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domingo, 28 de abril de 2019

Coelce (COCE)


Recomendações
Compra: SmallCaps (dez/08,  jan/09 e set/12)
Carteiras

Balanços
1T2019 -
paulo_prof -
Resultados péssimos ... Embora o crescimento da Receita Líquida tenha sido razoável, custos e despesas dispararam ... A margem bruta caiu de 15,6% no 1T18 para 8,0%. As despesas não gerenciáveis aumentaram 36,4%. Em tese, a empresa recuperará estas despesas no próximo reajuste. Mas as despesas gerenciáveis também cresceram bem mais do que o razoável, 17,3%. Como se isto não bastasse, O Resultado Financeiro Negativo aumentou 39,9%. A consequência foi o colapso do lucro (-91,8%) e ebitda (-49,2%).
É evidente que resultados tão ruins acabaram impactando fortemente a comparação anual.
Embora parte deste desastre será recuperada por ocasião do reajuste tarifário, na minha opinião o ativo está caro.

A2018/4T2018 -
Paulo Prof - 
Os resultados do 4T18 mostram uma reversão da tendência. Os custos e despesas mantiveram-se em patamares aceitáevis. A margem bruta de 12,6% dos 9M18 aumentou para 14% no 4T18.
Em relação a 2017, os custos gerenciáveis em 2018, excluídos custos de construção, cresceram R$ 69 milhões (+9,2%). Deste total, aprox. R$ 33 milhões da diferença foram dispendidos no 4T18. Para o meu gosto, as despesas gerenciáveis cresceram mais do que deveriam.
A Receita Líquida no exercício aumentou 11% nominais em relação a 2017. Se a empresa fosse capaz de postar uma margem bruta, no exercício, igual aquela do 4T18, o lucro líquido teria sido aprox. 8% menor, em termos nominais.
Isto indica que o ativo pode estar ainda um pouco caro.

3T2018 -
Paulo Prof - 
Os resultados do 3T18, mais uma vez, foram impactados pelos custos e despesas operacionais. Um aumento da Receita Líquida de 18% produziu um Resultado Bruto 20% menor, ou seja, a margem bruta do 3T17, que já não foi das melhores (16,9%), caiu para ridiculos 11,4%. Como se isto não bastasse, as despesas operacionais aumentaram 40,2%!!! Em termos absolutos, de um aumento total de R$ 230 milhões, mais de R$ 130 milhões foram em despesas gerenciáveis (não podem ser repassados para a tarifa por ocasião do reajuste).
Nos 9M18, dos R$ 560 milhões de aumento em custos (inclusive devido ao aumento no volume de energia elétrica comprada para atender a demanda) e despesas, R$ 244 milhões são em despesas gerenciáveis.
Moral da história ... a continuar esta tendência, o ativo estaria caro.

2T2018 -
Paulo Prof - 
Como, aparentemente, todas as distribuidoras puras, a Coelce foi fortemente impactada pelo custo da energia comprada para revenda, reduzindo consideravelmente a margem bruta. Mas como este aumento nos custos não é gerenciável pela empresa, não preocupa pois será integralmente ressarcido no próximo reajuste anual.
Na minha opinião, o ativo não está caro ... mas o que mata é o payout rdiículo (a Coelce também é uma daquelas empresas cuja parte do lucro é devido a incentivos fiscais que não podem ser distribuídos; quando uma empresa decide distribuir somente o mínimo legal, calcula os 23,75% do lucro líquido e depois desconta a parte relativa aos incentivos.

1T2018 -
Paulo Prof - 
Na comparação trimestral, os resultados foram impactados pelo aumento de 9,6% nos custos. O aumento dos custos não gerenciáveis (que serão devolvidos via tarifa) representam mais da metade do aumento (5%). Uma parcela considerável do aumento de custos (2,4%) ocorreu no custo de construção (investimento) que supostamente deverá propiciar um maior retorno futuro. Portanto, este aumento de custos e redução decorrente dos resultados é em sua maior parte circunstancial e não deve preocupar.
Em consequência, na minha opinião o ativo está relativamente barato.

marcosvinicius2 -
PAPEL SUBVALORIZADO ( * ). Receita Operacional Bruta = O aumento da receita operacional bruta da Coelce foi de 3,3% no 1T18 em relação ao 1T17 (R$ 49milhões). Excluindo o efeito da receita de construção, a receita operacional bruta da Companhia, no 1T18, alcançou o montante de R$ 1,42 bilhão, um aumento de R$ 30 milhões em relação ao 1T17, cujo montante foi de R$ 1,39bilhão. Este aumento é resultado, principalmente, dos seguintes efeitos:  Incremento de 9,9% (R$ 6 milhões) na Subvenção CDE - desconto tarifário, explicado, principalmente, pelo ajuste da estimativa da diferença entre os valores previstos e os realizados no período entre abril/17 e março/2018.;  Aumento de R$ 4 milhões na rubrica de Disponibilidade da Rede Elétrica em razão principalmente do aumento no volume de transporte de energia para o mercado livre que foi de 8,6% em relação ao 1T17;  Redução de R$ 48 milhões na rubrica de ativos e passivos financeiros setoriais, em função, principalmente, dos seguintes fatores: (i) maiores amortizações do passivo regulatório do período passado (2017/2018); e (ii) menor constituição de passivo regulatório para o período (2018/2019).; Esse efeito foi parcialmente compensado por:  Redução de 2,3% na receita pelo fornecimento de energia elétrica –mercado cativo (R$ 31 milhões) como resultado, principalmente, de menor receita por aplicação de bandeiras tarifárias para cobertura de custos com compra de energia. No ano anterior a bandeira amarela foi aplicada nos meses de fevereiro e março/17, enquanto no 1T18, vigorou apenas a bandeira verde.;  Redução de 0,5% (R$ 2,3milhões) nos tributos resultado, principalmente, da redução da base de cálculo de PIS e COFINS.;  Incremento de 1,7% (R$ 1,7 milhões) nos encargos setoriais, que se deve, principalmente, ao aumento da quota de CDE, no qual destaca-se o incremento do orçamento da CDE –USO, decorrente da aprovação das cotas anuais da CDE para o ano de 2018, conforme Resolução Homologatória Nº 2.368, de 9/2/2018.

A2017/4T2017 -
paulo_prof  -
Um relógio ... Resultados muito bons se considerada a comparação anual. Nem tanto, na comparação trimestral. Embora o considere barato, não gosto do ativo porque a empresa não tem uma política de payout. No exercício de 2017 resolveu distribuir o mínimo legal, que inclui a dedução de todos os incentivos foscais recebidos da Sudene, resultando num payout de 19,5%.

3T2017 -
marcosvinicius2 -
PAPEL SUBVALORIZADO (*). DOS ULTIMOS 46 TRIMESTRES, 01 APRESENTOU LUCRO LIQUIDO NEGATIVO (2,1739%). LUCRO Atribuído a Sócios da Empresa Controladora DO 3T17 = 113.681 FOI EM LINHA COM O LUCRO APRESENTADO NO 2T17 = 113.729 E MAIOR EM RELAÇÃO AO APRESENTADO NO 3T16 = 59.741. VALOR DE MERCADO (MIL) = 3.975.292; VALOR MAXIMO (MIL) = 3.975.292 NO 3T17; VE PSBE (MIL) = 3.446.581.

2T2017 -
marcosvinicius2 -
PAPEL SOBREVALORIZADO (*). NOS ULTIMOS 45 TRIMESTRES, 1 APRESENTOU LUCRO LIQUIDO NEGATIVO (2,2222%). MEDIA DE LUCRO LIQUIDO X 1.000 (U12M) = 97.428; (U24M) = 93.760; (U36M) = 94.259; (U48M) = 77.578; MAIORES VARIAÇÕES = 12M X 12M : RESULTADO FINANCEIRO (41,71%) E EBITDA (13,81%); 2T16 X 2T15 : RESULTADO FINANCEIRO (37,58%) E RESULTADO LÍQUIDO (-16,66%). VALOR DE MERCADO (MIL) = 4.009.548; VALOR MAXIMO (MIL) = 4.009.548 NO 2T17; VE PSBE (MIL) = 3.230.543.

paulo_prof   -
Na comparação trimestral, os resultados da COCE (exceto a Receita Líquida) foram fracos. Na comparação anual, os resultados ainda mostram um evolução, que pode ser revertida nos próximos 2 trimestres. COCE5 parece bem precificada mas recomenda-se monitorar os resultados dos próximos trimestres, pois uma reversão no processo de queda do lucro e do ebitda indicarão compra.

ispholambra   -
Bom resultado da Coelce.... aos poucos essa distribuidora vai voltando aos anos dourados... mas ao meu ver ja esta bem precificada pelo que esta entregando...

1T2017 -
paulo_prof   -
Se forem recorrentes, os resultados foram muito bons. Ativo parece barato.

A2016/4T2016 -
paulo_prof   -
Muito bons os resultados da Coelce. Ativo tem chão para andar.

3T2016 -
paulo_prof  -
Lucros declinantes ... preço descolado dos fundamentos!

2T2016 -
paulo_prof   - 
Bom o Resultado da Coelce, mas ainda não o suficiente para compensar os resultados fracos recentes.
Na base trimestral, todos os resultados mostraram evolução

3T2012 - 
small caps - 
achou excelente

2T2012 -
rolat -
achou bom

3T2011 –
Barbado -
achou o balanço ruim

Santander –
achou o resultado fraco.

3T2010 -
smallcaps -
achou o resultado supimpa.

A2009/4T2009 -
pauloprof e MuadibGV  -
acharam ruim.

Tota57 -
achou que o resultado veio em linha com a de 2008, praticamente igual.

1T2009 –
paulorizzi e smallcaps -
consideraram bom

A2008/4T2008 -
lucro líquido de R$ 132 milhões no período, crescimento de 229,7% na comparação com os três meses finais do ano retrasado." 
Características
Distribuição de Energia Elétrica. Bons dividendos
Links
360747  - paulo_prof -  28 Abr 2019, 04:46
Resultados péssimos ... Embora o crescimento da Receita Líquida tenha sido razoável, custos e despesas dispararam ... A margem bruta caiu de 15,6% no 1T18 para 8,0%. As despesas não gerenciáveis aumentaram 36,4%. Em tese, a empresa recuperará estas despesas no próximo reajuste. Mas as despesas gerenciáveis também cresceram bem mais do que o razoável, 17,3%. Como se isto não bastasse, O Resultado Financeiro Negativo aumentou 39,9%. A consequência foi o colapso do lucro (-91,8%) e ebitda (-49,2%).

É evidente que resultados tão ruins acabaram impactando fortemente a comparação anual.

Embora parte deste desastre será recuperada por ocasião do reajuste tarifário, na minha opinião o ativo está caro.


COCE3

PREÇO: R$ 46,00

PAYOUT (2018): 20,1%



Múltiplos baseados nos últimos 12 meses

P/L 11,97
P/VPA 1,19
PSR 0,65
DY 1,68%
EV/EBITDA 8,36
MARGEM BRUTA 11,4%
MARGEM OPERACIONAL 6,7%
MARGEM LÍQUIDA 5,4%
LUCRO POR AÇÃO R$ 3,675
MARGEM EBITDA 12,1%
DÍVIDA BRUTA/PATRIMÔNIO LÍQUIDO 88,1%
ROE 9,97%
LIQUIDEZ CORRENTE 1,24


Taxas de Crescimento Nominal

a) últimos 12 meses vs 12 meses terminados no 1T18

RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA +13,51%

RESULTADO BRUTO +16,54%

RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO +7,97%

RESULTADO OPERACIONAL -32,36%

RESULTADO LÍQUIDO -31,87%

EBITDA -17,09%



b) 1T19 vs 1T18

RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA +16,54%

RESULTADO BRUTO -40,06%

RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO +39,88%

RESULTADO OPERACIONAL -90,11%

RESULTADO LÍQUIDO -91,79%

EBITDA -49,20%



c) lucro (taxa média anual)

UA -31,87%
U2A -16,71%
U3A -2,98%


d) patrimônio líquido médio

UA 10,08%

U2A 10,84%

U3A 11,95%



e) ebitda (taxa média anual)

UA -17,09%
U2A -7,29%
U3A 0,52%
U4A -6,71%
U5A 12,76%
U6A 1,90%
U7A -3,11%
U8A -2,65%


Preço justo fornecido pela fórmula do FCD para uma taxa média de crescimento real nulo do lucro líquido dos últimos 12 meses durante 5 anos, perpetuidade real nula e taxa de desconto real de 8%: R$ 45,94

Ou, taxa de crescimento real do lucro líquido dos últimos 12 meses necessária, durante os próximos 5 anos, para que o preço justo fornecido pela fórmula do FCD seja igual ao preço corrente (com uma perpetuidade real nula e taxa de desconto anual real de 8%):+0,5%

359063  - paulo_prof  - 06 Mar 2019, 18:48
Os resultados do 4T18 mostram uma reversão da tendência. Os custos e despesas mantiveram-se em patamares aceitáevis. A margem bruta de 12,6% dos 9M18 aumentou para 14% no 4T18.

Em relação a 2017, os custos gerenciáveis em 2018, excluídos custos de construção, cresceram R$ 69 milhões (+9,2%). Deste total, aprox. R$ 33 milhões da diferença foram dispendidos no 4T18. Para o meu gosto, as despesas gerenciáveis cresceram mais do que deveriam.

A Receita Líquida no exercício aumentou 11% nominais em relação a 2017. Se a empresa fosse capaz de postar uma margem bruta, no exercício, igual aquela do 4T18, o lucro líquido teria sido aprox. 8% menor, em termos nominais.

Isto indica que o ativo pode estar ainda um pouco caro.


COCE3

PREÇO: R$ 44,00

PAYOUT (2018): 20,1%



Múltiplos baseados nos últimos 12 meses

P/L 9,40

P/VPA 1,20

PSR 0,67

DY 2,14%

EV/EBITDA 7,12

MARGEM BRUTA 13,0%

MARGEM OPERACIONAL 8,9%

MARGEM LÍQUIDA 7,1%

LUCRO POR AÇÃO R$ 4,682

MARGEM EBITDA 14,2%

DÍVIDA BRUTA/PATRIMÔNIO LÍQUIDO 66,0%

ROE 12,73%

LIQUIDEZ CORRENTE 0,91



Taxas de Crescimento Nominal

a) últimos 12 meses vs 12 meses terminados no 4T17

RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA +11,05%

RESULTADO BRUTO -10,93%

RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO -16,36%

RESULTADO OPERACIONAL -16,25%

RESULTADO LÍQUIDO -16,35%

EBITDA -8,82%



b) 4T18 vs 4T17

RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA +5,15%

RESULTADO BRUTO +23,57%

RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO -1,87%

RESULTADO OPERACIONAL +12,02%

RESULTADO LÍQUIDO +20,14%

EBITDA +13,22%



c) lucro (taxa média anual)

UA -16,35%

U2A -3,70%

U3A 0,13%



d) patrimônio líquido médio

UA 10,97%

U2A 11,90%

U3A 12,42%



e) ebitda (taxa média anual)

UA -8,82%

U2A 0,49%

U3A 1,64%

U4A 0,97%

U5A 12,46%

U6A 1,60%

U7A -0,62%

U8A -1,37%



Preço justo fornecido pela fórmula do FCD para uma taxa média de crescimento real nulo do lucro líquido dos últimos 12 meses durante 5 anos, perpetuidade real nula e taxa de desconto real de 8%: R$ 58,52

Ou, taxa de crescimento real do lucro líquido dos últimos 12 meses necessária, durante os próximos 5 anos, para que o preço justo fornecido pela fórmula do FCD seja igual ao preço corrente (com uma perpetuidade real nula e taxa de desconto anual real de 8%): -6,0%

355228 - paulo_prof  -  30 Out 2018, 16:11
Na realidade, a Coelce tem quase R$ 1,5 bilhões em reservas de lucros, sem contar os R$ 240 milhões em lucros acumulados. No total, entretanto, tem aprox. R$ 850 milhões recebidos em incentivos fiscais, que não podem ser distribuídos aos acionistas. Nos últimos 9 meses investiu R$ 680 milhões. Destes, R$ 280 milhões foram investidos em novas conexões. Tudo bem aqui, pois o investimento gera receita na veia. Mas R$ 400 milhões foram investidos no combate a perdas, qualidade e outros ???. Se vc considerar que o ebitda nos 9M18 foi de apenas R$ 500 milhões, não parece fazer muito sentido!!!

355224 - ispholambra -  30 Out 2018, 15:38
COCE3

Tem algo de errado com essa empresa ou e impressão minha?

A empresa e lucrativa, anda distribuindo uma ninharia de dividendos e quase não tem reserva de lucros...pode isso Arnaldo?

Ou o CAPEX está muito alto e estão consumindo o fluxo de caixa pra investir, ou o endividamento está muito alto e estão usando pra quitar as dividas...

De qualquer sorte, concordo que o ativo está caro...

Bons tempos quando.custava menos de 30,00 e chegou a pagar mais de 4,00 por ação...

355220 - paulo_prof -  30 Out 2018, 14:22
Os resultados do 3T18, mais uma vez, foram impactados pelos custos e despesas operacionais. Um aumento da Receita Líquida de 18% produziu um Resultado Bruto 20% menor, ou seja, a margem bruta do 3T17, que já não foi das melhores (16,9%), caiu para ridiculos 11,4%. Como se isto não bastasse, as despesas operacionais aumentaram 40,2%!!! Em termos absolutos, de um aumento total de R$ 230 milhões, mais de R$ 130 milhões foram em despesas gerenciáveis (não podem ser repassados para a tarifa por ocasião do reajuste).

Nos 9M18, dos R$ 560 milhões de aumento em custos (inclusive devido ao aumento no volume de energia elétrica comprada para atender a demanda) e despesas, R$ 244 milhões são em despesas gerenciáveis.

Moral da história ... a continuar esta tendência, o ativo estaria caro.

COCE3

PREÇO: R$ 46,00

PAYOUT (2017): 19,5%



Múltiplos baseados nos últimos 12 meses

P/L 10,44

P/VPA 1,27

PSR 0,71

DY 1,87%

EV/EBITDA 7,38

MARGEM BRUTA 12,4%

MARGEM OPERACIONAL 8,7%

MARGEM LÍQUIDA 6,8%

LUCRO POR AÇÃO R$ 4,405

MARGEM EBITDA 13,8%

DÍVIDA BRUTA/PATRIMÔNIO LÍQUIDO 59,2%

ROE 12,15%

LIQUIDEZ CORRENTE 1,10



Taxas de Crescimento Nominal

a) últimos 12 meses vs 12 meses terminados no 3T17

RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA +12,50%

RESULTADO BRUTO -21,33%

RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO -19,05%

RESULTADO OPERACIONAL -19,61%

RESULTADO LÍQUIDO -22,70%

EBITDA -12.10%



b) 3T18 vs 3T17

RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA +17,88%

RESULTADO BRUTO -20,14%

RESULTADO FINANCEIRO NEGATGIVO +142,66%

RESULTADO OPERACIONAL -37,59%

RESULTADO LÍQUIDO -39,07%

EBITDA -12,34%



c) lucro (taxa média anual)

UA -22,70%

U2A 2,29%

U3A -10,37%



d) patrimônio líquido médio

UA 11,16%

U2A 12,45%

U3A 12,88%



e) ebitda (taxa média anual)

UA -12,10%

U2A 4,11%

U3A -9,46%

U4A 15,01%

U5A 9,59%

U6A -1,13%

U7A -0,76%

U8A -1,26%



Preço justo fornecido pela fórmula do FCD para uma taxa média de crescimento real nulo do lucro líquido dos últimos 12 meses durante 5 anos, perpetuidade real nula e taxa de desconto real de 8%: R$ 55,06

Ou, taxa de crescimento real do lucro líquido dos últimos 12 meses necessária, durante os próximos 5 anos, para que o preço justo fornecido pela fórmula do FCD seja igual ao preço corrente (com uma perpetuidade real nula e taxa de desconto anual real de 8%): -4,0%

352293 - paulo_prof  -  29 Jul 2018, 16:26
Como, aparentemente, todas as distribuidoras puras, a Coelce foi fortemente impactada pelo custo da energia comprada para revenda, reduzindo consideravelmente a margem bruta. Mas como este aumento nos custos não é gerenciável pela empresa, não preocupa pois será integralmente ressarcido no próximo reajuste anual.

Na minha opinião, o ativo não está caro ... mas o que mata é o payout rdiículo (a Coelce também é uma daquelas empresas cuja parte do lucro é devido a incentivos fiscais que não podem ser distribuídos; quando uma empresa decide distribuir somente o mínimo legal, calcula os 23,75% do lucro líquido e depois desconta a parte relativa aos incentivos.

COCE3

PREÇO: R$ 52,69

PAYOUT (2017): 19,5%



Múltiplos baseados nos últimos 12 meses

P/L 10,59

P/VPA 1,49

PSR 0,85

DY 1,84%

EV/EBITDA 7,62

MARGEM BRUTA 13,8%

MARGEM OPERACIONAL 10,1%

MARGEM LÍQUIDA 8,0%

LUCRO POR AÇÃO R$ 4,975

MARGEM EBITDA 14,9%

DÍVIDA BRUTA/PATRIMÔNIO LÍQUIDO 60,4%

ROE 14,07%

LIQUIDEZ CORRENTE 1,09



Taxas de Crescimento Nominal

a) últimos 12 meses vs 12 meses terminados no 2T17

RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA +11,31%

RESULTADO BRUTO -13,78%

RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO -45,75%

RESULTADO OPERACIONAL +0,32%

RESULTADO LÍQUIDO -0,61%

EBITDA -1.53%



b) 2T18 vs 2T17

RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA +16,02%

RESULTADO BRUTO -25,53%

RESULTADO FINANCEIRO passou de negativo para positivo

RESULTADO OPERACIONAL -25,57%

RESULTADO LÍQUIDO -28,74%

EBITDA -24,38%



c) lucro (taxa média anual)

UA -0,61%

U2A 3,67%

U3A 0,55%



d) patrimônio líquido médio

UA 11,94%

U2A 12,67%

U3A 14,19%



e) ebitda (taxa média anual)

UA -1,53%

U2A 4,13%

U3A -8,29%

U4A 23,37%

U5A 6,06%

U6A -1,01%

U7A -1,17%

U8A 0,29%



Preço justo fornecido pela fórmula do FCD para uma taxa média de crescimento real nulo do lucro líquido dos últimos 12 meses durante 5 anos, perpetuidade real nula e taxa de desconto real de 8%: R$ 62,19

Ou, taxa de crescimento real do lucro líquido dos últimos 12 meses necessária, durante os próximos 5 anos, para que o preço justo fornecido pela fórmula do FCD seja igual ao preço corrente (com uma perpetuidade real nula e taxa de desconto anual real de 8%): -3,5%

351147 - marcosvinicius2 -  13 Jun 2018, 03:38
COMENTÁRIO: PAPEL SUBVALORIZADO ( * ). Receita Operacional Bruta = O aumento da receita operacional bruta da Coelce foi de 3,3% no 1T18 em relação ao 1T17 (R$ 49milhões). Excluindo o efeito da receita de construção, a receita operacional bruta da Companhia, no 1T18, alcançou o montante de R$ 1,42 bilhão, um aumento de R$ 30 milhões em relação ao 1T17, cujo montante foi de R$ 1,39bilhão. Este aumento é resultado, principalmente, dos seguintes efeitos:  Incremento de 9,9% (R$ 6 milhões) na Subvenção CDE - desconto tarifário, explicado, principalmente, pelo ajuste da estimativa da diferença entre os valores previstos e os realizados no período entre abril/17 e março/2018.;  Aumento de R$ 4 milhões na rubrica de Disponibilidade da Rede Elétrica em razão principalmente do aumento no volume de transporte de energia para o mercado livre que foi de 8,6% em relação ao 1T17;  Redução de R$ 48 milhões na rubrica de ativos e passivos financeiros setoriais, em função, principalmente, dos seguintes fatores: (i) maiores amortizações do passivo regulatório do período passado (2017/2018); e (ii) menor constituição de passivo regulatório para o período (2018/2019).; Esse efeito foi parcialmente compensado por:  Redução de 2,3% na receita pelo fornecimento de energia elétrica –mercado cativo (R$ 31 milhões) como resultado, principalmente, de menor receita por aplicação de bandeiras tarifárias para cobertura de custos com compra de energia. No ano anterior a bandeira amarela foi aplicada nos meses de fevereiro e março/17, enquanto no 1T18, vigorou apenas a bandeira verde.;  Redução de 0,5% (R$ 2,3milhões) nos tributos resultado, principalmente, da redução da base de cálculo de PIS e COFINS.;  Incremento de 1,7% (R$ 1,7 milhões) nos encargos setoriais, que se deve, principalmente, ao aumento da quota de CDE, no qual destaca-se o incremento do orçamento da CDE –USO, decorrente da aprovação das cotas anuais da CDE para o ano de 2018, conforme Resolução Homologatória Nº 2.368, de 9/2/2018.:

COCE5
PREÇO: 46,95
PAYOUT (2017): 35,59%

Múltiplos baseados nos últimos 12 meses

P/L 8,70
P/VPA 1,37
PSR 0,79
DY 4,09%
EV/EBITDA 7,18
MARGEM BRUTA 15,47%
MARGEM OPERACIONAL 11,32%
MARGEM LÍQUIDA 9,04%
LUCRO POR AÇÃO 5,395
MARGEM EBITDA 16,93%
DÍVIDA BRUTA/PATRIMÔNIO LÍQUIDO 81,07%
ROE 15,71%
LIQUIDEZ CORRENTE 0,94

Taxas de Crescimento Nominal

a) últimos 12 meses sobre 12 terminados no 1T17, nominal
RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA 10,31%
RESULTADO BRUTO -7,58%
RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO -14,55%
RESULTADO OPERACIONAL 3,32%
RESULTADO LÍQUIDO 1,84%
EBITDA 3,88%

b) 1T18 sobre 1T17, nominal
RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA 5,12%
RESULTADO BRUTO -14,26%
RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO -49,57%
RESULTADO OPERACIONAL -13,19%
RESULTADO LÍQUIDO -15,58%
EBITDA -10,95%

c) lucro (taxa média anual)
UA 1,84%
U2A 15,79%
U3A 9,67%

d) patrimônio líquido médio
UA 11,62%
U2A 12,90%
U3A 14,91%

Preço justo fornecido pela fórmula do FCD para uma taxa média de crescimento real nulo do lucro líquido dos últimos 12 meses durante 5 anos, perpetuidade real nula e taxa de desconto real de 8%: R$ 67,44
Ou, taxa de crescimento real do lucro líquido dos últimos 12 meses necessária, durante os próximos 5 anos, para que o preço justo fornecido pela fórmula do FCD seja igual ao preço corrente (com uma perpetuidade real nula e taxa de desconto anual real de 8%): -8,20% !!!!
[...]

349545  - paulo_prof   -  03 Mai 2018, 16:25
Na comparação trimestral, os resultados foram impactados pelo aumento de 9,6% nos custos. O aumento dos custos não gerenciáveis (que serão devolvidos via tarifa) representam mais da metade do aumento (5%). Uma parcela considerável do aumento de custos (2,4%) ocorreu no custo de construção (investimento) que supostamente deverá propiciar um maior retorno futuro. Portanto, este aumento de custos e redução decorrente dos resultados é em sua maior parte circunstancial e não deve preocupar.

Em consequência, na minha opinião o ativo está relativamente barato.


COCE5

PREÇO: R$ 54,00

PAYOUT (2017): 19,5%



Múltiplos relativos aos últimos 12 meses

P/L 10,01

P/VPA 1,57

PSR 0,91

DY 1,95%

EV/EBITDA 7,09

MARGEM BRUTA 15,5%

MARGEM OPERACIONAL 11,3%

MARGEM LÍQUIDA 9,0%

LUCRO POR AÇÃO R$ 5,395

MARGEM EBITDA 16,6%

DÍVIDA BRUTA/PATRIMÔNIO LÍQUIDO 53,7%

ROE 15,71%

LIQUIDEZ CORRENTE 0,94



Taxas de Crescimento:

a) últimos 12 meses sobre 12 meses anteriores terminados no 1T17, nominal

RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA +10,01%

RESULTADO BRUTO -8,92%

RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO -14,55%

RESULTADO OPERACIONAL +3,31'%

RESULTADO LÍQUIDO +1,84%

EBITDA +3,68%



b) 1T18 sobre 1T17, nominal

RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA +5,12%

RESULTADO BRUTO 14,26%

RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVA -49,57%

RESULTADO OPERACIONAL -13,19%

RESULTADO LÍQUIDO -15,58%

EBITDA -11,50%



c) lucro líquido, nominal

UA 1,84%

U2A 15,79%

U3A 9,67%



d) patrimônio líquido médio, nominal

UA 11,62%

U2A 12,90%

U3A 14,91%



e) ebitda, nominal

UA 3,68%

U2A 10,68%

U3A -2,97%

U4A 21,77%

U5A 6,19%

U6A -0,56%

U7A -0,39%

U8A 2,53%



Preço justo fornecido pela fórmula do FCD para uma taxa média de crescimento real nulo do lucro líquido dos últimos 12 meses durante 5 anos, perpetuidade real nula e taxa de desconto real de 10%: R$ 67,44

Ou, taxa de crescimento real do lucro líquido dos últimos 12 meses necessária, durante os próximos 5 anos, para que o preço justo fornecido pela fórmula do FCD seja igual ao preço corrente (com uma perpetuidade real nula e taxa de desconto anual real de 10%): -5,0%

347710  - paulo_prof  -  02 Mar 2018, 02:17
Um relógio ... Resultados muito bons se considerada a comparação anual. Nem tanto, na comparação trimestral. Embora o considere barato, não gosto do ativo porque a empresa não tem uma política de payout. No exercício de 2017 resolveu distribuir o mínimo legal, que inclui a dedução de todos os incentivos foscais recebidos da Sudene, resultando num payout de 19,5%.

COCE5

PREÇO: R$ 56,00

PAYOUT (2016): 19,5%



Múltiplos relativos aos últimos 12 meses

P/L 10,00

P/VPA 1,69

PSR 0,95

DY 1,95%

EV/EBITDA 6,83

MARGEM BRUTA 16,2%

MARGEM OPERACIONAL 11,8%

MARGEM LÍQUIDA 9,5%

LUCRO POR AÇÃO R$ 5,597

MARGEM EBITDA 17,3%

DÍVIDA BRUTA/PATRIMÔNIO LÍQUIDO 50,0%

ROE 16,87%

LIQUIDEZ CORRENTE 0,94



Taxas de Crescimento:

a) últimos 12 meses sobre 12 meses anteriores terminados no 4T16, nominal

RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA +12,13%

RESULTADO BRUTO -2,03%

RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO +4,06%

RESULTADO OPERACIONAL +11,59%

RESULTADO LÍQUIDO +10,87%

EBITDA +10,75%



b) 4T17 sobre 4T16, nominal

RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA +9,94%

RESULTADO BRUTO -24,63%

RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVA -14,89%

RESULTADO OPERACIONAL -1,59%

RESULTADO LÍQUIDO -6,84%

EBITDA +0,19%



c) lucro líquido, nominal

UA 10,87%

U2A 9,56%

U3A 20,10%



d) patrimônio líquido médio, nominal

UA 12,83%

U2A 13,16%

U3A 15,18%



e) ebitda, nominal

UA 10,75%

U2A 7,31%

U3A 4,46%

U4A 18,51%

U5A 3,83%

U6A 0,82%

U7A -0,25%

U8A 4,01%



Preço justo fornecido pela fórmula do FCD para uma taxa média de crescimento real nulo do lucro líquido dos últimos 12 meses durante 5 anos, perpetuidade real nula e taxa de desconto real de 10%: R$ 69,96

Ou, taxa de crescimento real do lucro líquido dos últimos 12 meses necessária, durante os próximos 5 anos, para que o preço justo fornecido pela fórmula do FCD seja igual ao preço corrente (com uma perpetuidade real nula e taxa de desconto anual real de 10%): -5,0%

346143  - paulo_prof   -  16 Jan 2018, 02:47
O problema da COCE é que não tem muito para onde ir ... A política de payout (aprox. 40% do lucro líquido) é traçada de acordo com a estratégia de crescimento do controlador (EQTL). Em consequência, quem acaba se beneficiando (com o crescimento) é o acionista da EQTL, e bem menos o acionista da COCE, pois uma empresa madura, com taxa de crescimento limitada, deveria estar distribuindo praticamemte todo o lucro.

Distribuidora por distribuidora, a minha preferência é pela EKTR.

343656  - marcosvinicius2 -  08 Nov 2017, 14:04
COMENTÁRIO: PAPEL SUBVALORIZADO (*). DOS ULTIMOS 46 TRIMESTRES, 01 APRESENTOU LUCRO LIQUIDO NEGATIVO (2,1739%). LUCRO Atribuído a Sócios da Empresa Controladora DO 3T17 = 113.681 FOI EM LINHA COM O LUCRO APRESENTADO NO 2T17 = 113.729 E MAIOR EM RELAÇÃO AO APRESENTADO NO 3T16 = 59.741. VALOR DE MERCADO (MIL) = 3.975.292; VALOR MAXIMO (MIL) = 3.975.292 NO 3T17; VE PSBE (MIL) = 3.446.581:

COCE5
PREÇO: 51,06
PAYOUT (2016): 18,34%

Múltiplos baseados nos últimos 12 meses

P/L 8,96
P/VPA 1,55
PSR 0,89
DY 2,05%
EV/EBITDA 7,06
MARGEM BRUTA 17,57%
MARGEM OPERACIONAL 12,21%
MARGEM LÍQUIDA 9,94%
LUCRO POR AÇÃO 5,698
MARGEM EBITDA 18,08%
DÍVIDA BRUTA/PATRIMÔNIO LÍQUIDO 70,26%
ROE 17,30%
LIQUIDEZ CORRENTE 0,90

Taxas de Crescimento Nominal

a) últimos 12 meses sobre 12 terminados no 3T16, nominal
RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA 13,80%
RESULTADO BRUTO 14,54%
RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO 4,17%
RESULTADO OPERACIONAL 35,78%
RESULTADO LÍQUIDO 35,36%
EBITDA 25,16%

b) 3T17 sobre 3T16, nominal
RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA 13,51%
RESULTADO BRUTO 13,32%
RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO -5,73%
RESULTADO OPERACIONAL 70,58%
RESULTADO LÍQUIDO 90,29%
EBITDA 43,88%

c) lucro (taxa média anual)
UA 35,36%
U2A -3,48%
U3A 67,39%

d) patrimônio líquido médio
UA 13,75%
U2A 13,75%
U3A 15,02%

RESULTADO FINANCEIRO = As despesas financeiras líquidas da Coelce, no 3T17, apresentaram redução de cerca de R$ 1 milhão em relação ao mesmo trimestre do ano anterior, como resultado das seguintes variações:

 Redução de R$ 32 milhões nas receitas financeiras, explicad aprincipalmente por: Redução de R$ 6 milhões na rubrica de receita/despesa ativo indenizável, explicado basicamente pela a redução do IPCA entre os períodos comparados, acompanhado pelo efeito decorrente da implantação da resolução 674-Aneel ocorrida em dezembro/16. Esta resolução alterou atributos de classificações de alguns ativos que ocasionaram mudança de vida útil nos bens já presentes no intangível.

Redução de R$ 11 milhões na rubrica de receita de aplicação financeira, explicado basicamente pela a redução do caixa médio entre os períodos, acompanhado da redução do CDI entre o 3T17 x 3T16. Redução de R$ 9 milhões na rubrica de outras receitas financeiras, decorrentes basicamente de reclassificações realizadas no 3T16. Redução de R$ 5 milhões na rubrica de variação monetária de ativos e passivos setoriais, devido a esses saldos terem gerado um efeito líquido negativo nas variações monetárias (despesa) no 3T17.

COCE51.png

( * ) É PRECISO VERIFICAR NO RELATÓRIO DA ADM. A EXISTÊNCIA DE RESULTADO NÃO RECORRENTE:
( ** ) EMPRESAS DO SETOR FINANC onde houve necessidade de digitar os valores de REC INT FINANC (a pesquisa avançada não importou esses valores ) = BAZA3, BBDC3, BBDC4, BEES3, BEES4, BIGP3, BGIP4, BMEB3, BMEB4, BMIN3, BMIN4, BNBR3, BPAN4, BRIV3, BRIV4, BRSR3, BRSR5, BRSR6, BSLI4, CRIV3, CRIV4, IDVL3 IDVL4 ITUB3, ITUB4, PINE4, PRBC4, SANB11, SANB3, SANB4 E SFSA4;
( *** ) A VMCM = 5,56000000 foi calculada utilizando-se uma amostragem de 327 empresas com PL > 0 (Desta vez não foi utilizado o critério de LIQUIDEZ MÍNIMA). Na tentativa de um valor abaixo do indicado, a VMCM apresentou um valor < 5, o que indicaria um mercado subprecificado: forum.infomoney.com.br/viewtopic.php?f=6&t=10754&start=620#p2082722
( **** ) Foram EXCLUÍDAS da amostragem inicial as empresas = DAGB33, MERC4, BRAP4, BRAP3, ECPR4, JBDU3, LFFE4, LFFE3, SBSP3, BAHI3, BMTO4, BMTO3 E LIPR3;

341877  - marcosvinicius2 -  06 Set 2017, 22:16
COMENTÁRIO: PAPEL SOBREVALORIZADO (*). NOS ULTIMOS 45 TRIMESTRES, 1 APRESENTOU LUCRO LIQUIDO NEGATIVO (2,2222%). MEDIA DE LUCRO LIQUIDO X 1.000 (U12M) = 97.428; (U24M) = 93.760; (U36M) = 94.259; (U48M) = 77.578; MAIORES VARIAÇÕES = 12M X 12M : RESULTADO FINANCEIRO (41,71%) E EBITDA (13,81%); 2T16 X 2T15 : RESULTADO FINANCEIRO (37,58%) E RESULTADO LÍQUIDO (-16,66%). VALOR DE MERCADO (MIL) = 4.009.548; VALOR MAXIMO (MIL) = 4.009.548 NO 2T17; VE PSBE (MIL) = 3.230.543:

COCE5
PREÇO: 50,05
PAYOUT (2016): 18,34%

Múltiplos baseados nos últimos 12 meses

P/L 10,00
P/VPA 1,59
PSR 0,90
DY 3,98%
EV/EBITDA 7,46
MARGEM BRUTA 17,60%
MARGEM OPERACIONAL 11,28%
MARGEM LÍQUIDA 9,01%
LUCRO POR AÇÃO 5,006
MARGEM EBITDA 17,26%
DÍVIDA BRUTA/PATRIMÔNIO LÍQUIDO 72,14%
ROE 15,90%
LIQUIDEZ CORRENTE 0,94

Taxas de Crescimento Nominal

a) últimos 12 meses sobre 12 terminados no 2T16, nominal
RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA 9,98%
RESULTADO BRUTO 11,90%
RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO 41,71%
RESULTADO OPERACIONAL 11,91%
RESULTADO LÍQUIDO 8,14%
EBITDA 13,81%

b) 2T17 sobre 2T16, nominal
RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA 11,15%
RESULTADO BRUTO -7,34%
RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO 37,58%
RESULTADO OPERACIONAL -12,89%
RESULTADO LÍQUIDO -16,66%
EBITDA -5,01%

c) lucro (taxa média anual)
UA 8,14%
U2A 1,13%
U3A 52,39%

d) patrimônio líquido médio
UA 13,40%
U2A 15,33%
U3A 13,86%

Fortaleza, 25 de julho de 2017 – A Companhia Energética do Ceará – COELCE (ENEL DISTRIBUIÇÃO CEARÁ) [BOV: COCE3 (ON); COCE5 (PNA); COCE6 (PNB)], distribuidora de energia elétrica que atende 184 municípios cearenses (9 milhões de habitantes), eleita em 2017 pela Associação Brasileira de Distribuidores de Energia Elétrica (ABRADEE) uma das três melhores distribuidoras de energia do Brasil, divulga seus resultados do segundo trimestre e dos seis primeiros meses de 2017 (2T17 e 6M17). As informações financeiras e operacionais a seguir, exceto quando indicado de outra forma, são apresentadas de acordo com a legislação brasileira aplicável e vigente.

COCE51.png

( * ) É PRECISO VERIFICAR NO RELATÓRIO DA ADM. A EXISTÊNCIA DE RESULTADO NÃO RECORRENTE:
( ** ) EMPRESAS DO SETOR FINANC onde houve necessidade de digitar os valores de REC INT FINANC (a pesquisa avançada não importou esses valores ) = BAZA3, BBDC3, BBDC4, BEES3, BEES4, BIGP3, BGIP4, BMEB3, BMEB4, BMIN3, BMIN4, BNBR3, BPAN4, BRIV3, BRIV4, BRSR3, BRSR5, BRSR6, BSLI4, CRIV3, CRIV4, IDVL3 IDVL4 ITUB3, ITUB4, PINE4, PRBC4, SANB11, SANB3, SANB4 E SFSA4;
( *** ) A VMCM = 5,56000000 foi calculada utilizando-se uma amostragem de 327 empresas com PL > 0 (Desta vez não foi utilizado o critério de LIQUIDEZ MÍNIMA). Na tentativa de um valor abaixo do indicado, a VMCM apresentou um valor < 5, o que indicaria um mercado subprecificado: forum.infomoney.com.br/viewtopic.php?f=6&t=10754&start=620#p2082722
( **** ) Foram EXCLUÍDAS da amostragem inicial as empresas = DAGB33, MERC4, BRAP4, BRAP3, ECPR4, JBDU3, LFFE4, LFFE3, SBSP3, BAHI3, BMTO4, BMTO3 E LIPR3;

340634  - paulo_prof   -  01 Ago 2017, 21:14
Na comparação trimestral, os resultados da COCE (exceto a Receita Líquida) foram fracos. Na comparação anual, os resultados ainda mostram um evolução, que pode ser revertida nos próximos 2 trimestres. COCE5 parece bem precificada mas recomenda-se monitorar os resultados dos próximos trimestres, pois uma reversão no processo de queda do lucro e do ebitda indicarão compra.

COCE5

PREÇO: R$ 48,35

PAYOUT (2016): 39,5%


Múltiplos relativos aos últimos 12 meses

P/L 9,66

P/VPA 1,54

PSR 0,87

DY 4,09%

EV/EBITDA 6,37

MARGEM BRUTA 17,6%

MARGEM OPERACIONAL 11,3%

MARGEM LÍQUIDA 9,0%

LUCRO POR AÇÃO R$ 5,006

MARGEM EBITDA 16,9%

DÍVIDA BRUTA/PATRIMÔNIO LÍQUIDO 40,6%

ROE 15,90%

LIQUIDEZ CORRENTE 0,94


Taxas de Crescimento:

a) últimos 12 meses sobre 12 meses anteriores terminados no 2T16, nominal

RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA +10,31%

RESULTADO BRUTO +3,86%

RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO +1,80%

RESULTADO OPERACIONAL +11,91%

RESULTADO LÍQUIDO +8,14%

EBITDA +10,12%



b) 2T17 sobre 2T16, nominal

RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA +11,15%

RESULTADO BRUTO -7,34%

RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVA +37,58%

RESULTADO OPERACIONAL -12,89%

RESULTADO LÍQUIDO -16,66%

EBITDA -5,27%


c) lucro líquido, nominal

UA 8,14%

U2A 1,13%

U3A 52,39%


d) patrimônio líquido médio, nominal

UA 13,40%

U2A 15,33%

U3A 13,86%


Preço justo fornecido pela fórmula do FCD para uma taxa média de crescimento real nulo do lucro líquido dos últimos 12 meses durante 5 anos, perpetuidade real nula e taxa de desconto real de 10%: R$ 64,17

Ou, taxa de crescimento real do lucro líquido dos últimos 12 meses necessária, durante os próximos 5 anos, para que o preço justo fornecido pela fórmula do FCD seja igual ao preço corrente (com uma perpetuidade real nula e taxa de desconto anual real de 10%): -7,0%

340406  - ispholambra   -  27 Jul 2017, 01:49
Bom resultado da Coelce.... aos poucos essa distribuidora vai voltando aos anos dourados... mas ao meu ver ja esta bem precificada pelo que esta entregando...

Resultado do 2º Trimestre de 2017
A empresa registrou lucro líquido de R$ 113,7M neste trimestre, uma variação de 12,4% em relação ao primeiro trimestre de 2017 e redução de 16,7% em relação ao segundo trimestre de 2016. A receita líquida somou R$ 1,1B no segundo trimestre de 2017, 16,0% superior que o 1° trimestre de 2017, que foi de R$ 975,3M. No mesmo período do ano anterior, a receita líquida havia atingido o valor de R$ 1,0B.

O resultado corresponde a uma margem bruta de 18,1% contra 19,1% no trimestre anterior e 21,7% no 2° trimestre de 2016. Já a margem líquida ficou em 10,0% no 2° trimestre de 2017 contra 10,4% no primeiro trimestre de 2017.

Os ativos totais registraram o saldo  de R$ 5,1B, aumento de 4,1% em relação ao saldo no mesmo trimestre do ano anterior. O patrimônio líquido alcançou a soma de R$ 2,5B no 2T17, valor 11,0% superior ao saldo no mesmo período do ano anterior.

Neste período, a ação oscilou 0,8% contra -3,6% do Ibovespa, enquanto que o valor de mercado alcançou R$ 3,6B contra R$ 3,2B no 2° trimestre de 2016.

337624  - paulo_prof   -  07 Mai 2017, 16:20
Se forem recorrentes, os resultados foram muito bons. Ativo parece barato.

COCE3

PREÇO: R$ 41,98

PAYOUT (2016): 39,5%

Múltiplos baseados nos últimos 12 meses


P/L 7,92

P/VPA 1,35

PSR 0,78

DY 4,98%

EV/EBITDA 5,65

MARGEM BRUTA 18,5%

MARGEM OPERACIONAL 12,1%

MARGEM LÍQUIDA 9,8%

LUCRO POR AÇÃO R$ 5,298

MARGEM EBITDA 17,7%

DÍVIDA BRUTA/PATRIMÔNIO LÍQUIDO 42,1%

ROE 17,08%

LIQUIDEZ CORRENTE 1,03



Taxas de Crescimento Nominal

a) últimos 12 meses vs 12 meses terminados no 1T16

RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA +7,99%

RESULTADO BRUTO +23,70%

RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO +27,30%

RESULTADO OPERACIONAL +32,98%

RESULTADO LÍQUIDO +31,65%

EBITDA +18,15%


b) 1T17 vs 1T16

RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA +13,11%

RESULTADO BRUTO +10,02%

RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO +5,63%

RESULTADO OPERACIONAL +22,10%

RESULTADO LÍQUIDO +23,70%

EBITDA +16,59%

c) lucro (taxa média anual)

UA 31,65%

U2A 13,80%

U3A 37,53%


d) patrimônio líquido médio

UA 14,20%

U2A 16,60%

U3A 12,99%


Preço justo fornecido pela fórmula do FCD para uma taxa média de crescimento real nulo do lucro líquido dos últimos 12 meses durante 5 anos, perpetuidade real nula e taxa de desconto real de 10%: R$ 67,92

Ou, taxa de crescimento real do lucro líquido dos últimos 12 meses necessária, durante os próximos 5 anos, para que o preço justo fornecido pela fórmula do FCD seja igual ao preço corrente (com uma perpetuidade real nula e taxa de desconto anual real de 10%): -12,0%

334584  - paulo_prof   -  22 Fev 2017, 23:36
Muito bons os resultados da Coelce. Ativo tem chão para andar.

COCE3

PREÇO: R$ 42,00

PAYOUT (2016) 39,5%



Múltiplos baseados nos últimos 12 meses

P/L 8,32

P/VPA 1,41

PSR 0,80

DY 4,74%

EV/EBITDA 5,84

MARGEM BRUTA 18,6%

MARGEM OPERACIONAL 11,9%

MARGEM LÍQUIDA 9,6%

LUCRO POR AÇÃO R$ 5,049

MARGEM EBITDA 17,5%

DÍVIDA BRUTA/PATRIMÔNIO LÍQUIDO 46,7%

ROE 16,99%

LIQUIDEZ CORRENTE 1,07



Taxas de Crescimento



a) últimos 12 meses sobre 12 terminados no 4T15, nominal

RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA -0,71%

RESULTADO BRUTO +10,78%

RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO -29,73%

RESULTADO OPERACIONAL +10,40%

RESULTADO LÍQUIDO +8,26%

EBITDA +3,98%



b) 4T16 sobre 4T15, nominal

RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA +17,41%

RESULTADO BRUTO +75,89%

RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO -41,64%

RESULTADO OPERACIONAL +157,26%

RESULTADO LÍQUIDO +131,14%

EBITDA +58,24%



c) lucro líquido, nominal

UA 8,26%

U2A 25,00%

U3A 35,91%



d) patrimônio líquido médio, nominal

UA 13,48%

U2A 16,37%

U3A 11,67%


Preço justo fornecido pela fórmula do FCD para uma taxa média de crescimento real nulo do lucro líquido dos últimos 12 meses durante 5 anos, perpetuidade real nula e taxa de desconto real de 8%: R$ 63,11


Ou, taxa de crescimento real do lucro líquido dos últimos 12 meses necessária, durante os próximos 5 anos, para que o preço justo fornecido pela fórmula do FCD seja igual ao preço corrente (com uma perpetuidade real nula e taxa de desconto anual real de 8%): -9,0% !!!!

329475  - paulo_prof  -  04 Nov 2016, 16:48
Lucros declinantes ... preço descolado dos fundamentos!

COCE3
PREÇO: R$ 42,10
PAYOUT (2015): 19,9%

Múltiplos baseados nos últimos 12 meses

P/L 10,00
P/VPA 1,45
PSR 0,83
DY 1,99%
EV/EBITDA 6,94
MARGEM BRUTA 17,5%
MARGEM OPERACIONAL 10,2%
MARGEM LÍQUIDA 8,3%
LUCRO POR AÇÃO R$ 4,210
MARGEM EBITDA 15,3%
DÍVIDA BRUTA/PATRIMÔNIO LÍQUIDO 56,9%
ROE 14,46%
LIQUIDEZ CORRENTE 1,26

Taxas de Crescimento Nominal

a) últimos 12 meses vs 12 meses terminados no 3T15
RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA -9,53%
RESULTADO BRUTO -24,49%
RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO -67,00%
RESULTADO OPERACIONAL -35,51%
RESULTADO LÍQUIDO -31,17%
EBITDA -35,74%

b) 3T16 vs 3T15
RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA +0,25%
RESULTADO BRUTO +4,29%
RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO +187,25%
RESULTADO OPERACIONAL -30,21%
RESULTADO LÍQUIDO -35,31%
EBITDA -13,99%

c) lucro (taxa média anual)
UA -31,17%
U2A 86,15%
U3A 4,32%

d) patrimônio líquido médio
UA 13,75%
U2A 15,66%
U3A 10,39%

Preço justo fornecido pela fórmula do FCD para uma taxa média de crescimento real nulo do lucro líquido dos últimos 12 meses durante 5 anos, perpetuidade real nula e taxa de desconto real de 10%: R$ 42,10

Ou, taxa de crescimento real do lucro líquido dos últimos 12 meses necessária, durante os próximos 5 anos, para que o preço justo fornecido pela fórmula do FCD seja igual ao preço corrente (com uma perpetuidade real nula e taxa de desconto anual real de 10%): +0,0%

324775  - paulo_prof   -  27 Jul 2016, 00:57
Bom o Resultado da Coelce, mas ainda não o suficiente para compensar os resultados fracos recentes.

Na base trimestral, todos os resultados mostraram evolução

Receita Líquida +2,09%
Resultado Bruto +22,14%
Resultado Financeiro Negativo -49,90%
Resultado Antes dos Impostos +48,35%
Resultado Líquido +52,68%
Ebitda +26,35%

Já na base anual, (U12M sobre 12M terminados no 2T15)
Receita Líquida -5,21%
Resultado Bruto -25,16%
Resultado Financeiro Negativo -81,46%
Resultado Antes dos Impostos -8,86%
Resultado Líquido -5,42%
Ebitda -31,36%

Taxas de crescimento nominal
a) lucro líquido, nominal
UA -5,42%
U2A 80,89%
U3A 0,80%

b) patrimônio líquido médio, nominal
UA 17,29%
U2A 14,09%
U3A 9,53%

Preço justo fornecido pela fórmula do FCD para uma taxa média de crescimento real nulo do lucro líquido dos últimos 12 meses durante 5 anos, perpetuidade real nula e taxa de desconto real de 10%: R$ 46,29

Ou, taxa de crescimento real do lucro líquido dos últimos 12 meses necessária, durante os próximos 5 anos, para que o preço justo fornecido pela fórmula do FCD seja igual ao preço corrente (com uma perpetuidade real nula e taxa de desconto anual real de 10%): -5,0%

COCE3
PREÇO: R$ 37,16
PAYOUT (2015) 19,9%

P/L 8,03
P/VPA 1,31
PSR 0,74
DY 2,47%
EV/EBITDA 6,07
MARGEM BRUTA 17,1%
MARGEM OPERACIONAL 11,1%
MARGEM LÍQUIDA 9,2%
LUCRO POR AÇÃO R$ 4,629
MARGEM EBITDA 16,2%
DÍVIDA BRUTA/PATRIMÔNIO LÍQUIDO 58,3%
ROE 16,32%
LIQUIDEZ CORRENTE 1,29

161318 - small caps -  21 Dez 2012, 12:46
Small, sabe dizer quando CMIG passará por nova revisão tarifária?
Alguma chance dessa distribuição generosa já estar antecipando a não renovação do contrato pela Cemig? Já que a empresa resolveu contrariar os caprichos da Dilma, melhor embolsar os lucros logo do que deixar para o governo arranjar alguma desculpa para garfa-los na forma de multas, devoluções, etc...
Revisão em 2013:

http://www.em.com.br/app/noticia/economia/2012/08/17/internas_economia,312328/cemig-promove-reducao-de-custos-para-manter-lucro.shtml

Deve ser impactada também pelas concessões vincendas em breve...

CPLE3 e COCE3 já passaram pelas suas revisões tarifárias. Seus balanços ja estão mais proximos da nova realidade...

O último trimestre de CPLE3 provavelmente ja foi todo sob efeito da revisão:
http://bandab.pron.com.br/jornalismo/aneel-aprova-revisao-tarifaria-para-copel-39302/

Em CPLE3 deve sumir uns trocos em razão dos ativos de transmissão, especialmente... mas a indenização não ficou tão abaixo do que consta na contabilidade...

160061 - polycrav -  11 Dez 2012, 22:02
Avisa!
COELCE: Com parecer do TCU contra devolução de valor, ações sobem

São Paulo, 11 de dezembro de 2012 - O parecer do Tribunal de Contas da  União (TCU) contra a devolução de valores que teriam sido pagos indevidamente pelos consumidores de energia às distribuidoras estimula a alta das ações da Colce no pregão de hoje da BM&FBovespa.
Em fevereiro, o Ministério Público Federal do Ceará entrou com um ação cobrando R$ 300 milhões mais correção monetária por cobrança indevida de abril de 2011 a abril de 2012.
Para o operador da Corval Corretora, Sandro Fernandes, o parecer do TCU  diminui o peso de ações conjuntas contra a cobrança do ressarcimento pelo erro na metodologia de cálculo de reajuste tarifário que beneficiou as distribuidoras. "O TCU não quis falar em erro e saiu pela tangente, a justiça do Ceará pode fazer o mesmo", avalia. "Isso diminui o peso de um fato negativo sob a ação da empresa", explica.

Há pouco, as ações da Coelce (COCE3) subiam 7,84%, a R$ 42,05. Para o analista de investimentos da SLW, Pedro Galdi, a Coelce está liderando a valorização das ações de empresas menos impactadas pela Medida Provisória 579, que regula renovação de contratos de concessões geração e transmissão com vencimento entre 2015 e 2017. "As distribuidoras devem ser as 'queridinhas' do setor elétrico e devem ter um "rally" de alta até o fim do ano, diante do movimento de incerteza para apostar em geradoras e transmissoras", explica.
Ana Rita Cunha / Agência CMA

157616- polycrav -  20 Nov 2012, 11:00
Fortaleza, 19 de novembro de 2012 - A Companhia Energética do Ceará - Coelce (Coelce) [BOV: COCE3 (ON); COCE5 (PNA); COCE6 (PNB)], eleita, em 2009, 2010, 2011 e 2012, a melhor distribuidora de energia elétrica do Brasil pela Associação Brasileira de Distribuidores de Energia Elétrica (ABRADEE), presente nos 184 municípios cearenses, que abrigam mais de 8,5 milhões de habitantes, informa ao mercado a conquista do seguinte reconhecimento:

Coelce ganha Reconhecimento Ouro no Prêmio Iberoamericano de Qualidade 2012

A Coelce recebeu o reconhecimento máximo da Fundación Iberoamericana para la Gestión de la Calidad - Fundibeq, com sede na Espanha. O Prêmio Iberoamericano engloba todos os países da América Latina, além de Portugal e Espanha, e é o principal reconhecimento internacional em qualidade da gestão para as organizações desses países. Em 2011, a Coelce venceu o Prêmio Nacional da Qualidade (PNQ) e, por isso, pôde concorrer, em 2012, ao Prêmio Iberoamericano. Em março de 2012, a Coelce entregou um relatório com suas práticas de gestão e resultados; e, em julho, recebeu a visita dos examinadores. A premiação ocorreu em novembro, em Jerez de La Frontera, Cádiz (Espanha), quando foi possível conhecer outras empresas reconhecidas. A Fundibeq é apoiada por grandes empresas como Santander, Gas Natural Fenosa, Iberia, Iberdrola, BBVA, Telefonica, etc.

O Prêmio foi concebido para reconhecer a excelência nas práticas de gestão, promover o desenvolvimento das companhias latinoamericanas, estimular a satisfação dos consumidores e disseminar as melhores práticas entre as empresas vencedoras.

157067 - paulo_prof -  14 Nov 2012, 19:17
COCE3
PREÇO: R$ 36,21
PAYOUT (2011): 58,6%

Múltiplos relativos aos últimos 12 meses:
P/L 6,77
P/VPA 1,80
PSR 1,00
DY 8,66%
EV/EBITDA 5,02
MARGEM BRUTA 26,9%
MARGEM OPERACIONAL 20,0%
MARGEM LÍQUIDA 14,8%
LUCRO POR AÇÃO R$ 5,351
MARGEM EBITDA 23,7%
DÍVIDA BRUTA/PATRIMÔNIO LÍQUIDO 60,3%
ROE 26,55%
LIQUIDEZ CORRENTE 1,17

Taxas de Crescimento dos Resultados dos 9M12 em relação aos Resultados dos 9M11:
RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA +6,3%
RESULTADO BRUTO +32,2%
RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO +32,2%
RESULTADO OPERACIONAL -3,1%
RESULTADO LÍQUIDO -16,2%
EBITDA -15,8%

Taxas de Crescimento dos Resultados dos 3T12 em relação aos Resultados dos 3T11:
RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA +10,4%
RESULTADO BRUTO -10,6%
RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO +2,8%
RESULTADO OPERACIONAL -14,0%
RESULTADO LÍQUIDO -24,6%
EBITDA -11,2%

Taxas Anuais Médias de Crescimento Nominal
a) do lucro líquido:
UA -1,05%
U2A -5,75%
U3A 2,72%

b) do patrimônio líquido médio
UA 8,94%
U2A 12,97%
U3A 13,80%

Taxa anual média REAL de crescimento do lucro líquido dos últimos 12 meses necessária durante os próximos 3 anos para que o preço justo calculado pela fórmula do FCD com perpetuidade real nula e desconto anual real de 8% seja IGUAL ao preço atual: -20,0%

156877 - small caps -  14 Nov 2012, 01:55
COCE e CPLE soltaram balanços após as revisões tarifárias nas distribuidoras... por isso balanços excelentes...
[...]

156834 - alisonvm - 14 Nov 2012, 00:48
Lucro líquido da Coelce recua 24,6% no terceiro trimestre

SÃO PAULO - A Companhia Energética do Ceará (Coelce) registrou um lucro líquido de R$ 75,9 milhões no terceiro trimestre, o que representou uma queda de 24,6% ao apurado em igual trimestre de 2011, refletindo uma margem líquida de 10,53%.

A receita operacional bruta da companhia chegou a R$ 986 milhões entre julho e setembro, o que representou um aumento de 6,3% em relação ao igual período do ano passado.

O Ebitda (lucro antes dos juros, impostos, depreciação e amortização) no terceiro trimestre alcançou R$ 162 milhões, uma redução de 11,2% em relação ao igual período do ano passado. A margem Ebitda da companhia encerrou o trimestre em 22,55%, o que representa um recuo de 5,49 pontos percentuais em relação ao obtido no terceiro trimestre de 2011.

A Coelce encerrou o trimestre com um total de 3.311.067 consumidores, o que representa um crescimento de 3,8% em relação ao mesmo período do ano anterior. O volume de energia vendida e transportada pela companhia cresceu 6,3% e atingiu o montante de 2.481 GWh no trimestre

Revisão tarifária

A distribuidora passou no primeiro semestre pelo terceiro ciclo de revisão tarifária, promovido pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel).

O valor combinado oriundo da aplicação destes dois mecanismos tarifários foi um efeito médio de redução de 7,61% nas tarifas da Coelce, a partir do dia 22 de abril de 2012, sendo -12,20% em relação à revisão tarifária periódica e +5,61% referente ao reajuste tarifário anual. Este resultado refletia a queda da liminar judicial que impedia a Aneel de capturar o benefício fiscal da SUDENE via WACC (taxa de retorno do capital investido) regulatória.

No entanto, no dia 1 de junho de 2012, a liminar judicial voltou a vigorar por decisão do presidente do STF e, em 26 de junho de 2012, a Aneel aprovou o novo valor do 3º ciclo de revisão tarifária periódica da Coelce, passando de -12,20% para -10,89%, com aplicação imediata. Assim, o efeito médio do novo valor da revisão e do reajuste tarifário passa de -7,61% para o valor definitivo -6,76%, até que a causa judicial tenha o seu mérito julgado.

156791 - small caps -  13 Nov 2012, 23:04
Excelente o balanço da COCE.
O primeiro 100% após a revisão tarifária:
http://www.bmfbovespa.com.br/cias-Listadas/Empresas-Listadas/ConsultaArquivo.aspx?codigoCvm=14869&protocolo=357670&motivo=&idioma=pt-BR

153381 - sobral30 -  24 Out 2012, 02:05
Citação: polycrav
Alguém sabe o que houve com a nossa querida COCE?
Arrancaram um "naco" dela e do Ismol! rs
Poly,

Lá no fórum dividendos, postaram o seguinte:

Resumindo a queda de hoje da Coelce...

O problema está na forma como sera feito o aumento de capital ,onde os acionistas minoritários da Enersis ( PF e fundos de pensao,etc) entram com $$ e a Endesa Espenha entra com ativos na america do sul, que na opniao dos minoritarios estão superavaliados.

"Os activos que a Endesa Espanha pretende utilizar para aumento de sua unidade latino-americana de capital controversa planejada valem pelo menos 30 por cento menos do que inicialmente previsto, uma empresa de consultoria contratada pelos fundos do Chile pensão, disse na segunda-feira."

No caso esses ativos são participacoes da Endesa em empresas brasileiras, colombianas, argentinas, que seriam passados para o controle da enersis, nesse momento entra nossa queridinha Coelce.

A noticia que a endesa supervalorizou as empresas foi exatamente o que derrubou Coelce hoje, lembre-se que antes de comecar essa questao de aumento de capital e bla bla bla.. a ação negociava na casa dos 32-34 r$, quando saiu o relatorio com o valor que os analistas da endesa fizeram a ação subiu aos 40..

142368 - small caps - 03 Ago 2012, 03:49
... não é a toa que o número de sardinhas vivas diminui mês a mês...

Veja a "brilhante" a análise sobre o resultado da Coce disponibilizada pela XP após o balanço:

"Classificamos o resultado da Coelce como fraco e aquém do esperado e, com isso, esperamos que suas ações venham a repercutir negativamente tal resultado.
Vale a ressalva de que a totalidade do crescimento de seus custos, os quais foram mais que proporcionais ao crescimento de receitas, decorreram da elevação dos gastos não gerenciáveis pela companhia, algo que será também percebido por outras distribuidoras ao longo deste 2T12. Portanto não se tratam de ineficiências operacionais da empresa.
Vemos ainda como potencialmente negativo, a definição da redução de tarifas
percebidas pela empresa no âmbito do 3º ciclo, ainda que este tenha sido menos penoso para a empresa no que tange as bases de remuneração regulatória. Logo, podemos esperar um menor impacto em sua geração de caixa. Ainda assim (considerando a redução de tarifas), entendemos que a Coelce ofereça uma interessante combinação, que acaba sustentando o desempenho de suas ações: (i) exposição a um dos estados que mais cresce no país; (ii) múltiplos em linha com o setor, mesmo após as recentes altas e considerando as reduções de receitas previstas; (iii) interessante dividend yield, que se estima em cerca de 8%, considerando seus números de 2012.
Mantemos nossa visão Neutra no ativo."

Viu-se no dia seguinte ao balanço a reação "negativa"... com + 20% em COCE3... extremamente "negativa"...

142202 - tota57 - 02 Ago 2012, 00:10
Parabéns aos acionistas da COCE, como disse ontem não tive tempo de ler os relatórios no detalhe, mas creio que o crescimento de 14,3% no volume de venda e transporte de energia contribuiram sobremaneira para amenizar os efeitos da revisão tarifária. Naquele DRE que simulei eu usei 5% de crescimento. De qualquer forma eu recomendo cautela, se o consumo de energia continuar bombando no 2º semestre o resultado final pode ser bem melhor que o verificado no exercício que fiz, caso contrário a ficha pode cair. Mesmo com consumo aumentando podem ir se acostumando com resultados como o do 2º Tri/12, com redução de margem Ebitda, Margem Liquida e do Lucro Liquido menores.
Eu não fiquei sabendo de nada, mas a COCE tem um processo, em fase de julgamento na Aneel, que pode representar um aumento de uns 6% na tarifa de energia. É aquele problema de custos de ICMS não diferido que o estado não esta reconhecendo.
Se fiz bem ou mal não tenho certeza, mas hoje eu liquidei minhas OIBR4 no leilão de abertura. Resolvi preservar os quase 24% de lucro em aproximadamente dois meses. Não vou pagar para ver se os caras vão cumprir o guidance.


153381 - sobral30 - 24/Out/2012 00:05
citação: polycravAlguém sabe o que houve com a nossa querida COCE?


Arrancaram um "naco" dela e do Ismol! rs

Lá no fórum dividendos, postaram o seguinte:

Resumindo a queda de hoje da Coelce...

O problema está na forma como sera feito o aumento de capital ,onde os acionistas minoritários da Enersis ( PF e fundos de pensao,etc) entram com $$ e a Endesa Espenha entra com ativos na america do sul, que na opniao dos minoritarios estão superavaliados.

"Os activos que a Endesa Espanha pretende utilizar para aumento de sua unidade latino-americana de capital controversa planejada valem pelo menos 30 por cento menos do que inicialmente previsto, uma empresa de consultoria contratada pelos fundos do Chile pensão, disse na segunda-feira."

No caso esses ativos são participacoes da Endesa em empresas brasileiras, colombianas, argentinas, que seriam passados para o controle da enersis, nesse momento entra nossa queridinha Coelce.

A noticia que a endesa supervalorizou as empresas foi exatamente o que derrubou Coelce hoje, lembre-se que antes de comecar essa questao de aumento de capital e bla bla bla.. a ação negociava na casa dos 32-34 r$, quando saiu o relatorio com o valor que os analistas da endesa fizeram a ação subiu aos 40..


18105 - rcbocardo - 04/Nov/2011 19:43
Comentário Santander:


COELCE MANUTENÇÃO
(COCE5) PREÇO-ALVO: R$31,20
3T11 Fraco, Conforme Esperado: Revisão Tarifária em Vista
Márcio Prado Carolina Carneiro

Conclusão: A Coelce divulgou resultados fracos, conforme esperado, considerando o congelamento das tarifas e maiores custos de energia. Mantemos nossa opinião cautelosa enquanto esperamos o anúncio final da revisão tarifária da Aneel. Esperamos o anúncio da metodologia de revisão tarifária definitiva antes do final do ano, com o impacto inicial sobre a Coelce no 1T12.


Notícia/Análise: No dia 31 de outubro, a Coelce divulgou resultados do 3T11 que ficaram fracos em todos os níveis, devido principalmente a um aumento nos custos e ao congelamento das tarifas. A receita líquida atingiu R$653 milhões, uma queda de 4,1% A/A em IFRS. Ajustando o número para excluir a receita de construção, a receita líquida ficou em R$619 milhões, em linha com nossa estimativa em geral e alta de 4% A/A. O EBITDA de R$183 milhões apresentou queda de 20,8% A/A, ficando 2,6% abaixo de nossa estimativa. O lucro líquido de R$101 milhões caiu 32,8% A/A, ficando 10,5% abaixo de nossa estimativa.

Fraco crescimento dos volumes, conforme esperado. No 3T11, os volumes totais cresceram 3,4% A/A. As vendas para o mercado cativo caíram 1,9% A/A, principalmente em virtude de comparações difíceis e da realocação de clientes industriais para o mercado livre. Além disso, o segmento rural registrou um desempenho mais fraco, refletindo menores temperaturas e uma estação das chuvas mais forte em 2011.

Pressão de custos, conforme esperado; aguardando o anúncio de novas tarifas. Os custos totais, excluindo construção, aumentaram 19,1% A/A. O principal motivador desse fraco desempenho dos custos foram os custos não gerenciáveis, que aumentaram 18,6% A/A. Esse aumento nos custos era esperado: os contratos de compra de energia e os encargos de transmissão foram ajustados pela inflação, sem recuperação na receita, pois as tarifas estão congeladas até o anúncio de uma definição final da metodologia da terceira revisão tarifária. O PMSO cresceu 17,8% A/A como resultado das despesas com pessoal (reajuste de salários e uma nova política de incentivos aos trabalhadores). Além disso, a Coelce contabilizou maiores provisões para baixas de crédito no 3T11 devido a novos procedimentos contábeis.

Desempenho financeiro e alavancagem. Como consequência da metodologia IFRS, os reajustes atuariais ao fundo de pensão são contabilizados nos resultados financeiros. A Coelce provisionou uma reversão de ganhos atuariais registrada nos trimestres anteriores, com um impacto negativo de R$13 milhões sobre a receita financeira. A dívida total atingiu R$736 milhões, uma redução de 15,1% T/T e 18,4% A/A. A dívida líquida/EBITDA atingiu 1x no 3T11.


18048 - Barbado - 02/Nov/2011 11:18
COCE 3/5


Analisando o relatório do balanço do 3/tr/11 destaquei os seguintes aspectos que a meu critério merecem reflexão:

1-) Os indicadores de qualidade de fornecimento DEC (duração da interrupção) e FEC (frequência por unidade consumidora) foram de 9,77 horas e 6,38 vezes, representando um aumento de 40,4% e 17,7% respectivamente.

Obs: a revisão tarifária segundo a Aneel dará ênfase a melhoria da qualidade no serviço prestado aos clientes, então esses números não foram bons.

2-) Houve um crescimento de 4,3% no número de consumidores mas houve queda de 3,5% na receita operacional bruta.

3-) O Ebtida e o L.L caíram 20,8% e 32,8% respectivamente em relação ao 3/tr/10.

4-) O número de funcionários (1293) sofreu redução de 0,7%, mas as despesas de pessoal subiram 46,9% (não achei a justificativa no relatório), apesar de que no acumulado dos 9 meses o aumento é de 10,5% em linha com as demais empresas do setor.

5-) Quadro de consumidores:
Residencial convencional.. 874.090 crescimento de 51,7%
Residencial baixa renda.... 1.523.840 decréscimo de 13,2%
Industrial................................. 5.854 crescimento de 0,7%
Comercial............................ 163.019 crescimento de 2,8%
Rural.................................... 342.387 crescimento de 11,9%
Setor Público...........................41.092 crescimento de 5,6%
Consumidores Ativos sem fornecimento....249.956 crescimento de 8,3%

Analisando pelo alto esses números, vemos uma migração grande de clientes de baixa renda para cliente convencional, entretanto essa migração não refletiu no aumento do faturamento da empresa.
Presumo também que esses consumidores “sem fornecimento” estão inadimplentes e tiveram suas contas cortadas.

7-) É interessante notar que a despeito de haver um aumento de 11,9% nas ligações rurais (que exigem altos investimentos) o faturamento neste segmento caiu 19,2%.

8-) Perdas de energia ficaram em linha com o 3/tr/10 ou seja 11,91%, a que se notar aqui também que houve um investimento de 32 milhões para melhorar este índice, presumo que os resultados deixaram a desejar.

9-) Como pontos positivos destaco a redução nos custos gerenciáveis de 14,9% e na dívida líquida de 15,9% passando de 658 milhões para 553 milhões.

10-) Por conta da “revisão tarifária” as tarifas permanecem congeladas desde junho/2010.

Conclusão: Eu acho que o Balanço veio ruim, é preciso acompanhar a evolução nos próximos trimestres.

Quem quiser ler o relatório inteiro é só acessar:http://www.mzweb.com.br/coelce2011/web/arquivos/Coelce_ER3T11_31102011_ptv3.pdf


Por Cristian Tetzner
PERFIL DA EMPRESA:
-Eleita a Melhor Distribuidora de Energia do Brasil, a Coelce se destaca pela qualidade de desempenho ao ofertar energia para todo o Estado. Sua área de concessão abrange os 184 municípios cearenses, que possuem uma população de mais de 8 milhões de habitantes, em um território de 149 mil quilômetros quadrados.
Sua sede está localizada na capital, Fortaleza, com oito unidades principais, entre centros de serviços e de manutenção, e 201 lojas de atendimento em todo o Estado. É terceira maior distribuidora do Nordeste em volume comercializado de energia, com fornecimento para mais de 2,8 milhões de clientes, dos quais 2,1 milhões são da classe residencial, 5,9 mil da categoria industrial, 151,3 mil comerciais e 35,7 mil institucionais.


Período Analisado: 3T11 -  3o Trimestre de 2.011  ( Julho/Agosto/Setembro )

Link do Balanço:  http://www.mzweb.com.br/coelce2011/web/arquivos/Coelce_ITR3T11_31102011_pt.pdf

Espelho Fundamentus:  http://www.fundamentus.com.br/detalhes.php?papel=COCE5&x=0&y=0

Site do RI:  http://www.mzweb.com.br/coelce2011/web/default_pt.asp?idioma=0&conta=28

PAINEL DE INDICADORES        01/11/11                                                                     SELIC            11,50%
Ativo   R$       PL       VP       GR      DY      LA      Dv       Ml       EB       MS
COCE5             34,68 5,5       2,00     11,1     12,3%  18,1%  0,6       17%     18,1%  85,0%

PONTOS POSITIVOS:
-  A Coelce encerrou o 3T11, com um total de 3.190.497 consumidores, o que representa um crescimento de 4,3% em relação ao mesmo período do ano
anterior
- O volume de energia vendida e transportada pela Coelce atingiu o montante de 2.297 GWh* no 3T11, um incremento de 3,4% em relação ao volume
registrado no 3T10, de 2.221 GWh*.
- Em Assembleia Geral Ordinária – AGO, realizada em 29 de abril de 2011, foi deliberada a distribuição de R$ 332.644.000,00 em dividendos, o que representa um payout ratio de 91% sobre o lucro líquido passível de distribuição (excluindo-se o benefício fiscal da SUDENE) e um dividendo de R$ 4,2726 por ação. Com base na cotação de fechamento do papel COCE5 em 30 de setembro de 2011, de R$ 32,61, esta deliberação representa um dividend yield de 13,1%, cujo pagamento será efetuado até 31 de dezembro de 2011. ( Obrigado! )
- A dívida bruta da Coelce encerrou o 3T11 em R$ 736 milhões, uma redução de 18,4% em relação ao 3T10, que foi de R$ 902 milhões (-R$ 166 milhões). Essa redução está basicamente associada à liquidação da 1º série da 2º emissão de debêntures da Companhia, no montante de R$ 92 milhões, bem como demais amortizações ocorridas no período (principalmente, BNDES e BEI).
-
PONTOS NEGATIVOS
- Os indicadores de qualidade do fornecimento DEC e FEC encerraram o 3T11 em 9,77 horas* e 6,38 vezes*, representando incrementos de 40,4% e 17,7%, respectivamente, em relação ao 3T10. Apesar do incremento, a Coelce mantém indicadores de qualidade entre os melhores do país. ( são indicadores quanto menor melhor, com essa alta, devem gerar descontos futuros, ou seja, é 2 vezes ruim: a) pelo tempo sem fornecer e b) pelo desconto que acarreta ).
- A Receita Operacional Bruta registrada no 3T11 foi de R$ 928 milhões, uma redução de 3,5% em relação ao 3T10, que alcançou no citado trimestre o montante de R$ 962 milhões.
- O EBITDA, no 3T11, alcançou o montante de R$ 183 milhões*, um decréscimo de 20,8% em relação ao 3T10, de R$ 231 milhões. Com esse resultado, a Margem EBITDA da Companhia encerrou o 3T11 em 28,0%*, percentual inferior em 5,91 p.p. comparado ao 3T10.
- No 3T11, o Lucro Líquido totalizou R$ 101 milhões, 32,8% inferior ao 3T10, refletindo uma Margem Líquida de 15,4%.
-
VISÃO ESTRATÉGICA
-  
OPINIÃO DO ANALISTA
- Apesar do ano de 2.011 nos seus 9 meses ter sido péssimo para empresa, climatologicamente falando, do lucro ter caído 13%, o resultado frente ainda é animador e o ativo em bolsa compensou bem a queda. Acho necessário ter um plano para minimizar o efeito climatológico, ao menos no quesito interrupção de fornecimento. 

CURIOSIDADES
- O cenário climatológico no estado do Ceará durante os 9M11 foi particularmente desfavorável para a Companhia, em três aspectos relevantes:
   - (i) o volume de chuvas registrado nos 9M11, de 1.084,7 mm, foi 22,4% superior à média estatística para o mesmo período, de 886,4 mm;
   - (ii) o número de descargas elétricas registrado nos 9M11 foi de aproximadamente de 64 mil raios em todo o estado do Ceará, percentual 51,7% superior ao registrado no mesmo período de 2010, de aproximadamente 42 mil raios e
   - (iii) a temperatura média registrada nos 9M11 em Fortaleza foi de 26,2ºC, percentual -1,2% inferior ao registrado no mesmo período de 2010, de 26,5ºC. Os fatores acima mencionados impactaram negativamente o crescimento do consumo e o consumo per capita na área de concessão da Coelce, bem como os indicadores de qualidade. 
- Os indicadores de produtividade MWh/colaborador e MWh/cliente atingiram, no 3T11, os valores de 1.776* e 0,72*, representando acréscimo de 4,1% e decréscimo de 1,4%, respectivamente, em relação ao 3T10. 
- Pelo 3º ano consecutivo, a Coelce obteve melhor índice nacional de satisfação dos clientes, que atingiu o percentual de 88,4%*, patamar 11,7 p.p* acima do índice médio nacional. Esse índice foi medido pela Pesquisa ABRADEE 2011, que mensurou o ISQP (Índice de Satisfação com a Qualidade Percebida). Também pelo 3º ano consecutivo, a Companhia foi premiada como a melhor distribuidora do Brasil pelo Prêmio ABRADEE 2011.

- DEC (Duração Equivalente de Interrupção por Unidade Consumidora): a duração média em que os consumidores da Companhia tiveram o seu fornecimento de energia interrompido. Medido em horas por período (no caso, horas nos últimos 12 meses).
- FEC (Frequência Equivalente de Interrupção por Unidade Consumidora): a frequência média em que os consumidores da Companhia tiveram o seu fornecimento de energia interrompido. Medido em vezes por período (no caso, vezes nos últimos 12 meses).       


18048 - Barbado - 02/Nov/2011 11:18
COCE 3/5

Analisando o relatório do balanço do 3/tr/11 destaquei os seguintes aspectos que a meu critério merecem reflexão:

1-) Os indicadores de qualidade de fornecimento DEC (duração da interrupção) e FEC (frequência por unidade consumidora) foram de 9,77 horas e 6,38 vezes, representando um aumento de 40,4% e 17,7% respectivamente.

Obs: a revisão tarifária segundo a Aneel dará ênfase a melhoria da qualidade no serviço prestado aos clientes, então esses números não foram bons.

2-) Houve um crescimento de 4,3% no número de consumidores mas houve queda de 3,5% na receita operacional bruta.

3-) O Ebtida e o L.L caíram 20,8% e 32,8% respectivamente em relação ao 3/tr/10.

4-) O número de funcionários (1293) sofreu redução de 0,7%, mas as despesas de pessoal subiram 46,9% (não achei a justificativa no relatório), apesar de que no acumulado dos 9 meses o aumento é de 10,5% em linha com as demais empresas do setor.

5-) Quadro de consumidores:
Residencial convencional.. 874.090 crescimento de 51,7%
Residencial baixa renda.... 1.523.840 decréscimo de 13,2%
Industrial................................. 5.854 crescimento de 0,7%
Comercial............................ 163.019 crescimento de 2,8%
Rural.................................... 342.387 crescimento de 11,9%
Setor Público...........................41.092 crescimento de 5,6%
Consumidores Ativos sem fornecimento....249.956 crescimento de 8,3%

Analisando pelo alto esses números, vemos uma migração grande de clientes de baixa renda para cliente convencional, entretanto essa migração não refletiu no aumento do faturamento da empresa.
Presumo também que esses consumidores “sem fornecimento” estão inadimplentes e tiveram suas contas cortadas.

7-) É interessante notar que a despeito de haver um aumento de 11,9% nas ligações rurais (que exigem altos investimentos) o faturamento neste segmento caiu 19,2%.

8-) Perdas de energia ficaram em linha com o 3/tr/10 ou seja 11,91%, a que se notar aqui também que houve um investimento de 32 milhões para melhorar este índice, presumo que os resultados deixaram a desejar.

9-) Como pontos positivos destaco a redução nos custos gerenciáveis de 14,9% e na dívida líquida de 15,9% passando de 658 milhões para 553 milhões.

10-) Por conta da “revisão tarifária” as tarifas permanecem congeladas desde junho/2010.

Conclusão: Eu acho que o Balanço veio ruim, é preciso acompanhar a evolução nos próximos trimestres.

Quem quiser ler o relatório inteiro é só acessar:http://www.mzweb.com.br/coelce2011/web/arquivos/Coelce_ER3T11_31102011_ptv3.pdf


100283 - paulo_prof - 01/Nov/2011 10:04
Considerando os 9 meses do exercício de 2011, os resultados da Coelce foram todos (excetuando o financeiro) inferiores aos postados no exercício passado:

Receita Líquida: -4,0%
Resultado Bruto: -14,2%
Resultado Financeiro Negativo: -5,2%
Resultado Operacional: -16,5%
Ebitda: -11,6%
Lucro Líquido: -11,1%

O resultado financeiro do 3T11 foi impactado por uma despesa de R$ 14 milhões referente ao estorno/reversão que a Companhia realizou, conservadoramente, da receita decorrente do ajuste atuarial registrado no até junho de 2011. Com base no parecer atuarial que será emitido no final do exercício de 2011, serão realizados
quaisquer ajustes que se façam necessários de acordo com a Legislação em vigor.

Os novos múltiplos, na base anual, são:

COCE3
PREÇO: R$ 33,80
PAYOUT: 70,5%
P/L      6,25
P/VPA            1,81
PSR     0,95
DY      11,28%
EV/EBITDA  4,34
MARGEM BRUTA  24,6%
MARGEM OPERACIONAL          18,1%
MARGEM LÍQUIDA          15,2%
LUCRO POR AÇÃO           R$ 5,408
MARGEM EBITDA 26,5%
DÍVIDA BRUTA/PATRIMÔNIO LÍQUIDO       48,4%
ROE    28,99%
LIQUIDEZ CORRENTE     0,68

Taxas anuais médias nominais de crescimento:
a) do lucro líquido
UA      -10,23%         
U2A    4,66% 
U3A    19,50%          

b) do patrimônio líquido médio

UA      17,14%
U2A    16,31%
U3A    14,10%

Taxa anual média real de crescimento do lucro líquido necessária de um preço justo 30% do que a cotação atual, calculado pela fórmula do FCD, com taxa de desconto real de 10% e perpetuidade de 0%: -7%


85003 - small caps - 08/Ago/2011 21:33
DESTAQUES
*
A Coelce encerrou o 2T11, com um total de 3.156.608 consumidores, o que representa um crescimento de 4,3% em relação ao mesmo período do ano anterior.
O volume de energia vendida e transportada pela Coelce atingiu o montante de 2.126 GWh* no 2T11, uma redução de 2,3% em relação ao volume registrado no 2T10, de 2.177 GWh*.
O cenário climatológico no estado do Ceará durante o 2T11 foi particularmente desfavorável para a Companhia, em três aspectos relevantes: (i) o volume de chuvas registrado no 2T11, de 409,9 mm, foi 9,5% superior à média estatística para o mesmo período, de 374,4 mm (e nos 6M11, +21,2%); (ii) o número de descargas elétricas registrado nos 6M11 foi de aproximadamente de 62 mil raios em todo o estado do Ceará, percentual 50,7% superior ao registrado no mesmo período de 2010, de aproximadamente 41 mil raios e (iii) a temperatura média registrada no 2T11 em Fortaleza foi de 26,2ºC, percentual -2,0% inferior ao registrado no mesmo período de 2010, de 26,7ºC. Os fatores acima mencionados impactaram negativamente o crescimento do consumo e o consumo per capita na área de concessão da Coelce, bem como os indicadores de qualidade.
Os indicadores de qualidade do fornecimento DEC e FEC encerraram o 2T11 em 9,93 horas* e 6,74 vezes*, representando incrementos de 42,7% e 25,7%, respectivamente, em relação ao 2T10. Apesar do incremento, a Coelce mantém indicadores de qualidade entre os melhores do país.
A Receita Operacional Bruta registrada no 2T11 foi de R$ 912 milhões, uma redução de 4,5% em relação ao 2T10, que alcançou no citado trimestre o montante de R$ 955 milhões.
O EBITDA, no 2T11, alcançou o montante de R$ 194 milhões*, um decréscimo de 4,4% em relação ao 2T10, de R$ 203 milhões. Com esse resultado, a Margem EBITDA da Companhia encerrou o 2T11 em 30,2%*, percentual superior em 0,75 p.p. comparado ao 2T10.
No 2T11, o Lucro Líquido totalizou R$ 131 milhões, 7,8% superior ao 2T10, refletindo uma Margem Líquida de 20,4%.
Os indicadores de produtividade MWh/colaborador e MWh/cliente atingiram, no 2T11, os valores de 1.659* e 0,67*, representando decréscimo de 3,0% e de 6,9%, respectivamente, em relação ao 2T10.
Em Assembleia Geral Ordinária – AGO, realizada em 29 de abril de 2011, foi deliberada a distribuição de R$ 332.644.000,00 em dividendos, o que representa um payout ratio de 91% sobre o lucro líquido passível de distribuição (excluindo-se o benefício fiscal da SUDENE) e um dividendo de R$ 4,2726 por ação. Com base na cotação de fechamento do papel COCE5 em 30 de junho de 2011, de R$ 32,20, esta deliberação representa um dividend yield de 13,3%, cujo pagamento será efetuado até 31 de dezembro de 2011.
Pelo 3º ano consecutivo, a Coelce obteve melhor índice nacional de satisfação dos clientes, que atingiu o percentual de 88,4%*, patamar 11,7 p.p* acima do índice médio nacional. Esse índice foi medido pela Pesquisa ABRADEE 2011, que mensurou o ISQP (Índice de Satisfação com a Qualidade Percebida).


74309 - small caps - 19/Mai/2011 12:05
Ilustres, da Empiricus. abaixo.
Não preciso dizer que concordo, não é :)

JHSF: na ponta do lápis, JHSF3 é um buy mais convicto após o guidance e o resultado de 1T11 Apesar da dinâmica de resultados trimestrais da JHSF não necessariamente representar um gatilho às ações, pelo modelo de ciclo longo condicionado ao lançamento de grandes projetos, não consideramos exagerada a alta de 8,8% nos últimos dois pregões. Além do valuation atrativo, tivemos surpresas agradáveis em praticamente todas as linhas do report de 1T11 e, de quebra, a apresentação de um guidance bastante robusto de lançamentos.
Grosso modo, tomamos os números como um belo reforço ao call, seja ele motivado
pelo yield de dividendos parrudo (dado o crescimento exponencial da última linha no primeiro trimestre, para R$ 47,1MM) ou pelo desconto dos papéis em relação ao NAV.
O guidance apresentado pela incorporadora projeta um ritmo mais consistente de lançamentos para o biênio 2011-2012, reservando R$ 2 bilhões de VGV para o intervalo - por si só, a divulgação já mitiga um fator de pressão relevante sobre os papéis, atrelado ao risco de incerteza do mercado quanto à frequência de lançamentos. Somando as partes, encontramos valor próximo de R$ 2,5 bi somente para o business de shoppings (NAV do Cidade Jardim + 3 greenfields) mais o fluxo de caixa líquido a receber dos projetos lançados, para um EV atual da ordem de R$ 1,9 bi, sem incluir (i) os hotéis Fasano e (ii) 13 torres do Horto Bela Vista de Salvador e (iii) o landbank dos loteamentos de larga escala.

Buy COCE5, faça chuva ou faça sol
A Coelce divulgou bons resultados referentes ao primeiro trimestre, em linha com as estimativas de consenso e com o cenário já antecipado pelo management de volumes pressionados pelo período de chuvas acima do normal no Ceará. Os deltas de comparação com o primeiro tri de 2010 foram impactados, mas não vimos corrosão significativa nas margens (-2 p.p.na margem Ebitda), com impacto reduzido da redução da receita líquida (-0,6%) pelo controle visto na linha de despesas (+3% despesas operacionais).
Há de se considerar, ainda, a forte base de comparação – 2010 é tratado como o
melhor ano da história da empresa, e sabe-se que será um desafio repeti-lo,
considerando o aperto na remuneração das distribuidoras no terceiro ciclo de revisão.
Mas o aperto vale para todas, e a disciplina de custos e investimentos credenciam Coelce no novo ambiente regulatório. Não à toa, vira e mexe se especula sobre o interesse da Cemig e de outros players em comprar a companhia, ao passo que a Endesa mantém a controlada ao alcance da mão – não há interesse nem da espanhola, nem da Ersa, italiana que controla a Endesa, em se desfazer do ativo. Pudera: ROE de 40%, negociando a 3,5x Ebitda, um dos melhores dividendos da bolsa e carregando um growth invejável. Vale a pena ter na carteira.


3003 - paulorizzi - 26/Mar/2009 21:49
citação: lsainvestimentosBoa noite SMALL CAPS.
Gostaria de ver sua opinião quanto a COCE5.
Quando entrei na bolsa (01/10/08) escolhi a COCE5 como meu papel do setor elétrico para LP.
"Pelo que li em um relatório, ela irá pagar dividendos de R$3,38. Entrei no site para me informar mas não obtive resposta. Você sabe quando será EX e quando será o pagamento?!"
"Bom, na verdade minha grande dúvida é outra: No caso da Equatorial, a queda do papel após a data EX foi maior que o valor do dividendos pago. Você acha que isso pode ocorrer com a COCE5?! Mesmo que aconteça, estou visando LP, portanto acredito que mesmo tendo uma queda maior que o valor do dividendo ela recupere no médio. Estou pensando em fazer um swing e pegar mais COCE5, gerando assim um dividendo maior e um posicionamento maior em um papel mais defensivo."
Obrigado.
"Como vc mesmo pode observar, ser uma ótima pagadora de proventos não é sinônimo de ótimo relacionamento com investidores. O resultado anual, que estava inicialmente marcado para hoje, foi adiado para amanhã, de manhã."
"Os dividendos relativos ao exercício de 2008 são, de fato, R$ 3,811/ação e deverão ser pagos até o fim do ano. Ainda não há data(s) definida(s)."


2997 - lsainvestimentos - 26/Mar/2009 20:39
Gostaria de ver sua opinião quanto a COCE5.
Quando entrei na bolsa (01/10/08) escolhi a COCE5 como meu papel do setor elétrico para LP.
"Pelo que li em um relatório, ela irá pagar dividendos de R$3,38. Entrei no site para me informar mas não obtive resposta. Você sabe quando será EX e quando será o pagamento?!"
"Bom, na verdade minha grande dúvida é outra: No caso da Equatorial, a queda do papel após a data EX foi maior que o valor do dividendos pago. Você acha que isso pode ocorrer com a COCE5?! Mesmo que aconteça, estou visando LP, portanto acredito que mesmo tendo uma queda maior que o valor do dividendo ela recupere no médio. Estou pensando em fazer um swing e pegar mais COCE5, gerando assim um dividendo maior e um posicionamento maior em um papel mais defensivo."



2656 - small caps - 20/Mar/2009 00:48
"Hoje, belo resultado da SLED4. Abri posição. Reforcei COCE5 também."


2648 - acmmattos - 19/Mar/2009 22:15
10 de 36 -
"Concordo em gênero, número e grau. Uma vez que a empresa paga o dividendo em 3 vezes de qualquer forma, porque multiplicar o dia ""com"" por 3 ou 4, distribuindo-os a cada quadrimestre ou trimestre."
"Em 30ABR2007, dia ""com"" relativo aos R$ 1,45 de dividendos de 2006, a cotação fechou em R$ 15,15. Na data ""ex"", a cotação abriu em R$ 13,48 e fechou em R$ 12,90, ou seja, com um ""gap"" variando entre R$ 1,67 na abertura e R$ 2,25 no fechamento. Note que a perda de cotação no dia ""ex"" foi maior do que o provento."
"Em 28ABR2008, dia ""com"" relativo aos R$ 3,14 de dividendos de 2007, a cotação fechou em R$ 25,50. Na data ""ex"", mais uma vez, a cotação abriu em R$ 21,97 e fechou em R$ 20,23, uma queda entre R$ 3,57 e R$ 4,97, com perda maior do que o provento."
"Se o evento fosse dividido em 4, certamente o fenômeno seria minimizado."
"Aparentemente, há investidores que obtém vantagens ao receber o dividendo (isento de impostos) e a venda posterior do ativo com prejuízo (digamos, um imposto negativo para outras operações)."
13 de 36 -
"citação: fscarpellipaulorizzi, esse desconto acontece, além do fato dos investidores se desfarem da ação do dia ex, tambem porque o valor dos dividendos são sempre descontados do valor da ação. Portanto é normal a ação cair mais que os dividendos pagos. Note-se que o que usualmente acontece é o valor da ação voltar ao seu patamar normal depois de algum tempo, valendo a pena compra-la."
"Ocorre que, no caso específico de COCE5, parece valer mais a pena vender a ação no dia ""com"" e recomprá-la no dia ""ex"" do que ficar com ela para receber os proventos, mesmo considerando os 15% do imposto."


"A maioria das ações cujos proventos são distribuidos em 4 eventos durante o ano, não apresenta o mesmo comportamento (por exemplo, GETI4). A queda da cotação no dia ""ex"" é normalmente menor do que o provento pago, de modo a ser vantagem receber o provento."


2629 - danieljoseaa - 19/Mar/2009 15:22
"Estava pensando sobre eqtl3, coce5 entre outras, mas principalmente as 2 citadas."
"Como elas distribuem seus dividendos 1 vez ao ano, suas cotações do meio até o fim do ano normalmente estão bem abaixo de seus valores próximos à data ex-dividendo, ou seja o cara que não quer ter muito trabalho em análises, pega essas 2 empresas, espera seus resultados do 1° e do 2° trimestre, apenas por prudência para conferir se a empresa continua mantendo a média de lucros, por serem empresas ligadas à energia normalmente isso acontece, compra com valores como presenciamos esse ano eqtl numa media de 10 reais, ficou um bom tempo nessa faixa, coce5 variou um bom tempo entre 16 e 18 reais e pura e simplesmente espera, pois o que acontece é isso que estamos vendo, eqtl 14 e pouco, amanhã é capaz de bater próximo a 15 e coce5 já 21 reais, lá perto do final de abril que é quando vira ex, posso estar enganado mas muito provavelmente estará acima de 25 reais."
"Moral da história, o cara sem muito esforço ganhou em média 50% de retorno em seus investimentos, aí vende espera voltar aos preços de meio do ano e faz a mesma coisa e assim vai...."
"E ainda digo mais, se quiser comprar mais tarde como coce5 hoje, por exemplo, terá um lucro menor do quem comprou no meio do ano, mas 99% de certeza de ter lucro também ,fácil, fácil, em 1 mês talvez aí 20% de lucro com ação batendo por volta de 25 ou 26 reais que foi onde bateu ano passado."
"1 mês lucro de 20%, tá ruim?"
Risco pequeno e grande retorno.
Viajei ou faz sentido?



2627 - WK2007 - 19/Mar/2009 14:16
"Sobre a dívida da Coelce, é importarte levar em conta que a maior parte (42%) é indexada pelo DI, e as fortes quedas da taxa selic trarão impactos positivos para as despesas financeiras da companhia. A parcela da dívida indexada ao dólar é irrelevante."

2618 - small caps - 19/Mar/2009 11:50
"Paulorizzi, COCE5 já anunciou a distribuição de R$ 3,37 por ação em dividendos, na data da assembléia. Belo dividendo e desde 2002 a empresa distribuiu no mínimo 95% do lucro líquido a título de dividendos. A liquidez corrente é afetada por investimentos do ""luz para todos"" e que o governo ainda não tinha repassado os valores. Mas o custo da sua dívida é muito baixa. Não precisa ter caixa elevado, uma vez que não tem investimentos de expansão vultuosos a serem executados."
"No último trimestre o lucro foi superior a expressivos R$ 130 milhões, com a contribuição da contabilização do incentivos fiscais, que não podem ser distribuídos a título de dividendoss."


"É minha maior posição em carteira. E, assim como a EQTL3 passou a empreender alta até a data da distribuição dos proventos, acredito que o mesmo ocorrerá com COCE5."


2615 -paulorizzi - 19/Mar/2009 11:21
"Posso estar enganado, mas me parece que a liquidez meio apertada ocorre por opção da empresa, uma vez que não acredito que, em função de seus ativos, teria dificuldades em conseguir crédito de curto prazo. Parece que vai administrando a situação. meio que ""empurrando com a barriga"". Por exemplo, veja questão dos dividendos relativos a 2007. Embora a empresa tenha sido ""generosa"" ao destinar 100% d lucro líquido ao pagamento de dividendos, ""segurou"" este pagamento enquanto pode. Em princípio, estes dividendos poderiam ter sido pagos até pouco depois de 30DEZ2007. No entanto, a metade dos dividendos devidos só foi paga em 30DEZ2008, um ano depois do fato gerardor."
"De qualquer forma, a liquidez corrente vem melhorando de trimestre a trimestre. Foi 0,75 no 4T07, passou para 0,75 no 1T08, depois para 0,78 no 2T08 e finalmente para 0,85 no 3T08."


"Ruim será se a empresa, este ano, decidir distribuir um percentual muito menor do lucro líquido na forma de dividendos. A minha expectativa é que o lucro por ação em 2008 seja superior a R$ 4,00. Confesso estar muito cético de que toda esta grana seja distribuída. Se distribuírem os R# 3,14 do ano passado já estarei muito satisfeito."


2602 - small caps - 19/Mar/2009 00:32
"jlc, a empresa é por natureza uma excepcional geradora de caixa. O investimento já foi realizado quase todo e para receber pelo serviço prestado, o custo é bem mais baixo."
"O importante é observa que a dívida é perfeitamente ""pagável"", uma vez que custa apenas 1,5 vezes o EBIT e o resultado não deve ser tão afetado pela piora da situação econõmica no país."


"De brinde, desde 2002 paga quase todo o lucro líquido em dividendos :)"



2600 - jlc007 - 19/Mar/2009 00:29
COCE5 não tem uma dívida um pouco elevada comparada a outras do setor ? Liquidez abaixo de 1.


2594 - small caps - 18/Mar/2009 23:40
citação: DiogoafonsoSmall
vale a pena trocar eqtl3 por coce5 agora?
abraco!
"Diogoafonso, hoje considero COCE5 mais atrativa, uma vez que neste ano deverá ter um resultado com possibilidade de ser superior ao do ano passado, em razão do reajuste tarifário. Sua próxima revisão é apenas em 2011."
"A EQTL3, por outro lado, teve parte do lucro ourindo de ganhos não recorrentes e tem uma das controladas com revisão tarifária, que pode baixar os preços praticado na Cemar... Mas não a estou vendendo."
Estou saindo de renda fixa ao poucos e comprando posições seguras como COCE5


2557 - danieljoseaa - 17/Mar/2009 18:41
"citação: WK2007Com a desvalorização das ações da coelce, e a valarorização da equatorial energia, verificadas neste ano, já vale a pena atualizarmos nosso comparativo entre as companhias para verificar qual se apresenta mais atrativa."
"Realmente seria legal uma discussão sobre esse tema, pois a equatorial já soltou seu resultado e vai virar ex-div antes mesmo da coelce soltar o seu balanço."


"Segundo o small o lucro da Coelce pode vir muito bom, será que vale a pena uma troca momentânea de ação, já que quem entrou na eqtl na faixa de 10 reais conta atualmente já com uma belíssima valorização de quase 40%."


2506 - small caps - 15/Mar/2009 00:43
na COCE5:


Resultados a apropriar de incentivos fiscais superiores a R$ 50 milhões até o terceiro trimestre. Não duvido de um lucrinho de uns R$ 130 milhões no último trimestre se cumulado com o ajuste contábil a nova Lei. Só teria que verificar ainda se há baixas de ágio para confirmar. Pode surpreender o mercado ineficiente...


1354 - small caps - 02/Fev/2009 23:02
"Já a COCE5 só tem revisão em 2011 e até lá o lucro deve permanecer muito bom. Acredito em algo entre R$ 60 e R$ 80 milhões de lucro no último trimestre do ano passado, refletindo o aumento tarifário de abril deste ano."


"Quanto a queda das ações apesar dos bons dividendos, há que se considerar o derretimento geral do mercado e, nesta hipótese, cair uns 20% é quase como ""subir""..."


1352 - small caps - 02/Fev/2009 22:56
"(1275) pytulito, A COCE5 tem múltiplos um pouco mais baratos e paga dividendos também de praticamente todo o lucro líquido como a GETI. A diferença é que esta é geradora e a COCE5 distribuidora de eletricidade. A GETI tem um contrato de longo prazo atualizável pelo IGPM para vender energia para a Eletropaulo. Ambas são relativamente atrativas, mas tenho maior peso na COCE. Se for comprar algo de GETI, as ordinárias estão mais baratas."


1280 - paulorizzi - 31/Jan/2009 14:27
"Se a Coelce conseguir repetir, no 4T08, os resultados do 3T08 (não parece fora de questão porque a Celpe, também do Nordeste, conseguiu), deverá distribuir R$ 3,65 de proventos relativos a 2008 (último dia com aprox. 28ABR). Isto corresponde a um excelente DY de 17%, considerando a cotação de fechamento de ontem."

"Ocorre que é altamente provável que no dia ex-direitos, o papel sofra uma queda maior do que o valor destes proventos (vide histórico abaixo)."

"Moral da história: só tem sentido encarteirar este papel para o longo prazo, visando aproveitar de seus ótimos rendimentos."

1229 - small caps - 25/Jan/2009 23:54
"Ilustres, como tinha dito antes, faria algumas considerações sobre EQTL3 e COCE5, ambas ótimas oportunidades de garantir bons dividendos."
"Com os indicadores bem trazidos pelo paulorizzi, a EQTL3 está mais barata que a COCE5. Os detalhes são os seguintes:"
"A EQTL3 tem maior garantia ao acionista em caso de alienação de controle, pois negocia no novo mercado;"
"Uma das participações da EQTL3 tem prazo previsto de encerramento da concessão (CEMAR) em 2015, tendo maior risco no curto prazo. O mercado acredita que haverá renovação de todas as concessões, até em razão de a maioria ser de empresas controladas pelo Estado. Mas, risco é risco. Pelo lado bom, a Cemar teve aumento de quase 11% nas tarifas este ano e isto deve contribuir para manter a boa lucratividade."
"A Light, que também é uma das participaões da EQTL3 tem perda alta de energia, até pelos furtos que acontecem no Rio e isto diminui o seu potencial de lucratividade."
"Por fim, empresas que estão ampliando o negócio, com a compra de novas participações (Geranorte) sempre embute um risco adicional até que o negócio passe a trazer lucros."
"A COCE5, por sua vez, além do histórico de pagamento de 100% do lucro em dividendos, tem maior prazo de concessão e a próxima revisão tarifária, que geralmente reflete em prejuízos na receita, é apenas em 2011. Ou seja, tem maior previsibilidade na receita e lucros e o resultado do quarto trimestre muito provavelmente será superior ao do ano passado, em razão do aumento da tarifa praticada pela empresa este ano, com autorização da ANEEL. Tem uma das menores perdas de energia, que é um item gerenciável do balanço e que permite o aumento do lucro."
"Portanto, em termos de risco, COCE5 é mais previsível e tem menos fatores no curto prazo que podem prejudicar o lucro."


"Mas, como disse, atualmente a diferença de preços parece compensar uma posição igual ou levemente superior em EQTL3."


947 - small caps - 14/Jan/2009 23:23
"ALTOBELLI9, a COCE5 continua sendo uma ótima opção para aquisição de companhias que pagam bons dividendos. O fato de o preço estar em R$ 21,00 não significa necessariamente que está mais cara que uma companhia que esteja a R$ 5,00, por exemplo. O valor de mercado é a multiplicação do número de ações pelo preço unitário por ação que, nos exemplos citados, é R$ 21,00 ou R$ 5,00."


Bancos médios como PINE4 e BICB4 continuam pagando proporcionalmente ótimos dividendos também. A TGMA3 era outra exemplo. A EZTC3 vai melhorar o indicador com o lucro do último ano e a CTSA3 deve melhorar neste quesito. Outras elétricas como CEPE5 e ELPL6 também são opções.



845 - small caps - 10/Jan/2009 01:21
COCE5 promete um dividendo de uns 15% no preço atual, a ser anunciado no balanço anual ou até o final de abril. Como a renda fixa paga líquidos 11% (e vai cair), ainda há espaço para valorizações."


648 - small caps - 14/Dez/2008 22:43
COCE5 é atualmente uma das distribuidoras mais eficientes do país e remunera muito bem o acionista, com diversos anos pagando 100% do lucro em proventos. Neste quesito é melhor que a EQTL3. Mas como esta última anda mais barata nos múltiplos, isto acaba ""empatando"" a atratividade."


"A dívida das distribuidoras não costuma gerar grandes problemas, salvo péssima administração. Isto porque é contraída em grande parte junto ao BNDES com juros camaradas e à Eletrobrás, também com taxas subsidiadas para programas de governo. Tais empresas tem como característica investimento intensivo de capital e posteriormente forte geração de caixa."



635 - WK2007 - 13/Dez/2008 18:01
"Entre Coelce e Equatorial, prefiro esta, pois tem melhor governança corporativa e um controlador de peso, que é a PCP, liderada por Gilberto Sayão, do UBS Pactual. Tem apenas ações ordinárias, favorecendo os minoritários em caso de venda e gerando maior liquidez."

479 - small caps - 03/Dez/2008 00:01
"(464), ALTOBELLI9, no setor elétrico, para receber bons dividendos, continua interessante a COCE5 (já esteve ainda mais)... Deve lucrar mais uns R$ 70 milhões no quarto trimestre, o que gerará, mantida a tradição de distribuir 100% do lucro líquido, uns DY entre 17 e 20%."

Um comentário:

Anônimo disse...

Prezados colegas, acerca da Coelce, o jornal Valor Econômico publicou nessa sexta feira um estudo feito por alguns bancos brasileiros do possível impacto que a próxima revisao tarifária da empresa geraria no desempenho de seu lucro líquido. Segundo tais banco ( itaú, bradesco e santander) pela simulaçao que eles fizeram, com a próxima revisao tarifária o lucro líquido da coelce cairia em pelo menos 50%. Achei um absurdo, mas como foi publicado no jornal valor econômico, fiquei com uma pulga atrás da orelha. Acho um impacto muito alto para uma revisao tarifária. Alguns dos senhores tem outra informaçao?