015 – ao desconsiderarmos os efeitos dos produtos descontinuados e as despesas não recorrentes, como os custos relacionados à reestruturação da empresa, o incremento seria de R$ 98 milhões, comparado codo ano anterior. Esse resultado demonstra quantitativamente o impacto positivo de todas as ações de eficiência e foco estratégico, comentadas anteriormente nesse material.
A rentabilidade do EBITDA, percentual sobre a Receita Líquida de Vendas, apresentou uma melhora significativa em 2016, atingindo +3,6%, sendo +11.2 p.p maior que o realizado em 2015 – expurgando os efeitos não recorrentes, que são os produtos descontinuados e custos relacionados à reestruturação, a rentabilidade seria +6,8%, o que representaria um incremento de +9.5 p.p, comparado com o mesmo período do ano anterior.

336770  - Gusmaran   -  14 Abr 2017, 15:48
O lucro é não recorrente. A parte operacional deu prejuízo.

336768  - paulo_prof   -  14 Abr 2017, 15:15
De acordo com o Balanço Patrimonial Passivo da Bombril consolidada, a empresa:

no Circulante:

2.01.03 Obrigações Fiscais 288.364
2.01.04 Empréstimos e Financiamentos 131.943
TOTAL = 420.307

No Não Circulante

2.02.01 Empréstimos e Financiamentos 22.419
2.02.02.02.03 Obrigações Fiscais e Tributárias 242.651
TOTAL = 265.070

Obrigações Fiscais no Não-Circulante necessariamente referem a algum REFIS. Normalmente não considero as Obrigações Fiscais no Circulante como originárias de algum REFIS. No caso da Bombril, entretanto, considerado o histórico de dificuldades financeiras, é quase certo que a maior parte é originada em REFIS.

No meu modo de entender, REFIS é Divida Financiada. Portanto, deve integrar a base do Endividamento Bruto. Somando as duas parcelas acima, chega-se a R$ 685 milhões.

Fazendo uma varredura no Ativo, chega-se talvez a R$ 20 milhões que possam ser remunerados. Em consequência, se admitirmos um Endividamento Líquido da empresa da ordem dos R$ 650 milhões, não estaremos longe da realidade.

Qual seria a despesa anual esperada para um endividamento desta ordem? Se a Bombril fosse uma empresa de 1a. linha em Nota de Crédito, acho que R$ 80 milhões seria um bom chute, não? No caso da Bombril, certamente acima dos R$ 100 milhões, não? Mas qual foi o resultado financeiro do exercício de 2016? "Somente" R$ 39 milhões negativos. Como isto foi possível?

Bom, a mágica foi propiciada pela valorização do real. A Bombril tem uma empresa nas Ilhas Virgens, a Bombril Overseas, cuja contabilidade é realizada em dólares. Em consequência, o Resultado Financeiro da Bombril Consolidada é impactado pela variação do valor em reais. No exercício de 2016, o Resultado Financeiro foi impactado positivamente por R$ 91 milhões.

Ou seja, num cenário de estabilidade cambial, o Resultado Financeiro teria sido negativo em aprox. R$ 120 milhões !!!!

Como se isto não bastasse, considere o Resultado Antes do Financeiro e dos Impostos: no exercício de 2016 somou R$ 14,5 milhões. Deduzindo os R$ 39 mihões negativos do Resultado Financeiro, obtém-se R$ 24 milhões negativos. Como é que a empresa foi capaz de postar um lucro de R$ 59 milhões, se o Resultado Antes dos Impostos foi negativo em R$ 24 milhões? Evidentemente, a mágica só foi possível mediante uma Receita de Imposto de Renda. De fato, foram contabilizados R$ 83,6 milhões em impostos diferidos.

Num ambiente de estabilidade cambial e normalidade na base de impostos, as contas teriam sido aprox. as seguintes:

EBIT: R$ 15 mihões

Resultado Financeiro: (R$ 120 milhões)

Resultado Antes dos Impostos: (R$ 105 milhões)

IR/CS (diferido): R$ 35 milhões

Resultado Líquido: (R$ 70 milhões)

Moral da história: todo o artigo acima é conversa para boi dormir!!! A realidade da empresa é a de amargar prejuízo na faixa dos R$ 70 milhões ... e não de lucrar R$ 59 milhões!

336764  - Marasmo   -  14 Abr 2017, 13:34
Paulo Professor, o que está achando desta recuperação da Bombril...?
Valor de mercado atual de 140 milhões me parece atraente ter uma pequena posição em carteira...

Bombril volta a ter lucro em 2016, com corte de custos

Famosa pelo logotipo vermelho, escrito em letras maiúsculas ” Bombril “, a companhia com nome de produto e que virou marca conseguiu voltar ao azul no balanço do ano passado. Teve lucro líquido de R$ 59 milhões, comparado a um prejuízo de R$ 377 milhões, em 2015.

Vivendo situação operacional dramática, a companhia passou o ano passado focada em conseguir rentabilidade na sua linha de produtos. Houve todo tipo de esforço por cortes de custos e despesas. Assim, a Bombril reduziu de 550 para 300 o número de produtos e variações.

O resultado foi uma receita líquida estável, em R$ 1,1 bilhão, para 2016 ­ quase 10% maior se comparada só os mesmos produtos. Mas o Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) registrou evolução importante: resultado positivo recorrente de R$ 71 milhões, ante R$ 26 milhões negativos do ano anterior.

Luiz Gustavo Figueiredo Pereira da Silva, que acaba de completar um ano à frente do negócio, contou com exclusividade ao Valor que o foco de 2016 foi conseguir retomar a rentabilidade. Para este ano, a companhia volta a ter metas de expansão de receita. Contudo, preferiu não fazer previsões.

No ano passado, em busca de margens, houve de tudo. As iniciativas foram desde organização da produção, até corte de pessoal (12%) e gastos com insumos básicos como energia, água e diesel ­ quedas de 12% a 25%. O reflexo direto foi a melhoria das margens brutas.

Na logística, as modificações também foram relevantes. A companhia colocou para dentro de seu quadro a estrutura antes terceirizada e a economia anual obtida é estimada em R$ 15 milhões.

“Aqui, somos os loucos do controle. Medimos tudo. Nem o plástico que cai na linha de produção hoje é desperdiçado”, contou ele.

Tradicional anunciante, com um dos garotos­-propaganda mais conhecido, Carlos Moreno, a Bombril cortou nas raízes. A despesa com marketing caiu de R$ 60 milhões para R$ 8 milhões, na comparação entre 2015 e 2016. Neste ano, além dos esforços no pontos de venda, a companhia quer fazer campanhas nas mídias digitais, mas com o mesmo orçamento. Por enquanto, nada de voltar de TV.

Pereira da Silva, egresso da RK Partners, contratada em 2015 para reestruturação, acaba de renovar por mais um ano como presidente da Bombril. A RK encerrou seus trabalhos em dezembro, exatos doze meses após sua chegada. O presidente fica. Assim, garante a estabilidade e o trabalho de criar uma cultura para a empresa, que passou por modificação de 80% do quadro diretor.

“Conseguimos em 2016 garantir que as vendas pagam os custos e despesas de produção e ainda as dívidas. A partir de novembro deste ano, devemos voltar a acumular caixa”, disse ele. Nas finanças, segundo o executivo, a companhia mantém os esforços para melhorar a diferença entre os prazos que paga e o que recebe. Quando Pereira da Silva assumiu, esse intervalo estava em 87 dias e agora já caiu para 52. “O ideal é aproximar o recebimento e o pagamento cada vez mais.”

Para auxiliar na meta de crescimento de 2017, sem mencionar nomes, Pereira da Silva conta que foi montado comitê consultivo com três presidentes de empresas de varejo e bens de consumo.

Fonte: Valor Economico.

318128  - Pro_fit   -  28 Fev 2016, 13:04
mais uma indo pra vala da BOVESPA

Bombril pode ter de pedir nova recuperação judicial


Agência Estado

Uma das mais tradicionais empresas brasileiras, a fabricante de bens de consumo Bombril contratou assessoria para reestruturar o negócio, que sofre com alto endividamento, caixa reduzido e sucessivos prejuízos acumulados. Fontes de mercado afirmam que a companhia poderá fazer um novo pedido de recuperação judicial, caso não tenha sucesso nas renegociações em curso.
Este é mais um episódio conturbado de uma agitada história empresarial. A companhia, fundada em 1948 e conhecida especialmente por sua esponja de aço, já passou por severos problemas financeiros, trocou de dono, enfrentou brigas entre sócios e até um longo processo de recuperação judicial, que se estendeu de 2003 a 2006.

O negócio é hoje controlado pelo filho do fundador, Ronaldo Sampaio Ferreira, mas tem entre seus sócios minoritários o investidor Silvio Tini, o fundo de pensão Previ (caixa de previdência dos funcionários do Banco do Brasil) e o Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).

O jornal O Estado de S. Paulo apurou que a atual reestruturação da empresa, comandada pela consultoria Ricardo K (de Ricardo Knoepfelmacher), busca uma solução financeira para a companhia. Neste momento, dizem fontes, a ideia ainda é evitar a recuperação judicial, apesar dos números ruins. A Bombril teve receita bruta de R$ 1,24 bilhão nos primeiros nove meses de 2015. O prejuízo, em igual período, foi de R$ 240 milhões.

A empresa sofre também com o caixa apertado: tinha R$ 11 milhões disponíveis em 30 de setembro de 2015, ante R$ 53 milhões no fechamento de 2014. Nos primeiros nove meses do ano, o endividamento líquido total subiu 26% e atingiu R$ 476 milhões, puxado pelas dívidas tributárias. Mais de 60% dos débitos da Bombril são de curto prazo.

Uma fonte ligada à companhia diz que o processo de diversificação do portfólio de produtos empreendido nos últimos anos (com o lançamento de novos itens do setor de limpeza e de uma linha de cosméticos) não deu o resultado esperado. Pelo contrário: a investida acabou por apertar ainda mais as margens.

Na tentativa de "virar a página", a empresa também fez mudanças no marketing: abandonou seu "garoto Bombril", Carlos Moreno, em favor de uma campanha voltada ao poder feminino, com a cantora Ivete Sangalo e as comediantes Dani Calabresa e Mônica Iozzi.

Se pedir recuperação judicial novamente, a empresa retornará à situação especial que já viveu entre 2003 e 2006, época em que o filho do fundador do negócio, Ronaldo Sampaio Ferreira, voltou ao comando da companhia, que havia sido vendida a um grupo italiano nos anos 1990.

Procurada, a gestora Ricardo K não quis comentar. A Bombril admitiu, em nota, que está analisando uma reestruturação de capital às novas condições do mercado.

33319 - paulo_prof-  21/Abr/2010 11:15
citação: Cadu_28
citação: SCHIAVOS
citação: jaumspSCHIAVOS , eu entendi o que você falou , mas ler que uma empresa ter 970 milhões de prejuízos acumulados a faz uma jóia não deixa de ser engraçado hehe.
nao falei que o prejuizo acumulado faz da empresa uma joia. eu falei que prejuizo acumulado é uma joia.
o que faz da bombril uma joia é a alta margem bruta (baixo CPV), o crescimento da receita, marca , setor,,,,
BOBR tem Patrim Liq negativo, de -210M.
Confessando ainda não ter lido os relatórios (e portanto não tendo uma idéia clara dos eventuais esqueletos escondidos no balanço), não resta dúvida que a Bombril é uma empresa a se monitorar.
Desconsiderando ativos (dívidas do antigo controlador golpista) que a empresa eventualmente ainda contabilize, e eventuais receitas financeiras decorrentes destes ativos, fiz uma projeção de resultados operacionais recorrentes da BOBR4 para 2010:
Receita Líquida 935.000
Receita Bruta 458.000
Resultado Financeiro -36.000
Despesas de Vendas -240.000
Despesas Administrativas -56.000
Outras Receitas/Despesas -12.000
Resultado Operacional 114.000
Como a base para taxação do IR/CS é altamente negativa, o Resultado Líquido praticamente é o Resultado Operacional.
Considerando um crescimento anual médio de 12% da receita líquida e a manutenção das margens, a Bombril passaria a distribuir proventos a partir de 2015.
Baseado no preço de 6a. feira (R$ 10,50) e o lucro projetado para 2010, P/L = 5.
A menos que esqueletos sérios sejam encontrados na leitura dos Relatórios, Notas Explicativas e Pareceres de Auditores Independentes, acho que um investimento de longo prazo (esquecer por 5 anos), em volume compativel com uma "candidata a turnaround", pode ser uma boa opção.
PS. Não tenho o ativo em carteira ... mas após receber proventos diversos até o dia 30ABR, é possível que inicie uma posição (para meus netos).

30794  - 20/Mar/2010 23:21
citação: FOCKINK
citação: paulo_prof
citação: eduneuhausPessoal, o que acham da bombril ? vem melhorando ou há coisas no balanço que dizem que não ??
Abraço!
Não há elementos novos para mudar a opinião há algum tempo:
citação: paulo_prof em 08DEZ2009
Pelas minhas contas, num ambiente de estabilidade cambial, a empresa parece ser capaz de produzir um resultado operacional anual recorrente de aprox. R$ 100 milhões. Como tem prejuízos acumulados de R$ 1 bilhão, não pagaria imposto de renda e o lucro líquido anual seria de R$ 100 milhões. Neste ritmo, levaria 10 anos para "limpar" o passivo. Não sei qual a sua real possibilidade de crescimento anual. Digamos (só para efeito de exercício) que seja de 20%. Ainda assim levaria 6 anos (R$ 100, 120, 145, 175, 210, 250). Se a empresa vale hoje R$ 390 milhões, o P/L projetado para um lucro anual de R$ 100 milhões seria de interessantes 3,9, caso a empresa não falir no meio do caminho. Não acho que seja recomendável um investimento maior do aquele indicado para candidatas a turn around.

23715 - nextar - 13/Dez/2009 22:18
BOMBRIL - Lucro 2009 de 300M - DEVIDO A ENTRADA NO REFIS DA CRISE - NÃO RECORRENTE!!!!!
- Prejuizos acumulados imensos!!!
- Principal produto - Lã de aço - Queda de venda anual de 10% do mesmo continuamente, pois conforme aumenta a renda, compram-se mais panelas de TEFLON e esponjas - Não esquecer que este produto, representa cerca de 50% do faturamento da empresa e 75% dos Lucros, não tendo nenhum produto na sua linha p/ substitui-lo, o resto, detergentes, desinfetantes e etc, é uma briga com grandes multinacionais (Lever, Procter, etc), que possuem uma linha de produtos imensa e jamais darão folga.
- Governança = 0 , inclusive com diversas ações patrocinadas pelos minoritários, como PREVI, por aumento de K, com créditos completamente discutíveis e não com $$$$.
Tomem suas decisões,

23703 - FOCKINK - 13/Dez/2009 19:24
Não concordo que bombril seja turnaround...O prof. Paulo já fez uma boa análise da mesma há alguns dias: mostrou muito bem que levará uns 5 anos pra se recuperar totalmente se continuar apresentando os resultados que apresentou no 3T09...ou seja...só daqui uns 5 anos os acionistas poderão receber algum provento....
Quanto a marca Bombril: Quando vou ao mercado comprar esponja de aço vejo qual está mais barata:Bombril ou Assolan...e não decido pela marca como decidiria entre Brahma e Nova Schin!!!

23700 - MuadibGV - 13/Dez/2009 18:07
Por nada... Pelo que entendi da denominação que o pessoal utiliza aqui no fórum turnarounds são empresas em dificuldade que por alguma mudança radical se tornam muito baratas em relação à cotação. O que procurei mostrar na minha análise do P/L é que a empresa não está barata, mesmo se superadas todas as dificuldades na parte financeira ( o que é um grande SE). Note que utilizei no cálculo uma despesa financeira trimestral que foi muito ajudada pelos ganhos cambiais.
O lucro deste ano, inflado por eventos não recorrentes, nem sequer vai gerar dividendos pros acionistas, mas pode mesmo causar uma valorização do ativo , por conta de investidores incautos. Mas apostar nisso como estratégia não te dá segurança nenhuma porque a ação não vale 8,4. Talvez não valha nem 1/4 disso.
Tem outras ações que discutimos neste fórum que te dão muito mais segurança com retorno potencial maior.

23699  - Mr Turnaround - 13/Dez/2009 17:58
MuadibGV, Blz! Obrigado pela análise de muito valor.
Temos que tb atentar a evolução dos números e velocidade da reestruturação. A situação atual é a melhor desde 2004 (quase falência), o ativo passou todos anos dourados da Bolsa (2004-2007) na fundo do poço financeiro, mas nem por isso suas ações deixaram de valorizar indo de 3,00 pra 18,00. Por isso não vejo motivos pra não valorizar novamente, sendo que agora além da Marca forte, recuperação e reestruturação, temos grandes lucros aparecendo.
A análise tem que ser direcionada pra um turnaround, projeção de PL não irá ajudar muito, mas concordo ser indispensável.
2004:
Património líquido: - 730 Milhões
Lucro/prejuízo: - 483 Milhões
2009:
Património Líquido: - 289 Milhões (ainda negativo, mas grande evolução)
Lucro/prejuízo: + 300 Milhões
Valor de mercado hoje: 455 Milhões
Excelente reportagem (2009) resumindo a situação da empresa.
http://www.bombril.com.br/Clipping/veja_2126.html

23698 - MuadibGV - 13/Dez/2009 17:39
citação: Mr TurnaroundBOBR4 - Bombril.
Empresa tem uma marca forte e tradição acredito que seja um grande case de sucesso no mercado financeiro para os próximos anos.
Buffett em 2002 comprou a FRUIT OF THE LOOM, empresa de roupas íntimas, que tinha quase ido a falência em anos anteriores por 0,22 (preços atualizados), por 2 motivos: Marca muito forte e oferecia grande potencial de crescimento sob nova gestão. E fez mais uma fortuna.
Quem quiser fazer a diferença tem que arriscar. A vida é uma só e passa rápido, como sou jovem ainda Tô com 10% do capital em BOBR4 para os próximos 5 anos.
Alguém mais investe ou tem alguma critíca construtiva pra agregar?
Boa tarde Mr. Turnaround,
Não vi na parte operacional da empresa nada que justifique comprar um PL negativo. No 3T09 , que está em linha com os trimestres anteriores de 2009, o lucro operacional antes das receitas/despesas financeiras foi 33 milhões. As despesas financeiras foram de 13 milhões , muito ajudadas pelo ganho com variação cambial. Supondo que esse resultado financeiro se mantivesse ( o que não vai acontecer) teríamos um lucro trimestral antes do IR/CSLL de 20 milhões.
O resultado anual seria um lucro líquido (após IR/CSLL) de aprox. 53 milhões para um total de 54 milhões de ações cotadas a 8,4, o que daria um P/L de 8,55.
Outra coisa que torna muito perigoso um posicionamento de longo prazo é a ausência de tag-along para as preferenciais.
Honestamente não vejo nada que justifique a compra ou a manutenção em carteira. Se vc ou algum outro forista ver algum outro "upside" além da excelente marca pode falar.

20911 - small caps - 13/Nov/2009 22:17
Pra quem quer ver o que um REFIS da crise pode fazer num balanço, sugiro uma olhadinha no da Bombril. TODO o lucro adveio dele! E olha que foi uns R$ 4,00 por ação! Pena que ainda tem prejuízos acumulado gigantescos...

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