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sexta-feira, 8 de maio de 2020

Energias BR (ENBR)


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Códigos de Negociação
Tipo
CVM
ENBR3
  Novo Mercado
19763 

Razão Social
CNPJ
EDP - ENERGIAS DO BRASIL S.A.
 03.983.431/0001-03

Balanços
1T2020 ➤ ITR ➤ Release Operacional ➤ Press-release

A2019/4T2019 ➤ DFP 31/12/19 ➤ Press-release ➤ Apresentacao ao mercado
paulo_prof  -
A empresa postou excelentes resultados no 4T19. Estes impactaram positivamente os resultados do exercício. De acordo com a Relatório da empresa, o lucro líquido "ajustado" do exercício teria sido R$ 904 milhões, ou R$ 1,50 por ação. Para justificar o preço atual utilizando os parâmetros usuais este lucro líquido recorrente teria que crescer, em termos reais, uma média de 4% a.a. durante 5 anos. Como a taxa de crescimento real do lucro deverá situar-se acima disto e como o horizonte de crescimento para a empresa é substancialmente maior do que 5 anos, pode-se afirmar que o risco de um investimento no ativo ao preço atual é relativamente pequeno.

3T2019 -
paulo_prof  -
Os Resultados (Receita Líquida, Resultado Bruto, Resultado Antes dos Impostos, Lucro Líquido e Ebitda) foram fortemente impactados pelo reconhecimento do VNR em ambas as distribuidoras em decorrência da Revisão Tarifária, quando houve reavaliação do laudo patrimonial. Se os valores correspondentes forem expurgados, todos os Resultados mostraram involução em relação aos resultados do 3T18. Na comparação anual, excetuando o Resultado Financeiro e Lucro Líquido, também houve involução em termos nominais.
No operacional, a empresa vem melhorando aos poucos, aumentando a eficiência, mas ainda abaixo de seus pares.
De uma forma geral, acho que a precificação atual do ativo é compatível com o seu operacional.

2T2019 -
paulo_prof  -
O resultados do 2T19 foram impactados principalmente pela hidrologia favorável. De um lado, houve redução importante no despacho da termelétrica Pecém. De outro, a política de proteção da empresa em relação ao GSF foi ineficiente. Prevendo uma hidrologia desfavorável, para não ficar refém de uma redução da energia assegurada, a empresa compra contratos de energia de terceiros, liquidando eventuais sobras no mercado de curto prazo. Como a hidrologia foi favorável, a energia de proyteção teve que ser revendida a baixos PLDs.
Resultados Operacionais abaixo do previsto foram parcialmente compensados por um melhor resultado financeiro.
Na minha opnião, apesar dos resultados abaixo do esperado, a ENBR3 continua barata.

1T2019 -
paulo_prof -
Resultados Sólidos de A a Z. Como se não bastassem os ótimos Resultados Operacionais e Financeiros, é digno de registro a conclusão 20 meses antes do prazo regulatório, do Lote de Transmissão do Espirito Santo e o andamento dos demais lotes também adiantados. Já foram iniciadas as obras do lote 11 no estado do Maranhão e do lote 21 no estado de Santa Catarina. O lote 07, também no Maranhão, teve a emissão de sua Licença Prévia publicada no final do mês de abril, e o lote 18, ligando Minas Gerais e São Paulo, encontra-se em fase de licenciamento com previsão de início das obras no 2º semestre do ano corrente. A empresa conseguirá antecipar as RAPs correspondentes.
O preço do ativo tem muito chão para aumentar.

A2018/4T2018 -
Paulo Prof - 
Os Resultados do 4T18, excluídos o ganho com a venda de investimentos, foi desastroso. O impacto só naõ foi sentido no Lucro Líquido porque a maior parte do imposto caiu sobre a alienação de investimentos. O Ebitda resultante das operações foi o mais fraco do ano, e 10% menor do que aquele do 4T17.
No exercício, todos os resultados mostraram boa evolução.
Se puder ser demonstrado que a queda de 12% da Receita Líquida do 4T18 em relação ao 4T17 foi fortuita e que não demonstra uma tendência, acho que o mercado está exagerando e o ativo pode estar barato.

2T2018 -
Paulo Prof - 
Mais uma vez, resultados sólidos em ambas as bases de comparação, anual e trimestral. Melhora operacional (taxa de crescimento substancial do ebitda).
Em fins de março do corrente, a ENBR concluiu a aquisição de 19,62% da Celesc. Como a ENBR divulga os seus resultados antes da Celesc, a equivalência patrimonial referente ao lucro líquido da investida ficou defasada de um trimestre. EM consequência, eventual lucro que a Celesc tenha postado no 2T18 só será contabilizado pela ENBR no 3T18, ajudando a compensar os prejuízos de sua participação em Cachoeira Caldeirão e São Manoel (devido ao estágio de maturação destas usinas, o resultado financeiro negativo expressivo leva a prejuízo).
Na minha opinião, o ativo está barato.

1T2018 -
Paulo Prof - 
Resultados sólidos em ambas as bases de comparação, anual e trimestral. Melhora operacional (taxa de crescimento substancial do ebitda) turbinada pela melhora do resultado financeiro. ativo parece relativamente barato.

A2017/4T2017 -
paulo_prof -
Especialmente levando em consideração os problemas causados pelo baixo GSF, achei os resultados bastante razoáveis. A Receita Líquida evoluiu fortemente em ambas as bases, anual (32,13%) e trimestral (47,64%). Não fosse o problema do GSF, não haveria perdas sensíveis na margem bruta e o Resultado Bruto teria evoluido aprox. em linha com a Receita líquida. Os resultados do 1S18, que deverá ser isento de impactos devidos ao GSF, vai mostrar o quadro mais realista. Acredito que a empresa tem todas as condições, nos próximos anos, de apresentar lucros crescentes, desde que não invesnte de dar passos maiores do que as pernas (consta que a ENBR, assim como investiu na CLSC, poderia também investir na ELPL).
Em princípio, portanto, acho que o ativo não está caro.

3T2017 -
marcosvinicius2  -
PAPEL DEVIDAMENTE PRECIFICADO (*). DOS ULTIMOS 46 TRIMESTRES, 01 APRESENTOU LUCRO LIQUIDO NEGATIVO (2,1739%). LUCRO Atribuído a Sócios da Empresa Controladora DO 3T17 = 140.072 FOI EMLINHA COM O LUCRO APRESENTADO NO 2T17 = 141.998 E MENOR EM RELAÇÃO AO APRESENTADO NO 3T16 = 230.798 (O ITEM 3.06.02 Despesas Financeiras entre 3T16 = -183.246 x 3T17 = -275.118 teve influência direta para essa diferença de LL entre o 3T16 X 3T17). VALOR DE MERCADO (MIL) = 8.862.132; VALOR MAXIMO (MIL) = 8.726.503 NO 3T16; VE PSBE (MIL) = 20.222.665.

2T2017 -
marcosvinicius2  -
PAPEL DEVIDAMENTE PRECIFICADO (*). NOS ULTIMOS 45 TRIMESTRES, 01 APRESENTOU LUCRO LIQUIDO NEGATIVO (2,2222%). MEDIA DE LUCRO LIQUIDO X 1.000 (U12M) = 135.863; (U24M) = 172.717; (U36M) = 222.466; (U48M) = 199.605; MAIORES VARIAÇÕES = 12M X 12M : RESULTADO OPERACIONAL (-31,74%) E RESULTADO LÍQUIDO (-35,17%); 2T16 X 2T15 : RESULTADO OPERACIONAL (68,53%) E RESULTADO LÍQUIDO (45,12%). VALOR DE MERCADO (MIL) = 9.400.107; VALOR MAXIMO (MIL) = 9.400.107 NO 2T17; VE PSBE (MIL) = 19.352.414.
EVENTOS NÃO RECORRENTES = Os eventos não recorrentes que impactaram a análise do 2T17 versus 2T16 são: (i)Provisão de R$ 33,4 milhões (bruto de PIS/COFINS e P&D) referentes ao ressarcimento do Encargo Hídrico em Pecém, no 2T17; e (ii)Resultados do 2T16 consideram a entrada parcial antecipada da UHE Cachoeira Caldeirão (“Cachoeira Caldeirão”), através da UG01 e UG02 (02 das 03 Unidades Geradoras) em 05 de maio e 07 de junho de 2016, respectivamente, e os resultados do 2T17 já contemplam o funcionamento das 03 Unidades Geradoras.
Além dos efeitos mencionados acima, os eventos não recorrentes que impactaram as análises do 6M17 versus 6M16 são: (i)Conclusão da venda da Pantanal Energética, no 6M16, com impacto no resultado de R$ 278,0 milhões; e (ii)Contabilização de R$ 81,8 milhões (+R$ 66,7 milhões na rubrica de “Ganhos e perdas na desativação e alienação de bens” e +R$ 15,1 milhões na rubrica de “Ressarcimento por indisponibilidade”) referente ao seguro recebido de Pecém, diferença entre o ressarcimento recebido do seguro e a baixa do ativo, decorrente da paralização da UG01 em setembro de 2014 quando houve a necessidade da troca do estator, no 6M16.

paulo_prof   -
Achei bons resultados da ENBR3. Ha que se tomar cuidado na comparação anual porque no 4T15 e 1T16 houve lucros não recorrentes expressivos. A comparação trimestral, entretanto, mostra evolução em todos os resultados, exceto no que se refere a margem bruta.
Acredito que o lucro líquido e ebitda possam evoluir, em termos reais, acima dos 10% anuais, de modo que os riscos de um investimento no ativo parecem pequenos.

A2016/4T2016 -
paulo_prof   -
No 1T16 foi concluída a venda da Pantanal e no 4T16 foi contabilizado o impairment decorrente dos problemas ocorridos na construção da UHT de São Manoel. Como não sou contador e como nas demonstrações financeiras não está claramente indicado, tenho dúvidas em relação aos impactos destes eventos não recorrentes sobre o lucro líquido.
A informação é que o impairment representou uma "despesa" de R$ 153 milhões no 4T, impactando o lucro líquido em R$ 104 milhões. No que se refere a venda da Pantanal, o ganho antes dos impostos teria sido de R$ 278 milhões que, mantendo a proporcionalidade, teria impactado o lucro líquido em R$ 177 milhões. Em 2016, portanto, o lucro líquido recorrente teria sido algo como R$ 70 milhões menor.
No que se refere 2015, houve um ganho de R$ 885 milhões na contabilização da compra de 50% de Pecem I, e mais R$ 69 milhões resultado da alienação da EDP Renováveis, totalizando R$ 954 milhões. Mantida a proporcionalidade, estes R$ 954 milhões teriam impactado o lucro líquido em aprox. R$ 685 milhões.
No que se refere a perspectivas, acho que enquanto o quadro econômico continuar adverso, a empresa continuará a "patinar" (distribuição atingida por sobre-contratação de energia, queda do faturamento e aumento da inadimplência; geração com o problema da água na Pecém I, eventuais problemas adicionais na construção da UHT São Manoel, etc.).

3T2016 -
marcosvinicius2  -
EBITDA: O EBITDA atingiu R$ 625,8 milhões, aumento de 6,6%, decorrente da contabilização do valor justo do ativo indenizável na EDP Escelsa, no montante de R$ 151,5 milhões. Desconsiderando o efeito da contabilização do valor justo do ativo indenizável da EDP Escelsa, o EBITDA reduziria 19,2% no trimestre.
Lucro Líquido: O Lucro Líquido consolidado totalizou R$ 230,8 milhões, aumento de R$ 175,5 milhões em relação ao 3T15, resultante dos efeitos já mencionados acima, compensado parcialmente pela maior despesa de IR e Contribuição Social de R$ 14,4 milhões, devido a maior realização dos ativos e passivos setoriais nas distribuidoras.

paulo_prof  -
Achei bom o resultado da ENBR. Com o recente reforço na estrutura de capital, o serviço do endividamento líquido diminuiu sensivelmente. Em relação ao Valor de Firma, a geração de caixa medida pelo Ebitda é bastante alta, de modo que o multiplo EV/Ebitda = 4 fica bem interessante. Não acho que o ativo esteja caro! 

2T2016 -
paulo_prof  -
Resultado fraco da ENBR ... sendo o segmento de distribuição, o vilão!
A demanda por energia no trimestre caiu 3,2% em relação ao 2T15. Adicionalmente, a EDP Bandeirantes está bastante sobre contratada em energia, muito além dos 5% que seriam absorvidos pela tarifação, de modo que é obrigada a vender esta energia no mercado de curto prazo, no qual o preço é muito baixo. Para completar o cenário negativo, contribuiu o aumento da inadimplência e a passagem de um grande cliente do mercado cativo para o mercado livre. Estes problemas são recorrentes em praticamente todas as distribuidoras.
O Resultado da Geração foi bastante bom, consideradas as condições econômicas vigentes.
A estrutura de capital foi reforçada com o aumento de R$ 1,5 bilhões via subscrição privada, com o endividamento líquido da ordem de 1,3 vezes o Ebitda anual.

1T2016 -
paulo_prof   -
Não posso dizer que gostei do resultado da ENBR ...
Pelas minhas contas, não fosse a alienação da Pantanal Energética (lucro de aprox. R$ 225 milhões), o lucro líquido postado no 1T16 seria de aprox. R$ 75 milhões, uma queda nominal de 10% em relação ao resultado postado no 1T15. 

3T2015 -
paulo_prof  -
Excetuando a Receita Líquida e o Resultado Bruto, o resto foi um desastre ... Uma dívida líquida de aprox. R$ 4,9 bilhões no início do trimestre gerou um Resultado Financeiro negativo em R$ 276 milhões ... isto é uma loucura!!! 5,66% num trimestre dá 25% a.a. ... tá parecendo cheque especial de banco !!! Evidentemente, num cenário de forte desvalorização cambial, suspeita-se de cara de um mau gerenciamento de endividamento em moeda estrangeira. Foi o que ocorreu ... além do aumento natural dos custos do financiamento da aquisição da Pecém I, o hedge do endividamento em dolar foi bastante deficiente.
Mas houve também problemas com as Despesas Operacionais Gerenciáveis, que aumentaram 17,7% trimestre a trimestre.
Na maior parte, o vilão foi o investimento realizado na aquisição da termelétrica Pecém I. No frigir dos ovos, um investimento e mais de R$ 2 bilhões produziu um lucro líquido de apenas R$ 5 milhões!!!

2T2015 -
paulo_prof  -
Achei os resultados da Energias Brasil meia boca ... Não fosse o ganho contábil de R$ 885 milhões gerado pela aquisição dos 50% da UTE Pecém I, calculo que o resultado antes dos tributos teria sido de apenas aprox. R$ 50 milhões. A contabilização do ganho acabou produzindo um lucro líquido de R$ 744 milhões.
No trimestre, a dívida líquida aumentou R$ 2,5 bilhões ... este aumento é devido quase integralmente à consolidação da dívida da UTE Pecém I, no montante de R$ 2,36 bilhões.
Se, de um lado, a ENBR adquiriu 100% de uma termelétrica, de outro está alienando os 40% de participação que detinha na EDP Renováveis (R$ 190 milhões).
De uma maneira geral, considero a aquisição de uma termelétrica positiva ... pois funciona como uma espécie de hedge em relação ao déficit hídrico. Suspeito que no curto prazo Pecém I contribuirá de forma bastante positiva para o lucro ... entretanto, quando a hidrologia normalizar, acho que esta contribuição deverá tornar-se apenas marginal.

1T2015 -
paulo_prof  -
Resultado "meia boca" ... Devido à mudança na forma de contabilizar a Demonstração de Resultados a partir do 4T14, fica difícil efetuar comparações ... há que se monitorar os próximos 2 trimestres para ter uma ideia melhor da performance da empresa, pois o resultado do 4T14 está inflado!!!

A2014/4T2014 -
paulo_prof  -
Se tem uma coisa que enerva nas empresas brasileiras é a falta de previsibilidade ... Como exemplo, vejam o payout praticado pela ENBR nos últimos exercícios ... completamente "aleatório" !!!
Comprei ENBR3 projetando um ótimo lucro e esperando um DY suculento ... se o payout fosse mantido minimamente decente ... não foi ... dancei!

ispholambra  -
Achei bom o resultado... sei que tem bastante gente aqui no ativo...

3T2013 -
vbreda  -
Pessoal que acompanha ENBR, o resultado parece muito bom, não?
Redução de 17% em gastos gerenciáveis.
Tiveram redução de 130 milhões em deduções da receita operacional. Alguém que entenda melhor essa questão, isso se manterá no futuro? Prof Paulo??
"No 3T13, as deduções da receita totalizaram R$ 252,9 milhões, 34,6% inferior ao mesmo período do ano anterior devido às alterações

2T2013 -
ch3481  -
Esperava results melhores, nao que esteja ruim

1T2013 -
small caps  -
A empresa tem participação nesta companhia (não sei se é controladora... talvez não seja) e o resultado vai direto via equivalência patrimonial... O percentual de participação vezes o resultado vai nesta linha... e não nas demais linhas da DRE...
Quando a empresa é controladora e mais de 50% de participação pode fazer o balanço consolidando integralmente os resultados e deduzindo no balanço na parte de "participações minoritárias"...
Vale um estudo mais aprofundado para entender o tema...
Gostei do balanço de ENBR3, considerando o mega impacto dos acionamentos de térmicas e do atraso das obras da termelétricas.

A2012/4T2012 - 
SmallCaps - 
gostou

1T2012 –
SmallCaps - 
achou bom

A2010/4T2010 - 
Small Caps - 
achou que surpreendeu

1T2010 - 
PauloProf  - 
achou morno. 

WK2007 - 
achou execelente

A2009/4T2009 - 
Small Caps - 
achou um belo resultado.

3T2009 - 
Small Caps - 
gostou.

Sobre
A  EDP Energias do Brasil, controlada pela EDP Portugal, uma das principais operadoras europeias no setor energético, é uma holding que detém investimentos nos segmentos de Geração, Distribuição, Comercialização, Transmissão e Serviços de  Energia  Elétrica.  No  segmento  de  Geração,  controla  as  operações  de  empreendimentos  de  fonte  convencional  (Usinas Hidrelétricas e Usina Termelétrica) nos estados do Espírito Santo, Mato Grosso, Tocantins, Ceará, Pará e Amapá, totalizando 2,9 GW de capacidade instalada. No segmento de Distribuição, atua com duas distribuidoras nos estados de São Paulo e Espírito Santo, além de possuir 25,35% do capital social da Celesc, em Santa Catarina. No segmento de Comercialização, negocia contratos de compra e venda de energia com clientes distribuídos em todo território nacional. Em Transmissão, a Companhia possui seis projetos, totalizando 1.441 km de extensão e seis subestações – sendo 187 km em operação e 1.254 km em construção. No segmento de Serviços, atua por meio da EDP Smart, marca lançada em 2019 que reúne todo o portfólio de serviços oferecidos para clientes empresariais e residenciais, com soluções integradas nas áreas de comercialização no mercado livre, comercialização varejista, eficiência energética, energia solar, mobilidade elétrica e serviços para o consumidor final

Assembleias

Classificação das Agências de Risco

Fitch Ratings 
08/05/2020 - em decorrência da recente revisão da perspectiva do rating soberano para negativa, revisou também a perspectiva dos ratings internacionais de longo prazo em moeda estrangeira e local da EBE para negativa, os reafirmando em ‘BB’ e 'BBB-', respectivamente, permanecendo assim um nível acima do rating soberano. O Rating Nacional de Longo Prazo, em escala local, da Companhia, permanece ‘AAA(bra)’,com perspectiva estável.

Proventos (Calendário)


EBITDA
1T2020
O EBITDA ajustado, pelos efeitos não recorrentes e não caixa, foi de R$ 604,5 milhões, redução de 7,0%.  Conforme instrução CVM 527, o EBITDA ajustado pelo resultado das participações societárias foi de R$ 698,2 milhões, redução de 1,2%, decorrente do menor resultado dos projetos não consolidados.
A2019/4T2019

O EBITDA ajustado, pelos efeitos não recorrentes e não caixa, foi R$ 2,3 bilhões. Conforme instrução CVM 527, o EBITDA ajustado pelo resultado das participações societárias foi de R$ 3,0 bilhões. 

Receita Financeira
A2019/4T2019
A Receita Financeira apresentou aumento de 64,9%, em decorrência de:i)Aumento na rubrica de juros e variações monetárias, decorrente do aumento de juros e multas sobre tributos, advindo da não inclusão do ICMS na base de cálculo do PIS e COFINS nas distribuidoras, além do aumento na rubrica de renda de aplicações financeiras, decorrente do aumento do saldo de caixa ao longo do ano; (ii)Redução de juros capitalizados, reflexo da capitalização da renda de aplicações financeiras obtidas com o funding das linhas de transmissão; e(iii)Redução na linha de ganho de aquisição com investimento, em decorrência da compra vantajosa da participação adicional na Celesc, contabilizada em 2018.  

Despesa Financeira
A2019/4T2019
A Despesa Financeira apresentou aumento de 44,2%, em decorrência de:(i)Aumento na rubrica de juros e variações monetárias, em função da linha de ativos/passivos financeiros setoriais, decorrente do reconhecimento da não inclusão do ICMS na base de cálculo do PIS e COFINS; e (ii)Aumento  na  linha  de  GSF,  refletindo  a  atualização  monetária  sobre  o  saldo  do  passivo.  A  variação  entre  os  períodos,  reflete mudança de cálculo ocorrida em 2018, uma vez que, naquele momento, o montante de GSF contemplava a aplicação de juros de  1%  a.m.  acrescido  de  atualização  monetária  calculada  pelo IGP-M.  A  partir  de  julho  de  2018,  a  Companhia,  por  meio  de parecer jurídico, concluiu pela não incidência de juros de 1%, revertendo o montante de juros calculado até àquela data e, por consequência, não mais provisionando os referidos juros no exercício de 2019.   

Lucro Líquido
1T2020
O Lucro Líquido foi de R$ 271,0 milhões, redução de 8,3%.
A2019/4T2019

O Lucro Líquido foi de R$ 1.337,9 milhões, aumento de 5,1%. Ajustado pelos efeitos citados no EBITDA, o Lucro Líquido foi de R$ 903,7 milhões, aumento de 16,2%.  

Endividamento
1T2020
A Companhia finalizou o trimestre com Dívida Bruta de R$ 8,5 bilhões, desconsiderando as dívidas dos ativos não consolidados, que representaram R$ 1,3 bilhão
A2019/4T2019

A  Companhia  finalizou  o  ano  com  Dívida  Bruta  de  R$ 8,5  bilhões,  desconsiderando  as  dívidas  dos  ativos não  consolidados,  que representaram R$ 1,3 bilhão.  




Os Resultados foram regulares. Na comparação trimestral, O aumento na Receita Líquida foi parcialmente compensado pela redução da margem bruta. Os melhores resultados bruto e financeiro foram totalmente compensados pelo aumento nas depesas operacionais, com destaque para as despesas com provisões de devedores duvidosos e com equipamentos de segurança para enfrentar a pandemia. O lucro líquido foi impactado por uma maior despesa de IR/CS. O ebitda veia quase em linha com aquele do 1T19, em termos nominais.

Na comparação anual, o lucro líquido veio em linha com aquele nos 12 meses anteriores em termos nominais, impactado principalmente por uma maior despesa de IR/CS. O Ebitda cresceu marginalmente.

É difícil estimar qual será o impacto da pandemia sobre os resultados da emrpesa no 2T e 3T. Suspeito que o impacto será maior na distribuição. A geração deverá ser despachada abaixo de sua capacidade e a transmissão poderá passar incólume.

Tudo somado, não acho que o ativo esteja caro.

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No que segue, foram expurgados:

I) Resultados do Exercício 2018

a) no Resultado Financeiro: a receita de R$ 78,88 milhões referente ao ganho na compra vantajosa da participação na Celesc;

b) no Resultado Operacional: a receita de R$ 78,88 milhões referida acima, e R$ 374,655 milhões referentes a alienações de investimentos;

c) no Resultado Líquido: R$ 52,061 milhões devidos ao impacto de a) e R$ 224,787 milhões devidos a b)

d) no Ebitda: R$ 374,655 milhões referentes a alienações de investimentos;

II) Resultados do 4T18

a) no Resultado Financeiro: a receita de R$ 15,186 milhões referente ao ganho na compra vantajosa da participação na Celes;

b) no Resultado Operacional: a receita de R$ 15,186 milhões referida acima, e R$ 340,587 milhões referentes a alienações de investimentos;

c) no Resultado Líquido: R$ 10,023 milhões devidos ao impacto de a) e R$ 202,302 milhões devidos a b)

d) no Ebitda: R$ 340,587 milhões referentes a alienações de investimentos;

III) Resultados do 2T18

a) no Resultado Financeiro e Resultado Operacional: receita de R$ 63,694 milhões referente ao ganho de compra vantajosa;

b) no Resultado Líquido: R$ 39,419 milhões estimados referente à receita acima;

IV) Resultados de 3T18

a) no Resultado Operacional e Ebitda: receita de R$ 34,068 milhões referente ao ganho de compra vantajosa;

b) no Resultado Líquido: R$ 22,485 milhões estimados referente à receita acima;

V) Resultados de 3T19 e 2019

a) na Receita Líquida, Resultado Bruto, Resultado Operacional e Ebitda: receita de R$ 227,885 milhões referente à atualização do ativo financeiro indenizável - VNR;

b) no Resultado Líquido: R$ 150,404 milhões referente à receita acima;

VI( Resultados de 4T19 e 2019

a) no Resultado Operacional e Ebitda, receita de R$ 137,173 milhões referente a laudo atuarial previdência empregados

b) no Resultado Líquido, R$ 90,534 milhões referente à receita acima



ENBR3

PREÇO: R$ 16,63

PAYOUT (2019): 45,2%



Múltiplos baseados nos últimos 12 meses (com o expurgo das Receitas relativas a Compra Vantajosa e a atualização do VNR, laudo atuarial e seus efeitos)

P/L 9,35

P/VPA 1,07

PSR 0,65

DY 4,84%

EV/EBITDA 6,22

MARGEM BRUTA 18,1%

MARGEM OPERACIONAL 10,2%

MARGEM LÍQUIDA 7,0%

LUCRO POR AÇÃO R$ 1,779

MARGEM EBITDA 16,6%

DÍVIDA BRUTA/PATRIMÔNIO LÍQUIDO 94,6%

ROE 11,47%

LIQUIDEZ CORRENTE 1,29



Taxas de Crescimento Nominal (com o expurgo das Receitas informado acima)

a) últimos 12 meses vs 12 meses terminados no 1T19

RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA +8,07%

RESULTADO BRUTO +4,10%

RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO -4,37%

RESULTADO OPERACIONAL +11,40%

RESULTADO LÍQUIDO -0,48%

EBITDA +3,58%



b) 1T20 vs 1T19

RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA +9,56%

RESULTADO BRUTO +5,63%

RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO -4,10%

RESULTADO OPERACIONAL -0,07%

RESULTADO LÍQUIDO -8,32%

EBITDA -1,00%



c) lucro (taxa média anual)

UA -0,48%

U2A 24,55%

U3A 29,02%



d) patrimônio líquido médio

UA 8,91%

U2A 7,79%

U3A 6,13%



e) ebitda (taxa média anual)

UA 3,58%

U2A 5,32%

U3A 7,95%

U4A -6,79%

U5A 5,81%

U6A 8,02%

U7A 9,35%

U8A 6,94%

U9A 5,24%

U10A 5,48%



Preço justo fornecido pela fórmula do FCD para uma taxa média de crescimento real nulo do lucro líquido dos últimos 12 meses durante 5 anos, perpetuidade real nula e taxa de desconto real de 8%: R$ 22,24

Ou, taxa de crescimento real do lucro líquido dos últimos 12 meses necessária, durante os próximos 5 anos, para que o preço justo fornecido pela fórmula do FCD seja igual ao preço corrente (com uma perpetuidade real nula e taxa de desconto anual real de 8%): -6,5%

A empresa postou excelentes resultados no 4T19. Estes impactaram positivamente os resultados do exercício. De acordo com a Relatório da empresa, o lucro líquido "ajustado" do exercício teria sido R$ 904 milhões, ou R$ 1,50 por ação. Para justificar o preço atual utilizando os parâmetros usuais este lucro líquido recorrente teria que crescer, em termos reais, uma média de 4% a.a. durante 5 anos. Como a taxa de crescimento real do lucro deverá situar-se acima disto e como o horizonte de crescimento para a empresa é substancialmente maior do que 5 anos, pode-se afirmar que o risco de um investimento no ativo ao preço atual é relativamente pequeno.
p.php?pid=chartscreenshot&u=ym6O0ONNNhAM



No que segue, foram expurgados:

I) Resultados do Exercício 2018

a) no Resultado Financeiro: a receita de R$ 78,88 milhões referente ao ganho na compra vantajosa da participação na Celesc;

b) no Resultado Operacional: a receita de R$ 78,88 milhões referida acima, e R$ 374,655 milhões referentes a alienações de investimentos;

c) no Resultado Líquido: R$ 52,061 milhões devidos ao impacto de a) e R$ 224,787 milhões devidos a b)

d) no Ebitda: R$ 374,655 milhões referentes a alienações de investimentos;



II) Resultados do 4T18

a) no Resultado Financeiro: a receita de R$ 15,186 milhões referente ao ganho na compra vantajosa da participação na Celes;

b) no Resultado Operacional: a receita de R$ 15,186 milhões referida acima, e R$ 340,587 milhões referentes a alienações de investimentos;

c) no Resultado Líquido: R$ 10,023 milhões devidos ao impacto de a) e R$ 202,302 milhões devidos a b)

d) no Ebitda: R$ 340,587 milhões referentes a alienações de investimentos;



III) Resultados do 2T18

a) no Resultado Financeiro e Resultado Operacional: receita de R$ 63,694 milhões referente ao ganho de compra vantajosa;

b) no Resultado Líquido: R$ 39,419 milhões estimados referente à receita acima;



IV) Resultados de 3T18

a) no Resultado Operacional e Ebitda: receita de R$ 34,068 milhões referente ao ganho de compra vantajosa;

b) no Resultado Líquido: R$ 22,485 milhões estimados referente à receita acima;



V) Resultados de 3T19 e 2019

a) na Receita Líquida, Resultado Bruto, Resultado Operacional e Ebitda: receita de R$ 227,885 milhões referente à atualização do ativo financeiro indenizável - VNR;

b) no Resultado Líquido: R$ 150,404 milhões referente à receita acima;



VI( Resultados de 4T19 e 2019

a) no Resultado Operacional e Ebitda, receita de R$ 137,173 milhões referente a laudo atuarial previdência empregados

b) no Resultado Líquido, R$ 90,534 milhões referente à receita acima



ENBR3

PREÇO: R$ 21,94

PAYOUT (2019): 45,2%



Múltiplos baseados nos últimos 12 meses (com o expurgo das Receitas relativas a Compra Vantajosa e a atualização do VNR, laudo atuarial e seus efeitos)

P/L 12,06

P/VPA 1,43

PSR 0,88

DY 3,75%

EV/EBITDA 7,35

MARGEM BRUTA 18,2%

MARGEM OPERACIONAL 10,4%

MARGEM LÍQUIDA 7,3%

LUCRO POR AÇÃO R$ 1,820

MARGEM EBITDA 17,0%

DÍVIDA BRUTA/PATRIMÔNIO LÍQUIDO 95,6%

ROE 11,89%

LIQUIDEZ CORRENTE 1,28



Taxas de Crescimento Nominal (com o expurgo das Receitas informado acima)

a) últimos 12 meses vs 12 meses terminados no 4T18

RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA +8,43%

RESULTADO BRUTO +4,72%

RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO -2,70%

RESULTADO OPERACIONAL +16,29%

RESULTADO LÍQUIDO +10,13%

EBITDA +6,51%



b) 4T19 vs 4T18

RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA +44,74%

RESULTADO BRUTO +39,90%

RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO -0,82%

RESULTADO OPERACIONAL +120,18%

RESULTADO LÍQUIDO +31,11%

EBITDA +45,39%



c) lucro (taxa média anual)

UA 10,13%

U2A 33,89%

U3A 18,06%



d) patrimônio líquido médio

UA 9,59%

U2A 7,65%

U3A 7,42%



e) ebitda (taxa média anual)

UA 6,51%

U2A 7,97%

U3A 3,52%

U4A -3,67%

U5A 5,89%

U6A 7,46%

U7A 9,94%

U8A 6,52%

U9A 5,68%

U10A 6,03%



Preço justo fornecido pela fórmula do FCD para uma taxa média de crescimento real nulo do lucro líquido dos últimos 12 meses durante 5 anos, perpetuidade real nula e taxa de desconto real de 8%: R$ 22,75

Ou, taxa de crescimento real do lucro líquido dos últimos 12 meses necessária, durante os próximos 5 anos, para que o preço justo fornecido pela fórmula do FCD seja igual ao preço corrente (com uma perpetuidade real nula e taxa de desconto anual real de 8%): -0,5%



Entrada em Operação Comercial Parcial – Linha de Transmissão MA II
07 de janeiro de 2020 –  no dia 04 de janeiro de 2020, solicitou ao Operador Nacional do Sistema
Elétrico (“ONS”) o termo de liberação do início de operação comercial de um dos dois trechos da linha de transmissão e da subestação Chapadinha II da EDP Transmissão MA II S.A. (“EDP Transmissão MA II”). A entrada em operação parcial está antecipada em 19 meses frente ao calendário da ANEEL e em 14 meses frente à premissa adotada pela Companhia no leilão, o que representa uma Receita Anual Permitida Parcial (“RAP”) de R$ 17,0 milhões1 , representando 51% da RAP total. A EDP Transmissão MA II, adquirido na 1ª Etapa do Leilão nº 05/20162 , é composta por 203 km de linha de transmissão divididos em 2 linhas de 230 kV (Coelho Neto e Miranda II), além da subestação Chapadinha II, no Estado do Maranhão. Com alavancagem de aproximadamente 70% do capex total, através de Contrato de Financiamento com o Banco do Nordeste do Brasil S.A. (“BNB”), o início da operação comercial representa aproximadamente R$ 27,0 milhões de receita antecipada, superando as métricas de retorno e VPL previstas no leilão.
As competências evidenciadas na construção de projetos hidroelétricos associadas a experiência no segmento de Distribuição foram determinantes para o desenvolvimento bem-sucedido deste projeto, reforçando o compromisso da Companhia com entregas “on time” e “on cost”.

364962  - keep_calm -  05 Nov 2019, 17:29
EDP Energias do Brasil (ENBR3): O lucro líquido da EDP Energias do Brasil (ENBR3) foi de R$ 354 milhões no 3T19, aumento de 15,3%, e de R$ 838,6 milhões no acumulado, aumento de 12%. O lucro líquido, ajustado pelos efeitos citados no EBITDA, foi de R$ 175,8 milhões no trimestre, redução de 31,2% e de R$ 587,7 milhões no acumulado, aumento de 2,4%. O EBITDA ajustado, pelos efeitos não recorrentes e não caixa, foi de R$ 508,8 milhões no trimestre, queda de 15,4% e de R$ 1,7 bilhão no acumulado do ano, aumento de 0,3%. Conforme instrução CVM 527, o EBITDA ajustado pelo resultado das participações societárias foi de R$ 785,6 milhões no trimestre e de R$ 2,1 bilhões no acumulado do ano.

364806  - paulo_prof  -  25 Out 2019, 03:43
Os Resultados (Receita Líquida, Resultado Bruto, Resultado Antes dos Impostos, Lucro Líquido e Ebitda) foram fortemente impactados pelo reconhecimento do VNR em ambas as distribuidoras em decorrência da Revisão Tarifária, quando houve reavaliação do laudo patrimonial. Se os valores correspondentes forem expurgados, todos os Resultados mostraram involução em relação aos resultados do 3T18. Na comparação anual, excetuando o Resultado Financeiro e Lucro Líquido, também houve involução em termos nominais.

No operacional, a empresa vem melhorando aos poucos, aumentando a eficiência, mas ainda abaixo de seus pares.

De uma forma geral, acho que a precificação atual do ativo é compatível com o seu operacional.

VL%203O5uFJw3m8BfE=


No que segue, foram expurgados:



I) Resultados do Exercício 2018

a) no Resultado Financeiro: a receita de R$ 78,88 milhões referente ao ganho na compra vantajosa da participação na Celesc;

b) no Resultado Operacional: a receita de R$ 78,88 milhões referida acima, e R$ 374,655 milhões referentes a alienações de investimentos;

c) no Resultado Líquido: R$ 52,061 milhões devidos ao impacto de a) e R$ 224,787 milhões devidos a b)

d) no Ebitda: R$ 374,655 milhões referentes a alienações de investimentos;



II) Resultados do 4T18

a) no Resultado Financeiro: a receita de R$ 15,186 milhões referente ao ganho na compra vantajosa da participação na Celes;

b) no Resultado Operacional: a receita de R$ 15,186 milhões referida acima, e R$ 340,587 milhões referentes a alienações de investimentos;

c) no Resultado Líquido: R$ 10,023 milhões devidos ao impacto de a) e R$ 202,302 milhões devidos a b)

d) no Ebitda: R$ 340,587 milhões referentes a alienações de investimentos;



III) Resultados do 2T18

a) no Resultado Financeiro e Resultado Operacional: receita de R$ 63,694 milhões referente ao ganho de compra vantajosa;

b) no Resultado Líquido: R$ 39,419 milhões estimados referente à receita acima;



IV) Resultados de 3T18

a) no Resultado Operacional e Ebitda: receita de R$ 34,068 milhões referente ao ganho de compra vantajosa;

b) no Resultado Líquido: R$ 22,485 milhões estimados referente à receita acima;



V) Resultados de 3T19

a) na Receita Líquida, Resultado Bruto, Resultado Operacional e Ebitda: receita de R$ 227,885 milhões referente à atualização do ativo financeiro indenizável - VNR;

b) no Resultado Líquido: R$ 150,404 milhões referente à receita acima;



ENBR3

PREÇO: R$ 18,41

PAYOUT (2018): 37,4%



Múltiplos baseados nos últimos 12 meses (com o expurgo das Receitas relativas a Compra Vantajosa e a atualização do VNR e seus efeitos)

P/L 11,14

P/VPA 1,20

PSR 0,82

DY 4,29% (5,3% se for desconsiderado o expurgo do VNR)

EV/EBITDA 7,08

MARGEM BRUTA 18,4%

MARGEM OPERACIONAL 9,5%

MARGEM LÍQUIDA 7,4%

LUCRO POR AÇÃO R$ 1,653

MARGEM EBITDA 17,1%

DÍVIDA BRUTA/PATRIMÔNIO LÍQUIDO 98,2%

ROE 10,77%

LIQUIDEZ CORRENTE 1,54



Taxas de Crescimento Nominal (com o expurgo das Receitas informado acima)

a) últimos 12 meses vs 12 meses terminados no 3T18

RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA -5,11%

RESULTADO BRUTO -4,08%

RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO -5,94%

RESULTADO OPERACIONAL -5,45%

RESULTADO LÍQUIDO +13,73%

EBITDA -5,28%



b) 3T19 vs 3T18

RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA -11,18%

RESULTADO BRUTO -12,28%

RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO +10,58%

RESULTADO OPERACIONAL -24,02%

RESULTADO LÍQUIDO -28,44%

EBITDA -14,65%



c) lucro (taxa média anual)

UA 13,73%

U2A 48,62%

U3A -0,46%



d) patrimônio líquido médio

UA 9,58%

U2A 7,22%

U3A 8,89%



e) ebitda (taxa média anual)

UA -5,28%

U2A 7,16%

U3A -4,30%

U4A -6,06%

U5A 10,79%

U6A 4,88%

U7A 8,76%

U8A 4,24%



Preço justo fornecido pela fórmula do FCD para uma taxa média de crescimento real nulo do lucro líquido dos últimos 12 meses durante 5 anos, perpetuidade real nula e taxa de desconto real de 8%: R$ 20,66

Ou, taxa de crescimento real do lucro líquido dos últimos 12 meses necessária, durante os próximos 5 anos, para que o preço justo fornecido pela fórmula do FCD seja igual ao preço corrente (com uma perpetuidade real nula e taxa de desconto anual real de 8%): -2,5%

362965 - paulo_prof  -  25 Jul 2019, 16:57
O resultados do 2T19 foram impactados principalmente pela hidrologia favorável. De um lado, houve redução importante no despacho da termelétrica Pecém. De outro, a política de proteção da empresa em relação ao GSF foi ineficiente. Prevendo uma hidrologia desfavorável, para não ficar refém de uma redução da energia assegurada, a empresa compra contratos de energia de terceiros, liquidando eventuais sobras no mercado de curto prazo. Como a hidrologia foi favorável, a energia de proyteção teve que ser revendida a baixos PLDs.

Resultados Operacionais abaixo do previsto foram parcialmente compensados por um melhor resultado financeiro.

Na minha opnião, apesar dos resultados abaixo do esperado, a ENBR3 continua barata.
JN5H5jtmg=
No que segue, foram expurgados:



I) Resultados do Exercício

a) no Resultado Financeiro: a receita de R$ 78,88 milhões referente ao ganho na compra vantajosa da participação na Celes;

b) no Resultado Operacional: a receita de R$ 78,88 milhões referida acima, e R$ 374,655 milhões referentes a alienações de investimentos;

c) no Resultado Líquido: R$ 52,061 milhões devidos ao impacto de a) e R$ 224,787 milhões devidos a b)

d) no Ebitda: R$ 374,655 milhões referentes a alienações de investimentos;



II) Resultados do 4T18

a) no Resultado Financeiro: a receita de R$ 15,186 milhões referente ao ganho na compra vantajosa da participação na Celes;

b) no Resultado Operacional: a receita de R$ 15,186 milhões referida acima, e R$ 340,587 milhões referentes a alienações de investimentos;

c) no Resultado Líquido: R$ 10,023 milhões devidos ao impacto de a) e R$ 202,302 milhões devidos a b)

d) no Ebitda: R$ 340,587 milhões referentes a alienações de investimentos;



III) Resultados do 2T18

a) no Resultado Financeiro e Resultado Operacional: receita de R$ 63,694 milhões referente ao ganho de compra vantajosa;

b) no Resultado Líquido: R$ 39,419 milhões estimados referente à receita acima;



IV) Resultados de 3T18

a) no Resultado Operacional e Ebitda: receita de R$ 34,068 milhões referente ao ganho de compra vantajosa;

b) no Resultado Líquido: R$ 22,485 milhões estimados referente à receita acima;



ENBR3

PREÇO: R$ 19,06

PAYOUT (2018): 37,4



Múltiplos baseados nos últimos 12 meses (com o expurgo das Receitas relativas a Compra Vantajosa e seus efeitos)

P/L 10,68

P/VPA 1,29

PSR 0,82

DY 4,47%

EV/EBITDA 6,71

MARGEM BRUTA 18,4%

MARGEM OPERACIONAL 9,9%

MARGEM LÍQUIDA 7,7%

LUCRO POR AÇÃO R$ 1,785

MARGEM EBITDA 17,2%

DÍVIDA BRUTA/PATRIMÔNIO LÍQUIDO 91,2%

ROE 12,09%

LIQUIDEZ CORRENTE 1,44



Taxas de Crescimento Nominal (com o expurgo das Receitas informado acima)

a) últimos 12 meses vs 12 meses terminados no 2T18

RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA +3,01%

RESULTADO BRUTO +3,65%

RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO -17,72%

RESULTADO OPERACIONAL +14,81%

RESULTADO LÍQUIDO +47,08%

EBITDA +2,51%



b) 2T19 vs 2T18

RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA -4,97%

RESULTADO BRUTO -12,79%

RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO -15,81%

RESULTADO OPERACIONAL -3,79%

RESULTADO LÍQUIDO +1,79%

EBITDA -6,80%



c) lucro (taxa média anual)

UA 47,08%

U2A 41,03%

U3A 8,84%



d) patrimônio líquido médio

UA 8,36%

U2A 5,90%

U3A 10,89%



e) ebitda (taxa média anual)

UA 2,51%

U2A 7,34%

U3A -2,52%

U4A -2,84%

U5A 7,22%

U6A 9,74%

U7A 8,43%

U8A 5,06%



Preço justo fornecido pela fórmula do FCD para uma taxa média de crescimento real nulo do lucro líquido dos últimos 12 meses durante 5 anos, perpetuidade real nula e taxa de desconto real de 8%: R$ 22,31

Ou, taxa de crescimento real do lucro líquido dos últimos 12 meses necessária, durante os próximos 5 anos, para que o preço justo fornecido pela fórmula do FCD seja igual ao preço corrente (com uma perpetuidade real nula e taxa de desconto anual real de 8%): -3,5%

362962 - aecg   -  25 Jul 2019, 12:26
Página Inicial Ações Relatórios EDP Energias do Brasil (ENBR3): Análise dos resultados do 2T19
EDP Energias do Brasil (ENBR3): Análise dos resultados do 2T19

Em 24 de julho, após o mercado, a EDP Energias do Brasil registrou Lucro Líquido de R$ 189,0 milhões no 2T19, abaixo da nossa expectativa de R$ 245,7 milhões e do consenso de mercado de R$ 208,0 milhões.

Gabriel Fonseca

Analista de Energia e Petróleo & Gás

access_time 24/07/2019 - 22:09

format_align_left 1 minutos e 47 segundo de leitura

Em 24 de julho, após o mercado, a EDP Energias do Brasil registrou Lucro Líquido de R$ 189,0 milhões no 2T19, abaixo da nossa expectativa de R$ 245,7 milhões e do consenso de mercado de R$ 208,0 milhões.

O EBITDA ajustado de R$ 542,7 milhões também veio abaixo da nossa expectativa de R$ 576,2 milhões e consenso de R$ 587,8 milhões, principalmente e devido a resultados abaixo do esperado nos segmentos de geração de energia hidrelétrica e comercialização de energia.

O motivo dos resultados destes negócios terem vindo abaixo do esperado é que as condições de hidrologia foram melhores do que é tipicamente esperado nos meses de abril a junho. Normalmente, empresas de geração hidrelétrica como a EDP se protegem dos impactos de preços elevados no curto prazo ao comprar contratos de energia de terceiros. Como choveu mais que o esperado e os preços no mercado de curto prazo foram inferiores ao esperado, a estratégia de proteção da empresa acabou sendo ineficiente.

Nossa visão: Um trimestre fraco para a EDP, mas todas as geradoras hidrelétricas devem ser impactadas; Mantemos Compra

Temos uma avaliação negativa dos resultados da EDP no 2T19, uma vez que os resultados da companhia vieram abaixo do esperado. No entanto, notamos que a estratégia de comercialização da empresa é a correta na maioria dos casos e adotada pela maioria das geradoras hidrelétricas, que deverão sofrer impactos similares.

Continuamos a ver a EDP como excessivamente descontada devido à (1) boa execução de projetos de transmissão, (2) revisões tarifárias das distribuidoras EDP São Paulo e Espírito Santo e (3) sólida geração de caixa do portfólio de usinas de geração de energia. Mantemos nossa recomendação de compra e preço-alvo de R$27/ação.


361064  - paulo_prof -  09 Mai 2019, 01:37
Resultados Sólidos de A a Z. Como se não bastassem os ótimos Resultados Operacionais e Financeiros, é digno de registro a conclusão 20 meses antes do prazo regulatório, do Lote de Transmissão do Espirito Santo e o andamento dos demais lotes também adiantados. Já foram iniciadas as obras do lote 11 no estado do Maranhão e do lote 21 no estado de Santa Catarina. O lote 07, também no Maranhão, teve a emissão de sua Licença Prévia publicada no final do mês de abril, e o lote 18, ligando Minas Gerais e São Paulo, encontra-se em fase de licenciamento com previsão de início das obras no 2º semestre do ano corrente. A empresa conseguirá antecipar as RAPs correspondentes.

O preço do ativo tem muito chão para aumentar.


No que segue, foram expurgados:



I) Resultados do Exercício

a) no Resultado Financeiro: a receita de R$ 78,88 milhões referente ao ganho na compra vantajosa da participação na Celes;

b) no Resultado Operacional: a receita de R$ 78,88 milhões referida acima, e R$ 374,655 milhões referentes a alienações de investimentos;

c) no Resultado Líquido: R$ 52,061 milhões devidos ao impacto de a) e R$ 224,787 milhões devidos a b)

d) no Ebitda: R$ 374,655 milhões referentes a alienações de investimentos;



II) Resultados do 4T18

a) no Resultado Financeiro: a receita de R$ 15,186 milhões referente ao ganho na compra vantajosa da participação na Celes;

b) no Resultado Operacional: a receita de R$ 15,186 milhões referida acima, e R$ 340,587 milhões referentes a alienações de investimentos;

c) no Resultado Líquido: R$ 10,023 milhões devidos ao impacto de a) e R$ 202,302 milhões devidos a b)

d) no Ebitda: R$ 340,587 milhões referentes a alienações de investimentos;



ENBR3

PREÇO: R$ 17,44

PAYOUT (2018): 37,4



Múltiplos baseados nos últimos 12 meses (com o expurgo da Receita Financeira de Compra Vantajosa e seus efeitos)

P/L 9,80
P/VPA 1,20
PSR 0,75
DY 4,87%
EV/EBITDA 6,46
MARGEM BRUTA 18,7%
MARGEM OPERACIONAL 9,9%
MARGEM LÍQUIDA 7,6%
LUCRO POR AÇÃO R$ 1,779
MARGEM EBITDA 17,3%
DÍVIDA BRUTA/PATRIMÔNIO LÍQUIDO 89,8%
ROE 12,27%
LIQUIDEZ CORRENTE 1,45


Taxas de Crescimento Nominal (com o expurgo das Receitas informado acima)

a) últimos 12 meses vs 12 meses terminados no 1T18

RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA +14,87%

RESULTADO BRUTO +14,32%

RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO -18,13%

RESULTADO OPERACIONAL +34,28%

RESULTADO LÍQUIDO +76,10%

EBITDA +12,24%



b) 1T19 vs 1T18

RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA +11,41%

RESULTADO BRUTO +8,17%

RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO +3,24%

RESULTADO OPERACIONAL +15,30%

RESULTADO LÍQUIDO +38,07%

EBITDA +9,43%



c) lucro (taxa média anual)

UA 55,89%
U2A 46,90%
U3A -10,13%


d) patrimônio líquido médio

UA 6,68%

U2A 4,76%

U3A 12,94%



e) ebitda (taxa média anual)

UA 7,09%
U2A 10,21%
U3A -10,01%
U4A 6,37%
U5A 8,94%
U6A 10,34%
U7A 7,42%
U8A 5,45%


Preço justo fornecido pela fórmula do FCD para uma taxa média de crescimento real nulo do lucro líquido dos últimos 12 meses durante 5 anos, perpetuidade real nula e taxa de desconto real de 8%: R$ 22,24

Ou, taxa de crescimento real do lucro líquido dos últimos 12 meses necessária, durante os próximos 5 anos, para que o preço justo fornecido pela fórmula do FCD seja igual ao preço corrente (com uma perpetuidade real nula e taxa de desconto anual real de 8%): -5,5%

358826 - paulo_prof -  28 Fev 2019, 17:04
Os Resultados do 4T18, excluídos o ganho com a venda de investimentos, foi desastroso. O impacto só naõ foi sentido no Lucro Líquido porque a maior parte do imposto caiu sobre a alienação de investimentos. O Ebitda resultante das operações foi o mais fraco do ano, e 10% menor do que aquele do 4T17.

No exercício, todos os resultados mostraram boa evolução.

Se puder ser demonstrado que a queda de 12% da Receita Líquida do 4T18 em relação ao 4T17 foi fortuita e que não demonstra uma tendência, acho que o mercado está exagerando e o ativo pode estar barato.

No que segue, foram expurgados:

I) Resultados do Exercício

a) no Resultado Financeiro: a receita de R$ 78,88 milhões referente ao ganho na compra vantajosa da participação na Celes;

b) no Resultado Operacional: a receita de R$ 78,88 milhões referida acima, e R$ 374,655 milhões referentes a alienações de investimentos;

c) no Resultado Líquido: R$ 52,061 milhões devidos ao impacto de a) e R$ 224,787 milhões devidos a b)

d) no Ebitda: R$ 374,655 milhões referentes a alienações de investimentos;



II) Resultados do 4T18

a) no Resultado Financeiro: a receita de R$ 15,186 milhões referente ao ganho na compra vantajosa da participação na Celes;

b) no Resultado Operacional: a receita de R$ 15,186 milhões referida acima, e R$ 340,587 milhões referentes a alienações de investimentos;

c) no Resultado Líquido: R$ 10,023 milhões devidos ao impacto de a) e R$ 202,302 milhões devidos a b)

d) no Ebitda: R$ 340,587 milhões referentes a alienações de investimentos;



ENBR3

PREÇO: R$ 17,70

PAYOUT (2018): 37,4



Múltiplos baseados nos últimos 12 meses (com o expurgo da Receita Financeira de Compra Vantajosa e seus efeitos)

P/L 10,76

P/VPA 1,26

PSR 0,77

DY 3,47%

EV/EBITDA 6,76

MARGEM BRUTA 18,8%

MARGEM OPERACIONAL 9,7%

MARGEM LÍQUIDA 7,2%

LUCRO POR AÇÃO R$ 1,645

MARGEM EBITDA 17,3%

DÍVIDA BRUTA/PATRIMÔNIO LÍQUIDO 92,1%

ROE 11,68%

LIQUIDEZ CORRENTE 1,54



Taxas de Crescimento Nominal (com o expurgo das Receitas informado acima)

a) últimos 12 meses vs 12 meses terminados no 4T17

RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA +12,13%

RESULTADO BRUTO +11,97%

RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO -18,73%

RESULTADO OPERACIONAL +28,66%

RESULTADO LÍQUIDO +62,78%%

EBITDA +9,45%



b) 4T18 vs 4T17

RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA -11,61%

RESULTADO BRUTO +1,27%

RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO -10,94%

RESULTADO OPERACIONAL -7,58%

RESULTADO LÍQUIDO +59,86%

EBITDA -9,80%



c) lucro (taxa média anual)

UA 62,78%

U2A 22,23%

U3A -7,68%



d) patrimônio líquido médio

UA 5,75%

U2A 6,36%

U3A 13,99%



e) ebitda (taxa média anual)

UA 9,45%

U2A 2,06%

U3A -6,84%

U4A 5,74%

U5A 7,65%

U6A 10,52%

U7A 6,53%

U8A 5,58%



Preço justo fornecido pela fórmula do FCD para uma taxa média de crescimento real nulo do lucro líquido dos últimos 12 meses durante 5 anos, perpetuidade real nula e taxa de desconto real de 8%: R$ 20,56

Ou, taxa de crescimento real do lucro líquido dos últimos 12 meses necessária, durante os próximos 5 anos, para que o preço justo fornecido pela fórmula do FCD seja igual ao preço corrente (com uma perpetuidade real nula e taxa de desconto anual real de 8%): -3,0%

354775 - espectador -  17 Out 2018, 14:37
A enbr3 divulgou prévia operacional revelando que o setor de distribuição deu uma embalada boa. Por outro lado, a geração hídrica sofreu com um gsf de aprox. 58%. Nem a descontratação de 17% foram suficientes para livrá-la de uma baita exposição ao mercado de curto prazo em + de 890gwh ao preço de 419 o mwh. Poxa com tamanha adversidade, fico imaginando o que será de nossa Tiet11. Com gsf de 58% nao duvido que a última linha venha no vermelho.

352275 - ispholambra  -  27 Jul 2018, 23:36
Citação: gersonlp - Post #352273 - 27/Jul/2018 22:23
Citação: cap7 - Post #352270 - 27/Jul/2018 20:17
Professor Paulo
ENBR3 x TRPL4
Qual é melhor longo prazo? Não Vale as duas......rss......


optei por comprar um pouco de cada
Isso mesmo Gerson... boa decisao...
TRPL4 e uma transmissora pura... tem alguns riscos regulatorios... mas pelo potencial que apresenta esses riscos valem a pena...
ENBR3 é uma empresa 3X1.... esta nos tres mercados... e depois da capitalizacao que equilibrou a divida praticamente nao andou...
Tenho TRPL3... estou esperando uma janela de preço para voltar para a ENBR3...
A unica questao e que os ativos ESUD11/ESUT11, XPOM11 e BBVH nao estao deixando acumular rendimentos na carteira para a compra de outros ativos!!!

352233  - paulo_prof   - 26 Jul 2018, 01:05
Mais uma vez, resultados sólidos em ambas as bases de comparação, anual e trimestral. Melhora operacional (taxa de crescimento substancial do ebitda).

Em fins de março do corrente, a ENBR concluiu a aquisição de 19,62% da Celesc. Como a ENBR divulga os seus resultados antes da Celesc, a equivalência patrimonial referente ao lucro líquido da investida ficou defasada de um trimestre. EM consequência, eventual lucro que a Celesc tenha postado no 2T18 só será contabilizado pela ENBR no 3T18, ajudando a compensar os prejuízos de sua participação em Cachoeira Caldeirão e São Manoel (devido ao estágio de maturação destas usinas, o resultado financeiro negativo expressivo leva a prejuízo).

Na minha opinião, o ativo está barato.

No que segue, uma receita de R$ 63,694 milhões referente ao ganho na compra vantajosa da participação na Celesc foi expurgado do Resultado Financeiro e Resultado Operacional (Antes dos Impostos) do 2T18, assim como o seu impacto estimado de R$ 39,418 milhões, do luccro líquido



ENBR3

PREÇO: R$ 14,40

PAYOUT (2017): 71,2%



Múltiplos baseados nos últimos 12 meses (com o expurgo da Receita Financeira de Compra Vantajosa e seus efeitos)

P/L 11,83

P/VPA 1,08

PSR 0,64

DY 5,07%

EV/EBITDA 5,73

MARGEM BRUTA 18,2%

MARGEM OPERACIONAL 8,9%

MARGEM LÍQUIDA 5,4%

LUCRO POR AÇÃO R$ 1,218

MARGEM EBITDA 17,3%

DÍVIDA BRUTA/PATRIMÔNIO LÍQUIDO 80,8%

ROE 9,12%

LIQUIDEZ CORRENTE 1,23



Taxas de Crescimento Nominal (com o expurgo da Receita Financeira de Compra Vantajosa e seus efeitos ocorrida no 2T18)

a) últimos 12 meses vs 12 meses terminados no 2T17

RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA +33,23%

RESULTADO BRUTO +8,66%

RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO -8,54%

RESULTADO OPERACIONAL +38,43%

RESULTADO LÍQUIDO +35,70%%

EBITDA 12,40%



b) 2T18 vs 2T17

RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA +27,25%

RESULTADO BRUTO +14,29%

RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO +13,70%

RESULTADO OPERACIONAL +12,15%

RESULTADO LÍQUIDO +32,58%

EBITDA +11,76%



c) lucro (taxa média anual)

UA 35,70%

U2A -6,21%

U3A -16,96%



d) patrimônio líquido médio

UA 3,49%

U2A 12,18%

U3A 16,33%



e) ebitda (taxa média anual)

UA 12,40%

U2A -4,95%

U3A -4,56%

U4A 8,44%

U5A 11,24%

U6A 9,45%

U7A 5,43%

U8A 5,39%



Preço justo fornecido pela fórmula do FCD para uma taxa média de crescimento real nulo do lucro líquido dos últimos 12 meses durante 5 anos, perpetuidade real nula e taxa de desconto real de 8%: R$ 15,22

Ou, taxa de crescimento real do lucro líquido dos últimos 12 meses necessária, durante os próximos 5 anos, para que o preço justo fornecido pela fórmula do FCD seja igual ao preço corrente (com uma perpetuidade real nula e taxa de desconto anual real de 8%): -1,0%

349820  - paulo_prof   -  10 Mai 2018, 15:12
Resultados sólidos em ambas as bases de comparação, anual e trimestral. Melhora operacional (taxa de crescimento substancial do ebitda) turbinada pela melhora do resultado financeiro. ativo parece relativamente barato.

ENBR3

PREÇO: R$ 13,60

PAYOUT (2017): 71,2%



Múltiplos baseados nos últimos 12 meses

P/L 11,91

P/VPA 1,02

PSR 0,64

DY 5,03%

EV/EBITDA 5,76

MARGEM BRUTA 18,6%

MARGEM OPERACIONAL 9,1%

MARGEM LÍQUIDA 5,4%

LUCRO POR AÇÃO R$ 1,142

MARGEM EBITDA 17,8%

DÍVIDA BRUTA/PATRIMÔNIO LÍQUIDO 84,2%

ROE 8,57%

LIQUIDEZ CORRENTE 1,30



Taxas de Crescimento Nominal

a) últimos 12 meses vs 12 meses terminados no 1T17

RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA +33,29%

RESULTADO BRUTO +7,66%

RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO -16,19%

RESULTADO OPERACIONAL +54,09%

RESULTADO LÍQUIDO +38,44%%

EBITDA 13,41%



b) 1T18 vs 1T17

RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA +20,62%

RESULTADO BRUTO +12,92%

RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO 31,05%

RESULTADO OPERACIONAL +53,76%

RESULTADO LÍQUIDO +58,89%

EBITDA +19,47%



c) lucro (taxa média anual)

UA 38,44%

U2A -31,76%

U3A -1,69%



d) patrimônio líquido médio

UA 2,87%

U2A 16,21%

U3A 18,33%



e) ebitda (taxa média anual)

UA 13,41%

U2A -17,51%

U3A 6,14%

U4A 9,40%

U5A 11,00%

U6A 7,48%

U7A 5,22%

U8A 5,52%



Preço justo fornecido pela fórmula do FCD para uma taxa média de crescimento real nulo do lucro líquido dos últimos 12 meses durante 5 anos, perpetuidade real nula e taxa de desconto real de 8%: R$ 14,27

Ou, taxa de crescimento real do lucro líquido dos últimos 12 meses necessária, durante os próximos 5 anos, para que o preço justo fornecido pela fórmula do FCD seja igual ao preço corrente (com uma perpetuidade real nula e taxa de desconto anual real de 8%): -1,0%

348759  - ispholambra  -  07 Abr 2018, 05:20
Avisa ;
Compra ENBR3...

Pelos múltiplos as ações da empresa estão caras... Mas ela tem uma geração de caixa bem forte , além de ser uma empresa bem posicionada na distribuição e agora com um início de entrada na transmissão também... Vai se tornar um.a empresa 3x1….e não carrega o ranço estatal...se bem que está se aventurando na Celesc...kkk

Acredito na empresa para o longo prazo...

347537 - paulo_prof - 28 Fev 2018, 01:52
Especialmente levando em consideração os problemas causados pelo baixo GSF, achei os resultados bastante razoáveis. A Receita Líquida evoluiu fortemente em ambas as bases, anual (32,13%) e trimestral (47,64%). Não fosse o problema do GSF, não haveria perdas sensíveis na margem bruta e o Resultado Bruto teria evoluido aprox. em linha com a Receita líquida. Os resultados do 1S18, que deverá ser isento de impactos devidos ao GSF, vai mostrar o quadro mais realista. Acredito que a empresa tem todas as condições, nos próximos anos, de apresentar lucros crescentes, desde que não invesnte de dar passos maiores do que as pernas (consta que a ENBR, assim como investiu na CLSC, poderia também investir na ELPL).

Em princípio, portanto, acho que o ativo não está caro.

ENBR3

PREÇO: R$ 13,67

PAYOUT (2017): 71,2%



Múltiplos baseados nos últimos 12 meses

P/L 13,53

P/VPA 1,05

PSR 0,67

DY 5,27%

EV/EBITDA 5,93

MARGEM BRUTA 18,8%

MARGEM OPERACIONAL 8,4%

MARGEM LÍQUIDA 4,9%

LUCRO POR AÇÃO R$ 1,011

MARGEM EBITDA 17,7%

DÍVIDA BRUTA/PATRIMÔNIO LÍQUIDO 81,4%

ROE 7,76%

LIQUIDEZ CORRENTE 1,21



Taxas de Crescimento Nominal

a) últimos 12 meses vs 12 meses terminados no 4T16

RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA +32,13%

RESULTADO BRUTO +7,29%

RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO -16,08%

RESULTADO OPERACIONAL +5,56%

RESULTADO LÍQUIDO -8,21%%

EBITDA -4,84%



b) 4T17 vs 4T16

RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA +47,64%

RESULTADO BRUTO +25,08%

RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO -9,99%

RESULTADO OPERACIONAL +4.238,43%

RESULTADO LÍQUIDO +443,29%

EBITDA +42,29%



c) lucro (taxa média anual)

UA -8,21%

U2A -30,48%

U3A -6,29%



d) patrimônio líquido médio

UA 6,96%

U2A 18,34%

U3A 18,46%



e) ebitda (taxa média anual)

UA -4,84%

U2A -14,05%

U3A 4,53%

U4A 7,20%

U5A 10,73%

U6A 6,05%

U7A 5,04%

U8A 5,55%



Preço justo fornecido pela fórmula do FCD para uma taxa média de crescimento real nulo do lucro líquido dos últimos 12 meses durante 5 anos, perpetuidade real nula e taxa de desconto real de 8%: R$ 12,64

Ou, taxa de crescimento real do lucro líquido dos últimos 12 meses necessária, durante os próximos 5 anos, para que o preço justo fornecido pela fórmula do FCD seja igual ao preço corrente (com uma perpetuidade real nula e taxa de desconto anual real de 8%): +2,0%

346765 - herdsman -  02 Fev 2018, 13:43
http://anoticia.clicrbs.com.br/sc/economia/noticia/2017/12/tupy-vai-investir-r-150-milhoes-em-2018-10096527.html
[...]
E hoje troquei EMBR3 por ENBR3. Não sei de nada, mas acho que a proposta da Boeing vai somente dar resultado no médio prazo.

[...]
Energias do Brasil e uma boa empresa, mas me parece muito endividada. Vale a pena vc checar a dívida líquida versus seu LAJIDA. Se o foco é fluxo de dividendos (meu caso) E uma empresa que nesse patamar não me interessa.
[...]

343711  - marcosvinicius2  -  09 Nov 2017, 13:00
COMENTÁRIO: PAPEL DEVIDAMENTE PRECIFICADO (*). DOS ULTIMOS 46 TRIMESTRES, 01 APRESENTOU LUCRO LIQUIDO NEGATIVO (2,1739%). LUCRO Atribuído a Sócios da Empresa Controladora DO 3T17 = 140.072 FOI EMLINHA COM O LUCRO APRESENTADO NO 2T17 = 141.998 E MENOR EM RELAÇÃO AO APRESENTADO NO 3T16 = 230.798 (O ITEM 3.06.02 Despesas Financeiras entre 3T16 = -183.246 x 3T17 = -275.118 teve influência direta para essa diferença de LL entre o 3T16 X 3T17). VALOR DE MERCADO (MIL) = 8.862.132; VALOR MAXIMO (MIL) = 8.726.503 NO 3T16; VE PSBE (MIL) = 20.222.665:

ENBR3
PREÇO: 14,62
PAYOUT (2016): 92,89%

Múltiplos baseados nos últimos 12 meses

P/L 19,58
P/VPA 1,12
PSR 0,78
DY 4,75%
EV/EBITDA 7,24
MARGEM BRUTA 21,35%
MARGEM OPERACIONAL 7,06%
MARGEM LÍQUIDA 3,98%
LUCRO POR AÇÃO 0,747
MARGEM EBITDA 17,16%
DÍVIDA BRUTA/PATRIMÔNIO LÍQUIDO 84,71%
ROE 5,71%
LIQUIDEZ CORRENTE 1,15

Taxas de Crescimento Nominal

a) últimos 12 meses sobre 12 terminados no 3T16, nominal
RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA 18,62%
RESULTADO BRUTO 13,75%
RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO -9,32%
RESULTADO OPERACIONAL -45,03%
RESULTADO LÍQUIDO -55,34%
EBITDA -26,16%

b) 3T17 sobre 3T16, nominal
RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA 46,00%
RESULTADO BRUTO 16,54%
RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO -1,31%
RESULTADO OPERACIONAL -20,69%
RESULTADO LÍQUIDO -39,31%
EBITDA -10,68%

c) lucro (taxa média anual)
UA -55,34%
U2A -38,58%
U3A -1,08%

d) patrimônio líquido médio
UA 12,31%
U2A 20,16%
U3A 18,68%

EVENTOS NÃO RECORRENTES:

Os eventos não recorrentes que impactaram a análise do 3T17 versus 3T16 são:

(i) Ressarcimento do seguro, no 3T17, na rubrica de “Custo da matéria prima consumida”, no valor de R$ 9,0 milhões, referente ao reconhecimento de lucro cessante por parte da Seguradora em função de falha na correia transportadora no ano de 2014.

Os eventos não recorrentes que impactaram a análise do 9M17 versus 9M16, além do efeito citado acima, são:

(i) Provisão de R$ 33,4 milhões (bruto de PIS/COFINS e P&D) referente ao ressarcimento do Encargo Hídrico Emergencial de Pecém no 2T17;
(ii) Conclusão da venda da Pantanal Energética, no 1T16, com impacto no resultado de R$ 278,0 milhões; e
(iii) Contabilização, no 1T16, de R$ 81,8 milhões (+R$ 66,7 milhões na rubrica de “Ganhos e perdas na desativação e alienação de bens” e +R$ 15,1 milhões na rubrica de “Ressarcimento por indisponibilidade”) referente ao seguro recebido de Pecém, diferença entre o ressarcimento recebido do seguro e a baixa do ativo, decorrente da paralisação da UG01 em setembro de 2014, quando houve a necessidade da troca do estator.
(iv) Contabilização da Atualização do Ativo Financeiro indenizável (VNR) da EDP ES, no 3T16, devido a Revisão Tarifária Periódica, resultando em um ganho não recorrente de R$ 146,1 milhões.

( * ) É PRECISO VERIFICAR NO RELATÓRIO DA ADM. A EXISTÊNCIA DE RESULTADO NÃO RECORRENTE:
( ** ) EMPRESAS DO SETOR FINANC onde houve necessidade de digitar os valores de REC INT FINANC (a pesquisa avançada não importou esses valores ) = BAZA3, BBDC3, BBDC4, BEES3, BEES4, BIGP3, BGIP4, BMEB3, BMEB4, BMIN3, BMIN4, BNBR3, BPAN4, BRIV3, BRIV4, BRSR3, BRSR5, BRSR6, BSLI4, CRIV3, CRIV4, IDVL3 IDVL4 ITUB3, ITUB4, PINE4, PRBC4, SANB11, SANB3, SANB4 E SFSA4;
( *** ) A VMCM = 5,56000000 foi calculada utilizando-se uma amostragem de 327 empresas com PL > 0 (Desta vez não foi utilizado o critério de LIQUIDEZ MÍNIMA). Na tentativa de um valor abaixo do indicado, a VMCM apresentou um valor < 5, o que indicaria um mercado subprecificado: forum.infomoney.com.br/viewtopic.php?f=6&t=10754&start=620#p2082722
( **** ) Foram EXCLUÍDAS da amostragem inicial as empresas = DAGB33, MERC4, BRAP4, BRAP3, ECPR4, JBDU3, LFFE4, LFFE3, SBSP3, BAHI3, BMTO4, BMTO3 E LIPR3;

342023  - marcosvinicius2  -  14 Set 2017, 14:08
COMENTÁRIO: PAPEL DEVIDAMENTE PRECIFICADO (*). NOS ULTIMOS 45 TRIMESTRES, 01 APRESENTOU LUCRO LIQUIDO NEGATIVO (2,2222%). MEDIA DE LUCRO LIQUIDO X 1.000 (U12M) = 135.863; (U24M) = 172.717; (U36M) = 222.466; (U48M) = 199.605; MAIORES VARIAÇÕES = 12M X 12M : RESULTADO OPERACIONAL (-31,74%) E RESULTADO LÍQUIDO (-35,17%); 2T16 X 2T15 : RESULTADO OPERACIONAL (68,53%) E RESULTADO LÍQUIDO (45,12%). VALOR DE MERCADO (MIL) = 9.400.107; VALOR MAXIMO (MIL) = 9.400.107 NO 2T17; VE PSBE (MIL) = 19.352.414:

ENBR3
PREÇO: 15,49
PAYOUT (2016): 60,80%

Múltiplos baseados nos últimos 12 meses

P/L 17,30
P/VPA 1,21
PSR 0,92
DY 3,51%
EV/EBITDA 6,99
MARGEM BRUTA 22,84%
MARGEM OPERACIONAL 8,52%
MARGEM LÍQUIDA 5,29%
LUCRO POR AÇÃO 0,896
MARGEM EBITDA 19,63%
DÍVIDA BRUTA/PATRIMÔNIO LÍQUIDO 86,33%
ROE 6,98%
LIQUIDEZ CORRENTE 1,22

Taxas de Crescimento Nominal

a) últimos 12 meses sobre 12 terminados no 2T16, nominal
RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA 6,76%
RESULTADO BRUTO 3,89%
RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO -25,78%
RESULTADO OPERACIONAL -31,74%
RESULTADO LÍQUIDO -35,17%
EBITDA -22,53%

b) 2T17 sobre 2T16, nominal
RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA 27,16%
RESULTADO BRUTO 15,56%
RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO -14,51%
RESULTADO OPERACIONAL 68,53%
RESULTADO LÍQUIDO 45,12%
EBITDA 21,90%

c) lucro (taxa média anual)
UA -35,17%
U2A -35,04%
U3A 1,22%

d) patrimônio líquido médio
UA 21,60%
U2A 23,34%
U3A 19,00%

EVENTOS NÃO RECORRENTES = Os eventos não recorrentes que impactaram a análise do 2T17 versus 2T16 são: (i)Provisão de R$ 33,4 milhões (bruto de PIS/COFINS e P&D) referentes ao ressarcimento do Encargo Hídrico em Pecém, no 2T17; e (ii)Resultados do 2T16 consideram a entrada parcial antecipada da UHE Cachoeira Caldeirão (“Cachoeira Caldeirão”), através da UG01 e UG02 (02 das 03 Unidades Geradoras) em 05 de maio e 07 de junho de 2016, respectivamente, e os resultados do 2T17 já contemplam o funcionamento das 03 Unidades Geradoras.

Além dos efeitos mencionados acima, os eventos não recorrentes que impactaram as análises do 6M17 versus 6M16 são: (i)Conclusão da venda da Pantanal Energética, no 6M16, com impacto no resultado de R$ 278,0 milhões; e (ii)Contabilização de R$ 81,8 milhões (+R$ 66,7 milhões na rubrica de “Ganhos e perdas na desativação e alienação de bens” e +R$ 15,1 milhões na rubrica de “Ressarcimento por indisponibilidade”) referente ao seguro recebido de Pecém, diferença entre o ressarcimento recebido do seguro e a baixa do ativo, decorrente da paralização da UG01 em setembro de 2014 quando houve a necessidade da troca do estator, no 6M16.

ENBR31.png

( * ) É PRECISO VERIFICAR NO RELATÓRIO DA ADM. A EXISTÊNCIA DE RESULTADO NÃO RECORRENTE:
( ** ) EMPRESAS DO SETOR FINANC onde houve necessidade de digitar os valores de REC INT FINANC (a pesquisa avançada não importou esses valores ) = BAZA3, BBDC3, BBDC4, BEES3, BEES4, BIGP3, BGIP4, BMEB3, BMEB4, BMIN3, BMIN4, BNBR3, BPAN4, BRIV3, BRIV4, BRSR3, BRSR5, BRSR6, BSLI4, CRIV3, CRIV4, IDVL3 IDVL4 ITUB3, ITUB4, PINE4, PRBC4, SANB11, SANB3, SANB4 E SFSA4;
( *** ) A VMCM = 5,56000000 foi calculada utilizando-se uma amostragem de 327 empresas com PL > 0 (Desta vez não foi utilizado o critério de LIQUIDEZ MÍNIMA). Na tentativa de um valor abaixo do indicado, a VMCM apresentou um valor < 5, o que indicaria um mercado subprecificado: forum.infomoney.com.br/viewtopic.php?f=6&t=10754&start=620#p2082722
( **** ) Foram EXCLUÍDAS da amostragem inicial as empresas = DAGB33, MERC4, BRAP4, BRAP3, ECPR4, JBDU3, LFFE4, LFFE3, SBSP3, BAHI3, BMTO4, BMTO3 E LIPR3;

340480  - paulo_prof   -  29 Jul 2017, 17:13
Achei bons resultados da ENBR3. Ha que se tomar cuidado na comparação anual porque no 4T15 e 1T16 houve lucros não recorrentes expressivos. A comparação trimestral, entretanto, mostra evolução em todos os resultados, exceto no que se refere a margem bruta.

Acredito que o lucro líquido e ebitda possam evoluir, em termos reais, acima dos 10% anuais, de modo que os riscos de um investimento no ativo parecem pequenos.

ENBR3

PREÇO: R$ 14,51

PAYOUT (2015): 23,8%



Múltiplos baseados nos últimos 12 meses

P/L 15,25

P/VPA 1,06

PSR 0,81

DY 3,25%

EV/EBITDA 5,68

MARGEM BRUTA 22,3%

MARGEM OPERACIONAL 8,6%

MARGEM LÍQUIDA 5,3%

LUCRO POR AÇÃO R$ 0,897

MARGEM EBITDA 20,5%

DÍVIDA BRUTA/PATRIMÔNIO LÍQUIDO 72,4%

ROE 6,98%

LIQUIDEZ CORRENTE 1,22



Taxas de Crescimento Nominal

a) últimos 12 meses vs 12 meses terminados no 2T16

RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA +4,24%

RESULTADO BRUTO -6,03%

RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO -26,54%

RESULTADO OPERACIONAL -31,74%

RESULTADO LÍQUIDO -35,15%%

EBITDA -19,62%



b) 2T17 vs 2T16

RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA +26,52%

RESULTADO BRUTO +10,62%

RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO -20,88%

RESULTADO OPERACIONAL +68,53%

RESULTADO LÍQUIDO +45,12%

EBITDA +16,10%



c) lucro (taxa média anual)

UA -35,17%

U2A -35,04%

U3A 1,22%



d) patrimônio líquido médio

UA 21,60%

U2A 23,34%

U3A 19,00%



Preço justo fornecido pela fórmula do FCD para uma taxa média de crescimento real nulo do lucro líquido dos últimos 12 meses durante 5 anos, perpetuidade real nula e taxa de desconto real de 8%: R$ 11,50

Ou, taxa de crescimento real do lucro líquido dos últimos 12 meses necessária, durante os próximos 5 anos, para que o preço justo fornecido pela fórmula do FCD seja igual ao preço corrente (com uma perpetuidade real nula e taxa de desconto anual real de 8%): +5,0%

339431  - paulo_prof   -  20 Jun 2017, 04:47
Continuo mantendo ambas em carteira e, na minha opinião, as perspectivas são boas.

A ENBR é uma empresa de crescimento relativamente acelerado (nos últimos 2 anos, a média anual nominal de crescimento do ativo foi 16,2% e do Pat.Liq, de 24%), com investimentos (UHE São Manuel) que gerarão caixa em 2018 e investimentos (linhas de transmissão) que darão retorno no médio prazo. Embora a situação continue crítica, espera-se que em 1o. de setembro o governo do Ceará não necessite renovar a penalização imposta à operação de Pecém I, devido à escassez de água. Finalmente, quando/se a recuperação econômica vier, a performance das distribuidoras deverá melhorar muito. A torcida é para que a administração da empresa não acabe dando um passo maior do que a perna. Hoje, com a relação Endividamento Líquido / Ebitda = 2,3, o status quo não preocupa.
[...]

334803 - paulo_prof   -  28 Fev 2017, 21:09
No 1T16 foi concluída a venda da Pantanal e no 4T16 foi contabilizado o impairment decorrente dos problemas ocorridos na construção da UHT de São Manoel. Como não sou contador e como nas demonstrações financeiras não está claramente indicado, tenho dúvidas em relação aos impactos destes eventos não recorrentes sobre o lucro líquido.

A informação é que o impairment representou uma "despesa" de R$ 153 milhões no 4T, impactando o lucro líquido em R$ 104 milhões. No que se refere a venda da Pantanal, o ganho antes dos impostos teria sido de R$ 278 milhões que, mantendo a proporcionalidade, teria impactado o lucro líquido em R$ 177 milhões. Em 2016, portanto, o lucro líquido recorrente teria sido algo como R$ 70 milhões menor.

No que se refere 2015, houve um ganho de R$ 885 milhões na contabilização da compra de 50% de Pecem I, e mais R$ 69 milhões resultado da alienação da EDP Renováveis, totalizando R$ 954 milhões. Mantida a proporcionalidade, estes R$ 954 milhões teriam impactado o lucro líquido em aprox. R$ 685 milhões.

No que se refere a perspectivas, acho que enquanto o quadro econômico continuar adverso, a empresa continuará a "patinar" (distribuição atingida por sobre-contratação de energia, queda do faturamento e aumento da inadimplência; geração com o problema da água na Pecém I, eventuais problemas adicionais na construção da UHT São Manoel, etc.).

No que se refere aos resultados contábeis, o quadro é o seguinte:

ENBR3

PREÇO: R$ 13,73

PAYOUT (2015): 23,8%



Múltiplos baseados nos últimos 12 meses

P/L 12,48

P/VPA 1,11

PSR 0,89

DY 1,92%

EV/EBITDA 5,19

MARGEM BRUTA 23,1%

MARGEM OPERACIONAL 10,6%

MARGEM LÍQUIDA 7,1%

LUCRO POR AÇÃO R$ 1,100

MARGEM EBITDA 24,5%

DÍVIDA BRUTA/PATRIMÔNIO LÍQUIDO 74,7%

ROE 8,86%

LIQUIDEZ CORRENTE 1,17



Taxas de Crescimento Nominal



a) últimos 12 meses vs 12 meses terminados no 4T15

RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA -6,06%

RESULTADO BRUTO -6,84%

RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO +12,95

RESULTADO OPERACIONAL -44,13%

RESULTADO LÍQUIDO -44,16%%

EBITDA -22,83%



b) 4T16 vs 4T15

RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA -11,94%

RESULTADO BRUTO -10,25%

RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO +33,95%

RESULTADO OPERACIONAL -98,81%

RESULTADO LÍQUIDO -90,93%

EBITDA -43,85%



c) lucro (taxa média anual)

UA -47,34%

U2A -5,31%

U3A 21,05%



d) patrimônio líquido médio

UA 30,92%

U2A 24,67%

U3A 17,62%

Preço justo fornecido pela fórmula do FCD para uma taxa média de crescimento real nulo do lucro líquido dos últimos 12 meses durante 5 anos, perpetuidade real nula e taxa de desconto real de 8%: R$ 13,75

Ou, taxa de crescimento real do lucro líquido dos últimos 12 meses necessária, durante os próximos 5 anos, para que o preço justo fornecido pela fórmula do FCD seja igual ao preço corrente (com uma perpetuidade real nula e taxa de desconto anual real de 8%): +0,0%

334599 - paulo_prof   -  23 Fev 2017, 15:21
Tá difícil ... o meu "cheirômetro" me diz que a empresa está legal no que concerne o futuro. Reduziu a alavancagem e está com uma estrutura de capital folgada para a entrada em novos negócios (como foi o leilão de transmissão), se for o caso. No que concerne as distribuidoras, com a reativação da economia, as coisas deverão melhorar. Mais GWh deverão ser consumidos e a inadimplência deverá diminuir. O angu de Pecem também deverá ser resolvido. Ou a usina deixa de operar (e a ENBR deixa de ter prejuízo), ou a situação hídrica é resolvida e a pesada taxa deixa de ser cobrada. Mas está difícil projetar qual será o "normal" daqui para frente, depois de excluir todos os resultados não recorrentes das contas.

No que se refere os dividendos, o dia ex (28DEZ) já era!

334592  - fridao  -  23 Fev 2017, 04:25
ENBR3...

LL 36M...-90% em relação ao 4T15...mas dívida líquida tambem despencou.

Paulim..."enquadra" ela no FCD...rss

Em 12 de abril de 2017, o Conselho de Administração da Companhia levará para aprovação em Assembleia Geral Ordinária (AGO) o pagamento de proventos de R$ 330 milhões, correspondente a 0,54447085 por ação.

333650  - marcosvinicius2  -  03 Fev 2017, 19:33
EDIT.: Houve modificação significativa na quantidade de ações no período 3T08 X 4T08, 4T11 X 1T12 E 2T16 X 3T16 (desdobramento ou emissões?) e Resultado Não Operacional (Não Encontrado).
EBITDA: O EBITDA atingiu R$ 625,8 milhões, aumento de 6,6%, decorrente da contabilização do valor justo do ativo indenizável na EDP Escelsa, no montante de R$ 151,5 milhões. Desconsiderando o efeito da contabilização do valor justo do ativo indenizável da EDP Escelsa, o EBITDA reduziria 19,2% no trimestre.
Lucro Líquido: O Lucro Líquido consolidado totalizou R$ 230,8 milhões, aumento de R$ 175,5 milhões em relação ao 3T15, resultante dos efeitos já mencionados acima, compensado parcialmente pela maior despesa de IR e Contribuição Social de R$ 14,4 milhões, devido a maior realização dos ativos e passivos setoriais nas distribuidoras.

ENBR3
PREÇO: 13,95
PAYOUT (2015): 6,16%

Múltiplos baseados nos últimos 12 meses

P/L 8,35
P/VPA 1,07
PSR 0,88
DY 0,74%
EV/EBITDA 5,01
MARGEM BRUTA 22,27%
MARGEM OPERACIONAL 15,24%
MARGEM LÍQUIDA 10,58%
LUCRO POR AÇÃO 1,671
MARGEM EBITDA 27,56%
DÍVIDA BRUTA/PATRIMÔNIO LÍQUIDO 91,66%
ROE 12,81%
LIQUIDEZ CORRENTE 1,38

Taxas de Crescimento Nominal

a) últimos 12 meses vs 12 meses terminados no 3T15
RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA -3,91%
RESULTADO BRUTO -8,74%
RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO 9,83%
RESULTADO OPERACIONAL -17,51%
RESULTADO LÍQUIDO -15,53%
EBITDA -4,72%

b) 3T16 vs 3T15
RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA -1,57%
RESULTADO BRUTO -20,18%
RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO -52,87%
RESULTADO OPERACIONAL 105,27%
RESULTADO LÍQUIDO 317,18%
EBITDA 6,75%

c) lucro (taxa média anual)
UA -15,53%
U2A 47,22%
U3A 27,86%

d) patrimônio líquido médio
UA 28,56%
U2A 22,00%
U3A 15,52%

PSBe - Preço Sugerido pelo Balanço, exponencial no lucro:

Citação: PSBe - Preço Sugerido pelo Balanço, exponencial no lucro

PSBe = ((Patrimônio Líquido + Receita Líquida12m + Resultado ñ operacional12m + (Lucro12m - Resultado ñ operacional12m) * ( SE( OU(Margem Líquida=0 ; ABS(Margem Líquida)>1) ; 1 ; ABS(Margem Líquida) ^ (-7,65 * ABS(Margem Líquida)))) * Cotação unitária) / nº de ações

Sendo que;
SE(Cotação unitária;1;1000); Cotação unitária não é preço da ação, indica se o lote negociado representa 1 ação ou mil ações.
Margem Líquida de 12 meses e descontada do 'Resultado ñ operacional12m'


PSBe = 35,09; PSBe-TAG = 35,09/ON e ND/PN

VE PSBe = 21.293.900.000

VE PSBe-TAG = 21.293.900.000

Valor de Mercado = 8.465.560.000 em 02/02/2017

( ** ) EMPRESAS DO SETOR FINANC onde houve necessidade de digitar os valores de REC INT FINANC (a pesquisa avançada não importou esses valores ) = BAZA3, BBDC3, BBDC4, BEES3, BEES4, BIGP3, BGIP4, BMEB3, BMEB4, BMIN3, BMIN4, BNBR3, BPAN4, BRIV3, BRIV4, BRSR3, BRSR5, BRSR6, BSLI4, CRIV3, CRIV4, IDVL3 IDVL4 ITUB3, ITUB4, PINE4, PRBC4, SANB11, SANB3, SANB4 E SFSA4;
( *** ) A VMCM = 5,56000000 foi calculada utilizando-se uma amostragem de 327 empresas com PL > 0 (Desta vez não foi utilizado o critério de LIQUIDEZ MÍNIMA). Na tentativa de um valor abaixo do indicado, a VMCM apresentou um valor < 5, o que indicaria um mercado subprecificado: forum.infomoney.com.br/viewtopic.php?f=6&t=10754&start=620#p2082722
( **** ) Foram EXCLUÍDAS da amostragem inicial as empresas = DAGB33, MERC4, BRAP4, BRAP3, ECPR4, JBDU3, LFFE4, LFFE3, SBSP3, BAHI3, BMTO4, BMTO3 E LIPR3;

329282  - paulo_prof  -  31 Out 2016, 22:39
Achei bom o resultado da ENBR. Com o recente reforço na estrutura de capital, o serviço do endividamento líquido diminuiu sensivelmente. Em relação ao Valor de Firma, a geração de caixa medida pelo Ebitda é bastante alta, de modo que o multiplo EV/Ebitda = 4 fica bem interessante. Não acho que o ativo esteja caro!

ENBR3
PREÇO: R$ 15,35
PAYOUT (2015): 23,9%

Múltiplos baseados nos últimos 12 meses

P/L 9,18
P/VPA 1,18
PSR 0,97
DY 2,61%
EV/EBITDA 4,04
MARGEM BRUTA 22,3%
MARGEM OPERACIONAL 15,2%
MARGEM LÍQUIDA 10,6%
LUCRO POR AÇÃO R$ 1,673
MARGEM EBITDA 27,8%
DÍVIDA BRUTA/PATRIMÔNIO LÍQUIDO 49,7%
ROE 12,81%
LIQUIDEZ CORRENTE 1,38

Taxas de Crescimento Nominal

a) últimos 12 meses vs 12 meses terminados no 3T15
RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA -3,91%
RESULTADO BRUTO -8,74%
RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO +9,83%
RESULTADO OPERACIONAL -15,51%
RESULTADO LÍQUIDO -15,53%
EBITDA -10.46%

b) 3T16 vs 3T15
RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA -1,57%
RESULTADO BRUTO -20,18%
RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO -52,87%
RESULTADO OPERACIONAL =105,27%
RESULTADO LÍQUIDO +317,18%
EBITDA +6,63%

c) lucro (taxa média anual)
UA -15,53%
U2A 47,22%
U3A 27,86%

d) patrimônio líquido médio
UA 28,56%
U2A 22,00%
U3A 15,56%

Preço justo fornecido pela fórmula do FCD para uma taxa média de crescimento real nulo do lucro líquido dos últimos 12 meses durante 5 anos, perpetuidade real nula e taxa de desconto real de 10%: R$ 16,73

Ou, taxa de crescimento real do lucro líquido dos últimos 12 meses necessária, durante os próximos 5 anos, para que o preço justo fornecido pela fórmula do FCD seja igual ao preço corrente (com uma perpetuidade real nula e taxa de desconto anual real de 10%): -2,0%

324721  - paulo_prof  -  26 Jul 2016, 00:37
Resultado fraco da ENBR ... sendo o segmento de distribuição, o vilão!

A demanda por energia no trimestre caiu 3,2% em relação ao 2T15. Adicionalmente, a EDP Bandeirantes está bastante sobre contratada em energia, muito além dos 5% que seriam absorvidos pela tarifação, de modo que é obrigada a vender esta energia no mercado de curto prazo, no qual o preço é muito baixo. Para completar o cenário negativo, contribuiu o aumento da inadimplência e a passagem de um grande cliente do mercado cativo para o mercado livre. Estes problemas são recorrentes em praticamente todas as distribuidoras.

O Resultado da Geração foi bastante bom, consideradas as condições econômicas vigentes.

A estrutura de capital foi reforçada com o aumento de R$ 1,5 bilhões via subscrição privada, com o endividamento líquido da ordem de 1,3 vezes o Ebitda anual.

321168  - NumBroker   -  04 Mai 2016, 18:43
Empiricus sobre ENBR3... preferi ir de Taesa (dica do Prof).

Energias do Brasil: 1T16 - A importância de fugir de alavancagem e valuation esticado. Anunciando aumento de capital de R$ 1,5 bi

Energias do Brasil (ENBR3) reportou resultados do 1T16 bem abaixo (15%) das expectativas do mercado. Desconsiderando a alienação de Pantanal Energia, o ebitda foi de R$528 milhões, um aumento de 29% em comparação com o 1T15. E o lucro líquido recorrente foi de R$24 milhões, uma expressiva queda de 70% a/a.

O aumento no ebitda foi explicado pela queda de 9,4% nos gastos não gerenciáveis, para os quais há repasse tarifário. A receita líquida decresceu -1,8%, explicada principalmente pela queda de volumes de 4,7% e 11,1% nas distribuidoras Bandeirante e Escelsa, respectivamente. Isto não conseguiu ser compensado pelos aumentos tarifários de 37% e 27%.

A despesa financeira continua piorando o fluxo de caixa para o acionista: desta vez aumentou 102% em relação ao 1T16, para R$191 milhões. Isto é reflexo de piora na alavancagem (para 1,4x dív.líq/ebitda de 1,2x no 1T15) e no custo da dívida.

Na máxima cotação histórica antes da publicação (R$12,82 no fechamento de 2 de maio, ajustado por dividendos), o papel não se encontrava barato ao negociar a 11,6x preço/lucro 2016, 50% acima da média histórica.

Devido ao aumento de alavancagem, a companhia anunciou aumento de capital por até R$1,5bi com preço de subscrição de R$11,50 (desconto de 10% em relação ao fechamento anterior), o qual representa um aumento da base acionaria de até 27,4%. A controladora (a portuguesa EDP) expressou a intenção de subscrever a parte a que tem direito (51%) e que está interessada nas eventuais sobras que resultem do processo de rateio.

Reiteramos a nossa visão negativa para ao papel, toda vez que os resultados novamente confirmam a importância de sabermos filtrar empresas com alavancagem crescente e valuation esticado, dois dos quatro critérios básicos das nossas Vacas leiteiras e que nos fizeram retirá-la da carteira no dia 3 de março (equivalente a R$12,75 antes de dividendos).

Interessante é que esta capitalização sinalizaria a concretização de mais um gatilho para Light (LIGT3), já que além de um destravamento do mercado de dívida, agora seria o de renda variável o que estaria se abrindo a financiar eventuais aquisições no setor de distribuição e geração. Contudo, o management de ENBR explicou que estas aquisições não estariam sendo concretizadas no curto prazo.

A capitalização de mercado de LIGT3 se aproxima dos R$2bi e é, por muito, o papel mais descontado do setor, apesar de contar com indicadores de dívida semelhantes aos de CPFL Energia (CPFE3), que negocia 4 vezes mais cara (em termos de preço/valor patrimonial).

321138  - paulo_prof   -  04 Mai 2016, 03:38
Em seu balanço patrimonial, a ENBR NÃO consolida as usinas Sto Antonio do Jari (em operação, 50% de participação), Cachoeira Caldeirão (a entrar em operação no 2o. semestre, 50% de participação e São Manoel (33,3%, a entrar em operação em 2018).

O endividamento líquido da empresa, excluindo o endividamento das usinas acima, é de R$ 4,74 bilhões, ou 1,4 o Ebitda gerado nos últimos 12 meses. Se o endividamento líquido das usinas acima for calculado na proporção das participações, o endividamento líquido da ENBR aumentaria aprox. R$ 1,12 bilhões, ou 0,32 Ebitda dos últimos 12 meses. O custo total do endividamento está acima de 13% a.a.

Para a conclusão da usina São Manoel, a ENBR ainda terá que investir aprox. R$ 600 milhões.

Suspeito que a maior motivação para um aumento de capital por subscrição seja a de reduzir o endividamento líquido total, especialmente os financiamentos/debêntures mais caros (a UHT Santo Antonio do Jari, por exemplo, devido ao alto custo financeiro de endividamento, produziu prejuízo).

Na minha opinião, o ativo está barato ... a chamada de aumento de capital, entretanto, turva a visão ... O preço de subscrição, R$ 11,50, representa um desconto 7% sobre a cotação atual ... mas não tenho ideia de como o mercado vai reagir amanhã.

321059 - paulo_prof   -  03 Mai 2016, 04:24
Não posso dizer que gostei do resultado da ENBR ...

Pelas minhas contas, não fosse a alienação da Pantanal Energética (lucro de aprox. R$ 225 milhões), o lucro líquido postado no 1T16 seria de aprox. R$ 75 milhões, uma queda nominal de 10% em relação ao resultado postado no 1T15.

320684  - paulo_prof   - 28 Abr 2016, 16:03
Tenho em carteira e hoje comprei mais um pouco perto da mínima do dia ... Na minha opinião, considerado o preço, acho que ENBR3 é o melhor ativo no segmento das elétricas.

Seria perfeito, entretanto, se a empresa voltasse a distribuir 100% do lucro líquido, como fez nos exercícios de 2012 e 2013, ou pelo menos como fez nos exercícios de 2010 e 2011, distribuindo na faixa dos 60-75%. Nos dois últimos exercícios, a distribuição manteve-se no mínimo legal!

Moral da história: até que resolva alterar a sua política de proventos, a ENBR deve ser considerada uma empresa de crescimento ... propiciando um fluxo de caixa relativamente pífio.

ENBR3
PREÇO: R$ 12,56
PAYOUT (2015): 23,9%

Múltiplos relativos aos últimos 12 meses

P/L 4,72
P/VPA 1,03
PSR 0,59
DY 5,07%
EV/EBITDA 3,67
MARGEM BRUTA 21,0%
MARGEM OPERACIONAL 17,4%
MARGEM LÍQUIDA 12,5%
LUCRO POR AÇÃO R$ 2,662
MARGEM EBITDA 29,7%
DÍVIDA BRUTA/PATRIMÔNIO LÍQUIDO 106,4%
ROE 21,78%
LIQUIDEZ CORRENTE 1,24

Taxas de Crescimento:

a) últimos 12 meses sobre 12 terminados no 4T14, nominal
RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA +13,59%
RESULTADO BRUTO +16,86%
RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO +111,40%
RESULTADO OPERACIONAL +48,51%
RESULTADO LÍQUIDO +70,27%
EBITDA +56,82%

b) 4T15 sobre 4T14, nominal
RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA +4,82%
RESULTADO BRUTO -24,81%
RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO +74,72%
RESULTADO OPERACIONAL -1,64%
RESULTADO LÍQUIDO +20,73%
EBITDA +3,9%

c) lucro líquido, nominal
UA 70,27%
U2A 83,55%
U3A 54,47%

d) patrimônio líquido médio, nominal
UA 18,71%
U2A 11,49%
U3A 6,67%

Preço justo fornecido pela fórmula do FCD para uma taxa média de crescimento real nulo do lucro líquido dos últimos 12 meses durante 5 anos, perpetuidade real nula e taxa de desconto real de 10%: R$ 22,18
Ou, taxa de crescimento real do lucro líquido dos últimos 12 meses necessária, durante os próximos 5 anos, para que o preço justo fornecido pela fórmula do FCD seja igual ao preço corrente (com uma perpetuidade real nula e taxa de desconto anual real de 12%): -13,5%

310086  - paulo_prof  -  30 Out 2015, 02:33
Excetuando a Receita Líquida e o Resultado Bruto, o resto foi um desastre ... Uma dívida líquida de aprox. R$ 4,9 bilhões no início do trimestre gerou um Resultado Financeiro negativo em R$ 276 milhões ... isto é uma loucura!!! 5,66% num trimestre dá 25% a.a. ... tá parecendo cheque especial de banco !!! Evidentemente, num cenário de forte desvalorização cambial, suspeita-se de cara de um mau gerenciamento de endividamento em moeda estrangeira. Foi o que ocorreu ... além do aumento natural dos custos do financiamento da aquisição da Pecém I, o hedge do endividamento em dolar foi bastante deficiente.

Mas houve também problemas com as Despesas Operacionais Gerenciáveis, que aumentaram 17,7% trimestre a trimestre.

Na maior parte, o vilão foi o investimento realizado na aquisição da termelétrica Pecém I. No frigir dos ovos, um investimento e mais de R$ 2 bilhões produziu um lucro líquido de apenas R$ 5 milhões!!!

ENBR3
PREÇO: R$ 11,28
PAYOUT (2014): 26,5%

Múltiplos relativos aos últimos 12 meses
P/L 4,47
P/VPA 0,93
PSR 0,54
DY 5,93%
EV/EBITDA 3,42
MARGEM BRUTA 23,4%
MARGEM OPERACIONAL 17,8%
MARGEM LÍQUIDA 12,0%
LUCRO POR AÇÃO R$ 2,524
MARGEM EBITDA 29,9%
DÍVIDA BRUTA/PATRIMÔNIO LÍQUIDO 105,2%
ROE 20,71%
LIQUIDEZ CORRENTE 1,07

302213  - paulo_prof  -  30 Jul 2015, 00:31
Achei os resultados da Energias Brasil meia boca ... Não fosse o ganho contábil de R$ 885 milhões gerado pela aquisição dos 50% da UTE Pecém I, calculo que o resultado antes dos tributos teria sido de apenas aprox. R$ 50 milhões. A contabilização do ganho acabou produzindo um lucro líquido de R$ 744 milhões.

No trimestre, a dívida líquida aumentou R$ 2,5 bilhões ... este aumento é devido quase integralmente à consolidação da dívida da UTE Pecém I, no montante de R$ 2,36 bilhões.

Se, de um lado, a ENBR adquiriu 100% de uma termelétrica, de outro está alienando os 40% de participação que detinha na EDP Renováveis (R$ 190 milhões).

De uma maneira geral, considero a aquisição de uma termelétrica positiva ... pois funciona como uma espécie de hedge em relação ao déficit hídrico. Suspeito que no curto prazo Pecém I contribuirá de forma bastante positiva para o lucro ... entretanto, quando a hidrologia normalizar, acho que esta contribuição deverá tornar-se apenas marginal.

ENBR3
PREÇO: R$ 12,70
PAYOUT (2014): 26,5%

Múltiplos relativos aos últimos 12 meses
P/L 4,69
P/VPA 1,05
PSR 0,63
DY 5,65%
EV/EBITDA 4,03
MARGEM BRUTA 22,0%
MARGEM OPERACIONAL 18,8%
MARGEM LÍQUIDA 13,4%
LUCRO POR AÇÃO R$ 2,708
MARGEM EBITDA 28,1%
DÍVIDA BRUTA/PATRIMÔNIO LÍQUIDO 113,4%
ROE 22,43%
LIQUIDEZ CORRENTE 0,97

296604  - paulo_prof  -  06 Mai 2015, 23:30
Resultado "meia boca" ... Devido à mudança na forma de contabilizar a Demonstração de Resultados a partir do 4T14, fica difícil efetuar comparações ... há que se monitorar os próximos 2 trimestres para ter uma ideia melhor da performance da empresa, pois o resultado do 4T14 está inflado!!!

ENBR3
PREÇO: R$ 11,80
PAYOUT (2014): 26,5%

Múltiplos relativos aos últimos 12 meses
P/L 7,71
P/VPA 1,13
PSR 0,63
DY 3,43%
EV/EBITDA 4,15
MARGEM BRUTA 20,6%
MARGEM OPERACIONAL 13,0%
MARGEM LÍQUIDA 8,2%
LUCRO POR AÇÃO R$ 1,530
MARGEM EBITDA 21,6%
DÍVIDA BRUTA/PATRIMÔNIO LÍQUIDO 82,6%
ROE 14,62%
LIQUIDEZ CORRENTE 0,97

Taxas de Crescimento:

a) últimos 12 meses sobre os 12 meses terminados no 1T14, nominal
RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA +20,30%
RESULTADO BRUTO +2,45%
RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO -1,11%
RESULTADO OPERACIONAL +48,16%
RESULTADO LÍQUIDO +88,93%
EBITDA +19,81%

b) 1T15 sobre 1T14, nominal
RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA -1,17%
RESULTADO BRUTO +1,95%
RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO +8,25%
RESULTADO OPERACIONAL -14,67%
RESULTADO LÍQUIDO -16,65%
EBITDA +0,53%

c) lucro líquido, nominal
UA 88,93%
U2A 58,05%
U3A 17,76%

d) patrimônio líquido médio, nominal
UA 5,59%
U2A 2,56%
U3A 0,57%

Preço justo fornecido pela fórmula do FCD para uma taxa média de crescimento real nulo do lucro líquido dos últimos 12 meses durante 5 anos, perpetuidade real nula e taxa de desconto real de 10%: R$ 15,30

Ou, taxa de crescimento real do lucro líquido dos últimos 12 meses necessária, durante os próximos 5 anos, para que o preço justo fornecido pela fórmula do FCD seja igual ao preço corrente (com uma perpetuidade real nula e taxa de desconto anual real de 10%): -6,0%

291112  - paulo_prof  -  03 Mar 2015, 21:04
Se tem uma coisa que enerva nas empresas brasileiras é a falta de previsibilidade ... Como exemplo, vejam o payout praticado pela ENBR nos últimos exercícios ... completamente "aleatório" !!!

Comprei ENBR3 projetando um ótimo lucro e esperando um DY suculento ... se o payout fosse mantido minimamente decente ... não foi ... dancei!

2010: 61,5%
2011: 75,5%
2012: 108,4%
2013: 98,5%
2014: 26,4%

Ativo está barato, mesmo considerando o risco de um racionamento!

ENBR3
PREÇO: R$ 8,60
PAYOUT (2014): 26,4%

Múltiplos relativos aos últimos 12 meses
P/L 5,50
P/VPA 0,84
PSR 0,46
DY 4,81%
EV/EBITDA 3,46
MARGEM BRUTA 20,4%
MARGEM OPERACIONAL 13,3%
MARGEM LÍQUIDA 8,4%
LUCRO POR AÇÃO R$ 1,563
MARGEM EBITDA 21,5%
DÍVIDA BRUTA/PATRIMÔNIO LÍQUIDO 68,7%
ROE 15,20%
LIQUIDEZ CORRENTE 0,88

Taxas de Crescimento:

a) últimos 12 meses sobre os 12 meses terminados no 4T13, nominal (comparação perde o sentido devido às diferenças na contabilidade)
RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA +25,40%
RESULTADO BRUTO -1,81%
RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO +5,66%
RESULTADO OPERACIONAL +45,88%
RESULTADO LÍQUIDO +97,86%
EBITDA +15,647%

b) 4T14 sobre 4T13, nominal (comparação perde o sentido devido às diferenças na contabilidade)
RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA +54,31%
RESULTADO BRUTO +181,78%
RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO +16,624%
RESULTADO OPERACIONAL +941,22%
RESULTADO LÍQUIDO +664,64%
EBITDA +169,45%

c) lucro líquido, nominal (comparação perde o sentido devido às diferenças na contabilidade)
UA 97,86%
U2A 47,13%
U3A 14,86%

d) patrimônio líquido médio, nominal
UA 4,71%
U2A 1,12%
U3A 0,04%

Preço justo fornecido pela fórmula do FCD para uma taxa média de crescimento real nulo do lucro líquido dos últimos 12 meses durante 5 anos, perpetuidade real nula e taxa de desconto real de 10%: R$ 15,63

Ou, taxa de crescimento real do lucro líquido dos últimos 12 meses necessária, durante os próximos 5 anos, para que o preço justo fornecido pela fórmula do FCD seja igual ao preço corrente (com uma perpetuidade real nula e taxa de desconto anual real de 10%): -13,5%

291040  - ispholambra  -  03 Mar 2015, 02:34
ENBR3

Achei bom o resultado... sei que tem bastante gente aqui no ativo...

Abraço

Ivan

Resultado do 4º Trimestre de 2014

A companhia anunciou lucro líquido de R$ 317,3M no 4T14, uma variação de 121,9% em relação ao 3° trimestre de 2014 e acréscimo de 664,6% em relação ao 4T13. A receita líquida somou R$ 7,8M no quarto trimestre de 2014. No 3T14 a receita líquida foi de R$ 493,0k.

O resultado corresponde a uma margem bruta de 100,0% contra 100,0% no trimestre anterior e 100,0% no quarto trimestre de 2013. Já a margem líquida ficou em 4.094,0% no 4° trimestre de 2014.

Os ativos totais atingiram o saldo de R$ 6,2B, crescimento de 6,1% em relação ao saldo no mesmo trimestre do ano anterior. O patrimônio líquido alcançou a soma de R$ 4,9B no 4T14, valor 6,9% superior ao saldo no mesmo período do ano anterior.
http://edp.infoinvest.com.br/ptb/5992/Release%204T14_27022015_com%20capa.pdf

281265- paulo_prof -  30 Out 2014, 01:45
ENBR3
PREÇO: R$ 9,38
PAYOUT (2013): 90,5%

Múltiplos relativos aos últimos 12 meses
P/L 9,55
P/VPA 0,95
PSR 0,57
DY 10,31%
EV/EBITDA 4,27
MARGEM BRUTA 15,8%
MARGEM OPERACIONAL 9,5%
MARGEM LÍQUIDA 5,9%
LUCRO POR AÇÃO R$ 0,982
MARGEM EBITDA 19,2%
DÍVIDA BRUTA/PATRIMÔNIO LÍQUIDO 72,6%
ROE 9,97%
LIQUIDEZ CORRENTE 0,94

Taxas de Crescimento:

a) últimos 12 meses sobre os 12 meses terminados no 2T13, nominal
RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA +10,14%
RESULTADO BRUTO -33,45%
RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO +21,30%
RESULTADO OPERACIONAL -25,88%
RESULTADO LÍQUIDO -3,56%
EBITDA -12,97%

b) 3T14 sobre 3T13, nominal
RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA +19,39%
RESULTADO BRUTO -33,83%
RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO +3,44%
RESULTADO OPERACIONAL -46,80%
RESULTADO LÍQUIDO -28,28%
EBITDA -49,69%

c) lucro líquido, nominal
UA -3,56%
U2A 30,51%
U3A -8,45%

d) patrimônio líquido médio, nominal
UA 3,67%
U2A -0,17%
U3A -0,44%

Preço justo fornecido pela fórmula do FCD para uma taxa média de crescimento real nulo do lucro líquido dos últimos 12 meses durante 5 anos, perpetuidade real nula e taxa de desconto real de 10%: R$ 9,82

Ou, taxa de crescimento real do lucro líquido dos últimos 12 meses necessária, durante os próximos 5 anos, para que o preço justo fornecido pela fórmula do FCD seja igual ao preço corrente (com uma perpetuidade real nula e taxa de desconto anual real de 10%): -1,0%

257439  - paulo_prof  -  11 Mai 2014, 02:08
ENBR3
PREÇO: R$ 10,05
PAYOUT (2013): 90,5%

Múltiplos relativos aos últimos 12 meses
P/L 12,41
P/VPA 1,02
PSR 0,65
DY 7,94%
EV/EBITDA 4,52
MARGEM BRUTA 24,1%
MARGEM OPERACIONAL 10,6%
MARGEM LÍQUIDA 5,2%
LUCRO POR AÇÃO R$ 0,810
MARGEM EBITDA 21,7%
DÍVIDA BRUTA/PATRIMÔNIO LÍQUIDO 69,2%
ROE 8,25%
LIQUIDEZ CORRENTE 1,13

Taxas de Crescimento:

a) últimos 12 meses sobre os 12 meses terminados no 1T13, nominal
RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA +7,94%
RESULTADO BRUTO +15,10%
RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO +50,56%
RESULTADO OPERACIONAL +4,39%
RESULTADO LÍQUIDO +32,22%
EBITDA +17,64%

b) 1T14 sobre 1T13, nominal
RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA +14,77%
RESULTADO BRUTO -12,89%
RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO +46,69%
RESULTADO OPERACIONAL -13,48%
RESULTADO LÍQUIDO +10,31%
EBITDA -12,10%

c) lucro líquido, nominal
UA 32,22%
U2A -7,02%
U3A -13,61%

d) patrimônio líquido médio, nominal
UA -0,39%
U2A -1,85%
U3A -0,68%

Preço justo fornecido pela fórmula do FCD para uma taxa média de crescimento real nulo do lucro líquido dos últimos 12 meses durante 5 anos, perpetuidade real nula e taxa de desconto real de 10%: R$ 8,10

Ou, taxa de crescimento real do lucro líquido dos últimos 12 meses necessária, durante os próximos 5 anos, para que o preço justo fornecido pela fórmula do FCD seja igual ao preço corrente (com uma perpetuidade real nula e taxa de desconto anual real de 10%): +5,5%

243243 - paulo_prof -  27 Fev 2014, 02:48
ENBR3
PREÇO: R$ 8,87
PAYOUT (2013): 90,5%

Múltiplos relativos aos últimos 12 meses
P/L 11,23
P/VPA 0,92
PSR 0,59
DY 8,06%
EV/EBITDA 3,96
MARGEM BRUTA 26,1%
MARGEM OPERACIONAL 11,5%
MARGEM LÍQUIDA 5,3%
LUCRO POR AÇÃO R$ 0,790
MARGEM EBITDA 23,3%
DÍVIDA BRUTA/PATRIMÔNIO LÍQUIDO 71,3%
ROE 8,22%
LIQUIDEZ CORRENTE 1,02

Taxas de Crescimento:

a) últimos 12 meses sobre os 12 meses terminados no 4T12, nominal
RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA +9,95%
RESULTADO BRUTO +25,76%
RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO +51,49%
RESULTADO OPERACIONAL +4,46%
RESULTADO LÍQUIDO +9,41%
EBITDA +26,05%

b) 4T13 sobre 4T12, nominal
RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA -4,39%
RESULTADO BRUTO -9,27%
RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO +128,99%
RESULTADO OPERACIONAL -80,61%
RESULTADO LÍQUIDO -72,46%
EBITDA -27,05%

c) lucro líquido, nominal
UA 9,41%
U2A -12,49%
U3A -13,60%

d) patrimônio líquido médio, nominal
UA -2,34%
U2A -2,22%
U3A -0,38%

Preço justo fornecido pela fórmula do FCD para uma taxa média de crescimento real nulo do lucro líquido dos últimos 12 meses durante 5 anos, perpetuidade real nula e taxa de desconto real de 10%: R$ 7,90

Ou, taxa de crescimento real do lucro líquido dos últimos 12 meses necessária, durante os próximos 5 anos, para que o preço justo fornecido pela fórmula do FCD seja igual ao preço corrente (com uma perpetuidade real nula e taxa de desconto anual real de 10%): +3,0%

219627  - vbreda  -  01 Nov 2013, 11:19
Pessoal que acompanha ENBR, o resultado parece muito bom, não?

Redução de 17% em gastos gerenciáveis.
Tiveram redução de 130 milhões em deduções da receita operacional. Alguém que entenda melhor essa questão, isso se manterá no futuro? Prof Paulo??

"No 3T13, as deduções da receita totalizaram R$ 252,9 milhões, 34,6% inferior ao mesmo período do ano anterior devido às
alterações descritas abaixo:

CCC (Conta de Consumo de Combustível): extinção do encargo conforme Lei nº 12.783/2013;
CDE (Conta de Desenvolvimento Energético): redução do encargo conforme Lei nº 12.783/2013;
RGR (Reserva Global de Reversão): apesar da extinção do encargo conforme Lei nº 12.783/2013, as concessões de
geração Pantanal e Energest, não foram contempladas na Lei em referência, conforme §3º do art. 4º da Lei 5.655/1971, de
forma que o valor apresentado no 3T13 refere-se aos encargos dessas concessões."

219243  - paulo_prof  -  31 Out 2013, 01:05
ENBR3
PREÇO: R$ 12,96
PAYOUT (2012): 108,4%

Múltiplos relativos aos últimos 12 meses (furados ...)
P/L 12,71
P/VPA 1,36
PSR 0,85
DY 8,53%
EV/EBITDA 5,35
MARGEM BRUTA 24,9%
MARGEM OPERACIONAL 13,4%
MARGEM LÍQUIDA 6,7%
LUCRO POR AÇÃO R$ 1,020
MARGEM EBITDA 24,5%
DÍVIDA BRUTA/PATRIMÔNIO LÍQUIDO 94,5%
ROE 10,70%
LIQUIDEZ CORRENTE 0,78

Taxas de Crescimento:

a) últimos 9 meses sobre os 9 meses terminados no 3T12, nominal
RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA +15,96%
RESULTADO BRUTO +36,37%
RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO +32,11%
RESULTADO OPERACIONAL +43,47%
RESULTADO LÍQUIDO +73,40%
EBITDA +43,29%

b) 3T13 sobre 3T12, nominal
RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA +10,45%
RESULTADO BRUTO +79,24%
RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO +20,99%
RESULTADO OPERACIONAL +281,43%
RESULTADO LÍQUIDO +1.819%
EBITDA +133%

c) lucro líquido, nominal
UA 76,61%
U2A -10,80%
U3A -4,51%

d) patrimônio líquido médio, nominal
UA -3,87%
U2A -2,43%
U3A -0,09%

Preço justo fornecido pela fórmula do FCD para uma taxa média de crescimento real nulo do lucro líquido dos últimos 12 meses durante 5 anos, perpetuidade real nula e taxa de desconto real de 8%: R$ 12,75

Ou, taxa de crescimento real do lucro líquido dos últimos 12 meses necessária, durante os próximos 5 anos, para que o preço justo fornecido pela fórmula do FCD seja igual ao preço corrente (com uma perpetuidade real nula e taxa de desconto anual real de 8%): +0,5%

198667 - ch3481  -  25 Jul 2013, 00:14
Enbr3

http://edp.infoinvest.com.br/ptb/5101/24.07.2013_Release%202T13.pdf

Esperava results melhores, nao que esteja ruim

LL aumento de 11,5%,
Ebitda aumento de 7,3%
Endividamento permaneceu nos 1,8 - Div/Ebitda.

Porem Pecem1 reportou ebitda negativo de 31mi
E os gastos n gerenciaveis daih decorrentes foram altos, abaixo:

"Os gastos não gerenciáveis alcançaram R$ 100,0 milhões, reflexo da postergação do início da operação comercial da Usina na qual o empreendimento teve que celebrar contratos de compra de energia para garantir as obrigações contratuais assumidas com a unidade II. Adicionalmente, os gastos não gerenciáveis também contemplam os custos referente aos insumos para despacho."

Distribuição e comercialização c excelentes resultados
Geração puxou para baixo

Linhas gerais eh isto

Permaneço no ativo

184387  - paulo_prof  -  09 Mai 2013, 04:08
Mais um onde nenhum número anterior bate com os novos números ...

ENBR3
PREÇO: R$ 12,03
PAYOUT (2012): 108,4%

Múltiplos relativos aos últimos 12 meses (furados ...)
P/L 19,77
P/VPA 1,26
PSR 0,82
DY 5,48%
EV/EBITDA 6,15
MARGEM BRUTA 20,9%
MARGEM OPERACIONAL 10,0%
MARGEM LÍQUIDA 4,2%
LUCRO POR AÇÃO R$ 0,609
MARGEM EBITDA 19,6%
DÍVIDA BRUTA/PATRIMÔNIO LÍQUIDO 79,1%
ROE 6,40%
LIQUIDEZ CORRENTE 0,85

Taxas de Crescimento:

a) últimos 12 meses sobre 12 meses anteriores, nominal
RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA +25,64%
RESULTADO BRUTO -14,40%
RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO -2,58%
RESULTADO OPERACIONAL -21,10%
RESULTADO LÍQUIDO -35,03%
EBITDA -8,52%

b) 1T13 sobre 1T12, nominal
RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA +25,07%
RESULTADO BRUTO +17,08%
RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO +49,36%
RESULTADO OPERACIONAL -11,26%
RESULTADO LÍQUIDO -36,64%
EBITDA +11,17%

c) lucro líquido, nominal
UA -35,03%
U2A -30,39%
U3A -24,81%

d) patrimônio líquido médio, nominal
UA -3,29%
U2A -0,83%
U3A 3,26%

Preço justo fornecido pela fórmula do FCD para uma taxa média de crescimento real nulo do lucro líquido dos últimos 12 meses durante 5 anos, perpetuidade real nula e taxa de desconto real de 8%: R$ 7,61

Ou, taxa de crescimento real do lucro líquido dos últimos 12 meses necessária, durante os próximos 5 anos, para que o preço justo fornecido pela fórmula do FCD seja igual ao preço corrente (com uma perpetuidade real nula e taxa de desconto anual real de 8%): +11,0%

184331  - small caps  -  09 Mai 2013, 00:53
A empresa tem participação nesta companhia (não sei se é controladora... talvez não seja) e o resultado vai direto via equivalência patrimonial... O percentual de participação vezes o resultado vai nesta linha... e não nas demais linhas da DRE...

Quando a empresa é controladora e mais de 50% de participação pode fazer o balanço consolidando integralmente os resultados e deduzindo no balanço na parte de "participações minoritárias"...

Vale um estudo mais aprofundado para entender o tema...

Gostei do balanço de ENBR3, considerando o mega impacto dos acionamentos de térmicas e do atraso das obras da termelétricas...

170556 - ch3481 -  05 Mar 2013, 22:19
Boa notícia...

São Paulo, 05 de Março de 2013 - A EDP - Energias do Brasil S.A. (“EDP” ou “Companhia”) (“BM&FBOVESPA: ENBR3”) comunica ao mercado que, na presente data foi aprovado pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) o pleito da empresa Porto do Pecém Geração de Energia S.A. (“Porto do Pecém”), referente a UTE Termelétrica Porto do Pecém I (“Pecém I” ou “Empreendimento”), uma parceria 50%/50% entre a EDP – Energias do Brasil S.A. e a MPX, para alteração da aplicação do artigo 3o da Resolução Normativa no 165/2005 que estabelece o mecanismo de repasse às distribuidoras do custo de aquisição de energia para recomposição de lastro, em função do atraso do início da operação comercial da usina.
O pleito aprovado pela Aneel determina que o repasse dos custos de recomposição de lastro de energia para os consumidores finais se dê pelo mínimo valor entre: (i) o valor da energia do contrato de compra; e (ii) índice custo benefício (“ICB”) do leilão no qual a energia foi comercializada (LEN A-5 de 2007). A UTE Pecém I comercializou 615 MW médios no LEN A-5 de 2007 ao ICB de R$ 171,12/MWh (data-base: novembro de 2012). A decisão é retroativa à data de início dos Contratos de Comercialização de Energia no Ambiente Regulado (CCEAR), em 23 de julho de 2012.
Vale notar que a Receita contabilizada no 4o trimestre de 2012 já considerava o repasse por ICB.

170400 - small caps -  05 Mar 2013, 14:08
ENBR3: gostei do balanço. Pensei que viria pior em razão do atraso ocorrido no início da geração de PECEM... mas teve um fator não recorrente para compensar.

As distribuidoras estão bem, já passaram pela revisão tarifária, e uma delas teve uma forte alta em outubro na tarifa, para compensar parte da elevação dos custos de aquisição de energia, parcela não gerenciável.

E, tem algo que aprecio bastante, que é o crescimento, dando melhor sustentabilidade aos dividendos no longo prazo.

Os múltiplos carecem inchados, mas muito se deve a elevação do envidamento para fazer frente aos novos e pesados investimentos em geração. (só PECEM custou mais de R$ 1 BI e não é o único ativo em que estão investindo).

DY bastante razoável pro nível de crescimento que ainda pode entregar.

170317 - paulo_prof -  05 Mar 2013, 01:41
ENBR3
PREÇO: R$ 12,42
PAYOUT 2012: 95,0%

P/L 21,65
P/VPA 1,32
PSR 1,03
DY 4,39%
EV/EBITDA 7,65
MARGEM BRUTA 25,8%
MARGEM OPERACIONAL 11,4%
MARGEM LÍQUIDA 4,8%
LUCRO POR AÇÃO R$ 0,574
MARGEM EBITDA 22,0%
DÍVIDA BRUTA/PATRIMÔNIO LÍQUIDO 95,9%
ROE 6,11%
LIQUIDEZ CORRENTE 0,89

Taxas de Crescimento Nominal

a) exercício de 2012 vs 2011
RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA +21,58%
RESULTADO BRUTO -21,66%
RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO -13,31%
RESULTADO OPERACIONAL -19,95%
RESULTADO LÍQUIDO -30,38%
EBITDA -14,57%

b) 4T12 vs 4T11
RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA +76,13%
RESULTADO BRUTO -27,40%
RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO -27,13%
RESULTADO OPERACIONAL 52,55%
RESULTADO LÍQUIDO +84,16%
EBITDA +18,88%

c) lucro (taxa média anual)
UA -30,38%
U2A -23,42%
U3A -18,24%

d) patrimônio líquido médio
UA -2,00%
U2A 0,67%
U3A 5,35%

Preço justo fornecido pela fórmula do FCD para uma taxa média de crescimento real nulo do lucro líquido dos últimos 12 meses durante 5 anos, perpetuidade real nula e taxa de desconto real de 8%: R$ 7,18

Ou, taxa de crescimento real do lucro líquido dos últimos 12 meses necessária, durante os próximos 5 anos, para que o preço justo fornecido pela fórmula do FCD seja igual ao preço corrente (com uma perpetuidade real nula e taxa de desconto anual real de 8%): +13,5%

165829 - ch3481 -  04 Fev 2013, 21:54
ENBR3

Geração
O volume de energia vendida no grupo no 4T12 alcançou 2.063,7 GWh, redução de 6,3% em relação aos 2.201,7 GWh no 4T11. No acumulado de 2012, o volume de energia vendida totalizou 8.255,0 GWh, com queda de 1,6% em relação aos 8.388,1 GWh vendidos em 2011. Essa redução deve-se a uma operação de curto prazo, não recorrente, realizada em 2011, mas os contratos de longo prazo totalizaram 8.135 GWh em 2012, com 1,4% de incremento frente ao total de 2011.
Considerando o volume de energia vendida por disponibilidade de Pecém I, o volume no 4T12 alcançou 2.742,3 GWh, aumento de 24,6% em relação ao 4T11. No acumulado do ano, o volume de energia vendida totalizou 9.450,3 GWh, com aumento de 12,7% em relação ao ano anterior.
Comercialização
O volume de energia comercializada totalizou 3.104,0 GWh no 4T12 em comparação aos 2.339,3 GWh no 4T11, apresentando aumento de 32,7%. No acumulado de 2012, o volume de energia comercializada totalizou 11.254,1 GWh em comparação aos 9.894,6 GWh em 2011, apresentando aumento de 13,7%. O aumento é reflexo da estratégia de negociações de longo prazo, curto prazo e das vendas do 13o Leilão de Ajuste.
-------------------------///////-----------/////////////
Prof. Paulo....
Entao Pecem jah tah no ar????.....bom hein!!!

162787 - paulo_prof -  08 Jan 2013, 19:51
Professor recomenda ENBR3 pra um passeio até abril? Quanto vc chuta pro dividendos?
Como não tenho o ativo em carteira, não acompanho de perto ... em conseqüência, considerando todas as variáveis envolvidas, fica difícil fazer qualquer projeção de lucro do 4T12 e, em conseqüência, dos dividendos de abril.

A usina de Pecem começou a gerar energia em meados de outubro, mas como esta foi uma geração de teste, não deve ter gerado receita importante. Como a operação comercial da primeira unidade geradora só se deu em dezembro, o atraso de entrada em operação (estava previsto para julho) deve ter continuado a onerar a empresa.

O reajuste tarifário da Bandeirantes foi aplicado em fins de outubro. O da Ecselsa é anterior. Embora quase toda a receita de distribuição tenha sido gerada com os valores reajustados, boa parte desta receita deve ter sido "comida" por um PLD mais alto que o normal (o percentual de energia de orígem térmica foi mais alto do que o usual). Em conseqüência do atraso da entrada de operação de Pecém e do preço mais alto da energia, é possível que o lucro do 4T12 não venha lá uma Brastemp ... as coisas vão melhorar mesmo é do 1T13 em diante ...

154614 - small caps  - 01 Nov 2012, 00:30
Setor de concessões, especialmente o de energia e gás, são dos mais difíceis de serem compreendidos.

A empresa além do lucro da geração, tem também o de distribuição, que foi assim afetado:
"Os gastos não gerenciáveis aumentaram 22,2%, impactados pelo aumento do PLD, refletindo em maior despacho das usinas térmicas no período e aumento dos encargos de uso e conexão, que apresentaram aumento de 8,7% no 3T12, quando comparados ao 3T11. Esse aumento decorre, principalmente, de acréscimo proveniente dos encargos de energia de reserva nas distribuidoras em função de início de suprimento de energia elétrica proveniente de fonte eólica, objeto do 2º Leilão de Energia de Reserva, com o início do suprimento em julho de 2012.
Por conta dos efeitos acima citados, o EBITDA da distribuição atingiu R$ 82,8 milhões no 3T12, 49,0% abaixo do apresentado no 3T11. Considerando o efeito da devolução retroativa, o saldo de ativos e passivos regulatórios e a exclusão da provisão da receita de multa de ultrapassagem, o EBITDA das distribuidoras seria de R$ 182,0 milhões e o Lucro Líquido de R$ 78,0 milhões."

Ou seja, ao contrário de ELPL4 que tinha P/L 4 e parecia pra lá de atrativa, esta aqui tem um P/L alto porque roda a um lucro muito superior ao que está apresentando, mas está sendo afetado por despesas não gerenciáveis e cujas tarifas foram reajustadas. A magnitude disto é tanta que a revisão tarifária da empresa gerou num forte aumento, ao contrário do que aconteceu com a maioria. No futuro, o P/L vai cair bastante e a Usina de Pecém logo vai começar a gerar energia para fazer frente a seus contratos (teve atraso na obra, mas deve começar este ano ainda a geração comercial).

Portanto, aqui vai acontecer o mesmo que muita gente está assistindo acontecer com CGAS... o lucro futuro vai aumentar... Quem vendeu CGAS a R$ 32,00 em razão do momento que vivia como este na ENBR... deve estar arrependido...


154613 - paulo_prof -  01 Nov 2012, 00:15
vixe !!!

ENBR3
PREÇO: R$ 12,70
PAYOUT: 75,5% (2011)

Múltiplos relativos aos últimos 12 meses
P/L 22,14
P/VPA 1,31
PSR 1,02
DY 3,41%
EV/EBITDA 7,43
MARGEM BRUTA 24,8%
MARGEM OPERACIONAL 11,0%
MARGEM LÍQUIDA 4,6%
LUCRO POR AÇÃO R$ 0,574
MARGEM EBITDA 21,2%
DÍVIDA BRUTA/PATRIMÔNIO LÍQUIDO 92,2%
ROE 5,92%
LIQUIDEZ CORRENTE 1,19

Taxas de crescimento dos 9M12 sobre os 9M11
RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA +7,3%
RESULTADO BRUTO -20,1%
RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO -8,0%
RESULTADO OPERACIONAL -32,7%
RESULTADO LÍQUIDO -53,3%
EBITDA -22,6%

Taxas anuais médias de crescimento nominal
a) do lucro líquido
UA -55,25%
U2A -30,02%
U3A -21,36%

b) do patrimônio líquido médio
UA -0,18%
U2A 3,76%
U3A 7,08%

Para justificar o preço atual pela fórmula do FCD com perpetuidade real nula e taxa de desconto anual real de 8%, o lucro líquido dos últimos 12 meses teria que crescer, em termos reais, nos próximos 3 anos, + 22,5%

154608 - small caps -  31 Out 2012, 23:58
ENBR3 teve lucro baixo (R$ 9 milhões), mas uma porrada de aumento no custo de energia comprada. 
Segue:

Receita líquida consolidada, excluindo receita de construção, alcançou R$ 1.557,7 milhões no 3T12, 18,0% acima do 3T11;
Gastos Não Gerenciáveis: R$ 1.076,9 milhões no 3T12, com aumento de 41,7% em relação ao 3T11, em função do aumento
do custo de aquisição de energia face ao aumento do PLD;
Margem Bruta: R$ 480,9 milhões no 3T12, com redução de 14,2% comparado ao 3T11;
Gastos gerenciáveis (sem depreciação, amortização e custo de construção): R$ 235,9 milhões no 3T12, com aumento de
13,3% em relação ao 3T11;
EBITDA: R$ 244,9 milhões no 3T12, redução de 30,5% em relação ao do 3T11. Considerando os ajustes de saldo regulatório,
da provisão das receitas de ultrapassagem e os eventos não recorrentes, o EBITDA seria de R$ 355,4 milhões no 3T12.
Resultado Financeiro: R$ 70,4 milhões, 5,7% abaixo do 3T11;
Lucro líquido: R$ 9,5 milhões no 3T12, redução de 89,7% em comparação ao 3T11. Considerando os ajustes de saldo
regulatório e da provisão das receitas de ultrapassagem, o Lucro Líquido seria de R$ 77,0 milhões no 3T12, comparado a R$
106,6 milhões no 3T11;
Endividamento bruto: R$ 4.244,7 milhões em setembro de 2012, 12,3% acima de junho de 2012, impactado pela emissão de
R$ 450 milhões em debêntures na EDP – Energias do Brasil;
Dívida Líquida/EBITDA: 2,6X em setembro/2012, comparado a 2,2X em junho/2012;
Evento subsequente: Aumento tarifário de 7,29% na EDP Bandeirante com resultado do efeito combinado dos processos de
Revisão e Reajuste aprovados pela ANEEL em outubro de 2012.

Mantenho as minhas.

149353  - jbegood -  19 Set 2012, 13:44
Segue post copiado lá do fórum dividendos! Geração Futuro comentando suas posições em elétricas!

Citação: GF
Redução no preço da energia elétrica

As medidas anunciadas pelo governo federal para reduzir os preços de energia elétrica, trouxeram muita oscilação para as ações.

A redução de tarifas será de duas formas:

- A primeira é a redução e eliminação de encargos federais – CCC, CDE e RGR - sobre o preço da energia elétrica, e isto reduzirá em cerca de 7% a tarifa do consumidor final, não afetando a rentabilidade das empresas e possivelmente causando um impacto positivo pelo aumento consumo.

- A segunda medida, que reduzirá em aproximadamente 13% as tarifas, refere-se às imposições pelo governo para renovar as concessões de usinas de geração que tem concessão vencendo de 2015 a 2017 – exigindo corte de tarifas e investimentos para renovar estas usinas.

Como são impactadas as empresas do portfólio da Geração? As notícias impactaram todo o setor na bolsa, mas cada empresa tem um impacto diferente nos resultados. A geração investe em quatro empresas de energia, e o impacto em cada uma delas está explicado abaixo:
[...]
ENERGIAS DO BRASIL – A energias do Brasil não possui nenhuma usina ou concessão com vencimento de 2015 a 2017, não sendo impactada negativamente pelas medidas. Pelo contrário, a redução de encargos e custo de energia comprada deve favorecer seus resultados futuros.
[...]

141329 - small caps - 26/Jul/2012 00:29
 small capsComentários: 6744 - Desde: Fev 2007
Ilustres, sobre ENBR3 e IFRS no balanço de elétricas:

para quem quiser entender melhor sobre o assunto, uma rápida leitura do quadro final da página 16 do link abaixo ilustra a questão

http://energiasdobrasil.infoinvest.com.br/ptb/4554/2012.07.25_Release%202T12_PORT.pdf

Veja como o "gasto não gerenciável" da distribuição explodiu neste trimestre em comparação ao mesmo período do ano passado;

Veja como os "gastos gerenciáveis" foram bastante reduzidos... e este sim vai para o resultado final... não é devolvido na tarifa no curto prazo.

Veja ainda a estratégia da companhia de privilegiar a geração... o crescimento é notável...

Enfim, NÃO DÁ para investir no SETOR SEM ENTENDER ISTO.
Isto porque os custos não gerenciáveis afetam o balanço do trimestre mas serão DEVOLVIDOS no próximo ajuste tarifário anual.

141325 - small caps - 26/Jul/2012 00:22
citação: ispholambra
citação: tota57
Oi Small,

To falando de despencar 50% da parte recorrente, que era de uns R$850 mil. Em 2013 e 2014 terão que devolver os aprox R$1 Bilhão da tarifa congelada. Daqui à pouco sai o desfecho da ação com a Eletrobrás, mais R$1,3 Bilhão em discussão envolvendo a TRPL. Por fim essa possibilidade de devolver mais R$740 milhões dos cabos que não existiam. Lembrando que a Aneel reabriu a base blindada da Enersul quando houve um erro na contagem de cabos, tiveram que devolver na tarifa de anos subsequentes. Acho que vai acontecer a mesma coisa com a ELPL, já houve antecedente e a Aneel procedeu assim.

Agora vai fazer falta aqueles infindáveis lucros não recorrentes que foram distribuidos para os acionistas.

Ainda assim não quero acreditar que vão matar o negocio de distribuição de energia. O mercado da ELPL é o supra-sumo do que existe no Brasil. Esse jogo ainda vai virar, o difícil é definir aonde montar a barraca.

O mercado é o supra-sumo, mas o lucro recorrente da ELPL nunca foi expressivo... se descontarmos os lucros nao recorrentes, veremos que o lucro recorrente e marginalmente menor do que de eletricas que nao estao em areas tao nobres como COELCe, COELBA, CELPE, CeLESC...
Eu acho que a cobra vai fumar... o 1 bilhao de retencao de lucros nao vao nem arranhar as prováveis devolucoes... e prejuizos certamente virao se nao houver nenhum "socorro" nao recorrente...
Comprei um pouquinho a 21,00 mas ja to arrependido... se tudo der errado esse tamburete cai abaixo de R$ 10,00 ainda...
E a partir de agora as demais eletricas certamente vao começar a apresentar balanços ruins e vao desabar... poucas vao ressitir... ENBR3 foi somente uma amostra grátis..
Mas eu desejo estar errado... totalmente errado...

Neste ponto, há que se considerar que o retorno de uma elétrica está nos investimentos feitos em distribuição de energia (transformadores, pontos, cabos, etc...)... é por isso que territórios mais extensos e menos povoados costumam ter tarifas maiores... Isto explica também porque algumas elétricas de Estados menores economicamente trazem também bons resultados líquidos...

Sobre ENBR3, isto deve ser considerado:

"Considerando o efeito da devolução retroativa, o saldo de ativos e passivos regulatórios e a exclusão da provisão da Receita de Ultrapassagem, o lucro líquido seria de R$ 143,2 milhões, comparados a R$ 120,4 milhões no 2T11."

Portanto, a empresa está "rodando" com um lucro maior que o anunciado por razões contábeis... ELPL, ao contrário, roda há um bom tempo com um lucro menor que o que está reconhecido nos balanços, pelo efeito contrário a isto (custo de compra de energia inferior ao projetado na tarifa).

ENBR3, outrossim, já sacou antes que devia ir para a GERAÇÃO de eletricidade e mais de 50% do seu EBITDA já vem deste segmento... E vai aumentar ainda mais com a entrada em operação da termelétrica de PECEM que está quase finalizada...

141313 - small caps - 25/Jul/2012 23:37
ENBR3, resultado aparentemente fraco...

Mas uma leitura mais atenta e:

"Na Distribuição, o EBITDA somou R$ 85,2 milhões no 2T12, redução de 61,9% em relação ao 2T11, resultado da queda de 40,0% na margem bruta em função do aumento de gastos não gerenciáveis no período face à elevação do custo de aquisição de energia. Esse efeito foi intensificado pelo congelamento tarifário na EDP Bandeirante. Considerando o efeito da devolução retroativa, o
saldo de ativos e passivos regulatórios e a exclusão da provisão da receita de Receita de ultrapassagem, o EBITDA da Distribuição seria de R$ 190,8 milhões."

Se alguém tiver interesse em investir no setor elétrico ou de concessão de gás sugiro uma leitura atenta das profundas mudanças que o IFRS trouxe na forma de contabilizar os custos maiores dos gastos não gerenciáveis...

Isto pega muita gente com as calças curtas... pois não conseguem separar o joio do trigo, ou seja, o que é RESULTADO MESMO e o que aparece no lucro líquido...

130544 - paulo_prof - 09/Mai/2012 22:26
PREÇO: R$ 13,29
PAYOUT (2011): 75,5%

Múltiplos relativos aos últimos 12 meses
P/L      14,20
P/VPA            1,33
PSR     1,16
DY      5,31%
EV/EBITDA  6,14
MARGEM BRUTA  31,0%
MARGEM OPERACIONAL          16,1%
MARGEM LÍQUIDA          8,2%
LUCRO POR AÇÃO           R$ 0,936
MARGEM EBITDA 27,2%
DÍVIDA BRUTA/PATRIMÔNIO LÍQUIDO       76,7%
ROE    9,38%
LIQUIDEZ CORRENTE     1,07

Taxas anuais médias nominais de crescimento
a) lucro líquido
UA      -25,50%
U2A    -19,15%
U3A    9,18%

b) patrimônio líquido médio
UA      1,69%
U2A    6,70%
U3A    7,35%

Taxa anual média de crescimento real do lucro líquido necessária nos próximos 3 anos para que o preço justo calculado pela fórmula do FCD seja 1,3 vezes a cotação atual (perpetuidade real nula; taxa de desconto real de 8%): +15%

Taxas nominais de crescimento relativas ao 1T11
RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA +3,94%
RESULTADO BRUTO -13,08
RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO -27,08%
RESULTADO OPERACIONAL -9,25%
RESULTADO LÍQUIDO -24,35%
EBITDA -13,17%


PATRIMÔNIO LÍQUIDO +0,16%

130436 - small caps - 09/Mai/2012 19:21
citação: NotwenCardozo
ENBR3 Resultados 1T12

R$ 13,29
0,38%
09/05/12
Gráfico de Análise Técnica

Resultado do 1º Trimestre de 2012

A companhia anunciou lucro líquido de R$ 142,0 M no primeiro trimestre de 2012, uma variação de 73,6% em relação ao 4T11 e redução de 24,3% em relação ao primeiro trimestre de 2011.

Os ativos totais atingiram o saldo de R$ 5,0 B, aumento de 0,9% em relação ao saldo no 1T11. O patrimônio líquido alcançou a soma de R$ 4,7 B no primeiro trimestre de 2012, o que representou uma variação de 0,2% em relação ao saldo no 1° trimestre de 2011.

Ao longo do trimestre, a ação oscilou 0,92% contra 13,67% do Ibovespa, enquanto que o valor de mercado atingiu R$ 6,4 B contra R$ 5,7 B no 1T11.

Balanço aparentemente bom... vou ler com calma...



A maior variação dos custos foi na parcela "não gerenciável", que no médio prazo não interfere no balanço. Os gastos gerenciáveis tiveram uma boa redução em relação ao quarto trimestre, que tinha assustado neste aspecto.

119456 - small caps - 08/Mar/2012 00:25
Impressionante a pancada que a distribuição está levando em tudo que é balanço que esta saindo do setor.

Equatorial, Cemar, Celpe, todas, sem exceção, sentirão o golpe do aumento do dólar no custo de aquisição de energia... Talvez estejam preparando o campo para a hora do vamos ver da revisão tarifária... ou então são os impactos das últimas resoluções....

De qualquer sorte, o que impactou o balanço de ENBR3 também foi a parte de distribuição, que teve um balanço que merecia um MERDAJO, se não fosse sistemático o problema.

A parte de geração vai muito bem, obrigado! E em breve começa a geração de PECEM e há um outro projeto que estão investindo que começa em 2015. PECEM deve elevar em quase 20% a geração de eletricidade da empresa. É especialmente em razão dos novos projetos que a dívida líquida de ENBR3 tem subido: novos projetos... um deles se torna operacional em breve...

Para aliviar a dor da "porrada" na distribuição, estão propondo um bom provento e o desdobramento de ações... Vou pagar para ver nesta, pois EQTL e CEPE eu já queimei no setor, reduzindo o seu peso na carteira...

O nome disto? GESTÃO DE RISCO...

119448 - paulo_prof - 07/Mar/2012 23:39
PREÇO: R$ 42,62
PAYOUT (2011): 75,5%
P/L      13,77
P/VPA            1,47
PSR     1,25
DY      5,48%
EV/EBITDA  6,16
MARGEM BRUTA  32,5%
MARGEM OPERACIONAL          16,8%
MARGEM LÍQUIDA          9,1%
LUCRO POR AÇÃO           R$ 3,095
MARGEM EBITDA 28,5%
DÍVIDA BRUTA/PATRIMÔNIO LÍQUIDO       78,5%
ROE    10,66%
LIQUIDEZ CORRENTE     1,01

Taxas anuais médias nominas de crescimento:
a) do lucro líquido
UA      -15,77%         
U2A    -11,40%         
U3A    8,07% 

b) do patrimônio líquido médio
UA      3,41%
U2A    9,22%
U3A    6,64%

Pessoalmente, além dos resultados financeiros negativos crescentes e lucros decrescentes, não gosto do comportamento da dívida. Nada muito problemático, mas deteriorando continuamente. A dívida líquida medida em termos do Ebitda aumentou de 1,34 em 2009, para 1,50 em 2010 e 1,77 em 2011.

99539 - paulo_prof - 27/Out/2011 10:24
PREÇO: R$ 36,85
PAYOUT: 61,5%

Multiplicadores baseados nos últimos 12 meses

P/L 9,58
P/VPA 1,23
PSR 1,08
DY 6,41%
EV/EBITDA 4,94
MARGEM BRUTA 33,3%
MARGEM OPERACIONAL 19,3%
MARGEM LÍQUIDA 11,3%
LUCRO POR AÇÃO R$ 3,845
MARGEM EBITDA 30,7%
DÍVIDA BRUTA/PATRIMÔNIO LÍQUIDO 69,5%
ROE 12,80%
LIQUIDEZ CORRENTE 1,19

Taxas de Crescimento Anual médio do Lucro Líquido
UA 9,43%
U2A 4,24%
U3A 20,76%

Taxas de Crescimento Anual médio do Patrimônio Líquido Médio
UA 4,78%
U2A 11,68%
U3A 5,71%

Taxa anual média real de crescimento do lucro líquido necessária, durante os próximos 3 anos, para o preço atual com margem de 30% (taxa de desconto real de 10%; perpetuidade de 0%): 8,5%

8364 - NotwenCardozo - 07/Jul/2009 12:34
Tota, qual sua percepção da EDP (ENBR3)?
Vc viu o comunicado que eles fizeram ao mercado?
(01/07) ENERGIAS BR (ENBR – NM) - Concluida a Operacao de Alienacao das quotas da Esc 90 Telecomunicacoes Ltda
DRI: Miguel Dias Amaro
Enviou o seguinte Comunicado ao Mercado:
“Sao Paulo, 30 de junho de 2009 – A EDP - ENERGIAS DO BRASIL S.A. (“EDP Energias do Brasil”) (Bovespa: ENBR3), comunica que, nesta data, foi consumada a operacao de alienacao da totalidade das quotas da ESC 90 Telecomunicacoes Ltda. (“ESC 90”) de sua titularidade, representativas de 48,51% do capital social da ESC 90, a Net Servicos de Comunicacao S.A. (a “Operacao”), tudo conforme previsto no Contrato Particular de Compra e Venda de Quotas Sociais celebrado com a NET Servicos de Comunicacao S.A., cuja assinatura foi objeto de Fato Relevante
divulgado pela Companhia no dia 29 de agosto de 2008.
A implementacao da Operacao estava condicionada a obtencao de aprovacao previa da Agencia Nacional de Telecomunicacoes – ANATEL, a qual foi concedida sem quaisquer ressalvas no dia 8 de junho de 2009 e publicada no Diario Oficial da Uniao em edicao do dia 19 de junho de 2009, na Secao 1, pagina 57.
O valor total da Operacao contratada (para 100% do capital social) foi de R$ 94,6 milhoes (noventa e quatro milhoes e seiscentos mil reais) pagos em dinheiro. Considerando que a Operacao envolve a recuperacao de creditos detidos  pela Companhia contra a Esc 90, bem como permite a reversao de provisoes anteriormente constituidas, estima-se impacto positivo no resultado da Companhia  de cerca de R$ 115 milhoes (cento e quinze milhoes de reais).


8264 - rfalvares - 05/Jul/2009 12:33
jair matoso, a venda da participação em outro setor pela ENBR3 foca ela no segmento que mais lhe dá retorno, aumenta a sua eficiencia futura enxugando-a e disponibilizando dinheiro proprio para reinvestir no crescimento energético. Small me corrija.


6437 - small caps - 01/Jun/2009 22:20
Danieljoseaa, ENBR3 (Energias do Brasil) tem uma característica interessante no meio das demais elétricas: é um dos ativos com menor P/VPA do setor e tem grande parte dos resultados advindos da geração de eletricidade e não da distribuição.
O indicador P/L está afetado por questão não recorrente referente ao ano passado. Tem diversos projetos que geram custos e ainda não receitas que devem aumentar substancialmente a capacidade de geração de energia da companhia e, portanto, os lucros futuros.
E para completar, está realizando um plano de redução de custos que impactou o balanço deste primeiro trimestre e deve melhoras as margens futuras, bem como realizou recompra de ações.

2118 - paulorizzi - 05/Mar/2009 12:44
"Após a divulgação dos resultados, os novos múltiplos de ENBR3 são (para preço de R$ 23,00/ação): P/L = 9,39; P/VPA = 1,03; PSR = 0,74; DY = 7,2%; EV/EBITDA = 4,53; Dívida Bruta / Pat. Líq = 87%; ROE = 11%; Liquidez Corrente = 0,78"

"A destacar negativamente, a liquidez corrente e ROE."

"Não li o relatório para entender o resultado negativo recorde de R$ 196 milhões do 4T08 e a redução de mais de R$ 500 milhões do patrimônio líquido, de 30SET08 a 30DEZ08."

"A empresa ainda vai distribuir dividendos R$ 0,94/ação, provavelmente sobre a posição em 08ABR09. "

Por Cristian Tetzner

PERFIL DA EMPRESA:
- A EDP no Brasil é uma holding que detém investimentos no setor de energia elétrica, consolidando ativos de geração, comercialização e distribuição. Está presente no segmento de geração em seis estados (Espírito Santo, Mato Grosso do Sul, Tocantins, Ceará, Santa Catarina e Rio Grande do Sul) e no segmento de distribuição em dois estados (São Paulo e Espírito Santo). Controlada pela EDP em Portugal, uma das maiores operadoras européias no setor energético, a EDP no Brasil abriu seu capital no Novo Mercado da Bolsa de Valores de São Paulo, em julho de 2005, aderindo aos mais elevados padrões de governança corporativa.


Período Analisado: 3T11 -  3o Trimestre de 2.011  ( Julho/Agosto/Setembro )

Link do Balanço: http://energiasdobrasil.infoinvest.com.br/services/siteri-1/redirect.asp?database=energiasdobrasil_ri_v3&grupo=4081&idioma=ptb&arquivo=18.10.2011_Release%20Mercado_3T11.pdf&tipo=ipe&protocolo_atual=

Espelho Fundamentus: http://www.fundamentus.com.br/detalhes.php?papel=ENBR3&x=45&y=19

Site do RI: http://energiasdobrasil.infoinvest.com.br/

PAINEL DE INDICADORES            28/10/11                                                                                            SELIC     11,50%
Ativo     R$           PL           VP          GR          DY          LA           Dv          Ml          EB           MS
ENBR3    36,11   8,9          1,20       10,6       6,2%      11,3%    0,7          16%       11,3%    15,6%

PONTOS POSITIVOS:
- Energia vendida a clientes finais: o crescimento consolidado de 5,7% no 3T11 em comparação ao 3T10 foi impulsionado, principalmente, pelo aumento no consumo das classes residencial e comercial. Com este resultado a energia vendida a clientes finais nos 9M11, em comparação aos 9M10, aumentou 3,6%.
- O volume de energia comercializada totalizou 2.575,0 GWh no 3T11 em comparação aos 2.152,5 GWh no 3T10, aumento de 19,6%. Nos 9M11, o volume de energia comercializada totalizou 7.555,4 GWh, em comparação aos 6.038,7 GWh nos 9M10, apresentando aumento de 25,1%. As variações foram reflexo da intensificação de vendas no curto e médio prazos.
- Volume acumulado de energia vendida nos 9M11 totalizou 6.186,4 GWh, com aumento de 4,5% em relação aos 5.922,8 GWh vendidos nos 9M10.

PONTOS NEGATIVOS
- O volume de energia vendida pelas geradoras do grupo no 3T11 alcançou 2.172,4 GWh, com redução de 3,8% em relação aos 2.257,4 GWh vendidos no 3T10 ( Efeito da Estratégia )

VISÃO ESTRATÉGICA
- Estratégia de sazonalização dos contratos de venda de energia, com uma alocação maior no primeiro semestre do ano.

OPINIÃO DO ANALISTA
- Nada a comentar.

CURIOSIDADES
- Interessante correlacionar a estratégia de uma indústria em reduzir seu gasto com energia e fver o efeito no balanço da empresa de energia, com o seguimento industrial rendendo menos.

ENERGIAS DO BRASIL COMPRA
(ENBR3) PREÇO-ALVO: R$47,10

Resultados Moderados do 3T11 Devido a Itens Não Recorrentes, Bom Desempenho dos Custos –
Notícia Positiva

Conclusão: A Energias do Brasil divulgou bons resultados, excluindo itens não recorrentes. Não esperamos uma grande reação
aos resultados do 3T11, apesar de acreditarmos que os investidores manterão o foco no fluxo de notícias relacionado à oferta de
ações da EDP.

Notícia/Análise: No dia 26 de outubro, a EdB divulgou resultados fracos; contudo, não esperamos grande reação das
ações. Acreditamos que o mercado estará mais interessado em monitorar a oferta de ações da EDP e os possíveis
desdobramentos para a empresa. Os resultados foram afetados por itens não recorrentes, ao passo que os custos gerenciáveis
permaneceram sob controle. A receita líquida ficou em R$1.321 milhões, ligeiramente abaixo de nossa projeção (-7,5%) e
cresceu 5,9% A/A. O EBITDA atingiu R$362 milhões, um aumento de 14,8% A/A, ainda com diferença de 6,0% em relação à
nossa projeção. Consequentemente, o lucro líquido de R$92 milhões ficou 14% mais fraco que nossa estimativa, ao passo que
cresceu 26,6% A/A.

Volumes Positivos, Fator Não Recorrente Negativo. De modo geral, os volumes tiveram um aumento de 4,6% no 3T11. No
segmento de distribuição, o mercado cativo cresceu 5,7% A/A, motivado pelo desempenho robusto dos segmentos residencial
(+8,3%) e comercial (+8,2%). O crescimento foi mantido também por mais dias faturados no período (+1,5 dia), conforme
previsto anteriormente pela empresa. O segmento industrial registrou crescimento moderado de 2,1% A/A. A região de
concessão da Escelsa apresentou os volumes mais fortes (alta de 8,4% A/A). Além disso, a empresa foi beneficiada pelos
reajustes tarifários da Escelsa (agosto de 2011) e da Bandeirante (outubro de 2010). Em contrapartida, a receita no segmento de
distribuição foi afetada negativamente por uma dedução não recorrente da receita de R$30 milhões, com base na revisão de um
encargo regulatório (RGR). No que diz respeito ao segmento de geração, as receitas apresentaram um aumento moderado de
1,1% devido a uma estratégia de alocação diferente este ano, parcialmente compensada pelo aumento positivo nos preços
médios de venda (alta de 6,7% A/A). Na unidade de comercialização, apesar de um forte aumento nos volumes (19,6%), os
preços médios apresentaram queda de 5,8%, em decorrência do menor preço no mercado à vista no 3T11 (R$21/MWh).

Desempenho de Custos: Bom; Resultados Financeiros: Impacto Cambial. Os custos totais apresentaram um aumento de
apenas 1,9% A/A, devido principalmente a custos não gerenciáveis (encargos de transmissão, alta de 11,2% A/A, e compra de
energia, +3,0% A/A). Os custos de PMSO no braço de distribuição apresentaram queda de 3,9% A/A, com base no impacto dos
padrões IFRS, mas também com base no controle de custos com despesas de pessoal e menores provisões. As despesas
financeiras líquidas ficaram 55,9% A/A maiores este trimestre, com base no impacto cambial e também devido aos padrões
IFRS (a variação de despesas de fundo de pensão agora é uma conta incluída nos resultados financeiros).

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