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sexta-feira, 14 de fevereiro de 2020

Tran Paulist (TRPL)



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Códigos de Negociação
Tipo
TRPL3 - TRPL4
Nível 1 
Balanços
3T2019 -

2T2019 -
No 2T18, a geração de caixa medida pelo Ebitda Regulatório foi de R$ 533 milhões. Deduzindo os R$ 49 milhões do Resultado Financeiro negativo, os R$ 98 milhões da despesa com o IR/CS e os R$ 176,5 millhões de capex, obtém-se aprox. R$ 210 milhões. Este seria aprox. o saldo à disposição dos acionistas, se não houvesse mudanças no endividamento líquido. Como no 2T19 a empresa não distribuiu proventos, o endividamento líquido foi aproximadamente reduzido neste valor. Mas a empresa já anunciou proventos totalizando R$ 370 milhões, a serem pagos no 3T19. Se o Ebitda do 3T19 for também menor do que aquele postado no 3T18 (R$ 479 milhões) e o capex for da mesma ordem daquele praticado no 2T19, o ebitda poderá não ser suficiente para cobrir o resultado financeiro negativo, impostos, capex e proventos.

1T2019 -

A2018/4T2018 -

3T2018 -
Por outro lado, se todo o RBSE for de fato ressarcido, o ativo está barato prá caramba!

PAPEL SUBVALORIZADO ( * ). RESULTADO EQUIV PATRIMONIAL = O resultado de equivalência patrimonial totaliza R$123.664 no 3T18 contra R$45.858 no 3T17 tendo como principal motivo a variação do resultado das controladas em conjunto IE Madeira e IE Garanhuns impactadas (i) pela variação na receita operacional líquida por reajuste de IPCA, provisão de PA, e remuneração do ativo da concessão; (ii) pelo aumento em despesas de Imposto de Renda e Contribuição Social devido à revisão, em 2017, da alíquota da taxa efetiva de impostos diferidos decorrente do benefício fiscal da SUDAM e SUDENE. RESULTADO FINANCEIRO = O resultado financeiro totaliza despesa de R$49.331 mil no 3T18 comparado com receita de R$21.854 mil no 3T17, principalmente (i) pelo ganho financeiro de R$50.939 mil devido adesão ao Programa Especial de Regularização Tributária (PERT) no 3T17; (ii) aumento despesas de variações monetárias e encargos devido a maior nível de endividamento que totalizou R$2.991.500 mil no 3T18 e R$1.771.168 mil no 3T17.; IMPOSTO DE RENDA/CS =A rubrica de imposto de renda e contribuição social apresentou redução totalizando R$188.942 mil no 3T18, contra R$185.328 mil no 3T17 não apresentou variação significativa.; LUCRO LIQUIDO = Em decorrência dos fatores mencionados acima, o lucro líquido no 3T18 totalizou R$695.219 mil, comparado a R$454.304 mil no 3T17.

2T2018 -
Achei os Resultados apenas regulares. O que surpreendeu negativamente foram os custos e despesas operacionais, que passaram de R$ 145 milhões no 2T17, para R$ 230 milhões no 2T18. No semestre, o total de 2017, R$ 337 milhões, passou para R$ 421 milhões. Há que se pesquisar se isto é circunstancial ou se este aumento nos custos e despesas é recorrente.
No que se refere o ebitda, as comparações não fazem sentido, pois a contabilidade regulatória só considera as receitas de RBSE a partir do momento em que passaram a ser pagas, no 2o. semestre de 2017.
É minha impressão de que os custos e despesas operacionais deverão estabilizar e, em consequência, o lucro líquido deixará de retroceder. Em consequência, acredito que o ativo não esteja caro, especialmente levando em consideração o DY esperado.

1T2018 -
Paulo Prof - 
Resultados dentro do esperado, um pouco abaixo daqueles do 1T17, excetuando o Ebitda (o ebitda é o regulatório, ou seja, aquele efetivamente gerado ... não tem sentido falar em ebitda IFRS).
Ao que parece, o RBSE será pago integralmente, embora provavelmente não no prazo anteriormente previsto. Se o RBSE for efetivamente pago, independentemente se num prazo mais curto ou mais longo, o ativo continua barato prá caramba. Na minha opinião, merece uma "fezinha".

A2017/4T2017 -
No que se refere a Receita, não entendo o porque da redução (em relação à média dos 9M17) da Receita relativa a Remuneração dos Ativos de Transmissão. De uma média de mais de R$ 500 milhões por trimestre nos 9M caiu para menos de R$ 300 milhões no 4T. Por outro lado, aumentaram as despesas ... de uma média de R$ 170 milhões nos 9M17, passou para quase R$ 220 milhões no 4T. Houve também surpresas desagradáveis no que concerne a Equivalência Patrimonial (de uma média de mais de R$ 40 milhões nos 3 primeiros trimestres, passou para praticamente zero no 4o. trimestre; e outras receitas/despesas, passando de aprox zero nos primeiros 9 meses do exercício, para uma despesa de mais de R$ 50 milhões no 4T17. Para completar a ópera, o resultado financeiro negativo do 4o. trimestre foi aprox. igual aquele dos 9M17.
De qualquer forma, se a contabilidade IFRS com as premissas adotadas pela empresa de fato se sustentar (pessoalmente não coloco muita fé de que o RBSE será pago integralmente), o ativo estaria barato prá caramba ...

3T2017 -
PAPEL SUBVALORIZADO (*). DOS ULTIMOS 46 TRIMESTRES, 02 APRESENTARAM LUCRO LIQUIDO NEGATIVO (4,3478%). LUCRO Atribuído a Sócios da Empresa Controladora DO 3T17 = 449.967 FOI MENOR DO QUE O LUCRO APRESENTADO NO 2T17 = 468.831 E MENOR (TAMBEM) DO QUE O APRESENTADO NO 3T16 = 4.531.786. RESULTADO BRUTO TAMBEM FOI MENOR NA COMPARAÇÃO ENTRE 3T16 = 6.600.334 X 3T17 = 603.426. VALOR DE MERCADO (MIL) = 10.268.696; VALOR MAXIMO (MIL) = 10.871.575 NO 3T16; VE PSBE (MIL) = 9.219.173.

1T2017 -
Tudo o que segue é baseado no Balanço Patrimonial e DRE IFRS considerando as receitas de remuneração do RBSE. Se, no futuro próximo, houver ajustes no RBSE, a empresa terá que refazer toda a sua contabilidade. Que ajustes deverão ocorrer é uma certeza. O impacto destes ajustes reduzirá os Resultados da empresa. O que não se sabe é se estes ajustes serão substanciais ou apenas marginais.

A2016/4T2016 -
Agora, se o ativo realmente estiver barato, isto pode ser mais uma evidência que o cálculo da indenização pode estar bastante furado ...

3T2016 -
A partir do ano que vem,. em prestações, a empresa deverá receber a Receita contabilizada. Em valor presente, esta receita corresponde a aprox. R$ 38,34/ação. Não tenho a mínima idéia do que a empresa fara com esta grana ... se guardará para investir ou se engrossará os proventos.

3T2015 -
Bom o resultado ... sem surpresas

2T2015 -
Considerando que o 2 t14 teve um não recorrente no LL de uns 20MI, até gostei do resultado....

3T2014 -
paulo_prof  -
Ativo me parece estar bem precificado, talvez perspectiva pequena de valorização (isto, sem contabilizar a indenização que ainda deverá receber pela concessão antiga que foi renovada).

2T2014 -
Transmissão de Energia Elétrica
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TRPL4
Realmente os ultimos projetos greefield ganhos foram com desagios muito grandes...mas eu acredito que a empresa ira conseguir compensar boa parte desse desagio com capex menor, antecipacao do prazo de entrega e/ou sinergias com projetos ja existentes...
E bom lembrar tambem que nos demais lotes do ultimo leilao, o desagio medio foi superior a 50% e somente players menores que arremataram...
Se essa tendencia se seguir... nos proximos leiloes os desagios serao ainda maiores... Lembrando que das grandes transmissoras... a TRPL foi a ultima a se mexer para recompor a sua base de ativos... por isso e que esta se sujeitando a TIR bem menores...
So nao da pra entender e a passividade da TRPL no mercado de aquisicoes...a algumas semanas atras a EGIE comprou um mega projeto da STERLITE por 410 milhoes... projeto que tem uma otima TIR... e a TRPL nao compra nada...
Porem tanto a EGIE, como as demais transmissoras listadas em bolsa andaram bastante... e a TRPL ficou bem pra tras... acredito que nos preços atuais em termos de atratividade, TRPL ja esteja bem proxima as demais...
Lembrando que a TRPL tem alem da questao judicial da RBSE/KE, um processo conta a Secretaria da Fazenda de SP, com alta probabilidade de ganho...
Sigo comprado no ativo...
Grande Ivan,
Só para não passar batido...titio Barsi está comprando TRPL4 na região de 22 reais.
O que será que ele sabe que nós não sabemos?...
Na dúvida...e pensando no longo prazo...estou seguindo na "sombra" dele...rssss

Ivan, fridao, prof Paulo...no caso da trpl4 em 10 anos(aproxidamente) da menor cotação até o momento , teve valorização aproximada de 300%.....enquanto que na taee11 essa valorização foi de 100%....No momento, o p/l e div ield das 2 estao semelhantes(Os múltiplos da trpl4 estão um pouco melhores)...as 2 tentando recompor a queda rap....olhando pra frente em qual delas vcs acham que valeria mais a pena ?A taee não teria mais potencial de valorizar?muito obrigado 

366761 - paulo_prof  -  26 Jan 2020, 14:57
A DRE, Notas Explicativas e Relatórios da TRPL não fornecem as informações precisas para fazer um "valuation" adequado. Possivelmente, o tio Barsi consegue ter informações mais detalhadas, diretamente da empresa.

O "valuation" que eu faço da TRPL4, é dividido em duas partes:

a) o valor corrente do RBSE a receber

b) o valor da ação ex-RBSE, determinada pela fórmula do FCD.

Ocorre que é difícil estimar qual seria o lucro anual excluindo as Receitas e Bespesas RBSE, porque estas não estão claramente segregadas. Em consequência, sou obrigado a fazer hipóteses que podem estar bastante furadas. O Barsi provavelmente tem como obter os valores efetivos.

Analisando os resultados regulatórios dos últimos 12 meses, conclui-se que a Receita RBSE é praticamente a metade da Receita Total. Mas a Despesa RBSE não parece ser a metade da Despesa Total. De qualquer forma, para ter um valor, considerei a hipótese de que o Lucro Líquido ex-RBSE está para o Lucro Líquido total assim como estão as receitas. Em parte, a menor Despesa RBSE é parcialmente compensada pela Receita de Equivalência Patrimonial, que reduz a Despesa ex-RBSE.

No que se refere o RBSE, acho que a tabela abaixo é auto-explicativa. Estou supondo que no frigir dos ovos o RBSE será remunerado pelo WACC do setor de transmissão. Utilizei um WACC médio de 7,5% a.a. de DEZ2012 para cá (em 2018 foi 7,32%; em 2019 foi 6,81%, mas nos anos anteriores o WACC antes dos impostos foi maior do que isto).

O valor real em 30DEZ2019 a ser pago a título de RBSE é composto das parcelas:

a) valor original ainda não amortizado

b) correção monetária do valor original ainda não amortizado

c) remuneração de capital até 30JUN2018

d) remuneração de capital de 30JUN2018 até 31DEZ2019
TRPL5e2da44144c2c.png
Em 31DEZ2019, o valor aproximado da remuneração do RBSE que foi suspensa pela justiça é de aprox. R$ 2,425 bilhões, se for aprovado o Projeto de Lei que está em discussão no Congresso. Originalmente, a ANEEL havia decidido usar o Ke, um valor maior do que o WACC, para calcular a remuneração de capital. Se não estou enganado, a TRPL estaria adotando o Ke em sua contabilidade e, em consequência, se tiver que refazer as contas com o WACC deverá contabilizar o prejuízo reporesentado pela diferença. Se (o que não parece provável) a justiça finalmente decida que não cabe remuneração de capital, o valor de ação correspondente ao RBSE é reduzido em R$ 3,68.



De qualquer forma, se o LPA ex-RBSE de R$ 1,00 estiver razoavelmente próximo do valor real, e se este LPA crescer em termos reais pelos próximos 5 anos, o valor "justo" da TRPL4 seria de aprox. R$ 30,00.



No pior dos mundos, a remuneração RBSE é definitivamente descartada (equivalente a menos R$ 3,70 no ativo) e o LPA ex-RBSE hoje é menor do que os R$ 1,00 estimados. Neste caso, supondo correta a hipótese de crescimento do lucro ex-RBSE nos próximos 5 anos a uma taxa real de 10%, para que o valor ex-RBSE (11,14 - 3,68 = 7,46) mais o valor justo fornecido pela fórmula do FCD, seja igual ao preço atual de R$ 23,10 seria necessário que o LPA ex-RBSE dos U12M seja maior do que R$ 0,825.

Ou seja, parece que o risco ao preço atual é muito pequeno.
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366738 - paulo_prof  -  24 Jan 2020, 18:10
O caso da TRPL é "enrolado" ...

De uma lado, acho que é a empresa do setor de energia elétrica que praticamente nenhum casa de análise ou corretora recomenda. O argumento principal é que estando no 1o. nível de governança da bolsa, a governança da empresa é precária. Como a liquidez da TRPL3 é praticamente existente, argumentam os críticos que a empresa não quer sócios ... quer somente financiadores. A TRPL4 não tem tag along.

Uma outra razão para algumas casas não recomendarem o ativo é a sua possível baixa TIR (taxa interna de retorno), como mostrado por exemplo na figura abaixo tirada de um relatório do Santander.

TIR5e14cfa1302cd.png

Como a TRPL está contando com uma grande receita que tem prazo para acabar (vide abaixo), tem sido extremamente agressiva nos leilões de transmissão, oferencendo descontos que muitos analistas estão achando excessivos e que deverão impactar as margens futuras de operação.

Em 2012, objetivando reduzir drasticamente os preços da energia elétrica óbviamente para fins eleitorais, a Dilma atendeu algumas transmissoras que em princípio aceitariam renovar as concessões nas condições oferecidas, se os ativos antigos, que estavam em operação em 31MAI2000 e ainda não totalmente depreciados em 31DEZ2012, fossem indenizados.

Atendendo às poucas transmissoras que renovaram as suas concessões por 30 anos (sujeitando-se a RAPs pífias), a Lei 12783/2013 de 11JAN2013 diz
Citação: Lei 12783/2013
Art. 15. A tarifa ou receita de que trata esta Lei deverá considerar, quando houver, a parcela dos investimentos vinculados a bens reversíveis, ainda não amortizados, não depreciados ou não indenizados pelo poder concedente, e será revisada periodicamente na forma do contrato de concessão ou termo aditivo.
§ 1º O cálculo do valor dos investimentos vinculados a bens reversíveis, ainda não amortizados ou não depreciados, para a finalidade de que trata o caput ou para fins de indenização, utilizará como base a metodologia de valor novo de reposição, conforme critérios estabelecidos em regulamento do poder concedente.
§ 2º Fica o poder concedente autorizado a pagar, na forma de regulamento, para as concessionárias que optarem pela prorrogação prevista nesta Lei, nas concessões de transmissão de energia elétrica alcançadas pelo § 5º do art. 17 da Lei nº 9.074, de 1995, o valor relativo aos ativos considerados não depreciados existentes em 31 de maio de 2000, registrados pela concessionária e reconhecidos pela Aneel.
§ 3º O valor de que trata o § 2º será atualizado até a data de seu efetivo pagamento à concessionária pelo prazo ]de 30 (trinta) anos, conforme regulamento.

§ 4º A critério do poder concedente e para fins de licitação ou prorrogação, a Reserva Global de Reversão - RGR poderá ser utilizada para indenização, total ou parcial, das parcelas de investimentos vinculados a bens reversíveis ainda não amortizados ou não depreciados.
Como não interessava resolver a questão do RBSE de imediato, o governo "enrolou" até meados de 2016 para definir os valores devidos e depois decidiu que a indenização seria paga (pelos consumidores, é claro), a partir de julho de 1917, em 8 anos.

Ocorre que os grandes consumidores entraram na justiça argumentando que nada tinham a ver com isto, pois de acordo com eles seria o governo a arcar com os custos do dispositivo legal.

A ANEEL considerou que os valores do RBSE deveria ser corrigidos pelo índice de inflação (IPCA), mais o Ke, custo de capital próprio definido para o setor da transmissão elétrica. Em 2017, a justiça determinou que a indenização considerasse somente a inflação, uma vez que a remuneração de capital não era mencionada na Lei.

Em consequência, a ANEEL refez os cãlculos incluindo somente a inflação. O pagamento da indenização iniciou em meados de 2017, via ítem específico na RAP anual. No exercício de 2025 o pagamento da indenização corrigida pela inflação deverá ser encerrado. Restará a questão da remuneração da indenização original pelo Ke, Recentemente, a justiça cassou a liminar concedida aos grandes consumidores, mas na minha opinião a celeuma está longe de seu final.

Mas a contabilidade IFRS da TRPL considera também a correção da inxdenização pelo Ke. Em consequência, a DRE da TRPL é uma peça, digamos, de ficção. O lucro é inflado pela remuneração de capital da indenização e este lucro é registrado no PatLiq como Reserva Especial de Lucros.

Por outro lado, a Receita do RBSE é parte relevante da Receita Líquida, e a sua interrupção a partir do 2o. semestre de 2025 representará um grande impacto na DRE. Para que se tenha uma idéia, considere que nos 9M19, a Receita Bruta Regulatória (aquela que efetivamente tem a ver com os recebimentos efetivos pela empresa) TOTAL foi de R$ 2,397 bilhões. Destes, R$ 1,209 bilhões (mais da metade) correspondem ao RBSE.

Para decidir se a TRPL4 está barata ou não, deve-se responder as seguintes questões:

a) no frigir dos ovos, vai ou não receber a parcela de remuneração do RBSE pelo Ke?

b) vai, ou não, conseguir compensar os grandes deságios que ofereceu nos leilões, dispendendo menos capital do que aquele estimado pela ANEEL e/ou vai conseguir operar as novas linhas bem antes do contratado? (se o capex dispendido for menor do que aquele previsto pela ANEEL ou o prazo de implantação da linha for encurtado, aumenta a TIR do projeto.

Veja também https://br.advfn.com/forum/advfn/2234977/18319#366361

Alguém pode comentar o atual momento da trpl, uma vez que nesse bull market ela só fez desvalorizar e fica/ficou de lado em comparação com quase todas as outras ações de transmissoras de energia.

É uma oportunidade ou tem algum fato negativo em relação à transmissora paulista?
Como deve ser de seu conhecimento, no que concerne as transmissoras, há duas DREs distintas, que dependem das regras contábeis utilizadas: regulatória e IFRS.

A DRE IFRS é baseada nas normas IFRS e a DRE regulatória é elaborada com base na RAP homologada pela ANEEL para o exercício em questão. No caso da TRPL, há dois fatores que devem ser levados em consideração:

a) a remuneração do RBSE (indenização pelos ativos não totalmente depreciados no ano 2000), que é parte substancial da RAP até aprox. 2024, e

b) foi expedida decisão judicial liminar referente ação movida por três associações empresariais, que determina em caráter provisório a exclusão da parcela de “remuneração”, prevista no artigo 15, parágrafo 2º, da Lei nº 12.783/13 e consequente recálculo das Receitas Anuais Permitidas (RAPs) pela ANEEL. Em cumprimento da referida decisão liminar, a ANEEL por meio de Nota Técnica nº 170/17, apresenta novo cálculo excluindo dos valores da RAP, os valores referentes ao custo de capital. A Companhia, pautada na opinião de assessores jurídicos, entende que esta é uma decisão provisória e que o direito da Companhia de receber os devidos valores referentes aos ativos do SE está assegurado pela Lei, de forma que nenhum ajuste ao valor registrado contabilmente até 30 de setembro de 2019 foi considerado.

Ou seja, no fundo, a DRE IFRS da TRPL pode ser uma peça de ficção ... Nas RAPs que vem sendo homologadas pela ANEEL, não está incluída a parcela referente à "remuneração" do capital. Mas esta parcela de receita está contemplada na DRE IFRS. Como consequência, o lucro da TRPL é substancialmente inflado e, como a empresa não recebe nem o cheiro desta grana, a contabiliza como Reserva especial de lucros a realizar no Patrimônio Líquido. Em 30SET esta reserva já era de R$ 5 bilhões!!!!

No exercício de 2018, o Lucro Líquido Regulatório foi de R$ 1,29 bilhões; o IFRS, de R$ 1,88 bilhões. Nos 9M19, o lucro líquido regulatório foi de R$ 890 milhões; o lucro líquido IFRS, de R$ 1,25 bilhões. Embora os lucros líquidos regulatório e IFRS sejam distintos, a somatória dos mesmos num período relativamente longo deveria convergir. Aqui está mais do que claro (o lucro IFRS é consistentemente substancialmente maior) que a empresa está contabilizando o que acha ter direito ... podendo quebrar a cara no futuro e ser obrigada a contabilizar perdas extraordinárias.

Se vc pegar os R$ 5 bilhões e dividir pelo no. de ações, vc obterá R$ 7,60 por ação e este valor ainda crescerá até que se tenha uma sentença transitada em julgado. Uma vez finalizada a pendenga judicial, restará a questão de quem paga a conta. A orígem deste rolo está na lei e nesta parece estar claro que a indenização caberia à União. Como a União está sem grana ... é possível que este rolo seja jogado para as calendas gregas.

Moral da história: é muito difícil fazer o valuations das ações da TRPL. Ainda há aprox. 5,5 anos a receber de RBSE (depois a receita RBSE cai a zero) e somente parte desta receita está sendo recebida

Recentemente, num relatório do Santander/Bloomberg, a TRPL foi agraciada com a menor TIR real das empresas consideradas. Parece claro que o Santander está considerando que a TRPL irá dançar !!!
TIR5e14cfa1302cd.png
                                                                                           ▲                                                                      ▲

Os Resultados iFRS são fortemente impactados pela variação do IPCA no período. No 3T18, quando a variação do IPCA emplacou 1,5%, a Remuneração dos Ativos de Concessão totalizou R$ 926 milhões. Já no 3T19, quando a variação do IPCA foi de 0,31%, os Ativos de Concessão renderam "apenas" R$ 417 milhões. Os demais resultados foram consequência. O único resultado que se "salvou" foi o ebitda, mesmo porque ebitda IFRS não tem muito sentido. O Ebitda que está associado à efetiva geração de caixa é o regulatório.

Reitero que o valuation da TRPL4 é algo complicado devido ao fato da contriibuição da RBSE para a RAP terminar abruptamente, em 2025. Mais uma vez, "impressão" (não efetuei uma análise mais apurada) que tenho é que o ativo não está caro.
m1USmgTo4R1RD47a1wGn3te2r2o5PPjtuQreqjk=



Os resultados relativos ao ebitda referem-se à contabilidade regulatória.



TRPL4

PREÇO: R$ 23,36

PAYOUT (2018): 65,10%



Múltiplos baseados nos últimos 12 meses

P/L 7,85

P/VPA 1,29

PSR 4,53

DY 8,29%

EV/EBITDA 8,07

MARGEM BRUTA 74,0%

MARGEM OPERACIONAL 67,6%

MARGEM LÍQUIDA 57,7%

LUCRO POR AÇÃO R$ 2,975

MARGEM EBITDA 63,4%

DÍVIDA BRUTA/PATRIMÔNIO LÍQUIDO 26,8%

ROE 16,41%

LIQUIDEZ CORRENTE 2,33



Taxas de Crescimento Nominal

a) últimos 12 meses vs 12 meses terminados no 3T18

RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA +23,93%

RESULTADO BRUTO +22,47%

RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO +19,66

RESULTADO OPERACIONAL +25,23%

RESULTADO LÍQUIDO +48,12%

EBITDA -7,15%



b) 3T19 vs 3T18

RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA -35,10%

RESULTADO BRUTO -52,77%

RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO -29,45%

RESULTADO OPERACIONAL -55,73%

RESULTADO LÍQUIDO -39,84%

EBITDA +10,15%



c) lucro (taxa média anual)

UA 48,12%

U2A 28,95%

U3A 46,20%



d) patrimônio líquido médio

UA 4,93%

U2A 4,47%

U3A 20,70%



e) ebitda (taxa média anual)

UA -7,15%

U2A 44,39%

U3A 89,64%

U4A 33,69%

U5A 32,51%

U6A 27,38%

U7A 6,59%

U8A 5,38%



Preço justo fornecido pela fórmula do FCD para uma taxa média de crescimento real nulo do lucro líquido dos últimos 12 meses durante 5 anos, perpetuidade real nula e taxa de desconto real de 8%: R$ 37,19

Ou, taxa de crescimento real do lucro líquido dos últimos 12 meses necessária, durante os próximos 5 anos, para que o preço justo fornecido pela fórmula do FCD seja igual ao preço corrente (com uma perpetuidade real nula e taxa de desconto anual real de 8%): -10,0%

363046  - paulo_prof   -  31 Jul 2019, 05:52
Excelentes resulatdos IFRS (receita liquida, resultado bruto, resultado antes dos impostos e resultado líquido). Resultado regulatório fraco, impactando o ebitda. Em consequência, a geração de caixa medida pelo ebitda pode não ser suficiente para cobrir o resultado financeiro, os impostos, o capex e os proventos. É possível que no 3T19 aumente o endividamento líquido.

No 2T18, a geração de caixa medida pelo Ebitda Regulatório foi de R$ 533 milhões. Deduzindo os R$ 49 milhões do Resultado Financeiro negativo, os R$ 98 milhões da despesa com o IR/CS e os R$ 176,5 millhões de capex, obtém-se aprox. R$ 210 milhões. Este seria aprox. o saldo à disposição dos acionistas, se não houvesse mudanças no endividamento líquido. Como no 2T19 a empresa não distribuiu proventos, o endividamento líquido foi aproximadamente reduzido neste valor. Mas a empresa já anunciou proventos totalizando R$ 370 milhões, a serem pagos no 3T19. Se o Ebitda do 3T19 for também menor do que aquele postado no 3T18 (R$ 479 milhões) e o capex for da mesma ordem daquele praticado no 2T19, o ebitda poderá não ser suficiente para cobrir o resultado financeiro negativo, impostos, capex e proventos.

O valuation da TRPL4 é algo complicado devido ao fato da contriibuição da RBSE para a RAP terminar abruptamente, em 2025. A "impressão" (não efetuei uma análise mais apurada) que tenho é que o ativo ainda poderá valorizar um pouco.
EuROwes=
No que segue, a Receita Liquida, Resultado Bruto, Resultado Antes dos Impostos e Lucro Líquido do 2T17 foram expurgados dos efeitos do reconhecimento, conforme despacho ANEEL nº 1.484/17, do valor complementar do laudo do RBSE. Os resultados relativos ao ebitda referem-se à contabilidade regulatória.



TRPL4

PREÇO: R$ 24,50

PAYOUT (2018): 65,10%



Múltiplos baseados nos últimos 12 meses

P/L 7,18

P/VPA 1,36

PSR 4,25

DY 9,07%

EV/EBITDA 8,52

MARGEM BRUTA 79,7%

MARGEM OPERACIONAL 74,6%

MARGEM LÍQUIDA 59,2%

LUCRO POR AÇÃO R$ 3,413

MARGEM EBITDA 55,5%

DÍVIDA BRUTA/PATRIMÔNIO LÍQUIDO 26,5%

ROE 18,93%

LIQUIDEZ CORRENTE 4,09



Taxas de Crescimento Nominal

a) últimos 12 meses vs 12 meses terminados no 2T18

RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA +61,47%

RESULTADO BRUTO +79,52%

RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO +159,13

RESULTADO OPERACIONAL +87,14%

RESULTADO LÍQUIDO +114,08%

EBITDA -9,09%



b) 2T19 vs 2T18

RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA +72,48%

RESULTADO BRUTO +103,67%

RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO +91,34%

RESULTADO OPERACIONAL +103,52%

RESULTADO LÍQUIDO +106,39%

EBITDA -16,75%



c) lucro (taxa média anual)

UA 114,08%

U2A 43,87%

U3A 60,67%



d) patrimônio líquido médio

UA 3,77%

U2A 5,18%

U3A 28,01%



e) ebitda (taxa média anual)

UA -9,09%

U2A 78,67%

U3A 54,55%

U4A 43,84%

U5A 35,06%

U6A 16,96%

U7A 5,43%

U8A 6,51%



Preço justo fornecido pela fórmula do FCD para uma taxa média de crescimento real nulo do lucro líquido dos últimos 12 meses durante 5 anos, perpetuidade real nula e taxa de desconto real de 8%: R$ 42,66

Ou, taxa de crescimento real do lucro líquido dos últimos 12 meses necessária, durante os próximos 5 anos, para que o preço justo fornecido pela fórmula do FCD seja igual ao preço corrente (com uma perpetuidade real nula e taxa de desconto anual real de 8%): -12,0%

Professor Paulo, boa noite.
Tava dando uma olhada nos relatórios da TRPL e vi que ela apresenta dois balanços: IFRS e Regulatório. O lucro que é considerado no site da bmf é o IRFRS, que por sua vez é bem maior ao apresentado pela DRE regulatória. No entanto, nos relatórios da empresa e na distribuição de proventos, a empresa parece dar mais importância para o Balanço Regulatório. Eu fico sem entender o motivo da diferença entre as duas DREs serem tão grande, o que pode distorcer a análise de alguém que não tenha muito conhecimento do setor elétrico.

Qual balanço eu devo considerar para fazer o valuation do ativo?
363045  - paulo_prof   - 31 Jul 2019, 05:04
No que se refere o lucro liquido, o que interessa é o IFRS. No que se refere a geração de caixa medida pelo ebitda, o que interessa é o regulatório.

Ou seja, a legislação estabelece que uma empresa deve no mínimo distribuir 25% do lucro líquido. O lucro que é referido na Lei é o IFRS.

Num prazo extendido, a soma dos lucros IFRS e Regulatório devem convergir.

O Estatuto Social da CTEEP prevê a distribuição de dividendo mínimo que seja o maior valor entre R$ 359 milhões e 25% do lucro líquido do exercício. Adicionalmente, está prevista a possibilidade do pagamento de dividendos extraordinários. Em junho de 2018, a administração informou ao mercado a prática de proventos com proposta de distribuição de no mínimo 75% do lucro líquido regulatório (utilizado como proxy da geração de caixa), sujeita a aprovação em Assembleia, limitado à alavancagem máxima de 3,0x Dívida Líquida/EBITDA, e possibilidade de pagamento de dividendos intercalares, conforme previsto no Estatuto Social.

No 2T18, a geração de caixa medida pelo Ebitda Regulatório foi de R$ 533 milhões. Deduzindo os R$ 49 milhões do Resultado Financeiro negativo, os R$ 98 milhões da despesa com o IR/CS e os R$ 176,5 millhões de capex, obtém-se aprox. R$ 210 milhões. Este seria aprox. o saldo à disposição dos acionistas, se não houvesse mudanças no endividamento líquido. Como no 2T19 a empresa não distrribuiu proventos, o endividamento líquido foi aproximadamente reduzido neste valor.

A explicação dos efeitos da contabilidade regulatória e IFRS é explicada no Relatório.

Comparativo de Resultados (Regulatório vs. IFRS)

A Companhia e suas controladas adotaram os novos Pronunciamentos Técnicos CPC nº 47 – Receita de Contrato com Cliente (IFRS 15) e CPC nº 48 – Instrumentos Financeiros (IFRS 9) revisados pelo Comitê de Pronunciamentos Contábeis (“CPC”), Comissão de Valores Mobiliários (“CVM”) e International Accounting Standards Board (“IASB”), que entraram em vigor a partir de 1º de janeiro de 2018.

A receita dos serviços que a Companhia presta passou a ser registrada e mensurada de acordo com os referidos pronunciamentos a partir de 1º de janeiro de 2018, não reproduzindo os efeitos para o exercício comparativo de 2017.

Como consequência da aplicação do CPC nº 47, todas as concessões da Companhia e suas controladas foram classificadas como ativo contratual, em que o fluxo de recebimentos (RAP) é remunerado por uma taxa de desconto que contempla os riscos e prêmios do setor e que passa a ser a estabelecido no início de cada projeto e atualizado pelo IPCA/IGPM. Para os ativos em fase de obras, a receita de infraestrutura estabelecida é suficiente para cobrir gastos incorridos e encargos para a implementação do projeto. Eventuais variações em relação à rentabilidade do projeto passam a ser reconhecidas no resultado no início de operação.

O ativo financeiro da RBSE, até então classificado como ativo financeiro ao custo amortizado, passou a ser mensurado a valor justo com a aplicação do CPC nº 48.

As principais variações entre o resultado consolidado em IFRS e o Regulatório são:

Receita: No IFRS, as receitas referentes aos investimentos realizados ao longo da concessão são registradas como ativo contratual. No regulatório, os investimentos são tratados como ativo imobilizado, depreciados considerando sua vida útil, e a RAP conforme o faturamento, no prazo da concessão.

Custos: No IFRS, os custos de implementação de infraestrutura referem-se ao investimento realizado, neutralizados pela receita de implementação de infraestrutura, calculada a partir do investimento acrescido das alíquotas de PIS/COFINS e outros encargos.

Depreciação: No IFRS, o ativo da concessão não é considerado ativo imobilizado, e sim ativo contratual ou financeiro. O imobilizado do IFRS refere-se substancialmente a bens utilizados pela Companhia e não vinculado ao contrato de concessão. No Resultado Regulatório, o ativo da concessão é considerado imobilizado, com sua respectiva depreciação.

IR/CSLL: No IFRS, o IR/CSSL são provisionados mensalmente, obedecendo ao regime de competência e apurado conforme previsto na Lei 12.973/14. A Companhia adota o regime de lucro real com estimativa mensal. 
                                                                                           ▲                                                                      ▲
Bons Resultados dentro do esperado e sem surpresas. Acho que o ativo tem condições de ainda evoluir algo mais.

No que segue, a Receita Liquida, Resultado Bruto, Resultado Antes dos Impostos e Lucro Líquido do 2T17 foram expurgados dos efeitos do reconhecimento, conforme despacho ANEEL nº 1.484/17, do valor complementar do laudo do RBSE. Os resultados relativos ao ebitda referem-se à contabilidade regulatória.

TRPL4

PREÇO: R$ 21,27

PAYOUT (2018): 65,10%

Múltiplos baseados nos últimos 12 meses

P/L 6,96
P/VPA 1,23
PSR 4,13
DY 9,35%
EV/EBITDA 7,24
MARGEM BRUTA 78,3%
MARGEM OPERACIONAL 73,7%
MARGEM LÍQUIDA 59,3%
LUCRO POR AÇÃO R$ 3,054
MARGEM EBITDA 65,2%
DÍVIDA BRUTA/PATRIMÔNIO LÍQUIDO 27,3%
ROE 17,62%
LIQUIDEZ CORRENTE 4,50


Taxas de Crescimento Nominal

a) últimos 12 meses vs 12 meses terminados no 1T18

RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA +45,17%

RESULTADO BRUTO +51,84%

RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO +123,97%

RESULTADO OPERACIONAL +57,95%

RESULTADO LÍQUIDO +83,92%

EBIDTA +21,10%



b) 1T19 vs 1T18

RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA +40,45%

RESULTADO BRUTO +54,24%

RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO +55,49

RESULTADO OPERACIONAL +57,92%

RESULTADO LÍQUIDO +58,61%

EBITDA -11,19%



c) lucro (taxa média anual)

UA 83,92%
U2A 47,52%
U3A 57,56%


d) patrimônio líquido médio

UA 0,64%

U2A 10,97%

U3A 27,43%



e) ebitda (taxa média anual)

UA 21,10%
U2A 84,11%
U3A 59,85%
U4A 45,30%
U5A 41,18%
U6A 12,41%
U7A 6,04%
U8A 7,73%


Preço justo fornecido pela fórmula do FCD para uma taxa média de crescimento real nulo do lucro líquido dos últimos 12 meses durante 5 anos, perpetuidade real nula e taxa de desconto real de 8%: R$ 38,17

Ou, taxa de crescimento real do lucro líquido dos últimos 12 meses necessária, durante os próximos 5 anos, para que o preço justo fornecido pela fórmula do FCD seja igual ao preço corrente (com uma perpetuidade real nula e taxa de desconto anual real de 8%): -13,0%

360161 - nao e possivel -  05 Abr 2019, 13:31
Bom dia a todos ...

Com desdobramento de TRPL4 de 1:4... vamos ver como se comporta o volume dela hoje ... particularmente estou comprando hoje.....

Boa sorte a todos,,,

359222  - paulo_prof  -  11 Mar 2019, 16:19
Citação: value invest 2050 - Post #359198 - 10/Mar/2019 14:37
O sr continua comprado em trpl4? Nesses preços vale comprar ainda numa carteira previdenciária? Visto que as vacas leiteiras ja estão com valuation menos atrativo. Obrigado
Mantenho. No que concerne a comprar nos preços atuais, o meu "entusiasmo" não é grande. Os últimos aportes que fiz foram no dia ex dos proventos, no ano passado.

O valor "justo" que tenho anotado é R$ 92,00. Este valor é dividido em duas partes: RBSE e ex-RBSE.

Para ter uma estimativa do valor ex-RBSE considerei a Receita Bruta de 2018, deduzi a Receita RBSE e calculei a razão (44,3%) da Receita Bruta RBSE para a Receita Bruta Total. Apliquei esta razão à Receita Líquida, obtendo R$ 1,225 bilhões (ou seja, fiz a hipótese de que as deduções da Receita Bruta da parte RBSE e ex-RBSE têm o mesmo percentual, o que pode não ser verdade!).

Das despesas de 2018, deduzi a depreciação associada ao RBSE, obtendo R$ 623 milhões.

Como o RBSE vai ser recebido até fins de junho de 2025, fiz a hipótese de que pós-RBSE o endividamento líquido da empresa seria zero (nestes mais de 6 anos, é evidente que a empresa fará investimentos e, muito provavelmente, postará resultados financeiros negativos; mas como não considero o resultado destes investimentos na simulção, a hipótese de resultado financeiro nulo é justificável e conservativa).

Deduzindo os R$ 623 milhões da Receita Líquida de R$ 1,225 milhões, obtém-se um EBIT de R$ 602 milhões. Aplicando um percentual de 81,2% sobre o Resultado Antes dos Impostos (o mesmo praticado no exercício de 2018), obtém-se um lucro líquido ex-RBSE de aprox. R$ 490 milhões, ou R$ 2,975 por ação. Usando os parâmetros usuais de FCD para crescimento real nulo, chega-se a um valor intrínseco de R$ 37,00.

Para a estimativa do valor RBSE pode-se considerar o valor do ativo financeiro informado nas Notas Explicativas, de R$ 9,07 bilhões. Considerando que este ativo é formecido em termos reais (pois é corrigido pelo IPCA) e dividindo pela base de ações, obtém-se R$ 55,00.

Ocorre que em seu balanço patrimonial, a empresa informa o valor que acha correto. Como a questão está pendente na justiça, entretanto, este valor poderá não se confirmar.

358960 - paulo_prof  -  01 Mar 2019, 18:15
Não há o que comentar ... Se todo o RBSE for de fato ressarcido, o ativo está barato prá caramba! O risco é o governo alterar o RBSE (que, na minha opnião, está furado).

Na Receita Bruta Total IFRS de R$ 3,64 bilhões, a Receita relativa RBSE foi R$ 1,27 bilhões, ou seja, 1/3. Por outro lado, a receita do Ativo de Concessão (ex-RBSE) foi de R$ 0,91 bilhões.



O que é o RBSE? RBSE - Rede Básica Sistemas Existentes – são os ativos ditos reversíveis, que a empresa detinha em 31/05/2000, que ainda não estavam totalmente depreciados em 31/12/2012, quando as empresas tiveram os seus contratos de concessão antecipados pela Lei nº 12.783/13.

Não é necessário ser gênio para "sentir" que não é possível bens antigos (de antes de 2000), que foram depreciados normalmente até 31/12/2012, valerem mais do que os demais bens remanescentes.

No que segue, a Receita Liquida, Resultado Bruto, Resultado Antes dos Impostos e Lucro Líquido do 2T17 foram expurgados dos efeitos do reconhecimento, conforme despacho ANEEL nº 1.484/17, do valor complementar do laudo do RBSE. Os resultados relativos ao ebitda referem-se à contabilidade regulatória.



TRPL4

PREÇO: R$79,09

PAYOUT (2018): 65,10%



Múltiplos baseados nos últimos 12 meses

P/L 6,92

P/VPA 1,18

PSR 4,09

DY 9,40%

EV/EBITDA 6,71

MARGEM BRUTA 77,2%

MARGEM OPERACIONAL 72,7%

MARGEM LÍQUIDA 59,1%

LUCRO POR AÇÃO R$ 11,423

MARGEM EBITDA 71,8%

DÍVIDA BRUTA/PATRIMÔNIO LÍQUIDO 27,2%

ROE 17,00%

LIQUIDEZ CORRENTE 4,63



Taxas de Crescimento Nominal

a) últimos 12 meses vs 12 meses terminados no 4T17

RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA +35,62%

RESULTADO BRUTO +40,14%

RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO +114,77%

RESULTADO OPERACIONAL +42,29%

RESULTADO LÍQUIDO +66,15%

EBIDTA +69,27%



b) 4T18 vs 4T17

RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA +93,57%

RESULTADO BRUTO +128,38%

RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO -1,445

RESULTADO OPERACIONAL +215,78%

RESULTADO LÍQUIDO +355,67%

EBITDA -6,32%



c) lucro (taxa média anual)

UA 66,15%

U2A 57,58%

U3A 55,09%



d) patrimônio líquido médio

UA 2,13%

U2A 19,20%

U3A 27,59%



e) ebitda (taxa média anual)

UA 69,27%

U2A 116,46%

U3A 51,70%

U4A 47,01%

U5A 45,87%

U6A 8,91%

U7A 6,65%

U8A 8,66%



Preço justo fornecido pela fórmula do FCD para uma taxa média de crescimento real nulo do lucro líquido dos últimos 12 meses durante 5 anos, perpetuidade real nula e taxa de desconto real de 8%: R$ 142,79

Ou, taxa de crescimento real do lucro líquido dos últimos 12 meses necessária, durante os próximos 5 anos, para que o preço justo fornecido pela fórmula do FCD seja igual ao preço corrente (com uma perpetuidade real nula e taxa de desconto anual real de 8%): -13,0%

356964  - marcosvinicius2 -  19 Dez 2018, 01:08
COMENTÁRIO: PAPEL SUBVALORIZADO ( * ). RESULTADO EQUIV PATRIMONIAL = O resultado de equivalência patrimonial totaliza R$123.664 no 3T18 contra R$45.858 no 3T17 tendo como principal motivo a variação do resultado das controladas em conjunto IE Madeira e IE Garanhuns impactadas (i) pela variação na receita operacional líquida por reajuste de IPCA, provisão de PA, e remuneração do ativo da concessão; (ii) pelo aumento em despesas de Imposto de Renda e Contribuição Social devido à revisão, em 2017, da alíquota da taxa efetiva de impostos diferidos decorrente do benefício fiscal da SUDAM e SUDENE. RESULTADO FINANCEIRO = O resultado financeiro totaliza despesa de R$49.331 mil no 3T18 comparado com receita de R$21.854 mil no 3T17, principalmente (i) pelo ganho financeiro de R$50.939 mil devido adesão ao Programa Especial de Regularização Tributária (PERT) no 3T17; (ii) aumento despesas de variações monetárias e encargos devido a maior nível de endividamento que totalizou R$2.991.500 mil no 3T18 e R$1.771.168 mil no 3T17.; IMPOSTO DE RENDA/CS =A rubrica de imposto de renda e contribuição social apresentou redução totalizando R$188.942 mil no 3T18, contra R$185.328 mil no 3T17 não apresentou variação significativa.; LUCRO LIQUIDO = Em decorrência dos fatores mencionados acima, o lucro líquido no 3T18 totalizou R$695.219 mil, comparado a R$454.304 mil no 3T17.:

TRPL4
PREÇO: R$ 74,60
PAYOUT (2017): 9,89%

Múltiplos baseados nos últimos 12 meses

P/L 9,25
P/VPA 1,09
PSR 4,57
DY 1,07%
EV/EBITDA 7,03
MARGEM BRUTA 74,25%
MARGEM OPERACIONAL 67,51%
MARGEM LÍQUIDA 49,44%
LUCRO POR AÇÃO R$ 8,068
MARGEM EBITDA 73,15%
DÍVIDA BRUTA/PATRIMÔNIO LÍQUIDO 27,75%
ROE 11,75%
LIQUIDEZ CORRENTE 4,02

Taxas de Crescimento Nominal

a) últimos 12 meses sobre 12 terminados no 3T17, nominal
RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA 0,74%
RESULTADO BRUTO -5,21%
RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO 121,72%
RESULTADO OPERACIONAL -10,89%
RESULTADO LÍQUIDO -5,88%
EBITDA -6,82%

b) 3T18 sobre 3T17, nominal
RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA 38,45%
RESULTADO BRUTO 43,51%
RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO -325,73%
RESULTADO OPERACIONAL 38,23%
RESULTADO LÍQUIDO 53,74%
EBITDA 50,87%

c) lucro (taxa média anual)
UA -5,88%
U2A -47,39%
U3A 38,94%

d) patrimônio líquido médio
UA 4,02%
U2A 29,45%
U3A 27,85%

Preço justo fornecido pela fórmula do FCD para uma taxa média de crescimento real nulo do lucro líquido dos últimos 12 meses durante 5 anos, perpetuidade real nula e taxa de desconto real de 8%: R$ 100,85
Ou, taxa de crescimento real do lucro líquido dos últimos 12 meses necessária, durante os próximos 5 anos, para que o preço justo fornecido pela fórmula do FCD seja igual ao preço corrente (com uma perpetuidade real nula e taxa de desconto anual real de 8%): -7,0% !!!!
[...]

355240  - paulo_prof   -  30 Out 2018, 18:53
Citação: cesarsousa - Post #355233 - 30/Out/2018 17:08
Prof. Paulo,
Para longo prazo, qual seria mais interessante? TAEE ou TRPL?
E difícil dizer sem fazer as contas, e estas não são tão simples de se fazer.

Se não houver alterações, o RBSE será pago em 8 anos (julho de 2017 a junho de 2025). Como, em princípio, a amortização do RBSE é constante, no início do período o recebimento é maior devido aos juros. Moral da história: os resultados da TRPL estão vindo "turbinados" pela Receita e Correção RBSE. A cada ano, a contribuição do RBSE para os resultados diminui e, a partir do 3T15, será zero.

Para ter uma idéia do valor intrínseco da TRPL4 seria necessário obter uma estimativa do lucro líquido ex-RBSE e de sua taxa de crescimento real, e o valor presente por ação da RBSE remanescente.

Não há dúvidas de que a TRPL é bem mais agressiva (recentemente, a TAEE devolveu a sua parte em concessão que havia ganho em conjunto com a TRPL). Eventualmente, esta agressividade acabe sendo melhor recompensada, especialmente se os juros da economia caírem no longo prazo (embora a rentabilidade das concessões da TRPL eventualmente seja um pouco menor, no longo prazo tende a ter uma RAP maior.

355209  - paulo_prof  -  29 Out 2018, 22:23
No IFRS a receita da implementação de infraestrutura refere-se ao direito de ressarcimento pelo investimento realizado e é reconhecida conforme os gastos incorridos. A receita de remuneração dos ativos de concessão é considerada uma receita financeira que remunera o investimento realizado (ativo financeiro da concessão), reconhecida pela taxa de juros efetiva sobre o montante do principal (investimento), sendo, a taxa de juros aquela que iguala exatamente os recebimentos de caixa futuros (recebidos via RAP) apurados durante a vida útil estimada dos ativos ao valor contábil inicial destes ativos.

A partir do 3T18, a Companhia revisou a estimativa do fluxo de caixa futuro do ativo financeiro no que diz respeito aos efeitos inflacionários (IPCA e IGPM). Tais efeitos passaram a ser reconhecidos mensalmente no IFRS e não mais anualmente no reajuste anual da receita pela ANEEL. Com esta mudança de estimativa, o efeito inflacionário do terceiro trimestre totalizou R$161,0 milhões no consolidado, registrado na rubrica Contas a receber (ativo da concessão) e no resultado na rubrica Receita de remuneração dos ativos da concessão.

Ou seja, com a mudança na contabilização, a Receita Líquida do 3T18 foi "inflada" em relação aquela do 3T17, pois considerou, além do efeito inflacionário do ano anterior, também o efeito inflacionário do 3T18. Na Receita Líquida do 3T17, o efeito inflacionário do 3T17 não havia sido contabilizado.

Na nova forma de contabilização, o efeito inflacionário será diluído ao longo do ano e não mais será contabilizado de uma só vez no 3o. trimestre.

Moral da história: considerando a mudança na contabilização, o resultado da TRPL veio dentro do esperado.

Por outro lado, se todo o RBSE for de fato ressarcido, o ativo está barato prá caramba!


No que segue, a Receita Liquida, Resultado Bruto, Resultado Antes dos Impostos e Lucro Líquido do 2T17 foram expurgados dos efeitos do reconhecimento, conforme despacho ANEEL nº 1.484/17, do valor complementar do laudo do RBSE. Os resultados relativos ao ebitda referem-se à contabilidade regulatória.



TRPL4

PREÇO: R$ 61,67

PAYOUT (2017): 42,85%



Múltiplos baseados nos últimos 12 meses

P/L 7,66

P/VPA 0,90

PSR 3,78

DY 12,97%

EV/EBITDA 4,98

MARGEM BRUTA 74,4%

MARGEM OPERACIONAL 67,5%

MARGEM LÍQUIDA 49,4%

LUCRO POR AÇÃO R$ 8,068

MARGEM EBITDA 86,4%

DÍVIDA BRUTA/PATRIMÔNIO LÍQUIDO 26,4%

ROE 11,75%

LIQUIDEZ CORRENTE 4,02



Taxas de Crescimento Nominal

a) últimos 12 meses vs 12 meses terminados no 3T17

RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA +16,28%

RESULTADO BRUTO +14,79%

RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO +121,72%

RESULTADO OPERACIONAL +1,19%

RESULTADO LÍQUIDO +12,72%

EBIDTA +124,53%



b) 3T18 vs 3T17

RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA +38,45%

RESULTADO BRUTO +43,51%

RESULTADO FINANCEIRO passou de positivo para negativo

RESULTADO OPERACIONAL +38,23%

RESULTADO LÍQUIDO +53,74%

EBITDA +0,82%



c) lucro (taxa média anual)

UA 12,72%

U2A 45,54%

U3A 38,94%



d) patrimônio líquido médio

UA 4,02%

U2A 29,45%

U3A 27,85%



e) ebitda (taxa média anual)

UA 124,53%

U2A 171,03%

U3A 50,96%

U4A 44,84%

U5A 35,69%

U6A 9,07%

U7A 7,30%

U8A 8,45%



Preço justo fornecido pela fórmula do FCD para uma taxa média de crescimento real nulo do lucro líquido dos últimos 12 meses durante 5 anos, perpetuidade real nula e taxa de desconto real de 8%: R$ 100,85

Ou, taxa de crescimento real do lucro líquido dos últimos 12 meses necessária, durante os próximos 5 anos, para que o preço justo fornecido pela fórmula do FCD seja igual ao preço corrente (com uma perpetuidade real nula e taxa de desconto anual real de 8%): -11,0%

352933 - paulo_prof  -  19 Ago 2018, 16:33
Achei os Resultados apenas regulares. O que surpreendeu negativamente foram os custos e despesas operacionais, que passaram de R$ 145 milhões no 2T17, para R$ 230 milhões no 2T18. No semestre, o total de 2017, R$ 337 milhões, passou para R$ 421 milhões. Há que se pesquisar se isto é circunstancial ou se este aumento nos custos e despesas é recorrente.

No que se refere o ebitda, as comparações não fazem sentido, pois a contabilidade regulatória só considera as receitas de RBSE a partir do momento em que passaram a ser pagas, no 2o. semestre de 2017.

É minha impressão de que os custos e despesas operacionais deverão estabilizar e, em consequência, o lucro líquido deixará de retroceder. Em consequência, acredito que o ativo não esteja caro, especialmente levando em consideração o DY esperado.


No que segue, a Receita Liquida, Resultado Bruto, Resultado Antes dos Impostos e Lucro Líquido do 2T17 foram expurgados dos efeitos do reconhecimento, conforme despacho ANEEL nº 1.484/17, do valor complementar do laudo do RBSE. Os resultados relativos ao ebitda referem-se à contabilidade regulatória.



TRPL4

PREÇO: R$59,66

PAYOUT (2017): 42,85%



Múltiplos baseados nos últimos 12 meses

P/L 9,04

P/VPA 0,93

PSR 4,09

DY 10,21%

EV/EBITDA 4,97

MARGEM BRUTA 72,3%

MARGEM OPERACIONAL 65,4%

MARGEM LÍQUIDA 45,3%

LUCRO POR AÇÃO R$ 6,600

MARGEM EBITDA 96,5%

DÍVIDA BRUTA/PATRIMÔNIO LÍQUIDO 24,0%

ROE 10,23%

LIQUIDEZ CORRENTE 3,05



Taxas de Crescimento Nominal

a) últimos 12 meses vs 12 meses terminados no 2T17

RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA +20,92%

RESULTADO BRUTO +22,09%

RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO -35,92%

RESULTADO OPERACIONAL +0,21%

RESULTADO LÍQUIDO +0,07%

EBIDTA +251,16%



b) 2T18 vs 2T17

RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA +6,96%

RESULTADO BRUTO -9,59%

RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO -2,81%

RESULTADO OPERACIONAL -9,85%

RESULTADO LÍQUIDO -7,92%

EBITDA +324,97%



c) lucro (taxa média anual)

UA 0,07%

U2A 41,61%

U3A 44,07%



d) patrimônio líquido médio

UA 6,60%

U2A 42,18%

U3A 28,13%



e) ebitda (taxa média anual)

UA 251,16%

U2A 101,52%

U3A 67,61%

U4A 49,11%

U5A 23,00%

U6A 8,06%

U7A 8,94%

U8A 8,49%



Preço justo fornecido pela fórmula do FCD para uma taxa média de crescimento real nulo do lucro líquido dos últimos 12 meses durante 5 anos, perpetuidade real nula e taxa de desconto real de 8%: R$ 82,50

Ou, taxa de crescimento real do lucro líquido dos últimos 12 meses necessária, durante os próximos 5 anos, para que o preço justo fornecido pela fórmula do FCD seja igual ao preço corrente (com uma perpetuidade real nula e taxa de desconto anual real de 8%): -7,0%

352275 - ispholambra  -  27 Jul 2018, 23:36
Citação: gersonlp - Post #352273 - 27/Jul/2018 22:23
Citação: cap7 - Post #352270 - 27/Jul/2018 20:17
Professor Paulo
ENBR3 x TRPL4
Qual é melhor longo prazo? Não Vale as duas......rss......


optei por comprar um pouco de cada
Isso mesmo Gerson... boa decisao...
TRPL4 e uma transmissora pura... tem alguns riscos regulatorios... mas pelo potencial que apresenta esses riscos valem a pena...
ENBR3 é uma empresa 3X1.... esta nos tres mercados... e depois da capitalizacao que equilibrou a divida praticamente nao andou...
Tenho TRPL3... estou esperando uma janela de preço para voltar para a ENBR3...
A unica questao e que os ativos ESUD11/ESUT11, XPOM11 e BBVH nao estao deixando acumular rendimentos na carteira para a compra de outros ativos!!!

351599  - menghele  -  29 Jun 2018, 00:24
Citação: cap7 - Post #351598 - 28/Jun/2018 22:22
Prof. Paulo
Em relação as máximas, parece que TAEE11 está mais descontada que TRPL4, porém com DY menor.......em 5 anos........qual posso ter mais alegrias como foi elpl4 pra mim?
Caro CAP

perdoe-me para me entrometer onde não é pedida minha opinião. Contudo antes do Ilustre se manifestar lhe digo só o seguinte : tenho as duas, inclusive umas TRPL adquiridas agora justamente com os recursos advindos do leilão das ELPLs. São pickings válidos ambos, "BOAS" Empresas, sub - setor acíclico e resultados bastante previsíveis. Contudo são "Empresas de Consenso"...assim nunca vai "achar" uma ELPL/UNIP/RADL/Etc em ações de "consenso" os "tesouros" estão escondidos ...e bem escondidos...quem sabe não fala....principalmente na internet..ou não pode/quer falar.

ADEMAIS: Chegou ao meu ouvido, de gente de nível do Rio e que merece credito, que nós bastidores já estaria costurada em avaliação uma FUSÃO da TRPL com a TAEE, pois as duas além do que serem sócias em alguns empreendimentos ganhariam escala e teria um ganho expressivo de sinergia...teria um EBITDA consolidado (LAJDA)de cerca de R$3,5Bi enfim...pode mesmo ter sentido isso, inclusive a participações cruzadas....ou seja a TRPL é sócia inclusive da TAEE...e a CMIG se beneficia com isso...e os CHINESES poderiam entrar nessa nova SUPER EMPRESA...será?????

351266 - paulo_prof  -  15 Jun 2018, 21:40
Se alguem tiver mais uma boa "leiteira", posta aí.

Bom ... uma ação que certamente merece estar no roil das vacas leiteiras é a TRPL4 (ou a TRPL3 se liquidez não for problema). Mas há uma série de SEs (riscos):

a) se a ISA mantiver o payout de 92,3% que acabou praticando no exercício de 2017 (notem que esta última distribuição foi baseada na reserva de retenção de lucros constituída nas demonstrações financeiras relativas ao exercício de 2017 devendo, portanto, ser atribuída a 2017:

b) se o prazo da indenização do RBSE não for expandido para 30 anos, como o governo ventilou fazer

Ao preço corrente de R$ 59,80, um payout de 92,3% sobre o lucro líquido dos últimos 12 meses (R$ 1,341 bilhões) produz um DY de 12,6%.

Notem, também, que a ISA costuma privilegiar dividendos (em vez de JCP), de modo que o DY bruto é igual ao DY líquido.

350266  - paulo_prof  -  24 Mai 2018, 21:33
Resultados dentro do esperado, um pouco abaixo daqueles do 1T17, excetuando o Ebitda (o ebitda é o regulatório, ou seja, aquele efetivamente gerado ... não tem sentido falar em ebitda IFRS).

Ao que parece, o RBSE será pago integralmente, embora provavelmente não no prazo anteriormente previsto. Se o RBSE for efetivamente pago, independentemente se num prazo mais curto ou mais longo, o ativo continua barato prá caramba. Na minha opinião, merece uma "fezinha".

TRPL4 (IFSR com RBSE, incluindo juros remuneratorios)

PREÇO: R$ 64,60

PAYOUT (2017): 42,85%



Múltiplos baseados nos últimos 12 meses

P/L 7,93

P/VPA 0,95

PSR 3,92

DY 5,40%

EV/EBITDA 6,48

MARGEM BRUTA 78,4%

MARGEM OPERACIONAL 72,2%

MARGEM LÍQUIDA 49,4%

LUCRO POR AÇÃO R$ 8,142

MARGEM EBITDA 67,3%

DÍVIDA BRUTA/PATRIMÔNIO LÍQUIDO 17,2%

ROE 11,95%

LIQUIDEZ CORRENTE 3,44



Taxas de Crescimento Nominal

a) últimos 12 meses vs 12 meses terminados no 1T17

RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA +57,00%

RESULTADO BRUTO +81,02%

RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO -36,65%

RESULTADO OPERACIONAL +48,70%

RESULTADO LÍQUIDO +45,03%

EBIDTA +179,90%



b) 1T18 vs 1T17

RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA +3,02%

RESULTADO BRUTO +5,88%

RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO +20,58%

RESULTADO OPERACIONAL -5,33%

RESULTADO LÍQUIDO -9,32%

EBITDA +288,88%



c) lucro (taxa média anual)

UA 45,03%

U2A 61,46%

U3A 52,65%



d) patrimônio líquido médio

UA 22,37%

U2A 43,38%

U3A 28,57%



e) ebitda (taxa média anual)

UA 179,90%

U2A 83,65%

U3A 54,39%

U4A 46,70%

U5A 10,75%

U6A 3,71%

U7A 5,95%

U8A 4,56%



Preço justo fornecido pela fórmula do FCD para uma taxa média de crescimento real nulo do lucro líquido dos últimos 12 meses durante 5 anos, perpetuidade real nula e taxa de desconto real de 8%: R$ 101,77

Ou, taxa de crescimento real do lucro líquido dos últimos 12 meses necessária, durante os próximos 5 anos, para que o preço justo fornecido pela fórmula do FCD seja igual ao preço corrente (com uma perpetuidade real nula e taxa de desconto anual real de 8%): -10,0%

347503 - paulo_prof -  27 Fev 2018, 14:46
Achei o resultado da TRPL no 4T17 muito ruim ... Infelizmente (talvez devido aos resultados muito ruins), o relatório deliberadamente não menciona o 4o. trimestre. Nenhum número relativo ao 4o. trimestre é informado, Para obter um quadro do 4o. trimestre tive que subtrair os números dos 9M.

No que se refere a Receita, não entendo o porque da redução (em relação à média dos 9M17) da Receita relativa a Remuneração dos Ativos de Transmissão. De uma média de mais de R$ 500 milhões por trimestre nos 9M caiu para menos de R$ 300 milhões no 4T. Por outro lado, aumentaram as despesas ... de uma média de R$ 170 milhões nos 9M17, passou para quase R$ 220 milhões no 4T. Houve também surpresas desagradáveis no que concerne a Equivalência Patrimonial (de uma média de mais de R$ 40 milhões nos 3 primeiros trimestres, passou para praticamente zero no 4o. trimestre; e outras receitas/despesas, passando de aprox zero nos primeiros 9 meses do exercício, para uma despesa de mais de R$ 50 milhões no 4T17. Para completar a ópera, o resultado financeiro negativo do 4o. trimestre foi aprox. igual aquele dos 9M17.

Em consequência, o lucro líquido passou de uma média de R$ 400 milhões, para R$ 155 milhões e o Ebitda passou de uma média de quase R$ 600 milhões, para menos de R$ 270 milhões.

De qualquer forma, se a contabilidade IFRS com as premissas adotadas pela empresa de fato se sustentar (pessoalmente não coloco muita fé de que o RBSE será pago integralmente), o ativo estaria barato prá caramba ...

TRPL4 (IFSR com RBSE, incluindo juros remuneratorios)

PREÇO: R$ 67,00

PAYOUT (2017): 42,85%

Múltiplos baseados nos últimos 12 meses

P/L 8,08

P/VPA 1,00

PSR 4,09

DY 5,30%

EV/EBITDA 6,03

MARGEM BRUTA 78,0%

MARGEM OPERACIONAL 73,3%

MARGEM LÍQUIDA 50,6%

LUCRO POR AÇÃO R$ 8,290

MARGEM EBITDA 76,2%

DÍVIDA BRUTA/PATRIMÔNIO LÍQUIDO 18,2%

ROE 12,43%

LIQUIDEZ CORRENTE 3,35



Taxas de Crescimento Nominal

a) últimos 12 meses vs 12 meses terminados no 4T16

RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA +83,80%

RESULTADO BRUTO +117,31%

RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO -39,76%

RESULTADO OPERACIONAL +83,92%

RESULTADO LÍQUIDO +80,19%

EBIDTA +89,15%



b) 4T17 vs 4T16

RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA +7,36%

RESULTADO BRUTO +3,91%

RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO +6,11%

RESULTADO OPERACIONAL-41,54%

RESULTADO LÍQUIDO -23,02%

EBITDA -16,62%



c) lucro (taxa média anual)

UA 80,19%

U2A 64,53%

U3A 53,41%



d) patrimônio líquido médio

UA 39,13%

U2A 42,61%

U3A 28,33%



e) ebitda (taxa média anual)

UA 89,15%

U2A 77,32%

U3A 61,43%

U4A 56,17%

U5A 8,49%

U6A 5,94%

U7A 8,33%

U8A 5,31%



Preço justo fornecido pela fórmula do FCD para uma taxa média de crescimento real nulo do lucro líquido dos últimos 12 meses durante 5 anos, perpetuidade real nula e taxa de desconto real de 8%: R$ 103,62

Ou, taxa de crescimento real do lucro líquido dos últimos 12 meses necessária, durante os próximos 5 anos, para que o preço justo fornecido pela fórmula do FCD seja igual ao preço corrente (com uma perpetuidade real nula e taxa de desconto anual real de 8%): -9,5%

344383  - paulo_prof   -  26 Nov 2017, 21:01
Abaixo, os múltiplos e informações relativas aos resultados sem o RBSE ... perceba a grande diferença!

Na minha opinião, depois de muita água rolando debaixo da ponte, eventualmente se chegará a uma decisão Salomònica que produzirá múltiplos entre os dois extremos ... A ver!

TRPL4 (IFSR sem RBSE)

PREÇO: R$ 63,00

PAYOUT (2016): 38,7%



Múltiplos baseados nos últimos 12 meses

P/L 19,65

P/VPA 0,93

PSR 7,86

DY 1,97%

EV/EBITDA 15,16

MARGEM BRUTA 57,2%

MARGEM OPERACIONAL 52,1%

MARGEM LÍQUIDA 40,0%

LUCRO POR AÇÃO R$ 3,206

MARGEM EBITDA 57,9%

DÍVIDA BRUTA/PATRIMÔNIO LÍQUIDO 16,5%

ROE 4,72%

LIQUIDEZ CORRENTE 2,89

Taxas de Crescimento Nominal



a) últimos 12 meses vs 12 meses terminados no 3T16

RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA +3,71%

RESULTADO BRUTO -3,05%

RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO +1,72%

RESULTADO OPERACIONAL -9,08%

RESULTADO LÍQUIDO -15,83%

EBIDTA -8,89%



b) 3T17 vs 3T16

RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA -12,84%

RESULTADO BRUTO -21,10%

RESULTADO FINANCEIRO passou de negativo para positivo

RESULTADO OPERACIONAL-36,93%

RESULTADO LÍQUIDO -44,09%

EBITDA -45,23%



c) lucro (taxa média anual)

UA -15,83%

U2A 3,24%

U3A 3,63%



Preço justo fornecido pela fórmula do FCD para uma taxa média de crescimento real nulo do lucro líquido dos últimos 12 meses durante 5 anos, perpetuidade real nula e taxa de desconto real de 8%: R$ 41,10

Ou, taxa de crescimento real do lucro líquido dos últimos 12 meses necessária, durante os próximos 5 anos, para que o preço justo fornecido pela fórmula do FCD seja igual ao preço corrente (com uma perpetuidade real nula e taxa de desconto anual real de 8%): +11,9%

344382 - paulo_prof  -  26 Nov 2017, 20:57
Nos últimos 9 meses, os resultados foram os seguintes:

RECEITA LÍQUIDA

IFRS com RBSE: R$ 2.170,6 milhões
IFRS sem RBSE: R$ 1.009,9 milhões
Regulatório: R$ 1.082,2 milhões


EBITDA

IFRS com RBSE: R$ 1.791,5 milhões
IFRS sem RBSE: R$ 630,8 milhões
Regulatório: R$ 788,9 milhões


LUCRO LÍQUIDO

IFRS com RBSE: R$ 1.226,2 milhões
IFRS sem RBSE: R$ 460,6 milhões
Regulatório: R$ 399,0 milhões

TRPL4 (IFSR com RBSE, incluindo juros remuneratorios)

PREÇO: R$ 63,00

PAYOUT (2016): 38,7%



Múltiplos baseados nos últimos 12 meses

P/L 7,35

P/VPA 0,93

PSR 3,89

DY 5,26%

EV/EBITDA 5,49

MARGEM BRUTA 78,9%

MARGEM OPERACIONAL 76,3%

MARGEM LÍQUIDA 52,9%

LUCRO POR AÇÃO R$ 8,572

MARGEM EBITDA 79,2%

DÍVIDA BRUTA/PATRIMÔNIO LÍQUIDO 16,5%

ROE 12,61%

LIQUIDEZ CORRENTE 2,89



Taxas de Crescimento Nominal

a) últimos 12 meses vs 12 meses terminados no 3T16

RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA +109,67%

RESULTADO BRUTO +170,57%

RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO +1,72%

RESULTADO OPERACIONAL +169,12%

RESULTADO LÍQUIDO +125,06%

EBIDTA +151,84%



b) 3T17 vs 3T16

RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA +77,65%

RESULTADO BRUTO +112,22%

RESULTADO FINANCEIRO passou de negativo para positivo

RESULTADO OPERACIONAL+54,85%

RESULTADO LÍQUIDO +25,94%

EBITDA +40,63%

c) lucro (taxa média anual)

UA 125,06%

U2A 68,81%

U3A 43,83%



d) patrimônio líquido médio

UA 61,09%

U2A 41,75%

U3A 27,99%



Preço justo fornecido pela fórmula do FCD para uma taxa média de crescimento real nulo do lucro líquido dos últimos 12 meses durante 5 anos, perpetuidade real nula e taxa de desconto real de 8%: R$ 109,89

Ou, taxa de crescimento real do lucro líquido dos últimos 12 meses necessária, durante os próximos 5 anos, para que o preço justo fornecido pela fórmula do FCD seja igual ao preço corrente (com uma perpetuidade real nula e taxa de desconto anual real de 8%): -13,5%

343830  - marcosvinicius2 -  11 Nov 2017, 14:13
COMENTÁRIO: PAPEL SUBVALORIZADO (*). DOS ULTIMOS 46 TRIMESTRES, 02 APRESENTARAM LUCRO LIQUIDO NEGATIVO (4,3478%). LUCRO Atribuído a Sócios da Empresa Controladora DO 3T17 = 449.967 FOI MENOR DO QUE O LUCRO APRESENTADO NO 2T17 = 468.831 E MENOR (TAMBEM) DO QUE O APRESENTADO NO 3T16 = 4.531.786. RESULTADO BRUTO TAMBEM FOI MENOR NA COMPARAÇÃO ENTRE 3T16 = 6.600.334 X 3T17 = 603.426. VALOR DE MERCADO (MIL) = 10.268.696; VALOR MAXIMO (MIL) = 10.871.575 NO 3T16; VE PSBE (MIL) = 9.219.173:

TRPL4
PREÇO: 62,34
PAYOUT (2016): 5,02%

Múltiplos baseados nos últimos 12 meses

P/L 7,27
P/VPA 0,92
PSR 3,85
DY 0,69%
EV/EBITDA 5,49
MARGEM BRUTA 78,91%
MARGEM OPERACIONAL 76,32%
MARGEM LÍQUIDA 52,91%
LUCRO POR AÇÃO 8,572
MARGEM EBITDA 79,09%
DÍVIDA BRUTA/PATRIMÔNIO LÍQUIDO 17,40%
ROE 12,61%
LIQUIDEZ CORRENTE 2,89

Taxas de Crescimento Nominal

a) últimos 12 meses sobre 12 terminados no 3T16, nominal
RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA -64,84%
RESULTADO BRUTO -70,32%
RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO -17,85%
RESULTADO OPERACIONAL -71,21%
RESULTADO LÍQUIDO -70,60%
EBITDA -70,52%

b) 3T17 sobre 3T16, nominal
RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA -88,95%
RESULTADO BRUTO -90,86%
RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO -186,13%
RESULTADO OPERACIONAL -90,49%
RESULTADO LÍQUIDO -90,07%
EBITDA -90,82%

c) lucro (taxa média anual)
UA -70,60%
U2A 68,81%
U3A 43,83%

d) patrimônio líquido médio
UA 61,09%
U2A 41,75%
U3A 27,99%

CUSTOS DE OPERAÇÃO E MANUTENÇÃO = A variação nos custos de operação e manutenção concentra-se em: (i) pessoal, devido principalmente, a redução de custos por reestruturação no quadro de pessoal ocorridos no 3T2016; (ii) materiais, devido principalmente a manutenção e conservação de linhas de transmissão e subestações.;

DESPESAS GERAIS ADMINISTRATIVAS = As despesas gerais administrativas apresentaram variação de 18,9% totalizando R$29.773 mil no 3T17 comparada com R$36.690 mil no 3T16 e concentra-se em redução das despesas com demandas judiciais, e por reversão de provisão de processos cíveis em consequência de eventos judiciais favoráveis com redução de valores e revisão de prognóstico.

RESULTADO FINANCEIRO = O resultado financeiro teve variação significativa, totalizando receita de R$21.854 mil no 3T17 comparado com despesa de R$25.374 mil no 3T16, devido: (i) ganho financeiro de R$50.939 mil devido adesão ao Programa Especial de Regularização Tributária (PERT); (ii) redução de encargos sobre debêntures pela liquidação parcial em dezembro de 2016 da 1ª emissão (2ª série) e da 3ª emissão (série única).


( * ) É PRECISO VERIFICAR NO RELATÓRIO DA ADM. A EXISTÊNCIA DE RESULTADO NÃO RECORRENTE:
( ** ) EMPRESAS DO SETOR FINANC onde houve necessidade de digitar os valores de REC INT FINANC (a pesquisa avançada não importou esses valores ) = BAZA3, BBDC3, BBDC4, BEES3, BEES4, BIGP3, BGIP4, BMEB3, BMEB4, BMIN3, BMIN4, BNBR3, BPAN4, BRIV3, BRIV4, BRSR3, BRSR5, BRSR6, BSLI4, CRIV3, CRIV4, IDVL3 IDVL4 ITUB3, ITUB4, PINE4, PRBC4, SANB11, SANB3, SANB4 E SFSA4;
( *** ) A VMCM = 5,56000000 foi calculada utilizando-se uma amostragem de 327 empresas com PL > 0 (Desta vez não foi utilizado o critério de LIQUIDEZ MÍNIMA). Na tentativa de um valor abaixo do indicado, a VMCM apresentou um valor < 5, o que indicaria um mercado subprecificado: forum.infomoney.com.br/viewtopic.php?f=6&t=10754&start=620#p2082722
( **** ) Foram EXCLUÍDAS da amostragem inicial as empresas = DAGB33, MERC4, BRAP4, BRAP3, ECPR4, JBDU3, LFFE4, LFFE3, SBSP3, BAHI3, BMTO4, BMTO3 E LIPR3;

341912  - paulo_prof -  09 Set 2017, 04:45
Citação: ispholambra - Post #341904 - 08/Set/2017 19:49
Professor,
O senhor ainda tem TRPL4 em carteira?
Qual a sua expectativa em relacao aos dividendos, uma vez que a maior parte da RBSE foi autorizada nas tarifas a partir de julho...
Tem muitas corretoras indicando ela pra dividendos... algumas apostando em ate 9,5% de DY sobre o preço atual...
Eu tenho uma pequena aposta em TRPL3... preferi a ON pois essa e certa de R$ 10,00 mais barata e tem um DY igual ao da preferencial... em que pese a liquidez ser bem ruim...
Não, Ivan ... Em julho, quando emplacou os R$ 67, queimei ...

Não acredito que este RBSE absurdo possa ser mantido ... mais dia, menos dia, a empresa poderá ser obrigada a refazer toda a sua contabilidade.

O absurdo está claramente demonstrado até na contabilidade da própria empresa ... antes da Dilma meter os pés pelas mãos, o valor máximo do Ativo TOTAL contabilizado pela empresa consolidada foi de R$ 9,5 bilhões, ao final do 3T12. Hoje, sem praticamente ter colocado um tostçao desde então, o ativo total é superior a R$ 16 milhões. Não teria como os R$ 6,3 bilhões da RBSE terem sido "esquecidos" pela contabilifdade da empresa.

Os grandes consumidores não vão pagar por este absurdo de jeito algum. Cedo ou tarde a justiça lhes dará ganho de causa e o governo será obrigado a revisar os custos arcados pelos consumidores cativos.

339335  - pinheiro87  -  15 Jun 2017, 01:46
Acho que o pulo do gato nem é o preço a ser pago pela participação da Cemig e sim a mudança de controlador. Ao meu ver será positivo, vai dar uma guinada estratégica na empresa.

Futuramente quem sabe uma fusão com a TRPL. Aí sim o problema vai ser o preço ou a relação de troca, porque a ISA estará dos dois lados da transação. Mas uma coisa de cada vez...

339329 - fridao -  14 Jun 2017, 20:40
Assisti a um comentário do Barsi, em entrevista ao Suno (ou no Infomoney), onde ele torce por esse evento. Isso criaria valor para a Taesa, ou, a livraria da "mão " do Estado.

Se eu localizar o vídeo, posto aqui.

339328  - pinheiro87   -  14 Jun 2017, 20:01
Pensei o mesmo, acho que aumenta e muito a chance da Taesa ser absorvida pela ISA/TRPL.

Não é segredo que a Cemig quer se desfazer do ativo, na apresentação sobre desinvestimentos eles colocaram que a Taesa era alvo de "negociações societárias".

Essa aquisição da ISA colocou a cia no bloco de controle, provavelmente o próximo passo será a compra da participação da Cemig.

339326  - edbmsev  -  14 Jun 2017, 18:42
O q vcs acharam disto? Aumenta a possibilidade de possível fusão entre Taesa e Transmissão Paulista? A ISA Brasil agora está no grupo de controle de ambas.

O preço de aquisição q me pareceu estranho para ingresso no grupo de controle da Taesa, de cerca de R$ 19,9 por UNIT. Bem abaixo da cotação atual de mercado.
http://ri.taesa.com.br/taesa2013/web/conteudo_pt.a...

337191  - paulo_prof   -  28 Abr 2017, 01:22
O comentário anterior pode ser achado em http://149.56.145.223/advfn/listar?filtro=trpl4&us...

Como tinha receado, a DRE da TRPL tornou-se uma peça de ficção ... A indenização bilionária da RBSE (Rede Básica Sistema Existente) gera, todos os trimestres, uma receita de juros sobre o saldo de investimento. No 1T17, de um total de R$ 530,6 milhões de Receita Liquida IFRS, R$ 192,1 milhões são devidos à remuneração do RBSE. Por outro lado, a Receita Líquida Regulatória (aquela que efetivamente entrou no caixa da empresa) somou R$ 267,6 milhões.


No que concerne o Lucro Líquido, os 3 resultados são:

Lucro Líquido Regulatório: R$ 66,1 millhões

Lucro Líquido IFRS: R$ 267,2 milhões

Lucro Líquido IFRS ex-RBSE: R$ 140,4 milhões



No que concerne o Ebitda, os 3 resultados são

Ebitda Regulatorio: R$ 165,4 milhões

Ebitda IFRS: R$ 398,0

Ebitda IFRS ex- RBSE: R$ 205,8 milhões



Tudo o que segue é baseado no Balanço Patrimonial e DRE IFRS considerando as receitas de remuneração do RBSE. Se, no futuro próximo, houver ajustes no RBSE, a empresa terá que refazer toda a sua contabilidade. Que ajustes deverão ocorrer é uma certeza. O impacto destes ajustes reduzirá os Resultados da empresa. O que não se sabe é se estes ajustes serão substanciais ou apenas marginais.

TRPL4

PREÇO: R$ 63,51

PAYOUT (2016): 38,7%



Múltiplos baseados nos últimos 12 meses

P/L 12,76

P/VPA 0,99

PSR 6,66

DY 3,03%

EV/EBITDA 9,84

MARGEM BRUTA 64,5%

MARGEM OPERACIONAL 66,1%

MARGEM LÍQUIDA 52,2%

LUCRO POR AÇÃO R$ 4,898

MARGEM EBITDA 74,2%

DÍVIDA BRUTA/PATRIMÔNIO LÍQUIDO 13,9%

ROE 7,77%

LIQUIDEZ CORRENTE 4,70



Taxas de Crescimento Nominal



a) últimos 12 meses vs 12 meses terminados no 1T16

RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA +18,70%

RESULTADO BRUTO +34,77%

RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO +231,21%

RESULTADO OPERACIONAL +63,30%

RESULTADO LÍQUIDO +56,83%

EBIDTA +65,43%



b) 1T17 vs 1T16

RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA +96,87%

RESULTADO BRUTO +126,41%

RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO +16,35%

RESULTADO OPERACIONAL+195,81%

RESULTADO LÍQUIDO +176,78%

EBITDA +162,71%



c) lucro (taxa média anual)

UA 56,83%

U2A 46,28%

U3A 27,81%



d) patrimônio líquido médio

UA 68,01%

U2A 31,78%

U3A 21,66%



Preço justo fornecido pela fórmula do FCD para uma taxa média de crescimento real nulo do lucro líquido dos últimos 12 meses durante 5 anos, perpetuidade real nula e taxa de desconto real de 8%: R$ 62,79



Ou, taxa de crescimento real do lucro líquido dos últimos 12 meses necessária, durante os próximos 5 anos, para que o preço justo fornecido pela fórmula do FCD seja igual ao preço corrente (com uma perpetuidade real nula e taxa de desconto anual real de 8%):+0,5%

334686  - paulo_prof   - 24 Fev 2017, 20:06
Há que se tomar muito cuidado com os números abaixo ... o release do 3T informou qual seriam os resultados ex-RBSE. EM minha planilha, portanto, deduzi a parte correspondente de todos os resultados. No release do exercício de 2016, mais uma vez, são informados os resultados ex-RBSE. Ocorre que os valores que têm que ser deduzidos dos valores contábeis para produzir os valores do release são diferentes daqueles do 3T. Ou seja, tudo se passa como o patrimônio extra que foi contabilizado como indenização, tivesse "trabalhado" no 4T, produzindo resultados. Eu simplesmente peguei os valores contábeis e os corrigi para refletir os valores informados no release.

Agora ... se este patrimônio extra que foi contabilizado no 3T produzir efeitos até que a indenização seja integralmente paga, vai ser uma m ... Em todos os trimestres o release terá que fornecer, também a DRE "expurgada", Mais simples seria se quaisquer efeitos do patrimônio adicional fosse somente considerado no próprio patrimônio líquido.

Por outro lado, há mais uma questão ... No preço atual, no meu modo de entender, estão considerados 2 efeitos: a) efeito direto do "patrimônio adicional", algo como R$ 4,175 bilhões (lucro líquido correspondente à indenização) dividido pelo no. de ações = R$ 25,35; b) efeito considerando o operacional da empresa, aprox. R$ 42,00. Se não há um furo muito grande nesta interpretação, a conclusão que chego é que o ativo pode estar barato, pelo menos relativamente, desde que os resultados expurgados do 4T16 realmente não tenham qualquer influência do "patrimônio adicional".

Agora, se o ativo realmente estiver barato, isto pode ser mais uma evidência que o cálculo da indenização pode estar bastante furado ...


TRPL4

PREÇO: R$ 67,24

PAYOUT (2016): 38,7%



Múltiplos baseados nos últimos 12 meses

P/L 17,33

P/VPA 1,10

PSR 8,63

DY 2,23%

EV/EBITDA 13,20

MARGEM BRUTA 61,3%

MARGEM OPERACIONAL 60,6%

MARGEM LÍQUIDA 49,8%

LUCRO POR AÇÃO R$ 3,885

MARGEM EBITDA 70,1%

DÍVIDA BRUTA/PATRIMÔNIO LÍQUIDO 11,3%

ROE 6,32%

LIQUIDEZ CORRENTE 2,81



Taxas de Crescimento Nominal



a) últimos 12 meses vs 12 meses terminados no 4T15

RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA -0,12%

RESULTADO BRUTO +10,70%

RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO +2358%

RESULTADO OPERACIONAL +27,90%

RESULTADO LÍQUIDO +26,86%

EBIDTA +37,59%



b) 4T16 vs 4T15

RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA +4,36%

RESULTADO BRUTO +6,32%

RESULTADO FINANCEIRO passou de positivo para negativo

RESULTADO OPERACIONAL+29,59%%

RESULTADO LÍQUIDO +17,53%

EBITDA +86,99%



c) lucro (taxa média anual)

UA 26,86%

U2A 30,07%

U3A 19,83%



d) patrimônio líquido médio

UA 46,19%

U2A 23,25%

U3A 15,48%



Preço justo fornecido pela fórmula do FCD para uma taxa média de crescimento real nulo do lucro líquido dos últimos 12 meses durante 5 anos, perpetuidade real nula e taxa de desconto real de 8%: R$ 48,56

Ou, taxa de crescimento real do lucro líquido dos últimos 12 meses necessária, durante os próximos 5 anos, para que o preço justo fornecido pela fórmula do FCD seja igual ao preço corrente (com uma perpetuidade real nula e taxa de desconto anual real de 8%):+8,0%

333152  - paulo_prof -  27 Jan 2017, 14:15
Embora o céu da TRPL pareça de "brigadeiro", na minha opinião há um risco de, cedo ou tarde, o Ministério Público contestar judicialmente o "regalo" presenteado pelo governo do PT à empresa.

Como engenheiro, devo ter pelo menos uma "noção" de ordem de grandeza das coisas ... para mim está meio que na cara que os valores (principal + juros) não se sustentam. Em consequência, acho que o risco da TRPL vir a perder boa parte da indenização não pode ser considerada baixa.

Veja http://atlanticenergias.com.br/afinal-indenizacao-... para entender o angu

Bom dia Ivan, você poderia me tirar uma dúvidas?

TRPL possui risco de diminuição de receita numa crise hídrica (ela só transmite ou gera tb?) ou assim como TAEE não corre esse risco?

é possível fazer algumas estimativa em relação aos dividendos anuais?
333145  - ispholambra   -  27 Jan 2017, 12:13
Com a quantidade de chuvas que anda caindo nos ultimos tempos eu descartaria uma crise hidrica, pelo menos nos proximos dois anos....

Mas respondendo a sua questao... o setor de transmissao recebe a sua RAP, independentemente da energia que e transportada... TRPL e TAEE sao casos

identicos... ambas estao protegidas de uma eventual crise hidrica...

Eu nao tenho estimativa de dividendos para a TRPL, ate porque o inicio de recebimento das indenizacoes começa em julho e demora uns trimestres para fluir... só tenho uma idéia....

Eu creio que deva ser algo entre 8 a 12 por cento ao ano... e com a queda generalizada das taxas de juros acho esse yield, caso se concretize muito bom... mas é so uma idéia pois

nao tenho/domino modelos matematicos para efetuar um calculo preciso... 
                                                                                           ▲                                                                      ▲
333138  - ispholambra -  27 Jan 2017, 02:11
TRPL foi uma empresa bem castigada pela MP 579 no fim de 2012... alguns mais exaltados chegaram ate a duvidar da viabilidade da empresa apos essa MP... pois eles tiveram a maior parte da sua RAP vigente ceifada do dia para a noite...

Porem a empresa aceitou os termos da MP e a indenizacao proposta e seguiu em frente...

Mas uma questao séria foi aberta... com essa MP o governo da Anta praticamente "matou" o maior player do setor de transmissao, sendo que os leiloes que se seguiram por tambem ofertar linhas com a RAP muito baixa, tiveram poucos concorrentes, e quem arrematou nao esta conseguindo entregar e muitas linhas nem interessados tinham...

Mas com a saida do PT e a entrada de uma administracao séria da Aneel e na EPE, esse cenario foi mudando gradativamente e a indenizacao da TRPL que nunca saia, agora ja tem valor definido e data para comecar a ser paga... é um valor superior a 7 bilhoes, vai ser paga via RAP (tarifa) e a TRPL ja contabilizou o valor no terceiro trimestre de 2016, tanto que isso inflou muito o lucro desse trimestre...aliado a isso tem uma questao de pagamento de fundo de previdencia, que remete à privatizacao da empresa, que esta sob júdice, e que a empresa ganhou do Estado de SP na justica... o estado ta recorrendo.... mas a probabilidade de reversao e muito baixa segundo os analistas...com isso, alem de parar de pagar essas despesas, que nao sao pequenos valores, a empresa podera reaver o que ja foi pago... eu nao sei em que pe isso está... se alguem souber posta ai pra gente...

Mas vamos voltar à indenizacao que vai ser recebida a partir de julho... esse valor vai engordar mensalmente o caixa da empresa, que alem de possivelmente melhorar o pagamento dos dividendos, vai ter mais dinheiro em caixa para participar dos proximos leiloes... o setor de transmissao tem muitas linhas que ja deveriam ter sido leiloadas, mas ou o processo atrasou... ou nao houveram interessados à epoca... esses leiloes devem voltar com força agora a partir de 2017... tanto que em 2016 a TRPL já arrematou varias linhas no leilao que ocorreu... fez ate um consorcio com a Taesa (Consorcio Columbia) e arremataram linhas importantes juntas... e acredito que se ambas se juntarem de novo para os proximos leiloes, elas vao papar muita coisa... inclusive porque terao muitas linhas dentro do estado de SP, que é o quintal da TRPL e na qual podera criar muitas sinergias caso ganhe essas linhas...

A quem diga no mercado, que no futuro vislumbram uma fusao entre TAESA e TRPL...nao sei se isso acontecerá...nem em que termos ocorreria... mas se acontecer a empresa resultante seria muito poderosa...

Mas pra finalizar a tese de investimento: Eu tinha a perspectiva de me aposentar daqui a alguns anos... com essa reforma da previdencia isso dificilmente ira acontecer...logo eu preciso investir em empresas com bom potencial de crescimento e de dividendos e que tenha perenidade... para que eu nao tenha de ficar pulando de investimento em investimento, como macaco de galho em galho... busco empresas e fundos que daqui 10/20 anos vao estar ai no mercado, pagando meus rendimentos...

Por isso busco empresas e fundos com gestao de excelencia... acho que a TRPL e uma dessas empresas... assim com a Taesa... e como a Energias do Brasil... BBseguridade, Cielo, Banese, como o XPOM11, ESUD11/ESUT11 tambem sao...

Os FIIs que estao restando na minha carteira tem pelo menos mais de 5 anos de rendimentos garantidos, como o AGCX11, AEFI11, FAED11B, BBRC11, BNFS11, o MBRF11, o CXRI11 e o RNDP11 sao os de menor qualidade na carteira... e mesmo assim os considero com uma qualidade razoável...

Já tive BBPO11 (vendi porque sao predios velhos) SAAG11 (predios melhores mas ainda assim velhos e com possibilidade de devolucao) e me arrependo de ter vendido PQDP11 e FCFL11B que sao fundos para o longuíssimo prazo... mas que eu ainda vou recomprar no futuro...

É isso ai... essa é a minha tese de investimentos... nao é uma tese para quem corre 100 metros rasos... mas sim uma maratona de 500 km...kkkk

332157  - ispholambra  -  10 Jan 2017, 01:01
Nada bobo o controlador!!! um ganho rapido e fácil... e o controle da empresa nao muda em nada... A Cemig tambem andou fazendo isso... so nao sei se vederam as acoes...

Porem ja ja o estoque acaba e param de abastecer o mercado com liquidez... dai os preços atuais de TRPL4 podem deixar saudades....

332151  - paulo_prof  - 09 Jan 2017, 21:05
Depois de ter gasto R$ 63 milhões no aumento de capital em junho (subscrição de 1.389.955 TRPL4 ao preço de R$ 45,40 cada) o controlador da Cteep está vendendo as ações subscritas regularmente (entre junho e dezembro vendeu 2.139.423 ações, a um preço médio acima dos R$ 62).

No recente aumento de capital, a base em ações ON foi mantida. Todo o aumento de capital foi realizado em ações PN.

Professor Paulo,

O senhor tem TRPL4 na sua planilha? acompanha o ativo? Parece que eles chegaram a um acordo com a Aneel sobre a indenizacao dos ativos nao amortizados atingidos pela MP 579 e reconheceram isso no ultimo balanço semestral... e parece que vao comecar a receber esses valores a partir de julho de 2017... o senhor tem acompanhado esse imbroglio?

Se mais alguem puder contribuir para a discussao do ativo eu agradeço... o interesse e aprender mais sobre ele, pois pode ser que o mesmo venha a ser uma boa aposta para dividendos futuros...

Ja tenho TAEE11... to pensando em TRPL4 tambem...
Esta em minha planilha e ... tenho um pouco em carteira ...

Tenho dificuldades para estimar o lucro líquido anual recorrente da empresa. No 3T16 a TRPL escriturou uma Receita Líquida, Resultado Bruto, Resultado Operacional e Ebitda de R$ 6,316 bilhões referente à remuneração dos ativos de concessão, resultando num lucro líquido não recorrente de R$ 4,169 bilhões.

Se vc dividir o lucro de R$ 4,169 bilhões pelo número de ações vc chegará a aprox. R$ 25,00. Se vc deduzir este valor do preço atual de R$ 64,00, obterá aprox. R$ 39,00.

A questão então seria se estes R$ 39,00 representam adequadamente o potencial da empresa atual, excluído o ativo de concessão não amortizado. Para responder a esta questão, é necessária uma estimativa confiável do lucro líquido que a empresa atual sem o ativo considerado será capaz de gerar.

Se eu for acreditar que o valor correto para uma estimativa do lucro é aquele que a empresa postou nos últmos 12 meses, excluída a parte não recorrente, teríamos P/L = 10. Para efeitos de comparação, o da TAEE hoje é 7,10. Por outro lado, entretanto, o lucro líquido expurgado da TRPL nos últimos 12 meses é 46,3% superior ao LL dos 12 meses anteriores (o da TAEE é 20,7% superior).

Se esta taxa de crescimento do lucro líquido expurgado da TRPL puder ser mantida, acho que o ativo está super barato ... mas eu duvido que a TRPL consiga produzir um LL nos próximos 12 meses muito maior do que aquele que produziu nos últimos 12 meses ... 
                                                                                           ▲                                                                      ▲
329027  - paulo_prof  -  28 Out 2016, 15:11
A TRPL resolveu contabilizar R$ 8,3 bilhões relativos a remuneração dos ativos de concessão do RBSE, impactando a Receita Líquida, Resultado Bruto, Resultado Operacional, Lucro Líquido e Ebitda. Da melhor forma possível, tentei deduzir estes efeitos dos resultados do 3T16. Da Receita Líquida, Resultado Bruto, Resultado Operacional e Ebitda bastou deduzir os R$ 6,316 bilhões contabilizados. Para calcular o impacto no lucro líquido fiz a hipótese de que a alíquota de IR/CS incidente sobre o total (operacional + remuneração dos ativos) é a mesma (de fato, pode não ser).

A partir do ano que vem,. em prestações, a empresa deverá receber a Receita contabilizada. Em valor presente, esta receita corresponde a aprox. R$ 38,34/ação. Não tenho a mínima idéia do que a empresa fara com esta grana ... se guardará para investir ou se engrossará os proventos.

TRPL4
PREÇO: R$ 70,03
PAYOUT (2015): 66,38%

Múltiplos baseados nos últimos 12 meses
P/L 21,29
P/VPA 1,15
PSR 9,06
DY 3,12%
EV/EBITDA 14,69
MARGEM BRUTA 61,2%
MARGEM OPERACIONAL 59,5%
MARGEM LÍQUIDA 42,6%
LUCRO POR AÇÃO R$ 3,290
MARGEM EBITDA 65,9%
DÍVIDA BRUTA/PATRIMÔNIO LÍQUIDO 13,6%
ROE 5,39%
LIQUIDEZ CORRENTE 2,96

Taxas de Crescimento Nominal

a) últimos 12 meses vs 12 meses terminados no 3T15
RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA +26,16%
RESULTADO BRUTO +29,46%
RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO +65,30%
RESULTADO OPERACIONAL +33,53%
RESULTADO LÍQUIDO +34,91%
EBITDA +31,59%

b) 3T16 vs 3T15
RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA -8,37%
RESULTADO BRUTO +0,38%
RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO +217,81%
RESULTADO OPERACIONAL +26,82%
RESULTADO LÍQUIDO -0,07%
EBITDA +24,23%

c) lucro (taxa média anual)
UA 9,37%
U2A 6,86%
U3A 9,83%

d) patrimônio líquido médio
UA 24,73%
U2A 14,09%
U3A 8,93%

Preço justo fornecido pela fórmula do FCD para uma taxa média de crescimento real nulo do lucro líquido dos últimos 12 meses durante 5 anos, perpetuidade real nula e taxa de desconto real de 10%: R$ 32,90

Ou, taxa de crescimento real do lucro líquido dos últimos 12 meses necessária, durante os próximos 5 anos, para que o preço justo fornecido pela fórmula do FCD seja igual ao preço corrente (com uma perpetuidade real nula e taxa de desconto anual real de 10%): +19,5%

326035  - TraderCenter   -  16 Ago 2016, 14:05
A Companhia de Transmissão de Energia Elétrica Paulista (Cteep) terminou o segundo trimestre com lucro líquido atribuível aos acionistas controladores de R$ 104,2 milhões, alta de 36% na comparação anual.


A receita líquida da companhia cresceu 2,9% no trimestre, para R$ 287 milhões.

O resultado antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda, na sigla em inglês) da companhia somou R$ 174,5 milhões no trimestre, alta de 51,5%.

Os custos e despesas operacionais tiveram queda de 22,9% no período, para R$ 141,7 milhões, ajudando na alta do resultado líquido da companhia.
LUPA MERCANTIL - ANÁLISE FUNDAMENTALISTA

309857  - paulo_prof  -  26 Out 2015, 20:56
Bom o resultado ... sem surpresas

TRPL4
PREÇO: R$ 39,60
PAYOUT (2014): 60,39%

Múltiplos relativos aos últimos 9 meses anualizados
P/L 12,89
P/VPA 1,16
PSR 4,93
DY 4,69%
EV/EBITDA 10,74
MARGEM BRUTA 52,4%
MARGEM OPERACIONAL 47,1%
MARGEM LÍQUIDA 38,3%
LUCRO POR AÇÃO R$ 3,073
MARGEM EBITDA 50,8%
DÍVIDA BRUTA/PATRIMÔNIO LÍQUIDO 22,3%
ROE 9,03%
LIQUIDEZ CORRENTE 3,30

Taxas de Crescimento:

a) últimos 12 meses sobre 12 meses terminados no 3T14, nominal
RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA +19,45%
RESULTADO BRUTO +16,09%
RESULTADO FINANCEIRO POSITIVO -139,36%
RESULTADO OPERACIONAL +19,88%
RESULTADO LÍQUIDO +4,42%
EBITDA +24,75%

b) 3T15 sobre 3T14, nominal
RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA +29,24%
RESULTADO BRUTO +31,63%
RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO +755,73%
RESULTADO OPERACIONAL +101,74%
RESULTADO LÍQUIDO +94,17%
EBITDA +99,02%

c) lucro líquido, nominal
UA 4,42%
U2A 10,06%
U3A -15,17%

d) patrimônio líquido médio, nominal
UA 4,36%
U2A 1,80%
U3A 4,16%

Preço justo fornecido pela fórmula do FCD para uma taxa média de crescimento real nulo do lucro líquido dos últimos 9 meses anualizado, durante 5 anos, perpetuidade real nula e taxa de desconto real de 10%: R$ 30,73

Ou, taxa de crescimento real do lucro líquido anualizado dos últimos 9 meses necessária, durante os próximos 5 anos, para que o preço justo fornecido pela fórmula do FCD seja igual ao preço corrente (com uma perpetuidade real nula e taxa de desconto anual real de 10%): +6,5%

302319  - paulo_prof  -  30 Jul 2015, 20:52
TRPL4
PREÇO: R$ 40,13
PAYOUT (2014): 60,39%

Múltiplos relativos aos últimos 9 meses anualizados
P/L 17,80
P/VPA 1,24
PSR 5,43
DY 3,39%
EV/EBITDA 14,98
MARGEM BRUTA 51,3%
MARGEM OPERACIONAL 37,4%
MARGEM LÍQUIDA 30,5%
LUCRO POR AÇÃO R$ 2,255
MARGEM EBITDA 40,7%
DÍVIDA BRUTA/PATRIMÔNIO LÍQUIDO 22,8%
ROE 6,97%
LIQUIDEZ CORRENTE 4,07

Taxas de Crescimento:

a) últimos 12 meses sobre 12 meses terminados no 2T14, nominal
RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA +17,00%
RESULTADO BRUTO +20,20%
RESULTADO FINANCEIRO POSITIVO -105,86%
RESULTADO OPERACIONAL -4,28%
RESULTADO LÍQUIDO -15,28%
EBITDA +3,41%

b) 2T15 sobre 2T14, nominal
RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA +27,78%
RESULTADO BRUTO +31,98%
RESULTADO FINANCEIRO passou de positivo para negativo
RESULTADO OPERACIONAL -14,82%
RESULTADO LÍQUIDO -14,98%
EBITDA -5,43%

c) lucro líquido, nominal
UA -15,28%
U2A -19,11%
U3A -26,49%

d) patrimônio líquido médio, nominal
UA 5,21%
U2A 1,52%
U3A 4,35%

Preço justo fornecido pela fórmula do FCD para uma taxa média de crescimento real nulo do lucro líquido dos últimos 9 meses anualizado, durante 5 anos, perpetuidade real nula e taxa de desconto real de 10%: R$ 22,55

Ou, taxa de crescimento real do lucro líquido anualizado dos últimos 9 meses necessária, durante os próximos 5 anos, para que o preço justo fornecido pela fórmula do FCD seja igual ao preço corrente (com uma perpetuidade real nula e taxa de desconto anual real de 10%): +14,5%

302318  - ch3481 -  30 Jul 2015, 20:43
TRPL3

Considerando que o 2 t14 teve um não recorrente no LL de uns 20MI, até gostei do resultado....

Permanecemos no Ativo

Depois leio mais calma

No aguardo de MULT3

281370  - paulo_prof  -  30 Out 2014, 21:46
Ativo me parece estar bem precificado, talvez perspectiva pequena de valorização (isto, sem contabilizar a indenização que ainda deverá receber pela concessão antiga que foi renovada).

TRPL4
PREÇO: R$ 37,14
PAYOUT (estimado): 50%

Múltiplos relativos aos últimos 9 meses anualizados
P/L 11,28
P/VPA 1,13
PSR 5,52
DY 8,42%
EV/EBITDA 12,60
MARGEM BRUTA 54,0%
MARGEM OPERACIONAL 46,9%
MARGEM LÍQUIDA 49,0%
LUCRO POR AÇÃO R$ 3,293
MARGEM EBITDA 48,7%
DÍVIDA BRUTA/PATRIMÔNIO LÍQUIDO 27,1%
ROE 10,02%
LIQUIDEZ CORRENTE 2,89

Taxas de Crescimento:

a) últimos 12 meses sobre 12 meses anteriores, nominal
RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA -5,46%
RESULTADO BRUTO +12,16%
RESULTADO FINANCEIRO POSITIVO -68,48%
RESULTADO OPERACIONAL +1791,71%
RESULTADO LÍQUIDO +669,36%
EBITDA passou de negativo para positivo

b) 3T14 sobre 3T13, nominal
RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA +22,81%
RESULTADO BRUTO +55,31%
RESULTADO FINANCEIRO passou de positivo para negativo
RESULTADO OPERACIONAL passou de negativo para positivo
RESULTADO LÍQUIDO passou de negativo para positivo
EBITDA passou de negativo para positivo

c) lucro líquido, nominal
UA 669,36%
U2A -19,12%
U3A -16,79%

d) patrimônio líquido médio, nominal
UA -0,69%
U2A 4,05%
U3A 3,61%

Preço justo fornecido pela fórmula do FCD para uma taxa média de crescimento real nulo do lucro líquido dos últimos 12 meses durante 5 anos, perpetuidade real nula e taxa de desconto real de 10%: R$ 32,93

Ou, taxa de crescimento real do lucro líquido dos últimos 12 meses necessária, durante os próximos 5 anos, para que o preço justo fornecido pela fórmula do FCD seja igual ao preço corrente (com uma perpetuidade real nula e taxa de desconto anual real de 10%): +3,0%

270009  - paulo_prof  -  31 Jul 2014, 09:16
A empresa deverá postar um lucro de aprox. R$ 360 milhões neste exercício ... para justificar o preço atual, este lucro teria que crescer a uma taxa real anual de aprox. 2,5% a 3% nos próximos 10 anos. As indicações, especialmente se a nossa sabe tudo em Brasília não interferir, são bastante positivas. Acredito que o risco de um investimento de longo prazo nos preços atuais é muito pequena. Aos poucos, a empresa deverá retornar ao patamar histórico de payout, na faixa dos 90%.

TRPL4
PREÇO: R$ 29,10
PAYOUT (estimado): 50%

Múltiplos relativos aos últimos 9 meses anualizados
P/L 9,96
P/VPA 0,88
PSR 4,56
DY 5,02%
EV/EBITDA 11,35
MARGEM BRUTA 50,6%
MARGEM OPERACIONAL 47,5%
MARGEM LÍQUIDA 45,8%
LUCRO POR AÇÃO R$ 2,921
MARGEM EBITDA 48,6%
DÍVIDA BRUTA/PATRIMÔNIO LÍQUIDO 28,8%
ROE 8,81%
LIQUIDEZ CORRENTE 2,71

Taxas de Crescimento do 2T14 sobre 2T13, nominal
RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA +6,35%
RESULTADO BRUTO +37,59%
RESULTADO FINANCEIRO POSITIVO -43,97%
RESULTADO OPERACIONAL +140,15%
RESULTADO LÍQUIDO +90,13%
EBITDA +162,14%

taxa de crescimento do patrimônio líquido médio, nominal
UA -2,04%
U2A 3,92%
U3A 3,38%


Preço justo fornecido pela fórmula do FCD para uma taxa média de crescimento real nulo do lucro líquido dos últimos 9 meses anualizado, durante 5 anos, perpetuidade real nula e taxa de desconto real de 10%: R$ 29,21

Ou, taxa de crescimento real do lucro líquido anualizado dos últimos 9 meses necessária, durante os próximos 5 anos, para que o preço justo fornecido pela fórmula do FCD seja igual ao preço corrente (com uma perpetuidade real nula e taxa de desconto anual real de 10%): +0,5%

O resultado de TRPL já saiu faz tempo e reparei poucos comentários sobre o mesmo. Houve oscilação forte no papel nos últimos dias.Na leitura das explicações eles falam da parcela já recebida no começo do ano de 2013 por conta da adesão à antiga MP 579, que agora se trasnsformou em lei cujo nr não lembro. Com exceção de ELPL o restante das elétricas parecem extirpadas dos comentários. COCE não divulgou seus resultados assim como a maior parte do setor, aí sim entende se o silêncio. Nem os búzios do Poly falam mais sobre as elétricas.
Sr Polycrav gostei da classificação dos CHUPINS, acho que me enquadro pelos menos em dois tipos, talvez em outros também.

169446 - paulo_prof -  27 Fev 2013, 01:09
TRPL4
PREÇO: R$ 36,50
PAYOUT 2012: 32,64%
P/L 6,61
P/VPA 1,10
PSR 1,98
DY 4,94%
EV/EBITDA 6,11
MARGEM BRUTA 55,6%
MARGEM OPERACIONAL 43,5%
MARGEM LÍQUIDA 29,9%
LUCRO POR AÇÃO R$ 5,525
MARGEM EBITDA 52,2%
DÍVIDA BRUTA/PATRIMÔNIO LÍQUIDO 75,8%
ROE 16,61%
LIQUIDEZ CORRENTE 1,91

Taxas de Crescimento Nominal

a) exercício de 2012 vs 2011
RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA 12,01%
RESULTADO BRUTO 5,95%
RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO 5,43%
RESULTADO OPERACIONAL 0,62%
RESULTADO LÍQUIDO -7,84%
EBITDA 1,06%

b) 4T12 vs 4T11
RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA -0,62%
RESULTADO BRUTO -5,05%
RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO -86,47%
RESULTADO OPERACIONAL 39,27%
RESULTADO LÍQUIDO 19,40%
EBITDA 6,16%

c) lucro (taxa média anual)
UA -7,84%
U2A 1,91%
U3A 0,62%

d) patrimônio líquido médio
UA 5,81%
U2A 4,16%
U3A 3,65%

Preço justo fornecido pela fórmula do FCD para uma taxa média de crescimento real nulo do lucro líquido dos últimos 12 meses durante 5 anos, perpetuidade real nula e taxa de desconto real de 8%: R$ 69,06

Ou, taxa de crescimento real do lucro líquido dos últimos 12 meses necessária, durante os próximos 5 anos, para que o preço justo fornecido pela fórmula do FCD seja igual ao preço corrente (com uma perpetuidade real nula e taxa de desconto anual real de 8%): -14,0%

169205 - aprendiz quebrado do professor -  26 Fev 2013, 00:54
Segurem as perucas

Resultado da Copasa excelente.


Confira os resultados divulgados após o pregão desta segunda-feira
Receita líquida da Transmissão Paulista caiu de R$ 2,9 bilhões para R$ 2,818 bilhões, queda de 2,8%, enquanto o lucro caiu 7,8%, para R$ 843,48 milhões

Por Felipe Moreno

SÃO PAULO - A temporada de resultados brasileira ganha força nesta segunda-feira (25), com a divulgação de dois balanços até às 20h15 (horário de Brasília): Copasa (CSMG3) e Transmissão Paulista (TRPL4).
A Transmissão Paulista anunciou uma redução em muitos dos seus números de 2011 para 2012. A receita líquida caiu de R$ 2,9 bilhões para R$ 2,818 bilhões, queda de 2,8%, enquanto o lucro caiu 7,8%, para R$ 843,48 milhões - levando a margem líquida para 29,9%, queda de 1,7 p.p. O Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) subiu 1,2%, para R$ 1,47 bilhão.
[...]

162030 - paulo_prof -  01 Jan 2013, 23:29
Acho que o desconhecimento dos detalhes da nova regra do jogo que determinará a revisão tarifária periódica das concessão de transmissão que estão sendo renovadas é a menor das incertezas. No frigir dos ovos, estas regras terão que ser justas e remunerar adequadamente os serviços pois, de outra forma, os apagões que o país vem experimentando nos últimos 2 anos vão ser refresco quando comparados com o que vai ocorrer no futuro.

O problema para se se efetuar uma análise da TRPL é que faltam dados essenciais.

O que se sabe com certeza?

a) A RAP (Receita Anual Permitida) que vai vigorar em 2013 será reduzida de R$ 2,6 bilhões para R$ 1 bilhão.

Uma estimativa para a Receita Total que a TRPL vai ter em 2013 é de aprox. R$ 1,1 bilhões.

Qual será o custo de transmissão da energia que gerará esta receita? A parte deste custo que é aprox. proporcional à receita não vai mudar. Mas e a parte que não é proporcional, como vai ficar?

Anualizando os dados dos 9M2012, os custos foram:
pessoal ....... R$ 197 milhões
material ....... R$ 506 milhões
serviços ....... R$ 398 milhões
outros ........... R$ 30 milhões
TOTAL ...... R$ 1.131 milhões

Está na cara que a TRPL terá que dar um jeito para reduzir estes custos pois de outra forma terá prejuízo. Qual seria a redução possível destes custos? Para mim está mais do que na cara que a redução do custo de manutenção das linhas de transmissão vai resultar num sistema menos confiável. Sou capaz de apostar que, em decorrência, muitas das despesas que no passado eram consideradas como custo do serviço prestado passarão a ser consideradas como investimento e, em conseqüência, gerarão um aumento de RAP.

b) a TRPL vai receber uma idenização de R$ 2,89 bilhões, em cash, de imediato

Com esta injeção de grana, a dívida líquida que era de R$ 3,28 bilhões ao final do 3T12 será reduzida para menos de R$ 300 milhões. Em conseqüência, o Resultado Financeiro que era negativo em aprox. R$ 270 milhões vai quase zerar (aprox. R$ 30 milhões negativos ao ano).

c) a TRPL vai receber uma idenização adicional que o mercado está calculando entre R$ 2,8 e 3,5 bilhões, a ser paga em 30 anos, com correção pelo IPCA + juros de 4% ao ano.

Supondo uma idenização adicional de R$ 3 bilhões, os 4% de juros anuais fornecem uma receita financeira de R$ 120 milhões. Deduzindo os R$ 30 milhões da dívida líquida, obtém-se uma receita de aprox. R$ 90 milhões. As despesas operacionais hoje somam R$ 180 milhões ao ano. Como a TRPL, considerada a nova RAP, será uma empresa muito "menor", quero crer que os seus custos operacionais têm que ser drasticamente reduzidos. Se esta redução de custos for da ordem de 50%, despesas operacionais e receitas financeiras empatarão. Em consequência o resultado antes dos impostos seria o resultado bruto.

O valor residual contábil das concessões que foram renovadas é de R$ 5,9 bilhões.

Supondo que o valor presente da idenização total que a TRPL vai receber (a parcela à vista + a parcela à prazo) seja igual a estes R$ 5,9 bilhões, a cada ação da TRPL correponderia R$ 38,64.

Supondo que o valor parcelado seja de R$ 3 bilhões e seja pago em parcelas reais iguais, 1/30 por ano, para uma taxa de desconto de 6% (afinal, será que o governo vai dar calote?), então o valor presente total da idenização cairia para R$ 33,46.

Aqui a questão é: o que vai a TRPL fazer com a grana? Vai procurar comprar ativos no mercado a torto e direito? Vai promover uma devolução de capital aos acionistas?

Em resumo, a questão é confusa. De qualquer forma, o "valor justo" da TRPL4 é determinado muito mais pelo seu valor patrimonial do que pelo seu fluxo de caixa futuro relacionado à sua atividade fim.

De acordo com o post 159215 do Nextar (http://br.advfn.com/forum/advfn/2234977/7961), o preço justo para o BTG Pactual seria R$ 37,00.

160181 paulo_prof -  12 Dez 2012, 16:24
Citação: uqaz
Pomba, vc fez o q ainda não tive coragem de fazer rs
Se eu cheguei num preço justo de no mínimo R$ 33-34 para a TRPL4 e considerando que é uma boa pagadora de proventos ... tenho que acreditar que não estou errando tremendamente em minhas hipóteses. Se, nestas hipóteses, forem incluídos os 6% de juros anuais que o governo (supostamente) prometeu pagar sobre a idenização adicional (de aprox. R$ 2,4 bilhões), a margem de segurança aumentará ainda mais. Por outro lado, os meus cálculos levam em consideração o ganho financeiro que a idenização pelos ativos não depreciados pode prover. É evidente que, na medida do possível, a empresa procurará adquirir novos ativos para ter um rendimento sobre o capital melhor.

A única hipótese que suspeito que esteja "furada" (com a palavra o Tota), é a manutenção da margem bruta. Suspeito que levará um bom tempo para que a empresa consiga, de fato, igualar a margem bruta sob as condições anteriores.

Do lado da CPLE3, embora eu ache que o ativo esteja mais descontado do que a TRPL4, aparentemente não há "drivers" para que o mercado pague sensivelmente mais do que está pagando. Nem mesmo o aumento de capacidade que a empresa está agregando de agora até o início de 2013 parece animar o mercado.

Sinceramente, prefiro ter em carteira um ativo "volátil" do que algo que fica parado quase que indefinidamente ... Com TRPL4, pelo menos a vida parece ficar mais interessante !!!!

159346 - paulo_prof -    05 Dez 2012, 15:18
Citação: eduardocairo
Pessoal, quais os ativos vocês acham que ainda valem entrada nos preços atuais? Grande abraço.
BBAS3 ... está de graça ...

Só o lucro com o BBPO11 representa 25 centavos e um aumento importante no índice de Basiléia, tornando mais remota uma necessidade de capitalização no curto prazo. Importante, também, o fato do BB ter aprendido o "caminho das pedras". Considerando o interesse do mercado no BBPO11, quando julgar conveniente, o BB poderá repetir a experiência, mas agora com uma oferta muito superior, na casa de vários bilhões.

Acho que no setor elétrico há várias pechinchas. Sou capaz de apostar que a GETI3, a CMIG3 e a TRPL4, nos preços atuais acabarão se mostrando ótimas opções.

A CPLE3 também está muito barata ... mas como o payout é pequeno, será necessário ter muito mais paciência.
157259 - paulo_prof -  16 Nov 2012, 11:01
Prof. Paulo e Small, TRPL4 valeria a pena nos preços atuais? Obrigada

Há como se estimar a receita aproximada nas condições de renovação, mas não tenho idéia em relação às despesas.

Pela simulação que fiz se, em 2015, a empresa conseguir um lucro anual, em reais de hoje, de aprox. R$ 300 milhões, o preço justo seria aproximadamente o valor atual. Ou seja, todo lucro acima dos R$ 300 milhões/ano (corrigidos pela inflação) seria gordura ...

Se não errei na interpretação do Relatório da TRPL, hoje a RAP total é de R$ 2,66 bilhões. Deste total, R$ 1,67 bilhões correspondem à RAP da concessão que será renovada em meados de 2015. Somando os R$ 500 milhões da nova RAP ao R$ 1 bilhão da RAP dos ativos que não estão em consideração, teríamos aprox. R$ 1,5 bilhões de RAP após JUL 2015.

A ANEEL afirma que a nova RAP para a parte que será renovada permitirá um lucro de 10%, ou seja, aprox. R$ 50 milhões.

Hoje, a margem líquida está em aprox. 30%. Se a empresa conseguir manter esta margem sobre a rentabilidade dos ativos antigos, o novo patamar de lucro seria algo em torno dos R$ 350 milhões ...

Moral da história: o ativo parece hoje razoavelmente bem precificado ... com relativamente pouca gordura para queimar.

Note que na minha simulação, de meados de 2015 em diante suponho um lucro anual real constante. Isto embora outras concessões estarão vencendo e, evidentemente, outras estarão iniciando ...

157236 - small caps -  15 Nov 2012, 23:17
O tamanho do absurdo:
Cteep perderia até R$ 2,1 bi com renovação de concessão, diz FGV
Por Natalia Viri | Valor
SÃO PAULO - A renovação das concessões que vencem entre 2015 e 2017 nos moldes propostos pelo governo provocaria uma destruição de capital acionário da Companhia de Transmissão Paulista (Cteep) de R$ 1,5 bilhão a R$ 2,1 bilhões. A conclusão é de um estudo preparado pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) a pedido da própria companhia e que serviu de base para a empresa desistir da renovação.

O estudo da FGV calculou a diferença nos fluxos de caixa descontados se a companhia decidisse aceitar as condições do governo para antecipar a renovação das concessões já em 2013 e se a Cteep não prorrogasse as licenças e seguisse com as concessões até seu vencimento. A conclusão de que a segunda opção é mais vantajosa pautou a decisão do conselho de administração de recomendar aos acionistas a não prorrogação.

As contas da FGV não consideram eventuais baixas contábeis por conta da diferença entre a indenização proposta pelo governo pelos ativos não amortizados e o valor residual desses ativos em balanço.

A Cteep divulgou há pouco um estudo elaborado pela consultoria Delos que mostra que o valor residual dos ativos próximos ao vencimento é de R$ 5,9 bilhões — muito acima da indenização proposta, de R$ 2,89 bilhões. No balanço do terceiro trimestre, esses ativos estavam classificados de forma mais conservadora, em R$ 4,89 bilhões.

Caso aceitasse a renovação das concessões, a Cteep teria que dar baixa dessa diferença no balanço, o que poderia provocar uma redução no lucro líquido contábil e, consequentemente, na distribuição de dividendos. A incerteza em relação ao impacto da decisão sobre as demonstrações financeiras da companhia levou, inclusive, os auditores a dar uma “abstenção de opinião” no último balanço divulgado pela Cteep.
(Natália Viri | Valor)
Leia mais em:
http://www.valor.com.br/empresas/2905700/cteep-perderia-ate-r-21-bi-com-renovacao-de-concessao-diz-fgv#ixzz2CKu0CLfH
OBS: nada contra relicitar, colocar a valor zero numa nova licitação... qualquer coisa que quiserem fazer. Mas até o término da concessão os contratos devem ser respeitados, o que é bastante difícil no mundo bolivariano, que nem mesmo o dinheiro publico o é... sequer o STF, aliás...

157151 - paulo_prof -  15 Nov 2012, 02:25
TRPL4
PREÇO: R$ 31,35
PAYOUT (2011): 86,52%

Múltiplos relativos aos últimos 12 meses:
P/L 5,90
P/VPA 0,98
PSR 1,70
DY 14,67%
EV/EBITDA 5,55
MARGEM BRUTA 56,1%
MARGEM OPERACIONAL 40,5%
MARGEM LÍQUIDA 28,7%
LUCRO POR AÇÃO R$ 5,317
MARGEM EBITDA 51,5%
DÍVIDA BRUTA/PATRIMÔNIO LÍQUIDO 77,1%
ROE 16,63%
LIQUIDEZ CORRENTE 1,06

Taxas de Crescimento dos Resultados dos 9M12 em relação aos Resultados dos 9M11:
RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA -3,5%
RESULTADO BRUTO +0,6%
RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO +53,6%
RESULTADO OPERACIONAL -7,6%
RESULTADO LÍQUIDO -13,8%
EBITDA -0,3%

Taxas de Crescimento dos Resultados dos 3T12 em relação aos Resultados dos 3T11:
RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA -10,1%
RESULTADO BRUTO -8,8%
RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO +55,2%
RESULTADO OPERACIONAL -20,4%
RESULTADO LÍQUIDO -30,0%
EBITDA -9,8%

Taxas Anuais Médias de Crescimento Nominal
a) do lucro líquido:
UA -1,13%
U2A 2,15%
U3A -2,10%

b) do patrimônio líquido médio
UA 3,83%
U2A 3,69%
U3A 3,33%

Taxa anual média REAL de crescimento do lucro líquido dos últimos 12 meses necessária durante os próximos 3 anos para que o preço justo calculado pela fórmula do FCD com perpetuidade real nula e desconto anual real de 8% seja IGUAL ao preço atual: -24,0%

156622 - Armageddon_BR -  13 Nov 2012, 13:37
Citação: polycrav
Sócios pedem a elétricas que não renovem as concessões
Por Graziella Valenti, Claudia Facchini e Cláudia Schüffner | De São Paulo e do Rio
Cresce a insatisfação com as condições para renovação das concessões no setor elétrico. O fundo norueguês Skagen, responsável pela gestão de US$ 18 bilhões em ativos e detentor de 17,5% das ações preferenciais da Eletrobras, enviou carta aos conselheiros de administração da estatal recomendando que não prorroguem as concessões. A Companhia de Transmissão Paulista (CTEEP), controlada pelo grupo colombiano ISA, anunciou que deixará expirar suas licenças. A Eletrobras, em documento obtido pelo Valor, aponta que as novas regras terão efeitos devastadores para a companhia.
Quanto a Eletrobras ja vinha fazendo este alerta a algum tempo que o prejuizo seria enorme e teria paenas uma funçao social a custas do nosso $$ .
E viva o PT!!!
Vale ressaltar que a CTEEP nao disse que deixará expirar, mas sim que ela fez analises e a sugestao dela é que DEIXE expirar, mas isso será decidido pelos proprios acionistas em uma assembleia no inicio de Dezembro.

Claro que isso é um indicio muito forte, até eu, nas minhas matematicas de padeiro, vi que nao seria atrativo renovar, então é bem provavel que esse seja o caminho tomado pelos outros acionistas.

TRPL está subindo 8% hoje.

156501 - renato1631 -  12 Nov 2012, 23:31
TRPL
Lucro da Transmissão Paulista cai 30% no 3º tri, para R$ 241,3 milhões

A Companhia de Transmissão Paulista (Cteep) encerrou o terceiro trimestre com lucro de R$ 241,3 milhões, queda de 30% em relação a um ano antes. O resultado foi influenciado pelo peso das despesas operacionais e pela ampliação do prejuízo financeiro.

Entre julho e setembro, a Cteep registrou receita líquida de R$ 806 milhões, 10% abaixo da registrada no mesmo período de 2011. A principal diferença veio das receitas de construção, que passaram de R$ 297 milhões para R$ 247 milhões, refletindo a conclusão das obras de Pinheiros e Serra do Japi.

Em contrapartida, os custos caíram 12%, para R$ 314,8 milhões, e a empresa manteve a rentabilidade. A margem bruta avançou de 60,1% no para 60,9%.

As despesas operacionais, por sua vez, saltam 309%, de R$ 9,6 milhões para R$ 39,4 milhões, levando o lucro operacional (antes de impostos e tributos) a um recuo de 14,6%, para R$ 451,9 milhões. A margem operacional recuou 2,9 pontos percentuais em relação ao terceiro trimestre de 2011, para 56,1%.

O resultado financeiro também contribuiu para a queda na última linha do balanço. As despesas com pagamento de juros e variação cambial totalizaram R$ 62,9 milhões, alta de 55,2% na comparação anual.
(Natalia Viri | Valor)

155560 - tota57 -  07 Nov 2012, 23:06
Novamente a tradicional alegria de GETI e o triste resultado da ELPL.

Quero dividir uma avaliação que estou fazendo no momento, ainda de forma superficial. Quem sabe os colegas ajudam no estudo.

É sabido que as ações da TRPL despencaram e talvez seja a hora de conferir se temos ou não uma oportunidade de entrar no ativo.

Acabamos de tomar conhecimento dos valores da indenização e da nova RAP. Pois bem, por alto a TRPL terá uma redução de RAP de R$2,6 Bi para R$1,0 Bi. Por outro lado até o 2º Tri-2013 entra em operação a linha do complexo Madeira, que deve gerar um RAP de uns R$0,2Bi

O valor da indenização será de R$2,9 Bi, que é equivalente ao valor da dívida liquida da companhia. Admitindo a hipotese de renovação de concessão é evidente que a ISA irá utilizar os recursos em aquisições ou investimentos que venham gerar mais RAP. Um dos covenants da Cia estabelece que a relação divida liquida/Ebitda não pode superar 3,5, atualmente esta em 2,0. Vejo essa indenização como uma grande oportunidade para a TRPL aumentar os ativos sob sua gestão. Uma conta conservadora, considerando 50% capital próprio e 50% de capital de terceiros (Dívida), inferem que a TRPL pode investir aproximadamente R$6 Bilhões, tão logo receba essa indenização.

Eu tenho formação técnica e alguma dificuldade para enxergar essa engenharia financeira que as empresas utilizam para crescer, mas sabemos que a maioria das empresas fazem uma alavancagem saudável em relação ao Ebitda potencial.

Já os fundos especializados não dão ponto sem nó, um deles o Vinci, dono da Equatorial. Vejam abaixo o que o Vinci acaba de fazer. Aumentou a aquisição de ações da TRPL, já tem 6,52% da Cia.

http://www.bmfbovespa.com.br/pt-br/mercados/acoes/empresas/FormConsultaDetalhePlantaoNot.asp?Data=19/10/2012&Sequencia=1597

Eu estou apostando que eles vão renovar, pegar essa grana, adquirir ativos e/ou participar de licitações, de forma tal que em pouco tempo consiga ficar numa situação igual ou superior existente no momento anterior a MP579.

Bom lembrar que ao aceitar a renovação a empresa vai operar e ter a oportunidade de reforçar, adicionar investimentos, nos ativos existentes nesse contrato que esta sendo renovado.

Eu tenho um pouco de TRPL, 2,4% do carteira. Estou pensando seriamente em dobrar a posição.

149308 - tota57 -  19 Set 2012, 01:14
A TRPL pode não renovar a concessão, ao menos que haja mudança no critério de indenização, já que fez muito investimento entre 1998 e 2000.

148211 - small caps -  12 Set 2012, 13:35
Citação: harisonoliveira
trpl4 - 16%
essa redução nas tarifas vai impactar tanto assim????????

Vai!
Mais de 50% da receita líquida da companhia devem "sumir" de uma hora para outra...
Se uma distribuidora, que tem que fazer constante investimentos, é afetada... imagina uma transmissora que já amortizou os investimentos... A transmissora faz a linha de transmissão e "deita em berço explendido"... Sobra pouco investimento a amortizar ao término da concessão...

147128 - paulo_prof -  03 Set 2012, 00:28
Continuo concordando com o Tota ... não há como estimar com propriedade qual será o lucro líquido da TRPL admitindo que todas as suas concessões sejam renovadas.

Quem, em todo o mercado, tem mais condições de fazer esta conta é o própria TRPL. A remuneração da TRPL pode ser dividida em 2 parcelas: uma que é fortemente baseada nos custos operacionais e outra que basicamente visa remunerar o investimento. A TRPL sabe quanto daquilo que investiu nas concessões que estão terminando ainda não foi amortizado. Ela apresentará as suas contas à ANEEL. Se houver grandes divergências entre o pleito da empresa e a avaliação da ANEEL, quem vai acabar decidindo é a justiça (a menos que o Tota nos confirme que as pendengas no setor elétrico também possam ser resolvidas por arbitragem).

Mas a incerteza vai permanecer mesmo que ANEEL e empresa concordem nos valores. O que o governo vai fazer? Vai devolver o valor residual ou vai incluir este valor residual na concessão e remunerá-lo via tarifa? Se o governo decidir devolver o valor residual (eu não acredito) está mais do que claro de que, de fato, a Receita Líquida da TRPL vai cair violentamente. Por outro lado, entretanto, ela poderá receber uma grana considerável que poderá ser devolvida ao acionista, ou render juros, ou ser re-investida no setor, etc.

No que concerne a Eletrobrás, em princípio não deveria se beneficiar, pois as concessões que "funcionam" em princípio continuarão em mãos privadas; o que iria para a Eletrobrás seriam os "pepinos". Evidentemente, isto se governo/Aneel não estiverem de má fé, planejando movimentar-se na direção da re-estatização do setor.

147034 - paulo_prof -  01 Set 2012, 11:57
Quero deixar claro que não é minha a previsão de queda de até 50% de receita da TRPL.

Estou por fora em relação ao valor marginal das concessões da TRPL que terão que ser renovadas. Mas suspeito que, pelo menos no caso da TRPL, não é pouca coisa. Em conseqüência, não dá para avaliar se quem previu esta queda na receita sabe o que está fazendo:

seriam estes 50% de queda na receita considerando que o valor marginal das concessões que estão caducando será devolvido, ou no cálculo já estaria considerada a remuneração deste valor?

Por outro lado, como será este processo de avaliação da depreciação dos ativos? será tranqüilo, de comum acordo, ou será finalmente decidido na justiça?

As incertezas são muitas e totais ... e, em conseqüência, as oportunidades de ganho turbinado não serão raras ...

A minha avaliação é que o mercado, nesta incerteza total, resolveu queimar os ativos para retornar depois de ver alguma luz no final do túnel ...

131792 - paulo_prof - 15/Mai/2012 17:35
PREÇO: R$ 62,59
PAYOUT: 86,6%

P/L 10,45
P/VPA 2,06
PSR 3,24
DY 8,28%
EV/EBITDA 8,41
MARGEM BRUTA 55,0%
MARGEM OPERACIONAL 41,4%
MARGEM LÍQUIDA 31,1%
LUCRO POR AÇÃO R$ 5,991
MARGEM EBITDA 50,6%
DÍVIDA BRUTA/PATRIMÔNIO LÍQUIDO 68,6%
ROE 19,75%
LIQUIDEZ CORRENTE 0,91

Taxas anuais médias nominais de crescimento
a) lucro líquido
UA 12,76%
U2A 6,45%
U3A 3,20%

b) patrimônio líquido médio
UA 1,99%
U2A 2,72%
U3A 3,13%

Taxa anual média de crescimento real do lucro líquido necessária nos próximos 3 anos para que o preço justo calculado pela fórmula do FCD seja 1,3 vezes a cotação atual (perpetuidade real nula; taxa de desconto real de 8%): +3,5%

Taxas nominais de crescimento relativas ao 1T11
RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA +7,3%
RESULTADO BRUTO +12,3%
RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO +90,5%
RESULTADO OPERACIONAL -0,1%
RESULTADO LÍQUIDO -0,4%
EBITDA +10,6%
PATRIMÔNIO LÍQUIDO +2,4%
ENDIVIDAMENTO LÍQUIDO +70,6%

ótimo ativo ... enquanto a cumpanheirada não conseguir meter a mão ...

120983 - paulo_prof - 15/Mar/2012 22:44 2
PREÇO: R$ 61,85
PAYOUT (2011): 89,7%

múltiplos baseados nos últimos 12 meses

P/L      10,32
P/VPA            2,08
PSR     3,25
DY      8,69%
EV/EBITDA  8,35
MARGEM BRUTA  54,4%
MARGEM OPERACIONAL          42,0%
MARGEM LÍQUIDA          31,6%
LUCRO POR AÇÃO           R$ 5,995
MARGEM EBITDA 50,2%
DÍVIDA BRUTA/PATRIMÔNIO LÍQUIDO       64,5%
ROE    20,16%
LIQUIDEZ CORRENTE     0,96

Taxas anuais médias nominais de crescimento:

a) do lucro líquido
UA      12,69%          
U2A    5,14% 
U3A    3,44% 

b) do patrimônio líquido médio
UA      2,53%
U2A    2,58%
U3A    3,13%


Taxa anual média real de crescimento do lucro líquido necessária durante 3 anos para que o preço "justo" fornecido pela fórmula do FCD com perpetuidade real nula e taxa de desocnto real de 10% seja 50% superior à cotação atual: 12,5%

120983 de 12099815/Mar/2012 22:44 2
 paulo_profComentários: 6002 - Desde: Jul 2009
TRPL4
PREÇO: R$ 61,85
PAYOUT (2011): 89,7%

múltiplos baseados nos últimos 12 meses

P/L      10,32
P/VPA            2,08
PSR     3,25
DY      8,69%
EV/EBITDA  8,35
MARGEM BRUTA  54,4%
MARGEM OPERACIONAL          42,0%
MARGEM LÍQUIDA          31,6%
LUCRO POR AÇÃO           R$ 5,995
MARGEM EBITDA 50,2%
DÍVIDA BRUTA/PATRIMÔNIO LÍQUIDO       64,5%
ROE    20,16%
LIQUIDEZ CORRENTE     0,96

Taxas anuais médias nominais de crescimento:

a) do lucro líquido
UA      12,69%          
U2A    5,14% 
U3A    3,44% 

b) do patrimônio líquido médio
UA      2,53%
U2A    2,58%
U3A    3,13%

Taxa anual média real de crescimento do lucro líquido necessária durante 3 anos para que o preço "justo" fornecido pela fórmula do FCD com perpetuidade real nula e taxa de desocnto real de 10% seja 50% superior à cotação atual: 12,5%

116583 - small caps - 22/Fev/2012 23:23
citação: c4m1lo
Obrigada, Small.Valeria a pena adquirir TRNA11 antes da oferta de ações?

Eu comprei este ano a R$ 40,00. AVISEI inclusive :)

Se houver oferta, completo a posição. Já adquiri 2/3 do que pretendo.

Se comparar com TRPL ela tem uma grande vantagem: Prazo das concessões bem mais longas... nenhuma delas vencendo agora entre 2015 e 2017.

102307 - polycrav - 14/Nov/2011 12:21 0


Outra vaca leiteira interessante para os tempos de crise que se descortinam...

102306 - paulo_prof - 14/Nov/2011 11:56
Resultados dos últimos 9 meses em relação a igual período de 2010:

RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA +39,7%
RESULTADO BRUTO +24,2%
RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO +168%
RESULTADO OPERACIONAL +22,1%
RESULTADO LÍQUIDO +17,1%
EBITDA +26,3%

Crescimento do Patrimônio Líquido em 12 meses: +4,4%

Multiplicadores relativos aos últimos 12 meses

PREÇO: R$ 49,84
PAYOUT: 95,1%
P/L      8,21
P/VPA            1,64
PSR     2,63
DY      11,58%
EV/EBITDA  31,18
MARGEM BRUTA  58,3%
MARGEM OPERACIONAL          33,8%
MARGEM LÍQUIDA          32,0%
LUCRO POR AÇÃO           R$ 6,071
MARGEM EBITDA 11,0%
DÍVIDA BRUTA/PATRIMÔNIO LÍQUIDO       57,5%
ROE    19,99%
LIQUIDEZ CORRENTE     1,19

Taxas anuais médias nominais de crescimento:
a) do lucro líquido
UA      14,77%          
U2A    3,98%
U3A    -0,57%

b) do patrimônio líquido médio
UA      4,91%
U2A    2,90%
U3A    3,50%



Taxa anual média de crescimento real do lucro líquido durante 3 anos necessária para um preço justo 25% maior do que a cotação anual (perpetuidade de 0% real; taxa de desconto anual real de 10%): +1%

87741 - polycrav - 16/Ago/2011 10:36
Transmissão Paulista: resultados do segundo trimestre são considerados neutros

Os resultados da Transmissão Paulista (TRLP4) no segundo trimestre foram considerados neutros pelo analista Marcos Severine. A receita líquida de R$ 691 milhões veio 8,3% acima das expectativas, enquanto o Ebitda de R$ 299 milhões veio 11% abaixo das previsões. O lucro líquido de R$ 201 milhões foi 1% menor que o previsto. Entre os destaques positivos, o analista aponta as receitas mais fortes com operações e os custos menores de serviços terceirizados. Na ponta negativa, os números foram impactados por um item não recorrente relacionado à reavaliação dos ativos da companhia, que reduziram os ganhos em R$ 23,4 milhões. Apesar dos números neutros, conforme esperado, o analista vê as ações da Transmissão Paulista ganhando força, à medida que o mercado começa a incorporar expectativas maiores para o terceiro trimestre. Dessa forma, a visão positiva para a companhia é mantida, considerando dividendos atraentes (dividend yield de 9,3%), forte geração de caixa, baixo endividamento e múltiplos atrativos. O analista destaca também a elevada previsibilidade dos números da companhia, com baixo risco de redução de lucro em decorrência do possível declínio do PIB (Produto Interno Bruto) brasileiro em 2011 e 2012. A recomendação para Transmissão Paulista é outperform, com preço justo de R$ 57,50.

32589 - NotwenCardozo - 09/Abr/2010 10:18
(09/04) PROVENTOS DAS EMPRESAS COTADAS NA FORMA "EX" EM 09/04/2010
EMPRESA PROVENTO R$ / % OBSERVACAO
TRAN PAULIST Juros 0,411002/acao Aprovado RCA 30/03/2010


(TRPL-N1) Dividendo 0,862756/acao Pagamento em 20/04/2010

28291 - tota57 - 16/Fev/2010 09:56 
citação: uqazTota,
O que acha da idéia de comprar TRPL para hedgear minhas ELPL? Saindo essa pancada de 1bi da eletrobras, sobraria pra uma delas enquanto a outra dispararia.
Pena a TRPL ter dividendos baixos (~9%aa) em relação a ELPL (~16%aa)
Que acha?
Bom dia Ugaz,
Em se tratando de justiça não há que se falar em lógica, pois se ela prevalecesse a provavel divida deveria ser paga pela TRPL, pois o emprestimo foi feito para investimento em linhas de transmissão operadas atualmente pela CTEEP. O objeto da discussão não é a falta de pagamento da dívida, mas sim a forma de atualização. A divida foi paga com atualização anual das parcelas, quando o contrato previa atualização mensal. De 94 para cá todos contratos tem atualização anual, mas a Eletrobrás executou por não ter havido a atualização mensal.
Se o objetivo é fazer hedge a ideia de colocar 50% em cada pote é razoável, será ineficaz caso as duas empresas percam e tenham que dividir o prejuizo...rsrsrs
Se voce comprar TRPL estará comprando uma grande empresa, é 5,5% da carteira do Lirio Parisotto. A Empresa paga menos dividendos, mas vem sendo agressiva no crescimento, arrebatando novas concessões. Me desagrada apenas a questão da renovação das concessões e o fato de ela ser uma estatal colombiana. Essa novela da renovação deve acabar em 2011 e não entendo como uma ameaça tão relevante, creio que o Parisotto pensa o mesmo, pois ele tem Eletrobrás(10,5%), Celesc(8%) e TRPL(5,5%). O homem tem 24% em eletricas com concessão vencendo em 2015. 

27820 - paulo_prof - 08/Fev/2010 12:07
De acordo com as minhas projeções, o lucro líquido da CTEEP (TRPL4) em 2010 deverá ser de aprox. R$ 915 milhões. Supondo que a empresa mantenha o payout de 2008 (87%), o DY correspondente ao preço corrente de R$ 46,50 é de respeitáveis 11,4%, para P/L = 7,66 e P/VPA = 1,56. Ainda na minha avaliação, em meados de abril deverão ser distribuídos aprox. R$ 1,70 em dividendos complementares relativos a 2009.
Na minha opinião, sem considerar o fato de que o momento atual do mercado está mais para colocar as barbas de molho do que para investir, o P/L e DY da TRPL4 mostram que a CTEEP seria competitivos relativo a outras elétricas, especialmente se for levado em consideração a diversificação que representa, por ser no segmento da transmissão.
Ocorre que a concessão de praticamente tudo o que a CTEEP possui vence em 2015.
Mesmo considerando que a concessão, por contrato, é "renovável" por mais de 20 anos, há o risco dos termos desta renovação de concessão diminuir a rentabilidade, ou não?
Ao contrário de certas geradoras (como a AES Tietê) vejo que a CTEEP pratica, todos os anos, um nível bastante elevado de investimentos (só este ano deverão ser investidos R$ 440M na controladora e R$ 350M nas subsidiárias, o que é uma enormidade em comparação com o patrimônio líquido de aprox. R$ 4,5 bilhões). Não seria este um sinal de que a empresa não estaria "nem aí" com a ameaça que a renovação poderia representar?
Noutras palavras, vc recomendaria "manter distância" de TRPL4 ou acredita ser uma (boa) opção para diversificação no setor. 

16073 - paulo_prof - 30/Set/2009 18:03
citação: Plantão de Empresas da Bovespa(30/09) TRAN PAULIST (TRPL – N1) -Credito aos Acionistas de Juros sobre o Capital Proprio e Dividendos Intermediarios
DRI: Marcio Lopes Almeida
Na RCA de 30/09/2009 foi aprovada a seguinte materia:
“Face a economia tributaria proporcionada pelo credito de juros sobre o capital proprio, na forma da Lei 6.404/76 e do Estatuto Social da Companhia, e apos o registro da abstencao de voto do Conselheiro Representante dos Empregados, foi aprovado por maioria de votos o credito aos acionistas de juros sobre o capital proprio no montante de R$ 62.055.436,65, correspondentes a R$ 0,411900 por acao de ambas as especies e tambem o pagamento de parte dos dividendos intermediarios referentes ao lucro apurado nos oito primeiros meses de 2009 no montante de R$ 103.444.563,35, correspondentes a R$ 0,686625 por acao de ambas as especies. A data de ex-direito sera em 07/10/2009 e a liquidacao financeira ocorrera em 21/10/2009, totalizando R$ 165.500.000,00, correspondentes a R$ 1,098525 por acao de ambas as especies.”
Norma: a partir de 07/10/2009 acoes escriturais ex-juros e ex-dividendo. 

6946 - tota57 - 08/Jun/2009 18:45
Primeira relação com as Geradoras e Transmissoras.


6945 - tota57 - 08/Jun/2009 18:42
Com ativos vencendo em 2015, Cteep também disputará outras companhias (TRPL)
De São Paulo
08/06/2009
Se o governo federal seguir a Constituição Federal, que prevê a licitação de bens públicos ao fim da concessão, a única empresa privada do setor de transmissão que tem ativos vencendo em 2015 está disposta a recomprar seus próprios ativos e ainda dar lances também para adquirir as linhas de outras companhias. O presidente da Companhia de Transmissão Paulista (Cteep), César Ramírez, diz que quando a estatal colombiana ISA comprou a Cteep do governo paulista já estava ciente de que em 2015 enfrentaria este processo.
Apesar da disposição de participar de uma eventual licitação, o ideal para a Cteep seria ter a concessão renovada para evitar uma discussão que preocupa tanto as transmissoras quanto as distribuidoras: a indenização dos ativos. Até 2012 a companhia vai investir R$ 1,3 bilhão em ampliação e renovação da sua rede, e consequentemente estes investimentos não estarão amortizados quando a concessão vencer.
As diferentes associações do setor ou os executivos das empresa podem ter interesses diversos por uma ou outra solução, mas eles são unânimes ao dizer que o governo federal precisa resolver rapidamente a questão e estabelecer regras claras. Principalmente de como os investimentos serão indenizados. O presidente do Instituto Acende Brasil, Cláudio Sales, lembra que a rapidez é fundamental nesta questão. Se a decisão for por uma prorrogação é preciso mudar a lei. Se houver licitação, sequer haverá empresas de avaliação de ativos suficientes para auferir preços de tantas empresas.
Outro ponto importante a ser discutido é se o governo vai considerar que a expansão ou renovação das linhas já existentes serão tratadas como um novo prazo para a contagem de prazos das concessões.


Além das linhas da Cteep, que terá cerca de 80% de seu ativo vencendo em 2015, também as estatais Eletrobrás e Cemig terão importantes ativos de transmissão vencendo. O presidente da Cteep diz que esta pode ser uma oportunidade também para a empresa crescer no país, comprando os ativos de suas concorrentes estatais. Hoje a companhia é a maior do Brasil, se levado em consideração separadamente as empresas que formam o grupo Eletrobrás. Mas além do grupo colombiano ISA, a Cteep hoje tem entre seus principais sócios a própria Eletrobrás. (JG

1285 - paulorizzi - 31/Jan/2009 15:02
"Nas minhas estimativas, TRPL4 deve distribuir R$ 5,80 relativos a 2008, correpondendo a um DY de 13,5%. Faltariam ainda distribuir R$ 2,00 (dia ex aprox 30MAR). Política de vários pagamentos ao ano reduzem a volatilidade no dia ex."


"Na minha opinião, considderando o histórico e o fato de ser uma ação defensiva, há margem para valorização. Que eu conheça, não há grandes riscos."

787 - small caps - 05/Jan/2009 23:32

"(776) danieljoseaa, tudo ótimo! Obrigado! Tudo de bom em 2009! TRPL4 é uma empresa de transmissão de eletricidade, uma pouco diferente das distribuidoras e das geradoras. Seus contratos costumam ser reajustados pelo IGP-M que agora está arrefecendo um pouco. Já tive ações da empresa e troquei quando ficou mais cara, por COCE5, por exemplo. Mas agora o diferencial caiu bastante. A TRPL4 tem ótimo crescimento e alguns projetos em fase de maturação. Além disso, paga bons dividendos. É mais uma opção defensiva, mas sem preço de barganha, em razão disso. Manteve os preços das ações enquanto tantas despencaram, deixando a avaliação relativa não tão favorável."

Análise Coin Valores
Controlada pelo Grupo Empresarial ISA, um dos maiores grupos do setor de energia elétrica e de telecomunicações na América Latina, a CTEEP - Companhia de Transmissão de Energia Elétrica Paulista é a principal empresa concessionária privada do setor de transmissão de energia elétrica do Brasil, responsável pela transmissão de 30% de toda energia produzida no País e por 60% da consumida na região Sudeste. Com capacidade instalada de 43.973 MVA, é responsável pela transmissão de quase 100% da energia elétrica consumida no Estado de São Paulo, que responde por 30% do PIB nacional. Para garantir a excelência no atendimento aos seus clientes, conta com uma infra-estrutura complexa formada por uma rede de 12.272 km de linhas de transmissão, 18.698 km de circuitos, 105 subestações com tensão de até 550 kV e
2.488 km de cabos de fibra ótica. A Companhia investe na modernização de sistemas, na inovação de processos e na expansão da capacidade de seu sistema de transmissão. Sua estratégia de crescimento contempla a otimização dos ativos existentes, a participação em leilões de novas linhas de transmissão e a avaliação constante das oportunidades de aquisição no mercado de transmissão. Com ações listadas na BM&FBovespa, a CTEEP participa, desde 2002, do Nível 1 de governança corporativa; tem suas ações listadas no Ibovespa, o mais importante indicador do desempenho médio das cotações  do mercado brasileiro de ações.

RETROSPECTIVA 2010
Em 2010 confirmamos nosso posicionamento como a principal empresa concessionária privada do setor de transmissão de energia elétrica do Brasil. Os recursos destinados para as obras de reforço do sistema somaram mais R$ 311,8 milhões, até novembro de 2010. O valor representa 47,3% a mais do total investido no ano passado (R$ 211,6 milhões). Os investimentos em energizações — entrada em operação de novas subestações ou linhas de transmissão — têm sido crescentes dentro do planejamento estratégico da Companhia. Até 20 de outubro deste ano, a CTEEP já energizou 69 obras. Para o final do ano, a meta é totalizar a operação de 97 projetos – 12% a mais do verificado em 2009 -, com RAP (receita anual permitida) de R$ 22,8 milhões.

PERSPECTIVA 2011
O ano de 2011 será marcado por grandes projetos no setor de transmissão de energia elétrica no Brasil, com destaque para o leilão de Belo Monte. Importante destacar que, com a proximidade dos dois grandes eventos de 2014 e 2016 e a crescente demanda por investimentos em infraestrutura, esperamos um importante crescimento dos resultados da Companhia por meio de reforços e ampliações no sistema existente – um dos principais vetores do crescimento da CTEEP.

Por Tetzner
·  PERFIL DA EMPRESA:
-  A CTEEP é resultado da cisão de ativos da Companhia Energética de São Paulo (CESP), que se deu em fevereiro de 1999, em função do programa de privatização do governo paulista. 
Em 2001, para fortalecer e racionalizar o sistema de transmissão de energia elétrica em São Paulo, a empresa, ainda estatal, incorporou a Empresa Paulista de Transmissão de Energia Elétrica (EPTE), resultante da cisão da Eletropaulo, também estatal à época. Com essa operação, a CTEEP se firmou como a principal concessionária de transmissão do estado de São Paulo. 
Em 28 de junho de 2006, a empresa foi privatizada em leilão público promovido pelo Governo do Estado de São Paulo na Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa). Com a aquisição de 50,1% das ações ordinárias (com direito a voto), o Grupo ISA, por meio da ISA Capital do Brasil S.A, tornou-se o novo controlador da CTEEP.       

Período Analisado: 3T11 -  3o Trimestre de 2.011  ( Julho/Agosto/Setembro )



Link do Balanço:  http://www.cteep.com.br/port/ri/download/CTEEP_ITR_3T11.pdf

Espelho Fundamentus:  http://www.fundamentus.com.br/detalhes.php?papel=TRPL4&x=0&y=0

Site do RI:  http://www.cteep.com.br/port/ri/infoinvest/index.asp



PAINEL DE INDICADORES

17/11/11











SELIC

11,50%

Ativo

R$

PL

VP

GR

DY

LA

Dv

Ml

EB

MS

TRPL4

  49,66

9,5

1,64

15,6

11,9%

10,5%

0,5

32%

10,5%

7,7%



·  PONTOS POSITIVOS:

- A receita operacional líquida atinge R$ 896,53 milhões no 3T11, o que representa um aumento de 29,8% frente ao 2T11 e 44,4% frente ao 3T10, quando alcançou R$ 690,7 milhões e R$ 620,7 milhões, respectivamente;   
- EBITDA de R$ 509,4 milhões no 3T11 apresenta crescimento de 52,8% em relação ao 2T11 (R$ 333,4 milhões) e 39,9% quando comparado ao 3T10 (R$ 364,1 milhões);
- Lucro Líquido alcança R$ 344,9 milhões no 3T11, o que demonstra crescimento de 72,0% em relação ao 2T11, quando alcançou R$ 200,5 milhões e 41,3% em relação ao 3T10 em que registrou R$ 244,0 milhões;
- Reajuste Anual da RAP (Receita Anual Permitida ): Através da Resolução Homologatória n° 1.171, a ANEEL estabeleceu a nova RAP da Companhia para o ciclo 2011/2012. De acordo com a Resolução a nova RAP da CTEEP passa a ser de R$ 2.008,3 milhões, o que representa um acréscimo na controladora de 14,1% em relação ao ciclo 2010/2011;
- Margem EBITDA   56,8%  +8,6 p.p.
-Margem Líquida 38,5%  +9,4 p.p.
- Lucro por Ação:  2,27  + 72%
- Os custos de construção e de operação e manutenção tiveram aumento de 11,8% frente ao 2T11 e de 65,0% em relação
ao mesmo período do ano passado, totalizando R$ 357,9 milhões no 3T11 frente aos R$ 320,1 milhões do 2T11 e aos
R$ 216,9 milhões no 3T10.
- As Despesas Gerais e Administrativas apresentaram redução de 20,8% frente ao 2T11 e queda de 25,4% em relação ao
3T10, substancialmente, devido a redução das contingências compensadas pelo aumento do saldo de execuções provisórias para cauções e depósitos vinculados (Nota 9 do ITR de 30 de setembro).

·  PONTOS NEGATIVOS

·  VISÃO ESTRATÉGICA

  

·  CURIOSIDADES

- Realizado, no 3º trimestre de 2011, o pagamento aos acionistas na forma de dividendos e juros sobre o capital próprio no montante de R$ 240,7 milhões, correspondente à R$ 1,56 por ação de ambas as espécies;   
- Leilão de Transmissão – ANEEL: Em 02 de setembro de 2011, através do leilão ANEEL nº 004/2011, em sessão pública realizada na BM&FBOVESPA, a CTEEP arrematou o lote K de forma independente e o lote L através do consórcio Garanhuns com CHESF.     
- A receita operacional da CTEEP está diretamente relacionada à disponibilidade de seus ativos: linhas de transmissão, reatores e transformadores. A Companhia investe permanentemente para garantir a eficiência e qualidade na operação, na medida em que a indisponibilidade de seus ativos pode gerar um desconto em sua receita.     



·  OPINIÃO DO ANALISTA

- O que dizer sobre a empresa:  Muito Obrigado. Como acionista só tenho a agradecer o resultado espetacular do trimestre. Lucro em alta, Despesas em Baixa, Eficiência operacional batendo 100%, continua investindo para manter o padrão de serviço e qualidade.

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