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Recomendação: de compra pelo SmallCaps em FEV/2009. de
compra pelo tota57 em JAN/2010
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1383 de 5068 03/Fev/2009 20:30 0
1 small caps Usuário Premium Comentários: 2794 - Desde: Fev
2007
"EKTR4 tem também tem múltiplos muito bons. É
interessante apenas verificar qual o prazo de concessão e quando será a próxima
revisão tarifária. Se esta for mais distante e o prazo de concessão após 2020,
os preços são atrativos."
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2364 de 5068 11/Mar/2009 23:56 0
gustgef Usuário Premium Comentários: 211 - Desde: Mai 2008
"Aparentemente você não viu meu
comentário. Achei interessante a situação da EKTR4, apesar de sua baixíssima
liquidez. Distribuiu 14,5% de dividendos (cotação de 12,56), entretanto há um
viés de crescimento nas receitas devido à reajustes tarifários. Seria uma boa
opção ou deixei passar alguma coisa?"
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5348 de 5802Modificado em 09/Mai/2009 15:56 [Citar este
comentário] 0
[Nível 0] paulorizzi Usuário PremiumComentários: 775 -
Desde: Dez 2007
Uma análise rápida do balanço da Elektro (EKTR4) mostra que
só houve uma queda (em relação à média trimestral de 2008) de 5,2% na receita
bruta obtida da energia industrial. As receitas nos demais setores cresceu:
residencial (17,9%), comercial (19,4%), Rural (1,2%), Poder Público (25,2%),
Iluminação (5,5%), Serviços Públicos (5,5%), Clientes Livres (7,1%). A Receita
Operacional Bruta Total cresceu 9,3% em relação à média trimestral de 2008.
Acho lícito esperar que, no resto de 2009,
a empresa
consiga no mínimo repetir o resultado do 1T09. Nestas condições, (se não errei
as contas) os seus múltiplos (interessantes) ficariam:
P/L=6; P/VPA=2,45; PSR=1,16; DY = 15,8% (para
um Payout de 95% como praticado no exercício de 2008); ROE: 40,7%
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7545 de 759921/Jun/2009 19:21 1 tota57Comentários: 2877 -
Desde: Abr 2007
Vou reproduzir alguns posts que coloquei no
tópico das Ondas.
Desde sexta off line, final de semana corrido.
Abaixo breve comentário sobre questões levantadas sobre elétricas desde sexta.
Elet3- Forte valorização na sexta, decorrente
de nova especulação sobre o pagamento de dividendos atrasados das décadas de 70
e 80. O montante desses dividendos é de 10 bilhoes, sendo que 80% ficariam com
o proprio governo, inclusive BNDES. As noticias são de que poderiam pagar ainda
esse ano, metade em $$$ e metade em ações.A empresa tem 13 Bi em caixa e tem
como honra esse compromisso, mas essa promessa vem se arrastando a tempo.
Particularmente não tenho informação de nenhuma fonte de que o pagamento
ocorrerá de fato. Eletrobrás tem 32% das usinas vencendo concessão em 2015,
controla distribuidoras problematicas, vem participando de inumeros leilões em
parceria com iniciativa privada, mas pode ser utilizada em projetos de baixo
retorno, visando atender interesses politicos. Preço do ativo na sexta já esta
bem proximo das maximas alcançadas nos ultimos 3 anos, mas a tem uma baixa
relação P/VP. Pode ser uma baita oportunidade, mas eu não gosto da empresa
devido a ingerencia do estado, mesmo tendo relação Preço Valor Patrimonial
baixíssimo e possibilidade desse derrame de dividendos.
ELPL6- Forte valorização na semana passada.
Coincidencia ou não surgem novas noticias de que o BNDES vendera a participação
que tem na Brasiliana, que controla GETI e ELPL. Entre 2007 e 2008
a GETI
andava a cada noticia de que o BNDES venderia suas ações. Lembrando que o Grupo
AES tem prioridade na compra e já manisfestou de publico que exercerá esse
direito. ELPL tem uma divida de R$ 1 BI em discussão com a Eletrobrás e dizem
que ha chances reais de dançar. Esse passivo não esta contabilizado, mas a
empresa gera caixa para pagar. Porem, convenhamos que 1 BI é um rombo e tanto.
Cesp6- Já chegou a valer R$50, mas tem 2/3 das
concessões, Usinas de Jupiá e Ilha Solteira, vencendo em 2015. Creio que essas
renovações de concessão vão acabar acontecendo, mas com onus, ou seja, o
governo vai querer um contrapartida no preço da energia vendida pela empresa.
Para voces terem uma ideia a GETI vende energia para a Eletropaulo a R$140 e
Cesp nos ultimos anos vinha entregando energia na casa de R$85. Esses contratos
estão vencendo e nos proximos anos talvez consiga preços mais interessantes, o
problema é essa novela do vencimento da concessão.
Moçada...tanto Cesp como Elet são
oportunidades de ganhos elevados, dependendo do desdobramento de todas essas
pendengas. Eu estou fora e ficarei, ao menos que algum passarinho cante nos
meus ouvidos...rsrssrrs
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18010 de 18025Modificado em 22/Out/2009 11:57 0
tota57Comentários: 4588 - Desde: Abr 2007
Energia: Negociação foi interrompida depois
que a AEI decidiu levar adiante emissão de US$ 800 milhões
Oferta de ações de acionista da
Elektro barra planos da CPFL
Josette Goulart, de São Paulo 22/10/2009
Adquirir a Elektro, empresa de
distribuição de energia que atua em 223 cidades paulistanas, a maior parte
delas na extensão de sua própria área de concessão, era o sonho da CPFL Energia
pela sinergia que o negócio lhe traria e a posição líder de mercado que
passaria a ocupar. Mas há cerca de um mês, quando achou que estava prestes a
fechar negócio, a CPFL foi surpreendida com a ordem de suspensão das
negociações vinda do acionista da Elektro, Ashmore Energy International (AEI).
Com sede nas Ilhas Cayman, ela tem ativos de infraestrutura em países
emergentes e é dona de 99,7% do capital da distribuidora brasileira.
O motivo ficou claro na semana passada, quando
a AEI decidiu levar adiante seu plano de emissão de ações no mercado americano.
O prospecto foi entregue à comissão de valores mobiliários americana, a SEC, em
agosto, mas foi somente no dia 14 deste mês que ela marcou a data para sua
oferta pública inicial (IPO, na sigla em inglês) na Bolsa de Nova York. Será na
próxima segunda-feira, dia 26.
A expectativa é de uma captação de recursos
entre US$ 700 milhões e US$ 800 milhões. Este será uma das maiores ofertas no
mercado americano neste ano, segundo a agência de notícias DowJones Newswire.
Se a oferta for um sucesso de público, dificilmente uma empresa com tanto
recurso novo em caixa se desfaria de um de seus principais ativos. A Elektro é
hoje a maior empresa de distribuição sob o guarda-chuva da Ashmore. Sem contar,
que os novos acionistas que vão comprar o papel estarão comprando o
investimento brasileiro, tão em voga hoje entre os investidores. Desta forma, o
sonho da CPFL será adiado por tempo indeterminado na visão de analistas do
setor ouvidos pelo Valor. Procuradas, as duas empresas não quiseram se
pronunciar.
A AEI começou suas atividades como um fundo de
participações administrado por uma empresa de gestão de recursos londrina
também chamada Ashmore. Em 2006, entrou na operação a Prisma Energy
International, uma empresa sobrevivente do falido grupo Enron. A Prisma mudou
então seu nome para Ashmore Energy International. Hoje, ela tem ainda como
sócio um fundo de private equity do governo de Cingapura, que detém 23% do
capital da AEI.
A empresa opera em 19 países sendo que os
ativos brasileiros representaram 36% do lucro antes dos impostos, juros,
depreciação e amortização (lajida) da AEI em 2008. É o maior negócio do grupo.
Em segundo lugar, vem a operação colombiana. No Brasil, a Ashmore tem ainda uma
termelétrica (a EPE) e empresas de transporte e distribuição de gás natural
(Cuiabá GOM, Cuiabá TBS e TBG). A área de distribuição representa 51% do
portfólio da AEI, que tem ainda distribuidoras no Peru, Argentina, Chile, El
Salvador, Panamá.
A Elektro era cobiçada por diversas empresas
brasileiras que querem consolidar suas operações. Com sua saída do páreo, mais
uma vez os grandes grupos vão se deparar com a dificuldade de fazer aquisições
e fazer acontecer a famigerada consolidação do setor de distribuição no país.
O Brasil possui hoje 64 empresas
distribuidoras. A maior parte delas ainda continua na mão dos diversos
governos, seja estadual, municipal ou federal. Assim são poucos os ativos à
venda. Um deles seria a Rede Energia, mas os donos da companhia tem conseguido
tocar seus negócios, apesar da dívida elevada, com a ajuda do governo federal
que, por meio da Eletrobrás , estuda entrar em algumas empresas do grupo. Ainda
se espera que grupos estrangeiros vendam suas distribuidoras no Nordeste. Mas,
passado o pior da crise, alguns analistas creem que esse processo possa se
arrastar mais.
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20434 de 2045411/Nov/2009 22:58 [Citar este comentário] 0
1 padrinhoComentários: 944 - Desde: Jun 2007
citação: tota57Salve prof,
Boa essa tal de Elektro, verdadeira joia da
coroa. Tão boa que os controladores não querem dividir o bolo, o free-float é
desprezível.
Tem muita empresa de olha para comprar, mas
pelo visto os americanos não venderão, parece-me até que estão lançando ADR´s,
o que torna sem sentido a venda do ativo.
Revisando
EKTR4 verifiquei que do total de 101.878.293 ações preferenciais somente 0,59%
estão no mercado, ou seja, 601.082 ações significariam o free float da empresa
dentro do nosso mercado... alguma parte desta devem estar em carteiras de LP e
povoarão o book em momentos muito raros. Hoje foram negociados 700 PN´s...As ON
estão "soltas e perdidas" na miserável fração de 0,03%. Respeito, e
muito, aqueles que tem a paciência e persistência pra trabalhar este tipo de
ativo.
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24623 de 2462306/Jan/2010 19:45 [Citar este comentário] 0
4 paulo_profComentários: 1195 - Desde: Jul 2009
O meu chute é que nos 4 próximos trimestres, a EKTR
apresentará um lucro líquido de aprox. R$ 550 milhões. Se o payout for mantido,
isto implicará em proventos de R$ 2,50/ação. Ainda na minha estimativa, a
próxima distribuição de dividendos deverá se dar (dia "com") no
início de abril, de aprox. R$ 0,70/ação. Depois, só em meados de agosto.
Continuando com o chute, acho que nos próximos
4 trimestres, a ELPL apresentará um lucro líquido de aprox. R$ 670 milhões. Se
o payout for mantido, isto implicará em proventos de R$ 4,22/ação. Estimo que
distribuirá dividendos de R$ 3,23/ação em fins de abril. Depois também, só em
meados de agosto.
Se a EQTL não vendesse a Light para a CMIG, eu
tinha estimado um lucro líquido de R$ 315 milhões nos próximos 4 trimestres,
com proventos de R$ 2,00/ação. De qualquer forma, estimo que distribuirá aprox.
R$ 1,70/ação antes do final de março. Depois distribuirá uma mixaria só em
DEZ2010. Pela Light, entretanto, a CEMIG pagará aos acionistas da EQTL, R$
7,414/ação (+ aprox. R$ 0,70 pela parte dos R$ 1,70 que são da Light, se o
processo todo terminar antes do final de março).
De acordo com as minhas estimativas, sem a
Light, o lucro líquido anual da EQTL passará para algo próximo de R$ 180
milhões e o patrimônio líquido passará para algo próximo de R$ 810 milhões.
Hoje, a CEMAR (ENMA3B) está sendo negociada a
um P/L = 5,4; P/VPA = 2,08 e DY = 11,4%. Se vc subtrair, do preço de hoje (R$
17,70) os R$ 7,41 da Cemig + os 0,70
a serem
pagos pelos proventos da Light, vc chega a R$ 9,59 pela "nova" EQTL,
ou seja, um P/L = 5,65 e um P/VPA = 1,25 (relativamente mais
barato/interessante do que comprar ENMA3B).
A grande questão é: quanto tempo levará para
que todo este processo se desenrole? Antes ou depois de fins de março? Quais as
perspectivas da Cemar (onde é que anda o Tota)?
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25595 de 2561516/Jan/2010 16:57 [Citar este comentário] 1
5 tota57Comentários: 5723 - Desde: Abr 2007
Eu devo ter comentado por aqui que a EKTR é
jóia da coroa. Eu cresci na zona de concessão da empresa e conheço bem o seu
desempenho. Recentemente a controladora lançou ADR´s em NY e descartou a
possibilidade de vender ativos no Brasil. Se bobear os caras vem para cá e
entram nessa brincadeira de compras de ativos.
A EKTR é tão boa e de baixo risco, que eles
não dividem o bolo com ninguem, o controle é totalmente concentrado e o
free-float inexistente. A unica coisa que falta para ela é aumentar a
participação do capital de terceiros, ou seja, diluir um pouco esse controle.
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29024 de 29073Modificado em 28/Fev/2010 20:08 [Citar este
comentário] 4
4 paulo_profComentários: 1614 - Desde: Jul 2009
Se houver interessados, acho que o Tota se coloca à
disposição para uma análise + aprofundada da Elektro.
A receita operacional bruta cresceu 8,46% em
relação ao exercício de 2008. Houve, entretanto, um acréscimo nas deduções, de
modo que a receita operacional líquida cresceu menos, 5,97%, em relação à 2008.
Esta redução foi devida ao efeito negativo do resultado definitivo da redução
tarifária, que causou um impacto de R$ 55,8 milhões.
Devido ao aumento (9,4%) no custo da energia
comprada para revenda (maior volume e aumento da tarifa média nos reajustes dos
contartos de compra) e o aumento no custo de operação (13%), principalmente
pessoal (14,2%), serviços de terceiros (19%), o Resultado Bruto foi 1,96% menor
do que o de 2008.
O Ebitda ficou praticamente constante (queda
de 0,3% em relação a 2008), mas o resultado financeiro foi muito melhor (um
resultado financeiro negativo em R$ 140 milhões em 2008 foi revertido num
resultado financeiro positivo de R$ 3 milhões). A maior parte do salto no
resultado finaceiro foi devida a Lei do Parcelamento de débitos fiscais. Sem
este fato não recorrente, o resultado financeiro teria sido negativo em R$ 93
milhões e o lucro líquido aprox. R$ 63 milhões menor. Um outro fator que
contribuiu para o excelente resulado financeiro foi a variação do IGP-M, que
experimentou uma deflação em 2009. O IGP-M é o indicador para os índices de
reajuste das debêntures representando 28% da dívida bruta. As evoluções, em
relação a 2008, do resultado operacional (+26,9%) e Resultado Líquido (23,9%),
portanto, são devidos em grande parte a efeitos não recorrentes.
Na avaliação da empresa, o lucro líquido
recorrente durante o exercício de 2009 teria sido de aprox. R$ 446 milhões.
Relativo ao Exercício de 2009,
a EKTR
distribuiu 95% do lucro líquido (ou seja, retirou a reserva legal de 5% e
distribuiu o resto). Como a EKTR4 paga proventos 10% maiores do que a EKTR3, o
payout efetivo (total distribuído para a EKTR4 * número total de ações,
dividido pelo lucro líquido) em termos de EKTR4 foi de 100,4%.
Pelas minhas projeções (o papel aceita tudo),
o lucro líquido de 2010 deverá ser de aprox. R$ 485 milhões (o mesmo de 2009).
Nestas condições e ao preço de 6a. feira (R$ 25,00), os indicadores seriam:
Como anunciado, a próxima distribuição de
proventos (dividendos complementares do exercício de 2009) terá como data
"com" o dia 14ABR e será de aprox. R$ 0,84/ação.
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29027 de 29073Modificado em 28/Fev/2010 19:26 [Citar este
comentário] 1
4 tota57Comentários: 6148 - Desde: Abr 2007
Eu já comentei aqui que a Elektro é a jóia da
coroa, uma excelente empresa que oferece os melhores indicadores de qualidade
do serviço e do atendimento. No aspecto economico-financeiro os balanços falam
por si só, hoje mesmo postei um Raio X com os multiplos dos ultimos anos.
Endosso as estimativas do paulo_prof, talvez ela tenha um lucro liquido uns 5%
maior que o previsto por ele, uma vez que há projeções de que o mercado de
energia cresça aproximadamente 7% em 2010.
Em outras oportunidades lamentei o fato da
empresa ter a estrutura societária concentrada nas mãos da AEI - Ashmore Energy
Internacional. O Free-Float dela é irrisório, o que compromete a liquidez.
Temos visto alguns boatos de que a CPFL
poderia comprar a Elektro. Eu particularmente não creio que isso vá acontecer.
Digo isso porque no segundo semestre do ano passado a AEI fez uma IPO na bolsa
de Nova Iorque. A Ashmore deve estar portanto com a burra cheia de dinheiro e
não vejo motivos para ela vender a sua maior distribuidora de energia, a
Elektro tem quase 50% dos consumidores dentre as distribuidoras controladas
pela AEI, vejam no link abaixo. Digo mais, a AEI foca seu investimentos em
empresas localizadas em paises em
desenvolvimento. Arrisco-me a
dizer que a AEI pode participar sim da consolidação do setor elétrico
brasileiro, mas no papel de compradora e não no de vendedora.
Para ficar legal eles precisariam criar uma
holding e fazer um IPO na Bovespa, aumentando a participação do capital de
terceiros nas suas empresas brasileiras. Se isso ocorresse os pequenos
investidores poderiam ser beneficiados.
http://www.aeienergy.com/?id=1
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29032 de 2907328/Fev/2010 21:49 [Citar este comentário] 1
4 tota57Comentários: 6148 - Desde: Abr 2007
Tens razão que há ativos com multiplos mais
interessantes, mas a EKTR é uma opção para investidores que preferem comprar
uma quantidade maior de empresas. Tenho visto por aqui colegas com 20, 30 e até
40 ativos. Nesses casos é uma opção para diluir o risco.
Eu não tenho o papel, pois minha cota de
elétricas terá no máximo 4 empresas. Atualmente tenho 3, COCE3, GETI3 e ELPL6.
É ainda uma alternativa para aqueles que não
querem comprar o risco que outras empresas tem. A GETI tem um compromisso de
aumentar 15% a capacidade de geração, o que não deixa de ser uma oportunidade.
Tem ainda o contrato com a ELPL que vai terminar em 2015.
A Coce tem
o risco da troca de controle. ELPL a divida não reconhecida com a Eletrobrás.
EKTR parece ser menos arriscada, por isso esta mais cara.
Eu gosto de mais dos resultados que a empresa
entrega, não só os resultados economico-financeiros, mas todos os indicadores
operacionais. Independente dessa admiração eu não trocaria meus ativos por
EKTR, primeiro porque não me agrada a estrutura societaria e segundo porque a 3
que tenho estão baratas.
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29074 de 2909501/Mar/2010 20:57 [Citar este comentário] 1
[Nível 0] edbmsevComentários: 278 - Desde: Jan 2008
Se não me engano, a controladora da Elektro já tentou
fechar seu capital em 2007, por meio de oferta pública de ações com preço na
faixa de 11 reais. A meu ver, eventual fechamento de capital representa um dos
maiores riscos para os minoritários da Elektro. Dado a baixíssima qtde de ações
em circulação é improvável que haja muita preocupação dos controladores em
adotar padrões elevados de governança corporativa.
Optei por ter a maior parte de minha carteira
em elétricas alocada em COCE3, GETI3 e TRPL3/4, além de AFLU3. A Afluente é uma
empresa que atua na área de geração e transmissão, tendo contrato bilateral
firmado com a Coelba até 2.028. A Afluente é uma empresa relativamente pequena,
paga dividendos anuais na faixa de 10-11%, tem fluxo de caixa bastante
previsível e faz parte do grupo Neoenergia. O principal risco da Afluente é sua
baixíssima liquidez. Mas comprei como vaca leiteira, reinvestindo seus
dividendos em papéis de crescimento.
No momento, estou adotando a estratégia de
ficar vendido parcialmente em ibovespa futuro e comprado em empresas boas
pagadoras de dividendos, especialmente elétricas.
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30678 de 30737Modificado em 19/Mar/2010 17:43 [Citar este
comentário] 1
3 small capsComentários: 3510 - Desde: Fev 2007
ugaz, PETR "tá devendo" muito ainda para chegar
ao topo histórico... e a tal subscrição de novas ações com capitalização pelo
governo de reserva do pré-sal deve também contribuir para o engessamento.
Eu fui um daqueles que já vendeu suas ações. Tinha comprada
ela no ano 2000, quando sim era uma verdadeira pechincha. Naquela época foi a
vez das commodities, esquecídissimas... Geralmente o futuro costuma ser
diferente do que se imagina... e foi, eis que eram ativos desprezados... hoje,
estão na moda... passo ao largo, daí...
Em 2009, início, foi a vez dos bancos médios e
construtoras.... devassadas pelos estrangeiros para nossa alegria...
EKTR4 foi de uma vez só para o preço justo...
há ativos mais baratos agora do mesmo setor... mas quando se comentou por aqui,
era uma grande oportunidade...
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44980 de 45022Modificado em 06/Set/2010 15:26 [Citar este
comentário] 1
4 tota57Comentários: 7239 - Desde: Abr 2007
Em relação a especulação de venda dos ativos do Ashmore na
América Latina, fundo que controla a eficiente Elektro (EKTR), notícias que
circularam na ultima semana dão conta de que Neonergia, AES, Cemig e CPFL,
seriam as empresas que estão participando ativamente da disputa.
Veio a público que esses ativos, que compreendem a Elektro,
uma distribuidora Argentina, gasodutos e uma problemática termoelétrica em
Cuiabá, valeriam de R$ 5
a R$ 7
Bilhões. Sozinha a Elektro poderia valer algo em torno de R$4,5 Bilhões,
segundo matéria publicada no Valor Econômico de 02/09. Nota na Isto É dinheiro,
na coluna Mercado em Numeros, informa que R$ 7 bilhões é o preço máximo para a
CPFL comprar a Elektro.
É um festival de cifras que me despertaram o interesse de
ver como ficariam os multiplos, considerando que a empresa pode gerar um Lucro
Líquido igual ao do ano passado, que foi inferior ao verificado em anos
anteriores. LL de 2009 = R$2,50/ação:
hipotese - Venda pelo Valor de Mercado de sexta-feira,
considerando a cotação de R$ 28,75 tanto para ON´s como PN´s
Valor de Mercado = R$5,57 Bilhões
Dívida Líquida/Ebitda = 1,1 X
Pois bem, ao menos que haja um ganho de sinergia muito
expressivo, que na prática poderia se glossado pela Aneel num segundo momento
de revisão tarifária, as cotações de EKTR estão no seu limite. Não vejo muita
possibilidade do negócio ser fechado por um preço de ação superior a R$ 28,75.
Lembrando que a Cemig pagou pela Terna um EV/Ebitda de
8,5X. Na compra da parcela que a EQTL tinha na Light o preço pago foi um
Ev/Ebitda de 7,5X.
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55081 de 5529511/Nov/2010 17:11 [Citar este
comentário] 5
5 paulo_profComentários: 3006 - Desde: Jul 2009
Novos múltiplos da EKTR4, baseados nos últimos 12 meses:
DÍVIDA BRUTA/PATRIMÔNIO LÍQUIDO 77,3%
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60679 de 6069006/Jan/2011 08:50 [Citar este
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3 tota57Comentários: 7873 - Desde: Abr 2007
Apesar do orgão regulador ter dado sinais de arrocho nas
margens das elétricas, por conta do 3º ciclo de revisões tarifárias e renovação
das concessões, notamos que tem mais "cachorro do que osso". Ou o
negócio é bom demais e todos querem, ou é caso de sobrevivência, crescer para ganhar
escala e reduzir custos com a sinergia, ou as duas coisas...rsrs
Previ envia recado para sócia Iberdrola
Energia: Fundo diz que para Elektro entrar na Neoenergia
terá que, necessariamente, passar por sua aprovação
Josette Goulart | De São Paulo
Ações da espanhola Iberdrola, presidida por Jose Ignacio
Sanchez Galan, ontem tiveram queda 1,48% na Bolsa de Madri
O fundo de pensão dos funcionários doBanco do Brasil
(Previ) reagiu à notícia publicada pelo Valor de que a Iberdrola tem um acordo
de exclusividade para a compra dos ativos da Ashmore Energy International(AEI),
entre eles a Elektro, mandando um recado para seu sócio. A Previ terá que
"necessariamente" aprovar uma eventual transferência da Elektro para
a Neoenergia, disse o fundo formalmente em carta enviada primeiramente ao
jornal e depois divulgada para o restante da imprensa e inclusive para
executivos da Neoenergia. Previ e Iberdrola dividem o controle da empresa.
Incorporar a Elektro na Neoenergia faz parte da estratégia
da Iberdrola, que quer ter ganhos de produtividade com as outras distribuidoras
da controlada que estão localizadas no Rio Grande do Norte, Bahia e Pernambuco.
O problema é que, para a Previ, uma das principais sócias também da CPFL Energia,
o negócio agregaria mais valor se fosse adquirido pela CPFL. A Elektro é hoje
vizinha da área de concessão da companhia paulista .
A vantagem da Iberdrola na compra, além do acordo de
exclusividade, é que a empresa tem condições e interesse em adquirir o pacote
completo da Ashmore. A AEI - uma espécie de condomínio de fundos de
investimentos que aplicam em mercados emergentes - não quer vender a Elektro
separadamente, pois sabe que é seu ativo mais valioso e teria dificuldades em
vender os demais, espalhados pela América Latina, China e Leste Europeu. Por
isso, quer atrelá-los à venda da distribuidora brasileira.
Diversas fontes muito próximas ao fundo, à Neoenergia e à
CPFL dizem que a Previ barrou a participação direta da Neoenergia no processo
de venda dos ativos da Ashmore em função do conflito com a CPFL. Ontem, na sua
carta, o fundo, entretanto, refutou que um conflito de interesses tenha
impossibilitado uma oferta da Neoenergia pela Elektro. "O processo de
venda dos ativos da Ashmore está seguindo regras de mercado. Em momento algum a
compra do ativo Elektro foi estudada ou avaliada no âmbito dos acionistas da
Neoenergia, empresa na qual a Previ detém 49% de participação. Eventual
proposta de venda da Elektro para a Neoenergia deverá ser analisada dentro das
instâncias de governança da companhia e, necessariamente, ter a aprovação da
Previ", informou o fundo.
A notícia do acordo de exclusividade para a compra dos
ativos da AEI, que vale até o dia 15 de janeiro, afetou as ações da empresa
presidida mundialmente por Ignacio Galan. Os papéis tiveram queda 1,48% na
Bolsa de Madri. A empresa enviou um comunicado a alguns órgãos de imprensa
negando que tenha feito "acordo para a compra dos ativos da AEI por US$ 8
bilhões". Questionada, entretanto, se negava o acordo de exclusividade na
negociação, a direção de comunicação da empresa no México disse apenas que na
Espanha os executivos não estavam mais disponíveis em função da festa do Dia de
Reis que acontece hoje. A Iberdrola não fez qualquer comunicado oficial à
Comissão de Valores Mobiliários da Espanha.
Desde que começaram os boatos de que o governo federal
tinha interesse em formar uma superelétrica com a união de Neoenergia e CPFL
Energia, os espanhóis começaram a reagir no país. Só no ano passado, a empresa
que era tida como o entrave no crescimento da Neoenergia, aprovou uma série de
investimentos agressivos. A Neoenergia entrou em Belo Monte, com 10% do
capital, aprovou a menor tarifa da história dos leilões, em Teles Pires, e
ainda foi extremamente agressiva no leilão de eólicas, sendo uma das maiores
vendedoras de energia. O imbróglio com a Previ terá que ser resolvido, pois as
duas empresas da qual o fundo é sócio sistematicamente têm competido entre si
nos mais diferentes negócios. O fundo contratou o banco Morgan Stanleypara
avaliar o ativo. Mas a ideia da fusão foi barrada pela Iberdrola, que não quis
negociar.
Iberdrola tem preferência em oferta por ativos da AEI
Grupo espanhol tem prazo até o dia 15 para acertar a compra
dos ativos, que incluem a distribuidora Elektro
A companhia espanhola Iberdrola tem exclusividade até o
próximo dia 15 para apresentar uma proposta de compra dos ativos globais da
americana Ashmore Energy International (AEI), o que inclui a distribuidora
brasileira de energia Elektro.
A informação foi confirmada à Reuters por uma fonte que
preferiu não se identificar. A fonte destacou, entretanto, que isso não
significa um acordo fechado de compra. Se a proposta da Iberdrola, que no
Brasil integra o bloco de controle da Neoenergia, não for satisfatória, outras
empresas poderão, após o prazo, fazer suas ofertas pelos ativos da AEI.
Procurada, a Iberdrola não quis comentar o assunto, mas enviou comunicado em
que "nega ter assinado acordo para comprar a AEI por cerca de US$ 8
bilhões". A AEI disse que não comentaria o assunto.
A edição de ontem do jornal Valor Econômico informava que a
oferta da Iberdrola pelos ativos da AEI é estimada em cerca de US$ 8 bilhões e
inclui, além da Elektro, geradoras, gasodutos e distribuidoras de energia
elétrica na América Latina, China e Leste Europeu.
Mas analistas afirmam que a compra de todos os ativos da
AEI é improvável, embora a Neoenergia - onde a Iberdrola tem 39% de
participação - possa estar interessada nos 99% da Elektro. "A Elektro
poderia se encaixar na estratégia da Iberdrola em ativos de energia e de
expandir sua presença no Brasil", disse um analista de um banco europeu.
Em agosto, uma fonte havia informado que a Neoenergia, que
também tem como sócios a Previ e o Banco do Brasil, tinha feito proposta para
compra da Elektro - informação negada pela Previ. De acordo com o IFR, um
serviço da Thomson Reuters, também tinham interesse na Elektro a Cemig e a CPFL
Energia. Um outro interessado seria o banco BTG Pactual.
- Tamanho - U$ 3,57 Billhões é o valor de mercado da
Elektro mais sua dividas
- 1,95 milhões clientes em 228 cidades de SP e MS.
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115468 de
11547914/Fev/2012 22:08 2
paulo_profComentários: 5769 - Desde: Jul 2009
EKTR4
Resultado fraco no
trimestre, bom no exercício ...
PREÇO R$ 25,80
PAYOUT (2010) 98,8%
P/L 10,15
P/VPA 3,65
PSR 1,40
DY 9,74%
EV/EBITDA 31,09
MARGEM BRUTA 29,4%
MARGEM OPERACIONAL 19,8%
MARGEM LÍQUIDA 13,8%
LUCRO POR AÇÃO R$ 2,541
MARGEM EBITDA 5,4%
DÍVIDA BRUTA/PATRIMÔNIO
LÍQUIDO 90,4%
ROE 35,98%
LIQUIDEZ CORRENTE 1,42
Taxas anuais médias
nominais de crescimento:
a) do lucro líquido
UA 9,33%
U2A 0,70%
U3A 7,92%
b) do patrimônio
líquido médio
UA 13,83%
U2A 10,07%
U3A 7,75%
Não arrisco um prognóstico para 2012 ... nçao tenho a
mínima idéia de como a revisão de 3o. ciclo impactará a empresa ...
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128768 de
128773Modificado em 30/Abr/2012 15:22 0
paulo_profComentários: 6320 - Desde: Jul 2009
EKTR4
A Elektro é uma empresa
que praticamente está em sua "perpetuidade". Em termos da EKTR4
distribui quase 100% do seu lucro líquido e, em termos reais, o lucro líquido,
na média, vem decrescendo numa razão de aprox. 1% ao ano.
Inserindo o LPA
referente aos últimos 12 meses, R$ 2,575, na fórmula do "preço justo"
do FCD, com uma taxa de crescimento real do lucro de -1% durante 100 anos (o
calculador do Guiainvest não permite perpetuidades negativas) e uma taxa de
desconto de 8%, obtém-se R$ 28,33, apenas 6,5% superior ao preço do últimos
negócio realizado.
Considerando que, como
as demais distribuidoras, a Elektro também deverá sofrer, acho que a EKTR4 está
cara (ou seja, a hipótese de que o lucro líquido decrescerá, em termos reais,
apenas 1% ao ano, é super otimista).
PREÇO: R$ 26,50
PAYOUT (2011): 97,7%
P/L 10,29
P/VPA 3,87
PSR 1,44
DY 9,49%
EV/EBITDA 31,76
MARGEM BRUTA 29,6%
MARGEM OPERACIONAL 20,1%
MARGEM LÍQUIDA 14,0%
LUCRO POR AÇÃO R$ 2,575
MARGEM EBITDA 5,4%
DÍVIDA BRUTA/PATRIMÔNIO
LÍQUIDO 96,4%
ROE 37,60%
LIQUIDEZ CORRENTE 1,41
Taxas anuais nominais
de crescimento:
a) do lucro líquido
UA 6,56%
U2A 1,30%
U3A 4,24%
b) do patrimônio
líquido médio
UA 4,31%
U2A 8,07%
U3A 6,02%
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