Aços Vilares (AVIL) Confab (CNFB) Ferbasa (FESA) Fibam (FBMC) Gerdau (GGBR) Mangels INDL (MGEL) Paranapanema (PMAM) Tekno (TKNO) Usiminas (USIM)
4619 de 5069 23/Abr/2009 23:55 0
NotwenCardozo Usuário Premium Comentários: 106 - Desde: Set 2008
"Para Link, o pior já passou para o setor siderúrgico"
Demanda no Brasil deve crescer a partir de abril; produção de aço na China e no Oriente Médio cresce em março
| 22.04.2009 | 17h9
Portal EXAME -
"A produção de aço continua apresentando fortes declínios anuais, mas na comparação mensal já sinaliza certa melhora em alguns países. A estagnação se manteve presente na maior parte do globo, mas China e Oriente Médio trouxeram um crescimento na produção, sinalizando que o pior pode ter ficado para trás."
"Conforme ressaltou a Link Investimentos, a produção chinesa cresceu 11,6% no último mês e atingiu uma estabilidade em relação ao ano anterior. A Cisa (China Iron & Steel Association), porém, ainda aposta em baixa de 8% na produção em 2009, o que, segundo a corretora, é uma estimativa muito pessimista."
"O ritmo do setor siderúrgico chinês já voltou aos níveis usuais observados antes das Olimpíadas. ""Boa notícia par ao mercado de minério de ferro, já que o gigante setor siderúrgico chinês parece estar se recuperando da crise"", explicou."
"No Brasil, um cenário menos nebuloso é esperado, com o primeiro trimestre marcando o pior período da crise para as empresas nacionais, na visão da equipe. A volta do crescimento da demanda é esperada a partir de abril, em especial com a manutenção e criação de medidas para estimular o consumo de automóveis, motos e linha branca."
"Por ora, os efeitos da crise ainda estão se fazendo sentir por aqui e a Link recomenda que os investidores se mantenham fora do setor siderúrgico brasileiro como um todo. Para a Vale, contudo, a recomendação é de compra, pois há a perspectiva de que os três primeiros meses do ano não tenham sido tão ruins quanto o último trimestre de 2008."
5290 de 580207/Mai/2009 20:03 [Citar este comentário] 0
[Nível 0] paulorizzi Usuário PremiumComentários: 775 - Desde: Dez 2007
Nunca pensei que o setor de siderurgia estivesse tão mal ...
O ROE anualizado da Vilares que era de aprox. 40% até o 3T08 inclusive, caiu para 34% no 4T08 e despencou para 6,6% no 1T09.
O ROE anualizado da Gerdau (GGBR), que era de aprox. 23% até o 3T08 inclusive, despencou para 5% no 4T08 e sumiu de vez, para ridículos 0,6%, no 1T09.
A Metalurgica Gerdau saiu-se (um pouco) melhor: o ROE anualizado do 1T09 foi de 2%.
Dá para acreditar?
5295 de 5802Modificado em 07/Mai/2009 23:37 [Citar este comentário] 0
[Nível 0] eurico22Comentários: 165 - Desde: Nov 2007
Pois é, Paulo.
Na Mineração, até que a Vale respirou um pouco com as exportações, né? Ainda assim, P/L anualizado de 13 não parece muito impressionante.
Usiminas eu não estava esperando uma retração muito grande, entre 25% e 30% do Lucro líquido. Mas eu ainda sou BEM inexperiente para essas projeções. E já vi gente bem pessimista aqui em MG mesmo.
A Ferbasa é um mistério, mas acho que não seria difícil um resultado fraco que empurrasse o P/L anualizado para a casa de 10.
5434 de 580211/Mai/2009 20:26 [Citar este comentário] 0
[Nível 0] paulorizzi Usuário PremiumComentários: 775 - Desde: Dez 2007
citação: DiogoafonsoPaulo,
Apesar de nao ter saido todos os resultados ainda, em sua visao, qual setor deverá se valorizar nos proximos meses?
Eu vendi a maioria de minhas acoes, pensando que o mercado iria reagir negativamente com os resultados, porem nao foi isso que ocorreu. Possuo apenas BIC, PINE e EZTC no momento.
Qual ativo o senhor incluiria na minha carteira?
Obrigado!
Um dos setores que está mais deprimido é o da siderurgia ... Com os gringos operando forte no mercado, acho que USIM3 pode ser uma boa pedida. Eu não ficaria sem alguma coisa de FESA4 também. A reação definitiva do setor, entretanto, pode levar mais algum tempo.
7866 de 788228/Jun/2009 12:31 [Citar este comentário] 0
[Nível 0] octacmComentários: 93 - Desde: Mai 2008
http://www.atarde.com.br/economia/noticia.jsf?id=1175048
Noticias sobre a fesa4
Indústria metalúrgica reage em ritmo lento
João Pedro Pitombo, do A TARDE
Haroldo Abrantes/Agência A TARDE
A Companhia de Ferro-Ligas da Bahia (Ferbasa) está operando com 54% da sua capacidade
A Companhia de Ferro-Ligas da Bahia (Ferbasa) está operando com 54% da sua capacidade
Redução de produção, desligamento de fornos, férias coletivas, demissões. O baque da crise financeira global foi forte no setor da metalurgia no Estado, que vem operando em baixa desde o último trimestre de 2008.
Nove meses após a eclosão da crise, as perspectivas de retomada de produção no setor ainda são pequenas. Para empresários, sindicalistas e entidades de classe, apesar de uma recuperação tímida na economia brasileira, a retomada da produção só deverá acontecer entre o último trimestre deste ano e o primeiro trimestre de 2010.
De acordo com o diretor-presidente da Companhia de Ferro-Ligas da Bahia (Ferbasa), Geraldo Lopes, o mercado vem reagindo mês a mês, mas ainda está num patamar muito mais baixo do que no ano passado. Além disso, os baixos preços dos metais e derivados têm afetado diretamente a produção.
Na avaliação de Victor Ventin, presidente da Federação das Indústrias do Estado da Bahia (Fieb), a recuperação na Bahia deverá ser lenta. “Temos uma produção razoavelmente atrelada à exportação. Como houve uma queda de demanda nos mercados centrais, a tendência é que a nossa recuperação seja influenciada por estas economias”, explica Ventin, ressaltando que grande parte dos mercados de exportação da Bahia ainda estão em forte recessão.
Panorama – Operando com 54% da sua capacidade, a Ferbasa deverá reduzir ainda mais a produção, com o desligamento de mais um forno de ferro-cromo, a partir da próxima semana. Mas, segundo Geraldo Lopes, esta nova baixa será temporária, para ajuste estoque e manutenção das máquinas.
Lopes garante que, mesmo com o desligamento de mais um forno, não haverá demissões. Mas novas contratações, só a partir do ano que vem: “Por enquanto, vamos religar os fornos com pessoal que temos”. Segundo estimativa do Sindicato dos Metalúrgicos de Pojuca, Dias D’Ávila e região, cerca de 400 funcionários, entre próprios e terceirizados, foram demitidos desde o início do ano.
Outras empresas do setor que operam na Bahia, como a Gerdau e a RDM – Vale do Rio Doce, também sofrem com os efeitos da crise. De acordo com o Sindicato dos Metalúrgicos de Simões Filho, a Gerdau teve uma redução drástica no volume de produção, caindo de 38 mil toneladas por mês em setembro, para 10 mil toneladas
Em nota, a Gerdau informa que a unidade “está operando normalmente”. Mas admite que “foram realizadas diversas ações para ajuste da produção, como antecipação de paradas de manutenção e férias”.
A RDM – Vale do Rio Doce também opera parcialmente. De acordo com informações do Sindicato dos Metalúrgicos de Simões Filho, das três plantas da empresa, apenas uma está ativa. A estimativa do sindicato é que 400 trabalhadores tenham sido demitidos desde o início do ano. Procurada pela reportagem, a empresa não se posicionou oficialmente sobre o assunto.
Novelis – Instalada na Bahia há 37 anos, a indústria de chapas de alumínio Novelis, antiga Alcan, segue com a sua unidade de Candeias
Em entrevista ao A TARDE em abril deste ano, o diretor de projetos especiais da Novelis, Paulo Lara, informou que a situação da da unidade era insustentável: “Na conjuntura atual, não temos condições de continuar operando. O preço de venda é muito menor do que os custos de produção, gerando prejuízos mensais de cerca de US$ 2 milhões”.
Procurada novamente pela reportagem, a empresa se limitou a emitir uma nota lacônica: “A Novelis afirma que continua buscando alternativas para a manutenção de suas atividades em Aratu, Bahia”.
18138 de 1828123/Out/2009 10:18 [Citar este comentário] 0
[Nível 0] FOCKINKComentários: 990 - Desde: Jul 2009
produção global de aço caiu 0,6% em setembro na comparação com igual mês do ano passado, para 107 milhões de toneladas, informou a Associação Mundial de Aço. O dado é obtido a partir de informações de 66 países, que respondem por cerca de 85% do setor siderúrgico global. A China, maior fabricante mundial da matéria-prima (commodity), registrou crescimento de 28,7% de sua produção de aço em setembro em comparação com igual mês do ano passado, para 50,7 milhões de toneladas, 47% do total mundial. No acumulado dos nove primeiros meses deste ano, a produção mundial de aço somou 866 milhões de toneladas, 16,4% menor que a de igual período do ano passado. As informações são da Dow Jones.
22475 de 2250127/Nov/2009 10:35 1 floripasempreComentários: 2014 - Desde: Jun 2007
08:56 CRISE PROVOCA EXCESSO DE AÇO NA CHINA
Pequim, 27 - A indústria siderúrgica da China opera atualmente com capacidade ociosa de 150 milhões a 200 milhões de toneladas, o
equivalente a seis vezes a produção total do Brasil. O colapso da demanda internacional e o aumento dos investimentos no país
agravaram ainda mais o problema, que também afeta os setores de alumínio, cimento, químicos, refino e energia eólica, revela estudo
divulgado ontem pela Câmara de Comércio da União Europeia na China, realizado em parceria com a consultoria Roland Berger.
O excesso de capacidade provocou a redução das margens de lucros das empresas, o encolhimento dos investimentos em pesquisa e
desenvolvimento e a maior dificuldade para pagar empréstimos bancários, disse o presidente da Câmara, Joerg Wuttke. Fora das
fronteiras do país, o desequilíbrio alimenta os conflitos com parceiros comerciais e deverá ampliar as medidas antidumping contra a
China em 2010, ressaltou.
A situação se agravou com o pacote de estímulo de US$ 585 bilhões anunciado pelo governo em novembro de 2008. No ano passado,
a China tinha capacidade para fabricar 660 milhões de toneladas de aço, mas produziu 500 milhões, das quais consumiu 470 milhões.
O setor siderúrgico continuará a crescer em 2009, apesar da previsão de que a demanda global pelo produto cairá cerca de 15%. Só
na primeira metade do ano, US$ 20,6 bilhões foram investidos na produção de aço. As autoridades de Pequim estimam que os
projetos em andamento acrescentarão mais 58 milhões de toneladas de capacidade nas siderúrgicas.
A China é a maior fabricante de aço do mundo, com cerca de metade da produção. Também é líder na produção de alumínio, setor que
deve fechar o ano com ociosidade de 33%, e cimento, onde a ocupação é de 78%. Como na siderurgia, as empresas desses
segmentos também enfrentam encolhimento nas margens de lucro.
Ontem o governo chinês anunciou a suspensão de todos os projetos de novas unidades de cimento que estavam em construção ou
seriam iniciadas até 30 de setembro. No ano passado, o país tinha capacidade para produzir 1,64 bilhão de toneladas de cimento,
mas fabricou 1,38 bilhão. Ainda assim, os investimentos no setor aumentaram 66% de janeiro a julho, para US$ 13 bilhões, que se
traduziram em 210 milhões de toneladas adicionais.
A União Europeia vai analisar a situação de seis setores que são alvo de medidas anunciadas pelo Conselho de Estado da China em
outubro, para enfrentar o excesso de capacidade. Mas a entidade ressalta que o problema existe em outras áreas. A indústria de
esmagamento de soja, por exemplo, opera com ociosidade de 52%.
Segundo Wuttke, o problema não é novo, mas era amenizado pela exportação do que não era absorvido internamente. O estudo indica
que existem estímulos poderosos para a ampliação do parque produtivo do país, como grande liquidez, alto nível de poupança e baixas
taxas de juros. Além disso, há distorções que impedem a ação das forças de mercado quando há queda da demanda. A mais evidente
é a ausência de falências das empresas estatais.
A poupança chinesa atingiu em 2009 o recorde de 53,2% do Produto Interno Bruto (PIB), um dos mais altos índices do mundo. A maior
parte desses recursos se transforma
chinesa não foi a economia das famílias, mas a sobra de caixa das estatais, que não pagavam dividendos. A partir do ano passado
elas passaram a ser obrigadas a dar dividendos a seu principal acionista (o Estado), mas os valores ainda são muito baixos.
Em 2002, as corporações respondiam por 12,5 pontos porcentuais da poupança, que estava em 35,1% do PIB, enquanto as famílias
garantiam 16,3 pontos porcentuais e o governo, 6,3. Em
metade - vieram das corporações. As famílias forneceram 15,4 pontos porcentuais e o governo, 7. As informações são do jornal O
Estado de S. Paulo.
(Cláudia Trevisan)
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