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quinta-feira, 9 de maio de 2019

SLC Agrícola (SLCE)



Recomendações
Compra: Duti (2013) - joaoricci (2017)
Carteiras
BAC 1000 (mar/16abr/16mai/16jun/16jul/16, ago/16) - effexop (mai/18) - fabioP10 (jun/16,jul/16) - Gersonlp (abr/16) - Jonas_Schwingel (abr/16mai/16, jun/16, jul/16, ago/16, set/16out/16nov/16dez/16fev/17) - MuadibGV (jun/16set/16, out/16nov/16mar/17) - Paulo Prof (dez/17) - pocunha (nov/18) - reginarj (jun/18) - RRunner (jul/19) - Tnl (jun/16, jul/16) - toneguti (set/17)
Balanços
1T2019 -
paulo_prof  -
Considerando que dificilmente seria possível replicar os resultados do 1T18, pode-se considerar que o resultados do 1T19 foram bons. uma Receita Líquida substancialmente maior produziu um Resultado também substancialmente menor devido ao aumento do CPV. Some-se um Resultado Financeiro pior e está explicada a queda do lucro na faixa dos 35%.

Considerando que também será difícil a empresa repetir os resultados do 2T18, é possível que o preço do ativo seja pressionado no curto prazo. Na minha expectativa, os resultados do 2o. semestre devem vir melhores do que no ano passado.

3T2018 -
Paulo Prof - 
No 3T18, a redução da receita líquida é principalmente explicada pela redução dos volumes vendidos. A venda de parte da produção havia sido antecipada para o 2T18. A venda de outra parte da produção foi postergada para o 4T18, muito devido à política de fretes implantada pelo governo. No 4T18 as vendas de soja deverão superar sensivelmente aquelas do 4T17, as de algodão ficar em linha com aquelas do 4T17 e as de milho recuarem em função da quebra da 2a. safra devido à falta de chuvas em algumas terras.
Por outro lado, houve uma redução na margem bruta (passou de 27,7% no 3T17 para 21,3%).
No todo, acho que o ativo está barato, pois a área plantada para as safras do ano que vem serão aumentadas em 13%.

marcosvinicius2 -  
PAPEL SUBVALORIZADO ( * ). EBITDA = No 3T18 o EBITDA Ajustado foi de R$88.298 mil, queda de 24,4% em relação ao 3T17. Essa variação é decorrente da redução na produtividade de milho na safra 2017/18 frente a safra 2016/17, que impactou a margem do produto faturado no comparativo entre os trimestres (via aumento de custo unitário), e do menor volume faturado de soja no período(uma vez que houve maior concentração de faturamento no primeiro semestre do ano), com leve redução de margem.; RECEITA LÍQUIDA = A Receita Líquida no 3T18 foi 11,1% inferior ao mesmo período do ano anterior. Essa queda se refere principalmente aos volumes faturados de soja, dada a maior concentração de faturamento no primeiro semestre do ano, e também a postergação de faturamento para o quarto trimestre.; RESULTADO FINANCEIRO = No 3T18, o resultado financeiro líquido foi negativo em R$24.968 mil, contra R$16.063 mil também negativos no 3T17. Os principais fatores que contribuíram para essas variações foi a variação cambial do período analisado, impactando os valores a receber e a pagar de clientes e fornecedores. No período acumulado de 9 meses a principal variação é juros, essa forte redução é devida a repactuação de taxas de financiamentos:

2T2018 -
Paulo Prof - 
Mais um ótimo resultado. Em linha com o 1T18, Empresa "voando". Em princípio, com o dólar num patamar confortável, aumento de produtividade e contínuo aumento da área plantada e endividamento sob controle, arrisco a afirmar que o ativo continua barato. A ver.

1T2018 -
herdsman   -  
Mas o tempo não volta. Ela está lucrando num trimestre o que nem ganhava no ano. E começou pagar dividendos. Os resultado estão fora da curva. Colheu 3700 kg/soja/ha contra uma média de menos de 3000. Comercialização com dólar subindo. Parabéns. No retrovisor está bonita a coisa. E no ano que vem? Difícil repetir a façanha. Digamos que as colheitas tendem a voltar as médias. E podemos ter um situação onde compramos insumos com dólar alta e vendemos a colheita em 2019 com dólar normal. Tudo depende agora das eleições, juros do FED etc.etc. Se SLCE antes sempre tinha margem de segurança na compra por 20-25 rs porque suas terras valiam mais e um dia chegariam no valor justo. Mas a 44 a coisa é diferente, estamos treidando resultado fora da curva e gráfico ascendente.

cbscbs1  -  
resultado consistente, pouca visibilidade.

Paulo Prof - 
E aí herdsman? Isto aí é sustentável? Com a desvalorização do real só pode ficar melhor, não?
A empresa está voando! O preço só sobe e, pelo menos no que concerne os números, a empresa vai ficando mais barata!.

A2017/4T2017 -
marcosvinicius2 - 
PAPEL DEVIDAMENTE PRECIFICADO ( * ). EBITDA AJUSTADO = Em 2017, a operação agrícola atingiu um EBITDA ajustado recorde de R$568.380 mil, ou seja R$319.271 mil superior a 2016, com margem EBITDA Ajustada de 30,6%. No quarto trimestre, o EBITDA ajustado também foi recorde, encerrando o período em R$254.293 mil, com margem de 36,0%.; RESULTADO LIQUIDO = FOI ENCERRADO o ano de 2017 com excelente resultado, com recordes atingidos, para ambos períodos de análise (ano e trimestre). Em relação a 2016, Resultado Líquido consolidado obteve aumento de R$353.621 mil, com margem líquida de 19,9%, aumento de 18,9p.p. No trimestre, houve queda no lucro líquido da operação agrícola, em função da redução na apropriação dos ativos biológicos na receita e aumento da apropriação do ativo biológico no custo.

paulo_prof   -  
Na base anual, o resultado da SLCE foi, disparado, o melhor de sua história. Pessoalmente, tenho lá as minhas dúvidas de que a empresa será capaz de sustentar resultados semelhantes no curto prazo. Passo a palavra ao herdsman.
O preço é compatível com os resultados, inclusive embutindo uma certa gordura. Ocorre que não se pode dizer que o setor a agrícola permite previsibilidade. É um setor com muita volatilidade de resultados e de preços. Em consequência, o risco de um investimento em ativos do setor acaba sendo mais arriscado.

3T2017 -
herdsman -
Resultado bom da SLCE3.
Colheram bem, e fixaram boa parte do dólar ainda em 2016.
Agora travaram metade do dólar para 2018 em 3,44 R$.
O tempo dirá se foi acertada. Quanto a safra 2016-2017 , meus parabéns.

1T2017 -
paulo_prof   -
Muito bons os resultados da SCLE. Considerando que nos últimos 4 trimestres a empresa teve dois resultados trimestrais negativos, a minha aposta é de que o pfreço atual deverá evoluir. Para tanto, basta que a empresa não poste prejuízos no 2T17 e 3T17.

A2016/4T2016 -
paulo_prof   -
Resultado Trimestral Excelente (o melhor da história)!!! Resultado Anual fraquíssimo (só foi pior em 2009). A escolha é sua!

2T2016 -
Características
Produção e comercialização de algodão, soja, milho, café entre outros.
Links
362787 - fvolpato   - 16 Jul 2019, 21:13
De um report que tenho aqui:
Atualmente a SLC possui 17 unidades em produção estrategicamente localizadas em 6 estados brasileiros que totalizaram 457,454 hectares no ano-safra 2018/19, sendo 243.146 de soja, 122.786 de algodão, 89.700 de milho e 1.821 de outras culturas, tais como, milho semente, cana-de-açúcar e sorgo. A diversificação da localização de suas propriedades minimiza os potenciais riscos climáticos regionais e incidência de pragas e doenças. Na safra atual (2018/19) 100% da cultura de soja e 30% da safra de algodão já estão colhidas. A produtividade aumenta, principalmente nas culturas de 2ª safra, de algodão em pluma e de milho, e na soja.



A companhia mantem um equilíbrio entre Áreas Próprias e Áreas Arrendadas na proporção aproximada de 50% cada. Nas suas três principais culturas, atende com algodão as Tradings e a Indústria Têxtil, e com soja e milho as Tradings, Indústria Alimentícia e de Ração Animal. Como estratégia para os próximos anos, foco na
cultura de áreas arrendadas até que o percentual de áreas próprias/terceiros chegue a 40%/60%.


No contexto de produção a SLC Agrícola se diferencia sobre diversos aspectos, mitigando os principais riscos. Considerando o aspecto Clima, destaque para o seu posicionamento geográfico estratégico, através de três culturas diferentes, com janelas específicas de plantio e colheita. Quanto à Produtividade a SLC se destaca com melhores práticas agrícolas, uso de novas tecnologias, tendo suas terras como ativo diferenciado.


Em termos de evolução da maturidade das terras da companhia, também um indicador de eficiência e melhora de produtividade. Na safra 2000/11, 41% das terras eram imaturas (menos de 3 anos de cultivo) e 59% consideradas maduras. Nesta safra 2018/19 apenas 1% das terras eram consideradas imaturas. Ainda no contexto da maturidade das terras, tecnologia investida, e melhora de eficiência, a companhia apresenta produtividade acima da média no Brasil e dos principais países produtores. Mas, ainda existe espeço de
melhora, sendo este um dos focos da companhia no futuro.


Outra medida que proporcionou a melhora da eficiência da companh ia foi a redistribuição do portfólio de terras, através da exposição em áreas maduras no Centro-Oeste, em detrimento do Nordeste, por oferecer uma produção e um clima mais estável. Desse modo a proporção de área plantada passou de 41% no Centro-Oeste e 59% no Nordeste na safra 2014/15 para 52% e 48%, respectivamente, na safra 2018/19.



Em base consolidada o endividamento total da companhia em março de 2019 era de R$ 1,7 bilhão, que se reduz a R$ 1,25 bilhão quando consideramos o caixa e ganhos/perdas com derivativos, equivalente a uma alavancagem de 1,7x o EBITDA ajustado, em patamar adequado. Esse aumento do endividamento líquido refletiu a maior necessidade de capital de giro por aumento de área plantada, notadamente na cultura de algodão, que passa a adicionar receitas a partir de setembro deste ano. Importante destacar que a boa
geração de caixa aliado a adequada rentabilidade, sustentam grande parte das necessidades de investimento e de capital de giro da companhia. Conforme definido pelo Conselho, a cada ano, os investimentos se limitam, no máximo, a 40% do EBITDA do ano anterior. Para o final de 2019 a expectativa é de que a alavancagem termine entre 1,5x e 1,6x.

361106  - paulo_prof  -  09 Mai 2019, 19:54
Considerando que dificilmente seria possível replicar os resultados do 1T18, pode-se considerar que o resultados do 1T19 foram bons. uma Receita Líquida substancialmente maior produziu um Resultado também substancialmente menor devido ao aumento do CPV. Some-se um Resultado Financeiro pior e está explicada a queda do lucro na faixa dos 35%.

Considerando que também será difícil a empresa repetir os resultados do 2T18, é possível que o preço do ativo seja pressionado no curto prazo. Na minha expectativa, os resultados do 2o. semestre devem vir melhores do que no ano passado.

SLCE3

PREÇO: R$ 52,74

PAYOUT (2018): 46,7%



Múltiplos relativos aos últimos 12 meses

P/L 11,37
P/VPA 1,39
PSR 1,28
DY 4,11%
EV/EBITDA 8,07
MARGEM BRUTA 26,8%
MARGEM OPERACIONAL 17,0%
MARGEM LÍQUIDA 11,2%
LUCRO POR AÇÃO R$ 1,754
MARGEM EBITDA 23,7%
DÍVIDA BRUTA/PATRIMÔNIO LÍQUIDO 86,2%
ROE 12,22%
LIQUIDEZ CORRENTE 1,40


Taxas de Crescimento:

a) últimos 12 meses sobre 12 terminados no 1T18, nominal

RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA +20,74%

RESULTADO BRUTO -2,92%

RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO -8,98%

RESULTADO OPERACIONAL -20,66%

RESULTADO LÍQUIDO -24,57%

EBITDA -14,16%



b) 1T19 sobre 1T18, nominal

RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA +15,49%

RESULTADO BRUTO -19,94%

RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO +35,03%

RESULTADO OPERACIONAL -34,43%

RESULTADO LÍQUIDO -33,99%

EBITDA -26,99%



c) lucro líquido, nominal

UA -24,57%

U2A +71,76

U3A 58,81%



d) patrimônio líquido médio, nominal

UA -0,59%

U2A 3,07%

U3A 6,69%



e) ebitda, nominal

UA -14,16%
U2A 45,71%
U3A 26,94%
U4A 24,38%
U5A 17,81%
U6A 21,90%
U7A 9,77%
U8A 12,61%


Preço justo fornecido pela fórmula do FCD para uma taxa média de crescimento real nulo do lucro líquido dos últimos 12 meses durante 5 anos, perpetuidade real nula e taxa de desconto real de 8%: R$ 21,92

Ou, taxa de crescimento real do lucro líquido dos últimos 12 meses necessária, durante os próximos 5 anos, para que o preço justo fornecido pela fórmula do FCD seja igual ao preço corrente (com uma perpetuidade real nula e taxa de desconto anual real de 8%): -2,0%

356828 - marcosvinicius2 -  14 Dez 2018, 00:41
COMENTÁRIO: PAPEL SUBVALORIZADO ( * ). EBITDA = No 3T18 o EBITDA Ajustado foi de R$88.298 mil, queda de 24,4% em relação ao 3T17. Essa variação é decorrente da redução na produtividade de milho na safra 2017/18 frente a safra 2016/17, que impactou a margem do produto faturado no comparativo entre os trimestres (via aumento de custo unitário), e do menor volume faturado de soja no período(uma vez que houve maior concentração de faturamento no primeiro semestre do ano), com leve redução de margem.; RECEITA LÍQUIDA = A Receita Líquida no 3T18 foi 11,1% inferior ao mesmo período do ano anterior. Essa queda se refere principalmente aos volumes faturados de soja, dada a maior concentração de faturamento no primeiro semestre do ano, e também a postergação de faturamento para o quarto trimestre.; RESULTADO FINANCEIRO = No 3T18, o resultado financeiro líquido foi negativo em R$24.968 mil, contra R$16.063 mil também negativos no 3T17. Os principais fatores que contribuíram para essas variações foi a variação cambial do período analisado, impactando os valores a receber e a pagar de clientes e fornecedores. No período acumulado de 9 meses a principal variação é juros, essa forte redução é devida a repactuação de taxas de financiamentos:

SLCE3
PREÇO: R$ 46,13
PAYOUT (2017): 61,51%

Múltiplos baseados nos últimos 12 meses

P/L 9,09
P/VPA 1,74
PSR 1,64
DY 6,76%
EV/EBITDA 6,93
MARGEM BRUTA 33,50%
MARGEM OPERACIONAL 26,41%
MARGEM LÍQUIDA 18,04%
LUCRO POR AÇÃO R$ 5,073
MARGEM EBITDA 33,04%
DÍVIDA BRUTA/PATRIMÔNIO LÍQUIDO 86,18%
ROE 19,10%
LIQUIDEZ CORRENTE 1,33

Taxas de Crescimento Nominal

a) últimos 12 meses sobre 12 terminados no 3T17, nominal
RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA 26,24%
RESULTADO BRUTO 25,59%
RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO 0,31%
RESULTADO OPERACIONAL 42,60%
RESULTADO LÍQUIDO 45,31%
EBITDA 31,06%

b) 3T18 sobre 3T17, nominal
RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA -4,18%
RESULTADO BRUTO -26,39%
RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO 55,43%
RESULTADO OPERACIONAL -55,33%
RESULTADO LÍQUIDO -47,97%
EBITDA -35,08%

c) lucro (taxa média anual)
UA 45,31%
U2A ND
U3A 66,79%

d) patrimônio líquido médio
UA -1,09%
U2A 5,13%
U3A 5,38%

Preço justo fornecido pela fórmula do FCD para uma taxa média de crescimento real nulo do lucro líquido dos últimos 12 meses durante 5 anos, perpetuidade real nula e taxa de desconto real de 8%: R$ 63,41
Ou, taxa de crescimento real do lucro líquido dos últimos 12 meses necessária, durante os próximos 5 anos, para que o preço justo fornecido pela fórmula do FCD seja igual ao preço corrente (com uma perpetuidade real nula e taxa de desconto anual real de 8%): -7% !!!!
[...]

355981 - paulo_prof  -  16 Nov 2018, 18:49
No 3T18, a redução da receita líquida é principalmente explicada pela redução dos volumes vendidos. A venda de parte da produção havia sido antecipada para o 2T18. A venda de outra parte da produção foi postergada para o 4T18, muito devido à política de fretes implantada pelo governo. No 4T18 as vendas de soja deverão superar sensivelmente aquelas do 4T17, as de algodão ficar em linha com aquelas do 4T17 e as de milho recuarem em função da quebra da 2a. safra devido à falta de chuvas em algumas terras.

Por outro lado, houve uma redução na margem bruta (passou de 27,7% no 3T17 para 21,3%).

No todo, acho que o ativo está barato, pois a área plantada para as safras do ano que vem serão aumentadas em 13%.

SLCE3

PREÇO: R$ 52,74

PAYOUT (2017): 55,8%



Múltiplos relativos aos últimos 12 meses

P/L 11,08

P/VPA 2,12

PSR 2,00

DY 5,04%

EV/EBITDA 7,69

MARGEM BRUTA 33,5%

MARGEM OPERACIONAL 26,4%

MARGEM LÍQUIDA 18,0%

LUCRO POR AÇÃO R$ 5,146

MARGEM EBITDA 33,0%

DÍVIDA BRUTA/PATRIMÔNIO LÍQUIDO 78,2%

ROE 19,10%

LIQUIDEZ CORRENTE 1,33



Taxas de Crescimento:

a) últimos 12 meses sobre 12 terminados no 3T17, nominal

RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA +26,24%

RESULTADO BRUTO +25,52%

RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO +0,31%

RESULTADO OPERACIONAL +42,60%

RESULTADO LÍQUIDO +45,31%

EBITDA +31,06%



b) 3T18 sobre 3T17, nominal

RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA -4,18%

RESULTADO BRUTO -26,39%

RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO +55,43%

RESULTADO OPERACIONAL -55,33%

RESULTADO LÍQUIDO -47,97%

EBITDA -35,08%



c) lucro líquido, nominal

UA 45,31%

U2A passou de negativo para positivo

U3A 66,79%



d) patrimônio líquido médio, nominal

UA 1,74%

U2A 7,84%

U3A 8,81%



e) ebitda, nominal

UA 31,06%

U2A 190,19%

U3A 33,25%

U4A 38,93%

U5A 24,11%

U6A 23,05%

U7A 16,31%

U8A 23,16%



Preço justo fornecido pela fórmula do FCD para uma taxa média de crescimento real nulo do lucro líquido dos últimos 12 meses durante 5 anos, perpetuidade real nula e taxa de desconto real de 8%: R$ 64,62

Ou, taxa de crescimento real do lucro líquido dos últimos 12 meses necessária, durante os próximos 5 anos, para que o preço justo fornecido pela fórmula do FCD seja igual ao preço corrente (com uma perpetuidade real nula e taxa de desconto anual real de 8%): -3,0%

352892  - paulo_prof  -  16 Ago 2018, 23:14
Mais um ótimo resultado. Em linha com o 1T18, Empresa "voando". Em princípio, com o dólar num patamar confortável, aumento de produtividade e contínuo aumento da área plantada e endividamento sob controle, arrisco a afirmar que o ativo continua barato. A ver.


SLCE3

PREÇO: R$ 57,00

PAYOUT (2017): 55,8%



Múltiplos relativos aos últimos 12 meses

P/L 10,37

P/VPA 2,14

PSR 1,98

DY 5,38%

EV/EBITDA 7,20

MARGEM BRUTA 34,7%

MARGEM OPERACIONAL 28,2%

MARGEM LÍQUIDA 19,1%

LUCRO POR AÇÃO R$ 5,497

MARGEM EBITDA 34,6%

DÍVIDA BRUTA/PATRIMÔNIO LÍQUIDO 77,2%

ROE 20,60%

LIQUIDEZ CORRENTE 1,45



Taxas de Crescimento:

a) últimos 12 meses sobre 12 terminados no 2T17, nominal

RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA +43,84%

RESULTADO BRUTO +56,61%

RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO -29,83%

RESULTADO OPERACIONAL +112,15%

RESULTADO LÍQUIDO +109,36%

EBITDA +67,19%



b) 2T18 sobre 2T17, nominal

RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA +59,15%

RESULTADO BRUTO +77,86%

RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO -33,11%

RESULTADO OPERACIONAL +116,02%

RESULTADO LÍQUIDO +105,12%

EBITDA +78,74%



c) lucro líquido, nominal

UA 109,36%

U2A passou de negativo para positivo

U3A 76,06%



d) patrimônio líquido médio, nominal

UA 1,74%

U2A 7,84%

U3A 8,81%



e) ebitda, nominal

UA 67,19%

U2A 141,49%

U3A 40,10%

U4A 38,17%

U5A 24,57%

U6A 21,01%

U7A 19,98%

U8A 37,45%



Preço justo fornecido pela fórmula do FCD para uma taxa média de crescimento real nulo do lucro líquido dos últimos 12 meses durante 5 anos, perpetuidade real nula e taxa de desconto real de 8%: R$ 68,71

Ou, taxa de crescimento real do lucro líquido dos últimos 12 meses necessária, durante os próximos 5 anos, para que o preço justo fornecido pela fórmula do FCD seja igual ao preço corrente (com uma perpetuidade real nula e taxa de desconto anual real de 8%): -4,0%

351232 - herdsman  -  15 Jun 2018, 13:13
Pois não tenho SLCE3 mas AGRO3.

E tenho terras próprias. (pouco)

E acho que SLCE está caro. E se o dólar subiu 10% a cotação de soja em chicago baixou quase 10% o que é muito pior. Isto porque os insumos para safra 2018/2019 sobem com dólar

e não tem como travar preço de soja com boa margem de segurança. Juros baixos deixou o preço de terra no mundo inteiro artificialmente alto.

349895  - herdsman   -  12 Mai 2018, 10:25
Aproveitando o choro do Fridão devíamos ter comprado tudo em SLCE.
Mas o tempo não volta. Ela está lucrando num trimestre o que nem ganhava no ano. E começou pagar dividendos.
Os resultado estão fora da curva. Colheu 3700 kg/soja/ha contra uma média de menos de 3000.
Comercialização com dólar subindo. Parabéns.
No retrovisor está bonita a coisa.
E no ano que vem? Difícil repetir a façanha. Digamos que as colheitas tendem a voltar as médias.
E podemos ter um situação onde compramos insumos com dólar alta e vendemos a colheita em 2019 com dólar normal.
Tudo depende agora das eleições, juros do FED etc.etc.
Se SLCE antes sempre tinha margem de segurança na compra por 20-25 rs porque suas terras valiam mais e um dia chegariam no valor justo.
Mas a 44 a coisa é diferente, estamos treidando resultado fora da curva e gráfico ascendente.

349834 - paulo_prof  -  10 Mai 2018, 19:54
E aí herdsman? Isto aí é sustentável? Com a desvalorização do real só pode ficar melhor, não?

A empresa está voando! O preço só sobe e, pelo menos no que concerne os números, a empresa vai ficando mais barata!.

SLCE3

PREÇO: R$ 44,85

PAYOUT (2017): 55,8%



Múltiplos relativos aos últimos 12 meses

P/L 9,64

P/VPA 1,58

PSR 1,73

DY 5,79%

EV/EBITDA 6,35

MARGEM BRUTA 33,3%

MARGEM OPERACIONAL 25,9%

MARGEM LÍQUIDA 18,0%

LUCRO POR AÇÃO R$ 4,653

MARGEM EBITDA 33,3%

DÍVIDA BRUTA/PATRIMÔNIO LÍQUIDO 51,4%

ROE 16,42%

LIQUIDEZ CORRENTE 1,42



Taxas de Crescimento:

a) últimos 12 meses sobre 12 terminados no 1T17, nominal

RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA +42,76%

RESULTADO BRUTO +125,53%

RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO -14,89%

RESULTADO OPERACIONAL +389,11

RESULTADO LÍQUIDO +291,13%

EBITDA +147,34%



b) 1T18 sobre 1T17, nominal

RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA +44,34%

RESULTADO BRUTO +70,02%

RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO -30,84%

RESULTADO OPERACIONAL +101,37%

RESULTADO LÍQUIDO +106,48%

EBITDA +76,05%



c) lucro líquido, nominal

UA 291,13%

U2A 130,44%

U3A 95,98%



d) patrimônio líquido médio, nominal

UA 6,85%

U2A 10,52%

U3A 9,66%



e) ebitda, nominal

UA 147,34%

U2A 54,36%

U3A 40,74%

U4A 27,51%

U5A 30,76%

U6A 14,37%

U7A 17,06%

U8A 103,21%



Preço justo fornecido pela fórmula do FCD para uma taxa média de crescimento real nulo do lucro líquido dos últimos 12 meses durante 5 anos, perpetuidade real nula e taxa de desconto real de 8%: R$ 58,16

Ou, taxa de crescimento real do lucro líquido dos últimos 12 meses necessária, durante os próximos 5 anos, para que o preço justo fornecido pela fórmula do FCD seja igual ao preço corrente (com uma perpetuidade real nula e taxa de desconto anual real de 8%): -5,5%

349825 - cbscbs1  -  10 Mai 2018, 15:59
SLCE3 Resultado consistente, pouca visibilidade.

São Paulo, 09 – A SLC Agrícola obteve lucro líquido recorde de R$ 169,3 milhões no primeiro trimestre deste ano, mais que o dobro dos R$ 83,9 milhões registrados em igual período do ano passado, disse a companhia nesta quarta-feira. A receita líquida cresceu 21%, para R$ 423,3 milhões.

O Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) ajustado aumentou 21,9% na mesma comparação, para R$ 150,5 milhões, também um recorde para o período. O crescimento foi impulsionado principalmente por uma melhora das margens em algodão faturado. A margem Ebitda ajustado aumentou 0,3 ponto porcentual, passando de 35,3% para 35,6%.

Na demonstração dos resultados, a empresa destaca o recorde de produtividade nas lavouras de soja 2017/18, de 3.756 kg/ha, 11,8% superior à estimativa inicial. “As lavouras de algodão e milho também apresentam excelente potencial produtivo, pois foram semeadas dentro das janelas ideais e receberam clima favorável até então. Assim como na soja, o algodão e o milho também apresentam estabilidade nos custos de produção e preços de venda fixados em patamares similares aos de 2017.”

Contribuíram ainda para os resultados os preços mais altos dessas culturas nos últimos meses e o câmbio elevado, “o que traz boas perspectivas em relação ao saldo a vender da safra atual e da safra seguinte”.

https://www.dinheirorural.com.br/lucro-liquido-da-...

349799  - Rocha Preta -  10 Mai 2018, 00:07
[...]
SLCE3
São Paulo, 09 – A SLC Agrícola obteve lucro líquido recorde de R$ 169,3 milhões no primeiro trimestre deste ano, mais que o dobro dos R$ 83,9 milhões registrados em igual período do ano passado, disse a companhia nesta quarta-feira. A receita líquida cresceu 21%, para R$ 423,3 milhões.

O Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) ajustado aumentou 21,9% na mesma comparação, para R$ 150,5 milhões, também um recorde para o período. O crescimento foi impulsionado principalmente por uma melhora das margens em algodão faturado. A margem Ebitda ajustado aumentou 0,3 ponto porcentual, passando de 35,3% para 35,6%.

Na demonstração dos resultados, a empresa destaca o recorde de produtividade nas lavouras de soja 2017/18, de 3.756 kg/ha, 11,8% superior à estimativa inicial. “As lavouras de algodão e milho também apresentam excelente potencial produtivo, pois foram semeadas dentro das janelas ideais e receberam clima favorável até então. Assim como na soja, o algodão e o milho também apresentam estabilidade nos custos de produção e preços de venda fixados em patamares similares aos de 2017.”

Contribuíram ainda para os resultados os preços mais altos dessas culturas nos últimos meses e o câmbio elevado, “o que traz boas perspectivas em relação ao saldo a vender da safra atual e da safra seguinte”.
[...]

349095  - marcosvinicius2 -  19 Abr 2018, 22:41
COMENTÁRIO: PAPEL DEVIDAMENTE PRECIFICADO ( * ). EBITDA AJUSTADO = Em 2017, a operação agrícola atingiu um EBITDA ajustado recorde de R$568.380 mil, ou seja R$319.271 mil superior a 2016, com margem EBITDA Ajustada de 30,6%. No quarto trimestre, o EBITDA ajustado também foi recorde, encerrando o período em R$254.293 mil, com margem de 36,0%.; RESULTADO LIQUIDO = FOI ENCERRADO o ano de 2017 com excelente resultado, com recordes atingidos, para ambos períodos de análise (ano e trimestre). Em relação a 2016, Resultado Líquido consolidado obteve aumento de R$353.621 mil, com margem líquida de 19,9%, aumento de 18,9p.p. No trimestre, houve queda no lucro líquido da operação agrícola, em função da redução na apropriação dos ativos biológicos na receita e aumento da apropriação do ativo biológico no custo.:

SLCE3
PREÇO: 39,06
PAYOUT (2017): 61,51%

Múltiplos baseados nos últimos 12 meses

P/L 10,84
P/VPA 1,54
PSR 1,74
DY 5,67%
EV/EBITDA 7,30
MARGEM BRUTA 30,51%
MARGEM OPERACIONAL 22,57%
MARGEM LÍQUIDA 16,05%
LUCRO POR AÇÃO 3,603
MARGEM EBITDA 30,86%
DÍVIDA BRUTA/PATRIMÔNIO LÍQUIDO 75,09%
ROE 14,18%
LIQUIDEZ CORRENTE 1,35

Taxas de Crescimento Nominal

a) últimos 12 meses sobre 12 terminados no 4T16, nominal
RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA 33,76%
RESULTADO BRUTO 174,80%
RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO -19,23%
RESULTADO OPERACIONAL -12140,14%
RESULTADO LÍQUIDO 1089,98%
EBITDA 219,24%

b) 4T17 sobre 4T16, nominal
RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA 33,76%
RESULTADO BRUTO 174,80%
RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO -19,23%
RESULTADO OPERACIONAL -12140,14%
RESULTADO LÍQUIDO 1089,98%
EBITDA 219,24%

c) lucro (taxa média anual)
UA 1089,98%
U2A 70,54%
U3A 73,78%

d) patrimônio líquido médio
UA 9,49%
U2A 9,09%
U3A 6,89%

Preço justo fornecido pela fórmula do FCD para uma taxa média de crescimento real nulo do lucro líquido dos últimos 12 meses durante 5 anos, perpetuidade real nula e taxa de desconto real de 8%: R$ 45,04
Ou, taxa de crescimento real do lucro líquido dos últimos 12 meses necessária, durante os próximos 5 anos, para que o preço justo fornecido pela fórmula do FCD seja igual ao preço corrente (com uma perpetuidade real nula e taxa de desconto anual real de 8%): -3,30% !!!!
[...]

Tem alguma explicação para o fenômeno SLCE3 ?
348293  - paulo_prof  -  21 Mar 2018, 19:59
Acho que a explicação está numa opinião que emiti há muito tempo ... o alemão da SLCE parece ser muito mais preocupado em gerar valor para TODOS os acionistas da empresa que controla, do que o alemão da GOAL/GGBR. Além disto, parece ser também mais competente.

Por outro lado, entretanto, acho que a previsibilidade do setor da exploração agrícola é pequena. Há muita volatilidade de resultados e, em consequência, o risco é aumentado.

348318  - herdsman   -  22 Mar 2018, 17:31
Pensando em SLCE3 me vem algumas coisas na cabeça
2017 foi excepcional. Vai ser difícil repetir sem vender terra.
Em anos 'normais' o lucro da SLCE deve ser de 100 a 150 milhões de R$.
Nestes preços não acho interessante ter SLCE. Ah quando tava menos de 20 brincava com ela, mas depois entrei num grupo que comprou terra em Roraima achei que já fiz minha 'diversificação'.
Agricultura está ficando sem rumo. No sul milho não dá mais dinheiro, nem trigo e feijão.
Porém devemos fazer rotação de cultura, aí os produtores teimam com milho etc.etc.
Em pouco tempo milho foi de 70% 1 safra 30% safrinha para o inverso.
Isto tem vários causas. Ferrugem da soja induz o produtor de Mato Grosso e Goias a usar soja precoce, deixando uma janela para plantar milho safrinha.
Para piorar o governo está 'subsidiando Blairo Maggi et alii' por PEP (premio escoamento de produção) o transporte deste milho para os portos.
Agora temos uma situação complicado para principalmente o setor de frangos e suinos que ficou refém do 'sucesso ' da safrinha.

E SLCE?
Pode ser que se desanimou com as terras que comprou nas 'novas fronteiras' etc.
Não tem mais tanta 'pressa' em desbravar o resto.
Esta vendendo terra e pagando dividendos.

348337  - herdsman  -  23 Mar 2018, 09:15
Como conseguem não ganhar dinheiro com milho a 30.00?

Ganha um pouco sim, se correr tudo bem e colher 12000 kg/ha e se não tiver graõs ardidos.

E com 40 R$ como está agora ganha mais, mas isto não importa. O produtor tem que decidir em junho/julho o que vai plantar no verão.

Em julho 2017 o custo do milho era 22 $/ saca e o preço 26 R$. Ao mesmo tempo custo da soja era 45 R$/ saca e o preço 71 R$.

Fica assim claro porque a área de milho está decrescendo na 1a safra
                                                         ▲                                               ▲
348292  - paulo_prof   -  21 Mar 2018, 19:53
Na base anual, o resultado da SLCE foi, disparado, o melhor de sua história. Pessoalmente, tenho lá as minhas dúvidas de que a empresa será capaz de sustentar resultados semelhantes no curto prazo. Passo a palavra ao herdsman.

O preço é compatível com os resultados, inclusive embutindo uma certa gordura. Ocorre que não se pode dizer que o setor a agrícola permite previsibilidade. É um setor com muita volatilidade de resultados e de preços. Em consequência, o risco de um investimento em ativos do setor acaba sendo mais arriscado.

SLCE3

PREÇO: R$ 37,94

PAYOUT (2017): 55,8%



Múltiplos relativos aos últimos 12 meses

P/L 10,22

P/VPA 1,45

PSR 1,64

DY 5,46%

EV/EBITDA 6,59

MARGEM BRUTA 30,5%

MARGEM OPERACIONAL 22,6%

MARGEM LÍQUIDA 16,1%

LUCRO POR AÇÃO R$ 3,711

MARGEM EBITDA 30,9%

DÍVIDA BRUTA/PATRIMÔNIO LÍQUIDO 65,5%

ROE 14,18%

LIQUIDEZ CORRENTE 1,35



Taxas de Crescimento:

a) últimos 12 meses sobre 12 terminados no 4T16, nominal

RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA +33,76%

RESULTADO BRUTO +174,80%

RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO -19,23%

RESULTADO OPERACIONAL passou de negativo para super positivo

RESULTADO LÍQUIDO +1.089,98%

EBITDA +219,24%



b) 4T17 sobre 4T16, nominal

RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA +15,43%

RESULTADO BRUTO -18,31%

RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO +21,12%

RESULTADO OPERACIONAL +2,96%

RESULTADO LÍQUIDO +21,03%

EBITDA +4,49%



c) lucro líquido, nominal

UA 1089,98%

U2A 70,54%

U3A 73,78%



d) patrimônio líquido médio, nominal

UA 9,49%

U2A 12,80%

U3A 9,48%



e) ebitda, nominal

UA 219,24%

U2A 32,14%

U3A 33,07%

U4A 26,68%

U5A 23,01%

U6A 13,18%

U7A 18,86%

U8A 32,57%



Preço justo fornecido pela fórmula do FCD para uma taxa média de crescimento real nulo do lucro líquido dos últimos 12 meses durante 5 anos, perpetuidade real nula e taxa de desconto real de 8%: R$ 46,37

Ou, taxa de crescimento real do lucro líquido dos últimos 12 meses necessária, durante os próximos 5 anos, para que o preço justo fornecido pela fórmula do FCD seja igual ao preço corrente (com uma perpetuidade real nula e taxa de desconto anual real de 8%): -4,5%

343701  - herdsman -  09 Nov 2017, 11:40
Resultado bom da SLCE3.
Colheram bem, e fixaram boa parte do dólar ainda em 2016.
Agora travaram metade do dólar para 2018 em 3,44 R$.
O tempo dirá se foi acertada. Quanto a safra 2016-2017 , meus parabéns.

slce3: vamos atacar os vendedores:

Em meio a crise econômica brasileira apenas um setor se salvou, o agrícola. A SLC é a empresa de "vanguarda" no setor agrícola, conseguindo uma das maiores rentabilidades.

A SLC mudou da fase expansionista para a fase de consolidação, o foco da empresa agora é aumentar a rentabilidade e o retorno para os acionistas, enquanto que no período de 2007 até 2015, o foco foi adquirir mais terras e aumentar a área plantada. Considero que a SLC está tendo sucesso nesse plano, porque está conseguindo trabalhar com boas rentabilidades e manter a dívida líquida em valores totalmente controlados.
342908 - Pro_fit -  12 Out 2017, 16:20
SLCE3: VAMOS ATACAR OS VENDEDORES!!

Há alguns anos atrás eu percebi que o setor agrícola tinha grandes chances de se expandir, mas não tinha certeza se essa expansão seria  lucrativa ou não.

A expectativa para a safra de grãos 2016/2017 é de um novo recorde. Segundo a última estimativa do Instituto Brasileiro de Geografia (IBGE), deve haver um crescimento de 30,4% frente a safra anterior ao alcançar os 240,9 milhões de toneladas. Os dados foram divulgados pelo instituto nesta terça-feira (12).

O pesquisador do IBGE, Carlos Antonio Barradas, explica que os impactos da safra que o Brasil está colhendo são positivos tanto para o mercado interno quanto para o externo.

Para ele, as safras recordes deste ano estão contribuindo para a redução da inflação. A avaliação de Barradas é de que o início das colheitas gerou queda de preços do setor de alimentos, com destaque para o preço do feijão carioca, que recuou 14,86% em agosto.

Em relação ao mercado externo, o pesquisador observou que a exportação de soja é recorde. Só em agosto deste ano foram exportadas seis milhões de toneladas, 56% a mais quando comparado com agosto de 2016.

Conab

Além do IBGE, a Companhia Nacional de Abastecimento também faz esse levantamento. Segundo a Conab, deve haver um crescimento de 27,9% frente a safra anterior ao alcançar os 238,7 milhões de toneladas.

Os dados mostram que esse aumento percentual representa um incremento de 52,1 milhões de toneladas frente a safra anterior. Ao mesmo tempo em que houve essa forte alta, a a área plantada avançou pouco, o que significa aumento de produtividade. A área ocupada pela plantação ficou em 60,9 milhões de hectares, com elevação de 4,4% na comparação com a safra 2015/2016.

A safra de soja, o grão mais produzido no País, ficou em 114 milhões de toneladas. A produção do milho primeira safra ficou em 30,46 milhões de toneladas, com crescimento de 18,3% em relação à safra anterior. Já a colheita do milho segunda safra está em fase final, com estimativa de produção total de 67,25 milhões de toneladas.

Os dados relativos a esses produtos e demais grãos estão no 12º Levantamento da Safra 2016/2017 de Grãos, divulgado nesta terça-feira (12) pela Conab. A companhia faz o acompanhamento da safra brasileira degrãos há 40 anos.
http://www.brasil.gov.br/economia-e-emprego/2017/0...
                                                         ▲                                               ▲

Pelo meu PM representa, para mim, 14% de yeld. Um resultado ótimo.

Pena que seja não recorrente. A empresa esta distribuindo esse dividendo com base na reserva de lucros, mais especificamente com base na reserva de lucros para expansão (que estava em R$ 248 milhões no 2T17).

Então, estou entendendo que a estratégia mudou. A expansão já chegou em um ponto ótimo e agora vão focar em melhorar a produtividade (que já está boa), otimizar custos e receitas e gerar renda aos acionistas.

Os resultados para o 3T14 e 4T14 devem vir bons. Também a previsão para a safra 2017/2018 é boa, considerando, inclusive, que não há previsão adversa para el Nino e la Nina.

A dívida está bem controlada e como é praticamente toda em reais (cerca de 94%) deve ser impactada positivamente pelo movimento de queda da selic. Entretanto, acho que a Cia. deveria renegociar essa dívida para alonga-la, pois está muito concentrada em 2017 e 2018 (63% a curto prazo).

Ainda que tenha subido 67,32% nos últimos 12 meses, eu acho que o papel está barato: P/L = 9,18 e EV/EBIT = 7,38

342115 - Jonas_Schwingel - 16 Set 2017, 20:53
Tinha um PM muito bom em SLCE, uns 13,90. Na época quem me influenciou a estudar o case foi o Muadib. Acabei saindo lá pelos 18,XX acho. Usei a grana pra pegar um "pássaro na mão". Sabia que a empresa tinha capacidade de entregar bons resultados no futuro, mas na época isso era "dois pássaros voando" e vendi. Os dois pássaros vieram. Não tenho arrependimento pois a grana da venda também está rendendo bem naquilo em que foi alocada. Enfim, parabéns a quem segurou. Belo dividendo!

Creio que há espaço para o ativo andar mais. Um dividendo desses num ambiente de otimismo e Selic em queda livre pode atrair manadas que nem olharão se o o dividendo é recorrente ou não. Não ficarei surpreso se o mercado colocar o papel lá pelos 30,00.
                                                         ▲                                               ▲
340881  - toneguti -  09 Ago 2017, 23:38
RELATÓRIO DE DESEMPENHO 2T17
Recordes de Lucro Líquido e EBITDA para o 1º semestre
Lucro Líquido de R$162,1 milhões
EBITDA de R$197,2 milhões, com margem de 28,5%
http://ri.slcagricola.com.br/ptb/2095/574736.pdf

337763  - paulo_prof   -  11 Mai 2017, 03:59
Muito bons os resultados da SCLE. Considerando que nos últimos 4 trimestres a empresa teve dois resultados trimestrais negativos, a minha aposta é de que o pfreço atual deverá evoluir. Para tanto, basta que a empresa não poste prejuízos no 2T17 e 3T17.

SLCE3
PREÇO: R$ 20,35
PAYOUT (2016): 47,5%

Múltiplos relativos aos últimos 12 meses


P/L 17,74

P/VPA 0,76

PSR 1,16

DY 2,68%

EV/EBITDA 8,43

MARGEM BRUTA 21,1%

MARGEM OPERACIONAL 7,6%

MARGEM LÍQUIDA 6,6%

LUCRO POR AÇÃO R$ 1,147

MARGEM EBITDA 19,2%

DÍVIDA BRUTA/PATRIMÔNIO LÍQUIDO 70,9%

ROE 4,27%

LIQUIDEZ CORRENTE 1,26


Taxas de Crescimento:

a) últimos 12 meses sobre 12 terminados no 1T16, nominal

RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA -6,65%

RESULTADO BRUTO -7,05%

RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO -15,57%

RESULTADO OPERACIONAL +17,40%

RESULTADO LÍQUIDO +35,77%

EBITDA -3,67%

b) 1T17 sobre 1T16, nominal

RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA +9,00%

RESULTADO BRUTO+151,04%

RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO -38,58%

RESULTADO OPERACIONAL passou de positivo para negativo

RESULTADO LÍQUIDO passou de positivo para negativo

EBITDA +229,26%

c) lucro líquido, nominal

UA 35,77%

U2A 38,72%

U3A 6,21%


d) patrimônio líquido médio, nominal

UA 14,31%

U2A 11,10%

U3A 8,02%


Preço justo fornecido pela fórmula do FCD para uma taxa média de crescimento real nulo do lucro líquido dos últimos 12 meses durante 5 anos, perpetuidade real nula e taxa de desconto real de 8%: R$ 14,70

Ou, taxa de crescimento real do lucro líquido dos últimos 12 meses necessária, durante os próximos 5 anos, para que o preço justo fornecido pela fórmula do FCD seja igual ao preço corrente (com uma perpetuidade real nula e taxa de desconto anual real de 8%): +8,5%

337757  - toneguti   -  11 Mai 2017, 00:41
SLC Agrícola
RELATÓRIO DE DESEMPENHO 1T17
Recordes de Lucro Líquido e EBITDA para o 1º trimestre
Lucro Líquido de R$83,9 milhões
EBITDA de R$123,5 milhões, com margem de 35,3%
Relação Divida Líquida/EBITDA cai para 2,56x
http://ri.slcagricola.com.br/ptb/2054/Release_1T17...
Leitura dinâmica do release da SLCE.

Tiveram sorte com a pré-venda da safra , travaram bastante soja com preços melhores que vigentes.

Produtividade vai ser melhor.

Mas como carregam 'capital de giro' num total de 1400 milhões com em média 12-13% de juros não sobra muita coisa. Propuseram pagar 14 centavos de dividendos.
Acho estranho fazer recompra enquanto estão pagando altos juros no capital de giro. Se dólar continua na faixa de 3,10 R$ 2018 vai ser de chorar novamente.

Resumo: tudo depende de cambio. Mas neste quesito acho que Suzano e Fibria explodem mais rápido se dólar subir consistentemente.
335715  - MuadibGV  -  18 Mar 2017, 23:50
Se estão recomprando ações ao invés de quitar dívida deve ser porque acreditam no valor líquido de ação que divulgam. Nesse caso valeria a pena a recompra.

335716  - herdsman -  19 Mar 2017, 00:20
No mundo ideal sim. As vezes sabem com antecedência que um fundo quer vender sua parte e assim estão autorizados a entrar no mercado fazer um blocktrade.
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Muadib,

Já vendi SLC. Tinha PM em torno de 14,00 e saí nos 17,XX.

Desde o início a estratégia era comprar na fase difícil, ter paciência e vender quando as coisas melhorassem. Novamente se prova verdadeira a ideia de que é muito difícil ganhar algum cascalho sem antecipar. Agora que a empresa postou um resultado que sugere que saiu do sufoco, isso já está no preço e a margem para valorização é bem menor do que quando estava nos 13,XX. Não me importo se o papel continuar subindo. Ganhei um bom cascalho, com "TIR" próxima a 100%aa, coloquei no bolso e já reinvesti o capital. Minha exposição a agriculcura/terras agora está apenas em AGRO3 (5,3% da carteira), que se der mais uma pernada provavelmente atinge meu objetivo e será vendida.

Apesar de ser um ramo de negócios totalmente distinto, vejo o case da Valid de forma similar. Empresa está apanhando e os preços estão pessimistas. Normal. Com paciência acho que há boas chances de ganhar levantar umas moedas nela. Ia comprar mais ontem com a grana dos rendimentos, mas estava acima da minha última compra e não deu vontade. Então iniciei em BRIV e com a raspa que sobra devido à negociação em lotes de 100, comprei uns 400 e poucos reais em FII. Corretagem grátis nessas horas é uma beleza. Se no próximo dia 15 VLID estiver abaixo de 23,80, coloco mais um mês de pinga nela. Não creio que a empresa "vá para o vinagre". As coisas tendem a voltar à média. Voltando, o pessimismo sai dos preços e eu vendo. Lembrando que posso estar errado!

Não tenho VLID pra casamento. A estratégia é a mesma de SLC, que foi inteiramente comprada com pingados. Comecei nos 15,XX e fui firme até os 13,XX. Nas compras dos 13,XX o sentimento de mercado era "fique fora da agricultura... não tá fácil ganhar dinheiro no campo... o dólar está muito barato... etc, etc, etc..." A história sempre se repete. Quando ninguém quer é que há a maior chance de ter lucro. rs

“Compre as ações impopulares hoje para que você possa vendê-las quando elas voltarem a ser populares.” Warren Buffett
335674  - MuadibGV   - 17 Mar 2017, 21:22
Jonas,

Não sei se concordo com sua estratégia de ficar pulando de galho em galho... Assim você corre o risco de perder altas mais expressivas. Imagine se vc tivesse comprado CARD3, por exemplo, e vendido quando subiu 20%? Além do mais não estou vendo tantas coisas assim para aplicar o lucro que teria se vendesse minhas SLCE3. Quero dizer, tudo subiu, não foi apenas a SLCE, então faz sentido manter na minha opinião.

Bastou a empresa aliar um bom trimestre a uma contenção de investimentos e a dívida líquida caiu bem, o que por sua vez tornou o hectare comprado via ação quase tão barato quanto quando a ação vendia a 13,xx.

Vc aplicou em que o fruto dessa venda?

335678  - Jonas_Schwingel  - 17 Mar 2017, 21:50
Você está coberto de razão, Muadib. No entanto, minha estratégia de pular de galho em galho está inclusa dentro de uma estratégia principal de aumento de renda passiva. As SLCE viraram PSSA, que deram um salto e foram trocadas por TAEE abaixo de 22,00. Ou seja, o dividendos da TAEE falaram mais alto. Outra coisa que não está me deixando muito a vontade para "sentar" nos papéis e ficar, é o nível de preços meio alto. De buy and hold mesmo só estou com TAEE, BRIV e os FIIs. Essa ações que compro pra girar quando sobem bem e pouco tempo eu rifo e coloco o capital em FII ou empresa dividendeira. A possibilidade de ter sido melhor não ter vendido sempre existe, mas na maioria das vezes tem valido a pena, pois os ativos vaca leiteira estão todos subindo bem. E acho que a tendência é que fique cada vez caro comprar renda passiva conforme os juros caem e a inflação arrefece. Minha prioridade no momento é a independência financeira. Não fosse isso acho que minha estratégia estaria mais alinhada com a sua.
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Resultado Trimestral Excelente (o melhor da história)!!! Resultado Anual fraquíssimo (só foi pior em 2009). A escolhaé sua!

SLCE3

PREÇO: R$ 16,10

PAYOUT (2016) 47,5%



Múltiplos baseados nos últimos 12 meses

P/L    52,24

P/VPA        0,64

PSR   0,94

DY    0,91%

EV/EBITDA        10,87

MARGEM BRUTA       14,9%

MARGEM OPERACIONAL  -0,3%

MARGEM LÍQUIDA    1,8%

LUCRO POR AÇÃO    R$ 0,308

MARGEM EBITDA      12,9%

DÍVIDA BRUTA/PATRIMÔNIO LÍQUIDO      80,9%

ROE  1,22%

LIQUIDEZ CORRENTE        1,27



Taxas de Crescimento

a) últimos 12 meses sobre 12 terminados no 4T15, nominal

RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA -5,79%

RESULTADO BRUTO -43,09%

RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO -3,68%

RESULTADO OPERACIONAL passou de positivo para negativo

RESULTADO LÍQUIDO -75,56%

EBITDA -45,31%



b) 4T16 sobre 4T15, nominal

RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA +7,89%

RESULTADO BRUTO +73,93%

RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO +11,15%

RESULTADO OPERACIONAL +243,15%

RESULTADO LÍQUIDO +232,87%

EBITDA +59.70%



c) lucro líquido, nominal

UA    -75,56%

U2A  -33,59%

U3A  -32,08%



d) patrimônio líquido médio, nominal

UA    16,20%

U2A  9,48%

U3A  6,94%

Preço justo fornecido pela fórmula do FCD para uma taxa média de crescimento real nulo do lucro líquido dos últimos 12 meses durante 5 anos, perpetuidade real nula e taxa de desconto real de 8%: R$ 3,95

Ou, taxa de crescimento real do lucro líquido dos últimos 12 meses necessária, durante os próximos 5 anos, para que o preço justo fornecido pela fórmula do FCD seja igual ao preço corrente (com uma perpetuidade real nula e taxa de desconto anual real de 8%): +39,0% !!!!
335524  - MuadibGV  - 16 Mar 2017, 09:19
Estou dentro! (né Jonas?)
Estava tão barata uns meses atrás que vc podia comprar pela geração de caixa, por incrível que pareça.
Agora vc compra confiando nos laudos de avaliação da terra.

335563  - edomr  -  16 Mar 2017, 15:08
Estou por fora do ativo. Nao sei a quantidade de terras produtivas que eles possuem no Rio Grande do Sul, mas fica a dica, agora este primeiro semestre do Rio Grande do Sul teremos a safra recorde da História no Estado. Caso a empresa tenha uma presença relevante no Estado, pode ajudar nos resultados do 1T2017
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Terras da SLCE estão mais no cerrado. Por volta de 8k hectare.
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335565  - MuadibGV   -  16 Mar 2017, 15:16
Digo , 8k é o q vc paga por hectare quando compra slce na cotação atual, e considerando dívida líquida.

335568  - fridao   -  16 Mar 2017, 15:22
Região de MA-PI-TO-BA...nova fronteira agrícola...
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335572  - NumBroker  -  16 Mar 2017, 16:21
SLCE3: Sem Revisão de Guidance; Aumentando Valor Justo

16.03 - 11:31 - Tiago Binsfeld
A SLC reportou resultados neutros referentes ao 4T16, em linha com nossas estimativas. A empresa anunciou um programa de recompra de 2,5 milhões de ações, o que nossos analistas vêem como positivo.
- Como esperado, a seca levou à uma redução na margem bruta/hectare de 12% para soja e de zero para algodão;
- Boas perspectivas para 2017 permanecem inalteradas: sem mudanças no guidance de 2017 referente a produtividade e preços;
- Geração de caixa medida pelo FCFE ficou em BRL 209 milhões, ajudando a reduzir a alavancagem da empresa para 3,4x, bem abaixo da covenant de 4,0x.

Nossos analistas revisaram suas estimativas para SLCE3, elevando o valor justo para BRL 25,0/SLCE3 e mantendo o rating outperform. O principal catalisador para o aumento de valor justo é a boa perspectiva para preços de algodão e boas notícias relacionadas às próximas safras. Atualmente as ações da SLCE3 parecem baratas, negociando a 5,8x EV/EBITDA 2017, comparado à uma média histórica de 7,5x.
Fonte: Itaú

335518 - paulo_prof   - 16 Mar 2017, 02:46
Resultado Trimestral Excelente (o melhor da história)!!! Resultado Anual fraquíssimo (só foi pior em 2009). A escolhaé sua!

SLCE3

PREÇO: R$ 16,10

PAYOUT (2016) 47,5%



Múltiplos baseados nos últimos 12 meses

P/L 52,24

P/VPA 0,64

PSR 0,94

DY 0,91%

EV/EBITDA 10,87

MARGEM BRUTA 14,9%

MARGEM OPERACIONAL -0,3%

MARGEM LÍQUIDA 1,8%

LUCRO POR AÇÃO R$ 0,308

MARGEM EBITDA 12,9%

DÍVIDA BRUTA/PATRIMÔNIO LÍQUIDO 80,9%

ROE 1,22%

LIQUIDEZ CORRENTE 1,27



Taxas de Crescimento



a) últimos 12 meses sobre 12 terminados no 4T15, nominal

RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA -5,79%

RESULTADO BRUTO -43,09%

RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO -3,68%

RESULTADO OPERACIONAL passou de positivo para negativo

RESULTADO LÍQUIDO -75,56%

EBITDA -45,31%



b) 4T16 sobre 4T15, nominal

RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA +7,89%

RESULTADO BRUTO +73,93%

RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO +11,15%

RESULTADO OPERACIONAL +243,15%

RESULTADO LÍQUIDO +232,87%

EBITDA +59.70%



c) lucro líquido, nominal

UA -75,56%

U2A -33,59%

U3A -32,08%



d) patrimônio líquido médio, nominal

UA 16,20%

U2A 9,48%

U3A 6,94%



Preço justo fornecido pela fórmula do FCD para uma taxa média de crescimento real nulo do lucro líquido dos últimos 12 meses durante 5 anos, perpetuidade real nula e taxa de desconto real de 8%: R$ 3,95

Ou, taxa de crescimento real do lucro líquido dos últimos 12 meses necessária, durante os próximos 5 anos, para que o preço justo fornecido pela fórmula do FCD seja igual ao preço corrente (com uma perpetuidade real nula e taxa de desconto anual real de 8%): +39,0% !!!
Para quem tem SLCE, soltaram um FR sobre estimativas de área plantada para o próximo exercício, assim como informações sobre hedge.http://www2.bmfbovespa.com.br/empresas/consbov/ArquivoComCabecalho.asp?motivo=&protocolo=534523&funcao=visualizar&site=B
Obrigado por compartilhar. Por um lado melhores margens esperadas, por outro menor produtividade (compensado pela área plantada).
Realmente parece que o único caminho aqui é para cima, resta saber quando.
Não pretendo alterar muito minha posição aqui (pouco mais de 1% da carteira).

Afirma focar em geração de caixa (Se sobrar pra dividendos melhores pode dar uma destravada)

Viu algo além do que eu vi? (Confesso não ter ideia sobre a adequação do hedge para 2017, vou confiar.)

Em linhas gerais, entendi o FR assim:

A empresa está fazendo o que está em seu alcance. Aumentando área plantada, reduzindo custos e ajustando o que plantar conforme as perspectivas do mercado de commodities agrícolas. Está fazendo o que deve ser feito para maximizar seus resultados para caso os fatores que não dependem dela colaborem. Ou seja, se as chuvas e os preços das commodities agrícolas ajudarem, a empresa deverá entregar resultados bem melhores. Considerando que o preço do papel na bolsa está baixo, acho que vale posição. Risco sempre existe, neste caso são as chuvas e os preços da soja, milho, algodão, etc... O papel tem reagido desde o FR, que inicialmente foi divulgado como "outros comunicados" no dia 13/10 e após um puxão de orelha da CVM enviaram como FR no dia 17/10.

Sobre hedge, não sou entendedor. Mas a empresa é responsável e tem know-how. Como não sou expert no assunto, resta confiar. Hedge é aquela coisa. Pode fazer o resultado financeiro melhor ou pior, mas se bem administrado não deve trazer grandes problemas ao balanço. A possibilidade de ter perdas com hedge é o preço que se paga pela proteção cambial, algo que para este tipo de empresa é melhor ter do que não ter. 
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327195 - MuadibGV - 16 Set 2016, 22:08
Tenho SLCE e tal qual o jonas vou aumentado aos poucos. Minha posição atual é de 1,5% da carteira. O papel está perto da mínima de 5 anos, e começa a ficar interessante até mesmo pelo caixa que a empresa poderia gerar em condições normais, se não gastasse tanto em expansão.

Incomoda muito na empresa a dívida líquida sempre crescente, mas se segregarmos o que é apenas manutenção do que é expansão, dá pra calcular que o EBITDA dos últimos dois anos seria suficiente pra uns 10% de geração de grana para a cotação atual, após serviço da dívida, impostos e gastos com manutenção.

Claro que enquanto a situação estiver preta como o Herdsman está falando isso não vai acontecer. Aliás estou curioso pra saber quando os preços das terras vão refletir a situação atual. Se a expectativa de ganhos com a utilização da terra cai seu preço também deveria cair, certo?

Lendo o release de SLCE3...
Como foi o resultado?

Não gostei do resultado. Prejuízo de R$ 77,2 milhões.

Parece que as chuvas do 1S16 foram as piores da história da cia. Houve perdas cambiais, mas nada grave.

Há expectativa de reversão do prejuízo no 2S16. Vejo valor no ativo e pode ser que ele esteja 'barato' justamente pelo momento ruim que a empresa passa, ou seja, mantenho o meu comentário de antes de sair o balanço, onde disse que o resultado viria ruim mas que isso poderia já estar no preço.

Vamos ver o que o mercado fará com o preço do papel. Como as perspectivas para o 2S16 são bastante positivas para a empresa, não duvido que o preço permaneça na mesma faixa. Mas isso é renda variável, pode cair, subir ou ficar de lado. rs

Minha posição no papel é a menor da carteira, 1,7%. Vou manter e talvez até compre mais se o mercado bater na ação.

Não vejo nada de 'bastante positivas' para o 2S16. O que eles estão vendo ?? (confesso ter preguiça de ler o release ) 

325830  - paulo_prof  -  11 Ago 2016, 01:56
O que teve um grande impacto nas contas foi a marcação dos Ativos Biológicos na Receita Líquida (variação de R$ 163 milhões no 1S16 quando comparado com o 1S15), com o hedge (variação de R$ 99 milhões negativos no 1S16 em relação ao 1S15) e menor volume faturado de soja (-11%) e milho (-50%).

A expectativa é o 2S16 vir muito melhor, porque no 2o. semestre ainda há 80 mil toneladas de algodão (57% do total), 120 mil toneladas de soja (22%) e 320 mil toneladas de milho (92%) a serem faturadas. Além disto, a marcação dos Ativos Biológicos deverá ser positiva (a produção das fazendas mais impactadas pela seca já foi apropriada; as fazendas com menor percentual de produção já apropriada tiveram produtividade bem melhor), assim como as operações de hedge (no 1o. semestre foi travado um dólar de R$ 2,92; no 2. semestre, a trava do dólar foi colocada em R$ 3,93.

325831  - Jonas_Schwingel  -  11 Ago 2016, 02:00
Fazem diversas referências ao 2S16. As principais são:

"No próximo semestre haverá um incremento significativo no EBITDA, com a venda do saldo de soja oriunda de áreas onde as margens foram melhores, e também do algodão e do milho da safra 2015/16. Da região mais afetada pela estiagem (Bahia&Piauí), já havia sido faturado, no 1S16, 98% do volume de soja produzido, enquanto que, da produção do Maranhão e do Centro-Oeste (que representa 62% do total) havia sido faturado apenas 72% do total. No caso do milho, especificamente, destacamos que nesse ano os preços dessa cultura, no Brasil, estão bem acima do patamar histórico recente."

"Temos expectativa de faturar 140 mil toneladas de algodão em 2016, aproximadamente, ou seja, serão faturadas ainda 80 mil toneladas no segundo semestre. Na soja, o volume total de faturamento estimado para o ano é de aproximadamente 550 mil toneladas (433 mil já faturadas no 1S16), e no milho de 350 mil toneladas (das quais 27 mil, apenas, faturadas no 1S16)."

"O Resultado Liquido, por sua vez, encerrou o período em negativos R$ 77.2 MM, contra R$ 76.3 MM positivos no 1S15. Esse prejuízo deverá ser revertido ao longo do segundo semestre, quando da apropriação dos ativos biológicos do algodão nas fazendas com melhor performance, e também com o reflexo da taxa de câmbio travada mencionada no parágrafo anterior, que está acima do patamar de câmbio verificado ao longo do 1S16, e que, portanto, não foi capturada no cálculo do Ativo Biológicos (o cálculo do AB não considera os preços de hedge)."

"É importante frisar, no entanto, que os preços de faturamento do primeiro semestre para o algodão e a soja ficaram abaixo da média prevista para o ano, de forma que haverá uma recuperação significativa das margens para o segundo semestre."

325837  - MuadibGV   - 11 Ago 2016, 03:03
Creio que o que mais conta na SLCE é a valorização das terras que possui. Claro que se gerasse caixa seria melhor, mas não é esse o filé da empresa. 
                                                                                           ▲                                                                      ▲
324379  - herdsman   -  19 Jul 2016, 21:01
Chute do Herds:
2t não foi bom em função do dólar baixo. Mas nenhum desastre também. Se la nina se confirma espero bons
colheitas para SLCE, porque o regime de chuvas sera melhor no maranhão, tocantins bahia etc.
Para alguns pode ser 'legal' ser dono de alguns alqueires.
Assim acho 'legal' ter eucalipto do suzano e fibria. Mas fica melhor ainda se 'explodir' a cotação.
No médio e longo prazo acho o Brazil mais competitivo em celulose que soja e milho.
Fibria é como ter dólar ao cubo.
Suzano tem 2/3 da divida em dólar, na mesma proporção das suas receitas.

324377  - paulo_prof  -  19 Jul 2016, 20:35
Para o que possa servir, dei uma "estudada" na SLCE3 ...

Logo de início, gostei do perfil da posição acionária e do controlador ... A SLC Participações, com 51,03% das ações, é uma holding do grupo Logemann, do Rio Grande do Sul. Além do controlador, os maiores acionistas da SLCE são o Deutsche Bank (6,28%), o Fundo Verde (4,60%) e Neuberger Berman LLC (4,55%). O simples fato de ser controlada por uma família alemã me dá uma certa tranquilidade ... pois não lembro de um controlador alemão sacaneando minoritários no mercado de capitais nacional.

O grupo SLC (http://www.slc.com.br/) controla as seguintes empresas:

SLC Agrícola
SLC Alimentos (uma das 5 maiores empresas de comercialização de arroz e feijão no mercado nacional; faturamento anual de R$ 460 milhões)
SLC Comercial (controladora da John Deere, faturamento anual de R$ 250 milhões)
FG (líder nacional em suprimentos para Manutenção, Reparo e Operação (MRO) para os mais variados segmentos industriais e de serviços; faturamento anual de R$ 670 milhões).

A família Logemann, diretamente, controla 100% do capítal das empresas SLC Alimentos, SLC Comercial e FG ...

A SLC Agrícola, fundada em 1977, é uma produtora de commodities agrícolas, focada em algodão, soja e milho. Foi a primeira empresa do setor a ter ações negociadas em Bolsas de Valores no planeta, sendo referência em seu segmento. Possui 370 mil hectares (ano safra 2014/2015) em 15 fazendas distribuídas por 6 estados brasileiros, plantados com soja (56%), algodão (27%), milho (12%) e outros (5%).

O levantamento que realizei e inseri na planilha contempla os exercícios de 2007 em diante. Em nenhum destes exercícios a empresa postou prejuízo. São relativamente raros (apenas 10, desde o 4T2007) os trimestres com a última linha vermelha.

Desde 2007, a taxa anual média de crescimento nominal da receita líquida é de 26,1%. Nos últimos 3 anos, esta taxa emplacou 20,1% e no último ano a taxa de crescimento nominal da receita líquida também foi de 20,2%. Ou seja, a receita líquida está crescendo sensivelmente acima da taxa de inflação.

No que concerne o resultado bruto, a situação é a seguinte:
últimos 8,25 anos: 22,1%
últimos 3 anos: 20,1%
último ano: 13,7%

No que concerne a geração de caixa medida pelo ebitda, o histórico é o seguinte:
últimos 8,25 anos: 22,5%
últimos 3 anos: 17,1%
último ano: 17,0%

No que se refere a última linha da DRE, a taxa de crescimento nominal foi de:
últimos 8,25 anos: 12,3%
últimos 3 anos: 17,1%
último ano: 41,7%

Finalmente, a taxa de crescimento nominal do patrimônio líquido é de
últimos 8,25 anos: 18,6%
últimos 3 anos: 4,0%
último ano: 8,0%

Aqui deve ser observado que a empresa contabiliza as terras pelo preço de aquisição, não se preocupando com o preço justo das mesmas.

Nos últimos 4 anos, a margem bruta tem variado entre 22% e 25%. Volta e meia, como ocorreu no 1T16, a margem bruta sofre um "soluço", caindo consideravelmente. No 1T16 a margem bruta caiu para 17,5%, quando no 1T15 havia sido 33,5%. O corre que a margem bruta pode ser fortemente impactada pelas "receitas" e "custos" associados aos ativos biológicos. Além dos ativos biológicos, a margem bruta pode ser impactada pelo hedge cambial (que é contabilizado na receita). No 1T16, para um lucro bruto de R$ 74 milhões, não houve contribuição dos ativos biológicos (receita = custo); já no 1T15, para um lucro bruto de R$ 122 milhões, os ativos biológicos contribuíram com uma receita líquida de quase R$ 53 milhões. Nas Receitas Líquidas do 1T16 e 1T15, respectivamente, o impacto das operações de hedge foi -R$ 61 milhões e -R$ 53 milhões. Se bem feitas, as operações de hedge são neutras (o custo do hedge sendo compensado pela variação cambial).

De qualquer forma, por ser complicado contabilizar os tais ativos biológicos (especialmente avaliar o seu valor justo), o IFRS está estudando modificações (os ativos biológicos deverão ser contabilizados ao preço de custo menos uma depreciação, reduzindo a volatilidade e aumentando a transparência das DREs).

De acordo com o relatório do 1T16, os seguintes principais ativos biológicos foram contabilizados (para mim ... é grego! talvez o Herds consiga prever o que poderá acontecer no 2T16 !!!)

Receitas: ................ 1T15 .......... 1T16
Soja ..................... 94.719 ........ 86.674

Custos: .................. 1T15 .......... 1T16
Soja .................... (29.786) ...... (58.155)
Algodão-pluma ... (10.371) ...... (26.895)

No 1T16 teria ocorrido um problema de preço do algodão ... por outro lado, parece ter havido também uma queda geral da produtividade devido a estiagem.

Nos últimos 4 anos, a empresa mudou a sua política de proventos e distribui entre 40% e 50% de seu lucro líquido.

O endividamento líquido é da ordem de 45% do Patrimônio Líquido e 3,1 vezes o ebitda anual, mas pode variar razoavelmente devido às operações com derivativos (eu incluo valores a receber em derivativos como equivalentes de caixa e valores a pagar, como dívida).

Não parece haver esqueletos no armário!

SLCE3
PREÇO: R$ 14,90
PAYOUT (2015): 47,5%

Múltiplos relativos aos últimos 12 meses

P/L 17,62
P/VPA 0,62
PSR 0,80
DY 2,70%
EV/EBITDA 7,38
MARGEM BRUTA 21,2%
MARGEM OPERACIONAL 6,0%
MARGEM LÍQUIDA 4,5%
LUCRO POR AÇÃO R$ 0,846
MARGEM EBITDA 18,6%
DÍVIDA BRUTA/PATRIMÔNIO LÍQUIDO 79,0%
ROE 3,52%
LIQUIDEZ CORRENTE 1,29

Taxas de Crescimento:

a) últimos 12 meses sobre 12 terminados no 1T15, nominal
RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA +20,22%
RESULTADO BRUTO +13,70%
RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO +3,18%
RESULTADO OPERACIONAL +47,56%
RESULTADO LÍQUIDO +41,74%
EBITDA +17,01%

b) 1T16 sobre 1T15, nominal
RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA +15,63%
RESULTADO BRUTO -39,57%
RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO +1,15%
RESULTADO OPERACIONAL passou de positivo para negativo
RESULTADO LÍQUIDO passou de positivo para negativo
EBITDA -57,37%

c) lucro líquido, nominal
UA 41,74%
U2A -6,06%
U3A 17,09%

d) patrimônio líquido médio, nominal
UA 7,97%
U2A 5,00%
U3A 3,97%

Preço justo fornecido pela fórmula do FCD para uma taxa média de crescimento real nulo do lucro líquido dos últimos 12 meses durante 5 anos, perpetuidade real nula e taxa de desconto real de 10%: R$ 8,46

Ou, taxa de crescimento real do lucro líquido dos últimos 12 meses necessária, durante os próximos 5 anos, para que o preço justo fornecido pela fórmula do FCD seja igual ao preço corrente (com uma perpetuidade real nula e taxa de desconto anual real de 10%): +16,0%

Considerando as incertezas de curto prazo, o ativo me parece razoavelmente bem precificado ... considerando o resultado do 1T16 como ponto fora da curva que será corrigido até o final do exercício, para justificar o preço atual o lucro líquido teria que crescer, em termos reais, a uma taxa anual média de 4,5% nos próximos 5 anos, o que parece perfeitamente factível.

323303  - MuadibGV   -  23 Jun 2016, 22:44
Das agrícolas slce ė a única que posta lucros recorrentes na exploração agrícola. Mas como não vende as terras o valor está bem escondido.

322858 - herdsman   -  13 Jun 2016, 12:02
esta barato sim
Aqui no sul está mais para 40.000 por ha.
Porém a produtividade aqui é maior por ha, e os preços recebidos também. E mais, quem quer
morar in 'the middle of nowhere"?. SLCE tem o maior parte das terras em áreas novas, que se provaram um tanto problemática em termos de regularidade de chuvas. Realmente não sei se acredito em uma continua elevação de preços agrícolas, picos sim, mas no ano seguinte todos correm para plantar mais, e acabam com tiro no pé. Nos EUA por exemplo tem mais de 10% de area sem planter,
porque estão no programa do governo CRP. Conservation e Recreation Program. O produtor recebe um pagamento anual para não plantar. Porém com uma alta eles não renovam e a area plantada aumenta.
Aqui e na Argentina tem um mundo de pasto que pode ser transformado em soja.

322608  - Jonas_Schwingel  -  04 Jun 2016, 02:49
Sobre SLCE3, estou em fase de montagem de posição via rendimentos de FIIs. Fiz uma compra só. Compro de novo no dia 15 se estiver abaixo de 15,44.

O prejuízo do último tri, conforme mensagem da adm., deve-se principalmente à falta de chuvas no norte e nordeste, pois ficaram bastante abaixo da média histórica para o período.

O hedge da cia. parece ser bem administrado e não tem gerado perdas relevantes no balanço.

A expectativa da adm. para os próximos resultados é boa. A empresa parece ser redonda e acho que há boas chances de vender o papel acima de 18,00 se os próximos resultados vierem a contento.

Sigo comprando mensalmente com meus rendimentos sempre que o preço estiver abaixo da última compra. Paro quando a cotação subir acima da última compra ou quando atingir peso de 3% da carteira.

Não me sigam, estou apenas semeando em ações com grana de rendimentos. É uma grana que, se der errado, não tem problema. Se der certo, volta pros FIIs.
BAC, a oscilação no lucro líquido trimestral em empresas agrícolas é perfeitamente normal. Imagino que o mercado não irá bater em SLCE3 no próximas semanas, apesar de que isso pode ocorrer. Mantenho posição de apenas 0,5% da carteira no ativo devido ao bom desconto em seu P/PV e ao potencial da empresa em gerar lucros no futuro. Em caso de queda, em jun/16 dobro posição, deixando o papel com 1% da carteira. AGRO3, que tenho posição bem maior, 2% da carteira, também postou prejuízo (R$ 18 milhões) no último trimestre e o mercado não bateu. Imagino que nestas empresas mais vale o lucro em 12 meses. Ambas estão bem neste quesito. Os negócios de Brasil-Agro são bastantes distintos de SLC, no entanto acredito que a reação do mercado deve ser semelhante. Vamos ver o que segue...
A safra de soja do Brasil, principalmente no cerrado, foi péssimo. SLC e Brasil agro amargando prejuízo enorme, o pior vai ser o resultado do 3 trimestre 
                                                                                           ▲                                                                      ▲
321514  - BAC 1000  - 12 Mai 2016, 00:51
Também tenho esta opinião Jonas...
O 1 TRi sempre é o mais fraco; o mercado sabe disso...
O papel já está no limbo...
O 1 trimestre de 2016 apresentou aumento da Receita Líquida de
15,6%na comparação com omesmo período de 2015...
Acredito que amanhã o papel sobe...
Pode ser que eu esteja enganado...
Sigo no papiro...

321513  - Jonas_Schwingel  -  12 Mai 2016, 00:46
BAC, a oscilação no lucro líquido trimestral em empresas agrícolas é perfeitamente normal. Imagino que o mercado não irá bater em SLCE3 no próximas semanas, apesar de que isso pode ocorrer. Mantenho posição de apenas 0,5% da carteira no ativo devido ao bom desconto em seu P/PV e ao potencial da empresa em gerar lucros no futuro. Em caso de queda, em jun/16 dobro posição, deixando o papel com 1% da carteira.

AGRO3, que tenho posição bem maior, 2% da carteira, também postou prejuízo (R$ 18 milhões) no último trimestre e o mercado não bateu. Imagino que nestas empresas mais vale o lucro em 12 meses. Ambas estão bem neste quesito. Os negócios de Brasil-Agro são bastantes distintos de SLC, no entanto acredito que a reação do mercado deve ser semelhante.

Vamos ver o que segue...

321512  - BAC 1000   -  12 Mai 2016, 00:09
A boa notícia foi o aumento do patrimônio líquido de 8,4% em relação ao 1 TRi de 2015...

321511  - BAC 1000 -  12 Mai 2016, 00:06
Resultado do 1º Trimestre de 2016

A companhia divulgou prejuízo líquido de R$ 2,7M neste trimestre, contra um lucro líquido de R$ 35,3M no 4° trimestre de 2015 e de R$ 33,2M no 1T15. A receita líquida somou R$ 421,2M neste trimestre, uma variação de -27,8% em relação ao trimestre ligeiramente anterior e acréscimo de 15,6% em relação ao 1T15.

O resultado corresponde a uma margem bruta de 17,5% contra 20,2% no trimestre anterior e 33,5% no primeiro trimestre de 2015.

Os ativos totais registraram o saldo de R$ 5,2B, acréscimo de 10,9% em relação ao saldo no 1° trimestre de 2015. O patrimônio líquido alcançou a soma de R$ 2,5B no 1° trimestre de 2016, valor 8,4% superior ao saldo no mesmo período do ano anterior.

321509  - BAC 1000  -  11 Mai 2016, 23:51
SLCE3, conforme previsto para o 1 TRI, que é o mais fraco, Resultado morno...
Continuo no papiro...

321508  - BAC 1000   -  11 Mai 2016, 23:49
SAIU SLCE3
DESTAQUES DO PERÍODO
Aumento da Receita Líquida de 15,6%
Manutenção do EBITDA Ajustado em R$ 48,3MM
Porto Alegre,
11 de maio de 2016

SLC AGRÍCOLA S.A. (Bovespa: SLCE3; ADR: SLCJY; Bloomberg:
SLCE3BZ; Reuters: SLCE3.SA), uma das maiores proprietárias de terras do Brasil e uma das maiores produtoras agrícolas brasileiras em termos de área cultivada de algodão, soja e milho, apresenta hoje seus resultados do  primeiro trimestre  de 2016
.
As informações financeiras e operacionais a seguir são apresentadas de acordo com as normas internacionais de Contabilidade (International Financial Reporting Standards – IFRS). As informações foram elaboradas em base consolidada e estão apresentadas em milhares de reais, exceto quando indicado o contrário.
MENSAGEM DA ADMINISTRAÇÃO
O primeiro trimestre de 2016 apresentou aumento da Receita Líquida de 15,6% na comparação com o mesmo período de 2015, majoritariamente em função do maior volume de soja faturado entre os
períodos. Houve relativa manutenção da Geração de Caixa Operacional medida pelo EBITDA (R$ 48.351 mil no 1T16 contra R$ 49.799 mil no 1T15), uma vez que as menores margens na cultura do algodão  foram compensadas pelo maior volume de soja faturada e também melhores margens nessa cultura. O  Resultado Liquido, por sua vez, encerrou o período em R$ 2.671 mil negativos, contra R$ 33.208 mil positivo no 1T15. Essa variação na última linha ocorreu em grande parte devido à  apropriação dos Ativos Biológicos na receita e custo (principalmente no custo) e aos baixos preços do algodão faturado.

321042  - BAC 1000   -  02 Mai 2016, 22:49
AVANTE SLCE3

Fundos turbinam as cotações da soja Exclusivo para assinantesPara ler a matéria completa faça seu login ou cadastre-se O tsunami de compras especulativas que turbinou o mercado de soja em abril levou a cotação média dos contratos de segunda posição do grão a encerrar o mês com forte alta em relação a março na bolsa de Chicago. Segundo cálculos do

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320607  - BAC 1000   -  26 Abr 2016, 23:24
AVISA: MAIS AUMENTO DE POSIÇÃO EM SLCE3 HEHEHE

PERSPECTIVAS PARA 2016
A nossa área plantada para a safra 2015/16 apresenta crescimento de 2,0% em relação a safra 2014/15, atingindo 377,5 mil hectares, dando sequência à estratégica de desaceleração de crescimento privilegiando a geração de caixa.
Nossa expectativa atual de produtividade para a safra é positiva, no sentido de atingirmos a estimativa inicialmente divulgada. Apesar de um início de safra com apreensão, (pouca chuva), o nível de precipitação normalizou no final de dezembro/início de janeiro, e as lavouras de soja recuperaram potencial produtivo.
No negócio de transformação de terras, estamos prevendo para 2016 trabalhos de desenvolvimento nas fazendas Piratini, Paineira e Parceiro, visando obtenção do ganho imobiliário.
Atualmente (data - base de 07/03) estamos com 71,1% do volume esperado de soja para o ano travado (vendido) a 10,0 US$/Bushel, 78,3 do volume esperado de algodão travado/vendido a 69,2US₵/lb (ambos os preços em patamar bastante superior às cotações atuais), e 75,3% da exposição cambial travada a uma taxa média de câmbio de USD/R$ 3,4125.
Comparando com os valores travados em 2015, temos uma expansão de preço em Reais de 11,8% na soja e de 24,8% no algodão. Esperamos também melhoria relevante nos preços realizados de milho para 2016 em relação a 2015. Se fizermos a análise combinada de aumento de custos de produção e expectativa de melhoria de produtividade, temos que o custo unitário dessas culturas deve ter aumento em menor proporção; dessa forma, esperamos expansão de margens para 2016, com exceção da soja.

319996 - BAC 1000  -  08 Abr 2016, 18:43
MAIS SOBRE SLCE3

A SLC Agrícola (SLCE3) é uma das poucas empresas que passaram com folga pelo difícil ano de 2015.

A SLC Agrícola lucrou 73% mais no ano passado, em comparação com 2014, alcançando R$ 121 milhões. O resultado foi encorpado pela capacidade da empresa de compensar a expansão de 136% das despesas financeiras com o aumento de 223% dos ganhos financeiros.



MENSAGEM DA ADMINISTRAÇÃO

No final de 2014 vislumbrávamos um 2015 desafiador, frente ao cenário de preços de commodities em queda e à conjuntura político-econômica brasileira. Apesar dos ventos contrários, através da execução disciplinada de nossa política de hedge combinada com gestão criteriosa de custos e controle operacional, conseguimos bater uma série de recordes ao longo de 2015, tais como: volume de produção de soja (638,6 mil toneladas), receita líquida (R$1,8 bilhão), EBITDA (R$339,7 milhões) e geração de caixa livre (R$132,5 milhões). Esses resultados foram impulsionados também, em parte, pela expressiva desvalorização do Real frente ao Dólar ao longo do ano, de 46,6%, mudança de patamar que é benéfica ao nosso negócio e que deverá ter reflexos ainda mais nítidos em 2016.

Na safra 2014/15 plantamos 370 mil hectares, um aumento de 7,7% em relação à safra 2013/14. Tivemos aumento de produtividade de 5% na soja em relação ao ano-safra anterior que, combinado com a expansão de 13% na área plantada dessa cultura, nos levou à produção de 638,6 mil toneladas.

No caso do algodão de segunda-safra e do milho de segunda-safra, as produtividades foram excelentes: 10,8% superior à safra 2013/14 e 2,16% superior ao projeto, respectivamente. No ano de 2015 a nossa receita líquida atingiu R$1,8 bilhão, com crescimento de 17,5% em relação a 2014 em virtude do maior volume faturado e aumento dos preços unitários, impacto também da apreciação do Dólar ao longo do ano. Alcançamos um EBITDA ajustado de R$339,7 milhões, com aumento de 6,1% frente a 2014, e margem de 23%.

O Lucro Líquido foi de R$121 milhões, 72,7% superior ao ano anterior e com crescimento de margem de 2,9 p.p., passando de 5,3% para 8,2%. Essa evolução é atribuída principalmente ao aumento do Resultado Bruto – uma vez que houve expansão de margens em praticamente todas as culturas – combinado com queda das Despesas Gerais e Administrativas.

Outro indicador bastante relevante foi a geração de caixa livre atingida (após os investimentos de capital), de R$132,5 milhões (vide anexo 5 – Demonstração de Fluxo de Caixa), em linha com o foco estratégico atual da Companhia de reduzir o ritmo de crescimento, priorizando a solidez financeira, após um ritmo forte de expansão com recursos oriundos do IPO e Follow-on (2007- 2008).

A relação Dívida Líquida/EBITDA Ajustado encerrou o ano em 3,2 vezes, com o alongamento do perfil da dívida, sendo que atualmente temos 50,4% da divida em longo prazo (contra apenas 41% no final de 2014).

O nosso portfólio de terras próprias, conforme laudo independente assinado pela empresa Deloitte Touche Tohmatsu, datado de julho de 2015, apresentou valor de R$3,42 bilhões, apreciação de 7% em relação à avaliação de 2014, validando a tese de que mesmo em períodos de queda de preços internacionais das commodities e de desaceleração econômica, os preços de terras no Brasil tendem, ao menos, a acompanhar a inflação (o índice IGP-DI dos 12 meses anteriores à avaliação havia sido de 7,4%). Nossa subsidiária com foco imobiliário SLC LandCo, conforme Comunicado ao Mercado divulgado em 24 de setembro, adquiriu 13.288 hectares (5.445 agricultáveis e desenvolvidos) no Estado do Mato Grosso, e também 542 hectares (434 agricultáveis e desenvolvidos) no Estado da Bahia.

A área adquirida no Mato Grosso entrará em produção a partir da safra 2016/17, e, pela proximidade geográfica, ficará sob gestão da unidade Fazendas Perdizes. A área adquirida na Bahia já era arrendada e operada pela Companhia, e continuará sob gestão da unidade Fazenda Palmares. Neste ano certificamos mais duas fazendas – Fazenda Pamplona e Fazenda Planorte – no Sistema de Gestão Integrado (SGI), que compreende as normas internacionais ISO 14.001:2004 (gestão ambiental) NBR 16.001:2004 (responsabilidade social) e OHSAS 18.001:2007 (gestão de saúde e segurança). Com isso, temos atualmente cinco fazendas certificadas: Pamplona, Planalto, Paiaguás, Planorte e Panorama.



PERSPECTIVAS PARA 2016

A nossa área plantada para a safra 2015/16 apresenta crescimento de 2,0% em relação a safra 2014/15, atingindo 377,5 mil hectares, dando sequência à estratégica de desaceleração de crescimento privilegiando a geração de caixa. Nossa expectativa atual de produtividade para a safra é positiva, com exceção da soja, que foi impactada pela estiagem. Apesar de um início de safra com apreensão (pouca chuva), o nível de precipitação se normalizou no final de dezembro/início de janeiro, e as lavouras recuperaram potencial produtivo.

Na segunda quinzena de fevereiro tivemos uma nova estiagem na região nordeste, o que provocou perdas na soja, de forma que ajustamos a expectativa de produtividade para essa cultura para 3.012 kg/hectare. Nas demais culturas a é atingir o projeto. No negócio de transformação de terras, estamos prevendo para 2016 trabalhos de desenvolvimento nas fazendas Piratini, Paineira e Parceiro, visando obtenção do ganho imobiliário.

Como podemos verificar na tabela de hedge (Tabela 29), atualmente (data-base de 07/03) estamos com 71,1% do volume esperado de soja para o ano travado (vendido) a 10,0 US$/Bushel, 78,3 do volume esperado de algodão travado/vendido a 69,2US₵/lb (ambos os preços em patamar bastante superior às cotações atuais), e 75,3% da exposição cambial travada a uma taxa média de câmbio de USD/R$ 3,4125. Comparando com os valores travados em 2015, temos uma expansão de preço em Reais de 16,0% na soja e de 28,0% no algodão.
Esperamos também incremento de 17% nos preços realizados de milho para 2016 em relação a 2015. Se fizermos a análise combinada de aumento de custos de produção e expectativa de melhoria de produtividade (ver Tabelas 5 e 21), temos que o custo unitário dessas culturas deve ter aumento em menor proporção; dessa forma, esperamos expansão de margens para 2016.


ALGODÃO
O mercado internacional do algodão apresentou pouca volatilidade de preço em 2015. Se, por um lado, a redução de área e fatores climáticos adversos afetaram a produção mundial da safra 2015/16 e sustentam as cotações, por outro o mercado tem encontrado resistência para altas expressiva principalmente devido aos altos estoques chineses e às incertezas do cenário econômico internacional. No mercado brasileiro, a desvalorização do Real frente ao Dólar permitiu um aumento 11,4% do fluxo de vendas para o mercado externo na safra 2014/15 em relação ao ano anterior. O aumento nas exportações reduziu a oferta doméstica e consequentemente fez os preços locais em Dólar convergirem com os preços de paridade de exportação, o que elevou consideravelmente a cotação da pluma em reais.

SOJA
Os preços da soja negociados na CBOT (Chicago Board of Trade) apresentaram queda nas cotações em 2015. Essa queda está relacionada principalmente ao aumento da produção e estoques nos Estados Unidos na safra 2015/16, aumento da área plantada na America do Sul e também às incertezas do cenário econômico mundial (especialmente a queda do preço do petróleo), que deixaram os especuladores em posição defensiva em relação a posições compradas em commodities. Apesar da queda do mercado internacional, no Brasil os preços tiveram trajetória de alta, principalmente devido à desvalorização do Real diante do Dólar, o que permitiu exportações recordes, reduziu a disponibilidade doméstica e intensificou o efeito de entressafra no segundo semestre de 2015.

MILHO
Os preços do milho também apresentaram queda no mercado internacional em 2015. Entretanto, no Brasil, a desvalorização do Real frente ao dólar aumentou o preço do milho em Reais no mercado interno e permitiu volume expressivo de vendas, principalmente para o mercado externo, onde o Brasil aumentou sua competitividade. No ultimo trimestre de 2015 e inicio de 2016 o mercado já precificava a queda nos estoques causada pelas exportações, e o preço do milho no mercado brasileiro superou o preço do mercado internacional, mesmo considerando o preço em dólares.

SOJA
A área cultivada de soja compreende 212 mil hectares. A região Nordeste apresentou déficit hídrico relevante no mês de fevereiro, ficando praticamente 30 dias sem chuva, impactando, assim, o potencial produtivo, de forma que a nossa estimativa atual de produtividade é de 3.012kg/ha, uma redução de 5,6% em relação ao projeto inicial.

A Receita Líquida no 4T15 apresentou crescimento de 33,1% quando comparada ao mesmo período do ano anterior. Sem o efeito dos Ativos Biológicos, que não possuem efeito caixa, a receita apresentou aumento de 32,8%. Em 2015 a Receita Líquida cresceu 17,5% em relação a 2014. Sem o efeito dos Ativos Biológicos, a evolução foi de 10,9%. O maior volume faturado e o aumento dos preços unitários, este último beneficiado pela desvalorização do Real frente ao Dólar ao longo de 2015, explicam a expansão em ambos os períodos.


RESULTADO FINANCEIRO LÍQUIDO No 4T15, o resultado financeiro líquido foi negativo em R$23.751 mil, contra R$42.056 mil negativos no 4T14, resultado da redução no impacto da variação cambial sobre a exposição passiva em dólar, basicamente na conta de fornecedores. (4T14- câmbio de R$2,6783, valorização de 9,22% em relação ao 3T14 (R$2,4522) e no e 4T15 desvalorização 5,16%, câmbio de R$3,9048 em relação ao câmbio do 3T15 (R$4,1172). Destacamos que, como parte da divida em Dólar esta “swapada” para Reais e outra parte está alocada como hedge accounting – na qual os efeitos são registrados na conta de Receita de Vendas, quando realizadas – a variação cambial sobre a dívida em Dólar acaba por não impactar o Resultado Financeiro quando analisamos os números de forma agregada.

Para melhor entendimento desse impacto, sugerimos observar a tabela 27, a seguir, com o Resultado Financeiro Líquido Ajustado. No ano de 2015, o resultado financeiro líquido foi negativo em R$118.844 mil, contra R$101.726 mil em 2014. As principais variações foram: (i) aumento do endividamento bruto; (ii) taxas de juros mais altas; e (iii) desvalorização do Real, que impactou os Fornecedores vinculados à variação do Dólar.
http://lupamercantil.blogspot.com/

319995 - BAC 1000  - 08 Abr 2016, 18:39
AVISA: Dobrei posição em SLCE3...
Uma das poucas empresas que tiveram lucro em 2015...
E no caso de SLCE3, lucro record...
Se o PT sair e o dólar cair, aí que a empresa decola...
Se for a 14,XX aumento mais a posição...
Outro melzinho na chupeta...
Boa tarde a todos...


Análise da Empiricus sobre o resultado da SLC


Bons resultados para SLC, cujo case ainda pede cautela

Esperamos reação positiva das ações de SLC Agrícola (SLCE3) aos recém-divulgados resultados do quarto trimestre - período em que lucrou R$ 35 milhões, mais que o dobro dos ganhos observados no 4T14.

Em termos de faturamento, a performance também agradou, com alta de 33% na receita líquida beneficiada pela forte desvalorização do real frente a dólar, a qual acabou compensando os preços mais baixos dos grãos no mercado internacional.

Já do lado negativo, o bom desempenho operacional não foi suficiente para mitigar o impacto negativo da variação cambial no endividamento, fazendo com que a companhia ampliasse a alavancagem para 3,22x a dívida líquida/ebitda ao final do trimestre. Em contrapartida, diante da expectativa de maior geração de caixa ao longo do ano (foram R$ 132 milhões nesta linha em 2015, um recorde para a companhia), esperamos que o nível diminua gradativamente nas próximas divulgações.

Gostamos de SLC, principalmente pela forte expertise que possui em sua área de atuação (as primeiras páginas da apresentação de resultados ilustram bem a eficiência da empresa). Em contrapartida, diante de um cenário de baixa aos preços dos grãos lá fora e da alavancagem ainda desconfortável, sugerimos certa cautela com o curto prazo de SLCE3.

318815  - TraderCenter  - 10 Mar 2016, 18:01
A SLC Agrícola (SLCE3) é uma das poucas empresas que passaram com folga pelo difícil ano de 2015.

A SLC Agrícola lucrou 73% mais no ano passado, em comparação com 2014, alcançando R$ 121 milhões. O resultado foi encorpado pela capacidade da empresa de compensar a expansão de 136% das despesas financeiras com o aumento de 223% dos ganhos financeiros.



MENSAGEM DA ADMINISTRAÇÃO

No final de 2014 vislumbrávamos um 2015 desafiador, frente ao cenário de preços de commodities em queda e à conjuntura político-econômica brasileira. Apesar dos ventos contrários, através da execução disciplinada de nossa política de hedge combinada com gestão criteriosa de custos e controle operacional, conseguimos bater uma série de recordes ao longo de 2015, tais como: volume de produção de soja (638,6 mil toneladas), receita líquida (R$1,8 bilhão), EBITDA (R$339,7 milhões) e geração de caixa livre (R$132,5 milhões). Esses resultados foram impulsionados também, em parte, pela expressiva desvalorização do Real frente ao Dólar ao longo do ano, de 46,6%, mudança de patamar que é benéfica ao nosso negócio e que deverá ter reflexos ainda mais nítidos em 2016.

Na safra 2014/15 plantamos 370 mil hectares, um aumento de 7,7% em relação à safra 2013/14. Tivemos aumento de produtividade de 5% na soja em relação ao ano-safra anterior que, combinado com a expansão de 13% na área plantada dessa cultura, nos levou à produção de 638,6 mil toneladas.

No caso do algodão de segunda-safra e do milho de segunda-safra, as produtividades foram excelentes: 10,8% superior à safra 2013/14 e 2,16% superior ao projeto, respectivamente. No ano de 2015 a nossa receita líquida atingiu R$1,8 bilhão, com crescimento de 17,5% em relação a 2014 em virtude do maior volume faturado e aumento dos preços unitários, impacto também da apreciação do Dólar ao longo do ano. Alcançamos um EBITDA ajustado de R$339,7 milhões, com aumento de 6,1% frente a 2014, e margem de 23%.

O Lucro Líquido foi de R$121 milhões, 72,7% superior ao ano anterior e com crescimento de margem de 2,9 p.p., passando de 5,3% para 8,2%. Essa evolução é atribuída principalmente ao aumento do Resultado Bruto – uma vez que houve expansão de margens em praticamente todas as culturas – combinado com queda das Despesas Gerais e Administrativas.

Outro indicador bastante relevante foi a geração de caixa livre atingida (após os investimentos de capital), de R$132,5 milhões (vide anexo 5 – Demonstração de Fluxo de Caixa), em linha com o foco estratégico atual da Companhia de reduzir o ritmo de crescimento, priorizando a solidez financeira, após um ritmo forte de expansão com recursos oriundos do IPO e Follow-on (2007- 2008).

A relação Dívida Líquida/EBITDA Ajustado encerrou o ano em 3,2 vezes, com o alongamento do perfil da dívida, sendo que atualmente temos 50,4% da divida em longo prazo (contra apenas 41% no final de 2014).

O nosso portfólio de terras próprias, conforme laudo independente assinado pela empresa Deloitte Touche Tohmatsu, datado de julho de 2015, apresentou valor de R$3,42 bilhões, apreciação de 7% em relação à avaliação de 2014, validando a tese de que mesmo em períodos de queda de preços internacionais das commodities e de desaceleração econômica, os preços de terras no Brasil tendem, ao menos, a acompanhar a inflação (o índice IGP-DI dos 12 meses anteriores à avaliação havia sido de 7,4%). Nossa subsidiária com foco imobiliário SLC LandCo, conforme Comunicado ao Mercado divulgado em 24 de setembro, adquiriu 13.288 hectares (5.445 agricultáveis e desenvolvidos) no Estado do Mato Grosso, e também 542 hectares (434 agricultáveis e desenvolvidos) no Estado da Bahia.

A área adquirida no Mato Grosso entrará em produção a partir da safra 2016/17, e, pela proximidade geográfica, ficará sob gestão da unidade Fazendas Perdizes. A área adquirida na Bahia já era arrendada e operada pela Companhia, e continuará sob gestão da unidade Fazenda Palmares. Neste ano certificamos mais duas fazendas – Fazenda Pamplona e Fazenda Planorte – no Sistema de Gestão Integrado (SGI), que compreende as normas internacionais ISO 14.001:2004 (gestão ambiental) NBR 16.001:2004 (responsabilidade social) e OHSAS 18.001:2007 (gestão de saúde e segurança). Com isso, temos atualmente cinco fazendas certificadas: Pamplona, Planalto, Paiaguás, Planorte e Panorama.



PERSPECTIVAS PARA 2016

A nossa área plantada para a safra 2015/16 apresenta crescimento de 2,0% em relação a safra 2014/15, atingindo 377,5 mil hectares, dando sequência à estratégica de desaceleração de crescimento privilegiando a geração de caixa. Nossa expectativa atual de produtividade para a safra é positiva, com exceção da soja, que foi impactada pela estiagem. Apesar de um início de safra com apreensão (pouca chuva), o nível de precipitação se normalizou no final de dezembro/início de janeiro, e as lavouras recuperaram potencial produtivo.

Na segunda quinzena de fevereiro tivemos uma nova estiagem na região nordeste, o que provocou perdas na soja, de forma que ajustamos a expectativa de produtividade para essa cultura para 3.012 kg/hectare. Nas demais culturas a é atingir o projeto. No negócio de transformação de terras, estamos prevendo para 2016 trabalhos de desenvolvimento nas fazendas Piratini, Paineira e Parceiro, visando obtenção do ganho imobiliário.

Como podemos verificar na tabela de hedge (Tabela 29), atualmente (data-base de 07/03) estamos com 71,1% do volume esperado de soja para o ano travado (vendido) a 10,0 US$/Bushel, 78,3 do volume esperado de algodão travado/vendido a 69,2US₵/lb (ambos os preços em patamar bastante superior às cotações atuais), e 75,3% da exposição cambial travada a uma taxa média de câmbio de USD/R$ 3,4125. Comparando com os valores travados em 2015, temos uma expansão de preço em Reais de 16,0% na soja e de 28,0% no algodão.
Esperamos também incremento de 17% nos preços realizados de milho para 2016 em relação a 2015. Se fizermos a análise combinada de aumento de custos de produção e expectativa de melhoria de produtividade (ver Tabelas 5 e 21), temos que o custo unitário dessas culturas deve ter aumento em menor proporção; dessa forma, esperamos expansão de margens para 2016.


ALGODÃO
O mercado internacional do algodão apresentou pouca volatilidade de preço em 2015. Se, por um lado, a redução de área e fatores climáticos adversos afetaram a produção mundial da safra 2015/16 e sustentam as cotações, por outro o mercado tem encontrado resistência para altas expressiva principalmente devido aos altos estoques chineses e às incertezas do cenário econômico internacional. No mercado brasileiro, a desvalorização do Real frente ao Dólar permitiu um aumento 11,4% do fluxo de vendas para o mercado externo na safra 2014/15 em relação ao ano anterior. O aumento nas exportações reduziu a oferta doméstica e consequentemente fez os preços locais em Dólar convergirem com os preços de paridade de exportação, o que elevou consideravelmente a cotação da pluma em reais.

SOJA
Os preços da soja negociados na CBOT (Chicago Board of Trade) apresentaram queda nas cotações em 2015. Essa queda está relacionada principalmente ao aumento da produção e estoques nos Estados Unidos na safra 2015/16, aumento da área plantada na America do Sul e também às incertezas do cenário econômico mundial (especialmente a queda do preço do petróleo), que deixaram os especuladores em posição defensiva em relação a posições compradas em commodities. Apesar da queda do mercado internacional, no Brasil os preços tiveram trajetória de alta, principalmente devido à desvalorização do Real diante do Dólar, o que permitiu exportações recordes, reduziu a disponibilidade doméstica e intensificou o efeito de entressafra no segundo semestre de 2015.

MILHO
Os preços do milho também apresentaram queda no mercado internacional em 2015. Entretanto, no Brasil, a desvalorização do Real frente ao dólar aumentou o preço do milho em Reais no mercado interno e permitiu volume expressivo de vendas, principalmente para o mercado externo, onde o Brasil aumentou sua competitividade. No ultimo trimestre de 2015 e inicio de 2016 o mercado já precificava a queda nos estoques causada pelas exportações, e o preço do milho no mercado brasileiro superou o preço do mercado internacional, mesmo considerando o preço em dólares.

SOJA
A área cultivada de soja compreende 212 mil hectares. A região Nordeste apresentou déficit hídrico relevante no mês de fevereiro, ficando praticamente 30 dias sem chuva, impactando, assim, o potencial produtivo, de forma que a nossa estimativa atual de produtividade é de 3.012kg/ha, uma redução de 5,6% em relação ao projeto inicial.

A Receita Líquida no 4T15 apresentou crescimento de 33,1% quando comparada ao mesmo período do ano anterior. Sem o efeito dos Ativos Biológicos, que não possuem efeito caixa, a receita apresentou aumento de 32,8%. Em 2015 a Receita Líquida cresceu 17,5% em relação a 2014. Sem o efeito dos Ativos Biológicos, a evolução foi de 10,9%. O maior volume faturado e o aumento dos preços unitários, este último beneficiado pela desvalorização do Real frente ao Dólar ao longo de 2015, explicam a expansão em ambos os períodos.


RESULTADO FINANCEIRO LÍQUIDO No 4T15, o resultado financeiro líquido foi negativo em R$23.751 mil, contra R$42.056 mil negativos no 4T14, resultado da redução no impacto da variação cambial sobre a exposição passiva em dólar, basicamente na conta de fornecedores. (4T14- câmbio de R$2,6783, valorização de 9,22% em relação ao 3T14 (R$2,4522) e no e 4T15 desvalorização 5,16%, câmbio de R$3,9048 em relação ao câmbio do 3T15 (R$4,1172). Destacamos que, como parte da divida em Dólar esta “swapada” para Reais e outra parte está alocada como hedge accounting – na qual os efeitos são registrados na conta de Receita de Vendas, quando realizadas – a variação cambial sobre a dívida em Dólar acaba por não impactar o Resultado Financeiro quando analisamos os números de forma agregada.

Para melhor entendimento desse impacto, sugerimos observar a tabela 27, a seguir, com o Resultado Financeiro Líquido Ajustado. No ano de 2015, o resultado financeiro líquido foi negativo em R$118.844 mil, contra R$101.726 mil em 2014. As principais variações foram: (i) aumento do endividamento bruto; (ii) taxas de juros mais altas; e (iii) desvalorização do Real, que impactou os Fornecedores vinculados à variação do Dólar.
http://lupamercantil.blogspot.com/

<1 p=""> Lucro da SLC no 4o tri sobe 54% com redução de despesas

SÃO PAULO, 13 Mar (Reuters) - A SLC Agrícola, uma das maiores produtoras agrícolas do Brasil, registrou um lucro de 50,84 milhões de reais no quarto trimestre de 2012, alta de 54,1 por cento ante o mesmo período do ano anterior, devido à redução das despesas financeiras e administrativas.

A empresa, também uma das maiores proprietárias de terras do Brasil, registrou Ebitda Ajustado 106,75 milhões de reais, redução de 7 por cento em relação ao mesmo período do ano passado.

"Essa redução ocorreu principalmente em função da queda no volume faturado de algodão e soja entre os períodos, parcialmente compensada pela melhora na margem da soja e do algodão", segundo a nota.

A receita líquida caiu 7,6 por cento no quarto trimestre, fechando o período em 298,89 milhões de reais, em função, principalmente, da variação no resultado de hedge cambial (variação de 43,81 milhões de reais entre trimestres).

ANO

Já em 2012 a companhia reportou queda de 76 por cento em seu lucro líquido consolidado, para 38,43 milhões de reais. O resultado foi impactado principalmente pela redução no resultado bruto e pela variação monetária negativa (despesa financeira), oriunda da atualização da dívida relativa à compra de terras indexadas ao valor da saca de soja em uma das subsidiárias da companhia.

O resultado bruto, por sua vez, foi impactado, principalmente, "pela redução na apropriação dos ativos biológicos na cultura do algodão, devido à redução do preço praticado no mercado durante o período de colheita entre os anos".

A receita líquida no ano de 2012 foi de 1,11 bilhão de reais, aumento de 11,2 por cento em relação ao ano anterior.

2012/13

Para a temporada 2012/13, cuja colheita de soja e milho está começando, a SLC prevê um plantio de 280,4 mil hectares, crescimento de 13,2 por cento na comparação com a safra anterior.

A soja responderá por mais da metade do total, somando 150,9 mil hectares, aumento de mais de 30 por cento na comparação com o ciclo passado.

A área de algodão está estimada em 76,2 mil hectares, queda de quase 20 por cento, com a soja ganhando espaço da pluma.

O plantio de milho deve crescer 35,4 por cento, para 47,6 mil hectares.
(Por Roberto Samora)

123142 - Barbado - 29/Mar/2012 14:10
Eu notei o mesmo "ponto negativo" quando lí o release, porque diabos vão se meter em outros países, já não chega os nossos imensos problemas...?.

Só para refrescar a memória os nossos irmãos "Brasilguaios" estão na iminência de perderem suas propriedades no Paraguai, adquiridas a mais de 30 anos, fala sério...

123134 - herdsman - 29/Mar/2012 14:08
Breve comentário sobre SLCE3.
Bom resultado. Estrutura (maquinário por hectare etc.etc.) super enxuto.
Vale a pena ler o release para quem tem um pouco de interesse pela agricultura.

A chave do negocio porém está no valorização da terra.
Investe em SLCE3 quem pensa em proteger patrimônio, porque no longo prazo vai ser mais seguro que o dólar.

Do release:(pena que contrataram o famigerado Deloitte)

"Em 2011, como fazemos todos os anos, também marcamos a mercado o valor de nosso portfólio de terras próprias, que, com base em laudo da empresa Deloitte Touche Tohmatsu datado de maio de 2011, apresentou valor de R$ 1.756 milhões, apreciação de 15% no preço médio do hectare em relação à avaliação de 2010, agregando valor aos ativos companhia. "

Claro que não vai haver valorização de 15% todos os anos, mas 10% é quase normal. Estou falando de experiencia própria.
Para 2012 SLCE apostou novamente no algodão, mas não temos preços tão bons como em 2011. Soja está indo muito bem por enquanto em 2012.
Ideias interessantes são o projeto Landco.., cana de açúcar etc.etc.


bobagem é o plano de iniciar atividades em outros países

Análise Coin Valores
A SLC Agrícola é uma das maiores proprietárias de terras do Brasil e uma das maiores produtoras agrícolas brasileiras, com foco em soja, algodão e milho. Possui 11 unidades de produção, estrategicamente localizadas em 6 estados brasileiros, e atingiu 223 mil hectares de área plantada no ano-safra 2009/10.

RETROSPECTIVA 2010
Os resultados do ano de 2010 foram reflexo, principalmente, da safra 2009/10, cujo plantio teve início em setembro de 2009. Na formação do custo de produção daquele ano-safra – primeiro item para definição das margens – tivemos impacto positivo oriundo da redução nos preços dos principais fertilizantes na comparação com a safra 2008/09. Tivemos, no entanto, ao longo da safra, algumas perdas de produtividade em virtude de problemas climáticos em algumas regiões onde estão localizadas nossas unidades (notadamente Mato Grosso). Em termos de preços de commodities, observamos um cenário estável ao longo do primeiro semestre, porém com forte recuperação a partir da metade do ano – influenciada principalmente pelos severos problemas climáticos na Europa, amplificada pela firme demanda asiática. Em resumo, vimos 2010 como um ano de recomposição de margens, após um ano fraco em termos de resultados que foi 2009. Adquirimos áreas novas para plantio, e também fechamos novos contratos de arrendamento (no Mato Grosso e na Bahia), apesar de termos apresentado crescimento considerado moderado em área plantada para o novo exercício, pois tivemos que revisar para baixo (em 8.000 hectares) a área plantada total em virtude do atraso do início das chuvas no Estado do Mato Grosso, fenômeno que atingiu boa parte do Estado.

PERSPECTIVA 2011


Para 2011 a Companhia projeta um cenário bastante favorável, dadas as condições do ponto de vista macro, notadamente em relação às possibilidades de nova redução nos custos de produção para a safra 2010/11 (preços de fertilizantes e defensivos) e bom cenário econômico, este último favorecendo a demanda pelos nossos produtos, o que traz suporte para os preços. Anunciamos em novembro nossa primeira estimativa de plantio para a safra 2010/11, de 230,6 mil hectares - sendo 85 mil hectares de algodão, um crescimento de 36% na área de algodão em relação ao ano-safra anterior, com o objetivo de aproveitar o excelente cenário de preços (e margens) da commodity no momento.

18333 - herdsman - 25/Out/2009 08:03
citação: luciomedeirosAlguem pode comentar sobre os fundamentos de SLCE3?
Preço deu uma caída forte nesta semana que passou. Será que vale uma entrada para longo prazo?


Não acredito em resultados bonitos num horizonte proximo porque a receita do setor agrícola está atrelada a dólar. No setor é dificil manter um retorno sobre capital investido maior que 5%. Então nem que vc compra ela no VPA de 8 R$ o retorno não promete muito. Cuidado com segurança sentimental que um ativo com terras traz. Vc pagará caro por isso.



6585 - herdsman - 04/Jun/2009 10:34
acredito em SLCE3 sim, como firma (queria ser dono !) mas não como investimento. Citei ela como um das maiores fazendas e das mais transparentes, para mostrar que a base do agronegocio não está ganhando tanto dinheiro assim como vcs pensam. E com dólar baixando o sofrimento vai continuar. Soja foi bom este ano, vai ajudar bem SLCE3. Pecuaria em geral foi péssimo. Com Petrodólar mudando 'for ever' o balanço comercial, penso que muito em breve devemos constatar que o agricultura do USA é o mais competitivo. Os supracitados ativos só podem faturar bem se nos vamos bem. Aí é que está minha duvida? 

3817 - herdsman - 08/Abr/2009 15:47
Todos deviam olhar

http://www.fundamentus.com.br/detalhes.php?papel=slce3&x=25&y=11

SLCE3 SLC agricola. sem dúvida a maior empresa agrícola do Brasil.

"Mais de 200.000 hectare nas melhores regioes.Maquinario novo, começo praticamente sem dívidas. Veja o resultado 2008. ROE de 6 %."

Vai pagar 10 centavos de dividendos para ações que custam 13 R$.

"Vejo que vcs falam de fher3, beef, sadia como se fosse ter um pé no campo e pegar carona nos fábulosos lucros do celeiro do mundo. A realidade é outra."

"Quase não tem retorno financeiro, o risco é grande."

Mais um ano perdido para muita gente isto é o análise fundaquintalista do representante do setor Herdsman.

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