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sexta-feira, 17 de maio de 2019

RNI (RDNI)

Recomendações
Compra: Paulo Prof (2019)
Carteiras
BAC 1000 (jan/17) - bielzf (jan/18) - ch3481 (mar/13) -  fiberman (mar/13) - fridao (jul/18) - jbegood (nov/12) - MuadibGV (mai/16nov/16mar/17) - pampneto (out/12nov/12 e dez/12) - paulo_prof (out/12, 2015, 2016, jan/17, fev/17, mar/17, abr/17, mai/17mai/19) - rnelias (out/12) - TCU (out/12
Balanços
1T2019 -
paulo_prof  -
Mais um resultado pífio da empresa. Na comparação trimestral (1T19 vs 1T18), houve um bom aumento nominal da Receita Bruta (+9%), acompanhado de uma boa redução dos distratos (-21%), resultando numa Receita Líquida nominalmente 57,5% maior. Pouco adianta turbinar a Receita, descuidando do CPV. A margem bruta, que non exercício de 2018 foi de 22,2% em média, com um pico de 31,9% no 3T18, caiu para 13,5%. Em consequência, o Resultado Bruto ficou distante dos aprox. R$ 20 milhões que estimei acima, que seriam necessários para que a empresa seja capaz de completar o turn around.
Para mim, parece evidente que a redução da margem bruta está diretamente associada aos descontos dados ... aumenta a receita porque vende os imóveis a preço de banana ... mas esta receita não é suficiente para cobrir custos e despesas.
Objetivando "dourar a pílula" para o investidor desavisado, agora o "marketing de ri" inventou o seguinte: "a partir do 1T19, passaremos a analisar separadamente o resultado dos dois ciclos da companhia. Os produtos atualmente aderentes à nova estratégia (lançados a partir do 2S18) passarão a compor o grupo do “Modelo Atual”. Já os produtos anteriores, concluídos ou não, chamaremos de “Legado”. Através desta segregação podemos ver como os produtos do novo ciclo estão contribuindo ao resultado."
Como não poderia ser diferente, a margem bruta associada ao "Legado" (evidentemente canibalizada) é substancialmente menor do que aquela associada ao "Modelo Atual".
Continuo com a impressão de que o t8urn around não se realizará ainda neste exercício.

A2018/4T2018 -
paulo_prof - 
No que se refere exclusivamente números, os Resultados foram ruins. Como se trata de uma empresa em recuperação, não faz sentido comparar com os resultados de 2017. A comparação tem que ser feita com os resultados recentes para verificar como se desenvolve a recuperação.
A Receita Líquida caiu em relação ao 3T18 (-40%) e foi a pior trimestral do ano (-25% em relação à média trimestral). A margem bruta, que vinha crescendo desde do 1T18, também caiu: de 31,9% no 3T para 20,4%, e abaixo da média trimestral de 22,2%.
As despesas de vendas e administrativas aumentaram, respectivamente, 22,7 e 22,6% sobre aquelas do 3T e 12,7% e 16,4% sobre as médias trimestrais.
Outras Despesas cresceram, respectivamemte, 53,7% e 64,6% sobre aquelas do 3T e trimestrais médias.
Em termos nominais, o aumento destas despesas em relação aquelas do 3T foi de R$ 5,1 milhões, ou 15% da Receita Líquida do 4T.
Pelo lado positivo, a Receita de Equivalência Patrimonial somou R$ 8,1 milhões, quando nos 9M18 foi desprezível.
Há que se procurar saber como foi gerada esta Receita de Equivalência Patrimonial e se eventualmente é sustentável. Se eu tivessde que apostar no escuro, diria que muito provavelmente não é e, em consequência, será fator de pressão nos prõximos trimestres.
Suspeito que a empresa ainda esteja relagtiav,emte longe de completar o turn around. Para tanto, será necessário que produza uma Resultado Bruto trimestral acima dos R$ 20 milhões de forma consistente e mantenha as despesas de venda e administrativas controladas (no máximo igual a 85% do Resultado Bruto).

marcosvinicius2 -  
PAPEL SOBREVALORIZADO ( * ). A receita líquida atingiu R$ 289,7 milhões em 2017, queda de 25% em relação ao ano anterior, resultado do menor receitamento por evolução de obras (ao longo de 2017 foi entregue 7 empreendimentos, reduzindo o número de canteiros ativos de 16 para 9) e por conta do mix de venda em 2017, com um volume representativo de unidades de lançamento.; Os custos operacionais no ano de 2017, reduziram 20% em relação ao ano de 2016, atingindo R$278 milhões; Ao final de 2017, a posição de caixa era de R$105 milhões que somada aos recebíveis performados livres de dívida no montante de R$209 milhões representavam 2,6 vezes a dívida corporativa.

3T2016 -

A2012/4T2012 -
jbegood - 
gostei de rodobens

3T2012 -
danieljoseaa - 
resultado de RDNI3 veio dentro do que eu esperava 

paulo_prof - 
veio um pouco abaixo do que eu estava esperando. No geral, achei o resultado muito bom no sentido de que fornece as condições para que o ativo deslanche no médio prazo
Características
Compra e venda de imóveis; desmembramento ou loteamento de terrenos; incorporação imobiliária ou construção de imóveis destinados à venda; prestação de serviços a terceiros
Links
361123  - paulo_prof  -  10 Mai 2019, 17:57
Mais um resultado pífio da empresa. Na comparação trimestral (1T19 vs 1T18), houve um bom aumento nominal da Receita Bruta (+9%), acompanhado de uma boa redução dos distratos (-21%), resultando numa Receita Líquida nominalmente 57,5% maior. Pouco adianta turbinar a Receita, descuidando do CPV. A margem bruta, que non exercício de 2018 foi de 22,2% em média, com um pico de 31,9% no 3T18, caiu para 13,5%. Em consequência, o Resultado Bruto ficou distante dos aprox. R$ 20 milhões que estimei acima, que seriam necessários para que a empresa seja capaz de completar o turn around.

Para mim, parece evidente que a redução da margem bruta está diretamente associada aos descontos dados ... aumenta a receita porque vende os imóveis a preço de banana ... mas esta receita não é suficiente para cobrir custos e despesas.

Objetivando "dourar a pílula" para o investidor desavisado, agora o "marketing de ri" inventou o seguinte: "a partir do 1T19, passaremos a analisar separadamente o resultado dos dois ciclos da companhia. Os produtos atualmente aderentes à nova estratégia (lançados a partir do 2S18) passarão a compor o grupo do “Modelo Atual”. Já os produtos anteriores, concluídos ou não, chamaremos de “Legado”. Através desta segregação podemos ver como os produtos do novo ciclo estão contribuindo ao resultado."

Como não poderia ser diferente, a margem bruta associada ao "Legado" (evidentemente canibalizada) é substancialmente menor do que aquela associada ao "Modelo Atual".

Continuo com a impressão de que o t8urn around não se realizará ainda neste exercício.

359387  - paulo_prof   - 15 Mar 2019, 04:01
RDNI3

PREÇO: R$ 6,05

No que se refere exclusivamente números, os Resultados foram ruins. Como se trata de uma empresa em recuperação, não faz sentido comparar com os resultados de 2017. A comparação tem que ser feita com os resultados recentes para verificar como se desenvolve a recuperação.

A Receita Líquida caiu em relação ao 3T18 (-40%) e foi a pior trimestral do ano (-25% em relação à média trimestral). A margem bruta, que vinha crescendo desde do 1T18, também caiu: de 31,9% no 3T para 20,4%, e abaixo da média trimestral de 22,2%.

As despesas de vendas e administrativas aumentaram, respectivamente, 22,7 e 22,6% sobre aquelas do 3T e 12,7% e 16,4% sobre as médias trimestrais.

Outras Despesas cresceram, respectivamemte, 53,7% e 64,6% sobre aquelas do 3T e trimestrais médias.

Em termos nominais, o aumento destas despesas em relação aquelas do 3T foi de R$ 5,1 milhões, ou 15% da Receita Líquida do 4T.

Pelo lado positivo, a Receita de Equivalência Patrimonial somou R$ 8,1 milhões, quando nos 9M18 foi desprezível.

Há que se procurar saber como foi gerada esta Receita de Equivalência Patrimonial e se eventualmente é sustentável. Se eu tivessde que apostar no escuro, diria que muito provavelmente não é e, em consequência, será fator de pressão nos prõximos trimestres.

Suspeito que a empresa ainda esteja relagtiav,emte longe de completar o turn around. Para tanto, será necessário que produza uma Resultado Bruto trimestral acima dos R$ 20 milhões de forma consistente e mantenha as despesas de venda e administrativas controladas (no máximo igual a 85% do Resultado Bruto).

355695 - paulo_prof  -  08 Nov 2018, 15:58
Citação: fridao - Post #355683 - 08/Nov/2018 13:31
Prof. Paulo,
Mui encarecidamente gostaria de pedir que jogasse um olhar sobre RDNI. O resultado do 3T2018 saiu ontem. Será que existe alguma chance dessa maledeta ressuscitar?...rsss
Pelo que entendi, não fosse a venda de um terreno, a RDNI ainda postaria um prejuízo neste trimestre. Por outro lado, entretanto, deve-se reconhecer que a empresa está em vias de completar o turn around. Acredito que a partir do 4T18, os resultados sejam positivos.

355257 - paulo_prof  -  30 Out 2018, 22:28
Citação: manoellobato - Post #355248 - 30/Out/2018 20:36
Boa tarde
Prof. Paulo, vi que você comprou RDNI3 em setembro, comprou mais desde então? Quais empresas do setor acha interessante ter em carteira e qual o peso na carteira? Após o resultado de GRND3 e as recentes quedas na cotação o senhor acha uma boa opção nesse momento?
Considerando somente os fundamentos e o momento atual da empresa, acho que a melhor aposta é TRIS3. P/VPA = 0,77 e P/L = 6,05 (último trimestre). DIRR3, com P/VPA = 0,72 e turnaround quase certamente completado, seria uma 2a. oção.

RDNI3 é uma opção que provavelmente ainda demandará algum tempo. P/VPA = 0,29 certamente é um convite, mas não creio que saia do negativo antes do final do ano.

Não comprei mais RDNI3. Comprei DIRR3 por ocasião da distribuição dos proventos. Comprei, também, algumas TRIS3.

355235  - fridao  -  30 Out 2018, 17:15
Citação: bielzf - Post #355218 - 30/Out/2018 13:37
RDNI3 cotada a 0,32 do VPA, enquanto os pares HBOR3, GFSA3, EVEN3, ou seja , deveria estar cotada a 9,00 para ficar barata e está a 4,61. È a maior distorção da bolsa.
RDNI3...só alegria.
Empresa com muitos ativos escondidos...no longo prazo é mamão com açúcar...

349903  - paulo_prof  -  12 Mai 2018, 20:46
Citação: bielzf - Post #349881 - 11/Mai/2018 23:42
Prof Paulo! RDNI3 algum comentario?
Vai saber ... futurologia não é comigo ... rssss

A empresa vem gerando caixa positivo já há mais de ano ... se não me engano, já são quase R$ 200 milhões nos últimos 5 trimestres. Por outro lado, a empresa vem postando prejuízos já há 8 trimestres, num total também de aprox. 200 milhões. A geração de caixa é proporcionada pela "queima" de recebíveis (menos R$ 193 milhões em um ano) e estoques (menos R$ 35 milhões em um ano).

A margem bruta vem aumentando, os distratos e as despesas operacionais vem diminuindo. Mas a empresa ainda não consegue gerar lucro. Acho que não vai conseguir ainda por 2 trimestres.

348585  - marcosvinicius2 -  31 Mar 2018, 14:03
COMENTÁRIO: PAPEL SOBREVALORIZADO ( * ). A receita líquida atingiu R$ 289,7 milhões em 2017, queda de 25% em relação ao ano anterior, resultado do menor receitamento por evolução de obras (ao longo de 2017 foi entregue 7 empreendimentos, reduzindo o número de canteiros ativos de 16 para 9) e por conta do mix de venda em 2017, com um volume representativo de unidades de lançamento.; Os custos operacionais no ano de 2017, reduziram 20% em relação ao ano de 2016, atingindo R$278 milhões; Ao final de 2017, a posição de caixa era de R$105 milhões que somada aos recebíveis performados livres de dívida no montante de R$209 milhões representavam 2,6 vezes a dívida corporativa:

RDNI3
PREÇO: 6,19
PAYOUT (2017): 0,00%

Múltiplos baseados nos últimos 12 meses

P/L -2,91
P/VPA 0,42
PSR 0,94
DY 0,00%
EV/EBITDA -8,31
MARGEM BRUTA 3,93%
MARGEM OPERACIONAL -28,44%
MARGEM LÍQUIDA -32,17%
LUCRO POR AÇÃO -2,129
MARGEM EBITDA -25,52%
DÍVIDA BRUTA/PATRIMÔNIO LÍQUIDO 68,79%
ROE -14,53%
LIQUIDEZ CORRENTE 1,58

Taxas de Crescimento Nominal

a) últimos 12 meses sobre 12 terminados no 4T16, nominal
RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA -24,94%
RESULTADO BRUTO -70,08%
RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO -73,20%
RESULTADO OPERACIONAL 36,76%
RESULTADO LÍQUIDO 23,06%
EBITDA 23,46%

b) 4T17 sobre 4T16, nominal
RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA -24,94%
RESULTADO BRUTO -70,08%
RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO -73,20%
RESULTADO OPERACIONAL 36,76%
RESULTADO LÍQUIDO 23,06%
EBITDA 23,46%

c) lucro (taxa média anual)
UA 23,06%
U2A ND
U3A -210,87%

d) patrimônio líquido médio
UA -15,08%
U2A -9,31%
U3A -7,36%

Preço justo fornecido pela fórmula do FCD para uma taxa média de crescimento real nulo do lucro líquido dos últimos 12 meses durante 5 anos, perpetuidade real nula e taxa de desconto real de 8%: R$ ND
Ou, taxa de crescimento real do lucro líquido dos últimos 12 meses necessária, durante os próximos 5 anos, para que o preço justo fornecido pela fórmula do FCD seja igual ao preço corrente (com uma perpetuidade real nula e taxa de desconto anual real de 8%): ND !!!!
[...]

348182  - paulo_prof   -  18 Mar 2018, 02:27
Citação: tnl - Post #348169 - 17/Mar/2018 12:45
Professor e demais, viram o resultado de RDNI ?!! O q acharam ? Desde já agradeço à atenção
Vi os números ... não li o relatório. Acho que a empresa só conseguirá ficar no azul, se conseguir um Resultado Bruto de aprox. R$ 25 milhões no trimestre. Suspeito que vá demorar mais uns 2 trimestres. No exercício, o endividamento líquido foi reduzido em R$ 196 milhões (54%). Há que se ler o relatório para se entender os detalhes e ter uma melhor ideia do estado atual da empresa.

Pessoalmente, não consideraria como "alternativos" a QGEP3 e a UNIP6. Acho que o risco de um investimento nestes ativos nos preços atuais não é relevante. Ambos apresentam uma estrutura de capital muito boa para enfrentarem eventuais contingências.

Já o mesmo não pode ser afirmado em relação a RDNI3 e TCSA3, tampouco em relção a BMEB4 e PINE4. O investimento nestes ativos é especulativo por natureza e, como tal, os respectivos percentuiais devem em princípio ser pequenos.

345670  - MuadibGV -  29 Dez 2017, 19:08
Seria este analista o Rodrigo? Lembro que ele era fã da Rodobens.

Quase tudo que essa análise diz sobre a RDNI se aplica às outras construtoras que acompanho: desconto sobre o VPA, geração de caixa esperada nos próximos tris, terrenos contabilizados a valor histórico.

Não conheço o controlador da Rodobens, mas no resto não vejo porque preferir essa empresa a outras.

Direcional por exemplo, está mostrando reação nas vendas e distratos.

Helbor é mais parruda e atua em mais praças.

Repetindo o que falei antes, se tivesse que comprar uma seria Eztec.

345560  - bielzf   -  27 Dez 2017, 17:42
Compartilho uma analise fundamentada sobre RDNI3

Eu venho comprando constantemente RDNI3 e os meus principais motivos são: 1) grande diferença entre o VM de o VP, o menor de todos se desconsideramos aqueles que possuem patrimônio líquido; 2) tem um controlador super forte, o que nenhuma outra construtora possui; 3) Esse controlador demonstrou bem que está disposto a auxiliar a empresa, caso necessário, como fez este ano com as compras de recebíveis sem direito de regresso e com as compras de diversos imóveis para encerrar as vendas de 2 edifícios; 4) VP que não reflete bem o valor de todos imóveis, pois muitos terrenos foram comprados nos anos de 2005-2008 e estão com VP daquela época; 5) possui bons projetos na área de loteamentos, os quais possuem margem de lucro muito alta; 6) previsão de alta geração de caixa entre o 3º tri de 2017 e o final de 2018; entre alguns outros fatores.
Recentemente tiveram alguns fatos que auxiliaram no meu otimismo, com os novos lançamentos. O destaque é o fato de que os lançamentos no 3º tri possuem um VGV de quase o VM da empresa, o que chega a ser um absurdo.
Agora, respondendo objetivamente a sua pergunta, o que observar: 1) velocidade de venda dos imóveis recém lançados. O Green Home, lançamento em novembro, vendeu 26% das unidades no lançamento. 2) geração de caixa. A empresa entregou um VGV de R$ 400 milhões no 2º tri, os quais já estão gerando caixa, mas os atrasos nos repasses de financiamento demoram para permitir a geração de caixa. 3) redução dos distratos, que precisam voltar a representar 1/3 das vendas, para possibilitar um equilíbrio; 4) novos lançamentos, a empresa promete lançamentos de até R$ 500 milhões este ano, o que é possível, pois tem projetos aprovados e o projeto de Rondonópolis foi lançado em etapas; 5) acompanhar quando vão lançar a segunda etapa de Rondonópolis, se ocorrer até junho, é porque as vendas lá estão um sucesso, visto que a 1ª etapa foi lançada em 27.11; 6) evolução da dívida, tenho expectativas de que zerem, ou cheguem perto disso, até o final do 2º tri de 2018.
Depois, outro dado a ser acompanhado nela e em todas as construtoras será a mudança contábil. Ainda não há certeza de como funcionará a nova contabilidade das construtoras, mas em princípio passarão a apurar o lucro apenas na entrega dos empreendimentos, assim, a Rodobens precisará refazer os balanços de 2017, o que fará ela passar de prejuízo para lucros bem altos, mas não tenho certeza do impacto que isso pode ocasionar nas cotas.
Por fim, é importante acompanhar o que o pessoal do Kinea vai fazer, é muito estranho eles terem entrado, acabado com a liquidez e agora praticamente impedem a valorização da empresa.
Faço hoje com Rodobens o mesmo nível de concentração que fiz no passado com Bematech, o problema foi a forte redução da liquidez da Rodobens que dificulta a valorização, mas por causa do forte controlador, sinto-me mais confortável para fazer alta concentração de investimentos sem o risco de default, como a Fitch já confirmou.
Apenas para registrar, como sou analista de valores mobiliários, CNPI, bastante conhecido nos fundos imobiliários, quero ressaltar que os comentários não são uma análise, mas uma conversa em um fórum.

335556  - marcosvinicius2 -  16 Mar 2017, 14:00
EDIT.: Houve modificação significativa na quantidade de ações no período 4T06 X 1T07, 3T14 X 4T14 E 3T15 X 4T15 (desdobramento ou emissões?) e Resultado Não Operacional (Não Encontrado).
Lançamentos: 3 loteamentos com VGV total de R$86 MM no 3T16. Destaque para o lançamento do Terra Jardim Uberaba que está 30% comercializado. • Vendas Líquidas: R$103 MM no 3T16. Maior volume de vendas líquidas dos últimos 5 trimestres, alcançado através da implementação de uma força tarefa de vendas. • VSO: 14% no 3T16, aumento 11 p.p. em relação ao 2T16. • Estoque SBPE: VGV total de R$510 milhões no 3T16, redução de 12% em relação ao 2T16. • Dívida Líquida (ex-dívida de produção/PL): -5,0% no 3T16, um dos menores patamares do setor.

RDNI3
PREÇO: 6,58
PAYOUT (2015): 251,26%

Múltiplos baseados nos últimos 12 meses

P/L -17,00
P/VPA 0,38
PSR 0,65
DY -14,78%
EV/EBITDA -66,19
MARGEM BRUTA 23,06%
MARGEM OPERACIONAL -0,33%
MARGEM LÍQUIDA -3,82%
LUCRO POR AÇÃO -0,387
MARGEM EBITDA -1,49%
DÍVIDA BRUTA/PATRIMÔNIO LÍQUIDO 36,31%
ROE -2,21%
LIQUIDEZ CORRENTE 1,75

Taxas de Crescimento Nominal

a) últimos 12 meses vs 12 meses terminados no 3T15
RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA -26,07%
RESULTADO BRUTO -36,46%
RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO -31,94%
RESULTADO OPERACIONAL -103,03%
RESULTADO LÍQUIDO -189,25%
EBITDA -117,76%

b) 3T16 vs 3T15
RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA -1,67%
RESULTADO BRUTO -37,00%
RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO 247,55%
RESULTADO OPERACIONAL -243,68%
RESULTADO LÍQUIDO -1358,11%
EBITDA -176,85%

c) lucro (taxa média anual)
UA -189,25%
U2A ND
U3A -164,02%

d) patrimônio líquido médio
UA -1,62%
U2A -2,40%
U3A 0,36%

LANÇAMENTOS: Os lançamentos totalizaram R$86 milhões no 3T16, sendo R$80 milhões a participação da RNI. No período foram lançados 3 loteamentos: a) Terra Jardim Uberaba com VGV de R$25 milhões; b) Residencial Solares em Presidente Prudente/SP com VGV de R$49 milhões; e c) Terceira fase do Recanto das Emas em Goiânia/GO, com VGV de R$12 milhões (participação RNI de R$6 milhões). Nos 9 primeiros meses de 2016, o VGV lançado totalizou R$255 milhões, 2,6x o volume lançado no mesmo período de 2015. Ao longo de 2016 o segmento de urbanismo ganhou maior representatividade, sendo responsável por 68% do VGV total lançado no período.

A Receita Líquida Consolidada atingiu R$145,8 milhões no 3T16, um aumento de 94% em relação aos R$75,2 milhões no 2T16, devido ao maior volume de vendas de unidades em estágio de obra avançado/concluídas. Nos primeiros nove meses do ano a receita acumulada totalizou R$309,9 milhões versus R$424,2 milhões no 9M15.

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A Margem Bruta de Incorporação no 3T16 foi de 5,4%, 2.6 p.p. acima da margem de 2,8% no 2T16 devido a ganhos de eficiência não recorrentes na execução de projetos em fase de conclusão. No acumulado do ano, a margem bruta de incorporação foi de 6,5% no 9M16 versus 23,5% no 9M15. Esta variação deve-se principalmente aos descontos concedidos ao longo do ano na venda de unidades MCMV e de unidades Stillo concluídas ou em fase de conclusão.

O EBITDA Ajustado totalizou R$0,1 milhão no 3T16 versus R$7,1 negativo no 2T16. No 9M16, o EBITDA ajustado foi de R$12,7 milhões com margem EBITDA ajustada de 7,8%.

334515 - tnl - 21/Fev/2017 20:49
E RDNI3 prof, nos preços atuais? Tenho DIR e um pouco de RDNI, sei q a dirr ta menos alavancada e vem postando lucro ao contrario da rodobens mas qual seria o risco da rodobens?
Acho que o risco na Rodobens seria pequeno ... por outro lado, entretanto, também não vejo um driver para que o preço avance substancialmente.

No 3T parece que a empresa fez um esforço concentrado para aumentar as vendas. Conseguiu (vendeu 93% mais do que no 2T16) mas morreu na praia ... o prejuízo e a queima de caixa medida pelo Ebitda foram aprox. os mesmos do 2T16. A margem bruta é muito baixa ... um esforço de vendas aumentará o custo de vendas ... e se o aumento deste custo é aprox. igual ao aumento do Resultado Bruto, há uma roca de 6 por meia dúzia. 
                                                                                           ▲                                                                      ▲


RDNI3
PREÇO R$ 14,90
PAYOUT (2012) 28,5%

P/L 8,47
P/VPA 0,92
PSR 0,89
DY 3,37%
EV/EBITDA 5,72
MARGEM BRUTA 30,6%
MARGEM OPERACIONAL 13,4%
MARGEM LÍQUIDA 10,6%
LUCRO POR AÇÃO R$ 1,759
MARGEM EBITDA 21,6%
DÍVIDA BRUTA/PATRIMÔNIO LÍQUIDO 62,9%
ROE 10,86%
LIQUIDEZ CORRENTE 2,41

Taxas de Crescimento Nominal

a) exercício de 2012 vs 2011
RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA 6,97%
RESULTADO BRUTO 46,50%
RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO -54,71%
RESULTADO OPERACIONAL 33,36%
RESULTADO LÍQUIDO 45,71%
EBITDA 64,29%

b) 4T12 vs 4T11
RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA -35,16%
RESULTADO BRUTO -19,53%
RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO -34,04%
RESULTADO OPERACIONAL -36,27%
RESULTADO LÍQUIDO -23,34%
EBITDA -34,02%

c) lucro (taxa média anual)
UA 45,71%
U2A 8,50%
U3A 44,83%

d) patrimônio líquido médio
UA 5,45%
U2A 8,19%
U3A 7,16%

Preço justo fornecido pela fórmula do FCD para uma taxa média de crescimento real nulo do lucro líquido dos últimos 12 meses durante 5 anos, perpetuidade real nula e taxa de desconto real de 8%: R$ 21,99

Ou, taxa de crescimento real do lucro líquido dos últimos 12 meses necessária, durante os próximos 5 anos, para que o preço justo fornecido pela fórmula do FCD seja igual ao preço corrente (com uma perpetuidade real nula e taxa de desconto anual real de 8%): -8,5%

172183 - nelsonnpires -  12 Mar 2013, 01:04
Rodobens, aposto nela, fez lição de casa direitinho,redução enorme da divida, mas balanço do 4t não vai mais ter efeitos não recorrentes de vendas de terrenos com os quais na verdade ela reduziu sua divida. Mas mesmo assim esta ajustada para o futuro, mudaram muita coisa nesses dois ultimos anos, foco em cidades do interior com grande presença do agronegócios.Opinião que 4t nada de espetacular, mas pronta para seguir seu caminho de 2013 em diante, apenas como informação fundo Fama aposta muito nessa empresa, eles possuem posição significativa e confirmam que os riscos dela ficaram para tras.

informações legais
http://ri.rodobens.com.br/rodobens2008/web/download_arquivos.asp?id_arquivo=210A77CE-B5D8-4920-8617-98E13105346E

163828 - danieljoseaa -  18 Jan 2013, 00:37
Rodobens.....(tá barata pacas!)

São Paulo, 17 de janeiro de 2013 - A Rodobens Negócios Imobiliários S.A. (Bovespa: RDNI3, Bloomberg RDNI3:BZ) divulga a prévia de seus resultados operacionais preliminares e não auditados do quartro trimestre de 2012.

Lançamentos crescem 76% em 2012, com aumento de 43% no preço médio dos lançamentos, impulsionados pela maior participação do produto Stillo

Lançamentos de R$294 MM, aumento de 102% frente ao 4T11

Stillo Rodobens representou 37% dos lançamentos no ano em linha com estratégia da Companhia

Conclusão de 2.719 unidades, correspondendo a um VGV RNI de R$198 MM no trimestre

162123 - paulo_prof -  02 Jan 2013, 22:07
Citação: brcaludine
Por favor, alguém poderia comentar RSID3? O que acham do setor para 2013?
RSID ... uma beleza !!!!

Até outro dia (10OUT2012) os lucros líquidos divulgados eram:

2009: 203.563 mil
2010: 349.770 mil
2011: 339.725 mil
1T12: 43.887 mil
2T12: -9.064 mil

Entre 10 e 12OUT, os lucros líquidos foram "corrigidos" para

2009: 12.665 mil
2010: 188.090 mil
2011: 78.677 mil
1T12: 62.558 mil
2T12: 18.771 mil
3T12: 51.323 mil

Dá para acreditar no que quer que seja?????

160275 - higorq -  13 Dez 2012, 11:26
Se alguém quiser mais informações sobre o case RDNI3, tem uma matéria do Valor Econômico de novembro

29/11/12 - Rodobens busca velocidade de cruzeiro

Depois de identificar estouros de orçamento em 2011, que levaram a um processo de reestruturação, cujos ajustes estão sendo concluídos, a Rodobens Negócios Imobiliários espera começar 2013 com velocidade de cruzeiro.

A empresa não tem meta oficial de lançamentos, mas considera que o tamanho adequado para seu Valor Geral de Vendas (VGV) de incorporação é de R$ 1 bilhão a R$ 1,2 bilhão, segundo seu presidente, Marcelo Borges. O orçamento de 2013 está sendo definido e será apresentado ao conselho de administração na próxima semana.

Durante o próximo ano, a companhia pretende consolidar a Rodobens Urbanizadora e a Rodobens Malls. A loteadora tem, no seu banco de terrenos, VGV de R$ 700 milhões, e os lançamentos podem começar neste ano, se obtidas as aprovações necessárias. Parcerias com empresas do ramo estão em avaliação.

Em shopping, a intenção é começar a lançar projetos em meados de 2013. Os shoppings de vizinhança e centros comerciais de pequeno porte serão desenvolvidos em áreas que a Rodobens possui no entorno de seus empreendimentos.

No segmento de incorporação, a Rodobens tem um banco de terrenos com VGV potencial de R$ 3,3 bilhões. Ao contrário da maior parte das incorporadoras, que têm reduzido suas praças de atuação, a Rodobens mantém o foco no interior de São Paulo, de Estados do Centro-Oeste e de outras regiões que crescem, principalmente, na esteira do agronegócio. Atuar em várias cidades possibilita, por meio da repetição de projetos, reduzir custos de desenvolvimento.

Metade do banco de terrenos se destina a projetos enquadrados no programa habitacional Minha Casa, Minha Vida, e os demais 50%, a projetos com unidades acima de R$ 200 mil. A companhia voltou a lançar empreendimentos fora do programa no fim de 2011. A parcela desses lançamentos ficará entre 35% e 40% em 2012. O patamar de 40% deve ser mantido em 2013.

A Rodobens consegue, nas unidades acima de R$ 200 mil, margens três pontos percentuais acima das enquadradas no programa. Outro ganho é que, nas unidades fora do Minha Casa, Minha Vida, o repasse dos clientes para os bancos ocorre no momento do "habite-se" e não da venda, sem a necessidade de equipe responsável pelo desligamento durante todo o processo de comercialização.

Em 2011, a Rodobens tomou a decisão de reduzir seus lançamentos, como parte da reestruturação. Enquanto em 2010, lançou R$ 1,37 bilhão, com parcela própria de R$ 1,12 bilhão, em 2011, o VGV total foi de R$ 539,21 milhões, com fatia da companhia de R$ 471,79 milhões. Embora não houvesse uma meta, um ano atrás, Borges, estimava que os lançamentos totais de 2012 voltariam ao patamar de 2010 e que a parcela própria seria de R$ 1,2 bilhão.

Mas, devido a atrasos na obtenção de licenças e à decisão de não lançar parte dos projetos previstos nos moldes do programa, o VGV próprio deve ficar pouco abaixo de R$ 1 bilhão neste ano, segundo Borges.

A reorganização da companhia incluiu mais rigor em todas as etapas do negócio de incorporação. Neste ano, a companhia vendeu áreas em que avaliou não ser viável lançar projetos com a rentabilidade esperada. "Fazemos conta o tempo todo", conta Borges.

A análise da documentação dos clientes passou a ser enviada a uma mesa de crédito em São José do Rio Preto (SP) imediatamente após o recebimento da proposta, o que tem possibilitado melhorar a qualidade da carteira e reduzir distratos, segundo o diretor financeiro e de relações com investidores, Flávio Vidigal de Capua.

Os projetos a serem executados passaram a ser submetidos a um comitê de novos negócios. Outros comitês foram criados para que decisões operacionais fossem descentralizadas, possibilitando que Borges e Capua pudessem se dedicar mais às estratégias da empresa e aos novos negócios. Todas as atividades estão sendo concentradas no edifício da sede e haverá novos cortes de despesas gerais e administrativas.

A rentabilidade reflete as mudanças. No terceiro trimestre, a Rodobens obteve margem bruta de 30,6%, ante 11,5% um ano antes. A margem dos resultados a apropriar ficou em 37,7%, o que sinaliza que, se forem descontados custos financeiros e impostos, a margem bruta deve ficar entre 30% e 31% nos próximos trimestres. No primeiro trimestre de 2013, a empresa concluirá a entrega dos projetos em que foram identificados, em 2011, estouros de orçamento.

A reestruturação da Rodobens não abrangeu mudanças no processo de obras, que tinham começado anteriormente. Entre 2009 e 2010, a Rodobens deu início a medidas para cortar custos e reduzir prazos de obras, segundo o diretor técnico de obras, Heinz Kleindienst. A companhia desenvolveu, por exemplo, projeto-piloto de uso de formas de alumínio para erguer prédios em um condomínio de São José do Rio Preto (SP). Na produção em larga escala, essa tecnologia, já utilizada na construção de casas pela Rodobens, pode ser mais competitiva que a alvenaria convencional também nos edifícios, além de encurtar prazos.
Fonte: Valor

160268 - higorq  -  13 Dez 2012, 02:19
Citação: pampneto
Outra coisa q se passa com RDNI3 tá ficando de graça já!!!!
pampneto,
acho que essa empresa é uma ótima alternativa para diversificação no setor imobiliário, ao lado de EZTC e HBOR. A empresa vem se recuperando dos estouros de orçamento que atingiram outras blues do setor. A administração vem mostrando competência no turnaround da empresa, diversificando a receita com segmentos mais rentáveis, e dando foco na geração de caixa e incremento de margens. Recentemente, lançaram um novo segmento de negócios, o Stillo Rodobens, focado na classe média (unidades acima de R$200.000,00), aumentando o preço médio por unidade e com melhores margens operacionais, e também malls e loteamentos a partir de 2013. Além disso, estão bastante empenhados na reestruturação da empresa com foco na redução de despesas de G&A, principalmente pessoal. Além dos múltiplos super atrativos, a redução de despesas G&A e o reconhecimento de receita de empreendimentos mais rentáveis, vai proporcionar a recuperação das margens e do ROE, que já estão melhorando bastante desde a crise do setor. É só comparar o estrago dos estouros de custos nos balanços de GFSA, RSID e PDG para perceber que os deslizes da diretoria forem bem mais modestos do que de suas pares. A dívida líquida foi sensivelmente reduzida para 40% do PL. Outro destaque é que eles estão focando mais na diversificação geográfica para o interior do Brasil, especialmente em áreas de agribusiness, tendo apresentado bom VSO nos empreendimentos do tipo "condomínio fechado". Enfim, acho que o mercado talvez não tenha precificado o esforço de recuperação da empresa. Acho que não é uma HBOR, mas pode ser uma alternativa diante de tão escassas opções...

E um outro detalhe importante: a administração da companhia jura de pé junto que já foram reconhecidos todos os estouros de orçamento dos empreendimentos lançados em anos anteriores e que de agora em diante a maior participação do segmento econômico (acima de R$ 200.000,00/unidade) aumentará as margens, e isso já está acontecendo de forma relativamente rápida.

156716 - jbegood -  13 Nov 2012, 20:01
Não sou o prof mas se permite minha opinião de sócio:
Recuperação devagar... resultado do 3T não foi nada extraordinário... 42% do lucro dos 9M esta vindo da venda de terrenos... e com a venda de SPEs diminuíram a dívida mas também diminuíram o ativo e consequentemente resultados futuros.

Mercado não está precificando grande crescimento da empresa, bom pra gente que pode aproveitar pra comprar em preços "baixos", com a segurança de que um resultado "ruim" já vai ser esperado e qualquer surpresa positiva joga a cotação pra cima.

156167 - paulo_prof - 10/Nov/2012 09:44
citação: pampneto
Daniel, Professor? Socios o q acharam do resultado da Rodobens?
O Resultado veio um pouco abaixo do que eu estava esperando. Por outro lado, entretanto, a redução da alavancagem financeira e a geração de caixa também foram bem maiores do que estava esperando.

No geral, achei o resultado muito bom no sentido de que fornece as condições para que o ativo deslanche no médio prazo. Acho que o lucro líquido acelerará nos próximos trimestres.

156137 - small caps -  10 Nov 2012, 02:56
PRBC4 e BGIP4 merecem CARAJO... junto com EZTC3... Que trio! Por aqui não se sabe faz horas o que é tempo ruim :)

Sobre RDNI3, o problema é que eles não repassaram apenas recebíveis... venderam o projeto inteiro! Isto gera receita já, mas tira o ativo do balanço, reduzindo a dívida imediatamente.

Mas claro, com o P/VPA que tem, eles não precisam apresentar um ROE excelente... basta ficar acima de 2 dígitos que esta pra lá de bom.

O programa de recompra de ações é também bastante positivo.

Ela e DIRR3 seriam as minhas quarta e quintas preferidas para a carteira... mas fiquei por hora com as três já conhecidas.

156125 - small caps - 10/Nov/2012 00:27
O lucro final anualizado não é de todo ruim... mas se desconsiderar a venda de terrenos, o ativo fica caro, apesar do baixo P/VPA.

E como ela vendeu alguns projetos (bela redução da dívida líquida), é possível que haja um descasamento de receitas nos trimestres vindouros, prejudicando o balanço, o que só pode ser compensado com a venda de mais terrenos, ou lançamentos fortes em vendas.


Por várias vezes as tchutchucas HBOR, EZTC e JHSF estiveram em risco depois de tantas altas... mas quando me lembro do histórico delas em comparação a de tantas... consigo segurar a tentação.

Hoje EZTC3 mostrou que a decisão foi correta.

Para JHSF3, se não houver venda de algum imóvel de renda ou lançamento forte, não acredito num lucro muito forte. Isto porque esta investindo muito em projetos greenfields... que geram hoje muita despesa e nenhuma receita... mas estão com excelentes perspectivas...

Em HBOR3, tudo indica bons ventos... dia 13 está aí...

156121 - danieljoseaa - 10/Nov/2012 00:56
O resultado de RDNI3 veio dentro do que eu esperava 10/15 MI, veio no limite máximo, quase 15 milhões, revertendo o prejuízo do ano passado, achei bastante razoável, mas, alguns pontos merecem mais valor do que a última linha do balanço.


Já havia reparaddo nos 2 releases anteriores que os caras não estavam para brincadeira, no que diz respeito à redução de despesas, foco no que dá mais retorno para a empresa, lançamento de novos "produtos" com maior rentabilidade e uma forte redução de sua dívida líquida e sua consequente melhora financeira....alguns pontos chamam a atenção, aliás, continuam chamando a atenção, pois isso já ficou bem claro nos 2 últimos trimestres:

- Geração de caixa de R$137 milhões no 3T12, melhor resultado apresentado nos últimos 5 trimestres....além disso, possui uma confortabilíssima liquidez corrente de 2,9.

- Pequeno aumento da margem bruta

- Vendas Contratadas parte RNI atinge R$178 milhões, melhor desempenho de vendas nos últimos 5 trimestres apresentando crescimento de 47% em relação ao 3T11. Destaque para as vendas no segmento econômico que representaram 42% das vendas do trimestre.

- Lançamentos parte RNI totalizaram R$538 milhões nos 9M12, crescimento de 65% em relação ao mesmo período de 2011. No 3T12 o VGV RNI atingiu R$192 milhões com destaque para os R$101 milhões lançados no segmento econômico, representando 52,6% no trimestre.

- Início do processo de ajuste do G&A, com forte redução do quadro de colaboradores e revisão de processos administrativos-financeiros, com maior reflexo em resultado a partir do 1T13.
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O que mais vem chamando a atenção positivamente é a redução da dívida líquida/Pat.líquido que era de 70% no 1° tri, reduziu para 60% no 2° tri e agora caiu para 41%.........se forem desconsideradas a dívida de SFH e a Debêntures do FGTS, a Dívida Líquida/Patrimônio Líquido ficou em 7%.

(editado) No lado negativo, a redução da receita do 2° para o 3° tri....há que se monitorar.
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Conclusão......tem muita coisa a melhorar, óbvio, MAS, se a administração mantiver este ritmo e cumprir o que vem prometendo, sem se perder pelo caminho, principalmente a continuidade da redução da dívida líquida e redução de custos, e seus novos projetos dando certo, creio que o investimento dificilmente não trará retorno, principalmente nos preços atuais onde é negociada até abaixo de seu VP.

Creio que já pode ter lugar em carteiras com uma boa diversificação.

A ver.....

156065 - paulo_prof -  09 Nov 2012, 21:44
RDNI3
PREÇO: R$ 13,10
PAYOUT (2011): 28,5%

P/L 7,09 
P/VPA 0,80 
PSR 0,72 
DY 4,02%
EV/EBITDA 4,85 
MARGEM BRUTA 29,1%
MARGEM OPERACIONAL 13,1%
MARGEM LÍQUIDA 10,1%
LUCRO POR AÇÃO R$ 1,848
MARGEM EBITDA 21,3%
DÍVIDA BRUTA/PATRIMÔNIO LÍQUIDO 66,7%
ROE 11,32%
LIQUIDEZ CORRENTE 2,91

Taxas de Crescimento dos Resultados dos 9M12 em relação aos Resultados dos 9M11:
RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA +25,1%
RESULTADO BRUTO +80,6%
RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO -57,4%
RESULTADO OPERACIONAL +62,5%
RESULTADO LÍQUIDO +77,2%
EBITDA 130,9%

Taxas de Crescimento dos Resultados dos 3T12 em relação aos Resultados dos 3T11:
RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA +6,9%
RESULTADO BRUTO +183,6%
RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO -46,5%
RESULTADO OPERACIONAL passou de negativo para positivo
RESULTADO LÍQUIDO passou de negativo para positivo -15,3%
EBITDA +1.045%

Taxas Anuais Médias de Crescimento Nominal
a) do lucro líquido:
UA 34,52%
U2A 39,01%
U3A 43,44%

b) do patrimônio líquido médio
UA 4,54%
U2A 8,20%
U3A 6,73%

Taxa anual média REAL de crescimento do lucro líquido dos últimos 12 meses necessária durante os próximos 3 anos para que o preço justo calculado pela fórmula do FCD com perpetuidade real nula e desconto anual real de 8% seja IGUAL ao preço atual: -18,5%

PS. erro na planilha anterior foi corrigido

Se interessar a alguem, sobre RDNI3:

Refiz meus calculos com base nas informações do mestre paulo, e, se acreditar-mos nas seguintes projeções:

- Receita na casa dos 200.000 nos proximos 2 trimestres;
- Margem bruta de 30% e margem EBITDA de 20% pra 2012;
- Adiantamento de 290.000 de debentures sem diminuição de caixa;

Aí ainda teríamos uma margem de segurança de uns 25% na cotação atual.

(desconsiderando as vendas dos tais terrenos...)

152589 - paulo_prof  - 18 Out 2012, 14:06
No que se refere a venda de terrenos, para efeitos da DRE não importa se o cacau entrou, ou não, no caixa. 

O fato é que no 1T12, excluída a venda dos terrenos, os resultados seriam:

Receita Líquida R$ 177.558 mil
Lucro Bruto R$ 50.984 mil
Ebitda R$ 35.100 mil
Lucro Líquido R$ 8.874 mil
Margem Bruta 28,7%

Com relação aos terrenos, os números foram
Receita Líquida R$ 61.282 mil
Lucro Bruto R$ 24.059 mil
Ebitda R$ 24.059 mil
Lucro Líquido R$ 22.949 mil
Margem Bruta 39,3%

Quando uma incorporadora vende um terreno, realiza o lucro da valorização imobiliária de imediato, mas abre mão do lucro futuro sobre as vendas de imóveis contruídos sobre o mesmo. 

O VGV-RDNI associado aos terrenos vendidos é de R$ 820 milhões. Supondo uma margem líquida super pífia de 5%, o lucro futuro seria da ordem dos R$ 41 milhões, ou seja, aprox. R$ 20 milhões acima do lucro gerado com a venda dos terrenos. Quanto maior a margem líquida, maior é a renúncia de lucro futuro por parte da empresa.

Da mesma forma, quando uma empresa vende participação em SPEs, a empresa abre mão de lucros maiores no futuro. No 2T12, a RDNI obteve R$ 32,5 milhões com a venda de participação em SPEs. Se entendi direito, parece que o lucro bruto com estas operações teria sido de aprox. R$ 6,5 milhões.

No que tange o 3T12, é como o Small alerta: a empresa recebeu R$ 170 milhões pela venda de participações em SPEs. O lucro líquido será fortemente impactado pela margem líquida desta venda. Não há informações disponíveis para a obtenção de uma estimativa de qual teria sido esta margem.

A ver! o meu palpite (não é nada além disto) é que o lucro do 3T12 será bom (eu ficaria surpreso se a margem líquida desta venda se situar abaixo dos 5%), numa faixa acima dos 20 milhões.

De concreto, está claro que com a venda de terrenos e participações em SPEs, se de um lado a empresa está renunciando lucros futuros, de outro está diminuindo sensivelmente a alavancagem financeira.

152556 - small caps - 18/Out/2012 01:28
Hoje foi dia de "dever de casa".

RDNI3 me chamou a atenção também...

Muita gente anualizando o ultimo trimestre, como se deve fazer, para ver o nível de recuperação...

Porém, parte relevante do lucro vem disto aqui:

 Venda de 3 áreas não estratégicas no 2T12 gerando Lucro Líquido de R$23 milhões.

O tesão pelo ativo arrefeceu. A melhora, portanto, é evidente... mas não do tamanho que aparenta...

Tirando o lucro não recorrente... o múltiplo volta a ficar mais caro que o de HBOR e EZTC... não foi desta vez que as tchutchucas ganharam novas companheiras...

De qualquer sorte, RDNI3 entra no radar dos balanços... mas sem a confiança para fazer uma antecipação...

Em tempo, o X da questão do balanço está aqui:

"Durante o exercício, realizamos a alienação de SPEs no montante de R$ 202,5 milhões, dos quais R$32,5 milhões no mês de abril e R$170 milhões em julho, sendo que R$ 20 milhões ainda dependem de aprovação do Conselho Administrativo de Defesa do Consumidor (CADE)."

Portanto, o resultado da alienação de SPE's é que apontará de forma relevante o balanço vindouro... impossível estimar o resultado, uma vez a volatilidade de balanços é a marca da empresa...

Na teleconferência eles informam que tem um terreno em Palhoça vendido que vai dar um bom lucro também... provavelmente no próximo ano...

Operacionalmente a empresa melhorou bastante também... até porque antes chegou a apresentar prejuízos... e a dívida líquida está controlada.

152379 - jbegood -  17 Out 2012, 03:40
Citação: pampneto
Alguem aqui possui em carteira RDNI3? Alguma coisa contra? Alguem poderia dar uma contribuicao neste ativo?

O risco que eu vejo é o seguinte: as construtoras tem um ciclo de caixa longo, desde o lancamento de um empreendimento ate a efetiva venda e recebimento dos valores... 2011 foi um ano fraco em lançamentos, sera que isso nao vai impactar em resultados futuros? Nao estariamos hoje comprando um "topo" referente aos bons resultados de 2010? De qualquer forma, estou quase encarteirando - como o prof ja disse a margem de seguranca, levando-se em conta os resultados de 2012, esta muito boa. Outra coisa que me preocupa é se eventuais vendas de terrenos não estao inflando as margens, nao estou encontrando esses dados nas demonstracoes financeiras. Espero que mais gente se interesse pelo ativo p enriquecer o papo! :)

152137 - paulo_prof -  16 Out 2012, 00:02
Citação: alisonvm
Professor,
Concordo totalmente com sua explanação a respeito de DIRR3 E RDNI3, alias esta ultima, venho através deste tomar conhecimento de sua existência.
Mas notei que RDNI, não costuma apresentar resultados constantes, hora altera lucros com prejuízos muito rapidamente, ou pelo visto isso mudou tbm, junto com sua nova estratégia operacional???
Pelos exemplos da RSID3, PDGR3, BISA3 e outras, a certeza é uma só: devido ao tipo de contabilidade utilizada (método POC - Percentagem Completada da Obra), aumentos naõ previstos nos custos de construção e atraso na entrega das unidades, surpresas desagradáveis podem ocorrer com, digamos, uma certa freqüência e facilidade.

De uma forma simplificada, no método POC a Receita auferida relativa a uma venda contratada é contabilizada proporcionalmente ao total dos custos até a data (incluindo o custo do terreno), relativamente ao custo total orçado.

Suponha que uma unidade foi vendida por R$ 200 mil e o custo total foi orçado em R$ 100 mil, incluindo os R$ 10 mil do terreno. Em determinado monento, a empresa contabiliza uma despesa de construção total deste unidade de R$ 60 mil, ou 60% do custo total orçado. Neste mesmo momento ela apropria uma receita de R$ 120 mil, ou seja, 60% da receita total.

Suponha agora que, num momento seguinte, a empresa contabiliza R$ 80 mil em despesas, mas percebe que houve um estouro no orçamento e conclui que o custo total será de R$ 160 mil, ou seja, R$ 60 mil acima do custo inicialmente orçado. Sobre este novo custo, os R$ 80 mil representam apenas 50%. Em conseqüência, a Receita a ser apropriada é de apenas R$ 100 mil, R$ 20 mil a menos do que havia sido apropriado no primeiro momento.

Como conseqüência, no 2o. momento a empresa teria que contabilizar uma receita negativa de R$ 20 mil. Alternativamente, a empresa poderia corrigir a a Receita relativa ao 1o. momento, adotando, em vez dos 60%, o percentual de 40% (despesas de 60 sobre um custo total de 150) e somar o acréscimo de Receita de R$ 25 mil devido ao 2o. momento (percentual*receita total = 20.000/160.000*200.000 = 12,5%*200.000)

Uma empresa idônea corrige o custo de seus empreendimentos continuamente. Em conseqüência, se contabiliza os custos corretamente, não há porque apresentar grandes surpresas. Os eventuais ajustes são realizados de uma forma continuada e não há espaço para grandes surpresas. Já uma empresa de idoneidade discutível ...

No caso da RDNI, até o 4T10 as coisas aparentemente caminharam dentro da normalidade, embora a dívida líquida vinha aumentando sensivelmente a cada trimestre (passou de R$ 408 milhões no 4T09 para R$ 693 milhões no 4T10).

Provavelmente devido a grande queima de caixa, no 1T11 a empresa resolveu vender um de seus empreendimentos a terceiros. Naquele trimestre, experimentou uma redução na dívida líquida e um lucro não recorrente devido à alienação de investimento. O lucro líquido, descontado o evento não recorrente, teria sido de aprox. R$ 19 milhões, apenas um puco menor do lucro postado nos 2 trimestres anteriores (na faixa dos R$ 24-26 milhões).

Foi no 2T11 e 3T11 que a empresa encontrou dificuldades, postando prejuízos de R$ 8 milhões no 2T11 e de R$ 19 milhões no 3T12. A recuperação veio no 4T11 e, desde então, a empresa vem postando resultados positivos.

Por outro lado, incluindo os débitos e créditos com pessoas ligadas, a dívida líquida está controlada e vem decrescendo desde o 4T10, passando de R$ 693 milhões para menos de R$ 447 milhões no 2T12.

Em resumo, se os dados em minha planilha não estiverem equivocados, desde o 4T07 que tenho registrado, a empresa só postou 2 trimestres com prejuízos modestos (nada que se assemelhe aos casos da BISA3, PDGR3 e RSID3, por exemplo).

152007 - paulo_prof  -  15 Out 2012, 01:17
Citação: Ewald3Mestre Paulo,
Estava lendo o relatório da Rodobens, pois os fundamentos dela me parecem todos muito bons e a empresa vem apresentando uma melhora siginificativa em suas margens desde o final de 2011. O que vc acha deta empresa? Ela não te parece ainda muito descontada?tks,
Sim. Entre as prévias operacionais do 3T12 já divulgadas, sem dúvida aquelas da DIRR3 e da RDNI3 se destacam.

Na minha avaliação, o risco de um investimento em RDNI3 ao preço atual (R$ 12,95) é muito baixo. A margem de segurança é bem mais folgada do que aquela de um investimento em DIRR2 a R$ 12,00; em EZTC3 a R$ 26,94; HBOR3 a R$ 11,42 e JHSF3 a R$ 8,06.

O resultado do 3T12 deverá vir muito bom. Como este resultado substituirá um prejuízo de R$ 19 milhões postado no 3T11, é provável que o P/L atual de 11,29 caia para menos da metade. 

Na minha avaliação, os proventos a serem distribuídos em abril do próximo ano serão superiores a 5% o preço atual. Considerando que estes proventos devem ser pagos em junho, ou seja, daqui há 9 meses, o DY é aprox. 6,7%, o que representa mais um fator de tranqüilidade para um investimento no ativo.

A minha projeção para o lucro de 2012 é de no mínimo R$ 100 milhões, recorde e no mínimo 20% acima do lucro de 2008, o maior da história da empresa. Em conseqüência, não acho impossível o preço recuperar os níveis alcançados em 2008, na faixa dos R$ 25,00.

Finalmente, vale observar que a empresa mudou a sua estratégia de negócios, aumentando a participação de unidades no segmento econômico (a partir de R$ 200 mil), em relação aos segmentos popular (até R$ 100 mil) e super econômico (até R$ 200 mil). Já há algum tempo vem elevando o preço médio de venda de suas unidades lançadas, passando dos R$ 93 mil no 4T11, para R$ 162 mil no 3T12. 

Acredito que RDNI3 (e DIRR3) são dois ativos que acabarão sendo "populares" neste fórum, ao lado de EZTC3, HBOR3 e JHSF3.

144079 - paulo_prof - 13 Ago 2012, 02:09
Uma balanço que passou praticamente despercebido pelo fórum foi o da Rodobens ...

Para refrescar a memória de vcs, informo que esta foi uma das primeiras empresas do setor de construção a experimentar dificuldades. No 2T11 e 3T11 a margem bruta da empresa despencou (de uma média acima de 30% para 18,9% no 2T11 e para 11,5% no 3T11) e, em conseqüência, foram produzidos prejuízos.

A partir do 4T11 a empresa reverteu a situação: a margem bruta aumentou para 25,2%, alcançando os 31,4% no 2T12, após postar 29,1% no 1T12.

Os múltiplos anualizados, baseados nos últimos 6 meses, são muito bons. Acho que valeria a pena dar uma lida cuidadosa no relatório para verificar se não há alguma ameaça importante que os indicadores não conseguem antecipar.

RDNI3
PREÇO: R$ 9,88
PAYOUT: 28,5% (2011)

Multiplicadores baseados nos últimos 6 meses:

P/L 4,24
P/VPA 0,62
PSR 0,50
DY 6,72%
EV/EBITDA 4,38
MARGEM BRUTA 30,3%
MARGEM OPERACIONAL 15,2%
MARGEM LÍQUIDA 11,9%
LUCRO POR AÇÃO R$ 2,327
MARGEM EBITDA 23,0%
DÍVIDA BRUTA/PATRIMÔNIO LÍQUIDO 111,8%
ROE 14,53%
LIQUIDEZ CORRENTE 2,56

Taxas anuais médias nominais de crescimento:
a) do lucro líquido (considerando o lucro líquido dos últimos 6M anualizado)
UA 2,86%
U2A 113,70%
U3A 22,77%

b) do patrimonio líquido médio
UA 3,66%
U2A 7,75%
U3A 5,97%

Taxa anual de crescimento real do lucro líquido (dos últimos 6M, anualizado) necessária, durante 3 anos, para que o valor intrínsico fornecido pela fórmula simplificada da FCD seja 30% superior à cotação atual (perpetuidade real nula, taxa de desconto real de 8%): -21,5%

144079 - paulo_prof - 12/Ago/2012 23:09
Uma balanço que passou praticamente despercebido pelo fórum foi o da Rodobens ...


Para refrescar a memória de vcs, informo que esta foi uma das primeiras empresas do setor de construção a experimentar dificuldades. No 2T11 e 3T11 a margem bruta da empresa despencou (de uma média acima de 30% para 18,9% no 2T11 e para 11,5% no 3T11) e, em conseqüência, foram produzidos prejuízos.

A partir do 4T11 a empresa reverteu a situação: a margem bruta aumentou para 25,2%, alcançando os 31,4% no 2T12, após postar 29,1% no 1T12.

Os múltiplos anualizados, baseados nos últimos 6 meses, são muito bons. Acho que valeria a pena dar uma lida cuidadosa no relatório para verificar se não há alguma ameaça importante que os indicadores não conseguem antecipar.

RDNI3
PREÇO: R$ 9,88
PAYOUT: 28,5% (2011)

Multiplicadores baseados nos últimos 6 meses:

P/L      4,24
P/VPA            0,62
PSR     0,50
DY      6,72%
EV/EBITDA  4,38
MARGEM BRUTA  30,3%
MARGEM OPERACIONAL          15,2%
MARGEM LÍQUIDA          11,9%
LUCRO POR AÇÃO           R$ 2,327
MARGEM EBITDA 23,0%
DÍVIDA BRUTA/PATRIMÔNIO LÍQUIDO       111,8%
ROE    14,53%
LIQUIDEZ CORRENTE     2,56

Taxas anuais médias nominais de crescimento:
a) do lucro líquido (considerando o lucro líquido dos últimos 6M anualizado)
UA      2,86%
U2A    113,70%
U3A    22,77%

b) do patrimonio líquido médio
UA      3,66%
U2A    7,75%
U3A    5,97%

Taxa anual de crescimento real do lucro líquido (dos últimos 6M, anualizado) necessária, durante 3 anos, para que o valor intrínsico fornecido pela fórmula simplificada da FCD seja 30% superior à cotação atual (perpetuidade real nula, taxa de desconto real de 8%): -21,5%

121795 - paulo_prof - 22/Mar/2012 02:00
PREÇO: R$ 11,35
PAYOUT (2011): 28,2%

Relativo aos últimos 12 meses
P/L      9,41
P/VPA            0,76
PSR     0,73
DY      2,99%
EV/EBITDA  9,68
MARGEM BRUTA  22,3%
MARGEM OPERACIONAL          10,7%
MARGEM LÍQUIDA          7,8%
LUCRO POR AÇÃO           R$ 1,206
MARGEM EBITDA 14,1%
DÍVIDA BRUTA/PATRIMÔNIO LÍQUIDO       119,6%
ROE    8,12%
LIQUIDEZ CORRENTE     3,23

Taxas anuais médias nominais de crescimento:
a) do lucro líquido
UA      -19,20%         
U2A    44,39%           %
U3A    -11,25%         

b) do patrimônio líquido médio
UA      11,01%
U2A    8,03%
U3A    6,93%

Taxa de crescimento anual média real do lucro líquido durante 3 anos para que o preço justo calculado pela fórmula do FCD com perpetuidade real nula e taxa de desconto real de 10% seja 50% superior ao preço atual: +13,5%

79372 - paulo_prof - 08/Jul/2011 14:11
citação: filipe2daniel, vc comentou sobre rdni3, ontem.
acho que ninguem falou nada sobre o papel.Mas realmente
parece estar se mostrando interessante.
Comecei posição ontem e cmprei mais hoje, o q acha? vc tem ?
Recomendo apreciar RDNI3 com cuidado ...

Até o 4T10, a Dívida Líquida vinha aumentando continuamente trimestre a trimestre. Passou de R$ 245 milhões negativos no final do 4T07 para R$ 651 milhões positivos no final do ano passado. No final do 4T10, a dívida líquida no 4T10 emplacou 4,76 vezes o Ebitda do exercício de 2010, nível extremamente perigoso.

Durante o 1T11 a empresa alienou um investimento (Companhia Hipotecária
Unibanco Rodobens “CHUR”) que proporcionou uma receita não recorrente de 64,5 milhões, impactando o lucro líquido do trimestre em R$ 54 milhões. Por outro lado, este desinvestimento propiciou uma redução na dívida líquida, que na minha planilha consta como R$ 563 milhões, ou 3,44 vezes o Ebitda anual corrente. Embora a situação seja bastante melhor, a dívida ainda deve preoucpar bastante.

Por outro lado, a margem bruta que nos 3 primeiros trimestres de 2010 estava na faixa dos 33%, caiu para a faixa dos 30% no 1T11. Embora esta seja um pouco superior à margem conseguida no 4T10 (29%), também pode ser uma indicação de que houve um aumento dos custos de construção.

Sabe-se que no 2T11 a empresa concluiu a alienação de mais dois investimentos (participações em SPEs), totalizando R$ 175 milhões. Em conseqüência, o Resultado do 2T11 deverá vir muito bom. A preocupante dívida líquida também deverá diminuir sensivelmente. O que não se sabe é o impacto que estas 3 alienações terão sobre a rentabilidade a médio prazo. Suspeito que nos próximos 12 meses a Rodobens terá dificuldade em gerar um lucro líquido acima dos R$ 50 milhões.

Como o lucro líquido do 2T10 virá turbinado, é possível que no curto prazo o preço do papel reaja positivamente. Por outro lado, é provável que o preço atual seja compatível com o cenário que deverá se desenvolver nos próximos 12 meses.

Análise Coin Valores
Incorporadora imobiliária residencial com mais de 19 anos de atuação e foco em cidades do interior brasileiro com população acima de 150 mil habitantes. Desde o início das atividades em 1991, já lançou 124 empreendimentos residenciais em 46 cidades em 9 estados Brasileiros (SP, MG, RJ, PR, RS, CE, MT, SC, BA), totalizando mais de 40 mil unidades e área total maior que de 3 milhões de m² (base: set/2010).
A Rodobens Negócios Imobiliários (Companhia) faz parte das Empresas Rodobens - um dos 100
maiores grupos empresariais do País. A corporação fundada em 1949, em São José do Rio Preto (SP), atua fortemente em dois setores distintos: veículos, que deu origem à corporação, e imobiliário. O Grupo se destaca por buscar sempre, nos dois setores de atuação, soluções integradas para seus clientes e, para isso, conta com revendedoras de veículos, administradora
de consórcio, corretora de seguros, banco, locação de veículos, negócios internacionais e comunicação empresarial.

RETROSPECTIVA 2010
O ano de 2010 foi de crescimento operacional, estabilização das margens da companhia, maior controle na execução de obras e constante evolução no processo construtivo.
Houve continuidade no trabalho de estruturação e ajustes iniciado no ano anterior para que a
companhia mantenha o foco na baixa renda e no programa habitacional do Governo Federal, Minha Casa Minha Vida (MCMV). Neste processo destaca-se o crescimento no volume de repasse de pessoas físicas, principalmente na modalidade imóvel na planta.
Em virtude da velocidade operacional da Companhia e o elevado ritmo de obras, exigindo um maior consumo de caixa, ao longo do ano foram realizadas operações financeiras como a emissão de debêntures no valor de R$ 300 milhões com o FGTS, e de Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRIs) com algumas instituições financeiras.
Através de acordos com bancos, a Companhia também intensificou campanhas de vendas de estoque de unidades concluídas com prazos e taxas de juros atraentes ao cliente.
Lançamos no acumulado 9M10, 9.502 unidades representando um VGV de R$ 620 milhões (parte Rodobens) e VGV total de R$ 757 milhões. As vendas contratadas no 9M10 alcançaram
R$ 599 milhões em VGV (parte Rodobens), com 8.595 unidades vendidas e VGV total de R$ 746 milhões.
Está em andamento a implementação de uma reestruturação organizacional de acordo com diagnóstico de consultoria especializada, tendo como objetivo otimizar processos com eficiência e adequação das despesas gerais e administrativas.

PERSPECTIVA 2011
As ações da Companhia para o último trimestre de 2010, assim como os primeiros meses de 2011 serão voltadas para: (i) melhorias no processo de repasse de clientes aos bancos; (ii) redução do nível de endividamento da companhia; (iii) negociações da carteira de recebíveis
performados; (iv) vendas do estoque; e (v) contínua política de caixa.


Em relação ao crescimento projetado para 2011 a Companhia tem como meta interna lançar de R$ 1,2 bilhão a R$ 1,5 bilhão em VGV Rodobens, representando entre 18.000 e 21.000 unidades. Esta meta não representa um guidance, pois a Companhia tem como política a não divulgação de guidance, apenas compartilha com o mercado suas metas internas.

5458 - paulorizzi - 12/Mai/2009 00:08
Amanhã, Rodobens e Petrobrás devem andar para trás ...
Rodobens: perda violenta nas margens operacional (de 29,6% no 1T08 para 13,5%) e líquida (de 24,6% no 1T08 para 10,0%). Lucro Líquido 42% menor do que aquele do 1T08, apesar da Receita Líquida 43% maios.


Petrobrás: EBITDA praticamente igual ao 4T08 - a diferença no lucro líquido (22,4% menor do que no 4T08) está no Resultado Financeiro (positivo em R$ 3,3 bilhões no 4T08 para negativo em R$ 0,4 bilhões no 1T09).

2332 - paulorizzi - 11/Mar/2009 17:56
"Mais um caso de ""não malandragem"" no setor da construção civil."
"O balanço da Rodobens mostra uma provisão para pagamento de dividendos que corresponde a 24% do lucro líquido anual, ou seja, acima dos 23,75% mínimos preconizados pela legislação. Ao contrário da Camargo Correia, a Rodobens não ""inventou"" prejuízos em anos anteriores para reduzir a distribuição."
"Se as minha constas estiverem certas, os dividendos serão de R$ 0,409/ação, o que corresponde, na cotação de R$ 8,60, a um DY de aprox. 4,8%.

916 - small caps - 14/Jan/2009 00:05
"(911) ecvl, RDNI3 faz parte do vasto time de ações do setor de construção civil cujo valor de mercado indica que o setor enfrentará uma catástrofe sem precedentes nos próximos anos. Ela é um pouco mais cara (20, 30%) que as ações que costumo colocar como as que considero mais atrantes."

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