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segunda-feira, 11 de agosto de 2008

Cruzeiro do Sul (CZRS)




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161716 - marcelio2 -  28 Dez 2012, 14:39
Muito bom dia a todos.

Último pregão do ano hoje. Ótima oportunidade de repensar os erros e corrigir o rumo em 2013.

A matéria abaixo é um ótimo meio de visualizar que, talvez, algumas dessas listadas abaixo podem fazer um caminho diferente no ano que vem e se os preços atuais, se mostrarem uma grande "oportunidade" de investimento.

Lembrando que devemos comprar empresas boas e grandes em momentos difíceis e com bom desconto na cotação. Depois é ter tranquilidade e surfar na onda da alta quando os ventos virarem a seu favor.

O timing da "entrada" é o que faz a diferença de um bom investimento ou prejuízo certo. Cabe a todos estudar um pouco e garimpar as oportunidades que as crises oferecem. Boa sorte a todos nas suas decisões.

De falências até blue chips, veja os maiores micos da bolsa em 2012

Empresas como Mundial, Pet Manguinhos, OGX, HRT e Eletrobras apareceram como más apostas para os investidores; Facebook foi o destaque negativo internacional

Por Lara Rizério |9h42 | 28-12-2012 A A A

SÃO PAULO - O ano de 2012 foi bastante movimentado para aqueles que detinham ações de algumas empresas que acabaram se tornando "micos". Dentre elas, estiveram papéis de empresas que decretaram falência ou foram liquidadas até grandes companhias que sofreram com alto endividamento ou com uma produção bem abaixo da esperado pelo mercado.

Veja abaixo as ações que mais se destacaram - mesmo que negativamente - e que viraram notícia no ano que está acabando:
[...]
8. Cruzeiro do Sul: rombo e falência prejudicam acionistas

O caso do banco Cruzeiro do Sul foi um dos mais emblemáticos para os seus investidores, uma vez que as ações da instituição passaram de fortes quedas em meio às suspeitas de um rombo bilionário até fortes altas devido aos rumores de compradores interessados na companhia. Contudo, por não ter encontrado nenhum comprador, a liquidação financeira do Cruzeiro do Sul aconteceu, fazendo com que os acionistas fossem os mais prejudicados, uma vez que são os últimos a serem contemplados com a liquidação.

No começo de junho, os papéis da companhia tiveram forte volatilidade, em meio ao decreto do Banco Central para que ele intervisse no Cruzeiro do Sul, inicialmente por 180 dias. Posteriormente, a autoridade monetária brasileira indicou que a instituição estava sendo investigada desde 2011, devido à uma sinalização de anormalidade, com "maquiagem dos balanços" e a divulgação posterior de um rombo de R$ 3,1 bilhões.

Após a volta das negociações da companhia, elas passaram de fortes quedas a expressivas altas, em meio a indicações de que BTG Pactual (BBTG11), Bradesco (BBDC4) e Santander (SANB11) estariam estudando comprar o banco. Contudo, nada disso de fato se concretizou, mas levaram a uma forte alta de 45% três dias antes do banco ser liquidado, o que gerou bastante descontentamento aos acionistas que seriam os últimos a receber.

Atualmente, o ex-presidente da instituição, Luís Octávio Índio da Costa, está em liberdade, após ter ficado cerca de um mês no cadeião de Pinheiros em meio às investigações sobre os crimes cometidos pelo Cruzeiro do Sul. Além de uma fraude de R$ 1,6 bilhão na carteira de crédito, o Cruzeiro do Sul tem um "passivo oculto" impossível de quantificar, de acordo com informações da Istoé Dinheiro. São multas da Receita Federal, que totalizam R$ 1,2 bilhão, mas que podem aumentar, por sonegação em empresas prestadoras de serviços ao banco.

CZRS4 em 2012: -81,89% até 13 de setembro (última dia de negócios na Bovespa)
[...]

121496 - paulo_prof - 20/Mar/2012 22:13
CZRS4

PREÇO: R$ 13,47
PAYOUT (2011): 44,1%

Múltiplos relativos aos últimos 12 meses

P/L      13,29
P/VPA            1,52
DY      3,32%
LUCRO POR AÇÃO           R$ 1,014
ROAE 11,4%
ROAA            1,20%
CRÉDITOS INADIMPLENTES     27.309
CRÉDITOS INADIMPLENTES/OPERAÇÕES DE CRÉDITO  1,44%
PDD/OPERAÇÕES DE CRÉDITO            6,21%

Taxas anuais médias nominais de crescimento:

a) do lucro líquido
UA      -9,46%           
U2A    29,46%          
U3A    -8,47%           

b) do patrimônio líquido médio
UA      5,40%
U2A    6,47%
U3A    1,82%

Taxa de crescimento anual média real do lucro líquido durante 3 anos para que o preço justo calculado pela fórmula do FCD com perpetuidade real nula e taxa de desconto real de 10% seja 50% superior ao preço atual: +28%

107596 - small caps - 19/Dez/2011 10:57
Faz tempo que vendi as ações de CZRS4... Justamente porque achava a contabilidade "meio estranha", especialmente aquela pesada diferença das contabilidade da companhia e do consolidado...

2 anos depois, tem mais gente achando a mesma coisa:

Cruzeiro do Sul paga dividendo sobre lucro
contestado pela KPMG
Por Nelson Niero e Carolina Mandl | De São Paulo
O Banco Cruzeiro do Sul pagou R$ 5,5 milhões aos acionistas no dia 12. Havia pago R$ 5,5 milhões no dia 5. Duas parcelas em dezembro, somando dez no ano - R$ 60,5 milhões depositados nas contas dos acionistas com base nos balanços apurados em 2011. Até setembro, o lucro líquido foi de R$ 116, 5 milhões, pelos números divulgados em 15 de novembro.
Apesar de nunca ter deixado de remunerar os investidores desde 2007, quando abriu o capital, o banco deparou-se neste ano com algo inusitado. O lucro divulgado pelo banco foi contestado pelo seu auditor independente, a KPMG.
Logo em seguida, a agência de classificação de risco Moody's rebaixou a nota do banco.
Em todos os anos anteriores, o Cruzeiro do Sul obteve lucro no balanço da controladora, o que é usado para pagar proventos aos acionistas.
O estatuto social do Cruzeiro do Sul prevê o pagamento de um dividendo anual obrigatório não inferior a 25% do lucro líquido anual. Também prevê pagamento de dividendos intermediários, usando balanço patrimonial semestral ou reservas de lucros. Estes, além dos juros sobre o capital próprio, entram no cálculo do dividendo mínimo obrigatório. Desde 2008, os pagamentos ficam acima de 40%.
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Em documentos enviados à Comissão Valores Mobiliários (CVM), o banco lembra que poderá capitalizar ou reter o lucro para compensar prejuízo. "Podemos não pagar dividendos aos nossos acionistas em qualquer exercício social se nossos administradores manifestarem ser tal pagamento desaconselhável diante de nossa situação financeira", informa o banco.
Os sinais de que a situação talvez não seja propícia à distribuição de resultados podem ter escapado à administração do banco.
Além dos problemas de liquidez dos bancos médios depois da crise de 2008, o Banco Central começou em janeiro de 2010 uma investigação sobre transações feitas nos balanços de 2008 e 2009. Três meses depois a CVM iniciou sua própria apuração do caso. Agora, foi a vez do auditor e da Moody's acenderem o sinal amarelo.
O Cruzeiro do Sul preferiu não conceder entrevista para explicar seus critérios de distribuição de lucros. Apenas explicou por meio de uma nota que "define sua política de dividendos referente à distribuição de resultados antes do respectivo exercício".
O problema apontado pela KPMG em seu relatório sobre as demonstrações financeiras é que a administração do banco "revisou a metodologia" de cálculo da provisão para crédito de liquidação duvidosa (a reserva para cobrir os calotes, em língua corrente) e descobriu que ela deveria ser R$ 197 milhões maior. O banco reconheceu o "erro", mas adiou para o quarto trimestre o registro contábil, que resultaria num prejuízo.
A postergação se deve ao fato de a administração do Cruzeiro do Sul acreditar que a venda de carteiras de crédito para investidores, uma medida que está em curso, produzirá "resultados positivos consistentes e suficientes para já no quarto trimestre (...) compensar os efeitos negativos do aumento da provisão para créditos de liquidação duvidosa", segundo as notas explicativas do balanço.
A auditoria discorda. "É nossa avaliação que os respectivos efeitos decorrentes da revisão da metodologia de cálculo da provisão de crédito de liquidação duvidosa deveriam ser registrados a partir do trimestre findo em 30 de setembro de 2011", diz o auditor Francesco Luigi Celso. "Assim sendo, o valor do patrimônio líquido e do resultado líquido do trimestre e período de nove meses (...) estão apresentados a mais, em aproximadamente, R$ 118 milhões, líquido dos efeitos tributários."
Apesar de o adiamento das reservas para o calote ter gerado um lucro que, segundo o auditor, não existiu, isso não deve se transformar em uma exigência de republicação dos números por parte do Banco Central. A autoridade só obriga os bancos a publicar balanços anuais e semestrais. É um respaldo que o Cruzeiro tem, já que o balanço do terceiro trimestre foge da exigência. Se os números estiverem corrigidos no fim do ano, para o Banco Central é o que basta.
Só que, além de ser regulado pelo Banco Central por ser uma instituição financeira, o Cruzeiro do Sul também está sob a supervisão da Comissão de Valores Mobiliários (CVM) como companhia de capital aberto, com ações negociadas em bolsa. Com um cronograma diferente do BC, o regulador do mercado exige a publicação de balanços trimestrais.
A CVM informou que "acompanha e analisa as operações envolvendo companhias abertas e adota as medidas cabíveis, quando necessário" e que "não se pronuncia sobre casos específicos".
Logo depois da publicação do balanço, a Moody's rebaixou a nota do banco por conta do "enfraquecimento da flexibilidade financeira, conforme sugerido por resultados e índices de capitalização voláteis, e os desafios enfrentados pela franquia de negócios do banco desencadeados pela intensa competição em seu mercado principal".
A Moody's também observou os "desafios que o banco enfrenta para adequar suas fontes de captação e os custos relacionados a uma carteira de longo prazo em um momento de elevada volatilidade nos mercados de captação".
Nas duas semanas seguintes ao relatório, o banco anunciou os dividendos que seriam pagos em dezembro. Entre os dois pagamentos, o banco publicou outra demonstração financeira, desta vez usando as normas internacionais de contabilidade, conhecidas como IFRS, na sigla em inglês (uma liberalidade da companhia, e ponto para sua governança, já que não é obrigada pelo Banco Central). Desta vez, o resultado foi um prejuízo de R$ 36,3 milhões nos nove meses, sem ressalva do auditor.
Como denota um erro no balanço, a ressalva é rara, principalmente em companhias com ações em bolsa - ou pelo menos aquelas consideradas de primeira linha.
O Cruzeiro do Sul está no Nível 1 da BM&FBovespa, a porta de entrada do "segmento diferenciado de governança", que ainda tem o Nível 2 e o Novo Mercado (diferenciado das empresas que seguem apenas a legislação em vigor). Entre as 38 empresas do Nível 1 - das quais dez são instituições financeiras -, só vieram com ressalvas nos balanços do terceiro trimestre o Cruzeiro do Sul e o PanAmericano, ex-banco de Silvio Santos que teve que ser resgatado depois que o BC descobriu uma fraude bilionária.
O auditor costuma ser um bom bode expiatório para reguladores e investidores. Assim como as agências de classificação de risco, os auditores têm que viver com um conflito inerente: são pagos por quem fiscalizam, o que tornaria difícil uma relação independente. Além disso, ambos têm longos históricos de casos em que aparentemente não estavam onde deveriam estar. Então, os sinais de aviso sobre o Cruzeiro do Sul poderiam ser vistos como um avanço.
Mas a história é mais complexa. Em abril, a KPMG e dois de seus sócios de auditoria concordaram em pagar R$ 1 milhão para a Comissão de Valores Mobiliários (CVM) para encerrar um processo por supostas infrações encontradas nas operações realizadas pelo Cruzeiro do Sul com direitos creditórios e fundos da instituição.
As transações foram realizadas em 2008 e beneficiaram o próprio banco, gerando lucro artificial no balanço daquele ano. Para a CVM, os profissionais que fizeram a auditoria dos fundos envolvidos nas operações deveriam ter feito uma ressalva no parecer do auditor.
A KPMG se comprometeu a pagar R$ 400 mil, e os profissionais que assinam os balanços dos fundos, R$ 300 mil cada um. Com o termo, não há julgamento, nem presunção de culpa dos acusados.
Ricardo Anhesini Souza, um dos sócios citados, disse na época à repórter Graziella Valenti que foram seguidas as regras do setor na emissão dos documentos e das avaliações. "O parecer não é um documento livre, no qual se escreve o que quiser. Existem regras e nosso entendimento é de que elas foram seguidas."
Um ano antes, a CVM já havia obrigado o Cruzeiro do Sul a republicar o balanço de 2008.
Agora, mais uma vez, o problema no balanço do Cruzeiro gira em torno dos fundos de direitos creditórios. Mais precisamente sobre a forma como o banco contabilizava as provisões feitas para os créditos que estão dentro do fundo. Quase que 100% da carteira de crédito do Cruzeiro do Sul, de R$ 8 bilhões, é mantida em seu balanço por meio de cotas de fundos de direitos creditórios. (Colaborou Juliana Ennes, do Rio)

Análise Coin Valores
O Banco Cruzeiro do Sul S.A. (Banco) é um Banco Múltiplo que opera com a carteira comercial, de investimento, inclusive pratica operações de câmbio e é líder do Conglomerado Cruzeiro do Sul, que também inclui as seguintes entidades: Cruzeiro do Sul S.A. Corretora de Valores e Mercadorias; Cruzeiro do Sul S.A. Distribuidora de Títulos e Valores Mobiliários; BCS Seguros S.A.; Cruzeiro do Sul S.A. Companhia Securitizadora de Créditos Financeiros; Cruzeiro do Sul Comercial, Importadora e Exportadora Ltda, atual denominação da Cruzeiro do Sul Imobiliária, Comercial, Importadora e Exportadora Ltda (alteração contratual em 24 de agosto de 2010) e

Companhia Promotora de Vendas - Proveban.

RETROSPECTIVA 2010
Em 2010 nossa produção de ativos de crédito consignado foi superior à nossa previsão. A produção não abandonou nossa estratégia de qualidade e liquidez, tanto relativas a crédito pessoal consignado, como a empréstimos para pequenas e médias empresas (middle market), não dispensando a forma seletiva que vem sendo praticada em nossa produção de ativos, sempre concentrando os esforços no desenvolvimento de operações com retornos mais atraentes e de baixo risco de crédito.

PERSPECTIVA 2011
Projetamos para o futuro um crescimento de nossa produção de crédito consignado acompanhando a sazonalidade do produto e as tendências do mercado, sempre observando oportunidades de incremento de nossa fatia de mercado. Para isso o banco mira principalmente no seu crescimento de forma orgânica, e vem fazendo investimentos tanto de pessoal como em tecnologia, objetivando estar pronto para o crescimento planejado para o futuro próximo.



RELATÓRIO DA ADMINISTRAÇÃO
Submetemos à apreciação de V.Sas., as demonstrações financeiras do Banco Cruzeiro do Sul S.A. (Banco) e do Banco Cruzeiro do Sul S.A. e suas controladas (Consolidado), correspondentes ao período encerrado em 31 de Março de 2010, elaborado a partir de diretrizes contábeis emanadas da Lei das Sociedades por Ações para a contabilização das operações, associadas às normas e instruções do Conselho Monetário Nacional (CMN), do Banco Central do Brasil (BACEN), da Comissão de Valores Mobiliários (CVM) e da Superintendência de Seguros Privados (SUSEP).
Cenário Macroeconômico e Contexto Conjuntural
No primeiro trimestre de 2010 mantivemos a estratégia de crescimento de ativos de crédito não abandonando a atenção quanto à liquidez principalmente neste momento em que a economia européia apresenta forte demonstração de debilidade e influencia de contaminação ao setor bancário internacional diferentemente do Brasil; apresentamos uma produção de credito consignado em linha com a tendência do produto. Nossa produção de ativos tanto relativos a créditos pessoais com consignação em folha de pagamento como a empréstimos para pequenas e médias empresas não dispensou a forma seletiva que vinha sendo praticada concentrando os esforços no desenvolvimento de operações com retornos mais atraentes.
O primeiro trimestre de 2010 foi marcado, inicialmente, pela continuidade do processo de normalização da atividade nos mercados financeiros internacionais e, mais recentemente, por certo aumento na volatilidade dos preços dos ativos, ainda que a percepção de risco sistêmico permaneça limitada. Esses desenvolvimentos podem ser atribuídos a questões fiscais em economias maduras, notadamente na Europa. Sob essas condições, houve certa moderação na demanda por ativos de risco, como evidenciado pelo comportamento dos mercados financeiros internacionais. Por outro lado, diante das preocupações fiscais na área do Euro, o destaque no mercado de moedas continuou sendo a depreciação do euro.
Esse movimento nos sinaliza para uma expectativa de aperto de liquidez em função dos movimentos que poderão advir no mercado global.
Sob essas visões, mantivemos o controle das despesas relativas à nossa operação, monitoramento da liquidez e também quanto ao custo dos recursos captados visando maximização dos “spreads”. As despesas administrativas e de pessoal continuaram sendo monitoradas buscando a adequação do banco às novas condições de mercado e apresentam um índice de eficiência no período de 49,2%. Cabe salientar que nossas despesas administrativas foram impactadas pelas despesas não recorrentes referentes ao processo de nova emissão de ações do banco no valor de R$ 1,0 milhão. Excluindo-se estas despesas nosso índice de eficiência no período seria de 48,4%.
As captações através de DPGEs (Depósitos a prazo com garantia especial) continuam nos proporcionando captações de recursos consistentes tanto em volume como em termos de prazo e preço, e em conjunto com as nossas captações no exterior vêem reduzindo nossa dependência de cessão de ativos a outras instituições financeiras. Este aumento das captações à prazo tanto em moeda nacional como estrangeira vem possibilitando a manutenção de maior volume de ativos em carteira sem, contudo, dispensar o relacionamento com as instituições financeiras parceiras com o objetivo de cessão de ativos de crédito como fonte de recursos com patamares de preço e prazo compatíveis com a nossa operação.
Nossa política e os procedimentos para classificação contábil e divulgação de operações de venda ou de transferência de ativos financeiros estão de acordo com a Resolução nº 3.809. Esta nova resolução postergou para Janeiro de 2011 o cumprimento da Resolução 3.533, e obriga os bancos que a adotaram a voltar seus procedimentos contábeis para as normas existentes antes de sua adoção. Assim, o Banco Cruzeiro do Sul apresenta os números do primeiro trimestre baseado nessa nova metodologia contábil, onde as receitas e despesas oriundas das cessões com retenção de risco voltam a ser apropriadas de maneira antecipada e não mais pelo prazo remanescente da operação. Assim o resultado contábil volta a ser impactado pelas receitas antecipadas de cessão. Porém, nossa estratégia visa à manutenção de ativos no balanço tanto quanto for possível mantendo as cessões dentro do estritamente necessário para nossas necessidades de recursos, reduzindo este impacto e conseqüentemente uma oscilação da lucratividade quando a Resolução nº 3.533 vier a ser aplicada.
Resultante desta prática, o lucro líquido no primeiro trimestre de 2010 foi de R$ 39,67 milhões.
O Patrimônio Líquido no período alcançou R$ 1.092,52 milhões, 6,3% superior ao patrimônio líquido no mesmo período de 2009 (R$ 1.028,0 milhões).
A nossa disponibilidade em caixa em 31 de março de 2010 era de R$ 737,6 milhões, representando 67,5% do patrimônio líquido no encerramento do trimestre.
Resultado no Período
O lucro líquido no primeiro trimestre de 2010 foi de R$ 39,67 milhões resultado inferior ao apresentado no quarto trimestre de 2009 (R$ 41,1 milhões) em 3,48%, e revertendo a perda de R$ 21,8 milhões do primeiro trimestre de 2009 devido aos efeitos da crise internacional de liquidez e a adoção antecipada da resolução 3.533 do Bacen. A comparação do resultado apresentado no primeiro trimestre de 2010 com o primeiro e o quarto trimestre de 2009 é prejudicada devido à diferença nos procedimentos contábeis (adoção da Resolução nº 3.533 a partir de novembro de 2008, e adoção da Resolução nº 3.809 a partir de novembro de 2009 ) utilizados nos períodos analisados.
Atos Societários e Eventos Relevantes
BANCO CRUZEIRO DO SUL S/A
I – ASSEMBLÉIAS GERAIS (“AG”):
A Companhia não realizou Assembléias no 1º trimestre do ano de 2010.
II – REUNIÕES DO CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO (“RCA”):
- RCA, realizada em 29 de janeiro de 2010, deliberando acerca do pagamento aos acionistas da Companhia no montante bruto de R$ 15.500.000,00 (quinze milhões e quinhentos mil reais) à título de juros sobre capital próprio calculados sobre o patrimônio líquido apurado no balanço da Companhia levantado em 31/12/2009, e referente ao exercício de 2009.
- RCA, realizada em 01 de fevereiro de 2010, deliberando acerca da aprovação do relatório quantitativo e qualitativo de atuação da Ouvidoria da Companhia, referente ao segundo semestre de 2009.
- RCA, realizada em 12 de março de 2010, deliberando acerca: (i) da apreciação das demonstrações financeiras referente ao exercício findo em 31.12.2009, acompanhados do relatório da Administração, parecer dos Auditores Independente e relatório do Comitê de Auditoria; (ii) da autorização da divulgação das demonstrações financeiras referente ao exercício findo em 31.12.2009, acompanhados do relatório da Administração, parecer dos Auditores Independente e relatório do Comitê de Auditoria, submetida pela Diretoria e revisada pelo Comitê de Auditoria.
- RCA, realizada em 22 de março de 2010, deliberando acerca da aprovação da prorrogação do Instrumento Particular de Troca de Parâmetros – SWAP nº SW 1353/09, celebrado em 23 de março de 2009 entre a Companhia e o Banco BTG Pactual (sucessor do Banco UBS Pactual S.A.).
- RCA, realizada em 30 de março de 2010, deliberando acerca: 1. Aprovar os documentos e informações dispostos nas Instruções CVM nº 480 e 481, os quais serão disponibilizados aos Acionistas para apreciação e deliberação na Assembléia Geral Ordinária e Extraordinária a ser realizada em 30 de abril de 2010; 2. Em decorrência da deliberação 1 aprovar a divulgação dos documentos e informações supracitados mediante remessa à CVM - Comissão de Valores Mobiliários, BM&FBOVESPA S.A. - Bolsa de Valores, Mercadorias e Futuros, e por meio de sistema eletrônico na página da Companhia (www.bcsul.com.br);
.
III - REUNIÕES DA DIRETORIA (“RD”):
- RD, realizada em 29 de janeiro de 2010, deliberando acerca do encaminhamento ao Conselho de Administração da Companhia de proposta de pagamento aos acionistas da Companhia a títulos de juros sobre capital próprio (“JCP”), no montante bruto de R$ 15.500.000,00 (quinze milhões e quinhentos mil reais), calculados sobre o Patrimônio Líquido apurado no balanço da Companhia levantado em 31.12.2009, a ser imputado aos dividendos mínimos obrigatórios referente ao exercício social de 2009.
- RD, realizada em 12 de março de 2010, deliberando acerca: (i) nos termos dos incisos V e VI do artigo 25 da Instrução CVM nº 480, de 07 de dezembro de 2009 acerca do parecer dos auditores independentes e demonstrações financeiras referentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2009; (ii) submeter, ao Conselho de Administração, as demonstrações financeiras referentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2009, para aprovar a divulgação das mesmas mediante remessa à CVM - Comissão de Valores Mobiliários, BM&FBOVESPA S.A. - Bolsa de Valores, Mercadorias e Futuros.
- RD, realizada em 30 de março de 2010, deliberando acerca da submissão aos Membros do Conselho de Administração dos documentos e informações dispostos nas Instruções CVM nº 480 e nº 481, de 07 de dezembro de 2009, os quais serão disponibilizados aos Acionistas para apreciação e deliberação na Assembléia Geral Ordinária e Extraordinária a ser realizada em 30 de abril de 2010; 
CRUZEIRO DO SUL S/A CORRETORA DE VALORES E MERCADORIAS
A Companhia não realizou atos societários no 1º trimestre do ano de 2010.
CRUZEIRO DO SUL S/A DTVM
A Companhia não realizou atos societários no 1º trimestre do ano de 2010.
Políticas de Crédito
Negócios de baixo valor individual, redução do prazo médio e fixação no crédito consignado em folha de pagamento para beneficiários do INSS e funcionários públicos foram realizados com rapidez, segurança e rentabilidade, configurando qualidade e liquidez necessária com a composição segura da aplicação dos ativos, requisitos que constituem a base da política de crédito do Banco.
Para o segmento de pequenas e médias empresas, o foco em operações de curto e médio prazo, com garantia de recebíveis e atuação em áreas econômicas que apresentem sustentabilidade operacional e futuro consistente.
Operações de Crédito
A carteira de crédito, incluindo avais e fianças, títulos e créditos a receber e cotas subordinadas de FIDCs, existentes na rubrica de Títulos e Valores Mobiliários (TVM), atingiu R$ 4,824 bilhões divididos em: R$ 4,402 bilhões de crédito pessoal consignado, R$ 116,7 milhões de operações financiadas através do cartão de crédito consignado, e R$ 306,0 milhões no segmento de pequenas e médias empresas. O crescimento apresentado é de 6,0% comparado ao 4T09 (R$ 4,553 bilhões), e 40,0% superior ao mesmo período de 2008 (R$ 3,447 bilhões).
O volume de crédito total, contando com os montantes cedidos para outras instituições financeiras e cotas “sênior” de FIDCs, alcançou um valor de R$ 6,146 bilhões, apresentando um crescimento de 9,2% se comparado ao mesmo período de 2008 (R$ 5.626 bilhões).
O saldo de cessão de crédito para outras instituições financeiras e cotas sênior de FIDCs representou 21,5% da carteira total no 1T10, contra 21,4% no 4T09. Salientamos que tanto os ativos de crédito disponíveis no balanço como em cotas subordinadas de FIDCs, existentes na rubrica de TVM, estão disponíveis para cessão de crédito para outras instituições financeiras, como alternativa de liquidez imediata.
Crédito Consignado
O mercado de crédito consignado público mantém o desempenho dos últimos trimestres apresentando um crescimento entre dezembro de 2009 e março de 2010 de 7,0%, e entre março de 2009 e março de 2010 de 39,1%, crescimento muito além do apresentado pelo crédito pessoal total no mesmo período que foi de 25,1%. Esse desempenho comprova que atualmente o crédito pessoal consignado é um importante instrumento para o crescimento do crédito pessoal no Brasil, representando 60,8% do total de crédito pessoal no País (R$ 189,0 bilhões).
No primeiro trimestre de 2010 a produção de crédito pessoal consignado do Cruzeiro do Sul somou R$ 793,13 milhões. A média mensal no trimestre foi de R$ 264,38 milhões. A produção do primeiro trimestre de 2010 foi 12,2% inferior ao quarto trimestre de 2009 (R$ 903,1 milhões) e se encontra em linha com a sazonalidade histórica do produto. Esta produção é 27,5% superior ao mesmo período do ano passado (R$ 622,3 milhões).
Nossa produção mantém o foco no desenvolvimento de operações nos códigos mais atraentes, manutenção dos níveis estratégicos de liquidez e manutenção da demanda por este tipo de crédito pessoal.
A carteira de crédito consignado atingiu R$ 4,4 bilhões no 1T10, um crescimento de 42,1% comparado com o mesmo período de 2009 e 6,1% comparado com o 4T09.
Cartão de Crédito Consignado
O saldo alcançou R$ 116,7 milhões, valor 75,4% superior ao mesmo período em 2009. O número de cartões ativos alcançou 370.162 cartões, quantidade 3,42% inferior ao mesmo ao quarto trimestre de 2009 (383,3 mil). O número de clientes ativos que estão financiando seu saldo devedor representa a 76,2% do total, com taxa média em 31 de março de 2010 de 4,12% ao mês.
O Banco Cruzeiro do Sul atualmente possui 163 entidades e o INSS operando através do cartão de crédito consignado. Continuamos na busca de novos instrumentos para a distribuição do crédito consignado nos segmentos de negócio existentes, seguindo o sucesso do cartão de crédito consignado.
Crédito para Pequenas e Médias Empresas
No primeiro trimestre de 2010 o segmento de middle market encerrou com uma carteira financiada R$ 306 milhões, 10,7% superior ao quarto trimestre de 2009 (R$ 276,3 milhões), e 7,7% superior ao mesmo período de 2008 (R$ 284,1 milhões). Os valores apresentados para a carteira de middle market estão em linha com a estratégia adotada pelo Banco para este segmento de negócios.
A área de middle market do Banco mantém uma postura conservadora em relação à concessão deste tipo de crédito. No 1T10 continuamos incrementando a qualidade dos recebíveis descontados bem como controlando os prazos das operações a níveis aceitáveis
Captação de Recursos
A captação de recursos do Banco Cruzeiro do Sul no mercado nacional é feita junto a investidores institucionais, pessoas físicas e jurídicas. Os instrumentos usados para estas captações são: depósitos a prazo com e sem garantia do Fundo Garantidor de Crédito (DPGE), depósitos interfinanceiros, cessões de crédito para outras instituições financeiras e Fundos de Investimentos de Direitos Creditórios (FIDCs). A captação de recursos do Banco Cruzeiro do Sul no mercado internacional é feita através de programas para emissão de papéis de curto e médio prazo (Short & Medium Term Notes).
As fontes de captação do Banco Cruzeiro do Sul no 1T10 se encontravam assim distribuídas:
· Depósitos a prazo de pessoas físicas e jurídicas: 48,8% (4T09: 52,6%),
· Cessões de crédito a outras instituições financeiras: 12,3% (4T09: 11,5%);
· Captações no exterior (STN & MTN): 19,5% (4T09: 13,9%);
· Cessões de crédito a FIDCs (cotas sênior): 14,8% (4T09: 16,3%).
· Depósitos Interfinanceiros: 4,7% (4T09: 5,7%)
Os depósitos a prazo somaram R$ 3.397,9 milhões, crescimento de 1,3% se comparado ao quarto trimestre de 2009 (R$ 3.354,3 milhões) e de 79,9% se comparado ao primeiro trimestre de 2008 (R$1.889,1 milhões). A carteira de depósitos a prazo com e sem garantia do Fundo Garantidor de Crédito apresenta um custo médio ponderado de 113% do CDI, com prazo médio ponderado de 401 dias.
Destacamos nossa captação de recursos em fevereiro de 2010, no montante de USD 250 milhões, com de prazo de 5 anos e “coupon” de 8,5%.
Operações de Câmbio
No primeiro trimestre de 2010, o Banco Cruzeiro do Sul deu continuidade às operações de sua área de câmbio, com foco nas operações no mercado de câmbio interbancário, na importação, exportação e distribuição de papel-moeda, na exportação de ouro e na compra e venda de moeda estrangeira para remessas financeiras e comerciais. Seguindo uma estratégia de alto volume aliado a baixo risco, as operações são voltadas a instituições autorizadas pelo Banco Central do Brasil e as variações de preços sempre cobertas em mercados de derivativos no Brasil e no Exterior.
A atuação da área no mercado interbancário de câmbio levou o Banco Cruzeiro do Sul à 17ª posição em fevereiro de 2010, no ranking divulgado pelo Banco Central do Brasil.
Capital e Reservas
O Patrimônio Líquido no período alcançou R$ 1.092,5 milhões, 2,27% superior ao quarto trimestre de 2009 (R$ 1.068,2 milhões), e 6,27% superior ao patrimônio líquido no mesmo período de 2009 (R$ 1.028,0 milhões).
O lucro apresentado no primeiro trimestre de 2010 representa um retorno anualizado sobre o capital médio do período de 14,7%.
O Banco Cruzeiro do Sul possui 99.897.555 ações do tipo ON e 36.829.923 ações do tipo PN, destas 26.498.021 (71,95% das PNs), em poder do mercado, totalizando 136.727.478 ações.
O valor de mercado do banco em 31 de março de 2010 baseado no preço de sua ação, CZRS4, de R$ 11,99/ação, era de R$ 1.639,4 milhões. O valor de mercado representava 1,5 vezes o patrimônio do primeiro trimestre. A ação do banco nos últimos 12 meses apresentou uma valorização de 110%. Esta valorização não leva em consideração, dividendos e juros sobre capital próprio pagos nos períodos mencionados.
Índice de Adequação de Capital – BIS
No 1T10, o índice de adequação de capital do Banco Cruzeiro do Sul atingiu 15,4%. Este índice está acima do limite mínimo de 11% exigido pelo Banco Central do Brasil adaptado as exigências da do BACEN, e conta apenas com capital nível 1.
Gestão de Risco Operacional
Para atendimento ao requerido na Resolução do CMN nº 3.380/06 possui no Banco Cruzeiro do Sul S.A. uma estrutura específica para gerenciamento dos riscos nas atividades operacionais. Adicionalmente, foi aprovada pela Diretoria uma Política para Gestão do Risco Operacional.
Os resultados dos estudos efetuados pelas equipes envolvidas no processo de Risco Operacional são avaliados pelo Comitê de Riscos e Liquidez e pelo Conselho de Administração. Se cabível, são implementadas ações corretivas ou preventivas de acordo com os pontos levantados.
Gestão de Risco de Mercado
Para atendimento ao requerido nas Resoluções do CMN nº 3.464/07 e 3.354/06 o Banco Cruzeiro do Sul S.A. possui uma estrutura específica para gerenciamento dos riscos de mercado de suas operações. Adicionalmente, foi aprovada pela Diretoria uma Política para Gestão de Risco de Mercado.
Estamos também atendendo a Instrução CVM nº 474/08 divulgando análises de sensibilidade sobre nossas posições e exposições de ativos e passivos, conforme Nota Explicativa – Análise de Sensibilidade.
Os resultados das análises de risco de mercado são discutidos periodicamente no Comitê de Riscos e Liquidez, avaliando-se principalmente os níveis de risco assumidos pelas áreas operacionais frente aos limites operacionais previamente aprovados pela Alta Administração.
Políticas Sociais
O Banco Cruzeiro do Sul é consciente de sua responsabilidade social, atua efetivamente em campanhas de doação, patrocina diversos segmentos de esporte e espetáculos culturais.
Gestão de Pessoas
Dando seqüência à estratégia de crescimento, a área de Gestão de Pessoas trabalha para que postura e atitude estejam alinhadas aos valores organizacionais:
· Foco e Responsabilidade no Resultado
· Comprometimento com o cliente
· Eficiência e eficácia
· Empreendedorismo e Agilidade
· Profissionalismo
· Ética
· Espírito de Equipe
· Respeito ao Indivíduo
Em decorrência a área desenvolve e atualiza suas políticas visando: valorização, motivação, retenção e captação de nosso capital humano, formando profissionais experientes em suas áreas de competência. Neste sentido desenvolveu, dentre outros, Programa Próprio de Participação nos Lucros e Resultados (PLR – PLUS), adicional a Convenção Coletiva que tem como fundamento:
1. Avaliação de Desempenho;
2. Reconhecimento e estimulo às competências;
3. Dedicação profissional;
4. Identificação de pontos a serem desenvolvidos.
Nosso Programa de Saúde e Qualidade de Vida de nossos colaboradores e familiares, assim como oferecemos palestras, treinamentos e Assistência Médica que abrange 1.770 vidas.
No 1T10, o quadro de colaboradores do Banco Cruzeiro do Sul era composto de 660 funcionários, um aumento 6,1% em relação ao 4T09 (622) e 15,2 % em relação ao 1T09 (573). A adequação no número de funcionários é devido a ajustes operacionais dadas às novas condições de mercado.
Ouvidoria
A Ouvidoria instituída pelo Banco Cruzeiro do Sul tem como incumbência representar os clientes usuários dos produtos e serviços do Banco Cruzeiro do Sul S.A.. Para tanto, a Diretoria do Banco garante todas as condições para que o funcionamento da Ouvidoria seja pautado pela transparência, independência e imparcialidade no trato com os clientes e no acesso as informações que forem necessárias.
Relações com Investidores
O Sr. Luis Felippe Indio da Costa é o diretor responsável por Relações com Investidores e também presidente do Conselho de Administração do Banco Cruzeiro do Sul S.A.. O relacionamento com os investidores ocorre através do site www.bcsul.com.br, endereço de e-mail de ri@bcsul.com.br, ou (55) (11) 3848-2704.
Equipe Profissional
Na área de Recursos Humanos, o aprimoramento profissional do quadro de pessoal teve continuidade, visando à melhora na qualificação do nosso quadro de colaboradores, buscando oferecer sempre atendimento de excelência. O Banco Cruzeiro do Sul continuou a patrocinar cursos, seminários e conferências para seus colaboradores sobre suas respectivas áreas de atuação, particularmente cursos relacionados ao combate à lavagem de dinheiro e risco operacional.
Comitê de Auditoria
O Comitê de Auditoria do Banco Cruzeiro do Sul S.A., instituído nos termos do artigo 34 do Estatuto Social da Companhia, eleito pela Ata da Assembléia Geral Ordinária e Extraordinária, realizada em 23/04/2008, instalado em 03/11/2008, é um órgão estatutário composto por três membros independentes, com mandato anual, na forma definida pela Resolução do Conselho Monetário Nacional (CMN) nº. 3.198, de 27 de maio de 2004.
Os membros do Comitê de Auditoria foram reeleitos na Ata de Reunião do Conselho de Administração, realizada em 16 de julho de 2009 e empossados em 14 de janeiro de 2010 com mandato até a 1ª Reunião do Conselho de Administração a se realizar após a Assembléia Geral Ordinária de 2010.
A composição, atribuições e as regras de condução para seu funcionamento seguiram as normas estabelecidas pelo Banco Central do Brasil e foram disciplinados pelo Estatuto Social e pelas Regras Operacionais de Funcionamento do Comitê de Auditoria, aprovado pelo Conselho de Administração da Companhia.
“Atualmente, o Comitê de Auditoria da Companhia é composto pelos seguintes membros: Srs. Gilberto Braga, Miguel Vargas Franco Netto e Paulo Roberto Barral.”
.
Relacionamento com os Auditores
Em conformidade com a Instrução CVM nº. 381, de 14 de janeiro de 2003, informamos que os auditores independentes, no período, prestaram outros serviços não relacionados à auditoria externa em patamar superior a 5% do total dos honorários relativos aos serviços de auditoria externa, referente ao diagnóstico sobre as diferenças entre práticas contábeis brasileiras e as práticas contábeis internacionais (IFRS), em 2008 no montante de R$ 187 mil e durante este ano de 2009 R$ 93 mil.
Os serviços contratados não representam quaisquer conflitos de interesse em relação aos trabalhos de auditoria e não interferem na independência e objetividade desses trabalhos, por estarem aderentes as políticas adotadas pelo Banco e aos critérios internacionalmente aceitos, ou seja: o auditor não deve auditar seu próprio trabalho, nem exercer funções gerenciais no seu cliente ou promover os interesses deste.
Declaração da Diretoria
Em observância às disposições da Instrução CVM n.480/09, a Diretoria do Banco declara que discutiu, reviu e concordou com as opiniões expressas no parecer dos auditores independentes e com as demonstrações financeiras relativas ao exercício social encerrado em 31 de Março de 2010.
Considerações Finais do Conselho de Administração e Diretoria Executiva
No primeiro trimestre de 2010, o Cruzeiro do Sul apresentou produção e resultado dentro das expectativas e já refletimos os esforços de recuperação implementados pela Administração do Banco com o crescimento e a rentabilidade podendo ser percebida no balanço que hora se encerra.
O Cruzeiro do Sul vem mantendo o cronograma de adoção e adequação às normas financeiras internacionais – IFRS; para tanto tem investido fortemente em adequação de procedimentos, sistemas e qualificação de pessoal, além de aculturamento de todos os níveis hierárquicos ante a este projeto.
Essa mudança tem forte apelo estratégico pela adoção ao IFRS em função da transparência e qualidade na apresentação das demonstrações financeiras ao público e investidores, o que reforça o compromisso de governança que a administração do Cruzeiro do Sul vem traçando.
Como parte da estratégia de crescimento, o Cruzeiro do Sul continua aprimorando e sustentando ações de Governança Corporativa. Esse modelo de Governança Corporativa com o objetivo de manter agilidade na tomada de decisão e velocidade, mantendo a baixa burocratização dos processos internos tem como base 3 componentes principais: Stakeholders, Mercado e Operações.
Como partes deste modelo há duas entidades que são responsáveis pela tomada de decisão na organização: Conselho de Administração e Comitê de Gestão. O Conselho de Administração tem como principal responsabilidade o relacionamento com os Stakeholders, visando a perenidade da organização, já o Comitê de Gestão, tem como principal responsabilidade o relacionamento com o Mercado e a Gestão do Negócio.
Os Comitês que suportam o modelo de Governança são: Comitê de Auditoria, Comitê de Planejamento, Comitê de Crédito, Comitê de Controle de Riscos e Liquidez, Comitê de Prevenção à Lavagem de Dinheiro, Comitê de Controles Internos e Comitê de TI.
Dentro do modelo de Governança, o comitê de Auditoria atua como entidade de fiscalização diretamente ligada ao Conselho de Administração. O Comitê de Planejamento Estratégico atua como elo entre o Conselho de Administração e o Comitê de Gestão, visando o médio/longo prazo da organização.
Os Comitês de Crédito, de Controle de Riscos e Liquidez, de Prevenção à Lavagem de Dinheiro, de Controles Internos e TI, estão ligados ao Comitê de Gestão. Estes comitês são responsáveis por suportar o Comitê de Gestão na tomada de decisões em relação aos assuntos específicos de cada Comitê.
Com uma comunicação transparente e no momento certo, reforçamos o comprometimento das equipes de colaboradores para garantirmos a efetividade e prática do Modelo de Governança implantado.
Ao final, pelas realizações e avanços alcançados, renovamos o apoio e a confiança de nossos clientes e a dedicação e empenho de nossos funcionários e demais colaboradores.
A Administração




Por: Equipe InfoMoney
13/11/09 - 21h03
InfoMoney
SÃO PAULO - O Banco Cruzeiro do Sul (CZRS4) divulgou nesta sexta-feira (13) seu resultado do terceiro trimestre de 2009, reportando um lucro de líquido de R$ 39,3 milhões, o que representa um avanço de 42,2% frente o mesmo período do último ano.
Ao fim do trimestre, a carteira de crédito contabilizada no balanço alcançou R$ 4,048 bilhões, crescendo 7,3% na base de comparação anual. O banco também destaca a produção de crédito de pessoal consignado, que somou R$ 1,088 bilhão no trimestre.
Entre julho e setembro, a companhia somou R$ 259,9 milhões em receitas de intermediação financeira, representando uma queda de 39,9% quando comparado com o terceiro trimestre de 2008.


Contudo, apesar da menor volume de receitas, o resultado bruto de intermediação financeira apresentou crescimento de 9,5% na mesma base de comparação, somando R$ 155,1 milhões neste ano.


21232 - NotwenCardozo - 16/Nov/2009 00:55
citação: paulo_prof
Ainda nem transferi os dados de CZRS4. Como tenho uma tremenda dificuldade em entender a contabilidade do Cruzeiro do Sul, não posso dizer que é uma das prioridades. Aco que será um dos últimos que examinarei.
Pois é, não li mas acho que o ativo surpreendeu!!! Deve subir na segunda.


citação: InfomoneyBanco Cruzeiro do Sul reporta aumento de 42,2% no lucro líquido frente 2008

20909 - small caps - 13/Nov/2009 22:16
citação: c4m1loSmall, vc analisou o balanço do CZRS4?
A primeira vista gostei bastante. Excepcional crescimento e lucros nas "duas contabilidades" que fazem.
Se mantivessem a anterior, utilizada ano passado durante a crise, o resultado teria sido "animalesco"...


12971 - small caps - 28/Ago/2009 13:53
Danieljoseaa, CZRS4 tem preços efetivamente muito interessantes. O que pesa negativamente é a volatilidade dos resultados e a pouco convencimento que tive da diferença entre os resultados da companhia e do consolidado, coisa não vista nas demais empresas do segmento nesta proporção.
Ainda negativamente, um dos colegas do fórum postou a existência de fraude na concessão de alguns consignados.
Pelo lado bom, uma relevante melhora na captação com o PDGE, que é o "CDB com seguro" e a demanda pelo consignado, especialmente INSS subindo forte com o aumento da margem consignável.
Ainda completa o quadro positivo o ótimo DY, um dos melhores atualmente do setor e os programas de recompra de ações.
Com esta salada, fiz compras de CZRS4, diante do aquecimento do setor e pelo fato de voltar a apresentar lucros nas duas formas de contabilização (companhia e consolidado). Mas a administração da empresa parece inferior ao de BICB4, PRBC4 e PINE4, companhias que detenho participação maior.


E barato ainda, no segmento, o BGIP4, que se mantiver este preço é um dos ativos que ainda aumentaria posição... na virada do mês para aproveitar o benefício fiscal do IR.


7268 - octacm - 16/Jun/2009 10:58
boa noticia para os investidores do cruzeiro do sul (eu me excluo dessa) hehehe
O Banco Cruzeiro do Sul conseguiu captar US$ 60 milhões lançando bônus no mercado externo. Foi o primeiro banco médio a acessar o mercado de bônus no exterior desde o a piora da crise, em outubro do ano passado.
A demanda surpreendeu. O banco previa lançar US$ 30 milhões, mas a procura chegou a US$ 74 milhões, vinda principalmente de investidores asiáticos, que ficaram com 40% dos papéis.
Os bônus têm prazo de dois anos e o dinheiro será usado para reforçar as operações de crédito consignado do Cruzeiro do Sul. O banco projeta crescimento de 20% na carteira total de empréstimo para 2009.
Luis Octavio Indio da Costa, presidente do Cruzeiro do Sul, conta que o banco só conseguiu emitir lá fora porque, mesmo nos piores momentos da crise, seguiu com suas visitas periódicas aos investidores externos. A cada 90 dias, a instituição faz um " road show " pela Europa, Ásia e Estados Unidos mostrando seus números. Foi na última reunião, para apresentar os números do primeiro trimestre, no início de maio, que o banco " sentiu " que havia espaço para lançar papéis lá fora. " Foram os próprios investidores que demonstraram interesse no papel. "
Os principais compradores foram as áreas private (para clientes de alta renda) de bancos, que procuravam papéis com rentabilidade atraente. O cupom (juro nominal) do bônus do Cruzeiro do Sul saiu a 9% ao ano. A operação foi liderada pela BCP Securities. Apesar da demanda acima da oferta, o executivo conta que o banco optou por não atender a todos os pedidos porque não queria ficar muito concentrado em papéis de dois anos.
O Cruzeiro do Sul tem um programa de US$ 1 bilhão em bônus como os lançados agora. Segundo o presidente do banco, o objetivo é voltar ao mercado externo no final do segundo semestre, provavelmente com uma oferta maior e de prazo também mais longo. " Tudo vai depender de como estiver o mercado. " Segundo Índio da Costa, as coisas estão melhores, mas ainda estão difíceis. " O mercado está 40% do que era antes da crise. Ainda está complicado. "
No mercado local, Índio da Costa conta que os investidores institucionais estão voltando a comprar papéis de bancos médios, mas apenas por meio dos Depósitos a Prazo com Garantia Especial (DPGE). Esses papéis contam com um aval extra do Fundo Garantidor de Créditos (FGC), que garante até R$ 20 milhões ao aplicador se o banco quebrar. " Esse investidor tinha sumido e agora voltou. "
O crédito do Cruzeiro do Sul também já dá sinais de chegar a níveis pré-crise. Em junho, a previsão é que o volume de empréstimos chegue a 80% do que foi no melhor mês do banco, no primeiro semestre do ano passado. Em maio, ficou em 75% desse total.
As taxas devem cair mais, refletindo a queda da Selic de um ponto na quarta-feira, que surpreendeu o mercado. Segundo Índio da Costa, no consignado a redução deve ser menor, porque as taxas já estão muito baixas. Segundo o Banco Central, o juro médio está em 2,12% ao mês.


Ainda entre os bancos médios, o BicBanco anunciou que conseguiu um empréstimo de US$ 35 milhões da Corporação Interamericana de Investimentos (CII), que pertence ao Grupo Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID). O dinheiro será usado para financiar operações de crédito de empresas de menor porte, principalmente nas regiões Nordeste, Norte e Centro-Oeste do país.

6789 - WK2007 - 06/Jun/2009 16:08
Paulo, acho que o resultado do 2t09 de czrs deve ser melhor do que o do 1t09, pois a demanda por consignado aumentou bastante, com boas margens e baixa inadimplência. Por outro lado, a redução da selic diminui os custos com o passivo (remuneração dos depósitos a prazo).


Em outro post, você observou que o p/vpa estava alto, mas só quando se verifica os dados consolidados (inclui o fidc), olhando apenas os dados da controladora é um dos mais baixos.

6783 - paulorizzi - 06/Jun/2009 15:21
Aguardo, pois acho que vale um investimento inicial (e ser muito rápido no gatilho se o 2T09 vier igual ao 1T09). Mas considerando o comportamento do ativo estar meio "maluco", acho que a AT tem condições de mostrar um melhor momento de entrada. Como informei, estou reduzindo o peso de minha carteira de dividendos (agora só restam ELPL6, ETER3, EQTL3 e TLPP3) pela metade (já reduzi para 2/3 e agora estou "queimando" mais 1/6 da posição original). Penso comprar, além de CZRS4, BGIP4 e SULA11 (apesar da alta de 6a. feira).

6782 - Capa_Preta - 06/Jun/2009 15:09
Sobre CZRS4 nao vejo nada de interessante nela para especuleta agora. Volumes baixos, trabalhando abaixo das medias longas e dentro de uma clara congestao entre 5,00 e 5,60 (+/-).
Nao compraria...

6736 - paulorizzi - 05/Jun/2009 23:51
citação: WK2007Paulo, qual sua avaliação sobre o banco Cruzeiro do Sul (czrs4)?
É pouco comentado, mas as operações de crédito consignado estão crescendo muito forte, com baixa inadimplência, e o prejuízo do 1t09 se deve a mudanças de regras contábeis (relacionadas às receitas de cessão de crédito).
Estou bem "por fora" pois não cheguei a ler nenhum relatório.
Entretanto, se o lucro líquido do 1T09 puder ser repetido nos próximos trimestres, o P/L seria respeitabilíssimos 4,87. O P/VPA está meio alto para o setor (bancos médios não oficiais) mas isto resultado do grande prejuízo sofrido no ano passado (redução violenta do PatLiq). Acho que vale um posicionamento inicial e reforço no caso da confirmação dos resultados positivos no 2T09.


Não estaria o ativo ficando interessante também do ponto de vista técnico?

2717 - WK2007 - 21/Mar/2009 18:05
"Sobre o Banco Cruzeiro do Sul e as considerações de Paulo Rizzi sobre eventual compra da CEF, também acho que é algo a se pensar."
"Vários analistas vêm opinando que os bancos médios estão voltando seu foco para os setores que atuam com mais tradição. Exemplificativamente, o Indusval ""descontinuou"" suas operações de financiamento de veículos, e o Daycoval reduziu tais operações, ambos pretendendo priorizar o crédito para empresas de porte médio."


"O Cruzeiro do Sul é focado em crédito consignado. Tal atividade apresente financiamentos de longo prazo, bastante desafiador em um contexto de liquidez apertada e aversão a risco. Assim, tem-se um descasamento entre o ativo (de longo prazo) do banco e seu passivo (de curto prazo _ CDBs, por exemplo), obrigando a realizar cessão de crédito de suas carteiras, reduzindo sua lucratividade."

2706 - paulorizzi - 20/Mar/2009 23:54
"citação: Capa_Pretacitação: paulorizziAcho que, com o balanço que apresentou, o Banco Cruzeiro do Sul passa a ser um dos mais sérios candidato a serem parcialmente adquiridos pela CEF."
"Paulo, pode explicar melhor?"
Abraço
Capa
Vou tentar ... O Small certamente conseguiria explicar melhor.
"Vc tem o Banco (Controlador) e o Banco Consolidado. O Banco Consolidado inclui uma série de empresas (seguros, importação/exportação, corretora, promotora de vendas, securitizadora, etc) que o banco controlava/controla e entidades de propósito específico (basicamente fundos de investimento em direitos creditórios - FIDCs) no qual o banco tinha/tem participações."
"Com a crise, o banco teve que ""se virar"" para manter a liquidez. Entre as medidas que o banco foi forçado a adotar, podem ser citadas a venda de sua participação na Bancred S/A ao Unibanco, a cessão de direitos creditórios para FIDCs e outros bancos, venda das ações que ainda detinha da BM&F Bovespa Holding e redução do quadro de pessoal em 20%."
"Sobre o lucro e patrimônio líquidos do Banco Controlador, estas ações tiveram um efeito devastador no Banco Consolidado:"
"o patrimônio líquido de R$ 1,07 bilhões do Banco Controlador passou para R$ 650 milhões no Banco Consolidado, e o lucro de R$ 179 milhões do Banco Controlador, passou para um prejuízo de R$ 116 do Banco Consolidado."
"De acordo com o que foi divulgado, a CEF estaria negociando a compra de participação em bancos e empresas que teriam sofrido com a restrição de crédito depois do agravamento da crise. Se o Banco Cruzeiro do Sul não se enquadra no figurino, eu não sei quem se enquadraria."


"Small, discordas ?? "

2321 - paulorizzi - 11/Mar/2009 17:43
"citação: jose26Small / Paulo,"
"Minha carteira está com 15% de ações de bancos. Pretendo aumentar para 20% ou até mais. Dentro deste setor, tenho 40% BICB4, 25º% PINE4, 10% CZRS4, 10% ABCB4, 10% PRBC4 e 5% BRSR6. O que vcs acham do peso deste setor dentro da minha carteira e do peso destas ações dentro do setor??? Vale a pena acrescentar mais algum banco??? IDVL4??? DAYC4??? Também penso em trocar minha posição em CZRS4 (com 5% de prejuízo, Paulo!!!) por BICB4. No mais espero que o Criador recompense vcs e outros deste fórum que ensinam gratuitamente iniciantes como eu a investir na Bolsa com inteligência."
"A decisão de rifar CZRS4, na minha opinião, é correta. O Cruzeiro do Sul foi o único dos bancos médios privados a ainda não apresentar o resultado 2008 e há o risco não desprezível deste resultado ser pífio, como o foi aquele do 3T08. O resultado do 4T07 foi excepcional devido a evento não recorrente (houve um resultado não operacional maior do que a receita bruta de intermediação financeira no trimestre), de modo que o lucro de 2008 será muito menor do que aquele experimentado em 2007 (se o lucro de todo o ano de 2008 chegar à metade daquele experimentado no 4T07, eu já ficaria surpreso). O P/L = 4,96 corrente, portanto, é fictício. Depois da divulgação dos resultados de 2008 vai no mínimo dobrar."
"Se eu estivesse em seus sapatos provavelmente trocaria CZRS4 por BRSR6, porque seriam menos ovos num único cesto (vc já está bem servido de BICB4), o payout do BRSR costuma ser de 65% (dando um DY corrente de 17,4%) e banco estatal não tem como falir."
"Na minha carteira atual, POR ACASO, bancos representam 20%. Bancos Estatais representam 25% (BBAS3 + BRSR6); ABCB4 + PRBC4 = 15%; PINE4 + BICB4 = 60%."


"Com a desvalorização do BICB4, PINE4 acabou dominando a carteira. Mas a situação está madura para trocar um bocado de PINE4 por BICB4, mesmo acarretando o aumento do preço médio de BICB4. "

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