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sábado, 13 de julho de 2019

Cielo (CIEL)

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Balanços
1T2019 -
paulo_prof   -
Sem dar qualquer explicação ao acionista, a Cielo resolveu apresentar o ITR do 1T19 somente da Empresa Individual. Para obter os dados completos do Consolidado, tive que recorrer às Notas Explicativas. Um Saco.
De qualquer forma, pela própria precificação do ativo, o mercado já esperava um resultado pífio. Em relação ao 1T18, a pancada foi grande: -17,6% no Resultado Bruto, -44,9% no Lucro Líquido e -34% no Ebitda.
Pelo andar da carruagem, não acredito que a empresa tenha condições de manter os resultados do 1T18, nos próximos trimestres. Em consequência, acho que o ativo pode estar bem precificado.

A2018/4T2018 -
Paulo Prof - 
Como pode ser observado, excetuando o DY (a empresa decidiu aumentar o payout dos 67,7% do exercício de 2017 para 104,7%) e o P/VP, todos os demais indicadores e margens, pioraram. Não foi, portanto, por acaso que a empresa decidiu mudar a sua forma de fazer negócios. Há que se esperar para verificar os resultados desta guinada, No que concerne os proventos, duvido que a empresa consiga pagar os R$ 3,5 bilhões no exercício de 2019.

3T2018 -
Rocha Preta inc - 
Ruim, mas podia ser pior. O mercado vai se acostumando com a ex-queridinha. Para quem acredita no case, 2019 parece ser o ano da virada. Existe turnaround em empresa que dá 1bi de lucro por tri?

Paulo Prof -
As coisas estão feias para a Cielo. Receita estagnada, quedas da margem bruta e do resultado financeiro. Está difícil se reinventar. Considerando que o 4T18 deverá vir razoavelmente mais fraco do que o 4T17, o ativo mesmo ao preço atual está ficando arriscado.

2T2018 -
Paulo Prof - 
O resultado foi ruim. Embora na base trimestral a Receita Líquida tenha resistido (praticamente constante em termos reais), houve perda importante na margem bruta (passou de 50,7% no 2T17 para 46,4%. Uma redução sensível no resultado financeiro (-25,7%) e um aumento das despesas gerais e administrativas (+14,4%) impactou fortemente o resultado antes dos impostos, que recuou 16%. Uma alíquota maior de IR/CS (34,1% vs 32,6%) fez o resto do serviço: redução de 17,8% do lucro na comparação trimestral.
Embora o release explique que o aumento dos custos e despesas nos dois últimos trimestres devem ser considerados atípicos e que em consequência das medidas tomadas a derrocada será estancada, parece que o mercado não pensa assim ...
O meu "chute" é que a divulgação antecipada dos proventos que serão pagos no exercício (R$ 3,5 bilhões) tem como objetivo ajudar a segurar o preço. Muito provavelmente, será bem sucedida, pois R$ 3,5 bilhões correspondem a R$ 1,30 brutos (os proventos líquidos não serão muito menores porque a parte do leão será paga como dividendos) os quais, em relação ao preço atual, correspondem a quase 9%.
Na minha opinião, um investimento que pelo menos no 1o. ano garante um rendimento de aprox. 9% nominal não pode ser considerado arriscado quando se considera o histórico da empresa, uma boa chance de recuperação da lucratividade e uma consequente valorização.
Ou seja, não vejo muito espaço para uma desvalorização maior do ativo.

Rocha Preta inc -  
Cruz credo.

1T2018 -
Paulo Prof - 
Excetuando o que se refere a última linha, o resultado foi ruim ... Na base trimestral, houve uma pequena redução na Receita Líquida nominal, agravada por uma queda na margem bruta e no Resultado Financeiro Positivo. Em consequência, o Resultado antes dos Impostos foi 5,8% menor do que no 1T17. O Lucro Líquido só foi marginalmente maior devido a uma menor incidência de IR/CS (no 1T17, o IR/CS representou 32,6% do Resultado Antes dos Impostos e no 1T18, apenas 28.1%).
Na base anual o lucro líquido ainda apresenta estabilidade (valorização de 0,5%), mas dependerá do comportamento dos resultados nos próximos trimestres. Se a deterioração for estancada, o preço atual pode representar uma oportunidade, pois embute uma perspectiva de crescimento nulo dos resultados.

Rocha Preta inc -  
achei bem ruinzinho...

marcosvinicius2  -
PAPEL DEVIDAMENTE PRECIFICADO ( * ). RESULTADO FINANCEIRO = O resultado financeiro totalizou R$389,4 milhões no 1T18, uma redução de R$14,6 milhões ou 3,6% em relação ao 1T17, que obteve um resultado de R$404,0 milhões. O decréscimo ocorreu fundamentalmente em decorrência dos seguintes eventos: RECEITAS FINANCEIRAS - As receitas financeiras reduziram R$10,5milhões ou 9,5%, para R$100,0 milhões no 1T18, comparadas com os R$110,6 milhões no 1T17. O decréscimento está substancialmente relacionado à queda da taxa média DI, compensado parcialmente pelo maior saldo médio aplicado no 1T18. DESPESAS FINANCEIRAS - As despesas financeiras reduziram R$153,4 milhões ou 47,1%, para R$172,5 milhões no 1T18, comparadas com os R$325,6 milhões no 1T17. A diminuição decorre da redução do endividamento médio com terceiros, basicamente em virtude da amortização da segunda parcela das debêntures públicas em abril de 2017e da liquidação dos contratos FINAME em fevereiro de 2018, além da queda do custo de captação (influenciada substancialmente pela queda da DI). Aquisição de recebíveis líquido (ARV) –A aquisição de recebíveis,antes do custo de capital próprio e de terceiros,líquida dos tributos, realizada diretamente pela Cielo ou pelos FIDCs, reduziu R$156,0 milhões ou 25,2%, para R$463,3 milhões no 1T18, comparado com os R$619,3 milhões no 1T17. O decréscimo está substancialmente relacionado à queda da taxa DI no período, aumento da concentração do segmentos Grandes Contas e à diminuição do volume do produto ARV(queda parcialmente compensada pela migração para o produto “Receba Rápido”).

A2017/4T2017 -
paulo_prof  -
A estagnação da Cielo é nítida. Na base anual, o lucro nominal só apresentou crescimento marginal devido ao crescimento do resultado financeiro. Na base trimestral, a queda dos juros de mercado levou a uma desaceleração da taxa de crescimento do resultado financeiro. Não conseguindo mais compensar a queda da receita, ,o lucro também encolheu em termos nominais. A piora no desempenho do enitda tabém é nítida.
Para o momento que a empresa atravessa acho que está cara. Terá que se reinventar.

3T2017 -
marcosvinicius2 -
PAPEL DEVIDAMENTE PRECIFICADO (*). DOS ULTIMOS 40 TRIMESTRES, 40 APRESENTARAM LUCRO LIQUIDO POSITIVO (EXCELENTE). LUCRO Atribuído a Sócios da Empresa Controladora DO 3T17 = 1.017.132 FOI MENOR DO QUE O LUCRO APRESENTADO NO 2T17 = 994.254 E EM LINHA COM O APRESENTADO NO 3T16 = 1.009.336. VALOR DE MERCADO (MIL) = 63.288.898; VALOR MAXIMO (MIL) = 113.230.352 NO 1T14; VE PSBE (MIL) = 53.482.018.

fridao -
Achei interessante no resultado da CIELO a evolução da dívida líquida, conforme consta na página 22.

2T2017 -
marcosvinicius2 -
PAPEL SOBREVALORIZADO (*). NOS ULTIMOS 33 TRIMESTRES, 33 APRESENTARAM LUCRO LIQUIDO POSITIVO (EXCELENTE). MEDIA DE LUCRO LIQUIDO X 1.000 (U12M) = 1.004.228; (U24M) = 966.451; (U36M) = 927.774; (U48M) = 883.884; MAIORES VARIAÇÕES = 12M X 12M : RESULTADO FINANCEIRO (27,90%) E RESULTADO LIQUIDO (8,14%); 2T16 X 2T15 : RESULTADO FINANCEIRO (23,68%) E RESULTADO OPERACIONAL LIQUIDO (-7,76%). VALOR DE MERCADO (MIL) = 59.977.339; VALOR MAXIMO (MIL) = 71.247.672 NO 2T14; VE PSBE (MIL) = 53.362.140: 
RECEITA LIQUIDA Evolução Trimestral = A receita líquida da Cielo consolidada totalizou R$ 2.831,0 milhões no 2T17, representando um aumento de R$ 29,7 milhões ou 1,1%, quando comparada com R$ 2.801,3 milhões no 1T17. O crescimento está substancialmente relacionado à continua expansão dos negócios das controladas Caetano e M4U, bem como ao aumento das receitas geradas nos EUA, na controlada Merchant E-Solutions, que também é impactado pela apreciação do dólar médio no período, parcialmente compensado pela redução da receita de aluguel de equipamentos de captura na Controladora dada a queda do parque instalado.
Resultado Financeiro Evolução Trimestral = O resultado financeiro totalizou R$ 435,1 milhões no 2T17, representando um aumento de 7,7% ou R$ 31,1 milhões em relação ao 1T17, que obteve um resultado de R$ 404,0 milhões. 
EBITDA Evolução Trimestral = O EBITDA totalizou R$ 1.279,6 milhões no 2T17, representando uma redução de 5,1% em relação ao 2T16 e diminuição de 3,2% sobre o 1T17. O EBITDA corresponde ao lucro líquido, acrescido do imposto de renda e contribuição social, das despesas de depreciação e amortização e do resultado financeiro.

paulo_prof   -
Na base trimestral, mais um trimestre de receitas declinantes, compensadas pelo crescimento do Resultado Financeiro. Em termos reais, lucro líquido já é declinante.
Na base anual, o lucro líquido real ainda apresenta crescimento marginal. Isto só foi possível devido a queda sensível da inflação. Mantida a tendência, no 3T17 o lucro em termos reais será menor do que aquele do 3T16.

1T2017 -
paulo_prof  -
Percebe-se nitidamente que os resultados vêm deteriorando. Na base trimestral, não vi um único aspecto positivo: houve queda (e não foi pequena), em termos nominais, da Receita Líquida, do Resultado Financeiro Positivo e da Margem Bruta.
Na base anual o Resultado Líquido ainda apresenta crescimento acima da inflação, mas confirmada a tendência, a reversão se dará já no 2T17.
Na minha opinião, o ativo está caro e é mais provável o preço cair do que aumentar.

A2016/4T2016 -
Marasmo  -
O resultado da Cielo veio muito bom..

paulo_prof  
Bons os resultados da Cielo, com o lucro líquido crescendo 14-15% em termos nominais, tanto base anual, quanto trimestral (4T16sobre 4T15), mesmo com uma taxa de crescimento da Receita a um ritmo muito menor.
Resolvi diminuir a taxa de desconto anual real de 10% para 8%. Com esta taxa de desconto, a simulação mostra um preço corrente compatível, se as condições do mercado da Cielo permanecessem aquelas que vigoraram nos últimos 2 ou 3 anos. É evidente que sendo CIEL3 uma das queridinhas do mercado, o preço atual está embutindo a expectativa do impacto das recentes medidas do governo sobre a empresa.

3T2016 -
paulo_prof   -
Resultados abaixo da precificação corrente ...

2T2016 -
paulo_prof  -
Acho que está na cara que os resultados nem de longe justificam os preços correntes ... a correção de preços, hoje, foi muito pequena (em relação ao que deveria ser!)

1T2016 -
ch3481 -
Opa, bom sim hein...:-):-)
Mas, sem dúvida, outros resultados não foram tão auspiciosos assim. Super normal.
Na atual crise (ou seria estado de desorientação??) econômica, me parece inevitável seja sopesado (existe essa palavra?) na avaliação de múltiplos.
Penso que um crescimento marginal, ainda que somente nominal, nesse atual estado de desorientação econômica é positivo.

A2011/4T2011 – 
Paulo Prof – 
achou bom
Características
Empresa Prestadora de Serviços de Adquirência e Meios de Pagamento.
Links
362713  - paulo_prof   -  13 Jul 2019, 13:34
O lucro líquido da Cielo involuiu, em termos nominais, -6,97% nos últimos 3 anos, -15,06% nos últimos 2 anos e -28,52% no último ano.

O ebitda involuiu, respectivamente, -8,19%, -12,08% e -18,96% nos últimos 3, 2 e 1 ano.

Por outro lado, entretanto, acho que a Cielo é uma baita empresa e, em consequência, deverá encontrar a forma de reagir. Acho que a sangria será revertida.

Com a redução dos juros na economia (a NTNB longa deverá pagar pouco mais de IPCA+3%), acredito que uma taxa de desconto real de 6% não seja um absurdo. Uma simulação de FCD com esta taxa de desconto, supondo que o LPA atual da CIEL3 seja reduzido em termos reais de 15% a.a. durante os próximos 5 anos, permanecendo constante daí em diante, fornece o valor de R$ 8,80.

Ou seja, mesmo uma hipótese muito conservadora (de forma alguma acredito que o lucro possa cair 15% a.a., em termos reais, nos próximos 5 anos), leva a um valor substancialmente acima do preço atual.

Na minha opinião, em consequência, o ativo está barato. Isto não significa que não possa, eventualmente, cair abaixo dos R$ 7,00 no curto prazo, pois o mercado ainda não tem uma boa idéia de qual possa ser o fundo do poço.
O que quer dizer este comunicado da Cielo ?
Nada demais ... provavelmente tem meios de conseguir dívida mais barata. Oferece 0,5% aos detentores de debêntures que aceitarem o resgate antecipado. 
                                                         ▲                                               ▲


Sem dar qualquer explicação ao acionista, a Cielo resolveu apresentar o ITR do 1T19 somente da Empresa Individual. Para obter os dados completos do Consolidado, tive que recorrer às Notas Explicativas. Um Saco.

De qualquer forma, pela própria precificação do ativo, o mercado já esperava um resultado pífio. Em relação ao 1T18, a pancada foi grande: -17,6% no Resultado Bruto, -44,9% no Lucro Líquido e -34% no Ebitda.

Pelo andar da carruagem, não acredito que a empresa tenha condições de manter os resultados do 1T18, nos próximos trimestres. Em consequência, acho que o ativo pode estar bem precificado.

CIEL3

PREÇO: R$ 8,34

PAYOUT 2018: 104,7%



Múltiplos baseados nos últimos 12 meses

P/L 7,82

P/VPA 2,50

PSR 1,94

DY 13,39%

EV/EBITDA 6,62

MARGEM BRUTA 44,6%

MARGEM OPERACIONAL 37,7%

MARGEM LÍQUIDA 24,8%

LUCRO POR AÇÃO R$ 1,067

MARGEM EBITDA 36,1%

DÍVIDA BRUTA/PATRIMÔNIO LÍQUIDO 98,6%

ROE 32,02%

LIQUIDEZ CORRENTE 1,15



Taxas de Crescimento Nominal

a) últimos 12 meses vs 12 meses terminados no 1T18

RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA +0,78%

RESULTADO BRUTO -9,37%

RESULTADO FINANCEIRO POSITIVO -35,78%

RESULTADO OPERACIONAL -26,54%

RESULTADO LÍQUIDO -28,52%

EBITDA -18,96%



b) 1T19 vs 1T18

RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA -0,42%

RESULTADO BRUTO -17,59%

RESULTADO FINANCEIRO POSITIVO -35,05%

RESULTADO OPERACIONAL -39,83%

RESULTADO LÍQUIDO -44,91%

EBITDA -33,96%



c) lucro (taxa média anual)

UA -28,52%

U2A -15,06%

U3A -6,97%



d) patrimônio líquido médio

UA -2,55%

U2A 10,06%

U3A 19,73%



e) ebitda (taxa média)

UA -18,96%

U2A -12,08%

U3A -8,19%

U4A 1,15%

U5A 2,53%

U6A 4,76%

U7A 7,10%

U8A 6,81%



Preço justo fornecido pela fórmula do FCD para uma taxa média de crescimento real nulo do lucro líquido dos últimos 12 meses durante 5 anos, perpetuidade real nula e taxa de desconto real de 8%: R$ 13,34

Ou, taxa de crescimento real do lucro líquido dos últimos 12 meses necessária, durante os próximos 5 anos, para que o preço justo fornecido pela fórmula do FCD seja igual ao preço corrente (com uma perpetuidade real nula e taxa de desconto anual real de 8%): -10,5%

358020 - paulo_prof  -  30 Jan 2019, 14:09
Posso até fazer ... mas será um retrato do passado de uma empresa que, de acordo com as informações, mudará sensivelmente o seu modelo de negócios. A empresa já informou, também, que sofrerá no curto prazo, até que o novo modelo de negócios gere os resultados esperados.

Como pode ser observado, excetuando o DY (a empresa decidiu aumentar o payout dos 67,7% do exercício de 2017 para 104,7%) e o P/VP, todos os demais indicadores e margens, pioraram. Não foi, portanto, por acaso que a empresa decidiu mudar a sua forma de fazer negócios. Há que se esperar para verificar os resultados desta guinada, No que concerne os proventos, duvido que a empresa consiga pagar os R$ 3,5 bilhões no exercício de 2019.


CIEL3

PREÇO: R$ 12,10

PAYOUT 2018: 104,7%



Múltiplos baseados nos últimos 12 meses

P/L 9,83

P/VPA 2,93

PSR 2,81

DY 10,66%

EV/EBITDA 8,16

MARGEM BRUTA 46,6%

MARGEM OPERACIONAL 42,4%

MARGEM LÍQUIDA 28,6%

LUCRO POR AÇÃO R$ 1,231

MARGEM EBITDA 39,7%

DÍVIDA BRUTA/PATRIMÔNIO LÍQUIDO 70,2%

ROE 29,83%

LIQUIDEZ CORRENTE 1,16



Taxas de Crescimento Nominal

a) últimos 12 meses vs 12 meses terminados no 4T17

RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA +0,74%

RESULTADO BRUTO -6,59%

RESULTADO FINANCEIRO POSITIVO -28,96%

RESULTADO OPERACIONAL -18,67%

RESULTADO LÍQUIDO -17,61%

EBITDA -12,18%



b) 4T18 vs 4T17

RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA -0,84%

RESULTADO BRUTO -9,19%

RESULTADO FINANCEIRO POSITIVO -44,84%

RESULTADO OPERACIONAL -30,64%

RESULTADO LÍQUIDO -26,86%

EBITDA -20,77%



c) lucro (taxa média anual)

UA -17,61%

U2A -8,66%

U3A -1,64%



d) patrimônio líquido médio

UA 6,32%

U2A 17,58%

U3A 26,28%



e) ebitda (taxa média)

UA -12,18%

U2A -8,49%

U3A -3,91%

U4A 4,82%

U5A 5,33%

U6A 6,95%

U7A 9,81%

U8A 7,68%



Preço justo fornecido pela fórmula do FCD para uma taxa média de crescimento real nulo do lucro líquido dos últimos 12 meses durante 5 anos, perpetuidade real nula e taxa de desconto real de 8%: R$ 15,39

Ou, taxa de crescimento real do lucro líquido dos últimos 12 meses necessária, durante os próximos 5 anos, para que o preço justo fornecido pela fórmula do FCD seja igual ao preço corrente (com uma perpetuidade real nula e taxa de desconto anual real de 8%): -5,0%

355814 - paulo_prof  - 12 Nov 2018, 19:29
Se vc espera que receita e lucro caiam nos próximos anos, por que vc compraria o ativo? Se os resultados vão minguar, não há como o preço reagir.

Por outro lado, hoje a Cielo está distribuindo 67% do lucro líquido. Isto corresponde a um DY (ao preço corrente de R$ 10,62) de 7,34%. Vc não acha pouco?

Se não houver uma perspectiva da empresa reverter a tendência a receita, ebitda e lucro declinantes, ou pelo menos de ampliar o payout para 100%, não adianta muito estar barata. De farto, está barata porque o mercado não está vendo a luz no fim do tunel.

A margem bruta da empresa vem caindo não é de hoje. Em 2014 era 60,5%. Nos últimos 3 anos caiu, respectiavmente, para 52,3%, 51,3 e 50,2%. Nos últimos 4 trimestres caiu de 50,1% no 4T17, para 48,5%, depois para 46,4% e por fim para 45,6%. Portanto, não é só uma questão de perda de receita líquida. As margens também estão encolhendo. Como consequência, o impacto sobre o lucro (ou ebitda) é expressivo. Não é coisa de apenas 2% ou 3% reais ao ano. Nos últimos 12 meses, o lucro decresceu em média 22,2% nominais. O ebitda, 7,1% nominais. Nos últimos 2 anos, a queda média do lucro foi de 9,2% nominais e a do ebitda, 5%. As taxas de redução estão aumentando ano-a-ano.

Tô fora.

355261 - Rocha Preta -  30 Out 2018, 23:33
[...]
CIEL3
Ruim, mas podia ser pior. O mercado vai se acostumando com a ex-queridinha. Para quem acredita no case, 2019 parece ser o ano da virada. Existe turnaround em empresa que dá 1bi de lucro por tri?
[...]

355260 - paulo_prof  -  30 Out 2018, 23:31
As coisas estão feias para a Cielo. Receita estagnada, quedas da margem bruta e do resultado financeiro. Está difícil se reinventar. Considerando que o 4T18 deverá vir razoavelmente mais fraco do que o 4T17, o ativo mesmo ao preço atual está ficando arriscado.

CIEL3

PREÇO: R$ 12,63

PAYOUT 2017: 66,7%



Múltiplos baseados nos últimos 12 meses

P/L 9,50

P/VPA 3,02

PSR 2,93

DY 7,02%

EV/EBITDA 7,73

MARGEM BRUTA 47,7%

MARGEM OPERACIONAL 46,4%

MARGEM LÍQUIDA 30,8%

LUCRO POR AÇÃO R$ 1,329

MARGEM EBITDA 42,0%

DÍVIDA BRUTA/PATRIMÔNIO LÍQUIDO 70,6%

ROE 31,76%

LIQUIDEZ CORRENTE 1,17



Taxas de Crescimento Nominal

a) últimos 12 meses vs 12 meses terminados no 3T17

RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA +0,24%

RESULTADO BRUTO -5,53%

RESULTADO FINANCEIRO POSITIVO -15,33%

RESULTADO OPERACIONAL -10,14%

RESULTADO LÍQUIDO -11,52%

EBITDA -7,09%



b) 3T18 vs 3T17

RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA +1,07%

RESULTADO BRUTO -5,09%

RESULTADO FINANCEIRO POSITIVO -38,75%

RESULTADO OPERACIONAL -21,39%

RESULTADO LÍQUIDO -25,87%

EBITDA -11,17%



c) lucro (taxa média anual)

UA -11,52%

U2A -3,15%

U3A 1,39%



d) patrimônio líquido médio

UA 13,94%

U2A 23,37%

U3A 31,11%



e) ebitda (taxa média)

UA -7,09%

U2A -5,04%

U3A 0,64%

U4A 6,49%

U5A 7,01%

U6A 9,12%

U7A 11,12%

U8A 8,29%



Preço justo fornecido pela fórmula do FCD para uma taxa média de crescimento real nulo do lucro líquido dos últimos 12 meses durante 5 anos, perpetuidade real nula e taxa de desconto real de 8%: R$ 16,61

Ou, taxa de crescimento real do lucro líquido dos últimos 12 meses necessária, durante os próximos 5 anos, para que o preço justo fornecido pela fórmula do FCD seja igual ao preço corrente (com uma perpetuidade real nula e taxa de desconto anual real de 8%): -6,0%

352460 - paulo_prof  -  01 Ago 2018, 20:11
O resultado foi ruim. Embora na base trimestral a Receita Líquida tenha resistido (praticamente constante em termos reais), houve perda importante na margem bruta (passou de 50,7% no 2T17 para 46,4%. Uma redução sensível no resultado financeiro (-25,7%) e um aumento das despesas gerais e administrativas (+14,4%) impactou fortemente o resultado antes dos impostos, que recuou 16%. Uma alíquota maior de IR/CS (34,1% vs 32,6%) fez o resto do serviço: redução de 17,8% do lucro na comparação trimestral.

Embora o release explique que o aumento dos custos e despesas nos dois últimos trimestres devem ser considerados atípicos e que em consequência das medidas tomadas a derrocada será estancada, parece que o mercado não pensa assim ...

O meu "chute" é que a divulgação antecipada dos proventos que serão pagos no exercício (R$ 3,5 bilhões) tem como objetivo ajudar a segurar o preço. Muito provavelmente, será bem sucedida, pois R$ 3,5 bilhões correspondem a R$ 1,30 brutos (os proventos líquidos não serão muito menores porque a parte do leão será paga como dividendos) os quais, em relação ao preço atual, correspondem a quase 9%.

Na minha opinião, um investimento que pelo menos no 1o. ano garante um rendimento de aprox. 9% nominal não pode ser considerado arriscado quando se considera o histórico da empresa, uma boa chance de recuperação da lucratividade e uma consequente valorização.

Ou seja, não vejo muito espaço para uma desvalorização maior do ativo.

CIEL3

PREÇO: R$ 14,50

PAYOUT 2017: 66,7%



Múltiplos baseados nos últimos 12 meses

P/L 10,13

P/VPA 3,30

PSR 3,37

DY 6,58%

EV/EBITDA 8,46

MARGEM BRUTA 48,5%

MARGEM OPERACIONAL 49,4%

MARGEM LÍQUIDA 33,3%

LUCRO POR AÇÃO R$ 1,431

MARGEM EBITDA 43,4%

DÍVIDA BRUTA/PATRIMÔNIO LÍQUIDO 68,3%

ROE 32,52%

LIQUIDEZ CORRENTE 1,19



Taxas de Crescimento Nominal

a) últimos 12 meses vs 12 meses terminados no 2T17

RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA -1,15%

RESULTADO BRUTO -6,13%

RESULTADO FINANCEIRO POSITIVO +1,95%

RESULTADO OPERACIONAL -4,27%

RESULTADO LÍQUIDO -3,29%

EBITDA -5,85%



b) 2T18 vs 2T17

RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA +3,40%

RESULTADO BRUTO -5,29%

RESULTADO FINANCEIRO -25,72%

RESULTADO OPERACIONAL -15,99%

RESULTADO LÍQUIDO -17,78%

EBITDA -10,34%



c) lucro (taxa média anual)

UA -3,29%

U2A 2,26%

U3A 4,52%



d) patrimônio líquido médio

UA 18,66%

U2A 28,18%

U3A 35,55%



e) ebitda (taxa média)

UA -5,85%

U2A -3,47%

U3A 4,62%

U4A 7,46%

U5A 8,58%

U6A 10,88%

U7A 11,30%

U8A 9,02%



Preço justo fornecido pela fórmula do FCD para uma taxa média de crescimento real nulo do lucro líquido dos últimos 12 meses durante 5 anos, perpetuidade real nula e taxa de desconto real de 8%: R$ 17,89

Ou, taxa de crescimento real do lucro líquido dos últimos 12 meses necessária, durante os próximos 5 anos, para que o preço justo fornecido pela fórmula do FCD seja igual ao preço corrente (com uma perpetuidade real nula e taxa de desconto anual real de 8%): -4,5%

352415 - paulo_prof  -  01 Ago 2018, 04:02
Citação: disc126 - Post #352340 - 31/Jul/2018 13:33
Professor Paulo, já deu uma olhada nos dados da CIEL?
Mercado está penalizando um bocado
Sim ... a leitura do mercado é que a empresa não mais serpa capaz de gerar lucros crescentes em termos reais. Por outro lado, o preço de fechamento de hoje projeta um DY na casa dos 8,7% liquidos, o que não deixa de ser interessante. Em consequência, acho que o risco de um investimento no preço atual é pequeno.

352343 - Rocha Preta inc -  31 Jul 2018, 15:27
Ainda tá apanhando pouco.
Lucro do consenso era 943, entregou 817. Os 2 CEO pularam do barco qnd dava.
[...]

352326 - Rocha Preta inc -  30 Jul 2018, 22:04
CIEL3

https://mz-prod-cvm.s3.amazonaws.com/21733/IPE/201...

Lucro R$ 817,5 mi (-17,8%)
LPA R$ 0,30
Ebitda R$ 1,147 bi (-10,3%)
Receita R$ 2,93 bi (+3,4%)

Cruz credo.

351121 - marcosvinicius2  -  12 Jun 2018, 17:56
COMENTÁRIO: PAPEL DEVIDAMENTE PRECIFICADO ( * ). RESULTADO FINANCEIRO = O resultado financeiro totalizou R$389,4 milhões no 1T18, uma redução de R$14,6 milhões ou 3,6% em relação ao 1T17, que obteve um resultado de R$404,0 milhões. O decréscimo ocorreu fundamentalmente em decorrência dos seguintes eventos: RECEITAS FINANCEIRAS - As receitas financeiras reduziram R$10,5milhões ou 9,5%, para R$100,0 milhões no 1T18, comparadas com os R$110,6 milhões no 1T17. O decréscimento está substancialmente relacionado à queda da taxa média DI, compensado parcialmente pelo maior saldo médio aplicado no 1T18. DESPESAS FINANCEIRAS - As despesas financeiras reduziram R$153,4 milhões ou 47,1%, para R$172,5 milhões no 1T18, comparadas com os R$325,6 milhões no 1T17. A diminuição decorre da redução do endividamento médio com terceiros, basicamente em virtude da amortização da segunda parcela das debêntures públicas em abril de 2017e da liquidação dos contratos FINAME em fevereiro de 2018, além da queda do custo de captação (influenciada substancialmente pela queda da DI). Aquisição de recebíveis líquido (ARV) –A aquisição de recebíveis,antes do custo de capital próprio e de terceiros,líquida dos tributos, realizada diretamente pela Cielo ou pelos FIDCs, reduziu R$156,0 milhões ou 25,2%, para R$463,3 milhões no 1T18, comparado com os R$619,3 milhões no 1T17. O decréscimo está substancialmente relacionado à queda da taxa DI no período, aumento da concentração do segmentos Grandes Contas e à diminuição do volume do produto ARV(queda parcialmente compensada pela migração para o produto “Receba Rápido”).:

CIEL3
PREÇO: 16,42
PAYOUT (2017): 42,02%

Múltiplos baseados nos últimos 12 meses

P/L 10,98
P/VPA 3,88
PSR 3,85
DY 3,83%
EV/EBITDA 9,70
MARGEM BRUTA 49,58%
MARGEM OPERACIONAL 51,80%
MARGEM LÍQUIDA 35,06%
LUCRO POR AÇÃO 1,495
MARGEM EBITDA 44,88%
DÍVIDA BRUTA/PATRIMÔNIO LÍQUIDO 102,55%
ROE 35,31%
LIQUIDEZ CORRENTE 1,16

Taxas de Crescimento Nominal

a) últimos 12 meses sobre 12 terminados no 1T17, nominal
RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA -3,90%
RESULTADO BRUTO -6,68%
RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO 14,95%
RESULTADO OPERACIONAL -0,08%
RESULTADO LÍQUIDO 1,23%
EBITDA -4,61%

b) 1T18 sobre 1T17, nominal
RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA -0,59%
RESULTADO BRUTO -5,81%
RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO -3,60%
RESULTADO OPERACIONAL -5,77%
RESULTADO LÍQUIDO 0,53%
EBITDA -6,00%

c) lucro (taxa média anual)
UA 1,23%
U2A 6,29%
U3A 6,85%

d) patrimônio líquido médio
UA 24,30%
U2A 32,71%
U3A 38,99%

Preço justo fornecido pela fórmula do FCD para uma taxa média de crescimento real nulo do lucro líquido dos últimos 12 meses durante 5 anos, perpetuidade real nula e taxa de desconto real de 8%: R$ 18,69
Ou, taxa de crescimento real do lucro líquido dos últimos 12 meses necessária, durante os próximos 5 anos, para que o preço justo fornecido pela fórmula do FCD seja igual ao preço corrente (com uma perpetuidade real nula e taxa de desconto anual real de 8%): -3,0% !!!!
[...]

350321  - paulo_prof  -  26 Mai 2018, 17:28
Citação: schwartzmann - Post #350320 - 26/Mai/2018 14:06
Professor, nos preços atuais já vale uma compra em CIEL3?
É difícil afirmar se vale, ou não, porque o case deve ser visto do ponto de vista relativo. A CIEL3 era uma "queridinha" de mercado. Nesta condição, o seu preço sempre estava acima do valor intrínseco (pelo menos, na minha opinião). Recentemente o operacional da empresa começou a patinar, e o resultado líquido que vinha crescendo sem interrupção, estacionou. O mercado não perdoou ... deixou de embutir no preço as expectativas de taxas chinesas de crescimento. Por outro lado, as condições correntes de mercado (sell off dos firanges), também pressionou o ativo. Não seria surpresa se a queda de preço tenha sido excessiva. Se a empresa conseguir manter, em termos reais, os resultados dos últimos 12 meses, o valor intrínseco do ativo seria aprox. 10% superior ao preço atual.

Ocorre que não se sabe hoje se a empresa será capaz de se re-inventar, para continuar a trajetória de crescimento ou se os seus resultados começarão a declinar. Na primeira hipótese, sem dúvida o preço mais dia, menos dia, reagirá. Trata-se de uma empresa com pedigree. Se apresentar resultados, os firanges voltarão a comprar.

Mas ao preço atual, a expectativa de DY está na faixa dos 5%. Acho insuficiente. Prefiro, por exemplo, uma TAEE11 da vida, com expectativa de DY acima dos 9%. A sorte, no 2T18 está quase lançada. O IGPM (que remunera aprox. 75% das concessões) deve emplacar mais do que 2,3%, substancialmente acima do índice do 1T18 (1,73%). A variação do IPCA (aprox. 0,56%) será menor do que no 1T18 (1,05%), mas impacta somente aprox. 25% das concessões. Até o final do ano, com as eleições, não vejo como os índices de inflação continuarem contidos, ou seja, os resultados da TAEE deverão ser iguais ou superiores aqueles do 1T18, ou seja, não acho ser exagero estimar um lucro líquido superior aos R$ 800 milhões em 2018. Se isto de fato ocorrer, o DY aos preços atuais estará na casa dos 11%. O risco de um investimento na TAEE11, portanto, parece ser muito menor do que numa CIEL3.

Deve ser levado em consideração de que o preço da TAEE11 está circunstancialmente baixo por causa dos fundos, que estão sendo obrigados a vender o ativo para adequar as suas carteiras.

349543  - paulo_prof   -  03 Mai 2018, 15:58
Excetuando o que se refere a última linha, o resultado foi ruim ... Na base trimestral, houve uma pequena redução na Receita Líquida nominal, agravada por uma queda na margem bruta e no Resultado Financeiro Positivo. Em consequência, o Resultado antes dos Impostos foi 5,8% menor do que no 1T17. O Lucro Líquido só foi marginalmente maior devido a uma menor incidência de IR/CS (no 1T17, o IR/CS representou 32,6% do Resultado Antes dos Impostos e no 1T18, apenas 28.1%).

Na base anual o lucro líquido ainda apresenta estabilidade (valorização de 0,5%), mas dependerá do comportamento dos resultados nos próximos trimestres. Se a deterioração for estancada, o preço atual pode representar uma oportunidade, pois embute uma perspectiva de crescimento nulo dos resultados.


CIEL3

PREÇO: R$ 18,20

PAYOUT 2017: 66,7%



Múltiplos baseados nos últimos 12 meses

P/L 12,16

P/VPA 4,29

PSR 4,26

DY 5,48%

EV/EBITDA 10,09

MARGEM BRUTA 49,6%

MARGEM OPERACIONAL 51,8%

MARGEM LÍQUIDA 35,1%

LUCRO POR AÇÃO R$ 1,496

MARGEM EBITDA 44,9%

DÍVIDA BRUTA/PATRIMÔNIO LÍQUIDO 78,8%

ROE 35,31%

LIQUIDEZ CORRENTE 1,16



Taxas de Crescimento Nominal

a) últimos 12 meses vs 12 meses terminados no 1T17

RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA -3,90%

RESULTADO BRUTO -6,68%

RESULTADO FINANCEIRO POSITIVO +14,95%

RESULTADO OPERACIONAL -0,08%

RESULTADO LÍQUIDO +1,23%

EBITDA -4,62%



b) 1T18 vs 1T17

RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA -0,59%

RESULTADO BRUTO -5,81%

RESULTADO FINANCEIRO -3,60%

RESULTADO OPERACIONAL -5,77%

RESULTADO LÍQUIDO +0,53%

EBITDA -6,01%



c) lucro (taxa média anual)

UA 1,23%

U2A 6,29%

U3A 6,85%



d) patrimônio líquido médio

UA 24,30%

U2A 32,71%

U3A 38,99%



e) ebitda (taxa média)

UA -4,62%

U2A -2,28%

U3A 8,91%

U4A 8,74%

U5A 10,28%

U6A 12,20%

U7A 11,10%

U8A 10,17%



Preço justo fornecido pela fórmula do FCD para uma taxa média de crescimento real nulo do lucro líquido dos últimos 12 meses durante 5 anos, perpetuidade real nula e taxa de desconto real de 8%: R$ 18,7

Ou, taxa de crescimento real do lucro líquido dos últimos 12 meses necessária, durante os próximos 5 anos, para que o preço justo fornecido pela fórmula do FCD seja igual ao preço corrente (com uma perpetuidade real nula e taxa de desconto anual real de 8%): -0,5%

349529  - Rocha Preta inc -  02 Mai 2018, 21:55
Resultado de cielo. Não tenho a ação, mas achei bem ruinzinho...
https://cielo.riweb.com.br/

DESTAQUES OPERACIONAIS E FINANCEIROS
 O volume financeiro ex-Agro capturado pela Cielo Brasil apresentou alta de 6,3%, sendo: 10,1% nas transações de crédito e 1,5% nas de débito quando comparados ao 1T17, reflexo do melhor desempenho no segmento de Grandes Contas e recuperação, ainda que modesta, da atividade econômica no país;
 A receita operacional líquida totalizou R$2.784,7 milhões, recuando 0,6% frente ao 1T17. A queda é, basicamente, explicada pelo aumento dos impostos sobre a receita decorrente da mudança do ISS e da contração registrada em nossa receita de aluguel, reflexo da queda vista em nosso parque de terminais, bem como pelo efeito de mix de clientes e fraca recuperação do mix de produtos;
 Os gastos totais consolidados foram de R$1.781,8 milhões no trimestre (+3,3% a.a.), reforçando nosso compromisso com a melhoria de eficiência;
 O resultado operacional (EBITDA) no período foi de R$1.242,7 milhões com margem de 44,6%, representando, respectivamente, uma redução de 6,0% e 2,6 pp frente ao mesmo período de 2017;
 A receita líquida de Aquisição de Recebíveis contábil foi de R$463,3 milhões, um recuo de 25,2% frente ao 1T17, impactado por uma SELIC menor, maior participação de Grandes Contas e redução das taxas cobradas;
 O lucro líquido da Cielo, pelo critério IFRS, atingiu R$1.007,1 milhões. No trimestre, porém, registramos efeitos extraordinários na Cielo no valor de R$75,1 milhões. Dessa forma, o lucro líquido recorrente totalizou R$932,0 milhões, com margem de 33,5%, representando queda de 7,0% e 2,3pp frente ao 1T17.

349279 - Rocha Preta inc -  25 Abr 2018, 13:20
CIEL3
Ainda respira. Se usar a capilaridade de BB e Bradesco para vender essas maquininhas... Fica bem interessante!!

A ação da PagSeguro chegou a mergulhar 14% depois da Cielo ter anunciado que vai começar a vender (em vez de apenas alugar) maquininhas de processamento de cartão, emulando o modelo de negócios da concorrente e aumentando a temperatura num mercado cada vez mais darwiniano.
http://braziljournal.com/cielo-comeca-a-vender-maq...

348960  - pinheiro87  - 16 Abr 2018, 17:09
Pensei nisso também que o Muadibgv falou sobre o intervencionismo. Além dessa alteração no débito, estão estudando uma regulação mais rigorosa nas operações de crédito também: http://jcrs.uol.com.br/_conteudo/2018/04/economia/...

Minha visão é que CIEL3 apanha por ser a maior, logo, a que tem mais a perder, seja por concorrência ou regulação mais rigorosa. Considero que a maior preocupação seja em relação a concorrência... Comparando com PAGS(eguro), esta embute um crescimento absurdo (P/L 74), vale 1/5 da Cielo, mas possui uum market share muito muito muito pior. Por outro lado, como disse em outro post, negocia na NASDAQ, então a comparação de preços é mais complicada.

Acredito que com a retomada do consumo e da economia de uma forma geral a CIEL3 vai se recuperar, pode perder margem e até market share, mas vai ganhar com o volume maior de transações. Ao meu ver está num preço interessante, mas ultimamente tenho sido meio pé trocado.

348923 - Rocha Preta inc  -  15 Abr 2018, 15:30
Não seria por conta da provável resolução do bacen?

"O Banco Central do Brasil divulgou um novo regulamento (Circular nº 3.887) que introduz um limite sobre as tarifas de transações realizadas com cartões de débito, a partir de outubro de 2018. A primeira impressão de nossos analistas é negativa para a Cielo devido às perdas de receita na Cateno, mas
estas podem ser parcialmente compensadas se a Cielo não repassar completamente a redução da transação para a tarifa MDR bruta de débito. De acordo com o novo regulamento, a tarifa média de débito não deve exceder 0,5 pp, o que se compara com 0,82 pp atualmente.

Além disso, a tarifa máxima não deve exceder 0,8 pp".

348922  - schwartzmann -  15 Abr 2018, 15:09
Alguém do fórum saberia dizer qual a razão da CIEL3 estar despencando tanto?
Seria em razão do aumento do capital?
Suspensão da bonificação de ações?

346782 - paulo_prof  -  03 Fev 2018, 00:50
A estagnação da Cielo é nítida. Na base anual, o lucro nominal só apresentou crescimento marginal devido ao crescimento do resultado financeiro. Na base trimestral, a queda dos juros de mercado levou a uma desaceleração da taxa de crescimento do resultado financeiro. Não conseguindo mais compensar a queda da receita, ,o lucro também encolheu em termos nominais. A piora no desempenho do enitda tabém é nítida.

Para o momento que a empresa atravessa acho que está cara. Terá que se reinventar.

CIEL3

PREÇO: R$26,22

PAYOUT 2017: 66,7%



Múltiplos baseados nos últimos 12 meses

P/L 17,55

P/VPA 6,08

PSR 6,13

DY 3,80%

EV/EBITDA 14,09

MARGEM BRUTA 50,2%

MARGEM OPERACIONAL 52,5%

MARGEM LÍQUIDA 35,0%

LUCRO POR AÇÃO R$ 1,494

MARGEM EBITDA 45,5%

DÍVIDA BRUTA/PATRIMÔNIO LÍQUIDO 79,0%

ROE 34,66%

LIQUIDEZ CORRENTE 1,15



Taxas de Crescimento Nominal

a) últimos 12 meses vs 12 meses terminados no 4T16

RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA -5,69%

RESULTADO BRUTO -7,60%

RESULTADO FINANCEIRO POSITIVO +20,92%

RESULTADO OPERACIONAL +1,08%

RESULTADO LÍQUIDO +1,26%

EBITDA -4,65%



b) 4T17 vs 4T16

RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA -2,67%

RESULTADO BRUTO -5,28%

RESULTADO FINANCEIRO +12,98%

RESULTADO OPERACIONAL +2,47%

RESULTADO LÍQUIDO -2,13%

EBITDA -1,33%



c) lucro (taxa média anual)

UA 1,26%

U2A 7,48%

U3A 8,00%



d) patrimônio líquido médio

UA 30,04%

U2A 37,62%

U3A 41,72%



e) ebitda (taxa média)

UA -4,65%

U2A 0,52%

U3A 11,19%

U4A 10,23%

U5A 11,24%

U6A 13,97%

U7A 10,86%

U8A 11,16%



Preço justo fornecido pela fórmula do FCD para uma taxa média de crescimento real nulo do lucro líquido dos últimos 12 meses durante 5 anos, perpetuidade real nula e taxa de desconto real de 8%: R$ 18,68

Ou, taxa de crescimento real do lucro líquido dos últimos 12 meses necessária, durante os próximos 5 anos, para que o preço justo fornecido pela fórmula do FCD seja igual ao preço corrente (com uma perpetuidade real nula e taxa de desconto anual real de 8%): +8,5%

343654 - marcosvinicius2 -  08 Nov 2017, 13:47
COMENTÁRIO: PAPEL DEVIDAMENTE PRECIFICADO (*). DOS ULTIMOS 40 TRIMESTRES, 40 APRESENTARAM LUCRO LIQUIDO POSITIVO (EXCELENTE). LUCRO Atribuído a Sócios da Empresa Controladora DO 3T17 = 1.017.132 FOI MENOR DO QUE O LUCRO APRESENTADO NO 2T17 = 994.254 E EM LINHA COM O APRESENTADO NO 3T16 = 1.009.336. VALOR DE MERCADO (MIL) = 63.288.898; VALOR MAXIMO (MIL) = 113.230.352 NO 1T14; VE PSBE (MIL) = 53.482.018:

CIEL3
PREÇO: 23,32
PAYOUT (2016): 34,98%

Múltiplos baseados nos últimos 12 meses

P/L 15,73
P/VPA 5,85
PSR 5,42
DY 2,22%
EV/EBITDA 13,18
MARGEM BRUTA 50,60%
MARGEM OPERACIONAL 51,76%
MARGEM LÍQUIDA 34,45%
LUCRO POR AÇÃO 1,483
MARGEM EBITDA 45,32%
DÍVIDA BRUTA/PATRIMÔNIO LÍQUIDO 108,53%
ROE 37,23%
LIQUIDEZ CORRENTE 1,16

Taxas de Crescimento Nominal

a) últimos 12 meses sobre 12 terminados no 3T16, nominal
RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA -4,52%
RESULTADO BRUTO -4,43%
RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO 25,23%
RESULTADO OPERACIONAL 3,52%
RESULTADO LÍQUIDO 4,63%
EBITDA -3,17%

b) 3T17 sobre 3T16, nominal
RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA -4,33%
RESULTADO BRUTO -8,07%
RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO 28,96%
RESULTADO OPERACIONAL 1,74%
RESULTADO LÍQUIDO 0,77%
EBITDA -6,13%

c) lucro (taxa média anual)
UA 4,63%
U2A 7,82%
U3A 8,66%

d) patrimônio líquido médio
UA 33,58%
U2A 40,64%
U3A 42,13%

RECEITA LIQUIDA = A receita líquida da Cielo consolidada totalizou R$2.930,8 milhões no 3T17, representando uma redução de 4,3%ou R$132,6 milhões, quando comparada aos R$3.063,4 milhões no 3T16.A diminuição da receita líquida proveniente de captura, transmissão, processamento e liquidação financeira das transações realizadas com cartões de crédito e débito deve-se especialmente à redução do preço médio, em virtude do crescimento da participação do produto débito, concentração em clientes do segmento Grandes Contas e do ambiente competitivo.No período também houve redução nas receitas de aluguel de equipamentos de captura dada a redução no parque instalado, queda de receitas da controlada M4U dada a mudança do modelo de negócio que passou de revenda para comissionamento nas vendas de recarga de celular, compensado parcialmentepela contínua expansão dos negócios da controlada Cateno;

RESULTADO FINANCEIRO = O resultado financeiro totalizou R$478,0 milhões no 3T17, um aumento de R$107,4 milhões ou 29,0% em relação ao 3T16, que obteve um resultado de R$370,6 milhões. O acréscimo ocorreu fundamentalmente em decorrência dos seguintes eventos:Receitas financeiras-As receitas financeiras aumentaram R$47,8 milhões ou 76,7%, para R$109,9 milhões no 3T17, comparadas com os R$62,2 milhões no 3T16.O crescimento está substancialmente relacionado ao maior saldo médio aplicado pela Cielo no 3T17, oriundo do caixa gerado em suas operações, e à aplicação do excedente de caixa no início das operações do FIDC Plus.; Despesas financeiras-As despesas financeiras reduziram R$127,5 milhões ou 38,1%, para R$207,3 milhões no 3T17, comparadas com os R$334,8 milhões no 3T16. A diminuição decorre da redução do endividamento médio com terceiros, basicamente em virtude da amortização da segunda parcela das debêntures públicas em abril de 2017.


( * ) É PRECISO VERIFICAR NO RELATÓRIO DA ADM. A EXISTÊNCIA DE RESULTADO NÃO RECORRENTE:
( ** ) EMPRESAS DO SETOR FINANC onde houve necessidade de digitar os valores de REC INT FINANC (a pesquisa avançada não importou esses valores ) = BAZA3, BBDC3, BBDC4, BEES3, BEES4, BIGP3, BGIP4, BMEB3, BMEB4, BMIN3, BMIN4, BNBR3, BPAN4, BRIV3, BRIV4, BRSR3, BRSR5, BRSR6, BSLI4, CRIV3, CRIV4, IDVL3 IDVL4 ITUB3, ITUB4, PINE4, PRBC4, SANB11, SANB3, SANB4 E SFSA4;
( *** ) A VMCM = 5,56000000 foi calculada utilizando-se uma amostragem de 327 empresas com PL > 0 (Desta vez não foi utilizado o critério de LIQUIDEZ MÍNIMA). Na tentativa de um valor abaixo do indicado, a VMCM apresentou um valor < 5, o que indicaria um mercado subprecificado: forum.infomoney.com.br/viewtopic.php?f=6&t=10754&start=620#p2082722
( **** ) Foram EXCLUÍDAS da amostragem inicial as empresas = DAGB33, MERC4, BRAP4, BRAP3, ECPR4, JBDU3, LFFE4, LFFE3, SBSP3, BAHI3, BMTO4, BMTO3 E LIPR3;

343321 - fridao -  31 Out 2017, 01:21
Achei interessante no resultado da CIELO a evolução da dívida líquida, conforme consta na página 22.
file:///C:/Users/user/Downloads/584034%20(1).pdf

342040  - paulo_prof -  14 Set 2017, 15:50
Entre 2007 e 2014, a taxa média de crescimento anual nominal do lucro líquido era de aprox. 20%. Então, a política de bonificação anual de 20% correspondia aprox. a um LPA constante.

De 2014 para cá, entretanto, a taxa de crescimento do lucro líquido despencou. Em 2015 aumentou nominalmente apenas 9% e em 2016, 14%. O lucro líquido dos últimos 6 meses é igual, em termos nominais, ao lucro líquido do 1S de 2016, ou seja, a taxa de crescimento real do lucro líquido do exercício de 2017 poderá ser negativa (nos últimos 6 meses. anualizado, a taxa real é negativa em, aprox. 3,5%);.

Se a taxa de crescimento do lucro é pífia, a bonificação de 20% implicará em LPAs decrescentes ao longo dos anos. Em consequência, há que se fazer os ajustes.

Digamos que vc tenha pago R$ 23 pelo ativo, após a última bonificação em abril. O DY projetado é de aprox. 2%, ou seja, até abril de 2018 os proventos deverão somar aprox. R$ 0,46. Em abril de 2018 a sua base de ações aumentará 20%. Mas se o lucro líquido ficar estagnado (ou seja, o lucro dos 12 meses terminados em março de 2018 for o mesmo dos 12 meses terminados em março de 2017), o LPA será reduzido pelos mesmos 20%, não? Seria trocar seis por meia-dúzia!

Eventualmente, o mercado não enxergará exatamente assim ... e pode não penalizar o ativo integralmente nos 20% ... mas, como consequência, o P/L terá que aumentar.

Para uma taxa de desconto real de 8%, um P/L de aprox. 15,9 (últimos 6 meses a um preço de R$ 23,40), é compatível com uma taxa de crescimento real do lucro líquido de aprox. 5%. Qualquer coisa abaixo disto o ativo está caro (pelo menos para o meu paladar)

Para uma taxa de crescimento real negativa do lucro líquido, de aprox. -3,5%, a taxa de desconto compatível com o P/L de 15,9 seria de 5,5% !!! Aí, uma NTNB seria muito mais interessante.

341863  - marcosvinicius2 -  06 Set 2017, 15:47
COMENTÁRIO: PAPEL SOBREVALORIZADO (*). NOS ULTIMOS 33 TRIMESTRES, 33 APRESENTARAM LUCRO LIQUIDO POSITIVO (EXCELENTE). MEDIA DE LUCRO LIQUIDO X 1.000 (U12M) = 1.004.228; (U24M) = 966.451; (U36M) = 927.774; (U48M) = 883.884; MAIORES VARIAÇÕES = 12M X 12M : RESULTADO FINANCEIRO (27,90%) E RESULTADO LIQUIDO (8,14%); 2T16 X 2T15 : RESULTADO FINANCEIRO (23,68%) E RESULTADO OPERACIONAL LIQUIDO (-7,76%). VALOR DE MERCADO (MIL) = 59.977.339; VALOR MAXIMO (MIL) = 71.247.672 NO 2T14; VE PSBE (MIL) = 53.362.140:

CIEL3
PREÇO: 22,11
PAYOUT (2016): 34,98%

Múltiplos baseados nos últimos 12 meses

P/L 14,93
P/VPA 5,62
PSR 5,08
DY 2,60%
EV/EBITDA 12,27
MARGEM BRUTA 51,10%
MARGEM OPERACIONAL 50,96%
MARGEM LÍQUIDA 34,00%
LUCRO POR AÇÃO 1,481
MARGEM EBITDA 45,53%
DÍVIDA BRUTA/PATRIMÔNIO LÍQUIDO 82,19%
ROE 37,64%
LIQUIDEZ CORRENTE 1,11

Taxas de Crescimento Nominal

a) últimos 12 meses sobre 12 terminados no 2T16, nominal
RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA -2,28%
RESULTADO BRUTO -0,98%
RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO 27,90%
RESULTADO OPERACIONAL 5,85%
RESULTADO LÍQUIDO 8,14%
EBITDA -1,24%

b) 2T17 sobre 2T16, nominal
RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA -7,76%
RESULTADO BRUTO -7,55%
RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO 23,68%
RESULTADO OPERACIONAL 1,12%
RESULTADO LÍQUIDO 0,51%
EBITDA -5,15%

c) lucro (taxa média anual)
UA 8,14%
U2A 8,67%
U3A 10,11%

d) patrimônio líquido médio
UA 38,47%
U2A 44,88%
U3A 43,12%

RECEITA LIQUIDA Evolução Trimestral = A receita líquida da Cielo consolidada totalizou R$ 2.831,0 milhões no 2T17, representando um aumento de R$ 29,7 milhões ou 1,1%, quando comparada com R$ 2.801,3 milhões no 1T17. O crescimento está substancialmente relacionado à continua expansão dos negócios das controladas Caetano e M4U, bem como ao aumento das receitas geradas nos EUA, na controlada Merchant E-Solutions, que também é impactado pela apreciação do dólar médio no período, parcialmente compensado pela redução da receita de aluguel de equipamentos de captura na Controladora dada a queda do parque instalado.

Resultado Financeiro Evolução Trimestral = O resultado financeiro totalizou R$ 435,1 milhões no 2T17, representando um aumento de 7,7% ou R$ 31,1 milhões em relação ao 1T17, que obteve um resultado de R$ 404,0 milhões.

EBITDA Evolução Trimestral = O EBITDA totalizou R$ 1.279,6 milhões no 2T17, representando uma redução de 5,1% em relação ao 2T16 e diminuição de 3,2% sobre o 1T17. O EBITDA corresponde ao lucro líquido, acrescido do imposto de renda e contribuição social, das despesas de depreciação e amortização e do resultado financeiro.

( * ) É PRECISO VERIFICAR NO RELATÓRIO DA ADM. A EXISTÊNCIA DE RESULTADO NÃO RECORRENTE:
( ** ) EMPRESAS DO SETOR FINANC onde houve necessidade de digitar os valores de REC INT FINANC (a pesquisa avançada não importou esses valores ) = BAZA3, BBDC3, BBDC4, BEES3, BEES4, BIGP3, BGIP4, BMEB3, BMEB4, BMIN3, BMIN4, BNBR3, BPAN4, BRIV3, BRIV4, BRSR3, BRSR5, BRSR6, BSLI4, CRIV3, CRIV4, IDVL3 IDVL4 ITUB3, ITUB4, PINE4, PRBC4, SANB11, SANB3, SANB4 E SFSA4;
( *** ) A VMCM = 5,56000000 foi calculada utilizando-se uma amostragem de 327 empresas com PL > 0 (Desta vez não foi utilizado o critério de LIQUIDEZ MÍNIMA). Na tentativa de um valor abaixo do indicado, a VMCM apresentou um valor < 5, o que indicaria um mercado subprecificado: forum.infomoney.com.br/viewtopic.php?f=6&t=10754&start=620#p2082722
( **** ) Foram EXCLUÍDAS da amostragem inicial as empresas = DAGB33, MERC4, BRAP4, BRAP3, ECPR4, JBDU3, LFFE4, LFFE3, SBSP3, BAHI3, BMTO4, BMTO3 E LIPR3;

341001  - paulo_prof   -  12 Ago 2017, 11:12
Na base trimestral, mais um trimestre de receitas declinantes, compensadas pelo crescimento do Resultado Financeiro. Em termos reais, lucro líquido já é declinante.

Na base anual, o lucro líquido real ainda apresenta crescimento marginal. Isto só foi possível devido a queda sensível da inflação. Mantida a tendência, no 3T17 o lucro em termos reais será menor do que aquele do 3T16.

CIEL3

PREÇO: R$ 23,65

PAYOUT 2016: 30,8%



Múltiplos baseados nos últimos 12 meses

P/L 15,95

P/VPA 6,00

PSR 5,42

DY 1,93%

EV/EBITDA 12,93

MARGEM BRUTA 51,1%

MARGEM OPERACIONAL 51,0%

MARGEM LÍQUIDA 34,0%

LUCRO POR AÇÃO R$ 1,483

MARGEM EBITDA 45,5%

DÍVIDA BRUTA/PATRIMÔNIO LÍQUIDO 77,4%

ROE 37,64%

LIQUIDEZ CORRENTE 1,11



Taxas de Crescimento Nominal

a) últimos 12 meses vs 12 meses terminados no 2T16

RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA -2,28%

RESULTADO BRUTO -0,98%

RESULTADO FINANCEIRO POSITIVO +27,90%

RESULTADO OPERACIONAL +5,85%

RESULTADO LÍQUIDO +8,14%

EBITDA -1,03%



b) 2T17 vs 2T16

RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA -7,76%

RESULTADO BRUTO -7,55%

RESULTADO FINANCEIRO +23,68%

RESULTADO OPERACIONAL +1,12%

RESULTADO LÍQUIDO +0,51%

EBITDA -5,151%



c) lucro (taxa média anual)

UA 8,14%

U2A 8,67%

U3A 10,10%



d) patrimônio líquido médio

UA 38,47%

U2A 44,88%

U3A 43,12%



Preço justo fornecido pela fórmula do FCD para uma taxa média de crescimento real nulo do lucro líquido dos últimos 12 meses durante 5 anos, perpetuidade real nula e taxa de desconto real de 8%: R$ 19,01

Ou, taxa de crescimento real do lucro líquido dos últimos 12 meses necessária, durante os próximos 5 anos, para que o preço justo fornecido pela fórmula do FCD seja igual ao preço corrente (com uma perpetuidade real nula e taxa de desconto anual real de 8%): +6,0%

337492  - TraderCenter -  03 Mai 2017, 21:37
[...]
A Cielo, que credencia lojistas para a captura de transações com cartões de crédito e débito, registrou lucro líquido de R$ 1,001 bilhão no primeiro trimestre de 2017, representando aumento de 0,6% em relação ao mesmo período do ano passado e queda de 1% frente ao quarto trimestre de 2016.

Receitas menores com aluguel de equipamento de captura de transações e valores menores de tarifas cobrados dos lojistas fizeram o faturamento trimestral da Cielo cair pela primeira vez em três anos, informou a companhia no balanço. A receita com operações de antecipação de recebíveis de lojistas sentiu o impacto de medidas do Banco Central para reduzir os custos de empréstimo no país.

Ao mesmo tempo, a unidade local de processamento de transações da Cielo teve crescimento de 3,7 por cento no volume financeiro no trimestre, pouco abaixo da previsão da empresa de expansão entre 4 e 6 por cento. Os custos e despesas recuaram mais que o esperado no primeiro trimestre.
[...]

337460  - paulo_prof  -  03 Mai 2017, 16:05
Comentário anterior sobre os resultados da CIEL podem ser encontrados em http://149.56.145.223/advfn/listar?filtro=ciel3&us...

Percebe-se nitidamente que os resultados vêm deteriorando. Na base trimestral, não vi um único aspecto positivo: houve queda (e não foi pequena), em termos nominais, da Receita Líquida, do Resultado Financeiro Positivo e da Margem Bruta.

Na base anual o Resultado Líquido ainda apresenta crescimento acima da inflação, mas confirmada a tendência, a reversão se dará já no 2T17.

Na minha opinião, o ativo está caro e é mais provável o preço cair do que aumentar.

CIEL3

PREÇO: R$ 23,24

PAYOUT 2016: 30,8%



Múltiplos baseados nos últimos 12 meses

P/L 15,69

P/VPA 6,24

PSR 5,22

DY 1,97%

EV/EBITDA 12,72

MARGEM BRUTA 51,1%

MARGEM OPERACIONAL 49,8%

MARGEM LÍQUIDA 33,3%

LUCRO POR AÇÃO R$ 1,482

MARGEM EBITDA 45,2%

DÍVIDA BRUTA/PATRIMÔNIO LÍQUIDO 106,7%

ROE 39,76%

LIQUIDEZ CORRENTE 1,94



Taxas de Crescimento Nominal



a) últimos 12 meses vs 12 meses terminados no 1T16

RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA +1,99%

RESULTADO BRUTO +1,93%

RESULTADO FINANCEIRO POSITIVO +35,86%

RESULTADO OPERACIONAL +7,69%

RESULTADO LÍQUIDO +11,60%

EBITDA +0,13%



b) 1T17 vs 1T16

RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA -8,09%

RESULTADO BRUTO -9,55%

RESULTADO FINANCEIRO +18,38%

RESULTADO OPERACIONAL -1,05%

RESULTADO LÍQUIDO +0,64%

EBITDA -6,01%



c) lucro (taxa média anual)

UA 11,60%

U2A 9,78%

U3A 12,12%



d) patrimônio líquido médio

UA 41,69%

U2A 46,98%

U3A 43,43%



Preço justo fornecido pela fórmula do FCD para uma taxa média de crescimento real nulo do lucro líquido dos últimos 12 meses durante 5 anos, perpetuidade real nula e taxa de desconto real de 8%: R$ 19,00

Ou, taxa de crescimento real do lucro líquido dos últimos 12 meses necessária, durante os próximos 5 anos, para que o preço justo fornecido pela fórmula do FCD seja igual ao preço corrente (com uma perpetuidade real nula e taxa de desconto anual real de 8%): +5,5%

333431  - NumBroker -  31 Jan 2017, 23:48
Serviços Financeiros: Sinal amarelo para Cielo
A empresa de adquirência Cielo (CIEL3) divulgou seus resultados do 4T16 e deixou os investidores preocupados com o ambiente de mercado e com a fraqueza nas vendas do varejo no final do ano.

A companhia apresentou dados de volume transacionado abaixo do esperado, principalmente na modalidade crédito, que retraiu 0,6 por cento na comparação anual.

Outro ponto de destaque negativo foi a queda na base de POS (máquinas), o que confirma a substituição de pequenos comerciantes por opções mais baratas ou porque simplesmente estes fecharam seus negócios.

A linha de negócio que vinha mais resiliente no ano também não resistiu a este trimestre fraco. O volume de antecipação de recebíveis mostrou queda voltando para níveis de 2015.

Como ponto positivo, podemos destacar o bom controle de custos e despesas feito pelo management, mas que não compensou a queda nas demais linhas.

Este resultado liga o sinal de alerta quanto ao impacto da competição em Cielo. Novos adquirentes vêm surgindo no mercado e ganhando market-share, principalmente no segmento de pequenos estabelecimentos comerciais.

Getnet (Santander) mostrou números melhores no 4T16, o que mostra que Cielo também vem perdendo espaço para grandes players. O resultado da Rede (Itaú) será importante para um melhor diagnóstico do ambiente competitivo no mercado de adquirência.

Diante dos impactos da concorrência neste mercado, bem como de ações do Banco Central para torná-lo mais justo para os lojistas, preferimos ficar de fora de Cielo neste momento mais conturbado para a empresa.
Fonte: empíricos

333348  - paulo_prof  -  31 Jan 2017, 10:44
Bons os resultados da Cielo, com o lucro líquido crescendo 14-15% em termos nominais, tanto base anual, quanto trimestral (4T16sobre 4T15), mesmo com uma taxa de crescimento da Receita a um ritmo muito menor.

Resolvi diminuir a taxa de desconto anual real de 10% para 8%. Com esta taxa de desconto, a simulação mostra um preço corrente compatível, se as condições do mercado da Cielo permanecessem aquelas que vigoraram nos últimos 2 ou 3 anos. É evidente que sendo CIEL3 uma das queridinhas do mercado, o preço atual está embutindo a expectativa do impacto das recentes medidas do governo sobre a empresa.

CIEL3

PREÇO: R$ 26,72

PAYOUT 2016: 30,8%



Múltiplos baseados nos últimos 12 meses

P/L 15,05

P/VPA 6,52

PSR 4,90

DY 2,05%

EV/EBITDA 12,36

MARGEM BRUTA 51,3%

MARGEM OPERACIONAL 48,9%

MARGEM LÍQUIDA 32,6%

LUCRO POR AÇÃO R$ 1,776

MARGEM EBITDA 45,0%

DÍVIDA BRUTA/PATRIMÔNIO LÍQUIDO 117,2%

ROE 43,33%

LIQUIDEZ CORRENTE 1,75



Taxas de Crescimento Nominal



a) últimos 12 meses vs 12 meses terminados no 4T15

RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA +10,60%

RESULTADO BRUTO +8,51%

RESULTADO FINANCEIRO POSITIVO +31,56%

RESULTADO OPERACIONAL +10,78%

RESULTADO LÍQUIDO +14,07%

EBITDA +5,97%




b) 4T16 vs 4T15

RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA +2,09%

RESULTADO BRUTO +8,12%

RESULTADO FINANCEIRO +30,27%

RESULTADO OPERACIONAL +13,08%

RESULTADO LÍQUIDO +18,63%

EBITDA +5,86%



c) lucro (taxa média anual)

UA 14,07%

U2A 11,53%

U3A 14,42%



d) patrimônio líquido médio

UA 45,65%

U2A 47,95%

U3A 43,91%

Preço justo fornecido pela fórmula do FCD para uma taxa média de crescimento real nulo do lucro líquido dos últimos 12 meses durante 5 anos, perpetuidade real nula e taxa de desconto real de 8%: R$ 22,20

Ou, taxa de crescimento real do lucro líquido dos últimos 12 meses necessária, durante os próximos 5 anos, para que o preço justo fornecido pela fórmula do FCD seja igual ao preço corrente (com uma perpetuidade real nula e taxa de desconto anual real de 8%): +4,7%

333343  - Marasmo  -  31 Jan 2017, 03:11
O resultado da Cielo veio muito bom..
http://www.valor.com.br/financas/4852758/lucro-da-...
[...]

Uqaz, sobre CIEL3:

1) Últimos 3 anos tivemos PIB nulo ou decaindo FORTEMENTE

2) Inflação porradeira em 2015

3) Apesar disso tudo a empresa entregou um crescimento real modesto

4) Quando a economia recuperar a tendência é de um crescimento expressivo dos lucros, seja porque é derivada do PIB/consumo, seja porque a base de comparação é fraquíssima

5) Não sou muito adepto de modelagens, mas qual taxa de desconto você utilizou? Selic em queda favorece uma reprecificação mais amigável, não?

6) Legal essa sazonalidade que o Fridão postou, todo começo de ano cai

7) Acho que concordamos que a empresa é boa, a questão é o preço. Fator nostalgia às vezes dá uma travada, sabendo que um dia já compramos muito mais barato, tendemos a aguardar outra pechincha. Acho que nas atuais condições de mercado, dificilmente volta para os múltiplos de 2010, mas posso estar enganado.

8) Maior problema pra mim continua sendo a questão regulatória atuando diretamente sobre o modelo de negócios da cia, especificamente no prazo de repasse dos recursos e na antecipação dos recebíveis
332526 - Utah100 -  17 Jan 2017, 17:07
Pinheiro concordo com praticamente todos os itens de seu comentário, só no item 8 que faço uma observação : posso estar redondamente enganado mas creio que as admin. de cartões vão conseguir levar o Governo em "banho-Maria" com relação a este assunto de reduzir o prazo de repasse pelo menos enquanto a taxa Selic estiver neste nível. Quando a taxa descer para níveis um pouco mais civilizados e o spread entre a Selic e a inflação diminuir pode ser que o Governo faça um "meio-termo" e reduza o prazo de repasse para, digamos, uns 15 dias... seria uma solução para agradar aos lojistas e não pesar tanto para as administ.

Afinal quantas vezes já vimos este Governo ou qualquer outro neste país anunciar um plano com pompa e depois de meses ou anos nada ter saido do papel ?? 

332537  - fridao   -  17 Jan 2017, 18:43
Falando em sazonalidade...e gráficos...ABEV3 se assemelha bastante à CIEL3...vou acompanhar de luneta...talvez coloque 1% em cada para "brincar"...rss
                                                                                           ▲                                                                      ▲

O que escrevi sobre CIEL3 soa meio irônico...mas pudera...1ª vez que tive esse ativo, lá por 2011, "embarquei" nesse papo de cortar recomendação...mas não vou chorar.

Olhando o gráfico, reparem que todo princípio de ano essas quedas se repetem...aí eu vou embarcar nesse papo outra vez?...
Fridao,

O grande barato tá aí, como você tira o crescimento do valuation o valor vai lá pra baixo e ainda tem o risco regulatório.

O preço atual já reflete isso tudo, porém o que acontece se o consumo retomar crescimento no final do ano, considerando a fraca base de comparação de 2016? Se incorporar crescimento de novo o preço vai pra lua DE NOVO. Caso contrário, o downside é limitado.

Investir na recuperação dá economia com margem de segurança pra mim é isso aí.

Neste episódio, em MythBusters

O mercado está tão saturado, mas tão saturado, que dores de barriga não são mais como antigamente...(já já, explico).

Segue o histórico crescimento de lucro real composto da empresa, relação a 2016:

2015 (9M16 x 9M15) +2,41%
2014 (3T16 LTM x 2014) +0,79%aa
2013 (3T16 LTM x 2013) +4,77%aa
2012 (3T16 LTM x 2012) +5,70%aa
2011 (3T16 LTM x 2011) +8,33%aa
2010 (3T16 LTM x 2010) +5,58%aa
2009 (3T16 LTM x 2009) +5,82%aa
2008 (3T16 LTM x 2008) +6,27%aa
2007 (3T16 LTM x 2007) +10,15%aa
2006 (3T16 LTM x 2006) +10,88%aa
A empresa abriu capital em fins de 2009, a evolução de preços em termos reais e compostos até 31/12/2016 (não incorporei os ganhos de proventos dos últimos 6 meses... mas é bem parecido):

2016 x 2015 -26,38%
2016 x 2014 -18,07%aa
2016 x 2013 -6,76%aa
2016 x 2012 +0,05%aa
2016 x 2011 +5,69%aa
2016 x 2010 +10,03%aa
2016 x 2009 +4,90%aa
Mas que coisa boa essa disparidade de preço em relação ao lucro! Há 4 anos o preço em termos reais é o mesmo de 2012, mas o lucro subiu +5,70%aa. Vejamos os P/Ls históricos:

2015 17,36x
2014 20,21x
2013 19,25x
2012 16,01x
2011 14,54x
2010 10,03x
2009 13,35x
Atualmente está com um P/L de 15,25x. Lembro que em 2010 tivemos uma dor de barriga com uma conversa parecida, que logo depois foi esquecida, daí essa mínima histórica de 10,03x (esse sim um preço delicioso pra essa empresa... comprei, inclusive).

Mas, não falemos mais do passado... estaria barato um P/L de 15,25x prum crescimento de lucro otimista de 8%aa? (Não)

a. Para um período de de 3 anos de crescimento porvir, o P/L justo é de 12,36x (pessoalmente eu acho um período pequeno de crescimento pra empresa, acho q cresce por muito mais tempo, não a essa taxa, mas q crescerá mais que isso aaaa vai sim!). Logo, está cara por este aspecto.

b. Para um período de de 5 anos de crescimento porvir, o P/L justo é de 13,86x. Logo, está cara por este aspecto.

c. Por fim, sendo bastante otimista, admitindo 8%aa de crescimento real de lucro durante 7 anos (afinal, a empresa é excelente, como uma Ambev!) teríamos um P/L de 15,30x.

Concluindo, não temos dados para avaliar como foi o desempenho da Cielo num período de crescimento intenso da economia. Contudo, dado que Banânia aguenta no máximo 2%aa de PIB sem explodir, dá pra arriscar que as premissas acima possuem certa razoabilidade. Desta forma, uma compra em Cielo não faz muito sentido neste preço. Prefiro bitcoin

Ainda, digamos que eu tenha errado no período de crescimento (lembrem-se, 7 anso é uma eternidade em Banânia)... ainda assim, temos um P/L de 10x como referência. Tem gordura ainda pra ceder.

E se não ceder, paciência.

Será que com a renda das NTNB em declínio, hoje em aprox. 5,5% brutos, uma taxa de desconto de 10% ainda se justifica?

Se vc mudar a taxa de desconto para 7%, as suas simulações mudam para

a. 17,73

b. 20,09

c. 22.49



Uma outra forma de ver isto seria: supondo um crescimento médio de 8% a.a., qual seria a taxa de desconto que forneceria um P/L justo de 15,25?

a) 8,13%

b) 9.12%

c) 10,03% 



No frigir dos ovos, a questão se resume na margem de segurança que vc busca, considerando os riscos de

a) a taxa média do crescimento do lucro não emplacar os 8% previstos; e

b) da trajetória dos juros reais da economia reverter o sinal, no futuro

ou seja, não dá para chamar de louco quem compra CIEL3 hoje ... 

332527  - uqaz - 17 Jan 2017, 17:07
Hum. Sim e não...

Voltamos à velha discussão. Havendo fiis seguros que pagam 8-9% aa líquidos (vai... um pouquinho mais que seus 7%), continua sendo razoável utilizar sim uma taxa de desconto de 10%aa. Ou vc acredita que Banânia, enfim, vire Brasil?

Prof, vc está se prendendo a uma queda nas taxas das NTN-Bs deste ano apenas, os 10%aa englobam todos os fluxos de lucro da vida da empresa (anos de crescimento + perpetuidade).

Não chamei ninguém de louco, hein... só quis argumentar de que não se trata de uma pechincha.

Considerar que CIEL3 combina os seguintes ANDs lógicos:


[Cresc Real 8% no ano 1 AND Cresc Real 8% no ano 2 AND Cresc Real 8% no ano 3 AND Taxa de desconto banânica de LP de 7%aa AND não haver choque econômico mundial com Trump AND Bolsas de valores continuarem subindo enlouquecidamente] não é ser otimista, é ser ultra-otimista, pra quê mendigar por +16,26% (17,73x / 15,25x) de ganho, a esse custo de risco?!

332533  - ispholambra -  17 Jan 2017, 18:25
Interessantes as discussões sobre a Cielo...porem nelas nao esta prevista nenhuma taxa de inovacao nos negocios... e se tem uma coisa que a Cielo faz e inovar e buscar alternativas... nao e lider a toa... é lider porque esta sempre uns passos a frente da concorrencia e ainda conta com uma solida e robusta base bancaraia (BB, CEF e Bradesco) para captar novos clientes...alem de ser socia do BB no segmento de cartoes ...

Porem, contudo, entretanto, todavia... acredito que nao teremos crescimento da economia nos proximos anos...a tendencia e lateralizar e/ou ficar patinando... como foi na decada de 80... quando saimos de uma forte onda de crescimento nos anos 70 e tivemos a decada perdida...

Mas enfim, considerando a Cielo atual.. é de se esperar um crescimento menor dos lucros, mesmo que haja alguma inovacao nos negocios e melhora parcial do mercado, so pelo fato de que hoje a Cielo e uma empresa bem mais endividada que a Cielo de outrora... entao as despesas financeiras tendem a "comer" uma parte dos lucros... e os dividendos tendem a continuar minguados...ou seja... a Cielo esta cara...

Compro a partir dos 20,00... se chegar chegou...
                                                                                           ▲                                                                      ▲

O que escrevi sobre CIEL3 soa meio irônico...mas pudera...1ª vez que tive esse ativo, lá por 2011, "embarquei" nesse papo de cortar recomendação...mas não vou chorar.

Olhando o gráfico, reparem que todo princípio de ano essas quedas se repetem...aí eu vou embarcar nesse papo outra vez?...

332513  - NumBroker  -  17 Jan 2017, 14:44
Fridao,

O grande barato tá aí, como você tira o crescimento do valuation o valor vai lá pra baixo e ainda tem o risco regulatório.

O preço atual já reflete isso tudo, porém o que acontece se o consumo retomar crescimento no final do ano, considerando a fraca base de comparação de 2016? Se incorporar crescimento de novo o preço vai pra lua DE NOVO. Caso contrário, o downside é limitado.

Investir na recuperação dá economia com margem de segurança pra mim é isso aí. 
                                                                                           ▲                                                                      ▲
 332507  - NumBroker -  17 Jan 2017, 13:41
De máquina de crescimento para empresa madura o preço muda, né... faz sentido.

Cielo (CIEL3, R$ 25,56, -1,35%)
A ação da Cielo cai após o Credit Suisse cortar a recomendação de outperform (desempenho acima da média do mercado) para neutra, com o preço-alvo sendo cortado de R$ 40 para R$ 28.

De acordo com os analistas do banco, a base da tese está na piora na relação risco-retorno em função de menores volumes da indústria, ambiente competitivo um pouco mais apertado e as possíveis mudanças regulatórias. "Acreditamos que o case de Cielo está saindo de uma história de crescimento para uma empresa madura com yield", afirmam os analistas.
Fonte: http://www.infomoney.com.br/mercados/acoes-e-indices/noticia/6024959/quatro-acoes-reagem-recomendacoes-construtoras-saltam-ate-apos-ata-copom

332296  - NumBroker -  12 Jan 2017, 14:27
Serviços Financeiros: Cielo sofre com expectativa de números mais fracos
Conversamos com a Cielo (CIEL3) ontem para entender o movimento de queda nas ações nos últimos dias. CIEL caiu em torno de 5 por cento desde quarta-feira com forte volume de negócios.

A empresa deu um indicativo que os números do 4T16 serão mais fracos do que a expectativa do mercado, em função da fragilidade do varejo no último trimestre e um maior uso de cartão de débito nas compras, modelo menos lucrativo para as adquirentes.

O Natal não foi bom e o quarto trimestre é historicamente o melhor da empresa. Isto motivou um descontentamento de investidores que venderam as ações.

Cielo comentou que ainda não vê pressão de uma maior competição no mercado de adquirência, mas não estão tão animados com 2017.

Além disso, existe a expectativa de mudança no prazo de pagamento aos lojistas (de 30 dias para 2). A companhia agora afirma que seria natural a mudança no longo prazo.

A pressão no resultado de curto prazo não nos preocupa. Mas uma possível mudança causada pela redução do prazo de pagamento pode mudar a dinâmica de forças do setor. Vamos estudar melhor os impactos e teremos novidades.
Fonte: empíricos newsletter 
Alguém tem as listagem dos últimos dividendos de Cielo ? se possível mais de um ano ?
332179 - pedrosousa - 10/Jan/2017 17:23
Proventos em Ações

Proventos em Ações Deliberado em Negócios com até % Bon/Desd ou Fator de Grupamento Crédito das Ações em Observações
Bonificação 08/04/2016 08/04/2016 20 14/04/2016
Bonificação 10/04/2015 10/04/2015 20 16/04/2015
Bonificação 31/03/2014 31/03/2014 100 04/04/2014
Bonificação 26/04/2013 26/04/2013 20 03/05/2013
Bonificação 20/04/2012 20/04/2012 20 26/04/2012
Grupamento 29/04/2011 27/05/2011 3/1 - - Frações: Prazo de 30/04 a 29/05/2011 para livre ajuste das posições.
Bonificação 29/04/2011 29/04/2011 20 04/05/2011
Proventos em Dinheiro

Proventos em Dinheiro Deliberado em Negócios com até Valor Ordinárias (R$) Valor Preferenciais (R$) Relativo a Início de Pagamento Observações
Juros 28/12/2016 03/01/2017 0,109653706 2º SEM/16 31/03/2017
Juros 01/08/2016 16/09/2016 0,105330313 2016 30/09/2016
Dividendo 01/08/2016 16/09/2016 0,165680743 INTERC/16 30/09/2016
Dividendo 01/02/2016 11/03/2016 0,213431389 2015 31/03/2016
Juros 01/02/2016 11/03/2016 0,074095836 2015 31/03/2016
Dividendo 29/07/2015 11/09/2015 0,218253158 1º SEM/15 30/09/2015
Juros 29/07/2015 11/09/2015 0,060637013 1º SEM/15 30/09/2015
Dividendo 28/01/2015 13/03/2015 0,448628598 2014 31/03/2015
Juros 28/01/2015 13/03/2015 0,042636571 2014 31/03/2015
Dividendo 28/08/2014 12/09/2014 0,636460342 INTERM/14 30/09/2014
Juros 28/08/2014 12/09/2014 0,042650049 1º SEM/14 30/09/2014
Dividendo 28/01/2014 14/03/2014 1,168385711 2013 31/03/2014
Juros 28/01/2014 14/03/2014 0,058750047 2013 31/03/2014
Dividendo 21/08/2013 13/09/2013 1,007512118 1ºSEM/13 30/09/2013
Juros 21/08/2013 13/09/2013 0,062897879 1ºSEM/13 30/09/2013
Dividendo 06/02/2013 13/03/2013 1,229031132 2012 28/03/2013
Juros 06/02/2013 13/03/2013 0,054936335 2012 28/03/2013

332201  - Utah100   -  10 Jan 2017, 23:12
Me dei ao trabalho de fazer um pequeno exercicio utilizando as informações acima, já que sou sócio do papel :

1) Quem tivesse comprado 100 açoes ao final de 2012 e NÃO tivesse reinvestido os dividendos (Teria que pegar os valores dos dias dos pagtos e não consegui) teria ao final de 2016 cerca de 345 açoes;

2) Quem tivesse mantido os papeis em carteira por todo este periodo teria recebido entre JCP e dividendos cerca de R$ 965,39754 ( valores aprox. pois utilizei calculadora doméstica com limitação de casas decimais ) . Quem tivesse utilizado os dividendos para comprar mais ações teria recebido algo a mais, lógico;

3) O papel em dezembro de 2012 variou entre R$54,00 a R$ 57,00 (Cotações fechadas ao fim do dia) , portanto sem considerar custas e comissões o comprador teria gasto algo como R$5400,00 a R$5700,00 pra receber R$965,39754 de proventos somados em 4 anos. E pela cotação de hoje (R$26,58) teria em carteira R$9.170,10 (345 ações), portanto uma valorização média de 60% sobre o valor mais caro em 4 anos . Seria esta uma das explicações do papel ser um dos queridinhos do mercado ?

4) Observa-se no entanto que mesmo considerando a quantidade maior de papeis em carteira ( por causa das bonificações) o investidor recebeu R$ 256,84591(sobre 100 ações no começo do ano e 120 açoes após bonificação) de proventos totais em 2013 e o valor foi caindo ao longo do tempo e em 2016 o investidor recebeu R$200,08531 em proventos totais (sobre 345 ações)

Acredito que seja este o motivo principal do Sr. Barsi e também do Sr. Buffet perseguirem empresas que paguem bons dividendos compradas a preços descontados. O tempo faz o resto do trabalho com os juros compostos.

Se alguém quiser revisar os cálculos fique à vontade 

332203 - paulo_prof   -  11 Jan 2017, 01:40
Para o que possa servir, fiz as contas (supostamente exatas) com premissas algo modificadas:

a) aporte inicial de R$ 10.000,00 no dia 13/09/2012 (dia com)

b) dividendos e juros recebidos são transformados em ações, pela cotação de fechamento do dia de recebimento (da grana)



Nestas condições, o investidor "fechou" o dia 13SEt2012 com 169,4915 ações + crédito de R$ 170,76 em Dividendos e R$ 9,06 líquidos em JCP

Hoje, o investidor teria 662,3705 ações + crédito de R$ 61,74 líquidos em JCPa serem pagos no dia 31MAR



Se o nosso investidor tivesse vendido as suas ações na cotação de fechamento de hoje, receberia, na 6a.feira (13JAN2017), R$ 17.605,81 + R$ 61,74 a serem pagos no dia 31MAR2017.



Supondo que o valor presente do crédito a ser recebido em 31MAR2017 seja o mesmo (na realidade deveria ser algo descontado), e considerando que o período entre o dia 13SET2012 e o dia 13JAN2017 é de aprox. 4,333 anos, o rendimento médio anual nominal auferido foi de aprox. 14,04% ... bastante medíocre se não errei nas contas!
                                                                                           ▲                                                                      ▲
331425  - Guinsanity   -  17 Dez 2016, 14:56
Sobre a discussão a respeito da CIEL

Eu trabalho em banco e vendo maquinetas.

Os alugueis das maquinetas da ciel e rede sao praticamente iguais e são comodatos (150 sem fio 120 com fio), a elavon/stone é mais barata (120 sem fio). As taxas deb/cred variam de acordo com o CNAE da empresa, normalmente debito entre 1,5 a 2,5% e credito entre 2,5% e 4% mas a depender do faturamento a empresa pode negociar redução nessas taxas.

A antecipacao da cielo é na faixa de 4%, mas pelo proprio banco da pra antecipar mais barato.



A Ciel e a rede andam perdendo mercado para essas porcariazinhas da uol/pagseguro/moderninha que custam media 300,00 e nada mais, elas só nao imprimem cupom fiscal, o sujeito tem que mandar por sms (nunca chega pra mim quando peço) ou email. Elas estao abocanhando uma parte do mercado, esta muito dificil vender ciel/rede para pequenos empresarios.



Tem tambem a sipag que o SICOOB (cooperativa de credito da minha reagiao) aqui fornece acredito que as taxas de manutencao devem ser pifias tambem.



Conclusão, o mshare da ciel se nao ja reduziu vai reduzir significativamente, claro que por ser uma gigante é mais facil se adaptar a estas novas regras, se aprovadas.

331388  - ispholambra   - 16 Dez 2016, 00:52
Ciel3

Acredito que o panico do mercado vai nos brindar com uma otima oportunidade de compra nesse papel...

Certamente teremos muita turbulencia nessa ação nos proximos dias... e oportunidades de compra tambem...

A empresa ja se preparava para um cenario competitivo mais desafiador... lançou produtos novos...comprou uma parte do setor de cartoes do Banco do Brasil... ta sempre desenvolvendo novas tecnologias...

Como ela é a maior... a tendencia é de ser a que mais sangre... mas nao devemos nos esquecer que tres dos cinco maiores bancos do Pais "bancam" a Cielo com novos clientes... Bradesco, CEF e BB... que tem inclusive a sua propria bandeira de cartoes a ELO... Redecard so tem o Itau... a Get Net so o Santander... e a maioria das pequenas nao tem ninguem ... ou tem bancos bem menores... tipo Banese, Banrisul, etc...

Tomara que caia abaixo dos 20,00!!!

331364  - NumBroker   -  15 Dez 2016, 18:37
Sobre Cielo, acho que o driver negativo foi esse aqui mesmo.

Cielo - Reforma tributária passa pelo Congresso; negativo para a companhia

15.12 - 15:57 - Fábio Perina
Implicações para o investimento: o analista mantém a recomendação de market perform (desempenho em linha com a média do mercado), com preço justo para o final de 2017 de R$ 40,50.


O Congresso brasileiro aprovou a reforma do ISS (imposto sobre serviços), que agora segue para a sanção presidencial. Segundo o analista Alexandre Spada, caso entre em vigor, a nova regulamentação implica maiores impostos para a Cielo (CIEL3) a partir de 2018, acarretando em aumento de tributação sobre transações de débito e crédito. Atualmente, a companhia paga cerca de 1,5% em ISS sobre a receita do MDR (taxa cobrada dos estabelecimentos comerciais) nas transações com cartões e de 2% sobre a receita da Cateno. Sob as novas regras, esses números devem aumentar, mas o analista afirma que o impacto ainda é difícil de mensurar. De acordo com uma simulação preliminar, cada 1 p.p. de aumento no ISS representa um impacto de 1% sobre o lucro por ação (LPA). A Cielo, no entanto, afirmou que o impacto pode ser menor, de cerca de R$ 30-35 milhões a cada 1 p.p.. O analista acredita que a empresa tem condições de repassar o aumento do imposto para seus preços, compensando parcialmente as implicações negativas para o LPA. Além disso, o analista lembra que a reforma tributária deve implicar uma alta complexidade operacional para a Cielo, que precisará adaptar às regras de cada município, o que também pode levar a um aumento nas despesas operacionais. O analista mantém a recomendação de market perform (desempenho em linha com a média do mercado), com preço justo para o final de 2017 de R$ 40,50. Apesar de as ações CIEL3 estarem sendo negociadas a um valuation relativamente barato, o analista lembra que o aumento do risco regulatório, o não tão bom earnings momentum e o cenário competitivo impedem uma visão mais positiva.
Fonte: Itaú

Vejam que coisa a Cielo.
Em 2011 e 2012 a empresa era precificada num EV/EBITDA de uns 12 arredondados.

De 2013 pra cá ficou numa média de uns 15 sendo que chegou até a 18.

Tem é crescimento embutido nisso aí!!

Fontes:http://buscador-smallcaps.com.br/?query=ciel3&author=paulo_profhttp://avaliacaodeempresa.com.br/multiplos/ 
Tbm acho que ainda pode estar cara.Mas fazer compras a partir de agora, escalonando as próximas para baixo, não deixando seu PM, se distanciar do preço de mercado e não ultrapassando um percentual confortável na carteira total , acredito valer o risco. Fiz minha alça de mira com uma posição pequena. Abs e sorte a todos

É aquilo que o Pinheiro disse. Vendo os múltiplos, ainda não está barata, mas temos que contextualizar. Não é o tipo de papel que costuma negociar com PL < 10 e PVP < 1. Caiu 30% do último topo. Não é pouca coisa. Se não há esqueletos no armário e a empresa tende a continuar lucrando, pode ser uma boa faixa para iniciar compras. Se os fundamentos da empresa continuarem sólidos, há margem de segurança. Mas é aquela coisa, o que está barato sempre pode ficar mais barato. Uma comprinha de menos de 1% da carteira, comprando mais nos meses seguintes se cair, me parece interessante.

Meu medo atualmente são os topos nas bolsas dos países civilizados. A qualquer momento pode haver diarreia. Mas a pergunta que vale bilhões de dólares é: quando? rs Quando isso acontecer vocês já sabem o que acontece com as ações das empresas mais líquidas da Bovespa né. =)

"É preferível comprar ótimas empresas por preços razoáveis a comprar empresas razoáveis por ótimos preços."

Toda compra é subjetiva. Os múltiplos são "caros" porque a empresa é diferenciada e entrega resultado. Se investir em ações fosse simples era só comprar as empresas com P/L baixo e esperar, mas se você parar para analisar vai ver que tem muita empresa com P/L 4, 5, 6, 7 que tem esse mesmo múltiplo desde sempre. Por outro lado empresas que tinham múltiplos elevados e embutiam crescimento "irreal" continuam subindo incessantemente porque simplesmente ENTREGAM resultados: RADL3, UGPA3, HYPE3, etc.

É claro que não dá para comprar só empresas com múltiplos altos e ficar torcendo para nada mudar. Minha carteira é diversificada e tenho muitas empresas supostamente "baratas". Por outro lado vejo essa recessão atual como uma chance de comprar empresas historicamente caras a preços menos absurdos.

Eu não entendo nada de gráficos, mas vejo que nos últimos 3 anos a CIEL3 bateu algumas vezes nessa região entre 24/26 e voltou para acima de 30. Notícia ruim e risco sempre vai ter, alguns temas inclusive são falados há anos. Eu sempre compro aos poucos, justamente pela minha incapacidade de prever o futuro, vou montando a posição sem pressa.

O que eu sei é que de um lado tenho BBAS3 que subiu de 13 até 26 e do outro CIEL3 que caiu de 36 para 26. Na minha carteira, cabe a troca parcial e o risco Cielo. 
                                                                                           ▲                                                                      ▲
329646 - paulo_prof   -  08 Nov 2016, 23:27
Resultados abaixo da precificação corrente ...

CIEL3
PREÇO: R$ 32,71
PAYOUT (2015): 36,3%

Múltiplos baseados nos últimos 12 meses

P/L 19,18
P/VPA 8,46
PSR 6,03
DY 1,90%
EV/EBITDA 15,10
MARGEM BRUTA 50,5%
MARGEM OPERACIONAL 47,7%
MARGEM LÍQUIDA 31,4%
LUCRO POR AÇÃO R$ 1,706
MARGEM EBITDA 44,6%
DÍVIDA BRUTA/PATRIMÔNIO LÍQUIDO 124,4%
ROE 44,11%
LIQUIDEZ CORRENTE 1,77

Taxas de Crescimento Nominal

a) últimos 12 meses vs 12 meses terminados no 3T15
RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA +32,80%
RESULTADO BRUTO +18,23%
RESULTADO FINANCEIRO POSITIVO +3,41%
RESULTADO OPERACIONAL +13,72%
RESULTADO LÍQUIDO +13,08%
EBITDA +23,36%

b) 3T16 vs 3T15
RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA +4,98%
RESULTADO BRUTO +5,97%
RESULTADO FINANCEIRO POSITIVO +43,50%
RESULTADO OPERACIONAL +11,27%
RESULTADO LÍQUIDO +15,02%
EBITDA +1,54%

c) lucro (taxa média anual)
UA 11,12%
U2A 10,72%
U3A 14,32%

d) patrimônio líquido médio
UA 48,07%
U2A 46,61%
U3A 43,92%

Preço justo fornecido pela fórmula do FCD para uma taxa média de crescimento real nulo do lucro líquido dos últimos 12 meses durante 5 anos, perpetuidade real nula e taxa de desconto real de 10%: R$ 17,06

Ou, taxa de crescimento real do lucro líquido dos últimos 12 meses necessária, durante os próximos 5 anos, para que o preço justo fornecido pela fórmula do FCD seja igual ao preço corrente (com uma perpetuidade real nula e taxa de desconto anual real de 10%): +16,5%

328240  - NumBroker -  11 Out 2016, 19:21
Cielo – Fim das exclusividades

11.10 - 14:30 - Tiago Binsfeld
Nossos analistas divulgaram relatório em que discutem as implicações diretas para a Cielo quando ELO, Hipercard e Amex mudarem totalmente seu atual esquema de preços para o modelo full-MDR, o que deve acontecer com todas as grandes adquirentes no Brasil. Quando o mercado estiver totalmente adaptado ao esquema de full-MDR, a participação de mercado da Cielo pode cair 3% - dos atuais 55% - segundo os analistas. Da mesma maneira, de acordo com suas projeções, entre 4% e 8% dos terminais POS da Cielo podem ser devolvidos, com base na estimativa de que cerca de 20% dos terminais foram retornados quando do fim da exclusividade das bandeiras Visa e MasterCard em 2010. O impacto na receita consolidada da Cielo pode chegar a R$ 400 milhões por ano, considerando apenas os impactos diretos do novo cenário. Os analistas lembram que isso já foi parcialmente incorporado em suas projeções.
Fonte: Itaú

325254  - paulo_prof  -  03 Ago 2016, 00:11
Acho que está na cara que os resultados nem de longe justificam os preços correntes ... a correção de preços, hoje, foi muito pequena (em relação ao que deveria ser!)

CIEL3
PREÇO R$ 35,22
PAYOUT (2015) 36,3%

P/L 21,36
P/VPA 10,05
PSR 6,56
DY 1,70%
EV/EBITDA 16,36
MARGEM BRUTA 50,4%
MARGEM OPERACIONAL 47,0%
MARGEM LÍQUIDA 30,7%
LUCRO POR AÇÃO R$ 1,649
MARGEM EBITDA 45,0%
DÍVIDA BRUTA/PATRIMÔNIO LÍQUIDO 137,0%
ROE 47,05%
LIQUIDEZ CORRENTE 1,66

Taxas de Crescimento Nominal

a) últimos 12 meses vs 12 meses terminados no 2T15
RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA +31,22%
RESULTADO BRUTO +16,55%
RESULTADO FINANCEIRO POSITIVO -5,12%
RESULTADO OPERACIONAL +10,73%
RESULTADO LÍQUIDO +9,20%
EBITDA 22,89%

b) 2T16 vs 2T15
RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA +9,77%
RESULTADO BRUTO +3,96%
RESULTADO FINANCEIRO POSITIVO +61,87%
RESULTADO OPERACIONAL +8,36%
RESULTADO LÍQUIDO +13,77%
EBITDA -0,50%

c) lucro (taxa média anual)
UA 9,20%
U2A 11,10%
U3A 14,51%

d) patrimônio líquido médio
UA 51,58%
U2A 45,50%
U3A 44,04%

Preço justo fornecido pela fórmula do FCD para uma taxa média de crescimento real nulo do lucro líquido dos últimos 12 meses durante 5 anos, perpetuidade real nula e taxa de desconto real de 10%: R$ 16,49

Ou, taxa de crescimento real do lucro líquido dos últimos 12 meses necessária, durante os próximos 5 anos, para que o preço justo fornecido pela fórmula do FCD seja igual ao preço corrente (com uma perpetuidade real nula e taxa de desconto anual real de 10%): +19,5%

321068  - NumBroker  -  03 Mai 2016, 13:20
Lucro recorrente subindo 14% ano a ano, muito bom. Mas com esse novo ritmo de crescimento talvez não faça tanto sentido ser negociada um P/L de 18, 19...

Cielo tem lucro contábil de R$ 995 milhões no trimestre, alta de 9,2%

Por Aline Oyamada | Valor
SÃO PAULO - A credenciadora de cartões Cielo registrou lucro líquido contábil de R$ 995,4 milhões no primeiro trimestre deste ano, resultado 9,2% maior que o observado no mesmo período de 2015 e 16,7% maior que o do trimestre anterior.

O lucro líquido ajustado, que exclui as amortizações do ativo intangível da controlada Cateno, empresa de cartões com o Banco do Brasil, ficou em R$ 1,063 bilhão no primeiro trimestre, o que representa uma alta de 13,8% na comparação anual e 15,5% na comparação trimestral.

O volume de transações que passaram pelas máquinas da Cielo nos três primeiros meses do ano cresceu 10,2% na comparação anual, para R$ 139,5 bilhões. As compras com débito subiram 17,4%, para R$ 59,9 bilhões, e as com cartões de crédito aumentaram em 5,4%, para R$ 79,6 bilhões.

Em fevereiro, após a divulgação dos dados consolidados de 2015, Rômulo Dias, presidente da Cielo, disse que projetava crescimento de 5,5% a 7,5% no volume de transações com cartões de toda a indústria em 2016, e afirmou que a Cielo cresceria abaixo do mercado.

O Ebitda (geração de caixa) da companhia ficou em R$ 1,407 bilhão no trimestre, 18,6% mais que no mesmo trimestre de 2015, e a margem Ebitda ficou em 46,2%, 4,3 pontos percentuais abaixo da observada há 12 meses.

A parcela de faturas pagas antecipadamente aos lojistas foi de 20,1% das operações de crédito no trimestre, ante 19,7% no quarto trimestre do ano passado.

A base de equipamentos instalados (POS) cresceu 3,1%, atingindo 2,082 milhões. Em abril, a Cielo lançou uma plataforma integrada de pagamentos batizada de Cielo Lio, que entrará em circulação no fim de maio. Até o fim do ano, a empresa espera distribuir 50 mil unidades da nova máquina e aumentar essa base para 1 milhão nos próximos cinco anos.
fonte: http://www.valor.com.br/financas/4546805/cielo-tem-lucro-contabil-de-r-995-milhoes-no-trimestre-alta-de-92

321064 - ch3481 -  03 Mai 2016, 10:44
Opa, bom sim hein...:-):-)

Mas, sem dúvida, outros resultados não foram tão auspiciosos assim. Super normal.

Na atual crise (ou seria estado de desorientação??) econômica, me parece inevitável seja sopesado (existe essa palavra?) na avaliação de múltiplos.



Penso que um crescimento marginal, ainda que somente nominal, nesse atual estado de desorientação econômica é positivo.



Repare que não faço comparação a outros investimentos. Não é isso. Estou só vendo results das Cias. e cotejando com o momento.



Enfim, vamos ver o que Titio Temer nos reserva.....:-):-):-)

171062 - ghfranco  -  07 Mar 2013, 17:31
FCD CIEL

LPA 3,28
(LPA 5 anos: 3,28;
1 ano: 4,24

com 13,70% de cresc por 3 anos
(cresc LL últ ano: 27,85%,
3 últ anos: 16,96%,
5 últ anos: 13,70%),

com 5,87% de taxa desconto

(DY>=3,69%) e 1% de perpetuidade (pelo ramo de negócios e qualidade da empresa), dava valor de R$83,19

(RPL 3 anos: 167,59%, RPL 1 ano: 130,60%; cresc anual patr dos últ 3 anos: 68,43%)

Na próxima semana dia 13/03 será o último dia com, pagará DY de R$1,27 por ação. Pagam valor semelhante costumeiramente em setembro.

No dia 26.04.2013 bonificará 1 por cada 5 ações possuídas.

Penso que valha minimamente R$72,00 nas condições atuais.

167108 - vellinhotrt4 -  14 Fev 2013, 18:29
Cielo tem múltiplos atrativos e vasto horizonte de crescimento, diz gestora

14/02/2013 - InfoMoney
Empresa é apontada como vantajosa em relação às suas concorrentes

SÃO PAULO – A Cielo (CIEL3), uma das empresas responsáveis pela adquirência das transações com cartões no Brasil, ainda possui um vasto campo para crescer e tem vantagens competitivas importantes em relação aos seus concorrentes, de acordo com a gestora de recursos Set Investimentos.

Por ter o controle compartilhado entre o Banco do Brasil e o Bradesco, uma das vantagens é que a Cielo possui alta capilaridade e consegue atingir 99% dos municípios brasileiros, já que tem distribuição própria e as agências desses dois bancos. Além disso, sua enorme escala de operações permite uma redução de custos de maneira eficiente, o que lhe permite obter o menor custo por transação do mercado. No caso de um concorrente, ele seria obrigado a arcar com esses custos e diluí-los em um menor número de transações, o que elevaria esse valor e o tornaria menos competitivo.

Entre os pontos positivos , a Set ainda ressalta o potencial de crescimento da companhia. "O mercado de cartões no Brasil ainda é sub-penetrado e há um grande mercado inexplorado. Em comparação com países mais desenvolvidos, no Brasil há espaço para dobrar a proporção de uso de cartões em relação aos gastos pessoais. Além desse potencial, a Cielo se beneficia por não apresentar os riscos de execução do varejo: Uma empresa de moda pode errar na coleção e perder vendas, por exemplo, mas as vendas perdidas por esse varejista poderão ser capturadas pela Cielo em algum concorrente desse varejista", diz a Set, em carta aos cotistas.
Por fim, a Set enxerga os múltiplos da empresa como sendo bastante atrativos. A Cielo é negociada a 13,5x o lucro projetado para 2013, o que daria um dividendo de 6% em relação à cotação atual. "Diversos varejistas listados na bolsabrasileira apresentam rentabilidade e crescimento inferior e são negociados na casa de 20x lucro ou mais", aponta a gestora.

Risco
O maior risco apontado pela corretora é o de uma compressão de margens, caso haja um acirramento da competição entre as adquirentes.

“Acreditamos, no entanto, que esse cenário não é muito provável, pois os concorrentes da Cielo são controlados por instituições financeiras que sabem que esse é um negócio importante e que traz uma melhoria nas margens dos grupos em que estão inseridas. Sob o nosso ponto de vista, não seria vantajoso para essas concorrentes buscar um ganho de Market share no curto prazo, pois prejudicaria a rentabilidade deste negócio no futuro”, conclui a Set.


166581 - Trifloripasempre -  08 Fev 2013, 11:04
05:15 Cielo perde participação mesmo com alta no valor de transações
Mesmo com o avanço de dois dígitos dos principais indicadores financeiros em 2012, a Cielo não conseguiu manter a fatia de mercado que tinha no final de 2011. E a tendência é que a líder do setor perca ainda mais espaço ao longo dos próximos trimestres. Somente no ano passado, a credenciadora viu as concorrentes roubarem 4 pontos percentuais de sua participação, que passou de 58% no quarto trimestre de 2011 para 54,1% no mesmo período de 2012, levando-se em conta apenas as três maiores do setor (segundo informações de mercado).

A perda de espaço é resultado do impulso que a Redecard ganhou com o fechamento de capital - o que levou a empresa a abocanhar 41,4% do setor, ante os 40,5% do final de 2011 - e do salto do Santander com a GetNet, que passou de 1,5% para 4,5% de participação. A expectativa de Rômulo Dias, presidente da Cielo, é que a companhia continue crescendo em 2013, mas não no mesmo ritmo do mercado - que deve ter um avanço entre 16% e 18%. O motivo, segundo ele, é que é mais difícil manter o mesmo passo dos anos anteriores quando se é a maior do setor, além de agora enfrentar maior concorrência. (Brasil Econômico)

166345 - paulo_prof -  06 Fev 2013, 23:32
CIEL3
PREÇO: R$ 56,50
PAYOUT 2012: 82,2%

P/L 15,95
P/VPA 16,21
PSR 6,80
DY 5,15%
EV/EBITDA 12,52
MARGEM BRUTA 65,9%
MARGEM OPERACIONAL 64,7%
MARGEM LÍQUIDA 42,6%
LUCRO POR AÇÃO R$ 3,543
MARGEM EBITDA 56,8%
DÍVIDA BRUTA/PATRIMÔNIO LÍQUIDO 92,8%
ROE 101,64%
LIQUIDEZ CORRENTE 1,37

Taxas de Crescimento Nominal

a) exercício de 2012 vs 2011
RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA 28,96%
RESULTADO BRUTO 28,42%
RESULTADO FINANCEIRO POSITIVO 34,82%
RESULTADO OPERACIONAL 29,85%
RESULTADO LÍQUIDO 27,86%
EBITDA 76,47%

b) 4T12 vs 4T11
RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA 33,46%
RESULTADO BRUTO 24,82%
RESULTADO FINANCEIRO POSITIVO 8,01%
RESULTADO OPERACIONAL 22,46%
RESULTADO LÍQUIDO 20,95%
EBITDA 24,93%

c) lucro (taxa média anual)
UA 27,86%
U2A 12,48%
U3A 14,70%

d) patrimônio líquido médio
UA 68,44%
U2A 45,04%
U3A 65,06%

Preço justo fornecido pela fórmula do FCD para uma taxa média de crescimento real do lucro líquido dos últimos 12 meses de 10% durante 5 anos, perpetuidade real nula e taxa de desconto real de 8%: R$ 67,23

Ou, taxa de crescimento real do lucro líquido dos últimos 12 meses necessária, durante os próximos 5 anos, para que o preço justo fornecido pela fórmula do FCD seja igual ao preço corrente (com uma perpetuidade real nula e taxa de desconto anual real de 8%): 6%

166344 - farofinoaf -  06 Fev 2013, 23:27
Completando .... sobre os dividendos:

a) Valor por ação referente aos dividendos: R$ 1,227882293
b) Valor bruto por ação referente aos juros sobre capital próprio: R$ 0,054884983
c) Valor líquido por ação referente aos juros sobre capital próprio (já deduzido o imposto de renda na fonte de 15%, caso aplicável): R$ 0,0466522356


Os proventos serão pagos aos acionistas no dia 29 de março de 2013, com base na posição acionária de 14 de março de 2013, sendo as ações da Companhia negociadas “ex-direitos” a partir de 15 de março de 2013

Sobre o aumento de capital:

Assim, do valor do orçamento de capital proposto para o ano corrente de R$1.152.250.951,68 (hum bilhão, cento e cinquenta e dois milhões, duzentos e cinquenta mil, novecentos e cinquenta e um reais e sessenta e oito centavos), a Companhia propõe que R$500.000.000,00 (quinhentos milhões de reais) sejam direcionados para o aumento do capital social, o qual, caso o aumento venha a ser aprovado, passará a ser de R$1.000.000.000,00 (hum bilhão de reais).

Propõe a Companhia que o referido aumento do capital social se dê com a emissão de 131.019.245 (cento e trinta e uma milhões, dezenove mil, duzentas e quarenta e cinco) novas ações ordinárias, sem valor nominal, a serem distribuídas aos acionistas, gratuitamente, a título de bonificação, nos termos do artigo 169 da Lei n.º 6.404/76, na proporção de 1 (uma) nova ação para cada lote de 5 (cinco) ações de que forem titulares na posição final do dia 26.04.2013.

166341 - sobral30 -  06 Fev 2013, 22:48
CIELO - DESTAQUES 4T12

• Volume financeiro de transações no critério mercado totalizou R$ 106,9 bilhões, aumento de 12,5% em relação ao 4T11, ou R$ 11,9 bilhões; no critério contábil, o volume foi R$ 104,4 bilhões, aumento de 14,4% em relação ao 4T11;

• Receita Operacional Líquida totalizou R$ 1,6 bilhão, aumento de 33,5% em relação ao 4T11, ou R$ 402,9 milhões, e de 20,1% em relação ao 3T12, ou R$ 268,9 milhões;

• EBITDA de R$ 826,2 milhões, aumento de 26,2% em relação ao 4T11, ou R$ 165,1 milhões, e aumento de 5,6% em relação ao 3T12, ou R$ 43,7 milhões;

• Margem EBITDA de 51,4%, redução de 3,5 pontos percentuais em comparação ao 4T11 e de 7,1 pontos percentuais em relação ao 3T12;

• Lucro líquido Cielo totalizou R$ 610,3 milhões, aumento de 21,0% em relação ao 4T11, ou R$ 105,8 milhões, e aumento de 3,6% em relação ao 3T12, ou R$ 21,4 milhões;

• Margem de lucro líquido Cielo de 38,0%, redução de 3,9 pontos percentuais em relação ao 4T11 e de 6,0 pontos percentuais em comparação ao 3T12;

• Cielo emite bonds, com prazo de 10 anos, no mercado internacional, captando o total de US$ 875 milhões, a uma taxa de juros de 3,75% ao ano, a menor já vista na história, para uma captação de empresa brasileira, no mercado internacional.

• Cielo anuncia iniciativa inédita com a Planet Payment, empresa líder em processamento de pagamentos internacionais e multi-moeda, focando especialmente turistas estrangeiros que visitarão o Brasil durante a Copa do Mundo em 2014 e durante a Olimpíada em 2016.

• Cielo anuncia parceria com o Facebook, no desenvolvimento de serviços B2B2C (business-to-business-to-consumer) com visão de engajamento social na era digital. Inédito no Brasil e no mundo, o projeto traz uma nova dinâmica de consumo no ponto de venda e uma forma inovadora de o lojista se relacionar com os clientes.

153417 - paulo_prof -  24 Out 2012, 13:13
Em relação a Cielo (e Redecard), o mercado já errou feio uma vez ... São os erros do mercado que oferecem as melhores oportunidades. Mas como volta e meia o mercado acerta ... é bom colocar as barbas de molho ...

Em janeiro de 2011 a análise mostrou que o risco de um investimento no ativo era muito baixo. Em conseqüência, enchi a lata ...

Hoje o ativo pode estar oferecendo uma oportunidade. Se vc acreditar que nos próximos 5 anos o lucro da empresa possa crescer levemente acima da inflação, a indicação é de compra. Se vc considerar que o risco disto não ocorrer é alto, então a recomendação é ficar de fora.

Há um outro detalhe que atua no sentido de diminuir o risco. No preço atual, os proventos esperados são no mínimo de 5% a.a.

153369 - polycrav -  24 Out 2012, 01:27
Deus do CIEL!!

A Cielo, maior processadora de meios de pagamento do país, registrou lucro líquido de R$ 589 milhões no terceiro trimestre deste ano.

O resultado superou as expectativas de analistas, que era de R$ 578,8 milhões.

O lucro da companhia foi beneficiado pela queda dos custos de serviços de débito, que reverteram o impacto do aumento das despesas gerais, administrativas e de vendas.

O desempenho do terceiro trimestre é 7,3% maior que o do trimestre anterior e 28,7% maior que o do mesmo período do ano passado.

O Ebtida (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) foi de R$ 782,5 milhões --queda de 11% ante o trimestre anterior e alta de 32% ante 2011.

As despesas financeiras caíram fortemente no trimestre passado e a receita subiu a um ritmo ligeiramente mais lento do que os custos e as despesas.

153358 - paulo_prof -  24 Out 2012, 00:40
Crescimento dos Resultados dos 9M12 sobre os 9M11
RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA +27,15%
RESULTADO BRUTO +29,87%
RESULTADO FINANCEIRO POSITIVO +46,35%
RESULTADO OPERACIONAL +32,66%
RESULTADO LÍQUIDO +30,52%
EBITDA +29,19%

Crescimento dos Resultados do 3T12 sobre o 3T11
RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA +26,70%
RESULTADO BRUTO +30,72%
RESULTADO FINANCEIRO POSITIVO +33,39%
RESULTADO OPERACIONAL +33,45%
RESULTADO LÍQUIDO +28,71%
EBITDA +32,13%

Crescimento dos Resultados do 3T12 sobre o 2T12
RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA +6,12%
RESULTADO BRUTO +5,79%
RESULTADO FINANCEIRO POSITIVO +5,42%
RESULTADO OPERACIONAL +10,87%
RESULTADO LÍQUIDO +7,30%
EBITDA +11,00%

Taxas anuais médias nominais de crescimento
a) do lucro líquido
UA 26,32%
U2A 10,00%
U3A 19,58%

b) do patrimônio líquido médio
UA 71,68%
U2A 48,60%
U3A 90,18%

Múltiplos referentes aos últimos 12 meses
PREÇO R$ 44,62
PAYOUT (2011) 68%
P/L 13,20 
P/VPA 14,17 
PSR 5,80 
DY 5,15%
EV/EBITDA 10,31 
MARGEM BRUTA 67,2%
MARGEM OPERACIONAL 66,6%
MARGEM LÍQUIDA 44,0%
LUCRO POR AÇÃO R$ 3,380
MARGEM EBITDA 57,7%
DÍVIDA BRUTA/PATRIMÔNIO LÍQUIDO 54,5%
ROE 107,36%
LIQUIDEZ CORRENTE 0,95

Taxa de crescimento real do lucro líquido necessária nos próximos 3 anos para que o preço justo calculado pela fórmula do FCD seja IGUAL ao preço atual (perpetuidade real nula; taxa de desconto real de 8%): 2%

Será que a Dilma consegue atrapalhar a empresa a ponto desta não conseguir uma taxa de crescimento do lucro líquido 2% acima da inflação nos próximos 3 anos?

153319 - danieljoseaa -  23 Out 2012, 22:06
Cielo lucra mais que o esperado, mas receita e Ebitda desapontam

Lucro da companhia foi de R$ 588,9 milhões no trimestre, levemente acima dos R$ 583 milhões estimados por HSBC, Santander e Ágora

Por Felipe Moreno |19h56 | 23-10-2012 A A A

SÃO PAULO - A Cielo (CIEL3) lucrou R$ 588,9 milhões no terceiro trimestre de 2012, comunicou a empresa nesta terça-feira (23), levemente acima dos R$ 583,3 milhões das estimativas compiladas pelo InfoMoney, que contavam com a opinião dos analistas do HSBC, Santander e Ágora Corretora.
Esse número foi 28,69% acima do que havia sido registrado em mesmo período no ano de 2011 - mostrando fortalecimento da empresa. Contudo, o Ebitda (Lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) decepcionou. Embora 32,11% superior ao que havia sido registrado entre julho e setembro de 2011, os R$ 782,5 milhões desde terceiro trimestre, foram 11,45% abaixo das estimativas das casas de research.

Outro número que veio abaixo do estimado foi a receita líquida, que chegou aos R$ 1,33 milhões nos três meses que compuseram o trimestre. Esse número foi 26,70% superior ao registrado no ano passado, mas 10,81% abaixo do que se estimava. Com isso, a margem Ebitda (relação percentual entre receita líquida e Ebitda) subiu 2,4 pontos percentuais, e atingiu 58,5%.
A companhia viu as receitas com cartão de crédito avançarem 19,2%, as com cartão de débito 21,7% e as de aluguel de POS (Pontos de Venda, as famosas maquininhas) subirem 42,6%. Já as receitas com comissões subiram para R$ 986,8 milhões - um avanço de 19,9%, e as outras receitas aumentaram em 37,8%.

Resultados positivos não deverão durar para sempre

Há a expectativa de que os fortes números registrados pela companhia não durem para sempre. O mercado acredita que o governo deverá apertar o cerco regulatório para a companhia, o que já fez a companhia perder mais de R$ 10 bilhões de valor de mercado.
Entre as reivindicações do governo Dilma, juros menores, tarifas mais baixa, aluguel reduzido dos POS (Points of Sale) e a quebra da exclusividade dos programas de vale refeição. A Cielo, operadora do Visa Vale - maior programa de vale refeição do País - seria prejudicadíssima com esse tipo de medidas.
INFOMONEY

153314 - Alascio - 23 Out 2012, 21:53
DESTAQUES 3T12
• Volume financeiro de transações no critério mercado totalizou R$ 96,3 bilhões, aumento de 19,5% em relação ao 3T11, ou R$ 15,7 bilhões; no critério contábil, o volume foi R$ 95,8 bilhões, aumento de 20,0% em relação ao 3T11;

• Receita total (operacional líquida + antecipação de recebíveis) totalizou R$ 1,6 bilhão, aumento de 28,1% em relação ao 3T11, ou R$ 340,7 milhões, e de 5,5% em relação ao 2T12, ou R$ 81,5 milhões;

• EBITDA de R$ 782,5 milhões, aumento de 32,1% em relação ao 3T11, ou R$ 190,2 milhões, e aumento de 11,0% em relação ao 2T12, ou R$ 77,4 milhões;

• Margem EBITDA de 58,5%, aumento de 2,4 pontos percentuais em comparação ao 3T11 e de 2,6 pontos percentuais em relação ao 2T12;

• Lucro líquido Cielo totalizou R$ 588,9 milhões, aumento de 28,7% em relação ao 3T11, ou R$ 75,7 milhões, e aumento de 7,3% em relação ao 2T12, ou R$ 40,0 milhões;

• Margem de lucro líquido Cielo Ajustada de 38,0%, aumento de 0,2 ponto percentual em relação ao 3T11 e de 0,7 ponto percentual em comparação ao 2T12;

• Cielo conclui aquisição de 100% do Capital da empresa americana Merchant e-Solutions (MeS), provedora global de soluções para pagamento, reforçando sua estratégia de diferenciação;

• Cielo conquista o prêmio de “Maiores e Melhores” da Revista Exame, pela sexta vez consecutiva, como a melhor empresa no setor de Serviços. A Companhia foi eleita pela 12ª vez consecutiva como uma das “Melhores Empresas para Você Trabalhar”, no guia da revista Você S/A, e também foi premiada como a melhor empresa no setor de serviços financeiros no Anuário época Negócios 360º, conferido pela revista Época Negócios. A Cielo foi reconhecida como a melhor empresa na categoria “Serviços Financeiros” do ranking “As 1000 Melhores Dinheiro 2012” da revista Istoé Dinheiro. A Cielo também conquistou a 1ª colocação no ranking geral da revista Institutional Investor Magazine, vencendo nas categorias: Melhor Equipe de RI, Melhor CEO, Melhor CFO e Melhor Profissional de RI, por sell-side e buy-side, no setor de Financials ex- Banks na América.

150480 - farofinoaf - 29 Set 2012, 12:59
A Cielo ganha pelo valor da transação sim, mas os falados 4% não ficam na mão da Cielo integralmente.

Pelo último balanço dá pra calcular que o ganho sobre o valor da transação nos cartões é de:

1,13% no caso do crédito (Corresponde a 42% do faturamento da Cielo)
0,78% no caso do débito (Corresponde a 16% do faturamento da Cielo)

A priori a briga é na taxa do rotativo dos cartões o que além de não prejudicar a Cielo até incentiva o uso dos cartões o que geraria ganho.

Porém como se pode ver na matéria do link abaixo, existe um movimento para que a taxa passe a ser por transação e não uma porcentagem sobre o valor da transação como é hoje.

http://exame.abril.com.br/economia/noticias/comercio-pede-mudanca-nas-taxas-de-cartoes-de-debito
Se em algum momento cortarem na carne da Cielo, certamente ela vai equalizar cobrando mais no aluguel das máquinas.

O ticket médio das compras é de R$65,00 isso dá 0,73 no crédito ou 0,50 no débito que a Cielo leva por transação.

Se passar a valor fixo por transação é só equalizar perto de 0,85 por transação que a Cielo continua com o mesmo lucro de sempre já que tem hoje 1.2 bilhões de transações no trimestre.

Sinceramente mesmo com o BB (Fantoche do Governo) tendo grande participação em Cielo, acredito que seria ingerência de mais neste caso, tentar impor limite nas margens de uma empresa que compete em um mercado livre.

Vão usar a Previ e vão impor diminuição nas margens de todas as empresas brasileiras também?

Bom, vamos acompanhando o desenrolar.

150479 - paulo_prof -  29 Set 2012, 10:55
Citação: gabg
Citação: fridao
CIEL3 -7,34% hoje...viiiiixe!!!!!!

Lembro que alguem colocava que o "CielO" era o limite...mas não estou conseguindo acessar o buscador...

mas não deixou de ser uma boa opção, pelo menos na minha opinião. alias, com essa queda, quem pensa no longo prazo, pode ser uma boa oportunidade de compra. Igual a geti, elpl, trpl, caíram pra caramba, mas não deixam de serem boas para longo prazo, apesar de ter um ajuste de curto prazo por conta do noticiário não tão favorável dos últimos tempos.

A Receita Líquida da Cielo pode ser dividida nos seguintes segmentos:
aluguel das maquininhas
comissões nas operações com o cartão de crédito
comissões nas operações com o cartão de débito
antecipação de recebíveis
outras receitas

No 2T12, a Receita Líquida com comissões totalizou R$ 680 milhões nos cartões de crédito e R$ 261 milhões nos cartões de débito. A Receita Líquida total, incluindo a Receita Financeira com a antecipação de recebíveis, foi de R$ 1,47 bilhões. Em conseqüência, os R$ 941 milhões com comissões representam aprox. 64% do negócio da Cielo.

É aí que o governo quer intervir. As comissões da Cielo no Brasil são da ordem de 4 vezes maiores do que é praxe no mercado americano. Suponha que o governo tenha sucesso em reduzir isto para 3 vezes, ou seja, promover um corte médio de 25% nestas comissões, o que não seria nenhum grande absurdo pelo menos frente ao que ocorre no mercado americano. O impacto na Receita da Cielo seri ade aprox. R$ 235 milhões, ou aprox. 16% da Receita Operacional + Financeira Líquida Total.

Moral da história: dependendo do grau de sucesso da interferência do governo nos negócios da empresa, a queda de ontem pode estar bastante sub-dimensionada.

150391 - paulo_prof -  28 Set 2012, 18:04
Ao contrário do caso da BBAS3, que na minha opinião disparou uma sobre-reação do mercado, o caso da CIEL3 é bem mais sério, e a reação do mercado pode estar em linha com a perda potencial que a empresa pode ter com a intervenção petralha.

Como vcs devem estar sabendo, nos EUA as empresas de cartão de crédito cobram das lojas uma taxa da ordem de 1% nas transações com cartões. Aqui em terras tupiniquins, esta taxa é de 4%. Aproveitando o ataque petralha aos custos das transações financeiras (juros, taxas bancárias, etc.) o presidente da Abrasel (Associação Brasileira de Bares e Restaurantes), que de bobo não tem nada, foi pedir à ministra Gleisi providências para baixar as taxas "escorchantes" cobradas pelos cartões.

Se os altos juros cobrados no rotativo podem ser justificados pela excrescência brasileira do parcelado sem custos, excetuando talvez os 40 dias sem juros que lá fora também estão em extinção, realmente não há muitos argumentos para justificar os 4% que estão sendo cobrados.

A Cielo vai sentir fortemente qualquer redução que tiver que fazer neste percentual.

149915 - paulo_prof -  25 Set 2012, 14:24
Citação: rnelias
Citação: polycrav
CIEL3

Apanhando FEIO, desde ontem!

então é hora de comprar...

isso é o mercado interpretando que o lucro dela irá cair devido ao corte de juros do cartão. O que, ao meu ver, não tem absolutamente nada a ver. Pelo contrário, se ficar mais fácil para o povão usar cartão, aí mesmo que o lucro da CIEL vai voar.

Mais uma vez, isso é um mero achismo de chupim :0)

O mercado pode estar raciocinando que, ao diminuir os juros do rotativo, os bancos vão pressionar a Cielo para que reparta com os bancos, parte de suas receitas. No caso do Itaú/Redecard, a Inês é morta. O Itaú estará livre para maximizar os lucros. Mas no caso da Cielo, de fato, ninguém sabe quais serão as conseqüências.

Não é necessário ser gênio para concluir que o culpado pelos juros astronômicos do rotativo é o instituto do parcelamento sem juros. Uma aberração que só existe no país tupiniquim ...

O que eu acho que vai acontecer é um processo de redução gradual do prazo de financiamento pelo cartão, sem juros. Como esta política deverá ser adotada por todos, inclusive o Itaú, não haverá para onde o lojista correr ... Por outro lado, se o prazo médio do parcelamento sem juros de fato cair, não vejo porque o volume das operações também cair. Ou será que há muita gente que não usará mais o cartão se as compras não forem mais parceladas sem juros? 

Quer parcelar? Pague juros! De outra forma, pague a vista!

128127 - paulo_prof - 25/Abr/2012 20:50
citação: alisonvm

citação: danieljoseaa
CIEL3:

Resultado do 1º Trimestre de 2012

A empresa divulgou lucro líquido de R$ 566,6 M no 1T12, uma variação de 33,5% em relação ao quarto trimestre de 2011 e acréscimo de 33,4% em relação ao 1° trimestre de 2011. A receita líquida totalizou R$ 1,2 B neste trimestre, 3,7% superior que o quarto trimestre de 2011, que foi de R$ 1,1 B. No mesmo período do ano anterior, a receita líquida havia atingido o valor de R$ 929,7 M.

O resultado corresponde a uma margem bruta de 69,86% contra 57,07% no 4° trimestre de 2011 e 70,31% no mesmo período do ano passado. Já a margem líquida ficou em 48,48% no 1° trimestre de 2012 contra 37,67% no trimestre ligeiramente anterior.

Os ativos totais registraram o saldo de R$ 5,1 B, acréscimo de 35,5% em relação ao saldo no mesmo trimestre do ano anterior. O patrimônio líquido atingiu a soma de R$ 1,6 B no primeiro trimestre de 2012, o que representou uma variação de 84,5% em relação ao saldo no 1° trimestre de 2011.

Ao longo do trimestre, a ação oscilou 30,97% contra 13,67% do Ibovespa, enquanto que o valor de mercado atingiu R$ 33,7 B contra R$ 18,0 B no primeiro trimestre de 2011.

Uma maquininha de fazer dinheiro literalmente...

lucros aumentando como um reloginho...IMPRESSIONANTE.

Abrss

Brincadeira ...

PREÇO: R$ 51,96
PAYOUT (2011): 68,0%

Múltiplos baseados nos últimos 12 meses
P/L      14,50
P/VPA 17,29
PSR     6,34
DY      4,69%
EV/EBITDA    8,74
MARGEM BRUTA    66,1%
MARGEM OPERACIONAL 65,9%
MARGEM LÍQUIDA 43,7%
LUCRO POR AÇÃO R$ 3,584
MARGEM EBITDA   72,5%
DÍVIDA BRUTA/PATRIMÔNIO LÍQUIDO            15,1%
ROE    119,26%
LIQUIDEZ CORRENTE        1,31

Taxas anuais nominais médias de crescimento:
a) do lucro líquido
UA      7,68%
U2A    9,09%
U3A    20,25%

b) do patrimônio líquido médio
UA      37,26%
U2A    54,43%
U3A    86,43%

Taxa anual média real de crescimento do lucro líquido necessária durante 3 anos para que o "preço justo" calculado pela fórmula do FCD seja 30% maior do que a cotação atual (perpetuidade real nula; paxa de desconto anual real de 8%): +16%

Taxas de crescimento em relação ao 1T11:
RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA +26,50%%
RESULTADO BRUTO +25,72%
RESULTADO FINANCEIRO POSITIVO +49,89%
RESULTADO OPERACIONAL +37,53%
RESULTADO LÍQUIDO +33,54%
EBITDA +37,93%
PATRIMÔNIO LÍQUIDO +84,46%

114413 - paulo_prof - 08/Fev/2012 23:17
Achei o resultado bastante bom ...

Com toda a marola ... acabou empatando com o resultado do ano passado. O resultado do 4T11 foi 13,9% maior do que aquele do 4T10. Acredito que, em termos reais, os resultados nos próximos 3 anos possam crescer aprox. 8% a.a.

Nestas condições, o preço justo calculado pela fórmula do FCD forneceria R$ 51,55 (perpetuidade real de 0%; taxa de desconto real de 8%). Para justificar o preço atual, o período de crescimento do lucro teria que ser aumentado para 5 anos ...

Multiplicadores baseados nos últimos 12 meses:

PREÇO: R$ 55,80
PAYOUT (2011): 68%
P/L      16,78
P/VPA            21,56
PSR     7,22
DY      4,05%
EV/EBITDA  10,17
MARGEM BRUTA  66,1%
MARGEM OPERACIONAL          64,3%
MARGEM LÍQUIDA          43,0%
LUCRO POR AÇÃO           R$ 3,325
MARGEM EBITDA 70,7%
DÍVIDA BRUTA/PATRIMÔNIO LÍQUIDO       10,7%
ROE    128,43%
LIQUIDEZ CORRENTE     1,19

19537 - rcbocardo- 24/Dez/2011 18:19
Na minha opinião, essa já passou o ponto de compra:


CIELO (CIEL3) PREÇO ATUAL: R$48,15

PREÇO-ALVO: R$52,40
ELEVAMOS O PREÇO ALVO, PASSANDO DE R$50,10 PARA R$52,40

Henrique Navarro
Renato Schuetz
TESE DE INVESTIMENTO
􀂄 A nosso ver, a Cielo é a franquia mais forte a usar o modelo de negócios de "bankacquiring” que adotamos para as adquirentes no Brasil. A empresa possui 1,3 milhão de estabelecimentos comerciais ativos, um número que estimamos ser 20% superior à base da Redecard. A rede mais ampla da Cielo, cremos, é herança das capacidades de distribuição geográfica das redes de agências de seus principais

acionistas, e representa uma vantagem competitiva que favorece a Cielo sobre outras operadoras e recém-chegadas ao setor.

􀂄 O crescimento da bandeira Elo é uma fonte potencial de valor. Acreditamos que a bandeira Elo (pertencente aos acionistas controladores da Cielo) deve ajudar a impulsionar o volume de cartões, principalmente no segmento de débito.

􀂄 Por fim, acreditamos que a Cielo deve conseguir capturar transações da bandeira Hipercard no futuro. Por sua vez, a Redecard muito provavelmente também poderia capturar a bandeira Elo. Acreditamos que a Cielo pode ser a beneficiária líquida desses acordos de aquisição cruzada, graças ao status atual da Hipercard como uma bandeira muito mais forte em comparação à Elo, que ainda se encontra em processo de amadurecimento. A Hipercard tem 13 milhões de cartões emitidos, contra 250.000 da Elo.


PERSPECTIVA PARA 2012
􀂄 Esperamos que a Cielo mostre uma participação de mercado resiliente em um setor para o qual estimamos uma taxa de crescimento de 20% nos próximos dois anos.De acordo com nossas estimativas, a indústria de processamento de transações com cartões deve ser um dos setores de crescimento mais rápido no Brasil. Nesse aspecto, acreditamos que poucos setores no Brasil (se houver algum), têm (1) seus principais motivadores de receitas crescendo de forma tão rápida; (2) visibilidade clara no longo prazo; e (3) pouco impacto da turbulência macroeconômica tanto no mercado local como no exterior.


Código Bloomberg
14,02 - 48,85
13.863
37,9
3,2%
Website
* em US$
Dados da Empresa, 13 de dezembro de 2011
Período de 52 Semanas (R$)
www.cielo.com.br
TMCC do Lucro Líquido 3 Anos (10-13E)*
Vol. M édio Diário (US$ Milhões)
Valo r de M ercado (US$ M ilhões)

CIELO
AVALIAÇÃO E RISCOS
Alteramos nosso preço-alvo para o final de 2012, passando de R$50,10 (US$32,50) para R$52,40 (US$32,00). Nossa
avaliação tem como base um modelo FCD de dois estágios, com um Modelo de Crescimento Gordon na perpetuidade.
Os riscos estão relacionados principalmente a iniciativas regulatórias e legislativas em curso que podem afetar a
lucratividade do setor, concorrência mais forte por parte de novas empresas e/ou concorrentes existentes, e risco de
execução relacionado a seu segmento de antecipação de recebíveis.
A Cielo é a maior adquirente da indústria de cartões de crédito e débito no Brasil. A empresa é responsável pela afiliação de
novos estabelecimentos comerciais que aceitam cartões de crédito e de débito como forma de pagamento. Até 1º de julho
de 2010, a Cielo possuía exclusividade na afiliação de cartões com bandeira Visa. Atualmente, essa exclusividade acabou,
porém a Cielo já começou a afiliar outras bandeiras, como MasterCard e Elo. A Cielo aluga as máquinas dos pontos de
venda (POS) e captura, transmite, processa e liquida transações com cartões de crédito e débito no país. Também tem
alguns produtos e serviços complementares, como processamento de vales de serviços e alimentação e cartões híbridos de
marca própria e transações de correspondente bancário, estas direcionadas a clientes de baixa renda de seus principais
acionistas.

103252 - polycrav- 21/Nov/2011 10:52
Aos Cielianos...


Cielo (CIEL3): Cielo tem entregue resultados fortes e acima das expectativas. Os números do 2º trimestre de 2011 confirmam o bom momento das adquirentes de cartão de crédito, pavimentando o cenário para uma competição mais branda no setor. Os destaques ficaram com números de MDR (taxa cobrada do estabelecimento comercial a cada transação realizada), que têm caído menos que o esperado, e volumes maiores. Reduzimos a expectativa de pagamento de dividendos para 70% do lucro (payout) em 2011, 75% em 2012, 80% 2013 e 90% após isso. Mesmo assim, gostamos das características do papel. Por ser um negócio defensivo, com crescimento robusto e pressões competitivas mais domadas, acreditamos que CIEL3 é um papel excelente para este ano, com recomendação de outperform (desempenho acima da média do mercado) e preço justo R$ 59 para o final de 2012.

Itautrade

Por Cristian Tetzner
PERFIL DA EMPRESA:
- A Companhia é a Adquirente líder do setor de cartões de pagamento no mercado brasileiro, em termos de Volume Financeiro de Transações, detendo participação de 49% no mercado que movimentou R$ 541,9 bilhões em 2010, de acordo com dados divulgados pela ABECS. Ainda, a Companhia possui a maior cobertura no território nacional, segundo o Relatório sobre a Indústria de Cartões de Pagamentos, contando com aproximadamente 1,2 milhão de Estabelecimentos credenciados ativos,estando presente em mais de 98,9% dos municípios brasileiros.

Período Analisado: 3T11 -  3o Trimestre de 2.011  ( Julho/Agosto/Setembro )

Link do Balanço:  http://www.mzweb.com.br/visanet/web/arquivos/Cielo_ER_3T11_11012011_pt.pdf

Espelho Fundamentus:  http://www.fundamentus.com.br/detalhes.php?papel=CIEL3&x=0&y=0

Site do RI:  http://www.cielo.com.br/ri/

PAINEL DE INDICADORES        01/11/11                                                                     SELIC            11,50%
Ativo   R$       PL       VP       GR      DY      LA      Dv       Ml       EB       MS
CIEL3   45,50 14,0     18,88   263,4   5,7%    7,2%    0,0       44%     7,2%    -26,7%

PONTOS POSITIVOS:
-  Volume financeiro de transações no critério mercado totalizou R$ 80,5 bilhões, aumento de 20,4% em relação ao 3T10, ou R$ 13,7 bilhões, e aumento de 6,2% em comparação ao 2T11, ou R$ 4,7 bilhões; no critério contábil o volume foi R$ 79,8 bilhões, aumento de 18,6% em relação ao 3T10, e aumento de 6,9% em comparação ao 2T11;
- Cielo ganha share e passa para 57.9% considerando apenas as líderes de mercado;
- Receita total (operacional líquida + antecipação de recebíveis) totalizou R$ 1,211 bilhão, aumento de 6,5% em relação ao 3T10, ou R$ 73,5 milhões, e de 8,2% em relação ao 2T11, ou R$ 91,6 milhões;
- Pela primeira vez nos úlitmos 5 trimestres a receita com aluguel de equipamentos volta a crescer ficando 2,7% maior em relação ao 2T11 com um aluguel médio de R$64,7 por mês por POS – o maior aluguel praticado no mercado;
- EBITDA ajustado de R$ 741,2 milhões, redução de 2,6% em relação ao 3T10, ou R$ 19,8 milhões, e aumento de 3,4% em relação ao 2T11, ou R$ 24,7 milhões; ( pela comparação com o trimestre anterior, mas note que foi abaixo do mesmo trimestre no ano anterior )
- Lucro líquido Cielo totalizou R$ 457,6 milhões, redução de 6,3% em relação ao 3T10, ou R$ 30,5 milhões, e aumento de 8,0% em relação ao 2T11, ou R$ 34,0 milhões; ( também pelo desempenho frente ao trimestre anterior )
-
PONTOS NEGATIVOS
-Margem EBITDA ajustada de 61,2%, redução de 5,7 pontos percentuais em comparação ao 3T10 e redução de 2,8 pontos percentuais em relação ao 2T11;
-Margem de lucro líquido Cielo de 37,8%, redução de 5,1 pontos percentuais em relação ao 3T10 e manutenção em comparação ao 2T11;
- O custo dos serviços prestados foi superior em 15,3%, ou R$ 48,6 milhões, totalizando R$ 365,6 milhões no 3T11, comparado a R$ 317,1 milhões no mesmo trimestre de 2010. Este aumento foi basicamente composto de:
  Aumento de R$ 33,4 milhões em função do aumento de transações capturadas;
  Aumento de R$ 26,6 milhões devido aos custos relacionados às controladas M4U, Orizon e Cielopar;
  Aumento de R$ 24,7 milhões em função do aumento das tarifas pagas às bandeiras;
  Aumento de R$ 11,8 milhões referentes à depreciação de equipamentos de captura (POS), justificado principalmente pelo aumento do parque total e pela mudança do mix de equipamentos, com mais terminais wireless, que apresentam valores mais elevados;
  Redução de R$ 47,9 milhões parte devido à redução no montante dispendido com os projetos relacionados ao cenário multibandeira no 3T10 e parte em função da renegociação de contratos com fornecedores.
  O custo unitário por transação no 3T11 foi de R$ 0,313, valor 2,5% maior em comparação ao mesmo período de 2010, que foi de R$ 0,306.
VISÃO ESTRATÉGICA
- Início da aceitação da bandeira Diners e anúncio da futura aceitação da bandeira Discover; 
OPINIÃO DO ANALISTA
- Vou repetir um pouco o que disse sobre a outra empresa de cartões: a tendência é que cada vez mais utilizemos o dinheiro de plástico. Essas empresas sobrevivem das transações, então ver um aumento no custo por transação mesmo tendo ocorrido um aumento no volume financeiro transacionado, leva a crer que ela precise melhorar sua matriz de custos para poder se beneficiar da tendencia. A meu ver, precisa se esforçar mais para continuar ostentando o título de líder.  

100289 - paulo_prof - 01/Nov/2011 10:51
Como o Small já antecipou, os resultados da Cielo estão rapidamente voltando aos níveis pré-desregulamentação.
Em relação ao exercício de 2010, os resultados dos 9 meses de 2011 são:
Receita Líquida: +1,7%
Resultado Bruto: -6,7%
Resultado Financeiro: +44,5%
Resultado Operacional: -6,6%
Ebitda: -3,1%
Resultado Líquido: -5,7%

Relativo aos resultados dos últimos 6 meses, os multiplicadores são:

PREÇO: R$ 45,50
PAYOUT: 89%


P/L      14,03
P/VPA            20,35
PSR     6,07
DY      6,34%
EV/EBITDA  8,40
MARGEM BRUTA  65,3%
MARGEM OPERACIONAL          64,5%
MARGEM LÍQUIDA          43,3% 
LUCRO POR AÇÃO           R$ 3,2423
MARGEM EBITDA 71,5%
DÍVIDA BRUTA/PATRIMÔNIO LÍQUIDO       0,0%
ROE    145%
LIQUIDEZ CORRENTE     1,15

Taxas anuais médias nominais de crescimento:
a) lucro líquido
UA      -4,13%           
U2A    14,13%          
U3A    8,63% 

b) patrimônio líquido médio
UA      29,66%
U2A    66,94%
U3A    27,29%

Nos últimos 6 meses, a taxa anualizada de crescimento do lucro líquido foi de +16,1%, aproximando-se dos níveis pré-desregulamentação.

Supondo um crescimento anual real médio do lucro líquido, nos próximos 3 anos, de 9%, mantendo os demais parâmetros da fórmula do FCD inalterados, o valor intrínsico da CIEL3 seria de R$ 41,10.

100260 - small caps - 01/Nov/2011 09:13
Cielo: Nada supera esta máquina!
http://www.mzweb.com.br/visanet/web/arquivos/Cielo_ER_3T11_11012011_pt.pdf
Faz pouco tempo que zilhões de analistas tinham certeza de que a receita com POS ia sumir... e eis que:
"Pela primeira vez nos úlitmos 5 trimestres a receita com aluguel de equipamentos volta a crescer ficando 2,7% maior em relação ao 2T11 com um aluguel médio de R$64,7 por mês por POS – o maior aluguel praticado no mercado;"

81692 - paulo_prof - 28/Jul/2011 20:27
CIEL3 - últimos 12 meses
PREÇO: R$ 42,11
PAYOUT: 89% (exercício de 2010)

P/L 12,87
P/VPA 17,42
PSR 5,70
DY 6,92%
EV/EBITDA 7,87
MARGEM BRUTA 67,0%
MARGEM OPERACIONAL 65,9%
MARGEM LÍQUIDA 44,3%
LUCRO POR AÇÃO R$ 3,273
MARGEM EBITDA 71,6%
DÍVIDA BRUTA/PATRIMÔNIO LÍQUIDO 0,0%
ROE 135,41%
LIQUIDEZ CORRENTE 0,88

TAXAS ANUAIS MÉDIAS DE CRESCIMENTO DO LUCRO LÍQUIDO
U1A = 3%
U2A = 20%
U3A = 22%

72021 - small caps - 05/Mai/2011 00:55
Acredito que nem mesmo o mais otimista esperava tanto de lucro...
O detalhe, mesmo com perda de market share, crescimento de captação nas maquininhas na casa dos 20%....

Lucro líquido da Cielo recua 3,5% no 1º trimestre de 2011, para R$ 424,7 milhões
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04 de maio de 2011 • 21h35 Por: Thiago Salomão
yes

SÃO PAULO - Com os custos e depesas mostrando uma evolução mais acentuada do que a performance operacional, a Cielo (CIEL3) viu seu lucro líquido recuar de R$ 440,2 milhões para R$ 424,7 milhões entre o primeiro trimestre de 2010 e de 2011, o que denota uma queda de 3,5%, mostra a companhia em balanço divulgado na noite desta quarta-feira (4).

Apesar da queda, o lucro reportado ficou 9,46% acima da média das projeções dos analistas consultados pela InfoMoney. Já na comparação com o quarto trimestre de 2010, o resultado apresentou recuo de 4,2%.

Volume financeiro de transações
Durante os primeiros três meses do ano, o volume financeiro de transações somou R$ 70,2 bilhões, represetando uma variação positiva de 19,5% frente ao mesmo período de 2010. Desse montante, R$ 25,9 bilhões foram processados por cartões de créditos, o que mostra um crescimento de 22% na mesma base comparativa. O ticket médio (valor médio das negociações) também cresceu no período (+4,5%), ficando em R$ 72,64.

Os R$ 25,9 bilhões restantes movimentados ficaram com as transações com cartões de débito, o que corresponde a uma alta de 22% ante o primeiro quarto do ano passado, segundo a Cielo. Já o ticket médio dessa modalidade ficou em R$ 57,86 entre janeiro e março desse ano - variação positiva de 5,7%.

Receita líquida
A Cielo também informa que sua receita líquida total (receita operacional líquida somada com a receita líquida proveniente das operações de antecipação de recebíveis) totalizou R$ 1,082 bilhão no primeiro trimestre, número 6,1% superior ao que foi reportado no mesmo período de 2010 e 6,2% acima da média das projeções compiladas pela InfoMoney. Já frente ao 4T10, o montante mostra queda de 5,7%.

Desse total, a receita de comissões de crédito e débito somou R$ 735,1 milhões, praticamente estável aos R$ 733,4 milhões entregues a 12 meses. A receita com transações de cartões de crédito, por sua vez, recuou 3,1% na mesma base comparativa, para R$ 538,9 milhões, enquanto que as transações com cartões de débito geraram uma receita líquida 10,7% superior nesse trimestre, alcançando R$ 196,2 milhões.

Por fim, a receita proveniente do aluguel de equipamentos POS (Point of Sale) mostrou queda de 8,9% nesses 12 meses, totalizando R$ 268,4 milhões. Embora o parque total de equipamentos de captura tenha aumentado 1,7% na comparação anual, para 1,669 milhão, o preço médio de aluguel recuou 10,4% no período, indo de R$ 59,80/POS para R$ 53,60/POS, mostra a companhia.

Antecipação de recebíveis
A operadora de cartões destaca ainda o sétimo trimestre consecutivo de evolução do volume financeiro por meio de transações antecipadas. No primeiro trimestre de 2011, o montante chegou a R$ 3,2 bilhões, representando 7,3% do volume total financeiro de crédito. A receita líquida através de antecipação de recebíveis cresceu 74,7% em relação ao mesmo período de 2010, ficando em R$ 117,1 milhões.

Custos e despesas pressionam Ebitda
Já os custos e despesas da Cielo mostraram um crescimento muito mais significativo na mesma base de comparação. Segundo a companhia, os custos de serviços prestados aumentaram em R$ 59,8 milhões (ou 23,8%) na comparação entre o primeiro trimestre de 2010 com o de 2011, indo para R$ 311,5 milhões. O maior aumento veio das tarifas pagas às bandeiras, que mostrou alta de R$ 28,9 milhões, sendo R$ 22,4 milhões referente à nova estrutura da Visa e do novo volume de MasterCard e R$ 6,5 milhões por conta do maior volume.

As despesas operacionais, por sua vez, aumentaram em 40,9% na mesma base comparativa, o equivalente a R$ 40,6 milhões, indo para R$ 139,9 milhões. As despesas gerais e administrativas cresceram 26,4%, para R$ 48,4 milhões, enquanto as despsas de pessoal tiveram variação positiva de 21,1%, indo para R$ 44,4 milhões. Por fim, as despesas de marketing se expandiram para R$ 36 milhões, o que mostra uma variação de 67,5% frente ao primeiro trimestre de 2010, informa a Cielo.

Com isso, o Ebitda (lucro antes dos juros, impostos, depreciação e amortização) ajustado (a Cielo também desconsidera o resultado financeiro, exceto os ganhos líquidos nas operações de antecipação de recebíveis) da empresa teve queda de 4,1% ao longo desses 12 meses, fechando março em R$ 684,3 milhões. No entanto, assim como a receita líquida e o lucro líquido, o indicador ficou acima das projeções dos analistas, cuja média apontava para um total de R$ 657,3 milhões.

Confira a prévia dos resultados da Cielo:
(em R$ milhões) 1T11 1T11E* 4T10 1T10 1T11/1T11E* 1T11/ 4T10 1T11/1T10
Receita líquida 1.082,1 1.018,5 1.147,9 1.020,1 +6,24% -5,7% +6,1%
Ebitda ajustado** 684,3 657,3 716,0 713,6 +4,11% -4,4% -4,1%
Lucro líquido 424,7 388,0 443,3 440,2 +9,46% -4,2% -3,5%

63525 - small caps - 09/Fev/2011 23:19
citação: herdsman
citação: paulo_profCielo - Lucro de R$ 444,5 milhões no 4T10.

O arquivo (ou o meu leitor pdf) enviado à Bovespa está bichado! As tabelas não são visíveis.

Então segue precalculo o lucro do CIEL3 em 2011 em 1.600.000
segundo meu explication 4 x (444-(488-444)).. 1.17 R$/ação...
Ou seja assim não tenho pressa de comprar. Tem muita coisa barata hoje.

herdsman, é também minha percepção e a razão pela qual fiquei mais "seguro" em reforçar posição quando ela atingiu valor de mercado de R$ 16 bi.
Gosto de DY que beira os 10%. Acredito que o crescimento das transações no médio e longo prazo compensara a guerra de preços atuais.
Em algum momento os CEO's de Redecard e Cielo vão tomar um choppinho e acertar as margens de cada um... no início houve o impacto, mas não acredito mais na mesma magnitude/continuidade.
Crescendo 20%, seria necessário um contínuo massacre das margens para que os lucros continuem caindo. Um dia acaba, tanto que as taxas do débito já estão contribuindo positivamente para o lucro.
Fora isso, no campo das despesas, esta guerra de marketing e de despesas de adaptação para receber novas bandeiras, e o custo do "campo" para que novos estabelecimentos sejam filiados, vai arrefecer com o tempo...
O CEO da Redecard disse isso e também acredito que pelo segundo trimestre deste ano acaba a sangria e veremos primeiramente uma tendência de manutenção dos lucros até que em 2012, CHUTO que os lucros voltarão lentamente a subir...
Mas levo em consideração que novos competidores não vão detonar as margens ainda mais, nem abocanhar fatias absurdas do mercado...
Não é do dia para noite que este leite vai deixar de jorrar :)

62982 - paulo_prof - 03/Fev/2011 01:07
Se considerarmos o mercado das operadoras de cartões de crédito perfeito e projetarmos a perda que a Redecard teve no lucro do 4T10 devido à competição motivada pela desregulamentação, o lucro líquido da Cielo no 4T10 deverá estar próximo dos 445 milhões. Se o lucro vier maior, a Cielo foi mais eficiente nas escaramuças que travou com a Redecard. Caso contrário, terá sido menos eficiente.

Vai ser interessante ver como o mercado vai se comportar amanhã.

Se eu tivesse jogando no time dos alugadores de CIEL3, colocaria as barbas de molho e recompraria as ações para repor o montante vendido para derreter o ativo, rapidinho ...

62939 - paulo_prof - 02/Fev/2011 20:01
citação: BAC 1000Paulo prof, eu estou cada vez mais convicto que quando a bolsa americana começar a corrigir, vamos ver a CIEL3 abaixo de R$ 10,00...
O papel parece sem fundo e está muito perigoso entrar no atual momento que a bolsa está atravessando...
Bons trades e boa noite.
Será?

Fiz uma simulação para um preço de R$ 12,00 (preço médio que estou "perseguindo"), supondo que a política de payout será mantida em 90% (note que em 2007 e 2008 o payout foi 100%).

A pergunta que me fiz, foi: qual o lucro líquido no exercício de 2011 para que o DY seja 9,5%. Resposta: R$ 1,725 bilhões, ou seja, uma média trimestral de R$ 430 milhões.

Se o resultado do 4T10 indicar que este lucro é factível, estarei me lixando para o valor de CIEL3 nos próximos 12 meses. Recolho os meus proventos de 9,5% e depois vou ver qual será o preço daqui há um ano.

Ainda na minha avaliação, o lucro líquido supra mencionado para 2011 será factível se o lucro líquido do 4T10 alcançar os R$ 411 milhões, pois a minha projeção para 2011 é:

lucro líquido do 1T11 = lucro líquido do 4T10 = R$ 411 milhões
lucro líquido do 2T11 = 1,03*lucro líquido do 1T11 = R$ 423 milhões
lucro líquido do 3T11 = 1,03*lucro líquido do 2T11 = R$ 436 milhões
lucro líquido do 4T11 = 1,05*lucro líquido do 3T11 = R$ 458 milhões

TOTAL = R$ 1.728 milhões

Análise Coin Valores
A Cielo S.A. é a empresa líder do setor de meios de pagamentos eletrônicos no Brasil. É responsável pelo credenciamento de estabelecimentos comerciais, gestão de rede para aceitação de cartões, bem como pela captura, transmissão, processamento e liquidação financeira das transações realizadas com cartões de crédito e débito. A alta tecnologia aplicada em sua rede permite que a Cielo opere com um índice de disponibilidade de 99,995%. Além disso , sua infra-estrutura atual suporta 1,8 mil transações por segundo, capacidade três vezes superior ao que é processado hoje. A empresa ainda possui o mais moderno parque brasileiro de equipamentos, com média de 1,8 ano, e uma rede com 1,2 milhão de estabelecimentos comerciais ativos, cobrindo 98% do território nacional.

RETROSPECTIVA 2010
A partir do dia 1º de julho de 2010, a Cielo passou a vivenciar um novo cenário, com a abertura do mercado. Com o fim da exclusividade com a bandeira Visa, a Cielo, passou a transacionar também com outras bandeiras, como Mastercard, Amex, Ticket entre outras.
O ano de 2010 também marcou o maior recorde de margem EBITDA da Companhia , no 2T10, com margem de 70,1%.

PERSPECTIVA 2011
Para 2011 esperamos, que o mercado continue crescendo e consequentemente continuar entregando ótimos resultados nominais, e explorar cada vez mais as novas parcerias, para penetração em novos mercados.


7048  - paulorizzi - 11/Jun/2009 15:34
... sobre a OPA da VisaNet
Por ocasião da OPA da Visa Inc americana, a VisaNet Brasil comprou uma certa quantidade de ações. Durante o 1T08, a VisaNet vendeu a sua participação na Visa Inc e apurou um ganho extraordinário de capital de R$ 503 milhões.
Não fosse este ganho extraordinário de capital, na minha estimativa, o lucro líquido de 2008 seria aprox. R$ 1,076 bilhões. O lucro líquido do 1T09 seria, então aprox. 20% maior do que aquele do 1T08.
A minha projeção para o lucro líquido do exercício de 2009 é de aprox. R$ 1,4 bilhões, o que para um preço de R$ 13,50 por ação correponderia a um P/L = 13,2, razoavelmente menor do que o P/L da RDCD3 (16,35). Por outro lado, P/VPA = 115,8 (o da RCD3 é 19,4).
Se entendi direito, a inadimplência do portador do cartão é de responsabilidade do banco. O risco da VisaNet seria somente o do default do Banco.
O crescimento ANUAL do lucro líquido nos últimos 5 anos (desconsiderado o evento não recorrente de 2008) é de incríveis 108%. Evidentemente, mais recentemente o índice de crescimento diminuiu para valores smais "terrenos": média de 27,9% nos últimos dois anos e 21,7% no último ano.


A política de remuneração tem sido a da distribuição de 100% do lucro líquido.


7037 - tittonel - 11/Jun/2009 12:02
Lucro Líquido
O lucro líquido diminuiu R$271,0 milhões, ou 44,9%, para R$333,2 milhões no período de três meses encerrado em 31 de março de 2009, comparado a R$604,2 milhões no mesmo período de 2008, devido principalmente à variação significativa das receitas operacionais em virtude do ganho de capital gerado no resgate das ações pela Visa, Inc., no valor de R$502,9 milhões, em março de 2008, explicado no item “Outras
Receitas (Despesas) Operacionais, líquidas”.
Agora o que me intriga é esse resgate, eles preferiram resgatar um valor em acoes antes de vende-los ao mercado foi isso???


porque se for tem caroço nesse angu...


7017  - paulorizzi - 10/Jun/2009 21:54
Tuas contas estão corretas.
O que intriga é a razão para esta queda violenta do lucro líquido no 1T09. Como nada disto ocorreu com a Redecard (lucro no 1T09 foi maior do que no 1T08, e só um pouco menor do que no 4T08), é possível que a Visanet tenha enfrentado algo não recorrente. Se isto for um fato, o lucro no 2T09 deverá "retomar" a normalidade e o P/L anualizado deverá diminuir sensivelmente.


Tudo indica que a Visa custará menos do que a Redecard, mas seria bm tentar descobrir o que aconteceu no 1T08.

7011 - tittone - 10/Jun/2009 20:58
http://web.infomoney.com.br/templates/news/view.asp?codigo=1595921&path=/in vestimentos/
Sei que o foco de forum não é esse e que warren nunca compraria um ipo, mas me ajudem a entender um negocio nesse ipo da visa.
n de acoes: 1364783800
lucro liq 1tr (queda de quase 50% em relacao ao 1tr2008): 333,2 milhoes
lucro anualizado: 1.332.800.000,00
lucro por ação: 0,9765
Preco por acao de 12 a 15 reais
P/L anualizado considerando preço maximo no lancamento: 15,36
P/L de redecard hj: 16,35
Tendo em vista a comparacao entre as duas o ipo da visa vai sair mais barato que a redecard certo???
Valeria a pena entrar de cabeça???
Por favor, comentem, posso estar errado e ficaria imensamente grato àqueles que me corrigirem...

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