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sábado, 15 de abril de 2017

AESAPAR CI (AEFI)


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[..]
AEFI tenho residual apenas para continuar surfando a onda mas temeroso com as trocas que ocorrerão com a Kroton, CBOP e FAED vendi de cagão mesmo, estava muito tempo com eles e minha posição era grande... não quis correr o risco de ter que desmontá-la numa diarréia futura do mercado.

Enfim, tem alguns fundos da sua lista que já estudei e não quero nem passar perto e outros que já tive mas vendi. Vou avaliar sua lista e reestudá-los com mais calma. Como existem inúmeros vieses para cada FII, creio que debulhar todos seria tão trabalhoso que tomar uma gelada durante atenuaria tal tarefa...

347099 - disc126   -  15 Fev 2018, 12:56
Pensando nesta possibilidade - de encerramento do ciclo de baixa dos juros - tenho aproveitado para vender a parte mais arriscada dos meus FII (minha carteira e das outras duas que tomo conta).

Ontem foi a vez de expurgar o risco do AEFI das carteiras, essa negociação entre anhanguera (kroton) e o fundo já se arrasta a muito tempo e resolvi não pagar pra ver qual vai ser o desfecho dela, posso até ter saído de um fundo com um futuro promissor, mas não desejo correr esse risco.

O prazo para conclusão das obras seria junho/19 e até agora nenhuma solução foi proposta.
[...]

341711  - ispholambra -  01 Set 2017, 03:19
AEFI11

Esse foi de longe o melhor rendimento do mes... pagou pelo segundo mes consecutivo 1,20 por cota...ou seja os redimentos subiram quando em todos os demais fundos que possuo ele caiu....

Riscos? sim... tem riscos... o maior ao meu ver e a provável troca de ativos que o fundo deve fazer com a Kroton... aonde podem vir imóveis velhos e supervalorizados...

Existe tambem a clausula nos contratos de locacao que preve a recisao do contrato de locacao caso os imoveis nao estejam prontos ate novembro de 2019 e isso seja motivado/causado pelo fundo.... Porem eu acho improvável que aconteça... pois o atraso nas obras nao esta sendo causado pelo fundo... mas sim pelas prefeituras de Campinas e Cuiaba... aonde os terrenos estao localizados... mas creio que a troca de ativos deve acontecer antes dessa data final... e o contrato acaba so em 2026...

So para comparar os contratos do SAAG11 e do BBPO11 acabam ate o final de 2022... e considero que esses carreguem ate mais riscos que o AEFI1... ja que os imoveis sao velhos... ao contrario do AEFI11 ... que esta recebendo o aluguel em cima dos terrenos ainda...

É só uma opiniao...

341607  - MuadibGV  -  31 Ago 2017, 01:18
No meu caso vendi parte, mas ainda tenho uns 2% da carteira no ativo.

Tinha comprado na faixa dos 100, bem abaixo do valor patrimonial . Agora está cotado acima.

Imagino que o valor patrimonial atual seja composto pelos terrenos mais a grana que seria para construir os prédios, o que não aconteceu.

O valor do FII está basicamente no contrato atípico, que prevê uma remuneração para o capital colocado à disposição da kroton (seria isso mesmo, kroton?)

Basicamente virou um ativo financeiro, sem lastro real de fato. Imagino que vai variar conforme uma NTN-B , ao sabor das taxas de juros.

Por isso não vejo sentido em manter muito alocado no ativo, já que o desconto acabou. Pra forma atual, sem prédio nem nada, prefiro renda fixa ou tesouro direto.

337584  - escalador_  -  05 Mai 2017, 18:58
Na cotação atual AEFI já está rendendo 0,83%. Excelente. Mas não tenho confiança nele pra aumentar os meus atuais 5%. Na verdade eu queria mesmo era ter vendido nos R$ 152,50 que estava há poucos dias.

337583  - Jonas_Schwingel  -  05 Mai 2017, 18:51
Uma outra teoria para a queda de AEFI e FAED é que nos últimos tempos a cena de eventos/videos/entrevistas sobre FIIs tem aumentado. Infomoney e Suno têm entrevistado alguns figurões dos FII. Vários deles têm aversão a FIIs educacionais e isso pode estar servindo de motivo para que muitos cotistas vendam, pois o alcance destas mídias é considerável.

O racional dos figurões é o seguinte. Não gostam destes FIIs pelo mesmo motivo de não gostarem de FIIs de hospital. Por um lado, o inquilino não sai. Pelo outro, é impossível despejá-lo. A justiça jamais permitiria despejar um hospital ou uma universidade dos imóveis. Isso coloca o inquilino numa situação de superioridade em discussões sobre valor do aluguel. Se o inquilino empinar a carroça, o proprietário do imóvel fica de mão atadas.

Eu não tenho hospital em carteira por este motivo. Educacionais tenho 15% da carteira RV em AEFI e FAED. Como a gordura em ambas posições está grande e o inquilino não dá sinal de estar com dificuldade para pagar o aluguel, não me preocupo. Vou deixar no balaio.

Não teve jeito. A carteira subiu de novo. 12 pregões consecutivos de alta; dos 12, 11 renovaram TH. "Haja coração!", diria o locutor narigudo. Hoje os responsáveis foram AEFI e BTC.

By the way, um parabéns gigantesco aos comprados em CARD3. Fico muito feliz com o sucesso dos colegas mesmo não tendo participado.

Cuidado com o otimismo! rs

Abraço a todos! 
Estou comprado e tudo, mas está parecendo uma pirâmide tipo rei dos micos.

O resultado vai ter que vir muito bom demais pra justificar esse preço.

Prof, que tal uma avaliação sua pra espetar o balão?

Honestamente, estou na dúvida sobre o que fazer com esta.

334904 - ispholambra -  03 Mar 2017, 00:58
Pessoal,
Essa foi a forma pela qual eu entendi o relatório... posso estar enganado na minha interpretação... não quero por algum equivoco de interpretação induzir ninguém ao erro...

Eu vou esperar o relatório de fevereiro pra ver como vai ser primeiro...vamos ver o que eles vão explicar...

O trecho abaixo eu retirei do relatório trimestral divulgado em 14/02/2016:

"O contrato preve uma rentabilidade para o Fundo de 0,95% a.m. sobre o
valor dos recursos liquidos captados para a obra, até o termino da
contrução do imovel, que contratualmente deverá ocorrer até junho/2019"

Indico que todos leiam os relatorios e postem as suas impressoes aqui pra gente chegar num denominador comum...

AEFI?

Supondo que seja possível sustentar os R$ 1,10 mensais ... o rendimento anual capitalizado seria de 9,16%. Vc acha isto incompatível com o nível atual dos juros na economia?

Acho que há que se esperar a distribuição de março e o balancete de janeiro para ter uma ideia mais precisa.

De uma maneira geral, acho que o cenário é negativo para o AEFI. A menos que esteja enganado, a aplicação financeira é majoritariamente em LFTs. Se, de um lado, a aplicação é segura, o fundo paga IR e não se beneficia da curva de juros em queda. Por outro lado, o montante aplicado no mercado financeiro fica sempre do mesmo tamanho pois é obrigatória a distribuição de praticamente todo o ganho. Portanto, o rendimento ao longo do tempo é declinante em termos reais. Em outras palavras, se não houver revisionais os outra passada de perna da Kroton no fundo, o percentual dos rendimentos de aluguel tende a crescer, mas na média, não se pode esperar que os rendimentos sejam integralmente corrigidos pela inflação. Finalmente, há a taxa de administração, 0,37% a.a. sobre o PatLiq. Com a inflação e taxa de juros declinantes, há uma redução do retorno bruto, de modo que uma taxa de administração fixa acabará comendo um percentual maior deste retorno.

Prof,

Estava me referindo à CSU. Aliás, vendi agora metade da posição em CARD3.

Mas quanto ao AEFI, o prospecto fala em remuneração de 0,95%ao mês do capital investido, como notou o Ivan.

Vou dar um pitaco:

Normalmente quando procuramos pelo em ovo, não achamos, a menos que alguém tenha colado algum fio (para enganar algum incauto).

Esse é um FII Multi Empreendimento e Mono Inquilino com uma RMG Nov/26; Renda Mínima Garantida de 0,95% do VGI que foi de 71,5 milhões (Valor Global do Investimento Campinas + Cuiabá), REAJUSTADO PELO IPCA.

Não tem choro nem vela a KROTON vai ter que arcar com esse custo, e isso não depende se a TAXA DE JUROS é baixa ou alta.

Como os prédios não foram construídos o dinheiro em caixa está sendo aplicado e grosso modo acontece o seguinte:

( – ) Receitas Financeiras desse caixa ( + ) gastos para a Kroton( + ) Receitas Financeiras desse caixa ( – ) gastos para a Kroton

Os imóveis não vão ser mais construídos, haverá um acordo para definir quais imóveis serão aceitos em substituição, pelo andar da carruagem até 2050 devem resolver.

O RISCO DESSE FUNDO ESTÁ AQUI:

“Contrato de Locação Atípica Empreendimento Campinas

O Contrato de Locação Atípica Empreendimento Campinas foi firmado em 30 de junho de 2011 e estabelece os termos e condições em relação à locação atípica do Empreendimento Campinas, na modalidade de Built to Suit.

Constitui objeto do Contrato de Locação Atípica Empreendimento Campinas:

(ii) a realização da obra, por intermédio de uma construtora, de acordo com as especificações da AELTDA e no tempo e forma previstos no Cronograma Físico Financeiro Preliminar do Empreendimento Campinas (Anexo IX) e no Contrato de Locação Atípica Empreendimento Campinas, sendo que a obra será realizada em até 96 (noventa e seis) meses, contados a partir da presente data, devendo ser concluída, portanto, na data de 30 de junho de 2019, podendo tal prazo ser prorrogado em decorrência de atrasos imputáveis aos órgãos da administração pública na emissão/entrega dos documentos necessários à conclusão da obra;”

O mesmo parágrafo se repete na página 113 para o imóvel de Cuiabá.

O QUE VAI ACONTECER QUANDO CHEGAR ESSA DATA? Se soubesse a resposta venderia por R$ 1 milhão.

O resto? O resto é trololó.....

A dúvida é: vendo AEFI11 e compro qual(is)?

No mínimo, os "substitutos" teriam que render o mesmo %, ou mais...


Vamos por partes:

Durante todo o ano passado a XP divulgou relatórios do AEFI11 condizentes com o que estamos falando, que o fundo deve ser remunerado por um percentual de 0.95% do capital que foi colocado à disposição da Kroton. As receitas eram fixas como um relógio suíço, com exceção de dezembro para janeiro, quando ocorreu o reajuste pelo IPCA. O rendimento passou para 892.688 reais, o que dá pra estimar que o capital que é remunerado valia até Jan/2017 93,9 milhões de reais. Com o reajuste do IPCA do ano passado , de 5,35% , deve estar valendo 99 milhões.

O patrimônio líquido do fundo, calculado a partir do valor patrimonial da cota divulgado pelo relatório de Jan/17 multiplicado pela quantidade de cotas emitidas, estranhamente está nestes mesmos 99 milhões.

Pelo informe mensal são esses mesmos 99 milhões, 58.4 milhões para imóveis para renda em construção e os demais 35.4 milhões em títulos públicos.

O valor de mercado do fundo atualmente é 113 milhões.

Os imóveis para construção na verdade são apenas os terrenos dos campi que não foram pra frente por desistência da Kroton. Um dos terrenos teve uma boa valorização após a compra, o que fez na época com que o patrimônio líquido do fundo ficasse bem maior que o valor à disposição da Kroton. Mas algum tempo atrás creio que foi o próprio Barbado que chamou a atenção para a queda do valor patrimonial do fundo.

Agora a teoria conspiratória: Ligando as coisas agora me parece que essa coincidência do capital à disposição da Kroton e o PL serem esses mesmos 99 milhões se deve a um entendimento do gestor/Kroton de que os ganhos auferidos com a valorização do terreno e ganhos de aplicações pertencem todos à Kroton, que tem apenas que honrar os 0.95% ao mês sobre os 99 milhões atualizados pelo IPCA. Devem estar fazendo uma conta de chegada com o valor do terreno e as aplicações para chegar nos 99 mi, e o que passa disso a Kroton pega pra si. 

E isso explicaria também por que, de repente, mudaram o layout do relatório passando a discriminar receitas de aluguel e receitas financeiras.

Se for isso mesmo, é um entendimento até razoável, mas tira um upside do fundo que seria o excesso de patrimônio líquido que ele apresentava em relação ao capital disponibilizado para a Kroton.
                                                                                                                                                                 

Alguem sabe o que acontece com AEFI11? Era pra ter reajustado em janeiro e não veio nada e este mês veio com rendimento de R$ 1,15 o que dá um reajuste de apenas 4,54%.

334887  - ispholambra -  02 Mar 2017, 20:37
Leia o relatorio de dezembro, que foi divulgado em janeiro, que la eles dao uma explicada em como funcionam os resdimentos... tem uma parte dos rendimentos que dependem dos juros da aplicacao financeira... tipo o AGCX11...

Entao eu acredito que o valor de 1,15 e o valor definitivo, uma vez que com as quedas das taxas de juros, os valores aplicados rendem menos...

Mas mesmo assim e um baita rendimento... ainda mais agora que tudo indica que realmente teremos uma taxa de juros de um digito ainda nesse ano... e que já em abril a Selic deve baixar 1%... e cair para 11,25% a.a. 

334898  - MuadibGV  -  03 Mar 2017, 00:11
Eu não entendi nada. Inclusive esse negócio do rendimento depender da Selic pra mim é novidade. Acreditava que o fundo era remunerado pelo capital que botou à disposição da Anhanguera, e essa remuneração era corrigida por um índice , e ponto final.

Vou dar uma estudada pra ver se tá na hora de vazar.
                                                                                           ▲                                                                      ▲

Barbado,
Aproveitando a sua presença... o que achas de AEFI11 nos preços atuais?
Temos um reajuste agora em dezembro... acredito que va proximo de 1,20 por cota...
Vendi um pouco de BNFS11 e SAAG11 esses dias atras... comprei um pouco de TAEE11...e o resto do $$ esta aguardando oportunidades... to seriamente pensando no AEFI11...
Voce enxerga mais alguma opçao?
PS: BNFS11 eu encerrei a posicao...
Olá Ivan....

Pois é, se vai a 1,20 o rendimento, os riscos "não são grandes" então, em tese em janeiro não vai dar para comprar aos preços de hoje.

Conforme resposta a pouco para o Fridão, AGCX é uma boa alternativa, MBRF também se comprado a 850,00 ou menos, haverá reajuste em janeiro/17 pelo índice IGP-M.

Permitam minha intromissão, mas este é um dilema que estou enfrentendo agora. Continuar comprando FIIs nos preços atuais ou não.

Com exceção de uma ou outra distorção, como HCRI recentemente, estou sem muita coragem para novos aportes em FIIs. Este mês andei comprando ouro, dolar e mantendo um bom caixa livre (CDI) com a venda de algumas ações e do fluxo dos FIIs.... Ainda que minha visão de longo prazo sobre FIIs não tenha mudado (continuo achando uma excelente opção para geração de renda e tenho algo como 75% do meu capital liquido alocado em FIIs, sem pretenção de reduzir), minha tese de curto/médio prazo é a seguinte:

1- Os FIIs subiram muito este ano essencialmente pela queda acentuada nos juros futuros e consequente recuperação da economia (ou vice-versa, tanto faz).

2- Continuo acreditando nesta recuperação num prazo mais longo (porisso não vendo meus FIIs). Contudo, o cenário atual está oferecendo riscos bem maiores para os FIIs neste níveis de preço.

3- Temo 3 grandes riscos :

3.1- Trump. Mercado americano rompendo topos num ambiente de incertezas. Parece que estão vivendo uma euforia por lá após a eleição, mas existe um congresso forte que irá botar cabresto. Então, se eles estiverem certos nessa euforia, o dolar irá valorizar frente a outras moedas (o que pressiona nossa inflação e curva de queda de juros). Se estiverem errados nessa euforia, a ressaca pode ser aguda pela frustração das expectativas (e uma queda forte por lá é certeza de queda aqui também). Ambos os cenários pressionam o dolar para cima aqui dentro, na minha opinião, no curto/medio prazos.

3.2- Choque de realidade. Considerando que os FIIs (e ações) subiram na onda das expectativas de melhoras e como sempre acontece, o mercado exagera na dose. Me parece que esta pausa no mercado este mês (ou pequena correção) reflete isso. A Lava-jato está chegando na classe política e temos um congresso acuado e preocupado com a própria sobrevivência antes de qualquer reforma. Este ambiente de incertezas, que deve se prolongar por alguns meses ainda, não me parece compatível com a continuação da alta da renda variável.

3.3- Taxação dos FIIs. Parece cada dia mais provável que isso aconteça em breve. Com tantas incertezas na aprovação das medidas econômicas num tempo hábil, parece bem difícil não haver aumento de impostos em 2017 (espero estar errado) e os FIIs já estão na pauta desde o ano passado. Ainda que a aprovação de algum aumento leve algum tempo ou mesmo não aconteça, a simples menção genérica da necessidade de aumento pela equipe econômica seria um drive forte de queda para os FIIs, penso.

4- Diante destes riscos, que me fazem acreditar numa possível correção mais acentuada dos FIIs, num curto ou médio prazos, penso que talvez seja interessante manter uma parcela do capital disponível para eventuais promoções nos próximos meses, especialmente para quem tem parcela significativa do capital já alocada em FIIs.

5- Se eu estiver errado, perco a chance de aumentar a carteira de FIIs nestes preços (já não tão baixos e com poucas perspectivas de forte alta nos próximos meses). Mas o dinheiro no CDI estaria rendendo liquido o mesmo que um bom FII (aproximadamente o mesmo que AEFI11).

6- Se eu estiver certo, então terei capital disponível para novos aportes em FIIs, a preços bem menores que os atuais, sem perda da geração de renda no CDI.

Enfim, não há certezas neste mercado, mas me parece que as chances hoje de uma correção nos preços dos FIIs (no curto/médio prazo) são bem maiores que a continuação da forte alta.

Concordo com o seu post, mas confesso que fiquei com uma curiosidade.

Você falou que acredita na recuperação da economia num prazo mais longo e analisou todo o tempo os FII.

E ações? Tem acompanhado? Tem algum drive que vai fazer você voltar a comprar?

Oi Jorge. Tenho ações sim. Comecei a comprar no início do ano passado (postei aqui inclusive as ações, majoritariamente bancos, na época). Um pouco cedo talvez, mas isso me permitiu montar uma carteira significativa com bom preço médio praticamente somente com o fluxo dos FIIs. Hoje não tenho mais nenhum banco porque como estou acreditando numa correção, os bancos não poderão subir pela sua representatividade no IBOV. Mas, se corrigirem mais uns 8-10% certamente recomeçarei a comprar (ITUB, BBDC e BBAS), com foco num prazo maior.

Há uns 90 dias comecei a montar uma carteira vinculada ao dolar (EMBR3, SUZB5, KLBN11 e BEEF3), que ainda mantenho mas não estou mais comprando.

Hoje estou montando uma carteira de elétricas (TAEE11, CPLE3 somente, por enquanto). Espero conseguir montar uma bela carteira a bons preços se realmente ocorrer a correção que estou esperando. Minha tese é bem simples: Acredito que estamos iniciando um ciclo de recuperação e nao haverá recuperação sem grandes investimentos no setor elétrico, que foi muito comprometido nos últimos anos. Como o governo não tem dinheiro, precisará melhorar o retorno do setor para atrair capital privado. Então, penso que o risco de comprar algumas boas elétricas é muito baixo se você puder esperar 1-2 anos.

Mantenho outras ações, especialmente com beta baixo ou que não tenho interesse em vender mesmo que caiam porque entende que estão muito baratas (GRND3, UNIP5, BAUH4, SULA11, PSSA3, especialmente). Estas todas, se caírem , para mim será oportunidade de aumentar a carteira.

Isso falando de estratégia de longo médio/longo prazo. No curto prazo faço meus trades com ações, opções e futuros, mas baseados exclusivamente nos gráficos, que o pessoal daqui não gosta muito.

330415  - Barbado -  25 Nov 2016, 10:11
Vou discordar de alguns pontos:

AEFI em janeiro/16 meu preço médio era de 104,02 a cota, porque será que ela saltou para 130,00? Respondo: Aumento da renda.
O CDI vai corrigir em quanto o seu principal? Respondo: Em zero.

CXCE a minha primeira compra foi a 1.583,08 em fev.14, pergunto? Porque será que a cotação esta em R$ 2.210,00? A mesma resposta do AEFI.

Cada um na sua, eu com meus contratos atípicos, tenho uma margem de segurança muito boa, e acredito que os aluguéis continuarão a ser corrigidos pelos índices contratuais por pelo menos mais 5 anos (o mais curto deles).

Melhor que isso, só se for mastigar goiabada para doente sem dentes em hospital.

330417  - uqaz   - 25 Nov 2016, 11:11
Barbado, o colega acima não colocou o que aconteceu, mas o "a partir de agora".

Todo o seu relato foi feito com base no que ele comenta, na queda de juros passada. Ao invés de comparar com o CDI, vc deveria é ver o que aconteceu com as NTN-Bs (em fev14 as NTN-Bs 2035 principal pagavam 6,55%, hoje 6,06%), por exemplo. Contra essas sim eu acredito q o fiis foram mais eficazes. Bom site pra essas comparações: http://tdcharts.info/titulos

Que fique claro, mantenho meus fiis (65% da carteira). Partilho da sensação do colega de que os fiis não estão mais lá essas coisas e n sei direito o que fazer com os aportes. Acho que vou torrar todos os pingados em viagens a a partir de ano que vem.

330419  - Jonas_Schwingel  -  25 Nov 2016, 11:17
Molothrus bonariensis, muito boa a sua visão e direção. Concordo com praticamente tudo!

Sobre comprar FIIs nos preços atuais, para mim depende do tanto e do que se está comprando. Tenho feito compras residuais em posições que já tenho. Uma aqui, outra acolá. Como a participação da compra na posição geralmente é um percentual muito baixo, elas fazem apenas uma pequena cócega pra cima no preço médio. Na maioria das vezes aqui, o aumento de PM decorrente da compra é menor do que o rendimento do FII em questão. Por exemplo. Tenho PM de 100,00 em determinado FII e ele está cotado a 130,00. Faço uma pequena compra e o PM vai para 101,00. Aí o FII distribui rendimento de 1,00 e pronto. A compra adicional se dilui e a posição continua confortável, só que com mais fluxo de caixa.

Já para início de posições, o que geralmente faço quando consigo aportar percentuais mais consideráveis da carteira, aí sim a coisa está difícil. Mas não impossível. Meu último início de posição foi em AEFI. Montei em 3 partes. Uma compra em ago/16 e duas em out/16. Dá aquele medo de comprar após recente pernada, mas acredito que os preços não irão cair forte. Minha teoria é que fiquem meio lateralizados até o próximo capítulo da novela político-econômica. Vindo mais redução de juros, poderemos ter a segunda pernada de alta. Não temos a mesma conjuntura que fez com que os FIIs fossem aos preços de fev/14 e fev/16, por isso não acredito no ''derretimento'' do IFIX. Acho que os preços não voltam àqueles níveis nunca mais, afinal, se abatermos os rendimentos dos preços pagos na época, a margem de segurança fica muito alta e a regra do 'não perder dinheiro' fica fácil de cumprir. RNGO por exemplo, paguei 66,XX em fev/14. Com proventos do período, meu PM está em 43,XX. Consegue imaginar RNGO indo a 43,00? Só se saírem quase todos os inquilinos.

Para aqueles que acham que a inflação alta vai nos aporrinhar por mais algum tempo, o início de posição em bons FIIs de CRI (VRTA, BCRI, CTPS) ainda pode dar um bom caldo e up no fluxo de caixa, pois ainda estão pagando mais de 1%a.m.

Enfim, só alguns pensamentos sobre como tenho enxergado o cenário. Posso estar estupidamente enganado. rs
                                                                                                                                                                 
297700  - audaz1981  -  20 Mai 2015, 13:19
Reflexões sobre AEFI

Há um tempo, sempre achei que o atual arranjo sobre a Administração dos fiis era um tanto injusta para com os cotistas. A esmagadora maioria dos gestores de imóveis cobram uma taxa de administração em cima do Patrimônio Líquido do Fundo, resultado de análise de terceiros (mas que convenhamos, no Brasil ficamos meio receosos quanto a essa "isenção" de opinião). É claro que isso desmotiva os gestores, na medida em que não parecem se importar com Vacância ou Inadimplência: a rede deles é muuuito mais confortável que a minha! Vide PRSV, CEOC, e outros tantos.

Pois bem, no AEFI isso parece que enfim vai funcionar a favor dos cotistas. O preço corrente é de 105,00AEFI11 enquanto seu valor patrimonial é de 150/AEFI. Essa "trava" no Patrimônio Líquido do fundo fará com que não sejamos passados para trás pelo André Esteves. Em teoria ele vai ter que fazer uma troca justa (?) por outros imóveis que possuem o mesmo VPA. E nisso, o receio de se obter um imóvel feio e carcomido parece mitigado: a idade do imóvel deve entrar no cálculo de seu valor patrimonial!

296965 - small caps -  12 Mai 2015, 00:22
AEFI11.

Gostei do fato relevante sobre possível mudança de imóvel.

A meu juízo, retira um risco da sala, que é o de rescisão antecipada do contrato por motivo de força maior.

Melhor uma boa composição com a Anhanguera/Kroton do que uma boa briga judicial com desfecho totalmente imprevisível.

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